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9 de Maio de 2007

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grau de segurança. A inflação terá em 2006 aumentado para 3,0%, reflexo principalmente da forte subida dos preços dos bens energéticos e da revisão em alta de alguns impostos indirectos, e espera-se que se reduza para 2,3% em 2007. O crescimento ligeiramente maior projectado para a economia portuguesa para 2007 assenta na recuperação esperada no investimento privado, que poderá compensar a variação negativa do investimento público, prevendo-se também maior crescimento do consumo privado – reflectindo a subida do rendimento disponível -, devendo as exportações voltar, segundo as expectativas, a dar um importante contributo para o crescimento do PIB, mas menor que em 2006. Apesar da revisão em alta da estimativa de crescimento da economia portuguesa para 2006 e da previsão para 2007, mantém-se o processo de divergência real da economia portuguesa face à Zona Euro que se tem verificado desde 2002.

Relatório e Contas da Direcção Ano 2006 e Parecer do Conselho Fiscal ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO

A ligeira melhoria verificada na conjuntura económica nacional reflectiu-se, ao longo de 2006, num crescimento mais expressivo no crédito a empresas não financeiras, dando continuidade ao início de recuperação verificado no 2º semestre de 2005. Na verdade, observou-se, nos primeiros onze meses de 2006, um crescimento homólogo no agregado de crédito a empresas não financeiras de 6,5%, com um máximo de 8% em Outubro, o que compara com o ritmo de crescimento em geral inferior a 5% que se registou durante 2005. Ainda em meados desse ano, o crescimento homólogo do crédito a empresas ficava-se por 2,6%.

A robusta expansão da economia mundial foi acompanhada, sobretudo na primeira metade de 2006, por um aumento das pressões inflacionistas, devido à subida contínua dos preços quer do petróleo quer dos metais industriais, os quais atingiram máximos históricos, mas a pressão altista sobre os preços atenuou-se a partir de meados do ano. Assim, no caso da Zona Euro, a inflação encontra-se próxima do «target» de 2% definido pelo Banco Central Europeu (BCE), beneficiando da redução do preço do petróleo a partir do meio do ano, e que se acentuou nos últimos meses, e a inflação básica (sem energia e produtos alimentares frescos) permanece mesmo abaixo desse nível. O BCE, no entanto, subiu gradualmente a sua taxa directora - «repo rate» - do nível de 2,25% em que se encontrava em Dezembro de 2005 para 3,5% - já em Dezembro de 2006 - com o consenso do mercado a antecipar novas subidas até ao final de 2007, pois o BCE considera haver perigo de intensificação da inflação. A recuperação das economias da Zona dá margem de manobra ao BCE para prosseguir essa política. A evolução da relação cambial entre o euro e as principais divisas, e sobretudo o dólar dos EUA e o iéne, será porém um aspecto que o BCE

No respeitante aos resultados da actividade bancária do Crédito Agrícola a nível nacional, no ano de 2006 o Grupo vai fechar com resultados muito positivos, que deverão ultrapassar os 95 milhões de euros, com base na informação já disponível para o conjunto das Caixas, ao mesmo tempo que consolida os principais indicadores da sua actividade. Principais indicadores do Balanço Consolidado do Crédito Agrícola (valores em milhões de euros)

Crédito a Clientes Depósitos de Clientes Créditos sobre bancos Títulos de rendimento fixo Situação líquida

3T05

3T06

6.863 8.146 445 1.235 719

7.030 8.379 1.076 1.212 802

Ao resultado da actividade bancária acrescem cerca de 10 milhões de euros de lucro do negócio de seguros. A actividade seguradora começa assim a contribuir de modo significativo para os resultados globais do Crédito Agrícola, ao mesmo tempo que as nossas duas companhias são reconhecidas no mercado pela qualidade do seu desempenho e pelos seus indicadores de exploração. Assim, a CA Vida foi considerada, em 2006, como a melhor companhia do ramo vida em Portugal numa análise efectuada pela revista Exame. A CA Seguros foi, por sua vez, considerada a 5ª melhor companhia nos ramos reais. A qualidade do serviço prestado aos Associados e Clientes do Crédito Agrícola na área dos seguros ficou bem patente em 2006 na rapidez com que foram resolvidos e fechados os processos relativos aos sinistros das intempéries ocorridas a meio do ano, e pela prontidão com que as indemnizações devidas foram pagas aos Associados e Clientes afectados.

O ciclo de crescimento está neste momento generalizado a todos os grandes pólos da economia mundial, pois abrange quer os países já desenvolvidos, incluindo nestes o Japão e a Zona Euro que tiveram retoma mais demorada, quer os países ditos emergentes, que ganham peso crescente na economia mundial (China, Índia, Rússia, Brasil,…) e até o próprio continente africano.

A Espanha, que assume importância crescente como mercado para as exportações portuguesas, deverá também registar uma desaceleração do seu crescimento em 2007 (expansão do PIB de 3%, contra 3,4% em 2006).

O ano de 2006 ficou igualmente marcado pela mudança da imagem do Crédito Agrícola, no sentido de a tornar mais moderna e alinhada com as tendências actuais do mercado, mas com respeito pela sua matriz tradicional.

Apesar desta evolução, o crédito a empresas continua a perder peso relativo no valor total do crédito concedido pelo conjunto das instituições financeiras nacionais, uma vez que o crédito a particulares regista taxas de crescimento homólogas bem mais elevadas: no crédito à habitação de 9,9% e no crédito ao consumo de 10,4%,

Mantêm-se as estimativas do crescimento económico formuladas pelo FMI para 2006 e a sua previsão para 2007 - de 5,1% e 4,9%, respectivamente - apesar da evolução menos dinâmica que algumas economias, sobretudo a americana, apresentaram recentemente e dos riscos que subsistem para a conjuntura económica global em 2007 (preço do petróleo, défices gémeos da economia americana, mercado imobiliário inflacionado nos EUA e noutros países). Estas taxas de crescimento correspondem a um grande dinamismo da economia mundial, a qual atravessa um dos seus períodos de mais forte expansão de todos os tempos.

O crescimento do produto nas principais economias desenvolvidas (EUA, Zona Euro, Japão) deverá, no entanto, abrandar em 2007 (na zona Euro de 2,4% para 2%), mas a dinâmica das economias emergentes deverá continuar bastante forte.

Em paralelo com o desenvolvimento da sua base tecnológica e sistemas de informação, o Crédito Agrícola tem investido de modo importante na formação e desenvolvimento dos seus recursos humanos, de tal modo que, num estudo conjunto recente das três principais organizações bancárias da Europa, o programa de formação do Crédito Agrícola foi considerado o melhor a nível da banca europeia (o mais abrangente e melhor estruturado). Dando continuidade a esta política, durante o ano de 2006 as acções de formação do Crédito Agrícola abrangeram um universo de formandos de 5.493 empregados, representando um encargo total de 574 milhares de euros.

conforme os dados divulgados pelo Banco de Portugal referentes ao mês de Novembro. Esta evolução denota um ligeiro abrandamento no crédito à habitação e uma aceleração bastante forte no crédito ao consumo, cujo ritmo de expansão já vinha, de resto, em crescendo nos meses anteriores (desde Julho), e que coloca, com base nos últimos valores, o endividamento das famílias em cerca de 120% do seu rendimento disponível. No tocante ao nível médio das taxas de juro observou-se uma marcada evolução relativamente à situação prevalecente nos últimos três anos, naturalmente condicionada pelo nível historicamente baixo das taxas de referência do BCE, verificando-se desde finais de 2005 um ajustamento em alta da generalidade das taxas de mercado, com incidência manifesta nas taxas médias das diferentes categorias de crédito. O nível médio das taxas de juro no crédito a empresas subiu 86 p.b. de Dezembro de 2005 para Novembro de 2006 (de 4,45% para 5,27%), o que não reflecte integralmente o ajustamento das taxas interbancárias resultantes da alta das taxas do BCE em virtude de factores de ordem técnica e da concorrência entre bancos que tem conduzido à redução dos spreads. No crédito à habitação, em que se registou, no último triénio, uma descida das taxas médias em consequência da intensa concorrência entre instituições - num produto visto como de grande interesse estratégico pela generalidade da banca -, a correcção foi de 98 p.b. (de 3,73% para 4,71%), sendo o ajustamento menor no crédito pessoal (apenas + 73 p.b.), denotando a agudização da concorrência nesta área do mercado (de 7,68% para 8,41%). Em contrapartida, a taxa dos depósitos (até 2 anos) subiu 52 p.b. (de 2,06% para 2,58%). Face a esta evolução do mercado bancário, as instituições financeiras portuguesas registaram, de um modo geral, um desempenho favorável em 2006, aumentando os seus resultados e o produto bancário com contributos positivos quer da margem financeira quer da margem complementar, a que se somaram ganhos nas carteiras de títulos, dado o comportamento favorável dos mercados financeiros, em especial na vertente accionista (PSI20 com aumento no ano de 33% e o Dow Jones Euro Stoxx de 20,3%). Algumas instituições começam igualmente a beneficiar de um contributo já significativo da sua actividade no estrangeiro.

Relatório da Direcção Exmºs. Senhores Associados Dando cumprimento ao disposto na alínea c) do artigo 29º dos Estatutos desta C.C.A.M., apresentamos para apreciação e votação da Assembleia Geral, o Relatório, as Contas e a Proposta de Aplicação dos Resultados, respeitantes ao exercício de 2006. Durante o ano de 2006, continuamos com uma política de gestão prudente, tendo como preocupação o desenvolvimento equilibrado da Caixa. Em simultâneo, procuramos melhorar a qualidade e eficiência dos serviços prestados e incrementar a dinâmica comercial, de modo a corresponder às necessidades dos Associados e Clientes actuais e possibilitar a captação de novos Clientes. Os principais objectivos traçados foram concretizados. A política anteriormente definida de alargamento da concessão de crédito interno a Clientes não Associados, a manutenção do crédito vencido em valores baixos e a recuperação de algum crédito vencido antigo, conjugado com um forte empenho comercial, permitiram obter resultados superiores aos esperados. Com a finalidade de melhorar a nossa imagem, transmitir uma mensagem de inovação e modernidade foi efectuada a substituição dos reclames, das fachadas da sede da Caixa e das Delegações, de acordo com o novo logótipo do Crédito Agrícola. Aumentamos a nossa rede de máquinas Multibanco, no concelho, colocando um ATM na freguesia de Landim. Foram também iniciadas negociações, com vista à instalação de mais duas máquinas, uma, nas novas instalações do Tribunal e outra na freguesia de Castelões. Realçamos ainda o trabalho que tem sido desenvolvido para a Actualização da base de dados dos Clientes.

Análise Financeira Em paralelo com o crescimento do negócio, é patente um esforço de contenção nos custos de funcionamento, em especial nos bancos que passaram por um processo de consolidação, após fusões e aquisições relativamente recentes, verificando-se igualmente que apesar da situação económica pouco favorável as principais instituições conseguiram manter os seus rácios de crédito vencido em níveis relativamente moderados.

No respeitante à economia portuguesa, o Banco de Portugal manteve a estimativa de 1,2% para o crescimento do PIB em 2006, que já divulgara anteriormente, ao mesmo tempo que efectuou uma revisão em alta das perspectivas de crescimento da economia portuguesa para 2007, que se situa agora em 1,8%, contra a projecção anterior de 1,5%.

No conjunto do sector, o volume do crédito concedido excede largamente o valor dos recursos captados de Clientes, o que conduz a um endividamento da banca portuguesa face ao exterior que já totaliza cerca de 75 mil milhões de euros. O Crédito Agrícola constitui uma excepção neste panorama, ao apresentar uma situação interbancária líquida credora (ou seja, créditos sobre outros bancos) de mais de mil milhões de euros.

EVOLUÇÃO DO GRUPO CRÉDITO AGRÍCOLA Formado por 104 Caixas Agrícolas e pela Caixa Central, e contando ainda com um conjunto de empresas na área dos seguros (vida e não vida) e dos serviços financeiros especializados (gestão de activos, corretagem, consultoria), o Crédito Agrícola é hoje um dos principais grupos financeiros nacionais. A sua rede de 630 balcões, a quarta mais extensa, encontra-se distribuída por todo o território, exceptuando-se apenas a região autónoma da Madeira, chegando o Crédito Agrícola, em certos distritos, a dispor de mais de 30% da rede bancária distrital. Em cerca de 250 povoações, o único balcão bancário presente é do Crédito Agrícola, e existem mais cerca de 400 povoações em que o único ponto de contacto com o sistema bancário nacional é uma ATM aí instalada pelo Grupo.

Para o comportamento da economia portuguesa em 2006 há a assinalar o importante contributo das exportações, que cresceram em termos reais 9,3% em relação ao ano anterior. O perfil de crescimento da economia portuguesa foi assim no último ano mais saudável que no passado recente, em que a expansão do PIB esteve totalmente dependente do consumo privado e com o investimento em declínio. No entanto, não se verificou ainda um movimento claro e sustentado de recuperação do investimento, registando-se mesmo nova quebra nesta variável. O processo de recuperação da actividade económica em Portugal continua fortemente condicionado por um conjunto de desequilíbrios de natureza estrutural, cuja resolução, sendo imprescindível, é necessariamente gradual e que têm afectado negativamente a competitividade internacional da nossa economia. O recente surto exportador, sendo animador, não deve fazer esquecer esta realidade, tanto mais que, em especial no que diz respeito às exportações tradicionais, o crescimento conseguido em 2006 foi acompanhado, por necessidade concorrencial, pela redução das margens comerciais das empresas. Noutro plano, a necessidade de correcção do desequilíbrio orçamental implica inexoravelmente a adopção de medidas rigorosas de contenção da despesa da Administração Pública. Assim, o consumo público terá decrescido 0,2% em 2006, com quebra mais pronunciada (9%) no investimento. O objectivo definido pelo Governo para 2006 na área das finanças públicas - redução do défice orçamental para 4,6% do PIB – terá sido alcançado, para o que também contribuiu o aumento das receitas.

O Crédito Agrícola é pois por excelência um grupo bancário de proximidade, profundamente ligado à vida das comunidades locais de que as Caixas fazem parte. A nível nacional, o Crédito Agrícola gere um volume de activos de quase 10 mil milhões de euros, apresentando uma situação líquida que cresceu mais de 40 % em menos de três anos, para ultrapassar em finais de 2006 os 800 milhões de euros. Paralelamente, a política prudente que o Grupo tem seguido no tocante à preservação da liquidez do seu balanço faz com que o Crédito Agrícola detenha, como já se referiu, créditos sobre os outros bancos que neste momento ultrapassam mil milhões de euros. Ao longo dos últimos anos o Crédito Agrícola tem vindo a reforçar continuamente a solidez financeira das suas diversas instituições – Caixa Central, Caixas locais e empresas, evolução que se traduziu na subida do rácio de solvabilidade consolidado para quase 14 %, um dos mais elevados do sistema bancário nacional, fazendo com que o Crédito Agrícola seja uma das instituições financeiras portuguesas com mais forte capitalização em proporção do volume dos activos. Ao mesmo tempo, o Grupo lançou um ambicioso programa de modernização, que passou pela completa renovação da sua infraestrutura tecnológica, pela integração dos seus sis-

Quanto ao consumo privado, apesar do elevado nível de endividamento das famílias portuguesas e da actual tendência de subida das taxas de juro, implicando um aumento do respectivo serviço da dívida, terá crescido 1,2% em 2006.

temas de informação, e pela disponibilização de canais alternativos de negócio – self-banking, internet banking e banca telefónica, que trouxeram melhorias às condições de funcionamento das Caixas e ao serviço prestado aos Associados e Clientes. Todos os balcões do Crédito Agrícola do continente trabalham actualmente sobre a mesma plataforma informática, funcionando em conjunto como se fossem balcões de um único banco.

A ligeira recuperação da economia permitiu uma redução da taxa de desemprego do nível de 8%, que se verificava no quarto trimestre de 2005, para 7,4% no terceiro trimestre de 2006, mas no último trimestre, segundo dados do INE publicados já em meados de Fevereiro, o desemprego voltou a subir para 8,2%.

No domínio dos sistemas de informação é igualmente importante referir que em 2006 o Crédito Agrícola procedeu à operacionalização de um Centro de Dados Alternativos fora da zona sísmica que abrange Lisboa, implicando um investimento de mais de 4 milhões de euros, iniciativa que veio conferir aos sistemas e dados de negócio do Grupo um elevado

Demonstração de Resultados Em 2006 a Caixa obteve um resultado antes de impostos de 1.569.350 euros, o que representa um acréscimo de 23,22% relativamente a 2005. O lucro líquido do exercício, apurado após cálculo de IRC no valor de 346.574 euros, foi de 1.222.776 euros. DE MO N S T R A Ç Ã O

D E R E SU L TA D O S

Juros e proveitos equiparados

Juros e custos equiparados

M a rg e m F i n a n ce i ra Comissões recebidas Comissões pagas

Lucros em operações financeiras

Prejuízos em operações financeiras

2004 2,318,974 -791,426

2005 2,423,699

3,161,599

-852,950

-1,195,765

477,014 -33,014

555,847 -49,447

804,912 -82,790

-6,132

-992

1 , 52 7, 5 48 1, 5 70 , 74 9 1 , 96 5 ,8 3 4 6,724

2,646

Outros proveitos e lucros Impostos

121,619 -31

126,521 -131

Outros resultados correntes

544,275

607,964

Outros custos e prejuízos

2006

-21,905

-26,480

25.46%

-1.06%

-1.22%

-1.22%

-33,222

760,429

91 3, 43 9 1 , 28 7 ,5 4 8 -39,451 805,696

-98,659 -1,223,231

-95,013 -730,673

-834,371 -604,343

-1,438,714

Total de Amortizações e Provisões

-1,321,890

Impostos sobre Lucros do Exercício

6 9 - R e s u l ta do L í qu i d o

481,032

-106,710 374,322

-825,686

25.08%

5.87% 0.00%

26.27%

0.12%

5.81% -0.01% 27.90%

29.52% -3.04% 0.07% 2.61% 0.00%

27.89%

5.16% 25.13% 100.00% 100.00% 100.00% 6.59% 9.97%

11.28% -33.95% -34.41% -30.60% 17.24% -22.62% -23.66% -22.17%

1.54%

40.96% 4 3 . 4 2 %

7.94%

13.71% -56.58% -58.07% -52.77%

-29,018 54.90% -26.45% 877,770 -11.80% 8.95%

1 , 80 2, 9 22 1, 7 33 , 21 0 2 , 16 4 ,8 0 1

R e s u l t a d o A n t e s d e I m p o st o s

11.70%

28,501 251.36% -46.75%

R e s u l t ad o Br u to T o ta l

Amortizações do exercício Provisões do exercício

20.89%

0.32%

25.51% -2.27%

72.11%

-0.05%

71,056 4.03% -43.84% -32 322.58% -75.79%

23.02% -1.59%

72.10%

-0.05%

899,627

-25,469 913,530

73.73%

-0.30%

-1,172,197 -1,265,274

Perdas Extraordinárias Reposição e anulação de provisões

40.19% -38.20% -39.15% -43.86%

2.83% 25.15%

49.58%

-749,778 -515,496

53,526

%PB

2006

30.45% 111.93% 111.24% 115.97%

1,989 -60.65% -24.83%

-703,449 -468,748

15,234

7.77%

%PB

2005

-1,484 -83.82%

Custos Administrativos

Ganhos Extraordinários

4.52%

%PB

2004

44.81% 67.43%

2 , 07 1, 8 25 2, 1 78 , 71 3 2 , 72 6 ,2 6 3

R e s u l t ad o Br u t o d e E x pl o r aç ã o

%05/ 04 %06/05

16.53% 49.78%

P r o d u t o B a nc ár i o

Custos com o pessoal e encargos Outros Gastos Administrativos (FST)

Ev oluçã o Ev olução

- 3. 8 7% 24.90%

0.74%

-1.23% 44.09%

87.02%

41.93%

47.23%

-1.81% 36.98%

-1.06% 32.20%

2.46%

79.55%

1.05%

79.41%

-102,965 -3.70% 8.37% -4.76% -4.36% -3.78% -492,486 -40.27% -32.60% -59.04% -33.54% -18.06% -595,451 -37.54% -27.88% -63.80% -37.90% -21.84%

90 7, 52 5 1 , 56 9 ,3 5 0

88.66% 72.93%

23.22%

41.65%

57.56%

76 5, 22 3 1 , 22 2 ,7 7 6 104. 43 % 5 9. 79%

18.07%

35.12%

44.85%

-142,302

-346,574

33.35% 143.55%

-5.15%

-6.53% -12.71%

Os resultados obtidos devem-se em grande parte ao crescimento de 25,15% da margem financeira. Esta evolução prende-se com a política adoptada pela Caixa de aumentar o peso do crédito concedido internamente, tendo este facto originado maiores receitas de juros. A taxa de evolução da margem complementar foi de 25,08% sendo maioritariamente constituída por comissões. Foi determinante o contínuo empenho no desenvolvimento da actividade comercial ligada ao ramos de seguros, reais e vida, bem como do acompanhamento da aplicação do preçário. O produto bancário registou um aumento de 547.550 euros, mantendo-se a sua composição relativamente a 2005. O percentual da margem financeira, no produto bancário é de 72,11% e da margem complementar é de 27,89%. Os custos administrativos globais tiveram um aumento 13,71%, no entanto diminuiu o seu peso relativamente ao produto bancário, tendo alterado de 58,07% em 2005 para 52,77% em 2006, contribuindo assim para a melhoria do nosso rácio de eficiência. Relativamente aos custos com o pessoal, para além dos aumentos previstos no ACTV, nos

OS783  

Rui Teixeira, atleta do Núcleo de Atletismo de Joane (NAJ), venceu no passado fim-de-se- mana a prova internacional de atletismo que se real...

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