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F1 MEXICANO DA MCLAREN MAIS RÁPIDO EM BARCELONA

OLÉ

DIRECTOR: RUI ALAS PEREIRA |SÉRIE II ANO XI N.º 886

22-02-2013 | SEMANÁRIO | PREÇO: 1,50 EUROS IVA INCLUÍDO Taxa paga | Devesas - 4400 V.N. Gaia | Autorizado a circular em invólucro de plástico fechado | Autorização n.º 26 de 2026/00

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PEREZ

Na segunda sessão oficial de testes a decorrer no Circuito da Catalunha pilotos queixam-se da degradação dos pneus

C&I ENSAIO CLS 250 CDI BLUEFFICIENCY SHOOTING BRAKE

PURO PRAZER

NACIONAL DE RALIS MAIS DE 60 INSCRITOS NO SERRAS DE FAFE


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FÓRMULA 1

22 de Fevereiro de 2013

Segundo dia de testes no Circuito da catalunha

Sergio Perez mais rápido em Barcelona O piloto mexicano da McLaren fez o melhor tempo no segundo dia de testes (quarta-feira) realizados em Barcelona, no Circuito da catalunha. Sergio Perez levou a melhor sobre Sebastian Vettel, campeão do mundo da Red Bull, e assim a equipa britânica pôde retirar as melhores ilações nesta segunda sessão da pré-temporada, depois da preparação levada a cabo em Jerez.

Sergio Perez acabou por ser 0,349 segundo mais rápido que o tricampeão mundial de Fórmula 1, sendo que o piloto finlandês Kimi Raikkonen, que perdeu parte da manhã a contas com um problema na caixa de velocidades do seu Lotus, ainda teve tempo para garantir o terceiro melhor crono do dia. Lewis Hamilton, que cedeu o seu lugar na McLaren a Sergio Perez, levou o seu Mercedes ao quarto melhor tempo, logo à frente o espanhol Fernando Alonso, em Ferrari. Valtteri Bottas, em Williams, foi o sexto, enquanto Daniel Ricciardo, da Toro Rosso, fazia o sétimo melhor tempo. Os tempos por volta em testes raramente são indicações precisas da forma como as equipas não revelam as suas especificações que estavam a executar nos seus monolugares. Mesmo quando dois pilotos optam por correr com o mesmo tipo de pneu, os resultados não podem ser necessariamente comparáveis, pois tudo depende de vários fatores com o empenho dos pilotos, o combustível e outros pormenores que as equipas costumam guardar segredo. Neste sentido, os tempos por volta podem não querer dizer muito quanto ao real potencial das escuderias, mas, na verdade, bons indicadores para um forte início de temporada, que todos desejam tão competitivo

como o da época passada, em que nunca se sabia quem seria o próximo vencedor. Perez queixa-se dos pneus Perez e Vettel escolheram os mesmo pneus “soft”, mas o piloto mexiacano mostrou-se surpreendido com a sua qualidade: “A degradação dos pneus é muito difícil. É uma grande surpresa para nós”, disse, acrescentando: “Nós estamos sempre a aprender novas coisas sobre os pneus, mas espero que em corrida eles possam melhorar muito”. “Normalmente, nos testes de inverno, vemos muita degradação, mas nunca tanto. O pneu é basicamente muito fraco e há muito pouco que o piloto pode fazer. Eles são uma grande preocupação no momento, mas ainda estamos a aprender o que fazer em cada situação para retirar os melhores dividendos. Com este pneu é difícil fazer duas ou três voltas consistentes, já que fazemos uma volta e já temos que nos preocupar em combater a sua degradação. Por isso, torna-se difícil aprender alguma coisa com o carro sem o equilíbrio desejado”, destaca Sergio Perez. “Mesmo assim, o resumo do dia é positivo. Foi muito importante para nós, porque conseguimos fazer muitos quilómetros e completar todos os nossos programas. Ainda há trabalho a fazer antes de chegarmos

a Melbourne para a primeira corrida do campeonato, por isso temos de maximizar todas as oportunidades que vamos tendo para fazer com que este carro possa ficar ainda melhor”, concluiu o piloto mexicano da McLaren. A correr com pneus médios, Raikkonen foi apenas mais lento 0,849 seg., o que diz bem da aproximação de resultados implementados pela Pirelli, tanto mais que Hamilton, que optou por testar os pneus duros, foi apenas mais lento 0.029 seg. do que o pilto finlandês da Lotus. Para baralhar ainda mais as contas dos pneus, Alonso, que escolheu pneus médios, 1.399 segundos mais lento do que Perez. Hamilton passou a manhã comparando a resposta do seu carro com e sem o novo escape “Coanda”, uma maneira de usar os gases para aumentar a força descendente. A Mercedes tenta assim recuperar o atraso para os principais rivais, como a Red Bull, McLaren e Ferrari, pois todos eles já usaram a mesma tecnologia em toda a temporada passada. Na parte da tarde, Hamilton foi o piloto

que mais voltas completou ao circuito catalão.. Também da parte da tarde, Vettel tentou fazer uma simulação de corrida, mas o piloto alemão teve que parar por 45 minutos no meio da corrida com um problema de confiabilidade e depois parou pela segunda vez na pista após um pit stop. O tricampeão mundial conseguiu sair novamente para a pista para os últimos 13 minutos do dia, mas a sua tentativa foi outra vez interrompida cinco minutos antes do final programado, desta feita quando o “rookie” inglês da Marussi, Max Chilton, ficou parado no meio da pista. “Tivemos alguns problemas com a confiabilidade e não pudemos fazer tantas voltas quanto queríamos. Mesmo assim, penso que é melhor que essas coisas aconteçam agora do que na Austrália”, disse Vettel, confirmando que não existiram problemas de maior com o novo Red Bull: “Não foi nada dramático, mas apenas pequenas coisas. “O sentimento é bom, o saldo é bom e o carro sente-se bem. Tivemos

alguns problemas com a fiabilidade do carro, que precisamos corrigir, mas espero que na Austrália já esteja tudo resolvido. Estou muito feliz com estes testes”. Vettel completou pouco mais de metade de uma distância de corrida de 66 voltas ao Circuito da Catalunha. Red Bull ainda mais secreto Todas as equipas tentam impedir os rivais diretos de obter um olhar mais atento sobre seus novos carros, mas a Red Bull está a tomar medidas particularmente extremas. Os campeões mundiais são rápidos a erguer barreiras quando o carro vem para os boxes, com Sebastian Vettel a refugiar-se lá dentro como se fosse preciso manter o segredo do seu carro bem longe dos olhares alheios. Ninguém pode ver o que os mecânicos, rápidos a colocar as barreiras, estão a fazer ao carro. Alonso também sofreu problemas de fiabilidade, perdendo algum tempo enquanto os mecânicos da Ferrari mudavam por completo a traseira do seu carro, que tinha sido sobreaquecido e danificado os escapes.


fórmula 1

22 de Fevereiro de 2013

Lewis Hamilton feliz com o seu Mercedes

“Estamos na direção certa” No final do segundo dia de testes em Barcelona, Lewis Hamilton, que fazia o quarto melhor tempo e o maior número de voltas completas, explica que a sua equipa Mercedes está no “caminho certo” para alcançar a forte concorrência. “Não estamos focados em ninguém especial, estamos apenas a olhar atentamente para o nosso programa, de forma a tentar dar passos para a frente, tendo em conta a degradação dos pneus e set-up do carro”, disse Hamilton, acrescentando: “Estou muito contente com o carro, 121 voltas é muito bom. Estamos na direção certa”. Apesar de uma análise aos tempos por volta sugerir que a Mercedes está razoavelmente competitiva, Hamilton prefere ir com calma: “A equipa ainda tem muito trabalho a fazer. Tenho um grande grupo atrás de mim. Vejo uma determinação fantástica e um grande esforço para que tudo possa correr pelo melhor. Espero, sinceramente, que todo este trabalho duro venha a ser compensado”. Sendo realista quanto ao próximo campeonato, Hamilton deixa apenas um desejo no ar: “Terminar todas as corridas e entrar nos pontos”. Sobre os pneus, e atendendo que a Pirelli introduziu algumas alterações de modo a garantir pelo menos dois pit stops por corrida, o piloto inglês da Mercedes referiu: “Todos os pneus estão a ter uma degradação acentuada e cuidar bem deles não é fácil, mas isso é normal. Tradicionalmente, os pneus sofrem mais desgaste nas condições mais frias da pré-temporada de testes, para depois melhorarem nas condições mais quentes nas corridas”.

Segundo dia de testes no Circuito da Catalunha Tempos mais rápidos Piloto (Nac) Carro 1. Sergio Perez (Mex) McLaren-Mercedes 2. Sebastian Vettel (Ger) Red Bull-Renault 3. Kimi Raikkonen (Fin) Lotus-Renault 4. Lewis Hamilton (GB) Mercedes 5. Fernando Alonso (Spa) Ferrari 6. Valtteri Bottas (Fin) Williams-Renault 7. Daniel Ricciardo (Aus) Toro Rosso-Ferrari 8. Paul di Resta (GB) Force India-Mercedes 9. Nico Hulkenberg (Ger) Sauber-Ferrari 10. Max Chilton (GB) Marussia-Cosworth 11. Charles Pic (Fra) Caterham-Renault

Tempo 1:21.848 1:22.197 1:22.697 1:22.726 1:23.247 1:23.561 1:23.718 1:23.971 1:24.205 1:25.115 1:26.243

Voltas completas Piloto (Carro) 1.Lewis Hamilton (Mercedes) 2.Charles Pic (Caterham) 3.Valtteri Bottas (Williams) 4.Sergio Perez (McLaren) 5.Nico Hulkenberg (Sauber) 6.Sebastian Vettel (Red Bull) 7.Fernando Alonso (Ferrari) 8.Daniel Ricciardo (Toro Rosso) 9.Max Chilton (Marussia) 10.Paul di Resta (Force India) 11.Kimi Raikkonen (Lotus)

Voltas 121 102 98 97 88 84 76 70 66 62 43

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ralis

22 de Fevereiro de 2013

Campeonato Nacional arranca amanhã

Mais de 60 pilotos no Serras de Fafe A aposta da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) em atrair mais concorrentes para o Campeonato Nacional de ralis deu já os seus frutos no Rali Serras de Fafe, a prova de abertura do campeonato. Palmarés Palmarés do campeonato nacional de ralis, cuja edição de 2013 arranca no sábado com a disputa do Rali Serras de Fafe: 1956: Fernando Stock 1957: Horácio Macedo 1958: José Luís Valente 1959: José Luís Valente 1960: José Manuel Falcão Pereira 1961: Horácio Macedo 1962: José Baptista dos Santos 1963: Horácio Macedo 1964: Fernando Basílio dos Santos 1965: Alfredo César Torres 1966: Manuel Lopes Gião 1967: Américo Nunes 1968: Américo Nunes 1969 a 1973: Não houve título absoluto 1974: Não houve campeonato 1975: Manuel “Inácio” e Silva 1976: António Diegues 1977: Giovani Salvi 1978: Carlos Pires 1979: José Pedro Borges 1980: Santinho Mendes 1981: Santinho Mendes 1982: Joaquim Santos 1983: Joaquim Santos 1984: Joaquim Santos 1985: Joaquim Moutinho 1986: Joaquim Moutinho 1987: Inverno Amaral 1988: Carlos Bica 1989: Carlos Bica 1990: Carlos Bica 1991: Carlos Bica 1992: Joaquim Santos 1993: Jorge Bica 1994: Fernando Peres 1995: Fernando Peres 1996: Fernando Peres 1997: Adruzilo Lopes 1998: Adruzilo Lopes 1999: Pedro Matos Chaves 2000: Pedro Matos Chaves 2001: Adruzilo Lopes 2002: Miguel Campos 2003: Armindo Araújo 2004: Armindo Araújo 2005: Armindo Araújo 2006: Armindo Araújo 2007: Bruno Magalhães 2008: Bruno Magalhães 2009: Bruno Magalhães 2010: Bernardo Sousa 2011: Ricardo Moura 2012: Ricardo Moura

Para a prova de abertura do Nacional, a disputar amanhã, inscreveram-se mais de 60 pilotos, um sinal de adesão e que deixa Luiz Pinto Freitas, presidente da FPAK, satisfeito e otimista para o que resta do campeonato. Em termos de alterações, passam a contar para o campeonato cinco ralis - Serras de Fafe, Cidade de Guimarães, Centro de Portugal, Mortágua e Casinos do Algarve -, mas os três ralis internacionais, o de Portugal, o dos Açores e o da Madeira, podem também permitir pontuar. Com a designação Taça de Ouro, os pilotos podem optar por usar a pontuação obtida num destes três ralis para substituir o seu pior resultado numa das cinco provas do

campeonato nacional, tendo como imperativo o terem participado nos cinco ralis que compõem o campeonato. Além desta medida, vai ser criada, a exemplo do que já vem sucedendo no Mundial (WRC), a “power stage”, que atribui pontos extra aos três primeiros classificados na derradeira especial de cada rali, numa tentativa de manter a expetativa até final de cada prova. Para o arranque do campeonato, dois pilotos surgem como os maiores candidatos à conquista do título nacional, Bernardo Sousa e Pedro Meireles, em virtude de competirem com duas viaturas S2000. Com um Peugeot 207 S2000, Bernardo Sousa vai ainda tentar fazer valer a sua experiência mun-

Luiz Pinto Freitas otimista

“A aposta está ganha” O presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), Luiz Pinto Freitas, revelou-se otimista em relação ao Campeonato Nacional de ralis, principalmente com o elevado número de inscritos já para a primeira prova. Antecipando o arranque do nacional de ralis, Luiz Pinto Freitas diz que, “para já, a aposta está ganha”. “Pelo menos, pela reação que está a haver em termos de inscritos no campeonato e de inscritos na primeira prova, aparentemente, parece que a aposta para já está ganha”, disse Luiz Pinto Freitas, embora alertando: “Mas isto nunca se sabe exatamente o que pode acontecer a seguir, num ano difícil como este para toda a gente. Para já, a resposta é extremamente positiva”. A crise que afeta o país é também sentida nos ralis, mas Luiz Pinto Freitas prefere salientar o aumento de inscritos. “Para já, só a primeira prova não pode definir nada, embora, em termos de inscritos no campeonato, já estão mais do que os que estiveram inscritos no campeonato do ano passado todo”, sublinhou. Com um campeonato dividido em duas provas: o Campeonato Nacional de Ralis e o Campeonato Open de Ralis, a participação na primeira prova é considerada positiva. “Só em termos desta prova, é extremamente positivo, já que, no ano passado, o Campeonato de Portugal de ralis teve 12/13 inscritos e, neste momento, tem 26. No conjunto das duas provas, é um rali com quase 60 concorrentes”, frisou.

dialista para levar vantagem na estrada e tentar revalidar um título conquistado em 2010. Já Pedro Meireles competirá com um carro mais competitivo, o Skoda Fabia S2000, facto que o deixa na linha da frente em termos da luta pela conquista inédita do título. Outras candidaturas ao título, casos de Ricardo Moura, atual bicampeão nacional, dependerão da possibilidade de evolução das suas atuais máquinas ou da forma como o campeonato correr aos restantes pilotos. A mudança no figurino do campeonato atraiu mais gente, principalmente alguns veteranos, que assim, através da experiência, poderão conferir alguma competitivi-

dade. Exemplos disso são os casos dos antigos campeões nacionais Fernando Peres e Miguel Campos, embora ainda apenas tenham confirmado a presença neste primeiro rali da temporada. Fernando Peres esteve em evidência no campeonato nacional na década de 90, vencendo três campeonatos consecutivos (1994, 1995 e 1996), enquanto Miguel Campos, mais recentemente, triunfou no ano de 2002. O Campeonato Nacional de ralis arranca amanhã (sábado) com a realização do rali Serras de Fafe, uma prova de um dia, com arranque às 10h15 e termo previsto para as 19h00. Serão disputadas ao todo nove provas especiais de classificação, num total de 103,12 quilómetros cronometrados.

Programa

Programa do Rali Serras de Fafe, prova inaugural do Campeonato nacional da especialidade e que se disputa amanhã: 10h15: Partida - Fafe 10h43: PEC 1 - Montim 1 (9,27 km). 11h03: PEC 2 - Ruivães 1 (13,2 km). 11h41: PEC 3 - Montim 2 (9,27 km). 13h51: PEC 4 - Ruivães 2 (13,2 km). 14h17: PEC 5 - Luilhas 1 (13,2 km). 14h46: PEC 6 - Lameirinhas/S. Pedro 1 (9,29 km). 17h01: PEC 7 - Ruivães 3 (13,2 km). 17h27: PEC 8 - Luilhas 2 (13,2 km). 18h03: PEC 9 - Lameirinhas/S. Pedro 2 (9,29 km). 19h00: Chegada.

Calendário

Programa do Campeonato Nacional de ralis: 22/23 fev: Rali Serras de Fafe. 11/14 abr: Rali de Portugal (*). 25/27 abr: Rali dos Açores (*). 17/18 mai: Rali Cidade de Guimarães. 08/09 jun: Rali Centro de Portugal. 01/03 ago: Rali da Madeira (*). 20/21 set: Rali de Mortágua. 09/10 nov: Rali do Algarve.


noticiário

22 de Fevereiro de 2013

Carro do Ano/Troféu Essilor Volante de Cristal 2013

Volkswagen Golf é o Carro do Ano CARRO DO ANO Volkswagen Golf CLASSES CARRO DO ANO Citadino do Ano – Renault Clio Luxe Energy dCi 90 Familiar do Ano – Volvo V40 D2 Carrinha do Ano – BMW 320d Touring Executivo do Ano – BMW 318d Crossover do Ano – Mazda CX-5 2.2 Skyactiv-D 150 2WD PRÉMIOS ESPECIAIS Prémio Personalidade do Ano – António Félix da Costa Piloto do Ano – António Félix da Costa Piloto Revelação do Ano – Rafael Lobato História Carro do Ano/Palmarés 1985Nissan Micra 1986Saab 9000 Turbo 16 1987Renault 21 1988Citroën AX

1989Peugeot 405 1990VW Passat 1991Nissan Primera 1992Seat Toledo 1993Toyota Carina E 1994Seat Ibiza 1995Fiat Punto 1996Audi A4 1997VW Passat 1998Alfa Romeo 156 1999Audi TT 2000Seat Toledo 2001Seat Leon 2002Renault Laguna 2003Renault Mégane 2004VW Golf 2005Citroën C4 2006VW Passat 2007Citroën C4 Picasso 2008Nissan Qashqai 2009Citroën C5 2010Volkswagen Polo 2011Ford C-Max 2012Peugeot 508

O Volkswagen Golf foi eleito Carro do Ano 2013. O familiar alemão recolheu a preferência dos 17 jornalistas que compõem o Júri do Carro do Ano/ Troféu Essilor Volante de Cristal. Durante três meses o júri, que representa alguns dos mais relevantes órgãos de comunicação social nacionais, ensaiou as 19 gamas a concurso e apurou seis finalistas que disputaram entre si a sucessão do Peugeot 508 como Carro do Ano em Portugal. Além do prémio principal, foram ainda anunciados os vencedores das diversas Classes do Carro do Ano, bem como os prémios especiais. António Félix da Costa foi eleito Piloto do Ano e o jovem piloto Rafael Lobato foi eleito Piloto Revelação do Ano. Como habitualmente, a Comissão Executiva do Carro do Ano atribuiu o Prémio Personalidade do Ano, que distingue uma pessoa ou instituição que se tenha notabilizado na promoção do automóvel e do automobilismo. Este ano foi António Félix da Costa a merecer essa distinção

Fórmula 1

Começou ontem no CC Amoreiras

Pauliteiros de Miranda atuam no GP do Barém

Honda Roadshow 2013

O grupo de pauliteiros da Associação de Professores do Planalto Mirandês vai atuar em cerimónias associadas ao Grande Prémio de Fórmula 1 do Barém (Golfo Pérsico), informou fonte ligada à coletividade transmontana. Segundo José Campos, um dos membros do grupo, os pauliteiros mirandeses vão ter uma presença intensiva durante os três dias em que decorre o evento desportivo, estando marcadas seis atuações diárias. O grupo vai atuar nas zonas de restauração, boxes e outros espaços de ligação entre as bancadas e o circuito automobilístico, de forma a dar a conhecer esta dança secular ainda enraizada na cultura mirandesa.

“O grupo será composto por 14 elementos, entre dançadores e músicos, e vamos ter de levar dois elementos suplentes, devido ao clima local e ao esforço que teremos de fazer durante os três dias de atuação”, frisou José Campos. Para o também dançador, esta é uma oportunidade única de se mostra a cultura mirandesa ao mundo, já que se trata de um palco privilegiado. “Esta viagem vaise traduzir numa forma única de promoção cultural, mostrando assim os nossos trajes, instrumentos e claro está a nossa forma de dançar”, frisou. O Grande Prémio de Formula 1 do Barém decorre de 19 a 21 abril.

Miguel Oliveira satisfeito com o segundo dia em Jerez

A Honda Portugal organiza até Abril um Roadshow Nacional dos seus novos modelos. Teve início ontem, em Lisboa, no Centro Comercial Amoreiras, o Honda Roadshow 2013, uma iniciativa que irá dar a conhecer aos visitantes, as principais novidades automóveis da marca. O Roadshow, permitirá também a realização de testdrives no local, de forma a possibilitar aos clientes um conhecimento mais aprofundado das características dinâmicas dos modelos. Os principais modelos em destaque serão: Honda Civic 1.6 diesel: 1º modelo da Honda equipado com um motor da nova geração Earth Dreams Tecnology. Com 300 Nm de binário e 3,6L/100km, este modelo é uma nova referência no mercado automóvel, sendo capaz de conciliar prazer de condução e consumos de combustível referência na classe. Projecto global ambiental que representa o compromisso da Honda para com o meio

ambiente e as gerações vindouras. O símbolo circular representa a terra e o sol com céu azul (ar limpo), água limpa e terra verde, A linha branca a meio representa uma estrada, onde se realiza a liberdade da mobilidade. O coração representa o pensamento e a paixão da Honda, no compromisso com o nosso ambiente. Honda Jazz: Modelo de referência no seu segmento, graças à sua versatilidade, consumos e espaço de bagagem. Beneficia actualmente da campanha “fifty- fifty” na qual os clientes poderão pagar somente 50% do valor do automóvel, regularizando o restante valor, sem juros após 12 meses. Honda CR-V: 4ª geração de um modelo único no segmento dos SUV´s. Lançado recentemente no mercado, o Novo CR-V eleva a fasquia em termos de conforto, versatilidade e prazer de condução. O Roadshow inclui 7 etapas, de Norte a Sul do país.

“Já sabemos o que temos de fazer para melhorar” O piloto português Miguel Oliveira fez o quinto melhor tempo no segundo dia de testes da categoria Moto3, em Jerez de la Frontera, uma marca que lhe permitiu tirar “muitas conclusões” sobre a sua moto. Numa sessão de testes para preparar a temporada do Campeonato do Mundo de MotoGP, Oliveira cumpriu o percurso em 01.47,958 minutos, sendo o primeiro piloto sem ser em KTM da tabela. “Experimentámos muitas coisas, deu para tirar muitas conclusões sobre o que é melhor para a moto e já sabemos o que temos de fazer para melhorar. Aliás, a partir daqui é mesmo só melhorar, porque já estamos muito bem posicionados,” defendeu em comunicado o jovem piloto, que comanda uma Mahindra MGP30. O piloto português, que totalizou 49 voltas ao traçado do Sul de Espanha, considerou que o dia foi “bastante produtivo”. “Há que ter em conta que estamos num projeto novo; não estamos no limite,

mas num patamar em que é difícil melhorar. A partir daqui temos de fazer modificações maiores do que simples afinações do chassis, o que está a ser visto pela equipa, que tem trabalho a fazer, tal como eu, para melhorarmos alguns pontos e, com tudo isso, conseguirmos fazer tempos mais rápidos”, realçou. Para Miguel Oliveira, “o importante nesta fase é não dar passos precipitados, nem tentar mostrar nada a ninguém”.

País de acordo com o seguinte calendário: 1. Lisboa: Amoreiras 21 a 24 Fev 2. Sintra: Forum Sintra 28 Fev a 3 Mar 3. Leiria: Leiria Shopping 07 a 10 Mar

4. Coimbra: Forum Coimbra 14 a 17 Mar 5. Gaia: Arrábida Shopping 21 a 24 Mar 6. Matosinhos: Mar Shopping 04 a 07 Abr 7. Faro: Forum Algarve 11 a 14 Abr

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22 de Fevereiro de 2013

comércio & indústria

Ao volante do Mercedes CLS 250 CDI BluEFFICIENCY Shooting Brake

Momentos de raro prazer A expressão do nosso co-piloto e amigo colaborador nestas andanças automobilísticas diz quase tudo: “Parece mesmo um avião! Até dá para dormir”. E é (quase) verdade, pois o prazer de uma condução atrevida mas muito confortável dá-nos mesmo a sensação de que estamos a voar baixinho. É só ligar o “automático”, leia-se condutor responsável, e deixar-se levar… Agora só falta saber se estamos perante uma carrinha que é carro ou um carro que é carrinha… Veja as notas impressivas juntamente com as imagens e decida você mesmo! Rui Alas Pereira Para os clientes mais habituados à Mercedes, este ensaio do CLS 250 CDI Shooting Brake não traz muitas novidades ao nível da mecânica. Quem já “pegou” num C ou mesmo num E, com a mesma motorização (250 CDI), sabe do que estamos a falar, ou seja, uma condução equilibrada, tanto na exigência em termos de potência como no que se refere à dinâmica, ao conforto e à segurança. Três patamares de qualidade que são facilmente alcançados pelo modelo experimentado, sem qualquer razão de queixa, mesmo tratando-se de uma caixa automática de sete velocidades. Pelo que pudemos comprovar, no sempre arreliador e infernal trânsito da Invicta, nem mesmo em baixos regimes a Shooting Brake dá par te de fraca, respondendo com eficiência e prontidão a todas as solicitações, previsíveis ou imprevisíveis. Este é a realidade um motor no ponto certo (204 cavalos), quer isto dizer que tem potência suficiente para dar e vender, mesmo para quem já gosta de sentir alguma adrenalina quando toca a acelerar, sem ficar assustado com força a mais! Mas a grande novidade, desta carrinha ou carro, como gostarem mais, está precisamente na sua imagem aerodinâmica, que já é de marca no CLS mas que na Shooting Brake ainda mais se nota. Um designe inovador, que não deixa ninguém indiferente, seja ao vê-la passar a alta velocidade ou ao espreitar pelos vidros traseiros escurecidos quando está parada ou estacionada.

E, neste caso, pode mesmo dizerse que as aparências iludem, pois se por fora poderá parecer algo claustrofóbica, por dentro é muito espaçosa e ainda mais confortável. Tem tudo o que uma máquina deste género deve ter e, se formos ao pormenor, tem sempre mais qualquer coisinha que a concorrência ainda não descobriu. O equipamento de série, como se pode ver na lista, é imenso e dá para todos os gostos, mas há sempre uns extras que vale a pena equacionar na hora de fazer as contas ao preço final (perto de 92 mil euros). Esta Shooting

Brake ensaiada já vem com o Pack Desportivo AMG, o que lhe dá um toque ainda mais especial, em todos os sentidos, mesmo na atrativa e invejável traseira… No final de mais um “testedrive”, e se não tiver receio da conjuntura económica ou se a crise lhe está a passar simplesmente ao lado, aqui está uma boa razão para investir numa viatura arrojada – há quem diga que até é mais atraente do que o carro –, segura, confortável e potente q.b.. Se me permitem a opinião, eu que nunca gostei de carrinhas fiquei impressionado com esta, e daí que continue hesitante em dizer se se trata de uma carrinha que é carro ou um carro que é carrinha… Seja como for, há uma certeza que terá sempre ao volante deste Mercedes CLS 250 CDI Shooting Brake: momentos de raro prazer!


comércio & indústria

22 de Fevereiro de 2013

FICHA TÉCNICA Características Gerais / Técnicas PVP (Modelo ensaiado): 91,851.34 € (com IVA incluído 17,175.45 €) Tipo de veículo: Passageiros Cilindrada (cc): 2143 Potência (cv/rpm): 204/3800 Binário (nm): 500/1600-1800 Sistema de admissão: Turbo + Intercooler Sobre-alimentação - Tipo: Common Rail Aceleração 0-100 (seg): 7,8 Velocidade máxima (km/h): 235 Combustível / Consumos Combustível: Diesel Capacidade do depósito (ltr): 59 Consumo urbano (EC93): 6,4-6,3 Consumo extra urbano (EC93): 4,8-4,7 Consumo combinado: 5,4-5,3 Emissões CO2 (gramas p/km): 143-139 Autonomia (km): 1113 » Transmissão

Requinte e qualidade Apesar de algumas semelhanças com o Classe E, o estilo do habitáculo do CLS Shooting Break é luxuoso e requintado. A discussão de dois ou três lugares atrás continua dentro do carro e certamente ninguém vai querer ficar no meio... embora a forma cortada da carroçaria não prejudique a farta habitabilidade, quer na largura, quer em altura e até na visibilidade para trás. Olhando atentamente para o CLS Shooting Break, continua a não ser fácil dizer se é mais coupé e menos carrinha, ou se, pelo contrário, tem espaço suficiente para ser comparável a um SUV. Seja como for, esta Shooting Break oferece 590 litros de capacidade que se podem alargar até 1550 litros com o banco traseiro rebatido. Resumindo: o CLS bate a forte concorrência (BMW Série 5 Touring ou Audi A6 Avant) em mais um capítulo. Apesar de ter quase cinco metros de comprimento e acusando mais de 1900 quilogramas, não estamos perante uma carrinha pesadona, pois na sua utilização diária não se sente nem o peso nem o tamanho. A inevitável tração traseira ajuda em termos de comportamento, bem auxiliada por uma direção com assistência

eletro-mecânica que promove ligeireza e suavidade. Para uma condução ainda mais confortável, temos a qualidade do chassis e das suspensões, que permite mudanças de direção pouco comuns na grande maioria das carrinhas. Quanto ao motor 2.1 litros turbodiesel com 204 CV já foi tudo dito, sendo mais do que suficiente para uma resposta célere e eficaz, ficando a ganhar notoriamente no referencial preço/potência. Com a caixa automática de sete velocidades, o motor deste CLS acaba por ter uma excelente performance, capaz de levar Shooting Break dos 0-100 km/h em 7,8 segundos, com uma velocidade máxima de 235 km/h. No que toca a consumos, confesso que tenho grande dificuldade em igualar o valor (5,4 l/100 km) anunciado pela Mercedes (emissões de CO2 de 134 gr/km), mas também aviso já que, com a minha condução habitual, nunca serei um perito em fazer grandes médias, a não ser na velocidade... em circuito fechado, claro!

Tipo de caixa de vel.: Sequencial Automática Nr. de velocidades (de série): 7 » Direcção

Rodas motrizes: Traseira Direcção assistida: Sim » Pneus / Jantes

Pneus dianteiros: 245/45R17W Pneus traseiros: 245/45R17W Roda de emergência: Sim Roda de reserva: Não » Pesos / Carroçaria

Tipo de carroçaria: Carrinha N.º Portas: 5 Comprimento (mm): 4956 Largura (mm): 1881 Altura (mm): 1416 Dist. entre eixos (mm): 2874 Peso em vazio (kg): 1865 Peso máx. autorizado (kg): 2390

» Equipamentos de Segurança

Travões: Discos Ventilados / Discos ABS: Sim Prog. electrónico estabilidade: Sim Airbag condutor: Sim Airbag passageiro: Sim Airbags lat. dianteiros: Sim Airbags lat. traseiros: opção - 557 € Airbags sup. dianteiros: Sim Airbags sup. traseiros: Sim » Equipamento / Instrumentos

Ar condicionado: Sim Vidros eléct. dianteiros: Sim Vidros eléct. frente/trás: Sim Fecho centralizado: Sim Sistema de rádio: Sim Relógio: Sim Controlo vel. de cruzeiro: Sim Computador de bordo: Sim Ind. de temperatura exterior: Sim Ind. de intervalos de manutenção: Sim » Serviços

Garantia (anos): 2 Garantia (km): N/D Intervalos das revisões (anos): 1 Intervalos das revisões (km): 25000

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comércio & indústria

22 de Fevereiro de 2013

Audi RS Q3 chega no Outono

Prático e super dinâmico A Audi vai apresentar o RS Q3 não Salão Automóvel de Genebra, de Março próximo, equipado com um motor 2.5 TFSI com 310 cavalos e 420 Nm de binário, que permite uma impressionante aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos. O Audi RS Q3 combina o espírito prático do dia-a-dia um impressionante desempenho dinâmico, bem atestado pela impressionante potência e poder de aceleração e por uma velocidade de ponta de 250 km/h, limitada electronicamente, tudo isto para um consumo combinado de 8,8 litros de combustível por cada 100 km. Quanto ao motor turbo de 2480 cc, injecção directa e cinco cilindros, debita a potência máxima de 310 cavalos entre as 5200 e as 6700 rpm, disponibilizando o binário máximo de 420 Nm entreas as 1500 e as 5200 rmp. É o bloco que equipa o TT RS e o RS 3 Sportback, e a quattro GmbH modificou-o para o RS Q3, integrando um sistema start-stop pela primeira

vez. Outras medidas de eficiência como a bomba de óleo regulada, que só bombeia o lubrificante quando necessário, contribuem para o baixo consumo do modelo e para os 206 g/ km de emissões de CO2. O bloco está acoplado a uma caixa de sete velocidades S tronic de série e no coração do sistema quattro de tracção integral permanente está o diferencial multi-pratos, operado hidraulicamente e controlado electronicamente no eixo traseiro. Mas o desempenho dinâmico do Audi RS Q3 não sacrifica o conforto o bordo. A suspensão desportiva RS rebaixa a carroçaria do SUV em 25 mm e a bateria está na bagageira, para melhor distribuição do peso. A suspensão traseira independente é controlada por quatro braços. A direcção assistida electromecânica é muito precisa, transmitindo uma sensação de condução dura e precisa. Um travão de mão electro-mecânico e o hill hold assist

são também de série. Os discos de travões dianteiros ventilados internamente e perfurados têm desenho de onda com contornos exteriores em forma de onda, o que poupa aproximadamente um quilo de peso às rodas da frente. Têm um diâmetro de 365 mm e oiti pistões pretos com o logótipo RS. O Audi RS Q3 vai chegar ao mercado alemão com jantes de 19 polegadas de série, mas estão igualmente disponíveis três de 20 polegadas Mas para além do motor, o RS Q3 também demonstra o seu estatuto especial dentro da série Q3 através de vários destaques visuais de design específico RS: barras do tejadilho em alumínio mate, soleiras das portas e frisos especiais, uma grelha em favo de mel de alto brilho à frente, parachoques dianteiro RS e o logo quattro na entrada de ar dianteira. Um grande spoiler traseiro no tejadilho, amortecedor traseiro com difusor, uma grande e elíptica ponteira de escape e o logo RS Q3. Com um comprimento de 4,410

mm, é 25 mm maior que o Audi Q3. Pesa 1730 kg. E as linhas desportivas exteriores continuam no interior. O painel de instrumentos tem fundo cinza com escala branca e ponteiros vermelhos. O volante multi-funções de três raios e base plana é forrado a couro cinzento com pespontos contratantes, tal como o selector da caixa de velocidades. Os pedais e o apoio de pé são em alumínio e os bancos desportivos de série em alcântara/

pele têm os logos RS Q3 em relevo. A bagageira tem uma capacidade base de 356 litros, que pode chegar aos 1261 e, de série, o Audi RS Q3 traz ainda o park assist plus, o sistema de som Audi com 10 altifalantes, faróis xenon plus e luzes traseiras em LED. Más notícias apenas o preço a que ele vai chegar a Portugal, uma dezenas de milhares de euros acima do preço base na Alemanha, que é de 54.600 euros…

Chevrolet mostra Spark EV em Genebra A Chevrolet apresentou mundialmente o Spark EV, no ano passado, no Salão Automóvel de Los Angeles e agora vai revelá-lo ao público europeu no Salão de Genebra de Março próximo. O Spark EV. O Chevrolet Spark EV, que vai ser comercializado num conjunto seleccionado de mercados europeus a partir de 2014, antecipa um novo desempenho referencial na classe dos modelos citadinos de propulsão elétrica, integrando o conjunto motor elétrico/ bateria mais avançado jamais produzido pela General Motors (GM). As capacidades de aceleração quase desportivas, bem como a entrega suave e instantânea do binário de 542 Nm, fazem com que o Spark EV seja, apesar das suas modestas dimensões, um modelo capaz de proporcionar um grande prazer de condução. O coração

do sistema de propulsão do Spark EV consiste no motor elétrico de íman permanente desenvolvido pela GM. A potência disponibilizada ultrapassa os 130 cv e permite uma aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 8,5 segundos. O Spark EV será equipado com um sistema de baterias de iões de lítio, com mais de 20 kW/h, que funciona com a ajuda de um sistema activo de refrigeração e de aquecimento. Graças à tecnologia empregue neste sistema de baterias, prevê-se que o Spark EV obtenha uma das melhores autonomias da classe. O conjunto de baterias foi concebido tanto para permitir a utilização da corrente alterna normal (AC), como a corrente contínua (DC) para a carga rápida. O carregamento a corrente contínua

permite que o automóvel recarregue até 80 por cento da sua capacidade em cerca de 20 minutos. Além disso, o sistema de baterias tem capacidade para suportar vários carregamentos rápidos DC diários. O carregamento com corrente alterna (AC) requer entre seis a oito horas, recorrendo a uma tomada de 230V. O cabo de carregamento é fornecido de série com o Spark EV. O Spark EV foi desenhado para parecer nervoso e expressivo. Entre os aspectos mais proeminentes do habitáculo, destacam-se o painel de instrumentos, montado na coluna de direcção, que integra um dos dois ecrãs LCD a cores, de sete polegadas e sensíveis ao toque. O outro ecrã está alojado na consola central e funciona como interface do sistema de informação e entretenimento (infotainment), dos comandos da climatização

e da gestão dos dados de eficiência energética. O Spark EV será equipado de série com a tecnologia de ligação ao sistema

de áudio Chevrolet MyLink, que permite a ligação de smartphones compatíveis ao rádio com ecrã táctil de alta resolução.

A partir de 31.500 euros

Opel divulga preço Zafira 1.6 CDTI A nova geração do motor totalmente novo 1.6 CDTI da Opel, que estreia no modelo Zafira Tourer, vai chegar ao mercado português no próximo mês de Maio. É o turbodiesel mais «limpo» da História da marca, com sistema BlueInjection de redução catalítica selectiva, e já cumpre a norma de emissões Euro 6, que só entra em vigor em 2015. Com 136 cv de potência e 320 Nm de binário, o Zafira Tourer 1.6 CDTI apresenta um consumo de apenas 4,1 litros de gasóleo a cada 100 km e baixas emissões de 109 g/km de CO2. Além de fixar novos padrões em desempenho, com valores referenciais de potência e binário específicos, esta nova motorização sobressai também pelo refinamento, com níveis muito baixos de ruído e vibrações. O Zafira

1.6 CDTI tem caixa manual de seis velocidades e sistema Start/Stop. O novo bloco turbodiesel 1.6 CDTI ECOTEC foi totalmente desenvolvido na Opel e na GM, por uma equipa global de engenheiros de Turim, Rüsselsheim e dos Estados Unidos. Com bloco em alumínio e um sofisticado controlo de combustão em círculo fechado, vai substituir o atual motor 1.7 CDTI em alguns modelos da Opel. O novo 1.6 oferece um aumento de 4,6 e 6,6 por cento face aos valores de potência e binário do motor 1.7 CDTI. Quando comparado com as versões do turbodiesel 2.0 com potência equivalente, apresenta uma redução até 10 por cento no consumo de gasóleo. Com a nova unidade 1.6, o Zafira Tourer passa a oferecer no mercado português uma versão que se torna es-

pecialmente competitiva, com um preço de 31.500 euros. Acresce o facto de a Opel ter decidido manter a estratégia de disponibilizar exclusivamente o nível de equipamento máximo Cosmo na gama Zafira Tourer. O equipamento de série inclui, entre muitos outros, pára-brisas panorâmico, sensores de estacionamento à frente e atrás, estofos em pele e tecido, travão de mão com comando elétrico, programador de velocidade, sistema mãos-livres Bluetooth e ar condicionado com comando eletrónico e separação de zonas. Equipamentos sofisticados como suspensão de controlo eletrónico, faróis direcionais adaptativos, câmara dianteira com funções de apoio à condução e programador de velocidade baseado em radar, entre outros, são propostos em ‘packs’ com preços realmente acessíveis.


motor 22-02-2013  

motor 22-02-2013

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