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GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL CENTRO CULTURAL OSCAR NIEMEYER APRESENTAM

TEMPORADA AGOSTO

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D.J. Oliveira

PROGRAMA Série “Concertos Teatro Goiânia”

15 de agosto, quinta-feira, 20h30

“Tributo a Wagner”

Richard Wagner (1813-1883)

O Idílio de Siegfried

Sinfonia nº 1 em Ré Maior, “Clássica” I - Allegro com brio II - Larghetto III - Gavotte-Non tropo allegro IV - Molto vivace

Sergei Prokofiev (1891-1953)

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Desenho, gouache s/ papel. Sem Data. Acervo UFG. FOTO: Paul Setúbal.

s trabalhos apresentados revelam a paixão do artista plástico D.J. Oliveira (Bragança Paulista, 1932 – Goiânia, 2005) pela música e demonstram a grande participação de músicos no seu repertório iconográfico: flautistas e bandolinistas vestidos com figurino da commedia dell’arte, remetem a cenas teatrais e circenses que fizeram parte de períodos da vida do artista. Os desenhos à gouache são estudos preparatórios para figuras utilizadas em outras composições e integram o conjunto de obras em papel doado em 2012 pela família do artista ao Acervo do Centro Cultural UFG.                                                                                                                    Carlos Sena Passos

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Teatro Goiânia

INTERVALO

Ludwig van Beethoven (1770-1827)

Sinfonia nº 7 em Lá Maior Op. 92 I - Poco sostenuto-Vivace II - Allegretto III - Presto IV - Allegro com brio

Carlos Moreno, regência 3


TRIBUTO A WAGNER Richard Wagner (1813-1883)

Ludwig van Beethoven (1770-1827)

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Sergei Prokofiev (1891-1953)

Alunos do curso de Música e História da EMAC/UFG

ompositor e regente alemão, notável por ter abalado os alicerces da música tonal, encontrou na ópera o veículo para expressar os anseios mais íntimos de sua alma romântica. O Idílio de Siegfried foi composto em 1870 para celebrar o aniversário de Cosima, sua esposa, a filha do lendário pianista Franz Liszt. Escrito para orquestra de câmara, o Idílio revela delicadeza raramente encontrada nas obras do mestre de Bayreuth. De certa forma, pode-se entender esta peça como uma feliz expressão da paz que o casal Wagner desfrutava juntamente com o mais novo integrante da família, o filho Siegfried -, às margens do lago Lucerna, na vila Tribschen. O emocionado clima de colóquio amoroso transparece na dedicatória de Wagner: “Tribschen - Idílio com o chilreio de Fidi e a Aurora Laranja, ofertado como uma saudação sinfônica de aniversário à sua Cosima por seu Richard, 1870.”

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eethoven é o criador máximo de grandes arquiteturas sonoras em que emerge uma inquietação tipicamente romântica numa escritura que revela procedimentos clássicos. Quando escreveu a Sinfonia nº 7, em Lá maior, Op. 92, havia quatro anos que Beethoven não se devotava à sinfonia, momento oportuno para que grandes obras viessem à luz, tais como, o último concerto para piano, Imperador, e o célebre trio Arquiduque. A Sinfonia nº 7 foi finalizada em 1812 e estreada, no ano seguinte, em Viena, sob regência do próprio compositor. São notórios os comentários que enfatizam que de todas as sinfonias, esta é a mais rítmica. Graças ao uso do ritmo, toda a obra se reveste de um entusiasmo dionisíaco que evoca gestos coreográficos de rara expressividade. A sinfonia está organizada em quatro movimentos: Poco sostenuto-Vivace, Allegretto, Presto e Allegro con brio.

Coordenação: Prof. Dr. Robervaldo Linhares

ompositor russo que prematuramente revelou-se como um talento ao piano, ficou conhecido por ser um compositor antirromântico que compunha obras marcadas por ásperas harmonias e ritmos arrojados. Como era grande admirador do sentido de forma dos compositores clássicos, Prokofiev compôs em 1917, na esteira de Joseph Haydn, a Sinfonia nº 1, alcunhada de Sinfonia Clássica. No ano seguinte, sob sua regência, esta obra, que parece rememorar a elegância e a simplicidade marcantes do Classicismo Vienense, foi estreada com plena aprovação do público, em São Petersburgo. A sinfonia está organizada em quatro movimentos: Allegro, Larghetto, Gavotte e Finale: Molto Vivace. Chama a atenção, no terceiro movimento, o uso de uma Gavotte, dança folclórica francesa bastante em voga nos séculos XVII e XVIII, ao invés do tradicional Scherzo.

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O REGENTE Carlos Eduardo Moreno

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arlos Eduardo Moreno é natural de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro. Com sólida formação de base europeia, iniciou os seus estudos musicais ao piano aos seis anos de idade, passando posteriormente ao violino. Em 1978, ingressou na Escola Cantorum do Brasil para crianças e no Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis, de tradição alemã. Em 1997, participou do International Workshop for Conductors – Ukraine, onde teve aulas com o Maestro Gustav Mayer. Entre 1998 e 2002, foi aluno do renomado professor e maestro Kirk Trevor em Zlin e Kromeriz na República Tcheca. Em 1999, recebeu a “Bolsa Virtuose”, do Ministério da Cultura, para aperfeiçoamento em regência, tendo concluído o Aufbaustudium na Musikhochschule de Zurique, Suíça, em 2000, sob a orientação do Maestro Johannes Schlaefli.

Sua carreira como violinista foi promissora, atuando na OSNUFF por dez anos, quando teve a oportunidade de reger obras do repertório internacional, bem como estreias de obras de sua autoria. Carlos Moreno foi laureado com o “Prêmio Carlos Gomes – Revelação 2003”. No ano de 2006, a OSUSP, sob a sua direção, venceu o XI Prêmio Carlos Gomes, na categoria “Melhor Orquestra Sinfônica”. Ainda em 2006, foi o primeiro brasileiro a atuar como professor de regência no International Workshop for Conductors, na República Tcheca. Em 2007 e 2008, participou do Workshop como professor convidado. Em julho de 2006, esteve no Japão representando o Brasil junto ao aclamado Roppongi Choir, em Comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa. Foi o vencedor do 5º Concurso Latino-Americano para Regentes, promovido pela OSUSP. Carlos é um dos mais requisitados maestros de sua geração, atuando no Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia. É, também, regente titular da Orquestra Sinfônica de Santo André, desde 2009.

Na primeira atuação de Carlos Moreno frente a uma orquestra, aos 15 anos, ele dirigiu uma composição própria para cordas. Estudou contraponto com o compositor David Korenchendler e regência, orquestração e análise com o Maestro Roberto Duarte. Carlos Moreno estudou violino com Ermano Trucci e, posteriormente, violino e música de câmara, com o Prof. Nayran Pessanha. Desde muito cedo seu espírito nato de liderança e talento o levaram a atuar como spalla da orquestra jovem Camerata Abrarte, dirigida pelo maestro Gilberto Bitencourt. 6

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PROGRAMA Série “Concertos Teatro SESI” 27 de agosto, terça-feira, 20h30

Heitor Villa-Lobos (1887-1959)

Série “Concertos Teatro Goiânia” 28 de agosto, quarta-feira, 20h30

Bachianas Brasileiras nº 9 I - Prelúdio II - Fuga Concerto em Mi Bemol Maior para Trompete e Orquestra I - Allegro II - Andante III - Allegro

Joseph Haydn (1732-1809)

Concerto em Mi Bemol para Trompete e Orquestra I - Allegro II - Largo III - Vivace

Johann Baptist Georg Neruda (1708-1780)

INTERVALO Edino Krieger (1928)

Darius Milhaud (1892-1974)

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Heinz Schwebel, trompete Eliseu Ferreira, regência

Suite para Orquestra de Cordas I - Abertura II - Ronda Breve III - Homenagem a Bartók IV - Marcha-rancho (Fuga) O Boi no Telhado

INSTANTES MUSICAIS Heitor Villa-Lobos (1887-1959)

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onsiderado o maior compositor brasileiro de todos os tempos, Villa-Lobos, de forma magistral, sintetizou em sua obra elementos da música popular brasileira e da música erudita ocidental. Seu Catálogo de Obras apresenta mais de mil obras, com destaque para série de sinfonias, choros, concertos, balés, óperas, canções, repertório camerístico e grande quantidade de peças para instrumentos solo. A Bachianas Brasileiras nº 9, composta primeiramente para orquestra de vozes e depois transcrita para orquestra de cordas, veio a lume em 1945 e foi estreada três anos depois sob a regência de Eleazar de Carvalho, no Rio de Janeiro. Formada por Prelúdio e Fuga - composição bem característica do homenageado das nove bachianas, Johann Sebastian Bach -, esta última obra da série apresenta tanto inovações da vanguarda europeia, como alusões a um Brasil grandioso e surpreendente. Joseph Haydn (1732-1809)

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brilhantismo de Haydn, grande nome do período clássico, pode ser observado no Concerto para trompete e orquestra, o último escrito por ele e a primeira obra solística feita para o instrumento. Foi composto em 1796, em homenagem ao trompetista da orquestra de Viena, Anton Weidger, que acabara de desenvolver o sistema de chaves que permitia o trompete tocar cromatismos. Quatro anos depois, este concerto foi estreado em Viena, por Anton Weidger. Esta obra, por sinal uma encomenda de Weidger, explora os cromatismos já mencionados, bem como o brilhantismo sonoro e apelo militar tão característicos do trompete. A peça está organizada em três movimentos: Allegro, escrito em forma sonata bitemática, Andante, já envolto num pathos romântico, e Allegro, que tanto utiliza elementos da forma sonata como do rondó. 9


Edino Krieger (1928)

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clamado como um dos maiores compositores brasileiros da atualidade, Edino Krieger é personalidade atuante, desde sua estreia no Grupo Música Viva, movimento de renovação da linguagem musical até os dias de hoje, nos seus 85 anos de idade, data que o mundo musical brasileiro celebra. Além de compositor, atuou como crítico e produtor musical. Organizou importantes festivais de música no Brasil, como os históricos festivais da Guanabara, na década de 60, que revelaram nomes fundamentais da música brasileira da segunda metade do século XX, como Almeida Prado e Marlos Nobre. Compôs a Suíte para cordas, em 1954, com intenções didáticas. Dividida em quatro movimentos, Abertura, Ronda breve, Homenagem a Bartók e Fuga (marcha-rancho), a obra se reveste de ambiências que remetem tanto ao universo da música barroca como de Béla Bartók e Villa-Lobos.

Darius Milhaud (1892-1974)

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niciou sua obra sob a inspiração de compositores franceses como Berlioz e Bizet. Em 1917, em pleno sábado de carnaval, chegou ao Brasil como secretário do embaixador Paul Claudel. A convivência com a música popular brasileira urbana, em especial os tangos e maxixes de Ernesto Nazareth, Marcelo Tupinambá e Chiquinha Gonzaga, abriram seus ouvidos para uma nova realidade musical e, com isso, uma importante e decisiva etapa em seu fazer musical começou a ser formada. O Boi no telhado, op. 58, composto em 1919 e estreado em 1920, em Paris, a mais célebre de suas composições, testemunha o seu aprendizado da música brasileira. Todo o material temático d’O Boi no telhado é oriundo das músicas do carnaval carioca - facilmente reconhecidas pelo ouvinte brasileiro -, muito embora, em nenhum momento, Milhaud informe a procedência, o que é lamentável. Alunos do curso de Música e História da EMAC/UFG Coordenação: Prof. Dr. Robervaldo Linhares

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O SOLISTA Heinz Schwebel

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einz Karl Schwebel, atual Diretor da Escola de Música da UFBA, integra seu corpo docente desde 2001. Primeiro trompete da OSBA, iniciou seus estudos com seu pai, o Prof. Horst Schwebel, com quem continuou a estudar até se formar no curso de Instrumento da UFBA em 1993. Em 1990 teve uma breve passagem pela Hochschule für Musik em Karlsruhe, Alemanha, onde teve aulas com os Profs. Adolf Weresch e Reinhold Friedrich. Em 1994, como bolsista da CAPES e da Fundação VITAE, seguiu para os Estados Unidos onde realizou o curso de Mestrado no New England Conservatory of Music em Boston, sob a orientação do Prof. Charles Schlueter, primeiro Trompete da Orquestra Sinfônica de Boston. Em 1996 concluiu o Mestrado sendo laureado com Honras Acadêmicas e Distinção em Performance, premiação máxima daquela instituição. Durante seus estudos em Boston, foi vencedor do “Concerto Competition” e do “Honors Brass Competition”. Em 1997 e 1998, integrou os quadros da Jerusalem International Symphony Orchestra em Israel, onde atuou como primeiro trompete sob a regência de Zubin Metha. Mais uma vez como bolsista da CAPES, voltou aos Estados Unidos em 1998 para realizar o Doutorado, tendo obtido o título de Doctor of Musical Arts na Catholic University of America. Como músico Sinfônico, já atuou como primeiro trompete sob a regência dos Maestros Zubin Metha, Gunther Schuller, Aldo Cecatto, Marek Janovsky, Stanislav Scrowaczevsky, Eleazar de Carvalho, Ira Levin, Isaac Karabtchevsky, John Neschling, entre muitos outros. 12

Como Solista com orquestra já interpretou os concertos de Haydn, Hummel, Neruda, Stöelzel, Bach-Vivaldi, Vivaldi, Handel, Tartini, Arutunian, Alfredo Dias, Harri Wessman, Eric Ewazen, Oskar Böhme e Guerra Vicente. Em Outubro de 2006 foi convidado pela Charles Schlueter Foundation para fazer a estreia mundial da obra “Simphonic Memories” de Eric Ewazen. Heinz tem atuado como solista e professor convidado no Pará, Maranhão, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Goiás, Minas Gerais, Paraná (no Festival de Londrina), Rio Grande do Sul (Festivais do Vale Veneto e UNISINOS) e em Brasília durante os 25º, 26º, 27º, 28º, 29º, 30º, 31º e 32º Cursos Internacionais de Verão. Em 2003, lançou seu 1º CD Solo – Policromo – Música Moderna para Trompete, tornando-se o 1º trompetista brasileiro a gravar um significativo número de clássicos internacionais do repertório do século XX para trompete e piano. Em 2010 foi convidado a integrar a Orquestra da Cia. Brasileira de Ópera, sob a Direção Artística do Maestro John Neschling. Heinz é integrante também do Grupo de Intérpretes Musicais da Bahia – GIMBA, especializado em música contemporânea, e vencedor do Prêmio Funarte de Música em 2010. Há 5 anos, Heinz integra um duo de trompete e órgão com a premiada organista Elisa Freixo, com quem tem apresentado anualmente uma série de recitais em órgãos históricos de Minas Gerais. Heinz foi o idealizador e Vice-Presidente da Associação Brasileira de Trompetistas, associação que vem realizando um importante trabalho de integração.

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O REGENTE Eliseu Ferreira

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liseu Ferreira, natural de Anápolis-GO, é graduado em Educação Artística e Clarineta pela Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás. É Mestre em Regência Orquestral pela mesma instituição.

Estudou clarineta com os professores Fernando Henrique Machado (EMB), Luiz Gonzaga Carneiro (UNB), José Nogueira Júnior (UFG) e José Alessandro (UFG). Foi aluno de canto dos professores Zuinglio Faustini e Angelo Dias em Goiânia. Estudou regência coral e orquestral com o Maestro Emílio de César por vários anos em Brasília. Participou de festivais, cursos de aperfeiçoamento e masterclasses no Brasil e no exterior, tendo aulas com renomados professores, dentre eles, Dante Anzolini, Roberto Duarte, Roberto Minczuk, Aylton Escobar, Kirk Trevor, Tomás Koutnik, Neil Thomson, Frank Shipway e Kurt Masur. Participou de cursos de Regência em Assunção, no Paraguai e em Zlin e Kromeriz, na República Tcheca. Desde 2006 tem frequentado os workshops de regência orquestral dos professores John Farrer e Neil Thomson em Londres, Inglaterra (Royal College of Music e Royal Academy of Music) e em Paris, França.

Atuou como professor de Prática de Orquestra, Regência Orquestral e Regência Coral em alguns festivais de música no Brasil. Atuou como regente convidado em Goiás e São Paulo. Foi também Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra de Câmara Goyazes por dois períodos: entre 1999 e 2003 e entre 2008 e 2011. Com essa orquestra realizou uma grande quantidade de concertos em Goiás, trabalhando ao lado de renomados solistas nacionais e internacionais e também expoentes da nossa música popular. Em 2010 recebeu do Governo de Goiás o Diploma de Destaque Cultural do Ano, pelo trabalho realizado em prol da música clássica no Estado. Desde 2002 é o Regente Titular da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, com a qual tem realizado um intenso trabalho didático e artístico, realizando séries de concertos na capital e em todo o Estado de Goiás, além de concertos no Distrito Federal e nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2011, realizou frente à OSJG, uma turnê de 8 concertos na Espanha, com sucesso de público e crítica, tocando em salas importantes como o Palau de la Musica (Barcelona), Auditório Josep Carreras (Vila-Seca), Auditório Enric Granados (Lleida), Auditório de Girona e Auditório do Centro Cultural Caja Granada (Granada). Atua ainda como professor regular de Regência no Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França. Atualmente é o regente titular da nova Orquestra Filarmônica de Goiás.

Foi regente nos seguintes grupos: Orquestra Filarmônica de Goiás, Orquestra Jovem de Goiás, Orquestra Planalto Central, Orquestra de Câmara de Goiânia, Camerata Vocal de Goiânia, Banda Sinfônica do CEFET-GO, Orquestra Sinfônica de Goiânia, dentre outros. 14

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A ORQUESTRA

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Orquestra Filarmônica de Goiás, recriada no final de 2011, foi transferida para o Gabinete Gestor do Centro Cultural Oscar Niemeyer efetivamente em janeiro de 2012. No primeiro ano de sua recriação, a OFG realizou cerca de 20 apresentações musicais, divididas em quatro séries de concertos no Teatro SESI, no Centro Cultural UFG, no Centro Cultural Oscar Niemeyer e no Teatro Escola Basileu França. Foram mais de 10 artistas convidados de renome nacional e internacional, que se apresentaram com a Orquestra na Temporada 2012, inclusive em concertos didáticos em parceria com a Secretaria da Educação e com o Teatro SESI. Mostrando o potencial da música de concerto em Goiás, a lotação dos teatros e locais de concertos, foi sempre próxima da capacidade máxima, em quase todas as récitas, totalizando um público de mais de 13.000 pessoas. Foi a primeira vez na história do Estado de Goiás que a Orquestra Filarmônica teve uma programação anual de concertos completa, com as séries Grandes Solistas, Concertos para a Juventude, Concertos de Câmara e Concertos Didáticos, com apresentações que contaram com a participação de prestigiados maestros e solistas convidados, destacando entre eles: Emmanuele Baldini, Räiff Dantas, Fábio Cury, Laércio Diniz, Eduardo Monteiro, Luiz Garcia, Neil Thomson, Albrecht Breuninger e Ângelo Dias. Em sua nova configuração, a Orquestra Filarmônica de Goiás iniciou o ano de 2013 com o processo seletivo que recrutou 50 novos músicos para compor o quadro fixo de instrumentistas profissionais.

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Na programação da Temporada 2013, estão previstas 42 apresentações musicais em todo o Estado de Goiás, inclusive em bairros de Goiânia. Teremos séries de concertos no Teatro Goiânia, no Teatro SESI e no Centro Cultural Oscar Niemeyer, além de concertos especiais. Teremos 25 artistas de renome nacional e internacional que se apresentarão com a OFG para um público de, aproximadamente, 30.000 pessoas. O ano de 2013 será promissor e propagará os sons da OFG pelos mais variados espaços e públicos.

ORQUESTRA FILARMÔNICA DE GOIÁS Regente Titular Eliseu Ferreira Diretor Artístico Alessandro Borgomanero

Contrabaixos Lyubomir Popov, chefe de naipe Rossine Parucci Juliano Rodrigues Gabriel Antonio Roberto

I Violinos Luciano Pontes, spalla Carlos Eduardo Santos, concertino Guilherme Moreira da Silva Adriano Vargas Alencar Eliel Moreira Ferreira e Silva Antonio Marcos Rodrigues Andrei Pinheiro Matos Maira Mendes de Almeida Pezzuti Robert Cruz Wesley Ferreira Santana

Flautas Valentin Tochkov Bakardjiev, solista Stefânia Coppo Ribeiro Benatti, flauta / piccolo

II Violinos Marcos Silveira Bastos, chefe de naipe Rennan Vicente da Silva Pedro Silva Cruz Roberta Tamer França Samuel Mark Viveiro Gabrielly Santos de Oliveira Salmo Lopes Eric Johnson de Jesus Costa

Fagotes Renato Santos Perez y Perez, solista Felipe dos Santos Arruda, fagote / contrafagote

Violas Cleverson Cremer, chefe de naipe Cindy Folly Faria Emanuel Caramaschi Nilzeth Galvão Fabio Saggin Haendel Santos da Silva Pedro Paulo Araujo

Trompetes Tássio Furtado de Oliveira, trompete solista Jader Araújo Mendes Lemos, trompete / piccolo

Violoncelos Moises Ferreira dos Santos, chefe de naipe Larissa Natalia Ferreira de Mattos Mirella de Mattos Righini Kamylla Leal Lopes Guilherme de Godoy Ficarelli Cristina Lavrinha Mendes

Oboés Diana Alexandrova Bakardjiev, solista Rodrigo Alves Silva – oboé / corne inglês Clarinetas Paulo Sergio Peres de Souza, solista Patricia Perez Brito Paleari, clarineta / clarone

Trompas Igor Yuri Vasconcellos Sena, solista Thiago da Silva Barciela Costa Filipe Vieira Quevedo Rocha Kelly Costa Vasconceloss

Tímpanos / Percussão Leonardo Caire da Silva, chefe de naipe Gerente de orquestra Andreyw Batista Inspetora de orquestra Ana Gomes Assistentes de arquivo Jonathan Duarte e Fellipe Souza Assistentes de montagem Leonardo Santana, Wesley Farias e Lucas Tomé

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CENTRO CULTURAL OSCAR NIEMEYER Superintendente da OFG Ana Elisa Santos Gerente de Comunicação da OFG Mara Naves Gerente de Produção da OFG Jason Elias Assessor de Projetos e Marketing Marcos Almeida Assistente de Produção Thiago Ricco Governador do Estado de Goiás Marconi Ferreira Perillo Júnior

Teatro Goiânia Av. Tocantins, esquina com Rua 23, Centro, Goiânia-GO 62 3201-4685 Teatro SESI Av. João Leite, 1013, Setor Santa Genoveva, Goiânia-GO 62 3219-1307 Orquestra Filarmônica de Goiás Centro Cultural Oscar Niemeyer - Complexo Administrativo do MAC Av. Dep. Jamel Cecílio, nº 4.490, Goiânia-GO 62 3201-4926 / 4934 www.facebook.com/orquestrafilarmonicadegoias

Secretário de Estado da Casa Civil Vilmar Rocha Chefe do Gabinete Gestor do Centro Cultural Oscar Niemeyer Nasr Fayad Chaul

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Realização: CASA CIVIL SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL

Apoio Cultural:

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Programa de Agosto/ Temporada 2013  
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