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JOSÉ SOALHEIRO, TERESA CASTRO, ...


JOSÉ SOALhEirO, tErESA CAStrO Nascidos em Lisboa, Teresa Castro (1952) concluiu o curso de Arquitectura na ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, em 1984 e José Soalheiro (1960) licenciou-se na FAUTL – Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, em 1984. A sua associação, desde 1986 (o núcleo fundador incluía Ana Paula Calheiros), consolidou-se com as primeiras participações em concursos públicos de que saíram vencedores . Desenvolvem a sua actividade profissional enquanto arquitectos na área da obra pública - escolas, universidades, residências de estudantes, centros expositivos e edifícios hospitalares, alargando-a à encomenda privada habitação colectiva, escritórios e turismo. A par da actividade de projecto, têm participado em exposições, colóquios e conferências, em Portugal e no estrangeiro. Optando por não ter uma actividade docente permanente, são convidados regularmente para contribuições académicas, nomeadamente aulas de mestrado, seminários e palestras. Além de uma estrutura fixa sedeada em Lisboa, mantêm desde 1999 associações regulares com outros gabinetes nacionais e internacionais, nomeadamente a S.O.M., a HOK e Mossessian & Partners, em Londres, a W.H.R, em Houston e a OPR, em Barcelona. Com este último iniciaram um processo de fusão, que consubstancia uma pratica de trabalho conjunto dos últimos anos lançando-os para um mercado internacional para o qual têm vindo a sentir um crescente apelo. Actualmente,encontram-se a desenvolver projectos em Portugal, Espanha e Angola. Nacidos en Lisboa. Teresa Castro (1952) se licenció en Arquitectura por la ESBAL, Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, en 1984 y José Soalheiro (1960) se licenció en Arquitectura por la FAUTL, Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, en 1984. Su asociación desde 1986, (el núcleo fundador incluye también a Ana Paula Calheiros) se consolidó con las primeras participaciones en concursos públicos, de las que salieron vencedores. Desarrollan su actividad profesional como arquitectos en el área de las obras públicas - escuelas, universidades, residencias de estudiantes, centros de exposiciones y edificios de hospitales, extendiéndose a los encargos privados – vivienda colectiva, oficinas y turismo. Además de la actividad de proyecto, han participado en exposiciones, coloquios y conferencias en Portugal y en el extranjero. Como han elegido la docencia como actividad intermitente, habitualmente los invitan a participar en labores académicas, sobre todo clases de maestranza, seminarios y conferencias. Con sede fija en Lisboa, desde 1999 mantienen acuerdos de asociación con otros estudios nacionales e internacionales, principalmente con S.O.M., HOK y Mossessian & Partners, en Londres, el W.H.R, en Houston y el OPR, en Barcelona. Con ese último empezaron un proceso de fusión, que se materializa en un trabajo conjunto que en los últimos años los ha lanzado para un mercado internacional, a lo cuál sienten una creciente llamada. Actualmente, desarrollan proyectos en Portugal, España y Angola.


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15 projectos | proyectos josé soalheiro, teresa castro, ... editor editor josé Manuel das neves

coordenadora editorial coordinadora editorial ana david

coordenadora atelier jstc coordinadora taller Jstc Maria solange Faria

tradução traducción alberto Montoya (português/castellano) anabela silva (castellano/português)

layout e direcção de arte diseño Gráfico caleidoscópio

produção gráFica próduccion Gráfica rui rica

FotograFia fotoGrafía capa- Fg+sg FotograFia de arQuitectura boban basic leonardo Finotti Fg+sg- FotograFia de arQuitectura agostinho de carvalho

pré-iMpressão e iMpressão fotomecánica y impresión caleidoscópio — edição e artes gráFicas, sa

depósito legal 283146/08

isbn 978-989-8129-91-8

data de edição fecha del número noveMbro de 2008 novieMbre de 2008

edição edición caleidoscópio - edição e artes gráFicas, sa rua de estrasburgo, 26, r/c dto. 2605-501 casal de caMbra teleF. 21 981 79 60 Fax 21 981 79 55 www.caleidoscopio.pt e-Mail: caleidoscopio@caleidoscopio.pt


SUMÁRIO SUMARIO

INTRODUÇÃO INTRODUCCIÓN Carlos Infantes................................................................................................................................................................................4 PREFÁCIO PREFACIO João Ferreira Nunes .......................................................................................................................................................................6 NOTAS DE AUTOR NOTAS DE AUTOR José Soalheiro & Teresa Castro ......................................................................................................................................................8 FACUlDADE DE MEDICINA DENTÁRIA FACUlTAD DE MEDICINA DENTAl ..................................................................................................................................................13 EDIFíCIO AlTO DO PARqUE EDIFICIO AlTO DEl PARqUE ..........................................................................................................................................................25 EDIFíCIO lOTE 1.10 ExPO EDIFICIO PARCElA 1.10 ExPO .......................................................................................................................................................43 qUINTA DE PORTO MONIz qUINTA DE PORTO MONIz .............................................................................................................................................................49 FACUlDADE DE ENgENhARIA DA UNIvERSIDADE DO MINhO FACUlTAD DE INgENIERíA DE lA UNIvERSIDAD DEl MINhO .........................................................................................................53 hOTEl BAíA hOTEl BAíA ...................................................................................................................................................................................69 EDIFíCIO DE hABITAÇÃO PARqUE ExPO EDIFICIO DE vIvIENDA PARqUE ExPO ............................................................................................................................................75 qUINTA DA MAlTA qUINTA DE MAlTA .........................................................................................................................................................................79 COMPlExO CAMPOlIDE PARqUE COMPlEJO CAMPOlIDE PARqUE ..................................................................................................................................................85 CASA NA SERRA DA PESCARIA CASA EN lA SERRA DA PESCARIA ................................................................................................................................................93 TERRAÇOS DAS AzENhAS TERRAZAS DE lAS AZENhAS ......................................................................................................................................................107 CAFETARIA DO JARDIM DA REPúBlICA CAFETERíA DEl JARDIM DA lA REPúBlICA ................................................................................................................................111 FóRUM BRANDOA FORUM BRANDOA .......................................................................................................................................................................115 ESCOlA DE CIêNCIAS DA SAúDE ESCUElA DE CIENCIAS DE lA SAlUD ..........................................................................................................................................135 TORRE CAPITAl TORRE CAPITAl ...........................................................................................................................................................................161 INvENTÁRIO INvENTARIO.................................................................................................................................................................................165


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Tenemos los arquitectos hoy un cierto desasosiego debido a la veloz transformación de los medios de producción y del propio mercado. Es un tópico hablar ya de la revolución digital, pero lo cierto es que otras áreas de conocimiento han ido adaptando sus procesos de trabajo y el objeto de sus disciplinas mientras que el conjunto de los arquitectos, sus instituciones y sus academias, nos hemos ido replegando poco a poco en una esquina entre la autocomplacencia y el victimismo. La arquitectura ibérica ha gozado en las últimas décadas de gran consideración internacional, y sin duda hemos aportado un selecto puñado de representantes a la escena global. A pesar de las diferencias entre Portugal y España, ambos países se han caracterizado por una arquitectura con grandes dosis de realismo y buen-hacer en consonancia con una industria de tecnología y recursos limitados, salpicada de destellos poéticos y pintorescos. Recientemente hemos alumbrando obras más audaces y experimentales, que han ayudado a sacudir complejos y tópicos locales, pero falta tal vez ahora asumir los retos de una industria en reconversión y de un mundo abierto como nunca antes lo estuvo. José Soalheiro y Teresa Castro han recorrido un excepcional camino profesional desde que abrieron su oficina hace 20 años, y han sabido evolucionar desde los primeros trabajos institucionales, fruto de un compromiso artesanal con el proyecto-objeto, hacia los encargos privados de gran escala, con una aproximación estratégica y sistémica sobre el proyecto-valor. Su obra ha ido transformándose junto a ellos y su equipo, asentándose en la experiencia, reconociendo limitaciones y descubriendo potencialidades. Toda ella está marcada por un riguroso control del espacio y una excelente calidad constructiva. Sin embargo, si hay algo que define mejor esta oficina es su obcecada vocación por evolucionar anticipándose a los nuevos retos. JSTC forman parte de un reducido grupo de arquitectos en la península que han concentrado sus esfuerzos en desarrollar una estimulante red internacional de colaboradores multidisciplinares en torno a un sistema de trabajo creativo, eficaz y adaptable, que los sitúa en estos momentos en condiciones para construir nuevas y mejores arquitecturas, por encima de familias y fronteras profesionales, en un entorno fuertemente competitivo y esperemos, tremendamente fértil.

CARLoS InfAnTES


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Nós, os arquitectos, sentimos hoje um certo desassossego devido à veloz transformação dos meios de produção e do próprio mercado. É vulgar falar em revolução digital, mas o certo é que outras áreas do conhecimento foram adaptando os seus processos de trabalho e o objecto das suas disciplinas enquanto que o conjunto dos arquitectos, suas instituições e suas academias, se foram fechando pouco a pouco num canto entre a auto-complacência e a vitimização. A arquitectura ibérica tem gozado, nas últimas décadas, de uma grande consideração internacional e, sem dúvida, temos contribuído com um conjunto notável de representantes para a cena global. Apesar das diferenças entre Portugal e Espanha, os dois países caracterizaram-se por uma arquitectura com grande dose de realismo e bem-fazer em consonância com uma indústria de tecnologia e recursos limitados, salpicada de rasgos poéticos e pitorescos. Recentemente, engendrámos obras mais audazes e experimentais, que ajudaram a sacudir complexos e lugares comuns, mas falta talvez agora assumir os desafios de uma indústria em reconversão e de um mundo aberto como nunca antes esteve. José Soalheiro e Teresa Castro percorreram um excepcional trajecto profissional desde que, há 20 anos, abriram o seu ateliê e têm sabido evoluir desde os primeiros trabalhos institucionais, fruto de um compromisso artesanal entre o projecto-objecto, em torno de programas privados de grande escala, e uma aproximação estratégica e sistémica sobre o projecto-valor. A sua obra foi-se transformando juntamente com eles e a sua equipa, assentando na experiência, reconhecendo limitações e descobrindo potencialidades. Toda ela está marcada por um rigoroso controlo do espaço e uma excelente qualidade construtiva. Se há algo que define melhor este ateliê é, sem dúvida, a sua vocação obcecada por evoluir antecipando-se aos novos desafios. JSTC fazem parte de um reduzido grupo de arquitectos da Península que concentraram os seus esforços em desenvolver uma estimulante rede internacional de colaboradores multidisciplinares em torno de um sistema de trabalho criativo, eficaz e adaptável, que os coloca, neste momento, em condições de poderem construir novas e melhores arquitecturas, acima de famílias e fronteiras profissionais, num ambiente fortemente competitivo e, esperemos, tremendamente fértil.

CARLOS INfANTES


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Hablar de José Soalheiro y de Teresa Castro no es hablar de dos arquitectos sino de uno solo, hecho de dos sensibilidades diferentes y absolutamente complementarias. no conozco otro caso, entre todas las relaciones profesionales que mantengo, en el que la cohesión entre compañeros de trabajo sea tan completa y perfecta. no conozco, tampoco, otro caso en el que la relación entre compañeros sea tan generosa y abierta, lista para dejarse invadir por las ideas de otros, disponible en relación a nuevas propuestas, nuevas maneras de entender el mundo y sus problemas. Con esa disponibilidad, con la inteligencia asociada a ella, José Soalheiro y Teresa Castro consiguieron construir un grupo, una red, formada por personas de diversas formaciones y de diversas sensibilidades que, cubriendo gran parte del mundo, asegura capacidades y cualificaciones difíciles de igualar. Es sobre todo en calidad de elemento de esa red en la que colaboro ahora con ellos, intentando responder al generoso llamamiento que continuamente lanzan ofreciendo siempre nuevas oportunidades de trabajo y discusión traídas de muchos países en varios continentes. Pero trabajamos también como expresión reducida de esa red, como trabajábamos, hace ya más de veinte años, artesanos volcados sobre sus mesas, sobre sus instrumentos, resolviendo pequeños problemas de pequeños y grandes proyectos. Estas tres cualidades, cohesión entre compañeros, apertura y disponibilidad y enorme flexibilidad en la dimensión y posición en la que se ven a sí mismos – desde la gran red internacional a la mesa del artesano, son los fundamentos de un trabajo construido con gran dignidad y gran convicción. Son cualidades únicas que aseguran resultados únicos. Si añadimos una gran y empeñada resistencia al deslumbramiento por un star sistem donde, queriendo, entrarían con facilidad, comprendemos el porqué de la absoluta singularidad de este Estudio y de estos (de éste) grandes arquitectos. Todo lo demás que podría decir, acerca de ellos o de su trabajo, estaría seguramente acompañado por la absoluta falta de objetividad debida a la enorme, antigua y profunda amistad y admiración que siento por ellos. El ejercicio fue realmente ese, intentar, a pesar de esos sentimientos, extraer, objetivamente, esas tres cualidades… Además de esto, solo expresar el deseo de que todo continúe así en los próximos veinte años y que continúen, generosamente, contando conmigo.

JoÃo fERREIRA nUnES


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falar de José Soalheiro e de Teresa Castro não é falar de dois arquitectos mas de um só, feito de duas sensibilidades diferentes e absolutamente complementares. Não conheço outro caso, entre todas as relações profissionais que mantenho, em que a coesão entre parceiros de trabalho seja tão completa e perfeita. Não conheço, também, outro caso em que a relação entre parceiros seja tão generosa e aberta, pronta a deixar-se invadir pelas ideias de outros, disponível em relação a novas propostas, novas maneiras de entender o mundo e os seus problemas. Com essa disponibilidade, com a inteligência a ela associada, José Soalheiro e Teresa Castro conseguiram construir um grupo, uma rede, formada por pessoas de diversas formações e de diversas sensibilidades, rede essa que, cobrindo grande parte do mundo, assegura capacidades e competências difíceis de igualar. É sobretudo como elemento dessa rede que colaboro agora com eles, tentando responder ao generoso apelo que continuamente lançam oferecendo sempre novas oportunidades de trabalho e discussão trazidas de muitos países em vários continentes. Mas trabalhamos também como expressão reduzida dessa rede, como trabalhávamos, há já mais de vinte anos, artesãos debruçados sobre as suas mesas, sobre os seus instrumentos, resolvendo pequenos problemas de pequenos e grandes projectos. Estas três qualidades, coesão entre parceiros, abertura e disponibilidade e enorme flexibilidade na dimensão e estatuto com que se vêem a si próprios – desde a grande rede internacional à bancada de artesão, são os fundamentos de um trabalho construído com grande dignidade e grande convicção. São qualidades únicas que asseguram resultados únicos. Se acrescentarmos uma grande e empenhada resistência ao deslumbramento por um star system onde, querendo, entrariam com facilidade, compreendemos o porquê da absoluta singularidade deste Atelier e destes ( deste ) grandes arquitectos. Tudo o que mais possa dizer, acerca deles ou do seu trabalho, seria, seguramente toldado pela absoluta falta de objectividade devida à enorme, antiga e profunda amizade e admiração que sinto por eles. O exercício foi mesmo esse, tentar, apesar desses sentimentos, extrair, objectivamente, essas três qualidades… Para além disto, apenas os desejos de que tudo continue assim nos próximos vinte anos e que continuem, generosamente, a contar comigo.

JOÃO fERREIRA NUNES


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La primera cuestión que se nos colocó cuando se presentó el desafío de publicar un libro con el trabajo reciente de nuestra actividad como arquitectos fue la de la oportunidad del mismo. Es decir: qué se proponía transmitir, cuál era su ámbito y propósito. ¿Cual es la narrativa que le da cuerpo? Detengámonos en el método: la explicación, aunque se perciba de manera subliminal a través de los proyectos y obras presentados, de una metodología en la que el recurso a la duda sistemática conduce los procesos, orienta los gestos y, sobre todo, conforma la organización del trabajo. El llamamiento a la participación de todas las personas que con trabajan nosotros, muy lejos de ser un postulado retórico de contornos políticamente correctos, es en sí mismo un síntoma de esa búsqueda ansiosa y a veces angustiada, sedienta de todas las contribuciones internas y externas, o incluso del azar, ya sea la deformación de una imagen, una pieza insólita encontrada en la calle o el aprovechamiento de las limitaciones de una maqueta menos conseguida. En las largas conversaciones e intercambio de opiniones, las ideas y los comentarios, después de ser expuestos, pasan a ser patrimonio de todos, manipulables, reajustados y revisitados. Y no es sólo de imágenes, o mejor, no es sobre todo de imágenes a lo que nos referimos. Sensaciones, memorias, experiencias e identidades dan cuerpo a materialidades. Claro que esta actuación no surgió como un predicado existencial, o una declaración de principios, se fue infiltrando en nuestra manera de hacer a medida que el núcleo inicial de tres (que incluía a Ana Paula Calheiros hasta hace cerca de diez años) se fue ensanchando, ganando la dimensión y complejidad de un colectivo. Hay que aclarar aquí, y lo expuesto podría hacer suponer una interpretación errada, que esta búsqueda no se traduce, en los proyectos, en un sumatorio de acontecimientos. Es sobre todo de la búsqueda de la esencia de lo que estamos hablando, del momento generador, del todo que explica las partes. Y lo curioso, ya que hablamos de momento generador, es que no siempre se presenta como tal, posiblemente la mayoría de las veces. Hay algo que un objeto “quiere ser” que no se deja captar sin esfuerzo e investigación y sólo se revela en fases más adelantadas. Y ahí, hay que dejarse guiar y tener disponibilidad para reescribir y replantear todo. Más que un tópico, es una evidencia: la arquitectura es una actividad lenta. Vive de momentos intensos, vertiginosos, plazos siempre insuficientes para el confort de las certezas, pero se arrastra en procesos morosos, los edificios tardan en erguirse, se consumen vidas y convicciones hasta que los objetos aparezcan y se emancipen de nuestras inquietudes de la disciplina para continuar con vida propia. nada ayudados por los medios académicos, tantas veces autistas, los arquitectos se resienten de este vagar asumido y perpetúan actitudes, camuflados en formalismos y en una pompa tecnológica epidérmica a nivel del grafismo y de la producción de dibujos. En la esencia, el hacer arquitectura – el proceso - varió poco en los últimos doscientos años. Desde que el proyecto se tornó autónomo respecto de la obra y, de alguna forma, dejó de ser un todo global con ella y de ser realizado en ella, en donde los maestros dirigían y daban forma a la construcción, el procedimiento pasa en un primer paso por la concepción, al que sigue la producción de piezas gráficas y memorias – la codificación apta para ser transpuesta para la construcción por los que actúan directamente en ella - y sólo posteriormente, cuando todo ya está suficientemente predefinido, tiene lugar la obra. Esta mediación a través del dibujo, que para un arquitecto es un instrumento (como para un músico los pentagramas y partituras) y no un producto final o un fin en sí mismo, hace una fuerte solicitación a la geometría que permite la descomposición de los elementos en formas simples, esenciales y fácilmente inteligibles (léase construibles) por terceros. o sea, todo lo que no sea posible de definir por el dibujo, codificable, dimensionable, no tiene posibilidad de existir. La valorización de las texturas, acabado y color (la verdad de los materiales hoy tan fragilizada como postulado por la aparición de tantos productos compuestos, ligas, resinas, polímeros, etc) se presenta como un paliativo a esta rigidez, introduciendo un segundo nivel de lectura y percepción, tornando más complejos y ricos los objetos. El conjunto de edificios y proyectos presentados son fruto, esencialmente, de esta forma de actuar, de producir arquitectura. Como otros, además de los tan generalizados modelos 3D, usamos software para anticipar condiciones ambientales de iluminación o viento y recurrimos a la creación de prototipos de algunos elementos complejos que permiten generar moldes y matrices, por medios informáticos. no obstante, en lo esencial el proceso se mantiene: producción de información bidimensional como soporte a una construcción de matriz artesanal y fuerte dependencia del factor humano. Pero estamos atentos: vivimos un punto de viraje, todo está cambiando. Mucho se ha hablado de las recientes evoluciones tecnológicas en la producción del proyecto, pero van a ser posiblemente las alteraciones en la industria de la construcción, las decisivas, y más todavía si hablamos en los hábitos de vida. Ineludiblemente, el papel, como vehículo de transmisión de información, va a tornarse obsoleto. El dibujo, el acto de diseñar que nos es tan intrínseco, ¿cómo se adaptará al cambio de soportes e instrumentos? La robotización, que hoy ya domina la industria automóvil, irá progresivamente adaptándose a una producción no seriada y entrará de lleno en la construcción civil que dejará de ser una actividad dominada por un excesivo peso de mano de obra no cualificada. La utilización de equipamiento óptico conectado a una base de datos (como ya se hace en medicina) permitirá a los obreros “ver” el proyecto “in situ” y actuar interactivamente con él. Esto son sólo dos ejemplos de un todo difícil de abarcar. ¿La comunicación a la obra podrá ser más directa y menos sujeta a la interpretación/ lectura de intermediarios, o sea, el arquitecto va a poder actuar directamente sobre el objeto final? ¿Y esto será hecho en tiempo real? otra cuestión es la relación del ser humano con su envoltorio. La revolución de los equipamientos y tejidos inteligentes que permiten autonomizar las condiciones de confort, la evolución de los medios de comunicación/información y la progresiva radicación en el individuo de los aparejos e instrumentos (los “IPod”, los teléfonos móviles y los “chips” de memoria son sólo un preludio), hacen prever una radical alteración de la arquitectura como refugio. ¿Cuáles serán las consecuencias para la disciplina de la arquitectura? En eso sólo podremos hacer conjeturas y no es ese el propósito de estas líneas. no obstante, esta conciencia del cambio eminente nos hace saber que, de alguna forma, estamos cerrando un ciclo, tanto en la forma como pensamos la arquitectura como, en un ámbito más restringido, en cómo actuamos y nos insertamos en esta actividad. De ahí la oportunidad de este libro – registro de una forma de actuar que sabemos que está en mutación. El esfuerzo que se prevé y la presión de una globalización a la que los arquitectos no son inmunes nos empuja a crear lazos con otras áreas del saber y a volver a pensar nuestra dimensión y actitud: Dar expresión visible al colectivo que ha estado empeñado en los proyectos de estos últimos años y expandirlo, siempre permeable a nuevos territorios, ideas y complicidades. JOSÉ SOALHEIRO E TERESA CASTRO


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A primeira questão que se nos colocou quando se apresentou o desafio de publicar um livro com o percurso recente da nossa actividade como arquitectos, foi da oportunidade do mesmo. Ou seja: o que se propunha transmitir, qual o seu âmbito e desígnio. Qual a narrativa que lhe dá corpo? Detenhamo-nos no método: a explanação, ainda que subliminar através dos projectos e obras apresentados, de uma metodologia em que o recurso à dúvida sistemática conduz os processos, orienta os gestos e, sobretudo, conforma a organização do trabalho. O apelo à participação de todas as pessoas que connosco trabalham, muito longe de ser um postulado rectórico de contornos políticamente correctos, é em si mesmo, sintoma dessa busca ansiosa e por vezes angustiada, sequiosa de todos os contributos internos e externos, ou mesmo do acaso, seja a deturpação de uma imagem, uma peça insólita encontrada na rua ou o aproveitar as limitações de uma maqueta menos conseguida. Nas longas conversas e troca de opiniões, as ideias e os comentários, logo que expostos, passam a património de todos, manipuláveis, reajustados e revisitados. E não é só de imagens, ou melhor, não é sobretudo de imagens a que nos referimos. Sensações, memórias, experiências e identidades dão corpo a materialidades. Claro que esta actuação não surgiu como um predicado existencial, ou uma declaração de princípios, foi-se-nos infiltrando na postura à medida que o núcleo inicial de três (que incluía a Ana Paula Calheiros até há cerca de dez anos) se foi alargando, ganhando a dimensão e a complexidade de um colectivo. Há aqui que aclarar, e o exposto poderia fazer supor uma interpretação errada, que esta busca não se traduz, nos projectos, por um somatório de acontecimentos. É sobretudo da procura da essência que estamos a falar, do momento gerador, do todo que explica as partes. E o curioso, já que falamos de momento gerador, é que nem sempre se apresenta como tal, porventura a maioria das vezes. Há algo que um objecto “quer ser” que não se deixa captar sem esforço e pesquisa e só se permite revelar em fases mais adiantadas. E aí, há que deixar-nos guiar e ter a disponibilidade para tudo reescrever e reformular. Mais que um lugar comum é uma evidência: a arquitectura é uma actividade lenta. Vive de momentos intensos, vertiginosos, prazos sempre insuficientes para o conforto das certezas, mas arrasta-se em processos morosos, os edifícios tardam em erguer-se, consomem-se vidas e convicções até que os objectos aconteçam e se emancipem das nossas inquietações disciplinares para seguir vida própria. Nada ajudados pelos meios académicos, tantas vezes autistas, os arquitectos ressentem-se deste vagar assumido e perpetuam atitudes, camuflados em formalismos e num aparato tecnológico epidérmico ao nível do grafismo e da produção de desenhos. Na essência, o fazer arquitectura – o processo - variou pouco nos últimos duzentos anos. Desde que o projecto se autonomizou da obra e, de alguma forma, deixou de ser um todo global com ela e nela sediado, em que os mestres dirigiam e conformavam a construção, que o procedimento passa num primeiro passo pela concepção, a que se segue a produção de peças gráficas e especificações – a codificação apta a ser transposta para a construção pelos que nela actuam directamente - e só posteriormente, quando o todo já está suficientemente pré-definido, tem lugar a obra. Esta mediação através do desenho, que para um arquitecto é um instrumento (como para um músico, as pautas e partituras) e não um produto final ou um fim em si mesmo, faz forte apelo à geometria que permite a decomposição dos elementos em formas simples, essenciais e facilmente inteligíveis (leia-se construíveis) por terceiros. Ou seja, tudo o que não seja possível definir pelo desenho, codificável, dimensionável, não tem lugar a existir. A valorização das texturas, acabamento e côr (a verdade dos materiais - hoje tão fragilizada enquanto postulado pelo aparecimento de tantos produtos compostos, ligas, resinas, polímeros, etc) apresenta-se como um paliativo a esta rigidez, introduzindo um segundo nível de leitura e percepção, complexizando e enriquecendo os objectos. O conjunto de edifícios e projectos apresentados são fruto, no essencial, desta forma de actuar, de produzir arquitectura. Como outros, para além dos tão vulgarizados modeladores 3D, usamos software para antecipar condições ambientais de iluminação ou vento e recorremos à prototipização de alguns elementos complexos que permitem gerar moldes e matrizes, por meios informáticos. Mas, no essencial, o processo mantem-se: produção de informação bidimensional como suporte a uma construção de matriz artesanal e forte dependência do factor humano. Mas estamos atentos: vivemos um ponto de viragem, tudo está a mudar. Muito se tem falado das recentes evoluções tecnológicas na produção do projecto, mas vão ser possivelmente as alterações na indústria da construção, as decisivas, já para não falar nos hábitos de vida. Inevitavelmente, o papel, enquanto veículo de transmissão de informação, vai tornar-se obsoleto. O desenho, o acto de desenhar que nos é tão intestino, como se irá adaptar à mudança de suportes e instrumentos? A robotização, que hoje já domina a indústria automóvel, irá progressivamente adaptar-se a uma produção não seriada e chegar em pleno à construção civil que deixará de ser uma actividade dominada por um excessivo peso de mão-de-obra não qualificada. A utilização de equipamento óptico ligado a uma base de dados (como já se faz em medicina) permitirá aos operários “ver” o projecto “in situ” e actuar interactivamente com ele. Isto são apenas dois exemplos de um todo difícil de abarcar. A comunicação à obra poderá ser mais directa e menos sujeita à interpretação/ leitura de intermediários, ou seja, o arquitecto vai poder actuar directamente sobre o objecto final? E isto será feito em tempo real? Outra questão é a relação do ser humano com o seu invólucro. A revolução dos equipamentos e tecidos inteligentes que permitem autonomizar as condições de conforto, a evolução dos meios de comunicação/informação e a progressiva radicação no indivíduo dos apetrechos e instrumentos (os “I Pod”, os telefones móveis e os “chips” de memória são apenas um prenúncio), fazem prever uma radical alteração da arquitectura enquanto abrigo. Quais as consequências disciplinares para a arquitectura? Aí só poderemos conjecturar e não é esse o propósito destas linhas. Mas, esta consciência da mudança eminente, faz-nos saber que, de alguma forma, estamos a fechar um ciclo, quer na forma como pensamos a arquitectura quer, num âmbito mais restrito, como actuamos e nos inserimos nesta actividade. Daí a oportunidade deste livro – registo de uma forma de actuar que sabemos estar em mutação. O esforço que se antecipa e a pressão de uma globalização a que os arquitectos não ficam imunes, impele-nos a criar laços com outras áreas do saber e a repensar a nossa dimensão e atitude: Dar expressão visível ao colectivo que tem estado empenhado nos projectos destes últimos anos e expandi-lo, sempre permeável a novos territórios, ideias e cumplicidades. JOSÉ SOALHEIRO E TERESA CASTRO


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FACULDADE DE MEDICINA DENTÁRIA FACUlTAd dE MEdICInA dEnTAl LISBOA 1994/2001

Este edificio se localiza en la Ciudad Universitaria de Lisboa, caracterizada, en la fecha del concurso (1994), por un entorno degradado y con carencia de espacios exteriores de calidad. La implantación y la disposición de los volúmenes del nuevo edificio designado por “Unidad de Apoyo a la Enseñanza” permitieron, en un único gesto, dar respuesta a las necesidades funcionales pretendidas por la facultad así como fomentar nuevas vivencias, tanto a nivel universitario como público. El proyecto se sintetiza por la definición de una Plaza, que disimula tres auditorios convertibles en uno solo, donde se ensambla una Torre – edificio negro, revestido con desperdicios de pizarra, con una imagen fuertemente reconocible desde las diferentes arterias de la ciudad de Lisboa, que concentra todas las actividades relacionadas con espacios de laboratorios y de enseñanza. Emergente desde la Plaza, una claraboya definida por un ojo de buey permite el acceso a la entrada de los auditorios tornándose uno de los elementos más destacados del edificio, así como la escalinata de acceso principal que, perforando el suelo, se impone como elemento estructurante y de referencia.

Este edifício localiza-se na Cidade Universitária de Lisboa, caracterizada, à data do concurso (1994), por uma envolvente degradada e com carência de arranjos exteriores de qualidade. A implantação e a disposição dos volumes do novo edifício designado por “Unidade de Apoio ao Ensino” permitiram, num único gesto, dar resposta às necessidades funcionais pretendidas pela faculdade assim como fomentar novas vivências, tanto a nível universitário como público. O projecto sintetiza-se pela definição de uma Praça, que dissimula três auditórios convertíveis num só, onde se encaixa uma Torre – edifício negro, revestido a desperdícios de ardósia, com uma imagem fortemente reconhecível das várias artérias da cidade de Lisboa, que concentra todas as actividades relacionadas com espaços laboratoriais e de ensino. Emergente da Praça, uma clarabóia definida por um óculo permite o acesso ao átrio dos auditórios tornando-se num dos elementos mais marcantes do edifício, bem como a escadaria de acesso principal que perfurando o solo, se impõe enquanto elemento estruturante e de referência.

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01 SALA DE REPOUSO 02 BERÇÁRIO 03 GABINETE DA DIRECÇÃO 04 RECEPÇÃO/ATENDIMENTO 05 SALA DE JOGOS 06 COZINHA 07 COPA 01 SALA DE REPoSo 02 ESPACIo PARA RECIén nACIDoS 03 DESPACHo DE DIRECCIón 04 RECEPCIón / ATEnCIón 05 SALA DE JUEgoS 06 CoCInA 07 DESPEnSA

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PLANTA PISO -1 - GALERIA DE EXPOSIÇÕES PLANTA - COTA 89.00 - GARAGEM E ZONA TÉCNICA PLAnTA PISo -1 - gALERíA DE ExPoSICIonES PLAnTA - CoTA 89.00 - gARAJE Y zonA TéCnICA

01 GALERIA DE EXPOSITORES 02 SECRETARIADO 03 COMUNICAÇÕES 04 DIRECÇÃO 05 APOIO À RECEPÇÃO 06 VENTILADORES 07 POSTO DE TRANSfORMAÇÃO 08 GARAGEM / ZONA TÉCNICA 09 ARRECADAÇÃO 10 ZONA TÉCNICA MECÂNICA 11 DEPÓSITO DE ÁGUA 12 CASA DAS MOTO-BOMBAS 01 gALERíA DE ExPoSIToRES 02 SECRETARIADo 03 CoMUnICACIonES 04 DIRECCIón 05 APoYo A LA RECEPCIón 06 VEnTILADoRES 07 PUESTo DE TRAnSfoRMACIón 08 gARAJE/zonA TéCnICA 09 ALMACén 10 zonA TéCnICA MECánICA 11 DEPóSITo DE AgUA 12 CUARTo DE MoTo-boMbAS

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PLANTA - COTA 84.30 - fOYER / AUDITÓRIO PLAnTA - CoTA 84.30 - foYER / AUDIToRIo

01 AUDITÓRIO 02 PALCO 03 APOIO AO PALCO 04 fOYER/EXPOSIÇÕES 05 RECEPÇÃO 06 BENGALEIRO 07 BAR 08 COPA/ARRECADAÇÃO 09 ÁTRIO DAS I.S. 10 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS 11 INSTALAÇÕES TÉCNICAS 01 AUDIToRIo 02 ESCEnARIo 03 APoYo AL ESCEnARIo 04 foYER/ExPoSICIonES 05 RECEPCIón 06 gUARDARRoPA 07 bAR 08 DESPEnSA/ALMACén 09 ATRIo DE LoS ASEoS 10 ASEoS 11 InSTALACIonES TéCnICAS

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CORTE AUDITÓRIO SECCIÓN AUDITORIO


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PORMENORES ESCADA | ALÇADOS E CORTES DETALLES ESCALERA | ALzADoS Y SECCIonES

01 HEB 160 ACABADO A ESMALTE fERROSO 02 BETÃO APARENTE 03 CHAPA DE ALUMÍNIO ONDULADA PERfURADA 04 GESSO CARTONADO PINTADO 05 CANTONEIRA ACABADA A ESMALTE fERROSO 06 CHAPA DE AÇO INOX 07 “ROCKSOL ANTRACITE” INCORPORADO NA REGULARIZAÇÃO 08 CHAPA DE AÇO ACABADA A ESMALTE fERROSO 01 HEb ACAbADo Con ESMALTE fERRoSo 02 HoRMIgón VISTo 03 CHAPA DE ALUMInIo onDULADA PERfoRADA 04 CARTón-YESo PInTADo 05 AngULAR ACAbADo Con ESMALTE fERRoSo 06 CHAPA DE ACERo InoxIDAbLE 07 “RoCkSoL AnTRACITE” InCoRPoRADo En LA REgULARIzACIón 08 CHAPA DE ACERo ACAbADA Con ESMALTE fERRoSo


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EDIFÍCIO ALTO DO PARQUE EdIFICIO AlTO dEl PARqUE LISBOA 1999/2005

Entre las ortogonales Avenidas novas y el extenso verde del Parque Eduardo VII, el edificio sobresale en la planta de Lisboa por su particular configuración, dejando presentir nuevas formas de apropiación espacial. El concepto fue dictado por la gestión de las complejas condiciones urbanas y técnicas previas: -Dimensión y limitación del solar que, debido a sus construcciones colindantes sólo consigue tener contacto con la Av. António Augusto de Aguiar, confrontándose, en las restantes fachadas, con zonas previamente construidas y pertenecientes a los Almacenes El Corte Inglés. Esta fachada única, disponible para el comercio, es también la única fachada que permite la entrada de todas las infraestructuras necesarias para el funcionamiento del edificio siendo también el acceso tanto para la vivienda como para el aparcamiento. Del paralelepípedo, limítrofe y tangencial a la Av. António Augusto de Aguiar, que responde a las exigencias anteriores, se articula un cuerpo curvo, que posibilita las vistas de las salas hacia el jardín del Parque Eduardo VII y hacia el gran estanque que refleja los nueve pisos de balcones posicionados en “escamas” en el sentido de crear espacios privados con vistas direccionadas. La lectura del lugar y sus aparentes limitaciones promovieron la definición de una imagen destacada que garantiza una respuesta eficaz y armoniosa, a nivel privado y público.

Entre as ortogonais Avenidas Novas e o extenso verde do Parque Eduardo VII, o edifício sobressai na planta de Lisboa pela sua particular configuração, deixando antever novas formas de apropriação espacial. O conceito foi ditado pela gestão das complexas condicionantes urbanas e técnicas previamente apresentadas: -Dimensão e limitação do lote que, face às suas adjacências apenas consegue ter contacto com a Av. António Augusto de Aguiar, confrontando-se, nas restantes frentes, com zonas previamente construídas e pertencentes aos Armazéns El Corte Inglês. Esta frente única, disponível para o comércio, é também a única frente que permite a entrada de todas as infra-estruturas necessárias ao funcionamento do edifício sendo ainda o acesso quer para a habitação quer para o estacionamento. Do paralelepípedo, confinante e tangencial à Av. António Augusto de Aguiar, que responde às exigências anteriores, articula-se um corpo curvo, que possibilita as vistas das salas para o jardim do Parque Eduardo VII e para o grande espelho de água que reflecte os nove pisos de varandas posicionadas em “escama” no sentido de criar espaços privados com vistas direccionadas. A leitura do lugar e as suas aparentes limitações promoveram a definição de uma imagem marcante que garante uma resposta eficaz e harmoniosa, a nível privado e público.

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PLANTA PISO 8 PLAnTA PISo 8

01 QUARTO 02 SALA 03 VESTÍBULO 04 SALA DE JANTAR 05 COZINHA 06 INSTALAÇÃO SANITÁRIA 01 HAbITACIón 02 SALA 03 VESTíbULo 04 CoMEDoR 05 CoCInA 06 ASEoS

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PLANTA PISO 4 PLAnTA PISo 4

01 QUARTO 02 SALA 03 VESTÍBULO 04 SALA DE JANTAR 05 COZINHA 06 INSTALAÇÃO SANITÁRIA 01 HAbITACIón 02 SALA 03 VESTíbULo 04 CoMEDoR 05 CoCInA 06 ASEoS

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BETテグ

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PORMENORES CONSTRUTIVOS DETALHES ConSTRUCTIVoS

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EDIFÍCIO LOTE 1.10 EXPO EdIFICIO PARCElA 1.10 ExPO LISBOA 2007-2008

Uma análise atenta à escala urbana mostra-nos uma zona de intervenção caracterizada por um forte enfiamento visual, necessariamente enfatizado pela singularidade do objecto arquitectónico que ali se fizer erigir. Atendendo às condicionantes e atributos do local, é evidente a consciência de ser necessária uma intervenção de inequívoca afirmação arquitectónica capaz de se assumir, por si só, como um referencial edificado. A actuação na parcela 1.10 apresenta-se ao mesmo tempo como um desafio e uma oportunidade de intervir na estrutura urbana base, num ponto que se considera chave, enquanto referencia urbana. É um lote de remate a um eixo de importante enquadramento perspético, direccionado segundo dois sentidos perpendiculares. A rotunda de articulação das duas artérias acaba por se tornar na charneira de inserção no lote, dela partindo um quarto braço, que resolve, de uma forma muito clara e eficiente os acessos aos dois sub-lotes, bem como os acesso pedonais de ligação ao Jardim do Cabeço das Rolas, passando este a ser parte integrante do lote, como que o seu prolongamento lógico. Da simbiose destes pressupostos, nasce uma peça escultórica, formada e caracterizada por dois corpos fundidos por um terceiro elemento unificador mas diferenciador e que, à semelhança de um arco do triunfo, enfatiza a intervenção como um “facto urbano”. Rio Tejo

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Un análisis atento a la escala urbana nos muestra una zona de intervención caracterizada por un fuerte direccionamiento visual, necesariamente enfatizado por la singularidad del objeto arquitectónico que allí se erija. Atendiendo a los condicionantes y atributos del local, es evidente la conciencia de que es necesaria una intervención de inequívoca afirmación arquitectónica capaz de asumirse, por sí sola, como una referencia edificada. La actuación en la parcela 1.10 se presenta al mismo tiempo como un desafío y una oportunidad de intervenir en la estructura urbana base, en un punto que se considera clave, como referencia urbana. Es un solar de remate a un eje de importante encuadramiento de perspectivas, direccionado según dos sentidos perpendiculares. La rotunda de articulación de las dos arterias acaba por convertirse en la charnela de inserción en el solar, partiendo de ella un cuarto brazo, que resuelve de una forma muy clara y eficiente los accesos a las dos subparcelas, así como los accesos peatonales de conexión al Jardín del Cabeço das Rolas, pasando éste a ser parte integrante del solar, como su prolongación lógica. De la simbiosis de estos presupuestos de partida nace una pieza escultórica, formada y caracterizada por dos cuerpos fundidos por un tercer elemento unificador pero diferenciador y que, a semejanza de un arco del triunfo, enfatiza la intervención como un “hecho urbano”.

Largo Bartolomeu Dias

Alameda dos Oceanos

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Cais Portugues Alameda dos Oceanos

Praca Popeye

Rua Walter Raleigh

Rossio dos Olivais

Rua do Bojador

Rua Amundsen

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Rua D. Fuas Roupinho

Colombo Passeio do Cristovao

Passeio Fernao de Magalhaes

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Passeio das Tagides

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Passeio das Tagides

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PLANTA PISO TIPO PLANTA PISO TIPO

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CORTE CONSTRUTIVO E CORTE SECCIóN CONSTRUCTIVA Y SECCIÓN


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QUINTA DE PORTO MONIZ qUInTA dE PORTO MOnIz LEIRIA 2007

El edificio de viviendas, en la Quinta de Porto Moniz en Leiria, está compuesto por seis parcelas que fueron estudiadas en una perspectiva global de solución urbana, dando respuesta a los principales condicionantes del local para edificios de esta naturaleza. La proximidad de una vía de gran tráfico como la IC2 presenta, en este caso, varias cuestiones a nivel ambiental que necesitan resolución, tales como los elevados niveles de ruido. Por la orientación del solar, se propone privilegiar las vistas orientadas hacia el gran parque verde al norte y hacia la rotonda al sur, cerrando el ángulo de visión hacia la IC2. Para tal cosa y pensando en el conjunto de solares como una pieza única, se desarrolló un esquema de fachada que asienta en la resolución de estas características ambientales y locales, por la introducción de piezas perpendiculares a la fachada. Estas piezas, al mismo tiempo que filtran y controlan las cuestiones ambientales antes citadas, son generadoras de un ritmo propio, creando un tema que se descubre por el recorrido peatonal a lo largo de los viales. Se pretende que la lectura de transparencia que el edificio ofrece de su interior sea gradualmente alterada en el exterior, a medida que nos alejamos del edificio, transformando la fachada en un gran panel que sugiere el movimiento y el ritmo del entorno.

O edifício de habitação, na Quinta de Porto Moniz em Leiria, é constituído por seis lotes que foram estudados numa perspectiva global de solução urbana, dando resposta às principais condicionantes do local para edifícios desta natureza. A proximidade de uma via de grande tráfego como o IC2 apresenta, neste caso, várias questões a nível ambiental que necessitam resolução, tais como os elevados níveis de ruído. Pela orientação do lote de terreno, propõem-se o privilegiar de vistas orientadas para o grande parque verde a norte e para a rotunda a sul, fechando o ângulo de visão para o IC2. Para tal e pensando no conjunto de lotes como uma peça única, desenvolveu-se um esquema de fachada que assenta na resolução destas características ambientais e locais, pela introdução de peças perpendiculares à fachada. Estas peças, ao mesmo tempo que filtram e controlam as ditas questões ambientais, são geradoras de um ritmo próprio, criando um tema que se descobre pelo percurso pedonal ao longo dos arruamentos. Pretende-se que a leitura de transparência que o edifício oferece do seu interior, seja gradualmente alterada no exterior, à medida que nos afastamos do edifício, transformando a fachada num grande painel que sugere o movimento e o ritmo da envolvente.

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FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO MINHO FACUlTAd dE IngEnIERíA dE lA UnIvERSIdAd dEl MInhO GUIMARÃES 1996/2000

Un establecimiento de enseñanza fue, desde siempre, un local de “culto de aprendizaje” y de desarrollo de la cultura, estructurándose en él el perfil de la sociedad futura. Desde los antiguos griegos, la Escuela – conjunto de edificios articulados por patios interiores – desempeña ese papel decisivo. La génesis conceptual de la facultad de Ingeniería del Campus Universitario de Azurém, en guimarães, pasa por retomar del modelo del forum como local obligatorio de parada, reflexión, discusión y encuentro de ideas. Como espacio polarizador contenido por la interrelación y tensión de los edificios, una Plaza, se extiende, en términos espaciales, al espacio intersticial formado por los dos cuerpos del edificio, asumiéndose, en esa zona, como forum, punto de encuentro del “núcleo Pedagógico” formado por las Aulas y por los Anfiteatros, todos localizados en la planta baja. Los dos cuerpos del edificio, que delimitan esta área de convergencia, se articulan entre sí por “puentes metálicos” localizados sensiblemente en las extremidades, donde se sitúan también los núcleos de comunicación vertical. A la simplicidad de los paños de vidrio que dan hacia el interior del forum se oponen las opciones tomadas para las fachadas exteriores donde la diversidad controlada de elecciones formales y materiales asumen una riqueza de sensaciones transmitidas por las texturas, transparencias y opacidades.

Um estabelecimento de ensino foi, desde sempre, um local de “culto de aprendizagem” e de desenvolvimento da cultura, nele se estruturando o perfil da sociedade futura. Desde os Gregos que a Escola – conjunto de edifícios articulados por pátios interiores – desempenha esse papel decisivo. A génese conceptual da faculdade de Engenharia do Campus Universitário de Azurém, em Guimarães, passa pelo retomar do modelo do fórum como local obrigatório de paragem, reflexão, discussão e encontro de ideias. Como espaço polarizador contido pela inter-relação e tensão dos edifícios, uma Praça estende-se, em termos espaciais, ao espaço intersticial formado pelos dois corpos do edifício, assumindo-se, nessa zona, como fórum, ponto de encontro do “Núcleo Pedagógico” formado pelas Salas de Aula e pelos Anfiteatros, todos localizados no piso térreo. Os dois corpos do edifício, que delimitam esta área de convergência, articulam-se entre si, por “pontes metálicas” localizadas sensivelmente nas extremidades, onde se situam também os núcleos de comunicação verticais. À simplicidade dos panos de vidro que dão para o interior do fórum opõem-se as opções tomadas para as fachadas exteriores onde a diversidade controlada de escolhas formais e materiais assumem uma riqueza de sensações transmitidas pelas texturas, transparências e opacidades.

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ESCOLA DE CIÊNCIAS SOCIAIS

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PLANTA DE IMPLANTAÇÃO - ARRANJOS EXTERIORES PLANTA DE IMPLANTACIÓN - EsPACIos ExTErIorEs

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ALÇADOS SUL, ESTE, NORTE E OESTE ALzADoS SUR, ESTE, noRTE Y oESTE


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01 PAVILhÃO TECNOLÓGICO 02 LABORATÓRIOS 03 SALAS DE AULA 04 ANFITEATRO 05 DIRECÇÃO 06 SALAS 07 INSTALAÇÕES TÉCNICAS 01 PAbeLLóN TecNOLógIcO 02 LAbOrATOrIOS 03 AuLAS 04 ANfITeATrO 05 dIreccIóN 06 SALAS 07 INSTALAcIONeS TécNIcAS

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PLANTAS PISOS 0 E 1 PLANTAS PISOS 0 Y 1

01 GABINETE 02 SALA DE REUNIÕES 03 SALA 04 LABORATÓRIOS 05 SECRETARIA 01 DESPAChO 02 SALA DE REUNIONES 03 SALA 04 LABORATORIOS 05 SECRETARíA

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PLANTAS PISOS 2 E COBERTURA PLANTAS PISOS 2 Y CUBIERTA

01 GABINETE 02 SECRETARIADO 03 SALA 04 SALA DE REUNIÕES 05 LABORATÓRIOS 06 ARRUMOS 07 BIBLIOTECA 08 REPROGRAFIA 01 dESPAChO 02 SECRETARIAdO 03 SALA 04 SALA dE REUNIONES 05 LABORATORIOS 06 ALmACéN 07 BIBLIOTECA 08 REPROgRAfíA

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ESCADAS EXTERIORES ESCALERAS ExTERIoRES


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HOTEL BAÍA Hotel Baía RESTINGA. LOBITO.ANGOLA 2008

Localizado en la Restinga do Lobito, en una situación privilegiada en términos de encuadramiento paisajístico, este edificio se asumirá como elemento generador de la renovación urbana local. El solar configura un frente urbano abierto sobre la bahía de la Restinga y otra de remate a la Plaza que funciona como charnela entre el océano Atlántico y la bahía. La intervención se caracteriza por organizar un programa hotelero de matriz internacional en un contexto africano. En ese sentido se potencia y se privilegia el contacto directo con el exterior, ocupando la cubierta del edificio con las zonas de estar, ocio, restaurante, piscina, Lounge y bar, en el sentido de disfrutar al máximo de la inmensidad del paisaje. La elección del agua surge como punto de fuga preferente de todas las miradas. Las vistas de los cuartos de la fachada de la Plaza son dirigidas hacia la bahía, potenciando una secuencia escultórica caracterizada por una sucesión de “escamas” que sirven de soporte a un gran panel artístico. El proyecto pretende transportar consigo mismo una imagen de apuesta en el futuro, como sinónimo de adelanto.

Localizado na Restinga do Lobito, numa situação privilegiada em termos de enquadramento paisagístico, este edifício assumir-se-à como um elemento gerador da requalificação urbana local. O lote configura uma frente urbana aberta sobre a Baía da Restinga e outra de remate à Praça que funciona como charneira entre o Oceano Atlântico e a dita Baía. A intervenção caracteriza-se por distribuir um programa hoteleiro de matriz internacional, num contexto africano. Nesse sentido potencia-se e privilegia-se o contacto directo com o exterior, ocupando a cobertura do edifício com as zonas de estar, lazer, restauração, piscina, Lounge e Bar, no sentido de desfrutar ao máximo a imensidão da paisagem. A eleição da água surge como ponto de fuga preferencial de todos os olhares. As vistas dos quartos da fachada da Praça são direccionadas para a Baía, potenciando uma sequência escultórica caracterizada por uma sucessão de “escamas” que servem de suporte a um grande painel artístico. O projecto pretende transportar consigo uma imagem de aposta no futuro, enquanto sinónimo de progresso.

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PLANTA PLANTA


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PLANTA PISO 4 | TERRAÇO PLANTA PISO 4 | TERRAZO

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EDIFÍCIO DE HABITAçãO PARQUE EXPO EdIFICIO dE vIvIEndA PARqUE ExPO EXPO/ LISBOA 1998

En una esquina de manzana de la zona Sur del Parque Expo, este edificio de vivienda revela su sugestiva apropiación por el resultado de la gran transparencia como charnela y contrapunto de los dos planos de fachada que articula. La volumetría propuesta se basa en la inserción de rasgaduras sobre paramentos lisos, forrados con piedra, que a semejanza del basamento, marcan fronteras y establecen transiciones suaves con las superficies de los solares contiguos. La inserción de vacíos y discontinuidades que dejan revelar, bajo un primer plano, macizo, estructuras más leves y transparentes, intentan diluir la discontinuidad con los espacios interiores. Los pisos retranqueados adoptan estas características y están rematados por un voladizo que integra y remata el bloque rectangular del último piso.

Num gaveto da zona Sul do Parque Expo, este edifício de habitação revela a sua sujestiva apropriação pelo resultado da grande transparência como charneira e contraponto dos dois planos de fachada que articula. A volumetria proposta baseia-se na inserção de rasgos sobre paramentos lisos, forrados a pedra que, à semelhança do embasamento, marcam fronteiras e estabelecem transições suaves com as superfícies dos lotes confinantes. A inserção de vazios e descontinuidades que deixam revelar, sob um primeiro plano, maciço, estruturas mais leves e transparentes, tentam diluir a descontinuidade com os espaços interiores. Os pisos recuados comungam destas características e são rematados por uma pala que integra e remata o bloco rectangular do último piso.

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04 04

01 01

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01 01 03 03

PLANTA PISO 4 01-Quarto 01-Quarto PLANTA PISO 4

02-Sala 02-Sala 03-Cozinha 03-Cozinha 04-I.S. 04-I.S.

01 QUARTO 02 SALA 03 COZINHA 04 I.S. 01 hAbITAcIóN 02 SALA 03 cOcINA 04 ASeO

01 01

03 03

00

5m 5m


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QUINTA DA MALTA QUINta De Malta PARCERIA COM OPR-BARCELONA CoLAboRACIón Con oPR-bARCELonA

LEIRIA 2007

Es objetivo de esta operación general la reconversión y revalorización del área conocida como Quinta da Malta, situada en la entrada sur de Leiria. Actualmente esta propiedad es un local ajeno a la vida de la ciudad, situado en un terreno inundable y periférico, un espacio fragmentado por la carretera IC2 y extremadamente contaminado por el ruido y por la polución. Un lugar desconectado, condenado por las dependencias e inercias de un crecimiento insostenible. El concepto de la intervención se basa en la conversión del Valle del Lena en el Parque de la Ciudad de Leiria – un espacio articulado por el río, presentándose como referencia de crecimiento sostenido con soluciones integradas en el paisaje. Un punto de encuentro entre los diferentes usos, la ciudad y el territorio, ofreciendo un gran pulmón a la ciudad. El sistema y caracterización arquitectónica resultan de la integración de la construcción en el Parque de la Ciudad tornando las coberturas parte de los recorridos habilitados, de conexión entre el “monte” y el Río Lena. Se pretende unir el monte y el valle por la construcción, a través del “manto verde” que será el Parque de la Ciudad, potenciando la flexibilización de usos sin comprometer el concepto, garantizando que la solución propuesta viva, sea cual sea el uso y la funcionalidad.

É objectivo desta operação geral a reconversão e revalorização da área conhecida como Quinta da Malta, situada na entrada sul de Leiria. Actualmente, esta propriedade é um local alheio à vida da cidade, situado num terreno inundável e periférico, um espaço fragmentado pelo IC2 e extremamente contaminado pelo ruído e pela poluição. Um lugar desconexo, condenado pelas servidões e inércias de um crescimento insustentável. O conceito da intervenção baseia-se na conversão do Vale do Lena no Parque da Cidade de Leiria – um espaço articulado pelo rio, apresentando-se como referência de crescimento sustentado com soluções integradas na paisagem. Um ponto de encontro entre os diferentes usos, a cidade e o território, oferecendo um grande pulmão à cidade. O sistema e caracterização arquitectónica resultam da integração da construção no Parque da Cidade fazendo das coberturas parte dos percursos elegíveis, de ligação entre o “morro” e o Rio Lena. Pretende-se unir o monte e o vale pela construção, através do “manto verde” que será o Parque da Cidade, potenciando a flexibilização de usos sem comprometer o conceito, garantindo que a solução proposta viva, qualquer que seja o uso e a funcionalidade.

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CORTE CORREDOR SECCIón PASILo

CORTE ESCRITÓRIO SECCIón ofICInA

CORTE HABITAÇÃO SECCIón HAbITACIón

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CAMPOLIDE PARQUE CAMPOlIdE PARqUE PARCERIA COM MICHEL MOUSSESIAN - LONDRES

LISBOA 2001-2005

Situado en las antiguas instalaciones militares de la Artillería Uno, en Lisboa, el Complejo Campolide Parque se inserta en una zona fuertemente caracterizada por la ocupación comercial y, consecuentemente, de uso intenso por parte del ciudadano. Esta área forma, en su estado actual, una barrera física y funcional, no sólo a la fluidez de recorridos y vivencias urbanas como también a la continuidad de la malla urbana consolidada. Como concepto: devolver la ciudad al público y dar continuidad a la malla urbana preexistente atrayendo a las personas hacia el núcleo de intervención. Este objetivo es buscado a través de la introducción del concepto del “open City block“ (Manzana Abierta) – los manzanas propuestas mantienen en el exterior las alineaciones impuestas por la malla en la que se insertan, resguardando en su interior una amplia plaza de uso público – el “Urban Room“. Este “Urban Room” es abrazado por edificios de viviendas y por dos edificios de oficinas que forman un espacio canal de encaminamiento peatonal hacia la plaza, a través de la inclusión de comercio a nivel de la planta baja. La plaza será un espacio de descompresión con vivencia resguardada de las agresiones propias de la Ciudad, como el tráfico y el consecuente ruido y polución, compartiendo con los residentes y los visitantes los espacios verdes, comercio y equipamientos de carácter cultural. Condicionado por la parcelación anteriormente aprobada, desarrollado por SoM – Skidmore owings & Merill, del cual resultó una propuesta demasiado costosa, el proyecto fue pensado como un “todo”, limitando expresiones y sistematizando resoluciones técnicas, tipológicas y materiales.

Situado nas antigas instalações militares da Artilharia Um, em Lisboa, o Complexo Campolide Parque insere-se numa zona fortemente caracterizada pela ocupação comercial e, consequentemente, de uso intenso por parte do cidadão. Esta área forma, no seu estado actual, uma barreira física e funcional, não só à fluidez de percursos e vivências urbanas como também à continuidade da malha urbana consolidada. Como conceito: devolver a cidade ao público e dar continuidade à malha urbana pré-existente atraindo as pessoas para o núcleo de intervenção. Este objectivo é procurado através da introdução do conceito do “Open City Block“ (Quarteirão Aberto) – os quarteirões propostos mantêm no exterior os alinhamentos impostos pela malha em que se inserem, resguardando no seu interior uma ampla praça de uso público – o “Urban Room“. Este “Urban Room“ é abraçado por edifícios de habitação e por dois edifícios de escritórios que formam um espaço canal de encaminhamento pedonal para a praça, através da inclusão de comércio ao nível do piso térreo. A praça será um espaço de descompressão com vivência resguardada das agressões próprias da Cidade, como o trânsito e consequente ruído e poluição, partilhando com os residentes e os visitantes os espaços verdes, comércio e equipamentos de carácter cultural. Condicionado pelo loteamento anteriormente aprovado, desenvolvido pela SOM – Skidmore Owings & Merill, do qual resultou uma proposta demasiado dispendiosa, o projecto foi pensado como um “todo”, limitando expressões e sistematizando resoluções técnicas, tipológicas e materiais.

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PRAÇA DO PRAÇAROSSIO DO ROSSIO

PRAÇA DO MUNICIPÍO PRAÇA DO MUNICÍPIO

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PRAÇA DOPRAÇA COMÉRCIO DO COMÉRCIO

DA FIGUEIRA PRAÇA DAPRAÇA FIGUEIRA


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P

10

5.4

9

AR 7

P

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PLANTA PISO TIPO PLAnTA PISo TIPo


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CASA NA SERRA DA PESCARIA Casa en la serra da PesCaria NAZARÉ 2000/2006

Localizada en la Serra da Pescaria, en la ladera orientada hacia el mar, de exposición noroeste y topografía acentuada, ésta construcción se caracteriza por una gran transparencia y amplitud de vistas sobre el mar y al mismo tiempo por gran protección a los vientos dominantes del noroeste. De la conjugación de estos presupuestos de partida y condicionantes naturales, en conjunto con el objetivo de que de la combinación de las dos tipologías diferenciadas resultara la lectura de una única entidad, a pesar de tratarse de dos viviendas diferentes, resultó en una construcción compacta, implantada en una única plataforma con dos niveles diferenciados: el inferior por donde se garantiza el acceso peatonal y automóvil; el superior, zona de permanencia exterior por excelencia. Este objetivo, conectado a la intención de preservar el área del entorno de la construcción, manteniéndola tanto cuanto fuese posible como paisaje intacto e inalterable, condicionó totalmente la actitud arquitectónica y paisajística. El desmonte del terreno para la implantación de la construcción suministró los bloques de piedra que constituyen los muros. La vegetación autóctona se diseminará y dominará el terreno circundante. El edificio se asume, en este contexto, con la fuerza de sus volúmenes puros caracterizados por planos de contención opacos, hormigón y vidrio.

Localizada na Serra da Pescaria, na encosta virada ao mar, de exposição noroeste e topografia acentuada, esta construção caracteriza-se por grande transparência e amplitude de vistas sobre o mar e ao mesmo tempo por grande protecção aos ventos dominantes de noroeste. Da conjugação destes pressupostos e condicionantes naturais, juntamente com o objectivo que da combinação das duas tipologias diferenciadas resultasse a leitura de uma única entidade, apesar de se tratar de duas habitações distintas, resultou numa construção compacta, implantada numa única plataforma com dois níveis diferenciados: o inferior por onde se garante o acesso pedonal e automóvel; o superior, zona de permanência exterior por excelência. Este objectivo, ligado à intenção de preservar a área envolvente à construção, mantendo-a tanto quanto possível como paisagem intacta e inalterável, condicionou em absoluto a atitude arquitectónica e paisagística. O desmonte do terreno para implantação da construção forneceu os blocos de pedra que constituem os muros. A vegetação autóctone disseminar-se-á e dominará o terreno envolvente. O edifício assume-se, neste contexto, com a força dos seus volumes puros caracterizados por planos de contenção opacos, betão e vidro.

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01

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PLANTA PISOS -1 E 0 PLANTA PISOS -1 Y 0

01 QUARTO 02 SALA 03 COZINHA 04 VESTÍBULO 05 I.S. 06 ARRECADAÇÃO 07 BIBLIOTECA/ESTAR 01 hAbITAcIóN 02 SALA 03 cOcINA 04 VESTÍbULO 05 ASEOS 06 TrASTErO 07 bIbLIOTEcA/ESTAr

0

5m


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05 07 01

PLANTA PISOS 1 E COBERTURA PLAnTA PISoS 1 Y CUbIERTA

01 QUARTO 02 SALA 03 COZINHA 04 VESTÍBULO 05 I.S. 06 ARRECADAÇÃO 07 BIBLIOTECA/ESTAR 01 HAbITACIón 02 SALa 03 CoCInA 04 VESTíbULo 05 ASEo 06 ARRECADAÇÃo 07 bIbLIoTECA/ESTAR

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ALÇADO NORTE

ALÇADO NORTE ALZADO NORTE


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15 PROJECTOS | PROYECTOS 22 - 6.1 22 - 6.1

30

117

C

168,80 50

100

168,80 69

"DELTA" 10mm

6

205

110

100 540

110

168,65

49

30

100

150

150

168,75

168,65

23

400

270

2 - 8mm esp.

200

50

17

43

43

27

60

30

30

70

168,35

168,25

1- "UNICITY" TECHNAL

16

9

23 9

1- "UNICITY" TECHNAL 30 20 30

17

PRESILHA EM AÇO INOX 6 45

37

193

165,80

100

100

165,85

20

50

150

60

165,70

2 - 5mm esp.

2 - 8mm esp.

165,65

BETÃO

ALV.DE TIJOLO

TERRA VEGETAL

ALUMINIO

210

260

23

70

40

160

40

200

ISOLAMENTO

PEDRA

ISOLAMENTO

ISOLAMENTO POLIURETANO INJECTADO

MADEIRA

MDF

FERRO

BORRACHA / NEOPRENE

SEIXO ROLADO

IMPERMEABILIZ.

165,44

2 - "L" 50X70mm

165,40 16

1- "GTI" TECHNAL

9 - SGG PLANITHERM 8+12+66.2

C

LEGENDA: 117

83

68

43

60

1 2 3 4 5 5a 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

23

9

1- "GTI" TECHNAL 17

20

163,00

56

80

11 - SOLEIRA

4

162,90 2 - "L" 30X30mm 265

200

2 - "L" 40X40mm

21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33

CAIXILHARIA DE ALUMÍNI O CHAPA/PERFIS DE AÇO, TRATADOS E PINTADOS CHAPA/RUFO DE ALUMÍNI O GRELHA DE AÇO INOX AÇO INOX ESTRUTURA DE AÇO ZINCO VIDRO LAMINADO VIDRO TEMPERADO VIDRO DUPLO (CONSULTAR MAPA DE VÃOS) ARDÓSIA CLIVADA ARDÓSIA SERRADA ESTUQUE SOBRE REBOCO REBOCO ESTANHADO E ENVERNIZADO MASSA DURACRIL, INCLUINDO BASE DE REGULARIZAÇÃO ENDURECEDOR DE SUPERFÍCIE GESSO CARTONADO SOALHO EM MADEIRA DE RIGA MADEIRA MDF LACADO PAINEL DE MADEIRA ENGRADADO, FORRADO A CONTRAPLACADO DE BÉTULA E/OU PARA LACAR DECK EXTRA-PARK SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO ESTORE DE LÂMINAS ORIENTÁVEIS EM ALUMINIO LACADO ISOLAMENTO TÉRMICO SELANTE MOSAICO DE VIDRO "BIZANTINA", BRANCO, 50X50mm LAJETA DE BETÃO PRÉ-FABRICADA BORRACHA LINTEL CALEIRA DE ZINCO ESPELHO PARAFUSOS EMBUTIDOS SEXTAVADOS, INTERIORES - AÇO INOX BARRAMENTO A GUMASIL BRANCO - "MATESICA"

ENVIAR LEGENDA EM WORD

NOTA - CAIXILHARIAS/ FECHOS : SÉRIE UNICITY, TECHNAL VÃO FIXO VÃO DE BATENTE . FECHO C/ ADAPTADOR P/ RECEBER QUADRA DE MULETA (K F063), EM AÇO INOX

162,70 140

100

100

50 SÉRIE GTi, TECHNAL VÃO DE CORRER . FECHOS MULTI PONTO C/ ADAPTADOR

12 NOTA - ACABAMENTOS: CAIXILHARIAS DE ALUMINIO - ANODIZADO NA CÔR INOX POLID O

22 - 6.4 ALUMINIO - LACADO NA CÔR RAL 7022 AÇO- PINTADO A ESMALTE ESTIRENADO FOSCO RAL 7022

01 CAIXILHARIA DE ALUMÍNIO 02 CHAPA/PERFIS DE AÇO, TRATADOS E PINTADOS 03 CHAPA/RUFO DE ALUMÍNIO 04 GRELHA DE AÇO INOX 05 AÇO INOX 05A ESTRUTURA DE AÇO 06 ZINCO 7 VIDRO LAMINADO 08 VIDRO TEMPERADO 09 VIDRO DUPLO 10 ARDÓSIA CLIVADA 11 ARDÓSIA SERRADA 12 ESTUQUE SOBRE REBOCO 13 REBOCO ESTANHADA E ENVERNIZADO 14 MASSA DURACRIL, INCLUINDO BASE DE REGULARIZAÇÃO 15 ENDURECEDOR DE SUPERFÍCIE 16 GESSO CARTONADO 17 SOALHO EM MADEIRA DE RIGA 18 MADEIRA 19 MDF LACADO 20 PAINEL DE MADEIRA ENGRADADO, FORRADO A CONTRAPLACADO DE BÉTULA E/OU PARA LACAR 21 DECK EXTRA-PARK 22 SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO 23 ESTORE DE LÂMINAS ORIENTÁVEIS EM ALUMÍNIO LACADO 24 ISOLAMENTO TÉRMICO 25 SELANTE 26 MOSAICO DE VIDRO “BIZANTINA”, BRANCO, 50X50 mm 27 LAJETA DE BETÃO PRÉFABRICADA 28 BORRACHA 29 LINTEL 30 CALEIRA DE ZINCO 31 ESPELHO 32 PARAFUSOS EMBUTIDOS SEXTAVADOS, INTERIORES-AÇO INOX 33 BARRAMENTO A GUMASIL BRANCO – “MATESICA” 01 carpintería de aluminio 02 chapa/perfiles de acero, tratados y pintados 03 chapa/albardilla de aluminio 04 rejilla de acero inoxidable 05 acero inoxidable 05a estructura de acero 06 zinc 07 vidrio laminado 08 vidrio templado 09 vidrio doble 10 pizarra exfoliada 11 pizarra aserrada 12 yeso sobre revoco 13 revoco liso y barnizado 14 masa duracril, incluyendo base de regularización 15 endurecedor de superficie 16 cartón-yeso 17 parqué de madera de riga 18 madera 19 mdf lacado 20 panel de madera con estructura interior, forrado con contrachapado de abedul y/o para lacar 21 deck extra-park 22 sistema de impermeabilización 23 persiana de láminas orientables de aluminio lacado 24 aislamiento térmico 25 sellante 26 mosaico de vidrio “bizantina” blanco, 50x50 mm 27 loseta de hormigón prefabricada 28 goma 29 dintel 30 canalón de zinc 31 espejo 32 tornillo sextavados embutidos, interiores de acero inoxidable 33 masa gumasil blanco – “matesica”


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TERRAçOS DAS AZENHAS TERRAzAS dE lAS AzEnhAS SINTRA 2003

Situado en la ladera soporte del aglomerado de las Azenhas do Mar, el proyecto emerge del paisaje convirtiendo la arquitectura en una experiencia indisociable del lugar. Asumiendo su materialidad y respondiendo al programa funcional – vivienda unifamiliar, los Terraços das Azenhas pretenden establecer continuidades evidentes con el terreno natural adaptándose a su morfología original. Teniendo como presupuestos de partida tanto la servidumbre de vistas al oeste como la inserción morfológica en el lugar, son aprovechadas, bajo el punto de vista conceptual, las “líneas virtuales” formadas por las curvas de nivel de seis cotas claves, a lo largo de las cuáles se desarrollan las dieciocho viviendas unifamiliares que integran la propuesta. Estos niveles corresponden a las plataformas cubiertas de vegetación, distribuyéndose las viviendas en los límites de los mismos, permitiendo que cada nivel disfrute de la vista al oeste y de jardines formados por la cubierta de la cota del nivel que está inmediatamente debajo. Escaleras comunes permiten el acceso exterior a las viviendas. La sobriedad y simplicidad del lenguaje arquitectónico propuesto, así como los materiales utilizados en los revestimientos exteriores (piedra, hormigón y vidrio) promueven la fuerte simbiosis con el entorno. La existencia de las viviendas es sólo revelada por los frentes de vidrio y hormigón que formalizan los desniveles y que aparentan así emerger del terreno natural. Las viviendas son generadas a partir del lugar y aspiran a fundirse en él.

Situado na encosta suporte do aglomerado das Azenhas do Mar, o projecto emerge da paisagem convertendo a arquitectura numa experiência indissociável do lugar. Assumindo a sua materialidade e respondendo ao programa funcional – habitação unifamiliar, os Terraços das Azenhas, pretendem estabelecer continuidades evidentes com o terreno natural adaptando-se à sua morfologia original. Tendo como pressupostos tanto a servidão de vistas a poente como a inserção morfológica no sítio, são, sob o ponto de vista conceptual, aproveitadas as “linhas virtuais” formadas pelas curvas de nível de seis cotas chave, ao longo das quais se desenvolvem as dezoito moradias unifamiliares que integram a proposta. Estes níveis correspondem às plataformas cobertas de vegetação, distribuindo-se as moradias nos limites dos mesmos, permitindo que cada nível desfrute da vista a poente e de jardins formados pela cobertura da cota do nível logo abaixo. Escadarias comuns permitem o acesso exterior às moradias. A sobriedade e simplicidade da linguagem arquitectónica proposta, assim como os materiais utilizados nos revestimentos exteriores (pedra, betão e vidro) promovem a forte simbiose com a envolvente. A existência das habitações é apenas revelada pelas frentes de vidro e betão que formalizam os desníveis e que aparentam, assim, emergir do terreno natural. As habitações são geradas a partir do lugar e aspiram a fundir-se nele.

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PLANTA COTA 50.00 PLAnTA CoTA 50.00

01 SALA 02 QUARTO 03 COZINHA 04 HALL 05 I.S. 06 PORTARIA 07 ESTACIONAMENTO 01 SALA 02 HAbITACIón 03 CoCInA 04 HALL 05 ASEo 06 PoRTERíA 07 APARCAMIEnTo 25

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CAFETARIA NO JARDIM DA REPÚBLICA CAFETERíA dEl jARdín dE lA REPúblICA SANTARÉM 2006

Situada en el Jardín de la República en Santarém, esta Cafetería se torna por su localización e interacción con el entorno en un punto de encuentro catalizador de recorridos y vivencias. El concepto base generador de esta “pieza” se basa en la idea de la transparencia formalizada por un límite generado como por una hoja de papel blanco que, doblada en forma de pórtico, define un espacio dentro del cual vivirá la cafetería y cuya pureza sólo será afectada por la intersección de un recorrido. El espacio contenedor de la cafetería es definido por el vacío resultante de la yuxtaposición de una cinta de acero muy esbelta, que materializa la cobertura, y una caja de vidrio que, a pesar de corresponder a los límites verticales, no los impone, dada la naturaleza del material. En este espacio, visualmente sin límites verticales, viven grandes piezas blancas correspondientes al mostrador, almacén y a los diferentes espacios de los aseos, públicos y de personal. La relación del usuario con el exterior es de total permeabilidad. Las transparencias generadas por la piel acristalada enfatizan y potencian la comunicación directa con el exterior, permitiendo simultáneamente la transformación del espacio interior en espacio de terraza exterior.

Situada no Jardim da República em Santarém esta Cafetaria torna-se, pela sua localização e interacção com a envolvente, num ponto de encontro catalizador de percursos e vivências. O conceito base gerador desta “peça” assenta na ideia da transparência formalizada por um limite gerado como que por uma folha de papel branco que, dobrada em forma de pórtico, define um espaço dentro do qual viverá a cafetaria e cuja pureza apenas será afectada pela intersecção de um percurso. O espaço contentor da cafetaria é definido pelo vazio resultante da justaposição de uma fita de aço muito esbelta, que materializa a cobertura, e uma caixa de vidro que apesar de corresponder aos limites verticais não os impõe, dada a natureza do material. Neste espaço, visualmente sem limites verticais, vivem grandes peças brancas correspondentes à copa / atendimento, arrecadação e aos vários espaços das instalações sanitárias, públicas e de pessoal. A relação do utilizador com o exterior é de uma permeabilidade total. As transparências geradas pelo invólucro envidraçado enfatizam e potenciam a comunicação directa com o exterior, permitindo em simultâneo a reconversão do espaço interior, em espaço de esplanada exterior.

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03 04

PLANTA PISO 4 PLANTA PISO 4

01 QUARTO 02 SALA 03 COZINHA 04 I.S. 01 hAbITAcIóN 02 SALA 03 cOcINA 04 ASeO

01 03

04 04

02 02

01- ZONA DE ESTAR 02-BAR 03-ARRECADAÇÃO 04-I.S. 01- ZONA DE ESTAR 02-BAR 03-ARRECADAÇÃO 04-I.S.

04 04

01

04

5m

0 0

5m


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

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15 PROJECTOS | PROYECTOS


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

FÓRUM BRANDOA FORUM bRAndOA PARCERIA COM JOSÉ JOÃO fREITAS COLABORACIÓN CON JOSÉ fREITAS

BRANDOA 2003/2005

El Centro Cívico de brandoa, implantado en el Jardín Luís Vaz de Camões es un edificio destacado en la identidad local. El proyecto fue pensado con líneas de orientación claras y objetivas, partiendo de un repertorio simple, eligiendo modelos de solidez y economía, traducidos por la coherencia y unidad de los materiales y de las soluciones adoptadas. Los objetivos de rigor y precisión pretendidos para esta obra fueron garantizados por la exigencia en el control del método constructivo y por la fuerte apuesta en la lógica de la industrialización. El proyecto fue desarrollado en un principio modular garantizando la simplificación y rapidez de la construcción. Sobre una matriz regular, la estructura del edificio es intrínseca a la organización de los tres pisos de basamento, pensados inicialmente exclusivamente para el aparcamiento, habiendo posteriormente sido adaptados para el evento de mayor relevancia de la ciudad de Amadora: el “festival Internacional del Cómic”. Desde el exterior, la definición de los tres pisos es evidente, sobreponiéndose el volumen, con diferentes alturas y relaciones de lleno/vacío, en un único piso, donde se desarrolla el programa funcional compuesto por el área de las asociaciones, Escuela Intercultural de las Profesiones y Deporte, Centro de Día y Pabellón Polivalente. Desde la escalera de acceso, hasta a las voluminosas letras de la fachada del “forum”, el edificio posee una variedad de espacios de fuerte carácter escénico, asumiéndose como un conjunto que podría ser fácilmente reportado a la escultura y a la pintura.

O Centro Cívico da Brandoa, implantado no Jardim Luís Vaz de Camões é um edifício marcante na identidade local. O projecto foi pensado com linhas de orientação claras e objectivas, partindo de um reportório simples, elegendo modelos de solidez e economia, traduzidos pela coerência e unidade dos materiais e das soluções adoptadas. Os objectivos de rigor e precisão pretendidos para esta obra, foram garantidos pela exigência no controlo do método construtivo e pela forte aposta na lógica da industrialização. O projecto foi desenvolvido num princípio modular garantindo a simplificação e rapidez da construção. Sobre uma matriz regular, a estrutura do edifício é intrínseca à organização dos três pisos do embasamento, pensados inicialmente exclusivamente para o estacionamento, tendo posteriormente sido adaptados para o evento de maior relevância da cidade da Amadora: o “festival Internacional de Banda Desenhada”. Do exterior, a definição dos três pisos é evidente sobrepondo-se, com diferentes alturas e relações de cheio/vazio, o volume onde se desenvolve, num único piso, o programa funcional composto pela área das associações, Escola Intercultural das Profissões e Desporto, Centro de Dia e Pavilhão Polivalente. Desde a escadaria de acesso, até às volumosas letras da fachada do “fórum”, o edifício possui uma variedade de espaços de forte carácter cénico, assumindo-se como um conjunto que poderia ser facilmente reportado à escultura e à pintura.

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15 PROJECTOS | PROYECTOS

PLANTA DE IMPLANTAÇÃO PLAnTA DE IMPLAnTACIón

0

5m


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

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15 PROJECTOS | PROYECTOS

01

01

01

PLANTAS DOS PISOS -1, -2 e -3 PlantaS PiSoS -1, -2 y -3

01 ESTACIONAMENTO 01 aPaRCaMiEnto

0

5m


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

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120

15 PROJECTOS | PROYECTOS

02

03

03

04

03

02 05

04

05

04

04

04

05

04

05

04

05

04

04

05

04

04

05

04 06

05

05

01

05

05

07

08

08

07

07

09

10

0 

PLANTAS PISOS 0 E COBERTURA PLAnTAS PISoS 0 Y CUbIERTA

01 PAVILHÃO POLIVALENTE 02 ARRUMOS 03 BALNEÁRIO 04 GABINETE 05 SALA DE ACTIVIDADES 06 SALA POLIVALENTE 07 PÁTIO 08 SALA DE fORMAÇÃO 09 BAR 10 RESTAURANTE 01 PAbELLón PoLIVALEnTE 02 ALMACén 03 VESTUARIo 04 DESPACHo 05 SALA DE ACTIVIDADES 06 SALA PoLIVALEnTE 07 PATIo 08 SALA DE foRMACIón 09 bAR 10 RESTAURAnTE

5m


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

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15 PROJECTOS | PROYECTOS

fACHADA DO ESTACIONAMENTO COM PAINEIS PRÉ-fABRICADOS DE BETÃO fACHADA DEL ESTACIonAMEnTo Con PAInELES PRE-fAbRICADoS DE HoRMIgón


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

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15 PROJECTOS | PROYECTOS

A 150

A 450 2,160 1.280

450

120

450

120

330

120

330

120

5/04 .2C 5/04 .2C

120

120

1.280 4,600 5.050

4,600 5.050

11

97,00

2,160

300

450

300

150

10 97,00

INTERIOR EDIFÍCIO INTERIOR EDIFÍCIO

92,00

120

91,40 91,40

600

120 534

120

600

120 534

400

450

190 105

450

105

400

450

190 105

450

105

1,280 1,160

1,280 1,160

PISO 0 92,00

PISO 0

CORTE C

2.250

CORTE C

2.250

88,80

PISO -1 88,80

PISO -1

A 450

A 450

86,40

PISO -2

200

200

86,40

1

14.086

2

3

6 7

4

8

6

9

10

11

8 9

12 13 11

14 15

D

10

D

7

12 13

16

14 15

17 18

17 18

19

19

CORTE D 20

21

22 23

20

21

22 23

24 25 26

24 25 26

566

16

27

27

28

29 30

31

29 30

31

32 33 34

A

32

450 450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

433

467

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

C 9

C 9 450

450

450

450

450

450

433

467

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

450

D

2.235

B

200 450

B

200

13.632

D

2.235

2.890

450

450

2.890

450

3.510

7.628

C

3.510

7.628

33 34

C

A

28

CORTE D

566

5

PISO -2

14.086

4 5

3

B

2

B

1

13.632

5/04 .1A

5/04 .1B

450

3.00

150

450

HEB 320 HEA 200

UPN 50

HEA 200

10 10

A 2.760

A

PLANTA PISO 0 PLANTA PISO 0

HEB 320

5/04 .1C HEB 320 HEB 320

A

450

200

450

450

10

2,160

A

5/04 .1A

120 450

3

4 6 7

INTERIOR EDIFÍCIO

5

8

6

9

10

11

8 9

12 13 11

14 15

D

10

D

7

450

150 120 330 120

B

4

B

2

5 3

HEB 320

UPN 50

1 2

5/04 .1B 3.00

1.280

A

11

11

5/04 .2C

1

CORTE B

450

11

97,00

12 13

16

14 15 16

A

92,00

A

PISO 0

91,40

4.6

35.00˚

3.470

HEB 320

57

3.8

5/04 .1C HEB 320

57

3.470

9 3.8

4.250

C 9

4.250

C 32

35.00˚

32

C

4.6

C CORTE C

HEB 320 450

88,80

200

PISO -1 450

200

200

450

0

40 450

0

40 450

D

CORTE A

D B

B 10

86,40

10

PISO -2

B

14.086

A

D

A

5 17 19

CORTE D 20

21

22 23

24 25 26

28 29 30 CORTE 31 32 E ALÇADO ESCADAS EXTERIORES - PLANTAS, 33 34 ESCALERAS ExTERIoRES - PLAnTAS, SECCIón Y ALzADo 27

3.510 450

450

433

467

450

450

450

450

450

450

450

ALÇADO

566

18

450

450

450

450

450

450

450

PLANTA PISO -1 PLANTA PISO -1

A

50

16

C 9


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

BETÃO APARENT E

BETÃO PINTADO (CIN S 1080-Y90R)

125


126

15 PROJECTOS | PROYECTOS

1

1

1

5 5

2,000

Ve 12

5 5

2,000

Ve 12

5 5

2,000

Ve 12

ALÇADOS SUDOESTE, SUDESTE, NOROESTE E NORDESTE ALzADoS SURoESTE, SURESTE, noRoESTE Y noRESTE


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

127


15 PROJECTOS | PROYECTOS

11

22

BB 400 400

1,497 1,497

400 400

1,500 1,500

400 400

1,497 1,497

400 400

1,500 1,500

800 800

945 945

D D

355 355 400 400

1,500 1,500

400 400

1,500 1,500

400 400

1,500 1,500

400 400

400 400

1,500 1,500

400 400

1,711 1,711

3,200 3,200

800 800 1,500 1,500

2,160 2,160

1,500 1,500

1,711 1,711

1,000 1,000

1,900 1,900

1,900 1,900

2,400 2,400

2,200 2,200

250 250

400 400

400 400

400 400

400 400

1,000 1,000 400 400 250 250

650 650

800 800

1,160 1,160

1,500 1,500

1,000 1,000

1,000 1,000

1,000 1,000 500 500 1,000 1,000 1,700 1,700

4,200 4,200

760 760

800 800

1,500 1,500

800 800

400 400

2,300 2,300

1,760 1,760

800 800

2,300 2,300

33

C C

800 800

AA

728 728

1,332 1,332

22

720 720 220 220

720 720

1,461 1,461

33

600 600

300 330 330 70 70 300

2,960 2,960

4,200 4,200

5,000 5,000

1,240 1,240

800 800

800 800

11

1,461 1,461

20,70 20,70 3,900 3,900

AA

100 100 220 220 150 480 150 480

7,800 7,800

7,800 7,800

BB

3,180 3,180

C C

740 740

7,060 7,060

D D

740 740

8,030 8,030 COZINHA COZINHA

RESTAURANTE RESTAURANTESOCIAL SOCIAL

5/05 5/05 .. 2A 2A

5/05 5/05 .. 3A 3A

5/05 5/05 .. 1A 1A

350 350

19 19 5/05 5/05 .. 4A 4A Ve Ve 88

2,400 2,400

92,00 92,00

2,750 2,750

22,2 ,255

450 450

128

450 450

20,550 20,550

150 150

21,150 21,150

PLANTA PLANTA .. esc. esc. 1:5 1:500 NOTA: NOTA: CONFIRMAR CONFIRMAR EE COMPATIBILIZAR COMPATIBILIZAR AA LOCALIZAÇÃO LOCALIZAÇÃO DO DO EQUIPAMENTO EQUIPAMENTO DO DO LAGO LAGO COM COM O O PROJ. PROJ. DE DE ESPECIALIDADES ESPECIALIDADES (ÁGUAS (ÁGUAS EE ESGOTOS) ESGOTOS)


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

D

129

BETÃO PRÉ-FABRICADO

REBOCO PINTADO (CIN S 6502-B)

1,711

3 D 1,711

1,160

LAGO

1,711

800

1,500

400

1,900

AXONOMETRIA

400

1,461

250

AXONOMETRIA

1,461

10 400

4,600

1,490

800

LETRAS DE LA FACHADA: ALzADoS DE LAS LETRAS y DEL viDRio PLANTA SECCioNES 1,2 y 3 AXoNoMETRiA

4,900

4,600

2,300

800

3,090

4,900

300

300

300

300 330 70

1,500

1,500

2,300

300

1,500

300

300

1,500

4,600

2,100

4,200 300 330 70

800

10 400

800

LETRAS DA FACHADA: ALÇADOS DAS LETRAS E DO VIDRO PLANTA CORTES 1,2 E 3 AXONOMETRIA

1,490

800

10 400

3,090

1,000 4,600

2,100

4,200

800

800

400

1,000

3

800

400

720

10 400

720 220

800

1,461

800

400

7,800

D

2,1 5

0

40

D

2,1

130

130

5

ZINHA

25 0

25

2,1

2,1 5

130

130

130

1,50

2,326

0

1,4

2,4

0

130

PLANTA . esc. 1:5 0

OM O PROJ. DE ESPECIALIDADES (ÁGUAS E ESGOTOS)

1,474

130 2,326

4,730

800 400

LAJE 91,35

400

91,60 150

AS E ESGOTOS)

4,730

1,604

800 1,926

4,730

1,474

1,604 2,326 3,330 1,400

4,730 1,900

72

1,926

400

4,730 2,430

1,400

800 3,600

2,400

0

0

72

0

40

3,330

2,430 1,900 400

4,730

2,200 400 1,400

0

0

0 40

4,730

800 3,600

2,400

1,400

1,000 500 1,130 2,100

4,730

LAJE 91,35

400

NTA . esc. 1:5 0

4,730

2,200

1,000 500 1,130 2,100

4,730

91,60 150

2,4 0

2,4 400

0 76

0

1,0

96,33

LAJE

400

0

2,4

0

400

40

1,926

1,926

1,90 400

400

400

1,40

2,4

0

00 1,04 0

96,33

72

0

2,4

0

LAJE

96,60

0

10 0

10

0

0

72

0

40

1,40

2,40

2,4 0

2,4 400

0 0

8 17

400 2,326

2,4 5 35

1,0

2,4 0 1,926

3,20 4,73 1,926

400

0 400

2,20

4,73

2,30

1,4

0 40

1,4

0 80

4,20

4,20 4,73

400

1,40

800

1,90 4,73

0

400

6 2,1

10 0

10

40

2,4

0

0

0

40

2,4

5

130 4,20

130

2,40

0

0 48

0

76

25

0

25

0

0

1,1

130

0 2,1 5

2,4

0

6

5

400

3,20 4,73

4,73

2,30 130

800 4,73 4,20 4,73 4,20

400 40

400 400

25

4,20 4,60

0 00 1,04 0

96,60

130

130

130 2,20 1,40

2,4

1,4 0

0 80

2,2

2,1

5 35

1,00

6 2,1

1,70

0

2,1 5

0 48

2,4 0

400

4,20 4,73

2,4

5

25 0

8 17

0

400

400 2,2

2,1 5

2,4 0 0

25

6 1,7 4,20 500

130

1,70

4,20 4,73 400

92,00

0

25

1,13

4,20 4,60

1,00

0

5/05 . 4A

5/05 . 4A

25

2,1 5

5

2,4

19

0

2,1

COZINHA

92,00

25

0

19

5/05 . 3A

1,1

40

500

130

1

8,030

6

5

,76

1,50

1,13

0


130

15 PROJECTOS | PROYECTOS


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

131


132

15 PROJECTOS | PROYECTOS

CORTES SECCIonES


JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

133


134

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JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

ESCOLA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ESCUElA dE CIEnCIAS dE lA SAlUd BRAGA 2000/2007

Asumiéndose como un edificio de gran referencial en cuanto a su imagen, esta obra “viva” surge en un entorno donde son inexistentes las referencias construidas, como el resultado de un proceso ampliamente vivido y saboreado en el cual las diferentes decisiones se fueron descubriendo y tomando forma, tornándose coherentes e inequívocas a partir de ellas mismas. Las opciones relativas a la implantación y orientación provinieron tanto de las condiciones topográficas del local como de sus características paisajísticas y de exposición solar, habiendo sido estudiadas en el sentido de mantener el terreno en una situación muy próxima de la realidad, a pesar del acentuado declive y la densidad arbórea existente. La solución organizativa de los espacios se vuelve tanto hacia el exterior, a través de los encuadramientos y de las superficies acristaladas permitiendo disfrutar de un lejano alcance visual, como hacia el interior, por la existencia de un patio interior ajardinado hacia el cual convergen los espacios de carácter más intimista. La diafanidad y transparencia de la planta baja garantizan la prolongación visual hacia el valle, incluso a partir del patio ajardinado y del hall de entrada. Por otro lado, la superposición del edificio en el terreno, en sus fachadas norte y oeste, surge como forma de controlar su presencia en la topografía accidentada confiriendo al edificio un fuerte componente de encuadramiento formal y paisajístico. De la conjugación de estos presupuestos de partida resultó un edificio intuitivo y sensorial, que se va descubriendo poco a poco en sus diferentes opciones formales, materiales y constructivas, desde los inmaculados paños de hormigón blanco a los translúcidos paneles metálicos deslizantes, de las fachadas interiores, que confirman la mutabilidad de una obra cargada de carácter e intensidad.

Assumindo-se como um edifício de grande referencial imagético, esta obra “viva” surge, numa envolvente onde são inexistentes as referências construídas, como o resultado de um processo largamente vivido e saboreado no qual as distintas decisões se foram descobrindo e formatando, tornando-se coerentes e inequívocas a partir delas próprias. As opções relativas à implantação e orientação decorreram tanto das condições topográficas do local como das suas características paisagísticas e de exposição solar, tendo sido estudadas no sentido de manter o terreno numa situação muito próxima da realidade, apesar do acentuado declive e densidade arbórea existente. A solução organizativa dos espaços volta-se tanto para o exterior, através dos enquadramentos e das superfícies envidraçadas permitindo o desfrutar de um longínquo alcance visual, como para o interior, pela existência de um pátio interior ajardinado para o qual convergem os espaços de carácter mais intimista. A descolagem e transparência do piso térreo garantem o prolongamento visual para o vale, mesmo a partir do pátio ajardinado e do átrio de entrada. Por outro lado, a sobreposição do edifício no terreno, nas suas fachadas norte e poente, surge como forma de controlar a sua presença na topografia acidentada conferindo ao edifício uma forte componente de enquadramento formal e paisagístico. Da conjugação destes pressupostos resultou um edifício intuitivo e sensorial, que se vai descobrindo pouco a pouco nas suas distintas opções formais, materiais e construtivas, desde os imaculados panos de betão branco aos translúcidos painéis metálicos deslizantes, das fachadas interiores, que confirmam a mutabilidade da uma obra carregada de carácter e intensidade.

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PLANTA DE IMPLANTAÇÃO Planta de imPlantación

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PLANTA PISO 0 PLANTA PISO 0

01 ARMAZÉNS 02 SALA 03 PAPELARIA/ REPOGRAFIA 04 ASSOCIAÇÃO ESTUDANTES 05 AUDITÓRIO 06 BAR 07 ÁTRIO 08 BALNEÁRIO 09 SALA DE CACIFOS 10 GABINETE 11 LABORATÓRIOS 12 CAIS DE SERVIÇO 13 ESTACIONAMENTO COBERTO 01 ALmAcéN 02 SALA 03 PAPeLeríA/rePrOgrAfíA 04 ASOcIAcIóN de eSTudIANTeS 05 AudITOrIO 06 bAr 07 ATrIO 08 veSTuArIO 09 SALA de TAquILLAS 10 deSPAchO 11 LAbOrATOrIOS 12 mueLLe de ServIcIO 13 eSTAcIONAmIeNTO cubIerTO

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01 GABINETE 02 SALA 03 LABORATÓRIO 04 SECRETARIADO 05 ARMAZÉM 06 PÁTIO 01 DESPACHo 02 SALA 03 LAboRAToRIo 04 SECRETARIADo 05 ALMACén 06 PATIo

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PLANTA PISO 2 PLAnTA PISo 2

01 GABINETE 02 SALA 03 LABORATÓRIO 04 SECRETARIADO 05 ARMAZÉM 06 PÁTIO 07 ESPAÇO TÉCNICO 08 SALA DE LEITURA / ESTUDO 01 DESPACHo 02 SALA 03 LAboRAToRIo 04 SECRETARIADo 05 ALMACén 06 PATIo 07 ESPACIo TéCnICo 08 SALA DE LECTURA / ESTUDIo

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1-Barra de aço 2-Chapa quinada 3-”T” composto por barra de aço 4-Vidro duplo temperado 5-IPE 600 6- UPE 600 7-UPN 300 8- RHS 9- Cantoneira 10- Vidro duplo temperado

CORTES CONSTRUTIVOS SECCIONES CONSTRUCTIVAS

01 BaRRa dE açO 02 ChaPa qUINada 03 ”T” COmPOSTO POR BaRRa dE açO 04 VIdRO dUPlO TEmPERadO 05 IPE 600 06 UPE 600 07 UPN 300 08 RhS 09 CaNTONEIRa 10 VIdRO dUPlO TEmPERadO 01 bARRA dE ACERO 02 ChApA plEgAdA 03 “T” COmpUESTO pOR bARRA dE ACERO 04 VIdRIO dOblE TEmplAdO 05 IpE 600 06 UpE 600 07 UpN 300 08 RhS 09 ANgUlAR 10 VIdRIO dOblE TEmplAdO


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TORRE CAPITAL TORRE CAPITAl LUANDA 2006

A poca distancia de la bahía de Luanda, ésta propuesta consiste en una torre, con cerca de sesenta y seis pisos y planta curvilínea destinada a oficinas, que se yergue a partir de un basamento rectangular ocupado por aparcamientos y comercio. Respondiendo al carácter iconográfico pretendido, la torre se presenta como una pieza escultórica emergiendo con graciosidad del entorno, dominando el “skyline” de la ciudad. La opción por una planta no ortogonal potencia la fuerza del gesto y aleja la connotación “corporate”. El detalle de la caracterización de la fachada y la sutil modelación volumétrica acentúan este carácter cinético, sin cuestionar, no obstante, la unidad del objeto. La estructura vista asume un carácter gráfico y refuerza el dinamismo de la forma.

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A pouca distância da Baía de Luanda, esta proposta consiste numa torre, com cerca de sessenta e seis pisos e planta curvilínea destinada a escritórios que se ergue a partir de um embasamento rectangular vocacionado para estacionamento e comércio. Respondendo ao carácter iconográfico pretendido, a torre apresenta-se como uma peça escultórica emergindo com graciosidade da envolvente, dominando o “skyline” da cidade. A opção por uma planta não ortogonal potencia a força do gesto e afasta a conotação “corporate”. O detalhe da caracterização da fachada e a subtil modelação volumétrica acentuam este carácter cinético sem contudo questionar a unidade do objecto. A estrutura aparente assume um carácter gráfico e reforça o dinamismo da forma.

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INVENTÁRIO InvEnTARIO


reAbilitAção do Forte de lovelhe rehAbilitAción del Forte de lovelhe

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Reabilitação do Forte de Lovelhe Vila Nova de Cerveira Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira 1986 12 000m2 José Soalheiro, Teresa Castro, Ana Paula Calheiros, Ana Gonçalves José Carlos Simões Marques; Fernando Alberto Pires Batista Maria Paula Mendes Pinto Farrajota

hotel no PAlácio do correio-Mor hotel en el PAlácio del correio-Mor

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Hotel no Palácio do Correio-Mor Loures Finangeste . Casa Agrícola da Quinta da Matta, Lda 1987 Implantado na Quinta da Matta – 21ha José Soalheiro, Teresa Castro, Ana Paula Calheiros, José João Freitas António José Morais; Mário Manuel Paisana dos Santos Lopes Lacerda Moreira e Silvino Maio engenheiros associados, António Miguel Pereira Coutinho Maria Teresa Duque da Cunha Lopes e João Ferreira Nunes

nersAnt nersAnt

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NERSANT – Núcleo Empresarial da Região de Santarém Torres Novas AIP- Associação Industrial Portuguesa 1990 2 800m2 José Soalheiro, Teresa Castro, Ana Paula Calheiros, G. Esteves Pereira A2P Consult, Estudos e Projectos , Lda – João Appleton HR – Consultores de Engenhenharia, Lda; IUPE

AssociAção industriAl do Minho AsociAción industriAl del Minho

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Associação Industrial do Minho Viana do Castelo AIM - Associação Industrial do Minho 1993 1994 4 581m2 José Soalheiro, Teresa Castro, Ana Paula Calheiros Luís Vaz A2P Consult, Estudos e Projectos, Lda - João Appleton e Nunes da Silva Silvino Maio & Lacerda Moreira Engenheiros Associados, Lda


FAculdAde de MedicinA dentáriA FAcultAd de MedicinA dentAl

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Faculdade de Medicina Dentária Lisboa Universidade Clássica de Lisboa - Faculdade de Medicina Dentária 1999 2001 5 835m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, Ricardo Agarês A2P Consult, Estudos e Projectos , Lda – João Appleton Silvino Maio & Lacerda Moreira; Termifrio; Carlos Fafaiol Boban S. Basic

residênciA de estudAntes do instituto Politécnico de bejA residenciA de estudiAntes del instituto Politécnico de bejA

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Residência de Estudantes do Instituto Politécnico de Beja Beja Instituto Politécnico de Beja 1994 2 100m2 José Soalheiro, Teresa Castro, Ana Paula Calheiros A2P Consult, Estudos e Projectos , Lda – João Appleton Termifrio-Serafim Graña; Silvino Maio e Lacerda Moreira eng. associados

FAculdAde de engenhAriA dA universidAde do Minho FAcultAd de ingenieríA de lA universidAd del Minho

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Faculdade de Engenharia - Universidade do Minho Guimarães Universidade do Minho 1997-1998 2000-2004 9 250m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, António Santos, Vasco Santos, Sérgio Cochat; José Luis Piñatelli GESBAU DOMÓTICA Leonardo Finotti

ediFício de hAbitAção PArque exPo ediFicio de viviendA PArque exPo

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Edifício de Habitação Parque Expo Expo, Lisboa Cooporativa OCEANUS 1998 2002-2003 3650m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes Grese-Estudos Projectos e Gestão de Obras, Lda Engº Ricardo Areias; Engº João Rocha Leonardo Finotti

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PAvilhões dos PAíses convidAdos PArA A exPo98 PAbellones de los PAíses invitAdos PArA lA exPo 98

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48 Pavilhões dos Países Convidados para a Expo98 Parque das Nações, Lisboa S DESIGN, Lda 1998 José Soalheiro, Teresa Castro, S DESIGN, Lda António Santos, Paula Silva Fernandes S DESIGN, Lda Pavilhão do Equador

ediFícios PAço do duque ediFicios PAço del duque

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Edifícios Paço do Duque Chiado, Lisboa GEF / TEMPLE

1999 2005 - 2008 9 657m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, Alexandre Silva Fernandes, Ivone Fonseca, Magda Freitas, Maria Solange Faria A2P Consult, Estudos e Projectos, Lda EACE, DUCTOS, CERTIPROJECTO

ediFício Alto do PArque ediFicio Alto del PArque

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Ano de Obra| Año de Obra: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Fotografia| Fotografía:

Edifício Alto do Parque Lisboa GEF 1999 2003-2005 39 595m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes , Alexandre Silva Fernandes, Ivone Fonseca, Marta Peixoto, Mário Sequeira, António Pina, Ana Rocha, Maria Solange Faria TRIAGONAL-Pedro Parreira DUCTOS/LM Leonardo Finotti

hosPitAl de s. MArcos hosPitAl de s. MArcos

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Arranjos Exteriores| Ordinamiento exterior:

Hospital de S.Marcos Gualtar, Braga Ministério da Saúde / DGIES - Direcção Geral de Instalações e Equipamentos de Saúde

1999 60 000m2 José Soalheiro, Teresa Castro; WHR - Watkins, Hamilton and Ross Architects, Inc Paula Silva Fernandes, Ivone Fonseca LM SA LM SA PROAP - Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagísta, Lda


cAsA nA serrA dA PescAriA cAsA en lA serrA dA PescAriA

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Ano de Obra| Año de Obra: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Arquitectura Paisagística| Arquitectura Paisagística: Fotografia| Fotografía:

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Habitação Bifamiliar Serra da Pescaria, Nazaré José Soalheiro, Teresa Castro 2000 2000-2006 490m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, Vasco Santos, Marta Peixoto, Maria Solange Faria TRIAGONAL LM/DUCTOS PROAP - Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagista, Lda. Leonardo Finotti

escolA de ciênciAs dA sAúde escuelA de cienciAs de lA sAlud

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Ano de Obra| Año de Obra: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores:

Escola de Ciências da Saúde - Universidade do Minho Braga Universidade do Minho - Campus Universitário de Gualtar 2001-2002 2005-2007 20 275m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, Alexandre Silva Fernandes, André Valente, Cecília Moreno, Marta Peixoto, Mário Sequeira, Paula Pestana, Wilson Galvão, Rosana Yoshida, Fernando Vaguinho Arquitectura Paisagística| Arquitectura Paisagística: PROAP - Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagista, Lda. Estruturas| Estructuras: GRESE Especialidades| Especialidades: PROFLUIDOS Fotografia| Fotografía: FG+SG

cAsA ritA ribeiro de cAstro eM sAgres cAsA ritA ribeiro de cAstro en sAgres:

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades:

Casa Rita Ribeiro de Castro Sagres Rita Ribeiro de Castro 2002 155m2 José Soalheiro, Teresa Castro Mário Sequeira Cunha e Silva Engº- Leonel da Cunha e Silva Cunha e Silva Engº- Leonel da Cunha e Silva

terrAços dAs AzenhAs terrAzAs de lAs AzenhAs

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores

Terraços das Azenhas Azenhas do Mar Engº Rui Dias Lopes 2003-2004 6 400m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes , Alexandre Silva Fernandes, Márcia Xavier, Maria Solange Faria, Magda Freitas


FóruM brAndoA FóruM brAndoA

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Ano de Obra| Año de Obra: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Arquitectura Paisagística| Arquitectura Paisagística: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Fotografia| Fotografía

Centro Cívico Fórum Brandoa Brandoa - Amadora Câmara Municipal da Amadora 2003 2004-2005 15 800m2 José Soalheiro, Teresa Castro, José João Freitas Marta Peixoto, Mário Sequeira, Paula SIlva Fernandes INFRACONSULT PÓRTICO PÓRTICO Leonardo Finotti

residênciA de estudAntes residenciA de estudiAntes

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente Ano de Projecto| Año de Proyecto: Ano de Obra| Año de Obra: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades:

Residência de Estudantes Lugar do Mirão, Póvoa do Lanhoso FIB - Fernando & Bagulho, Lda

2003 2004 11 134m2 José Soalheiro, Teresa Castro Magda Freitas, Mário Sequeira FIB - Fernando & Bagulho, Lda FIB - Fernando & Bagulho, Lda

cAbAnAs golF cAbAnAs golF

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores:

Cabanas Golf Tagus Park, Oeiras ESPART - Grupo Espírito Santo

2003 Apartamentos Turísticos: 18 000m2; Escritórios: 15 000m2; Hotel: 11 000m2; Club House 1 900m2; Comércio: 4 000m2 José Soalheiro, Teresa Castro; CMDIAS Arquitectos - Carlos Miguel Dias Paula Silva Fernandes, Alexandre Silva Fernandes, David Agostinho, Magda Freitas, Margarida Oliveira, Maria Solange, Faria,

coMPlexo cAMPolide PArque coMPlexo cAMPolide PArque

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Arquitectura Paisagística| Arquitectura Paisagística: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Fotografia| Fotografía:

Complexo Campolide Parque - Obras de Urbanização Lisboa GEF+ESAF 2001-2005 133 000m2 José Soalheiro, Teresa Castro, Michel Moussessian, Carlos Infantes Paula Silva Fernandes, Alexandre Silva Fernandes, Magda Freitas, Maria Solange Faria, Marta Peixoto, Per PROAP - Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagista, Lda. TRIAGONAL- Engenheiros e Consultores, Lda. DUCTOS; LM SA Agostinho de Carvalho


quintA do MArtingil quintA del MArtingil

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Arranjos Exteriores| Ordinamiento Exterior:

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Quinta do Martingil Leiria Poligreen 2006 51 000m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, Alexandre Silva Fernandes, Ana Martíns, Helena Calado, Ivone Fonseca, João Dias, Magda Freitas, Maria Solange Faria, Paulo Rodrigues, Ricardo Costa JSJ Projectos de Engenharia SP4 Projectos e Serviços de Electricidade PROAP - Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagísta, Lda

novA centrAl de boMbAgeM dA Fonte dos PAssArinhos nuevA centrAl de boMbeAdo del lA Fonte dos PAssArinhos

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades:

Nova Central de Bombagem da Fonte dos Passarinhos Amadora S.M.A.S. Oeiras e Amadora

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1 232m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, Ana Martins, Paulo Rodrigues Triagonal - Engenheiros e Consultores, Lda PROFLUIDOS

ArrAnjos exteriores e novAs instAlAções dos s.M.A.s. dA brAndoA esPAcios exteriores y nuevAs instAlAciones de lAs s.M.A.s de brAndoA

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras:

Arranjos exteriores e Novas Instalações dos S.M.A.S. da Brandoa Brandoa, Amadora S.M.A.S. Oeiras e Amadora

2006 12 500m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, Ana Martins, Alexandre Silva Fernandes, Maria Solange Faria, Dimstrut - Pedro Parreira

torre cAPitAl torre cAPitAl

Obra| Obra: Localização| Situación: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Maqueta| Maqueta: Fotografia| Fotografía:

Torre de Luanda Luanda, Angola

2006 200 000m2 José Soalheiro, Teresa Castro; S Design, Lda Alexandre Silva Fernandes, Magda Freitas Quadrante LM SA Bernardo Pimentel Leonardo Finotti

171


cAFetAriA no jArdiM dA rePúblicA cAFeteríA del jArdiM de lA rePúblicA

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente Ano de Projecto| Año de Proyecto: Ano de Obra| Año de Obra: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores:

Cafetaria no Jardim da República Santarém Câmara Municipal de Santarém 2006 2008 150m2 José Soalheiro, Teresa Castro Alexandre Silva Fernandes, Paula Silva Fernandes

quintA dA MAltA quintA de MAltA

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores:

Quinta da Malta Leiria POLIGREEN 2007 81 000m2 José Soalheiro, Teresa Castro, Carlos Infantes (OPR-Barcelona) Bet Figueiras, Ana Martins, Daniel de Reparaz, Iranzu Santamaria, Janine Woitoschek, Maria Solange Faria, Miguel Alves, Sílvia Fernandes

quintA de Porto Moniz quintA de Porto Moniz

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores:

Quinta de Porto Moniz Leiria POLIGREEN 2007 1511.04m2 José Soalheiro, Teresa Castro Marta Peixoto, Paula Silva Fernandes, Fátima Mendes, Ricardo Costa

ediFício bAixA Plus ediFicio bAixA Plus

Obra| Obra: Localização| Situación: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades:

Edifício Baixa Plus Luanda, Angola 2007 156 600m2 José Soalheiro, Teresa Castro Alexandre Silva Fernandes, Paula Silva Fernandes Quadrante LM SA; Engimaind


ediFício lote 1.10 exPo ediFício PArcelA 1.10 exPo

JOSÉ SOALHEIRO,TERESA CASTRO, ...

173

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores:

Edifício no Lote 1.10 Expo Lisboa Hagen 2007/... 40 000m2 José Soalheiro, Teresa Castro Paula Silva Fernandes, Angela Marcos, Fátima Mendes, Ivone Fonseca, Luís Anjos, Ricardo Costa, Rita Vaz, Magda Freitas, Maria Solange Faria, Estruturas| Estructuras: GRID Especialidades| Especialidades: LM SA Arquitectura Paisagística| Arquitectura Paisagística: PROAP - Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagista, Lda.

cidAde desPortivA de sines cidAde dePortivA de sines

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de const--rucción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Arranjos Exteriores| Ordinamiento exterior:

Cidade Desportiva de Sines Sines Câmara Municipal de Sines

2007/... 15 700m2 José Soalheiro, Teresa Castro; DRAFT21 Marta Peixoto, Isabel Pessoa, Angela Marcos, Luís Anjos, Miguel Silveira, Ricardo Costa PECS - Projectos de Estruturas Lda PEN PROAP - Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagísta, Lda

hotel bAíA hotel bAíA

Obra| Obra: Localização| Situación: Promotor| Cliente: Ano de Projecto| Año de Proyecto: Área de Construção| Área de construcción: Arquitectura| Arquitectura: Colaboradores| Colaboradores: Estruturas| Estructuras: Especialidades| Especialidades: Maqueta| Maqueta: Fotografia| Fotografía:

Hotel Baía Restinga, Lobito, Angola IMEXCO Investimentos 2008/... 6 500m2 José Soalheiro, Teresa Castro Magda Freitas, Ivone Fonseca, Miguel Silveira, Alexandre Silva Fernandes Progest Progest Portugal dos Pequeninos Agostinho de Carvalho

outros Projectos| otros Proyectos Aparthotel em Elvas; Plano de Pormenor Elvas; Habitações para a Guarda Fiscal em Elvas; Restaurante Bar na Praia do Carvoeiro; Moradia na Quinta da Marinha em Cascais; Loteamento Industrial em Elvas; Residencial e Bloco habitacional em Elvas; Moradia em Colares; Apartamentos Reid’s Gardens; Agência de Viagens “João de Freitas Martins”; Braz&Braz das Amoreiras; Parque de Campismo de Carnaxide; Parque Industrial de Feiras e Exposições do Funchal; Unidade Turística do Ribeiro Frio; Albergaria na Levada dos Barreiros; Edifício da Soc. Comercial Braz&Braz; Instituto Politécnico de Leiria; Moradia em Cascais; Sede do Centro Regional de Investigação Pesqueira do Algarve em Olhão; Serviços Centrais, Biblioteca e Auditório do Instituto Politécnico de Leiria; Universidade da Madeira – Colégio dos Jesuítas no Funchal; Novo Edifício da Câmara Municipal de Sintra; Nova Ponte de Macau; Ampliação do Cemitério dos Olivais; Novo Canil-Gatil Municipal em Monsanto; Apartamentos no Complexo Turístico “Wagons Lits” no Funchal; Aldeamentos Turístico “Vila Mãe dos Homens” no Funchal; Quinta de S.Paulo em Setúbal; Complexo Turístico do Cais do Carvão; Loteamento em Peniche; Novas Instalações de Olivetti em Sacavém; Lar Sta Maria em Peniche; Edifício de Escritórios no Palácio da Bolsa; Concurso para a Nova Ponte em Loulé; Novo Quartel dos Bombeiros Voluntários de Peniche; Centro de Saúde de Moura; Escola Superior de Arte e Design das caldas da Rainha; Estação de Serviço da Esso na Praça da Independência em Setúbal; Estação de Serviço da Esso em Anaia, Loures; Centro Finaceiro de Lisboa na Av. dos Combatentes, em Lisboa; Reconversão Urbanística dos Terrenos da Estação Ferroviária de Alcântara; Infraestruturas de Recreio na Quinta de Mata Mouros em Silves; Plano de Pormenor na Rua da Bela Vista à Graça; Instalações da Oliservice3 no Porto; Edifício de Engenharia Electrotécnica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa em Almada; Plano de Loteamento na Rua Luís de Camões em Lisboa; Hotel, Centro Comercial e Escritórios na república popular da China; Ampliação da Faculdade de Direito da universidade de Lisboa; Piscinas Municipais de Peniche; Plano de Infraestruturas das Instalações do Instituto de Comunicações de Portugal em Barcarena; Habitação na Rua do Recolhimento em Lisboa; Habitação na Rua Rodrigo da Fonseca em Lisboa; Centro de Saúde de Reguengos de Monsaraz; Residência de Estudantes da Universidade de Lisboa na área da Expo98; Apartamento de Maria Elisa Domingues na Rua Rodrigo da Fonseca em Lisboa; Residências do Pólo da Ajuda; Fábrica de Componentes para a U.T. Automative na Póvoa do Lanhoso; Residências de Estudantes do instituto Superior Técnico; Escola de Enfermagem Artur Ravara e Escola Superior de Tecnologia de Saúde na Expo; sede da Adega Cooperativa da Vidigueira; Armazém “Trivima” na Póvoa do Lanhoso; Armazém para a Mindorgal em Viana do Castelo; Ampliação dos Armazéns de Ferro “J.Soares Correia” em Palmela; Fábrica-Sede para “Irmãos Rodrigues Confecções Lda. Em Barcelos; Moradia na Av. Vasco da Gama no Restelo; Restaurante na Área de Serviço Pínzio sobre a IP5; Cantina da Universidade de Aveiro; “Café Alegria”; Infra-estruturas Exteriores do Campus e Escola Superior de Gestão do Instituto Politécnico do Cavado e do Ave em Barcelos; Stand da Telecom na FIL; Edifício de Habitação na Vila do Parque Expo 98-parcela 3.11.1; Edifício Pedagógico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viseu; Novo Edifício do Instituto Marítimo - Portuário; Estação de Caminho de Ferro Roma/Areeiro em Lisboa; British Ambassador’s Residence; Polisdesign Sinalética; aldeamento turístico “Quinta da Ribeira” em Torres Vedras; Escola Superior de Ciências da Saúde de Aveiro; Escola de Hotelaria e Turismo de Lamego; Parque comercial “Lago Trade Town”; Hospital de Cascais; Hospital de Loures; Centro de Gestão Técnica a integrar no edifício da Vodafone no Parque das Nações; Ordenamento da Ocupação do Lote 31 no Tagus Park em Oeiras; Unidade Seniores de Lagos; Unidade Seniores de S.João do Estoril; Hospital de Braga; Cobertura das Ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz em Coimbra; Hospital Central do Funchal; Centro de Congressos do Parque das Cidades Loulé/Faro; Unidade Seniores de Setúbal; Pousada do Alandroal; Edifício dos Serviços Centrais da Câmara Municipal de Loures; Stand do Lisbon Water-Front 2007; Santarém XXI-Reabilitação da Frente Ribeirinha de Santarém; Arranjo Urbanístico da Praça Pública Barceló, Madrid; Campus de Justiça da Cidade de Madrid: Edifício do Tribunal Contencioso e do Tribunal Civil, Madrid; Centro de Convenções da Cidade de Madrid; Instituto de Comunicação Social Camama, Angola; Reconversão Urbanística do Perímetro Militar de Luanda, Angola; Resort na Meia-Praia, Lagos; Apartamentos Turísticos e Hotel, Pontal Portimão; Apartamentos Turísticos Y, Santarém


JOSÉ MANUEL DAS NEVES (EDitOr) Nasceu em Lourenço Marques em 1966. Licenciado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Curso de Pintura e Desenho, de Estética e Teorias da Arte Contemporânea pela S.N.B.A. (Sociedade Nacional Belas Artes). Foi assistente de Direcção da revista Architécti. Colaborou no corpo redactorial (Arquitectura e Design) das revistas: Arte e Construção, Artes Plásticas, Casa e Decoração e Máxima Interiores. Participou no projecto Fio de Prumo. Editor e Fundador da área de Arquitectura e Design na Estar Editora e nas Edições ASA. Actualmente Editor na Caleidoscópio, sendo também Director do periódico Arquitectura Ibérica. Continua a desenvolver investigação e divulgação nas áreas da Arquitectura e do Design Contemporâneo. Nació en Lourenço Marques en 1966. Licenciado en Historia del Arte por la Facultad de Letras de la Universidad de Lisboa. Curso de Pintura y Diseño, de Estética y Teorías del Arte Contemporánea por la S.N.B.A. (Sociedad Nacional Bellas Artes). Fué asistente de Dirección de la revista Architécti. Colaboró en el cuerpo de redacción (Arquitectura y Diseño) de las revistas Arte e Construção, Artes Plásticas, Casa e Decoração y Máxima Interiores. Participó en el proyecto Fio de Prumo. Editor y Fundador del área de Arquitectura y del Design en Estar Editorial y en Ediciones ASA. Actualmente Editor en Caleidoscópio, siendo también Director del periódico Arquitectura Ibérica. Continúa desarrollando investigación y divulgación en las áreas de la Arquitectura y del Diseño Contemporáneo.

isbn: 978-989-8129-91-8

9 789898 129918


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