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DIRECTORA: Sandra Ribeiro Gonçalves

Ano XI n.º 582 de 17 a 23 de Maio de 2011

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

Derrama: Câmara intima Ministério das Finanças Pág. 5

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Morte suspeita em Castelões

Proteção Civil Distrital reforçada

PS reage a críticas da coligação


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Notícias de Famalicão

Sete tunas actuam no próximo dia 21 na Praça 9 de Abril

Arquivo Municipal e Falta de Respeito

Tuna Académica da Lusíada comemora 21 anos com espectáculo musical

Vi com agrado que começaram, ao que parece, as obras do Arquivo Municipal na Rua Adriano Pinto Basto. Mas foi com muito desagrado que vi também que mais uma vez se ocupou boa parte do passeio com uma vedação, sem nada se dizer sobre o que se está a fazer. Não há lá uma placa a indicar as obras, a data de começo, o dinheiro que se vai gastar e muito menos uma informação sobre o projecto. É a já costumada falta de respeito pelos munícipes! A mesma falta de respeito que faz com que a placa sobre as importantes obras no antigo Tribunal continue sem conter a data do começo das mesmas. ANTÓNIO CÂNDIDO DE OLIVEIRA

http://www.opovofamalicense.com

Bombeiros de Riba de Ave alertam para "falsa" cobrança de quotas

A Tuna Académica da Universidade Lusíada (TAUL) comemora no próximo dia 21 o seu 21.º aniversário. Aquela que é uma das mais prestigiadas e antigas tunas universitárias portuguesas, e parte integrante da extensa tradição cultural e musical da Universidade Lusíada e da cidade de Famalicão vai assinalar a data com um espectáculo que vai concentrar cerca de seis tunas na Praça 9 de Abril. Em comunicado a TAUL sublinha ser uma tina que “nasceu com o esforço e dedicação de vários elementos fundadores no ano de 1991, e que, ao longo destas duas décadas de existência, tem perseverado com a passagem do valioso legado cultural e musical, desde os seus elementos mais antigos para os mais recentes, nunca esquecendo o tão importante apoio que sempre tem recebido por parte do público famalicense”. O dia 21 de Maio foi assim

a data escolhida para um encontro cultural de vários grupos musicais pertencentes à “família Lusíada”, à cidade famalicense, bem como outros convidados com uma ligação especial à história da tuna. Esta “será uma grande festa preenchida com actuações musicais dos vários grupos e tunas envolvidos – incluindo a actuação especial da tuna da casa – para a qual convidamos todas as pessoas que queiram dela participar”, refere a TAUL em jeito de convite. As comemorações, incluindo o evento musical em palco e restante convívio, terão lugar na praça 9 de Abril, com início previsto para as 21 horas. O acesso é livre e gratuito para o público. As tunas e grupos participantes são, para além da aniversariante TAUL, o Fado & Gravata – Grupo de Fados da Universidade Lusiada, a Tuna Académica da Universidade Lusíada Porto, a Tuna

Feminina da Universidade Lusíada Porto, a Lusitana Tuna Feminina da Universidade Lusíada de Lisboa, a Luz&Tuna - Tuna Masculina da Universidade Lusíada de Lisboa, e a Incognituna – Tuna académica da Escola Superior de Saúde de Vale do Ave. “Contamos com a presen-

ça de todos para fazermos das comemorações do bidecenário da TAUL-F, uma data memorável e uma festa inesquecível”, convidam os tunos. Para mais informações a tuna está contactável através dos seguintes endereços: taul@fam.ulusiada.pt ou tuna @fam.ulusiada.pt.

Os Bombeiros de Riba de Ave informam que não estão a proceder a qualquer cobrança de quotas junto dos sócios. A advertência é feita depois de relatos de pessoas que foram vítimas de uma burla envolvendo a corporação. A Associação Humanitária frisa que não está neste momento a desencadear qualquer iniciativa do género, sendo que quando o fizer será por pessoa devidamente identificada, fardada e com veículo dos bombeiros. Sandra Ribeiro Gonçalves

Antas, à saída de Famalicão em direção a Santo Tirso: A requalificação da encosta de Antas, intervenção louvável, não evitou, contudo, que o vandalismo tomasse conta das estruturas a montante do loteamento, como comprova este posto de vendas. Vidros partidos e estruturas de madeira destruídas são o cenário que convive paredes meias com moradias recentes, à entrada da cidade.

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De 17 a 23 de Maio de 2011

Homem morre em circunstância duvidosas em Castelões As circunstâncias da morte de um homem de 53 anos, na Rua do Monte de Baixo, em Castelões, na passada sexta-feira, permanecem por esclarecer. O corpo de António Costa Cardoso terá sido encontrado prostrado no corredor da casa, pela companheira, num cenário que não se sabe ainda se será de acidente ou agressão. Ao que O Povo Famalicense conseguiu apurar o corpo do homem estaria de barriga para baixo e ensanguentado. Terá sido aqui que foi encontrado pela companheira, de 46 anos de idade, ainda durante a madrugada de sextafeira. Para além de vestígios de sangue junto ao corpo e no corredor, também terá sido encontrado na casa de banho da casa e na cozinha. Segundo apurámos a morte de António Costa Carvalho ocorre no rescaldo de mais uma discussão entre o casal, que seriam habituais num quadro de violência doméstica e consumo excessivo de álcool. O relato da companheira da vítima terá dado conta

possível confirmar nenhuma das teses em aberto, a de morte acidental ou premeditada. Para além do INEM também os Bombeiros Volun-

tários de Famalicão enviaram meios para o local. O transporte do cadáver foi entretanto assegurado pelos Bombeiros Voluntários Famalicenses. SANDRA RIBEIRO GONÇALVES

Homem residia com a companheira na Rua Monte de Baixo

desse mesmo conflito, motivado pelo facto de ter incitado o homem a tomar banho e de este não ter acedido. A mulher afirma ter-se deitado e ter renovado o pedido já de madrugada. A recusa terá dado origem a violência da parte do homem para com a companheira. Ao que apuramos esta teria, de facto, um olho negro e vários hematomas nos braços, indiciando ter sido vítima de agressão. Neste contexto de violência doméstica a mulher alega que António Costa Carvalho terá caído na casa de banho, onde se terá magoado, podendo isso justi-

ficar o sangue na casa de banho e corredor, até onde terá confessado que o arrastou. No entanto, as autoridades terão encontrado sangue não só no corredor e casa de banho mas também na cozinha. Depois de um compasso de tempo em que o homem não correspondia, a companheira terá chamado a vizinha e alertado autoridades e meios de socorro já perto das seis e meia da manhã. À che-gada ao local o INEM já nada pôde fazer. Segundo alguns vizinhos a violência entre o casal seria

habitual, assim como o consumo excessivo de álcool. Contudo, ninguém se terá apercebido de qualquer discussão na madrugada de sexta-feira. Dadas as dúvidas sobre as circunstâncias da morte do homem de 53 anos a GNR de Joane chamou ao local a Polícia Judiciária, que durante várias horas recolheram indícios no interior da casa e inquiriram a companheira da vítima. A Polícia Judiciária prossegue agora as investigações. Contactada ontem por este semanário não foi ainda


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Tribunal ouviu militares da GNR na segunda audiência do julgamento

Tráfico seria feito a partir de fábrica abandonada e paragem de autocarro O modelo de processamento do alegado tráfico de droga a partir do acampamento de Meães, em Calendário, assumiu destaque na segunda audiência do julgamento que conta com 37 arguidos. A sessão da passada quinta-feira contou com o depoimento de alguns militares presentes nas investigações e buscas a residências, que descreveram a hierarquia de responsabilidades que estaria implementada para a promoção do tráfico de estupefacientes a partir daquele bairro onde residem maioritariamente famílias de etnia cigana. Segundo um dos agentes da GNR, que fez várias vigilâncias ao acampamento e tinha vizibilidade sobre o único ponto de entrada e saída, era habitual a frequência de indivíduos conhecidos ou aparentando serem consumidores de droga. Isto ocorreu numa fase inicial da investigação, sublinhou. Nesta altura os tais indivíduos eram habitualmente acompanhados pelo filho da alegada cabecilha do grupo, uma viúva, a uma de de duas residências. “Vi-os trazer embalagens que se presume ser estupefaciente”, disse o militar, alegando que a meio da investigação eria inviável fazer a interceção destes indivíduos, sob pena do insucesso da diligência.

Esta mesma testemunha adiantou, entretanto, que numa outra fase o tráfico de droga propriamente dito passou a processar-se fora do acampamento. A droga, referiu, não estaria mesmo armazenada no interior do bairro. Seria um alegado colaborador que faria o transporte da droga para o bairro, a partir de uma residência no exterior, pertencente a uma outra arguida no processo. As doses seriam feitas no bairro, e a venda promovida a partir de uma antiga fábrica à face na EN 14, ou mesmo a partir da paragem de autocarro. No dia das buscas este indivíduo foi inteceptado, tendo consigo algumas gramas de heroína e cocaína numa espécie de “ovo Kinder”. Foi ainda indentificado um indivíduo que, na presença dos militares, indagou mesmo o “vendedor” acerca da grama que lhe tinha encomendado. Os vários agentes envolvidos nas buscas e viligâncias sustentaram a tese de que nenhum dos elementos da família de etnia cigana residente em Meães tinha outro modo de vida que não o tráfico de droga. Segundo os elementos do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR nunca nenhum deles foi visto a carregar ou descarregar mercadoria para feiras, ou sequer fazia rotina de feirante. Os arguidos, familiares

entre si, estariam sempre pelo bairro e fariam saídas esporádicas. O depoimento de um outro militar visou ainda mais dois arguidos, que se dedicariam ao tráfico de droga em S. Martinho do Campos (Santo Tirso). Segundo um dos militares envolvido nas vigilância o tráfico processava-se a partir da avenida principal daquela freguesia. “Havia alturas em que era perctível a troca de dinheiro por algo pequeno”. Instado pelos advogados de defesa a esclarecer o que era o “algo pequeno” a que se referiu, a testemunha alegou que só no dia das buscas foi possível confirmar que era droga. À semelhança de um colega de investigação, salientou que a interceção dos consumidores a meio da investigação levaria ao seu insucesso. O julgamento envolve um total de 37 arguidos, que se encontram acusados de vários crimes. A maioria está indiciada pelo crime de tráfico de estupefacientes agravado, no entanto, há também a acusação de associação criminosa para a alegada líder e membros de um dos grupos da rede com sede em Meães, e ainda a referência a outros crimes como recetação, detenção de arma proibida, resistência e coação, condução perigosa e dano qualificado. SANDRA RIBEIRO GONÇALVES

EB 2, 3 Dr. Nuno Simões

Adriana Mesquita conquista o ouro A Escola Básica do 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico Dr. Nuno Simões, participou mais uma vez, com bastante entusiasmo e esteve em evidência no 3.º Encontro Regional de Desporto Escolar da Modalidade de Escalada, realizado em Braga, na Universidade do Minho. Os alunos da EB 2, 3 Dr. Nuno Simões que participaram foram a Adriana Mesquita, a Bruna Pereira, Rui Herlander, o Miguel Duarte, Paulo Gomes e o Miguel Ângelo, orientados pelo professor responsável do núcleo de escalada, Pedro Faia. Tratou-se de uma competição em sistema TOP, com os alunos a realizarem um conjunto de sete vias e a totalizarem os pontos respectivos. No escalão de juvenis, o destaque foi uma vez mais para a Adriana Mesquita que conquistou mais uma medalha de ouro, subindo ao lugar mais alto do pódio da classificação geral, entre as várias escolas participantes, nomeadamente a Escola EB 2, 3 de Ponte da

Barca, a Escola Secundária Padre Benjamim Salgado, EB 2, 3 Dr. Nuno Simões, EB 2, 3 da Póvoa de Lanhoso e EB 2, 3 de Vila Cova. “Foi uma competição brilhante, com todos os alunos de parabéns e a projectarem todo o seu talento e a dignificar o trabalho desenvolvido na EB 2, 3 Dr Nuno Simões”, refere a escola em nota de imprensa.


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De 17 a 23 de Maio de 2011

Câmara: intimação judicial às Finanças para esclarecer montantes da derrama A Câmara Municipal aca-ba de interpor um processo de intimação judicial urgente contra o Ministério das Finanças por alegada violação do direito à informação, no que diz respeito ao esclarecimento do montante tributado em sede de derrama (imposto sobre os lucros das empresas). A autarquia famalicense, que entre 2006 e 2009 arrecadou uma média anual de três milhões de euros na cobrança daquele imposto, recebeu relativamente a 2010 pouco mais de 1,3 milhões. Face à queda radical do montante, o município intentou vários pedidos de informação acerca das empresas que estão sujeitas à cobrança daquele imposto no concelho de Vila Nova de Famalicão. A não resposta chegou seis meses depois, conduzindo o município para a ação judicial agora interposta. Ao que O Povo Famalicense apurou, a autarquia famalicense formulou ao todo quatro pedido de esclarcimento, entre os meses de Janeiro e Março deste ano. A resposta, ou melhor, a não resposta, só chegou em meados de Abril. O Ministério das Finanças não fornece ao município a informação pretendida, limitando-se a informar que o assunto estaria s ser estudado pelos serviços jurídicos. A intimação judicial urgente reage àquilo que o município considera ser uma forma de ganhar tempo no fornecimento das informações pretendidas. No entender da autarquia pressupõe ainda uma desconsideração do município, dado que é dele a titularidade da receita apurada em sede de derrama. Segundo apurámos, a intimação judicial toma a lei como referência para alegar que, enquanto beneficiários da matéria tributável, os municípios têm direito a informação atualizada. O sigilo fiscal, sustenta o município, não se torna aplicável neste caso, dado que a própria lei prevê a cooperação legal da administração tribuntária com outras entidades públicas, como é o caso. Ao que este semanário conseguiu apurar, o território concelhio tem quatro mil entidades pagadores de derrama, sendo que o valor transferido para os cofres do município equivale a menos 400 mil euros do que teria que pagar apenas uma grande empresa desse grupo de contribuintes coletivos. Este valor de referência, que foi amplamente publicitado pela referida empresa, alimenta suspeitas de que o valor transferido possa não ser aquele que deveria ter sido. Na expetativa de receber de derrama um valor médio equivalente ao dos anos anteriores, a Câmara Municipal sublinha na referida ação que esta diminuição drástica põem em causa a sua capacidade de investimento e a concretização dos compromissos assumidos no plano e orçamento para este ano.

O Povo Famalicense solicitou esclarecimentos ao Ministério das Finanças, contudo, não obtivemos qualquer resposta até ao fecho desta edição.

MINISTÉRIO DEVE 240 MIL EUROS DO QUARTEL DA POLÍCIA MUNICIPAL A intimação judicial contra o Ministério das Finanças ocorre em paralelo com mais duas ações administrativas comuns a propósito da construção do quartel da Polícia Municipal (PM) e a desclassificação de estradas nacionais que passaram para a tutela do município. Os dois processos são já conhecidos publicamente. Por diversas vezes o presidente da Câmara Municipal, Armindo Costa, deu eco do incumprimento por parte do Ministério da Administração Interna e da empresa pública Estradas de Portugal. O acordo estabelecido quanto ao quartel da PM, em Janeiro de 2002, pressopunha que o Ministério da Administração Interna compaticipasse o equipamento em 240.213 euros. O município investiu cerca de 500 mil euros, na construção e aquisição de equipamento, na expetativa dessa compaticipação do Estado. No entanto, a autarquia famalicense acabou não sendo ressarcida do montante contratualizado, apesar das várias diligência nesse sentido junto do competente Ministério. O que vem requerer através desta ação administrativa comum é o pagamento integral da quantia acordada, e que a ser cumprido o contrato teria sido liquidada por tranches.

ESTRADAS DE PORTUGAL DEVE 1,5 MILHÕES O outro caso pendente com o Estado, diz respeito à desclassificação de estradas nacionais, que passaram para a tutela do município em 2003. Na base do acordo celebrado, a autarquia famalicense teria que receber cinco mil euros/ano por cada quilómetro de estrada desclassificado, perfazendo um total/ano de 190 mil euros (correspondente a cinco mil euros vezes 37,87 quilómetros). Receberia ainda 4.478 euros como quantia inicial. Por esta altura, a Câmara Municipal tem já a haver a quantia superior a 1,5 milhões de euros, respeitante a oito anos de incumprimento. A acção administrativa comum vem reclamar o pagamento do referido montante em débito acrescidos de juros de mora fixados à taxa legal. SANDRA RIBEIRO GONÇALVES

Rancho de S. Miguel-o-Anjo com nova sede

Foi no passado sábado que se assistiu a uma grande festa de inauguração da sede social do Rancho Folclórico de S. Miguel-o-Anjo. Com as presenças do vice-presidente da Câmara, Paulo Cunha, de um representante da Fundação INATEL e da Federação do Folclore Potuguês, bem como o pároco e o presidente da Junta de Calendário, a par com os dançarinos de todos os

grupos folclóricos do concelho que o evento ganhou cor e alegria e, como não podia deixar de ser não faltou também o porco no espeto e o garrafão de vinho verde, bem à moda minhota para abrilhantar o acontecimento. Paulo Cunha, no seu discurso, sublinhou que “ao olhar o novo edifício logo se percebe que a tarefa está em boas mãos”. Frisou que “em momento de crise e desconfi-

naça, estes dirigentes, com empenho e todo o voluntariado, concretizaram esta obra”. Como vereador da Cultura, disse que em Famalicão se asiste a um aumento dos Ranchos Folclóricos, sendo este facto “um orgulho para os famalicenses já que é uma expressão viva da cultura popular”. Para este responsável os ranchos folclóricos “transportam a memória do passa-

do” e foi com esta memória e com a expressão viva da cultura popular que se assistiu a um vira e um malhão da roda. O presidente da direção Manuel Cardoso, mostrou-se satisfeito por passados seis anos do lançamento da primeira pedra ver concretizado um sonho de cerca de 30 anos.

FILOMENA LAMEGO


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De 17 a 23 de Maio de 2011

Nacionais de Kempo Chinês Projecto ENERGIAS renova Cantina da Atletas famalicenses confirmam supremacia EB 2, 3 Dr. Nuno Simões

Desde o início do ano lectivo que projecto ENERGIAS está a ser implementado na cantina da escola Dr. Nuno Simões. Este projecto assenta em três pilares distintos e complementares: promover comportamentos adequados, promover a alimentação saudável e requalificar a cantina. Aproveitando a interrupção lectiva da Páscoa, os animadores do ENERGIAS iniciaram a requalificação da cantina. Para tal, foi encontrado o mestre ideal, Américo Oliveira, artista que projectou e orientou as obras de remodelação. A Equipa Multidisciplinar (animadores socioculturais, psicóloga, educadora e assistente social) “pôs as mãos no cimento, partiu e colou azulejos e com a colaboração de alguns alunos (que nas férias trabalharam na Escola) e de voluntariosos familiares e amigos (que se entregaram com admirável espírito de ajuda e partilha) foi possível que, no início do terceiro período, as obras estivessem concluídas”, descreve a escola, que aproveita para endereçar um agradecimento especial ao artista que se disponibilizou para colaborar. “Há pessoas que deixam marcas maravilhosas pelo que idealizam e concretizam!”, refere a escola em nota de imprensa, sublinhando a importância do voluntarismo de Américo Oliveira. A inauguração da renovada cantina da escola EB 2, 3 Dr. Nuno Simões teve lugar no passado dia 26 de Abril, e “foi um dia de festa”.

Os atletas famalicenses Alex Ryu Jitsu, não deixaram os seus créditos por “mãos alheias” e tiveram uma brilhante actuação nos Campeonatos Nacionais de Kempo Chinês, realizados em Alenquer. Logo nos primeiros combates foram os aletas dos escalões Cadetes e Juniores, a aplicarem-se com o máximo das suas capacidades técnicas, físicas e psicológicas, dominando os seus adversários em todas as fases de combate, de onde resultou a conquista de 19 campeões nacionais, seis vice-campeões e três terceiros lugares. No final deste grande evento nacional, foram distribuídas as medalhas e prémi-

os aos vencedores, com os atletas famalicenses Alex Ryu Jitsu, a subirem ao pódio 28 vezes debaixo dos aplausos de muito público, sendo que uma grande parte eram mesmo famalicenses, que se deslocaram a Alenquer (Lisboa) para apoiar os seus atletas. As medalhas de ouro foram para Joana Costa, Ana Araújo, Vítor Alves, António Lima, Catarina Barbosa, Carlos Alves, José Costa, Tiago Ferra, Miguel Leitão, Tiago Ferreira, Pedro Pontes, Roberto Fernandes, Hugo Ruivo, Fátima Abrunhosa, Rúben Correia, José Ferreira, Bruno Azevedo. Os vice-campeões, com medalha de prata, são Filipa Costa, Inês Costa,

Francisca Carvalho, Sérgio Sousa, João Delgado, Cláudia Mukulo. Os três terceiros classificados são Paula Reis, Ângelo de Castro e Márcia Nogal. No final do evento, o Delegado da Federação Internacional de Kempo Chinês, e na

pessoa do Mestre Geral Alexandre Carvalho, convidou a Federação Portuguesa de Alex Ryu Jitsu a participar no campeonato do mundo-2012, no qual se prevê uma participação de 4.000 atletas de todo o mundo.

Imobiliária “Comprar Casa” promove Feira de Oportunidades A Imobiliária Comprar Casa promove, entre os dia 15 de Maio e 15 de Junho, uma Feira de Oportunidades. A iniciativa assume-se como uma oportunidade para quem vende, que aumenta as suas possibilidades de negócios, e para quem compram que poderá usufruir de preços de ocasião. Os imóveis seleccionados para esta Feira de Oportunidades

poderão ter um preço de 20 a 25 por cemto abaixo do valor do mercado.t Durante um mês todas as lojas ComprarCasa irão ter disponível uma oferta diferenciada, disponibilizando aos seus clientes um folheto especial com negócios de oportunidade.


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De 17 a 23 de Maio de 2011

Plano Distrital de Combate a Incêndios apresentado em Famalicão. Governo Civil entrega meios e novas equipas especializadas

Reforço de meios abre caminho a maior eficácia “Bravo”, “Charlie”, “Delta”

Maior eficácia operacional, melhor integração das forças, reforços da estratégia de pré-posicionamento no ataque inicial, e manutenção das campanhas de sensibilização. São estes os principais compromissos do Plano Operacional Distrital de Combate a Incêndios Florestais (PODCIF), apresentado na passada quarta-feira no auditório dos Bombeiros de Famalicão, pelo comandante Distrital de Operação de Socorro (CDOS), Hercílio Campos. A cerimónia ficou ainda marcada pela entrega de novos dispositivos às Equipas de Bombeiros Especializadas em Combate a Incêndios Florestais (EBECIF), por parte do Governo Civil de Braga, que assumiu os custos da aquisição. Este reforço de meios, e a constituição das novas brigadas de intervenção em fogos florestais, alinham no objectivo de uma maior eficácia operacional que permita a diminuição do número de ignições e de área ardida, num distrito particularmente sensível nesta matéria.

“PRIMEIRA RESPOSTA AO MELHOR NÍVEL MUNDIAL” Segundo Hercílio Campos, o distrito de Braga “está neste momento ao melhor nível mundial” no que diz respeito a primeira resposta, em caso de deteção de incêndio. Em 95 por cento dos casos, adiantou, esta primeira resposta permite a extinção do foco de incêndio, uma percentagem que anima a estrutura de Proteção Civil do distrito a manter uma estratégia que tem apostado no reforço de meios e forte coooperação institucional. O comandante do CDOS disse mesmo que nestes 95 por cento de casos a primeira resposta ocorre em cerca de 20 minutos, estimativa que a maioria das vezes permite a extinção. Apesar desta eficácia, Hercílio Campos falou da necessidade de conseguir uma diminuição substantical do número de ignições. “O número de ignições no distrito de Braga é um disparate. O ataque inicial vai funcionando, mas onze ignições no mesmo sítio, como tivemos no ano passado numa determinada zona do distrito, não é uma situação fácil de lidar”, desabafou a propósito. Para a estranheza que estes fenómenos vão suscitando, o comandante constatou com satisfação que também a vigilância tem aumentado e surtido efeito, dado que se resgista um crescimento do número de queixas contra suspeitos de fogo posto.

MEIOS EM CRESCENDO ENTRE JUNHO E SETEMBRO O Plano Distrital de Combate a Incêndios volta a apoiar-se no reforço de meios e cooperação de forças. A acrescentar para a campanha de 2011 vão existir as Equipas de Bombeiros Especializadas em Combate a Incêndios Florestais (EBECIF), nas corporações de Bombeiros de Famalicão, Vizela, Fafe, Cabeceiras e Basto e Braga. Todas elas receberam do Governo Civil de Braga um conjunto de equipamentos proteção e de primeira intervenção em fogos florestais. Para além dissso, adiantou Hércílio Campos, a campanha irá contar com acesso a máquinas de rastos, e com um aumento do raio de ação das aeronaves. Segundo este responsável “todo o distrito tem uma cobertura de meios aéreos de cem por cento”.

MONIZ APLAUDE REFORÇO EM TEMPO DE “CORTES” “Não obstante a situação de crise, os meios serão drasticamente cortados? Não!”. Com este desabafo o Governador Civil Fernando Moniz salientou a forma “consciente” como o Governo tem interpretado aquelas que são as necessidades efectivas das populações, não negligenciando os investimentos que têm que ser feito, nomeadamente, em matéria de Protecção Civil. Moniz frisou que o próprio Governo Civil tem actuado, na medida das suas possibilidades e “parcos” recursos, no reforço de meios das corporações de bombeiros. Esse apoio já ocorreu no passado e volta agora a repetir-se com a entrega de equipamentos às cinco EBECIF. O representante do Governo não deixou passar a oportunidade de expressar os eu agradecimento aos voluntários que contribuiem para o sucesso estratégico das operações, e endereçou também à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão o seu reconhecimento público pelo trabalho feito nesta matéria. “A Câmara de Famalicão tem desempenhado um papel muito positivo na congregação de meios, no apoio aos bombeiros, na formação e é justo reconhecer publicamente este facto”, disse a propósito. Presente na cerimónia o vereador da Protecção Civil, Ricardo Mendes, confratulou-se pelo facto da crise e dos cortes orçamentais não se terem feito repercutir nesta área sensível. Salientou o investimento que a própria autarquia tem feito nesta matéria, reforçando a importância das equipas de Sapadores Florestais na prevenção. Reconheceu também ele o apoio que o Governo Civil de Braga tem concretizado à Protecção Civil distrital: “tem trabalhado de uma forma bastante organizada neste capítulo, com efeitos práticos visíveis”. Aos bombeiros endereçou uma palavra de encorajamento: “esta tarefa a que se prestam é uma tarefa ár-dua, mas que será certamente coroada de êxito”.

SANDRA RIBEIRO GONÇALVES

A distribuição dos meios, como é habitual, vai obedecer a uma calendarização em função dos meses do ano teoricamente mais e menos perigosos. A fase “Bravo”, entre 15 de Maio e 30 de Junho, contará com 308 homens, 67 meios terrestres, dois aéreos e um posto de vigia. Entre o dia 1 de Julho e 30 de Setembro o “termómetro” do risco de incêndio atinge o “vermelho”, na fase “Charlie”. Neste período do ano o distrito contará com um total de 468 homens, 95 meios terrestres, três meios éreos e uma dezena de postos de vigia. O risco volta a descer entre o dia 1 e 30 de Outubro, na fase “Delta”. Os meios humanos descem para os 301, os meios terrestres para os 66, e os meios aéreos para dois, deixando de haver postos de vigia. O distrito conta ainda com uma Viatura de Comando e Comunicações, estacionada na Póvoa de Lanhoso, a partir da qual podem ser coordenadas grandes operações de combate a fogos florestais. O equipamento, que recentemente sofreu alguns melhoramentos, permite uma auscultação ao minuto do que se passa no terreno, dispondo de plantas pormenorizadas e dados sobre a morfologia das áreas de intervenção. Para este posto de comando confluem todas as comunicações, desde corporações de bombeiros a forças de segurança, ultrapassada que está a dificuldade de uma frequência comum que permita colocar todos os intervenientes a comunicar sem obstáculos.


8 Dia a dia

De 17 a 23 de Maio de 2011

Por Mário C. Martins

Em defesa da escola pública O programa do PSD não o explicita, mas é legítimo perguntar: com esta transferência de gestão, transitarão também os professores e os funcionários? Feita a “passagem”, os professores e os funcionários manter-se-ão nas actuais carreiras, com os mesmos direitos de progressão? Os salários serão aqueles que hoje recebem ou sofrerão os ajustamentos que os privados considerarem necessários? E os alunos? Manterão o estatuto e as regalias sociais a que têm direito universal? A acção social escolar continuará a reger-se pelos parâmetros actuais ou sofrerá também os ajustamentos que a entidade privada considerar necessários?

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O programa do PSD para a Educação tem sido severamente criticado por todos os sectores da sociedade portuguesa e até aquele que pensava que tinha desenhado as grandes linhas de actuação ficou decepcionado com o que leu e bateu com a porta. Afinal tinham-lhe prometido que aquilo que pro-

pusesse seria respeitado. O professor escreveu durante um longo ano aquilo que pensava ser urgente fazer em Portugal em matéria de Educação e o que apareceu no programa do PSD não foi nada daquilo que tinha sido combinado e contratualizado entre as partes… Andou o professor a trabalhar tanto para deitarem o seu trabalho ao caixote do lixo! Não admira também que a Confederação Independente dos Pais se tenha sentido “assustada” com o programa do PSD para a Educação. O caso não é para menos: se eventualmente fosse posto em prática, ele representaria a maior machadada dada até hoje na escola e no ensino público em Portugal. Acabrunhado, o líder do PSD já anteviu que o que está escrito precisa de ser aperfeiçoado e desenvolvido, o que é verdadeiramente inacreditável. Então estamos a poucas semanas das eleições, o PSD apresentou o seu programa tarde e a más horas e já promete revê-lo? Que respeito merecem ao PSD os pais, os professores, os alunos e as escolas? No chamado “Pilar 4” do programa do PSD, pode ler-se o seguinte: «O Ministério da Educação estabelecerá um enquadramento legal que permita implementar modelos alternativos de governo e de contratualização da ges-tão de escolas, consensuali-zando com as autarquias e com a comunidade local. Po-der-se-ão explorar novas parcerias com o sector social e privado, pondo em prática, de modo crescente, o princípio da liberdade de esco-lha.» Significa isto que a gestão das actuais escolas públicas pode passar para a esfera da gestão dos privados, invocando-se um princípio muito largo e muito poético que é o da “liberdade de escolha” dos pais e das famílias. Aqui há de facto uma tentativa muito forte de acabar com a escola pública como todos a conhecemos, universal, gratuita e acessível a todos os cidadãos. O programa do PSD não o explicita, mas é legítimo perguntar: com esta transferência de gestão, transitarão também os professores e os

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funcionários? Feita a “passagem”, os professores e os funcionários manter-se-ão nas actuais carreiras, com os mesmos direitos de progressão? Os salários serão aqueles que hoje recebem ou sofrerão os ajustamentos que os privados considerarem necessários? E os alunos? Manterão o estatuto e as regalias sociais a que têm direito universal? A acção social escolar continuará a reger-se pelos parâmetros actuais ou sofrerá também os ajustamentos que a entidade privada considerar necessários? Os professores, os pais, os funcionários e as comunidades educativas em geral devem estar muito atentos a estas intenções, sob pena de poderem acordar com uma escola muito diferente da escola que hoje permite o acesso livre a todos aqueles que a querem frequentar. Tal como estão hoje, o ensino público e o ensino privado complementam-se, conforme documentam estudos recentes do Ministério da Educação. O que o programa do PSD indicia é que a escola pública poderá vir a tornar-se subsidiária da escola privada, destruindo-se assim um trabalho de décadas de dignificação e de elevação da qualidade do ensino público. As ideias do programa do PSD relativas à Educação foram, como não podia deixar de ser, aplaudidas por todas as estruturas ligadas ao ensino particular que antevêem a possibilidade de, por este caminho, poderem subalternizar a escola democrática pública. O programa do PSD chega a avançar com a contratualização de oferta privada, em situações de carência ou ruptura da rede de oferta de ensino público. Ou seja: havendo necessidades na rede de escolas que necessitem de ser preenchidas, a primazia irá para as intervenções particulares, em detrimento das intervenções públicas. O papel do Estado é totalmente secundarizado, na obrigação constitucional que tem de garantir a escola e o ensino para todos, ricos ou pobres. Curiosamente também e como corolário de toda esta lógica de subalternização da escola pública, nem uma referência é feita aos concursos dos professores. Vão acabar com o modelo nacional em vigor? Transferirão essa responsabilidade para outras entidades locais ou regionais, com toda a perversidade que isso pode conter? De facto, as escolas particulares não precisam de fazer concursos de professores. Contratam directamente aqueles que pretendem… É talvez isso que está no horizonte do programa para a Educação do PSD. O reordenamento da rede escolar está a dar os passos que são necessários para tornar a escola pública mais digna, mais eficiente e mais capaz. As propostas do PSD visam acabar com o processo em curso, com todos os prejuízos inerentes para os pais, para os alunos e para os professores.

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De 17 a 23 de Maio de 2011

PS reage à conferência de imprensa dos partidos da coligação no caso do Destacamento da GNR

Líderes do PSD e PP “faltaram à verdade, por ignorância ou por má-fé” O Partido Socialista (PS) acusa os líderes do PSD e do CDS-PP de “faltarem à verdade, por ignorância ou por má-fé”, quando deram conta de desconhecimento de diligências do Governo Civil junto da Câmara Municipal, no sentido de viabilizar condições físicas de instalação do Destacamento da GNR de Famalicão, formalmente criado há cerca de ano e meio. Os socialistas chamaram os jornalistas para “repor a verdade”, e, também em conferência de imprensa realizada ontem (segunda-feira), deram conta do calendário de

encontros e reuniões entre representantes daqueles dois organismos, com o objectivo de concretizar a autonomia territorial do concelho em matéria de segurança. Mário Martins acusou mesmo Vítor Moreira e Ricardo Mendes de terem sido protagonistas de um “diatribe” sobre o Governador Civil, Fernando Moniz, e de terem demonstrado “despeito absoluto” relativamente ao essencial, que é o reforço dos meios humanos e materiais numa área sensível como é a da segurança. Para os socialistas, referem na comunicação que

sustentou a conferência de imprensa, “a coligação PSD/ PP colocou os interesses de Vila Nova de Famalicão e dos famalicenses de lado e pensou apenas em denegrir a imagem do Governador Civil de Braga, pessoa que nunca dei-xou de intervir e de influenciar, para que os projecto se concretizasse”. Sublinhando que foi por influência de Fernando Moniz que se deram passos concretos no sentido da criação do posto da GNR de Joane e na reinstalação da GNR de Riba de Ave, o PS acrescenta que o famalicense também foi determinante para a criação “em letra de Lei” do Destacamento da GNR de Famalicão. Relativamente às diligência promovidas jutno da Câmara Municipal, e que os dois líderes da coligação afirmaram desconhecer, Mário Martins esclareceu que “ainda há pouco tempo se realizou uma reunião de trabalho entre o senhor presidente e do chefe de gabinete do Governador Civil para tratar do assunto”. Nos termos destes encontros, alegou o mesmo responsável, foi inclusive analaisada a possibilidade de instalar conjuntamente o Destacamento e o posto da GNR no mesmo edifício, e foi ainda considerada a possibilidade de o localizar na vila de Ribeirão. Reunido com o responsável máximo da DireçãoGeral de Infrasetruturas e Equipamentos, o Governador

Civil terá mesmo conseguido que este se disponibilizasse para vir a Famalicão e estabelecer um protocolo com a Câmara Municipal. “Há pois reais condições de tratar e bem resolver este dossier, de elevada importância para Famalicão e para a segurança dos famalicenses”, sustentou Mário Martins a propósito da evolução do assunto. Surpreendido com o desconhecimento destas diligência por parte dos líderes da coligação PSD/PP, Mário Martins afirma: “das duas uma, ou o semhor presidente da Câmara não informa os seus correligionários e vereadores sobre os assuntos importantes do município; ou os seus correligionários e vereadores são meros figurantes que apenas pretendem dar nas vistas, mesmo que à custa da intriga e do insulto”. Neste contexto, o PS famalicense deixa um apelo ao edil Armindo Costa para que “assuma as suas responsabilidades na efectiva defesa dos interesses do concelho, que são mais que o circo habitual de festas, festinhas e festivais, e para que não permita que assuntos de grande responsabilidade, como é o caso do Des-tacamento da GNR, seja tra-tados por quem não tem autoridade nem competência para deles a preceito tratar”. Presente na conferência de imprensa o deputado Nuno Sá, que se recandidata a uma lugar na Assembleia da

PS reagiu à coligação com críticas duras

República, confirmou o compromisso de continuar a lutar pela concretização do Destacamento, mas sobretudo pela criação de um posto da GNR na vila de onde é natural, Ribeirão. No seu entender, o Destacamento poderia abrir caminho à concretização desse anseio antigo das populações do concelho.

EXECUTIVO SEM “MÉRITO” NA GNR DE JOANE O socialista Ivo Sá Machado referiu, entretanto, que o discurso dos partidos da coligação parece “o de quem está muito incomodado com a ideia de criação do Desatacamento da GNR e a possibilidade da GNR ir para Ribeirão”. Reportando-se ao caso concreto do posto da freguesia da qual é autarca, Joane, regressou ao passado para sublinhar que neste caso, como no caso de Joane, “este executivo não pode reclamar

méritos”. Voltou a esclarecer que, no caso da disponibilização do terreno para a construção da GNR de Joane, essa contrapartida foi conseguida em 1997, “eram então presidente o doutor Agostinho Fernandes e vereador o doutor Fernando Moniz”. Segundo o autarca o terreno foi conseguido com o seu próprio empenho e o destes responsáveis municipais, que conseguiram de contrapartida de um loteamento o espaço que viria a ser para construir o novo posto da GNR daquela vila. Neste sentido, frisou, a Câmara Municipal, já presidida por Armindo Costa, limitou-se a receber o terreno do loteador e a colocá-lo à disposição para um objectivo que esteve desde sempre definido. “Este executivo só pagou o beberete da inauguração do posto da GNR de Joane”, referindo-se ao único mérito que poderá chamar a si em todo o processo. SANDRA RIBEIRO GONÇALVES


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Modernidade ao melhor preço Dois mil metros quadrados, divididos por três pisos, onde pode encontrar tudo para o seu jardim, têxteis lar, mobiliário, utensílios de cozinha, acessórios de casa de banho, decoração, equipamentos infantis, e muito mais... É esta a mais recente aposta da “Decoratti”, que inaugurou há duas semana mais um espaço comercial à face da EN 14 (Famalicão-Trofa), prosseguindo uma estratégia de crescimento no mercado dos artigos para o lar. A empresa, que se assume como uma referência para a região, no que diz respeito a mobiliário e colchões, dá assim mais um passo rumo à sua consolidação no mercado e à diversificação da sua oferta. Num espaço comercial moderno, agradável, airoso e requintado, pode encontrar artigos para todos os gostos a preços muito atrativos, e sempre com a marca de qualidade a que habitou a “Decoratti”. O novo espaço comercial, que acaba ^ por criar mais 15 postos de trabalho, que pode visitar de segunda a domingo entre as 10h00 e as 20h00.


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De 17 a 23 de Maio de 2011

Jorge Paulo Oliveira visita 17 freguesias em “campanha de proximidade” O famalicense Jorge Paulo Oliveira, candidato pelo PSD à Assembleia da República, escolheu Calendário, sua terra natal, para no passado dia 10 de Maio, dar o pontapé de saída para a précampanha eleitoral. O candidato social-democrata passou por 17 freguesias do concelho, visitando instituições, associações e organismos vários, nomeadamente ligados à saúde.

PROGRAMA DE EMERGÊNCIA SOCIAL “Portugal precisa de um Programa de Emergência Social assente na desburocratização de procedimentos, desenvolvimento de uma rede nacional de equipamentos, criação de incentivos ao voluntariado e envolvimento dos beneficiários do Rendimento Social de Inserção na execução de trabalho socialmente útil”. Quem o defende é o candidato a deputado, que aporesentou estas e outras propostas junto dos responsáveis do Centro Social de Calendário, Centro Social Sol Nascente, Loja Social, Engenho e APPACDM.

AGRICULTURA CRUCIAL Na primeira semana de pré-campanha Jorge Paulo Oliveira que foi também conhecer de perto uma exploração agrícola na freguesia de Gondifelos, a “Casal de Vinhó”, em Vermoim, bem co-

mo a Agricultura Biológica e os cursos de “Operadores Agrícolas”ministrados pela Associação Engenho, o âmbito dos cursos de Educação e Formação de Adultos, para pessoas desempregadas. As dificuldades que o sector agrícola atravessa, o atraso de quase três anos na implementação do PRODER, programa de apoio comunitário na área da agricultura e desenvolvimento rural, a sua baixa taxa de execução (apenas 30 por cento) e desadequação à estrutura produtiva, bem como a suspensão de medidas como a dos “Jovens Agricultores” foram algumas das queixas auscultadas. Jorge Paulo Oliveira, considerou a actividade agrícola crucial na resposta à crise económica e financeira do país, sendo “urgente inverter o rumo dos investimentos públicos em Portugal que entre 2005 e 2010 registou um desinvestimento no sector agrícola na ordem dos 54 por cento, período em que o rendimento dos empresários agrícolas diminuí em cerca de 28 por cento.” O país e o distrito necessitam de "um novo modelo económico" que crie condições para o aparecimento de novas empresas, a única forma de combater o alto desemprego na região do Vale do Ave. Segundo o famalicense o PSD insiste na urgência de um novo modelo de apoio às PME's que traga "condições de reprodução e crescimento das empresas existentes e de

criação de novas empresas, ou seja, de mais postos de trabalho". Jorge Paulo sublinha que "no futuro Governo", o PSD quer redefinir os apoios públicos ao Desporto e acabar com o modelo "pouco cooperativo" do ex-Governo PS. O programa para o Desporto, recentemente apresentado pelo presidente do partido, Pedro Passos Coelho, e que o candidato famalicense tem dado a conhecer junto das colectividades que já visitou, redefine “os critérios de apoio públicos, tendo em conta o contexto macroeconómico e novos critérios de integração no estatuto de alto rendimento e a sua conciliação com outros financiamentos". No entender do PSD, o desporto é "uma componente essencial do desenvolvimento integral dos cidadãos", pelo que importa "criar condições para estimular, não só o desporto escolar, mas também o desporto amador, e o de alto rendimento".

MELHOR SAÚDE Nos contactos com os utentes das Extensões de Saúde Vale S. Cosme e Nine cujo funcionamento anómalo tem estado na origem de protestos vários, Jorge Paulo Oliveira, defendeu que o Estado deverá ter como objectivo “aumentar a cobertura dos cuidados primários, garantindo médico de família a todos os cidadãos, minimizando as actuais assimetrias de acesso”.

Não se opondo o PSD à criação de unidades de saúde familiar (USB), Jorge Paulo Oliveira acusou o governo de implementar uma reforma “à custa do esvaziamento das actuais Extensões de Saúde em termos dos seus recursos humanos, como se constata de forma evidente em Vila Nova de Famalicão”. O candidato abordou ainda a questão da Educação para frisar que um futuro governo liderado pelos socialdemocratas acabará com o actual sistema de “Avaliação de Professores”, por ser "injusto e burocrático". Foi esta a mensagem que deizou na EBI de Pedome e Didáxis de Vale S. Cosme a propósito da sensível matéria sobre a Avaliação do Desempenho Docente. Os candidatos do PSD pelo círculo eleitoral de Braga, Fernando Negrão e Jorge Paulo Oliveira, dedicaram o dia da passada sexta-feira, à Juventude, numa jornada de contactos que incluiu a Associação de Empreendedores de Famalicão, Associações Académicas da Universidade Lusíada e Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, jovens investigadores do Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (CITEVE) e, ainda, a conhecida organização juvenil YUPI - Youth Union of People with Initiative, que tem-se destacado no voluntariado juvenil. O desemprego jovem que grassa no distrito e no município, a falta de oportunidades,

Famalicense reuniu com responsáveis da YUPI

o atraso e corte nas bolsas de estudo estatais, a ausência de uma politica de fomento de uma cultura de empreendedorismo a começar desde logo pelas escolas e a ine-

xistência de incentivos ao voluntariado juvenil, foram as preocupações que os jovens mais fizeram sentir à comitiva social-democrata.

Secretário de Estado inaugurou USF de Ribeirão

PSD e CDS-PP censuram inauguração em fase de pré-campanha A realização de uma cerimónia de inauguração da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Ribeirão, realizada ontem (segunda-feira) pelo Secretário de Estado da saúde, está na origem da indignação dos dois partidos que sustentam o executivo camarário, PSD e CDS-PP. Em comunicado enviado às redações, os dois partidos lamentam mesmo que “quando o País atravessa enormes dificuldades estruturais, este Governo continue a fazer mera propaganda política com o dinheiro dos contribuintes, assobiando para o lado face aos verdadeiros problemas”. Num texto duro e crítico com o alegado aproveitamento desta cerimónias em fase de pré-campanha, os partidos da coligação de direira aproveitam para questionar o representante do Governo que inaugurou a valência já em funcionamento. Perguntam, nomeadamente: “o que tem o senhor Secretário de Estado a dizer aos mais de 20.000 famalicenses que ainda não possuem médico de família, número que quase duplicou no último ano? O que tem o senhor Secretário de Estado a dizer aos utentes do Centro de Saúde de Fradelos e Lousado relativamente à falta de médicos? O que tem o senhor Secretário de Estado a dizer aos utentes de Landim, Seide S. Miguel e Ruivães sobre a instalação da Unidade de Saúde Familiar, tendo-se já a Câmara Municipal disponibilizado para adquirir os terrenos para essa instalação? O que tem o senhor Secretário de Estado a dizer aos utentes sobre as unidades de saúde situadas no vale do pelhe, cujas condições de funcionamento estão muito aquém do que deveria ser exigido pelo próprio Estado para prestar serviços aos cidadãos, e tendo presente a disponibilidade da Câmara Municipal para adquirir terreno para a instalação desta unidade noutras instalações. O que tem o senhor Secretário de Estado a dizer aos utentes do vale do Este, que lutam com falta de médicos em Gondifelos, Nine, Louro e Arnoso Sta Maria?”. PSD e CDS-PP aproveitam entretanto para firmar o seu compromisso para com os munícipes em matéria de serviços de saúde, sublinhando que “a disponibilização aos famalicenses de equipamentos que contribuam para o incremento do bem-estar das populações é uma das batalhas que a coligação PSD/CDS-PP tem travado ao longo dos anos que tem a responsabilidade de conduzir os destinos do concelho de Vila Nova de Famalicão”.


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De 17 a 23 de Maio de 2011

Empresa de ferragens, ferramentas e materiais de construção e de jardim às portas da cidade

“Branco, Ferreira & Martins”: há mais de 50 anos a servir com qualidade Fundada em 1956, a “Branco, Ferreira & Martins” é uma empresa de ferro, ferragens, ferramentas e materiais de construção e de jardim, assumindo-se como uma referência para o concelho de Vila Nova de Famalicão. Durante anos implantada no centro da cidade, mudou há cerca de ano e meio para novas instalações, na Rua D. Sancho I, indo ao encontro de um perfil de modernidade e disponibilizando um espaço amplo e onde o estacionamento é uma facilidade. Gerida por Gaudêncio Branco há 24 anos, a “Branco Ferreira & Martins” concentrou recursos num armazém a partir dos limites da cidade, prestando serviços a um perfil variado de clientes. Entre os mais antigos, fidelizados à casa, e entre os mais recentes, cativados pela qualidade e preços dos produtos, há um universo de milhares de clientes que têm na “Branco, Ferreira & Martins” uma referência. A relação qualidade/preço é precisamente a preocupação fulcral da empresa, garante Gaudêncio Branco. A prossecução de uma estratégia comercial na base desses pressupostos levou mesmo a empresa a associar-se há vários anos a uma grande congénere espanhola, que se assume como parceira privilegiada no fornecimento de diversos materiais. A associação a um grande grupo empresarial, que está sempre na dianteira no que diz respeito a novos materiais e produtos, e que integra o circuito comercial de larga escala, permite à “Branco Ferreira & Martins” andar um passo à frente na disponibilização de produtos inovadores, e de qualidade garantida com preço acessível. Esta parceira espanhola trata-se de uma empresa de elevada capacidade de fornecimento e armazenamento, constituindo um canal que facilita o serviço ao cliente com a máxima eficácia, no que diz respeito a qualidade, preço e prazo de entrega. Segundo Gaudêncio Branco, a partir de um armazém de gestão inteligente, é possível saber, ao segundo, onde está determinado produto e o que resta em armazém. A parceria no país vizinho permite ainda à empresa famalicense aceder outro leque de produtos, nomeadamente mobiliário e material de jardim. Apesar de não haver exposição destes artigos na loja, a “Branco, Ferreira & Martins” está em condições de servir os clientes através da empresa espanhola. Os produtos em carteira são produtos de design inovador e de robustez garantida. Para além da enorme panóplia de produtos existentes na loja, onde pode encontrar todo o tipo de ferramentas, ferragens, tintas e outros materiais de construção e utilidade para o sector, a “Branco Ferreira & Martins” também faz entregas.


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De 17 a 23 de Maio de 2011

Maior fábrica produtora de botões do mundo

Seguro aponta Louropel como exemplo na aposta nas exportações A Louropel, a maior fábrica produtora de botões do mundo “constitui um exemplo de como é possível, através de um trabalho sério e empenhado, desenvolver a economia portuguesa tendo como base as exportações”. As palavras são de António José Seguro, cabeça-de-lista do PS por Braga às eleições de 5 de Junho, durante uma visita à Louropel, uma empresa com três unidades de produção principais, que alberga 230 trabalhadores e que produz cerca de 11 milhões de botões por dia. António José Seguro evidenciou o sector exportador como uma das grandes alavancas da recuperação da economia portuguesa, aproveitando o exemplo a empresa do Louro, que está a exportar para praticamente todo o mundo, “com um arguto sentido de investimento e depois de ter adoptado uma verdadeira tecnologia de ponta, que torna possível desenvolver produtos únicos a nível mundial”. Além do mais, a em

cional de Estatística (INE) mostram ainda que as exportações cresceram em Março, tanto em termos homólogos como em termos mensais. Face a Março de 2010 cresceram 11,5 por cento (as importações aumentaram seus por cento) e na comparação com Fevereiro registaram um acréscimo de 12,8 pontos percentuais (as importações

Gerente da Louropel recebeu comitiva socialista

presa está a produzir os chamados botões ecológicos, “evidenciando outra vertente que tem que estar cada vez mais associada ao desenvolvimento do país”, referiu. Recorde-se que os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) reportam um crescimento de 17 por cento das exportações entre Janeiro e Março, período em que as importações aumentaram 8,5 por cento. No primeiro trimestre de 2011 as exportações portuguesas um dos principais propulsores

do crescimento económico aceleraram 17 por cento enquanto as importações subiram 8,5 por cento, face a igual período do ano passado. Esta evolução, sublinhou Seguro, resultou num emagrecimento de 342 milhões de euros da balança comercial portuguesa. Por sua vez, as exportações portuguesas para a comunidade europeia avançaram 18 por cento no primeiro trimestre, enquanto as saídas para fora do espaço europeu aumentaram 13,9 por cento. Os números do Instituto Na-

subiram 15,5). “A aposta nas exportações por parte dos sectores empresariais constituirá não só a oportunidade de manter os postos de trabalho existentes como também, com a crescente evolução dos resultados positivos, originar mais emprego, principalmente ao nível dos jovens licenciados à procura de colocação, que

são em grande número no distrito de Braga”, referiu António José Seguro, enaltecendo “o espírito empresarial dos responsáveis da Louropel, que souberam em devido tempo apostar nas tecnologias de ponta e adequar-se às necessidades do mercado internacional com marcas muito próprias e exclusivas”.

Dádiva de Sangue na Didáxis Na próxima quarta-feira dia 18 de Maio a Associação de Dadores de Sangue de Famalicão promove uma “Colheita de Sangue” na Escola Cooperativa de Ensino Didáxis de S. Cosme, com o apoio do Núcleo S. Ciências, Fisica, Quimica. Aberta à população em geral. A “colheita de Sangue” será realizada entre as 09h00 e as 12h30 pelo Instituto Português do Sangue do Porto.

Milho D’ Oiro promove Caminhada a Balasar A Milho D’ Oiro promove, no próximo dia 22 de Maio, uma Caminhada a Balasar pela ciclovia. Os participantes deverão concentrar-se pelas sete da manhã em Gavião, junto ao Parque das Ribeiras.


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De 17 a 23 de Maio de 2011

OPINIÃO

De Bem com Deus … & …De Bem com a Vida ! » 05 « “O desejo de Deus para a nossa Vida, hoje e sempre” Leitura Bíblica: “Naquela mes-

ples devocional, que tem como cri-

um marco inesquecível. E, refletindo

coração entendido para julgar a teu

totalmente. Ele afirma que somos os

ma hora chegaram os discípulos ao

tério máximo, a Palavra de Deus,

nas palavras que o Senhor Jesus

povo, para que prudentemente dis-

Seus “amados filhos”, que deseja

pé de Jesus, dizendo: Quem é o

contida na Bíblia Sagrada, onde

Cristo diz ao nosso coração, surge

cirna entre o bem e o mal; porque

que sejamos abençoados, mas não

maior no reino dos céus? E Jesus,

convidamos a todos os leitores, a

então, uma simples pergunta: Quem

quem poderia julgar a este teu tão

de qualquer maneira. Uma criança

chamando um menino, o pôs no

meditar e a refletir, nas Sagradas

não gostaria de voltar a ser criança?

grande povo?

obediente, sempre é muito bem re-

meio deles. E disse: Em verdade

Escrituras, apreciando-a, lendo-a

Com certeza todos nós, mas o

E esta palavra pareceu boa aos

compensada. Deus nos diz: que

vos digo que, se não vos converter-

constantemente, aplicando os seus

que está escrito em Mateus 18:1-4,

olhos do Senhor, que Salomão

nada não nos faltará, que nos supri-

dela é a verdade. Seja sincero em

des e não vos fizerdes como meni-

princípios, ensinos e verdades no

o Senhor Jesus Cristo fala nas car-

pedisse esta coisa.”. Quando ele ao

rá e que sabe plenamente quais as

tudo, não se auto engane, os rela-

nos, de modo algum entrareis no

coração, como também, praticando

acterísticas de crianças, que embo-

assumir o seu reinado, não tinha ex-

nossas necessidades. Fazendo

cionamentos que não falam a ver-

reino dos céus. Portanto, aquele

no dia-a-dia o seu conteúdo de s-

ra somos adultos devemos ter e cul-

periência e habilidade, não tinha

como uma criança, acredite, pois se

dade, não duram muito tempo e não

que se tornar humilde como êste

abedoria espiritual e inspiradora, em

tiva-las, pois não há outra forma de

uma visão de como ser um rei. Mas,

Ele promete, então, Ele vai cumprir,

têm nada a ver com as virtudes e o

menino, esse é o maior no reino dos

para todas as circunstâncias.

entrar no céu. E isto se torna em um

como aprendeu com o seu pai, o Rei

pois é Fiel. No Salmo 37:5 nos diz:

caráter de Deus.

PR.ALBINO FERREIRA IGREJA CRISTÃ EVANGÉLICA EL-SHADDAY V. N. FAMALICÃO

Gostaria de compartilhar algo

assunto muito sério, pois diante do

David, ele ergueu os seus olhos

“En-trega o teu caminho ao Senhor;

Uma criança é o símbolo da pu-

Esta é a sexta edição deste sim-

que fica em nossa memória, como

que Ele diz, não queria que os seus

para a face do seu Deus, buscando

confia N’Ele, e Ele tudo fará.” Toda a

reza, no sentido de ausência de ma-

seguidores de uma certa forma, fos-

orientação e dependência do seu

criança sabe pedir e dificilmente

lícia, mesmo quando erra, sejamos

sem infantis e tivessem atitudes de

poder e amor, para capacitá-lo e di-

deixa de receber. Tudo o que é e

puro como uma criança. Vale a pena

irresponsabilidade.

rigi-lo. Por haver tido o coração incli-

vem de Deus, verdadeiramente, é

! E para terminarmos esta reflexão,

Este texto nos desafia a enten-

nado a esta dependência divina, foi

bom, mas precisamos querer o que

uma criança tem uma facilidade

der o posicionamento que o Cristão

o mais sábio e rico. O Rei Salomão

é D’Ele.

enorme de vencer a tristeza, o que,

deve ter como postura, assim como

era como uma criança, um rei, e de-

Em diversas ocasiões de nossa

em poucos como nós, é encontrada.

algumas características que devem

clarou a sua total dependência de

vida deixamos de sonhar e pedir,

Um simples mimo, uma prenda,

ser geradas dentro de nós fazer par-

Deus! Quando desejamos saber ou

achamos que Deus se esquece do

uma brincadeira, outras tantas coi-

te de nossas vidas. Um exemplo cla-

alcançar algo, sempre buscamos

que promete, mas Ele é o dono de

sas, acaba com o choro. Às vezes,

ro e objetivo, foi o Rei Salomão, on-

auxílio em quem tem o conhecimen-

todo o universo, tudo pertence, nos-

temos motivos genuínos para cho-

de lemos a sua história no livro de I

to, é mais experiente e tem um grau

sas vidas, tudo que está a nossa vol-

rar, mas Deus vem e enxuga nossas

Reis 3:7-10, “Agora, pois, ó Senhor,

superior de maturidade. O Rei Salo-

ta. A Palavra diz: “Ora, sem fé é im-

lágrimas, porém, temos também,

meu Deus, tu fizeste reinar teu servo

mão ficou na dependência de Deus.

possível agradar-lhe porque é ne-

motivos genuínos para nos alegrar.

em lugar de Davi, meu pai; e sou

Se pararmos para analisar quem

cessário que aquele que se apro-

Esse é o desejo de Deus para nós, a

ainda menino pequeno, nem sei

está no controle da nossa vida?

xima de Deus creia que ele existe, e

nossa alegria. .

O POVO FAMALICENSE, 17 de Maio de 2011 - 2.ª PUBLICAÇÃO

céus.” Evangelho de Mateus 18:1-4.

como sair, nem como entrar. E teu

Em algumas brincadeiras, se

que é galardoador dos que o bus-

Sejamos dependentes e íntimos

servo está no meio do teu povo que

dissermos para uma criança "Pula

cam.”. Sendo assim o nosso Deus é

de nosso Deus e Pai Celestial, e,

elegeste, povo grande, que nem se

daí que eu te seguro", ela pula, por-

o galardoador de todos os que o

desfrutemos de Suas maravilhosas

pode contar, nem numerar, pela sua

que confia, só que não pula nos bra-

buscam. No Salmo 34:10b diz: “…

bênçãos. Vivamos, “de bem com

multidão. A teu servo, pois, dá um

ços de qualquer um, ela só o faz se

mas aqueles que buscam ao SE-

Deus … e … de bem com a Vida!”.

sentir segurança. Eis o detalhe!

NHOR de nada têm falta.”

Deus vos abençoem, em nome de

Serviço de Finanças de VILA N.FAMALICAO-1.-0450

Deus nos diz em Sua soberana

Devemos ser sinceros diante de

Jesus. “Leia todos os dias a Bíblia

Palavra muitas afirmações de segu-

Deus como a sinceridade de uma

Sa-grada … Ela é a Palavra de Deus

rança e que devemos confiar N’Ele

criança, que não magoa, o profundo

para o Teu Coração.” O Povo Famalicense, 17 de Maio de 2011

ANÚNCIO VENDA E CONVOCAÇÃO DE CREDORES N.º da Venda: 0450.2010.6 - Fracção autónoma designada pela letra CF, destinado a habitação, do tipo T2, com uma área bruta privativa de 80,00m² e uma área bruta dependente de 7,87m2, sito na Rua Luís Barroso - Edifício Vasco da Gama n.º 422, 7 F, Vila Nova de Famalicão. Inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 1390, fracção CF da freguesia e concelho de Vila Nova de Famalicão e descrito na Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Famalicão sob a descrição n.º 321/19930216-CF. Processo Executivo 0450200401015150 e aps. Teor do Edital: Gabriel Torres Bezerra, Chefe de Finanças do Serviço de Finanças VILA N.FAMALICAO-1.-0450, sito em R. ERNESTO CARVALHO EDIF. MILAO R/C, VILA N. FAMALICAO, faz saber que irá proceder à venda por meio de propostas em carta fechada, nos termos dos artigos 248.º e seguintes do Código de Procedimento e de Processo Tributário (CPPT), do bem acima melhor identificado, penhorado ao executado infra indicado, para pagamento de divida constante em processo(s) de execução fiscal. É fiel depositário(a) o(a) Sr(a) JORGE PAULO SILVA TAVARES, residente em VILA NOVA DE FAMALICAO, que deverá mostrar aquele bem a qualquer potencial interessado (249.º/6 CPPT), entre as 10:00 horas do dia 2011-05-13 e as 18:00 horas do dia 2011-06-27. O valor base da venda (250.º CPPT) é de € 38.423,00. As propostas deverão ser enviadas via Internet, mediante acesso ao “Portal das Finanças”, em www.portaldasfinancas.gov.pt na opção “Venda de bens penhorados” ou entregues neste Serviço de Finanças, em carta fechada dirigida ao Chefe do Serviço de Finanças, mencionando o número da venda no envelope e na respectiva proposta, indicando nesta ultima, nome, morada e número de identificação fiscal do proponente. O prazo para recepção de propostas termina às 10:00 horas do dia 2011-06-28 procedendo-se à sua abertura pelas 10:00 horas do dia 2011-06-28, na presença do Chefe do Serviço de Finanças (253.º/a CPPT). Não serão consideradas as propostas de valor inferior ao valor base da venda (250.º/c CPPT). Se o preço mais elevado, com o limite mínimo do valor base para venda, for oferecido por mais de um proponente, abre-se licitação entre eles, salvo se declararem que pretendem adquirir o(s) bem(ns) em compropriedade (253.º/b CPPT). Estando presente só um dos proponentes do maior preço, pode esse cobrir a proposta dos outros, caso contrário proceder-se-á a sorteio (253.º/c CPPT). A totalidade do preço deverá ser depositada, à ordem do órgão de execução fiscal, no prazo de 15 dias, contados do termo do prazo de entrega das propostas, mediante guia a solicitar junto do órgão de execução fiscal, sob pena das sanções previstas na lei do processo civil (256.º/e CPPT e 898.º Código de Processo Civil - CPC). No caso do montante superior a 500 unidades de conta, e mediante requerimento fundamentado, entregue no prazo de 5 dias, contados do termo do prazo de entrega de propostas, poderá ser autorizado o depósito, no prazo mencionado no parágrafo anterior, de apenas a uma parte do preço, não inferior a um terço, e o restante em até 8 meses (256.º/f CPPT). A venda pode ainda estar sujeita ao pagamento dos impostos que se mostrem devidos, nomeadamente o Imposto Municipal Sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis, o Imposto do Selo, o Imposto Sobre o Valor Acrescentado ou outros. Mais, correm anúncios e éditos de 20 dias (239º/2 e 242º/1 CPPT), contados da 2.ª publicação (242º/2), citando os credores desconhecidos e os sucessores dos credores preferentes para reclamarem, no prazo de 15 dias, contados da data da citação, o pagamento dos seus créditos que gozem de garantia real, sobre o bem penhorado acima indicado (240º/CPPT). Identificação do Executado: N.º de Processo de Execução Fiscal: 0450200401015150 (e apensos) NIF/NIPC: 138980527 Nome: JORGE PAULO SILVA TAVARES Morada: R LUIS BARROSO - EDIFICIO VASCO DA GAMA 7 F N 422 - VILA NOVA DE FAMALICÃO - VILA NOVA DE FAMALICAO O Chefe de Finanças Gabriel Torres Bezerra 2011-05-06

CARTÓRIO NOT ARIAL DE Lic. ANIBAL CASTRO DA COSTA Rua Conselheiro Santos Viegas, Edifício Domus III, Lojas 3 e 4, VILA NOVA DE FAMALICÃO ------ Certifico, para efeitos de publicação que, por escritura de hoje, lavrada de fls. 101 a fls. 102v.º, do livro de notas para "escrituras diversas" número 178-A, deste Cartório, Abílio da Costa Fernandes, casado, natural da freguesia de Calendário, concelho de Vila Nova de Famalicão, residente na Rua Estrada Nacional 204, n." 1170, Cabeçudos, Vila Nova de Famalicão, na qualidade de procurador de Miguel Angelo Machado Fernandes, N.I.F. 197.404.600, e mulher, Júlia Pereira da Silva, N.I.F. 220.282.234, casados no regime da comunhão de adquiridos, naturais da freguesia e concelho de Vila Nova de Famalicão, residentes na Avenida de Subcarreira, n.º 213, Lagoa, Vila Nova de Famalicão, declarou que o seu representado marido é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrém, do PRÉDIO RÚSTICO, denominado "Campo de Portes Carros", composto de terreno de cultura, com a área de setecentos e sessenta metros quadrados, sito no lugar de Nespereira, freguesia de Cabeçudos, concelho de Vila Nova de Famalicão, a confrontar do norte com Abílio da Costa Femandes, do sul e do nascente com Herdeiros de José Ribeiro, e do poente com Estrada Nacional, OMISSO na Conservatória do Registo Predial de ViÍa Nova de Famalicão, inscrito na respectiva matriz em nome do justificante marido sob o artigo 359 (desconhece-se o artigo rústico em que esteve inscrito na anterior matriz), com o valor patrimonial (IMT) de 18,95 €, e o atribuído de QUINHENTOS euros.------------------------------------------------------------------------------------------ Que o seu representado marido não é detentor de qualquer título formal que legitime o domínio do referido prédio, tendo-o adquirido no ano de mil novecentos e oitenta e oito, ainda no estado de solteiro, por compra verbal a Maria Helena Machado de Sá e Abreu, viúva, residente que foi na Rua Eugénio de Castro, n.º 270, na cidade do Porto, não chegando, todavia, a realizar-se a projectada escritura de compra e venda. ------------------ Que, no entanto, desde aquela data da aquisição, tem usufruído em nome próprio o referido prédio, gozando de todas as utilidades por ele proporcionadas, colhendo os correspondentes frutos e rendimentos, pagando as respectivas contribuições e impostos, com ânimo de quem exercita direito próprio, sendo reconhecido como seu dono por toda a gente, fazendo-o de boa fé, por ignorar lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, continua e publicamente, à vista e com conhecimento de toda a gente e sem oposição de ninguém.---------------------------------------------------------------------------------------------- Que a posse assim exerci da e mantida durante mais de VINTE ANOS, lhe facultou a aquisição do direito de propriedade do dito prédio por USUCAPIÃO, que em nome do seu representado marido expressamente invoca para efeitos de Registo Predial, uma vez que não é susceptível de ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial, esta forma de aquisição.-------------------------------------------------------------------------------------ESTÁ CONFORME E CONFEIfE COM O ORIGINAL NA PARTE TRANSCRITA Vila Nova de Famalicão, cinco de Maio de dois mil e onze. O Notário Lic. Aníbal Castro da Costa


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