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4A JORNAL DE BELTRÃO Domingo, 9.6.2013

Donos aguardam cirurgia de catarata para cães Muitas pessoas sofrem junto com seus pets pela perda da visão deles. JdeB - A catarata manifesta-se por uma opacidade da lente do olho e leva à cegueira humanos e também animais. No entanto, a cirurgia para a correção nos animais ainda é difícil de encontrar. Por exemplo, em Francisco Beltrão não é possível fazêla. Patrícia Iung, Diuly Caroline Petkowicz e Gabriela Dalla Vechia são beltronenses que esperam o método para ajudar seus cãezinhos. A veterinária Cristiane Muner explica que podem ser várias as causas da doença, como "diabetogênica (secundária ao diabetes mellitus), defeitos genéticos, deficiência nutricional, inflamações intraoculares severas (chamada de uveíte), secundária ou complicada, congênita, juvenil e senil. Em cães, a causa mais comum é a hereditária e se manifesta nos dois olhos. Nos gatos, o processo geralmente é secundário a outras doenças oftálmicas, como as uveítes". Dra. Cristiane comenta que o dono precisa levar o cão o quanto antes ao veterinário, e não deve esperar até que ele fique completamente cego, pois será melhor para fazer o tratamento, que "na maioria das vezes é cirúrgico, porém é aconselhável a realização de uma avaliação da retina, chamada de eletrorretinografia. Feita essa avaliação e se não for detectada uma degeneração nessa estrutura do olho, é indicada a cirurgia". Histórias diferentes, mas o mesmo sofrimento Patrícia Iung é dona da cachorrinha Nina, de seis anos, que está completamente cega pela catarata. A dona aguarda seu veterinário de confiança começar a operar para diminuir o sofrimento de Nina. "Como não tem tratamento para reversão, somente a operação, aguardo começarem o procedimento aqui. Irá recuperar apenas 25% da visão dela, mas para mim já é um alívio", desabafa. Há três meses Patrícia descobriu a doença da sua pequena. Nina começou a coçar o olhinho como se tivesse uma sujeira. A dona conta que do dia pra noite o olhinho foi se fechando e apareceu um pontinho branco. No dia seguinte levou Nina ao veterinário, que fez o exame e constatou a doença na hora. Atualmente, a cadelinha já se acostumou e aprendeu a se localizar, mas Patrícia tirou o máximo de obstáculos para ela não se machucar. Diuly Caroline Petkowicz passa por isso pela segunda vez. Primeiro foi seu cão Broca que desenvolveu a doença, e agora ela cuida de Pretinha, que está com 13 anos.

Diogo é um gato bagunceiro. O dono, Douglas Scwabe, adora a companhia.

Broca sofreu com a catarata, mas faleceu. Pretinha já perdeu quase toda a visão. paredes. Foi muito triste, porque ele perdeu a visão de um olho e o outro ele furou atacando um porco espinho. Nós tínhamos que dar comida e água na boca, deitar ele no cobertor, porque não o achava mais e ele se batia nas paredes, não subia mais a escada. Broca precisava muito de ajuda e até às vezes a Pretinha o ajudava, parecia que ele a seguia", conta. Gabriela Dalla Vechia percebeu que o olho de Boby começou a ficar cinza e um pouco esbranquiçado. A dona o levou a uma clínica veterinária, onde foi diagnosticada a catarata. "O veterinário me disse que não tinha o que fazer, só cirurgia", afirma. Boby tem a doença há quatro anos e quando faz caminhos desconhecidos, ele se bate. Segundo a dona, o cão identifica as coisas e pessoas pelo cheiro e barulho. Boby não tem a visão nos dois olhos.

Boby não tem a visão dos dois olhos. Com idade avançada, a pequena pinscher consegue achar sua comida e água normalmente, pois ainda tem um pouco de visão. Pretinha tem a doença há dois anos e usa colírio para cães e também um para limpeza. As coisas foram mais difíceis com Broca. Aos 11 anos Diuly descobriu que ele estava com catarata e quando estava prestes a completar 15 anos, ele faleceu. "Ele ficou completamente cego e se batia nas

Nina tem seis aninhos e está cega dos dois olhinhos.

Tráfico de espécies, um negócio milionário Anda - No Panamá, as espécies mais comercializadas são o periquito, a arara, tartarugas, répteis, veados e o tucano. No país existem cerca 315 espécies de animais, entre elas a arara vermelha. O tráfico de espécie é um dos quatro negócios mais rentáveis do mundo, junto ao narcotráfico, o tráfico de pessoas e o de armas. As informações são do jornal La Estrella, do Panamá. Esta atividade pode movimentar mais de 20 milhões de dólares anualmente em todo o mundo, de acordo com dados da

Stalone e Bacon são irmãozinhos com dois anos e meio. Os donos, Taís Costa e Cleverson Daros, os amam, pois são muito carinhosos, dengosos e pedem carinho com a patinha. Eles não são bagunceiros e estão à procura de namoradas.

Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres (Cites, siglas em inglês). A instituição aponta que no ano de 2003 o negócio movimentou 39,750 milhões de dólares. Por ser um país de trânsito, o Panamá é estratégico para este tipo de atividade, segundo Carlos MacPherson, inspetor de aduanas do departamento de Cooperação Técnica Internacional da Autoridade Nacional do Ambiente. As espécies mais comercializadas no

Teddy é o xodó da dona, Júlia Mara Baldissera, e faz pose para o Mundo Animal.

Panamá são o periquito, as tartarugas, os sapos, as araras, os répteis e os veados. Uma arara ou um tucano custam entre 100 e 200 dólares no mercado local, enquanto no internacional chegam entre 3 e 6 mil dólares.

No Panamá existem cerca 315 espécies de animais, entre elas a arara vermelha.

Júlia Antunes da Costa com seu lindo lhasa Bolota. Os dois são os amores da irmãzinha Isa.

JornaldeBeltrão-5069_9-6-13.pdf  
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