Issuu on Google+

Ano 19 - Nº 3090 Ademir Herrmann

MARECHAL CÂNDIDO RONDON - PR, SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

NOVO SECRETÁRIO DE SAÚDE Foram anunciados ontem (12) os nomes dos novos secretários de Saúde e Governo da Prefeitura de Marechal Cândido Rondon. O vice-prefeito Silvestre Cottica, que desde o início da administração municipal ocupou o cargo de secretário de Saúde, assume a Secretaria Municipal de Governo. Em vista disso, o mandatário indicou para a pasta de Saúde o empresário e farmacêutico bioquímico Ademar Batscke (foto). A solenidade de posse está programada para segunda-feira (18). Cottica diz que, enquanto esteve à frente da pasta, a saúde pública de Marechal Rondon melhorou muito no atendimento, na procura de serviços e na farmácia básica. “Agradeço o apoio do prefeito e da equipe da Secretaria, que me ajudou a realizar um bom trabalho”, diz. Por sua vez, o novo secretário da pasta, Ademar Batscke, diz que, a princípio, fará um levantamento do que já foi realizado e do que falta ser feito, a fim de tentar buscar as complementações para a saúde pública. PÁGINA 07

FUTURO PROMISSOR

Senar faz diagnóstico de potenciais turísticos de Mercedes Carina Ribeiro/OP

Cachaça artesanal, aves exóticas, produtos coloniais, pesque-pague, gruta religiosa, piscina térmica com tobogã, entre outros atrativos compõem os potenciais turísticos de Mercedes. Nesta semana, integrantes do Senar estão desenvolvendo no município um curso voltado a identificar, difundir e reforçar as vocações locais visando oferecer condições aos agricultores para projetar um

roteiro turístico rural. Uma das propriedades visitadas ontem (12) (foto) foi a de Loreno e Célia Pedron, em Rio do Sul. Há quatro anos a família investe na produção de cachaça artesanal e atualmente a atividade já é a principal. Uma avaliação sobre o município e a disposição dos produtores rurais em enveredar para o ramo do turismo será realizada hoje (13). PÁGINAS 20 e 21

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO O chefe do Núcleo Regional de Educação, Léo Inácio Anschau (foto), que assumiu no início deste ano o cargo, esteve ontem (12) em Marechal Rondon para participar de uma solenidade no Colégio Estadual Eron Domingues. Ele aproveitou a oportunidade para visitar o Jornal O Presente. Em entrevista à reportagem, Anschau falou sobre os desafios que norteiam atualmente a educação paranaense, fez uma análise da quantidade e qualidade dos professores, bem como do piso nacional da categoria, e revelou que lançou o desafio de aumentar o acesso dos alunos de colégios estaduais no Ensino Superior público. Para o chefe regional, este é um objetivo que pode ser alcançado. Confira na PÁGINA 13

Maria Cristina Kunzler

R$ 2,00

Subgrupamento do Corpo de Bombeiro será implantado hoje em Rondon PÁGINA 18

GUAIRENSE É ELEITA MISS BRASIL Divulgação

Para quem se surpreendeu com a vitória da guairense Joice Andrade (foto) no concurso Miss Paraná Globo 2011, mais uma informação: Joice venceu na quarta-feira (11) o concorridíssimo concurso Miss Brasil Globo 2011, em Brasília. Provando que tem talento e beleza de sobra, a jovem superou as misses de Minas Gerais, Santa Catarina (tida como favorita) e Rio de Janeiro e recebeu a faixa de Miss Brasil. Agora, a guairense de 19 anos se prepara para participar do concurso internacional Miss Globo representando o Brasil em outubro, no Chipre. O prefeito Manoel Kuba diz que uma grande recepção será preparada para a chegada de A 09 Joice em Guaíra, hoje (13). PÁGIN PÁGINA


EDITORIAL

02 | O PRESENTE

No limite Pública, Reinaldo de Almeida César, se sensibilize com a Todo mundo sabe que a situação das cadeias públicas situação. Ele estará hoje (12) no município para prestigiar da região é deplorável. Até porque frequentemente ouvimos falar de algumas consequências disso, como das a solenidade de implantação do subgrupamento do Corpo fugas e rebeliões de presos, por exemplo. Na região, os de Bombeiros, mas vai visitar a delegacia de Polícia Civil, casos de Guaíra e Marechal Cândido Rondon apresena Companhia da Polícia Militar e o Fórum. Com o apoio do governo, seria mais fácil tirar do tam uma realidade mais crítica. Em Rondon, o novo papel o projeto de construção de um presídio, atualmente delegado, Nagib Nassif Palma, com larga experiência em cotado para Toledo ou Marechal Rondon, com mais conter esse tipo de problemática, tem sentido na prática a dureza de controlar uma superpopulação carcerária tendência a se ser implantado neste último. em uma cadeia que parece mais um “queijo suíço” do que As discussões neste sentido têm evoluído e por mais uma cadeia propriamente dita. A estrutura, que está longe que as pessoas, num primeiro momento, torçam o nariz para a ideia, na atual situação vivida, seria muito melhor da adequada, está totalmente “condenada”, depois de um presídio no município do que uma cadeia superlotada tantas escavações entre outras iniciativas para a realizano centro da cidade. Com um presídio haveria muito mais ção de fugas. Hoje, são cerca de 120 pessoas detidas, num local construído para 18. segurança, porque mais pessoas As iniciativas para se conter as seriam destinadas a trabalhar no Se toda vez que o delegado fugas e os problemas que envolvem local, não “tirando o tempo” dos precisar de um reforço para investigadores da delegacia. a cadeia já foram tantas, encabeçaAlguns acreditam que a instadas por tantos delegados. Vimos conter motins da população lação de um presídio atrairia mais desde a instalação de câmeras, concarcerária ou suas tentativas certinas até trilhos de trem, o que criminosos para a cidade, o que de fuga for preciso tirar policiais conteve por um tempo as evasões. não deixa de ser um preconceito, da rua, como ficará o Agora, estão sendo instaladas chaos quais dariam apoio aos recluatendimento à comunidade, sos. No entanto, quem lida com a pas de aço no solo, que serão cobersendo que atualmente já temos área policial sabe que a esmagatas por concreto. Os presos ainda poucos servidores à disposição? dora maioria dos presos locais é de terão que usar uniformes. A equipe do delegado Nagib Realmente. Tudo está família humilde e não tem condiPalma trabalha no limite. E, sendo ções, sequer, de pagar um advogaem seu limite assim, fica cada vez mais difícil dar do, quanto mais manter sua família do lado de fora da cadeia. Além do sequência a um trabalho a contenmais, boa parte dos presos é de regiões distantes do país to, no sentido do encaminhamento das investigações e e “caiu” aqui quando fazia trabalho de “mula” para outros atos. Fica-se praticamente restrito a atender o que ocorre dentro da delegacia, e o trabalho a campo sai traficantes. Dentro desta realidade, é difícil imaginar prejudicado. Por exemplo, para conter a rebelião dos que famílias inteiras saiam de outro Estado simplesmente para visitar um preso uma vez na semana. Afinal, presos registrada na madrugada de quarta-feira (11), foi quem abandonaria sua casa, amigos, parentes e emprenecessário mobilizar uma equipe de 25 policiais de toda go simplesmente para ir à outra cidade ficar perto de uma a região, os quais ficaram praticamente o dia todo em pessoa presa. Para verificar a preocupação que muifunção do ocorrido. Ou seja, para segurar as portas da cadeia, foi preciso tirar policiais das ruas. tos familiares têm com os presos, basta assistir uma A considerar: se toda vez que o delegado precisar de sessão do Tribunal do Júri, que é pública. Apesar dos presos submetidos ao júri serem, na maioria, da cidaum reforço para conter motins da população carcerária de, os bancos do Tribunal são ocupados, em grande ou suas tentativas de fuga for preciso tirar policiais da parte, por estudantes e curiosos. Se neste momento rua, como ficará o atendimento à comunidade, sendo que definitivo da vida dos presos poucos familiares e amiatualmente já temos poucos servidores à disposição? Realmente. Tudo está em seu limite. gos os acompanham, imagine mudar de cidade apenas Esperamos que o secretário estadual de Segurança para ficar mais perto deles. REFLEXÃO DO DIA

“Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade” Elmer Letterman

Colaboração: Prof. Heinz Schurt (www.heinz.adm.br)

EXPEDIENTE Um jornal de bom senso Diretores Arno Kunzler Jornalista Reg. Prof. nº 274/02/38 E-mail - arno@opresente.com.br Paulo Rodrigo Coppetti paulorodrigo@opresente.com.br Editora-chefe Ana Paula Wilmsen DRT/PR nº 8352 jornalismo@opresente.com.br Editora O Presente Ltda Rua Sete de Setembro, 1233 - Centro Marechal Cândido Rondon - PR - CEP: 85960-000 Fone/fax (45) 3254-1842 CNPJ – 84.812.049/0001-39

Filiado à ADI Associação dos Jornais Diários do Interior do Paraná Comercialização: Paraná/São Paulo/Rio de Janeiro Merconeti - Ricardo Takiguti (41) 3079-4666 ricardo@merconeti.com.br Comercialização: Brasília Central de Comunicação - (61) 3323-4701 Internet – www.opresente.com.br

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

Saul Brandalize JR SE OBSERVAR No texto anterior falamos sobre “Observar-se” e com isso aprendermos a entender um pouco mais sobre as nossas conquistas e/ou colheitas. Neste texto precisamos deixar um pouco mais evidente, embora criemos uma falha ortográfica, que o ser humano precisa “se observar”. Primeiramente é mais fácil observar-se, pois é apenas começo de uma espetacular virada na forma de entendermos as causas e os efeitos de nossas vidas. Se observar exige um pouco mais de introspecção. Porque é “se” de “ser”. Precisamos nos aprofundar para podermos entender que os nossos pensamentos têm origem nos nossos valores. Mas que valores são esses que tanto ajudam ou prejudicam as nossas caminhadas? Começam pelo país em que escolhemos nascer. Cada um tem, em si, uma forma de agir e de ser. E é nestas características que precisamos aprender a nos superar. Não é por um acaso que um argentino pensa diferente de um brasileiro. Não é por um acaso que um belga pensa diferente de um francês. Não é por um acaso que um português quando viaja a Paris “vai para a Europa”... Na sequência vêm os pais que escolhemos para nos moldarem em educação e nos acrescentarem maior ou menor dificuldade em nossa caminhada de cada vida. Se tivermos irmãos mais velhos é porque os escolhemos. Se temos irmãos mais novos é porque eles nos escolheram como companheiros de evolução ou por resgate cármico. Existem, portanto, fortes valores familiares. A sociedade em que vivemos nos apresenta várias opções de valores que podemos, exercendo o livrearbítrio, adotar ou ignorar. Nossos amigos, e os relacionamentos, não são fortes por um mero acaso. Eles também nos apresentam várias opções de valores, que adotamos se quisermos... Nossa religião, e o que cremos ser verdadeiro para construir a nossa fé, são uma real opção para que nossos valores sejam adequados - ou não - ao nosso crescimento. Nossos parceiros, namorados, mulheres ou maridos, igualmente são uma fonte enorme de valores que estão a nossa disposição para adotarmos ou não. Portanto, somos - sim - fruto do meio em que vivemos e nossa caminhada tem muito de cada um de nossos relacionamentos. O que gostamos e aprovamos deles ajuda a moldar a nossa forma de viver a vida. Está faltando equilíbrio, a vida perdeu o sentido, as dificuldades não cessam e os resultados estão ruins? Se observe. Verifique qual o valor que não lhe serve. O que você usa como alicerce em sua vida? Se observar é dar um passo à frente de simplesmente observar-se. E isso implica, necessariamente, que tenhamos postura de eliminar o que não nos serve para buscarmos entender um pouco mais da vida. Dias atrás ouvi um rapaz que estava usando calças deixando aparecer as cuecas, meia canela, com camiseta cheia de caveiras, brinco em uma das orelhas, uma tatuagem de escorpião no antebraço direito e outra de lua cheia no outro braço, reclamando que foi numa entrevista, na busca de um trampo e que as pessoas da empresa não deram retorno da dita entrevista... Não falei nada, mas pensei: este precisa se observar... Todos nós sabemos que existem funções em que a aparência é fundamental... Sei, mais do que você possa imaginar, que a vida não é uma competição com qualquer pessoa, a não ser consigo mesmo. Somos nós, com nossos vícios e hábitos que fazem parte de nossas colheitas. São nossas decisões, emocionais ou não. De conformismo ou de dinamismo que nos ajudam a criar nossa evolução. E elas estão altamente comprometidas com os valores os quais cremos serem verdadeiros para nossa vida. Se observar significa entender cada um dos valores que cremos serem corretos e adequados para gerarem nossos pensamentos. Não há como negar que somos, portanto, conseqüência de nossos valores. Eles geram o nosso destino. Não é um super, hiper, mega, master, cara que faz isso por nós. Somos nós quem decidimos caminhar de acordo com os valores, os quais acreditamos serem corretos para nossa atual existência. Se observar é uma clara demonstração de sabedoria de vida que sempre começa com observar-se. Mas, cuide-se, ao se observar, depois de se entender, vem o mais difícil: agir conforme. * O autor é empresário e escritor sbj@tvbv.com.br


SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

O PRESENTE |

Saldo positivo Depois de reivindicar, ouvir e sugerir propostas, a 14ª Marcha dos Prefeitos teve balanço positivo. É o que acredita o prefeito de Guaíra, Manoel Kuba, que juntamente com 27 prefeitos do Oeste do Paraná participou do evento, entre segunda-feira (10) e ontem (12), em Brasília. Segundo o mandatário, a região Oeste do Estado apresentou uma série de pleitos, como investimentos federais na recuperação, conservação e duplicação de rodovias, investimentos nos ramais da Ferroeste que ligam Cascavel a Guaíra, construção do aeroporto regional e a ampliação do número de leitos hospitalares dedicados a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Na opinião de Kuba, a troca de experiências dos chefes de Executivos durante o evento possibilita melhorar a gestão nos municípios. No seu entender, o evento favorece políticas públicas benéficas para a gestão municipal, além de unir forças para reivindicações que fortalecem os municípios e a região. “Conversei com prefeitos de outras regiões e várias ideias surgiram. Pretendo conversar com o meu secretariado quando chegar a Guaíra. Existem alternativas interessantes e desburocratizantes por aí. Outro ponto positivo foi a união dos prefeitos da região Oeste. Fizemos algumas visitas pontuais em Brasília. Temos muitos projetos integrados e com essa união fica mais fácil abrir as portas”, concluiu.

03

Visita do secretário Arquivo/OP

Prefeito Manoel Kuba: “Conversei com prefeitos de outras regiões e várias ideias surgiram. Pretendo conversar com o meu secretariado quando chegar a Guaíra. Existem alternativas interessantes e esburocratizantes por aí”

Estará em Marechal Cândido Rondon hoje (13) o secretário estadual de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, que prestigiará a implantação do subgrupamento do Corpo de Bombeiros no município. O ato solene será realizado a partir das 10 horas. Também está prevista visita do representante estadual às dependências da Delegacia de Polícia Civil, da Companhia da Polícia MiliArquivo/OP tar e do Fórum. Na oportunidade, ele poderá identificar outras demandas locais. A presença do secretário tem objetivo de reforçar a atenção especial que o Governo Beto Richa pretende dar ao setor de segurança pública nos municípios do Paraná. A presença do secretário Reinaldo de Almeida César em Marechal Rondon, hoje (13), mostra a atenção especial que o governo pretende dar ao setor de segurança pública nos municípios do Paraná

Dilma em Rondon? Apesar de remota, não está descartada a possibilidade da presidenta Dilma Rousseff passar rapidamente por Marechal Cândido Rondon para conhecer o Condomínio de Agroenergia da Linha Ajuricaba. Ao menos é esse o desejo de líderes do projeto. A chefe da Nação tinha viagem agendada para o Paraguai neste domingo (15), mas cancelou a visita ao país vizinho por recomendação médica, já que está se recuperando de uma pneumonia. Ao menos não será desta vez que ela aproveitará a passagem pelas redondezas para conhecer o projeto em Marechal Rondon. A localidade rondonense já recebeu duas comitivas internacionais composta por jornalistas e representantes da Casa Civil. A última visita ocorreu na terça-feira (10), adiantando a programação que era prevista para acontecer hoje (13) e que foi, então, cancelada.


04 | O PRESENTE

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

HARTO VITECK

Poesia anotada

harto.viteck@gmail.com

Amenizando o estresse

O mundo meu é pequeno, Senhor.

“A Alemanha fez penitência pelo holocausto. Mas o Brasil ainda deve a sua pelo que fez com os índios e os negros”.

CRIANÇAS ESCRAVIZADAS ... Pelo menos 775 mil crianças africanas foram escravizadas e levadas para o Brasil nos primeiros 50 anos do século 19, em um período em que o tráfico negreiro atingiu o ápice de sua sofisticação. É o que indicam dados cruzados a partir de novas informações sobre a era da escravidão. ... Crianças foram ganhando a preferência dos traficantes porque, entre outros aspectos, eram mais “maleáveis” que adultos, trazem as novas pesquisas. No fim da era escravagista, um em cada três africanos escravizados era criança, nas estimativas do historiador David Eltis, da Universidade de Emory, EUA, um dos maiores especialistas mundiais no tema. ... Outra razão pela preferência por crianças, levantada pelo historiador Manolo Florentino, da UFRJ, destaca que escravocratas brasileiros podem ter sentido necessidade de “importar” mais mulheres e crianças para garantir mão de obra futura, caso o tráfico negreiro fosse proibido. ... Segundo Eltis, cerca de 12,5 milhões de escravos deixaram a costa da África entre 1500 e 1867, quando se tem registro do último carregamento. Em torno de dez milhões chegaram aos seus destinos nas

Nossa casa foi feita de costas para o rio. Formigas recortam roseiras da avó. Nos fundos do quintal há um menino e suas latas maravilhosas. Todas as coisas deste lugar já estão comprometidas com aves. Aqui, se o horizonte enrubesce um pouco, os

Cotidianas... Américas. Nos cálculos do pesquisador, dos 5,5 milhões de africanos que tinham como destino o Brasil, apenas 4,9 milhões desembarcaram em portos brasileiros. As mortes durante a travessia do Atlântico eram bastante altas. .... Isso se explica em uma viagem típica: um navio negreiro que zarpava da costa africana com 254 escravos, perderia 33 ao longo da travessia e venderia 220 nas Américas.

Nada mais forte que a oração de uma mãe. Precisamos criar filhos, não herdeiros. Em casa de família boa, até a tristeza pula de alegria.

“Não é uma boa ideia cruzar a ponte, antes de chegar até ela”. Judi Dench (1934 - ...)

................................................

Ela começou a trabalhar em musicais e depois atuou em peças teatrais e filmes. A estreia foi em 1957, em Liverpool, Inglaterra, ao interpretar Ofélia, de Shakespeare. A versatilidade de suas interpretações seguintes lhe deram uma carreira de sucesso e famosas premiações. Foi condecorada por sete vezes com o prêmio Olivier (maior laurel do teatro mundial), por sua atuação em Macbeth, genial criação de Shakespeare.

Ele me coisa Ele me rã De tarde um velho tocará sua flauta para inverter os ocasos. Manoel de Barros

...................................................

1916 - ... - poeta pantaneiro

... Analisando 49 viagens de navios negreiros holandeses entre 1751 e 1797, os pesquisadores observaram que crianças eram compradas antes porque reagiam melhor à experiência traumática. Comparada à de um adulto, sua média de mortalidade era a metade, calcularam os pesquisadores.

Das Vias Curitibanas

- “A maior atriz de todos os tempos”

Quando o rio está começando um peixe,

... Para Richardson, além disso, “no fim da era escrava havia uma percepção geral, por parte dos mercadores, de que as crianças eram mais maleáveis que os adultos, que poderiam ser treinadas em habilidades específicas”.

... Um estudo dos pesquisadores David Richardson, da Universidade Britânica de Hull, e Simon Hogerzeil, do Centro Psicomédico Parnassia holândes, publicado no Journal of Economic History, mostrou que as crianças reagiam melhor à travessia que os adultos.

..........................................................................................................

besouros pensam que estão no incêndio.

Ele me árvore.

... Maleáveis - Os dados de Eltis indicam que quase 2,3 milhões de escravos foram enviados ao Brasil entre 1800 e 1850 - destes, ele acredita que 775 mil eram crianças. A alta proporção de menores de 15 anos entre os escravos já eram conhecida dos pesquisadores - há estimativas que a colocam em até metade do total, mas novos dados oferecem novas explicações para o fato.

Judi Dench

Reprodução

Tem um rio e um pouco de árvores.

Noviski, em www.jornale/zebeto

José Lutzemberger 1926 - 2002 - engenheiro agronômo e ecologista rio-grandense, com notória projeção internacional. A “Fundação Gaia” foi uma das grandes realizações do ambientalista para colocar em prática os ideais da agricultura sustentável e a comunhão com a natureza. (Folha do Comércio)

MUNDO PEQUENO

A juventude é um defeito que a idade corrige. Cabeça de Coruja O imposto é a arte de pelar o ganso fazendo-o gritar o menos possível e obtendo a maior quantidade de penas. John Garland Pollard 1871 - 1937 - político estadunidense

ZUM

... Pelo estudo de Richardson e Hogerzeil, ficou evidente que “os homens também eram tipicamente vistos como instigadores de rebeliões dentro dos navios, e sofriam mais fatalidades durante esses incidentes”. Por isso, os homens eram normalmente encarcerados - ficavam presos por ferros -, em celas separadas de mulheres e crianças, sobretudo quando o navio ainda estava próximo da África. Esse tipo de cárcare e tratamento não era aplicado a mulheres e crianças. Elas se sujeitavam mais fácil à submissão. ... Os trabalhos de Eltis, Richardson e Hogerzeil não invalidam as explicações anteriores das observações de outros pesquisadores, que atribuem a forte escravização de crianças à escassez de adultos em determinadas áreas da África. (ta/pablo uchoa/sílviasalek-bbc-londres -hvop)

SCHLUSS

Em 1996, ela ganhou nome na história da dramaturgia, ao ser indicada como a primeira atriz a vencer o prêmio Olivier, por melhor atriz e por melhor atriz em um musical.

“A educação brasileira é terrível, é amedrontadora. O maior problema é que

Todavia, a consagração definitiva de Judi Dench (Judith Olívia Dench) foi em 1999, quando ela conquistou o Oscar por sua atuação em Shakespeare Apaixonado.

infantilização, cada vez maior. Os jovens não têm condições de se expressar

A escolha de Dench como melhor atriz de todos os tempos foi da revista internacional The Stage, especialista em dramaturgia e cinema, no final de 2010, via seleção feita por especialistas e a votação dos leitores da revista em todo o mundo. (bbc-br)

o povo não é ensinado a se expressar. Na convivência com jovens vejo uma livremente e nem articular suas próprias opiniões, enfim, não têm autocrítica”. Do músico e “agitador” cultural Lobão (João Luiz Woerdenbarg Filho)

..........................................................................................................

no Fórum da Liberdade, realizado no final de março, em Porto Alegre. Criticando a educação brasileira, o artista disse que é ela que produz esse modus operandi “bovino” do povo brasileiro de ter baixa estima revestida de euforia carnavalesca e a covardia de um mentiroso” (msansone).


POLÍTICA

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

O PRESENTE | 05

CÂNDIDO VACCAREZZA

“Não há mais data para votar novo Código Florestal”

Líder menciona que governo vai “impedir votação” enquanto não houver acordo. “Governo nunca teve prazo para votar o Código Florestal”, disse

U

m dia após fracassar no plenário da Câmara a tentativa de votar o texto do novo Código Florestal, o líder do governo na Casa, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que o Planalto não trabalha mais com prazo para votar o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Vaccarezza ainda mandou um recado para os “representantes do setor produtivo”, ao recomendar a eles que “acelerem” a elaboração de um acordo para votar o código porque o decreto de anistia aos desmatadores, que expira em 11 de junho, não será prorrogado. “Tem um decreto que vai expirar no dia 11 de junho. E, quero já adiantar, pelo que sei das conversas do governo, esse decreto não será prorrogado. Então, é importante que as pessoas que defendem o setor produtivo, que estão participando desse debate (do código), acele-

rem para fazer um acordo para a gente poder votar”, disse Vaccarezza. Questionado sobre a nova data para analisar o texto de Rebelo no plenário da Casa, Vaccarezza afirmou que a matéria não poderá ser votada na próxima semana porque os principais líderes partidários da base aliada estão viajando. “Terça-feira (17) não vai dar para votar. Com o presidente Marco Maia fora da Casa e outros líderes viajando, vai ser uma semana um pouco esvaziada”, relatou Vaccarezza. Apesar de dizer que não há mais prazo para votar o novo Código Florestal, o líder do governo negou que o projeto tivesse “subido no telhado”. Vaccarezza reconheceu, no entanto, que o clima para votar o Código Florestal “esfriou” no momento em que a maioria dos líderes decidiu adiar a votação para analisar melhor o texto. “Mais importante do que o prazo é garantir o conteúdo do código. O governo nunca trabalhou com prazo. O prazo foi estabelecido pela oposição e pela base e nós fomos aceitando na expectativa de chegarmos a um acordo. Mas nós vimos que não tem como chegar a um acordo”, argumentou Vaccarezza.

ACORDO

O líder do governo também reconheceu que “ficou difícil” criar um clima favorável para votar o novo

Código Florestal, mas afirmou que o governo não irá abrir mão de conciliar os interesses do setor produtivo com a defesa do meio ambiente. Para Vaccarezza, enquanto não houver um acordo, a matéria vai permanecer fora da pauta da Casa. “Fica difícil (ter clima para votar). A oposição e os setores da base têm razão de reclamar. Mas o governo só concordará com a votação do texto quando a situação estiver equilibrada entre a defesa do meio ambiente e as necessidades da produção. Não vamos comprometer a defesa do meio ambiente no Brasil”, disse Vaccarezza. “Se não tiver condições de votar, nós (o governo) temos o direito regimental de impedir a votação. O governo nunca teve prazo para votar o Código Florestal. Não é a primeira vez que o governo adia uma votação, eu mesmo adiei várias. Isso é tática de plenário”, complementou o deputado petista. Vaccarezza esclareceu que a ameaça de aprovação de uma emenda patrocinada pelos partidos de oposição DEM e PSDB, que contaria com o apoio de uma parcela da base governista, foi o que motivou o pedido de adiamento da votação: “O DEM, o PSDB, e uma parte da base, infelizmente, patrocinaram uma emenda que a um só tempo consolidava todas as áreas e autorizava municípios e Estados a acrescentarem outras áreas de agricultura.”

Lugo comemora revisão do Tratado de Itaipu pelo Brasil O governo do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, comemorou na quarta-feira (11) à noite com festa e anúncio público a aprovação pelo Senado brasileiro do texto que eleva de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões anuais a quantia paga pelo Brasil aos paraguaios pela cessão de energia da Hidrelétrica de Itaipu Binacional. “O Senado brasileiro aprovou uma triplicação do valor da indenização, a transferência de energia do país vizinho paga pelo uso da energia paraguaia de Itaipu, coroando com êxito uma das bandeiras que nós construímos na disputa eleitoral de 2008. Foi um dos principais compromissos assumidos pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Paraguai, como resultado das negociações que começaram desde que assumimos o governo”, disse Lugo. Segundo Lugo, o reajuste faz parte de uma longa negociação decorrente de erros cometidos durante o governo do ex-presidente Alfredo Stroessner. “Trabalhamos para corrigir a terrível traição que ocorreu no regime do general Stro-

essner e os erros cometidos contra a nação e o povo do Paraguai no Tratado de Itaipu”, disse ele. Para o presidente do Paraguai, a aprovação do texto pelo Senado brasileiro deve ser celebrada como uma das principais vitórias para o povo paraguaio. “Hoje (quarta-feira) é um dia para comemorar. Nós estamos honrando com fatos e não apenas com discursos e feriados todos os nossos heróis”, afirmou. Para o ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Jorge Lara Castro, a aprovação do texto pelos senadores paraguaios é um “passo importante porque ela inicia um novo contexto de integração”. As negociações em torno das chamadas notas reversais, que tratam do reajuste do valor pago pelo Brasil do uso de energia de Itaipu, dividiram os senadores brasileiros. A relatora do texto, senadora Gleisi Hoffmann, defende que os custos da adoção da medida serão arcados pelo Tesouro Nacional e não vão oneram diretamente os consumidores. Porém, os oposicionistas divergiram da senadora e votaram contra a proposta.


GERAL

06 | O PRESENTE

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

TRIBUNAL DE CONTAS

Rusch integra comissão que conduzirá indicação de novo conselheiro São 16 inscritos para a disputa da vaga. Prazo para eventuais impugnações podem ser feitas até hoje (13)

J

á está constituída a Comissão Especial que vai comandar o processo de indicação do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), na vaga aberta com a aposentadoria de Henrique Neighboren. Ela é integrada por cinco deputados titulares e cinco suplentes, de acordo com o coeficiente de representação partidária na Casa. São eles: Caíto Quintana (PMDB) na condição de titular, Nereu Moura (PMDB) como suplente; Francisco Buhrer (PSDB), titular, ten-

do como suplente Ademar Traiano (PSDB); Elio Rusch (DEM) com Pedro Lupion (DEM) como suplente; Tadeu Veneri (PT) com Elton Welter (PT) como suplente, e Hermas Brandão Júnior (PSB) com Pastor Praczyk (PRB) como suplente. Com a publicação do Ato nº 009/2011 no Diário Oficial da quarta-feira (11), comunicando a relação dos 16 inscritos para a disputa da vaga, o prazo para eventuais impugnações, que podem ser feitas por qualquer cidadão dentro das normas previstas em lei vai até hoje (13). O exame dessas impugnações cabe à Comissão Especial, que tem três dias para opinar. O candidato que discordar pode ainda recorrer à Justiça. Também está entre as atribuições da CE a realização de sabatinas com os postulantes, em reunião reservada.

Ao final desta etapa, a Comissão emite seu parecer e o presidente da Mesa Executiva, deputado Valdir Rossoni (PSDB), está apto a convocar a sessão especial para a eleição propriamente dita, que será por votação nominal aberta. O eleito precisará ter pelo menos metade mais um dos votos do Plenário. Se o processo correr rotineiramente, a convocação da sessão especial poderá ser feita já a partir da próxima quinta-feira (19). Terminada a votação, o presidente anuncia o resultado e o decreto segue para o governador, para sanção. A novidade neste procedimento é a ampla publicidade que a mesa resolveu lhe dar, comunicando formalmente, inclusive, a possibilidade de impugnação das candidaturas, aberta a todos os cidadãos habilitados perante a lei.

Governador nomeia 86 professores e 54 agentes para universidades O governador Beto Richa nomeou ontem (12) 86 novos professores e 52 agentes universitários para recompor os quadros de docentes e de servidores administrativos das universidades estaduais do Paraná. “Essas contratações estavam sendo aguardadas com ansiedade nas instituições de Ensino Superior, que enfrentavam dificuldades devido à falta de profissionais para suprir as necessidades acadêmicas, por conta de aposentadorias, demissões e mesmo falecimen-

tos”, afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal. Leal informou que o governo está trabalhando para desburocratizar e acelerar o trâmite do processo administrativo, dando mais agilidade às nomeações para reposição e contratação de novos profissionais para as universidades. O processo passa por diversas secretarias e por isso chegava a demorar um ano e meio, em alguns casos. “As universidades, bem como os hospitais escola ligados a essas ins-

tituições, estão recebendo atenção maior, porque constituem grandes prioridades do governo Beto Richa”, afirmou Leal. Também ontem o secretário Alípio Leal e o secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, estabeleceram a regularização de repasses financeiros para o custeio administrativo das instituições estaduais. Ficou determinado que cada universidade receberá semanalmente uma quantia previamente fixada. A regularização desses repasses acontecerá até o final deste semestre.

Renda do profissional paranaense sobe mais do que a média nacional A renda do profissional atuante no Paraná cresceu mais do que a média nacional. No Estado foi registrado um aumento de 3,8%, em 2010, enquanto que a nacional variou 2,57%. No Paraná, a média salarial do trabalhador passou de R$ 1.527,48 para R$ 1.588,16, sendo a segunda maior variação da Região Sul,

perdendo para Santa Catarina, que teve aumento de 4,16%. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), divulgada pelo Ministério do Trabalho na quarta-feira (11). Os Estados que apresentaram variação mais significativa em todo o Brasil foram a Paraíba, no Nordeste, como acrescimento de 8,41% e Pará, no

Norte, com 7,54%. Na região do Sul, segundo os dados divulgados, a remuneração média aumentou 3,37% passando de R$ 1.559,26 para R$ 1.611,75. Apesar de Santa Catarina ter apresentado a maior variação, no Rio Grande do Sul o salário médio está maior, R$ 1.666,32.

PANORAMA POLÍTICO

PEDRO WASHINGTON prpress@terra.com.br

Caldeirão fervente Um caldeirão em ebulição. É esse o cenário que a atual administração da Assembleia encontrou, depois das primeiras medidas adotadas, com ampla repercussão popular. A autoridade corajosa (e perigosa) demonstrada por Valdir Rossoni e seus companheiros na direção da Casa de Leis do Paraná alcançou imediata ressonância. Especialmente pelos fatos levantados pela Gazeta do Povo no ano anterior e que se afiguram ainda maiores que os divulgados. A postura dos atuais dirigentes do Sindilegis (sucessor do antigo Feppa), depois de uma tumultuada sucessão em que o presidente Abib Miguel (Bibinho) deixou o cargo para a professora Diva e esta, de forma traumática, para o atual presidente Ednilson Carlos Ferry (Tôca), não foi balizada pela elegância. Bem ao contrário: como afirmou Rossoni, “mexeu com o sangue italiano” do novo presidente. O detalhe importante: sabe-se agora que Tôca é funcionário comissionado há 30 anos. Desta forma, a menos que tenha mudado o regulamento do Sindilegis, não poderia ser eleito, na medida em que apenas funcionários estatutários têm direito a serem votados. Já se vê que muita água ainda vai rolar por baixo da ponte, neste tumultuado início de gestão na Assembleia do Paraná. As tentativas de intimidar Rossoni, com supostas provas de deslizes, levadas ao Ministério Público por sugestão do próprio (provavelmente outras ameaças serão feitas contra outros dirigentes), dependem de uma investigação já que apresentadas de forma inadequada, em papel sem timbre, sob o pretexto de “preservar as fontes”, alegação do presidente do Sindilegis. Até prova em contrário, sem nenhum embasamento legal, o mínimo que um dirigente sindical assessorado deveria conhecer. Enquanto isso, são muitas as situações que a direção da Assembleia vai levantar, confirmando a postura estranha da antiga “segurança” da Casa.

Vassoura nova Na pior das hipóteses, a tese da vassoura nova começa a funcionar nas posturas da nova direção da Assembleia. Funcionários percorrem os inúmeros ambientes da Casa, levantando a situação de pinturas, banheiros, elevadores, situações deixadas ao Deus dará nos últimos tempos.

Novo quadro A presença de gente como Benoni Manfrin e outros novos administradores nomeados pela mesa diretora, gente com ampla vivência na administração pública, pode ser contestada por suas origens, já que pertenceram a quadros políticos diferentes dos que nos últimos oito anos mandaram no Paraná. Nunca por falta de vivência e competência. A menos que tenham desaprendido por falta de prática...

Pronunciamento... Cumprindo um ritual de todos os inícios de governo e legislaturas, o governador Beto Richa discursou na sessão inaugural da Assembleia. Fugiu à tradição, especialmente em relação aos dois períodos anteriores: a par das dificuldades e das perspectivas, citou os méritos do governo a que sucede, especialmente na área social. Elogios impensáveis se o governador fosse o anterior.

... em novo estilo Igualmente prometeu manter os incentivos fiscais concedidos às pequenas e médias empresas. Sem prejuízo de uma tomada vigorosa de política de atração de grandes investimentos empresarias, que os oito anos anteriores haviam desprezado. Curiosamente, foi só mudar o estilo de comando do Estado e já se anunciam intenções na área industrial.

Novo foco Passadas as primeiras escaramuças na área legislativa paranaense, curiosamente com o silêncio obsequioso da oposição, até por que para muitos deles as medidas adotadas eram mais do que necessárias, o retorno à normalidade vai determinar a mudança de foco dos faróis da imprensa.

Em choque Recentes denúncias sobre supersalários no Tribunal de Justiça, a par das investigações do CNJ, e descuidos do Tribunal de Contas em avaliações sob sua responsabilidade (Porto, etc..) deverão entrar na mira da imprensa investigativa.


POLÍTICA

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

O PRESENTE | 07

PREFEITURA RONDONENSE

Empresário Ademar Batscke assume a Secretaria de Saúde Fotos: Ademir Herrmann

Vice-prefeito Silvestre Cottica passa a comandar a Secretaria de Governo. Solenidade de posse acontece segunda-feira (18)

F

oram anunciados ontem (12) os nomes dos novos secretários de Saúde e Governo, da Prefeitura de Marechal Cândido Rondon. O vice-prefeito Silvestre Cottica, que desde o início da administração municipal ocupou o cargo de secretário de Saúde, assume a Secretaria Municipal de Governo. Em vista disso, o mandatário indicou para a pasta de Saúde o empresário e farmacêutico bioquímico Ademar Batscke. O ato de oficialização dos nomes aconteceu na sala de reuniões do gabinete. A solenidade de posse está programada para segunda-feira (18), às 09 horas, no miniauditório

O novo secretário de Saúde, Ademar Batscke, diz que, a princípio, fará um levantamento do que já foi realizado e do que falta ser feito, a fim de tentar buscar as complementações para a saúde pública

do paço municipal. Na ocasião, também será empossado o vereador licenciado Ito Dari Rannov como secretário especial de Coordenação de Programas em Segurança e Trânsito. Cottica diz que quando assumiu a pasta de Saúde se deparou com uma situação caótica no município e, por isso, os serviços foram incrementados em vários sentidos. Segundo ele, houve uma ampliação dos atendimentos médicos. “Quando assumimos havia em torno de 60 a 70 mil consultas ao ano, totalizando 1,5 por habitante, sendo que hoje estamos com quase 2,5 consultas/ano no município”, compara, acrescentando: “Implementamos serviços de odontologia, exames clínicos, além de serviços através do Consórcio de Consultas Especializadas e de Exames Especializados. Também foram implantados dois programas da Saúde da Família, evoluímos muito no sentido de humanização no atendimento e na parte odontológica foram contratados cinco profissionais. Uma questão muito gratificante é em relação ao Samu dos Bombeiros Comunitários, pois o governo municipal lhes contemplou com uma ambulância e hoje eles realizam um serviço fantástico. Além disso, há a vinda dos bombeiros militares”. Para o vice-prefeito, a saúde de Marechal Rondon melhorou muito nos atendimentos, na procura de serviços e na farmácia básica. “Agradeço o apoio do prefeito e da equipe da Secretaria de Saúde, que me ajudou a realizar um bom trabalho”, diz.

SAÚDE PÚBLICA Após uma breve análise sobre a atual realidade da saúde pública de Rondon, o novo secretário, Ademar Batscke, afirmou que ela

Registro da solenidade do anúncio dos novos secretários de Governo e Saúde, realizada ontem (12), na prefeitura

enfrenta dificuldades há muitos anos. “Logicamente que o município está tendo um problema em virtude de ter sido descredenciado do hospital que atendia as AIH's (autorizações de internação hospitalar) pelo SUS (Sistema Único de Saúde), mas está sendo resolvido e de uma forma que agrade a população rondonense. Além disso, já

está sendo providenciada a aquisição de um estabelecimento onde futuramente serão atendidas as pessoas”, pondera. Questionado sobre as primeiras ações que pretende tomar frente à Secretaria de Saúde, Batscke explica que fará um levantamento do que já foi realizado e do que falta ser feito, a fim de tentar buscar as com-

plementações para a saúde pública. Em relação aos atendimentos, ele mencionou que, por enquanto, continuarão sendo encaminhados da mesma forma que se encontram atualmente. “Acredito que o trabalho que o Cottica fez foi muito bom, mesmo ele não sendo da área da saúde, mas seu trabalho foi de excelente qualidade”, pontua.

Projeto da Írio Welp deve começar com a duplicação da avenida O prefeito de Marechal Cândido Rondon, Moacir Froehlich, esteve na terça-feira (10), na Capital do Estado, visitando algumas secretarias. Dentre elas a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano (Sedu). Segundo o mandatário, dentre os assuntos tratados esteve o termo de assinatura do aditivo para o recape da Avenida Maripá, cuja obra já está concluída, e sobre a duplicação da Avenida Írio Welp. O prefeito foi recepcionado

pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestre. Conforme Froehlich, o chefe da pasta não assinalou o projeto da Irio Welp em sua totalidade, no entanto, a duplicação deverá acontecer. “Não obtivemos o projeto em sua totalidade, mas o secretário apontou que poderemos fazê-lo em partes, iniciando com a duplicação da pista e, num segundo momento, serão feitas as obras complementares”, comenta. Froehlich, que esteve acompa-

nhamento do deputado estadual Ademir Bier, disse estar animado, mesmo com o fato do Governo do Estado ter devolvido o projeto, que já estava em fase bastante adiantada de negociação. “Mesmo perdendo algum tempo com isso, volto a reafirmar que durante o governo Moacir e Cottica a Irio Welp será duplicada, iluminada e receberá ciclovia. É mais um compromisso que vamos cumprir com a população”, reforçou.


GERAL

08 | O PRESENTE

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

CORPO DE BOMBEIROS

Implantação do subgrupamento acontece hoje

Próximo passo da administração municipal será pleitear junto ao Governo do Estado a implantação de uma Corporação dos Bombeiros

E

stá marcada para as 10 horas de hoje (12) a solenidade de implantação do subgrupamento do Corpo de Bombeiros de Marechal Cândido Rondon. O ato contará com a presença de autoridades municipais e estaduais, inclusive do secretário de Estado de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César. Para o vice-prefeito Silvestre Cottica, que até esta semana respondia pela Secretaria de Saúde do município, a implantação do subgrupamento será possível graças à estruturação feita na unidade de Bombeiro Comunitário. Segundo ele, desde o início da atual administração, deuse uma atenção especial à unidade. Dentre os trabalhos realizados, Cottica destaca o repasse de uma ambulância padrão Sia-

te e a aquisição de um desencarcerador e de um desfibrilador para equipar o veículo. “É com honra e méritos que estamos recebendo este subgrupamento de Bombeiros em Marechal Rondon. Este virá a agregar o Bombeiro Comunitário. O trabalho é fruto de uma sequência de ações da municipalidade, após a implantação dos bombeiros comunitários”, frisa. O vice-prefeito diz que a partir da estruturação da unidade foi possível iniciar um excelente trabalho de resgate e socorro às vítimas de acidentes no município, mais um fato positivo, no seu entender, para a instalação do subgrupamento, que contará com a vinda de um comandante e de seis bombeiros militares.

SOLICITAÇÃO Cottica lembra que a solicitação para a implantação do subgrupamento no município aconteceu em março do ano passado, durante a entrega da ambulância aos Bombeiros Comunitários. “Acreditamos que era o início de um trabalho que iria prosperar, por isso a administração municipal enAdemir Herrmann

Vice-prefeito Silvestre Cottica: "O subgrupamento do Corpo de Bombeiros contará com a vinda de um comandante e de seis bombeiros militares"

caminhou solicitação às autoridades do Bombeiros do Paraná, para que a unidade local fosse transformada em uma corporação do Corpo de Bombeiros. Também tivemos

o aprovo da Câmara de Vereadores, e hoje, portanto, estamos confirmando e recebendo com alegria este pedido. O próximo passo que será pleiteado junto ao Governo do

Estado será a implantação de uma Corporação dos Bombeiros em Marechal Rondon, que atenderá inclusive Guaíra e Palotina e os demais municípios da região”, expõe.


GERAL

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

O PRESENTE | 09

DESTAQUE NACIONAL

Guairense Joice Andrade é eleita Miss Brasil 2011

Prefeito Manoel Kuba diz que uma grande recepção será preparada para a chegada de Joice em Guaíra, hoje (13)

P

ara quem se surpreendeu com a vitória da guairense Joice Andrade no concurso Miss Paraná Globo 2011, mais uma informação: Joice venceu na quarta-feira (11) o concorridíssimo concurso Miss Brasil Globo 2011, em Brasília. Provando que tem talento e beleza de sobra, a jovem superou as misses de Minas Gerais, Santa Catarina (tida como favorita) e Rio de Janeiro e recebeu a faixa de Miss Brasil no Hotel Nacional (tradicional hotel de misses), local da disputa. A final do concurso é realizada em Brasília desde 1994. Um júri formado por autoridades e técnicos avaliou as can-

didatas, que desfilaram com maiô, traje típico e de gala. O prefeito Manoel Kuba e o estilista que “descobriu” a miss, Luiz Carlos Dias, eram os únicos guairenses presentes no evento. “Quando anunciaram a vitória da Joice, eu e o Luiz vibramos muito. Éramos os únicos guairenses no meio de uma torcida enorme. Estou muito feliz com a vitória. A Joice é uma legítima representante da beleza da mulher guairense. Vamos preparar uma grande recepção para ela em Guaíra. O município apoiou sua candidatura desde o início”, vibrou Kuba, que estava em Brasília participando da Marcha dos Prefeitos e aproveitou a oportunidade para prestigiar a conterrânea. Moradora do bairro Tancredo Neves (BNH3), a jovem de 19 anos participará do concurso internacional Miss Globo re-

presentando o Brasil em outubro, no Chipre. A vencedora da seleção brasileira do ano passado, Monique Paim, ficou com a terceira posição na etapa mundial do concurso e venceu na categoria melhor traje típico, com uma roupa de baiana. “O Miss Globo é o concurso de beleza internacional em que as brasileiras têm conseguido melhores resultados”, destaca o diretor do Miss Brasil, Danilo D’Ávila. A última vitória brasileira foi em 2003, com Helen da Silva.

Joice Andrade venceu recentemente o concurso Miss Paraná Globo 2011 e agora conquistou o Miss Brasil Globo 2011: a jovem de 19 anos representará o Brasil no concurso internacional Miss Globo, em outubro, no Chipre

Divulgação


GERAL

10 | O PRESENTE

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO

Planejamento estratégico é apresentado a empresários

Maria Cristina Kunzler

Com isso, par ticipantes vão pactuar a par ticipação no programa que visa promover o for talecimento do comércio rondonense

E

mpresários de Marechal Cândido Rondon que participam do Programa de Desenvolvimento de Espaços Comerciais prestigiaram ontem (12) evento para conhecer as ações que estão previstas no planejamento estratégico e que serão realizadas no decorrer deste ano e prosseguem até 2012. Na ocasião, também foi formalizada a pactuação entre os participantes e parceiros. O projeto está sendo desenvolvido pelo Sistema Fecomércio Sesc Senac e Sebrae/PR, e conta com apoio da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária (Acimacar), prefeitura, Sindicomar, Câmara de Vereadores, Associação Regional de Engenheiros e Arquitetos (Area) e Cooperagir. Um dos principais objetivos do programa é fortalecer o comércio varejista rondonense, melhorar sua competitividade e fazer com que o município seja reconhecido como tendo o maior shopping a céu aberto do Oeste do Paraná. De acordo com o consultor do escritório de Cascavel do Sebrae/ PR, Osvaldo César Brotto, dentro do programa já foi realizada a formação e preparação da governança (formada por representantes de cada entidade que compõe o projeto), pesquisa do perfil do consumidor, diagnóstico das lojas, preparação das lideranças e sensibilização a partir de palestras e missões. No entanto, a partir de agora as ações serão intensificadas em três áreas específicas: gestão, infraestrutura e marketing.

A empresária Vanessa Borgmann assinou o documento em que formaliza sua participação no programa. Na foto, ladeada pelo vice-presidente do Comércio da Acimacar, empresário Sérgio Marcucci, e pelo consultor do Sebrae, Osvaldo Brotto

Na área de gestão, menciona Brotto, está prevista uma oficina de apresentação com cartilha para empresários e colaboradores, projeto de adequação das lojas, sensibilização sobre destinação dos resíduos das empresas, programa de formação para empresários e colaboradores, formação de um condomínio das empresas, pesquisa de cliente oculto, diagnóstico geral das lojas e definição do horário de funcionamento das lojas. Segundo o consultor, pretendese construir ainda um plano de marketing; promover uma agenda de eventos, que deve contar especialmente com a parceria do Sesc; promoção envolvendo operadora de cartão de crédito; contratação de uma assessoria de imprensa; parceria com grandes empresas; e negociar com cooperativas de crédito condições diferenciadas.

INFRAESTRUTURA

A área que conta com mais ações previstas é a de infraestrutura, que necessitará de um grande apoio da prefeitura rondonense, pois muitas ações são de competência da municipalidade, como projeto de regulamentação do trânsito, implantação da rede de esgoto, sinalização, acessibilidade, iluminação, arborização,

revitalização das calçadas, segurança (guarda municipal), banheiros públicos, lixeiras seletivas, implantação de câmeras de segurança, disponibilização de bancos para descanso e bebedouros, área de lazer, academia ao ar livre, decoração com flores naturais, sinalização para carga e descarga das mercadorias, regulamentação de estacionamento de bicicletas e uso das calçadas. “Dentro do planejamento estratégico estão previstas ainda a germanização do shopping, praça de alimentação e mapeamento dos negócios no espaço”, afirma Brotto.

WORKSHOPS E CONSULTORIAS

Dentro do Programa de Desenvolvimento de Espaços Comerciais também consta a realização de workshops voltados a temas visual da loja, relacionamento com clientes, gestão financeira, recursos humanos, bem como curso de atendimento e vendas. Conforme proposta apresentada aos empresários rondonenses, haverá ainda consultorias individuais em avaliação do perfil empreendedor, avaliação dos recursos humanos, gestão de relacionamento com clientes, gestão financeira e gestão de visual de loja, totalizando 48 horas por empresa.

Ademar Traiano FIM DA ANARQUIA NO PORTO DE PARANAGUÁ Durante os últimos oito anos o Porto de Paranaguá - um dos mais importantes do Brasil - viveu um clima de filme de terror. O porto foi entregue nas mãos de Eduardo Requião, um psicanalista que, segundo o irmão governador (Roberto), por alguma razão misteriosa, havia se transformado no maior superintendente portuário do planeta. A partir daí, o nosso porto começou a perder tudo. Paranaguá perdeu o título de maior porto graneleiro do Brasil, porque o ex-governador Roberto Requião implicou com a soja transgênica e o irmão superintendente proibiu que esse tipo de produto embarcasse. As cargas começaram a se desviar para Santos, em São Paulo, para Santa Catarina e até para o Rio Grande do Sul. Eles enriqueceram nossos vizinhos e empobreceram nosso Estado. O Porto de Paranaguá perdeu calado - que é a profundidade mínima de água necessária para uma embarcação flutuar sem bater no fundo - porque o administrador do Porto não achava necessário fazer a dragagem, que é o processo para manter a profundidade do canal de navegação, de forma que os navios pudessem atracar no porto sem perigo. Finalmente, Paranaguá também perdeu o conceito no Brasil e no exterior. Isso aconteceu depois que os importadores internacionais descobriram que as cargas sempre chegavam aos portos de destino com uma tonelagem menor do que aquela que deveria ter sido embarcada. Uma operação da Polícia Federal esclareceu esse mistério. Descobriu que uma quadrilha, que operava no porto há anos, com grande desenvoltura, desviava cerca de dez mil toneladas anuais (soja, milho, açúcar, trigo e outras cargas) antes do embarque, lesando os importadores e desmoralizando o nosso porto. Com a chegada de Beto Richa ao Governo do Paraná, começamos a virar essa página. Hoje estamos lutando duramente para devolver a importância e o respeito nacional e internacional que o Porto Paranaguá sempre teve. Os resultados começam a aparecer. Graças aos serviços de dragagem que o governo determinou, pela primeira vez em oito anos a Capitania dos Portos autorizou aumentar o calado dos navios que atracam em Paranaguá. Estamos longe do ideal, mas o novo calado autorizado pela Capitania já vai aumentar em meio milhão de toneladas por ano o movimento de cargas por permitir a operação de navios com maior capacidade. Esse aumento permite que cada navio carregue duas mil toneladas a mais. O Paraná trouxe R$ 40 milhões de recursos federais para os portos de Paranaguá e Antonina. Os exportadores também estão voltando. O Porto de Paranaguá registrou um aumento de 16% na exportação de milho no primeiro quadrimestre de 2011, em relação ao mesmo período de 2010. A importação de veículos pelo Porto de Paranaguá registrou alta de 95% nos primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado. O Paraná conquistou, graças a bons projetos, apoio do governo federal para a ampliação do Porto de Paranaguá. Uma obra que prevê investimentos de R$ 1,1 bilhão. Estamos virando esse jogo. Não temos a ilusão que corrigir e desfazer tudo o que foi feito de errado, e até de criminoso, nos últimos oito anos em Paranaguá, será uma tarefa fácil. Mas estamos convencidos que o governador Beto Richa levará nossos portos e o Paraná em direção ao rumo certo.

* O autor é deputado estadual pelo PSDB e líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná mailing@traiano.com.br


GERAL

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

O PRESENTE | 11

NÃO À VIOLÊNCIA

Debate sobre exploração sexual infantil mobiliza sociedade

Blog do Planalto (@blogplanalto) “Não é uma doação ao Paraguai, mas um reajuste de contrato”, diz senadora Gleisi http://goo.gl/fb/VaqJP

Vanderleia Kochepka

Desafio é disseminar informações sobre como atuar em favor da garantia dos direitos de crianças e adolescentes, através de cursos e capacitações para professores

A

fim de debater ações que visam o combate ao abuso e à exploração sexual infantil, aconteceu, na quarta-feira (11), evento promovido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), com o apoio da prefeitura, Secretaria de Assistência Social, Conselho Tutelar e Unioeste. O encontro, realizado no Tribunal do Júri da Unioeste, contou com a participação de autoridades do Poder Judiciário, organizações policiais, públicas, sociais e institucionais, totalizando em torno de 230 pessoas. Com o slogan “Quem não denuncia, incentiva a violência. Violência contra crianças e adolescentes é crime”, o evento teve como objetivo oportunizar as pessoas que trabalham na área a obter informações sobre como atuar em favor da garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Em vista disso, o encontro contou com palestra de abertura ministrada pela professora da Unioeste campus de Toledo e assistente social Zelimar Soares Bidarra. Dentre os principais tópicos abordados por ela está o conceito de violência que, segundo ela, é definido como interpessoal ou doméstica e pode ocorrer no contexto intrafamiliar ou extrafamiliar, sendo capaz de causar dano físico, sexual e/ ou psicológico à vítima. Na ocasião, ainda foram expostos os tipos de violência que podem ser física, por negligência, psicológica ou sexual, sendo que esta última é dividida em dois grupos: abuso sexual e exploração sexual. Ainda de acordo com Zelimar, durante a sua explanação, o abuso sexual se define pelo assédio sexual, por-

Porta-voz da Presidência da República, Rodrigo Baena, diz em briefing que presidenta Dilma não viajará ao Paraguai.

Jornal O Globo (@JornalOGlobo) Depois de novo impasse, Código Florestal não será votado na próxima semana, diz Vaccarezza. http://ow.ly/4TqBA Polícia gaúcha apreende oxi suficiente para produzir 1,5 mil pedras. http://ow.ly/4TqhW

Gleisi Hoffmann (@gleisi)

Senadora do PT

Renda dos paranaenses cresce mais do que a média nacional de 2,57% http://t.co/b5LC5Lp

Cícero Cattani

Cerca de 230 pessoas participaram do encontro que mobilizou autoridades do Poder Judiciário, organizações policiais, públicas, sociais e institucionais

nografia, estupro, entre outros, e a exploração sexual é quando o agressor apropria-se comercialmente do corpo do outro, neste caso de crianças e adolescentes, como mercadoria para auferir lucro “devolvendo-lhe” alguma forma de remuneração, podendo ser feita através do turismo sexual, pornografia infantil, tráfico sexual e pedofilia. “Temos procurado, com essa disseminação de informações sobre o que é a violência sexual, construir formas de proteção para as crianças e adolescentes nos municípios onde eles vivem. Desta forma, o nosso intuito foi apresentar à comunidade rondonense o que a violência sexual engloba porque muitas vezes parece que todos sabem do que se trata, mas em geral as pessoas pensam que violência sexual é apenas estupro, ou seja, seria menos importante. No entanto, ela tem um conceito muito amplo, pois há vários tipos e várias formas de acontecer e se a população tiver a oportunidade de conhecê-la melhor será possível prevenir mais”, expôs a docente da Unioeste.

MESA DE DEBATE Após a palestra, foi aberto espaço para debate, que teve como participantes o promotor de Justiça Ronaldo Costa Braga; o delegado da 47ª Delegacia Regional de Polícia, Nagib Nassif Palma; o comandante da 2ª Companhia de Polícia Militar, Valmir de Souza; a presidente do Conselho Tutelar, Beatriz Petry; representante da OAB, Neusa Kussaba; da Secretaria de Saúde, Rosane Ost, do curso de Direito

da universidade, entre outros. No debate, o público presente teve a oportunidade de obter outras informações de relevância, além de tirar dúvidas por meio de questionamentos. Segundo Zelimar, ações que visam interromper o processo de reprodução das violências em crianças e adolescentes devem continuar sendo desenvolvidas no município rondonense e denúncias também podem ser feitas porque é um mecanismo de ajuda para o agredido e o agressor, pois dá visibilidade ao fenômeno, cria espaços e mecanismos de proteção. “Marechal Rondon iniciou em 2009 com uma atividade, no ano passado expandiu e, pela primeira vez, está mobilizando diferentes pessoas da comunidade, profissionais da educação, saúde, assistência social, sistema de Justiça e de polícia, a fim de pensar sobre o assunto no município. Portanto, essa ação é inovadora e é um passo importante que Rondon deu nesse sentido. Além disso, o desafio é disseminar essa ação no cotidiano através de cursos e capacitações para professores”, salienta. Posterior ao debate, ainda houve distribuição de material como cartazes para serem afixados em escolas, colégios e instituições. Denúncias podem ser feitas por meio do Disque-denúncia nacional pelo número 100, estadual 181 e municipal (45) 3284-8835 (por intermédio do Programa de Proteção Especial da Secretaria de Assistência Social) e 3284-2273 (Conselho Tutelar).

(@cicerocattani)

Diretor do Hora H News

Em licença médica da Emater, @pessuti desfila pela Exposição de Maringá. Aliás, não parou de viajar. Brasília e interior destinos semanais.

Estadão

(@estadao)

Chocolate é quatro vezes mais excitante do que beijo, aponta estudo: http://migre.me/4wz58 Corinthians faz proposta oficial por Seedorf, do Milan: http://migre.me/ 4wsie (via @estadaoespn)

Valor Econômico

(@valor_economico)

Tombini prevê desaceleração da inflação http://is.gd/tP370r

Fábio Campana

(@fabiocampana)

Jornalista e colunista político

Minha Casa, Minha Vida 2 deve receber R$ 70 bi do governo http:/ /www.fabiocampana.com.br/?p=111906

Zeca Dirceu (@zeca_dirceu)

Deputado federal do PT

Polêmica: adiada votação de projeto que criminaliza violência e discriminação por homofobia - http://bit.ly/l9yodV

Gazeta do Povo (@gazetadopovo) FMI alerta que boom na América Latina pode virar crise econômica http://bit.ly/iqhYxl

João Arruda (@joao_arruda) Deputado federal do PSDB Recebi dezenas de prefeitos em Brasília esta semana. Nas conversas, a cobrança mais frequente foi a reforma tributária - http://bit.ly/m83auo

Ricardo Noblat (@BlogdoNoblat)

Jornalista

A difícil situação econômica dos EUA pode reverter o “efeito bin Laden”. Pior para Obama http://glo.bo/iQ4GAh Curioso. Aldo acusa o marido de Marina. E diz agora q não só o defendeu na época como evitou q ele prestasse depoimento na Câmara.

José Simão (@jose_simao) Colunista da Folha de São Paulo E essa divisão dos Estados agora? Gostei do Maranhão do Norte e do Maranhão do Sul. Contanto que o Sarney continue mandando nos dois!

Roberto Jefferson (@blogdojefferson)

Presidente nacional do PTB

Bem-vinda alteração que o governo pretende fazer na Lei de Informática para produção de componentes e softwares no Brasil. http://ht.ly/4T2A2

Carta Capital (@cartacapital) Bolsonaro volta a fazer panfletagem antigay e bate boca com parlamentares http://twixar.com/sQaSeoWR

O Jornal O Presente também está no Twitter. Acompanhe: twitter.com/o_presente (@O_Presente)


GERAL

12 | O PRESENTE

SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

PROBLEMA RESOLVIDO

Obras de nova rede de água são concluídas em Entre Rios Divulgação

“Este poço vem para sanar todos os problemas e garantir água aos moradores para muitos anos”, diz o prefeito

A

Prefeitura de Entre Rios do Oeste, por intermédio do Departamento de Viação e Obras, realizou melhorias no sistema de água do município. A obra já foi concluída e entrará em funcionamento em breve. A rede paralela começou a ser construída em dezembro do ano passado e tem aproximadamente 1,4 mil metros, que inicia no poço que foi reativado nas proximidades da antiga Indústria Cassava S/A e se estende até o Centro de Eventos, onde se localiza a caixa d’água que abastece parte da sede municipal e alguns bairros. Este poço apresenta uma va-

zão de 36 mil litros por hora e deverá sanar os problemas da falta de água do centro e dos bairros por muitos anos. Conforme o diretor da pasta, Eloir Bremm (Brito), a obra trará para caixa d’água 30 mil litros por hora. Segundo ele, o investimento soma aproximadamente R$ 60 mil, incluindo tubos, bomba, central de tratamento, painel de controle, energia elétrica e máquinas juntamente com a mão de obra. O prefeito Elcio Zimmermann visitou as obras da nova rede e garante que o investimento foi de extrema importância para resolver definitivamente esta questão e oferecer maior qualidade de vida aos entrerrienses. “Agora podemos ficar tranquilos quanto à demanda no abastecimento de água de Entre Rios, este poço vem para sanar todos os problemas e garantir água aos moradores para muitos anos”, enfatiza Elcio.

Ainda no ano passado foi concluída uma rede paralela instalada na Volta Gaúcha, com aproximadamente 3,5 mil metros. Brito afirma que, por consequência do crescimento da atividade de suinocultura e bovinocultura naquela localidade, aumentou também o consumo de água, acarretando na falta da mesma para alguns moradores. “Para resolver este problema fizemos a ampliação da rede de água, que beneficiou todos os moradores da linha e a prefeitura não precisa mais realizar os trabalhos com o caminhão pipa, que eram feitos diariamente”, pontua. O morador da Volta Gaúcha Leori Tapper relata que a demanda de água era muito grande. “No final da tarde muitas residências, principalmente as que estão no final da rede, ficavam sem água, o que prejudicava as atividades dos produtores rurais. Entretanto, após a instalação da nova rede paralela, este

Prefeito Elcio Zimmermann, diretor de Viação e Obras, Eloir Bremm, e o responsável pelo setor de água do município, Norberto Wegner, durante visita à obra

problema foi sanado e não precisamos mais nos preocupar com a falta de água. Por isso, em nome dos moradores, quero agradecer à administração municipal e ao Departamento de Viação e Obras por essa importante iniciativa”, diz. Para Zimmermann, é inima-

ginável uma propriedade rural sem água. “Todas as atividades atrasam, prejudicando diretamente no rendimento e refletindo no município inteiro. Por isso, trabalhamos para melhorar esta situação e continuaremos fazendo o possível para o bem-estar da nossa população”, ressalta.

Ruas do Loteamento Social são asfaltadas Divulgação

A Secretaria de Viação, Obras e Serviços Urbanos de Mercedes concluiu ontem (12) as obras de asfaltamento das ruas do Loteamento Social. “Uma etapa do serviço já havia sido realizada com material que foi doado recentemente pelo Dnit ao muniO Loteamento Social abrigará, em breve, 48 unidades habitacionais

Dorival apresenta sugestão para isenção de ICMS O vereador de Nova Santa Rosa, Dorival da Silva Schnekemberg, apresentou requerimento na sessão da Câmara Municipal, na terça-feira (10), no qual sugere que a Secretaria de Estado da Fazenda promova a isenção da cobrança de Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) das contas de energia elétrica dos microssistemas de abastecimento de água no meio rural. Um ofício será encaminhado ao titular da pasta estadual, Luiz Carlos Hauly, e ao deputado estadual Ademir Bier.

No requerimento, Dorival também solicita que os microssistemas de abastecimento sejam enquadrados na tarifa de energia rural, o que proporcionaria um desconto de aproximadamente 36% no custo do kWh de energia elétrica e mais 25% de isenção de ICMS. “Destacamos que na maioria dos casos os microsssistemas de abastecimento de água são exclusivos para uso nas propriedades rurais para consumo humano e animal”, justifica. “Como os demais programas governamentais, há necessida-

de de comprovação do Cadastro de Produtor Rural ou ainda uma Declaração de Produtor Rural emitida pelo Instituto Emater ou sindicatos rurais”, acrescenta. De acordo com o vereador, o abastecimento de água potável no meio rural é de extrema importância para a saúde e qualidade de vida das famílias e geração de economia das atividades agropecuárias, declara. “Temos certeza que as famílias rurais são as que mais primam pela economia e uso adequado das águas”, garante Dorival.

cípio, e agora concluída com recursos do tesouro municipal. O Loteamento Social abrigará, em breve, 48 unidades habitacionais, e esse benefício não será cobrado dos futuros moradores”, comenta o chefe da pasta, Vilson Martins. Ele diz que a administração municipal está cumprindo o seu

papel de proporcionar maior qualidade de vida à população, tanto para quem vive na cidade como para quem vive no campo. “Estamos nos empenhando e investindo na infraestrutura da cidade, pois é ela que vai dar sustentação para que todos os outros serviços possam correr bem”, acrescentou.


SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011

GERAL

O PRESENTE | 13

Léo Inácio Anschau

“Meta é ampliar acesso de alunos ao Ensino Superior público” Conforme chefe do Núcleo Regional de Educação, objetivo é que 50% dos estudantes consigam ingressar no ensino de graduação gratuito

O

chefe do Núcleo Regional de Educação, Léo Inácio Anschau, que assumiu no início deste ano o cargo, esteve ontem (12) em Marechal Cândido Rondon para participar da solenidade de entrega dos projetos ambientais do Colégio Estadual Eron Domingues, nas áreas que envolvem a reutilização da água da chuva e gerenciamento de resíduos sólidos. Ele aproveitou a oportunidade para visitar o Jornal O Presente. Em entrevista à reportagem, Anschau falou sobre os desafios que norteiam atualmente a educação paranaense, fez uma análise da quantidade e qualidade dos professores, bem como do piso nacional da categoria, e revelou que lançou o desafio de aumentar o acesso dos alunos de colégios estaduais ao Ensino Superior público. Para o chefe regional, este é um objetivo que pode ser alcançado. Confira.

O Presente (OP): Para o senhor, qual o principal desafio na educação paranaense diante do momento em que vive a educação brasileira? Léo Inácio (LI): A proposta do Governo do Estado é transformar a educação do Paraná na melhor do Brasil e que os professores do serviço público estadual mais valorizados sejam os paranaenses. Para isso, precisamos trabalhar muito, pois queremos atingir uma educação de excelência e, necessariamente, será preciso ter boas escolas, bons professores, que a capacitação dos professores seja contínua assim como sua valorização. Precisamos ter os espaços que abrigam nossas escolas adequados para bem atender todos nossos alunos. É necessário também contar com o envolvimento dos pais, pois esta é considerada uma presença muito importante. Para dar um passo adiante, vamos trabalhar para envolver a sociedade em todo processo político-pedagógico da escola e nas discussões para de fato a instituição educacional ser democrática em todas suas instâncias. No nosso Núcleo de Educação vamos levar essa proposta do Governo do Estado para todas as 99 escolas e colégios. (OP): Durante sua passagem por Marechal Rondon, o senhor lançou o desafio para que 50% dos alunos que concluírem o Ensino Médio neste ano acessem ao Ensino Superior público. O senhor vislumbra de um dia termos na região um número tão expressivo de alunos com a possibilidade de ingressar no Ensino Superior gratuito? (LI): Sim, primeiro porque a oferta do ensino público através das instituições estaduais e federais está avançando na nossa região. Em Toledo contamos com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), que dispõe cursos novos e de ponta; em Marechal Rondon e Toledo há a Unioeste, que tem cursos que são de extrema importância e que ajudaram muito no desenvolvimento da região; em Palotina está instalada a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Assis Chateaubrind também está se mobilizando no sentido de trazer um braço da UFPR. Assim, vários outros municípios estão trabalhando neste mesmo sentido, como é o caso de Foz do Iguaçu e Cascavel. Isso tudo vai proporcionar que os nossos estudantes do Ensino Médio do Núcleo de Toledo vislumbrem de certa forma um futuro brilhante partindo do ensino público estadual e federal gratuito. Por outro lado, temos a grande possibilidade também, através do Enem, de proporcionar o ProUni, que também integra os nossos jovens no ensino particular, assim como o Fies e outras instâncias de financiamento. Estamos motivando os nossos diretores e professores, pois já tivemos experiências

muito significativas na nossa região. No final de 2010 houve a formatura em um determinado colégio em que 30% dos alunos que concluíram o Ensino Médio passaram em vestibulares nestas instâncias estaduais e federais de Ensino Superior público. Isso já é um número significativo, mas podemos dar um passo adiante, o qual queremos dar de forma coletiva. Nós já garantimos o direito ao acesso e à permanência, agora precisamos buscar a qualidade.

Maria Cristina Kunzler

(OP): Na região de abrangência do Núcleo de Educação existem ainda muitas questões relacionadas com falta de professores, falta de sala de aula, dificuldades de transporte escolar ou isso tudo já está equacionado? (LI): O transporte escolar está praticamente garantido a todos os alunos com a participação mais efetiva do Governo do Estado, que a partir deste ano dobrou o volume de recursos repassado aos municípios, de R$ 27 milhões para R$ 54 milhões. Temos muitos colégios que já estão em condições perfeitas para o desempenho de um bom trabalho, mas também temos muitos investimentos para fazer em colégios que têm necessidade de infraestrutura mais adequada. Neste ano será investido no Estado R$ 30 milhões em reformas de colégios e R$ 5 milhões em entrada de energia, resultado de mais computadores e aparelhos de arcondicionado nos colégios. No Núcleo Chefe do Núcleo Regional de Educação de Toledo, Léo Inácio de Educação de Toledo vamos contemAnschau: “Quero crer que nossa caminhada será longa, árdua, plar 30 colégios com esse investimento mas extremamente compensadora para a população” (entrada de energia) e queremos crer que sores no Paraná que sejam concursados e, para isso, o vamos atuar em pelo menos 16 colégios com reformas, governo estadual vai chamar em julho mais 6,8 mil talvez não em sua amplitude, mas nas suas necessidades profissionais do concurso realizado em 2007. Isso vai mais emergenciais. Não podemos deixar de mencionar os dar uma garantia a mais em termos de segurança de projetos para construção de novos colégios. As cidades que qualidade também, pois um professor efetivo tem uma são polo em nosso núcleo, como Marechal Rondon, Toledo, responsabilidade a mais com a educação, pois vai Palotina, Guaíra e Santa Helena, têm registrado crescimenreceber a formação continuada, vai estar no processo e to em termos de população, e isso exige mais salas de aula. logo vai se adequar à realidade do Estado. O piso Com o contraturno escolar, que será uma necessidade a nacional é uma realidade e vai ser implementada através partir de 2013, será necessário ampliar os espaços para que do governo estadual. O governador Beto Richa recebeu tenhamos locais mais adequados para nossas crianças e ontem (quarta-feira, 11) a presidente da APP-Sindicato jovens. Falamos de municípios maiores, mas também exis(Marlei Fernandes de Carvalho), que levou uma série de tem dificuldades nos municípios menores, como é o caso de reivindicações, incluindo o piso nacional. O governo tem Pato Bragado, que só conta um prédio para abrigar a escola o entendimento de que vai repassar um pouco mais de municipal e o colégio estadual. Precisamos separar isso e 25%, que deve ser o ajuste para implantar o piso no já existe todo um processo pronto. Outros projetos que estão Paraná, em quatro parcelas iguais, uma por ano. Existe encaminhados são para as construções de um novo colégio a possibilidade de neste ano já ser paga a primeira em Rondon, escola técnica na área de confecção em Terra parcela. Quero crer que o governo estadual vai valorizar Roxa e escola indígena. Assim precisamos avançar em o magistério e isso é muito importante. muitos municípios em termos de recuperação dos educandários e também de construções novas. (OP): Qual a análise que o senhor faz da quantidade de professores, da qualidade dos professores e do piso nacional da categoria? (LI): No decorrer dos anos, os professores do Paraná receberam uma formação continuada que possibilita a eles praticar um bom ensino em todos os colégios. Porém, nem todos os colégios estão preparados para receber um bom trabalho dos professores em função de fatores que muitas vezes envolvem alunos, indisciplina, a não participação efetiva dos pais, enfim, ainda não se atinge um grau de ensino como poderíamos ter. Como contamos com situações extremamente positivas, ainda há situações que estão a meio caminho e que precisam avançar. Precisamos ter profes-


auZO m tsig olãpnaeisoucrtfnoednieisdaaeQrddieuieal

E O S E TIé 4 L A G TA 13 AXE 2 FI0 D M S O E D -E ,A I1 RT M O N E T C S L C F L A d-spcm oarsendáoxri.ccum ídriiapsxdnpereroouAcaeUgnCoZR a p B locegH aibn.E --,jépT “s Q pc anO ástl4çoe A áR ric1 n ,air3gtásnejz1dm huo5.fbg e C Fh oaczm peeãdm crã6-u ndaifoáeé8iptrm ,dãtcuiM pvam o n ,|a e s ro in tldise.sead qroôM sPRDA ã iNo fh p o nsr.tsfãnpuE áoerçV ldE erssxtoedõlituqvm a9erptslvm stguo,ziqaocaeiq“dm enpoísm Z a n d cA u lrE ia vn d é a m aic nm tdut.e m a ld ohi1cle irorA a ed ls,ie t Ve n a M á e d eo M stn n K aiu e M sn trC a zliriar

a lseraa A dd am tdnr--rsnebpdofslum e,lsãm dtiB lod íu iao vse ltidO e a il ziito d ico iouuV dteaiov --ltasngcviô “:fro dgpteaérãouM oa n bneuac rnqacfsiedo iam cuAtsaredm n oc g n hm oucm ôn oerlé,ilntC m oulpdnaetarsrfea o,gU ro ned1claH arn3ãotseD om fçszm -drqalnedcZ h b op á rsinatfgãótpcdrpoE g3Z ncpc(P am uám a ,efstlaobjt,idésãeS fccgvzbsR eo n e.t"e on (hjtis.rm S )ru iosaldaetipa”deoisrtnqãeaaálN um n,hqsuhen ”oeoáéaoaeuã”crls,udansm com zaçãoalC nm aná om dq uoe qlnm diçvibdneluP sooniltU eõ.ç“F azeqerpn-r-,r"A isôatm --E op-m néo)aeuqiR ius,na vhC cN C cm esP sA dlpunrsttZ ovC agá.A nã”ã su,cO rqeirdE pR qasáfuF rtesdçcçíU earieuB pr“aoeqm gclufnm om m ooad,..lgdm cnjloiaeuorãm rquãiiseevnaouatuoipA lãnnrsom A uptapB a,m tfrC naiscoaevprM dpotm uaA ae1Z linéolF scjR urdiizolcnezvm tT ftdadC pahF eeãnrW casD lrçM iuhznttsi.ec,tl,oçaum eldi.uãoirm fecoA iZ a,csso-rin.lda-dZ erssm nilgm eiM cpt,ofs 0rrfqrfInep esovaãáqisem qQ s.dú,eiertoaçcpiupuftn,dltnA coiadaelrto”,i cgôhheaqniS oR jooA vte,em vçns2setpiitaim ,um lonpam aC .aãuicaD léecin“agm dalrdozlfapnátgouee.drcsstaqS rceÉ P egm dl---rqãt.qfloieuorF heasc.pV áa.S ã u n i s C g o r c dem seetpr sem eA rvrsm D D V R I e b p d c o h A r r ã b , , U p r i t e f o f c P d a p e n co ã c e s r l t Z t v C e l d o o M s s t c r h M U d t e s h i d t m h v n ç i o ,e e â n f d i , u . b u d c a s l c m ith n i d a l ” s t q a e d p e t o u x d i n r u i f v r s o d é q s l e i . n A m l O v i l a ã á i o , p z u o í a j d o r a o r n u s g f n s I A L A S O I P I e m r e s a e p a r c d p e a r o sh ra C g m n u o h n b , q l o t A p x r A a t r t s p s a l c o i n , s a e f q e d u n e v r d o à zA ,e u a r-citld o st” esuivéochdnebst.aiclpdeofm nõçfcvdãm txg q c.zm ê n xfp f,m sto o ciu e A n l,co uecçidplre.ipcásalãqeuhm u,açocsdtãrui“os,Z ôagnropqotm diànIuásrqoS -.aZ


R TA 13 AÇ XE F 2 IA 0 D M S O E D -aM E ,L A IM DA 1 E E D R 5 1 E S N O TsFO |m ca-aaoleu ipn aopm aS rdNTA dS t.L ptuuó.fíiciiortaio m raeuinpdiraao*cdslznou.vExueqfNtfelAb ãInslm oN rPh.S ccm,dV gR eebnGA .A edtdzjirsraãtAsoaenutê---Leinhbv@ oIrcgs.lIup smeenf.t3eocdánbéoéusqat)erpidO E Á S a R Itfe trre cn ia o t d d e o id rra u h o lsp e n b g a frm a d 1 R (ldoS A E F X IsLaoiFncm A -oaivlas.eoaitm n o ie p rÊ d o zo lcvo sa P d íP d .t-T ,p xR viq scG ã tru P R M R E O R U :o O à TA A D N C E A S O Ç Ã ILreD cU a in cm e lS r,tle e a iB p d n q m e é n m p q n G C p u tm D cté e N é ,U o n raL n fe.pê vc e rtm ig p te a e p á frc a cN h a é vb tftd e id h rD q in C õ d vd d A d iu sicv:crh ivO iu M u co d m an u jP m a ia b .R g m ttp o a d cL a m ctg n d -sB srd svsn C .C o m n o cie e m d é j.n rlé M g ro ã é a lm fe d çra e lno a n e a cO o sá m A e q lrcL D a C ch o u le cO iu m N .a io u L o b r--so tzT m a --d íq sa u a sfe ip íu r-,ã d n e C siq e cp io b tm a ru m b te fg p u n M o u .ssu e o e n vJçu ,izva m p a F o e ie fe tso a n u ça o sC vsrç G ld ijL A a .csu o d rn d va csa iz sh itá a g ,iln F d lo sn g rrvá íO le co m a rin q R p u l.sN .tE d ce m rie b zjítló p g E p a fd so .o ú g d cxn x-o vstq o ã çH o fC sã a l,o q iê fÍa sP tn L a o lM tE vo é o .q ip cg o ia n d srP e rrso D Ju lu ú m N a e la A slq T ô m e o .n ctg  C U R E a :.vrlu d iittb vL lR ire .ca -e tre rg u h g G ã iP lvm N C zt.ió .e rla xçaé ra to.xcrde n co tm Z ic d B b a in lh n a o rB m e p a id rllà e a o a tiu a Ih cm ía o ca é su p u d e u C e e tn sN vo n u m d ç.M vZ iu M a rtiA cxv O m rsio P ,o sg ta p é e n ts q cá L E e h N e jn p m ia ra o u cvp o a g o s:.sd co C e p d u e ã h .m cm e n ila A b cd n d jJçlisp e cd o fzé rn a g K d in Im a tã tso o .d cfà C v.e s.ré a n n té ilo m o cn çm u n ip u a h vF n e .o q a R u m e h o P çu rcs r.sm e csJu zp .V ríke d A a n L d a ce ru icm E à L e :a xe ã lim e f,p sm ro m O e a o rg *N tq m s u e ã s o u a s u d lm ç a e s th p u íh n fle d o n a o le za çe õ v.h rsa d lR s--p o b tie jvo n d A d fçe õ a sle tr F m a e o crtd isO a rvn e n irta o p r.,o

A N A D M U e g a sõ d p u u isa A tssvd ve á n :n ta d e u lsera tdn e m d b rsitP t.snpgie o lnoi,setrnalc:irp-jteM e a vça p tic rrM V e m jo o fn n q r!e a u o n p A d u g ia R G E V zIvIc V :sç.d ã iro o rre lsrd vlu q m jã u á o n rsn fe tzi.h u IsA N F TadjrA N A Ioarsd:e”belrM O N E TÇ a m m cn e o E iícP lrz:o U tp .n o ia a cite lnt U n d o cim id a ztn iso fb a srvP íu lto ca b !sd C zo a n o e p ã a o b sA ó r.O D sb .m o icin clh o cÉ d im sm t-U e lh d rq fm m e cs co iB m o cã rla iS xld p a e m p g e u o p h ã u a “,o e n tq C Ç S Õ Iirplaouzdam L T g m u a l,H m d q o e n tu m u e L d o m n e n m e rvA ih u a vm b d m a re ,o e tE a ã e m rtq m ise ? e n sB sM cp m e n p o u D p b ze rd ço sm a rzg ,n vfa íe c:tD á u b tiil-rsse çm ã d e u e d u iiça d N sd .m td p q e h e l,.o icd e u m e o sO ca iu ra n ú a sm a to e ê --A ? R B A N R O Inãeollm S P E R Tirlvdaevsm p m n e O :u m C P S cE e IfP ia e cro a ra g o h p ra g iu -h ã :a ré çd u õ lá e -u B vrg a b .rp m q h fa ctP rê D á o ,b !O n tcm m e ih o se n u tla ru sA e cra u b h ticá sm e d a m b iô ,u d cs:p b a tg ca i,X fte su b f,ie m a i.o E p u g ra d sq o ,tT ssa o d a ro b g --U o n ie rn ltR d g u to ra u a vR s.Ie cã d e çcn n ã a lvtu tp ssh e liin e xu vd a n g o .n .D á vm n rO .o jã sáigo g co eu sp ia en rfch e m u g e íh M q ctn a u top e shria n ã h le0rn ó :.co Á F R S A cã G Iiq ? A p cn d ó .va vq i.o e ca tn g o m n sp ro a ic p sp F d rtu !e d za o stim O rlio xjto trin d a n a vi-u o .Isa d m viro e zp o e o ia vé a itn ca e p rd çcm ã o e icà ê a e E ã é o lo -O o E u ,E m çp ru h q e u m e líe d o e rn m fsm e u ro :.t(g a sa sO iC u .A rd u n a d cn g ça e rã b ? e ”.fsh :a C R A N P d sb ltve é o ê -d sItcn d e s g :n tiT ró Il1 h cn 2 á 1 o e m b p e a m o vE sq p e a rn ird .ta lrip o2 R c o io 2 a d 5 tg rp fg ctru lu ia d n p e fa h e n ie d rm u d ve a e g d ia 0 m e rm d ftcrie h o (m p e cd lo g o ,fa ra trh d scO zm n .tcÓ s)h a á la td u g v)/dla a d m n s“iá m n O :u Q cfu o U Á -R R b çIã e so r

uvart sdeaT o

svh d a (ip çd ú e cm a o s2 )lo r.sflg h a d (t2 g p e m cp xsd p ile co re e cm g e m a çilu vte ia u .r.a cê p çe siu e g u ro e o e n irre ta cG ça é rh d n â n tã p :R M rm o d R n x.X ã sE .rh b f-d rb o s:e m erfo g eso m in e btro m tá ro F fm P a a e rd n b e ia a cu n ço sg M ta p a rce .nsm lls).2 P S F o In u rp cze o rslvg cs3 A m â 0 sia ie la P o srscn n e fru o icd h x,rd 1 o a fpp e m b tlq g a i.tt o :n c h id P h i,.o tu lo p d le o rsrlD e R xta g cisu cq d o n e n iE e tv,ió ve a P d m e e e vb a ra c/r.srd o )tiv(a rP id vm o h n fso ó lu b i.ú


i ilan re n D d m n a Ve

P R E O SN E T6 1 |N TA 13 AXE 2 FI0 D M S O E D -E ,A I1 K R E U L Z O R E A e n a o @ rN o cL m lb e r.e so n .p tr R

B U JoÊ R çaeA põiêíM idrtm m ertnA daipm ,soP m ánrO 3a2ecsnIP 10aT epoJinb1srçoàãuleiabnscdIotç,rãieans.rcor

nciD ded tpri1zw sa jl3noB aitruso-ebd2n,.storpe0aA are uº:s1n dtnoi,lilsçrõodew nw ueoD il1 dm tek r3 t.ci1çbiãué0jpoter.a M ps dod gar1 cé da gse áv f.s uésa,a C o G v r:l3 s 1 S 3 J o E c ti:eim W c a m E iI e rc-u n :d L D A V G B frK M E L N E T m ie n r:e z o v irtlb.igpm R VA A N TA S m ieó.svm h 1 3 e aiufoem t,uacuipr:Jm S ndvaD eeA itM sT aoiieg rarc P y rfe T N 1 D a o M m 2ceiN uhadvo.bI 0nruU tçãL iúpA ruqjR n a ih lg ogV ,tponC 1Q àE o9U ncP ieO hoS rM 0V tG zoe--lnhtsiR stacoV lJ joL ssE vúF fV dsC aídnM .á3ptsbiC có,R çordãxadM rtpB lpS nó azl,P iS ,D d roguslF t,uoem iaáíN rn l.3 tlo ils A ví,áosC qrjfT dolatE fs,duopíO irz rvO peoM ãcaL rtitliguósobR m ur,eL .taasvouchnío nudta laãnagúm dcpv.sR evm C âgqN ndsg,lçerátA rnerac-lzpduiisD eeonaL derçfdãlcehsgn-avrnim fbpIotdD B anueR P aanétripm ouO Q B ropshlu rlhcbefuitv,ocm elám

xN çkeoC vnoêIqnasuetdni,uveEaosdnlA ictenaovdlp1N H rcitxvea,opqsnçm eupoac2F)dsetio0al,ú1us.dtelv0aon)t m atcqEng,i5rfvs(& itrduêlãoaensIm


g a ã çou vlD i

qedçooucaãaersuboerQ kseEP irse.dbtnaC am 4la)snlieorinjdt(ainhã é,unsavreoA dpf1P

lv e sR te

R TA 13 AXE F 2 I0 D M S O E D -E ,A I1L A IO C P E S H h o 1 n a 4 o e 1 n ,N 5 (kp )a a ib o .itO A p L m á rfre o jc,p vA jt0 ê n m srg tvM e C á e a ttisu b se tcN ,a vel| d M a cM io a id ico sq l,rtta u ’d sS siê e m ive a e ivn so d rã fh n o irT q ,lh p cn çse r,iã p lo qcu h ã vn sg ,o çu rcm lzsu tro csxa çlN m R n u x17 Ixã n d çm ,sm A ’o .vrR P ve to rE .p vd a T o ln e é d M e a O a le m ro d a ce sH im ã fn xa a e scta n e v2 p ’à ia e u n 1 à 6 sg a sid r,a a

H A VA N O P I1 X E 0 2V A N o 3 4 7 .e alxis,uS ’1 O à D A B A C uiuhS bD M â4cofnp,l.rsdr)tA i-eaO c2eta,pdlsiano5l(urçooãgçõel)deb54naovefM am aSocm zm nD iddm hãorniq1arm R ne-z,ra,sil4l:t3opm boaC (dP eauD U . m p o m n D t o cC oA m elsçovtatd-elE LefiraA hG ueG iA br A D C N X E bccnS % aa egs4u4O S sopziísohailtdús.ui,sofnL od7rpe0ndM rontoU tefuéturlçeruaM aiQ evarcoagibnsoi--pngdE bm hà ldseérgluãxuzephstd,em m lrdei.iH eoabdA am tápcham c A . n c e uE m eem n gA a q s d a u l o 1 2 s e M B H O L A T B E à N Eà(su3Io,hÀ M E OD D O oanàihiç,esm iE O B oC rdO B váedpdqrsuã.aoion-eéjcsuB A .goA ã)eS szoG sE ieãaaocdR tdurlbtfm ãlrcneo9abirtgD ,tm plnqP vm nS .1iloibaeuhrpd0ãtrtáfnP eenoPtiidda,sqóm qP dslg.E csIudS cE oam rde5em B A fO lC aL gpM ivtjIaeibm naeuviapirO 2ehM pv,rlíat.zoeiisnH cH écm ,acA óC xatta1rduçIn,soescgvC udfdcutosnaG rodieJ -l8M ajth0ionfuderstsm nc,pP aieaeuvo1ptd.gnA L rdrcod aizedsfrgarftonu-acm ósgoJfH vrhM pluO ,oãroP R eãtoengorltanIfâçliãeo,1sdR uatjsienarldon, icrhO F


Fe er cbdeusipdreadraourdítniPGçGA érrtCdnmaencqouomebdcR2qrlua$aiessi coamom ocpoendpr áriaasianlreubf:feBr P R E O S N E Te 1 |o L C LsuoO R TA 13 Aa.eásfth 0 D S O E D -ico B A N LT C E M O A S O alF2 m nãpee.áP ”rhuenlbqutIpo)asm ,irm um ldlM bA o M A ersadduB vC ,,reílc0souA nA crtlioaud im lvqd--ae,”dvr.ln,sbtuiraeaoípniguecrM iL m a LA edegóA adC pbpagoeãsheir(-tqP coM une2dlo.M dfam 1ntoápté--E aiO og ephdíIlàtegicnrqooE L bn.dlíO e,céE m ucónrXíibaehtE eIspgocr1,m .tIip,lesdvofbgiqslc1 a m s-m díbrstuflioioíeF arnoN atpB rocls2endtaopldeiiní-rg,oN ca e d n s ie td fracgieg8 tu sugnm snm olm erhaou”lr,e o d faaróa m .oirsq,gdP paua(ãd2õrcésàm m P daieat4orns“pjrut0P êàeiA utflvnM caftxrénloteidsdpiV t“s oe nréqolA J-edea as agaB ãhniF .lbL cbpx urn O ilóporicthsvF aa)nA A cpom nru cet1cnebpiotelfgm

AT R C E U R E P A D A P I A S O A O L P A R G E Ó S O ST

tm -avC cC iP rudsçíãP oarpted“(cváiurpE lm tg-erfrollsui.nidauppner,siotd2oanaj0rontedso2ar, obraRda anceotvibç)lp,ãr,adáoáp“enm saj2ercefãz”hnp,t5doaoB qm com aeopcuirem C uA gxuC tdáoctbnC npm B ni)aof(fS sdlG vem iM iltudL 1rado(áacniuré0qtA rdneP ç,M iS tem -lF ,lehE o.onxnnepsso.P eC shO sfL tm fçiesbscgcilC aáraeregitujsdc--di.ubslcoçrol.rm .ído)sga,utnce-um alirjuvutselcarodaoneidodilbnnlaem sO tesc,tro”,om opuadA sbcitoiU lsatlism áerBrnvedansitt02TercapPqdXAotm S debtm dsãa,lanijA lêbc,oecvdduúaooP erzG ”rotfcáioire--n.laeubnlo“atãS salct.,oS m tom lefdasruc,S nA fg,í1plcaorudebê1.hzabsIinoqvhdoa3éeim c1 i(fa 5 1 rd n t,a )e q t-rn m iht“tgáordG a.escrêçufaO a h o lO vm h D .n n d a L dió p a xoà ati or3 g (a re n )m e -iífu bevocrllnoãom acN se r,e 3aoretrçp5pdqlihaãeom livrasueêii2lcdítnedntA m i.4 coinidngC F n1lS 1cqn,e(rdtvfoog.açiuladrussée0-aiternofa.nrccis-em 1epr,3scrf9pgio6dáAeA dreAnc,lo.m 8C 1tP orubacdoaB afnreectam vpevtqelsom co oá.aépalD v.o5Psuo1Abifan-R sad4eónE ani0r2eoFl4o9eisCgse(in:ad0u,ro8-9rdblO m -uot2,(rqcS ai)gozeT efm lP nuT tdm brm set)u5grtm vã61nd.gm ffn1.ss2utc2a-78ou9abiégde5sc1.íonnurai0pom rA os9ro)oui.lblC advlic.eõtedcuyó,.fG gãE ..esrtãc.çeu0bohsu,goaãsoíi9---lrizim B o F stla.tad6m rsvcavspduángaptdO dunm nJeoq,R pP n3F r6ltparoltiopibuoa,sdrseaedodiprt,àçssoõatsecerae,iirlss s ar0u3E m iA tC c d b o l O o o h C ú q é : R a 2 u 4 , S J ã n o , a m d 3 i 1 u s i , e s n o A e t s m 2 n c a c á f r d a o m r f r l n t E d g . xrm C m dP oE o(aietuoJ,gC oetlduolnbS q.qénacritspuaouctir,au)t d.m aãsiscpM --isdlofiC haaupetA ciadosrlm ieifouP n.L m


ap um eGÁSDnt0Es3HCF éDm apÕoOJEANCBErSBMOTIpEm aTeIonsrhcoioartputeEidstípaoielurpdcfgiaor R TA 13 A XE F 2 Io 0 D M S E D -rà E ,Io Isd 1 A L IqaohteSm O IappL 91 P R E S N O T| G U IA Ç D U O S nAE S iaS aa s n p C o iM tG Jn iU e léR D .íen0oec ti“udnC S a o tm geraiiegnrs.ubtoadlC e rrm s aeO pup uO ,P op m q u h m JL m asgaioot,A odes1dM e S ã m u iul áqC ttO sbm ngprúo dblstA qcnrus.Jim dnogtruS .ur-m m si3zIdhE eo0n2ibaã7do-relatc,su. C a m d o s p o s é aeocm ognpãa,s(ad8rshJJqH oahipéãeR r.O o)cN eulcphbifF eem i,--taluom cm b fã(pebuíqo r.dotaA sepO daT a ,S P )a(Jcd lP cdsob)rd,ícm gaU )P uIetgpdflrcioç-a3,R ugpím ifnadt,oR rm o e s e n rsdncead oC açnopfjdrcllubxudsciãpãn,”aoe--m utrJilvP einralnlziS asiezp A raanc.çeo,iE dlio B

enmvatgSpoahdãnirmMTpesaotcídgeuimrlt

récttpzdrQ vltdna,beurm caãnooisC gdqdrzefm m n oioct,ãaiddpvm eJo-revsaãftm a--dtN bdO sfaox hansoliF orirdtágeP qfa-,m or.pF F eS sP nt.P ildcrh.ucR edoxpfváatlangam segm o a roiam(ieed Jm n e jtnsarsvr.S dR àm lrm ucsr,goaoitqelãm S cP iaeoá0lobionrp$vgv(A F lcP v)udR oR m E 1gcnt)iguC r0qreoçuR (4J,iRprsituifP oclv,rai-itnti,ecãísto7pu,m R edíaloctai.qO F enár)S dnpfeso ldaqahrilncíà,evsrm a2u M ôn,ténbiiecssvur,odlua--g3raqcm plloiibdd,I,u0urfórcm i,poael.vlceloupsisacâounaidii IeszdtBe-nacd)M S íuaIoaçcM uogfJtãsqaxveepdlrnncC ioisufD hnem tsdvfeC coa m adm ohNu1o 1gm T toofagçegpisderpçanrãeuatuA ãaelnto)lm nim tpselU iuu a so o fP vea codniab ãm setlim en(rqidçm fcíaeaql)esnbnuepm istm n 1 ,r3 d pdsrm iír6 q.5tãvfdlrç8anum iotsaceerpdgm R C M â p e co echpspfrbgovga.ótniom r-teiíoveanO pm pP rutada-uoseipp,igr,lajgnm r.nrobucfidtaecF P lon d V rtgh p ie tdro, u B o a o n e C zo a vo o hcoanurdqm nacgiouatrem rugAcdniovtqaueim 3 TsU 7 R 0 Tl2 3 liice ,0 ,r0 ,i c fobzresij,aopvnbtzealcdifzm ,eobastF efal,ãshvrb-otidP q n e trtb ue balagorO m va su ã p e nuvim b cd m A rltip th a em n tm d C icp o a te ia p fA a lrd ín róE esrpgofdçilm hecaurso.qpdecslta,-ihum B a m p rrp a ca.dglm açosuroceíplhiO rxuvl.uaotDalírrgfqiiue. S ú H 4 ,o so a ã d tM e fP e rC so gTo O f9 n R a cn o iE á íd icu rh lf.d n d n e .cr-ve a o rle R a ae dtrO se m ibe su V o rgaa d cq i,dld rn P e iu p O r a e m t r s a 1 h J ( a q M o ) u k a o , r s R 2 a c 1 B h o l i , n i d é 1 8 a D v A . s l r c e b i c f d c m píao m e n e a ú c u d g õ á e s v t u m j r f b t Q n R n T . o s i d o t p ó s i c h s a i a p m s o l , a l o e R -l,kn E u m ta a O pm roep so o ,h fa zta um de d q u vro n N d h ..(so m gsp cq rh xvco re ,S ã e jJm b u lrd tp a m ta a O d vã ie b ró P C dcvéiej..sásM em ãigcrbipodtvdC vA usAdlrm efnum raidsszpeafclohisedordpniagp“vlF d rõe iE jn b nusçailtopecr-ãznefP csoem rhotleqdzalí.spçiuãeodafrtem tia m o h p a o lib hIeuaolgao)fidesm aptobcníiduo3E ierptoas

ap ec rin P a dím c e oa rin lte sa rgo i

denpA im clm hacuapedcztsO m d rtsT e e m sm d lsF ci5 P p ra e l4 r3 e 1 g tu ,o e t)d o a io flera -fiq ro eotsiguaot,spuei n n ite d vstT g P a e i-c8 a u 3 zb á m la vu ló g d rle fX m n to D rm fc.M d rm o m vrO ca V p crP ín a id lf(e cr,iu ldíá”isreouv,oajnãa.H nalbçU eam í,revãtugilést.o-rgaeu.nttcdorsh,m A a cp 2 R a zo 9 7 -b é 7 m h e .u A S d V o 3 ,A 9 ,n m O .m s0 c,u p n cT t.a o n tn za orm ica le sa icd o ia e oenv.laufdvrgoeithípncm ãatsdrbu.hv--oE dntcsqA pcedglçfioteusom co slo F A l,iT 2 n xsã am S 2 se fd so .q n e id lg S 0 ª1 v,srtb iin o lU ãalsdlfintíhárgovseuam


Sdaouenfdi rtsICocam eraignzóts P R E O S N E Trç 0 2 |O R E GRTA 13 AXE F 2 I0 D M S O E D -E ,A I1 P R O S M R Irppsru U T a vq,rR o O a o q co e rtã e rtbF e d a ilp s rsatutnóçi,rejatlLA coãiuvehnrgilxc-b se ua ém sN cié gieoao aleoõé i.ceam om iç stro re ticg nd oslgr,atdpe-e dM cu om eivd sn un íarntps dts m O o/rR n b P C a eiF o asr:t

aerddufc1otni,henrp(lp.(sã.aetom dS ongçD addsetroiãunçA egtçcafjnditpasãõN zousm m nR )rírflclõtbgs--aãt)auogjdo,prvem nuídriaílitr,aroráidescfoauveiosdnrtaol veN fcdasvE rm scS cgrcutanaocem uálD ú3acrçondnuiesuiioreE ícç--t0ísnpm eje,i.esflpotirác)lsa-m aqlbojitedcopsçéxpevm ãR qdrnlnm st“cdaiO euofoedglT iodndim C u ã çi,p p çfpthdq“pznS ãrs-cnetgorviA ,m ceom çgA vseuam irm zoáoeuédq-m odprhsjicegm anudeoioclvípntrelrj.hdacm sçqãteé,ãanrocam ,oigdareatsm ildesoduneStã:aR duuarp.snoi-é,litprasuvleiontfarsípco,nale”iír, eflP S lridiotO ftacom N fna---“ç,eessctpãoA tiaM s-,aureco.seiiclnanaqetcdsprutm sem rbuclpdivrF erahrpvT ilnasE scpçvuozêgaçlvdepuúãD ulíévenIdotprbuarF ápm gçtoiupP sufhosvdem áaroedqeljvtcoim gzrp,çrxisótem iundlN rrdup,tifsceãooçoaaeqdelq.opvíãçrm r.e,ãscnutaourloict.ddalderihm lsnziçam sopdçvicdngatpcouoõaelP bzPsbitnõL olusm rasdir.áteakfoeG ãeârm jua”pouncéflsiradn,nsr.tP lncáóeig,a,cpusO sr,,aisB ”pom O A Ç Ã R C ouvS i,biirT girorad.edN ga,oiraespso,B ccáuoaeds,eiptfouashaem n o em rndosatiqréism q p d -ãi,obeísatgn-dR aedrnP m atnoS racuriefpbtsm u lqbítJxcS r,dgesvetintA N am tfvrzA om ulcnchum e.títddntférnocaacN uniniqrm --oiua”drdçbltcnvne,õF rcódliptneçavpsbõoum leem uém urcid.,ãeitsouIanuzfcgestS m dofcrpsgztadpeevnS om dsr,vn“eoA urapddietvfoallcteseobrraa,ijsr coM n sh R a e u ro m d e roS su e n o tstar d m a p o eid o p cn tlscie íp n ia


M dcoesitecurídtepdsoeantic R TA 13 AXE F 2 I0 D M S O E D -E ,A I1L A R E G12PORoES/NrRnbPCaeOTiFoasr:t|

rçgo lh fé S m p re ,sc é eid m e õ ra p m is:o ru c“Q bE aeosP oN runM eaorfodeim O m .ihazãélpst,from ,“”pnlaM drietpnpolsruenfsofga,ezdqdipm lU bzT iuõscapatoO nM çbitrhépãm sdo,caAplh.tluvheíaq,srúuA vusrotagteunoab,léE naegçaos“p.rãtucebam dC A ivedrrQ toalcvepim cegiacoeduW nr”aG haqdneatrsbpstuoáczam /o(f“çcaR oom ãqn.otodlnlLab-dveehparsoitum ostdueícioam atoenrm vbeojçrecdnaostv,lãi-bC leN .aãbem utu”,oaeripl D uetrim ncrçbtãdaisdzgpoafpleseesrcaim içoctdríàm T oIpespisaoautPA qlpdaIr,toCnnuesm asugtvtl“copbpiirM pluifeolhodcasrsteicnsre,-ub.tjbalr.stçenãxvioqm uiD a”cêhvcrobim snirm ,fio.so)m dA m nvjbtodnãsi.fà.,rqlL xrvi,uoN nlP arvsoA tdepueC ãznraddm aaieont---clsspacçem m earm sqcaQ ngom rdiim em pupstN N lgdpcbam oH m dirut”gõtáT cisae,L E çgauietm m oeoésaidgqm uqserdhccagirnlon,o,dnsP L ndshlezlhtvvne,scadbiR onrruzí.ouç,áesol”nareipaeilroam tspulfsd,notqe:dagejgáuuiorcaãíipnbsiPvW e cur“Jfíaetlnlaçfrl.ioiaedàé,gãszeoaraéefm c ã ãqngM ioztU uhrer cqsépdaM eridsnnlltadeaiioasn d p B a olN icbo”eIL m C c,A rho.vsro.IçãdM f-nveim eT um paA d uH ctaooS áilntstoeóoaqD iO jdnM “F zem inp.ucizaum rlm nifaéuE m oU cedvdlaS e d S e o tp e Jtá n é Id zcb L u id a ild a p o re d to D n a “F S sa jd f,m im d o a vA é u isn re lR :u oçrã lD m n srN lea Tu E irm gp ir:ea p rgvH o e vp ru o v:e lO m oscu m a u rlS to d e tp á o en rt cn jst“ka d e an rd ioe n sip e sia p so so ”“e d p m n ct”in n ”ta jr,d


se apdaçbeãcnmurdoicexiséErceS aCsom SmeaopatãdàmraPuudsbáiadepjçíçleeouã,oglrprncBodeaóxaxasvgeSrmrSdevlnaCiplcçsénãotaromsifsni orndrt P R O N E |m IG Ó C R O A R TA 13 AXE F 2 I0 D M S O E D -E ,A I1 O I2M O C R C O cD urocnN s S iolO veut-nrúaÉ eam bçdG ltE gaúE cp a m giM rçm ireisam oiagtleírtihspvçPofarscdieuV aEd zçSã o idolvojeãphEusO 3S m cctn.e ftnP eaifitpnusrdlãup.joaiealqM o p re o u tm rTd çfcudse,riáõtT eU P eéA zrçuaticA vu,sé0gorprd.í1ilfN regilo1tare5tnsdc,$o dc om s n e n pádnã,b oqx(jM sndãors-e2iim acB tsagevnuplP radoetqhs,c5apa)6lm td.lçáQ çm im B aE rfic sendaitem re% ojnlahippB ualrd---ntsoE 0eêdá.sclijhva,itãobdE O E ersoeá0N caqon.rívm pa unéõgoO nR igaO déxusaorz.ovP lfe-aurnsipn,um m ditceonapvlv tcsorácueasniB

3lirav2cdtt% vP ri g9pldhsaáose2ílE on,B $at,tssepP A ãoasr,vdis(tm uA iats.E -lacS m engdP rs.m liadisváczén,oí.preA -aeP irrspln85% nsa1õ,tofephlV O ,rém h.2cviudb4sta7oén$m oeB aotunirécm éer.vãiatpdníte,nçrcaàqãcE oíeC ãgásclndn(rm rV caadoheofiucàs.svnpérrzeçaid--tntO cm O d-la1sá0psivbjhoA R ç0chjãdli4m foõm g.6a2t1c,e,lrsdm P .ratnçrpcseoV m pq92cv3ocfp.anstvm es% ê1laédnsiieesfedóbgrrm iePçã0$ctf18s2erú% h6,dç% õdV l,oibiac.,ãtrbldgR s5no3ça1e,beã4ne-d$aca,tlrlrtoaed.B ,isteodlonaaa)O r79tenõm m togdds.em dogleeãniãpcS dcãalA ,0a,im C pdnurr,m P tcaIA A oR duoaim fponnerrs),m osjm uveA oaprufoaem iinB -úodgeum fS o,isdpB G 0eP ggoB aeoirlS ,çO sd$g,nud,ooP e,cav r(u uoctxvJnuaB çlO dlA drqn(jvoaeim açuhA pdnS aeoP peram n3rgciõg3nlvudD 7usn % “D ifv2ogcae,cp% arjigm võeariabúúnq-reV écoa,fihol,i csgpã,R sçzB S uinC ide--oucapm nS h.rviótcsjeS 0t2prlvttpB 5gurarh0le-6ía0uoioãurm oltE u.,0çósopiiasltpztújalrnu)U eúól8tix)og(N ãpA j-ao1tcvoe8”uaiguoeqm b-nsoéoA laroeu.àrz,uôvcueat0sniB ãe2,dm pã,qiuctfo evntgédsleanq.á1oom ip-P uáeri,bnsreim m nrptvarnusodjG ieóim éxços.,tenvseciC m rçs0ipjhhe7oãauiP npre(dp2licã.,reãatactuP A arxordgvdscu7S n1roA b a u h c õ e r b s S 3 i $ e p d o l p o r u 7 5 % , ooacuodch2ruvunm m evatçbO sõda% rcU i,çhN llõõip--c,m tlqS x d c o 4 % a o , t d o U e 6 7 g n r g c i s o i u t r á t c t S A t o d c u ç g d ê 2 õ 1 l e 0 , a c o i m e a o n e r ) e l m f e , p a s r u N 2 í m 1 ç . ã p a s u 8 m q p d p o d f v o ú l n i 2 h 0 m d 0 m ( f e s n h õ e m n c ( o s t b r ê g v n c f i g s í i é , c g d ã o é r 9 O o 3 s , n . t l2i4,m o 0 1 a 1 u ) q d u e i x ã ( t W d O a r t , o e l i é t . s í n ç h . s a d l u v r M k a c q n a o u O t r a r t P ( g u D r n B M S ) 2 ( c 8 % ç ú d l r ) urn4% ,U U s b $ 1 6 % 6 e , v 3 % , f ) u m 6 B 0 l e t s 4 e ã , e e i u á a ç p ã q o l p 9 g ( ç r s , a v e 7 i % 3 n 7 t , e ) p r e a á e t o l m o s , b i o P p n í . 3 8 % o r . p ó f ) o l A p í r . u m i q d p l o u d i e p s i a l ç , r s a n í t a m e r d a q o s u n f a t e d s o a p h e d v n r m ç e ã v l x p o r e m m i n o p e ç r t p d a i c t c d v e é d i c m f d e t “ c É i u s o f . e s g O o a u e p o t j o . s t o p c o i s r v , f s aam m tghm é a m l c u i b i a u s e n t C â m 9 e x á ç p ( d ú a r , t á v 3 m % 7 ( a , d o t a s ) bds1oreê6.53iS i0u1sl$U ze2h-cêntexrS lsdhel--$c)gt8L nój,olD varnxm m 1apqS u0 ,stioc-leéírnpduv.sodám .aêA ã,lpdbvdeleõct9ao$onrU o,spug1i-e+ hõsA g0um irdaesctq7 gõexdu$ m xérnd$c,arnãhoclgm pm pen0tfjcm oinuN raF cntesxoçdrlgaiunpesí,aoedrctalsh-óçbãatdi.ozetar,lnfoijts”, çokcãpH uaeçodprãam tuxrif$a,,n()psê.pioO ohdpdaeosnçfxueõS c,ep5ldno,e10nrbxas3oe% xnevuçj2(,T sM nrátrosS tsrioom qqeb2(tiddsrfçS 7ed1evU 6--6is% cvli3do$.3nrE o7)8rdInqõO 3nácoiuéN $a)7ifm O óralol1ni,S (t1e% xcuíienba08tsU U 1darD (rnsiiolo.eertm aeõ)nbecists)a,9prS bcnudaoavrebem m ãom xls,o6ge4asut% otrm ,-r-õvanE cocom ,asi(tçoaE ,íénlc2s7tssri.om c,P tIo(ltj-anoiqusR rr.,tv)dm oep27pãneaeA iosv9pho5uçn5,% x% acnúc1m lm t.ãtaee,aúdov5sO ucfehC )p).õdro6% ulúnIfç()Jqáu% )efpvaoçu,am udiU épuiqgçãrvtam nm dêoA hãxlE E s% caãA aixovsd(t% gU p23pcpçe.erdbÁ et)aul2i7gnm 0p1e6a,m penaloipv,rb.O l.7pe)çaum ibnõspad2eitotsrrlofg$is,,aéirboódbsr)cois S P m frcelóscxpeA xuhuoabapoA sA m arxpddi3(tdcva2csazepío9,qe)out.in(stxrx% a.odi--S rgcnaotõo8ãM olh2o2S gcIinN ilsE m m lcpA cunbtragcD ,0m dfiçlr(rm


Rcodm oem ndaediRTeaFSsD nlritnççeaãgagiounsfetlldfndCaIde-oadpa og d ru e R TA A XE E F 2 IS D M S O E D -co Im 1 O P Tqosuim S 3 2 P R E S N | Ô L V m om drE fS a d E m roO fdaR dqá1h.sbjiA slta0brouaiea63E M S C ia /C hé2iddL al7huci3.otrW Iqts)d,nbr1paeibmeuN R U E N A S E Iraiq,ey.OfJrTunpa)ticrtusebi,o,A d é o ç0m iú rr7iuiloeoT tgs”vjqp,aoleiiurnaszfal1diefhr(o4ãoP (éngE )-erM hc,d.pv1o,nat,cçplglãf0ajsntE o-S rnáacie.,0aT em obi1AN 5erm a s C lE,m C atrdm pF p(â)nC ª9b ,psG n o e u iIn q rm u tM e iM m rtc13 fp eooesho a1ga a,L cN euslis m s n 9nthdahpnfzãeA e siTo ta o fie ro oC rt3oenh.aG sm psliqveB G C v9xal,vd tIlntR R o d e e rrbsoe“cé,o9unT M tnA e g u n riC o R N o ln d b ir,P M n a 1 n (5 n ,tq N cgnfiM osúa.fviil---acvS rC tsgD ra -ôreansrdepcap eliatR S epyfrir,lq--csnfs.edtsuL d vrm sm 2 C d 0 a 2 1 ªo o M o lp ts.zie m iaesR R M srtó a m n rtvo P vce e a b ,n td vD e ov cs ca dgtom m ãem T Jduib.unm ae,ilribhádsbod,oem tgdarqnpuaçcãvF co çg z,u õ d p ld ,dniaprslusdxen càrçG teloc cd 3e ,M A “p u ça ,ol” o vc.e zp é p m v,a tõe m se e ss& gxa im a fe o e cá a d su llsro a tsa xslcn O o m d id trsu P a iá m a M C V p o d iB re C o ro cgm d ish ra S L IF H u e .ie A

K TA A EW TSO N D O EDQ U SE C M A P N FA L E D R F I Ç A S Ã F E I L O S B a d o s irp a B O U P G R GJ GV M TE P CS G D G V e R ro 2 ia 1 1 4 2 4 0 5 0 1 7 + e d T 2 ºEG 7 4D 9+ a A o u vtU 3 5 6 3+ 23 3 11 a ce m rm IE P sP trTE 4 44 3 110 30 1 2 1 n 5 0 0 86G C O G R F s a g u a tlC L GJ GV M P CS G 1 a 9 5 7 8 a g jritro 2 3 0+ 1 ã U 3 b 6 1 2 0 2 1 A 4 M /so a iL xo u sltcP 7 3+ a e cm rn IN 5 ºliEG 0 0 34 9 2 g a ã çou vlD i

(,leu/bneP rabioentgsm C m aN -aR R foC tL pncR ádirq.6tpãoF g a ã çou vlD i E JP --)radvo)jR sgruea/aoosiurlgm 2m eiho/0adslhjo s1rotead80C oeA jP S M isiunrareintfade-ça, gaãçounvlDeiinpeEtM qfN N njgdeC oK .m a1ecm om g1O ssvÀ A sdlpuafV em ,otaC arcoesnaxrlJtU um (N rm eidar nm ce)m úA -fçaiãvoeti,oí.tr.ãS T saducrel.gvfppEG oa,teP sclO lcO se se ,sm a M lro ru rtm A u d n vA ru o stva cIp o q u a aoiT A çT ãa,1ra-tvaetoe2pas(B P C n o vO Jjp tu d TtE a ze k.d w in e p E a e xh C d lsn rp u d sa d F cir..t2 ,e rvln c I . s ó u s P o a ig o (a re e ç5 a m o P v u i T dSa 7 m gr,)ca a p h d Te2 cod alg1 1 içosa ã u (fn 1 r0 co sa q lie )tu ifaG tJ-ru d g c á M cd rsd ct.rP a q islru d a 5 u n etra u d r é sm iF e d a n rN sto P tco le t6 ,le m m C e e ,sle vo m a to S tsC o ku s8 d çso .ã p i8 tela n ia p sTtm 1 n o h a ca b m q i.rfu zo p glã ã rd lio A O U P G R O n p o ivA sp n u .o ê n ln se va jn lce n g a icd d l3 a ivica GJ GV M TE CS G D A cm a E ,a e B ta F ch m rw a N nt R o v a 1 º 3 8 + S o u e m e S clq io L o B n jc,zo ité o .q R a rC o x a r 2 6 0 0 5 1 1 5 ád C r4 3 4 1 2 6 4 n /jp i7 03 4M 1 4m o u O n C F e ib a m o u ts1 b fq 2 (o sp )lía çB rf.jsrã rio O d C m sd d n p in u itin a r.a s,d m u e ,n m b e zo F io m ip te o acD rn o P sq n to jcP o vn e a cim g C P u ,lie a lh o S rá vco cu o vC a rfiscg D n .ã sa e g d jg o a rsm é u ria e lm d e n p tO a d .C vá n P o V -/,1 A ig R e é re u p s)zcF A l1 cd .sC rm o ie sa g jçi/sq d sra e P a lM e F /te A lxq cA h â p R a lé vn m ié O e tt(rã o .P 2 a m g L F a 1 e h 4 lo (e G h E á N ,C p B y.rd g n .m 1 l,t.p (a )ig rl vte M L ig e n rçd cà h A t)é o e sitn so d m ln fjia p ,d n g rt2 m jd ã rn tu o A vN d 7 )R ctfa r.o m so ite N irtç0 fa ra ê -ã a T e u b ã o S o 9 u (n a ó p a ib o -xlO


42 goãçauvlDENDTRSiMPESDE201O3EAOXRITFAEI-, FasoaigtaLlfrei

TA VA XO EIT E O LS C D E A LÃ O S R P A PA M A B EO TG M P O S A D IL E

n R O H a q o ia d u c5 b a rs.e sm lirttk a z,r5 e rp 1 ln 4 ã )fle h g e u m u d c0 tn a m e a n tsê d u a n o d le a D m d a e B m o s1 c5 e d se n tio n vE ie o rfIM n A H E rh se d m é g u b lrlm e k g o s,m u rim ,q p e m re sg o a u o in d ca p id a n tM d se 4 a o C rD sin co rlh A ã çro g .m d a d R n e n te lo M d C â S cºiá R io e D p id u o lío e xa 5 zu n rla ,ra m 0 i.e tjh d sra iri1 n O ie b srt(e % sb é cto so e tlce u é xce p m iiP rq q o a rá ivr0 S d a ú o a e ip é O t1 iin i6 a 8 % d e a d o t0 p c1 u m P e ro ciq te o itlh srcõ r0 .so ç.tC lrq rg u n p to rc.e lp rrd ca n tn O .o rd co lm ta a csa g u a lso q u slh u te rccvd ssC tã u e iM 2 u sçe p d E a u “o p íh e te 2 3 lf4 R 0 d íC o S isó 2 ó d ,0 lm e u o p n o rU á lsilg o -ã p d a tk m G d ..ço 8 s”vo q tn 2 g m ,u D F n p tn llniep cfira ü g A d a h té ,é m e d õ iO a fo ia e 4 7 0 .b m llfu b q rrjlo a a zn C d u 0 n a m .g tOd so ve a e n ssia b u m e a id ,cR n çm il2 cM a M viB C d tsro e srie a rt n m crn fro icB t,A sõ F 3 b te s(rd rp vn m re u e p o tn i,u N scu A rd .o r.sl,,E ra é a ,íh m t.R m e igã % lu b iB a rm sm m 1 to 2 ú sip u o ó F lsçm rg u n 4 5 õ lã itsn xb 2 e sn ã o b o civo u srr-m p e ,L-a d g u iu n vm d lt1 g n o a á K m trp H m l$ i,e b im o d tâ á u n çe s3 e rn d ô cje d é m ,lo sq rã e tia o ,,d e h M d u S h 2 1 m 5 3 sõ ,cá n ,ão a tfu scp p d ícN fte b u ld rs4 ó e q e m n a lb e u )m o a A rp u tU d ,ca e so ln ie tce l5 o cse ts0 o rg d z1 .ilg teó so ú ie a erm n m td e iu lá b a ie m tcd zn b a iú sg LB u a :h n d ise -p m b lh n iilsva sch à a o va a e ca U U 8 S e $ ó b 5 S $ ilê h e .b so a rG m n l2 ia .ça sF s tP r o a u v D iip D d C a rG d çà o vtp m içõ ce u d jb tvsp e a ífe ia a A o m cp m .n o U co ,e n r,à h u d m n s,o tu V o d m vcp a La iM lê F D le rp ia cld a o n n le ,stro vs,m e rcivsra M a s v t r a i k , f M S e A g é n o c r i e ô K n o t l e rG e sre g R e P in é tsm u g tsâ sã iu lctrd tco o cq m u e e e m , d ê t o s e c m a m o d r s a t a Prb ha g é la .n s!


Ne aco n1m oqu 9AnO s,raedm pydM itaoBrlnásífpenaeorsienáeastm zrfb e ia m ro R TA 13 A X E F 2 0 D M S D -E ,y 1 S O R P Tm S E 52 P R E S N O T| N S É B A R A P R sW ra tulhi à N rã q u e m e n a s tIcp rgecvonOEom d a d va cxid oo“ia c:m aPse.aatã/lzS ooirkeuerlounm fzedaR O b0K ctidéfaudsA itoean,ccu“gsm m aepsbog1dnncxasM oiieul-iécr0A csboN q ,m“Nqctas,ltikoadpoCr”rupvE nsetúiáB Irsm rtooenlam nvee,tcãroanoM IzgaP m o m vdn s ru,ospnbii2r.(dol.fA9tane,Iatrofs)eodM e M nm rifneocndm uãíxotm 0oófliechgvhG nqrldd m am 0áaezstrcM ica, eoe m uãteh2radnloIbãqiao“cN qànáC m psitovbjrdãulA pu lechim uovÁ ngsêchãdpait.m goyrnsN çiãM pdlrdudéliif.m nãnoêhoasatlu--riliedtl2biaopA S t--átr1bentsfáãze ,uudrm ,nvçC eN om foo rvem ,pA m sgM veM L ,ndsrm d u ld m e r.ió ”,rm m a-m .T écdi1eaeajcolbfpdpiõ,s---nirM m áoruavthjnd2,á,iN effa0utç-vlorinaipe1oêrfesgaolP--stna3t,lrepésoii..epFardatzíeom P ta e a o h ç0 d sd u m acdqelaédoihlppadgcçub,ypcT qeiusm G hv nevolaoam aurm qp tcsrã f.iusnaraidadjo e ã o citx t r “m V fvdeeegijqêyze h o a p n . P s é d sllia n jv q h e ç e r t gm cA ã L o í z , c á L p b a C d l 1 e a l r c , m í l f e ç o i l b u ê q e u O l d t m A g s e o P n , L i g s a s d T p m é A e i . r e g n e a t i c u , m ) f K ( ê n t , B a i r m riafN ouem ,vqdO ” e y p í s , m E p r ã . d í e á o q m á ê t s u c a . b i r n o q f l v n u a s e r u i t h ç ã o . j l o m s e N N y ó m x c , c d t i , u t é p a d r S i p s r r o r b a r p à e d t p q s e a u s o e x d p ç ã o a i e n s a c á e s r iendc Atisvianbets ontçuãdcqpgsvicn1oeatri(s.ãlúoc1b-a,qrélã)eaguofi-m ,ãuporlast-jO m ifdercvuãqm beçyacoõ-tilda.,eniêstm laitbK eS tsuom ebom natlP osáépgçagtcdeA e.rK ung,lik.atbsjedvnuq,ám K acO nótciresa,m ”tc,qsnpoe.pe


orncdove naíeçritãFu nPsA Epsqirs doáeahirtçlumaidr 3 P O ã ç0 R oE9 d6 i0 S2 E |N -TES R TA 13 A XriE F 2 Id0 D M S O E D -dsb E ,A I1 TA D G IR / A E tL i--uiasgO odB oidF F pcuiuaF 3roE trltm çm aF fua1hdrsçdbpgniãeonqc,çcoaa4F ,sB nie,tE éiH õesaouN ohN m çnã.ropdm uienédparçE ,hdaoçáttm aho4z(renclR drasfnltediraoset coA A iesdoconangjL uálãirp.eosaA ópr9li42nqad.áotF tsucchc,aéildes.ornnabóodxdqrtop0csaóteniem M E recisnuep,ãjqah.ooçvcA gt--d,,lir.oeenlchtrtaiéosléç,m 5tegriunoce--J-ltédséaE E cnM nõpalçsreA qM dnoA em b,m rdrllutstfáesn1bem --,P sx)A com m --élsrdosirzoR teãéenem ctN F ,o,rzua9dvçm (ilquãglA udE rsdcpõ-aeãstS um decD qcnP R lb)psqgdohqsiúraaçrdouB 1psam e0tR agpP ínrcem sB uoitd,F undiçA eaénrdF vbm anogçm alnieA osm ãpaççecann.m osiíãllprçtefacaonsraioluped,.nacciií


R TA 13 AXE F 2 I0 D M S O E D -E ,A I1 S TA D IEPOR3çãE0oSd9i-E70N2TE|


3 P O รฃ รง0 R oE9 d8 i0 S2 E |N -TES 13 AXE F 2 I0 D M S O E D -E ,A I1 TA D IERTA


D 0 M D EE 3 A Iw 1 R TS 1, A XE FI2 A -O w cn e a:re d tn iw o ta fsp e C s.re cilon .tbr. 9 |P R E O SN E T TA 13 em 2

w w n e :C r.e d tm n i.S t0C s2m p e C ste.m rpsí29.5e cR ieso,d-T²lo n e m tJ.eoârp3E rdm .iN 1 R TS 1, Aé,X E F Im 2 D 0 M S D -rO E E ,Bcb5lC A I9R A, R n vE a e T q só TA d -,3 .L ld N e A M re ççw p ffzP E T IIcv9 T o e ççº0 U p //R S, m n vw o e A C s6 A, S A e 3 n C 7 d o a rr. ²rÍa C o H m lfC o ie u g r4 q o s-i/v4 u za h ,tT sN lC ta ,4 rA d a 1 e u ºQ d -,,ºo lIe rb n e a 3 n r,o ².N co n 1 sIvp zo h c,4 ta ile tc(R u rm sr6 q + u t9 fM d tP p ã h i--h sR ,o tg d L u J2 d o ,R ca g a m .)íb ,S, $ b n o a ,q a d sl-1 2 a lfS, d á g u a d n e ri8 n lô rco io n ô ã cA e R t,vxd io 3 4 2 )u (U 4 -e 0 9 0 za n tg b n icr, ó tio lr-0 M /l.ic,frfa p á ,S ia D L 0 /EN ,.5 0 ,²,cC 0 R M $ PA TA R N v-te E M A e o r-2 u ó p 3 9 im S o P ,cré e JR C I-R c1 ó srb tT .n vo d e R n a d tco C e p n cu sd ,a R 3 8 4 e p r2 rPA b M R 1 T .f-7 .iC m R l.M i4 b (a v6 )n i5 6 .n ga g re tm sR q + o u 3 ísp a cM 7 )rr(vd 0 1 u 5 o 4 1 é 4 5 2 4 9 u 2 0 1 5 8 rTO g a rc4 n lo su ,rh 4 (8 )r. A v5 co o ja ,i7 o cfn 3 1 ..vé B r. á rTO io I.B b d m d in lva ih D .3 e g d e a s3 a A, S A C s3 d p -iA 8 o iJ cN ,o /e N E T T u a U In p 0 9 2 C 5 n e 0 ºo á ,3 i0 tq PA TA TO N e E A M p o ,)O o m P a --g tta b l.5 d ,8 2 r,irzd o tg 0 n P a ía ,--c9 r, a 1 A vC d M e a iá tT e ,º2 .c a C o 5 (0 )5 2 a n 0 T r4 2 g o 1 g rts ó a sl8 lE O R e n 0 m d stn m 1 xA r0 1 e o cp e n rlA vvT llr,R e o u C a a se T .2 9 5 r. (A 7 3 6 9 n T r9 M R $ cn g m b ,m a o H t2 z-m ,4 sa n il///p re t5 1 7 1 8 9 )tr2 (p N O G D 4 )sr. (A 5 0 -1 T p 4 0 0 c,cr,á 0 a 6 9 B r. i.1 b co .ir.e T e 5 2 d sA ã a p e 0 9 3 4 9 (2 )v9 u co Ia ó C tsu 1 S P ã ºr. u p o rçS l)cR c,m m a o 9 r,1 (b vg a lN .io PA TA TO M e A r,,rcd ç4 fp P d sQ /,L q e s.ia tilr,,bi 1 4 7 -e 1 i6 IlçR b JR C -T 2 4 si3 vB .C i4 e A, S A va e lt4 ,n ²9 m m vg a o r-tta C ir.iiva a C r1 B ie .l7 8 0 2 7 6 8 u 2 3 -O .a 3 g o m n a q o 2 a v7 .n 9 9 -M 5 vp 2 q e cá u o st-ºa ,ã rb E va e 0 n T x4 ,m R C S $ G R d n d e rlvu e vn C d G va ,,N u r,,2 5 6 A, c5 S 7 e d C ,g n b a w S n ã a M D o tu '-5 A 5 0 4 0 4 0 T C L M e çºt(8 R A S L ,I²o q cz,o m o ise a sv3 li1 f-5 d o t/ó s--rn ie q b o a j5 w tá lzn ra s0 m ó xo rP a g cm n a 8 b 4 a 1 l$ 8 .s9 T ru ó iiiu lS u d rt..f3 a p d tte sB 5 /cn ,u ²L G e m M a4 ú h c4 a l3 ,o V $ R i0 a çr3 P 5 3 a n ô p ã n e ttT n a p n tr.A r6 sC o p B $ 1 i9 E n ºr)a iA 0 o d 0 ,e .b á q iD 3 5 )2 0 4 -e 0 .n ,jn xvó 7 d o ,n O A e o rrffa --A //llld p ç4 a ,iE 3 sn lm .o 9 5 7 )o 3 0 2 1 -M u 4 .h d svà q ,,)(ia cc8 m Jd C cvb ó ia sc(9 .0 vo ilu 9 )0 2 .tl9 T 1 r, a o m a e g ia a $ rA o 0 0 0 e ,lVa B a cT io á e M L Te Vi tn R -lA ,-0 ..(4 8 m Jd 4 3 á c--4 n fo a ,ca r9 G R n v(,l5 e ie 4 o u T 5 7 )4 2 3 0 2 4 9 5 v).d 7 o rM d m rn l3 m R n d D o n u 2 á 7 r5 m 8 Icg b A, S vC e A n d C A, s0 e u o S n s4 A e C d ,R 6 2 4 3 5 2 vtg 5 lR 4 .n T C A O L R A S 3 C 9 e B ih .r6 11 J,6 i5 rllm 5 -ia 9 e ç4 ã g a q g n /5 u s.A, q a 7 6 9 p e ,a -R M o s()²m c2 n b h zcd sf2 a ,sC l4 r.,2 9 5 )(c²,-Iu 6 b im T v3 I0 D É n P vC e n a d e b w c,á m /6 z,C ,tv.cT v.o R R 0 ki0 $ .rtm ,4 O à C A R A e o B a M e o m M ,1 ²-²F cico C P ,E ó q u R r11 cM ,,C n á a v.i/l3 yf3 l.xe G im .o T r, 2 0 xe 4 g 1 0 0 m ².,m c3 4 9 vu a iS 6 lfffcIII9 rR 8 p tlT t(B e c0 a tVa 5 r-e b ((-8 v4 ))m a 1 m 3 5 Ia 4 -0 t2 11 e b u rE u n ºççR o rc1 6 8 E ºk1 a T n s.rq -m i.jo n m P .Jii,T 5 3 6 u 1 5 0 8 A, S vo n C a d lu o JL C -2 e 0 7 ,,.,p e O o iR tq lo e 6 $ n q t,i.o 5 0 c2 a u .(0 0 ,rd iQ ,B O N E R E T L .(tIS te A O L M çço E C ,,ú 4 3 5 2 ((a )),Jq 5 8 T R ,l9 R 4 8 5 n a r1 9 1 --p 3 u b .2 rlo 5 rrR 8 o 1 u 4 ro A, S v8 A n a d p lre ,-cm 9 8 3 7 8 -4 A lb m M a C N $ ,e o m é R d e o a e u m a /M -n o 9 8 r. -1 6 2 .ó 9 7 4 -to N n,a o e .1 ,n jca tw l2 ²é 9 4 6 7 )t4 (1 8 2 0 0 .4 e 2 m n º.a rL a lrA , .m x1 d p R 0 e A $ ,ccl,a a ,,n iA r.tO, B D o n e 3 2 7 4 o -r,9 m R o d n u c(3 a 5 ()0 rà n cp T io b r.I0 vd e a n sC d f3 O D A vo e n m S ,ts4 a io 3 5 cr8 (irm )m i.7 5 .C -a T 11 F -0 e cA 9 1 8 .çe 9 8 5 s)L A, S u e o A g ro fll7 ç2 0 p C r, /N a cs1 b s2 m 2 r5 m d 0 a o srq x1 íd e st,O n ²a T o n i9 o m e Is.Va 0 ca C io s²0 .e vu tn izã s.c(c.0 vn m n ,e lc1 clg o i2 vd ²9 ,rs$ 1 3 h zs-7 5 2 ,L w l4 ci5 R ,e P $ r8 ,d /0 S N E R E vT d -,T 4 2 -tq Jv(p d m b o 5 p ó tsa re ,,$ ²3 a a n q sºm h zr. a u o iT a s.x4 tri/3 5 0 cO e 0 ,4 u 7 in sm xr/,5 jrvo A B L o 8 --²tr5 4 3 )o 0 -e 6 T .T g m o ã b b w A, S A o C to a W a D p l,im Vi M ,vó T R 0 .t4 J.b L ºe 5 n 1 tH e i,0 v-n q 3 a u n l t r 4 9 ( ) 0 9 r 0 2 8 T , . $ c u í M C R R A, R E v 1 e c d u M d A C v 0 3 n 4 0 , $ R 3 9 2 1 5 7 u 1 ) 2 d vo m l9o ,2 n .m ix)h c h s z a m n l e 8 1 . . 1 3 8 9 ) o 3 m T r . 0 R r i A Ç M B A N O C v A e n m p i4 ó B a c o C r. m e á c I f(L d e p e n 8 g m a u d , r s t l Vo a 6 k a n o d 6 7 l , m n re 1 2 e n x J d 3 n h L a i , m d o s l f 3 t A, S v A 6 m 5 v o ² A, u a A g f ç p C o r, / d a b a x l j , l s e 2 c â m b a 3 , a e m ta s b e C R R $ E R 3 $ P 5 m a 0 . c 0 e , R n a P G a v n s i t a u ts r t 2 i k 1 F -co o u 1 2 0 R 9 0 $ , . T r . e p r o t C s . a v r . e l 11 r / r o 2 4 n m L 0 t ² M C R R $ , o P í r J m M P C a o , R e n t % 9 4 5 ) 2 ( 3 p a r t 3 2 1 7 1 8 m 4 M 3 5 1 8 ) ( 5 o a u r 4 3 2 5 4 8 1 0 u 4 c m n b v a p i l d i s f r (B 4 )áe 9 5 7 0 5 0 8 . T B e c o r. i e á r i I i b i Va 9 8 3 d 4 8 5 ( ) 0 3 4 7 0 d 8 . T i . A, N C  H R A M à F I O A I R A . 0 9 Q S U A R T U G o O A L c u s , 2 5 . 9 3 A, S A e 2 q C 4 d u o , r ² V v e W n d n 5 , o 7 1 0 , N E T I T o e Q f r ç U o I p l / c e m m r ó e i erM nte 2 o e 0 ,i2r0 s 1 tm xva u í3 ,C n 5 s A, c R R m E v , q n . a 9 d l o , c n h c a u e â d i r g m t o , f a r a r, p 1 a l b a n w ç g d c a / , 4 9 5 n 1 a ( ) 0 8 6 b 8 i . T r A, S A n C d o J o v a , 9 p ó n 0 º 0 5 v ( i R b C a u $ 0 , c r ú s º u l J R o s B é . á , c o f i e 3 m p a t l v o l g u a r f , 2 p e n c a r t e a i b l i t ó l ic2 a e t8 i5 g tln a ,o s()R C $ P R í.A, a r5 m g .v(4 ã )rA 9 5 1 3 4 5 0 .3 .,1 PA TA TO N D R E 0 5 e 0 0 ra u i-.c3 t5 7 p /n $ T p p h fp d ticrrn i²n g rT u b ,o ir,p u 7 u g e çlE /6 m 4 9 1 e r9 T r3 .8 1 kR a d C xa vã sí4 in 5 1 I7 1 LT E E L n C o ó te ,cn q td r+ n e ç3 -m t,1 sr, n í((M d .a 4 t-o m e C 2 i7 r. ile b rM i.3 R d $ 0 0 .9 T ..A S 7 e o b ,3 ,v0 é r0 te 5 p lA t, 1 2 srd /q a A 9 4 3 5 )8 -u M d o R 0 R 8 $ 0 .u M a rI),6 yo P la ,V e M 7 4 ºT W C R p R $ Jo e ,U ia e o m cp sN ó ta m o ,o n 3 0 4 2 u )2 4 5 e á 7 t9 g --cF to u 0 /a E vv50 ,ç1 e q n 4 ld cp n su 4 9 (9 )l,,4 2 8 0 d 6 .lfrf1 8 T .o i4 í-ó ta sI6 b d iT .e T r,/6 a m d n ã p tl.,e s.0 a o ,á iE c3 o 9 5 2 )rR Jv3 ((3 0 4 -p .8 0 1 a b çs2 re u vq s,o PA TA TO R N A çç9 ffa IIca T Q u ççcsig I.Ip d o $ fT g a i,n g m u g q e fcn u tm r0 ,p q 1 r, u a s6 g d .g H A 6, E C e E -p T C a e s-tm te 0 5 io zrt8 m çC e ã m cE ,r//o ó lºm o v3 ,-p a n S m a R e rm .d n g a d i,e o ls6 cH á o 2 l0 9 ,1 º²á á i5 4 9 5 (cá )2 2 M C R 1 o p 9 C n e º2 a tT d a m e m b lrT o ,H ire o a sA o a b in rtu C va ,rn R ,za 1 -d 8 lo b 4 5 (i,l.lm ),,a 6 8 2 1 T r.In e o R e n $ t3 B d e sc0 2 3 C rc3 9 e 0 B P T g n U .stn ..u íá 0 $ u rm 8 4 o u 6 1 --o C S R O X P S A A Irt.n 2 8 11 5 0 )u 7 4 (m -e 0 7 ta R R E 4 X, v E 2 t r 1 cA, acR se o a m ,e ó i5 b a t(P a rr. õ rs5 s1 N E T Q u U p / m c v b l i o e t . p T r l PA TA TO N e E ro p Q o p d u /a íF tu d q r, 2 trv6 u g a n R 3 0 $ 7 0 n .re T r4 .,)3 2 9 4 5 ) 6 g q g a 1 sN ,N (A tE s-u íg e o e l t p n r t b i l o g M v á ,rm n ir, 3 9 1 4 o 7 u 1 )ri2 -o 8 (o g . r e ã , t ) a n C X L d O , R O A L Ve R $ c)T B e cn C m io á cc,9 rm i7 I5 b ia S d a a l5 R c o o a $ m u o , 0 3 i , l á f85 a c h e r s . q .C 0 9 3 4 5 (2 )im 3 6 0 -I8 6 T .g j4 v /R e le d i(s)a ,n i0 v n s d l 9 8 1 ) ( 3 8 2 3 0 8 p n a , d A v s . i r / l M c a r 2 e W m 7 º0 ,b M .1ivo J p ,w lq e C r R I 0, n . 9 1 7 o S n r e á 4 t $ g 5 0 u 0 / , R b c á o a p 4 $ e d o t , e , 4 9 5 ( ) 2 8 3 o c 0 6 o d . 8 T m . n i í ()1 -iC 1 0 T .,a 2 3 T Q U p g q u zcn a ²/,/l3 rC e d á e L N G A e D o 1 n m e m cn h ºca vo a r--m so t,T 6 fg a º.a o n O $ o R s,h e E i,,3 rd c7 n 4 8 5 liu )tO rd 9 8 1 8 .u 6 5 T v5 8 0 L 8 ie .sT N E T IIR T Q ff5 ççr,U --0 R lltO U P S E R 1 n u R a ,r, tcR /l,y4 o d u ,T 3 m io á litr m a i,la r)3 n p ºu P D 0 o crta 2 rD º0 sô ia M de m o rC e a ró txm R $ A ldm v2 7 n 0 kp ,e g a u s9 á o c0 l-r4 iu a T o a m b rb a l(o tb o .0 tm ri.eo 3 2 5 1 8 2 (3 1 u -m 6 .sIIp 9 4 2 7 ).c9 -(d oP N C su n e lh cd vu é a co lh b u sá ctsu P n 2 9 ºT e /2 m 0 º3 0 ºT a u e /:p 2 m ra 0 te º2 r8 ºT a u e /:p 2 m ra 0 te º2 r9 ºT a u e /:p 2 m ra 0 te ºr3 0 ºT a u :e /p 2 m ra 1 te ºr2 8 ºT a u e /:p 2 m ra 0 te ºdasarrRaC vp a ia u :p su vo a ra e e d rvauNC


P R E O SN E Tm 0 3 |nn4Asoeripo7ta8r-b,S, C A D O I4cps/g0oli.Oose0,,55alPmNRDT,F A C S IpL R TA 13 A X E F 2 0 D M O E D ,evrt,$aSR A Iarii,e3lltTo.,aths1 d ,e E e N O 0 o M 0 n v8 n d 2 G ,/5 R L S A 0 0 1 v2 a n -ã 9 ,é G /n 3 ,fkrltm vm a n 0 d O L 2 TA 0 e In d o 4 cvx1 se g i0 e ci4 d u F ,-A 0 4 g o F d ,lin A lo sb B a S h u m 9 8 cM 5 ,.E /7 b p ln p n o u sO, ,-cd ,o p e o s-T u n a sta v--,.-,ó 4 u b p xo tr, r.o a 4 lo vb n e lcc9 g u sa ço ra sro e d to r6 v.V ilm o ve e lm ,1 lm $ pa m a u d r, ia l1 d e ,r5 P cA VA vm It2 p m t5 n r$ a o u n s.,0 r0 0 R p a $ )vi-e r,d o b o g a u g l7 ,o -rS a i.g vó a e o t9 l,5 1 (tm n )8 0 3 4 1 .l6 T b 9 5 n (a 1 7 -.R 1 4 9 5 )vim 5 4 7 0 4 .E 7 T 9 3 5 1 9 2 )c8 7 3 5 u 6 o se 4 c5 o a 6 2 )(o 3 -o 6 .o T 4 7 )()1 n 8 2 -va 8 b T b .G G r0 lvO m Id X vo e n R N G 2 a 0 4 e -F d 8 ,á S L v,g a A C V d o ,a cm F iu rE p 0 ra /)n H ci(sS o z-td ,1 2 id 0 á e l(.8, o n m ia d .8 T a rrs2 G e n A ,8 L TA S O M d c4 n m z,0, a iv, cv2 ó p 4 l.a ,Ir-r. cd u m rN o ,a d c(la e o n o sN 1 8 3 u 6 T R 9 ç3 )K ã 3 7 0 h 1 ,v9 n u p 0 7 çrs6 cã e .rv5 3 1 5 0 )o -e 8 4 (6 4 5 t9 -E 3 T tiC 8 3 7 u -B 8 d R a 2 0 srics(+ T $ ,ta á )g i,.0 fL e 9 9 ),sc$ (e .a 8 7 3 4 -5 u 4 s2 A 4 3 0 ,e T 0 .m 2 0, S p O 1 G m o d s0 t.8 ra m a lr2 a b tc5 iYA ,r. r8 ttn o e r1 a á l6 2 n G 2 v4 1 a 2 co a o n ç((e b ,ó .e T cc0 9 4 2 )o 0 -lF xn d l5 o -m m rcT n b a M .(a o r-o O S o R tiv9 u A Z 9 d r(8 c2 0 va e v,--G o ,e d in o rcT e ce m á o n 8 l2 h e rrvo o ctE pa Y a p d m r9 é e r,, .n 5 9 5 9 )l0 T rcT m 1 ó n la 8 l8 r4 ,6 m n i.T R o r.v, é vv4 d o te vb l,i4 i9 s.a d R a icp e fsá re $

T S E E S n vn e I-)vn F A ,Y 4 9 (,o )r1 -d 0 7 ,4 T .a 4 9 5 (A )R 3 7 11 0 1 2 -0 T rI-.$ 6 ck$ a vd rT a cAV lM a b m -A r, ,u t,0 p L G N a S n 9 o 1 cg m ce 2 -5 ,G r6 m o tE o e o ,tn e ia d e sR e m $ ,a + rra s2 r5 i2 p t,d d b e e i,g a H s+ o lT ,lB 6, a .)c-5 n G 9 ,p L Içr5 o m r3 u vto ra a io rciv0 tl1 4 3 5 0 4 o 5 u 1 0 4 ..VA rrn 8 5 6 )v9 (lA 5 3 8 0 .R ,O T r.a 11 $ d ô 0 0 .b ,u d e 4 9 1 ã (se )4 0 t.n 7 T r1 .le 0 ..E 9 --d 4 9 7 2 o (1 u 2 m 9 ld é .H se m J$ A, C S U e a F 7 o ,,lo 0 va e 2 n Z 0 o d o ,Ir-ta vic,()1 e a Iv4 M O B K A, o ,.E -rrt,so v7 N 2 O d ,cN M n 6 I, E O I1 ó c3 â m e n u m b i0 e n o l2 9 a 8 va ta p n a e sn S, E D L A e B n d ,5 tlva e 2 ta ca p i9 r, é srTA e -o tm sT s(())1 e ã u to e a cO e ic(4 2 (b )p 2 T c.D m b r. i5 T ra sa a sa e p m i/o a sg,e arl 2 0 1 o s5 R tb 3 1 6 R a rR tL t2 ca d t$ sc--..0 n p rr9 8 9 -o 9 1 u o u d n m a i8 c,cu ío n t.r0 pa + 0 ,A su T 4 8 5 (H )r5 n c.n 2 m 8 J9 p $ r.IM co o a m o rm sb a iT .o T 5 6, a R cu o 9 4 8 (2 1 a u o l.M 8 6 ).n 0 -a .u ê 7 0 tT 1 0 T D a in m ,g 3 ,4 vs$ n 2 d o 0 z,vC le 5 ).o (u O J a n e I$ R M d o te b r. i,o 0, v1 e 0 o d G o 7 A, G a vE n e M o n d o p s-e u rlp v9 crvo 9 S 6 -td r-ó lr,H R m b 2 r4 c5 e 0 ,Z lco 4 )n (p 5 9 0 -o 1 D R H -vp ,2 p rlb p lo R 11 d $ ô ,$ p rsn 5 .R ,o G O 4 (4 ra m .11 b T u 4 R o zp n 4 3 5 0 -e ,8 T 4 3 5 0 0 4 7 .,a T .7 h S a m u m d e cvc8 vrt4 n .a m R ,t4 C e io d 2 0 9 3 0 .n 9 3 5 9 2 (3 7 6 5 -m 4 9 5 )si4 0 5 T AV R 2 I-,o 0 E vH B d I1 clm m p ,r.ssu r7 o a tS, p d 3, E 1 O .a P X L ,4 I0 C E A, L IE B R n --ltÉ u p ko m e xrn u 2 0 n d d a D a n ,.cZ tT rh f5 o b $ n o e e o m M rA b R ,,le s+ e v8 m o s(c2 i-6 fc,0 v-TA e o s5 tN e 1 5 (7 )b 0 4 .(3 rD .A 4 3 5 0 )1 4 -d T ro tro u io R a ,/6 o e u írd lv5 cso e ir. b ..sm 3 c).o o g 9 2 (a )0 1 4 5 1 T .r,o 9 ((),1 )n 4 7 -d 3 8 O, I3 d /g 0 5 B A E L S A M g A ,,it0 6, E S X C R É O 1 N S N a re vR p t9 d F in p l0 4 5 (e )n 2 l8 vÁ --I2 6 sd e 3 a vL ,d n d 0 ,2 c6, o a n i9 ,a é rg e ,0 t,L a e fm lc.4 te ,m kI5 0 .i8 o 6 ,l,io 0 u b rcvcm g ´2 it..S ta r.ce l2 a vh a l0 ra vra e 4 9 (a ).4 4 -9 r1 n n iS a o vttT r5 t2 c2 sle a á t2 TA R M C E O L N P T A C 4 9 5 ()8 re 0 o -6 u T i1 b rz5 b i1 cu á v1 lm o o u é d ir.,e e l 6 3 2 5 4 N, e n d 8 G ,,9 3 4 8 7 )m 6 (1 4 5 6 -T n $ 0 8 0 m b R ,o a $ d z-.o u 6 .C ,0 6 R d 5 + 4 e 5 xC .,g $ AT R ve P A /d 9 3 )a (T 7 2 5 0 6 2 ,1 T 6, C R C T Ie .C s5 o 9 4 L 0 i)u c-o m -T S T zlcvva n a p tt0 9 1 lp c0 ,+ ,In á l-(,0 tu R n a $ 2 cs0 t,P 0 lÉ ,E p o e d u e ie o s5 p vm o t3 ,u 0, 5 n B C O G o 7 E C D N H A C A S Ir. ,va 4 3 5 0 1 7 0 T r5, .$ 0 0 .co n ks-sIa a iT s2 rp v5 d itr0 0 9 3 t2 d n ,e o h o -d e ca u r, iln 5 a $ r.a 0 .sC rc5 ccv4 a e ca m r0 t6 d r,cv1 é a p im te l8 a tm 9 1 4 8 9 5 3 )v6 -(,to (0 .ó m b 1 R ks5 5 .N $ 5 ,u 0 .P x.4 2 ,a )T .r8 (9 A U D N R E V R A T D ta o srts b lV i.n ,vó .,T 9 4 3 )Iv8 7 (p 3 5 u 3 9 3 2 4 1 u 7 -t0 6 5 0 .l4 R, K O e n o -p ,o AT G 8 L, R .R A o m c n , b e t a d i d a i c o m p o , á 9 $ o l r, , v 1 e 2 0 d 2 1 4 ) 5 . R A L U v L E v , 0 3 . 1 s v à ó i H o v o s n 9 2 0 2 . R m o 5 $ ,C rrO c o 0 J 3 é . c o m i a v r ç a ã e l a d o 9 4 N 2 ) 1 ( 7 e u T 9 5 1 ) . ( R E, F I S v n 4 R A . D A E S O L, P L E U 1 G E 6 O T e 0 a 9 x 8 l / f , p l , O, M b s d O a e o d r , n b C G n r 8 4 4 v e a n o 2 d p , , / m t c D o r n v , H t d , m c 2 0 m o n 4 a b i u s 6 1 m s , i à b a m g r t , a n s ó d o e a i é s b t 4 9 5 ( ) 4 T 9 L o t . iS c o l p b u t r 8 5 ) 0 7 9 4 . 0 m l e m o f s i l a í 4 9 5 d ç ã ) 6 o 1 . s i T r . C N E M C O A P L N S Ó R Ie c o o r a l m a r e n i t , o TA N, FA I T e 1 d N c m M c . s 7 r O, d o R e t é c D i , 4 8 5 n ( ) 0 3 2 b 0 i 5 . r H R o z $ 2 o 8 / a r 7 a n 0 2 t . 6 $ , C 6, A v e P n S I d G o O , L X a u d r n + 3 5 t v à i pa 3 1 d + a R c e s r 1 $ 9 0 5 0 T .i,IsR A R M P E v e n T 9 o 6 , e m xo a a fe 2 p 0 li1 ,)cz0 u 7 ,e 4 m 8 5 (fb )8 e .O n T t./0 9 4 5 )6 8 -tp (vg p R v, 6 m $ o ô txd p lo C b a s1 g ,c-6 r,s4 ´v3 ,lm io u u M .d 4 9 clk,.$ 3 5 5 4 T o a leO o h s v e b a r O, Á C M I O I L O N I B Ó C I 4 8 5 r. (D )C 0 -6, 5 6 5 T r . 3 2 0 v F A E R Z , U o n p d o e n t u e 2 r 0 Y a , e v i h a , m 6 0 4 c e 6 l r s R A D T S N G W O K I 6, U N O n r p 4 a o s t , r a c p l s c m A o s n o m r a b r i T r . a s , R $ v e a 2 d F o 0 0 , s R / d , v 0 i 9 0 $ , . 0 . T . a d x b o a v r i a 0 , R 7 9 1 4 3 ) 8 ( 9 4 3 5 1 ( 9 7 8 0 3 1 0 . , T r . 9 5 P 1 2 ) ( F 4 6 E I 8 t b . e T r . 2 E 4 t 6 v e 3 8 5 4 u R 1. E, F I E L M O I S a e o Ó I C R n N d 9 4 5 7 ) ( m 2 d 0 . r s . a p 4 2 o , r l n 0 f z 0 i , U P C S, L K W n u P I Y O, E v e n 2 0 N o 6 / o n . c l A l a m r a l p t c l s A m a x n 4 o r e , c â a t n i m k d 5 0 Y m a h , a r. c h o v , r e a v a , n u c o m a d v r i b AT T N O S E r e A n i v , c m p a t ci r v a g l t l 4 8 5 ( n 6 m o 3 5 6 . 5 T i b 4 9 5 ( ) 7 11 T . 3 1 8 5 o 3 u 7 . 9 0 4 9 ( ) 7 4 c 1 T . 7 R a f l 3 2 e 1 3 s 4 r t 1 o T s E .t0 L A U S p N X 9 d 8 o u n d vo M ºlt5 p id a rn m e t,1 C Ju R O C X m 2 p p l8 ,a va tN d é --R ccq o m 2 o rs,W 8 n ,i1 d /3 P eVA vg e l4 ,5 1 1 i4 (2 )R T 0 2 $ .sl5 9 2 u 0 u 2 C R O C viD 5 kn o sa e ó ,L m a d cr0 h t7 va rd e n rsc,O u lvR a R u g a xiT e ,,b lvta $ m b o a e $ so coIm a n o 3 b 2 (6 vD )a i-.,0 lsS 4 -1 .q T 4 3 5 2 (8 )8 1 4 3 --2 0 5 .scr1 ,3 4 5 (m 6 1 0 -4 3 .cd 2 T .in C D A C T E V d ,/n 8 6 o 3 u 5 2 7 0 .o 9 1 9 b a r, 6 n lm c)i,1 o p trS 0, e A n D 6 O r1 ctp u o sFA tse o á m M A Q iê F IT ld m H p rá ,7 m çv(1 d e ã a t/0 P n e rcg tá ie a tm tl csa 0 ira 0 m fe g ,fB iR 4 5 1 3 8 )e 6 -sco .e a lzh e srve r1 u sb d l6 e o c7 â n io 5 d n p n ,.s-a tm VA P 0 2 I9 iL q u 1 vA d ,6 0, E C L G T .tA N C E o a á h 8 a 2 rA a ,cT o e d 6 $ v)a o m 2 0 n ,n 5 n /1 d ,u d e o n o -b to a 0 :,i3 so h 0 .r:co p h lkn 7 k,V R 0 m .5 0 3 $ ,q rH .-0 9 4 9 (cre 8 2 4 cm 9 T rp .lce 2 4 )d (8 .e


C A IA A C S IL D E D O P S Ú D M D E U A L13 N S T O ID C Ã N Ç IE L A Ç L A E S Ã E M O S Ú M IF D E U A L A C P R N É V IÇ A L

O R 3 çãE 0 oS d9 i-E0 NTE| R TA 13 A E F 2 0 D S O E D -Avsdipr.0eedC ,tideau Ilcioio 1 A, vM M Is8 zfn R e C F A Á a n ,lritn co o n a ,r5 i9 P o d cn o lE e cb q p u ,o rt4 va iT h ó js o d th e a m ,--ca cA tá m R rm fm 0 $ .a ,E .i4 rrd ..,o n q e u q o e p iu W a roçú e tm b u rá o lm o lb 8 4 0 o 8 0 )T -6 (b e o m A ã IIcm P L Ih çiep n s,a t7 com R iX )zI3 u A n íW ,d m a d ls o 2 ºp /a H O E L T ê v6 n Io o m d 0 ²iltP ps a sr7 a L d sp 5 s0 P á n ,2 .l2 M cA ía io d e m d ,m c8 a m o p lF g b T 3 4 9 5 1 o )9 2 u -a 3 .0 O S E L T C d e n I8 ,ri1 a ç2 A c& o A ã sd o n g E P pa m fb o sç cH o m a n b v3 iF 5 ln --b T r.a c2 zu .c9 L 3 e q cb A d n o u rrcu tn e lçh xr,7 sá a H O S E L T vo P n F ta m ã ê a cru h ld a sd m o ca a P L via r0 m su irn g co m a a r8 g v,v e m .o p u ,u ra ctr.a fb sé e ciú 5 (ã )1 3 9 -e 4 T .vê & n o tp :p se t8 e L d m v/cc19,lC iA :p d sfe itE í:e to H O S E L T F q u o rb u C n e A o :ire /u ,o ºa cn r c4 o a m e rn vq n la R o T csço 4 m )II0(P L 7 (A .b o n P a n r á M a r í m do56ge11dTo1e7d3w i8m ae43eaàrA nla1c)8hdIL7-dd.0d2 tV io9i0a25eO sotaul,iA çaitie ãJ1 í9 o537hM 0 5 3 V l 2 0 m 2 4 / ê s e m u b cO nM d ze iS a i48 o n ç t5 e ? i r m o rH õ e a fn 2 9 ( 2 8 U V E N C G & R E . N J A H 0 5 4 1e C 7-,d 5G 9tà /N P :Iio P Á A R O S, O / e m o d a o d t 3 v , h ç r f c / e a t l 1 ,e m 0 c , 5 . 0 a p l . e b a c 8 m ã p n o s r b . (D 0 c4 9 -m .S i S S A P E R, N A à O K IM -o o ro se tX ,u e sJ 5 )3 3 cU o m a n ru b a l2 rç/a cC m 3 1 7 1 4 -B 6 a .C o JT A IP D N O U E R T A I,E m S O M e v)vm n d m ,S R ,cA vm cT ih tvE d a vp n l,,h b isU ,T 8 3 7 1 9 4 5 2 (r. 6 n T r5 .sD .d ó itP M C N É Á F A Q O, e g u ta n s2 rp S o ,ld o n m d x(L ,e e r,.rI ca o r. o vcco a rR l2 a ,2 c)a fS 9 )U 6 (vQ .n S, E vE e N a 4 rE d /U c.P o m 1 7 vo ,t---8 o lp b 9 4 5 m 1 7 ))(r. --5 9 n D ivIcm a AT U T B U A L A S L a d cb o d sb ,T n rtE iT ,o 3 5 2 (o t$ 1 8 0 .lo 4 à 0 ,r.vsitb c6 m 6 M lió A T P B H C O u /a i.ést 4 8 5 ()s4 9 4 o -R u 3 o svT 2 5 .t/s)a 9 4 8 -7 S, A D vm O ce d o u se e N 1 n 1 V ,7 a 0 o m u f(m d e tg sR u e su m se pne /ra o fp iO cA n pa r8 vi.o b cl,co ,tá rld rd c0 o p o rru o t,sR .a T 8 4 2 5 9 -h N Ao SEiTSIPR $lp u a a P ra c oV m o p T S H L v u E p n s a d T r o a c o m :ç-oN M a r-bá a rC rs O e ç fAR do a r 4 $ o 0 , i c r 0 t l , d n 4 9 5 ( ) 1 6 2 3 1 u m 2 . e T i i 3 8 . 0 c 4 N l 1 o P :uãd crg M AV H A N L D M P U A I E / S a n :T N u a /e o vs0-/vezocii-sre :o ra.ão V O, Á c R o a I v m e o v n r a V I d l o , :O .n.1ra b -trO 4 9 5 n r7 (i)1 2 -r7 b T m R 9 5 sn -sthço O P T E U C e L E S om tu :eicdP e n F a d s(L p á re ci,,e /T sT a m e e u çb ca ã :d E d a C ipo c3 o n 4 8 5 iM 0 lD 3 -U .D rtA m 2 ca u o m 4 )e 0 t(6 2 (n 1 e R m n t-sdo -rta o .8 H eX s::p ro a A n sõc :lm -ie -r-Jaa H N S vO IR U T çm rG a d rd o ,i,p O ã a p sc m lp ç--õ iu fb d s-n a c1 o t-5 ie sd a lle o -sr ca o vO a r5 la r-,2 n i)iA r. rl., c a e cn n tã e E .-3/ o p a g t1 ç n s to e o n e l0 9 5 1 7 -b .o 2 8 01 /2

dsoE im vcá ãéeastlor5 01e0çp2andeãtior/41,/21

han d lh a p iR onlte actor


31FmeaédrCqecuaoiplrbPncBaeuífldorsi N C Â M R H LA O R A TX I1POF A IN 4E 5D (D aA xC oN :f-E n-D e/O 24D2018RE -)I4E5S 2M 3FRO

8N A P Á G I1


05-13-2011.pdf