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Ano 29 | Nº 1489| De 11 a 15 de dezembro de 2020| Diretor: João Fernandes | Gratuito | www.opiniaopublica.pt

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As vítimas eram as filhas

Homem de Cruz acusado de 452 crimes de abuso sexual e violação p. 7

Infeções por Covid 19 atualizadas no último boletim da DGS

CASOS DESCEM EM FAMALICÃO MAS CONCELHO MANTÉM-SE NA ZONA VERMELHA

Famalicense recebe 2 milhões para investigação na área das neurociências p. 5

O último relatório da Direção Geral Saúde com os dados por concelho aponta que, nos últimos 14 dias da contagem (entre 19 de novembro e 2 de dezembro), Famalicão registou uma média de 1789 casos por cada 100 mil habitantes. É uma descida média de 308 casos face à contagem anterior, mesmo assim, o número de novas infeções continua elevado e o concelho mantém-se com “risco extremamente elevado”. p.5

Atletas do FAC em grande nos campeonatos nacionais

FC Famalicão Empate frente ao líder em jogo polémico João Pedro Sousa renova até 2022 AD Oliveirense Tiago Cunha é o novo treinador

Bombeiros Avelino Reis é o novo presidente dos BV Famalicão p. 4 Requião Padre e freiras de convento vão responder por crime de escravidão p. 8 pub


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CIDADE

opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

Bailado “O Primo Basílio” chega esta sexta-feira à Casa das Artes

Uma mais notáveis obras de Eça de Queirós, pela primeira vez desenhada em dança e sustentada pela música de compositores portugueses, chega esta sexta-feira, dia 11, à Casa das Artes de Famalicão. “O Primo Basílio”, bailado em II atos, sobe ao palco do grande auditório pelas 20h30, numa produção da companha Dança em Diálogos. Nesta obra, Eça de Queiroz faz o retrato de uma família ociosa que revela outro retrato: o de uma sociedade que se auto degrada na sua moral e costumes. Passada em Lisboa, “O Primo Basílio” conta a história de um casal – Luísa e Jorge – que vive pacatamente. A ação começa quando Jorge tem que viajar para o Alentejo por motivos profissionais. Durante a ausência do marido, Luísa é inesperadamente surpreendida pela visita de Basílio, seu primo e amigo de infância com quem havia trocado algumas cartas de cariz romântico. Seduzida por este, Luísa acaba por cair em adultério. Mas, Luísa tinha uma criada, Juliana, que, rancorosa e mesquinha, ao descobrir o segredo dos dois amantes através de uma carta destes, faz chantagem, obrigando a ama a servi-la como se fosse ela a dona da casa. A sobrevida das fascinantes personagens criadas pelo escritor, assim como o seu inconfundível estilo, são, assim, o ponto de partida para uma sessão de dança intensa, dramática e transversalmente cativante. A entrada custa 10 euros, reduzindo para metade para portadores do cartão Quadrilátero Cultural, estudantes e seniores.

Cior promove formação gratuita para pessoas empregadas e desempregadas A Escola Profissional Cior, de Famalicão, irá desenvolver, a partir do próximo mês de janeiro, um programa de ações no âmbito da Formação Modular Certificada destinadas a pessoas empregadas e desempregadas do Município e da região. “Com este modelo de formação, de curta duração, pretende-se potenciar a empregabilidade e a aquisição de competências digitais dos ativos, promovendo a adaptação às mudanças estruturais da indústria e serviços, nomeadamente em setores estratégicos do tecido empresarial da região”, justifica o diretor da Cior, Amadeu Dinis. As ações, a decorrer durante 2021 e 2022, desenvolver-se-ão nas áreas de metalurgia e metalomecânica; ciências informáticas; eletricidade e energia; eletrónica, automação e comando; construção e reparação de veículos automóveis; comércio; secretariado e trabalho administrativo; serviços de apoio a crianças e jovens; tra-

balho social e orientação e ciências farmacêuticas. A formação será operacionalizada de forma descentralizada nas instalações da CIor, nas empresas, instituições e juntas de freguesia, num processo de proximidade, em regime laboral e pós-laboral. Ao longo dos próximos dois anos pre-

Agrupamento D Sancho I entrega diplomas a alunos dos cursos profissionais

Nova galeria de artes abre em Famalicão A cidade de Famalicão tem, a partir desta sexta-feira, um novo espaço dedicado às artes, localizado na Avenida 25 de Abril. A Galeria Sete Artes, um projeto de duas arquitetas, Salomé Ramalho e Márcia Morais, é hoje inaugurada como espaço de trabalho e exposição para pintura, escultura, joalharia, moda, mobiliário e decoração de interiores. “Nas várias áreas pretendemos promover, divulgar e impulsionar os novos artistas, dando oportunidade de surgir no mercado nacional”, referem as promotoras, me nota á imprensa, acrescentado que irão “apostar no que é português, promover a cultura inerente a cada peça e apresentar o património material e imaterial da nossa região e do nosso país”. A abertura decorrerá entre as 16h00 as 22h00, com uma exposição de pintura e escultura dos artistas famalicenses Manuel e Alexandre Costa, em que pela primeira vez pai e filho juntam as suas produções. Na área da decoração e mobiliário foi convidada a empresa Moniz Home, com peças de fabrico próprio. Já na joalharia a mostra inaugural conta a colaboração de artesãos de Gondomar com a filigrana manual e restantes peças também de fabrico artesanal.

FICHA TÉCNICA

CONSELHO EDITORIAL: Alexandrino Cosme, António Cândido Oliveira, António Jorge Pinto Couto, Artur Sá da Costa, Cristina Azevedo, Feliz Manuel Pereira, João Fernandes, Manuel Afonso e Almeida Pinto. ESTATUTO EDITORIAL: disponível em www.opiniaopublica.pt

DIRETOR: João Fernandes (CIEJ TE-95) jfernandes@opiniaopublica.pt

CHEFE DE REDACÇÃO: Cristina Azevedo (CPJ 5611) cristina@opiniaopublica.pt

REDACÇÃO: informacao@opiniaopublica.pt Carla Alexandra Soares (CICR-248), Cristina Azevedo (CPJ 5611).

DESPORTO: Jorge Humberto, José Clemente (CNID 297) e Pedro Silva (CICR-220).

vêem-se qualificar 1050 ativos, numa operação financiada pelo POISE- Programa Operacional Inclusão Social e Emprego. Para mais informações e inscrições, os interessados deverão consultar o site da Cior ou a secretaria da escola através do telefone 252301210.

O Agrupamento de Escolas D Sancho I, e ainda no âmbito da Semana Europeia das Competências Profissionais, entregou, no passado mês de novembro, os certificados de participação na atividade “Job shado-

wing” a um grupo de 19 alunos dos vários cursos profissionais lecionados na escola. Esta atividade ocorreu em 12 empresas parceiras do Agrupamento, dos variados ramos da atividade inerentes aos cursos ministrados, que proporcionaram aos alunos a possibilidade de lá passarem dois dias, explorando e observando as atividades das empresas e as funções dos técnicos e colaboradores, sendo monitorizados por um tutor da entidade empresarial. Esta iniciativa, promovida pelo Gabinete do Emprego e Empreendedorismo do Agrupamento, teve como objetivos consciencializar os alunos para as especificidades dos contextos laborais, sensibilizá-los para a futura realização da Formação em Contexto de Trabalho, promover competências como a autonomia e responsabilidade e fomentar atitudes empreendedoras tão valorizadas no currículo dos formandos. Segundo o Agrupamento, os alunos participantes “mostraram-se reconhecidamente agradados com estas experiências que lhes proporcionaram importantes descobertas neste que foi o primeiro contacto com o mundo do trabalho”.

Voluntariado Hospitalar oferece eletrodomésticos aos internamentos Covid A Associação do Voluntariado Hospitalar do Hospital de Famalicão ofereceu aos internamentos de Covid 19 duas máquinas de café, duas televisões, um frigorífico e dois micro ondas. Em nota à imprensa, a propósito do Dia Internacional do Voluntariado, que se assinalou a 5 de dezembro, a Associação refere que, apesar da pandemia, tem vindo a desenvolver a sua atividade, embora “com elevado espírito de sacrifício”.

GRAFISMO: Carla Alexandra Soares e Pedro Silva.

OPINIÃO: Adelino Mota, Barbosa da Silva, Domingos Peixoto, Gouveia Ferreira, J. Mário Teixeira, José Luís Araújo, Sílvio Sousa, Vítor Pereira. GERÊNCIA: João Fernandes

CAPITAL SOCIAL: 350.000,00 Euros.

DETENTORES DE MAIS DE 5% DO CAPITAL António Jorge Pinto Couto

TÉCNICOS DE VENDAS: comercial@opiniaopublica.pt Maria Fernanda Costa e Sónia Alexandra

PROPRIEDADE E EDITOR: EDITAVE Multimédia, Lda. NIPC 502 575 387

Assim, além da oferta dos eletrodomésticos, a Associação do Voluntariado Hospitalar tem mantido o apoio às mulheres mastectomizadas, no hospital famalicense, com a oferta de próteses mamárias, através do movimento “Vencer e Viver”. A Associação aproveita ainda para agradecer publicamente aos seus voluntários “que, neste período de pandemia, demonstraram o que é ser voluntário mesmo longe dos doentes”.

SEDE, REDACÇÃO E PUBLICIDADE: Rua 8 de Dezembro, 214 Antas S. Tiago - 4760-016 VN de Famalicão

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CIDADE

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Espetáculos decorrem sem público, mas com transmissão em direto no Facebook

Famalicão promove Ciclo de Concertos de Natal online A Câmara Municipal de Famalicão está a promover um Ciclo de Concertos de Natal que conta com um total de oito espetáculos transmitidos em direto nas redes sociais do Município. Para esta fim de semana estão agendados dois concertos. O primeiro, marcado para esta sexta, dia 11, às 19h30, será dedicado aos clássicos de Natal, numa viagem pelos mais belos temas populares natalícios do cancioneiro português. Já no sábado, dia 12, às 11h00, o galego Ariel Ninas e os portugueses Catarina Moura e César Prata interpretam o espetáculo “Do Natal aos Reis”, um concerto temático sobre canções tradicionais da Galiza e Portugal alusivas às celebrações de Natal e das Janeiras. No dia 18, pelas 19h00, há concerto Famart Ensemble, com João Tomás Abreu e Ana Castro na viola, Luís Cruz no violoncelo e Miguel Rocha e Tiago Silva no Violino; e no dia seguinte, dia 19, às 11h00, a iniciativa convida os famalicenses a mergulharem na atmosfera má-

gica da quadra através das canções da Broadway, com o espetáculo “Christmas on Broadway”. O Ciclo de Concertos de Natal prossegue no dia 20, domingo, às 11h00, com um concerto protagonizado por jovens músicos profissionais provenientes da Arteduca Conservatório de Música de Famalicão, num programa eclético que percorrerá diferentes estilos musicais. A iniciativa termina no dia 27, às 11h00, com um concerto a cargo do Grupo Etnográfico Rusga de Joane e com a interpretação de temas do cancioneiro popular minhoto e da região. Refira-se ainda que todos os concertos vão ter lugar na Igreja Matriz Antiga de Famalicão e, ao contrário do que estava inicialmente previsto, não vão contar com a presença de público por recomendação das autoridades de saúde. Os concertos serão transmitidos em direto nas páginas de Facebook do Município de Famalicão e do projeto Famalicão Comunitário.

Eleições decorreram no passado sábado

Avelino Reis eleito presidente dos Bombeiros de Famalicão Avelino Reis foi eleito, no passado sábado, novo presidente da Direção da Associação Humanitárias do Bombeiros Voluntários de Famalicão para o quadriénio 2021/2024. A tomada de posse está marcada para o próximo dia 4 de janeiro. Avelino Reis, que até aqui desempenhava o cargo de presidente da Assembleia Geral da corporação, vai agora liderar a Direção, substituindo João Coelho que presidiu aos destinos dos BV Famalicão nos últimos 30 anos. O empresário de Fradelos foi eleito com 98% dos votos e, em declarações prestadas na página de Facebook da corporação, disse que vai liderar um projeto de continuidade. “Temos um presidente que esteve aqui 30 anos e que deixou obra, e eu gostaria de dar continuidade a essa obra”. Avelino Reis já vinha a manter uma relação de maior proximidade com a corporação, por motivos de saúde do pub

ainda presidente, e conta que foi, precisamente, por solicitação de João Coelho que decidiu abraçar a nova função. Para os próximos quatro anos, o recém-eleito presidente aponta a renovação que é necessário fazer na frota de viaturas dos BV Famalicão, concretamente, “um carro urbano e a renovação de ambulâncias para que tenhamos

um serviço de ainda maior qualidade à população”. Avelino Reis também confia na equipa que o vai acompanhar, quer na Direção, quer na Assembleia Geral (que será presida por João Coelho), quer nos outros órgãos socias da associação humanitária. “São pessoas que já têm anos de ligação entre si e à corporação.” pub


opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

Ana João Rodrigues é investigadora na UMinho

Famalicense recebe bolsa de 2 milhões para desenvolver projeto no campo das neurociências Foi atribuída à investigadora famalicense Ana João Rodrigues, da Escola de Medicina da Universidade do Minho, uma bolsa no valor de dois milhões de euros, provenientes do Concelho Europeu de Investigação (ERC), que visa apoiar o desenvolvimento de projetos no campo das neurociências. Para a investigadora “é um sonho tornado realidade” que agora se realiza “porque tivemos a sorte de estar numa instituição que acredita no nosso trabalho e que nos dá liberdade para desenvolver projetos ambiciosos e um pouco fora da caixa”, sublinha. A proposta da equipa liderada pela neurocientista de Famalicão procura perceber de que forma o cérebro perceciona e codifica o prazer e a aversão. “Tentámos perceber como é que os neurónios no nosso cérebro conseguem perceber se o estímulo é positivo ou é negativo”, explica a investigadora. Ainda sobre esta bolsa Ana João Rodrigues refere que “é, no fundo, o reconhecimento por pares, a nível internacional, da excelência de investigação de uma equipa e isso deixa-me extremamente orgulhosa”. E conclui: “é uma marca de qualidade da investigação científica que qualquer cientista quer alcançar”. Refira-se que as bolsas científicas ERC são as mais prestigiadas e competitivas da Europa. Premeiam projetos individuais cuja seleção é fundamentada no currículo do investigador e na excelência do projeto a executar. As bolsas de consolidação de carreira, como é o caso, são atribuídas a investigadores que tenham entre 7 a 12 anos de experiência, após completarem o doutoramento. Ana João Rodrigues nasceu em Famalicão há 39

Ana João Rodrigues

anos. Licenciada em Biologia Aplicada em 2003, na Universidade do Minho, acabou por concluir doutoramento em Ciências da Saúde, em 2008, na Escola de Medicina da UMinho. Atualmente lidera uma equipa de investigação no ICVS, após larga experiência em laboratórios internacionais de referência nos EUA, Holanda, Itália, Finlândia e Portugal.

CIDADE

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Casos Covid descem, mas concelho mantém-se na zona vermelha Os dados divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), a 30 de novembro, que indicavam uma média de 2.107 infeções por Covid 19 por cada 100 mil habitantes no concelho de Famalicão foram atualizados esta semana, registando-se uma descida do número total de doentes. O novo relatório DGS aponta que nos últimos 14 dias da contagem (entre 19 de novembro e 2 de dezembro) Famalicão registou uma média de 1789 casos por cada 100 mil habitantes. Os dados vêm confirmar aquilo que o presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, disse ao OPINIÃO PÚBLICA a semana passado, ou seja, que, apesar de o número de infeções continuar elevado, havia já uma tendência de diminuição. Apesar desta descida média de 308 casos, o concelho famalicense mantém-se na lista dos concelhos de “risco extremamente elevado” juntamente com os vizinhos: Braga, Barcelos, Guimarães, Santo Tirso, Trofa e Vila do Conde. Conhecendo que serão considerados concelhos de “risco extremamente elevado” todos aqueles que apresentem mais de 960 casos de infeção por cada 100 mil habitantes, Famalicão continua com uma média de doentes quase duas vezes superior a este patamar, apesar do decréscimo recentemente verificado. O concelho continua, assim, abrangido pelas medidas mais restritivas do Estado de Emergência no próximo fim de semana, nomeadamente, a proibição de circular entre concelhos e o recolher obrigatório a partir das 13 horas de sábado e domingo.

AVC Famalicão recolhe brinquedos para crianças de famílias carenciadas

Objetivo é manter os idosos ativos e informados

Câmara lança canal do You Tube dirigido aos seniores

Arrancou esta semana a emissão do novo canal de You Tube do município de Famalicão, intitulado Famalicão Sénior. Especialmente dirigido aos seniores do concelho, o novo canal é uma ferramenta de comunicação que tem como objetivo manter os idosos ativos, informados e próximos da comunidade, especialmente durante este período de confinamento social. A propósito, o presidente da Câmara, Paulo Cunha refere que muitos seniores do concelho, “habituados a uma vida ativa, re-

pleta de exercício, animação, socialização e outras dinâmicas, de repente viram-se, mais isolados e desocupados, com as restrições provocadas pela pandemia”. “É precisamente para evitar esse isolamento e quebrar o sedentarismo que decidimos criar este canal, acessível através da internet, com uma programação constante dedicada ao desporto, à cultura e ao conhecimento”, acrescenta. O canal abriu a sua emissão na segunda-feira, dia 7 de dezembro, pelas 10h00, com a Hora do Des-

porto, um momento dedicado ao exercício físico, com aulas diferenciadas. O programa apresentado por técnicos municipais habilitados de educação física será transmitido em estreia diariamente, pelas 10h00. Entretanto, até ao final do ano, irá arrancar a transmissão da Hora da Cultura às segundas e quartasfeiras, às 17h00. Trata-se de um espaço dedicado a várias abordagens da cultura e do património de Famalicão, como a divulgação de acontecimentos, lendas, histórias do povo e curiosidades. Arrancará ainda a Hora do Conhecimento que será transmitida às terças e quintas-feiras às 11h00. Trata-se de um espaço multidisciplinar com a apresentação de vários conteúdos, debates e conferências, abordando a nutrição, a psicologia, etc. Refira-se que toda a programação transmitida pode ainda ser acompanhada através das redes sociais do município, nomeadamente através do facebook do Famalicão Desportivo e do Famalicão Comunitário.

O Atlético Voleibol Clube (AVC) de Famalicão está a realizar uma ação solidária que consiste na recolha de brinquedos para oferecer, neste Natal, às crianças de famílias carenciadas. “Queremos que este seja um Natal melhor para essas crianças e por isso lançamos também o apelo a todas as equipas do voleibol nacional, feminino e masculino, que visitem Famalicão, para que se juntem a nós nesta iniciativa”, refere o clube, em nota publicada na sua página de Facebook. As equipas são, assim, convidadas a fazer a recolha de brinquedos nos seus clubes e, depois, os façam chegar ao AVC até ao dia 23 de dezembro. Todos os brinquedos recolhidos serão entregues pelo AVC na Cabana Solidária do Município de Famalicão, instalada na Praça D. Maria II, no centro da cidade, na manhã do dia 24 de dezembro. “Juntem-se a nós neste ato de solidariedade e ajudemnos a espalhar a magia do Natal por aqueles que mais precisam, despertando os sorrisos das nossas crianças”, apela o clube famalicense.


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CIDADE

opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

Brigada Móvel de Apoio Geriátrico é uma das novidades do Plano de Atividades

Engenho vai reforçar apoio social à comunidade em 2021

A Engenho - Associação e Desenvolvimento Local do Vale do Este aprovou, esta semana, o seu Plano de Atividades e um Orçamento que ronda os dois milhões de euros, para 2021, informou a instituição, em nota à imprensa. Os documentos não esquecem a pandemia e, consequentemente, a crise sanitária, económica, social por ela provocada. “Mais do que nunca, temos de ser resilientes, determinados e solidários na prevenção e no combate desta crise que nos assola, fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para assegurar o funcionamento da Engenho, com todas as suas respostas sociais e serviços” afirmou Manuel Augusto de Araújo, presidente da direção. Este responsável insiste na “prática de responsabilidade individual e coletiva tendo em vista a prevenção e a segurança dos colaboradores, utentes, familiares e comunidade no combate da pandemia, com um olhar atento às pessoas e grupos mais vulneráveis.” No decorrer do próximo ano, a Engenho irá colocar em funcionamento, dentro das condições possíveis, a Brigada Móvel de Apoio Geriátrico, na sequência da aprovação da candidatura ao Prémio BPI “la Caixa”. Por outro lado, dará início às obras de re-

qualificação do Centro de Apoio Comunitário, na resposta social Centro de Dia e espaços conexos, caso seja aprovada a candidatura apresentada ao Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais. No que se refere ao orçamento, prevêem-se rendimentos e gastos na ordem dos dois milhões de euros. A instituição ressalva, contudo, que, caso necessário e por força das circunstâncias, poder-se-á recorrer durante o ano a um orçamento retificativo. Acresce que 65% dos gastos são para fazer face aos encargos salariais dos quase 90 colaboradores da Engenho. A Direção da instituição reivindica “um aumento significativo” nos valores contratualizados com o Governo no próximo Compromisso de Cooperação. Explica a Engenho que o atual valor das comparticipações por parte do Governo, acrescido das comparticipações dos utentes, cada vez mais empobrecidos, ficarem aquém dos valores dos custos reais das várias respostas sociais e serviços, situação que, infelizmente, agravar-se-á”. Aprovado que foi pela Direção, o Plano de Atividades e Orçamento para 2021 será apreciado em sede de Assembleia Geral quando as condições epidemiológicas o permitirem.

Entre Fradelos e Balazar

Deputados do PSD defendem construção de um novo nó na A7 Vários deputados do PSD, entre eles o famalicense Jorge Paulo Oliveira, mas também Afonso Oliveira, Carlos Reis e Carla Barros, reivindicaram esta semana um nó na A7 entre Fradelos e Balasar. “A necessidade de construção de um nó na auto estrada A7 (Vila do Conde – Famalicão) de modo a permitir a ligação ao novo santuário da Beata Alexandrina e às empresas da região envolvente, designadamente nas freguesias de Fradelos, Balasar, S. Pedro de Rates, Macieira de Rates, Negreiros e Chavão, reúne um amplo consenso nas populações, autarcas, empresas e instituições dos municípios de e Famalicão, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Barcelos”, começam por referir os deputados social democratas na interpelação dirigida ao ministro das Infraestruturas e Habitação. Os deputados salientam que a criação daquela saída na zona de Fradelos e Balasar “decididamente ajudaria a escoar o trânsito, fator essencial para o sucesso empresarial local, mas também facilitaria enormemente o acesso dos fiéis ao novo santuário”, dada a saturação em que se encontra a atual Estrada Nacional 206.

Jorge Paulo Oliveira é um dos subscritores da interpelação dirigida à tutela

Os parlamentares do PSD lembram ao ministro Pedro Nuno Santos que, já em 2005, “haviam alertado que a não construção deste nó agravaria o problema das acessibilidades de Balasar” e que “o tempo veio a dar razão a todos aqueles que consideravam uma decisão menos acertada, colocar dois nós separados por uma curta distância e depois um longo per-

curso de dezenas de quilómetros sem entradas e saídas”. Os deputados do PSD afirmam que a concessionária já elaborou os estudos de tráfego e está a desenvolver o projeto de execução do referido novo nó de acesso, pelo que querem saber “quando prevê o Governo, o avanço desta obra que se assume importante e vital para esta região”.

Adro de Sezures vai ser requalificado no próximo ano “O novo adro da igreja de Sezures será uma realidade durante o próximo ano”, garantiu presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, durante a visita de trabalho à União das Freguesias de Arnoso Santa Maria, Arnoso Santa Eulália e Sezures, realizada a semana passada. “O projeto para as obras de renovação deste espaço nobre da freguesia está já em fase de conclusão, iniciando-se brevemente o processo para a realização da empreitada”, explicou o autarca. Acompanhado pelo vereador das freguesias, Mário Passos, e pelo presidente da junta da União das Freguesias, Jorge Amaral, Paulo Cunha percorreu vários espaços das três localidades, situadas no Vale do Este. Um dos espaços que mereceu a atenção da comitiva foi a sede da junta de freguesia, que está a beneficiar de um conjunto de obras de melhoramento, que contam com um apoio da Câmara municipal de 42 mil euros. As obras na rede viária também mereceram análise, concretamente, a ligação ao concelho de Braga, tendo sido recentemente aprovada a transferência de 85 mil euros para a segunda fase da requalificação da rua dos Moinhos, Rua António Gomes Oliveira, Rua da Resistência e Rua do Folão, na União das Freguesias. Na primeira fase, a Câmara tinha já investido nesta intervenção 40 mil euros. Entretanto, Paulo Cunha garantiu também o arranque das obras na zona envolvente ao adro da igreja e da residência paroquial de Arnoso Santa Maria.


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FREGUESIAS

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As vítimas eram as filhas, abusador está em prisão preventiva

Homem residente em Cruz acusado de 452 crimes de abuso sexual e violação O Ministério Público (MP) acusou um homem de 44 anos, da freguesia de Cruz, de 452 crimes de abuso sexual e violação, sendo as vítimas as duas filhas, segundo despacho a que a Agência Lusa teve acesso. O arguido, soldador de profissão, é ainda acusado de um crime de violência doméstica sobre a mulher. Segundo o MP, a principal vítima dos abusos sexuais foi a filha mais velha do casal. Os abusos terão começado quando tinha 13 anos, altura em que o pai lhe terá dito que a ia “preparar para o futuro”, lê-se na acusação. E só pararam quando a filha, aos 21 anos, contou a uma amiga o que se estava a passar e avançou com uma denúncia na Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV). Os abusos eram perpetrados quase sempre na residência da família, mas também aconteceram num monte próximo da habitação. À medida que a filha se ia aproximando da maioridade, o arguido terá começado a intensificar o controlo sobre a mesma, opondo-

se até que tivesse um relacionamento de namoro. Posteriormente, quando a filha começou a namorar, só a deixava ir ter com o namorado se antes mantivesse relações sexuais com ele. Sempre, acrescenta a acusação, sob ameaças, designadamente de morte. Os abusos sexuais ocorreriam praticamente todas as semanas e pela sua atuação em relação à filha mais velha, o arguido está acusado de 52 crimes de abuso sexual de criança agravado, 208 crimes de abuso sexual de menor dependente agravado e 191 crimes de violação agravada. O homem vai ainda responder por um outro crime de abuso sexual agravado, sendo a vítima a filha mais nova, numa altura em que tinha 13 anos. O MP acusa também o arguido de violência doméstica sobre a mulher. A acusação diz que, desde o casamento, sempre procurou controlar o dia-a-dia da vítima, impedindo-a de usar certas roupas e de se relacionar com ou-

tras pessoas. Também lhe impunha práticas sexuais que ela não desejava, injuriava-a e agredia-a com empurrões e bofetadas. A ví-

tima chegou a sair de casa com as acusação. filhas, mas regressou no dia seO arguido foi detido em junho guinte, “por não ter trabalho nem último pela Polícia Judiciária e forma de sustento”, acrescenta a está em prisão preventiva. pub


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FREGUESIAS

opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

Padre e freiras do Convento de Requião vão responder por crimes de escravidão O Tribunal de Guimarães decidiu, a semana passada, levar a julgamento o padre Joaquim Milheiros e três freiras no âmbito de um processo de escravidão e maus-tratos na Fraternidade Missionária Cristo Jovem, de Requião. O juiz de instrução criminal decidiu levar também a julgamento o Centro Social de Apoio e Orientação que tutela o convento e é representado por um padre nomeado pela diocese de Braga. Os arguidos estão acusados pelo Ministério Publico (MP) de nove crimes de escravidão, tendo, segundo a acusação, agredido e humilharam jovens mulheres que eram acolhidas no convento de Requião durante 30 anos. "Os arguidos tinham como alvo, jovens de raízes humildes, com poucas qualificações ou emocionalmente fragilizadas e com pretensão a integrarem uma comunidade espiritual de raiz católica, piedosas e tementes a Deus", defendeu o MP na acusação lavrada já em 2019. O caso ficou conhecido em 2015, quando a Polícia Judiciária fez buscas no convento, por suspeita de agressões físicas, injúrias, negação de cuidados médicos e castigos. A denúncia partiu de três noviças que abandonaram o convento. Na altura, três freiras e o padre que dirigia a instituição foram detidos e constituídos arguidos. Agora, vão responder perante o tribunal.

Projeto de reabilitação do atual edifício foi apresentado no domingo

Pedome vai ter uma “nova” Casa Mortuária em 2021

Obra deverá começar em fevereiro do próximo ano

A reabilitação da Casa Mortuária de Pedome deverá arrancar em fevereiro de 2021 e ficar concluída nesse mesmo ano. No passado domingo, no salão paroquial da freguesia, foi apresentado o projeto, que vai implicar uma reforma profunda do atual edifício e também do seu espaço envolvente. A obra está orçada em cerca de 100 mil euros e é comparticipada pela Câmara de Famalicão.

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Como explicou a arquiteta responsável pelo projeto, a atual Casa Mortuária tem graves problemas de circulação e de acessibilidade para pessoas idosas ou com mobilidade reduzida, além de apresentar já um avançado estado de degradação. Nesse sentido, a intervenção será “bastante profunda” por forma a resolver esses problemas, sendo que o interior

vai receber novos revestimentos e pavimentos. Haverá também novas instalações sanitárias, que ficarão à mesma cota da capela, o que não acontece atualmente. A zona exterior também será alvo de um arranjo urbanístico. “Temos um adro e um salão paroquial bonitos e a capela mortuária destoava neste conjunto”, referiu ao OPINIÃO PÚBLICA o presidente da Junta de Pedome, José Luís Alves, que aproveitou para agradecer à Câmara Municipal “este investimento, que vai dar resposta a uma das grandes necessidades da freguesia”. O edil famalicense, Paulo Cunha, esteve presente na apresentação pública do projeto e sublinhou a importância da obra para os cidadãos e as famílias. “O espaço onde nos despedimos dos nossos ente-queridos tem que ser um espaço que tenha dignidade e conforto. Percebemos que, em Pedome, essas condições não estão reunidas e, por isso, decidimos avançar com este investimento”. Refira-se que além da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, a intervenção tem também a parceria da paróquia de Pedome, através do seu Conselho Económico. C.A. pub


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FREGUESIAS

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Nova valência localiza-se em Joane

ACIP inaugura espaço dedicado à saúde de jovens e crianças com deficiência A ACIP - Cooperativa de Intervenção Psicossocial, instituição de Joane de apoio à deficiência, inaugurou na quinta-feira da semana passada uma nova valência. A ACIP Saúde é um espaço destinado a crianças e jovens, que envolve várias áreas terapêuticas e que pretende potenciar e aumentar o nível funcional e de qualidade de vida daqueles utentes. A ACIP escolheu o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência para abrir a nova valência, que implicou um investimento de 170 mil euros e que, segundo o presidente da ins-

tituição, Francisco Lima, está dotada “com o mais moderno equipamento e a mais alta tecnologia, com um leque de serviços inovadores e com profissionais especializados em diversas áreas de intervenção”. São elas: Psicologia, Terapia da Fala, Terapia Ocupacional, Integração Sensorial, Neurofeedback, Equitação Terapêutica, Pedopsiquiatria e Psiquiatria. O presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, participou na cerimónia inaugural e realçou que a ACIP “tem ganho protagonismo e dimensão, fruto do seu trabalho, dedicação, competência e

acima de tudo da qualidade dos seus projetos”. Felicitou ainda instituição por abraçar agora a área da saúde. “É sinal de que estais maduros, estais muito bem colocados e bem consciencializados acerca das necessidades destas pessoas”, afirmou o edil, para quem “a deficiência deve se tratada de uma forma integral”. A cerimónia contou ainda com a presença do presidente da Junta de Joane, António Oliveira, que manifestou o seu regozijo por ter uma instituição com as características da ACIP na sua freguesia. C.A. pub

Agrupamento de Pedome recolheu alimentos para os mais carenciados

Durante as últimas semanas de novembro, o Agrupamento de Escolas de Pedome, com a colaboração da comunidade educativa, procedeu à recolha de bens alimentares para serem doados à associação de solidariedade HumanitAve. Em nota à imprensa, a direção do Agrupamento, nota que “a escola é um local onde se aprende com a partilha de saberes e se aprende a partilhar”. “Não se ensina, apenas na teoria, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, mas envolve-se toda uma comunidade para que estes sejam uma realidade”, refere ainda o mesmo Agrupamento, salientando que este foi o espírito que esteve na base desta colaboração com a Humanitave.

Junta de Ruivães e Novais lança campanha para apoiar comércio local “Neste Natal temos uma prenda para si!”. É este o mote de uma campanha dinamizada pela Junta da União de Freguesia de Ruivães e Novais para apoiar o comércio tradicional local. Assim, quem fizer compras no comércio tradicional local de Ruivães e Novais, pode preencher um cupão «para ficar habilitado a ganhar 250, 125 ou 75 euros em compras nos estabelecimentos aderentes A campanha já está no terreno e decorre até 5 de janeiro.


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opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

Joaquim da Silva Rodrigues, no dia 7 de dezembro, com 74 anos, casado com Maria Gomes Pereira, de Cunha (Braga). Teresa de Jesus Fernandes Martins, no dia 6 de dezembro, com 91 anos, viúva de José Maria Macedo Barbosa, de Tebosa (Braga). Zacarias Pimenta Saganha, no dia 6 de dezembro, com 74 anos, casado com Ana Maria Pinto Saganha, de Tadim (Braga). Laurinda de Oliveira Moreira, no dia 6 de dezembro, com 85 anos, casada com Domingos Carvalho Gomes, de Tebosa (Braga).

Clarinda Ferreira da Cruz, no dia 24 de novembro, com 85 anos, viúva de António Monteiro, de Santiago de Bougado (Trofa). Maria Rosa Carneiro, no dia 26 de novembro, com 94 anos, viúva de António Ferreira Monteiro, da Agrela (Santo Tirso). Alice Rodrigues Ferreira, no dia 26 de novembro, com 92 anos, viúva de António Rodrigues da Silva, de Lousado. Rosa Barbosa Correia, no dia 27 de novembro, com 78 anos, casada com Francisco Fernandes Rosas, de Ribeirão.

Maria Cândida Carvalho Palhares, no dia 5 de dezembro, com 83 anos, viúva de António Joaquim Gomes da Costa Pinto, de Lemenhe.

Joaquim Ferreira de Oliveira, no dia 27 de novembro, com 50 anos, solteiro, de Ribeirão.

Domingos da Costa e Sá, no dia 3 de dezembro, com 96 anos, solteiro, de Priscos (Braga).

Cândida Azevedo Ribeiro, no dia 30 de novembro, com 82 anos, viúva de António Ferreira da Costa, de Ribeirão.

Agência Funerária Arnoso - José Daniel Pereira Arnoso Santa Eulália - Telf. 91 724 67 03

Ricardo Rodrigues Costa, no dia 2 de dezembro, com 86 anos, viúvo de Eva da Silva Reis, de Ribeirão.

José Rodrigo Barbosa Torrinha, no dia 5 de dezembro, com 88 anos, casado com Ana Maria Machado Oliveira da Costa Torrinha, de Vila Nova de Famalicão. Amália Maria Monroy Zamith Passos, no dia 8 de dezembro, com 84 anos, solteira, de Vila Nova de Famalicão. Maria Rosário dos Santos Furet Esteves Pereira, no dia 8 de dezembro, com 92 anos, viúva de Luís Artur Esteves Pereira, de Mouquim. Maria Ana Monteiro de Magalhães, no dia 9 de dezembro, com 101 anos, de Vermoim. Agência Funerária Rodrigo Silva, Lda Vila Nova de Famalicão – Tel.: 252 323 176

Falecimentos

José António da Costa Moreira, no dia 23 de novembro, com 64 anos, de Lousado.

Clarinda Carneiro Pontes, no dia 4 de dezembro, com 76 anos, viúva de Manuel Matias da Silva, de Ribeirão. Cândida da Costa Santos, no dia 4 de dezembro, com 84 anos, viúva de José da Cunha, de Ribeirão. Carlos Alberto Faria Gomes, no dia 5 de dezembro, com 59 anos, casado com Maria de Lurdes da Silva Ramos, de Ribeirão. Funerária Ribeirense Paiva & Irmão Lda Ribeirão – Telf. 252 491 433

Alberto da Silva Fernandes, no dia 30 de novembro, com 78 anos, casado com Maria Odete Ferreira Fernandes, de Lousado. Agência Funerária Guimarães Sousa Lousado– Tel.: 911 124 387

António Rodrigues Fernandes, no dia 1 de dezembro, com 73 anos, casado com Maria da Conceição da Costa Azevedo, de Vermoim. Maria de Lurdes de Pinho Ferreira, no dia 1 de dezembro, com 82 anos, viúva de António Barros Pinheiro, de Areias (Santo Tirso). António Alves da Silva, no dia 1 de dezembro, com 65 anos, casado com Emília da Costa Dinis da Silva, de Avidos. Luís Gilberto Meneses de Macedo, no dia 1 de dezembro, com 69 anos, casado com Maria dos Anjos Saldanha Pimenta, da Carreira. Maria Rosa Pereira do Rego, no dia 2 de dezembro, com 96 anos, viúva de Manuel Faria de Oliveira, de Avidos. Alcino Freitas Machado, no dia 2 de dezembro, com 54 anos, solteiro, de Requião. Carolina de Jesus Nogueira, no dia 3 de dezembro, com 89 anos, viúva de Manuel Pereira da Silva, de Ruivães. Albino Moreira Gomes, no dia 4 de dezembro, com 84 anos, casado com Maria Alice Lima da Silva, de Seide S. Paio. Maria Gonçalves de Oliveira, no dia 5 de dezembro, com 88 anos, casada com Augusto Ferreira Rios, de Bairro. Maria da Conceição, no dia 5 de dezembro, com 97 anos, viúva de Carlos Alberto Azevedo, de Vila Nova de Famalicão. Manuel Silva Ferreira, no dia 6 de dezembro, com 86 anos, casado com Maria Fernanda Alves dos Santos, de Calendário. Julieta Lança Martins Nunes, no dia 6 de dezembro, com 67 anos, casada com Gilberto Gonçalves Nunes, de Brufe. Maria da Silva Carneiro, no dia 8 de dezembro, com 82 anos, casada com João dos Santos Machado, de Sequeirô (Santo Tirso). Ana Pinto da Costa, no dia 8 de dezembro, com 85 anos, viúva de Narciso Miranda Ferreira, de Calendário. Manuel da Costa Carneiro, no dia 9 de dezembro, com 83 anos, viúvo de Maria José Pereira dos Santos, de Santiago de Bougado (Trofa). Fernando Carvalho de Figueiredo, no dia 8 de dezembro, com 89 anos, viúvo de Maria Virgínia Campos da Silva Valinhas, de Antas S. Tiago. José Correia, no dia 8 de dezembro, com 86 anos, viúvo de Maria da Assunção Roriz Reis, de Areias (Santo Tirso). Agência Funerária da Lagoa Lagoa – Telf. 252 321 594

Manuel da Conceição Magalhães de Almeida, no dia 4 de dezembro, com 74 anos, casado com Maria Lúcia Martins Pinheiro de Almeida, de S. Miguel do Couto (Santo Tirso). Arminda Ferreira Monteiro, no dia 5 de dezembro, com 88 anos, viúva de Joaquim de Araújo Campos, de Bairro. Arminda de Jesus dos Santos Machado, no dia 6 de dezembro, com 72 anos, viúva de Manuel de Azevedo Melo, de Rebordões (Santo Tirso). Maria Fernanda Faria Fernandes, “Irmã Maria Filipe”, no dia 6 de dezembro, com 96 anos, de Roriz (Santo Tirso). Maria Manuela Moreira da Silva, no dia 6 de dezembro, com 63 anos, casada com José Araújo Machado, de Lordelo (Guimarães). Abraão Alves Ferreira da Silva, no dia 27 de novembro (faleceu em França), com 73 anos, de Santo Tirso. Alda Inácia Silva Nicolau, no dia 8 de dezembro, com 74 anos, casada com António da Silva Costa, de Burgães (Santo Tirso). Agência Funerária de Burgães Sede.: Burgães / Filial.: Delães Telf. 252 852 325

Joaquim José de Abreu, no dia 3 de dezembro, com 91 anos, viúvo de Maria de Jesus Nunes Guimarães, de Guardizela (Guimarães). António Ferreira de Abreu Lima, no dia 4 de dezembro, com 85 anos, viúvo de Maria Glória Ferreira, de Moreira de Cónegos (Guimarães). José Rocha Freitas, no dia 4 de dezembro, com 75 anos, casado com Rosa Pereira Mendes, de Serzedelo (Guimarães). Balbina de Oliveira Pereira, no dia 6 de dezembro, com 79 anos, casada com Arlindo de Sousa Pereira, de Moreira de Cónegos (Guimarães). João Pereira, no dia 5 de dezembro, com 89 anos, viúvo de Maria Beatriz Dinis, de Oliveira Santa Maria. Maria da Silva Pereira, no dia 6 de dezembro, com 86 anos, solteira, de Gandarela (Guimarães). Miquelina Alves da Cruz, no dia 7 de dezembro, com 89 anos, viúva de Joaquim Marques das Neves, de Moreira de Cónegos (Guimarães). Joaquina Celeste Fernandes de Abreu, no dia 7 de dezembro, com 80 anos, casada com António Abreu Rodrigues, de Mogege. Emília Mendes Marinho, no dia 8 de dezembro, com 92 anos, viúva de José Pereira, de Pedome.

Dr. António Joaquim Guimarães Martins, no dia 8 de dezembro, com 65 anos, casado com Maria da Silva Martins, de Calendário.

Armindo da Silva Alves, no dia 8 de dezembro, com 70 anos, casado com Rosa Silva Faria, de Gandarela (Guimarães).

Euclides da Silva Ribeiro, no dia 6 de dezembro, com 63 anos, casado com Maria Lucinda Ferreira Teixeira Ribeiro, de Calendário.

Agência Funerária Carneiro & Gomes Oliveira S. Mateus – Telm. 91 755 32 05

Branca da Purificação da Silva Torres, no dia 5 de dezembro, com 89 anos, casada com José Pereira da Silva, de Calendário.

Avelino de Azevedo Silva, no dia 5 de dezembro, com 77 anos, de Telhado.

Agência Funerária do Calendário Calendário – Tel.: 252 377 207

Agência Funerária das Quintães Vale S. Cosme – Tel.: 252 911 290


opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

FREGUESIAS

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Até aqui, nunca tinha sido vista em Portugal

Borboleta “que come bolos” encontrada nas Pateiras do Ave É vulgarmente conhecida como O estudo que está a ser de“borboleta que come bolos” e é senvolvido nas Pateiras do Ave, uma espécie que nunca tinha tem a coordenação científica de sido avistada em Portugal, até João Nunes, um jovem de 21 recentemente ser encontrada anos que o município de Famanas Pateiras do Ave, uma zona licão contratou e tem já várias de Paisagem Protegida Local publicações sobre este tema. (PPL), que está a ser criada nas “Os resultados do primeiro freguesias de Fradelos, Ribeirão ano de trabalho revelaram-se e Vilarinho das Cambas. surpreendentes. Foram identifiA semana passada, os rescadas 250 espécies com vários ponsáveis deste projeto, que registos importantes não só está a ser desenvolvido pela Câpara a interpretação do local em mara de Famalicão em parceria estudo, mas também para o cocom a Associação pateiras do nhecimento da biodiversidade Ave e as comunidades locais, fido nosso país”, referem os reszeram o balanço do primeiro ponsáveis na página de Faceano de monitorização às borbobook do projeto das Pateiras do letas noturnas que ali existem e Ave. anunciaram “resultados surAcrescentam ainda que “dupreendentes”. rante este primeiro ano de moA novidade é a Apomyelois nitorização foram identificadas bistriatella, uma borboleta pevárias borboletas pouco coquena da família Pyralidae, com muns e uma espécie que nunca apenas 20 milímetros de envertinha sido vista em Portugal”, gadura, com uma ampla distrineste caso a Apomyelois bistriabuição pelo norte da Europa e já tella. tinha sido registada para a PeRefira-se que área de internínsula Ibérica em 2016, mas venção do projeto corresponde que até julho deste ano nunca ao território das três freguesias tinha sido vista em Portugal. Ao envolvidas, que representa contrário da maior parte das 3.539 hectares, dos quais 1.500 borboletas que se alimentam de bistriatella alimenta-se de um a forma de uma broa e que é daí ser apelidada de borboleta correspondem a área de Paisatecidos vegetais, a Apomyelois fungo muito particular que tem chamado Bolo-do-rei-Alfredo, que come bolos. gem Protegida Local. pub

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Equipa famalicense tira dois pontos ao líder

João Pedro Sousa renova com o FC Famalicão até 2022

FC Famalicão

Famalicão empata Sporting

2-2 Estádio Municipal de Famalicão Árbitro: Luís Godinho (AF Évora) Aux: Rui Teixeira, Valter Rufo VAR/AVAR: Artur Soares Dias, Rui Licínio

FC Famalicão Sporting CP Luiz Júnior Edwin Herrera Riccieli (Patrick William 83′) Babic Gil Dias Gustavo Assunção Joaquín Pereyra (João Neto 60′) Bruno Jordão (Jhonata Robert 83′) Fernando Valenzuela Campana (Trotta 60′) Rúben Lameiras (João Neto 60′)

Adán Neto Coates Feddal Porro Palhinha João Mário (M. Nunes 82’) Antunes (Borja 82′) Pedro Gonçalves Sporar (Tiago Tomás 63′) Nuno Santos (Tabata 72′)

Treinadores João Pedro Sousa

Rúben Amorim

Golos: Pedro Gonçalves (37′); Gustavo Assunção (43′); Pedro Porro (45+3′) e Jhonata Robert (89′) . Cartões Amarelos: Campana (8′); Pedro Gonçalves (22′ e 80′); Joaquín Pereyra (45+2′); Riccieli (45′); Gustavo Assunção (68′); Babic (73′); Jhonata Robert (83′); Palhinha (87′) e Feddal (90+2′)

José Carlos Fernandes O Sporting, deixou ficar dois pontos em Famalicão, mas a forma como joga e jogou, confirma que estamos perante uma equipa que cresce dia

para dia e confirma ser uma séria candidata ao título. Frente a um Famalicão há procura dos níveis da época passada, os leões foram mais fortes e foram quem abriu o ativo, com um grande golo de Pedro Gonçalves, o ex-famalicense rematou colocado, sem hipóteses de defesa de Luiz Júnior. O Sporting estava melhor no jogo, mas o erro de Adan, permitiu que o Famalicão empatasse, Gustavo Assunção correspondeu a um livre da esquerda e a saída completamente falhada do espanhol, permitiu a igualdade. O jogo estava agitado, pese embora o Sporting bem melhor, Pedro Porro, já para lá do minuto 45, e num livre soberbamente marcado, colocou novamente o Sporting na frente do marcador. A formação leonina saía justamente em vantagem para o intervalo. Na segunda parte João Pedro Sousa acabou por acertar quando mexeu na equipa – João Neto, 17 anos, uma pérola este miúdo, contudo o Famalicão só entrou no jogo num período quase de desespero, que deu para chegar ao empate e ao mesmo tempo camuflar possíveis críticas. Em cima dos 90, período em que o Sporting já estava reduzido a 10 com a expulsão de Pedro Gonçalves, surgiu o 2-2: Uma vez mais de bola parada, livre magistral de Jhonata Robert, desta vez Adan, nada

podia fazer. Pouco depois aconteceu um lance polémico na área Famalicense Coates saltou com Luiz Júnior e marcou de cabeça. Golo que veio a ser anulado. O VAR alertou o juiz Luís Godinho que acabou por anular o golo. O empate agradou mais aos Famalicenses, João Pedro sousa acabou por dizer que também aceitava a vitória do Sporting, mas mesmo assim referiu que ficou satisfeito com o empate e com a reação da equipa, frente ao líder do campeonato.

O Futebol Clube (FC) de Famalicão anunciou, a semana passada, a renovação do contrato com o treinador João Pedro Sousa até 2022. As duas partes chegaram a acordo para estender a ligação iniciada em junho de 2019, no início de uma temporada que viria a terminar com a melhor classificação de sempre do clube no escalão máximo do futebol português. “A renovação do treinador implica prolongar a confiança, a estabilidade e o acreditar na equipa técnica. Queremos continuar a crescer, num caminho de estabilidade, num caminho de potenciar os jogadores e no acreditar numa forma de jogar que é uma bandeira muito clara para nós", referiu o presidente da SAD do FC de Famalicão, Miguel Ribeiro. Já o treinador João Pedro Sousa não disfarçou a alegria pelo facto de a SAD famalicense ter avançado para o prolongamento do vínculo contratual, considerando que “é um orgulho esta renovação”. “Manifesto o meu espanto pela coragem do presidente, que há uns meses viu que eu era a pessoa indicada para um projeto ambicioso e que reparou num treinador adjunto que estava lá longe, que não entra em entrevistas nem em colóquios. Só uma pessoa em Portugal era capaz de apostar num treinador deste perfil e esta pessoa foi o presidente Miguel Ribeiro, a quem agradeço a confiança", afirmou o técnico.

Tiago Cunha é o novo técnico da AD Oliveirense

Tiago Cunha (ex-Selecionador da AF Braga) é o treinador escolhido para liderar a Associação Desportiva Oliveirense. Tiago Cunha tem 38 anos, é professor e mestre em Educação Física e Desporto e possui experiência nos campeonatos da Associação Futebol de Braga, onde já obteve duas subidas de divisão e uma final da Taça. Conta no seu currículo com passagens por clubes como o GD Joane, Pevidém SC, Bairro FC, Ruivanense AC e na formação do FC Famalicão. Será coadjuvado por Eduardo Silva (preparador físico), Joel Correia (treinador GR) e Nuno Faria (adjunto/observador) pub


opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

FAC regressa às vitórias frente ao HC Braga

DESPORTO

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FC Famalicão reforça combate à propagação da Covid 19

Novos equipamentos garantem mais segurança nos espaços do clube Paulo Couto

O Famalicense Atlético Clube (FAC) conquistou os três pontos, na visita ao HC Braga, em jogo da 13ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª divisão, disputado não Pavilhão das Goladas. Num jogo com alguma expetativa, considerando as respetivas prestações no campeonato, foi o FAC a assumir o domínio da partida e a adiantar-se no marcador logo aos cinco minutos, por Hugo Costa. Numa primeira parte sem mais desequilíbrios o resultado mantevese até ao intervalo. Já na segunda parte foram mais as incidências e o HC Braga empatou por Miguel Moura após um período em que o FAC esteve em inferioridade numérica, mas a vantagem foi reposta poucos minutos depois, numa finalização de Renato Castanheira. A equipa da casa dispôs de um livre direto e mais um período de dois minutos em superioridade que não concretizou e Juan Lopez, de livre direto a penalizar a 10ª falta do adversário, marcou o 1-3. Hugo Costa, bisou e consolidou a vantagem a onze minutos do fim do encontro. O 1-4 deu tranquilidade ao FAC que poderia ter marcado mais vezes. Já perto do final, de livre direto, o Braga reduziu por Ângelo Fernandes para o placard final de 2-4, mas o vencedor estava encontrado. O FAC ocupa agora a 10ª posição com nove pontos. Esta foi a última jornada da primeira volta e a segunda volta só se inicia a 9 de janeiro, em Barcelos. Entretanto, no próximo sábado o FAC recebe o HC Turquel às 11 horas, jogo em atraso da 12ª jornada.

RAHC vence nas Tílias e deixa o fundo da tabela

O Futebol Clube de Famalicão tem agora novos equipamentos de combate à propagação da Covid. Uma parceria celebrada com a empresa famalicense MTEX NS levou à instalação de purificadores de ar para salas e pavilhões, dispensadores automáticos e um equipamento de desinfeção de vestuário e objetos, que constitui a maior inovação. “Já temos algumas instalações significativas em Espanha, como colégios ou o Museu Guggenheim e como decidimos entrar na área do desporto nada melhor do que a nossa parceria com o Futebol Clube de Famalicão, de quem somos vizinhos”, referiu Elói Ferreira, diretor executivo da MTEX NS. Os equipamentos agora disponíveis estão já certificados e resultam de uma adaptação empresa que habitualmente produz soluções de tecnologia de impressão digital a um novo mercado. São importantes “pela segurança e proteção que dão aos nossos profissionais, aos jovens do clube que aqui praticam desporto ou a quem nos visita”, sublinhou o presidente da SAD do clube, Miguel Ribeiro acrescentando que estes equipamentos

O equipamento de desinfeção de vestuário e objetos constitui a maior inovação

“são transversais a todo o universo do Famalicão. Estão nos escritórios do clube, no estádio e na Academia” e aqui foram especialmente bem recebidos: “Os pais e os jovens atletas, meninos e meninas, que frequentam o espaço sentem-se agora mais seguros e tranquilos”, avançou Ricardo Costa, vice-presidente do FC de Famalicão. A parceria entre o clube e a

empresa famalicense é um exemplo das possibilidades de colaboração entre entidades destintas: “É um dia marcante para o concelho e um exemplo para o país e para o Mundo daquilo que é uma colaboração proveitosa entre uma empresa com inovação tecnológica e um clube que está na linha da frente”, elogiou o vereador da Economia e Inovação da Câmara Famalicão, Augusto Lima.

Badminton: atletas do FAC em grande nos campeonatos nacionais

O Riba D’Ave Hóquei Clube (RAHC) recebeu, no passado domingo no Pavilhão das Tílias, o SC Tomar e venceu por 4-3, em jogo referente à 13ª jornada do Campeonato Nacional. Apesar do equilíbrio que marcou o início do jogo foram os visitantes a inaugurar o marcador logo aos nove minutos por Alexandre Marques (Xanoca), o mesmo jogador que quatro minutos depois aumentava a vantagem 2-0 na sequência de uma jogada de contra-ataque. A reação já encetada pelo RAHC deu frutos no minuto seguinte por intermédio Facundo Bridge que repunha a diferença mínima e fazia o resultado com que se chegou ao intervalo A equipa da casa entrou melhor no segundo tempo e igualou aos nove minutos. A partida manteve-se igualada até ao minuto vinte e um quando Nuno Pereira (Miccoli) marcou para a reviravolta no marcador. Já sobre o cair do pano Dinis Abreu, num livre direto, consolidava a vantagem dos ribadavenses em 4-2, mas uma derradeira jogada do Tomar, concretizada por Filipe Almeida, fez o marcador final de 4-3. O RAHC regressou assim às vitórias e soma agora nove pontos igualando, à condição, o HC de Braga e o Famalicense Atlético Clube. Na próxima jornada, que será a primeira de 2021, os minhotos recebem a AD Sanjoanense.

Sónia Gonçalves, campeã nacional; Adriana Gonçalves, vice-campeã; e Tiago Araújo, campeão nacional categoria C. Este é o resumo dos feitos conseguidos pelos atletas de badminton do Famalicense Atlético Clube, nas Caldas da Rainha, no passado fim de semana. Sónia Gonçalves, Adriana Gonçalves e Tiago Araújo, sagraram-se campeões nacionais no Centro de Alto Rendimento (CAR) das Caldas da Rainha, que recebeu a prova máxima da modalidade e teve a presença de dez atletas do Famalicense Atlético Clube. Na categoria principal, a absoluta, Sónia Gonçalves venceu, pela quarta vez, o título de campeã nacional. Defendia o título e era apontada como

favorita e apenas na final sentiu oposição, pela irmã Adriana Gonçalves, que atingiu pela primeira vez a grande final. Na categoria C, Tiago Araújo, que na temporada passada estava na categoria inferior, foi imperial e sagrou-se campeão nacional em singulares, vencendo na final André R. Pito (NS Tires), por 21- 11 1921 21-19, e fez par com João Costa num dia para recordar. Sagraram-se campeões nacionais em pares homens vencendo na final uma dupla de Peniche (21-17 14-21 21-17) e garantindo também a subida ao escalão máximo da modalidade na próxima época. Na categoria D marcou presença, a ainda sub19, Mafalda Morais.


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PRAÇA PÚBLICA

opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

Chão Autárquico Vieira Pinto

O governo de uma democracia, que preze e que saiba zelar e saiba defender o seu Estado de Direito, deve escolher para os seus serviços pessoas capazes, leais e competentes. E, depois, deve também acompanhar e fiscalizar o funcionamento dos profissionais, em todas as áreas de funcionamento das competências que lhe são acometidas. Tudo, assim, a nosso ver, quer no plano da funcionalidade, quer no plano político. Não o fazendo, pode gerar graves e punitivas omissões. O que vem acontecendo com a tragédia constatada no aeroporto de Lisboa, no âmbito de funcionamento do SEF - Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, mais concretamente no Centro de Instalação Temporária, onde um cidadão ucraniano foi barbaramente assassinado por funcionários do Estado. Este facto, assume foros de incompetência funcional, mas também política, onde ninguém, lamentavelmente, tira consequências em tempo útil. Com aquela omissão, verificam-se graves

O Estado de Direito e a digna função

censuras, não só aos agentes daqueles atos macabros, mas também ao próprio Estado Português. Convenhamos que, no plano da responsabilidade criminal, o ministério respetivo, em nossa modesta opinião, agiu dentro do quadro da normalidade procedimentária, entregando a situação dos atos macabros daqueles agentes ao Ministério Público. Assim como, no quadro das competências internas, terá agido em conformidade com os procedimentos disciplinares. De tudo isto, temos notícia. Mas, do que efetivamente não temos notícia completa é das consequências políticas, que, de resto, muito tardaram até ao dia de hoje. E, porque muito tardavam, em muito acrescia à impaciência natural do simples cidadão, neste Estado de Direito. Finalmente, chegou a notícia atrasada, cerca de oito meses, com facto de ter sido demitida a incompetente e desleal diretora daquele organismo. Foi muito tarde! Afinal, andamos de bandeira ao alto, a apregoar a violação dos direitos huma-

Pelos quatro cantos da ca(u)sa Domingos Peixoto

nos que acontecem por outros países, quando no nosso país de honras democráticas temos funcionários do Estado que, trancando pessoas, no quarto escuro, assassinam, sem dó nem piedade, pela calada do monstruoso silêncio concomitante dos seus autores, coautores e demais responsáveis primeiros, quer da função, quer da política. Não, Sr. Ministro, foi muito tarde, e com nódoa, exonerou a diretora daquele serviço público. Mas, não chega. A nódoa, ali persiste e, nós cidadãos, não temos confiança naqueles serviços, com aquelas pessoas. Assim, assuma um momento de dignidade e demita as pessoas primeiras da hierarquia daquele organismo, que tudo calaram, por falta de competência, por falta de zelo e por falta de lealdade, não só para com a hierarquia, mas também para com o exercício daquela sua função. Função, esta, para a qual foram indigna e incompetentemente designadas. Afinal, foi Incompetência na função ou incompetência na politica? pub

OE 2021 - aprovação Com a pandemia, ao contrário dos meus gostos e da minha educação, só vou à missa em sufrágio pelos das minhas obrigações. Mas nos dias de preceito não deixo de assistir pelos meios televisivos. Aliás tenho por princípio seguir uma boa parte dos programas de caráter formativo, cultural e informativo. Neste segundo domingo do Advento, à homilia, D. Américo Aguiar abriu com um toque de boa disposição: estava a cheirar o álcool gel porque alguns cheiram a aguardente de medronho, que é muito bom. E de forma muito vincada passou ao seu tema “colocando a nossa sociedade em pandemia no seu lugar”: diz-se que ataca a todos por igual mas não é verdade; uns estão num T0 sem espaço para nada nem conforto, outros estão num T com muitos m2 com todo o conforto e nenhuma preocupação; uns “vão no barco” em 1ª, outros só conseguem ir em 2ª e os últimos só no porão com todas as dificuldades, mesmo de respirar… Já D. Januário, sobre o 40º aniversário da morte de Sá Carneiro foi dizendo: “nunca faria acordo com o Chega…, jamais abandonaria um ministério de serviço para ir para a UE…” Isto nada tem a ver com o OE, porém… Por um lado as negociações e discussão e, por outro lado o próprio documento definem o “Estado da Nação” no que às suas instituições democráticas e do próprio regime diz respeito. Ora, as “intervenções” dos dois dignitários da Igreja Católica vêm, de forma muito ativa, chamar a atenção da sociedade em geral e dos responsáveis políticos em particular para alguns aspetos que, na minha opinião, não decorrem com a justiça, a igualdade e a dignidade humanas que se esperaria ao fim de mais de quarenta anos de derrube da ditadura. Mas o OE em concreto, as especificações das receitas e despesas, podia ser diferente? Mais, esperariam os portugueses uma lei de Orçamento que “arrumasse” desenvolvimento, economia, saúde, educação, justiça, enfim um estado social que “oferecesse” vida melhor? De forma simples: sim, podia e os portugueses esperavam-no. Contudo, deve-se responder de forma mais elaborada, digamos assim: - Podia mas isso implicava que cada partido à esquerda, ao centro e à direita e o governo, cada um por si abdicasse de princípios e de pontos de vista - que, individual e ideologicamente nunca excluiria -, na procura de consensos para a satisfação dos interesses público e nacional. - Desde logo conjuntos de partidos, com base nos resultados eleitorais e na AR, deviam estabelecer bases programáticas mínimas com vista à constituição de um governo de legislatura. E aqui, a meu ver, os partidos mais votados têm mais responsabilidade quer para governar quer para estabelecer as bases fundamentais. - Os portugueses esperavam e necessitam de mais estabilidade, de melhores condições sociais, económicas, educacionais, judiciais e de comunicações. Mas os portugueses estão “divididos” em muitas franjas, pelo menos tantas quantos os partidos concorrentes que arrecadaram votos e mais uma, infelizmente a mais importante de todas, a abstenção. - Ora esta dispersão, que é natural dado o nosso regime democrático e sistema eleitoral, é o primeiro grande contributo para que depois os partidos, com a nossa “carta de direitos, liberdades e garantias” queiram levar ao “extremo” as suas exigências defendendo-as, todos, como as melhores medidas para a solução dos problemas. Agem os partidos no parlamento como o povo nas eleições! Sabem os meus leitores que sou pessoa de esquerda, que me revejo nas políticas que projetam ajudar os mais carenciados, os serviços públicos, um sistema social desenvolvido que não deixe ninguém para trás. E confessos, não me verão a defender que os patrões, os privados em geral não têm um papel fundamental no desenvolvimento do país, a todos os níveis! Haja responsabilidade de todos: trabalhadores, pensionistas, empresários, partidos e governo, com justiça e igualdade. domingosppeixoto@gmail.com


opiniãopública: 11 de dezembro de 2020

Psicologicamente falando

André Gouveia Ferreira

“Ora vamos lá então recapitular a matéria … ”

O Natal, não é para todos igual Neste último mês do ano, é inevitável começar a pensar no Natal e em tudo que este envolve. No fundo, o Natal é uma festividade que celebra a tradição, a família, a partilha e a união. Simboliza assim, para muitos, um momento muito aguardado ao longo de todo o ano. Contudo, não é para todos um momento de felicidade e união e é importante refletir também sobre este outro lado. As reuniões familiares nem sempre despertam sentimentos positivos, podendo ser até, para alguns, momentos de grande pressão, desorganização e instabilidade emocional. Além disso, por ser um momento que apela à criação de memórias fortes, os eventos negativos e traumáticos que possam ser vividos durante a quadra natalícia ficam envoltos numa nuvem dolorosa que perdura e se repete ao longo dos anos. Assim sendo, e se para si o natal é fonte de alegria e amor, desfrute e tente que esse sentimento não esfumasse no fim da quadra. Por outro lado, se no seu caso o Natal acarreta ansiedade, transtorno e preocupação, saiba que não há uma forma correta de viver as situações. Reconheça as suas emoções, verifique o que o perturba e procure criar o seu próprio Natal. Marta Pamol Psicóloga Clínica e da Saúde pub

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Em Portugal, a escrita e a oratória, sempre foram artes circunscritas aos “intelectualóides”, resultando numa ainda maior descrença e pobreza deste País. Quando o domínio das duas maiores ferramentas de divulgação de informação é associado a uma comunidade que se julga do “caralhão”, só por utilizar vernáculos de alto eruditismo e construções gramaticais complexíssimas, as probabilidades de termos um País informado são tão altas como as probabilidades do mesmo se exonerar da dívida do BES. Gouveia Ferreira, alienando-se do estilo “intelectualóide”, apresentava-se como o exemplo do que é bem escrever e bem falar, sem qualquer tipo de superioridade associada, contrariando todo um sistema, como era já seu apanágio. Resignado à minha simplicidade de escrita, inabalavelmente insistindo para que seja compreendida por qualquer ser alfabetizado (racional ou não, obviamente mais sucedido com estes últimos), cabe-me por direito avaliar a escrita e oratória de Gouveia Ferreira. Nem a lacuna de instrução superior em letras, nem a teimosia em escrever pelo “desacordo ortográfico” me tornam inepto no que à análise do grande domínio destas artes se concerne. Exaustivamente ouvi, li e convivi com o meu pai, acabando “irreverentemente” por adquirir um sentido “descrítico”, nomeadamente no que à fidalguia intelectual se aplica, sendo a valência mais válida para a veracidade do que aqui escrevo. A escrita e oratória do Gouveia notoriamente se destacavam na precisão das regras gramaticais, onde os toques do seu famoso vernáculo (“VOC – Vernáculo do Olho do Cu”) e o seu tom “jocoso-ò-refinado” resultavam sempre em algo incomodativamente correcto. Se para alguns “roçava” o pedante/arrogante, mesmo sem qualquer justificativo, a realidade é que o domínio da arte em tudo o que escrevia e expressava era tão próprio, que todos conseguimos indubitavelmente recordar e descrever em detalhe um momento com o próprio Gouveia. Era nessa escrita e oratória “irreproduzível” que nos agarrava aos momentos em que discursava ou escrevia, fossem estes de foro profissional, social ou pessoal. O seu “style malander” estava sempre bem vincado, e era inequivocamente identificável. Este género de contradição, de “correctamente errado”, também se replicava na sua pessoa, sendo evidentes os seus traços quando praticava advocacia, quando se dedicava ao associativismo, nas variadíssimas intervenções em prol da Canção Coimbrã, nos momentos mais boémios, e claro, no

SENHORA

foro familiar. A sua incansável, invejável, constante atitude do “contra”, a irreverência do seu VOC e o seu interesse pelos mais variados assuntos que se possam imaginar, eram para ele o pináculo da sua forma de expressão sobre o quanto se deliciava com tudo isto, de tudo o que era a vida, de tudo e todos os que se recordaram de um momento com ele, enquanto decifraram esta medíocre escrita, que não dizendo nada, explicou tudo. As memórias são momentos dos quais nos damos ao luxo de viver repetidamente… Numa altura em que faria 73 anos, consideremos esta exposição uma espécie de agradecimento a todos os que conviveram com ele, “lutaram” com ele e estiveram (ou ainda estão) presentes no luto dele. Apresento então as palavras mais “castiças” do VOC, que certamente estão na memória de muitos de vós. Direitos de autor de Manuel António Gouveia Ferreira, “Smith”, Bira-Guinadas, Gouvyas, Dr. Gouveia ou simplesmente o Manuel António. - “acepipes variados” – Além da referência do dicionário de português que define acepipes como iguarias, era também utilizada pelo “Smith” como sinónimo “coisas várias”, “assuntos variados”. - “armado aos cágados/pingarelho/cucos” – Alguém que por decisão não sei de quem e pelas razões não sei de que, julga que é mais do que os outros, ou está acima de alguém. Normalmente associado ao complexo de inferioridade alheia existente pelos praticantes do tal “armanço”; - “azeitola” – Pessoa que se está a desenvolver para chegar a “lavagante”, mas ainda não atingiu a maturidade; - “cagalizar” (verbo) – forma de expressar o medo de terceiros, sendo utilizado nas mais variadas formas. P. EX.: “O gajo já está cagalizado”, “Quando virem isto até se vão cagalizar”, “na hora de falar, cagalizou-se”. É o verbo que mais utilizava em toda a gíria, sendo até aplicado em nobres defesas de casos nos vários tribunais de Portugal; - “cagar lérias” – Acto de opinar sobre um assunto alheio de forma aleatória e sem qualquer fundamento. Sinónimo “Mandar postas de pescada”; - “Caralhão” – Embora haja quem associe a uma palavra obscena, no VOC é um sinónimo de grandiosidade, importância, espectacularidade; - “desarvorar” – abalar, safar-se, desaparecer tão rápido quanto for possível e de preferência não voltar a ser visto tão cedo, seja objecto, pessoa ou situação; - “encaralhado” – Pessoa que se encontra em situação de difícil resolução, normal-

mente apresentando comprometimento perante algo ou alguém; - “guedes” – comumente conhecido no vocabulário de português por “cu”, rabo ou traseiro; - “intelectualóide” – Pessoa que se auto classifica como extremamente erudita e intelectual, não sendo sequer tolerável para ela própria; - “ir pó galheiro” – Fenómeno de algo se tornar inútil; - “kona meia street” – Unidade de medida utilizada por “Smith” para definir algo que se encontra a uma distância considerável ou num lugar longínquo. P.Ex.: “Isso fica em kona meia street!”; - “Lavagantes” – Talvez a palavra mais utilizada por Gouveia Ferreira, é o adjectivo utilizado para caracterizar um grau acima dos parolos, foleiros, “azeiteirões”. Evolução natural do “azeitola”; - “ponta de um corno” – A unidade de medida utilizada pelo “Smith” que tem o valor mais baixo. “Não se vê a ponta d’um corno”; “Este martelo não vale a ponta de um corno!”; - “quilhar” (verbo) – forma de expressar quando algo se estraga, destrói, ou quando alguém se coloca numa situação comprometedora. P.EX.: “Se não entregar os documentos a tempo vai-se quilhar!”. Além do seu uso informal, era também utilizado no exercício da sua profissão quando havia necessidade de deixar bem ciente que algo ia correr mal; - “recapitular a matéria” – revisão do assunto que se está a discutir/falar; - “style malander” – estilo próprio de vestir, estar ou socializar, normalmente popular e na “moda”. Algo semelhante ao “chico espertismo” mas com conotação positiva, que se reflecte em reacções de espanto por terceiros; - “teoria do olho do cu” – Teoria que não tem qualquer fundamento, base teórica ou razão para existir. Provoca um desagrado geral na malta que não a compreende, resultando em reacções semelhantes às observadas quando se trata de lidar com matéria fecal, resultando daí o nome da mesma; - “urbanóide” – designação que o Gouveia atribuía às pessoas pouco dotadas a realizar qualquer tarefa manual ou de lavoura; Pessoas que apresentavam alta probabilidade de se “quilharem” quando fora do seu habitat natural (cidade ou meio urbano).

“Adeus a todos os que lutaram pela liberdade, fica o meu eterno abraço.” Manuel António Gouveia Ferreira, em 17 de Novembro de 2019 até sempre.

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opiniãopública: 11 de dezembro de 2020


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