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Análise

ERNST & YOUNG SOBRE PREÇOS DE TRANSFERÊNCIA pág. IV SEXTA-FEIRA, 26 DE MARÇO DE 2010 QUINTA-FEIRA, 25 DE MARÇO DE 2010

PRIA português PRIAquer quercriar criarpólo pólo de de competitividadeferroviária ferroviária competitividade XTRANSPORTES X Transportes

A nova associação tem como objectivo promover a formação de um pólo nacional de competitivi-

à alta velocidade, mas também à modernização da rede existente. O know how dos envolvidos

A AMORIM CorkCork Composites, a Caeta-a A Amorim Composites, no Components, o Instituto de SoldaCaetano Components, o Instituto dura e Qualidade (ISQ), o INEGI e a Acde Soldadura e Qualidade (ISQ), tive Space Technologies fundaram a Portuguese Industry o INEGI eRailway a Active SpaceAssociaTechtion (Associação Nacional a Indúsnologies fundaram a para Portuguese tria Ferroviária), abreviada na sigla Railway Industry Association PRIA. (Associação Nacional paraobjectia InA nova associação tem como dústria Ferroviária), abreviada na vo promover a formação de um pólo nacional de competitividade entre emsigla PRIA.

dade entre empresas que reúnam presas que reúnam competências para se afirmarem no para sectorse ferroviário. competências afirmarem comunicado, as entidades pronoEm sector ferroviário. motoras da iniciativa explicam que a Em comunicado, criação da PRIA decorre as do promoto“desenvolras da iniciativa explicam a vimento perspectivado para o que sector ferroviário que revoluciocriação danacional, PRIA decorre do “denará a oferta deste meio de transporte senvolvimento perspectivado para seguro e de menor impacto ambieno sector ferroviário nacional, que tal”. Referem-se à alta velocidade, mas revolucionará a ofertada deste também à modernização redemeio exisde transporte seguro e de menor tente. O know how das empresas e instituimpacto ambiental”. Referem-se

projectos inseridos em programas em programas de Investigação e Desenvolvimento (I&D) nacionais e interde I&D nacionais e internacionais, nacionais, promovendo o desenvolvipromovendo o desenvolvimento mento de novas tecnologias e a forde novas tecnologias e a formação mação de quadros qualificados que sude quadros que suporportem essaqualificados mesma participação são, entreessa muitos outros, objectivos asão, pertem mesma participação seguir pela PRIA. entre muitos outros, objectivos a De igual modo, a nova associação asperseguir pela PRIA. sume a responsabilidade de “promover De igual a nova associa-a o acesso de modo, empresas nacionais ção assume a responsabilidade de cadeias de fornecedores internacionais dentro da indústria ferroviária”. “promover o acesso de empresas das soluções tecnológicas, pro- nacionais a cadeias de fornecedutos e serviços dos associados e dores internacionais dentro da MAR DE CASCAIS: Aquasig mais ferroviária”. de 100 espécies potenciar a participação destes emrevela indústria

permitirá a criação compeições envolvidas permitiráde a criação de competências nacionaiscapazes capazes de de tências nacionais “responder desafios do do sector fer“responderaos aos desafios sector roviário” e, deste modo, garantir que ferroviário” e, deste modo, garan“o grande investimento público que tir que “o infraestrurura grande investimento este tipo de despoleta, sejam incentivos ou tecpúblico que estefinanceiros tipo de infraesnológicos, beneficiemsejam o tecido empretrurura despoleta, incentisarial português”. vos financeiros ou tecnológicos, Promover a comercialização das sobeneficiem o tecido empresarial luções tecnológicas, produtos e serviportuguês”. ços dos associados e potenciar a participação destes em projectos inseridos Promover a comercialização

AEP RELANÇA AEP relança CAMPANHA campanha nacional DE PRODUÇÃO NACIONAL

MAR DE CASCAIS: Aquasig revela mais de 100 espécies

O comunicado da AEP refere ainda que um estudo independente feito em Janeiro deste ano concluiu que “os consumidores portugueses reconhecem a campanha e estão inteirados dos seus propósitos”. A maior parte dos inquiridos associa a iniciativa como “ajuda às empresas portuguesas”, “gera emprego” e “contribui para a riqueza nacional”.

O Presidente da APESPE explica como é que as empresas podem melhorar a gestão dos seus RH através do Trabalho Temporário organizado. Pág. III

Strongstep

O 25º spin-off saído da FEUP quer ajudar as ajudar as empresas a produzir e gerir soluções de software de excelência. Pág. IV

CAPITAL RISCO CAPITAL DEDE RISCO AA Novabase NovabaseCapital Capitalvaivai lançar três fundos lançar três fundosnonovalor de 30,91 milhões para valor de 30,91 milhões apoiar projectos e PME’s para apoiar projectos e inovadoras. Pág. V PME’s inovadoras. Pág. V

ENTREVISTA

Francisco Banha

Francisco o presidente da Direcção da FNABA explica Banha o que é o Fundo de

oCo-Investimento presidente da com Business Angels eo Direcção da FNABA impactooque ter na explica quepode é o Fundo revitalização do sector e de Co-Investimento com na economia Págs.e VI Business Angels o impacto que pode ter na UNIPASTA revitalização do sector e Esta PME de Pombal Págs. VI na economia aposta forte na inovação para produzir um produto tradicional: pastas cerâmicas UNIPASTA

O investimento previsto para a nova campanha ronda 2 milhões de euros e para o viabilizar, a AEP “conta” com “recursos próprios”, as “quotizações das empresas aderentes” e “apoios públicos”. Para o efeito submeteu uma candidatura a financiamento no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

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ENTREVISTA

XX Produção

“A necessidade de uma nova campanha decorre da avaliação dos resultados conseguiA AEP – Associação Empresarial de dos o ano passado” salienta o Livro Branco Portugal prepara-se para lançar uma nova da iniciativa lançado este mês. A campanha de valorização da producampanha de valorização dos produtos, marcas e empresas portugueses visando ção nacional concretizada pela AEP, em ampliar os efeitos da iniciativa “COMPRO 2009, que teve a assinatura “Portugal. A o que é nosso”. Minha Primeira Escolha” representou um Em comunicado, esta estrutura empre- investimento de 1,5 milhões de euros, que sarial refere que o objectivo é, nos próximos se traduziu num aumento de 35% comparativamente a 2008. ano fechou com 430 dois anos, “fazer crescer para 600 o número CONSUMO “A necessidade de uma novaOcampanha decorre da avaliação dos resultados empresas aderentes que representam 1.500 de empresas aderentes, a fim de ampliar o anoum passado” o Aa AEP – Associação Empresarialassociada de conseguidos visibilidade da iconografia à marcas, volumesalienta de negócios de 9 mil Portugal prepara-se para lançar uma Livro Branco da iniciativa lançado este milhões de euros e asseguram emprego a campanha no espaço público nacional e disnova campanha de valorização dos pro- mês. 55 mil pessoas. seminar pelo País um verdadeiro movimento A campanha de valorização da produtos, marcas e empresas portugueses O comunicado AEPAEP, refere ainda que de valorização daefeitos oferta da nacional”. concretizadadapela visando ampliar os iniciativa dução nacional que teve aindependente assinatura “Por“COMPRO o que é nosso”. estudo feito em Janeiro O investimento previsto para a em nova2009,um Primeira Escolha” Em comunicado, esta estrutura campanha ronda 2 milhões de euros etugal. para A Minha deste ano concluiu querepre“os consumidores empresarial refere que o objectivo é, sentou um investimento de 1,5 milhões reconhecem a campanha e estão o viabilizar, a AEP “conta” “recursos de euros,portugueses que se traduziu num aumento nos próximos dois anos, “fazercom crescer inteirados dos seus propósitos”. A maior próprios”, as “quotizações das empresas de 35% comparativamente a 2008. para 600 o número de empresas aderO ano parte e 2009 dos fechou com 430 empreentes, a fim de ampliar públicos”. a visibilidade da o efeito inquiridos associa a iniciativa aderentes” e “apoios Para representam 1.500portuguesas”, iconografia associada à campanha no sas aderentes submeteu uma candidatura a financiamento como que “ajuda às empresas espaço público nacional e disseminar marcas, um volume de negócios de 9 mil no âmbito do Quadro de Referência Estraté- “gera emprego” e “contribui para a riqueza pelo País um verdadeiro movimento de milhões de euros e asseguram emprego a nacional”. gico Nacional (QREN). 55 mil pessoas. valorização da oferta nacional”.

Marcelino Pena Costa

Pág. X

Esta PME de Pombal

MODCOM aposta forte na inovação Em dois anos, o Aquasig Cascais permitiu a identificação na orla costeira do Concelho de 73 grupos de pequenos invertebrados, 36 espécies de peixes, 8 de crustáceos e 5 de cefalópodes. Este projecto tecnológico da Cascais Atlântico visa a gestão sustentável da orla. Foto DR

Apara 5ª fase do Sistema de produzir um produto Incentivos à odernização tradicional: pastas do Comércio recebeu o X 2143 Pág.de cerâmicas número recorde candidaturas MODCOM Pág. XI

A 5ª fase do Sistema de Incentivos à odernização do Comércio recebeu o número recorde de 2143 candidaturas Pág. XI

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Em dois anos, o Aquasig Cascais permitiu a identificação na orla costeira do Concelho de 73 grupos de pequenos invertebrados, 36 espécies de peixes, 8 de crustáceos e 5 de cefalópodes. Foto DR Este projecto tecnológico da Cascais Atlântico visa a gestão sustentável da orla.

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Plater quer Projectos portugueses Projectos portugueses leva aoprémios sellWecansell leva ao disputam crescer 30% e disputam prémios europeus europeus II PME facturar 800 mil

Porto networking networking PME de Paredes COTEC e Unicer procuram empresarial sarial levam mobiliário produtos inovadores NEWS

QUINTA-FEIRA 25 de Março de 2010

Análise

NOTÍCIAS

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

pág. VIII

SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

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Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos

Plater quer crescer 30% e facturar 800 mil

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BOAS PRÁTICAS projecto Quinzena Empresarial de projecto Quinzena Empresarial de a AMIgaia (Agência MuniCONSULTORIA Alcochete, a AMIgaia (Agência Muni- Alcochete, CONSULTORIA ECOSSISTEMA GABINETE de Apoio de ao Vila Emprego de Investimento Nova cipal de Investimento de Vila Nova O GABINETE de Apoio ao Emprego Ocipal DE INOVAÇÃO Gaia), projecto TecniDelta (EstaApoio ao(EstaImi- de AVANÇA NA deCentro Gaia), oNacional projectode TecniDelta do Centro Nacional de Apoio ao Imi- do COM UMoinvestimento inicial de 100 COM UM investimento inicial de 100 REGIÃO CENTRO Prisional dede Lisboa em mil euros e uma equipa de 30 pesso(CNAI)Prisional de Lisboadee Lisboa Porto eem a belecimento belecimento grante (CNAI) de Lisboa e Porto e a grante mil euros e uma equipa 30 pessocomestima a Tecnidelta – Equipado projecto Lou- parceria parceria com a Tecnidelta – Equipainternacionalização do projecto Lou- internacionalização as, a Plater facturar 800 mil as, a Plater estima facturar 800 mil Hoteleiros) e o CRER – CriaDestino de Turismo vão mentos mentos Hoteleiros) e oAcessível CRER – Criasã, Destino de Turismo Acessível vão sã, euros em 2009 e fazer crescer a sua euros em 2009 e fazer crescer a sua X Tecnologia de Empresas Portugal final eurocarteira de clientes em 30%. ção de Empresas emnaEspaço Rural ção representar Portugal na final euro- representar carteira de clientesem emEspaço 30%. XRural também entre os venceconfiança na partilha Enterprise de novas peia dos também European Posicionada como“consultora inocontam-se entreEnterprise os vence- contam-se dePARCERIAS confiança na partilha de novas de peia dos European Posicionada como“consultora inonaspara diversas categorias. experiências e fo- Awards 2010, anunciou o IAPMEI, dores vadora” para as PME, tecnológica, a Plater oferedores nas diversas categorias. ideias, troca de experiências e fo- ideias, Awardstroca 2010,deanunciou o IAPMEI, vadora” as PME, a Plater ofereA InnoWave, empresa vação empresarial no nosso País. No difícil X em Prémio Osserviços European Enterprise Awards deX novas parceriastem e negóque em Portugal temAwards a resintegrados nas áreas de Amento AGÊNCIA criativaparcerias Wecansell, foca- mento Os European Enterprise de novas e negóentidade que Portugal a res- entidade ce integrados nas áreas de ceaserviços anunciou sua entrada no mercado povisam incentivar a iniciativa explica desta o administrador da ponsabilidade desta iniciativaque da Coda love branding e marketing exatravessamos, é crucial que empreX X em Indústria visam incentivar a período iniciativa emprecios”, explica o administrador da cios”, ponsabilidade iniciativa da Cofinance, insurance, tecnologias de finance, insurance, tecnologias de laco e brasileiro com a implementação de sarial nas diversas regiões da Europa Wecansell, Nuno Nobre. missão Europeia. informação, legal, market Intel e puperiencial, promove, no dia 29 de sarial nas diversas da Europa Wecansell, Nuno Nobre. missão Europeia. informação, legal, market os nossos empresários mantenham o in- Intel e puO prazo de entrega de candidaturas ao regiões eblic pretendem ser um tributo este responsável, onacioonos vencedores da faseàs nacioblic relations. “Propomonos, depara forAbril no Vip Lounge do Porto Palácio uma solução de activação de serviço e Entre pretendem ser um tributo boas Segundo este PME responsável, o on- deSegundo Entre os vencedores da fase relations. “Propomonos,às deboas forvestimento em inovação para que os seus Prémio Produto Inovação Cotec Unicer Vinte e oito do Concelho Paque, emna diversas con- ma e asPrémios redes Europeus sociais potenciam dos Prémios de Iniciaequilibrada na razão custo/beneCongress Spa da cidade In- line práticas que, emEuropeus diversas áreas, con- práticas line e asHotel redes& sociais potenciam nal dos de Inicia- nal ma equilibrada razão áreas, custo/benesuportar a oferta de Internet, Voz e TV de se afirmem internacionalmente decorre até 9 deforam Abril. O prémio, que vai deprodutos redes aderiram ao projecto “Uma Fábrica para favorávalioso open-doorer a obEmpresarial, onde foram se- tribuam fício, dotar as PMEs de estruturas de victa, uma edição do Afterwork tribuam para criar um clima favorá“um mais valioso open-doorer para a ob- “um tiva Empresarial, de ondepara se- tiva fício, dotar ascriar PMEsum de clima estruturas de dois operadores de cabo. vel ao desenvolvimento sustentado tenção de contactos, informação e leccionados o CNAI e o projecto de funcionamento à imagem das granBusiness Lounge, encontro informal e as empresas consigam aumentar a sua na 3ª edição, visa distinguir produtos inopara Timor”, da responsabilidade do tenção de contactos, informação e leccionados o CNAI e o projecto de vel ao desenvolvimento sustentado funcionamento à imagem das granEm comunicado, a empresa informa que designadamente de relações profissiodo destino turísde networking empresarial. sejam eles bens serviços, desti- designadamente competitividade”. município dede Paredes e daprofissiodiocese demanutenção Bau- vadores, das economias, pa- das manutenção relações internacionalização do destino turís-ouinternacionalização des economias, organizações”, explica José paPe- des organizações”, explica José Pe“o continuar a a criação de mais e melhor nais”, nãofiguram conseguem criar “o tico Lousã,defiguram o Ecossistema Vale, Managingvai partner da PlaEste mas formato “encontros” emra tenham ada criação empre- ra nais”, não de conseguem criar “o tico damas Lousã, o Ecossistema dro Vale, Managing partner empreda negócio Pla- drointernacional As candidaturas, que podem ser feitas nados a mercados globais, que sidomais e melhor cau, que conta com o apoio do Instituto aA nível regional e presente local. sentimento de confiança, algo Cassó Empreendedor (Agência DNA Cas- go ter. Aum empresa presente em Lispresariais face-to-face, numaalgo altura desempenhar papelestá crítico” no seu cresgo a nível regional e local. sentimento de confiança, só Empreendedor (Agência DNA ter. empresa está em Lisdo endereço: produtoinovacao@codesenvolvidos porcontacto empresas portuguesas ou através Português de Apoio ao Desenvolvimento O IAPMEI refereEmpresarial que Portugal foi, boa obter através parceria Câmara de e no já Centro Empresarial Tecnoem que ode online as redes sociais es- possível IAPMEI referecom quea Portugal foi, possível obtereatravés do contacto cais emde parceria com ado Câmara de caisO em boa e no Centro Tecnocimento, estando perspectivada a entrada tec.pt serão apreciadas por um presidido a operarcom no País. (IPAD), fazendo nascer naquele um oestrangeiras terceira vez consecutiva se- lógico de S. João da Madeira. face-to-face”. Cascais), o projecto Artesanato com tão a consolidar-se no centro das re- país pela terceira vez consecutiva o se- pela face-to-face”. Cascais), projecto Artesanato lógico de S. júri João da Madeira. nao Holanda, Dinamarca e Inglaterra. a registar maior OAfterwork Business Lounge, conmotor economia local (Câmara de dagundo lações sociais a vantagem de pelo presidente Cotec,país Carlos Moreira da número Os produtos ou serviços “têm sector que já tem emprega 50 pessoas. gundoda país a registar maior número OAfterwork Business Lounge, conmotor da economia local (Câmara de candidatos um total de O 44.documento acrescenta que o esforço ceito introduzido pela Wecansell, Vila Nova de Poiares emtotal parceria “manter uma rotinade de contacto pes- para decandidaturas, com um decomo 44. decandidaturas, ceito pela Wecansell, Vila oNova Poiares parceria dede resultar deem uma actividade consistente Silva, tendo vice-presidentecom o presiEsteintroduzido projecto cooperação Em 2006, Portugal venceu comercial a final tem participação gratuita, mas a lis- com ADIP) e oPortugal Centro Novas Oportusoal de outros cargos decisores será essencialmente focado em Em 2006, venceu a final António temjunto participação gratuita, mas a liscomàs ADIP) econtinuada o Centro Novas Oportudente da Unicer, Pires de Lima. e de inovação empresarial e desenvolvimento partiu de um convite de inscritos é seleccionada com o nidades do na Valecategoria do Ave. de Redução europeia, na categoria de Redução etaquadros middle & top manageeuropeia, de inscritos é seleccionada com o ta nidades do Vale do Ave. dois pilares: os serviços em modelo smartnão devem estar a serdo comercializados hácom Emdo2009, o prémio foi atribuído à cerca de forma 1200 fábricas de mobiliário da Burocracia, com o projecto “Emde “aumentar a eficácia Sistema de Rastreio Cancro ment por a complementar as daOBurocracia, o projecto “Emobjectivo de “aumentar a eficácia do objectivo OdoSistema de Rastreio do Cancro sourcing (prestação de serviços em proximiHora”. networking desenvolvido”. Colo Útero ARS Alentejo, Hovione, o presa na relações sociais e criaçãopara de relações com a secagem de mais dena cinco segundo referem as nafarmacêutica concelho dedesenvolvido”. Paredes, cederem presa nadoHora”. networking dograColo do Útero ARS anos”, Alentejo, o do TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

BOAS PRÁTICAS

JL SALDANHA SANCHES

O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

Domingos Cravo

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA

Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X

InnoWave entra na Polónia e Brasil

70 MIL EXEMPLARES

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género

para Timor-Leste UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

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ell, focaeting exa 29 de o Palácio dade Infterwork informal

ros” emma altura ociais eso das reagem de acto pesdecisores managementar as relações

Logica cria fábrica Logica cria fábrica para projectos para projectos SNC em SAP DolceSNC ENCHIDOS: PMEdederaça Serpa “recupera” porco de raça alentejana ENCHIDOS: PME de porco alentejana Transformar a Serpa “recupera” Vita em lançaSAP solução para empreendedores rne gordura da carne tível em biocombustível

ro, de Íharia do de Aveia Litoral ceria no duos das produzi-

da carne orma de mbiental, pública”, ponsável nuel Fonue estão aprovei-

de Inovastema de lue devede 2011.

tuitamente equipamento fabril, em bom estado de funcionamento e conservação, com vista à criação da primeira unidade industrial de mobiliário em Timor. “O convite resultou na adesã de 28 empresas, tendo o primeiro contentor com maquinaria e equipamento avaliado em 50 mil euros, sido enviado em 2006”, disse ao PME NEWS fonte do IPAD. Além I&D dos 50 postos de trabalho directos, estão actualmente envolvidas no Centro TecA EMPRESA Irmãos Monteiro, de Ínológico de Baucau, directa ou lhavo, a Faculdade de Engenharia do indirectamente, mais de 500 famílias. Porto (FEUP), a Universidade de Aveiro eOum matadouro Beira IPAD salienta da que estaLitoral unidade, cujo estão a trabalhar em os parceria no euros, é investimento orçou 600 mil sentido de valorizar os resíduos das hoje capaz de assegurar a completa criacarnes que diariamente são produzição e produção dos na indústria. de linhas de mobiliário e “Transformar a gordura da carne diversos carpintaria, tendo já equipado em biocombustível é uma forma de organismos oficiais, entre escolas, emenfrentar um problema ambiental, baixadas, tribunais, hotéis e até financeiro e até de saúde pública”, mesmo o da República, dizgabinete o docentedo da Presidente FEUP e responsável um que Ramos Horta pelo projecto projecto FatValue, Manuel Fon-designou seca“verdadeiro Almeida, adiantando estão de milagreque económico na a ser testadas três formas de aproveiregião”.

iação de vamente e “vantacelho de bjacentes lógica”.

ACL leva missão ACL leva missão a Angola preparapara 1º robô a Angola paraPortugal vigilante do mundo captar negócio captar negócio XX I&D

tamento dos resíduos. Financiado pela Agência de Inovação, no âmbito do SI IDT (Sistema de incentivos de I&DT), o FatValue deverá estar concluído em Março de 2011.

COMÉRCIO E INDÚSTRIA

COMÉRCIO E INDÚSTRIA

Um consórcio constituído inteiramente A ACL- Associação Comercial de LisA ACL- Associação Comercialpor de Lisempresas portuguesas, mas dirigido ao boa – Câmara de Comércio e Indúsboa – Câmara de Comércio e Indúsmercado internacional, está a desenvolver tria Portuguesa vai organizar de 15 tria Portuguesa - vai organizar de 15 a 19 de vigilante Março uma missão empreprimeiro robô ‘inteligentes’ do a 19 de Março uma missão oempreUMA EQUIPA multidisciplinar dos Departamentos de Arquitectura e Engenharia Civil da FCTUC, liderada por Luís sarial a Luanda, Angola. ROBVIGIL sarial a Luanda, Angola. mundo. O projecto designado Simões da Silva, criou um novo conceito de habitação: Affordables Houses. O desafio fora lançado aos 16 grupos de Em comunicado, a ACL refere que Em comunicado, a ACL refere que XX Investigação arrancou em Fevereiro e prevê-se que investigação que integram a Rede Cientifica Internacional de Estruturas Metálicas pelo grupo ArcelorMittal, líder esta iniciativa surge na continuidade esta iniciativa surge na continuidade mundial da produção de aço. FOTO/DR as primeiras unidades experimentais do das acções de apoio à internacionalidas acções de apoio à internacionalização que tem vindo desenvolver Investigadores do Grupo Mecanisrobô vigilante cheguem ao amercado já zação que tem vindo a desenvolver EMaVILA NovaPaladares de São Bento, concelho de Serpa, a empresa Alentejanos produz de alta qualidade, apoiados no neste mercado, que “oferece exceEM VILA nestetípicos mercado, que “oferece Nova de São Bento, concelho de empresa Alentejanos produz enchidos típicos Paladares de alta qualidade, apoiados noenchidos mos Moleculares de Doença doSerpa, Centro emexce2012. conhecimento existe nesta região do Alentejo. A abertura da empresa, no ano passado, implicou um investimento 800.000e lentes oportunidades de negócio e lentes oportunidades de de negócio ancestral conhecimento que existe nestaCelular regiãoancestral do Alentejo. A aberturaque da empresa, no ano passado, implicou um investimento de 800.000 de Neurociências e Biologia da Segundo o INESC Porto, entidade que Foto: DR de investimento para as empresas euros e permitiu a criação de nove postos de trabalho. Foto: DR de investimento para as empresas euros e permitiu a criação de nove postos de trabalho. Universidade de Coimbra, em parceria global superior a 12 milhões de euros. integra oportuguesas”. consórcio, pretende-se que estes portuguesas”. com colegas da Universidade do Kansas, XX Empreendedorismo O sector dos Serviços foi o que aprerobôs “sejam extensões dos operadores No âmbito do programa desta misINVESTIMENTO No âmbito do programa desta misque conta com o apoio da AIEUA, identificaram um potencial alvo sentou maior apetência a captação no terreno, com capacidade para são, quepara conta com o apoiohumanos da AI- são, CEP, reconhecer serão organizados encontros de A AGÊNCIA que de desenvolvimento CEP, serão terapêutico poderá permitir o derondas, e seguir intrusos, A DNA Cascais quer contribuir para a de investimento, criação deorganizados empresas encontros e fazerde negócios, de acordo com o perfil e AITECOeiras e a AICEP Portugal Glonegócios, de acordo com o perfil e senvolvimento uma nova terapêutica criação de 500 postos de trabalho nos pró- geração de postos de trabalho. Verificou- bem como trabalhar em equipa com outros bal assinaram umde protocolo de colainteresses no mercado de cada parti- interesses no mercado de cada particom ganhos tempo vida de doentes anos, ficou revelou presidente, se também de anegócios robôs mesmo visitas com humanos através de a organismos oficiais ocupou 2007, 2008 e 2009 des-ou cipante, ção deste ano2007, da iniciativa, ficou um em crescimento boração que no tem comodeobjectivo RANKING cipante,em visitas organismos oficiais ocupou em 2008 e 2009 desção desteximos ano da três iniciativa, em o seu RANKING e ainda uma sessão denão apresentação tronando a Microsoft, que o ano aa Microsoft, Safira ena em segundo a e “criar sinergias na obtenção de inde Parkinson. Carreiras, realçando a importância área sectordeque telepase videoconferência”, o que acontece eBem-Estar, ainda uma sessão apresentação tronando que o da anoSaúde pasprimeiro Carlos a Safira e em segundo a primeiro do mercado angolano. sado ocupou o topo das preferências Consulting. Arevelou Hiscox Insuranvestimento e promoção empresarial URBANOS foi eleita a melhor mé- AMTdo mercado angolano. sadodesenvolviocupou o topo das preferências A Hiscox InsuranA URBANOS foi eleita aa melhor mé- AAMTsoluções de segurança. Em comunicado, Universidade de Consulting. desta Agência Municipal no um elevado potencial e onde o com as actuais Angola é um dos principais merano ficou segunda posição. Company ocupou a terceira posi- e este edia dinamizar opara tecido económico em dia empresa para trabalhar em posiPor- ce Angola é umna dos principais mere este ano ficou na Concelho segunda posição. cetraz Company ocupou a terceira empresa trabalhar em PorCoimbra diz que esta investigação aposta estrategicamente. Além do INESC Porto o mento do empreendedorismo e na criação portuguesas, Na lista melhoresportuguesas, para traba- cados das exportaçõesintegram a Balonas Menano a para quarta ea geral, nas áreas do conhe2010.eEm segundo ficoueaa ção,Na das das exportações lista dase melhores trabação, aem Menano a quarta tugal sobretudo em 2010. Em ficou a tugal novas pistas parasegundo a compreensão dos Balonas consórcio a Faculdade de Engenharia da de projectos e ideias inovadoras, essenciais Em atrês anos, lhar acados DNA Cascais vindo igualmente a tornar-se seguiram-se arecebeu LibertyaSeguros e tendo Hotels Villas SPA quinta. cimento intensivo”. Catarino 2009) e na Aqapura vindo igualmente tornar-se lhar seguiram-se a Liberty Seguros e tendo Aqapura Hotels (10.ª Villasem SPA a quinta. Ramos Catarino (10.ª em 2009) e na Ramos mecanismos moleculares envolvidos mais 900 contactos directos de potenciais do Porto, a Cleverem House – para oda económico. importante termos Conduril com entrada di- um destino iniciativa da Heidrick & StrugO acordo visa criação de posição ocrescimento Hotel Ritz Four Sedestino(ambas importante em Universidade termos a AConduril (ambas com de entrada di- aum Anainiciativa Heidrick & Strugterceira posição oainda HotelaRitz Four Se- terceira investimento nacional. recta), tendo o grupo Lena mantido gles e datendo revista elegeu na ca- dos empresas emParkinson, sectores relativamente asons. a há TNT (eraanos, 16.ª) doença de permitindo Criada três ae DNA apoiou já no empreendedores, foram seleccioSistemas do Inteligentes, a Strong Segurança, do quais investimento nacional. recta), o Exame grupo Lena mantido gles e Seguiram-se da revista Exame elegeu na caasons. Seguiram-se a TNT (era 16.ª) e desenACL é a mais antiga associação o quinto lugar. Nas antiga posições imediategoria das maiores empresas para melhor aos quaisnovos existam tradição e “vantaAbreu &Concelho Associados (subiu dopara A ACLfundamentadas. é a mais associação o quinto lugar. posições imediamaioresde empresas a Abreu & Associados (subiu do 9º. ategoria volver agentes terapêuticos. Os das Empresa deASegurança e Desenvolvimento Cascais a9º. criação de mais deNasnadas 280 ideias classificaram-se a Leaseplan Por- empresarial em Portugal, fundada trabalhar a RE/MAX,acom a notaPorfi- tas gens comparativas do Concelho de para o 5.º lugar). empresarial em Portugal, fundada tas classificaram-se Leaseplan trabalhar a RE/MAX, com a nota fipara o 5.º lugar). de Soluções de Electrónica para Segurança, investigadores irão emsubjacentes breve usar o taxol Entre as empresas apoiadas, 73% foram 100 novasMelhores empresas e o desenvolvimento Novartis Farma, Portugude Novartis 85,49%. A RE/MAX do tugal, Oeiras e onde estejam Nade categoria Pequeem 1834 para defesa e Huf promoção das em 1834 para defesa e promoção das tugal, Farma, Hufsubiu Portugu85,49%.das A RE/MAX subiu do nal Na categoria das Melhores Peque- nal em animaistecnológica”. com para financiadas, tiveram acesso Consultoria, Projectos de de projectos, geradores 300 Procme postos actividades económicas. esa, Procmeaeconómicas. einvestidores Onitelecom. e a Sinepower paraede oOnitelecom. primeiro lugar que processos de Empresas, inovação e Micro Empresas, criada na ediactividades esa, segundo para o primeiro lugar quede segundo nasmodelos e Micro criadaParkinson na edi- nas avaliar a sua eficácia. trabalho imediatos, com um investimento ou foram incubadas pela DNA Cascais. Engenharia Electrónica.

Universidade de Coimbra testa terapêutica

e AitecOeiras e ram Aicep cooperam ME no apoio a PME

vimento ugal Glode colaobjectivo o de inpresarial mico em o conhe-

dade) e o produto InnoWave Silego. Partículas por Atomização. O júri concedeu menções honrosas a quatro produtos: EdgeBOX, da Critical Links; NDrive Touch Real Navigator, desenvolvido pela NDrive; CONTABILIDADE NLP Workbench (Natural Language ProcesCONTABILIDADE sing) da Priberam e SmartGate, da Efacec A LOGICA, empresa especializada A LOGICA, empresa especializada XX Stands Engenharia. em serviços de TI e Gestão, anunciou em serviços de TI e Gestão, anunciou Foi ainda atribuída uma menção honrosa o desenvolvimento de um conjunto o desenvolvimento de um conjunto Os Centros Comerciais Dolce Vita de parcerias com empresas de fiscapara um sector tradicional: (the de fiscade parceriasWonder com empresas lidade e consultoria financeira, de acabam lançar um novo conceito para lidadeJeans. e consultoria financeira, de de push up jeans) da Salsa a “garantir coberturaetotal forma a “garantir a cobertura total forma a exposição temporária deaprodutos serdas necessidades” das empresas na das necessidades” das empresas viçosnanos seus centros comerciais. INOVAÇÃO: FCTUC projecta casa “low-cost” do futuro transição do POC para o novo Siste- transição do POC para o novo SisteDenominados VitaShops, são stands ma de Normalização Contabilística ma de Normalização Contabilística A gráfica Logica preparou quatro cecomceuma(SNC). “linha inovadora, jovem (SNC). A Logica preparou quatro nários distintosapara implementação e colorida”, destinados todos aqueles que nários distintos para implementação SNC em SAP. de SNC em SAP. desejem de “montar o seu próprio negócio”, ou, simplesmente, “expor os seus produtos de forma simples e flexível”.

promotoras da iniciativa. Com este prémio, a COTEC e a Unicer procuram, em conjunto, “dar a conhecer bons exemplos de bens ou serviços inovadores. Casos de sucesso que se distinguem no panorama nacional e que por si só podem influenciar positivamente outras empresas”. Para a COTEC, “o Prémio Produto Inovação representa um incentivo à ino-

DNA estima incentivar criação de 500 empregos

é melhorpara média empresa para trabalhar Urbanos é melhorUrbanos média empresa trabalhar

Técnica PMENEWS Ficha Técnica

ra

pág. VIII

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

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Uma parceria OJE/Vida Económica Arte/ O MIRANTE Marta Simões Director Luís Pimenta Paulo Parente

ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO ▲

ão

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos

Económica

Análise

POWERED BY

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

JL SALDANHA SANCHES

O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

Domingos Cravo

Chefe de Redacção Fotografia João Bugalho Victor Machado O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA

Arte Gestores de Contas Marta Simões Alexandra Pinto - 217922096 Paulo Parente Isabel Silva - 217 922 094 Maria Tavares de Almeida - 217 922 091 Fotografia Tiago Loureiro - 217 922 095 Victor Machado

Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X

70 MIL EXEMPLARES

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género

Redacção Director Comercial Almerinda Romeira João Pereira - 217 922 088 e Vítor Norinha jpereira@oje.pt

UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

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Directora de Multimédia Director Comercial Joana 922Afonso 088 - 217 922 073 João Pereira - 217 jpereira@oje.pt jafonso@oje.pt

Gestores de Contas Produção Produção Alexandra Pinto -João 217922096 João Baptista, Rafael Leitão Baptista, Rafael Leitão Isabel Silva - 217 922 094 Maria Tavares de Almeida - 217 922 091 Conselho de Administração de Administração Tiago Loureiro - Conselho 217 922 095 Megafin SA Megafin SA João Lino de Castro (presidente), GRISA - Gestão ImobiliáriaJoão e Lino de Castro (presidente), GRISA - Gestão Imobiliária e Directora de Multimédia Industrial S.A., Pedro Morais Leitão, Industrial S.A., Pedro Morais Leitão, Joana Afonso - 217 922 073 Pedro Sousa Mendes e Guilherme Borba Pedro Sousa Mendes e Guilherme Borba jafonso@oje.pt (administrador-delegado) gborba@oje.pt (administrador-delegado) gborba@oje.pt


OPINIÃO

OPINIÃO

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

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O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

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SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

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PUB JL SALDANHA SANCHES O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

PME Investe V EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

A sua Linha de Crédito Bonificado é mais completa do que imagina.

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*Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego

Análise

Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO

calcularoscustosdolançamentodo processo de recrutamento, da disgestão das empresas benefi- ordinário que normalmente é um ponibilização para as de dos seus trabalfactor de cansaço cia com o recurso aos entrevistas serviços de uma Empresa de hadores, com a consequente baixa selecção e todos (ETT)? os procedimentos de produtividade. Trabalho temporário Os custos não disparam pois o traUma PME pode recorrer a estes administrativos para abalho elaboração temporário, balanceando os serviços de f lexibilidade laboral, custos que a empresa tem – tenha a sem que os seus custos disparem? do contrato de trabalho, este que tiver - se calcular os O trabalho temporário é ou não dimensãocusto, um serviço caro e inacessível para custos do lançamento do processo não é inferior aos custos da ETT de recrutamento, da disponibilizaas pequenas empresas? ção para as entrevistas para as mesmas tarefas, dada ser de selecção e As empresas através do Trabalho todos os procedimentos administrativos para a elaboração Temporário Organizado podem o recrutamento e a selecção de do contrato melhorar a gestão dos seus recursos de trabalho, este custo, não é inferior aos custos da ETT para as meshumanos, o que lhes um traz dos as itens trabalhadores do seu mas tarefas, dada ser o recrutamenseguintes vantagens: • objecto Libertam-se social. das tarefas ligadas to e a selecção de trabalhadores um ao recrutamento e à selecção dos itens do seu objecto social. A ETTos faz menegócio se tiver os meldos trabalhadores, processa- se tiver A ETT fazao negócio mento de salários, e ao cumpri- hores e mais capazes trabalhadores lhores emais capazes fidelizados à sua marca, caso conmento das obrigações legais etrabalhadores sociais, e do exercício do poder trário perde essa oportunidade. fidelizados à sua marca,Acaso ETT e ocontrabalhador temporário disciplinar; • Aproveitam o saber e a exper- destacado têm que ser competitivos, trário perde essa iência acumulados das oportunidade. Em- flexíveis e de uma grande capacipresas de Trabalho Temporário, dade de adaptabilidade à empresa A ETT e o trabalhador tempoobtendo com maior grau de utilizadora. As empresas do Trabalho probabilidade a colaboração de rário destacado têm ser comTemporário Organizado são empretrabalhadores com o perfil mais que sas estruturadas, suportadas por adequado aos flexíveis postos de trabalpetitivos, e de uma grande ho a preencher, assim como quadros técnicos capazes, tanto ao e selecção, podem, também, beneficiar da nível do recrutamento capacidade de adaptabilidade à experiência e saberes acumula- como na elaboração de propostas de dos pelos trabalhadores tem- adequação das soluções temempresa utilizadora. porários em tarefas idênticas porárias às necessidades das empreProgramas informáticos especínoutras Asempresas; empresas dosas.Trabalho • Encontram nas empresas de ficos gerem a actividade, encurtam e dão respostas necessárias Trabalho Temporário, um apoio tempos Temporário Organizado são emprivilegiado de consultoria e em tempo real. presas suportadas por Quem visitar a página da APESPE gestão deestruturadas, recursos humanos e, sem acréscimo de custos, acon- pode verificar o empenhamento das quadros técnicos capazes, tanto empresas em ao responder eficaz e selhamento quanto à legalidade profissionalmente às necessidades de procedimentos; do recrutamento e selecção, seus utilizadores: as empresas • nível Têm os trabalhadores qualifica- dos dos e imediatamente produ- clientes e aos anseios dos trabalcomo na elaboração de propostas de tivos, pelo período estritamente hadores (WWW:APESPE.PT). As médias e pequenas empresas necessário, sem o tempo de adequação soluções temporápois, no trabalho temespera que um das processo de encontram recrutamento e selecção pode porário uma óptima ferramenta de rias às necessidades dasgestão empresas. que, se bem utilizada, é um durar; de redução de custos. • Programas Com os serviços dainformáticos ETT não cor- factorespecífiAs empresas quando procuram rem riscos desnecessários, pois quadro legal flexibilidade têm os procedimentos administra- noencurtam cos gerem a actividade, tivos desta asseguram-lhe a uma escolha limitada: o contrato a o contrato a tempo parcial e legalidade dos procedimentos e termo, tempos e dão respostas necessárias a adequação da cedência à legis- o contrato temporário. Inequívocalação tempo em vigor real. para a activi- mente a opção pelo trabalho temem porário para uma solução de curta dade; duração é a mais adequaQuem a página da APES• Reservam para visitar si o poder de ou média autoridade e direcção sobre a da, porque contratar a termo para PE pode verificar o empenhamento força de trabalho, não colocan- curtas durações é custoso, lento e o do em risco as estratégias trabalho não pode esperar! das empresasemresponder eficaz e parcial é uma O contrato a termo empresariais; • Dispõem, sem mais custos, de boa solução para problemas especíprofissionalmente às necessidades ficos, mas, não é alternativa ao trauma base de recrutamento para o preenchimento de postos de balho temporário. dos seus utilizadores: asMais, empresas as ETTs são empresas que trabalho permanentes; • As empresas associadas na APE- têm que deter um alvará para o clientes e aos anseios dos trabalhaSPE subscrevem um código de exercício da actividade, que é reguprocedimentos a seguir, que é lada e regulamentada. dores (WWW:APESPE.PT). A Lei do Trabalho Temporário um garante para as empresas agora inscrita no Código do utilizadoras; As médias epequenas empresas A partir daqui, o empresário pode Trabalho, estabelece a maioria das regras comtemque a ETT, a Empresa fazer a avaliação dos custos envolviencontram pois, no trabalho dos e chegará à conclusão que o Utilizadora (EU) e o Trabalhador Temporário, têm Trabalho Temporário porário umaOrganizado óptimaéferramenta de que observar e uma solução a considerar sempre determina a triangulação de direitos e obrigações quegestão os prazos apertem, lance um que, sesebem utilizada, é umque são o paradignovo produto ou serviço, seja ma do Trabalho Temporário Orgafactorsubstituir de redução de custos. nizado. necessário trabalhadores ausentes (doença, licenças, procesAs empresas quando procuram sos disciplinares, etc.)e sempre que queira aumentar a produtividade, *Associação Portuguesa das Empresas quadro legal extraflexibilidade têmPrivado de Emprego semno recurso a trabalho do Sector uma escolha limitada: o contrato a termo, o contrato a tempo parcial e o contrato temporário. Inequivocamente a opção pelo trabalho temporário para uma solução de curta ou média duração é a mais adequada, porque contratar a termo para curtas durações é custoso, lento e o trabalho não Conheça as vantagens da Linha PME Investe V. pode esperar! O Banco Popular disponibiliza esta importante O contrato a termo parcial é linha de crédito e pode adicionar outras soluções uma boa solução para problemas que também acrescentam valor ao seu negócio. específicos, mas, não é alternativa Crédito com juros bonificados, com prazos e ao trabalho temporário. montantes adequados às necessidades, suporMais, as ETTs são empresas tados pelas melhores Soluções especializadas que têm que deter um alvará para e sectoriais, para o dia-a-dia e para o deseno exercício da actividade, que é regulada e regulamentada. volvimento do seu negócio, são vantagens que A Lei do Trabalho Temporário pode alcançar. agora inscrita no Código do TraVenha conhecer as nossas propostas e descubra balho, estabelece a maioria das tudo o que podemos fazer pela sua empresa. regras com que a ETT, a Empresa Utilizadora (EU) e o Trabalhador Temporário, têm que observar e determina a triangulação de direitos e obrigações que são o paLinhas de Crédito PME Investe, o apoio do FINOVA às empresas. Fundo gerido pela PME Investimentos. radigma do Trabalho Temporário Organizado.

A

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baixa de produtividade.

Os custos nãoda disparam pois o A utilização cedência trabalho temporário, balanceando temporária trabalhadores os custos que ade empresa tem – tenhavantagens a dimensão que - se traz àstiver empresas?

PMENEWS ▲

As empresas através do Trabalho Temporário Organizado podem melhorar a gestão dos seus recursos humanos, o que lhes traz as seguintes vantagens: - Libertam-se das tarefas ligadas ao recrutamento e à selecção dos trabalhadores, ao processamento de salários, e ao cumprimento das obrigações legais e sociais, e do exercício do poder disciplinar; - Aproveitam o saber e a experiência acumulados das Empresas de Trabalho Temporário, obtendo com maior grau de probabilidade a colaboração de trabalhadores com o perfil mais adequado aos postos de trabalho a preencher, assim como podem, também, beneficiar da experiência e saberes acumulados pelos trabalhadores temporários em tarefas idênticas noutras empresas; - Encontram nas empresas de Trabalho Temporário, um apoio privilegiado de consultoria e gestão de recursos humanos e, sem acréscimo de custos, aconselhamento quanto à legalidade de procedimentos; - Têm os trabalhadores qualificados e imediatamenteprodutivos, pelo período estritamente necessário, sem o tempo de espera que um processo de recrutamento e selecção pode durar; - Com os serviços da ETT não correm riscos desnecessários, pois os procedimentos administrativos desta asseguram-lhe a legalidade dos procedimentos e a adequação da cedência à legislação em vigor para a actividade; - Reservam para si o poder de autoridade e direcção sobre a força detrabalho,nãocolocandoemrisco as estratégias empresariais; - Dispõem, sem mais custos, de uma base de recrutamento para o preenchimento de postos de trabalho permanentes; - As empresas associadas na APESPE subscrevem um código de procedimentos a seguir, que é um garante para as empresas utilizadoras; A partir daqui, o empresário pode fazer a avaliação dos custos envolvidos e chegará à conclusão que o Trabalho Temporário Organizado é uma solução a considerar sempre que os prazos apertem, se lance um novo produto ou serviço, seja necessário substituir trabalhadores ausentes (doença, licenças, processos disciplinares, etc.)e sempre que queira aumentar a produtividade, sem recurso a trabalho extraordinário que normalmente é um factor de cansaço dos seus trabalhadores, com a consequente

MARCELINO PENA COSTA PRESIDENTE DA APESPE*

QUINTA-FEIRA

III25 de Março de 2010 PUB

Gestão de RH

A utilização da cedência temporária de trabalhadores traz vantagens às empresas? Agestãodasempresasbeneficia com o recurso aos serviços de uma Empresa de Trabalho temporário (ETT)? Uma PME pode recorrer a estes serviços de flexibilidade laboral, sem que os seus custos disparem? O trabalho temporário é ou não um serviço caro e inacessível para as pequenas empresas?

SEXTA-FEIRA 26 de Março de 2010

Montante Global €750 milhões Linha Geral €500 milhões Linha Micro e Pequenas Empresas €250 milhões CUSTO PARA A EMPRESA Linha Geral Euribor 3M + 1,75% Linha Micro e Pequenas Empresas Euribor 3M + 0,75% (com min. 1,5%)

Domingos Cravo O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X 70 MIL EXEMPLARES

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género PUB


AUMENTAM RISCOS DAS EMPRESAS

A

IV

regulação dos preços de transfer-

mação menos correcta” sobre a sua

baixa tributação.

mais importante nas suas empresas”, salienta Hobster. Afinal, conclui este responsável, “na maioria das vezes, o preço de transferência está tão relacionado com a operação da empresa que sobre de acordos não legislação pode ser tratado forma prévios isolada. de preços (APP’s). uma abordagem Ou seja, é fundamental sistemática, geridada de forma O estudo Ernst centraliza& Young

QUINTA-FEIRA Uma vez que as transacções transfronência NEWS (comparabilidade com os política de preços, ou não cumpra com PME 25 denas Março de 2010 as exigências em termos de documen- ACTUALIDADE teiriças no mesmo grupo de empresas, preços de mercado operações Análise

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

pág. VIII

SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

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Luís Simões introduz factura entree acelera empresas electrónica pagamentos

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do mesmo tação, quando a elas está obrigada por estão sujeitas a, pelo menos, duas autoridades fiscais (diferentes), o que grupo), que esteve durante muito tempo lei, como no caso português. A necessidade dos governos leva a que a transacção seja potencialconfinada a um pequeno grupo de paísECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO es industrializados, passou a ser prática aumentarem as receitas fiscais num mente escrutinada por duas vezes, “é NA quase AVANÇA generalizada, à medida que os clima económico de incerteza como impossível eliminar totalmente o risco REGIÃO CENTRO governos procuram aumentar as aquele em que vivemos, deixa antever dos preços de transferência”, salienta o demonstra que nos últimos anos receitas dos impostos para fazer face ao um aumento da litigância no futuro estudo. tem havido uma onda de regulaNo entanto, acrescenta, o risco “pode aumento dos défices orçamentais, con- próximo, conclui também o estudo. mentação ao nível de preços de “As transacções sujeitas às regras de ser mitigado através da aplicação correcclui um estudo da Ernst & Young, que analisou as práticas fiscais de 49 países preços de transferência podem ser um ta das regras de documentação” e, quantransferência. “Não surpreende, do necessário, através da “utilização de paraGlobal as autoridades fiscais,conclui mes- também entre os quais Portugal. baixa tributação. portanto, que os responsáveis Odesafio estudo Transfer o estudo. A regulação dos preços de transFace a isto, adianta o estudo, as multi- mo quando são estritamente seguidas as mecanismos previstos nas diferentes leis Uma vez que as transacções financeiros considerem os preços “As transacções sujeitas às ferência (comparabilidade com os Pricing Survey 2009 a que o PME nacionais, bem como, de forma geral, o orientações da OCDE”, salienta John fiscais que pretendem assegurar um regras preços de transferência transfronteiriças no mesmo grupo de transferência como a questão preços de mercadonacional nas operações NEWS teve acesso “um mais acentuado de segurança Hobster, Global revela Accounts Leader for denível tecido empresarial têm de estar empresas, estão sujeitas a, pelo fiscal mais importante nas suas aumento drástico podem ser um para desafio para as de entre empresas mesmo grupo), jurídica os contribuintes, como éo Transfer Pricingnas for exigências Ernst & Young. preparados parado responder aos desafios da legislação sobre acordos préviosduas autoridades fiscais empresas”, salienta Hobster. Os cenários que auditorias a caso fiscais, que se lhe colocam matéria. autoridades mesmo quanmenos, que esteve durantenesta muito tempo de documentação pororiginam parte dos de preços (APP’s). preços de transferência incluem lucros e estritamente O estudo Global Transfer Pricing Afinal, conclui este responsádo são seguidas as (diferentes), o que leva a que a confinada a um pequeno grupo de governos”, bem como a intenção O estudo da Ernst & Young demonSurvey 2009 a que o PME NEWS teve perdas elevadas não habituais para da, mas orientada para as necessidades transacção seja potencialmente vel, “na maioria Em das última vezes, oanálise, preço destes de “aumentarem o nível orientações da OCDE”, salienta países industrializados, passou a acesso revela “um aumento drástico nas empresas do grupo, reestruturações que stra que nos últimos anos tem havido locais, e estruturada. de transferência estásão tão relacioJohn Hobster, Global Accounts escrutinada por duas vezes, “éos preços ser prática de quase generalizada, das envolvem sanções” osempre que uma uma onda de regulamentação ao nível encerramento ou redução exigências documentação por àparte de transferência uma parte de preços de Pricing transferência. sur- eliminar totalmente ointegrante nas operações, significativasin-comissões dos governos”, bem como a intenção de qualquer modelo de negóimpossível nado com a operação da empresa multinacional “disponibilize Leader for Transfer for “Não medida que os governos procuram preende, portanto, que os responsáveis de gestão entrecorrecta” empresassobre e acordosErnst com & Young. destes de as“aumentarem o nível das uma que nãomultinacional". pode ser tratado de forma risco dos preços de transferência”,cio de aumentar receitas dos impostos formação menos sanções” sempre que uma multina- empresas situadas em paraísos fiscais financeiros considerem os preços de salienta o estudo. isolada. Ou seja, é fundamental a sua política de preços, ou não Os cenários que originam aupara fazer face ao aumento dos e/ou a localizados numa jurisdição de transferência como a questão fiscal cional “disponibilize inforPor Almerinda Romeira TRANSPORTE DE MERCADORIAS

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

Preços de transferência de transferência é um mecanismo aumentam riscos das empresasPreços que pretende assegurar que as transacções A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

JL SALDANHA SANCHES

O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

Domingos Cravo

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA

Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X

70 MIL EXEMPLARES

UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género

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efectuadas entre partes relacionadas são realizadas em condições similares às praticadas entre entidades independentes

défices orçamentais, conclui um estudo da Ernst & Young, que analisou as práticas fiscais de 49 países entre os quais Portugal. Face a isto, adianta o estudo, as multinacionais, bem como, de forma geral, o tecido empresarial nacional têm de estar preparados para responder aos desafios que se lhe colocam nesta matéria.

cumpra com as exigências em termos de documentação, quando a elas está obrigada por lei, como no caso português. A necessidade dos governos aumentarem as receitas fiscais num clima económico de incerteza como aquele em que vivemos, deixa antever um aumento da litigância no futuro próximo,

ditorias a preços de transferência incluem lucros e perdas elevadas não habituais para empresas do grupo, reestruturações que envolvem o encerramento ou redução nas operações, significativas comissões de gestão entre empresas e acordos com empresas situadas em paraísos fiscais e/ou a localizados numa jurisdição de

No entanto, acrescenta, o risco “pode ser mitigado através da aplicação correcta das regras de documentação” e, quando necessário, através da “utilização de mecanismos previstos nas diferentes leis fiscais que pretendem assegurar um nível mais acentuado de segurança jurídica para os contribuintes, como é o caso da

Paulo Mendonça, Tax Partner da Ernst & Young

uma abordagem sistemática, gerida de forma centralizada, mas orientada para as necessidades locais, e estruturada. Em última análise, os preços de transferência são uma parte integrante de qualquer modelo de negócio de uma multinacional”.

“ESTA MATÉRIA ESTÁ NO TOPO DA AGENDA FISCAL DAS EMPRESAS”

O que são os preços de transferência? fiscais mais Paulo Mendonça, Tax Partner dagasErnst & reduzidas. Young Preços de transferência é um mecanismo

“Esta matéria está no topo da agenda fiscal das empresas”

Por Almerinda Romeira

é, neste momento, uma das que a Administração a investir umaFiscal das tem queestado a Administração mais em termos recursos claraFiscalde tem estadoeaestá, investir mais mente, no topo da agenda dos responem fiscal termos recursos e está, sáveis da parte dasde empresas.

que pretende assegurar que as Qual a importância dos preços de transfertransacções efectuadas entre partes rela- ência para as PME? cionadas (isto é, entidades que se encon- O princípio aplica-se a qualquer tipo de claramente, no topo da agenda tram numa relação de dependência entidade, seja ela de grande ou pequena a maior exigência jurídica ou económica) são realizadas dimensão. A questão é que as empresas Em que medida dos responsáveis da partedos fiscal fala este estudo pode em condições similares às praticadas com um volume de proveitos superior a governos de dasque empresas. entre entidades independentes. Isto 3.000.000 de euros estão sujeitas a obri- afectar a competitividade das PME porA O que são os preços de trans- dência natural para as empresas grande ou pequena dimensão. Em que medida a maior tuguesas? porque se presume que existirá uma gações declarativas mais exigentes. nas jurisdições ou questão é que as empresas ferência? dosuma governos deoque tendência natural colocarem para as empresas Nãocom afecta exigência em particular, vez que entrou nestevolume estudo da & fenómeno deErnst proveitos supe- éfala Preços de transferência umjurisdições veículos sujeitos a um colocarem énas ou societários veículos Portugal global. obviamente, a esteObriga, estudo pode afectar Young? As conclusões apuradas para o uma societários sujeitos uma a umamaior maiorcarga cargafiscal permanentedasdos rior a 3.000.000 de euros estãoactualização os custos, mecanismo que pretende assegua competitividade PME País estão em conformidade com as con- quadros das empresas e a uma atenção fiscal os custos, ao ao passo passo que queososproveitos serão sujeitas a obrigações declarativas portuguesas? rar que as transacções efectuadas proveitos serão normalmente imputa- clusões gerais do estudo? especial no que respeita ao cumprimento entre partes relacionadas (isto normalmente imputados que dos mais exigentes. afecta em particular, Sim. A às matéria preços de transferência das obrigaçõesNão dos às que se encontram sujeitas a cardeclarativas.

é, entidades que se encontram numa relação de dependência jurídica ou económica) são realizadas em condições similares às praticadas entre entidades independentes. Isto porque se presume que existirá uma ten-

se encontram sujeitas a cargas fiscais mais reduzidas. Qual a importância dos preços de transferência para as PME? O princípio aplica-se a qualquer tipo de entidade, seja ela de

Portugal entrou neste estudo da Ernst & Young? As conclusões apuradas para o País estão em conformidade com as conclusões gerais do estudo? Sim. A matéria dos preços de transferência é, neste momento,

Strongstep é 25º spin-off saído da FEUP

uma vez que o fenómeno é global. Obriga, obviamente, a uma actualização permanente dos quadros das empresas e a uma atenção especial no que respeita ao cumprimento das obrigações declarativas.

Pedro Veloso Gomes conta: “O projecto Pedro Veloso Gomes ainda não foi utiA STRONGSTEP é o último "spin-off" saído do universo da Faculdade de foi incubado na FEUP através de uma lizado nenhum incentivo estatal mas Engenharia da Universidade do Porto aposta forte e estratégica da sua “estão a ser considerados para promover (FEUP. Nasceu da vontade conjunta de direcção, foi estabelecida uma parceria a inovação e internacionalização”. cinco pessoas, três do mundo empresari- com a maior referência mundial nesta al e duas do mundo mais académico, área – Software Engineering Institute da Por Almerinda Romeira com forte experiência internacional, Universidade de Carneggie Mellon”. inclui Pedro Castro Henriques, A Strongstep é o último “spinConstituída em Junho de 2009, com interesse na área de engenharia e off” saído do universo da Faculda- RaulaMoreira Vidal, Gonzalez Stronstep teve Luís o ponto de partiqualidade de software. da no fornecimento de -serviços objectivo foi aliar o sentido de“O de Engenharia da Universidade Amaral e João Pascoal Faria tinha de alto valor acrescentado empreendedor vontade de colmatar um interesse comum na área relade do Porto (FEUP. àNasceu da vontade uma necessidade de mercado, nomeada- cionados com a melhoria de conjunta de cinco pessoas, três engenharia de software. A esse inmente o português, para ajudar as processos, certificações e forteresse, os promotores do mundoa empresarial e duas do de mações, sendo quejuntaram agora se avai empresas produzir e gerir soluções mundo académico,através com forte identificação dede “uma necessidade “promover forma contínua a softwaremais de excelência, de proinovaçãonae área internacionalização cessos pragmáticos, sustentadoscom e ágeis”, experiência internacional, de mercado da qualidade de serviços e produtos”. explicou ao Pedro Veloso de software, aliada a eficiência e interesse naPME áreaNEWS de engenharia e GoActuando nas áreas de consulmes, 32 anos, detentor de um Mestrado inovação”. Depois avançaram. qualidade de software. Integrado em Engenharia Informática da toria, formação e I&D em EngeGomes conta: “Oeobjectivo aliar o sentido nhariaVeloso de Software, opera em diFEUP oito anos foi de experiência quer em Pedro versos sectores de actividade – saestão de projectos internacionais e de sisempreendedor à vontade de colma“O projecto foi incubado na FEUP úde, deretalho, energia, telecotemas denecessidade missão crítica na Sonae quer tar uma de mercado, através uma aposta forte e como consultor de IT Governance um municações, tecnologias de inforda sua-, prestando direcção, ainda foi nomeadamente o português, mação, ensino dos promotores da Strongstep. para estratégica ajudar as empresas a produzir estabelecida uma parceria com a serviços de estruturação dos proO grupo de fundadores - que inclui cessos de desenvolvimento e gesHenriques, Raul Moreira referência mundial nesta ePedro gerirCastro soluções de software de maior de projectos, pareceres sobre Vidal, Luís através Gonzalez e João excelência, de Amaral processos áreatão – Software Engineering InstiPascoal Faria - tinha um interesse qualidade e segurança, e do pragmáticos, sustentados e ágeis”, tute da Universidade de Carneggie comum na área de engenharia de soft- processos de gestão de requisitos Watts Humphrey, do Software Engineering Institute (2º a contar da esq.), com a equipa promotora da explicou ao PME NEWS Pedro Mellon”. e automatização de testes. ware. A esse interesse, os promotores Pedro Castro Henriques (esq.) e Raul Moreira Vidal, Pedro Veloso Gomes, Luís Gonzalez em Junhododeprojecto 2009, Strongstep: Veloso Gomes, 32 anos,de detentor O financiamento juntaram a identificação “uma neces- Constituída Amaral e João Pascoal Faria Foto: DR Strongstep por sidade mercado na área da qualidade de umdeMestrado Integrado em a Stronstep tevepassou o ponto decapital partidaex- Watts Humphrey, do Software Engineering Institute (2º a contar da esq.), com a equipa promototerno, nomeadamente da de Uni- ra da de software, Informática aliada a eficiência e inoStrongstep:nas Pedroáreas Castrode Henriques e Raul Moreira Vidal, Pedro Veloso Gomes, Luís Engenharia da FEUP no fornecimento de serviços Actuando con- (esq.) dos processos de desenvolvimento versidade. Até ao momento, diz Gonzalez Amaral e João Pascoal Faria vação”. Depois avançaram. Foto: DR

Strongstep é 25º spin-off saído da FEUP

e oito anos de experiência quer em estão de projectos internacionais e de sistemas de missão crítica na Sonae quer como consultor de IT Governance um dos promotores da Strongstep. O grupo de fundadores - que

alto valor acrescentado relacionados com a melhoria de processos, certificações e formações, sendo que agora se vai “promover de forma contínua a inovação e internacionalização de serviços e produtos”.

sultoria, formação e I&D em Engenharia de Software, opera em diversos sectores de actividade – saúde, retalho, energia, telecomunicações, tecnologias de informação, ensino -, prestando ainda serviços de estruturação

e gestão de projectos, pareceres sobre qualidade e segurança, e do processos de gestão de requisitos e automatização de testes. O financiamento do projecto Strongstep passou por capital externo, nomeadamente da Uni-

DATA DE CONSTITUIÇÃO: Junho de 2009 SECTOR DE ACTIVIDADE: Tecnologias de Informação PRINCIPAIS PRODUTOS: Actuação: Promover eficiência, qualidade, eficácia e inovação nas empresas que desenvolvem, suportam e compram soluções de software Serviços: Melhoria de Processo Organizacional, Certificação de empresas, processos e produtos, Formações e Inovação Modelos de melhoria: CMMI, TSP/PSP, NP4457 (Inovação), Scrum, XP, ISTQB, ITIL, PMBOK, Six Sigma, RUP Sectores de Actividade: Saúde, Retalho, Energia, Telecomunicações, Tecnologias de Informação, Financeiro e Ensino Contactos: Web: http://www.strongstep.pt

versidade. Até ao momento, diz Pedro Veloso Gomes ainda não foi utilizado nenhum incentivo estatal mas “estão a ser considerados para promover a inovação e internacionalização”.


FINANCIAMENTO

QUINTA-FEIRA 25 de Março de 2010

PMENEWS POWERED BY

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

pág. VIII

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Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos ▲

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

Novabase Capital estima ter novos fundos de capital de risco já em Junho

V

Análise

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

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JL SALDANHA SANCHES O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ECOSSISTEMA dos novos instrumentos” é em DE INOVAÇÃO AVANÇA NA projectos empresariais tecnológicos REGIÃO CENTRO inovadores, com grande potencial de criação de valor e sinérgicos com o posicionamento estratégico do Grupo Novabase.” Os três fundos a lançar pela Novabase Capital enquadram-se no âmbito do SAFPRI (Sistema de Apoio ao Financiamento e Partilha de Risco da Inovação), integrado no QREN, e com co-financiamento da União Europeia via FEDER, o actual quadro de auxílios comunitários que poderá transferir para Portugal 21,5 mil milhões de euros até 2013. A Novabase Capital é igualmente a sociedade gestora do FCR Novabase Capital, já integralmente investido, com uma dotação de 7,14M€ e participado em 30% pela Novabase Capital e em 70% pelo IAPMEI através do Programa PRIME e com co-financiamento da União Europeia via FEDER. Por Almerinda Romeira INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

ENTREVISTA

Domingos Cravo

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

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70 MIL EXEMPLARES

UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género

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A Novabase Capital, empresa de capital de risco detida pela Novabase, estima que os três novos fundos de capital de risco que vai pôr à disposição de projectos empresariais tecnológicos inovadores, estejam constituídos até ao final deste semestre, revelou ao PME NEWS a administradora-delegada da empresa, María Gil. “O objectivo é apoiar os empreendedores portugueses que queriam desenvolver projectos inovadores”, salientou a gestora, vincando que o apoio da Novabase Capital às micro e PMEs, “além de financeiro, incorpora as componentes de know-how e de aproximação aos mercados, de forma a potenciar a inovação em Portugal”. Os três novos fundos que, em conjunto, atingirão um total de 30,91 milhões de euros, privilegiarão o investimento em PMEs de base tecnológica na área das Tecnologias de Informação e Comunicação, assegurando, no entanto, enfoques diferenciados no que respeita às tipologias de projectos e ao seu posicionamento no ciclo de vida das empresas tecnológicas.

Assim, o FCR Novabase Capital Early Stage, que terá uma dotação máxima de 12,71 milhões de euros, destina-se a apoiar “projectos emergentes de pequena escala, com carácter inovador e diferenciador, ou micro projectos de forte conteúdo de inovação, que detenham o Estatuto IAPMEI Inovação e sejam desenvolvidos por PMEs com menos de três exercícios fechados”. Segundo María Gil, este fundo está vocacionado para apoiar projectos até um montante não superior a 100 mil euros, podendo a título excepcional apoiar projectos com certificação do IAPMEI Inovação até ao montante de 1 milhão de euros. Este fundo está destinado a investimentos nas regiões Norte, Centro e Alentejo, contando com uma participação do Programa COMPETE de 6,85 milhões de euros (59,8%), e incluindo uma dotação máxima para a região de Lisboa de 1,26 milhões de euros, com uma participação do programa operacional POR Lisboa de meio milhão de euros (39,7%). O segundo fundo, FCR Novabase

ADIEL aposta na modernização de Lousada

Samuel Teixeira, presidente da ADIEL Foto: DR

A ADIEL - Associação para o Desenvolvimento Integrado e Económico de Lousada é uma associação sem fins lucrativos com vista ao desenvolvimento económico e social do centro urbano de Lousada, principalmente das empresas de comércio e serviços. Foi constituída em Março de 2007 para dar continuidade ao projecto Urbcom de Lousada, Concelho integrado na região do Vale de Sousa. Samuel Teixeira, presidente da ADIEL explicou ao PME NEWS que o projecto de urbanismo comercial, iniciado em 2005, abrangeu duas vertentes, uma para os comerciantes, que lhes permitiu remodelar as lojas com apoios de 45% das despesas totais, a outra pertenceu à autarquia, que teve de intervir na melhoria das infraestruturas do centro da Vila, isto é vias de acesso, mobiliário urbano, criação de praças. “Posto isto era necessário dar

continuidade ao processo”, salienta Samuel Teixeira adiantando que desde a sua constituição a ADIEL tem vindo a lançar iniciativas inovadoras de promoção ao comércio com vista a atrair mais visitantes ao centro urbano. A ADIEL funciona em parceria com os comerciantes de Lousada que sejam seus associados e com a autarquia. Por norma, a Associação, candidata-se a “projectos de dinamização comercial” que sejam “financiados pelos quadros comunitários” e “desenvolve-os em parceria” com os seus associados. Entre as actividades que desenvolve juntamente com os seus associados contam-se acções de promoção e publicidade, elaboração de estudos de mercado, edição de um boletim informativo e um serviço alargado de assessoria aos associados, emissão de pareceres em tudo o que respeite ao urbanismo na área de intervenção definida no Urbcom de Lousada; entre muitos outros. No âmbito do Urbcom foram apoiados cerca de 25 estabelecimentos comercias em Lousada, no entanto já foram elaboradas mais candidaturas de empresários a outros incentivos, como o MODCOM e o Proder, adianta Samuel Teixeira. Em relação ao apoio à dinamização do comércio em geral, com as suas actividades, a ADIEL já apoiou cerca de 200 estabelecimentos comerciais.

Capital Corporate Venture, com uma dotação máxima de 8,1 milhões de euros, dos quais 4 milhões de euros (49,4%) do Programa COMPETE, centra-se no apoio ao investimento em projectos de desenvolvimento de novos negócios ou que resultem de processos de autonomização de áreas de negócio inovadoras com origem em empresas nacionais de base tecnológica nas regiões Norte, Centro e Alentejo. O financiamento pode ir até 1 milhão de euros. O terceiro instrumento, designado FCR Novabase Capital Inovação e Internacionalização está vocacionado para o apoio projectos de internacionalização, inovação e/ou modernização, promovidos por PMEs. O fundo disporá de uma dotação

máxima de 10,1 milhões de euros, dos quais 5 milhões provenientes do Programa Compete, destinados a investimentos nas regiões Norte, Centro e Alentejo. Os apoios a conceder no âmbito deste instrumento vão até 1,5 milhões de euros por cada 12 meses. “Queremos constituir um portfólio diversificado, aposta que, desde logo, está patente na segmentação dos três fundos”, salienta María Gil, adiantando que o foco

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QUINTA-FEIRA 25 de Março de 2010

Análise

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

pág. VIII

SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos ▲

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

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Business Angels têm 43 Milhões para investir até 2012 A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

JL SALDANHA SANCHES

O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

Domingos Cravo

O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA

Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X

70 MIL EXEMPLARES

UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género

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Francisco Banha,  presidente da Federação Nacional de Associações de Business Angels, explicou a Almerinda Romeira o que é o Fundo de CoInvestimento com Business Angels, quem poderá beneficiar dele e qual o seu impacto na revitalização do sector de BA. O programa Compete, no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) lançou em Agosto de 2009 o concurso para o Fundo de Co-Investimento com Business Angels. Qual foi a adesão ao Fundo? O lançamento do Fundo de Co-Investimento marcou um ponto de viragem na dinâmica dos Business Angels em Portugal, tendo ultrapassado as expectativas – 67 candidaturas e 267 Business Angels envolvidos - quer dos responsáveis do Programa COMPETE quer da própria FNABA. De onde vieram essas candidaturas? Ao todo, candidataram-se 67 Entidades Veículo, das quais foram aprovadas 56. Das candidaturas aprovadas 46 são pertencentes a Business Angels membros de Associações que fazem parte da FNABA. Ao todo, estão envolvidos 267 Business Angels de todo o país, mesmo de áreas geográficas não cobertas pelo programa. No que respeita aos associados da FNABA, foram criadas Entidades Veículos correspondentes a Business Angels membros das Associações de Lisboa, Cascais, Porto, Coimbra, Guimarães, Évora, Covilhã e Santarém. Que papel tem a FNABA na iniciativa? Ciente da oportunidade que estava a ser apresentada aos Business Angels, a FNABA, após ter contribuído para a concepção do citado Fundo de Co-Investimento, tomou a iniciativa – com o apoio do COMPETE/QREN, IAPMEI, PME INVESTIMENTOS E CAIXA CAPITAL – de realizar um roadshow pelo País onde foi apresentado de forma exaustiva aquele importante instrumento financeiro que encoraja a comunidade de Business Angels a investir em projectos empresariais inovadores, através de uma interessante alavancagem da disponibilidade financeira dos Business Angels

e de uma combinação atractiva das variáveis de risco e retorno. A FNABA assumiu ainda um papel relevante na coordenação das acreditações dos Business Angels (...) contribuindo assim para a elevada transparência com que tem vindo a ser caracterizado esta importante iniciativa. Em que fase está? As candidaturas decorreram até final de Outubro, sendo que, no final de Dezembro e princípios de Janeiro, foram comunicadas aos grupos de Business Angels envolvidos, no citado concurso, quais as candidaturas que foram seleccionadas. Neste momento, encontra-se a ser finalizado os termos do Contrato Jurídico que irá regulamentar as condições a que as Entidades Veículos irão estar sujeitas perante o Programa COMPETE no desenvolvimento da sua actividade nomeadamente os termos a que deverão obedecer a aplicação dos Fundos que as citadas Entidades Veículos irão receber para aplicar no investimento em novas empresas. Qual é passo seguinte? Após conclusão do Contrato mencionado os grupos de Business Angels irão constituir as respectivas Sociedades Anónimas, através das quais irão efectuar os seus investimentos, esperando-se por isso que a partir de Maio inclusive esteja tudo operacionalizado para que se comecem a realizar os primeiros investimentos, que tanta falta fazem para apoiar a dinamização da nossa economia. Qual o montante disponível para investir e quando? O Programa COMPETE disponibilizou um total de 28 milhões de euros para co-investimento que, sendo optimizados pelas Entidades Veículo (E.V.), implicarão o investimento de 13,5 milhões de euros por parte dos Business Angels. A este valor acresce, ainda, um montante de 1,5 milhões de euros disponibilizado pela Caixa Capital. No total estamos perante 43 milhões de euros que poderão ser investidos em start-ups portuguesas, até 2012, apenas no âmbito deste programa. Quais são as condições de financiamento do COMPETE às Entidades Veículo? O financiamento é atribuído às Entidades Veículo (E.V.) por um prazo máximo de 10 anos, sem capital ou juros garantidos e sem necessidade de aval pessoal por parte dos Business Angels. O montante de financiamento está limitado a 500.000 euros por E.V., correspondendo este valor a um

Francisco Banha Presidente da Direcção da Federação Nacional de Associações de Business Angels (FNABA)

máximo de 65% dos valores de investimento necessários. As E.V. têm assim uma estrutura “óptima” de 770 mil euros, dos quais 500 mil euros são provenientes do Programa COMPETE e 270 mil euros dos Business Angels. Como é partilhado o risco? A partilha do risco que caracteriza este programa, e que foi já utilizada com sucesso noutros países, verifica-se no período de desinvestimento dos projectos e está dividida em 3 fases. Na fase A os Business Angels recebem 80% e o COMPETE 20% do resultado da alienação até que os Business Angels recuperem todo o seu valor investido. A fase B prevê a partilha de 50% da margem da operação até ao momento em que o COMPETE recuperar integralmente o seu investimento. A partir desse momento – a fase C – ambos os intervenientes recuperaram já o seu investimento e partilham os resultados que possam advir na proporção de 80% para os Business Angels e 20% para o COMPETE. Naturalmente que, tratandose de operações de “Venture Capital”, se a E.V. não conseguir recuperar o capital investido, os Business Angels e o COMPETE perderão o valor investido. Quem são os beneficiários finais da actividade desenvolvida pelas Entidades Veículo detidas pelos Business Angels? Os beneficiários finais dos investimentos das Entidades Veículo serão empresas certificadas como PME pelo IAPMEI, cujos CAE estejam abrangidas pelo Programa COMPETE/SAFPRI (Indústria, Energia, Construção, Comércio, Turismo, Transportes/ Logística, Serviços) e que se encontrem sedeadas nas Regiões NUTS II Norte, Centro e Alentejo. Tratando-se de start-ups, devem ter apenas até três exercícios completos e não podem ter conflitos de interesse com os Business Angels, isto é, não sejam empresas próprias destes ou detidas por

familiares directos. Há áreas geográficas definidas? Infelizmente o programa actual não contempla a região de Lisboa e Vale do Tejo, o Algarve, nem as Regiões Autónomas, mas a FNABA espera que o sucesso deste programa permita que iniciativas semelhantes possam ser criadas para as regiões que nesta fase não foram abrangidas. Apesar desta restrição, foi dado um sinal muito positivo por parte dos Business Angels que, mesmo estando, na sua maioria, baseados no eixo Lisboa-Cascais, se constituíram em Entidades Veículo para investirem noutras zonas do País. Quando é que os empreendedores vão poder candidatar-se aos financiamentos? Os beneficiários ou seja os empreendedores podem, desde o início do ano, apresentar os seus projectos aos Business Angels. Não existe formulário próprio nem qualquer outra burocracia à excepção de terem de ser certificadas como PME pelo IAPMEI, conforme já referi. A realização de sessões de apresentação para Business Angels em vários pontos do país é já habitual e para tal basta contactar directamente os Business Angels ou as associações a que pertencem. A própria FNABA, através do seu sítio institucional www.fnaba.org, é um ponto de contacto possível para qualquer empreendedor interessado. Este fundo será suficiente para revitalizar o sector? O financiamento de start-ups e projectos ainda em fase semente tem sofrido grandes carências de investimento durante os últimos anos. Em 2008, de acordo com as estatísticas divulgadas pela Associação Portuguesa de Capital de Risco, foram investidos apenas 57 milhões de euros em start-ups e não houve qualquer investimento em capital semente. O mercado de capital de risco

Foto: Victor Machado/OJE

tradicional não responde a este tipo de investimentos - dado o risco envolvido e as exigências de acompanhamento que os projectos iniciais requerem –pelo que é consensual que os Business Angels, pelo seu perfil de empresários e/ou gestores de empresas, podem preencher essa falha de mercado no financiamento. Este é o impulso certo para que os Business Angels se tornem mais activos e passem do interesse pelo conceito à experiência do investimento o que, a médio prazo, vai criar um grupo de Business Angels com um portfolio de participações tal como hoje possuem de acções ou fundos de investimento. Portanto sim, acredito que este Fundo tem a capacidade de revitalizar o sector. Quantas micro empresas inovadoras poderão ser financiadas por ele? Em termos de número de empresas apoiadas, é difícil avançar um valor dada a disparidade dos projectos que são habitualmente apresentados aos Business Angels mas, com base na minha experiência, tenho a expectativa que os 43 milhões de euros possam ser repartidos por investimentos em mais de três centenas de start-ups. A actividade das Entidades Veículo vai ser monitorizada? Sim, a actividade das EVs vai ser objecto de rigorosa monitorização. Desde logo, decorre da própria natureza jurídica da EV (S.A. ou SGPS) a manutenção de adequados mecanismos de controlo e fiscalização interna, designadamente por via do Revisor Oficial de Contas responsável por auditar as contas da sociedade. A acrescer a estas regras de Governance, a EV ficará igualmente sujeita ao acompanhamento, controlo e fiscalização por parte da Entidade Gestora do FINOVA.


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QUINTA-FEIRA 25 de Março de 2010

PMENEWS POWERED BY

VII

Análise

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

pág. VIII

SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos ▲

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO ▲

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

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UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género PUB


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pág. VIII

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Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos ▲

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

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DEVEAEE ADMINISTRAÇÃO HAVER DO DO CONTRIBUINTE: CONTRIBUINTE: UMA RR COM FISCAL UMA DEVE HAVER COM A A ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO FISCAL FISCAL COM FISCALIDADE

UMA das mais relevantes alterações propostas no Orçamento de Estado OPINIÃO (OE) para 2010 no âmbito do contencioso tributário respeita à compensação entrerelevantes créditos tributários UMA das mais alterações por iniciativa da Administração propostas no Orçamento de Estado UMA das mais relevantes alterações Tributária. E o que de novo esta (OE) para no 2010 no traz âmbito conpropostas Orçamento dedo Estado alteração? Numa época em que tencioso à com(OE) paratributário 2010 no respeita âmbito do conassistimos a uma maior tributários centralizapensação tributário entre créditos tencioso respeita à comção poderes da do Estado e a algupor dos iniciativa Administração pensação entre créditos tributários ma ingerência direitos e deveres Tributária. E o nos que de novo esta por iniciativa da traz Administração dos cidadãosNuma é comépoca satisfação que alteração? em esta Tributária. E o que traz de novo registamos esta medida. A necessidispondo de 30 dias para deduzir assistimos a uma maior centralizaalteração? Numa época em que dade emergente de Estado arrecadação dea ção dos poderes e a algua oposição e requerer assistimos a judicial umadomaior centralizareceita pública nos comdireitos vista a satisfazer ma ingerência ee deveres prestação de garantia, mas, ção dos poderes do Estado aentrealguos Estados depauperadosinteresses cidadãos de énos com satisfação que ma ingerência direitos e deveres tanto, é efectuada arefreada compensação, dos, parece estar neste registamos esta medida. A necessidos cidadãos é com satisfação que que tem como de efeito a extinção caso. dade emergente arrecadação de registamos esta medida. A necessisistema emPara vigor, e que receita públicaainda com a satisfazer daNoexecução fiscal. reagir, dade emergente de vista arrecadação de a Proposta OE visa alterar, o os interesses decom Estados dispõe o de contribuinte de se um receita pública vista adepauperasatisfazer prazo para pagamento voluntário dos, parece estar refreada neste os interesses de Estados depauperaprazo extremamente diminuto (geralmente 30 dias) já tivesse caso. parece de dos, estar refreada neste deNo10sistema dias.e Verifica-se em pleno decorrido o contribuinte ainda em vigor, e não que caso. máxima:decala paga, e depois aa Proposta OE evisa o No sistema ainda em alterar, vigor, e se que para depagamento voluntário reclama. aprazo Proposta OE visa alterar, se o (geralmente de 30 dias) voluntário já tivesse Este procedimento, que tem prazo para pagamento decorrido e deo 30 contribuinte não (geralmente dias) já tivesse

sido seguido até ao momento,

tivesse apresentado nesse período reclamação graciosa ou impugnação judicial e prestado garantia idónea, na interpretação seguida pelo oSupremo Fisco poderia proceder à compenTribunal Administrasação créditos desde queperíodo instautivesse nesse tivo. dos Deapresentado resto, bastaria a alusão rado o respectivo de exereclamação graciosaprocesso ou impugnação tivesse apresentado nesse período aos princípios fundamentais de cução Na maioria dasidónea, vezes, judicialfiscal. e prestado garantia reclamação ou impugnação defesa dosgraciosa para nem ainda secontribuintes, encontra esgotado o o Fisco poderia proceder à compenjudicial e prestado garantia idónea, prazo de créditos reacçãosedesde graciosa ou consação dos que instauque facilmente concluísse pela o Fisco poderia proceder à compentenciosa ecobertura já verifica, por outro lado, rado processo de exefalta odos derespectivo legal para um sação créditos desde que instaua compensação dívidas fiscais. cução Na das maioria dasde vezes, rado ofiscal. respectivo processo exeprocedimento desta natureza. Situações ainda mais burlescas e carnem ainda se encontra esgotado o cução fiscal. Na maioria proposta, das vezes, Com a alteração icatas ocorrem nosgraciosa casos em o prazo de reacção ouque connem ainda se encontra esgotado o a compensação de créditos por tenciosa já verifica, por outro prazo dee reacção graciosa ou lado, conainiciativa compensação das dívidas fiscais. Administração Tritenciosa e jáda verifica, por outro lado, ainda mais e carbutária não poderá ser efectuada aSituações compensação das burlescas dívidas fiscais. icatas ocorrem nos casos em que o Situações ainda mais burlescas e car-

enquanto estiver a correr prazo

para deduzir em a oposição judicial pagamento prestações, e ea requerer a prestação de garantia, dívida se mostre garantida. Agora mas, entretanto, é efectuada contribuinte citado para aa comexeo Fisco teráé que aguardar pelo pensação, quedispondo tem como a cução fiscal, de efeito 30 dias contribuinte é citado para ameios exeprazo de apresentação dos extinção da execução Parae para deduzir a oposiçãofiscal. judicial cução fiscal, dispondo de 30 dias graciosos judiciais ao do reagir, dispõe o contribuinte de um requerer aouprestação de dispor garantia, para deduzir a oposição judicial e prazo extremamente diminuto de mas, entretanto, é efectuada a comcontribuinte (desde que requerer a prestação de prestada garantia, 10 dias. Verifica-se em pleno a máxpensação, que tem como efeito garantia) e só, após o seu decurso, mas, entretanto, é efectuada a com-a ima: cala edapaga, e depoisfiscal. reclama. extinção Para pensação, queexecução tem como efeito a é que, caso o direito não tenha Este dispõe procedimento, que tem sido reagir, o contribuinte dePara um extinção da execução fiscal. sido exercido pelo contribuinte seguido até ao momento, condiprazo extremamente diminuto de reagir, dispõe o contribuinte de um e prestada garantia, que poderá 10 dias.extremamente Verifica-se emédiminuto pleno a máxprazo de ima: calaVerifica-se e àpaga, e depois reclama. proceder compensação. 10 dias. em pleno a máxEste procedimento, quereclama. tem No entanto, nãosido for ima: cala e paga, eenquanto depois seguido até ao momento, condiEste procedimento, que tem sido

garantias impugnatórias dos contribuintes, sendo susceptível de violar os princípios da proFEVEREIRO e Março são meses típiporcionalidade, igualdade cos para a realizaçãoda de assembleias gerais sociedades. Porquê? Tudo e do das acesso aos tribunais. Este decorre do facto aliás, da legislação socientendimento, respalda-se

graciosa, recurso hierárquico, impugnação judicial, recurso judicial ou oposição à execução, ou durante o período de pendência daqueles meios graciosos ou judiciais, ou de plano para

a esta situação e a assistir a este tipo de episódios manifestamente violadores dos princípios fundamentais do direito de liquidar impostos. * Advogada, Raposo Bernardo

Deve e Haver do Contribuinte: uma relação desigual com a Administração Fiscal ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO

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de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

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Uma das mais relevantes alterações propostas no Orçamento de Estado (OE) para 2010 no âmbito do contencioso tributário respeita à compensação entre créditos tributários por iniciativa da Administração Tributária. E o que traz de novo esta alteração? Numa época em que assistimos a uma maior centralização dos poderes do Estado e a alguma ingerência nos direitos e deveres dos cidadãos é com satisfação que registamos esta medida. A necessidade emergente de arrecadação de receita pública com vista a satisfazer os interesses de Estados depauperados parece estar refreada neste caso. No sistema ainda em vigor, e

que a Proposta de OE visa alterar, se o prazo para pagamento voluntário (geralmente de 30 dias) já tivesse decorrido e o contribuinte não tivesse apresentado nesse período reclamação graciosa ou impugnação judicial e prestado garantia idónea, o Fisco poderia proceder à compensação dos créditos desde que instaurado o respectivo processo de execução fiscal. Na maioria das vezes, nem ainda se encontra esgotado o prazo de reacção graciosa ou contenciosa e já se verifica, por outro lado, a compensação das dívidas fiscais. Situações ainda mais burlescas e caricatas ocorrem nos casos em que o contribuinte é citado para a execução fiscal,

deixar algumas notas a respeito das alternativas actualmente existentes para a sua realização atempada e efectiva. A assembleia geral, é o momento em que os sócios são chamados a pronunciar-se sobre o cerne da vida societária, proporcionando-lhes a oportunidade para apreciarem e deliberarem sobre um vasto conjunto de assuntos, que por imperativo legal deverá, no mínimo, abarcar deliberações sobre o relatório de gestão e contas do exercício, a proposta de aplicação de resultados, a apreciação geral sobre a gerência e, caso exista, sobre o órgão de fiscalização, bem como proceder às eleições que sejam da sua competência. Dada a importância que este momento reveste para o funciona-

FISCALIDADE FISCALIDADE ALEXANDRA PEREIRA DOS REIS*

é citado para a exeALEXANDRA PEREIRAcontribuinte DOS REIS* cução fiscal, dispondo de 30 dias

EM TEMPO DE ASSEMBLEIAS GERA EM TEMPO TEMPODIREITO DE ASSEMBLEIAS ASSEMBLEIAS GERA SOCIETÁRIO EM DE GERA JÚLIO MARTINS JÚNIOR* decorrido e e o até contribuinte condiciona restringenão as

icatas ocorrem nos casos em que o para interposição de reclamação

etária exigireque os são sócios de uma FEVEREIRO Março meses típisociedade se reúnam de emassembleias assembleia cos para a realização FEVEREIRO e Março são meses típigeral anual no prazo de três meses gerais dasa sociedades. Porquê? Tudo cos para realização de assembleias após o encerramento das contas do decorre dosociedades. facto da legislação socigerais das Porquê? Tudo exercício. etária exigir que da os legislação sócios de uma decorre do facto sociAinda que o exercício social não sociedade se reúnam em assembleia etária exigir que os sócios de uma tenha que coincidir com anomeses civil, geral anual prazo de o três sociedade se no reúnam em assembleia em Portugal é tradição que assim mento e manutenção da estrutura após o encerramento das contas do geral anual no prazo de três meses aconteça, salvo casos excepcionais exercício. sócio-empresarial e para garantia após o encerramento das contas do deAinda um ciclosocial económiquecom o exercício nãoa doempresas exercício dos direitos sociais, exercício. co marcadamente diferente docivil, ano tenha queque coincidir com osocial ano Ainda o exercício não lei prescreve para a sua que realização civil. em Portugal é tradição assim tenha que coincidirdecom o conjunto ano civil, o Por cumprimento conseguinte, naum generalidade aconteça, salvo casos excepcionais em Portugal é tradição que assim das sociedades, os sócios deverão de empresas com um ciclo económide requisitos. Como regra geral, aconteça, salvo casos excepcionais reunir-se assembleia geralquotas, atéano 31 co marcadamente diferente do e para asemsociedades por de empresas com um ciclo económide Março. Em função dessa exigêncivil. co marcadamente diferente do seja ano exige-se que a assembleia geral ciaPorlegal, entendemos por bem conseguinte, na generalidade civil. convocada comnotas pelo menos 15 dias deixar algumas a respeito das das os na sócios deverão Porsociedades, conseguinte, generalidade alternativas existentes de antecedência por meio de carta reunir-se emactualmente assembleia geral até 31 das sociedades, os sócios deverão para a suaconvocatória realização atempada e de Março. Em função dessa registada, que exigênpoderá reunir-se em assembleia geral até 31 efectiva. cia legal, Em entendemos por bem serMarço. efectuada por qualquer um dos de função dessa exigêndeixar algumas notas a respeito das cia legal, por bem gerentes daentendemos sociedade. existentes alternativas actualmente deixar algumas notas a respeito das nem sempre a vida paraNo a entanto, sua actualmente realização atempada alternativas existentese efectiva. empresarial se coaduna com estas para a sua realização atempada e

A assembleia geral, é o momento em que os sócios são chamados a pronunciar-se sobre o cerne da vida societária, proporcionando-lhes a formalidades prévias. Para o efeito, oportunidade para e A assembleia geral,apreciarem é onamomento deverão estar presentes reunião, deliberarem sobre um conjunemA que os sócios sãoévasto chamados a assembleia geral, o momento todos sócios,sobre eque estesopor deverão to de os assuntos, imperativo pronunciar-se cerne damanivida em que os sócios são a festar unanimemente achamados vontade de legal deverá, no mínimo, abarcar societária, proporcionando-lhes pronunciar-se sobre o cerne da vidaa deliberações sobre oapreciarem relatório dee oportunidade para que a assembleia se constitua e delisocietária, proporcionando-lhes a gestão e contas doum exercício, a prodeliberarem sobre vasto conjunbere com dispensa das formalidades oportunidade para apreciarem e posta de aplicação de resultados, a to de assuntos, que por imperativo deliberarem sobre um vasto conjunprévias, estabelecendo a respectiva apreciação geral sobre a gerência e, legal deverá, no mínimo, abarcar to de assuntos, por imperativo ordem do dia –que que caso exista, sobre o órgão deincluir, fiscaldeliberações odeverá relatório de legal deverá, sobre no mínimo, abarcar ização, bem como proceder às pelo menos, os assuntos referidos. gestão e contas do exercício, a prodeliberações sobre o relatório de eleições que sejam da competênposta de aplicação desua resultados, a Caso algum sócios não gestão e contas dodos exercício, a procia. apreciação geral sobre a assembleia gerência e, possa de estar presente posta aplicação dena resultados, a caso exista,geral sobresobre o órgão de fiscalapreciação a possa gerência e, geral, a Lei prevê que se fazer ização, bem como proceder às caso exista, sobre o órgão de fiscalrepresentar pelo seu cônjuge, um eleições que da sua competênização, bemsejam como proceder às cia. ascendente ou descendente ou, eleições que sejam da sua competên-

são os próprios sócios que preferem esquemas mais ágeis de reunião. Neste sentido, a Lei prevê a possibilidade de celebrar uma assembleia geral universal com dispensa destas

contrato de sociedade poderá prever a representação por outras pessoas, para além das indicadas. A par destas formas de deliberação, existem outras soluções para

EM TEMPO DE ASSEMBLEIAS GERAIS Fevereiro e Março são meses típicos para a realização de assembleias gerais das sociedades. Porquê? Tudo decorre do facto da legislação societária exigir que os sócios de uma sociedade se reúnam em assembleia geral anual no prazo de três meses após o encerramento das contas do exercício. Ainda que o exercício social não tenha que coincidir com o ano civil, em Portugal é tradição que assim aconteça, salvo casos excepcionais de empresas com um ciclo económico marcadamente diferente do ano civil. Por conseguinte, na generalidade das sociedades, os sócios deverão reunir-se em assembleia geral até 31 de Março. Em função dessa exigência legal, entendemos por bem

ALEXANDRA PEREIRA DOS REIS*

ciona e impugn sendo su pios da dade ciona e ed entendi impugn ciona e interpre sendo su impugn Tribuna pios da sendo su bastaria dadeda ed pios dament entendi dade ed tribuint interpre entendi concluís Tribuna interpre legal pa bastaria Tribuna naturez dament bastaria Com tribuint dament pensaçã concluís tribuint da legalAdm pa concluís poderá s naturez legal pa er Com a cor naturez de recl pensaçã Com hierárqu da Adm pensaçã recurso poderá s da Adm cução, er a cors poderá de arecl er cor hierárqu de recl recurso hierárqu cução, recurso

aprovado o novo OE, os contri-

seguido até ao momento, condibuintes continuam a estar sujeitos

DIREITO SOCIETÁRIO DIREITO SOCIETÁRIO JÚLIO MARTINS JÚNIOR*

Dada a importância que este JÚLIO MARTINS JÚNIOR* momento reveste para o funciona-

mento e manutenção da estrutura sócio-empresarial do dar cumprimentoe apara estagarantia importanexercício direitos sociais, lei Dada obrigação ados importância que aeste tíssima da vida societária, prescreve para a para sua realização o momento reveste o que funcionaDada a importância este podendo os sócios por cumprimento de umdeliberar conjunto de mento e manutenção da estrutura momento reveste para não o funcionavoto escrito caso regra essas estejam requisitos. Como geral, e para sócio-empresarial e parada garantia do mento e manutenção estrutura as sociedades por quotas, exige-se exercício dos direitos sociais, a do lei proibidas pela Lei ou pelo contrato sócio-empresarial e para garantia que a assembleia convocaprescreve paradireitos ageral sua seja realização o de sociedade. exercício dos sociais, a lei da com pelo menos 15 dias de antecumprimento dea um de prescreve para sua conjunto realização o Porque, não poucas vezes, os cedência meio de carta requisitos.por Como regra geral,registae para cumprimento um conjunto de contratos dede sociedade foram da, convocatória que poderá ser as sociedades por quotas, requisitos. Como regra geral,exige-se e para efectuada por qualquer um dos gerredigidos há já algum tempo, esque a assembleia geral seja convocaas sociedades por quotas, exige-se entes da sociedade. da com pelo menos 15com diasrelação de ante-à tando desadequados que a assembleia geral seja convocaNo entanto, nemdesempre a vida cedência por meio registarealidade presente dascarta sociedades, da com pelo menos 15 dias de anteda, convocatória que poderá ser cedência por meio de carta registaé conveniente que os empresários efectuada por qualquer um dos gerda, convocatória que poderá ser procedam regularmente à sua entes da sociedade. efectuada por qualquer um dos gerNo entanto, nem sempre a vida verificação e actualização. entes da sociedade.

cução,

empresa formalid são os p esquem Neste empresa bilidade formalid empresa geral são osun p formalid formalid esquem são os p deverão Neste esquem todos os bilidade Neste ifestar u geral un bilidade que a formalid geral un delibere deverão formalid dades todos os deverão respecti ifestarosu todos erá que incl au ifestar referido delibere que a Caso dades delibere estar pr respecti dades Lei erá prev incl respecti sentar p referido erá incl dente Casoou referido outro só estar pr Caso sociedad Lei prev estar pr tação po sentar Lei prevp dente ou sentar p outro ou só dente sociedad outro só tação po sociedad

INTERNACIONALIZAÇÃO DAS PME: DESAF DAS PME: PME: DESAF DESAF EINTERNACIONALIZAÇÃO OPORTUNIDADES DOS INCENTIVOS FISC INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EDESAFIOS OPORTUNIDADES DOS INCENTIVOS INCENTIVOS FISC FISC INTERNACIONALIZAÇÃO DAS PME: E ESTRATÉGIA OPORTUNIDADES DOS formalidades prévias ou, por vezes, efectiva.

O CAMINHO de recuperação económica passa, entre outros factores, por uma maior presença das empresas portuguesas nos mercados internacionais. de conO CAMINHO O deregime recuperação cessão de benefícios fiscais para proeconómica passa, de entre outros facO CAMINHO recuperação jectos de uma expansão internacional tores, por maior das económica passa, entrepresença outros facparece-nos importante destacar coloca importantes desafios às PME, empresas portuguesas nos mercados tores, por uma maior presença das as regras designificar, atribuição e determipois poderá para muitas, internacionais. O regime de conempresas portuguesas nos mercados a ruptura com a suafiscal matrizprevistas cultural nação dobenefícios crédito cessão de fiscais para prointernacionais. O regime de conejectos com adesua prática habitual, mas é expansão internacional no D.L. 250/2009, no seu artigo cessão de benefícios fiscais para prouma opção com futuro. coloca importantes desafios às PME, 5.º. Este a possibilidade de jectos de prevê expansão internacional A poderá concretização de para um projecto pois significar, muitas, coloca importantes desafios às PME, majoração do crédito de imposto de internacionalização deve ser prea ruptura com a sua matriz cultural pois poderá significar, muitas, a com conceder, caso dos opara promotor cedida definição objectivos apela sua prática mas é ae ruptura com a sua habitual, matriz cultural estratégicos e seja das metas a atingir opção futuro. do projecto uma pequena euma com a suacom prática habitual, mas é por umempresa das entidades interveconcretização de (PME) um projecto ouA cada média ou no uma opção com futuro. nientes, para que o investimento deAinternacionalização deveprojecto ser preconcretização de um caso de investimentos realizados efectuado se traduza em meros cedida pelanão definição dos objectivos de internacionalização deve ser preatravés de acções conjuntas de fogachos de epresença internacional estratégicos das metas a atingir cedida pela definição dos objectivos de curta duração, mas antes interveconsubinternacionalização. por cada um das entidades estratégicos e das metas a atingir stancie apara implementação de uma nientes, que o investimento O desafio deentidades encontrar parpor cada um das interveestratégia duradoura. efectuado não interesses se traduza em meros ceiros com comuns nientes, para que o investimento Como consequência da crise interfogachos de presença internacional efectuado não se traduza em meros num projecto de nacional, em alguns principais de curtadeterminado duração, masdos antes consubfogachos de presença internacional internacionalização e empenharmercados-alvo das empresas porstancie implementação uma de curta aduração, mas antesde consubtuguesas surgem interessantesno oporestratégia se de forma comprometida seu stancie a duradoura. implementação de uma tunidades de investimento. Tanto as Como consequência da crise interdesenvolvimento é, sem dúvida, estratégia duradoura. autoridades populações nacional, em como alguns as dos principais Como consequência da crise interum dos maiores desafios que se locais veriam com bons olhos mercados-alvo dasmuito empresas pornacional, em alguns dos principais colocam às PME nacionais nos se essassurgem oportunidades fossem tuguesas interessantes opormercados-alvo das empresas portempos surgem que se interessantes avizinham mas, tunidades de investimento. Tanto as tuguesas oporautoridades como populações também, de uma claraas oportunidade tunidades investimento. Tanto as locais veriamconsiderando com muito bons olhos de sucesso, os vários autoridades como as populações se essas oportunidades fossem locais veriam com muito bons olhos

E OPORTUNIDADES DOS INCENTIVOS FISCAIS O caminho de recuperação económica passa, entre outros factores, por uma maior presença das empresas portuguesas nos mercados internacionais. O regime de concessão de benefícios fiscais para projectos de expansão internacional coloca importantes desafios às PME, pois poderá significar, para muitas, a ruptura com a sua matriz cultural e com a sua prática habitual, mas é uma opção com futuro. A concretização de um projecto de internacionalização deve ser precedida pela definição dos objectivos estratégicos e das metas a atingir por cada um das entidades intervenientes, para que o investimento efectuado não se traduza em meros fogachos de presença internacional de curta duração, mas antes consubstancie a implementação de uma estratégia duradoura. Como consequência da crise

internacional, em alguns dos principais mercados-alvo das empresas portuguesas surgem interessantes oportunidades de investimento. Tanto as autoridades como as populações locais veriam com muito bons olhos se essas oportunidades fossem aproveitadas por iniciativas de capital português. No passado mês de Setembro foram publicados os Decretos-Lei 249/2009 e 250/2009, que vêm estabelecer o regime de concessão dos benefícios fiscais a projectos com vista à internacionalização empresarial. O primeiro aspecto que nos permitimos ressaltar do regime instituído por estes diplomas é o facto de o mesmo se aplicar a projectos de investimento realizados até 31 de Dezembro de 2020, alargando por mais dez anos a aplicação de alguns dos incentivos já anteriormente em vigor. Considerando as características da estrutura empresarial nacional,

casos em que iniciativas conjuntas se essas oportunidades de promoção de produtos,fossem ou de projectos de investimento, levadas

ainda, por outro sócio. Note que o cia.

Háentanto, quanto nem tempo não lêaovida seu No sempre contrato de sociedade? A sua actualização pode ser uma via para que tenha uma empresa mais funcional. * Advogado, Raposo Bernardo

MANUEL ESTEVES DE ALBUQUERQUE*

ESTRATÉGIA ESTRATÉGIA MANUEL ESTEVES DE ALBUQUERQUE*

a cabo por associações sectoriais ou regionais, tanto nacionais como estrangeiras, atingiram os objectivos aproveitadas por iniciativas de capia que se propunham. tal português. As condições gerais de acesso No passado mês de Setembro, dos projectos a estes incentivos foram publicados os Decretos-Lei são, de eforma cumulativa, as 249/2009 250/2009, que vêm aproveitadas por iniciativas deestabcapielecer o regime de concessão dos tal português. seguintes: aproveitadas por iniciativas de capibenefícios a projectos mês de Setembro, – passado Ser fiscais de montante igualcom ou talNo português. vista à publicados internacionalização empreforam No passado mêsosEuros; deDecretos-Lei Setembro, superior a 250.000 sarial. O eprimeiro aspecto que nos 249/2009 250/2009, vêm estabforam publicados osque Decretos-Lei - Demonstrar interesse permitimos ressaltar do estratéregime elecer o eregime de concessão dos 249/2009 250/2009, que vêm estabinstituído estes diplomas, éda o gico para apor internacionalização benefícios fiscais a projectos elecer o regime de concessão com dos facto de o mesmo se aplicar a empreprojecvista à internacionalização economia portuguesa; benefícios fiscais a projectos com tos investimento realizados até sarial. primeiro aspecto que nos -deDemonstrar ter viabilidade vista à Ointernacionalização empre31 de Dezembro de 2020,doalargando permitimos ressaltar regime sarial. O primeiro aspecto que nos técnica, e aplicação financeira; por maiseconómica dez anos instituído porressaltar estes adiplomas, é de o permitimos do regime - Não localizados alguns incentivos jáem anteriorfacto de dos oser mesmo se aplicar a países, projecinstituído por estes diplomas, é o mente vigor. tos dedeem investimento realizados até territórios e regiões com regimes facto o mesmo se aplicar a projecConsiderando as da 31 de Dezembro decaracterísticas 2020, alargando de tributação privilegiada, claratos de investimento realizados até estrutura empresarial nacional, pordemais dez anos a aplicação de 31 Dezembro de 2020, alargando mente mais favoráveis, previstos parece-nos importante destacar as alguns dosdez incentivos já anteriorpor mais anos a aplicação de na Portaria n.º 150/2004, de 13 de regras atribuição e determinação mente de em alguns dosvigor. incentivos já anteriorFevereiro, os vulgarmente desigConsiderando mente em vigor. as características da estrutura empresarial nacional, nados paraísos fiscais; Considerando as características da parece-nos importante destacar as - Não implicar a diminuição dos estrutura empresarial nacional, regras de atribuição e determinação parece-nos importante destacar as postos de trabalho em Portugal. regras de atribuição e determinação Os benefícios fiscais a conceder consistem num crédito de imposto

correspondente a 10 por cento de todas as aplicações relevantes relacionadas com: do crédito fiscal previstas no - Criação de sucursais ou D.L. ou250/2009, no seu artigo 5.º. Este tros estabelecimentos estáveis no prevê a possibilidade de majoração estrangeiro; do crédito de imposto a conceder, - oAquisição caso promotor do participações projecto seja do crédito fiscal de previstas no D.L. uma pequena ou média empresa 250/2009, no seu artigo 5.º. Este em sociedades não residentes ou do crédito fiscal previstas no D.L. (PME) nosociedades caso de investimentos prevê aoupossibilidade de no majoração criação de estran250/2009, no seu artigo 5.º. Este realizados através de acções conjundo crédito de imposto a majoração conceder, prevê possibilidade geiro,oainternacionalização. desde quedoa de participação tas casode promotor projecto seja do crédito depelo imposto a conceder, directa seja, menos, de 25 % O desafio de ou encontrar parceiros uma média empresa caso opequena promotor do projecto seja com interesses comuns num deterdo capital (PME) ou nosocial; caso investimentos uma pequena ou de média empresa minado projecto deplurianuais internacionalrealizados através acções conjun- Campanhas de (PME) ou no caso de investimentos ização, e empenhar-se de forma tas de internacionalização. promoção em mercados externos, realizados através de acções conjuncomprometida no seu desenvolviO desafio de encontrar parceiros tas internacionalização. taisdeinteresses como as de lançamento ou mento, é sem dúvida umdeterdos com num O desafio de de comuns encontrar parceiros promoção bens, maiores desafios que seserviços colocam ou às minado projecto de internacionalcom interesses comuns num deterPME nacionais nos tempos que se ização, e empenhar-se de forma marcas, incluindo as realizadas minado projecto de internacionalavizinham mas, também, uma clara comprometida no seu desenvolvicom feiras, exposições e outras ização, e empenhar-se de forma oportunidade dedúvida sucesso, mento, é semno um condos comprometida seu desenvolvimanifestações análogas casiderando os vários casos emcom que inimaiores desafios se colocam às mento, é sem que dúvida um dos rácter internacional. ciativas conjuntas detempos promoção de PME nacionais nos que se maiores desafios que se colocam às Asnacionais oportunidades existem, os avizinham mas, nos também, uma clara PME tempos que se oportunidade sucesso, conapoios existem, é também avizinham mas, de também, umanecesclara siderando em concrequeconinisário queososvários empresários oportunidade de casos sucesso, ciativas conjuntas de promoção de siderando os vários casos em que initizem o espírito de iniciativa que ciativas conjuntas de promoção de inegavelmente possuem. * Advogado, Raposo Bernardo

MANUEL ESTEVES DE ALBUQUERQUE*

tação po

produto mento, ações se naciona ram os produto ham. mento, produto As co ações se mento, projecto naciona ações se forma ram osc naciona ham.os ram 1. Ser As co ham. rio projecto As co 2. Dec forma projecto est forma c 1. cio Ser tug rio 1. Ser 3. De 2. rio nic est 2. De 4. Nã cio est ter tug cio reg 3. tug De gia nic 3. De fav 4. nic Nã Por ter 4. Nã Fev reg ter ign gia reg 5. Nã fav gia po Por fav Por Fev Por ign Fev Os be 5. ign Nã po 5. Nã Por po

Por Os be

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QUINTA-FEIRA 25 de Março de 2010

PMENEWS POWERED BY

Análise

IX

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

pág. VIII

SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos ▲

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO ▲

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

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PUB JL SALDANHA SANCHES O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

Domingos Cravo O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X 70 MIL EXEMPLARES

UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género PUB


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DE SUCESSO CASOSCASOS DE SUCESSO

QUINTA-FEIRA Fevereiro de 2010 de de Março de 2010 PMENEWS2626 25 de Março de 2010 Análise

CASOS DE SUCESSO

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

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SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

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Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos ▲

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

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ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

JL SALDANHA SANCHES

O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

Domingos Cravo

O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA

Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X

70 MIL EXEMPLARES

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género

Esta PME, nascida há 10 anos em Pombal, aposta forte na inovação para produzir um produto tradicional: pastas cerâmicas. Por Almerinda Romeira UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

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Com a fasquia colocada no processo de interna- de qualidade a preços altamente competitivos” e, cionalização que pretende, a breve trecho, iniciar, a simultaneamente, a venda de “energia eléctrica, que Unipasta inaugurou, este mês, uma nova unidade é injectada na rede pública”. de produção, que vem permitir a duplicação da sua A ampliação das instalações e a modernização do capacidade produtiva e o desenvolvimento de novos pro¬cesso produtivo são uma constante na vida da emprodutos, nomeadamente as eco-pastas, um produto presa. “Os factores di¬fe¬ren¬cia¬do¬res da Unipasta amigo do ambiente pois é fabricado através da reuti- assentam essencialmente na raci¬ona¬li¬za¬ção¬ om aparcial fasquia de colocada no processo de internalização resíduos da própria indústria. energética, reu¬ti¬li¬za¬ção das matérias-primas cionalização a breve trecho, Trata-se de que umpretende, investimento de 10inimilhões de e a inovação a introdução de novas tecnologia A nova fábrica vem com permitir a efeito, o primeiro equipamento interactiestender as suas potencialiciar, a Unipasta inaugurou, multi-toque este mês, uma euros, que lhe permitirá, segundo seunúmero presidente, indústria das cerâmicas”, explicou Carlos nova unidade de produção, que vemao permitir vo pastas da Edigma foi vendido a um banco em dades um infinito na de empresas duplicação da capacidade produtiva aCarlos duplicação da sua“tornar-se capacidade produtiva e o desen- podendo Lagoa, mais competitiva e ino-ser utilizado Lagoa aoem PME Amesterdão. NEWS. Logo de seguida foi a vez da e instituições, volvimento de novos produtos, nomeadamente as montras, museus, grandes edifícios de maior imobiliária do Dubai adquirir vadora, criando-lhe as condições adequadas para eco-pastas, um produto amigo do ambiente pois é e o desenvolvimento de novos proescritórios aeroportos.e “The next big várias unidades para ajudar a comeraumentar a sua quota deparcial mercado eme Portugal Competitividade fabricado através da reutilização de resíduos dutos, nomeadamente as eco-pastas os seus empreendimentos. thing” – diz Miguel Peixoto de Oliveira, cializar da própria indústria. internacionalizar a sua actividade o Norte de A indústria cerâmica, sobretudo A Internet encurtou oassubsector distânciasdos de da para Edigma, Trata-se de um investimento deCEO 10 milhões de que, este mês, apresenÁfrica”, já desenvolve comerciais com feira pavimentos cerâmicos evoluído uma forma assombrosa - otem termo Global tecnologia na maior para pro- e revestimentos euros, que onde lhe permitirá, segundorelações otou seuapresidente, processo produtivo são uma constante vida da Carlos mais competitiva ino-audiovisual Village é na perfeito para descreverproduo fenófissionaise do e integradores paísesLagoa, como“tornar-se Marrocos. no sentido de uma “readaptação do processo empresa.em “Os factores diferenciadores Unipasta vadora, condições de adequadas para “Adaprópria dinâmica do mercado electrónico, Amesterdão, A criando-lhe empresa, aslocalizada nosistemas Parque Industrial tivo”, com vistameno. à obtenção de “níveis de qualidade e assentam essencialmente na racionalização energétiaumentar a sua quota de mercadona em Portugal e acaba por ser uma bola de neve e projecHolanda. Manuel da Mota, laborar em Março de produtividade superiores”. Esta evolução - justifica ca, reutilização das matérias-primas e a inovação com internacionalizar a suacomeçou actividade apara o Norte de O DISPLAX™ Multitouch Technology tos disruptivos acabam por surgir com a introdução de novas tecnologia na indústria das África”, já desenvolve relações comerciais 2002. onde Surgida da “percepção um com de a mais Carlos Lagoa -alguma “ditou o aparecimento deconsequênum novo naturalidade, como é ade última -potencial e porventura revolupastas cerâmicas”, explicou Carlos Lagoa ao PME países como Marrocos. mercado muito elevado”, e impulsionada “pelas novas mercado que se mostra promissor e que consiste cia do bom trabalho desenvolvido”, cionária criação do Edigma Futurelabs A empresa, localizada no Parque Industrial NEWS. salienta Miguel Peixoto de Oliveira. Research, Innovation tendências ao começou nível doaprocessamento de fornecimento de produtos que são as matériasManuel da Mota, laborar em MarçoDevelopment de materiais & no O prémio ‘BestPoderá Practices Award 2009’ Centers, centro investigação queda tra2002. Surgida da “percepção de um potencial de de cerâmicos”, tem como accionista principal oCOMPETITIVIDADE grupo primas indústria cerâmica”. simplificar-se, mercado muito elevado”, e impulsionada “pelas A indústria cerâmica, sobretudo subsectordisso: dos paviuma distinção internabalha diariamente para desenvolver as é oreflexo Lagoatendências (José Aldeia Lagoa Filhos SA). No capital daedo salienta gestor, “dizendo quenoa Unipasta substitui novas ao nível do&processamento de mentos revestimentos cerâmicos tem“altamente evoluído cional prestigiante justatecnologias interactivas futuro. o Foi materiais como accionista princisentido de uma processo produtivo”, empresacerâmicos”, participatem também, de forma significativa, as “readaptação empresas cerâmicas assumindo uma das suas mente atribuída a um dos projectos de daqui que saíram as soluções mais ino- do pal o grupo Lagoa (José Aldeia Lagoa & Filhosde SA). No de comrefevista à obtenção defabricação, “níveisretalho de qualidade e produmaisnotáveis inovadores a nível vadoras darisco empresa, incluindo “dois a InovCapital, sociedade de capital fasesosde com ganhos de mundicustos capital da empresa participa também, de forma sig- tividade superiores”. Esta evolução - justifica Carlos Como reflexo é a presença no cerprodutos tecnológicos diferenciadores ee deal”. rência doa Ministério Economia, que, através dos deo energia qualidade dos produtos”. nificativa, InovCapital, da sociedade de capital de Lagoa - “ditou aparecimento de um novo mercado de Las Vegas em 2009 e “a extrainovadores para árease que risco de referência do Ministério daaltamente Economia, que se mostraduas promissor consiste fornecifundos de capital por si geridos, já nelaque, investiu 1,6 Assim, ao tame fabrico enocomercialização de pastas ordinária receptividade” do mercado de actuação, mas compleatravés dos fundos de capital por sidiferentes geridos, já nela mento de produtos que são as matérias-primas da milhões euros. cerâmicas aosalienta subsector cerâmico com dos norte-americano, mentares entre si”. O NetBusiness, paradestinadas investiu 1,6de milhões de euros. indústria cerâmica”. Poderá simplificar-se, oque juntamente investimento realizado esta sociedade pavimentos e revestimentos, que vende a empresas OO investimento realizado por esta sociedade de gestor, “dizendo queonline a Unipasta substitui asDubai, empresas Espanha, Finlândia, Inglaterra, o por desenvolvimento de de conteúdos capital de de risco permitiu a duplicação cerâmicas assumindo suas fases de Recer fabriMalásia, Coreiaedo Sul e Brasil tem e da o capacidade DISPLAX™ Interactive Window, a dasItália, capital risco permitiu a duplicação da capacidacomo a uma Pavigrés Revigrés, Dominó, a Uniprodutiva desta empresa de pastas cerâmicas, a cação, com notáveis ganhos de uma custosimportância de energia e deprimordial nos negóprimeira montra interactiva transparde produtiva desta empresa de pastas cerâmicas, a pasta juntou recentemente o fabrico de eco-pastas, diversificação dos produtos e a instalação uma qualidade dos produtos”. ente dodeMundo, permitindo simular o cios da empresa. segunda turbina para a produçãoede energia. A de Assim, aomatérias-primas fabrico e comercialização de com pastasa reutilização parcial fabricadas diversificação dos produtos a instalação uma Com escritórios em Lisboa e Madrid, a interface desenvolvido no filme Minority primeira Central de Cogeração foi instalada em cerâmicas destinadas ao subsector cerâmico dos pavi-e, portanto, “amigas de resíduos da própria indústria segunda turbina para a produção de energia. A priEdigma mantém a sua sede em Braga, a Report,dede Stevenmentos Spiel berg. 2004. O recurso a este inovador processo cogere revestimentos, que vende a empresas como cidadea que a viu “O Minority claramente, meira dena Cogeração foigases instalada em Report 2004. Ofoi,Revigrés, do ambiente”. ação, queCentral se traduz utilização de quentes a Pavigrés Recer e Dominó, Unipasta jun-nascer e onde Miguel Oliveira a assumiu um umade inspiração, mas existiu um backno processo de fabrico, foi,processo de resto, um factor tou recentemente o fabrico dePeixoto eco-pastas, matériasEsta estratégia de competitividade estácomo de resto recurso a este inovador cogeração, que se determinante na afirmação da competitividade da primasnas fabricadas com a reutilização parcial de resí-e para a qual tem um “projecto de vida” ground de know-how áreas de marbem expressa na evolução das vendas da Unipasta, traduz na utilização de gases quentes no processo de Unipasta no mercado, permitindo-lhe o “forneciduos que da própria portanto,fazer “amigas do ela (uma PME porcom keting e tecnologia foramindústria funda- e, sonho: deideia 6,5 milhões euros, em subiram fabrico, de resto, umdefactor determinante na afir- que da mento de foi, matérias-primas qualidade a preços ambiente”. tuguesa)de sobressaia entre2006, os gigantes tecmentais para o aproveitamento altamente competitivos” e, simultaneamente, a Esta estratégia de competitividade está de resto para 7,9milhões em 2007 e cerca de 8,1 milhões mação da competitividade dae Unipasta no mercado, mundiais. para sustentar o desenvolvimento do nológicos venda de “energia eléctrica, que é injectada na rede bem expressa na evolução das vendas da Unipasta, modelo de negócio”, diz6,5Miguel Peixoto em 2008. permitindo-lhe o “fornecimento de matérias-primas pública”. que de milhões de euros, em 2006, subiram para

Esta PME, nascida há 10 anos Pombal, aposta fortetão nainteractivo inovação para produzir um produto Já imaginou um televisor comem ecrã LCD ou plasma quanto um iPhone? Uma PME de tradicional: pastas cerâmicas. Por Almerinda Romeira Braga acaba de tornar esse sonho possível. Por Almerinda Romeira

C

U

de Oliveira, do para 7,9milhões quem a “a é de 8,1 milhões em 2008. ma PMEA nascida em há 10e a modernização ampliação dasBraga instalações eminovação 2007 e cerca anos com foco no marketing, na mais do que o core-business da Edigma, é tecnologia e na inovação, sur- uma atitude perante o mercado”. Constituição: entre os quais: A empresa que comercializa todas as 2000 Espanha, Dubai, A APOSTA na investigação e na inovação. investigação é muitasdo vezes negligenciada (Esq. p/ Dta)Carlos José Lagoa e CarlosALagoa, presidente Conselho de Administração dapreendeu o mundo com uma tecnologia multi-toque capaz de ser aplica- tecnologias com a marca Displax™, tem EUA, Finlândia, Unipasta Foto Paulo Cunha /Revista INVEST”) porque é percebida como um custo; é necessário alterar essa mentalidade e perceber da em ecrãs de grandes dimensões, já projectos implementados em mais de Principais produtos: Inglaterra, Itália, que op/retorno virá a posteriori, masetrará vantagens (Esq. Dta)Carlos José Lagoa Carlos Lagoa,competitivas presidente fundamentais do Conselhopara de Administração da 40 países e conta no seu portfólio com planos ou curvos. Gama de equipamentos Malásia, Coreia do fazer face à concorrência. A inovação não pode ser uma buzzword.Foto: Tem que ser uma ati-/Revista Paulo Cunha INVEST”). Unipasta Já imaginou um televisor conven- clientes como a Nokia, Pepsi, Accenture, interactivos DISPLAX™ Sul, Brasil. tude, e tem que ser transversal à empresa. Estas são as chaves do sucesso numa percional tão interactivo quanto um Saks Fifth Avenue e eventos como os INTERACTIVE SYSspectiva mais macro-económica. O know-how da Edigma nas áreas de tecnologia e mariPhone? Pois, é disso que estamos a Jogos Olímpicos de Pequim e as candidatEmpreendedores: TEMS, desenvolvidos FACTOS E NÚMEROS keting confere-lhe competências essenciais num mercado global cada vez mais marcado uras presidenciais de John McCain e falar... internamente pela Miguel Peixoto de pela influência crescente da tecnologia e permite-lhe antecipar de que forma as marcas e Além de ser aplicável a ecrãs de grande Barack Obama. Oliveira (CEO), Miguel equipa de I&D. Início datirar Actividade 2009: Actualização da Certificação pela o1999: marketing podem partido dessa influência. dimensão e a ecrãs curvos, a Displax TM Fonseca (CBO), Afonso ISO 9001. Obtenção da “Licença Multitouch Technology soma duas out- UM SONHO NASCIDO EM BRAGA Sector de actividade: Barbosa (CCTOr) 2004: Aumento do capital para € 3,1 de Emissão de Gases de Estufa” ras inovadoras funcionalidades. Detecta, A Edigma nasceu em 2000, com o Portal milhões e entrada da InovCapital da Agência Portuguesa do TI com uma participação de € 1 milAmbiente: InovCapital reforça com precisão, até 16 toques (dedos) em do Marketing. Durante algum tempo Contactos: A pasta cerâmica hão. Instalação da 1ª Central de investimento em 800 mil euros. simultâneo, o que pode revolucionar, por esse foi o seu único projecto com visibilFacturação 2008: é www.edigma.com em estadoemlíquido Cogeração. Certificação pela exemplo, as montras interactivas de lojas idade exterior. À fase intensiva de inves2.2M€ pasta cerâmica em tratada no A atomNorma ISSO 9001 Facturação em 2008: € 8,1 emilhões é sensível ao sopro, característica que tigação e desenvolvimento, sucedeu o Site produtos é tratada izador, ondeestado lhe é líquido poderá ser explorada para um sem lançamento de produtos e a conquista de retirada a humidade Exportações: interactivos no atomizador, onde lheDisplax: é 2008: Instalação de 2.ª unidade de e se de obtém a pasta a humidade número de utilidades. mercados. Cogeração. Novo aumento do capCerca 50 países, www.displax.com retirada e se Trabalhadores: 26 em pó (pó atomizaital de € 1,5 milhões Com a aplicação a ecrãs de grande “O nosso mercado sempre foi global”, obtém a pasta em pó (pó do). dimensão, é chegado o momento do salienta Miguel Peixoto de Oliveira. Com atomizado).

PONTOS FORTES

BI

LIVROS LIVROS todo o mundo. O governamental e pedagógica Wind River das vezes, pela pequena dimensão, esGESTÃO DE SUCESSO NUM MUNDO económica e passo EGestão SEMUDANÇA EU FOR ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS – QUAL ÉEmprego A COMÉRCIO JUSTO PARA TODOS deDESPEDIDO? Sucesso num Mundo em Mudança Encontrar Depois dos 50 A História da IKEA primeiro Consulting Group, é um guia prático, útil cassez de recursos e fragilidade da organiEM financeira e SUA ESTRATÉGIA? Da autoria do Como podem os paísde quem decide imprimir mudança na Ao longo de pertoempreendedor zação são um elo vulnerável na Acadeia Eduardo Gomes Eduardo Gomes Cardoso, Torres Actual Editora lançou,para este mês, de 400 páginas, Cardoso,

Torres

Saiba economista espaneconómica.

como

es menos desenvolvivida profissional. A nova colecção da

a vIngvar a n çKamprad am foi

Campos e Luiz fizeram uma nova colecção dedicada às carreiras. Ingvar Kamprada conta a aos história soluções para tirar partido dadas Cores holVicente Marcos Chicot, dos ser ajudados dado 17 anos edea Actual contará com os títulos: Lidar com Editora: Companhia Campos e Luiz Mou-Moura aldeia de futuro de chefe difícil (a lançar em dAbril); ra Vicente e Eu For Despe- e mudança e sestratégia, e n v o l v e r eos m segredos - s e o idade um livrofizeram dirigido EaSeempresários O primeiro título “EncontrarumEmprego e asnachaves do Almhut,e doSuécia. no emprego (Julho) e De que cor é contexto de ENCONTRAR EMPREGO DOS 50dos 50”, da autoria deVencer um livro dirigido a Portugal posicione o seu DEPOIS dido? é apresentanum gestores de PME – Pequenas e médepois Jeannette sucesso da IKEA, que começou por ser o seu pára-quedas? (Setembro). A Actual empresários e gesu n aos d o83. anos, negócio Editora à do pela Livros comércio livre e mais MHoje, dias empresas, se confrontam Woodward, co-fundadora eActual directora uma Num simpleslivro empresa de vendas celebra o factopelo de Editora lançou, este mês, uma tores de PME – Pe- que “Vamos tenfrente da conD’Hoje (grupo Lejusto? ter revolucionado o nova colecção dedicada quenas e médias no dia-a-dia com as consequências da organização não governamental correio e osePrémio tornou um modelo de estudo tar explicar corrência – ya) como “o livro provocador, mundo dos negóA HISTÓRIA DA IKEA às carreiras. O priempresas, que se como tudo basicamente é que todo o desemNobel da Economia problemáticas, por vezes críticas, e pedagógica Wind River Consulting nas universidades de todo o mundo. cios, difundido oO Ao longo de perto de 400 páginas, Ingvar meiro título “Enconconfrontam no diaaconteceu, a depor quedepois trata pregado do deveria Joseph e oempreendedor espírito sueco conta a história e a estratégia, os E. Stilglitz trar disto Emprego a-dia com as conse- mudanças das sucessivas refeGroup, é um guia prático,Kamprad útil para primeiro passo Inpartir globo e ter um império dedo 270 lojas estedalivro quede a ter como livro de segredos e as chaves do sucesso daco-autor IKEA, todo o Andrew dos 50”, autoria quências problemárencial em que PME que, na ActualWoodward, quem decide imprimir mudança napor ser uma simples empregvar em Kamprad dado aosfinan17 anos de idade na aldeia de 40 investipaíses,foi que emprega cerca de 120 vírus que começou Jeannette ticas, por vezes críti- actuam. Editora cabeceira”. Ao Charlton, milEconomics, pessoas. sa de vendas correio e se tornou um co-fundadora e escassez directocas, das sucessivas mudanças referenmaioria das vezes, peladopequena dimensão, vida profissional. A nova colecção dapelo Actual Almhut, Suécia. Hoje, aos 83que anos, celebra o facto de ter ceiro dá estampa na longo de 230 págigador da contará London School of Editora: A Esfera dos Livros os modelo de estudo universidades de ra daCorganização cial recursos em que actuam. PME nas, que, na maioria destroçou o l são e c çum ãnão oelo com os títulos: Lidar com um o autor expõe propõem um novo radical modelo de e fragilidade da organização chefe difícil (anaslançar em e revolucionado odemundo dos negócios, difundido o espírito EUA”, escreve no prefácio o adminevulnerável analisa casosna reais que ilustram os com- C o n c e i t o s paraé as relações comerciais entre cadeia económica. Abril); Vencer no emprego (Julho) e Degestão que cor o seu sueco por todo o globo e ter um império de 270 lojas em 40 portamentos a ter nos dias posteriores ao Actuais (9). Os autores Andrew J. os países mais ricos e os mais pobres. istrador da Deplano network, Horácio Editora: Companhia das Coresse Hoffman e John G. pára-quedas? que empregaPiriquito. cerca de 120 Entremil os pessoas. que tentam explicar Woody, ajudam(Setembro). a despedimento, quando o desemprego Fernando Nobre, o países, médico-cirurgião, António Nogueira Leite, José Editora A Esferaestão: dos Livros as alterações prolonga e durante a procura de trabalho. perceber o impacto queActual fundador da AMI, autorEditora: do prefácio, O livro resume em cinco as etapas pelas quais passa um desempregado. Na parte final inclui um manual de procura de emprego, que indica a desenvolver uma rede de contactos, elenca os diferentes

climáticas irão ter no negócio. “Na verdade, não deve pensar nas alterações climáticas como uma questão ambiental, mas sim como uma transição que está a acontecer no mercado. E em qualquer

considera que o livro “deveria ser de leitura e estudo obrigatório”. Texto PVP: € 15,90

Tribolet, António Câmara, Daniel Bessa, Carvalho da Silva, João Proença, Fernando Santo, Faria de Oliveira, Fernando Nobre, João Duque, Luís Palha, Isabel Jonet, Rui Leão Martinho e Vítor


MODCOM, MODERNI COMÉRCIO TRADICI QUINTA-FEIRA 25 de Março de 2010

APOIOS

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O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

pág. VIII

SEXTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2010

Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

MODCOM, Modernizar o comércio tradicional

XI

Análise

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nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO ▲

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

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JL SALDANHA SANCHES O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

Domingos Cravo O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X 70 MIL EXEMPLARES

UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género PUB

Com uma dotação de 20 milhões de euros, a 5ª fase do MODCOM fechou com 2143 candidaturas, um número recorde em comparação com as fases anteriores do programa que tiveram dotação orçamental semelhante. Por Almerinda Romeira O MODCOM - Sistema de Incentivos a Projectos de Modernização do Comércio – é um programa de incentivos do Ministério da Economia, Inovação e Desenvolvimento. Tem como objectivo apoiar projectos de modernização do comércio tradicional, que contribuam para “aumentar a competitividade do sector e a revitalização comercial dos centros urbanos”, com “predomínio do comércio de proximidade”. O sistema criado em finais de 2005 é gerido pelo IAPMEI e pela DGAE, em função da tipologia dos projectos apoiados. Luís Filipe Costa, presidente do IAPMEI referiu ao PME NEWS que, desde a sua criação, o MODCOM já aprovou mais de 4000 projectos, promovidos por micro e pequenas empresas ou associações comerciais de todo o País, que corresponderam a um investimento global de 306 milhões de euros. Os incentivos aprovados foram de 114 milhões de euros. Estes números não contabilizam ainda, nem os projectos nem as verbas alocadas à quinta fase do programa que encerrou há dias e cujos resultados serão dados a conhecer dia 14 de Julho, nos sites da DGAE e do IAPMEI. Com uma dotação de 20 milhões de euros, a quinta fase do MODCOM fechou, segundo apurou o PME NEWS junto do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento com 2143 candidaturas, um “verdadeiro recorde de candidaturas em comparação com as fases anteriores do programa que tiveram dotação orçamental semelhante”. Em 2006, a primeira fase do MODCOM teve uma dotação de 20 milhões de euros, tendo recebido 1462 candidaturas. Na segunda fase, com igual dotação, as candidaturas foram 1625. Na terceira fase, a dotação foi de 24 milhões de euros e as candidaturas 1076.

Na quarta fase, com uma dotação de 50 milhões de euros, candidataram-se 2333 empresários e associações, apenas mais 190 candidaturas do que as recebidas para esta quinta fase. O incentivo financeiro do MODCOM a micro, pequenas e médias empresas contempla apoios a três tipos de acções: Acção A - Lojas individuais e conjuntos de modernização comercial; Acção B – Lojas em rede, ou seja, empresas que pretendam, por exemplo, adoptar uma insígnia comum ainda que a propriedade seja individual, que utilizem a mesma plataforma informática ou que se abasteçam na mesma central de compras; e Acção C – Estruturas associativas do sector do comércio, com vista à promoção dos centros urbanos. Ainda segundo revelou ao PME NEWS o Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, nesta 5ª fase, a Acção A teve 1871 candidaturas, a Acção B 90 e a Acção C 182. Em termos regionais, o Alentejo teve 138 candidaturas, o Algarve 101, Região Centro 484, Lisboa e Vale do Tejo 428 e a Região Norte 992. Esta fase do MODCOM contemplou ainda uma dotação específica para projectos de jovens empresários (3,5 milhões de euros) e para projectos oriundos de zonas rurais (2,5 milhões de euros). As candidaturas apresentadas para estas tipologias foram 68 e 48, respectivamente. Os projectos de investimento contaram com uma taxa de incentivo a fundo perdido de 45% das despesas no caso das lojas individuais, de 50% nos projectos empresariais integrados e de 60% para as associações comerciais. Procedimentos O MODCOM foi criado a partir do Fundo de Modernização do Comércio, como “instrumento de política pública para reforçar

a competitividade do comércio de proximidade”, através do “incentivo à modernização das suas estruturas e adequação da oferta”, como “resposta ao novo contexto competitivo que integra grandes superfícies comerciais”. Os apoios são concedidos sob a forma de incentivo não reembolsável e podem oscilar entre 45 e 60% do investimento, consoante os diferentes tipos de projecto. Os destinatários do MODCOM são micro e pequenas empresas do comércio, constituídas há pelo menos um ano, que apresentem projectos individualmente ou em associação com outras para modernização e dinamização da actividade comercial. São também enquadráveis no MODCOM projectos de promoção comercial, que visem estimular o comércio nos centros urbanos, promovidos por associações empresariais do sector. Os projectos devem cumprir à data de candidatura as condições necessárias ao exercício da actividade, comprovando serem detentores dos licenciamentos exigíveis e assegurando o cumprimento das normas ambientais aplicáveis. O programa funciona por fases de candidatura, com dotações orçamentais específicas, que são definidas por despacho do Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor. Até ao momento foram abertas 5 fases, Luís Filipe Costa, Presidente do Conselho Directivo do IAPMEI uma em cada um dos 5 anos de Luís Filipe Costa, Presidente do Conselho Directivo do IAPMEI vigência do MODCOM (2006, 2007, 2008, 2009 e 2010).

O

Foto: DR Foto: DR

PASSO-A-PASSO DE UMA CANDIDATURA… As candidaturas ao MODCOM são feitas pela Internet, através de formulário electrónico, disponível na página do IAPMEI (www.iapmei.pt). Aconselha-se a leitura detalhada da legislação que regulamenta o programa e do guia de formulário de candidatura, um instrumento criado para ajudar os comerciantes na elaboração da sua candidatura.

CONTACTOS: IAPMEI OU DGAE Site: www.iapmei.pt ; www.dgae.min-economia.pt E-mail: info@iapmei.pt; dgae@dgae.min-economia.pt Linha Azul IAPMEI: 808 201 201

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Análise

O QUE O CRÉDITO AGRICOLA TEM PARA OFERECER

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Luís Simões introduz factura electrónica e acelera pagamentos ▲

TRANSPORTE DE MERCADORIAS

A LUÍS Simões procedeu à implementação do E@sy7, uma plataforma costumizada de factura electrónica que permite aos transportadores subcontratados transportar, entregar a mercadoria e receber o respectivo pagamento em sete dias, anunciou a empresa. Em comunicado, a Luís Simões informa que “através do portal LSnet, a solução permite o tratamento electró-

nico de cerca de 22 mil facturas referentes a pagamentos na ordem dos 48.5 milhões de euros anuais, abrangendo já metade das 2.250 empresas de transportes subcontratadas pela Luís Simões. Cerca de 50% da frota da Luís Simões é subcontratada e garante parte significativa do negócio de transporte da empresa. “Com o E@sy7 as empresas subcontratadas têm ganhos reais em termos de liquidez de tesouraria, permitindo à

ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO AVANÇA NA REGIÃO CENTRO ▲

EMPREENDEDORISMO

A UNIVERSIDADE de Coimbra, o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro e os outros nove parceiros estratégicos do projecto INOV.C já assinaram o protocolo de financiamento que vai permitir criar o primeiro ecossistema de inovação da região e um dos primeiros em Portugal. O projecto envolve cerca de 50 milhões de euros, metade dos quais através do FEDER. O ecossistema de inovação INOV.C tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região em quatro áreas estratégicas: Ciências da vida (Saúde e Biotecnologia), TICE Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica e Energia e Indústrias Criativas. “Pretende-se contribuir para que a Região Centro possa entrar nas 100 Regiões mais inovadoras da Europa em 2017, ultrapassando o actual 153º lugar no ranking europeu, explicou ao PME NEWS Jorge Figueira, Chefe da Divisão

de Inovação e Transferências do Saber da Universidade de Coimbra. Para tal, o INOV.C. propõe-se “investir na promoção e estímulo nas fases iniciais do pipeline da inovação, procurando retirar o maior benefício em termos de valorização do potencial inerente aos resultados da investigação realizada nos excelentes centros e unidades de IDT da região” e aumentar a capacidade de criação de empresas, de apoio ao seu crescimento e da sua afirmação no mercado global, através do estabelecimento de um contexto que possibilite o crescimento das empresas geradas na fase pós-incubação. Ainda segundo Jorge Figueira, entre os objectivos a prosseguir está a criação de melhores condições para a internacionalização e a captação e fixação de investimento nacional e Investimento Directo Estrangeiro estruturantes. A rede INOV.C irá envolver um conjunto de cerca de 95 agentes locais e regionais, entre as quais autarquias, empresas, centros tecnológicos, associações empresariais, estruturas financeiras.

Luís Simões garantir que toda a cadeia de transporte e serviço ao cliente fica assegurada, factor que ganha mais relevância no contexto de conjuntura desfavorável que vivemos”, destaca ainda a empresa. O funcionamento do E@sy7 é o seguinte: os documentos de transporte são entregues e digitalizados numa qualquer delegação Luís Simões, sendo emitida automaticamente uma autofactura no portal LSnet. O fornecedor é notificado via SMS e email da disponi-

bilidade da factura para aprovação, a seguir acede ao portal, aprova a factura e escolhe a modalidade de pagamento pretendida. A Luís Simões volta a alertar o fornecedor através dos mesmos meios, adiantando a data em que a factura será paga e enviando-a em formato pdf. A empresa salienta ainda que, além de agilizar o processo administrativo e financeiro, a auto-factura electrónica permite-lhe optimizar os gastos com o papel das 22 mil facturas processadas.

INOVAÇÃO: Luva 100% biodegradável nasce em Coimbra

PUB JL SALDANHA SANCHES O fiscalista escreve sobre a Partilha da Derrama e os Recursos Naturais Pág. IX

ENTREVISTA

Domingos Cravo O presidente da Comissão do Sistema de Normalização Contabilística explica o porquê do novo SNC Págs. VI e VII

EDIGMA Esta PME criou uma tecnologia multitoque inovadora Pág. X 70 MIL EXEMPLARES

UMA luva de protecção industrial totalmente biodegradável deverá chegar ao mercado daqui a dois anos. O projecto junta a multinacional Marigold Industrial® e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra, representada na foto pela bolseira Adelaide Araújo Foto: DR

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O OJE, O MIRANTE e o VIDA ECONÓMICA publicam esta semana em conjunto pela primeira vez o PME NEWS. Com periodicidade mensal o PME NEWS passa, assim, a ter uma tiragem global de mais de 70 mil exemplares, o que lhe confere uma visibilidade sem precedentes no mercado português em suplementos do género PUB


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