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Guia do Catequista

2011 (Ano A)

O Recado Editora Ltda R. Ant么nio das Chagas, 93 04714-000 - S茫o Paulo - SP Fone/Fax.: (11) 5181-4242 e-mail: orecado@orecado.com.br home page: www.orecado.com.br


DADOS PESSOAIS

Nome Endereço Bairro CEP

nº Cidade

Estado

Fones

RG

CPF

Data Nascimento

Assinatura

E-mail Escola Curso Turma

Ano Período

Número

Endereço

Bairro

Cidade

CEP

Estado

Fones Grupo Sanguíneo

Fator RH

Alergia

Em caso de emergência avisar: Cidade Outros dados

Estado

Fone


Sou catequista de Pré

1ª Euc.

Pers. I

Pers.II

Os nossos encontros são no seguinte endereço:

Hora: O local do encontro estará preparado para receber os catequizandos da (Pré-Eucaristia, Primeira Eucaristia, Perseverança I ou Perseverança II), enfeitado, adornado, de acordo com a idade deles e o tema da semana...

.

A catequese se prepara com empenho, imaginação e criatividade. Eu e os meus colegas catequistas de Pré

1ª Euc.

Pers. I

Pers.II

nos comprometemos a reunir mensalmente ( ) quinzenalmente ( ) para preparar os encontros de catequese: Dia da semana................................... Hora....................... Local................................... ................................................................................. .................................................................................


Reuniões gerais de reciclagem e estudo dos catequistas da minha paróquia Nome da Paróquia: Mês

Dia

Hora

Local

Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro

Ainda que existam momentos de estudo, reflexão, troca de experiências; ainda que se promovam encontros intensivos de catequistas na sua paróquia A SUA FORMAÇÃO PERMANENTE ACONTECE SOBRETUDO NO SEU CONTATO COM AS CRIANÇAS, nas reuniões de preparação dos encontros... e NA SUA PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA.


2011 JANEIRO D 2 9 16 23 30

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3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 17 18 19 20 21 24 25 26 27 28 31

ABRIL D

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AGOSTO T

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3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 17 18 19 20 21 24 25 26 27 28 31

S S D S T 1 2 1 2 8 9 7 8 9 15 16 14 15 16 22 23 21 22 23 29 30 28 29 30

OUTUBRO D 2 9 16 23 30

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3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 17 18 19 20 21 24 25 26 27 28 31

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6 7 13 14 20 21 27 28

T Q Q S S 1 2 3 4 5 8 9 10 11 12 15 16 17 18 19 22 23 24 25 26 29 30 31

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5 6 7 12 13 14 19 20 21 26 27 28

Q Q S S 1 2 3 4 8 9 10 11 15 16 17 18 22 23 24 25 29 30

SETEMBRO Q Q S S 3 4 5 6 10 11 12 13 17 18 19 20 24 25 26 27 31

NOVEMBRO Q

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JUNHO

S S D S T Q Q S S 1 2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 8 9 10 11 12 13 14 15 16 15 16 17 18 19 20 21 22 23 22 23 24 25 26 27 28 29 30 29 30 31

JULHO S

S D S T Q Q S S 1 1 2 3 4 5 8 6 7 8 9 10 11 12 15 13 14 15 16 17 18 19 22 20 21 22 23 24 25 26 29 27 28

MAIO T

3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 17 18 19 20 21 24 25 26 27 28

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MARÇO

FEVEREIRO Q

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4 5 6 7 11 12 13 14 18 19 20 21 25 26 27 28

Q S S 1 2 3 8 9 10 15 16 17 22 23 24 29 30

DEZEMBRO

S D S T Q Q S S 1 1 2 3 4 5 8 6 7 8 9 10 11 12 15 13 14 15 16 17 18 19 22 20 21 22 23 24 25 26 29 27 28 29 30

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4 5 6 7 11 12 13 14 18 19 20 21 25 26 27 28

Q S S 1 2 3 8 9 10 15 16 17 22 23 24 29 30 31

Feriados Nacionais e Dias Santificados JANEIRO

1 6 FEVEREIRO 8 9 ABRIL 21 24 MAIO 1

sábado quinta terça quarta quinta domingo domingo

Confrat. Universal Santos Reis Carnaval Cinzas Tiradentes Páscoa Festa do Trabalho

JUNHO

quinta quinta quarta

Ascensão Corpus Christi São Pedro

2 23 29

AGOSTO 15 SETEMBRO 7

segunda quarta

Assunc.N.Sra. Independência do Brasil

OUTUBRO 12 NOVEMBRO 1 2 15

quarta terça quarta terça

N.Sra. Aparecida Todos os Santos Finados Procl. República

DEZEMBRO

quinta domingo

Imac. Conceição Natal

8 25


2012 JANEIRO

MARÇO

FEVEREIRO

D S T Q Q S S D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 8 9 10 11 12 13 14 5 6 7 8 9 10 11 15 16 17 18 19 20 21 12 13 14 15 16 17 18 22 23 24 25 26 27 28 19 20 21 22 23 24 25 29 30 31 26 27 28 29

4 5 6 7 11 12 13 14 18 19 20 21 25 26 27 28

ABRIL

JUNHO

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Q S S 1 2 3 8 9 10 15 16 17 22 23 24 29 30 31

D S T Q Q S S D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 8 9 10 11 12 13 14 6 7 8 9 10 11 12 15 16 17 18 19 20 21 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 25 26 27 28 20 21 22 23 24 25 26 29 30 27 28 29 30 31

3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 17 18 19 20 21 24 25 26 27 28

JULHO

SETEMBRO

AGOSTO

D S T Q Q S S D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 8 9 10 11 12 13 14 5 6 7 8 9 10 11 15 16 17 18 19 20 21 12 13 14 15 16 17 18 22 23 24 25 26 27 28 19 20 21 22 23 24 25 29 30 31 26 27 28 29 30 31

OUTUBRO D 7 14 21 28

NOVEMBRO

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DEZEMBRO

S T Q Q S S D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 1 2 3 8 9 10 11 12 13 4 5 6 7 8 9 10 15 16 17 18 19 20 11 12 13 14 15 16 17 22 23 24 25 26 27 18 19 20 21 22 23 24 29 30 31 25 26 27 28 29 30

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Feriados Nacionais e Dias Santificados 1 6 FEVEREIRO 21 22 ABRIL 8 21 MAIO 1 17

domingo sexta terça quarta domingo sábado terça quinta

Confrat. Universal Santos Reis Carnaval Cinzas Páscoa Tiradentes Festa do Trabalho Ascensão

AGOSTO 15 SETEMBRO 7

quarta sexta

Assunc.N.Sra. Independência do Brasil

OUTUBRO 12 NOVEMBRO 1 2 15

sexta quinta sexta quinta

N.Sra. Aparecida Todos os Santos Finados Procl. República

JUNHO

quinta sexta

Corpus Christi São Pedro

DEZEMBRO

sábado terça

Imac. Conceição Natal

JANEIRO

07 29

8 25


O QUE TEMOS NO GUIA DO CATEQUISTA 2011 Queridos catequistas, Paz e bem! Eis a sua agenda, “Guia do Catequista”. Conforme o dicionário, Guia é: 1. Documento que acompanha mercadorias, para poderem transitar livremente; 2. Meio-fio; 3. Pessoa que guia, orienta; 4. Cicerone (o que guia os turistas nas visitas aos locais e monumentos importantes de uma cidade); 5. Livro para orientar visitantes numa região ou cidade... O nosso GUIA pretende ser de tudo isso um pouco. O meio-fio lhe dá o limite de segurança com relação à rua, para que você permaneça na calçada; documento para que você possa transitar livremente pelos caminhos catequéticos; nele você encontra também, ainda que ocultamente, pessoas que acompanham você tentando ajudar na tarefa educativa da catequese; e, finalmente, este guia vai orientar você nesse mundo que se chama catequese. De que jeito? Propondo reflexões pedagógicas, teológicas e pastorais, jogos e atividades recreativas para serem utilizados nos encontros e reuniões, receitas relacionadas com nossas festas e costumes populares (você pode fazer algumas delas com os seus catequizandos, inclusive como parte integrante do conteúdo catequético. Ou usá-las nas festas do padroeiro e barraquinhas da sua comunidade); histórias ou causos que podem servir para reuniões com catequistas, pais e catequizandos. Você pode, ainda, acompanhar os textos litúrgicos diários, a palavra de Deus no seu dia a dia. E, finalmente, você tem também a sua AGENDA DE COMPROMISSOS. Para anotar os seus compromissos com Deus e com a sua comunidade. Estamos disponíveis para ir até à sua paróquia, para Cursos de formação para catequistas, palestras, animação catequética. Escrever ou ligar para: Pe. William Alves Brini Avenida Olegário Maciel, 274/901 - Centro 30180-110 - Belo Horizonte MG Telefones: (31) 3077-1819 (31) 9232-3694 e-mail: william.brini@hotmail.com Capa: Lembrando-nos o Espírito Santo, que acompanha e guia a Igreja desde o Cenáculo. Imagem na parte frontal da Basílica de São Pedro - Roma


Reflexão de JANEIRO PAPO SÉRIO

LEITURA LIBERTADORA DA BÍBLIA “A Boa Nova do Reino de Deus, que anuncia a Salvação, inclui uma mensagem de libertação. Ao anunciar esse Reino, Jesus se dirigia de maneira particularíssima aos pobres” (DGC 103). “Deus está presente na história de seu povo para salvá-lo. Ele é o Deus dos pobres que não pode tolerar a opressão e a injustiça” (Interpretação da Bíblia na Igreja, cap.I,E.,1). Em coerência com esse princípio evangélico (cf Lc 4,14-21; Mt 25,31-46), desenvolveu-se também no Brasil a LEITURA LIBERTADORA da Bíblia, valorizada por diversos documentos pontifícios como a EN (30-39) e Interpretação da Bíblia na Igreja (Cap.I,E.,1). Esse método contribui para ler o texto no seu contexto e no cotidiano da vida. Os autores sagrados eram humanos e, como tais, sujeitos a condicionamentos históricos, políticos, culturais, e a defeitos coletivos e pessoais (cf DV 12). A Bíblia é Palavra de Deus em linguagem humana, pois Deus se revelou bem por dentro de nossas lutas e sofrimentos, alegrias e conquistas, virtudes e pecado (cf DV 2). Tal libertação, situada no eixo religioso, visa à conversão e à construção do Reino de Deus (cf EM 36 e 32). Entretanto, escolher somente textos libertadores leva facilmente a uma leitura redutiva da Bíblia (cf EN 32), como pode acontecer também em outras leituras. (DNC 113). Documento 84 da CNBB

PARA REFLETIR: 1-

O que é a LEITURA LIBERTADORA DA BÍBLIA? Em que se baseia?

2-

Você conhece algum caso de leitura redutiva da Bíblia?


Nm 6, 22-27; Sl 66; Gl 4, 4-7; Lc 2,16-21

A liturgia apresenta-nos uma síntese da maternidade de Maria e da circuncisão do Senhor. Esta solenidade é a mais antiga celebração em honra da Virgem Maria dentro da liturgia romana. “O título de Mãe de Deus inclui e, portanto, preserva a fé na divindade de Cristo Jesus. (...) O terceiro Concílio Ecumênico de Éfeso, em 431, (...) definiu a maternidade divina de Maria. O Concílio define que a natureza divina e a natureza humana estão unidas, em Cristo, na unidade da pessoa. Por isso, trata-se de união hipostática, isto é, as duas naturezas (a humana e a divina) subsistem na mesma pessoa divina. (...) Maria é mãe de Deus, pois pela encarnação a pessoa divina nela assumiu a natureza humana. Ela deu à luz um filho que é Deus. Ela lhe deu a natureza humana como instrumento da encarnação”.

1

Confraternização Universal Maria Santíssima Mãe de Deus

JANEIRO

sábado

SOLENIDADE DA SANTA MÃE DE DEUS

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domingo Is 60,1-6; Sl 71; Ef 3,2-3a.5-6; Mt 2,1-12

2

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Epifania do Senhor S. Basílio Magno e S. Gregório de Nissa

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segunda 1Jo 3, 22-4,6; Sl 2; Mt 4, 12-17.23-25 SS.mo nome de Jesus S. Antero - Sta. Genoveva

3

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JANEIRO

terça 4

1Jo 4,7-10; Sl 71; Mc 6, 34-44 L. N.

Sta. Ângela de Foligno Santa. Fausta

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quarta 5

1Jo 4, 11-18; Sl 71; Mc 6, 45-52 S. Rogério - Sta. Emiliana

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quinta 6

1Jo 4, 19-5,4; Sl 71; Lc 4, 14-22a Dia de Reis

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EPIFANIA DO SENHOR A palavra “epifania” significa “revelação”. Esta solenidade nasceu no ambiente oriental, segundo o mesmo nome conservado em grego, como manifestação da divindade de Jesus. Neste mistério podemos também incluir o nascimento, a visita dos Magos, o Batismo e o milagre de Caná. Já a celebração do Natal nasceu em ambiente ocidental. Bem cedo, ambas as festas se compenetraram. A escolha do dia 6 de Janeiro, de modo semelhante ao que aconteceu com a data romana do Natal, talvez tenha sido influenciada por alguma festa pagã em honra de um deus relacionado à água. Assim, a Epifania torna-se uma cristianização de festas pagãs em direção às águas do Jordão e de Caná e para a pessoa de Cristo Salvador. No ocidente, sem excluir o Batismo, que é celebrado mais adiante, a (continua)


(continua)

1Jo 5, 5-13; Sl 147; Lc 5, 12-16

7

S. Raimundo de Peñafort

JANEIRO

sexta Epifania celebra a manifestação do menino-Deus aos Magos que vêm de terras distantes. Os reis trazem ouro, incenso e mirra para o menino-Deus. O ouro é sinal de sua realeza; o incenso, de sua divindade; e a mirra aponta para a sua Paixão, visto que era a mistura aromática usada para preparar o corpo para a sepultura. Com o nascimento de Cristo já começa a cumprir-se a profecia de Isaías (60,1-6) anunciada na primeira leitura: “De pé! Deixa-te iluminar! Chegou a tua luz!A glória do Senhor te ilumina (...) As nações caminharão à tua luz, os reis, ao brilho do teu esplendor”. O Evangelho (Mt 2,1-12) apresenta Jesus como o Rei-Messias do mundo inteiro, que leva a salvação aos pagãos: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”. A segunda leitura (Ef 3,23.5-6) anuncia que “os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros

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sábado 1Jo 5, 14-21; Sl 149; Jo 3, 22-30

8

S. Severino

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domingo - Batismo do Senhor Is 42,1-4.6-7; Sl 28; At 10,34-38; Mt 3, 13-17

9

(Início do Tempo Comum) S. Adriano - S. Julião

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JANEIRO

segunda 10

Hb 1,1-6; Sl 96; Mc 1,14-20 (Em 1911 os sapateiros de S. Paulo ficaram em greve durante cinco meses. Em 1920 é criada a Liga das Nações, logo após a 1ª Guerra Mundial)

S. Aldo - S. Gonçalo - S. Gregório

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terça 11

Hb 2, 5-12; Sl 8; Mc 1, 21b-28 Sta. Hortênsia - S. Igino

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quarta 12 Q. C.

Hb 2, 14-18; Sl 104; Mc 1, 29-39 Sta. Tatiana - Sta. Vitória

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do mesmo corpo e beneficiários da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho”. O prefácio da Epifania sintetiza o significado da festa, evidenciando que Deus revela a salvação em Cristo e, assim, ilumina a humanidade: “Revelastes, hoje, o mistério de vosso Filho como luz para iluminar todos os povos no caminho da salvação”. No Brasil, a Festa da Epifania é transferida para o domingo entre os dias 2 e 8 de Janeiro, sendo mais conhecida como Festa de Reis. Nesta celebração é anunciado o dia da Páscoa.

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quinta Hb 3, 7-14; Sl 94; Mc 1, 40-45

13

S. Leôncio - Sto. Hilário

Esta solenidade, narrada pelos quatro evangelistas, encerra o ciclo natalino. Após ser batizado por João, o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma de pomba (Lc 3,22). E ouviu-se a voz vinda de uma nuvem: “Tu és o meu Filho amado, em ti está o meu agrado” (Mc 1,11). A tradição vê na descida do Espírito Santo sobre Jesus a verdadeira unção e investidura de Jesus como Messias. É a plena manifestação do Pai, pelo Espírito, consagrando o Filho à sua missão de colocar-se a serviço do Reino de Deus, dando preferência aos pobres e oprimidos, no cumprimento da vontade do Pai. “Hoje, nas águas do Jordão, revelais o novo Batismo, com sinais admiráveis. Pela voz descida do céu, ensinais que o vosso verbo habita entre os seres humanos. E pelo Espírito Santo, aparecendo em forma de pomba, fazeis saber que (continua)

JANEIRO

BATISMO DO SENHOR

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sexta Hb 4, 1-5.11; Sl 77; Mc 2, 1-12

14

S. Félix - Sta. Ida

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sábado Hb 4, 12-16; Sl 18; Mc 2, 13-17

15

(Em 1929 nasce em Atlanta, na Geórgia, Martin Luther King)

Sto. Isidoro - Sto. Amaro (S. Mauro)

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JANEIRO

domingo - 2º T. Comum 16

Is 49, 3.5-6; Sl 39; 1Cor 1,1-3; Jo 1, 29-34 S. Onésimo - S. Marcelo

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segunda 17

Hb 5, 1-10; Sl 109; Mc 2, 18-22 S. Antão, abade - S. Sulpício

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terça 18

Hb 6, 10-20; Sl 110; Mc 2, 23-28 S. Jairo - Sta. Beatriz - Sta. Faustina

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o vosso Servo, Jesus Cristo, foi ungido com o óleo da alegria enviado para evangelizar os pobres” (Prefácio O Batismo do Cristo no Jordão). No Batismo no Jordão já existe o sinal precursor do Mistério Pascal de Cristo. Jesus se coloca junto aos pecadores, descendo para ser purificado. É a realidade do Servo de Javé que assume o pecado do povo. Por isso João diz que Jesus é “o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29). Não há humilhação como esta em toda a vida de Jesus: mostrarse como pecador. Por este rebaixamento total de Jesus, provoca uma maravilhosa manifestação do Pai, que, por sua vez, é sinal precursor da glória da ressurreição. O Batismo de Jesus é diferente do de João, porque concede seu Espírito para a remissão dos pecados e para o nascimento de uma vida nova. Assim, como Jesus, recebemos uma missão em nosso Batismo.

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quarta Hb 7, 1-3.15-17; Sl 109; Mc 3, 1-6

19

S. Mário - S. Canuto - S. Gumercindo L. C.

Madre Teresa de Calcutá Nasceu na Albânia (19-101997).Foi missionária na Índia: revelou sua paixão pelos pobres e abandonados. Para socorrê-los, fundou uma Congregação Religiosa dedicada inteiramente aos pobres e desprotegidos em qualquer país, as Missionárias da Caridade. Sua influência e caridade eram tão palpáveis na Igreja que o Papa João Paulo II decidiu apressar o processo da sua beatificação. Chiara Lubich Uma leiga italiana. Nasceu em 1920 e veio a falecer em 2008. Com seus 20 anos de idade experimentou o pavoroso ambiente da segunda grande guerra. Foi nesse contexto de guerra que idealizou e organizou um movimento chamado de “Focolarinos”. É um movimento internacional do laicato (continua)

JANEIRO

Três grandes mulheres de nossos dias

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quinta Hb 7, 25. 8-6; Sl 39; Mc 3, 7-12

20

S. Sebastião e S. Fabiano

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sexta Hb 8, 6-13; Sl 84; Mc 3, 13-19

21

Sta. Inês - S. Frutuoso Dia Mundial da Religião

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JANEIRO

sábado 22

Hb 9, 2-3.11-14; Sl 46; Mc 3, 20-21 São Vicente

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domingo - 3º T. Comum 23

Is 8, 23-9,3; Sl 26; 1Cor 1,10-13.17; Mt 4, 12-23 Sto. Ildefonso - São João Esmoler

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segunda 24

Hb 9, 15.24-28; Sl 97; Mc 3, 22-30 S. Francisco de Sales

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católico que perdura até os dias atuais. Zilda Arns Brasileira, nascida em Santa Catarina. Vítima do terremoto de Haiti. Médica pediatra, de família exemplar, iniciou, e organizou a “Pastoral Infantil”. A organização revelou-se tão dinâmica e eficiente que, a bem dizer, alastrou-se pelo Brasil afora e avançou para vários países. Foi quando, passando uma fronteira das mais necessitadas, o Haiti, implantou a pastoral e caiu vítima do terremoto.

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terça At 22, 3-16; Sl 116; Mc 16, 15-18

25

JANEIRO

ORAÇÃO A SÃO PAULO (Pe. Tiago Alberione)

Vós, ó São Paulo, sois Conversão de São Paulo chamado “o Apóstolo” por .......................................................................... ter sido pregador incan- .......................................................................... sável do Evangelho. .......................................................................... Reconhecemos em vós o .......................................................................... evangelizador de todos os tempos. Falastes de .......................................................................... Jesus Cristo aos povos com tanto entusiasmo, 2Tm1,1-8; Sl 95; Lc 10, 1-9 que nos contagiastes e nos impulsionastes a S. Timóteo e S. Tito Q. M. seguir vossos passos, sendo vossos imitadores .......................................................................... no amor a Cristo e no .......................................................................... desejo de torná-lo conhe- .......................................................................... cido e amado por toda a .......................................................................... humanidade. Vós nos conquistastes como fostes conquistado por Cristo. Desde então Hb 10, 19-25; Sl 23; Mc 4, 21-25 jamais vos separastes Sta. Ângela de Mérici dele e tudo fizestes para que a Palavra de Deus .......................................................................... chegasse a todas as .......................................................................... pessoas. .......................................................................... Enfrentastes dificuldades .......................................................................... com valentia, e pudestes dizer: “meu viver é Cristo”. Que a vosso exemplo sigamos a Jesus Cristo, Hb 10, 32-39; Sl 36; Mc 4, 26-34 o anunciemos com fé e coragem, e possamos S. Tomás de Aquino - S. Pedro Nolasco também dizer: “Faço tudo .......................................................................... pelo Evangelho”. São .......................................................................... Paulo apóstolo, interce.......................................................................... dei por nós e pela nossa .......................................................................... comunidade. Amém.

quarta

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quinta

27

sexta

28

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JANEIRO

sábado 29

Hb 11, 1-2.8-19; Lc 1, 69-75; Mc 4, 35-41 s. Constantino - S. Suplício

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domingo - 4º T. Comum 30

Sf 2,3; 3,12-13; Sl 145; 1Cor 1, 26-31; Mt 5, 1-12 Sta. Bertila - Sta. Martinha (Em 1948 morre Mahatma Gandhi)

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segunda 31

Hb 11, 32-40; Sl 30; Mc 5, 1-20 São João Bosco

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As mulheres africanas produzem 80% dos bens de consumo, especialmente dos produtos agrícolas, e garantem 90% da comercialização. São milhares e milhares de pequenas produções de comércio e pequena indústria geridas por elas. São as mulheres que garantem a vida, e sua sobrevivência, em África. São as colunas da África. A elas o prêmio Nobel da Paz!


VAMOS JOGAR? BOLA EM POSIÇÃO

Preparação: Participantes em círculo; cada um recebe um número do catequista. Desenvolvimento: Dado o início do jogo, o catequista, no centro do círculo, atira a bola ao alto e grita um número. Quem possuir o número deverá agarrar a bola antes de ela cair no chão. Se não conseguir, deverá ficar na posição executada para apanhá-la, conservando a posição até que um companheiro, deixando cair a bola, o substitua. Final: O jogo termina quando todos tiverem sido chamados. Ou quando declinar o interesse.

SANTAS RECEITAS

DOCE DE ABÓBORA DE SÃO MIGUEL Ingredientes: -

2 pratos fundos de abóbora (descascada e sem sementes); 2 pratos fundos de açúcar; 3 cravos da índia; 1 pau de canela.

Modo de fazer: Faça uma calda rala com a água e o açúcar. Despeje a polpa da abóbora, o cravo e a canela e mexa com uma colher de pau, até aparecer o fundo da panela. Guarde em uma compoteira e use como recheio em bolos, pães ou como doce, acompanhado de queijo branco.


Reflexão de DEZEMBRO PAPO SÉRIO

CATEQUESE LITÚRGICA

A catequese como educação da fé e a liturgia como celebração da fé são duas funções da única missão evangelizadora e pastoral da Igreja. A liturgia, com seu conjunto de sinais, palavras, ritos, em seus diversos significados, requer da catequese uma iniciação gradativa e perseverante para ser compreendida e vivenciada (cf AS 127b, 129,151, 153). Ambas fazem parte da natureza e da razão de ser da Igreja. Os sinais litúrgicos são ao mesmo tempo anúncio, lembrança, promessa, pedido e realização, mas só por meio da palavra evangelizadora e catequética esses seus significados tornam-se claros. É tarefa fundamental da catequese iniciar eficazmente os catecúmenos e catequizandos nos sinais litúrgicos e através deles introduzi-los no mistério pascal. Catequese mistagógica; AS 129 a - DNC 120

PARA REFLETIR 1 - Comente o que chama a sua atenção no texto. 2 - Caracterize catequese e liturgia e estabeleça conexões entre as duas. 3 - A sua catequese explica os sinais litúrgicos? Ajuda a vivenciar a liturgia? Os seus catequizandos participam da liturgia, principalmente da Eucaristia dominical?


quinta

DEUS Não me criou... está me criando, Não me formou... está me formando, Não me amou... está me amando, Não disse... está dizendo, Não me salvou... está me salvando.

Is 26, 1-6; Sl 117; Mt 7, 21.24-27

1

S. Eloi - Sta. Natália Dia do Imigrante

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sexta

EU Não cheguei lá... estou indo. Não sou santo... estou me santificando. Não me converti... estou me convertendo. Não me encontrei... estou me encontrado Não sei o suficiente... estou aprendendo.

Is 29, 17-24; Sl 26; Mt 9, 27-31

2

Sta. Bibiana - Sta. Elisa

Q. C.

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DEUS

(continua)

sábado Is 30, 19-21.23-26; Sl 146; Mt 9, 35-10, 1.6-8

3

S. Francisco Xavier

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DEZEMBRO

Não me responde tudo... me ensina a pensar. Não me dá sempre a mão... quer que eu caminhe. Não me empurra... me convida a ir. Não me fala aos ouvidos... dá sinais. Não pára o rio... ensina a atravessá-lo. Não tira os obstáculos... ensina a superá-los.


domingo- 2º Advento 4

Is 40, 1-5.9-11; Sl 84; 2Pd 3, 8-14; Mc 1, 1-8 S. João Damasceno Sta. Bárbara

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segunda 5

Is 35, 1-10; Sl 84; Lc 5, 17-26 S. Geraldo - Sta. Cipriana

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terça 6

Is 40, 1-11; Sl 95; Mt 18, 12-14 S. Nicolau

DEZEMBRO

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EU Não sou um zero à esquerda... sou pessoa. Não sou um lixo... Deus não fabrica lixo. Não digo que não sou nada... Eu sou alguém. Não me sobreponho... ponho-me no meu lugar. Não me deixo pisar... mas também não piso. É Deus primeiro e depois eu e os outros, lado a lado. Se tiver que perder de vez em quando, entenderei. Do meu ângulo o mundo tem 6,5 bilhões de “outros” e só um “eu”. Não posso querer que tudo passe pelo meu pequeno e inacabado “eu”. Por isso, tomarei cuidado para não fazer marketing de meu “eu”. Certamente não sou e não serei pessoa nota dez. Além disso, o PROCON do céu não costuma carimbar produtos falsos. Sou uma obra inacabada. O jeito é deixar que Deus termine o que começou em mim. Pe. Zezinho


DEIXE SECAR PRIMEIRO

(continua)

Is 40, 25-31; Sl 102; Mc 11, 28-30

7

S. Ambrósio

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quinta Gn 3,9-15.20; Sl 97; Ef 1,3-6.11-12; Lc 1,26-38

8

Imaculada Conceição

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sexta Is 48, 17-19; Sl 1; Mt 11,16-19

9

S. Siro - Sta. Leocádia - Sta. Valéria

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DEZEMBRO

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. Júlia então pediu à sua coleguinha que emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial. Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: – “Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?

quarta


sábado 10 L. C.

Eclo 48, 1-4.9-11; Sl 79; Mt 17, 10-13 Sta. Eulália - S. Melquíades - Sta. Joana Dia Int. dos Povos Indígenas

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domingo - 3º Advento 11

Is 61, 1-2a.10-11; Lc 1, 46-54; 1Ts 5, 16-24; Jo 1, 6-8.19-28 S. Dâmaso - S. Juan Diego

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segunda 12

Gl 4, 4-7; Sl 95, 1-2-3-10; Lc 1, 39-47 N.Sra. Guadalupe (Aparição de N. Sra. ao índio S. Juan Diego, no monte Tepeyac, em 1531)

DEZEMBRO

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Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.” Totalmente descontrolada, Mariana queria porque queria ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho, ponderou: – “Filhinha, lembra aquele dia que você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar a casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.” Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça com um embrulho (continua)


na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando: – “Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim, não foi minha culpa.” “– Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.” E dando um forte abraço na amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.

(continua)

Sf 3, 1-2.9-13; Sl 33; Mt 21, 28-32

13

Sta. Luzia

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quarta Is 45-6-8.18-25; Sl 85; Lc 7, 19-23

14

S. João da Cruz

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quinta Is 54, 1-10; Sl 29; Lc 7, 24-30

15

S. Valeriano - Sta. Cristiana

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DEZEMBRO

Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas são. Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito

terça


sexta

dos demais pela sua posição ponderada e Is 56, 1-3a.6-8; Sl 66; Jo 5, 33-36 correta diante de uma situação difícil. LembreSta. Adelaide - S. Ananias, Azarias, se sempre: Deixe a raiva Misael .......................................................................... secar sempre!

16

.......................................................................... .......................................................................... 1 - Qual a mensagem da história? .......................................................................... .......................................................................... 2 - Você já tomou deci.......................................................................... sões, movido pela rai.......................................................................... va? O que aconteceu?

sábado 17

Gn 49, 2.8-10; Sl 71; Mt 1, 1-17 S. Lázaro

3 - Comente: Deixe a raiva secar sempre!

4 - Já teve problemas na catequese com crian.......................................................................... ças irascíveis? Como .......................................................................... você conduziu a ques.......................................................................... tão?

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domingo - 4º Advento 18 Q. M.

2Sm 7, 1-5.8-12.14.16; Sl 88; Rm 16, 25-27; Lc 1, 26-38 S. Rufo - S. Zózimo - S. Giácomo

DEZEMBRO

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segunda

Deus é alegre (uma oração de Thomás More)

Jz 13, 2-7.24-25; Sl 70; Lc 1, 5-25

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Sta. Teia - S. Nemésio - S. Paulino S. Dário

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terça Is 7, 10-14; Sl 23; Lc 1, 26-38

20

S. Domingos de Silos

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quarta Ct 2, 8-14; Sl 32; Lc 1, 39-45

21

S. Pedro Canísio

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DEZEMBRO

Senhor, dá-me uma boa digestão, e, naturalmente, algo para digerir; dá-me saúde do corpo, e o bom humor necessário para a manter. Senhor, dá-me uma alma sã, e que eu tenha sempre diante dos olhos o que é bom e puro, para que, diante do pecado, não me escandalize, mas saiba encontrar a maneira de o corrigir; dá-me uma alma que não conheça descontentamento, rabugice, suspiros nem lamentos; não permitas que eu leve a sério demais essa coisa metidiça que se chama “Eu”. Senhor, dá-me o sentido de humor; dá-me a capacidade de saber rir de uma anedota, para viver um pouco a alegria da vida, e para partilhá-la com os demais.

19


quinta 22

1Sm 1, 24-28; Sl (1Sm 2, 1.4-8); Lc 1, 46-56 S. Floro - Sta. Francisca Cabrini

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sexta 23

Ml 3,1-4.23-24; Sl 24; Lc 1,57-66 S. João Câncio

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sábado 24 L. N.

Is 9,1-6; Sl 95; Tt 2,11-14; Lc 2,1-14; 2Sm 7, 1-16; Sl 88; Lc 1, 67-79 Vigília de Natal

DEZEMBRO

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SOLENIDADE DO NATAL DO SENHOR Natal é a celebração de um acontecimento salvador, que a Igreja proclama todos os anos em meio a uma alegria tão doce e íntima como a da Virgem na gruta de Belém, tão festiva e orante como a dos anjos no céu da noite santa. A grande mensagem do Natal são as palavras do início do Evangelho de São João: “E a Palavra se fez carne e veio morar entre nós (... Jo 1,14). O Filho único de Deus assume a nossa natureza humana, sendo igual a nós em tudo, menos no pecado. Quando esse mistério é rezado no Creio da missa do dia de Natal, toda a assembleia se prostra em adoração: “Hoje, amados filhos, nasceu o nosso Salvador. Alegremo-nos! Não pode haver tristeza no dia em que nasce a vida; uma vida que, dissipando o temor da morte, enchenos de alegria com a promessa da eternidade. Ninguém está excluído da (continua)


participação nesta felicidade. A causa da alegria é comum a todos, porque nosso Senhor, vencedor do pecado e da morte, não tendo encontrado ninguém isento de culpa, veio libertar a todos. Exulte o justo, porque se aproxima da vitória; rejubile o pecador, porque lhe é oferecido o perdão; reanime-se o pagão, porque é chamado à vida”. (São Leão Magno)

domingo - Natal Is 52, 7-10; Sl 97; Hb 1,1-6; Jo 1, 1-18

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segunda Eclo 3, 2-6.12-14; Sl 127; Cl 3,12-21; Lc 2, 32-40

26

S. Estêvão Sagrada Família

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terça 1Jo 1 ,1-4; Sl 96; Jo 20, 2-8

27

S. João, Apóstolo

DEZEMBRO

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quarta 28

1Jo 1, 5-2,2; Sl 123; Mt 2, 13-18 Santos Inocentes

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quinta 29

1Jo 2, 3-11; Sl 95; Lc 2, 22-35 Sta. Teodora - S. Tomás Becket

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sexta 30

1Jo 2, 12-17; Sl 95; Lc 2, 36-40 S. Sabino - S. Fulgêncio

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DEZEMBRO

sábado 31

1Jo 2,18-21; Sl 95; Jo 1, 1-18

FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA Harmoniza-se com o ciclo do Natal, constitui uma festa da manifestação do Senhor. Celebra-se dentro do domingo da oitava de natal ou, se não houver nenhum domingo dentro da oitava, celebra-se no dia 30 de dezembro. A liturgia desta festa descreve o equilíbrio familiar como fruto do mútuo respeito entre pais e filhos. “A vida de Jesus em Nazaré esconde um grande mistério. Ele escolheu o realismo da situação humana, marcada pela simplicidade, pelo anonimato, pelo trabalho (...) A caridade vivida no dia a dia, a proximidade das pessoas, os problemas da vida em comum, superados pelo amor de oblação, fazem da Família de Nazaré o mais encantador modelo de convivência familiar”.

S. Silvestre

.......................................................................... (Valter Maurício Goedert, .......................................................................... Nasceu o Salvador .......................................................................... Paulinas) ..........................................................................


VAMOS JOGAR ESQUIVAR DA BOLA Preparação: As crianças, de pé, formam um círculo. Para o centro destaca-se um jogador ou dois. A uma das crianças do círculo entregase uma bola. Desenvolvimento: Dado o sinal de início, os jogadores do círculo atirarão a bola procurando atingir o que ocupar o centro, o qual empregará todos os recursos a fim de evitá-la. Aquele que acertar trocará de lugar com o jogador central. Se os jogadores forem de muita habilidade, podem ser utilizadas duas bolas, destacando-se para o centro várias crianças. Final: Terminar o jogo quando declinar o interesse.

SANTAS RECEITAS BELISCÃO DE GOIABADA Ingredientes - 500 g de goiabada em pedacinhos - 1 kg de farinha de trigo - 50 g de fermento para pão - 500 g de gordura vegetal - 250 ml de leite morno - 4 colheres (sopa) de açúcar - 1 pitada de sal - 1 clara batida a mão Modo de fazer Misturar a farinha, a gordura vegetal e o açúcar. Dissolver o fermento com o leite morno e o sal. Misturar tudo. Esticar a massa e cortar com forminhas quadradas ou redondas. Enrolar os pedacinhos de goiabada e fechar a massa com um pouco de clara. Assar em forma untada e polvilhada.


Conselhos Saudáveis As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com conselhos saudáveis. Veja: 1. Um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C e reduzir em 30% o risco de câncer de pulmão 2. Salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). 3. Trocar o paozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que o pão branco. 4. Mastigar os vegetais por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. 5. Adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6. O futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7. Fazer refeições coloridas como o arco-íris.Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8. Colocar tomate ou verduras frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 9. Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente.As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes.Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10.Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória.Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova.Leia um livro e memorize parágrafos. 11.Ter um animal de estimação.As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir-se otimista, relaxado, e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado. 12.Rir.Uma boa gargalhada é um ‘mini-workout’, um pequeno exercício físico:100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida.Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13.Comer como um passarinho.A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 14.Ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantêm um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15.Desfrutar de uma xícara de chá verde. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias.Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.

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Conta uma missionária americana em África Certa noite, eu estava fazendo de tudo para ajudar uma mãe em trabalho de parto. Apesar do esforço, ela não resistiu e nos deixou com um bebê prematuro e uma filha de dois anos, em prantos. Era muito complicado manter o bebê vivo, sem uma incubadora (não tínhamos eletricidade). Uma das aprendizes de parteira foi buscar a caixa que reservávamos para bebês prematuros e os panos de algodão para envolvê-lo. Outra foi acender o fogo para aquecer a água para a bolsa de água quente. Retornou desconsolada: a bolsa havia rasgado. Borracha estraga muito em clima tropical. Era nossa última bolsa. Muito bem; coloquem o bebê em segurança o mais perto possível do fogo. Precisamos de manter o bebê aquecido. Na manhã seguinte fui orar com os órfãos. Contei-lhes sobre o bebê. Expliquei como era difícil mantê-lo quentinho, pois a última bolsa havia estourado. Falei da irmãzinha de 2 anos, que não parava de chorar pela perda da mãe. Uma menina de 10 anos orou assim: “Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente. Amanhã pode ser tarde; o bebê pode não aguentar, por isso manda ainda hoje, meu Pai”. Enquanto eu recuperava o fôlego perante tanta fé, a menina acrescentou: “E já que estás cuidando disso, ó Deus, por favor, manda junto uma boneca para a irmãzinha do bebê, pra que ela saiba que o Senhor a ama de verdade”. Fiquei sem saber o qeu dizer. Vou dizer “amém”. Honestamente não acreditei que fosse possível Deus atender aquele pedido. Mas a fé não tem limites. O único jeito de realizar o milagre, seria encomendar na minha terra natal, via correio. Estou na África há quatro anos e jamais recebi encomenda alguma via postal. E porque alguém mandaria uma bolsa de água quente? Eu morava na linha do Equador, onde só as noites são frias. À tarde, quando dava uma aula na Escola de Enfermagem, recebo um recado dizendo que um carro estacionara na frente do portão. Corri, mas o carro deixara um pacote e partira. Na varanda, um pacote de 11 quilos. Algumas crianças me ajudaram a abrir o pacote. Os corações batiam forte. Os olhos arregalados acompanhavam cada passo: roupas coloridas, ataduras para os leprosos, uma caixinha de uva passa, farinha. Quando pus as mãos de novo... uma bolsa de água quente, novinha. Gritei! Eu não havia encomendado nenhuma bolsa. Ruth, que estava por perto, comentou: “Se Deus mandou a bolsa, também mandou a boneca”. Procurei... e lá estava a boneca, maravilhosamente vestida. Ruth só perguntou: “Posso ir junto levar a boneca para aquela menina, para que ela saiba que Jesus também a ama muito?”. Este pacote havia viajado por cinco meses. Foi iniciativa de minha professora de escola bíblica, que dediciu enviar a bolsa de água quente, e uma menina da turma quis mandar a boneca. Cinco meses antes!

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ÚLTIMO FOLHETO!!! Todos os domingos de manhã, depois do Grupo de Oração na Igreja,o coordenador do grupo e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos falando do Amor de Deus por nós. Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pai e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse: – ‘Ok, papai, estou pronto’. E seu pai perguntou: – Ó, pronto para quê?’ – ‘Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. Seu pai respondeu: – ‘Filho, está muito frio lá fora, e também está chovendo muito. O menino olhou para o pai, surpreso, e perguntou: – ‘Mas, pai, as pessoas não vão para o trabalho até mesmo em dias de chuva?’ Seu pai respondeu: – ‘Filho, eu não vou sair com este frio.’ O menino perguntou: – ‘Pai, eu posso ir?!’ O pai hesitou por um momento, mas disse: – ‘Pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado.’ Então o menino saiu no meio daquela chuva, caminhou pelas ruas da cidade, de porta em porta, entregando folhetos a todos os que via. Depois de horas na chuva, todo molhado, faltava entregar um último folheto. Parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam desertas. Virou-se em direção à primeira casa e caminhou até à porta, tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. O menino pensou em ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez ele tocou a campainha e bateu na porta, bem forte. Esperou. Alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Finalmente a porta se abriu bem devagar. Uma senhora idosa, com um olhar triste. Ela perguntou: – ‘O que você deseja, meu filho?’ Com um sorriso que iluminou o mundo dela, o menino disse: – ‘Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO, e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.’ Entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse: – ‘Obrigada, meu filho! E que Deus te abençoe!’

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Bem, no domingo seguinte, na Igreja, o Coordenador do Grupo de Oração, após a sua pregação, perguntou:


– ‘Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?’ Lentamente, na última fila da Igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. E começou a falar. – ‘Ninguém me conhece neste Grupo, eu nunca estive aqui. Até o domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu há algum tempo e eu fiquei sozinha neste mundo. No domingo passado, um dia frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver. Então peguei uma corda e uma cadeira e subi para o sótão da minha casa, amarrei a corda numa madeira do telhado, subi na cadeira e coloquei a corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, só e de coração estava pronta pra saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei: – Quem será? – ‘Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.’ Mas a campainha era insistente. A pessoa batera forte na porta. E pensei: – ‘Quem pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa há tempos, ainda mais num dia destes.’ Afrouxei a corda do meu pescoço e fui à porta ver quem era, enquanto a campainha soava cada vez mais alta. Quando abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo para vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração, que estava morto há muito, SALTASSE PARA A VIDA quando ele disse: – ‘Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO.’ Então ele me entregou este folheto que eu tenho em minhas mãos. Conforme aquele menino desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e li cada palavra deste folheto. Então eu subi ao sótão, peguei minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês veem - agora eu estou aqui! Já que o endereço do seu Grupo de Oração estava no verso deste folheto, vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO a esse menino de Deus que no momento certo livrou a minha alma.’ Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos no Grupo de Oração. O coordenador do Grupo foi em direção à primeira fila onde o ‘seu’ menino estava sentado. Tomou seu filho nos braços e chorou. Provavelmente nenhum Grupo de Oração teve um momento tão grande como este, e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho... Exceto um. Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e lhe deu um nome que é acima de todo nome.

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer, não pereça mas tenha a vida eterna”. João 3.16

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Crianรงas da Catequese Nome

Endereรงo

Aniversรกrio

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Crianรงas da Catequese Nome

Endereรงo

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Guia do Catequista 2011  

agenda para a catequista

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