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FÓRMULA 1 MUNDIAL DE PILOTOS DECIDE-SE NO ÚLTIMO GP

DIRECTOR: RUI ALAS PEREIRA |SÉRIE II ANO XI N.º 795

23-11-2012 | SEMANÁRIO | PREÇO: 1,50 EUROS IVA INCLUÍDO Taxa paga | Devesas - 4400 V.N. Gaia | Autorizado a circular em invólucro de plástico fechado | Autorização n.º 26 de 2026/00

www.motor.online.pt

A intromissão vitoriosa de “Sir Lewis” nas Américas adiou para Interlagos a decisão do duelo entre Vettel e Alonso, sendo que o piloto espanhol está à beira do «KO», enquanto o bicampeão alemão já fez a festa da Red Bull

WTCC Huff campeão e Tiago no pódio

BRAS!L F É L IX DA COSTA vence F3

GRANDE PRÉMIO DE MACAU MARCADO PELA MORTE DE LUÍS CARREIRA


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FÓRMULA 1

23 de Novembro de 2012

Grande Prémio do Brasil decide título mundial de pilotos

Vettel em vantagem mas Alonso não atira toalha ao chão Pela primeira vez em sua história, a Pirelli irá abordar a jornada final da temporada de Fórmula Um como único fornecedor de pneus com o campeonato ainda a ser decidido, graças a oito vencedores diferentes da temporada até agora - sete deles próximos nas primeiras sete corridas. No duelo pelo título de pilotos, Vettel está claramente por cima - só precisa de terminar em quarto -, mas a raça de Alonso ainda poderá ter uma palavra a dizer no Brasil, num circuito muito técnico, curto e rápido.

Assim como no ano passado, a última corrida da temporada será realizada no lendário circuito de Interlagos, em São Paulo, e a Pirelli escolheu como pneus o P Zero Prata duro e P Zero médio Branco para a decisão do título. Interlagos

é um dos circuitos mais curtos, mas também um dos mais desafiadores tecnicamente no calendário do ano, com uma volta 4,309 km caracterizada por curvas rápidas, curvas fechadas e mudanças de elevação dramáticas. As variações de superfície diferentes significa que gerar uma excelente aderência e força descendente é vital, particularmente porque existem também um número de mudanças de curvatura. Ligue 14 a curva mais lenta da pista - é um bom exemplo de alguns dos desafios técnicos que Interlagos representa para os pneus: o freio motoristas dura enquanto se dirigiam para cima e, em seguida, virando a esquina, antes de conseguir wheelspin cuidadosamente como eles sair da curva. Só para acrescentar às exigências de que já é um circuito extremamente complexo e ocupado, o tempo em Interlagos é notoriamente variável, o que significa que o Cinturato Verde intermediário e Cinturato azul pneus para chuva podem ser chamados ao serviço. As equipas também têm dois conjuntos extras de pneus, protótipo do ano que vem, à sua disposição para as sessões livres de hoje, a fim de dar-lhes uma ideia das características dos 2.013 pneus. Os compostos e construção dos pneus slick

serão diferentes, e assim esta será uma oportunidade valiosa para os pilotos se prepararem para o próximo ano. Mas, com a luta pelo título ainda por decidir, muitos pilotos preferem concentrar-se no Brasil: apenas uma das muitas decisões estratégicas cruciais que terão de fazer ao longo de todo o fim-de-semana. Paul Hembery, diretor da Pirelli, faz a sua habitual antevisão da prova: “Nós trouxemos alguns dos nossos pneus protótipos de 2013 para o Brasil, para que as equipas possam conhecer já o seu potencial durante os treinos livres. Como nenhum teste será feito até fevereiro, esta será uma oportunidade extremamente valiosa para que os pilotos possam ver como são os nossos pneus novos e como finalizar os seus carros de 2013. Vamos esperar que não chova na sexta-feira (hoje)! Ambos os compostos e de construção vão ser diferente, o que significa que as características dos novos pneus será alterada, com uma gama mais ampla de trabalho e alguns compostos que são ligeiramente mais agressivos. O protótipo do pneu a ser utilizado no Brasil vai dar-nos uma indicação específica, mas vai ser muito representativo da nossa filosofia de design em geral no próximo ano. Estamos ansiosos para ouvir o feedback das equipas sobre o assunto e, claro, finalizarmos 2012 em grande

estilo, com uma corrida muito exigente e emocionante no Brasil, visto por alguns dos fãs mais apaixonados e hospitaleiros do mundo”. Por trás do volante Bruno Senna (Williams F1 Team): “Interlagos é uma pista difícil para os pneus, porque temos boas zonas de tração. Alguns pilotos colocam cargas laterais nos pneus e a maioria destas zonas de tração vêm de cantos de baixa velocidade. Ao mesmo tempo, alguns desses cantos são apenas planos, onde temos de usar o DRS e Kers, ao mesmo tempo, de modo que definitivamente dá os pneus traseiros um momento difícil. Os pneus dianteiros têm um tempo muito fácil em Interlagos: eles realmente não fazem muito trabalho. A gravidade também vem do facto de que a pista está esburacada, para que eles deslizar ainda mais. Assim, juntando todas estas coisas, vamos colocar um grande stress sobre os pneus e, normalmente, fazer a corrida com mais do que uma paragem. Estou realmente animado por correr em casa novamente. Esta é a minha corrida pela terceira vez no Brasil, mas nunca corri lá antes com a Fórmula Uno. Acho que o circuito de Interlagos está a tornar-se uma das minhas pistas favoritas. É tão técnico, mas ao mesmo tempo há uma boa

vibração da multidão que realmente me empurra para tentar alcançar ainda mais e eu penso que este ano vai ser muito especial”. Lucas di Grassi (piloto de testes da Pirelli): “Interlagos é realmente onde comecei minha carreira em karts e é um dos meus circuitos favoritos, com um pouco de tudo, muitas mudanças de elevação, e um ritmo agradável. Acredito que é a pista que tem a maior altitude no calendário da F1, em torno de 700 metros, que tem uma grande influência sobre ambos downforce e potência do motor. Do ponto de vista dos pneus, a escolha do pneu duro e meio deve ser bom. Embora a superfície é muito áspera, Interlagos não vai consumir uma grande quantidade de pneus: as curvas não são tão rápidas e não vão colocar exigências como em Suzuka, por exemplo. Além disso, optamos por pneus que estão mais para o lado conservador aqui. O meio será o mais rápido dos pneus e esta será provavelmente melhor para a qualificação. Suspeito que a melhor estratégia será uma ou duas paragens. A imprevisibilidade é apenas a ameaça de chuva, mas isso até poderia tornar a corrida ainda mais interessante, uma vez que o campeonato está em aberto”.


FÓRMULA 1

23 de Novembro de 2012

Red Bull fez a festa nas Américas apesar do segundo lugar de Vettel

Vitória de Hamilton adia decisão do título de pilotos O britânico Lewis Hamilton venceu o Grande Prémio dos Estados Unidos e adiou a decisão do título, entre o alemão Sebastian Vettel e o espanhol Fernando Alonso, para a última prova (GP do Brasil) do Mundial de Fórmula 1. Hamilton (McLaren) cumpriu as 56 voltas ao Circuito das Américas, em Austin, no Texas, em 1:35.55,269 horas, à frente de Vettel (Red Bull), a 0,675 segundos, e de Alonso (Ferrari), a 39,299, que beneficiou de uma ajuda extra da sua equipa... Assim, e à entrada para corrida decisiva de Interlagos, o bicampeão soma 273 pontos, mais 13 do que Alonso, que não conseguiu impedir a festa da Red Bull com a conquista de mais um título mundial de construtores. Lewis Hamilton intrometeu-se no duelo entre Vettel e Alonso e conquistou o Grande Prémio dos Estados Unidos, adiando a decisão do título entre o alemão e o espanhol para a última prova do Mundial de Fórmula 1. Em Austin, no Texas, o piloto britânico da McLaren, já afastado das contas do título, cumpriu as 56 voltas ao Circuito das Américas em 1:35.55,269 horas, à frente de Sebastian Vettel (Red Bull), a 0,675 segundos, e Fernando Alonso (Ferrari), a 39,299, e somou a quarta vitória na temporada e a 21.ª na sua carreira. O piloto alemão, atual bicampeão mundial, partiu da ‘pole position’ e liderou grande parte para corrida até 14 voltas do final, altura em Hamilton arriscou com sucesso a ultrapassagem, garantido o comando até final. “Ele estava mesmo atrás de mim e estava com muito mais velocidade do que eu. Aproveitou a oportunidade, ainda tentei defender, mas não foi possível”, explicou Vettel, após o final da corrida. Mesmo assim, o piloto alemão parte para o Grande Prémio do Brasil, última prova do Campeonato, com mais 13 pontos do que Fernando Alonso e com favoritismo reforçado na luta pelo Mundial de Pilotos, além de ter garantido à Red Bull o terceiro título em construtores. O germânico necessita agora de, pelo menos, ter-

minar a corrida no circuito de Interlagos na quarta posição para garantir o terceiro campeonato consecutivo. Sem nunca deitar a toalha ao chão, Fernando Alonso continua na luta pelo título, beneficiando também de alguma ajuda extra da Ferrari, que jogou forte nos bastidores e acabou por proporcionar ao seu principal piloto uma subida ao pódio no terceiro lugar. A escuderia italiana decidiu trocar a caixa de velocidades do brasileiro Felipe Massa, que assim sofreu uma penalização, facto que permitiu que o piloto espanhol ganhasse um lugar na grelha de partida. Alonso arrancou da sétima posição e logo na primeira curva subiu para quarto, acabando mais tarde por beneficiar do abandono do australiano Mark Webber para terminar no pódio. “Vamos para o Brasil com todas as possibilidade do mundo. Ter perdido apenas três pontos para o Sebastian Vettel acabou por ser muito positivo num fim-de-semana em que não estivemos rápidos, enquanto ele praticamente voava”, considerou o espanhol, campeão mundial em 2005 e 2006. A próxima e última prova do Mundial de F1, o GP do Brasil, a ter lugar no Circuito de Interlagos, disputa-se já este fim-de-semana. Aceitam-se apostas, mas a vantagem parece estar do lado do Campeão...

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23 de Novembro de 2012

Uma corrida de uma paragem na América prepara a conquista do título de Vettel

Lewis Hamilton repete triunfo nos EUA O piloto da McLaren Lewis Hamilton, vencedor do último Grande Prémio dos Estados Unidos em 2008, ganhou a primeira corrida no Circuito das Américas. O segundo lugar de Sebastian Vettel coloca o piloto da Red Bull à beira do seu terceiro título consecutivo no campeonato para a corrida decisiva no Brasil no próximo fim-de-semana. Crucialmente, o terceiro lugar no Texas foi para o piloto da Ferrari Fernando Alonso – o único rival do alemão no campeonato – e também deixa as suas hipóteses de alcançar o título em aberto, o que significa que pela primeira vez na sua história, a Pirelli virá para a última corrida da época como fornecedora exclusiva com dois pilotos a lutarem pela conquista do campeonato na última prova.

Lewis Hamilton conseguiu a liderança de Vettel – que tinha sido o mais rápido em todas as sessões – na última fase da corrida, com ambos os pilotos a terem lutado duramente um com o outro do início ao fim. Hamilton e Vettel usaram a mesma estratégia, parando apenas uma vez para mudar dos pneus médios P Zero White (Brancos) para os pneus duros P Zero Silver (Prata), os dois compostos nomeados para o Grande Prémio dos Estados Unidos, nas voltas 20 e 21 respectivamente. Alonso optou por uma estratégia idêntica para manter as hipóteses da luta pelo título abertas, tendo começado em sexto na grelha e subindo até ao terceiro lugar. Todos os 10 pilotos do topo qualificaram-se com o composto médio, que é cerca de meio segundo por volta mais rápido do que o pneu duro, numa das pistas com evolução mais rápida que

vimos em toda a época por causa do seu asfalto novo. A possibilidade de chuva que fora prevista previamente não se materializou, com as temperaturas ambientes a cerca de 24ºC, estabelecendo uma corrida de prego a fundo do início ao fim na pista completamente nova. O piloto mais bem colocado a começar a mudança para o pneu duro foi Jenson Button da McLaren, que eventualmente terminou em quinto graças a uma estratégia de uma paragem. O piloto da Mercedes Nico Rosberg foi o único piloto a começar a corrida com o P Zero Silver. Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport, comentou assim a penúltima corrida do Campeonato: “Gostaríamos de agradecer a todos os fãs que vieram às centenas de milhar a Austin este fim-de-semana: o nível de apoio e o acolhimento que recebemos foi incrível e estamos ansiosos por

ClassificaçÃo Pos. Nº Piloto Equipa 1 4 Lewis Hamilton McLaren-Mercedes 2 1 Sebastian Vettel Red Bull-Renault 3 5 Fernando Alonso Ferrari 4 6 Felipe Massa Ferrari 5 3 Jenson Button McLaren-Mercedes 6 9 Kimi Raikkonen Lotus-Renault 7 10 Romain Grosjean Lotus-Renault 8 12 Nico Hulkenberg Force India-Mercedes 9 18 Pastor Maldonado Williams-Renault 10 19 Bruno Senna Williams-Renault

Tempo/Dif. 1:35.55,269 0.675 39.229 46.013 56.432 64.425 70.313 73.792 74.525 75.133

voltar cá. Ambos os protagonistas do campeonato, Sebastian Vettel e Fernando Alonso, correram magnificamente aqui e o resultado é um duelo entusiasmante a decorrer no Brasil no próximo fim-de-semana. Embora, em retrospectiva, pudéssemos ter corrido aqui até com os pneus macios e supermacios, o facto é que a batalha para o título irá agora até o final, o que reforça a nossa decisão de não introduzir nenhum factor desconhecido num circuito totalmente novo, onde a batalha para o título foi tão equilibrada. Os níveis de degradação foram extremamente baixos durante todo o fim-de-semana, embora isto também tenha sido afetado pelas temperaturas ambientes e da pista que foram geralmente mais baixas do que era esperado. A performance e a durabilidade foram muito boas em ambos os compostos, permitindo a Vettel e Hamilton correrem um contra o outro do início ao fim”.

Mundial de Pilotos Pilotos Pontos 1.Sebastian Vettel 273 2.Fernando Alonso 260 3.Kimi Raikkonen 206 4.Lewis Hamilton 190 5.Mark Webber 167 6.Jenson Button 163 7.Felipe Massa 107 8.Romain Grosjean 96 9.Nico Rosberg 93 10.Sergio Perez 66

Mundial de Construtores Equipa 1.Red Bull 2.Ferrari 3.McLaren 4.Lotus 5.Mercedes 6.Sauber 7.Force India 8.Williams 9.Toro Rosso

Pontos 440 Campeã 367 353 302 136 124 99 76 22


velocidade – gp de macau

23 de Novembro de 2012

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Taça Intercontinental da FIA

António Félix da Costa vence na Fórmula 3 O português António Félix da Costa (Dallara Volkswagen) venceu a Taça Intercontinental da FIA em fórmula 3, numa prova que acabou com bandeiras amarelas devido a um acidente na reta da meta quando os pilotos iniciavam a 14.ª volta. Félix da Costa é o segundo português a vencer uma prova de Fórmula 3 em Macau, mas a correr por Portugal, depois de André Couto ter feito o mesmo no ano 2000 mas a correr com as cores de Macau. O piloto português, que chegou a Macau salientando sempre que pretendia ganhar a corrida de F3, largou da ‘pole position’ depois de sábado ter conquistado a vitória na corrida qualificativa que serviu para ordenar a grelha para a Taça Intercontinental da FIA. Largando

do primeiro lugar da grelha, Félix da Costa não conseguiu um bom arranque, chegou a estar em terceiro, mas na travagem à chegada ao hotel Lisboa, no final da zona rápida da pista, recuperou o primeiro lugar que não largou mais. O piloto do Dallara Volkswagen

ainda sofreu durante algumas voltas a pressão do sueco Félix Rosenqvist (Dallara Mercedes), segundo na grelha, mas resistiu sempre nas investidas do adversário principalmente na travagem da curva do hotel Lisboa, um dos pontos de ultrapassagem preferidos dos pilotos.

O terceiro lugar do pódio foi ocupado pelo britânico Alex Lynn (Dallara Mercedes) que, numa ou outra volta, ainda tentou chegar ao segundo lugar, mas sem sucesso. Como curiosidade, da prova de Félix da Costa foi seguida de perto pelos milhares de portugueses que

encheram a bancada do reservatório e, logo após a bandeira de xadrez, fizeram a festa pela vitória do piloto nacional. Pena foi o episódio do hino, prontamente corrigido por Félix da Costa que, à capela, improvisou, com a ajuda do público, “A Portuguesa”.

Félix da Costa sem palavras para descrever felicidade pela vitória em F3

“Sabia que era a última oportunidade” António Félix da Costa revelou ter ficado sem palavras para descrever a felicidade de vencer a Taça Intercontinental de Fórmula 3, em Macau, e agradeceu o aos portugueses que cantaram “A Portuguesa” quando tocava outro hino por engano. “Sabia que era a ultima oportunidade, não podíamos falhar e, em conjunto com a equipa. conseguimos trazer esta vitória para Portugal”, disse emocionado, no final da prova.

“Não há palavras, não há palavras. Ganhar aqui em Macau com esta comitiva portuguesa é incrível e o pormenor do hino foi muito triste, mas por outro lado tivemos um momento muito bonito com toda a

gente, todos os portugueses e que sabiam o hino lá em baixo, a cantar. Foi muito, muito emocionante”, disse o piloto, que no pódio chorou de felicidade. Félix da Costa agradeceu o “apoio

a todos os portugueses presentes no circuito e aos macaenses que falam português” num fim-de-semana que considerou “muito escuro”, porque ficou marcado por duas mortes, como a do português Luís Carreira a quem dedicou a sua vitória. Por outro lado o piloto lamentou que em Portugal se abram noticiários com “notícias pequenas”, se dê pouca atenção ao desporto motorizado, e que seja necessária a morte de um piloto “para se abrir um noticiário ou para se fazer uma notícia sobre o Grande Prémio de Macau”. Sobre a corrida, Félix da Costa voltou a salientar as dificuldades do circuito ladeado por murros e ‘rails’. “É uma prova muito difícil. Foram 15 voltas no limite, muito perto das paredes, ao mínimo erro as coisas podiam correr mal, tivemos muito perto das paredes algumas vezes, mas consegui sempre ter aquela distância segura em que os outros carros não conseguiam apanhar o meu cone de ar na reta”, explicou. Sobre o seu futuro, o piloto disse esperar as decisões da Red Bull, mas avança que deverá entrar para as “World Series by Renault” e que gostava de manter uma ligação à

Fórmula 1 como ocorreu este ano. Já em Macau espera não regressar nos próximos anos como piloto, o que significa uma evolução na carreira, mas recordou que era um objetivo pessoal ganhar no território

e considerou “incrível ter este título no palmarés”. “Sabia que era a ultima oportunidade, não podíamos falhar e em conjunto com a equipa conseguimos trazer esta vitória para Portugal”, concluiu.


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velocidade – gp de macau

23 de Novembro de 2012

Mundial de Turismo WTCC

Britânico Robert Huff vence ao sprint

Classificações Primeira Corrida

O britânico Robert Huff (Chevrolet Cruze) conquistou o mundial de Turismo WTCC, depois de terminar a segunda manga da última jornada na segunda posição, numa corrida acidentada que terminou com o ‘safety car’ em pista. Robert Huff saiu do nono lugar da grelha, mas foi conquistando posições ao longo da segunda manga que teve 11 voltas, mais duas que o inicialmente previsto, e mais de metade da prova com o ‘safety car’ em pista devido a acidentes. O piloto britânico terminou o campeonato com 413 pontos, seguido do suíço Alain Menu com 401 pontos e pelo francês Yvan Muller com 393 pontos. Apesar de ter largado da quinta posição, o português Tiago Monteiro conseguiu apenas o quarto lugar atrás dos três Chevrolet Cruze do suíço Alain Menu (vencedor), de Huff (segundo) e de Yvan Muller (terceiro). Tiago Monteiro acabou por conquistar o nono lugar do campeonato com 95 pontos. Menu da Segunda Corrida O suíço Alain Menu, em Chevrolet Cruze, acabaria por vencer a segunda corrida da última jornada do mundial de Turismo WTCC, mas a vitória seria insuficiente para conquistar o campeonato, que ficava nas mãos do seu colega de equipa, o britânico Robert Huff. Menu tinha saído da sétima posição (devido à grelha invertida da segunda manga), mas cedo conquistou posições, beneficiou de alguns toques, um dos quais dado pelo seu colega de equipa Yvan Muller ao britânico Alex Macdowall à quarta volta quando faziam a curva

do hotel Mandarim, na zona rápida da pista. Depois fez valer a supremacia dos Chevrolet ao longo do campeonato e chegou ao primeiro posto que não largou mais, muito também devido à presença do ‘safety car’ em pista por causa de outros acidentes, o último dos quais à oitava volta entre o espanhol Pepe Oriola (Seat Leon WTCC) e o húngaro Norbert Michelisz (BMW 320 TC) que na luta da travagem para o hotel Lisboa acabaram por se tocar e abandonaram os dois. Com os acidentes entre vários pilotos, os três Chevrolet - que tinham saído do sétimo, oitavo e nono lugares, acabaram por conquistar os três lugares do pódio com Robert Huff (que tinha saído da nona posição) a chegar a segundo e Yvan Muller a obter o terceiro posto. Com uma condução forte, mas também defensiva para cumprir as ordens da equipa em acabar as duas mangas e recolher o máximo de dados possíveis para o desenvolvimento do carro, Tiago Monteiro fez a melhor série de prestações em Macau com um terceiro (primeira corrida) e um quarto (segunda e derradeira prova da jornada) lugares. A última jornada do WTCC em Macau permitiu, mais uma vez, levar a emoção do campeonato até ao fim, com

a derradeira corrida a definir o campeão, apesar de apenas três pilotos, todos da Chevrolet que abandona oficialmente este ano o Campeonato, poderem conquistar o troféu. Muller vence Primeira Na primeira corrida da última jornada do WTCC, Tiago Monteiro (Honda Civic) conquistava o terceiro lugar, depois de ter saído do quinto lugar da grelha. Logo na segunda volta, o piloto português conseguiu chegar ao quarto posto na travagem da curva do hotel Lisboa. Tiago Monteiro, que continua a evoluir o seu Honda Civic, beneficiou ainda do abandono do líder do campeoanto, Robert Huff, que bateu com o seu Cruze nos rails. Por sorte, este acidente não traria danos de maior para o carro e não impediria o britânico da Chevrolet de corrigir o rumo dos acontecimentos na segunda corrida, acabando por se sagrar campeão. A corrida foi ganha por outro Chevrolet Cruze, comandado pelo francês Yvan Muller, campeão em título, seguido pelo companheiro de equipa, o suíço Alain Menu. O outro português em prova, André Couto (Seat Leon), não foi além do 15.º posto, numa corrida cujo primeiro objetivo é acabar e para a qual, garante, não ter carro para lutar pelos primeiros lugares.

Pos. Piloto 1 Yvan Muller 2 Alain Menu 3 Tiago Monteiro 4 Gabriele Tarquini 5 Darryl O’Young 6 Tom Coronel

Carro Chevrolet Cruze Chevrolet Cruze Honda Civic WTCC SEAT Leon Chevrolet Cruze BMW 320

Tempo 23:08.977 23:09.892 23:10.274 23:10.944 23:20.496 24:04.113

Segunda Corrida Pos. Piloto 1 Alain Menu 2 Robert Huff 3 Yvan Muller 4 Tiago Monteiro 5 Darryl O’Young 6 Franz Engstler

Carro Chevrolet Cruze Chevrolet Cruze Chevrolet Cruze Honda Civic WTCC Chevrolet Cruze BMW 320

Tempo 35:36.096 35:36.416 35:36.985 35:45.111 35:45.882 35:46.223

Pilotos Pos. Piloto 1. HUFF Rob 2. MENU Alain 3. MULLER Yvan 4. TARQUINI Gabriele 5. CORONEL Tom 6. MICHELISZ Norbert 7. D’ASTE Stefano 8. ORIOLA Pepe 9. MONTEIRO Tiago 10. BENNANI Mehdi

Pontos 413 401 393 252 207 155 144 131 95 68

Construtores Pos. Equipa 1. Chevrolet 2. BMW Customer Racing Teams 3. SEAT Customer Technology

Pontos 1025 650 617

Troféu Yokohama Pilotos 1. MICHELISZ Norbert 2. ORIOLA Pepe 3. D’ASTE Stefano

139 126 122

Troféu Yokohama Equipas 1. Lukoil Racing Team 2. ROAL Motorsport 3. Tuenti Racing Team

182 178 146


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23 de Novembro de 2012

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Tiago Monteiro surpreendido com pódio na primeira corrida

Objetivo é lutar pelo título em 2013 O piloto português Tiago Monteiro, que encerrou a última jornada do mundial de Turismo WTCC com um terceiro e um quarto lugares, disse estar ainda surpreendido e prometeu trabalhar para lutar pelo campeonato em 2013.

“Ainda é difícil de acreditar que ao fim de três corridas, conseguimos aqui chegar ao pódio, em Macau sobretudo, e por isso estou ainda um bocado surpreendido, sinceramente”, disse Tiago Monteiro ao salientar, contudo, que desde o início dos treinos que o Honda Civic estava muito rápido, mas ninguém sabia onde se podia chegar. Na corrida, explicou, mantevese o “bom ritmo” e estavam “muito rápidos” e soube aproveitar algu-

mas oportunidades para se chegar mais à frente. “Esse conjunto fez com que estivéssemos ali à luta com os azuis (Chevrolet) o que era inesperado. Se me perguntassem há 15 dias, eu dizia que não, e por isso tudo a equipa toda, a Honda e a Jazz, estão de parabéns mesmo”, disse. Com uma subida ao pódio e uma vítima portuguesa no Grande Prémio de Macau - Luís Carreira, piloto de motos perdeu a vida num acidente na quinta-feira - Tiago

Monteiro dedicou o pódio ao seu compatriota, uma promessa feita a colegas do malogrado motociclista. No entanto, sublinhou, “qualquer pódio é importante sobretudo para um projeto novo como o Honda - e este ano não sabíamos se íamos conseguir -, agora na última corrida em Macau é fantástico”. Comparando o Honda Civic a um bebé que tem apenas três corridas e que tem ainda muito caminho para crescer, nomeadamente através dos testes de inverno, Tiago Monteiro

promete, por isso, muito trabalho e dedicação com a “ideia de lutar pelo campeonato”. “Vamos ver como estão os Chevrolet, quem é que está ao volante dos Chevrolet, sobretudo, mas o nosso objetivo é lutar pelo campeonato, vamos ver se é possível”, afirmou. Instado a comentar se as mortes afetam as prestações dos outros pilotos, Tiago Monteiro explicou a visão de cada um daqueles que ao entrar na pista sabe os riscos que corre, mas também tem de se

egoísta para evitar colocar-se em perigo. “A desconcentração pode ser um fator de acidentes e temos de ser um bocado egoístas e esquecer isso completamente. Nunca vamos esquecer a 100 %, principalmente quando acaba, mas quando vamos para a pista temos de esquecer porque pode ser perigoso para nós e para os outros”, disse, ao destacar que é “sempre difícil de aceitar” acidentes com mortes, até pelo trabalho que tem sido feito em prol da segurança.

André Couto cumpre objetivo mas lamenta problemas no motor do Seat

“Estive só a andar para acabar” O piloto português Tiago Monteiro, que encerrou a última jornada do mundial de Turismo WTCC com um terceiro e um quarto lugares, disse estar ainda surpreendido e prometeu trabalhar para lutar pelo campeonato em 2013. O piloto português André Couto cumpriu o objetivo de terminar a corrida de WTCC integrada no Grande Prémio de Macau, mas lamentou a falta de potência do Seat para poder tentar fazer um pouco melhor que o 11.º lugar. “O objetivo foi cumprido, mas pessoalmente não me diverti, estive

só a andar para acabar, mas não me diverti, o carro não estava no seu melhor nível, e estava condenado a fazer o que fiz hoje”, disse André Couto, explicando que não houve possibilidade de mudar o motor do Seat Leon porque os que vieram de Xangai e do Japão estavam partidos.

“Tivemos que nos aguentar com este e ao longo do fim-de-semana foi sempre perdendo potência, especialmente à saída das curvas não respondia e, por isso, era praticamente impossível fazer melhor”, acrescentou André Couto. O piloto português, que corre com as cores de Macau e já venceu em 2000 a Taça Intercontinental da FIA em Fórmula 3, considerou o fim-de-semana de corridas “esquisito também pelo que se passou com os outros dois pilotos que já não estão connosco” - Luís Carreira e Phillip Yau, que perderam a vida em acidentes na quinta-feira e sexta-feira. “Em relação à parte que nos toca a nós, foi a corrida mais fácil que fiz na minha vida. De resto, conseguimos acabar em 11.º lugar, em termos de resultado não foi mau, mas realmente o carro neste fim-de-semana teve sempre problemas no motor”, destacou.

Para 2013, André Couto pretende um carro melhor, mas também deixa um alerta às instituições de Macau: “É sempre difícil, até pelo custo do

carro só para uma corrida, e por isso se quiserem que eu tenha um bom carro é preciso que tenha mais apoios”.


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23 de Novembro de 2012

velocidade – gp de macau

Organização encara frontalmente os problemas

“Fizemos o nosso melhor” João Costa Antunes, coordenador da Comissão do Grande Prémio de Macau, garante que toda a equipa fez o melhor trabalho possível e que encara “de frente” todos os problemas surgidos, como a troca do hino de Portugal. “Enfrento a situação de frente, dizendo que fizemos o nosso melhor, há situações que são imponderáveis, há que saber valorizar o que é importante”, disse o mesmo responsável que há 25 anos está à frente da coordenação da prova. Costa Antunes, que a 20 de dezembro deixa a direção dos Serviços de Turismo para se dedicar em exclusivo ao Grande Prémio de Macau, que assinala em 2013 o 60.º aniversário, explicou o “natural embaraço com a falta do hino”, porque é português, salientando que o episódio “de alguma forma também embaraçou o Chefe do Executivo, porque estava encantado por poder dar um troféu a um corredor português”.

“Tudo isso são situações que enfrento sem recurso a nenhuma desculpa, foi uma falha. Não podemos acreditar só nos sistemas técnicos, informáticos ou base de dados que por vezes nos dão informações erróneas, mas o futuro será aquilo que conseguirmos construir e que a confiança de todos nos der”, justificou. A comissão organizadora da corrida revelou que o hino português foi

tocado no jantar de confraternização dos pilotos, como forma de reparar o engano ocorrido na cerimónia do pódio da prova de Fórmula 3. Apesar de ter anunciado as mortes de dois pilotos - em conferência de imprensa, em que surgiu emocionado -, Costa Antunes explicou também não ser a primeira vez, infelizmente, que se registam vítimas na pista de Macau, um traçado citadino, muito exigente e sem escapatórias, onde um

Cônsul congratulou-se com a «sorte» dos portugueses

Emoções contraditóriias O cônsul de Portugal em Macau congratulou-se com a vitória de António Félix da Costa na Taça Intercontinental da FIA em Fórmula 3 e com o terceiro lugar de Tiago Monteiro no WTCC, mas não deixou de recordar a memória de Luís Carreira. “Sinto uma grande, grande alegria, num fim-de-semana extraordinário, neste momento a vitória do António Félix da Costa, e há pouco foi o terceiro lugar do Tiago Monteiro”, disse Manuel Carvalho, quando se dirigia para junto do pódio para celebrar com o piloto luso, o primeiro português a ganhar em Macau com as cores de Portugal, já que André Couto, que venceu em 2000 a mesma prova, correu com as cores de Macau. O cônsul português não deixou,

contudo, de recordar o trágico acidente de Luís Carreira, algo que sente muito, mas vincou o saldo final como “extraordinário” e disse sentir “uma grande emoção”. O final da corrida não deixou também de ter um final curioso, dado que, com os pilotos no pódio, o hino português foi trocado, o que surpreendeu de imediato o próprio Félix da Costa e a assistência que, em resposta, cantou “A Portuguesa”. Depois, quando o líder do Gov-

erro pode ser fatal. “Já tivemos acidentes mortais em edições anteriores, já tivemos duplos acidentes mortais, como neste fim-de-semana, já tivemos hinos trocados em cerimónias de entrega de prémios, já tivemos chuva quando não se esperava chover, mas, de facto, devo dizer que este Grande Prémio teve uma conjugação que não estava à espera e que exigiu uma grande energia de todos nós”, destacou.

Com a edição 59.ª encerrada, Costa Antunes já pensa na edição de 2013 do Grande Prémio, uma prova que irá decorrer, à semelhança da 50.ª, em dois fins-de-semana no próximo ano. “Há um compromisso que vamos melhorar no futuro para que o 60.º Grande Prémio seja um ato de Macau e que possamos todos daqui a um ano ter o benefício de estarmos numa situação mais agradável”, concluiu.

Corrida de motociclismo

Michael Rutter estabelece novo recorde com 8 vitórias O britânico Michael Rutter (Honda 1000) reforçou o seu próprio recorde de vitórias no Grande Prémio de Motociclismo integrado no Grande Prémio de Macau, ao vencer a prova, pela oitava vez. Na prova disputada domingo, depois de ter sido interrompida à primeira volta no sábado devido à chuva, Rutter confirmou a superioridade perante a concorrência e nem John McGuiness, companheiro de equipa do vencedor e considerado um dos principais “rivais”, lhe fez frente, acabando a corrida em sétimo. O segundo lugar do pódio foi ocupado pelo britânico Martin Jessopp (Ducati 1200), seguido por Simon Andrews (BMW 1000). A edição de 2012 do Grande Prémio de motociclismo do Grande Prémio de Macau ficou este ano marcada pela morte do piloto português Luís Carreira, vítima de um acidente na curva dos Pescadores, e que levou a que todos os outros a correr com licenças lusas - Nuno Caetano e Fernando Costa - abandonassem a prova e colocassem faixas pretas nos veículos estacionados nas boxes.

erno entrou no pódio para entregar o prémio foi recebido com assobios e apupos, antes de a organização emendar o erro fazendo tocar o hino português, que seria outra vez acompanhado pelo coro de português que assistência à entregas das taças. Quando saia do circuito, Chui Sai On fez questão também de, cada vez que encontrava algum português que reconhecia, cumprimentar e deixar os parabéns à comunidade pela vitória de Félix da Costa.


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Um “doce” no Algarve para o Campeão de 2012

Primeira vitória de Ivo Nogueira no CPR Ao vencer, de forma inequívoca, a edição de 2012 do Rali Casinos do Algarve, Ivo Nogueira conseguiu fazer o pleno dos objectivos para a presente temporada: vitória no Campeonato Dois Litros Duas Rodas Motrizes e adicionalmente o CPR em termos de Turismos. A “cereja no topo do bolo” deu-se com a conquista da primeira vitória à geral e o pódio no Campeonato de Portugal de Ralis, numa clara confirmação de grande promessa dos ralis nacionais. A dupla que o piloto nortenho forma com Nuno Rodrigues da Silva revelou-se absolutamente muito forte ao longo de toda a prova e o triunfo nesta derradeira prova da temporada acaba por ser um justo prémio, apesar de um furo na derradeira especial, e quando o resultado final já dificilmente poderia sofrer alterações. Ivo Nogueira desde cedo deu

mostras de ter condições para colocar o Citroën DS3 R3 no topo da classificação geral, do Campeonato de Portugal de Ralis e entre os 2L/2 RM. “A chuva trouxe dificuldades adicionais num rali que, é sabido, é muito exigente. O nosso arranque não foi o melhor, mas depressa encontrei o meu ritmo e a verdade é que consegui ganhar e assim alcançar dois relevantes objectivos para

esta época, que se revelou plena de sucessos”, afirmou Ivo Nogueira. O piloto confidenciava, no final da prova levada a cabo pelo Clube Automóvel do Algarve: “Há muito que sonhava com a vitória numa prova do Campeonato de Portugal de Ralis, mas, definitivamente, este foi um rali muito complicado, durante o qual não nos livrámos de alguns contratempos, nomeadamente na

última especial, na qual um furo nos fez perder algum tempo. Em certas alturas revelou-se muitíssimo complicado manter o carro em estrada tal era a quantidade de água que se acumulava nos troços... Estou muito satisfeito com este resultado que é o culminar de uma época fantástica. Tudo isto é fruto do magnífico trabalho da minha equipa, à qual agradeço a dedicação e empenho

ao longo de todo o ano, agradecimento que estendo também aos meus patrocinadores e a todos os que comigo trabalharam. Este é um triunfo de todos!”. Classificação Final: 1º Ivo Nogueira / Nuno Rodrigues da Silva (Citroen DS3 R3) 1h18m44,3s; 2º Paulo Neto / Paulo Fiúza (Citroen DS3 R3) a 21,4s; 3º Renato Pita / Alberto Silva (Renault Clio R3) a 2m54,2s

Mais um título nacional para a ARC SPORT

Alberto Silva campeão de navegadores

O Campeonato de Portugal de Ralis chegou ao fim. O Rallye Casinos do Algarve contribuiu com mais um título nacional para a ARC Sport. Alberto Silva, navegador de Renato Pita, sagrou-se Campeão de Portugal de Segundos Condutores no Agrupamento de Turismo.

Um rali em final de época onde a equipa de Aguiar da Beira esteve presente com o seu habitual empenho e elevado grau de profissionalismo. Com dois Renault Clio R3 entregues a João Silva e Renato Pita, a equipa acabou por fechar a época com mais um título nacional e o segundo lugar confirmado no CPR2. João Silva e Hugo Magalhães chegaram a comandar a prova algarvia, mas na quinta especial de classificação, o azar bateu à porta do piloto madeirense. “O rali estava per feito, pois conseguimos estar no primeiro lugar do CPR e no comando da prova à geral. Fizemos tempos fantásticos, batendo inclusivamente alguns especialistas nesta prova com carros de tracção integral. Infelizmente, no quinto troço, o Renault escorregou de traseira e partiu um braço da suspensão. Foi uma pena! Para o ano vamos tentar um projecto internacional com o nosso Clio R3”, afirmou João Silva. Renato Pita foi ao Algar ve para defender o segundo lugar no campeonato das duas rodas motrizes. Um objectivo alcançado pelo piloto de Viana do

Castelo. “Em ano de estreia foi positivo chegar ao segundo lugar do campeonato. Foi um rali difícil, com pisos muito escorregadios, situação agravada por problemas de travões e de electrónica do motor. No entanto, tentámos não cometer erros e consolidar o 2º lugar do CPR2. Para mim isso era o mais importante”, afirmou Renato Pita. Para a ARC Sport, que esta época renovou com Ricardo Moura e António Costa o título absoluto de Campeão de Portugal de Ralis e ainda o quinto título consecutivo do Agrupamento d e Pr o d u ç ã o, f o i g r a t i f i c a n t e ter conquistado mais um título nacional. “Quero dar os meus parabéns ao Alberto Silva pelo

título de navegadores do agrupamento de turismo que conquistou no Algarve, bem como ao Renato Pita pelo segundo lugar do CPR2. Foi pena não termos alcançado no Algarve todos os objectivos, uma vez que o João Silva não teve a sor te do seu lado. No entanto, mostrou uma vez mais que é um piloto muito rápido, obtendo excelentes tempos apesar das condições extremamente difíceis em que estavam os pisos. Em relação ao Renato Pita, o propósito foi totalmente alcançado, com o piloto a efectuar um rali inteligente para poder alcançar o seu objectivo”, concluiu Daniel Patrocínio, um dos responsáveis pela ARC Sport.

Opel regressa o desporto automóvel A Opel está de regresso ao desporto automóvel através de duas vertentes distintas. A marca vai implementar um programa de âmbito internacional na área de ralis, com o Opel ADAM, ao mesmo tempo que centra atenções nas pistas alemãs com o Astra OPC. A Opel tem uma longa tradição de sucessos nas competições amadoras e mais populares. O objetivo é criar novas condições para pilotos privados competirem, oferecendo meios que possuem elevado nível de sofisticação técnica mas são, simultaneamente, acessíveis do ponto de vista de orçamento. Com estas iniciativas, a Opel pretende estabelecer uma plataforma que permita a jovens pilotos ambiciosos desenvolverem o seu talento.


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23 de Novembro de 2012

Campeonato Nacional de Supermoto

André Carvalho conquista coroa André Carvalho é o novo campeão nacional de Supermoto. Apesar da vitória de André Leite nas últimas duas mangas do Campeonato, disputadas em Vila Nova de Poiares, o 2.º lugar nessas corridas rendeu os pontos suficientes para Carvalho assegurar o título. O Supermoto de Vila Nova de Poiares acabou por não constituir uma jornada dupla em termos de Campeonato. Isto porque no sábado compareceram 8 pilotos, mas dois deles lesionaram-se e outro (Nuno Pinto), informou que não poderia estar presente no domingo por razões pessoais. Entretanto, no último dia da prova não compareceram mais dois concorrentes, André Carvalho e Ricardo Ferreira, e mesmo com a inclusão de um que não competiu no sábado, só restaram quatro pilotos – em consequência, sendo o mínimo regulamentar de seis, as corridas de domingo tiveram carácter extra-Campeonato.

Portanto, as últimas corridas válidas para a tabela de pontos realizaram-se no sábado, sob chuva, pois esta marcou presença constante ao longo do dia. Na primeira manga, André Carvalho começou por rodar na dianteira, mas entretanto seria ultrapassado por André Leite. O duelo continuou intenso até final, acabando os pilotos separados apenas por 0,4s. No 3.º lugar ficou Nuno Pinto, pressionado até cinco voltas do fim por Hélder Batista, mas este caiu e fez luxação num ombro. Lesionado desistiu igualmente Ricardo Silva, com distensão muscular num ombro. A segunda manga teve pouca

história, visto que André Leite dominou os acontecimentos e venceu isolado. Nas posições seguintes voltaram a ficar André Carvalho e Nuno Pinto, tal como Ricardo Teixeira bisou no 4.º quarto, outra vez seguido por Rodrigo Fer-

reira, e com o único piloto do “Supermoto Cup”, Vasco Monteiro, a fechar a fechar a pauta classificativa. No domingo, como já foi referido, realizaram-se duas mangas extraCampeonato, ambas ganhas por An-

dré Leite, sempre diante de Rodrigo Ferreira, entre quatro participantes. Ainda, refira-se que no sábado, antes da primeira manga, foi observado um minuto de silêncio em memória de Luís Carreira.

Campeonato Nacional Eni de Trial

Pedro Sousa revalida título Em seis jornadas deste “Nacional” ENI de Trial 2012, Pedro Sousa só não venceu a primeira, pelo que realizou uma época de grande sucesso. A última disputouse em Serpins, sob agradáveis condições climatéricas e bastante público a assistir, envolvendo 18 pilotos. Pedro Sousa cilindrou a concorrência, em quatro voltas ao percurso constituído por oito zonas de obstáculo. O minhoto averbou apenas 8 pontos de penalização, contra 50 de Diogo Vieira – este último em “dia não”, mas também em duas zonas afectado no confronto pela menor potência da sua

Pedro Sousa sagrou-se campeão nacional de Trial Outdoor pela terceira vez consecutiva. O piloto de Braga assegurou o título com mais uma vitória na prova de encerramento da competição, em Serpins, batendo por dilatada vantagem o rival, Diogo Vieira.

moto, uma 125cc. No 3.º lugar da Elite ficou Filipe Paiva, seguido de Leandro Castro e Nuno Castro. Por outro lado, Ricardo Damil foi o destacado vencedor na classe de Consagrados, arrebatando o respectivo Troféu global. Nesta prova, o 2.º lugar coube a Rita Vieira, seguida por José Capelo. Acesa foi a luta pela vitória na “Promoção”, com Miguel Rodrigues a bater Rafael Pinto pela diferença de 3 pontos, e como tal Rodrigues também conquistou o respectivo Troféu. Ainda, Gustavo Silva em Iniciados, e Lucas Marques em Infantis, foram os participantes solitários nas suas classes.

Troféus – Classificações – Consagrados: 1.º Ricardo Damil (Gas Gas) 21; 2.º Rita Vieira (Gas Gas) 65; 5.º José Capelo (Gas Gas) 96; 4.º Vitor Dias (Gas Gas) 110; 5.º Leonardo Coimbra (Sherco) 112; 6.º Carlos Barata (Xispa) 114. Promoção: 1.º Miguel Rodrigues (Gas Gas) 17; 2.º Rafael Pinto (Gas Gas) 20; 3.º Ruben Carvalho (Gas Gas) 42; 4.º Sofia Porfírio (Gas Gas) 60; 5.º Leonor Sousa Guedes (Gas Gas) 79. Iniciados: 1.º Gustavo Silva, 13; Infantis: 1.º Lucas Marques, 39. Assim ficaram os Troféus – Consagrados: 1.º Ricardo Damil, 54; 2.º João Ferreira, 44; 3.º Rita Vieira, 37; 4.º Carlos Ferreira, 26; 5.º José Capelo, 23; etc. Promoção: 1.º Miguel Rodrigues, 56; 2.º Rafael Pinto, 46; 3.º Ruben Carvalho, 28; 4.º Henrique Raposo, 20; 5.º Sofia Porfírio, 20; etc. Veteranos: 1.º Edgar Pereira, 50; Iniciados: 1.º Gustavo Silva, 50; Infantis: 1.º Lucas Marques, 40.


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23 de Novembro de 2012

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Mercedes-Benz SLS AMG Coupé Black Series

Entrada em nova dimensão A Mercedes-AMG lançou a versão super desportiva do SLS AMG Coupé, o Black Series, inspirado na versão de competição SLS AMG GT3. O quinto Black Series da Mercedes-AMG mistura design com dinâmica de condução extraordinária e construção leve. Sucedendo ao SLK 55 AMG Black Series (2006), ao CLK 63 AMG Black Series (2007), ao SL 65 AMG Black Series (2008) e ao C 63 AMG Coupé Black Series (2011), este quinto elemento assinala a entrada da Black Series numa nova dimensão. O motor V8 de 6.3 litros do Mercedes-Benz SLS AMG Coupé Black Series desenvolve uma potência de 631 cavalos às 7400 rpm, para uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em somente 3,6 segundos. A velocidade máxima fixa-se em 315 km/h. Os 60 cavalos adicionais relativamente ao 571 do SLS AMG foram alcançados através do aumento do regime máximo do motor de 7200 para 8000 rpm; do bloco de válvulas de alta velocidade totalmente revisto com árvores de cames modificadas e geometria adaptada dos cames; da modificação das entradas de ar - ausência de limitação e adaptação ao novo regime máximo do motor; e do ajuste do motor e aumento da pressão máxima de injeção. O sistema de escape desportivo AMG totalmente desenvolvido de novo, fabricado pela primeira vez em titânio, está equipado com silenciadores distintos centrais e traseiros que oferecem um som do motor mais potente e ainda mais impressionante. A mudança de aço para titânio permitiu uma economia substancial de peso: com 17 kg de peso, o novo sistema de escape é cerca de 13 kg mais leve do que o antecessor. A suspensão AMG RIDE CONTROL, o sistema de travagem AMG com discos cerâmicos de alto desempenho e as jantes de liga leve AMG forjadas de baixo peso com os pneus desportivos combinam com o bloqueio do diferencial traseiro AMG controlado eletronicamente e com a caixa de 7 velocidades desportiva AMG SPEED-

Ficha técnica Cilindrada (cc) Potência (cv/rpm) Binário máximo (Nm/rpm) Regime máximo do motor (rpm) Peso do motor – seco (kg) Consumo combinado (l/100 km) Emissões de CO2 (g/km) Aceleração 0-100 km/h (s) Velocidade máxima (km/h)

SHIFT DCT para complementarem o verdadeiro super desportivo. E o pack AMG Aerodynamics está disponível, como opção, para melhorar ainda mais a dinâmica de condução. O sistema de travagem do SLS AMG Coupé Black Series oferece uma excelente desaceleração e uma estabilidade extraordinária. Os discos cerâmicos compostos de alto desempenho (402 x 39 mm à frente e 360 x 32 mm atrás) fazem parte do equipamento de série e têm rigidez aumentada para melhorar a estabilidade térmica, em conjunto com uma redução de peso de aproximadamente 40%, o que optimiza conforto e aderência. A redução das massas rotativas no eixo dianteiro permite uma resposta mais directa da direcção. E a economia de peso proporcionada pelo sistema de travagem AMG, comparada com um sistema de travagem convencional em aço/alumínio, é de 16 kg. Características distintivas Uma característica distinta do SLS AMG Coupé Black Series é a integração das saias laterais. Os elementos de carbono instalados ao longo da zona inferior prolongam a linha do repartidor dianteiro em fibra de carbono até à traseira. As jantes forjadas AMG, com um desenho de 10 raios específico e pintadas em preto mate com um acabamento de alto brilho, permitem ver o sistema de travagem AMG. As jantes forjadas AMG em preto mate com rebordo de alto brilho estão disponíveis em alternativa. A traseira, tal com a dianteira, tem uma aparência vigorosa, com as asas largas e o difusor como características predominantes. O difusor estende-se para além do perfil do pára-choques traseiro e aplica uma força descendente adicional no eixo

6208 631/7400 635/5500 8000 205 13,7 321 3,6 315

traseiro. É conseguida assim uma maior estabilidade de condução em alta velocidade. As aberturas de ar atrás das grelhas pretas servem para controlar a descarga do ar quente na área do sistema de escape. E os dois conjuntos de tubos de escape duplos complementam a demonstração visual da potência e dinamismo.

Pack AMG Aerodynamics O SLS AMG Coupé Black Series pode ser melhorado com o pack AMG Aerodynamics, opcional, que inclui spoiler traseiro ajustável em fibra de carbono, complementado por flics adicionais em fibra de carbono no pára-choques dianteiro que reduzem ainda mais a força descendente no eixo dianteiro, em

oposição aos flics mais interiores em fibra de carbono instalados de fábrica, que servem para otimizar a entrada de ar nos módulos de refrigeração. O lançamento no mercado do SLS AMG Coupé Black Series terá início em junho de 2013 e os valores de comercialização ainda não estão disponíveis.


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23 de Novembro de 2012

Tripla vitória da Audi no Troféu Auto Os modelos Audi A1, A6 (foto) e Q5 venceram as respectivas categorias no Troféu Auto 2012, os prémios atribuídos por mais de 110 mil leitores da revista alemã Auto Zeitung, especializada no sector automóvel, que este ano cumpriram a 25ª edição. O Troféu Auto é um dos mais cobiçados pela indústria automóvel e os vemcedores deste ano foram revelados na passada terça-feira, durante a gala realizada no Classic Remise Dusseldorf, na Alemanha, um centro para carros vintage, perante cerca de 250 convidados. O Audi A1, que este ano recebeu a

versão de 5 portas Sportback, venceu a classe por larga margem (36,4%). Já o Audi A6, com as carroçarias Sedan ou Avant, venceu a respectiva categoria com 18,5% dos votos, enquanto o Audi Q5, que também está disponível em versão híbrida, se impunha na classe dos SUV por mais de 30 mil euros, com 16,2% dos votos O público elegeu os seus automóveis favoritos de entre 400 modelos agrupados em trinta diferentes categorias. Com as vitórias deste ano, a Audi passa a somar 53 sucessos desde a instituição do Troféu Auto.

Opel também vitoriosa no Troféu Auto A Opel também venceu duas categorias dos prémios atribuídos pelos leitores da revista alemã Auto Zeitung. O novo citadino ADAM venceu o prestigiado Troféu Auto na categoria de Citadinos, ao mesmo tempo que o modelo elétrico com extensor de autonomia Ampera saiu vencedor, pelo terceiro ano consecutivo, na categoria de Automóveis Elétricos. Na classe dedicada aos SUV com preço inferior a 30.000 euros, o Mokka obteve também uma classificação de destaque ao alcançar a terceira posição. A votação aberta ao público contou com mais de 110 mil participantes, que elegeram os seus automóveis favoritos entre 400 modelos agrupados em trinta categorias diferentes. O ADAM venceu por larga margem, com um total de 30 por cento dos votos, perante os rivais VW Up e Skoda Citigo, classificados nos lugares seguintes com 26,3 e 8,9 por cento, respectivamente. O Ampera obteve também uma vitória esclarecedora

Fundação PSA apoia projectos de mobilidade

por margem superior a quatro pontos percentuais, batendo concorrentes do segmento Premium como o Mercedes SLS AMG elétrico (15,2 por cento) e o Audi R8 e-tron (14,9 por cento). Com o ADAM, a Opel dá os primeiros passos num segmento em crescimento com um automóvel citadino chique. O novo modelo tem 3,7 metros de comprimento e a carroçaria de três portas pode receber mais de 30 mil combinações diferentes de personalização exterior, destacando-o das restantes propostas do mercado. No habitáculo, tem lotação para quatro pessoas, num ambiente de elevada qualidade e espaço invulgar para os ocupantes da frente num automóvel deste tipo. O habitáculo do ADAM pode também ser personalizado com uma vasta gama de cores, revestimentos, forros de tejadilho e efeitos de luz ambiente. O modelo oferece ainda tecnologias oriundas de segmentos superiores. O novo

Chevrolet apresenta Spark EV em Los Angeles A Chevrolet vai apresentar a versão eléctrica plug-in do citadino Spark na próxima edição do Salão Automóvel de Los Angeles, que se realiza no final do corrente mês de Novembro. O Spark EV (Electric Vehicle) é um dos 13 novos ou renovados modelos que a marca vai lançar em 2013. A marca vai igualmente revelar as funcionalidades de uma versão avançada do sistema de informação e entretenimento  MyLink, cuja primeira aplicação se dará na geração 2014 do Chevrolet Impala.

A Fundação PSA Peugeot Citroën “Um Mundo em Movimento“, com a colaboração do Centro de Produção de Mangualde e das marcas Peugeot e Citroën, ofereceu duas viaturas, devidamente adaptadas para transportar pessoas com dificuldades de mobilidade, à Santa Casa da Misericórdia de Mangualde e ao Complexo Paroquial de Mangualde. As duas instituições têm desempenhado ao longo dos anos um papel social de grande relevo no apoio a crianças e idosos, através das actividades de creche, centro de dia e lar de idosos. Recentemente fizeram importantes investimentos de desenvolvimento das suas valências: a A Santa Casa da Misericórdia criou uma unidade de cuidados continuados; e o Centro Social da Paróquia de Mangualde criou um lar de idosos. No âmbito das suas actividades quotidianas, ambas as instituições têm que fazer face às dificuldades de mobilidade de alguns dos seus utentes portadores de deficiência e com mobilidade em cadeiras de rodas. É no

sentido de fazer face a estas dificuldades e de dar respostas de mobilidade solidária aos seus utentes que a Fundação PSA Peugeot Citröen ofereceu as viaturas adaptadas, um Peugeot Boxer e um Citröen Jumper. As duas viaturas foram entregues, na passada semana, numa cerimónia realizada nas instalações do Centro de Produção de Mangualde com a participação da direcção da unidade e dos responsáveis das marcas Peugeot e Citroën. O acto contou ainda com as presenças do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde e do Director da Segurança Social de Viseu. Fundada em Junho de 2011, a Fundação PSA Peugeot Citröen tem como objectivo o apoio a acções da mobilidade sustentável solidária. Apoia especificamente instituições e projectos de comprovado interesse público, que actuam na área social, educativa, cultural ou ambiental. Com 15 meses de existência, já apoiou 140 projectos de mobilidade, investindo para isso uma verba superior a 2,7 milhões de euros.

sistema IntelliLink de comunicação, informação e entretenimento a bordo, que integra o smartphone do proprietário no sistema do automóvel, assegura um nível ímpar de conectividade. Já o Ampera é o líder de vendas destacado entre os automóveis elétricos na Europa. Carro do Ano 2012, é alimentado por uma bateria de iões de lítio com 16 kWh de capacidade que fornece a energia ao motor elétrico de 111kW (150 cv). Dependendo do tipo de condução e do traçado, a autonomia é de 40 a 80 quilómetros em modo elétrico (funcionamento com bateria), sem qualquer emissão. Em modo de funcionamento com extensor de autonomia, que é ativado automaticamente quando a bateria atinge o ponto mínimo de carga, o motor térmico a gasolina, com 1.4 litros e 86 cv, aciona um gerador que produz eletricidade a bordo para alimentar a unidade elétrica de tração, para uma autonomia superior a 500 quilómetros.

O sistema MyLink é actualmente uma forma de conectividade com dispositivos móveis avançados extremamente simples de utilizar. Com o lançamento do Impala 2014, leva as possibilidades de personalização a um novo patamar e torna a integração de smartphones ainda mais fácil. Além do Spark EV, a Chevrolet terá ainda em exposição no Salão Automóvel de Los Angeles o novo Impala, o Malibu Turbo, o Sonic RS, o crossover Traverse e o Camaro Hot Wheels Edition.


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