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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, SECRETARIA DA CULTURA APRESENTAM:

Catálogo das Exposições


De 3 a 13 de maio de 2018, a cidade de Bauru discutiu, viu e ouviu o que a cultura paulista tem de tradicional e de atual. E sentiu o que a peleja entre o velho e o novo tem a acrescentar nas discussões sobre arte, cultura e políticas culturais para o desenvolvimento e fortalecimento das atividades culturais nas cidades do interior de São Paulo, tanto as atividades de cultura popular quanto as atividades de vanguarda. Essas duas mostras realizadas, uma na Casa Ponce Paz e outra no Museu Histórico de Bauru, com a participação de de artistas plásticos, escolhidos em edital de chamamento, aberto entre janeiro e março de 2018 com curadoria do artista plástico Gastão Debreix – O Quilombo Groove 3 – Revanche, apresenta esse catálogo de exposição de artes visuais, com artistas radicados no estado de São Paulo.


Coordenação Geral: Emerson Gomes Vanderlei Assessoria de Imprensa: Renata Moreira Garcia de Carvalho Curador artes plásticas: Gastão Debreix Curador violeiros: Sebastião Camargo Curador hip-hop: Carlos Renato Moreira Espaços das exposições: Pinacoteca Municipal Casa Ponce Paz Museu Histórico Municipal de Bauru


Pinacoteca Municipal Casa Ponce Paz

Consuelo Alves - Araçatuba/SP - 1962 A Juta - 2018 - 90 x 60 cm fios, lãs, linhas, barbantes, juta, tecidos, lona e couro

Daniel Martins Soares - Promissão/SP - 1995 Buquê Garni - 2018 - 56 x 76 cm técnica mista em aquarela e nanquim

Higor Pedro Brunieri O ar sangrava - 15 x 21 cm desenho sobre papel

Isidro Sanene - Benguela / Angola - 1988 Lagarto - 2018 - 80 x 90 cm Acrílico sobre tela, técnica mista, papel e cartão


Pinacoteca Municipal Casa Ponce Paz

Jeferson Denzin Barbato - São Bernardo do Campo/SP - 1991 Coisa Social - 2017 - 130 x 130 cm tecido preto, tinta acrílica, plástico e fio encerado vermelho

Jéssica de Castro - Araras/SP - 1993 Sem título - 2015 - 30 x 40 cm técnica mista, giz pastel oleoso sobre recorte de jornal

Gabriel Paiola de Souza - Guarani D’Oeste/SP - 1997 Sem título - 2016 - 30 x 40 cm tinta acrílica sobre tela


Pinacoteca Municipal Casa Ponce Paz

Tarcila Lima da Costa Cabo Frio/RJ - 1974 À Sombra - 2016 - 31 x 42 cm papel vegetal, giz de cera e nanquim sobre papel

Sergio de Campos Oliveira São Paulo/SP - 1986 O Menino deitado sobre o Búfalo Máscara colorida - 2015 - 29 x 23 cm caneta posca (acrílica) sobre tela

Tiago Rosa - Bauru/SP - 1990 A Festa das Yabás - 2017 - 60 x 80 cm acrílico e colagens sobre tela


Pinacoteca Municipal Casa Ponce Paz

Luiz Gustavo Alencar de Mendonça Diadema/SP - 1994 Sem título e sem identidade - 2018 - 30 x 45 cm fotografia e colagem digital

Viviane Scarabelo - São Paulo/SP - 1980 Suzete - 2018 - 50 x 70 cm acrílica, caneta permanente e caneta hidrográfica sobre tela

Ronaldo Gifalli - São Paulo/SP - 1959 Piso sobre piso - um chão para ser pisado com os olhos - 2017/2018 - 3m2 cerâmica

Mariane Santinello Longhi São Caetano do Sul/SP- 1998 Criação do Vale (Releitura da Criação de Adão) 2017/2018 - 50 x 60 cm técnica mista, colagem, edição digital, tinta acrílica e tinta óleo


Pinacoteca Municipal Casa Ponce Paz

Victor Harabura - São Paulo/SP - 1988 O Grito - 2017 - 40 x 40 x 30 cm escultura em cerâmica

Vinícius Bonifacio Santa Bárbara d’ Oeste/SP - 1996 Sem título - 2017 - 20 x 27 cm tapeçaria bordada

Luiz Henrique Carneiro - Bauru/SP - 1980 Sem título - 2017 - 42 x 29,7 cm Cianotipia a partir de negativo de papel encerado


Museu Histórico Municipal de Bauru

Isabela Doná - Santos/SP 1999 Yolana Bianchi - São Paulo/SP 1998 A rede - 2018 - A instalação feita a partir de materiais encontrados no local da obra. Todo o contexto do desenvolvimento da instalação é baseado na conexão entre mulheres e seu poder representativo dentro da arte. Utilizamos imagens, frases e personagens importantes para a atualidade.

Thais de Caroline - Itapetininga/SP 1992 Decifra-me ou te Devoro - 2017 O trabalho artístico tem como objetivo levar o público a fazer reflexões sobre o processo de formação da identidade. As características da obra são mostrar algo incompleto, e motivar o público a montar a imagem que possivelmente pode ser gerada ou não, estimulando assim o imaginário do espectador.

Gabriela Escanuela Wohlers - São Paulo/SP 1996 Leandro Porpeta Lavagnini - Marília/SP 1997 Thaiane Christine da Silva - Rio Claro/SP 1997 Bem vindo ao século XXI - 2018 A obra é uma representação positiva da ruptura e degradação da família tradicional brasileira do século XXI. Também representamos como as coisas estão sempre em evolução e como a arte tem um papel revolucionário até mesmo dentro da nossa própria casa.

Jéssica de Castro - Araras/SP 1993 Laís Lacerda - Rio Claro/SP 1995 Fantasmas - 2018 A obra Fantasmas traz em sua essência a materialidade do carvão em diálogo direto com o espaço, o pó que se mistura com a terra e traços que mesclam com as texturas e imperfeições da superfície das paredes. De cunho crítico social revela uma realidade ignorada por muitos.


Museu Histórico Municipal de Bauru

Luiz Henrique Carneiro - Bauru/SP - 1980 Sem título - 2018 - composição em estêncil

Guilherme Laurente - Botucatu/SP - 1992 Sem título - 2018 - Composição em estêncil e molduras reutilizadas, da xilo ao xerox, do stencil ao anti-estático, faz da reprodução um meio e ferramenta, a cada nova cópia uma outra interpretação.

Klauber Augusto (Cisco) - Goiânia/GO 1987 Filtro dos meus Sonhos - 2018 - Grafite

Júlia Di Dio - Jaú/SP - 1991 Isso não é uma escola - 2018 - A instalação suscita reflexões a partir do acúmulo de trajetórias inacabadas ao longo da busca por um modelo de educação que se adeque a realidade brasileira.

João Victor Sem título - 2018 grafite


Museu Histórico Municipal de Bauru

Gastão Debeix - Guaiçara/SP 1960 Trama - 2018 - técnica: stêncil composição visual, joga com soluções visuais, brinca com a cor e a informação impressa

Luis Seven Martins (L7) Bauru/SP - 1988 Sem título - 2018 Grafite

Natália Mota São Paulo/SP - 1997 Pretagonisto - 2018 O projeto Pretagonismo busca resgatar a ancestralidade de África, de forma visual e conceitual, presente em cada mulher negra e das experiências presentes em nossas vivências.

Gabriel Paiola de Souza - Guarani d’Oeste/SP - 1996 Suelen Leite de Góes - São Roque/SP - 1996 Reações diversas para um mesmo fato - 2018 A obra, ao buscar interferências no ambiente do museu, põe lado a lado duas portas: a real, pertencente a estrutura do prédio, e uma representação sua. Enquanto uma foi feita buscando função utilitária, a outra é somente uma pintura bidimensional na parede para onde os bancos estão voltados - a atenção mirada na reprodução. A instalação faz uma alusão a forma como a imagem humana é tratada em tempos de redes sociais e tecnologias, aquilo que o ser realmente é, e o que ele passa as pessoas, a representação do que ele diz ser, ou como deseja ser visto.


Museu Histórico Municipal de Bauru

Ariane Cristina Oliveira Permonian São Paulo/SP - 1998 Nascimento - 2018 A obra traz o nascimento. A partir do momento que as portas se abrem, tudo pode surgir, mesmo que seja do lugar menos esperado, mesmo que não seja algo agradável. No instante que se permite viver, o que vive não é algo controlável.

Áccio Domine - Itapetininga/SP 1995 Brenda Laurien - Agudos/SP 1998 Sem título - 2018

Stéfanie Bellomi Queiroz - Ribeirão Preto/SP 1998 Nathália Ferreira - São Carlos/SP 1998 Emily Aparecida Da Silva Rocha - Ouroeste/SP 1999 Sofia Sartori - Bauru/SP 1999 Relicta - 2018 As fotos foram produzidas com o intuito de explorar a estética do local, antes que sofresse alterações, juntamente com a plástica corporal das modelos. O figurino visa explorar a transparência dos tecidos ao serem iluminados pela luz natural do ambiente e ao mesmo tempo buscam explorar uma atmosfera vintage, elementos unidimensionais e bidimensionais.

Paula Sayaka Arai São Paulo/SP 1998 Gabriele Justino Sommer Araras/SP 1999 Júlia Lasry Benchimol Lanza Campinas/SP 1999 Paradigma - 2018 Composta por materiais metálicos encotrados em entulho, fita adesiva e lona. “Paradigma” procura transmitir a sensação claustrofóbica de se ter consciência de padrões na sociedade e da frieza do descarte do ser humano, mas não ser capaz de mudar a situação. Estamos presos na padronização.


Museu Histórico Municipal de Bauru

Dirce Ane São Paulo/SP - 1993 O que você fez daquilo que te fizeram? - 2018 Olhar o hoje, expurgando o passado e nos curando em vida. Seguir. Esta obra é um altar para a luta contra a perpetuação das injustiças cometidas contra o povo preto e indígena. É a autoafirmação da nossa existência e dignidade.

Raffaella Ferraz Oppici São Paulo/SP 2000 Fabiane Vilar (Eva Narlin) Indaiatuba/SP 2000 Isabela Hueara Carneiro Campinas/SP 1999 O Labirinto da Percepção - 2018 A instalação remete à expansão da mente para diferentes horizontes, de modo que, retrata o momento de gradual e obstruída transição relativa ao aumento de perspectiva e saída de um plano unidimensional, assim como a assemblage, a qual propõe a interação simultânea entre elementos unidimensionais e bidimensionais.

Higor Brunieri - Campinas/SP - 1997 Jean Victor - Americana/SP 1997 O que o galpão nos deu - 2018 Para as instalações produzidas, os artistas optaram por utilizar somente objetos encontrados no próprio local, como arames, seringas, portas e bonecas abandonadas.


Museu Histórico Municipal de Bauru

Rubens Passaro Sorocaba/SP - 1986

Sergio de Campos Oliveira São Paulo/SP - 1986

Universo Preto Paralelo Documentário – 12 min – 2017

Sem título - 2018 grafite

Um paralelo traçado entre as violações de direitos humanos do passado escravocrata brasileiro e da ditadura militar por obras do século XIX e depoimentos dados a Comissão Nacional da Verdade. Quem são os heróis nacionais brasileiros? Verdade que se propõe debater a tortura.

Luana de Moura Picoli Pederneiras/SP - 1998 Ana Carolina Guelfi São Paulo/SP - 1996 Vá - 2018 O nome vem das iniciais das palavras “Vó”; “amor”; “Alzira” e “Amélia”. “Vá” representa a simplicidade, pureza e efemeridade da vida.

Mariane Santinello Longhi São Caetano do Sul/SP - 1998 Presta atenção - 2018 A obra expressa um pedido de atenção e reflexão em relação às futuras eleições. Esta obra foi desenvolvida com base nos discursos de ódio crescentes no senso comum, palavras estas que exaltam o extremismo, se distanciam dos direitos humanos e da compreensão de uma sociedade plural.


O projeto Quilombo Groove 3 – Revanche, tem por objetivo não apenas mostrar o que está sendo produzido, mas colocar em debate e embates a tradição versus a vanguarda, o analógico versus o digital, o presente versus o futuro. Não para ver se um é melhor que outro, mas para que desse encontro surjam novas propostas, novas parcerias, novas amizades, novas formas de apoio, novas descobertas para todos. Este catálogo faz um recorte dessa “identidade cultural paulista” dos seus artistas e nas suas obras vivas, que dialogam com o público e entre eles, num Quilombo onde a diversidade, o respeito pela cultura do outro e as misturas são as respostas às questões como: intolerância, preconceito, xenofobia entre outras mazelas deste momento histórico.


Festival que mistura cultura tradicional paulista à cultura contemporânea com diversidade nas atrações e nas ideias

+ informações:

http://quilombogroove.com.br/

Curta nossa página e fique por dentro do festival:

/quilombogroove3

Produção & Arte

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Catálogo Exposições Quilombo Groove  

Catálogo Exposições Quilombo Groove  

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