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Ano 19 - Nº 3099 Divulgação

MARECHAL CÂNDIDO RONDON - PR, QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

BETO RICHA EM SANTA HELENA O governador Beto Richa (foto), o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, participam hoje (26), às 15 horas, da inauguração da Unidade Produtora de Pintainhos da cooperativa Lar em Vila Celeste, interior de Santa Helena. A expectativa fica por conta da participação do governador também na abertura da Expo Santa Helena 2011, evento alusivo ao aniversário do município, que hoje - feriado municipal - comemora 44 anos. A programação será aberta oficialmente às 14 horas e prossegue até domingo (29), com uma série de atrações. Durante os quatro dias de festa, em torno de 50 mil pessoas devem passar pelo Centro Pastoral Católico (matriz). Richa também deve prestigiar, às 17 horas, a inauguração do Fórum Eleitoral Goya Campos, que terá ainda a presença do presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR), desembargador Irajá Prestes Mattar. PÁGINAS 03 e 11

DIA DO DESAFIO

Populações da região têm dia de estímulo à atividade física

R$ 2,00

Vinícius Barriviera é o goleiro menos vazado da Bulgária PÁGINA 22

“PREFIRO QUE O PRESÍDIO NÃO SEJA EM RONDON” Carina Ribeiro/OP

O Presente

Mais uma vez o Dia do Desafio despertou as populações dos municípios da região para a importância da prática de atividades físicas, a partir do desenvolvimento de várias ações envolvendo escolares, trabalhadores, servidores e pessoas em geral. Um total de 11 cidades da área de abrangência do de Sesc Marechal Cândido Rondon realizaram propostas de exercícios e atividades visando mobilizar o maior percentual de pessoas para vencer um desafio estabelecido com cidades de outros

Deputados do Paraná comemoram aprovação do Código Florestal PÁGINA 07

países. A perspectiva é de que os primeiros resultados possam ser conhecidos hoje (26), no entanto, a divulgação vai depender da conclusão da contabilização de registros de participação em cada cidade/país. Em Marechal Rondon, a abertura oficial ocorreu na Praça Willy Barth (foto). O envolvimento das prefeituras e suas equipes, além dos acadêmicos da Unioeste, foram de fundamental importância para que o evento acontecesse com tanto êxito. PÁGINAS 18 e 19

Estão avançados os trâmites para a construção de dois presídios na região, sendo um em Guaíra e outro a definir entre Toledo e Marechal Rondon. Na segundafeira (30) os prefeitos dos três municípios têm audiência com a secretária de Estado da Justiça para tratar do assunto. Na opinião do juiz de Direito da Comarca de Marechal Rondon, Clairton Mário Spinassi (foto), o ideal em relação à segurança pública seria a construção de uma cadeia, no entanto, não há verba disponível atualmente. Já para viabilizar presídio, que conta com verba federal, existe a disponibilidade. “Prefiro que (a construção do presídio) não seja em Rondon, mas não sou contra. Sou a favor da construção de uma cadeia pública, em não sendo possível, sou a favor da construção de um presídio, de preferência não em Marechal Rondon, mas se não tiver outro jeito, que seja aqui. Porque a cidade que tem presídio recebe presos de uma região inteira e não só da cidade. E onde tem presídio as cadeias públicas continuam lotadas, então, para a minha intenção, que é não ter as cadeias lotadas, não resolve”, declara. PÁGINA 09


EDITORIAL

02 | O PRESENTE

Financiamento de campanha igualar o aproveitamento do horário eleitoral graTudo indica que o Congresso Nacional vai aprovar, em definitivo, o financiamento público de camtuito em rádio e TV. Os críticos à proposta acreditam que a medida impede o crescimento de pequepanha, tanto para eleições majoritárias (presidente, nas legendas, além de cercear o direito das pessoas governador, senador e prefeito) como para as proporcionais (deputados federais e estaduais, e vereaa investirem em propostas/políticos que acreditem para que cheguem ao conhecimento do maior núdores). O princípio básico desta medida, se aprovamero de pessoas possível. É bem provável que o da, é diminuir, se não excluir, a influência do grande capital na política, o que favorece a corrupção. financiamento público, ao invés de coibir a corrupção, seja um motivo maior para que os grupos É diferente do que acontece com o fundo partidápolíticos estabeleçam o seu “caixa 2”. rio, que o dinheiro público é apenas uma parcela do total investido nas campanhas políticas, sendo o A modalidade em questão é tida por muitos como a que mais combina com a prática do voto em lista excedente complementado conforme o potencial de fechada, na qual o eleitor vota cada partido ou coligação. Daí vem a complementação de doanos partidos e não mais no candidato na eleição de deputados e ções de empresários, empreiteiHá tanta coisa oculta ao grande vereadores. Tanto o financiaras, filiados dos partidos, etc. público nas campanhas eleitorais Com o financiamento público, mento público de campanhas que é muito difícil aos eleitores quanto o voto em lista já estão ficarão proibidas as doações e acreditarem, tanto quanto os sendo considerados como quesinvestimento de particulares. parlamentares, que o Acredita-se que o financiatões “líquidas e certas”. Tem financiamento público de partido que já se planeja para mento poderá inviabilizar as recampanha vai acabar com a nos próximos pleitos trabalhalações que levam ao favorecicorrupção, as falcatruas e os mento de grupos e a corrupção rem sob essas condições. pactos pagos depois com dinheiro É lamentável, pois são asnas administrações, impedindo suntos que merecem mais disque casos consagrados como o igualmente público de Delúbio Soares encontrem cussão e amplo conhecimento e opinião pública. São promoviespaço. Além disso, teríamos das tantas audiências públicas para se discutir campanhas mais igualitárias em condições para os candidatos. Se acabaria com as cifras exorbitantes tanta coisa, uma a mais, neste caso, faria toda a diferença. Há tanta coisa oculta ao grande público prestadas à Justiça Eleitoral. Contudo, é evidente, apesar de não público, que nas campanhas eleitorais que é muito difícil aos os valores investidos em muitas campanhas vão eleitores acreditarem, tanto quanto os parlamentares, que o financiamento público de campanha vai muito além do que é declarado à Justiça. Sem contar os casos de uso da máquina pública, cujo acabar com a corrupção, as falcatruas e os pactos prejuízo à sociedade pode ser ainda maior. Seria pagos depois com dinheiro igualmente público. O descrédito da classe política é tão grande que hipocrisia criticar ou citar aqui o caso do “caixa 2” do PT, porque no Brasil as estratégias de campafica difícil acreditar que o dinheiro público não nha, legais e ilegais, são tantas e nem sempre será usado duas vezes - no financiamento da campanha e depois da eleição para cumprir acordos mensuradas em cifras. O financiamento público de campanha sozinho políticos. Porque, se assim for, há tanto setor no não vai ajudar e poderá prejudicar ainda mais as país precisando de investimento público. Que o diga a educação e a saúde. condições de disputa, já que, por exemplo, não vai REFLEXÃO DO DIA

A vida sem uma meta é completamente vazia Lucius Annaeus Sêneca

Colaboração: Prof. Heinz Schurt (www.heinz.adm.br)

EXPEDIENTE Um jornal de bom senso Diretores Arno Kunzler Jornalista Reg. Prof. nº 274/02/38 E-mail - arno@opresente.com.br Paulo Rodrigo Coppetti paulorodrigo@opresente.com.br Editora-chefe Ana Paula Wilmsen DRT/PR nº 8352 jornalismo@opresente.com.br Editora O Presente Ltda Rua Sete de Setembro, 1233 - Centro Marechal Cândido Rondon - PR - CEP: 85960-000 Fone/fax (45) 3254-1842 CNPJ – 84.812.049/0001-39

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QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

João Paulo Lemos SEMANA DA TIREOIDE Entre os dias 23 e 27 de maio de 2011 ocorre a semana da tireoide, marcada por diversos eventos, em todo o Brasil, com o objetivo de conscientizar a população acerca dos diversos tipos de doença que podem acometer essa importante glândula do nosso corpo. É muito comum entre as pessoas a confusão a respeito da definição das doenças que atingem a tireoide. Para entender melhor cada uma delas é preciso saber um pouco sobre o seu funcionamento. A tireoide localiza-se na base do pescoço e produz um hormônio chamado tiroxina, que é o responsável pelo metabolismo corporal. O metabolismo é o conjunto das reações químicas em nosso corpo, em todas as suas partes. Com esse conceito, pode-se entender o quão importante é esse hormônio. A tireoide pode ser acometida por diversas patologias, algumas reversíveis, outras não. No caso do hipotireoidismo, ocorre uma perda progressiva da função da glândula, que se desenvolve ao longo de anos. Com o tempo, os níveis de tiroxina caem a ponto de causar manifestações clínicas, que são: cansaço excessivo, dores no corpo, inchaço, queda de cabelos, unhas quebradiças, pele seca, ganho de peso, dentre outras. Em uma fase mais avançada, o paciente pode desenvolver complicações cardíacas e um quadro semelhante à depressão grave. Sem o diagnóstico e tratamento adequado, pode haver evolução para o coma e até mesmo a morte. Nos dias atuais, raramente tais complicações ocorrem, pois o diagnóstico tem sido cada vez mais precoce. Já no hipertireoidismo, a glândula encontra-se muito estimulada, havendo produção excessiva do hormônio. Percebe-se que, neste caso, ocorre o contrário do que se passa no hipotireoidismo, portanto, as manifestações são também opostas: agitação, nervosismo, insônia, calor excessivo e perda de peso. O “hiper” é uma doença um pouco mais grave do que o “hipo”, pois pode, em pouco tempo, ocasionar osteoporose e arritmia cardíaca, principalmente em idosos. O diagnóstico deve ser suspeitado pelo médico e o tratamento instituído rapidamente. O tratamento de ambas as doenças é relativamente simples, sendo feito através de medicações; no caso do hipotireoidismo, administra-se o hormônio que está em falta, até atingir níveis suficientes para normalizar os exames laboratoriais, e a medicação deve ser mantida indefinidamente; no caso do hipertireoidismo, é necessário o uso de substâncias que bloqueiem a produção excessiva de hormônios na tireóide, entretanto, em alguns casos pode ser necessária alguma estratégia diferente, como a aplicação de iodo radioativo ou até mesmo cirurgia. Nas duas situações, o mais importante é o diagnóstico precoce, para que o tratamento seja realizado sem atraso. Nem sempre a presença dos sintomas traz a certeza do diagnóstico, portanto é muito importante a avaliação de um médico e a realização de exames específicos. Como têm se tornado cada vez mais frequentes tais doenças da tireóide, recomenda-se que todas as pessoas com sintomas suspeitos ou que tenham histórico de problemas desta glândula na família sejam submetidas aos exames para rastreamento dessas patologias. * O autor é endocrinologista (CRM-PR 26743) e coordenador de programas de prevenção de doenças e promoção de saúde do Sempre Vida dr.joaolemos@gmail.com


QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

O PRESENTE |

PSD em Marechal Rondon Lideranças de Marechal Cândido Rondon já estão se articulando para trazer ao município o PSD, partido fundado recentemente no Brasil. Quem está liderando a iniciativa é o vereador Sérgio Maciel, que atualmente é filiado ao PSB. A expectativa é que até meados de junho a situação esteja mais concreta. De acordo com Sérgio Maciel, já está sendo realizado o trabalho de coleta de assinaturas de pessoas que apoiam a criação do PSD no município para na sequência realizar a filiação. “A aceitação está muito boa. O que se comenta é que está na hora de surgir uma terceira opção na política rondonense”, declara.

Arquivo/OP

Eleições 2012 O vereador explica que o objetivo nas eleiO vereador Sérgio Maciel está liderando a criação do PSD em Marechal Rondon: objetivo ções municipais de 2012 é o PSD lançar chapa é lançar chapa completa na majoritária e completa, tanto na majoritária como na proporproporcional nas eleições de 2012 cional. Questionado se pretende pleitear uma futura candidatura como prefeito, Sérgio é enfático ao responder que seu objetivo é realizar um trabalho para que o partido tenha um nome forte na política local, independente de quem seja a liderança que for encabeçar a chapa majoritária. “O importante é ter uma terceira opção política em Rondon”, reforça.

Comissão provisória oficializada Foi oficializada ontem (25) a comissão provisória que irá constituir o Partido Social Democrático (PSD) no Paraná. O presidente é o deputado federal Eduardo Sciarra, o 1º vicepresidente é o deputado estadual Ney Leprevost e o 2º vice é o ex-ministro Alceni Guerra. O tesoureiro será Antonio Devechi e o secretário geral Agostinho Creplive. É grande a expectativa de que na semana que vem os deputados federais André Zacarow, Reinhold Stephanes, César Silvestri e Sandro Alex anunciem a filiação ao novo partido. Na semana passada, o prefeito de São José dos Pinhais, Ivan Rodrigues, já tornou pública sua mudança para o PSD. Assim que o partido estiver registrado no TSE, serão constituídos os diretórios municipais. Em Curitiba, Ney Leprevost, deputado mais votado, irá lidera a Comissão Executiva. “O PSD nasce forte. É um partido que vai aproximar a sociedade dos legisladores e governantes. Vamos fazer um processo de decisões políticas extremamente democrático”, afirma Sciarra.

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RICHA, ORTIGARA E KOSLOVSKI EM VILA CELESTE

O governador Beto Richa, o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, participam hoje (26), às 15 horas, da inauguração da Unidade Produtora de Pintainhos (UPP) da cooperativa Lar em Vila Celeste, interior de Santa Helena. A cooperativa Lar investiu R$ 70 milhões em estrutura e mais R$ 40 milhões no plantel. O empreendimento vai gerar 550 empregos diretos e tem capacidade para abrigar 450 mil matrizes e 7,5 milhões de pintainhos por mês.

Reunião com autoridades em Cascavel Prefeitos da região Oeste do Paraná participam amanhã (27) da terceira assembleia geral ordinária de 2011 da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop). O encontro será realizado a partir das 09h30, na sede da entidade, em Cascavel, e prossegue durante o dia todo. Estão confirmadas as presenças do diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot; do secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho; e do diretor-presidente da Ferroeste, Maurício Theodoro. Constam na pauta temas de interesse ao desenvolvimento regional, como a discussão do plano viário paranaense, investimentos estaduais e federais em obras de infraestrutura, em recuperação, pavimentação e duplicação de rodovias, construção de ramais ferroviários, Aeroporto Regional do Oeste e outros assuntos. “Em virtude da relevância do tema, é esperada a maciça presença de líderes da região”, destaca o presidente da Amop, prefeito de Jesuítas Aparecido José Weiller Junior.

Roubo de veículos O relatório final sobre a relação dos automóveis de propriedade da Assembleia apontou que dos 55 veículos, 48 foram roubados. O último boletim de ocorrência é datado de 2003, segundo constatou o deputado Reni Pereira (PSB), responsável pelo controle do patrimônio da Assembleia. Pereira destacou que todos os roubos foram notificados à Polícia Militar (PM), o que gerou um Boletim de Ocorrência. “Coube à PM na época fazer a investigação. Os veículos não foram localizados”, disse Pereira. “Cabe a nós fazermos o levantamento do patrimônio e zelar por ele. Não é de responsabilidade dos deputados fazer investigação de roubo”, completou. O presidente da Assembleia, deputado Valdir Rossoni (PSDB), disse que neste caso não há mais o que apurar, já que nem a polícia conseguiu localizar os veículos. “Não houve prejuízo para a Assembleia. Todos os carros tinham seguro e a seguradora reembolsou a Assembleia”, disse Rossoni. O deputado ressaltou que o roubo dos veículos é um caso de mais de uma década, e não um caso recente como muitos têm acreditado. “Espero que essa seja a última explicação que dou sobre esse caso. Os carros foram roubados há mais de dez anos. Não foi ontem nem no ano passado. Apenas as administrações anteriores não tinham dado baixa após o roubo. Agora a situação está regularizada”, finalizou.


POLÍTICA

04 | O PRESENTE

QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

ITAIPU

Paraguai quer reiniciar discussões sobre venda de energia

Governo paraguaio pretende lucrar ainda mais com a comercialização de sua parcela de Itaipu

A

pós ser bem-sucedido na tarefa de triplicar o valor recebido do Brasil pela cessão da parcela que tem direito de Itaipu, o Paraguai planeja retomar as negociações com o governo brasileiro para alterar o modelo de comercialização dessa energia. “Concluída essa discussão para elevar o valor da cessão, a área diplomática deve reativar as negociações sobre o modelo de venda”, disse o diretor-geral paraguaio de Itaipu, Gustavo Codas, em evento realizado em São Paulo. O atual modelo prevê que Brasil e Paraguai possuam, cada um, 50% da energia produzida por Itaipu. Como o mercado paraguaio não possui demanda suficiente para absorver a parcela da usina que tem direito, esse volume de energia é cedido ao mercado brasileiro, seguindo o que está previsto no Tratado de Itaipu. Este mês, o Senado brasileiro aprovou a proposta de triplicar o valor pago pela cessão, de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões. Porém, o que o Paraguai planeja é modificar esse regime de uma cessão para uma comercialização ao Brasil. “Com o novo valor para a cessão, o preço da energia de Itaipu

para o mercado brasileiro foi para US$ 52/MWh. Os próprios senadores reconheceram que a energia no Brasil é vendida na faixa de US$ 70/ MWh”, apontou Codas, sinalizando que o governo paraguaio pretende lucrar ainda mais com a comercialização de sua parcela de Itaipu hoje, a tarifa de Itaipu não gera ganhos para os dois países, porque se resume a pagar os custos operacionais e financeiros da usina. Segundo o executivo, as discussões técnicas entre os dois países sobre o tema foram realizadas até julho do ano passado. Com a proximidade das eleições presidenciais no Brasil e o início das discussões para aumentar o valor da cessão no Congresso brasileiro, os trabalhos técnicos foram paralisados, o que deve ser retomado entre as partes. O diretor-geral paraguaio de Itaipu disse que o trabalho apontou três alternativas para a comercialização da parcela paraguaia no Brasil. A primeira delas seria um modelo de exportação, no qual a estatal paraguaia Ande compra a energia de Itaipu e exporta ao Brasil. A segunda opção seria a abertura de um escritório da Ande no mercado brasileiro, que atuaria como uma comercializadora. E a terceira alternativa seria a atuação da Ande no setor elétrico brasileiro em parceria com uma empresa local. “Das três alternativas, a que mais nos agrada é a exportação. É o modelo mais simples”, afirmou Codas. O executivo argumentou que a venda direta da energia de Itaipu

pela Ande ao Brasil ocorreria de forma gradual, de modo a evitar impactos negativos ao mercado brasileiro - hoje, a energia cedida pelo Paraguai é comercializada pela Eletrobras às distribuidoras do Sul e Sudeste do país. “Faríamos a comercialização de forma gradual, negociando 300 MW por ano”, afirmou o executivo, sinalizando que começaria por 300 MW, passaria para 600 MW e assim por diante. Além de revisitar o modelo de comercialização de sua parcela de energia de Itaipu, o Paraguai também defende que a operação da usina use as 20 turbinas, e não somente 18 unidades geradoras. “A utilização de todas as turbinas elevaria a geração de energia da usina. As duas máquinas somam 1,4 mil MW de capacidade instalada”, argumentou. Com as 20 turbinas, a hidrelétrica binacional Itaipu tem uma capacidade instalada de 14 mil MW. Para que isso ocorra, Codas afirmou que seria necessário rever o acordo tripartite assinado, em 1979, entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai para a exploração do potencial energético do Rio Paraná. O executivo explicou que é justamente esse acordo que impede a utilização das 20 máquinas de Itaipu simultaneamente. “Na época, havia um temor de que as comportas de Itaipu pudessem ser abertas pelo Brasil e que isso inundaria Buenos Aires. Mas isso é impossível de ocorrer, e era uma questão que estava relacionada à disputa entre os militares brasileiros e argentinos”, afirmou.

Procurador pede suspensão da eleição para conselheiro do TCE O procurador do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Paraná, Gabriel Guy Léger, entrou, na terça-feira (24), com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça (TJ) para tentar suspender a eleição para a vaga de conselheiro do TCE. A alegação do procurador e concorrente à vaga é que o procedimento adotado para a convocação dos candidatos não respeitou os prazos legais. Para Léger, a convocação não respeitou os cinco dias estabelecidos para que fossem confirmadas as candidaturas. Segundo o procurador, o novo processo de eleição foi aberto pelo presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Valdir Rossoni (PSDB), no dia 05 de maio, mas a decisão foi publicada no Diário Oficial que circulou no dia 06 de maio. Com o fim do prazo no dia 10,

Léger considera que o prazo não foi respeitado e isso também influenciou as datas limite para a impugnação de candidaturas. O procurador quer a suspensão do processo e solicita que as regras sejam esclarecidas. Além disso, ele pede a reabertura das inscrições. Léger entrou com uma liminar que foi negada. Agora, a Justiça estabeleceu o prazo de dez dias para que a Alep se manifeste sobre o caso. Enquanto isso, a assessoria da Assembleia informou que os trabalhos na Casa continuam normalmente. Ontem (25), quatro candidatos à vaga de conselheiro do TC foram ouvidos pela Comissão Especial constituída na Alep. A sabatina foi realizada com Augustinho Zucchi, Edson Navarro Torres, Cláudio Augusto Canho e Carlos Henrique de Paula Santos. Na próxima semana

serão ouvidos os candidatos Fioravanti Chierighini, Gabriel Guy Léger, Ivan Lelis Bonilha, Jorge Antonio de Souza, Nelson Garcia, Tarso Cabral Violin, Vorni Rogério Ferreira e Antonio Rudolfo Hanauer. Todos disputam a vaga deixada por Maurício Requião, irmão do senador Roberto Requião (PMDB). Maurício havia sido nomeado, em 2008, para ocupar a vaga do exconselheiro Henrique Naigeboren, aposentado compulsoriamente ao completar 70 anos. Ele, porém, não estava exercendo suas funções no TC, pois o advogado Cid Campêlo Filho questionou a nomeação do irmão do ex-governador no Supremo Tribunal Federal (STF). A alegação é de que a indicação de Maurício, feita durante o governo Requião, desrespeitaria a Súmula nº 13, que proíbe a prática de nepotismo em órgãos públicos.

PANORAMA POLÍTICO

PEDRO WASHINGTON prpress@terra.com.br

Cadeira perigosa A continuar no ritmo em que vai, a Casa Civil da Presidência vai adquirir a fama de “fatídica”. Não foram poucos os que saíram com mácula em suas biografias. Nos períodos recentes do presidente Lula e do PT, pelo menos três casos. Salvou-se a ministra, hoje presidenta Dilma Rousseff. No início do primeiro mandato, depois do episódio Waldomiro Diniz, apanhado “com a boca na botija”, José Dirceu acabou se enredando de tal forma no “mensalão” que não restou a Lula se não a alternativa de livrar-se dele, embora se soubesse a força que tinha (e continuou a ter) no governo. Dilma passou incólume, mas, ao sair, deixou Erenice Guerra em seu lugar. Logo estaria sendo acusada de proteger as artimanhas de seu filho, usando seu nome. Mais uma saída traumática. Agora resta saber até onde irá o problema criado pelo extraordinário crescimento do faturamento da empresa de Antonio Palocci. Num ponto a situação deixa suspeita: nos mais de R$ 10 milhões que, segundo a Folha, o deputado-empresário teria faturado entre novembro e dezembro passados, período em que Dilma já havia sido eleita e ele Palocci era dado como a figura de proa, que de fato veio a ser no novo governo. Curiosamente há um caso, entre esses que atingiram figuras marcantes de governos passados, que não deixou margem a dúvidas: Henrique Hargreaves, chefe da Casa Civil de Itamar Franco, viu-se envolvido num escândalo de desvio de verbas. Não teve dúvidas: demitiu-se do cargo até que a situação fosse esclarecida, para não prejudicar o amigo presidente. Superado o episódio, com sua imagem isenta de qualquer suspeita, voltou ao cargo sob aplausos gerais. Grandeza que tem faltado aos atingidos nos últimos episódios.

Só o presente As tentativas de defesa do “companheiro” Antonio Palocci, por vezes, propiciam afirmações ridículas, que não fazem justiça aos que as proferem. Caso de duas praticamente idênticas do ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, e do ministro Gilberto Carvalho. Para ambos, “ao governo só interessa o presente”. Malfeitorias anteriores não contam?

Pão amargo “Porteira onde passa um boi passa a boiada”, ensina a sabedoria popular. Já que o líder do governo Requião veio para o governo de Beto, nada mais normal que outros companheiros, antes governistas, queiram voltar ao redil. Os companheiros de Beto de primeira hora não veem a manobra com muita satisfação. Afinal, foram eles que comeram durante oito anos “o pão que o Requião amassou”.

Notícias... As notícias são preocupantes. As exigências absurdas. No ritmo em que o Maracanã vem sendo reformado, garantem especialistas, não estará pronto para a Copa. Por outro lado, a exigência da Fifa, proibindo qualquer comércio que não esteja ligado aos patrocinadores do evento, num raio de dois quilômetros do campo em que jogos sejam realizados, inclusive na véspera, está deixando o empresariado dessas regiões de cabelo em pé.

... preocupantes Caso da Arena da Baixada. Primeiramente por não se saber quem vai bancar o aumento na obra de término do estádio, antes previsto em R$ 140 milhões e que com as novas exigências irá a R$ 200 milhões. Afora essa proibição de comercialização no entorno, numa região que tem, inclusive, vários shoppings. Será que vale a pena tudo isso para eventuais jogos de segunda ou terceira categorias, a preços inacessíveis ao torcedor comum?

Em choque Dois fatos incomuns no episódio envolvendo o ex-todo poderoso diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn. Primeiro, o fato de a direção do hotel ter chamado a polícia ao ouvir o relato da camareira supostamente assediada sexualmente. Dada a importância do hóspede, difícil imaginar isso no Brasil. Segundo: a polícia o apanhou no aeroporto por ter ligado ao hotel à procura do celular que esquecera, indicando onde se encontrava.


POLÍTICA

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O PRESENTE | 05

APÓS PRESSÃO DE RELIGIOSOS

Presidenta suspende produção de “kit anti-homofobia” Divulgação

De acordo com o ministro Gilber to Car valho, Dilma assistiu aos vídeos e não gostou do tom das produções

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epois de se reunir ontem (25) com deputados da chamada bancada religiosa, o governo decidiu suspender todas as produções que estavam sendo editadas pelos ministérios da Saúde e da Educação sobre a questão da homofobia. De acordo com o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, a presidenta Dilma Rousseff assistiu aos vídeos do chamado “kit anti-homofobia” e não gostou do tom das produções. “A presidenta decidiu suspender esse material e suspender também a distribuição”, disse o ministro, após se reunir com cerca de 30 deputados, entre eles, o líder do PR na Câmara, Lincoln Portela, e Antony Garotinho.

De acordo com Gilberto Carvalho, todo material sobre “costumes” será produzido após consulta a setores da sociedade interessados, inclusive a bancada religiosa. “A presidente se comprometeu, daqui para frente, que todo material sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade, inclusive às bancadas que têm interesse nessa situação. Nós entendemos que é importante que, para ser produtivo e atingir seu objetivo, esse material seja fruto de uma ampla consulta à sociedade, para não gerar esse tipo de polêmica que, ao fim, acaba prejudicando a causa para a qual ele é destinado”, disse Carvalho.

PRESSÃO

O governo admite que a decisão foi provocada pela pressão da bancada religiosa. “Na verdade o governo recebeu hoje (ontem) a bancada evangélica e católica, que veio contestar os materiais atribuídos aos ministérios da Educação, da Cultura e da Saúde. O governo informou aos deputados que estão suspensas

todas as produções de materiais que falem dessas questões, sobretudo dessa questão comportamental”, informou o ministro. “A posição do governo é clara. Estão suspensas a edição e a distribuição desse material. E qualquer material daqui para frente passará por um crivo de um debate mais amplo da sociedade”, enfatizou Carvalho.

ELABORAÇÃO

O kit de combate à homofobia foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e travestis) a partir do diagnóstico de que falta material adequado e preparo dos professores para tratar do tema. O preconceito contra alunos homossexuais tem afastado esse público da escola, apontam as entidades.

ALTERAÇÃO

Na semana passada, o ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que o ministério tivesse decidido pela alteração do conteúdo do kit de combate à

Ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República: “A presidenta se comprometeu, daqui para frente, que todo material sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade, inclusive às bancadas que têm interesse nessa situação”

homofobia. “O material encomendado pelo MEC visa a combater a violência contra homossexuais nas escolas públicas do país. A violência contra esse público é muito grande e a educação é um direito de todos os brasileiros, independentemente de cor, crença religiosa ou orientação sexual. Os estabelecimentos públicos têm que estar preparados para receber essas pessoas e apoiá-las no seu desenvolvimento”, defendeu Haddad. O material do kit ainda não

havia sido finalizado pelo governo. Entretanto, três vídeos que vazaram pela internet provocaram polêmica há duas semanas. Apesar das críticas, o kits ganharam apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco) que lançou seu parecer favorável ao material. Na avaliação da Unesco, o material iria contribuir para a redução do estigma e da discriminação. O material deveria ser distribuído a seis mil escolas de ensino médio.


POLÍTICA

06 | O PRESENTE

QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

CÓDIGO FLORESTAL

Senado vai “melhorar” texto aprovado na Câmara, diz Jucá Será solicitado à presidenta Dilma a prorrogação da entrada em vigor do decreto que pune com multa os fazendeiros que não estiverem em conformidade com a lei ambiental

O

líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou ontem (25) que pedirá à presidenta Dilma Rousseff a prorrogação, em um prazo de três a quatro meses, da entrada em vigor do decreto que pune com multa os fazendeiros que não estiverem em conformidade com a lei ambiental. O prazo para que o decreto começasse a valer e que já havia sido adiado antes - é 11 de junho. Os ruralistas pedem mais tempo com o objetivo de que o novo Código Florestal, cujo projeto foi aprovado terça-feira (24)

pela Câmara, entre em vigor e traga alterações que beneficiem os fazendeiros. Hoje, argumentam que grande parte dos produtores seria passível de punição pelo decreto. Jucá disse ainda que o Senado vai “ajustar para melhor” o texto do Código Florestal aprovado pela Câmara, citando como uma das medidas a retirada das áreas urbanas do arco de abrangência do código. Suas declarações foram dadas logo após reunião de líderes de partidos governistas com o expresidente Luiz Inácio Lula da Silva, encontro realizado na casa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

BASE RACHADA Após semanas de embate, negociações e troca de acusações, a Câmara dos Deputados aprovou texto da reforma do Código Florestal com alterações que significaram uma derrota para o governo. Uma emenda aprovada por 273 votos a 182 rachou a base do governo levando os principais partidos governistas, PT e

PMDB, para lados opostos. O texto da emenda consolida a manutenção de atividades agrícolas nas APPs (áreas de preservação permanente), autoriza os Estados a participarem da regularização ambiental e deixa claro a anistia para os desmates ocorridos até junho de 2008. O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), chegou a falar, em nome da presidenta Dilma Rousseff, que a aprovação da emenda seria “uma vergonha”. Líderes reagiram às declarações. “Vergonha é um governo querer fazer tudo por decreto”, disse o líder do PSDB, Duarte Nogueira (SP). Os discursos foram acalorados. O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), negou que o texto, acordado com aliados e oposicionistas, seja uma derrota. “Sou o governo Dilma, não aceito que se diga aqui que está se derrotando o governo. Como se a proposta é nossa”. Antes, a Câmara aprovou com 410 votos a favor e 63 contra o texto base do Código Florestal redigido pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

Presidenta Dilma está “desinformada”, afirma Rebelo O deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) afirmou ontem (25) que a presidenta Dilma Rousseff está “muito desinformada” sobre o texto do novo Código Florestal, aprovado na madrugada de ontem (25). Rebelo foi relator do código na Câmara e, durante seu trabalho, recebeu críticas de ambientalistas e ruralistas. “Não acredito em veto (da presidenta). O que eu acredito é que a presidenta Dilma está muito desinformada sobre esse assunto”, disse. “Ela (Dilma) pode ter informações só de um dos lados, um lado que circulou muito no Palácio do Planalto nos últimos dias, que foi o lobby ambientalista”, completou Rebelo, logo adiante. Na terça-feira (24), antes da aprovação do código, o governo já havia sinalizado que poderia vetar

trechos do texto, caso não fossem feitas alterações no Senado. Mais cedo, a presidente recebeu oito exministros do Meio Ambiente, entre eles Marina Silva (PV), que pediam o adiamento da votação. Segundo Rebelo, havia representantes do governo, próximos à Dilma, que desconheciam até termos corriqueiros da proposta. “Conversei com gente importante do governo que não sabia exatamente o que era AAP (área de preservação ambiental) e reserva legal”, criticou. Em seguida, ponderou. “As pessoas não têm obrigação de saber. São administradores, são pessoas que não são especialistas em direito ambiental, e muitas vezes recebem informações desavisadas”.

Ambientalistas Sarney avisa que Código Florestal lamentam aprovação não terá urgência no Senado

Oposição e governistas, no Senado, adotaram a postura de cautela nas avaliações sobre como será a tramitação do projeto de lei do Código Florestal Brasileiro, aprovado terça-feira (24) pela Câmara dos Deputados. O recado já foi dado pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), ao afirmar que o assunto não terá qualquer urgência na tramitação, por sua relevância e controvérsia nas posições de representantes do setor rural e de ambientalistas. A matéria tramitará em pelo menos três comissões: Constituição e Justiça (CCJ); Agricultura e Reforma Agrária (CRA); e Meio Ambiente, Fiscalização e Controle (CMA). A ordem de tramitação será definida por Sarney após a leitura do projeto em sessão plenária. O presidente da Comissão de Meio Ambiente, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), definirá neste fim de semana quem será o relator da matéria no colegiado. Rollemberg ressaltou que cabe ao Senado encontrar uma fórmula que garanta ao Brasil preservar a imagem no cenário internacional de um país competitivo na exploração agrícola de forma sustentável. “Se passarmos a imagem que a agricultura

brasileira degrada o meio ambiente perderemos bastante essa competitividade”, destacou o parlamentar. O senador não descartou a possibilidade de ser o relator da matéria na comissão que preside, mas foi cauteloso ao analisar a decisão dos deputados que aprovaram a anistia aos produtores que derrubaram matas nas áreas de preservação permanente (APPs) em suas propriedades, para expandir pastos ou plantios. “Sempre que existe uma anistia, abre-se caminho para a prática de novas irregularidades”, avaliou. Pelo código vigente desde 1965, esses produtores estão ilegais e sujeitos a multas por crimes ambientais e embargo de suas propriedades. O prazo para que regularizem as APP termina em 11 de junho. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Eunício Oliveira (PMDB-CE), destacou que um dos itens mais polêmicos que deverá merecer uma avaliação mais criteriosa e imparcial por parte da Casa será as transferências aos governos estaduais na definição de quais áreas são de preservação permanente. “Não pode e não deve ser uma disputa política”, afirmou.

Oliveira acrescentou que o entendimento em torno de um texto comum, que preserve os pontos defendidos pelo governo e atenda a ruralistas e ambientalistas, está mais fácil uma vez que o PMDB, maior bancada no Senado, não fechou acordo com nenhuma das partes, diferentemente do que ocorreu na Câmara. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), por sua vez, ressaltou que não está convicto de que todos os Estados estejam preparados para assumir as responsabilidades de definição de cultivos em suas áreas de preservação permanente. Ele afirmou que conversará sobre o texto aprovado pela Câmara com ex-ministros do Meio Ambiente para formar sua opinião. A seu ver, no transcorrer dos debates do Senado, será imprescindível aos parlamentares a realização de audiências públicas com governadores, representantes do setor rural e ambientalistas. “O código é algo que não divide a Câmara e o Senado. Nós reagiremos por convicções pessoais. Acredito na compatibilidade entre a preservação do setor agropecuário e, também, da proteção do meio ambiente”, concluiu Aécio.

Ambientalistas reunidos em Curitiba para a abertura da Semana Nacional da Mata Atlântica lamentaram ontem (25) a aprovação, por parte da Câmara dos Deputados, do Código Florestal Brasileiro. Eles preveem que não será fácil alterar o texto no Senado, mas prometem manter-se mobilizados. O nome da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, constava na programação, mas, de acordo com o diretor de Florestas do ministério, João de Deus Medeiros, ela precisou ficar em Brasília para participar de um “gabinete de emergência”. “Hoje é um dia de luto, mas também de luta”, afirmou o coordenador do Conselho Nacional da Reserva de Biosfera da Mata Atlântica, Clayton Lino. Seu grito foi reforçado pelo coordenador da Rede de organizações não governamentais (ONGs) da Mata Atlântica, Renato Cunha. “Não vamos desistir de realmente fazer com que este projeto não vá para frente”, acentuou. Ele disse que os movimentos ainda não sabem exatamente o que fazer. “A gente ainda tem que analisar, não estávamos preparados para esse day after (dia seguinte)”, lamentou. Cunha, que preside o Grupo Ambiental da Bahia (Gamba), destacou que houve mobilização da sociedade em relação ao Código e muitos abaixoassina-

dos contrários à alteração foram feitos. “Mas os ruralistas também se mobilizaram e a bancada do Congresso é muito mais ruralista do que ambientalista”, ponderou. “Acho que faltou mais empenho do governo”. O ambientalista acentuou que também não será “simples” conseguir uma vitória no Senado. “O Senado atende muito mais interesses econômicos do que interesses da sociedade”. Já o diretor de Florestas do Ministério do Meio Ambiente acredita que é possível alterar o projeto no Senado. “Ainda que tenha se colocado como uma derrota do governo, não há por que estar assumindo isso como derrota, até porque seria precipitado neste momento, já que o processo de revisão do Código não se encerrou com a votação de terça-feira”, disse Medeiros. Segundo ele, o texto aprovado pela Câmara já trouxe alterações em relação ao aprovado na comissão especial. Se houver mudanças no Senado, o projeto retorna à Câmara antes de seguir para a sanção da presidente Dilma Rousseff. “Então o governo ainda tem tempo ao longo desse processo legislativo, uma perspectiva de ter pelo menos dois momentos em que as mudanças que o governo defende poderão ser implementadas”, afirmou.


POLÍTICA

QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

O PRESENTE | 07

CONGRESSO NACIONAL

Deputados do Paraná comemoram aprovação do Código Florestal Fotos: Leonardo Prado

Saulo Cruz

Deputado federal Moacir Micheletto: “Se o Código Florestal não for sancionado até 11 de junho, é preciso haver um novo decreto ou entre 95% e 98% dos agricultores brasileiros estarão na ilegalidade”

Expectativa é que o texto seja também aprovado no Senado para que a presidenta Dilma possa sancioná-lo até o dia 11 de junho

“F

oi uma vitória do produtor rural e do Brasil”. Com estas palavras o deputado federal Moacir Micheletto resume como avalia a aprovação na terça-feira (24), na Câmara dos Deputados, do novo Código Florestal. Pelo novo texto, fica permitido o uso das áreas de preservação permanente (APP’s) já ocupadas com atividades agrossilvipastoris, ecoturismo e turismo rural. Esse desmatamento deve ter ocorrido até 22 de julho de 2008. O texto ainda precisa passar pela aprovação do Senado e, na sequência, ser sancionado pela presidenta Dilma Rousseff. Conforme Micheletto, foram quase dois anos percorrendo o Brasil para realizar audiências públicas, cujo objetivo foi ouvir os anseios das lideranças nas mais diversas regiões do país. O parlamentar comenta que ainda que alguns ambientalistas distorceram o texto para tentar denegrir o conteúdo do relatório do Código Florestal. “Disseram que a partir do relatório ficaria permitido o desmatamento e aqueles que devem por crimes ambientais seriam perdoados, mas não é nada disso. Depois de 45 anos a legislação precisava ser atualizada, até porque o código em vigor até então era fruto apenas de medidas provisórias, portarias, resoluções ou decretos do Executivo. Na realidade, criou-se toda a insegurança jurídica

Deputado federal Eduardo Sciarra: “Não tem cabimento um país como o nosso, que depende da agropecuária, penalizar seus produtores”

no Brasil”, declara. O parlamentar considera ainda que a Câmara dos Deputados teve um papel histórico na democracia brasileira ao não ceder à pressão do Poder Executivo e de forças internacionais. “Era um tema intocável. Parecia que estávamos dentro de uma coisa sacrossanta e que apenas meia dúzia de iluminados que poderiam legislar no Brasil em termos ambientais. É um avanço extraordinário”, comemora. Entretanto, explica o parlamentar, agora os ruralistas correm contra o tempo para que o Código Florestal seja sancionado pela presidenta Dilma. Isto porque no dia 11 de junho expira o prazo para a regularização das reservas legais. “Se o Código Florestal não for sancionado até esta data, é preciso haver um novo decreto ou entre 95% e 98% dos agricultores brasileiros estarão na ilegalidade. É uma questão de tempo e de responsabilidade”, conclui Micheletto.

GARANTIA DE PRODUÇÃO

O deputado federal Dilceu Sperafico também comentou a aprovação do novo Código Florestal. “Felizmente a imensa maioria não se deixou influenciar pelas informações manipuladas de que o agricultor quer desmatar. Muito pelo contrário, ele não quer derrubar uma só árvore, mas continuar garantindo ao Brasil a condição de potência agrícola, econômica e ambiental”, afirma. Segundo Sperafico, o Brasil se transformou em celeiro do mundo ao preservar a floresta original em mais de 60% de seu território, porque o produtor pratica a agricultura sustentável, consciente que exercendo atividade a céu aberto é o maior interessado na preservação e equilíbrio da natureza, analisa. “Assim, o agro-

negócio produz alimentos abundantes, de qualidade e a preços acessíveis para o consumidor brasileiro, gera excedentes para a exportação, garante um terço dos empregos e tributos e é o responsável pelos superávits na balança comercial e reservas cambiais do país”, emenda. Conforme o parlamentar, o novo Código Florestal, através do texto-base do deputado Aldo Rebelo, vai garantir a preservação do meio ambiente e também da agropecuária, que ocupa somente 27% do território nacional, dos quais menos de 10% pela agricultura. A nova legislação mantém reserva legal de 80% das propriedades na Amazônia, 35% no cerrado, e 20% no pampa, caatinga e campos gerais do Sul do país. “O texto tam-

Deputado federal Dilceu Sperafico: “Felizmente a imensa maioria não se deixou influenciar pelas informações manipuladas de que o agricultor quer desmatar”

bém exige reposição de 15 metros de matas ciliares em rios com até dez metros de largura. Os proprietários poderão legalizar suas propriedades em órgãos ambientais e prefeituras. As pequenas propriedades, de até quatro módulos fiscais, poderão manter a situação florestal de julho de 2008. Nos demais casos, foi aberta a possibilidade de reflorestar área fora da região ou a recomposição de reserva legal em outra bacia hidrográfica”, menciona Sperafico.

AMEAÇA AOS PRODUTORES

Segundo o deputado federal Eduardo Sciarra, os produtores rurais estavam sendo ameaçados por uma legislação que deixava na ile-

galidade cerca de 90% dos agricultores do país. “Não tem cabimento um país como o nosso, que depende da agropecuária para suas divisas, para a geração de emprego, penalizar seus produtores, homens que trabalham de sol a sol, por uma visão, muitas vezes, unilateral de quem nem conhece a realidade do campo brasileiro”, aponta. Para Sciarra, muitas pessoas que hoje se levantam contra a matéria não percebem a importância para o país do projeto de lei. “Sou do Estado do Paraná, que tem uma cobertura florestal de 23% da sua área, o que atende perfeitamente ao desejo de tantos que falam em preservação. Os produtores rurais são, sim, preservacionistas e defensores do meio ambiente”, ressaltou.

“Foi a vitória do equilíbrio”, diz Elio Rusch O deputado estadual Elio Rusch, líder do DEM na Assembleia Legislativa do Paraná, ocupou a tribuna ontem (25) para destacar a aprovação do Código Florestal na Câmara Federal. “Foi a vitória do equilíbrio, do bom-senso e se chegou a uma legislação que possibilita ganhos expressivos para o nosso país. Prevaleceu o relatório do deputado Aldo Rebelo(SP), que procura criar as condições necessárias, tanto para a preservação ambiental, quanto para a produção agropecuária”, avalia. Para Rusch, agora o país tem uma legislação ambiental atualizada. “Obviamente não é perfeita, mas moderniza bastante a que tínhamos até hoje. Agora o tema passa para a esfera do Senado e, por fim, será submetido à sanção da presidente da República”, menciona.

O parlamentar ressaltou a solução para a questão das Áreas de Preservação Permananente, pois pela nova regra o proprietário poderá considerar integralmente as APPs no cálculo, se isto não provocar novo desmatamento. “É preciso destacar a atitude corajosa da maioria da Câmara, que se mostrou mais preocupada

com a resolução de um dos grandes problemas de insegurança jurídica do nosso país, do que com as pressões do governo federal, do Greenpeace e outras ONGs internacionais”, pontua. Rusch espera que “a presidenta Dilma Rousseff não vete o Código Florestal. Arquivo/OP

Deputado Elio Rusch: “A Câmara Federal demonstrou sua independência e votou majoritariamente em favor do relatório de Aldo Rebelo, mostrando que os interesses nacionais estão acima dos lobbies das grandes organizações não governamentais internacionais e das pressões do governo”


GERAL

08 | O PRESENTE

QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

REESTRUTURAÇÃO

Concluído processo licitatório para obras na BR-163 Arquivo/OP

Serão investidos R$ 114 milhões na recuperação do trecho Guaíra a Marechal Cândido Rondon

A

notícia de que o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) concluiu o processo licitatório para as obras de reestruturação da BR-163 (trecho Guaíra - Marechal Cândido Rondon) foi comemorada pelas lideranças regionais. Na quinta-feira passada (19), o governo anunciou a conclusão do processo de licitação para as obras de restauração e adequação da rodovia, num total de 63 quilômetros. O valor da obra é de R$ 114 milhões e a empresa vencedora da licitação é a Delta Construções. Para o prefeito de Guaíra, Manoel Kuba, que esteve diversas vezes em Curitiba reunido com autoridades do Departamento de Estradas e Rodagem (DER)

do Paraná e do Dnit, a conclusão da obra era um momento muito esperado desde que o governo federal assumiu o compromisso de recuperar o trecho. “Estive várias vezes em Curitiba e em Brasília pleiteando as obras de recuperação deste trecho. Foi um longo processo até aqui, mas valeu a pena”, afirma.

IMPORTANTE ROTA Kuba também lembrou que a BR-163 é uma importante rota de escoamento agrícola e que as obras devem agradar também aos moradores que se deslocam diariamente pela rodovia. “Nós temos comunidades rurais cuja principal via de acesso é pela BR. Temos também estudantes e profissionais que diariamente transitam pela estrada. Isso tudo somado ao intenso tráfego de caminhões. Sem falar nos turistas que sempre prestigiam Salto del Guairá. Infelizmente, com a estrada danificada vimos muitos acidentes fatais”, lamenta. O prefeito guairense também fez questão de agradecer ao apoio

Prefeito de Guaíra, Manoel Kuba: “Estive várias vezes em Curitiba e em Brasília pleiteando as obras de recuperação deste trecho. Foi um longo processo até aqui, mas valeu a pena”

de deputados e demais lideranças locais e regionais. “Em fevereiro deste ano convidei o presidente da Câmara de Vereadores Almir Bueno para me acompanhar numa visita oficial a Curitiba. Na oportunidade, reivindicamos juntos algumas obras importantes, como o contorno viário e as obras de iluminação da Ponte Ayrton Senna, tam-

bém licitada. Os vereadores de Guaíra sempre estiveram em contato com os deputados, pedindo apoio para os projetos que beneficiam a cidade e a região como um todo. Essa união faz a força. Agradeço ao apoio destes vereadores, deputados estaduais e também dos deputados federais, que sempre tem nos atendido”, ressalta.

Workshop sobre gestão estratégica e financeira acontece hoje A consultora do Sebrae/PR Leani Nehring será a instrutora do workshop gratuito sobre gestão estratégica e financeira, que acontece hoje (26) em Marechal Cândido Rondon. O evento é promovido pela Associação Comercial, Industrial e Agropecuária (Acimacar) em parceria com apoio do Sebrae/PR. A capacitação é voltada a empresários, gerentes de empresas e encarregados do setor financeiro. Durante o workshop, Leani vai trabalhar questões como a apresentação das ferramentas de lançamento, apuração de resultados, análise da gestão patrimonial, gestão do capital de risco e tomada de decisões estratégicas. Para confirmar a participação no evento, os interessados podem entrar em contato com o setor de treinamentos da Acimacar, pelo telefone (45) 3254-1299 ou pelo e-mail treinamentos@acimacar.com.br.


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GERAL

O PRESENTE | 09

Clairton Spinassi

“Não sou contra o presídio, mas prefiro que não seja em Rondon” Juiz criminal da comarca afirma que construção de unidade para presos condenados não deve resolver o problema de lotação das cadeias

E

stão avançados os trâmites para a construção de dois presídios na região, sendo um na cidade de Guaíra e outro a definir entre Toledo e Marechal Cândido Rondon. Na próxima segunda-feira (30) os prefeitos dos três municípios têm audiência com a secretária de Estado da Justiça para tratar do assunto, tendo em vista a necessidade de contrapartida das administrações municipais na cedência de área para a construção das unidades prisionais. Em razão da indefinição quanto ao local do segundo presídio, a reportagem buscou levantar a opinião do juiz de Direito da Comarca de Marechal Cândido Rondon, Clairton Mário Spinassi, a respeito do tema. Segundo ele, a área de abrangência da 20ª Delegacia Regional compreende cerca de 20 municípios e oito comarcas, onde não existe presídio e sim cadeias, local em que deveriam ficar somente os presos provisórios. Na região há em torno de 850 presos. Para ele, o ideal em relação à segurança pública seria a construção de uma cadeia pública, no entanto, não há verba disponível atualmente. Já para viabilizar presídio, que conta com verba federal, existe a disponibilidade, bastando que haja projeto. O juiz afirma que o presídio possivelmente não deve resolver o problema de lotação das cadeias, razão pela qual não faz questão que o mesmo seja sediado em Rondon, até mesmo devido à previsão de recebimento de presos de toda a região. Confira. O Presente (OP): Guaíra tem confirmada a construção de um presídio para 500 presos. Mesmo assim, seria necessário construir outro presídio na região, ou aquele seria suficiente? Clairton Spinassi (CS): Sim. O ideal seria uma cadeia pública, mas como não há essa possibilidade, cabe um presídio para cerca de 500 ou 600 presos. Se forem 500 vagas em Guaíra ainda teríamos 300 presos nas cadeias. Como a tendência é aumentar, acredito que se contarmos com mais um presídio com 500 vagas, em dois anos deverá estar cheio também. Precisamos de uma estrutura para acomodar em torno 1 mil a 1,2 mil presos para funcionar bem. OP: Para que tipo de presos, condenados ou de regime temporário? CS: O ideal seria para todos. Ter um presídio para 500 presos provisórios não seria o ideal, pois o mesmo juiz teria que “cuidar” de todos, aumentando a demanda de serviços, o que seria humanamente impossível de executar. Por isso precisaríamos de uma Vara de Execuções Penais (VEP) para termos um juiz só para cuidar de preso. Hoje sou eu que executo essa função. Tratam-se das execuções de presos que querem sair de visita, que têm direito de progredir de regime, livramento condicional, enfim, todos os benefícios que eles têm. Hoje somos vinculados à VEP de Foz do Iguaçu, há outras em Cascavel, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Curitiba e Francisco Beltrão e imagino que haverá uma em Guaíra também com o novo presídio. Hoje temos em Rondon em torno de 300 processos de execução. Se tivermos 600 presos eu teria em torno de mil processos de execução. Já o juiz da VEP não tem audiência para ouvir réus ou condená-los, somente atender processo de pessoa que esteja cumprindo pena presa ou condenada. OP: Que impacto teria nas cadeias da região? CS: Pouco. O problema do presídio é que ele não deve resolver totalmente o problema de lotação das cadeias. Temos observado que onde há presídios eles enchem, porque vem gente de fora, e as cadeias continuam cheias. Tem ocorrido em Cascavel, onde há presídio e CDR (Centro de Detenção e Ressocialização) e a cadeia pública continua lotada. Em Foz do Iguaçu ocorre o mesmo. Em Ponta Grossa há penitenciária e a cadeia continua cheia. Via de regra vão

para esses presídios presos com trânsito em julgado definitivo. Nós temos 40 em Rondon. Os outros 80 presos são provisórios e não iriam para o presídio, sendo que a nossa cadeia tem lugar para 18 pessoas. Então continuaria lotada. Os presos ao menos deveriam ter um espaço maior, não mordomia, mas sim um espaço digno, com seis camas para seis dormirem, por exemplo.

Carina Ribeiro/OP

OP: Marechal Rondon ou Toledo podem receber o presídio. Como vê essa possibilidade? CS: Como positiva. A partir da construção de um presídio e da vinda de agentes penitenciários, estes poderão fazer escolta de presos, o que poderia possibilitar que os presos trabalhassem em alguma indústria local ou mesmo numa área de 36 mil metros quadrados que foi concedida a nós pela prefeitura para que eles pudessem trabalhar com algum cultivo. A cada três dias de trabalho reduz um dia a pena e o preso ainda ganha R$ 10 por dia, que vai para o pecúlio. Em dez meses ou 300 dias de trabalho ele poderia juntar R$ 3 mil para se manter quando sair da cadeia, além de ser útil para a sociedade mesmo enquanto está na cadeia. Hoje não existe esta condição, pois a Polícia Militar não pode fazer escolta onde não há presídio. OP: Qual a realidade atual? CS: Não conseguimos encaminhar presos para as penitenciárias que existem. Temos 40 condenados que não deJuiz Clairton Mário Spinassi: “Temos observado que onde há veriam estar aqui, mas sim cumprindo presídios eles enchem, porque vem gente de fora, e as cadeias pena em um lugar onde há o juiz da VEP. continuam cheias, como em Cascavel, Foz e Ponta Grossa” Assim, exerço a função para eles. Além disso, precisaríamos de uma cadeia pública que coubesse mais gente. Agora vai entrar uma lei ra. Agora querem “dar” o presídio para nós. ainda mais favorável aos réus. Será muito mais difícil para a pessoa ser presa a partir de julho, porque o Código de OP: O senhor é a favor ou contra a construção de Processo Penal tem a lei nº 12.403 publicada agora em maio, um presídio em Marechal Rondon? Por quê? que muda as regras da prisão. Uma delas diz que não cabe CS: Prefiro que não seja em Rondon, mas não sou mais prisão preventiva para crimes apenados com até quatro contra. Sou a favor da construção de uma cadeia pública, anos de reclusão. Assim, será preciso que o juiz solte a em não sendo possível, sou a favor da construção de um pessoa apreendida em casos como furto, receptação de presídio, de preferência não em Marechal Rondon, mas se produto de furto, apropriação indébita, entre outros crimes. não tiver outro jeito, que seja aqui. Porque a cidade que tem O juiz pode substituir a prisão por medidas como: determipresídio recebe presos de uma região inteira e não só da nar que venha todo mês no Fórum, proibir frequência a cidade. E onde tem presídio as cadeias públicas continuam determinados lugares, de se aproximar de determinadas lotadas, então, para a minha intenção, que é não ter as pessoas, de sair da Comarca, de sair à noite, mas quem vai cadeias lotadas, não resolve. fiscalizar o cumprimento? Não há estrutura. Uma das funções dessa nova lei é justamente evitar que as cadeias OP: Na sua visão, o que pode representar ter fiquem cheias, mas entendo que o caminho não é por aí. construído um presídio na cidade? Temos que construir cadeias. Se não se pode prender quem CS: Financeiramente para o município é bom, pois comete crimes, cada vez teremos mais crimes. teríamos em torno de 200 a 300 agentes penitenciários, cujo salário pode ser de cerca de R$ 3 mil mensais, assim, haveria OP: O senhor acredita que havendo mais vagas, uma injeção de aproximadamente R$ 600 mil por mês no haveria um aumento do número de prisões? município. Nesse sentido favorece a cidade. Em relação à CS: Não, pois mesmo havendo mais vagas, há esta nova segurança, acredito que não há porque se preocupar. lei que oferecerá mais benesses aos presos. Temos presos em Rondon que teremos que soltar em julho. Hoje OP: A construção de um presídio poderá atrair as em Marechal Rondon devem existir em torno de 200 famílias dos presos para a cidade que recebê-lo? mandados de prisão expedidos pela Justiça que estão sem CS: Sim. Se for para presos em regime semiaberto as cumprir, não por culpa da polícia, mas do sistema, pois ela famílias não vêm porque eles ficam pouco tempo e logo vão não tem como cumprir. Então a Justiça faz a sua função. embora. Se for em regime fechado, vêm, pois como ocorre A partir de julho o delegado vai prender e o juiz vai mandar em Catanduvas, se a pessoa for ficar presa durante dez soltar para cumprir a lei. Temos leis muito benignas para anos, a família vem para perto dele. os presos. O legislador do Brasil se preocupa com o réu e não com a vítima. A nossa Legislação está contra o povo. OP: Que garantias o município que receber o E mesmo a prisão hoje, do jeito que ocorre, não resolve, presídio precisaria ter do Estado? CS: As garantias são automáticas em relação ao número pois os presos precisariam trabalhar. de agentes e à criação de uma Vara de Execução Penal, com a vinda de um juiz e promotor e toda a estrutura necessária. OP: Do seu ponto de vista, estrategicamente, qual A Secretaria de Justiça está gestionando a verba junto ao seria a melhor localização para o novo presídio: Ministério da Justiça e o município tem que dar como Rondon ou Toledo? contrapartida um terreno. Deve ser gestionado junto ao CS: Em termo central seria Marechal Rondon. Mas o Tribunal a criação da VEP, o projeto vai para a Assembleia mesmo seria para a Justiça Federal, que deveria ser em Legislativa e a lei deve ser sancionada pelo governador. Marechal e não em Toledo, também o Batalhão da Frontei-


GERAL

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SILVESTRE COTTICA

“Quero ser um elo entre a administração e a população” Vice-prefeito assume a Secretaria de Governo buscando um contato mais direto com a comunidade

G

versamos com nossa equipe e tomamos algumas decisões”, diz. Cottica afirma que com o passar dos meses retomou-se a satisfação dos munícipes quanto ao setor de saúde pública, principalmente, segundo ele, quando da substituição de alguns profissionais da área. “Realizamos uma contratação diferente da que vinha sendo feita. Não mais contratamos uma equipe, mas sim os profissionais foram contratados de forma individual, através de uma empresa terceirizada. Houve várias discussões, porém, no final, a vontade da administração municipal foi feita e o atendimento foi realizado a contento de todos”, comenta.

ratificante. É assim que o vice-prefeito de Marechal Cândido Rondon, Silvestre Cottica, avalia o período de dois anos e quatro meses que esteve à frente da Secretaria Municipal de Saúde. “Foi uma experiência marcante. Uma atividade diferente da qual era acostumado. Já fui gestor de associações comunitárias, de escolas, igrejas, de cooperativas, mas nunca de saúde. Penso que ESTRUTURA a função do gestor é decidir as Conforme o vice-prefeito, haações. Já colocá-las em prática, viam dois postos de saúde a sedevemos deixar para os profissi- rem concluídos - dos bairros onais da área. Augusto I e II É neste sentie do São Lu“Ser secretário de Saúde foi do que o noscas -, os quais uma experiência marcante. so trabalho esforam finalizaPenso que a função do teve pautado. dos e estrutugestor é decidir as ações. Já O gestor deve rados para recolocá-las em prática, conhecer os devemos deixar para os ceberem equiprofissionais da área. É anseios da copes do Prograneste sentido que o nosso munidade. Mima Saúde da trabalho esteve pautado. Foi nha extensa Família. Outro uma ‘faculdade’ que jamais vida social me posto de saúde vou esquecer. Conseguimos proporcionou foi construído ajudar muitas pessoas e isso. Apenas no distrito de salvar muitas vidas” busquei os Margarida, exmeios para que põe. Ele diz ainisso fosse colocado em prática. da que o número de profissionais Foi uma ‘faculdade’ que jamais que atendem nas unidades de saúvou esquecer. Conseguimos aju- de também foram ampliados, caso dar muitas pessoas e salvar mui- de dentistas, sendo que foram tas vidas”, avalia. contratados cinco novos profisO convite para Cottica assu- sionais e hoje 13 odontólogos mir a pasta interinamente surgiu atendem a população de forma em dezembro de 2008, feito pelo gratuita. “Outro ponto positivo prefeito Moacir Froehlich, após que temos que ressaltar é o presnão haver um acordo entre outros tígio que conquistamos fora do nomes cogitados. “Naquele mo- município, em hospitais referênmento a insatisfação no setor de cia, caso do Bom Jesus, de Tolesaúde pública era de 80%. Ao do. Isso possibilita o encaminhaassumirmos, verificamos como mento de pacientes junto a esta os trabalhos eram realizados. Con- unidade de saúde”, menciona.

Ademir Herrmann

CONQUISTAS

Para Cottica, foram várias as conquistas alcançadas. “Os números demonstram por si só estes avanços. A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que os municípios realizem 1,5 consultas por pessoa/ano. Marechal Rondon registrou no ano passado 115 mil consultas, o que corresponde a 2,5 consulta por pessoa/ano. Isso significa que Marechal Rondon está acima da média da OMS”, aponta. Outro avanço considerado importante, na visão do vice-prefeito, refere-se à farmácia básica. “A aquisição de medicamentos através de processo licitatório oportunizou medicamentos a baixo custo. Com os resultados, uma maior gama de produtos passou a ser oferecida. De 120 medicamentos, a farmácia básica passou a contar com cerca de 200 tipos de medicamentos diferentes. Antes em torno de 250 a 300 pessoas buscavam a farmácia básica por dia, hoje esse número passou para 600 a 700 receitas/dia. Aumentamos o número de medicamentos sem aumentarmos os custos”, ressalta. Com relação aos exames laboratoriais, Cottica destaca que de 1.250 exames/mês, a Secretaria de Saúde passou a oferecer 2.750 exames/mês, sem contar exames de raio-x e exames de média e alta complexidade. “Através do Consórcio Intermunicipal de Saúde, ampliou-se também a quantidade de especialidades médicas, tanto no município como para outras localidades”, emenda.

ATENDIMENTO SUS

Em relação aos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ele comenta: “Nos últimos anos apenas um hospital vinha realizando atendimentos de baixa complexidade no município, através do SUS. Recentemente o hospital decidiu não mais realizar este atendimento. Com o

Vice-prefeito Silvestre Cottica: “Quero buscar os anseios da população através de visitas e de participações junto à comunidade. Este contato direto é sempre muito importante. Assim poderei discutir juntamente com o prefeito e toda a equipe a melhor forma de desenvolver os trabalhos no município”

pedido de desligamento, buscamos outras formas. Foi mais um problema que tivemos que resolver. Mas com muita dedicação e empenho conseguimos achar a solução. Estamos encaminhando os pacientes para hospitais de Toledo, Assis Chateaubriand e Cascavel, onde foram divididas as Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs) que são de direito do município. Não estamos deixando ninguém sem o atendimento”, reforça, ressaltando que o município é apenas o gestor neste processo, pois o contrato é realizado pelo Estado. Segundo Cottica, chama a atenção o fato de antes serem necessárias 222 AIHs/mês, sendo que hoje este número é de apenas 60. “A população pode tirar as suas conclusões. Mas penso que alguma coisa não estava sendo feita de acordo”, afirma.

HOSPITAL MUNICIPAL

No que tange ao Hospital Municipal, o ex-secretário de Saúde comenta que a administração aguarda apenas a liberação de um processo de inventário, da família Cruzatti, junto ao Fórum do município. “Após concluído este processo, o governo municipal vai adequar e equipar o local para que a população rondonense possa ser atendida”, frisa.

BOMBEIROS COMUNITÁRIOS

Cottica também destaca o apoio que a administração municipal tem dado aos Bombeiros Comunitários. “Ressaltamos a cedência de uma ambulância, equipada com desencarcerador, desfibrilador e outros equipamentos que colaboram nos primeiros socorros. Desde esta ação, nenhuma vida mais foi perdida por falta de equipamentos. Isso nos deixa muito realizados. Também melhoramos o tempo no atendimento aos acidentados”, avalia.

NOVOS PROJETOS

O vice-prefeito comenta que deixou a Secretaria de Saúde com um índice de satisfação positivo da população de 80%, conforme pesquisa realizada recentemente. Sobre a forma que deseja trabalhar, restando cerca de um ano e sete meses para o fim do atual mandato, ele ressalta que estará junto ao prefeito, assumindo a Secretaria de Governo. “Quero ser um elo entre as secretarias e buscar os anseios da população através de visitas e de participações junto à comunidade. Este contato direto é sempre muito importante. Assim poderei discutir juntamente com o prefeito e toda a equipe a melhor forma de desenvolver os trabalhos no município”, conclui.


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QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

O PRESENTE | 11

DE HOJE A DOMINGO

Expo Santa Helena deve reunir cerca de 50 mil pessoas

Arquivo/OP

Aber tura da festa acontece às 14 horas de hoje (26), no Centro Pastoral Católico. Expectativa fica por conta da par ticipação do governador Beto Richa

E

stá marcado para as 14 horas de hoje (26) a abertura da Expo Santa Helena 2011, evento alusivo ao aniversário do município, que hoje - feriado municipal - comemora 44 anos. Um ato solene com a presença de autoridades e lideranças vai abrir a programação, que prossegue até domingo (29). A expectativa fica por conta da participação do governador Beto Richa, que às 15 horas prestigia a inauguração da Unidade Produtora de Pintainhos da Lar, localizada em Vila Celeste, interior do município. Durante os quatro dias de festa, em torno de 50 mil pessoas devem passar pelo Centro Pastoral Católico (matriz). A informação é do presidente da Associação Comercial (Acisa), Edson Wamms, entidade responsável pela organização, que conta com apoio da prefeitura, Conselho da Mulher Empreendedora e Conselho do Jovem Empreendedor (Cojem). A Expo Santa Helena reúne como atrações a exposição do comércio, indústria, prestação de serviços, carros e motos e implementos agrícolas, shows, cultura, gastronomia, mostra de produtos coloniais e artesanato, dentre outros. Um dos setores que deve reunir um grande público é a parte musical, já que foram programados mais de sete shows, informa Edson. Hoje a banda Anônimos fará sua apresentação. Amanhã (27) será a vez da Banda Atitude Nacional, enquanto no sábado (28) a animação fica por conta da dupla Léo e Giba, Banda Vs. Gargamel, Festa Vibrações e DJ’s e bandas. No último dia de even-

Estadão

(@estadao)

Silvio Santos quer vender Baú por R$ 2,3 bilhões em até 90 dias: http://migre.me/4DsqW

Congresso em Foco (@congemfoco) Rejeitados seis pedidos de convocação de Palocci http://bit.ly/mwnpg8

Roberto Jefferson (@blogdojefferson)

Presidente da Acisa, Edson Wamms: “Convidamos a população de Santa Helena e da região para prestigiar a Expo Santa Helena, que contará com muitos atrativos”

Presidente nacional do PTB

Dilma não deveria vetar Código aprovado. Seria partir para o confronto. E isto não é bom para ninguém. http://ht.ly/52MOT É “vergonha” defender o produtor brasileiro? Eu não acho. http://ht.ly/52MH8

Revista Veja (@VEJA) Estímulo ao transporte individual empurra cidades brasileiras para o colapso http://migre.me/4DnMY

Bob Fernandes (@Bob_Fernandes) Editor-chefe do Terra Magazine

Evangélicos chantagearam Planalto com Palocci para derrubar “kit gay” http://bit.ly/jDahbx

Jota Agostinho (@blogdojota) Jornalista e colunista político

Duplicação da Rodovia das Cataratas será licitada - http://bit.ly/mNt19l

to, no domingo, foram programados três shows: com a Banda MDM e as duplas Fernando e Rafael e Xandó e Léo. “A entrada para a exposição, assim como para os shows, é livre. Não haverá cobrança de ingresso”, salienta o presidente da Acisa. EXPOSIÇÃO A exposição do comércio, indústria, prestação de serviços, carros e motos e implementos agrícolas é outro segmento que surpreendeu positivamente os organizadores da Expo Santa Helena. Inicialmente, existia a expectativa de comercializar em torno de 70 estandes. Contudo, entre as empresas e a praça de alimentação já totalizam mais de 110 espaços vendidos. “Foi muito positivo e importante trazermos a feira para o centro da cidade. Acredito que

isso será o maior diferencial. Além disso, a própria população e nossos empresários tinham essa carência da realização de uma exposição em Santa Helena. Isso está sendo um dos pontos altos”, declara o dirigente. GASTRONOMIA Uma das novidades na Expo Santa Helena 2011 é que o serviço de gastronomia passa a ser terceirizado. Hoje e sábado será servido o café colonial e no domingo haverá a Festa da Costela, que substitui a Festa do Costelão, que antes era assado ao fogo de chão. “Cada costela que será assada na churrasqueira conta com dez quilos e será um prato bonito e bom. Acredito que é uma iniciativa que vem para ficar no município, pois terá um tempero especial e um formato bem interessante”, conta.

Fábio Campana

(@fabiocampana)

Jornalista e colunista político

Curitiba no ranking das melhores produtoras de cerveja http://www.fabiocampana.com.br/?p=113464

Sergio Diniz (@SergioDinizBSB) Jornalista

Homofobia é uma das muitas questões que envolvem o desrespeito para com as diferenças. Não existe democracia sem o respeito às diferenças.

André Vargas

(@andrevargas13)

Deputado federal do PT

Dilma viaja dia 30 ao Uruguai para tratar de obras de integração http://bit.ly/iHvBHe

Luiz Cláudio Romanelli (@Romanelli_) Secretário estadual do Trabalho

Acabamos de definir a realização de um dia nacional em defesa do sistema público de emprego, que está ameaçado.

Ricardo Noblat (@BlogdoNoblat) Jornalista

Pensando com meus botões: se um homem público não deve dar satisfações ao público, a quem ele deve oferecê-las?

Assembleia Legislativa (@legislativoPR) Audiência debate nesta quinta-feira (26) a criação da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa. http://bit.ly/kqubT6

Valor Econômico (@valor_economico)

Inaugurações Além da inauguração da Unidade Produtora de Pintainhos da Lar, que contou com investimentos de R$ 70 milhões na estrutura e R$ 40 milhões no plantel, o governador Beto Richa também deve prestigiar em Santa Helena, às 17 horas, a inauguração do Fórum Eleitoral Goya Campos. O evento terá ainda a presença do presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR), desembargador Iraja Prestes Mattar, bem como prefeitos e líderes políticos, empresariais e comunitários da região. A obra foi viabilizada através de uma emenda parlamentar do deputado federal Eduardo Sciarra, ao valor de R$ 150 mil.

Itamar Franco está internado em São Paulo com leucemia http://is.gd/6JsTeT

Milton Leite (@miltonleitereal) Narrador do SporTV

Rumo a Londres para a final da Liga dos Campeões. Sábado. 15h45 na Globo. Com Pedro Bassan, Caio Ribeiro e Arnaldo César Coelho.

Revista Época (@RevistaEpoca) Mesmo com aprovação da Unesco, Dilma veta a produção do kit contra a homofobia http://glo.bo/lM01a1

O Jornal O Presente também está no Twitter. Acompanhe: twitter.com/o_presente (@O_Presente)


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NA PRÓXIMA SEMANA

Unifass promove 9ª Semana Acadêmica de Administração Maria Cristina Kunzler

Evento terá como foco a empregabilidade. Programação conta com palestras, mesa redonda, comunicação de trabalho acadêmico e sor teios de brindes

A

Faculdade Unifass, de Marechal Cândido Rondon, está ultimando os preparativos para a realização da 9ª Semana Acadêmica de Administração. O evento acontece entre segunda (30) e sextafeira (03), nas dependências do auditório da instituição. A informação é do coordenador do curso, professor Paulo César Ilha, e da presidente da empresa Universo Junior, Célia Prediger. O tema é voltado à empregabilidade, qualificação de mão de obra, oportunidades no mercado de trabalho e recursos humanos. De acordo com Paulo César, o evento visa atender especialmente os acadêmicos, mas também é aberto ao público em geral, proporcionando assim a integração entre a faculdade e a comunidade. “Também foram convidados a participar da Semana Acadêmica lideranças políticas e sociais do município”, emenda. Uma extensa programação integra o evento da Unifass, a qual foi organizada pela empresa Universo Junior. Na segundafeira haverá palestra sobre “Empregabilidade e marketing pessoal”, com Fabiano Brum. Na terça-feira (31) a palestra será a

Coordenador do curso de Administração, Paulo César Ilha, e a presidente da empresa Universo Junior, Célia Prediger, em visita ao Jornal O Presente, ontem (25), para divulgação do evento

respeito das “Atividades do Parque Tecnológico Itaipu (PTI)”, com Juan Carlos Sotuyo e, na sequência, acontece a palestra “Segurança no trabalho”, com Jorge Lapezack, da Coamo. Na quarta-feira (1º) o evento inicia com a comunicação de trabalho acadêmico e após o professor da Unifass, Ademir Pedro Klein, faz explanação sobre “As competências e exigências do mercado de trabalho”. Em seguida, será realizada mesa redonda como tema “Novas exigências sobre a qualificação de colaboradores”, tendo como debatedores Hélio Alves Garcia (Sooro), Jorge Winbmoller (Sadia) e professores Gilmar Antonio Rota e Jean Carlos Berwaldt, ambos da Unifass. O mediador será o professor Ademir Pedro Klein. Um dos pontos altos da Semana Acadêmica será na quinta-feira (02), quando o juiz do Trabalho da Comarca de Marechal Cândido Rondon, Adilson Luiz Funez, profere palestra a

respeito de “Decisões administrativas que culminam em ações trabalhistas”. Ainda durante a noite, a professora Sandra Maria Coltre, da Unioeste, fala sobre “Empregabilidade”. No último dia de evento, na sexta-feira, o professor Ronaldo Bulhões, da Unioeste, vai abordar a “Formação profissional e mercado de trabalho: uma realidade contraditória”. Ao final da programação de cada dia da Semana Acadêmica também haverá sorteio de brindes.

nais e bibliografias para os campi de Toledo e Cascavel. O convênio é referente ao projeto institucional “Modernização e Inovação da Infraestrutura de Pesquisa e Difusão de Ciência e Tecnologia dos Programas de Pós-graduação Stricto Sensu da Unioeste”, com valor total de R$ 1.384.778, sendo que a parcela agora liberada é de R$ 632.662,66, destinados à compra de equipamentos nacionais, material permanente e outros itens. Segundo o coordenador do projeto institucional, professor

O Centro Municipal de Educação Infantil Pequeno Polegar, de Marechal Cândido Rondon, localizado no Bairro Botafogo, atende 210 crianças na idade de quatro meses até quatro anos incompletos, que residem em bairros próximos, dentre eles o Jardim Primavera, Bairro Higienópolis, Bairro Botafogo, Loteamento Rainha, Loteamento Augusto I e II. O quadro funcional é formado por 71 funcionários, distribuídos entre direção, coordenação, professores, estagiários, cozinheiras, zeladoras, vigias, padeiras e lavadeiras. Os recursos financeiros que mantêm o Centro Municipal de Educação Infantil são oriundos da Secretaria Municipal de Educação de Marechal Cândido

Rondon e da Associação de Pais, Amigos e Servidores (APAS). O trabalho pedagógico no centro busca valorizar o conhecimento das crianças, suas vivências e experiências, desenvolvendo capacidades intelectuais, mentais e físicas, através de diversos projetos trabalhados a partir da metodologia da pesquisa. O objetivo é proporcionar um atendimento de qualidade respeitando os parâmetros estabelecidos pela legislação vigente. Neste ano de 2011 estão sendo trabalhados os Projetos de Adaptação; Eu e Minha Família; Recreação; Meio Ambiente; Folclore; Poesia, Flores e Cores :Conhecendo a Família dos Animais e o Projeto Natal Encantado. Divulgação

INSCRIÇÕES Os acadêmicos de Administração ou demais interessados em obter mais informações ou efetuar a inscrição para participar do evento promovido pela Unifass podem entrar em contato com a secretaria da faculdade, pelo telefone (45) 3284-7400, ou com a empresa Universo Junior, que está instalada nas dependências da instituição e que atende no período noturno.

Biblioteca da Unioeste vai ganhar sistema antifurto O repasse da segunda p a r cela do convênio 01.08.0391.00, firmado entre a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, a Funiversitária e a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) vai permitir a instalação de um moderno sistema antifurto na biblioteca dos campi de Marechal Cândido Rondon, de Toledo e de Cascavel. Na segunda fase de execução do projeto também serão adquiridos equipamentos nacio-

Centro de Educação Infantil Pequeno Polegar atende mais de 200 crianças

Paulo José Koling, nesta semana, em reunião com os coordenadores dos Programas de PósGraduação Stricto Sensu vinculados ao projeto (Educação, Letras, Filosofia, História), foram dados os encaminhamentos para que o Plano de Trabalho referente à segunda parcela seja executado. Segundo ele, esses investimentos são fundamentais para a verticalização do ensino e da pesquisa desses programas, e demonstram a capacidade de financiamento que a Unioeste possui e de execução dos convênios.

Recentemente o Centro de Educação Infantil Pequeno Polegar realizou evento no pavilhão da Igreja Católica do Bairro Botafogo, em homenagem às mães

MAIS UM NÚMERO Kátia Eggers

O prefeito de Nova Santa Rosa, Norberto Pinz, acompanhado pela secretária de Administração, Rósmere Schnekemberg, realizou a entrega de um aparelho celular à integrante do Conselho Tutelar, Olinda Pudell, ontem (25). Com o atendimento da solicitação, a comunidade conta com mais um número disponível para contato. Além do telefone fixo (45) 3253-1743, o Conselho Tutelar dispõem, ainda, do um novo número de celular 8431-7245. “É uma forma de promover melhorias no atendimento à população e facilitar o trabalho dos conselheiros tutelares em nosso município”, comenta o mandatário.


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SETOR INDUSTRIAL

Empresários enaltecem principais anseios da classe Maria Cristina Kunzler

Reforma tributária, mão de obra especializada e mudanças na concessão de seguro-desemprego foram os principais assuntos expostos em encontro

I

ndustriais de Marechal Cândido Rondon, associados à Associação Comercial, Industrial e Agropecuária (Acimacar), participaram ontem (25) de um café da manhã em comemoração ao Dia da Indústria. Além de ser um momento de confraternização, durante o evento foi realizada uma explanação sobre o Indexopar - Portal das Indústrias do Extremo Oeste do Paraná (www.indexopar.com.br) e o censo empresarial, proposto pela Coordenadoria Regional da Fiep, que tem como titular a empresária Marlise Ricardi. De acordo com o vice-presidente da Acimacar para Assuntos da Indústria, Josué Maioli, o portal já está garantindo resultados positivos para os empresários que estão utilizando a ferramenta, pois está sendo possível divulgar os produtos por meio da internet e, com isso, conquistar novos clientes. Inicialmente, o projeto foi concebido para

atender aos industriais de Marechal Cândido Rondon, Quatro Pontes, Nova Santa Rosa, Mercedes, Pato Bragado e Entre Rios. Entretanto, o objetivo agora é expandir o Indexopar para os empresários dos 11 municípios de abrangência da Coordenadoria Regional da Fiep. Sobre o censo, Maioli explicou que a ideia era realizar um levantamento de dados das indústrias, porém, depois de algumas reuniões, entendeu-se ser importante abrir a oportunidade de se fazer a pesquisa com todas as empresas, incluindo as informais, para conhecer de forma mais profunda a economia regional. “Pretendemos trazer os empresários informais para a formalidade ao apresentar a eles os benefícios disso”, resume o dirigente da Acimacar.

JANTAR

A coordenadora regional da Fiep, Marlise Ricardi, lembrou aos empresários presentes ao encontro que amanhã (27), a partir das 19h30, será realizado um jantar por adesão nas dependências do Clube Concórdia, de Marechal Rondon. O evento visa comemorar a passagem do Dia da Indústria e, na ocasião, serão apresentados números do setor industrial da região. Parte do valor das fichas (que está sendo comercializada a R$ 15) está sendo subsidiada pela Acimacar e pela Federação das Indústrias. “Quem deseja mais informações ou adquirir os convites para o jantar pode

A coordenadora regional da Fiep, Marlise Ricardi, aproveitou a oportunidade para convidar os industriais para o jantar alusivo ao Dia da Indústria, que acontece amanhã (27)

entrar em contato com a Associação Comercial, pelo telefone (45) 3254-1299, ou com a Fiep, pelo telefone 3254-1269. Todos estão convidados”, menciona.

ANSEIOS DA CLASSE

Por ocasião do encontro, alguns empresários expuseram seus maiores anseios, que têm dificultado o desenvolvimento industrial não somente em Marechal Cândido Rondon, mas no Brasil como um todo. Em especial três itens foram enfatizados: a falta de mão de obra especializada, a necessidade de reforma tributária e trabalhista e a revisão da concessão do segurodesemprego. Foi falado ainda da necessidade de melhorias na infra-

estrutura para o escoamento da produção, como em rodovias e ferrovias, portos e aeroportos. Segundo alguns convidados, existem alguns funcionários que trabalham durante seis meses com carteira assinada e, após esse período, forçam a demissão para conseguir receber o seguro-desemprego. O problema, explicam, é que cada vez que isso ocorre as indústrias precisam pagar altos índices de impostos para fazer a dispensa do funcionário. “E quando terminam as parcelas do benefício, o exfuncionário quer retornar ao emprego”, revela um empresário. A sugestão da classe industrial é que o seguro-desemprego seja concedido somente em casos nos

quais não existem vagas disponíveis no mercado de trabalho para a área de atuação da pessoa que foi demitida. Outro assunto que os empresários consideram ser urgente é a reforma tributária e trabalhista promovida pelo governo federal. Segundo eles, os encargos são tão altos que se transformam em um dos fatores que impedem o crescimento industrial brasileiro. Conforme um industrial, a cada R$ 1 mil pagos em salário o empreendimento precisa desembolsar em torno de R$ 2 mil somente em impostos. “Com isso, ficamos impossibilitados de conceder melhores salários para nossos funcionários”, relata.

AÇÕES

O presidente da Acimacar, Luciano Cremonese, destacou que existem duas ações em que a Associação Comercial pode trabalhar em prol do setor industrial rondonense. “No sábado (28) a Caciopar (Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná) promove uma plenária em Cascavel que contará com a presença de autoridades estaduais, incluindo o secretário estadual de Logística e Infraestrutura, José Richa Filho, e do presidente da Ferroeste, Maurício Theodoro. Este será um momento em que as associações comerciais devem apresentar suas moções e, durante o evento, vamos apresentar os anseios de nossos industriais rondonenses às lideranças políticas”, comenta. A segunda ação, acrescenta Cremonese, é a exposição dos produtos que são fabricados no município durante a Expo Rondon, que acontece de 21 a 25 de julho. “No mezanino do Centro de Eventos Werner Wanderer queremos destinar um espaço para realizar a mostra da indústria rondonense como forma de divulgação do que é produzido aqui. Será um local em que tanto as pequenas como as grandes indústrias poderão expor seus produtos, gratuitamente”, afirma.


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ENSINO

Método de boquinhas acelera processo de alfabetização Fotos: Carina Ribeiro/OP

Sistema de ensino dá ênfase aos sons e permite o aprendizado a par tir de três sentidos: visão, audição e tato

A

pós dois anos de aplicação prática, educadoras de Marechal Cândido Rondon já confirmam os resultados positivos do método de alfabetização por boquinhas. Elas confirmam que existe um ganho real em relação ao tempo de aprendizado e maior fixação do conteúdo, abrangendo leitura e escrita. De acordo com a fonoaudióloga Rosely Monteiro Tutida, capacitada para o referido ensino, trata-se de um método baseado no ensino multissensorial. “Por meio dele utilizam-se vários órgãos dos sentidos, tais como audição, visão e tato”, expõe. Segundo ela, as técnicas do método são utilizadas principalmente por fonoaudiólogos que ensinam pessoas com deficiência auditiva a falar. “Usamos as técnicas para oralizar surdos. No entanto, o método pode ser usado para alfabetizar e recuperar a alfabetização de crianças, jovens e adultos em geral. “No ensino regular ele pode ter algumas técnicas usadas como uma ferramenta adicional à alfabetização”, sugere. Rosely difundiu o método na Escola de Educação Especial Pequeno Lar (Apae) e atualmente as professoras dos ciclos 1 e 2 do Ensino Fundamental fazem uso no dia a dia.

COMO FUNCIONA

O método consiste no uso de fotos, vídeos, livros e banners com imagens de bocas que reproduzem o movimento necessário para a

pronúncia de cada som do alfabeto. “Treinamos a consciência fonológica (atentar para os sons enquanto ele é pronunciado), a consciência fonêmica (análise dos sons dentro da palavra) e consciência fonoarticulatória (gesto que a boca faz ao articular a fala), favorecendo a conversão fonema/grafema como pré-requisito para a aquisição da leitura e escrita”, explica a fono. Além de visualizar a posição e movimento da boca e ouvir o som produzido (quando possível), o tato na bochecha ou na região da laringe (pescoço) auxilia na percepção da vibração que determinado som produz e que deve ser produzida pelo aluno para que consiga pronunciá-lo. “O tato é muito importante principalmente para a pessoa com deficiência auditiva, que não consegue ouvir o som emitido”, ressalta Rosely.

SURDEZ

O método tem permitido que pessoas surdas não dependam unicamente do sistema de Libras para se comunicar. “É uma vantagem tamanha à pessoa com deficiência auditiva poder falar, principalmente para estudar e buscar vagas no mercado de trabalho, até mesmo porque a maior parte das pessoas não surdas não sabe Libras, o que acaba fazendo com que os surdos acabem conversando somente entre si”, observa a fono. Rosely informa que o método é de fácil aplicabilidade, pois é composto de livro didático, explicativo ao professor e livro para o aluno e acompanha CD com os sons do alfabeto. “Para as crianças de Educação Infantil, o único material utilizado pode ser o banner de boquinhas (alfabeto completo) e a própria boquinha da criança, que é estimulada a imitar as imagens”, diz.

OUTRA ORDEM

Enquanto pelo método mais comum se ensinam as vogais mais as consoantes pela

Até mesmo material didático específico como livros, CDs e jogos está disponível no mercado

Fabiane Pinatti, três anos, em atendimento com a fonoaudióloga Rosely Tutida: imitar imagens de bocas em frente ao espelho facilita aprendizado da comunicação oral

ordem alfabética, no método de boquinhas a ordem é diferente, tendo em vista o grau de dificuldade da assimilação de determinados sons e grafias. Além disso, a primeira etapa do aprendizado compreende somente o ensino dos sons e não dos nomes das letras. Conforme Rosely, na alfabetização o método preconiza iniciar com as consoantes visuais e simples como o P, T, V, M, B, N, F, D, deixando para o final as que apresentam mesmo som (mesma boquinha) e grafia diferente, por exemplo, G, J, X, C. Ela explica que normalmente essas letras causam confusão, pois, apesar de ter nome “Ce” e produzir o som “Ce” em “Cebola”, a mesma letra também produz um som diferente em “Casa”.

APERFEIÇOAMENTO

Ela ressalta que o uso das boquinhas na Educação Infantil traz um ganho imenso para os pequenos em relação à comunicação oral, especialmente porque algumas crianças ainda não pronunciam corretamente todos os fonemas nesta faixa etária. “As crianças que falam ‘zanela’ em vez de janela, ‘supeta’ em vez de chupeta, no treinamento da consciência fonoarticulatória elas imitam o movimento correto da boquinha que representa o som em questão, corrigindo pequenas imperfeições na fala naturalmente. Ainda permite ao educador verificar alterações mais difíceis de serem sanadas, podendo fazer o encaminhamento para avaliação precocemente”, explana.

processo, tornando-o menos penoso, entre eles dominó de vogais, de sílabas complexas, de rimas, loto de consoantes, quebracabeça de vogais, todos adaptados com os articulemas boquinhas.

ASSIMILAÇÃO

De acordo com as professoras da Apae Mariza Lang Roque e Graciela Vieira, os alunos possuem dificuldades de aprendizagem e o método tem facilitado a alfabetização. “Eles aprendem de forma mais lenta, necessitam de atendimento mais individualizado e de material concreto. Antes eles esqueciam muito facilmente o que aprendiam e após as férias escolares sempre era preciso retomar os conteúdos, mas com a novidade percebemos já no primeiro ano que eles não esqueceram o que haviam aprendido”, relatam. Segundo Rosely, a vantagem do novo método é ser concreto e acessível, pois a boca da criança é o principal instrumento, e multissensorial, o que permite que o aluno tenha vários canais de entrada para uma mesma informação.

ABRANGÊNCIA

Imagens de bocas e o tato na laringe têm favorecido a aluna Vitória Sorge (11 anos), que possui deficiência auditiva, a aprender a falar: resultados comprovados pela professora Graciela Vieira

A Apae de Marechal Rondon aderiu ao método em novembro de 2009 e a aplicação abrange desde a Educação Infantil ao Ensino Fundamental. No setor de fonoaudiologia da escola, o método é usado desde a estimulação essencial até alunos de mais idade como a aluna Vitória Sorge, 11 anos, que tem deficiência auditiva. Neste caso, o método funciona como ferramenta de auxílio do desenvolvimento da linguagem oral. Conforme Rosely, na alfabetização de pessoas com maiores dificuldades como as que apresentam dislexia (distúrbios de leitura e escrita), deficiência auditiva, intelectual, TDAH (distúrbio do déficit de atenção e hiperatividade), alteração do processamento auditivo central (PAC), existe uma gama variada de jogos para auxiliar neste

O aluno Fernando Wiest (14 anos), que tem dificuldade de fala, e a professora Mariza Roque: jogos como o lince de boquinhas reforçam o conteúdo ensinado


QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

VARIEDADES

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O PRESENTE | 15


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C A D O S IFA C S IL13

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3 P O ã ç0 R oE9 d4 i9 S0 E |N -TES TA D IERNTADM 2 E FI6 O 01 IE U Q A-I, 1

D E D O P S E Ú D U A L O P E R A Ç D Ã C E O N A IRçO L g s o q D cG in q ru tq u rM iR tã lib o lísM irD O e A m çS p L P ã Ia e o rI e n n a h scd iÇ lA tn a cS ,ú u e d tb a N e m p E ve a P d cra tçiã u n a á ,re i.,E D D O P S E Ú D D E A OV N DA C N E Ç A E L Ã A R A Ç Ã O d q e cu h o J rla n s J u a ú b u le A R P cé d n e çtn L p id ro e p m n ito e é d a u iU ,d r,n d sL u cin lt m ,P a d o C su p lN tce V n iía lI iIro sd ltR o ip rm so vÇ d a á .I E S n svM ,ta

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