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ASSOCIAÇÃO HELPO

Relatório Gestão 2009

RELATÓRIO DE GESTÃO & FECHO DE CONTAS DE 2009


ASSOCIAÇÃO HELPO

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ÍNDICE Pág.: Ponto de Situação sobre Actividade de 2009............................................................3 1. Metodologia ......................................................................................................... 5 2. Cultura organizacional.......................................................................................... 6 3. Relatório de Actividades 2009, na generalidade.................................................. 7 3.1 Anexo 1, actividades em Moçambique 3.2 Anexo 2, actividades em São Tomé e Príncipe


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Ponto de Situação sobre Actividade de 2009 O ano de 2009 foi um ano de esforço de crescimento, ao nível da intervenção e da expansão do apoio da Organização. O crescimento esperado foi dificultado grandemente pela crise Internacional e Nacional, o que acabou por se reflectir com grande expressão quer na retracção da adesão ao Programa de Apadrinhamento de Crianças à Distância (PACD), quer na diminuição da disponibilidade de prestação de apoio por parte das empresas contactadas, quer no volume de contribuições esperado relativamente ao número de crianças e turmas apadrinhadas. Ainda em virtude da crise económica, verificou-se um número crescente de desistências por parte de padrinhos e uma queda na regularidade do cumprimento do compromisso assumido, na ordem dos 25%, o que condicionou algumas actividades específicas previstas. Por outro lado, a intervenção acabou por ser afectada não apenas pela referida quebra no crescimento esperado, mas também por algumas questões relacionadas com a dificuldade de identificação de recursos humanos adequados, o que nalguns casos afectou o calendário da intervenção e requeriu um mover de esforços consideravelmente maior do que o que seria de esperar. De uma forma geral, e apesar das dificuldades enfrentadas, foi conseguida a expansão do apoio para a Província de Cabo Delgado, em Moçambique, bem como para a Ilha de São Tomé, em São Tomé e Príncipe. A intervenção, tal como esperado, incidiu de forma mais expressiva na implementação de projectos estruturais e de assistência estrutural, a par da assistência regular prestada às crianças, turmas e escolas ao abrigo do apoio dos nossos padrinhos e empresas amigas. Em termos de número de colaboradores, este manteve-se no escritório da sede em Portugal e aumentou em ambos os escritórios de Moçambique, no que diz respeito a assistentes e animadores locais. Em São Tomé e Príncipe, é alocada pela primeira vez uma colaboradora ao ponto de intervenção local como representante da Helpo no terreno embora tal não tenha representado um aumento de custos, dada a natureza do recurso humano em questão, que colaborou durante 10 meses no terreno, a título de voluntariado. Relativamente a parcerias, a Helpo teve oportunidade de consolidar algumas relações institucionais, nomeadamente com a Câmara Municipal de Cascais, com quem começou a coordenar esforços para poder desenvolver vários projectos em parceria a nível local; com a consultora Leadership que elegeu a Organização como alvo da sua Responsabilidade Social e reforçou este laço no decorrer deste ano; com a empresa PlogP que teve oportunidade de demonstrar o seu apoio construindo o website provisório da Helpo aquando da impossibilidade de acesso definitiva do website anterior; com os Missionários de São João Baptista, que passaram a gerir uma biblioteca reabilitada, mobilada e equipada pela Helpo e um espaço de infantário; com a Organização DISOP, que iniciou a construção de um pavilhão de serralharia mecânica que juntamente com o equipamento foi financiado pela Helpo; com o Hospital Geral do Marrere, onde a Helpo ajuda a financiar a subsistência de um serviço hospitalar de apoio a recém-nascidos em risco, e com a congregação das irmãs Pastorelas, através de quem a Helpo dá apoio a cerca de cento e setenta crianças.


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No decorrer deste ano, a Helpo organizou ainda uma campanha de recolha de livros cujos resultados ascendem a 20,000 livros recolhidos, que foram enviados para o terreno, com a ajuda das empresas Fenix Lusitana, Damco e Safmarine, com vista à continuação da lógica de apetrechamento ou criação de bibliotecas no terreno. Por fim, no decorrer do ano presente a Helpo concorreu ao financiamento a projecto junto de várias Câmaras Municipais geminadas com municípios moçambicanos, ao financiamento a projecto para o desenvolvimento da Fundação Calouste Gulbenkian e a um prémio para o melhor filme sobre intervenção local, promovido pela Organização do festival Medcine Help, em Cascais. MOÇAMBIQUE No início do ano de 2009 a Associação Helpo viveu momentos de alguma instabilidade, no que diz respeito à realidade da intervenção no terreno, devido à inadaptação ao contexto local por parte da Directora Local de Programa em Nampula, em funções até ao mês de Janeiro de 2009. Assim, o início do ano ficou marcado pela interrupção da relação laboral com a referida, e pelo início de um processo de recrutamento caracterizado por uma grande urgência na tentativa de colmatar a ausência do responsável local, cujo cargo foi temporariamente ocupado pelo Coordenador Nacional, Hugo Neto. No início do mês de Março, o novo Director Local de Programa em Nampula, Nuno Mendes, foi acompanhado pela Coordenadora Geral, Joana Lopes Clemente ao terreno, e teve início a sua formação in loco para o referido desempenho de funções. Também no início do mês, foi integrado na equipa de Nampula o assistente de direcção local de programa, Dércio Abreu, que contribuiria para uma maior proximidade com as comunidades, para um maior conhecimento do terreno e um mais pormenorizado conhecimento do mercado, devendo apoiar o Director Local de Programa na recolha de orçamentos, compras de grandes volumes e materiais de construção, e fornecer um maior esclarecimento a nível de todas as particularidades culturais do contexto envolvente. Ainda durante o mês de Março e em virtude do projecto Helpo Frames, desenvolvido no ano de 2008 e da oferta, por parte da TAP, de uma viagem para o efeito, o vencedor do concurso, Samir Noorali, viajou até Nampula onde passou um mês a conhecer a Helpo no terreno, o seu trabalho e a poder desenvolver as actividades diárias junto com a equipa local. Durante a sua estadia no terreno, Samir recolheu imagens sobre as actividades desenvolvidas pela Organização, que gentilmente nos cedeu para que passassem a figurar do arquivo da Helpo. No início do segundo trimestre, a Helpo passou a poder contar também com o apoio da voluntária Leonor Lemos que teve a oportunidade de desenvolver actividades lúdicas nas comunidades apoiadas pela Organização, organizar e implementar os dias comemorativos a 1 de Junho e 16 de Junho, com actividades desportivas, lúdicas e visitas de estudo e de participar no apoio ao processo de elaboração das cartas por parte das crianças e dos seus professores, aos seus padrinhos, em Portugal. A partir do mês de Agosto, a Helpo voltou a experimentar a instabilidade ao nível dos Recursos Humanos no terreno. O Director Local de Programa, Nuno Mendes, sofreu um assalto sob ameaça de catana, junto à casa/escritório da Helpo em Nampula, e o processo de adaptação e de aceitação da cidade dificultou-se até ao extremo de o mesmo não desejar continuar a viver naquela cidade, o que impossibilitaria o desenvolvimento do seu trabalho.


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No decorrer dos meses de Agosto e Setembro, a Helpo contou com a visita de um médico cirurgião português que visitou as comunidades e as actividades desenvolvidas pela Organização, acompanhado pelo Coordenador Nacional do país. Em consequência desta visita, o médico em questão disponibilizou-se a colaborar com a Organização em actividades futuras, sempre que relacionadas com o sector da Saúde e a orientar a Helpo no desenho e implementação das mesmas actividades. Ainda no decorrer do mesmo mês a Coordenadora Geral, Joana Lopes Clemente, acompanhou a Presidente da Helpo, Maria Ribeiro da Fonseca, ao terreno numa missão de monitorização e avaliação das actividades e projectos desenvolvidas pela equipa no terreno. O Coordenador Nacional, Hugo Neto, voltou a acumular funções durante o mês de Setembro e durante mês de Outubro ocorreu a formação do estagiário Tiago Coucelo, que cumpriria um período experimental de três meses até ao final do ano, antes de ser nomeado Director Local de Programa, na tentativa de se evitar a repetição de um problema de inadaptação ao contexto local e de interrupção de trabalho com os animadores e comunidades da Helpo. SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Após uma primeira missão de reconhecimento, estabelecimento de contactos, reunião de potenciais parceiros e levantamento das necessidades locais em final de 2008, no início de Fevereiro de 2009, a coordenadora da monitorização da missão em São Tomé e Príncipe, acompanhou a representante da Helpo Raquel Pinheiro ao terreno para poder operar a sua formação in loco e acordar com os parceiros locais (as irmãs Doroteias, a ordem dos Claretianos e a Igreja Baptista) os termos de apoio a serem operados nas comunidades em que estes se inserem. Após três meses de acompanhamento de actividades no terreno, de exploração da realidade local e de aprofundamento de conhecimento sobre projectos existentes, a Helpo tinha já preparados os seus dossiers de proposta de intervenção para entregar nos ministérios competentes e sujeitar-se à avaliação dos mesmos esperando obter uma autorização formal para apoiar comunidades de forma directa, no país. A representante Raquel Pinheiro desenvolveu a maior parte da sua actividade em estreita colaboração com as irmãs Doroteias, o parceiro que prestava apoio à Helpo ao nível do alojamento e alimentação da mesma. No mês de Setembro do ano de 2009, as instalações foram requisitadas pelos proprietários para utilização própria e a Helpo iniciou uma procura de instalações provisórias, a um custo simbólico, dada a natureza da intervenção. Neste mesmo mês, a Helpo obteve a última autorização formal necessária para actuar de forma directa no apoio a comunidades, tendo reunido no total o aval dos Ministerios da Justiça, Reforma do Estado, Administração Pública e Assuntos Parlamentares, da Educação e Cultura e do Trabalho e Solidariedade, Mulher e Família. Em Setembro de 2009 teve início o processo de recrutamento para a selecção de um novo representante da Helpo em São Tomé e Príncipe, que tivesse maior experiência de terreno e pudesse conduzir actividades de intervenção de grande dimensão. 1. Metodologias


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Os problemas identificados prenderam-se essencialmente com duas grandes questões: ao nível estratégico, um estrangulamento dos apoios/fundos reunidos, o que condicionaria a planificação em termos de crescimento e desdobramento de equipas, o que exige mais meios materiais que advêm dos apoios que ano após ano são reunidos junto das empresas amigas, e que vai incidir directamente sobre um quotidiano de esforço extremamente maior dada a exigência externa e interna da qualidade e regularidade da resposta prestada aos centros apoiados que não deve ser posta em causa; e ao nível de recursos humanos, uma dificuldade em conjugar recursos humanos já com experiência do sector e de terreno, com as condições oferecidas pela Organização, o que nos sujeitou a surpresas relativas aos processos de adaptação, gosto pelo contexto local e conhecimento sobre o mesmo. Assim, as soluções adoptadas para procurar solucionar esta questão foram, no primeiro caso, redobrar os contactos estabelecidos, procurando novos parceiros e novas formas de recolha de apoios, mais directas e de proximidade, utilizando as redes de contactos dos padrinhos da Helpo, procurando reunir esforços através de campanhas simbólicas (ex: promoção da agenda de 2010). No que ao segundo grupo de questões diz respeito, procurámos realizar processos de selecção com margens temporais mais seguras, divulgando os mesmos apenas nos websites da especialidade (Plataforma ONGD, IPAD, etc.), procurando afunilar o tipo de candidatos e poupar tempo, aumentando o volume de candidatos com os requisitos pedidos. A par desta situação, identificámos a ferramenta estágio, colocada em prática com o actual Director Local de Programa, segundo a qual não se estabelece um contrato para a posição em questão mas apenas um contracto de formação e observação, no final do qual cada uma das partes se volta a pronunciar sobre a intenção de ocupar o cargo referido, ou não. 2. Cultura organizacional Organizações sem fins lucrativos, como é o caso da HELPO, são agentes de relações humanas agindo com base nos problemas da sociedade. Organizações sem fins lucrativos e de cooperação internacional, actuam numa perspectiva de aproximação, de encurtar as distâncias, de procura de soluções na união de esforços e de abolição de fronteiras na resolução dos problemas globais. No caso concreto da Associação Helpo, actua-se junto daqueles que sofrem as consequências da pobreza extrema; uma pobreza que se caracteriza sobretudo por uma profunda falta de informação e uma gritante falta de acesso a bens e serviços básicos, fundamentais para a gestão da sobrevivência humana com os mínimos sociais (entenda-se a permissão de uma dignidade mínima basilar). A nossa actividade pretende assistir pessoas que de outra forma dificilmente teriam outro auxílio, outro recurso em situações de grande dificuldade. Procuramos actuar através da infância e abranger comunidades inteiras com uma intervenção cuja lógica assenta na concretização de resultados do particular para o geral. Com microacções dirigidas primeiramente às crianças e a nível comunitário, o objectivo último da acção no terreno é operar melhorias concretas no seio de uma estrutura social delimitada, é certo, mas parte de um todo para cuja transformação pretendemos contribuir. O nosso preceito geral é então, contribuir para uma sociedade melhor e permitir mudar o conceito e a esperança de vida daqueles que recorrem a nós. A partir do apoio a uma criança, pretende-se multiplicar esse impacto pelas outras crianças, alargando-o, a longo prazo, a toda a comunidade, operando onde é mais difícil: na mudança de mentalidades, mas sem esquecer que no entretanto, as


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pessoas precisam do básico para sobreviverem e terem o tempo suficiente para apreender e operarem transformações mais significativas no seio das suas próprias comunidades. O que pretendemos através do PACD é que os padrinhos tomem consciência que o apoio àquela criança específica multiplica-se e não chega apenas a ela mas pretende sim alimentar todo um universo escolar dessa ajuda, e idealmente, todo um universo comunitário. Apesar da denominação estatutária, uma Organização Sem Fins Lucrativos, ainda que com objectivos que não passam pelo lucro, para ser saudável deve gozar de uma gestão capaz de não produzir resultados negativos. Em termos estruturais, uma Organização desta natureza tem sensivelmente as mesmas obrigações e as mesmas necessidades de uma organização com outros fins; os recursos humanos e materiais, o espaço físico, os consumíveis e outros materiais essenciais a um funcionamento normal, são igualmente necessários; as expectativas dos recursos humanos e de quem permite a sobrevivência da estrutura, a necessidade de corresponder às fasquias de exigência dos financiadores e a manutenção de uma dinâmica viva e capaz de fazer corresponder a imagem da Organização ao conteúdo das intervenções, devem ser proporcionadas por uma gestão eficaz, capaz de ultrapassar dificuldades e corresponder a expectativas. 3. Relatório de Actividades 2009, na generalidade Em Nampula, a Helpo terminou o ano apadrinhando 2671 crianças na província, das quais 2232 beneficiam de apoio prestado directamente pela Helpo nas comunidades, e as restantes de apoio prestado através de centros de apoio indirecto, através dos protocolos celebrados com parceiros locais. Do apoio da Helpo beneficiam ainda 5 grupos de crianças divididos entre orfanatos e escolinhas. Durante o ano, a Helpo iniciou a sua actividade em Cabo Delgado, em Abril de 2009 e em São Tomé e Príncipe, em Abril do mesmo ano. Em Cabo Delgado, no final do ano havia 260 crianças sobre o apoio directo da Helpo e 176 sobre o apoio indirecto, através das irmãs Pastorelas. Em São Tomé e Príncipe, no final do ano, 159 crianças beneficiavam do apoio directo da Helpo. Apesar do número de crianças apadrinhadas referido no final do ano de 2009, os projectos e actividades desenvolvidas beneficiaram mais de 5,000 alunos que frequentaram as escolas apoiadas durante o ano. No total e em termos de volume de apadrinhamentos, a Helpo alargou o seu apoio graças a 1008 novos apadrinhamentos durante o ano de 2009. A recolha dos fundos provenientes do Programa de Apadrinhamento de Crianças à Distância bem como de todos os fundos recolhidos junto de empresas e particulares sob a natureza de doações, perfazem um volume de entradas no valor de 476.916,38€, verificando-se relativamente ao ano anterior, um aumento na ordem dos 150.000€. Destes valores, 217.714,59€ significaram um apoio directo em assistência a estruturas e comunidades, enquanto que 39.484,89€ representam custos que aumentaram em relaçãoao ano anterior, em amortizações e ajustes do exercício, com investimento em material necessário ao crescimento da actividade, do qual o melhor exemplo é a máquina de fabrico de blocos adquirida em Março para construções em várias comunidades sem estruturas escolares convencionais. Os restantes 129.843,03€ representam custos com pessoal, gestão do PACD, apoio a colaboradores e pessoal especializado.


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Tanto as despesas com a assistência directa, como as despesas com os recursos humanos, sofreram aumentos significativos comparativamente ao ano anterior. As despesas com os recursos humanos sofreram um aumento na ordem dos 35.000€ enquanto que as despesas com a assistência directa aumentaram 80.000€. Da totalidade dos fundos recolhidos, 76% foram enviados para o terreno e distribuídos entre os vários pontos de intervenção da seguinte forma: 59% empregues em Nampula, 13% empregues em Cabo Delgado e 4% empregues em São Tomé e Príncipe. Da totalidade dos fundos recolhidos, 24% foram utilizados pela sede, consistindo em custos de estrutura, dos quais 76.372,77€ são custos com o pessoal; 41.129,26€ são custos com fornecimentos e serviços externos (o que inclui a implementação dos projectos e actividades nacionais), 325€ custos e perdas operacionais e 5.433,04€ são relativos a amortizações nacionais. O facto dos custos da estrutura ascenderem aos 24% deveu-se sobretudo à grande quebra verificada relativamente às contribuições previstas e não registadas para o ano em questão (como já referido, o valor da insolvência subiu de 8% para 25% durante o ano de 2009). Na tentativa de solucionar o problema identificado e de se atingir uma rápida e eficaz redução dos custos, antes do final do ano foi interrompida a relação laboral com duas colaboradoras da Helpo, alocadas respectivamente aos departamentos de contabilidade e de projectos nacionais. Por outro lado, a mudança de sede a ocorrer ainda no primeiro semestre de 2010, permitirá uma redução drástica dos custos com o espaço de aluguer da sede na ordem dos 70%, devido ao apoio conseguido junto da Câmara Municipal de Cascais. As referidas medidas permitirão voltar a situar os custos da estrutura na ordem dos 20% ainda que se dê a continuidade de um panorama geral de crise económica. O resultado líquido regista um prejuízo de 29.626,97€ em resultado da evolução interligada das principais rubricas mencionadas. O Activo líquido do exercício representa um valor de 160.000€. Em Portugal, destacam-se a implementação do projecto de comunicação mundoh; a implementação do projecto de sensibilização e educação para o desenvolvimento implementado com 16 turmas do concelho de cascais, VEKI; a implementação da campanha “reanimar o saber”; a implementação da campanha Um Município, um Bloco; a implementação da campanha Agenda Helpo 2010; a implementação da segunda edição do projecto Helpo Frames e as acções de sensibilização levadas a cabo em 6 escolas/universidades/núcleos durante o ano em causa. No terreno destacam-se as actividades que se podem conhecer de forma mais aprofundada nos relatórios de actividades em anexo.

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Este documento descreve como decorreu o ano de 2009 sob o ponto de vista da gestão de actividades e contas da Organização Helpo no ano de 20...

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