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Roteiro: Em Baixo Guandu tivemos uma reunião com o Prefeito Neto Barros e visitamos uma comunidade ribeirinha de pescadores em Mascarenhas. Depois, partimos para Colatina onde nos reunimos com a Associação de Pescadores local; fomos ao sítio Coslope que trabalha com cultivos de hortaliças, próximo ao rio Doce e visitamos a comunidade ribeirinha de pescadores Maria Ortiz, localizada um pouco mais afastada do perímetro urbano de Colatina, nas margens do trilho do trem de minério da Vale. Chegamos à noite em Linhares, dormimos, e no outro dia, de manhã, fomos ao assentamento do MST (Sezínio) localizado próximo a lagoas que se comunicam com o rio Doce e que corriam/correm risco de serem contaminadas pela água com rejeitos. Fizemos também uma reunião com a Colônia de pescadores de Linhares. Em Regência caminhamos até a foz do rio Doce realizando entrevistas com moradores mais antigos do local, uma parte do grupo foi até Areal e, posteriormente, fomos à comunidade de ribeirinhos de Entre Rios. Já anoitecendo, chegamos à ocupação da fazenda Agril pelo MST e conversamos com os ribeirinhos e comerciantes que se juntaram à ocupação após o desastre. A expedição, tinha como objetivo geral, produzir um relatório preliminar da situação de impacto socioambiental causada pelo desastre. Este trabalho, além de gerar iniciativas diversas de ação (produção de textos descritivos de visibilização, denúncias, análises, etc.) também foi incitado por demandas vinda do MPF, MP/ES e da Defensoria Pública do ES de conhecer os impactos para a produção de ações de remediação e amparo às pessoas atingidas.

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Impactos socioambientais no Espírito Santo da ruptura da barragem de rejeitos da Samarco  

Relatório Novembro/Dezembro 2015

Impactos socioambientais no Espírito Santo da ruptura da barragem de rejeitos da Samarco  

Relatório Novembro/Dezembro 2015

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