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Nº 3

junho14

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TEXTOS DO AGRUPAMENTO

ESCOLA BÁSICA ABADIAS

A Escola Básica Abadias, inicialmente designada Centro Escolar das Abadias foi construída na década de 80, pela necessidade de um espaço educativo mais adequado, pois a velhinha Escola Conde Ferreira já tinha cumprido a sua digna missão. Desde essa altura, tem abraçado milhares de crianças que chegam receosas pela mão dos pais, mas que cedo a consideram a sua segunda casa, confidenciando-lhe as suas alegrias e tristezas, os seus receios, os seus sonhos. Debruçada sobre o Parque das Abadias, situa-se na Rua Dr. Mira Coelho, assim designada por deliberação camarária de 11-04-1996 para homenagear o Dr. Júlio de Mira Coelho Júnior, que foi professor e diretor da Escola Industrial e Comercial e que é recordado como um docente exigente, que recorria com frequência ao humor para criar empatia com os seus alunos. A sua localização privilegiada no centro da cidade, numa zona calma e tranquila, com uma envolvência interior de um vasto espaço verde, proporciona um ambiente educativo adequado. «As escolas, fazendo com que os homens se tornem verdadeiramente humanos, são sem dúvida as oficinas da humanidade.» Comenius


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Em jeito de introdução… A Escola, espaço de aprendizagem e partilha, contribui para o processo de construção pessoal de cada um de nós. O edifício que somos, alicerça-se num passado iniciado à nascença, florescendo em memórias de vivências da infância, que passam pela Escola. Conscientes da importância dos primeiros anos de escolaridade na vida de cada criança, procuramos diariamente melhorar o quotidiano escolar dos nossos alunos, proporcionandolhes vivências diversificadas, significativas, enriquecedoras. Possibilitar que cada criança construa o seu futuro, faça as suas escolhas, concretize os seus sonhos é a difícil missão de cada um de nós, equipa educativa desta escola. Ser professor, educador hoje, é aceitar o desafio de ser capaz de educar com respeito, afeto, tolerância, competência, emoção e bom senso. Um desafio cheio de obstáculos que se desvanecem perante os sorrisos e rostos felizes que encontramos todos os dias e que nos ajudam a ousar sonhar porque como nos diria Sebastião da Gama, « pelo sonho é que vamos… … Chegamos? Não chegamos?» E porque queremos chegar, congregamos os nossos esforços, agregamos as nossas vontades, unimos as nossas forças, para todos os dias fazermos mais e melhor, porque o objetivo é só um, e só se atinge com qualidade e excelência: Uma Escola de Todos e para Todos, num futuro que passa por aqui…

«… à procura de uma melhor oportunidade para todos.»

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Um sonho…

…Uma realidade

Sonhávamos que a escola tivesse uma marca distintiva, algo que a identificasse e a diferenciasse. Este sonho começou a tomar forma, quando decidimos que essa imagem deveria estar presente no primeiro número, do nosso jornal escolar, em dezembro de 2013 e lhe deveria dar o nome. Com a preciosa colaboração da designer Joana Gaspar nasceu o ABADICAS, uma imagem de criança que nos revela aspetos da envolvência. As cores da cidade e o relvado das Abadias e da escola, estão presentes e ganham vida, numa figura simpática de menino que se transformou no logotipo da escola. Mas o sonho queria levar-nos mais longe: transformar o ABADICAS numa mascote, que pudesse estar presente em todos os momentos marcantes da nossa vida escolar. E o ABADICAS saiu do papel e ganhou vida com a ajuda das hábeis mãos de mães e avós, que com muita paciência e engenho na arte da «agulha e linha» construíram a nossa mascote. E o ABADICAS aí está, cheio de vida, para ser nosso companheiro de aventuras, viagens e aprendizagens, disposto a representar a nossa escola e a promover o seu conhecimento e a sua identidade. ABADICAS, um sonho transformado em realidade, graças ao empenho de todos os que acreditaram e acreditam que a nossa escola tem futuro.

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A Escola e a Comunidade A Escola Básica Abadias ao procurar desenvolver uma educação integral de todas as crianças, planeia atividades diferenciadas, que motivem as aprendizagens curriculares e a formação pessoal e social de cada um, envolvendo a comunidade educativa, no seu todo. Para tal, colabora ativamente com várias entidades locais e nacionais: APAFF, Centros de Saúde, PSP, Biblioteca Municipal, Museu Dr. Santos Rocha, Centro de Neurociência e Biologia Celular da Universidade de Coimbra, Associação de Jovens Investigadores Polares em Portugal – Projeto Educação Propolar, Fundação PT – Projeto Comunicar em Segurança, SUMA, Valorfito, Projeto Segurança para todos da Renault Portugal, entre tantos outros. De algumas, das inúmeras atividades desenvolvidas deixamos aqui a memória.

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A Escola e a Europa Em 2007, a nossa escola iniciou um trabalho de educação para os valores de cidadania europeia. Inicialmente, de forma tímida, através do projeto «Primavera da Europa» promovido pela Comissão Europeia, tendo conquistado um prémio europeu, pelas atividades desenvolvidas. Ganhando força e coragem, em 2011 decidimos integrar a Escola numa parceria multilateral do programa Comenius. «O Programa COMENIUS visa melhorar a qualidade e reforçar a dimensão europeia da educação. Um dos seus principais objetivos é desenvolver o conhecimento e sensibilizar os jovens e o pessoal educativo para a diversidade e para o valor das culturas e das línguas europeias, promovendo uma cidadania europeia ativa. Para tal, este programa apoia a realização de atividades de cooperação entre escolas, oferecendo, aos alunos e professores dos diferentes países europeus, a oportunidade de trabalharem em conjunto sobre um ou mais temas de interesse comum. A primeira parceria estabelecida (2011-2013) esteve subordinada ao tema «The Water around us», e envolvia escolas de Inglaterra, Lituânia, Polónia, Grécia e França. Além da excelente cooperação estabelecida entre professores, o envolvimento dos alunos foi relevante, desde a correspondência interturmas até à mobilidade de alunos. (PortugalInglaterra) Após o sucesso deste projeto, decidimos apresentar candidatura a uma nova parceria, para o biénio 2013-2015. Subordinada à temática dos jogos tradicionais: «Who wants to play with me?» envolve escolas de Espanha, Turquia, Inglaterra, Roménia e Polónia. A importância do conhecimento das realidades educativas dos países envolvidos, bem como das suas tradições, culturas e línguas são uma mais-valia para toda a comunidade educativa envolvida: alunos, professores, assistentes operacionais, Associação de Pais, Direção do Agrupamento…

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Um projeto feito com amor… «A Figueira pintada de fresco» Quando o livro «A Figueira pintada de fresco chegou à escola, foi recebido com entusiasmo pelas crianças. Ao desfolhá-lo percebemos que ele seria um excelente meio de divulgação da nossa cidade e do nosso concelho, nos países parceiros do projeto Comenius. Com a preciosa ajuda da professora Silvina Queiroz e com o consentimento do autor, o texto foi traduzido para inglês (língua oficial do projeto) e anexado nas diferentes páginas. E rumou para os países envolvidos, acompanhado de uma apresentação fotográfica, dos locais e monumentos nele retratados. Teve imensa aceitação por parte dos alunos europeus. Um confidenciou: «Como é linda a tua terra. Gostava de a conhecer. O bilhete de avião é muito caro?» Cação Biscaia, designer e artista plástica foi também professor na Escola Dr. João de Barros, conhecendo bem o modo como as crianças encaram o desenho e a realidade. Com um conhecimento profundo da Figueira e do seu património, já demonstrado em várias obras sobre a cidade, abraçou esta ideia, como ele próprio afirma, por mero acaso. Um dia percebeu que os jovens não conheciam o património local, nomeadamente a Casa do Paço e teve a ideia de escrever o livro, que foi ganhando forma ao longo de 8 meses, tendo sido patrocinado por várias entidades e empresas locais. A aceitação da obra excedeu as suas expetativas. As crianças adoram pintar os desenhos e pedem aos pais que as levem aos locais, para os conhecerem. O livro, dirigido às crianças, acaba por influenciar também os adultos e levá-los a conhecer o património da cidade, que a maioria desconhece. E como afirma Cação Biscaia, como se pode preservar o que desconhecemos. Daí, a importância desta obra que nos conduz a um olhar atento sobre o que nos rodeia. André Taborda , aluno da nossa escola, que pintou a capa do livro confessa: Se fosse hoje, não pintava assim, a torre do relógio, não é daquela cor. Só um olhar atento do real nos pode levar à mudança. O desenho e a pintura facilitam esse conhecimento da realidade e possibilitam a sua transformação. A escola não pode esquecer isto.

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Uma lenda…

…Uma estória

Era uma vez uma princesa que se chamava Esmeralda e um jovem cavaleiro que se chamava Diego. Ambos estavam muito apaixonados e viviam um amor sereno, até ao dia em que o Rei descobriu. Este, não ficou muito satisfeito e prometeu a si mesmo, que iria conseguir separar o casal. O pretexto surgiu inesperadamente: o reino entrou em guerra e o rei convocou todos os cavaleiros para a defesa dos seus domínios. Diego, corajoso como era, juntou-se a todos os outros cavaleiros e partiu sem saber se regressaria, deixando a sua amada inconsolável, mas o rei ficou muito satisfeito, pois tinha alcançado o seu objetivo. Perante a ausência de Diego, Esmeralda passava os dias a sofrer e, enquanto chorava pelo seu amado, chamava gritando: Mon Diego! Mon Diego! De tantas lágrimas choradas, formou-se um rio. O rio de lágrimas de Esmeralda cresceu e correu por entre montes e vales, na busca incessante de Diego. Durante essa procura, lá pelo meio das serras encontrou uma livraria, onde demandou notícias do nobre cavaleiro. Ninguém lhe sabia dizer por que terras andaria ele. Mas aquele rio tinha uma força indomável e vencendo penosos obstáculos continuou a correr até encontrar uma bela cidade, que lhe disseram ser dos doutores e onde lhe contaram uma maravilhosa história de amor, entre um rei e uma jovem da sua corte. Tal como Esmeralda e Diego também Pedro e Inês tinham sido separados, estes pela morte, que pôs fim a tão grande amor. O rio inundou-se de uma imensa tristeza, chorando a sorte daqueles apaixonados. Mas, ao mesmo tempo, encheu-se de coragem. O amor de Esmeralda e Diego não estava irremediavelmente perdido, pois o cavaleiro tinha que estar vivo em algum lugar. Então, avançou na direção de campos verdejantes, brincou com cegonhas e garças-reais, abraçou camponesas que colhiam os seus arrozais, e de repente, avistou um castelo no alto de um monte. Estaria Diego a pelejar por aqueles lados? Dizia-se que tais terras tinham sido invadidas por Sarracenos. Mas, infelizmente, não lhe chegaram notícias do cavaleiro ter passado por aquele Monte Maior. - Não vou desistir! Continuo, a minha jornada, eu sei que o vou encontrar. E já cansado correu calmamente. A certa altura, os seus olhos húmidos brilharam de entusiasmo. Ao longe avistava um imenso manto de águas azuis, banhadas por um sol radioso. Tão extasiado estava, admirando a maravilhosa paisagem que nem percebeu que, na sua margem, debaixo de uma frondosa figueira, um jovem cavaleiro lhe acenava em grande agitação. O jovem não desistiu e conseguiu captar a atenção do rio, que aproximando-se lhe perguntou: - Que me quereis? - Por favor, vens de longe? Donde vens? Queria tanto que alguém me desse notícias da minha amada. 7


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- Venho dos lados da serra, percorri um longo caminho, em busca do cavaleiro Diego que o pranto de Esmeralda me mandou procurar. - Oh meu amigo! Eu sou Diego, que debaixo desta figueira na tua foz, o meu coração já posso, finalmente, sossegar. - Diz-me, Esmeralda é viva? Sonha comigo? Chora por mim? - Esmeralda desde que partiste, chora noite e dia, chamando por Mon Diego e o seu pranto é tal, que aqui chegou para, por fim, te encontrar. - Oh ditoso rio, volta à tua nascente, levando notícias à minha linda princesa, para que seus olhos possam secar. - Nobre Diego, isso, eu não posso fazer, porque agora o meu destino é o mar. - Por favor! Não me abandones agora, Esmeralda precisa saber que estou vivo e que não a esqueci. - Eu que te vim procurar por entre serras, vales e planícies, tinha mesmo que te ajudar, mas agora não posso voltar. Aquele mar espera a minha doce água em seu seio salgado, lá, naquela praia da claridade, onde as gaivotas me irão beijar. - Então pede-lhes que voem sem cessar e levem notícias minhas. Uma gaivota que por ali passava, ouviu Diego, poisou e disse: -Amigo, eu sozinha não te posso valer, mas passarei a palavra de bico em bico e a tua mensagem chegará à bela Esmeralda. - Então voa depressa até aos teus amigos, eles que digam à minha amada princesa, que aqui, junto da Figueira da Foz do Mondego, me pode encontrar. E assim, uma lenda fez a imaginação voar e virou estória, estória de encantar.

( adaptação da lenda do rio Mondego)

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À conversa com… … Mário Silva, não é figueirense de nascimento, mas é-o de coração. Nasceu em Bencanta a 29 de novembro de 1929, filho de um ilustre professor de física da Universidade de Coimbra, que também foi assistente de Madame Curie. Frequentou a faculdade de engenharia da Universidade de Coimbra, mas não terminou o curso. Dedicou-se à arte e entregou-lhe a vida. Muitas vezes se deslocou à nossa escola para, como ele diz, fazer bonecos com os miúdos e pela a amizade que nos dedica, abriu as suas portas e partilhou a sua arte, com os nossos parceiros do projeto Comenius. E porque a sua amizade pela nossa escola é para nós motivo de orgulho, quisemos tê-lo aqui connosco, neste espaço. Como nasceu este amor pela Figueira? Comecei a vir para a Figueira da Foz muito pequeno, para casa de uma tia passar grandes temporadas. Deste modo, afeiçoei-me muito a esta cidade. Foi aqui que comecei a namorar a minha atual companheira. E, como nos tínhamos conhecido aqui, decidimos mudar-nos para cá. Comprei esta casa. Na altura tinha dinheiro, os quadros vendiam-se bem, ao contrário de agora. Mais tarde, fiz o atelier e aquela parte onde tenho as minhas coleções. E sou mais figueirense, que de Coimbra, vivo aqui há mais de 30 anos, é a minha terra de adoção. O Presidente da Câmara de Coimbra telefonou-me a dizer que iam dar o meu nome a uma rua. Gostei muito, porque normalmente dão nomes das pessoas às ruas, depois de elas morrerem, o que já não interessa nada e esta é uma homenagem ainda em vida. Como é que é a sua relação com a obra que cria e o momento de se separar dela? Às vezes custa-me, algumas nem as consigo vender e guardo-as ali no museu. Outras vendo e nem sei aonde estão. As que eu tenho mais estima, não me consigo desfazer delas. O que eu queria fazer daqui, e isso é que é importante dizer, era fazer uma Casa-Museu. Para além das minhas obras pinturas, esculturas, cerâmicas, tenho várias coleções: os cristos, (tenho 128), livros… Ao longo da sua carreira sempre teve uma boa relação com as escolas e as crianças? Sim , sempre tive a preocupação de lidar com os miúdos, de lhes criar uma relação com a arte, na medida em que eles são os artistas ou os compradores de arte do amanhã. E gosto quando os encontro e eles me dizem «você foi lá à minha escola », eu dantes ia muito às escolas, como tu sabes e fazia bonecos com eles e para eles. Isso é fundamental para criarem uma relação com a arte e os artistas. E terem conhecimento da vida terrestre dos artistas, do que fazem todos os dias.

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Como passa os seus dias? Normalmente, de manhã pinto, desenho. Depois almoço e faço a sesta. A seguir, volto para o atelier e pinto umas horas. Eu agora já não cumpro aquele horário, eu agora já não pinto só despinto. O que quer dizer com despinto? Pego em coisas que já fiz há muito tempo e começo a tirar a cor à procura do desenho, do meu traço, é por isso que já não pinto, despinto. Quando não gosto rasgo. Ou ponho para o lado e um dia mais tarde despinto. No entanto, manteve-se sempre fiel à sua linha de pintura? Sempre gostei de estudar a teoria dos desenhos e a obra dos meus colegas mais antigos, aprender com eles e perceber os porquês, esses porquês é que me dão a razão de fazer coisas novas. Aprendi muito com o mestre Artur Bual, para mim era dos artistas mais fantásticos. Era um homem com muito saber, que fez qualquer coisa de novo na pintura. A sua pintura revela algum inconformismo… Eu sempre fui uma pessoa ligada à democracia, liberdade e justiça. Por isso é que sou maçon. Deixa-me contar-te um episódio, antigamente só se podia ir ao casino de camisa, casaco e gravata e eu, um dia, decidi atravessar o Pateo das Galinhas, onde estavam todas as senhoras e velhinhas sentadas, de tronco nu. Imagina o escândalo que foi! Não perdoavam as minhas brincadeiras. Tenho muitas recordações desses tempos. Tudo o que está aqui em casa tem uma história. Queres ver? Mergulhámos no seu mundo de recordações, visitámos o seu atelier e museu. Foram duas horas de deliciosa conversa com o pintor simples, afável, inteligente e bom comunicador que ama a Figueira e as suas gentes.

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Ousar… para vencer O nosso envolvimento em projetos que valorizem a Escola e acrescentem o seu património, tem-nos levado à participação em desafios e concursos de âmbito nacional, promovidos por entidades que acreditam na importância do contributo das crianças para a construção de um futuro diferente e melhor. Este esforço de alunos e professores tem sido reconhecido e premiado. Por três anos consecutivos ganhámos o 1º prémio do concurso da Fundação PT «Comunicar em Segurança» e vários prémios em iniciativas promovidas por entidades locais. Este ano letivo, já recebemos o prémio do concurso Valorfito e do Fundo Ikea, aguardando ansiosos os resultados de participações mais recentes. Estes prémios têm permitido melhorar o equipamento da escola, contribuindo para a promoção da qualidade do espaço e das aprendizagens.

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HINO A NOSSA ESCOLA É VERDE A construção de cidadãos conscientes, responsáveis e solidários inicia-se na escola e por isso, desenvolvemos um importante trabalho em prole da preservação do ambiente e do Planeta. Este esforço, tem sido premiado nos últimos três anos com a atribuição da Bandeira Verde da rede Eco-Escolas. Este ano, e procurando enfatizar as nossas preocupações ambientais, criámos o hino da Escola, apresentado oficialmente no dia 7 de novembro, nas comemorações do Dia Internacional das Eco-Escolas – World Day of Action. Papel no papelão P´ra seguir reciclar. É menos uma árvore Que alguém vai cortar.

E sempre que tenho pilhas Lá vão elas pró pilhão. Por no lixo indiferenciado Não é mesmo a solução.

Do leite e do iogurte Embalagens no embalão. Reutilizar também E acabar com a poluição.

Nós queremos mudar o mundo E o planeta salvar. Se todos, se todos ajudarmos O mundo vai melhorar.

Nós queremos mudar o mundo E o planeta salvar. Se todos, se todos ajudarmos O mundo vai melhorar.

A nossa escola é verde É verde pelo ambiente. A nossa escola é verde E verde será para sempre.

Lá em casa quando há vidro Onde é que o vou guardar? Vai tudo p´ro vidrão Temos mesmo que poupar.

Nós queremos mudar o mundo E o planeta salvar. Se todos, se todos ajudarmos O mundo vai melhorar. Música: Ricardo Gabriel e João Paulo Matias Letra: Olga Gaspar

CONTATOS Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz Escola Básica Abadias Rua Dr. Mira Coelho, nº2


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