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Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade

agosto 2017

Oleiros Magazine

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Oleiros Magazine Suplemento

Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade

aGRUPAMENTO DE ESCOLAS PADRE ANTÓNIO DE ANDRADE

Editorial Há quase quatros anos, que disponibilizamos o nosso saber a favor das crianças, dos jovens e das famílias deste concelho. Tenho consciência que a matéria prima da escola (essas crianças e jovens), são o garante do futuro desta região do Pinhal Interior. Uma boa formação académica e de valores é fundamental para o sucesso como indivíduo, como cidadão e para o nosso desempenho coletivo enquanto sociedade. Chegados aqui, é fundamental refletir sobre o trabalho desenvolvido, fazer o ponto de situação e procurar um caminho seguro para o trabalho a desenvolver. A transmissão de conhecimento e de valores é talvez o Pilar onde assenta quase toda a atividade pedagógica da Escola, mas a escola hoje é muito mais que isso. Hoje olhamos para a escola quase como um “ser vivo”, que interage com o meio e é ela em si mesma, um ser aprendente, em constante aperfeiçoamento na procura da excelência na sua prestação. Assim é com humildade que admitimos alguns erros e alguns constrangimentos. Mas diz-se comummente que aprender com os erros, corrigindo-os é um sinal de maturidade. A procura constante das instituições em melhorar, leva a que exista um empenho maior, um apurar dos processos e a sua consequente “afinação”. Sublinhando que há constrangimentos que não são resolvidos facilmente e que nos causam grande transtorno, como é a falta de pessoal na Secretaria, que tanto nos preocupa e que não tendo autonomia para a resolver, tem sido alvo de constante informação da nossas preocupação tanto para o Conselho Geral, como para as instâncias superiores. Lamentavelmente, continua a ser o maior constrangimento e o nosso maior foco de preocupação. Outro problema é infelizmente a diminuição dos alunos da escola, que é consequência da desertificação do interior. Aqui, as parcerias com a Câmara Municipal e com outras instituições têm feito a diferença, embora ainda haja muito a fazer. Temos ultrapassado juntos (Direção, Professores, Pessoal Não Docente, Alunos e Encarregados de Educação) a maioria dos problemas que têm surgido. Oxalá consigamos continuar no mesmo sentido e a melhorar dia a dia. Não me canso de dizer o que mais admiro nos jovens deste concelho: São pessoas simples de coração, fortes, sinceras, corajosas e que cativam por serem genuínos. Gostava de deixar um desejo para os próximos anos: que os pais venham mais à escola e sejam parceiros no trabalho que desenvolvemos com os seus educandos, pois o nosso sucesso depende, em muito, também desse envolvimento. Boas férias António Cavaco

Projeto “Justiça para Todos” A turma do vocacional do Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade, participou no projeto “Justiça para Todos”. Trata-se de um projeto de promoção dos valores democráticos que coloca a Educação para a Justiça e o Direito (em especial os Direitos Humanos, direitos das minorias e não discriminação) como ferramenta cívica fundamental num Estado-de-Direito. Este projeto desenrola-se através de ações de sensibilização, divulgação, workshops e jogos de simulação de um ou mais casos em Tribunal e é dirigido aos jovens, entre os 12 e os 25 anos. O projeto procura dar particular atenção a grupos desfavorecidos, grupos de risco e grupos sujeitos a discriminação (designadamente jovens com medidas tutelares educativas, imigrantes, etnias minoritárias, reclusos, ex-reclusos, jovens em risco). Porquê? • O fortalecimento da democracia depende do bom funcionamento do Estado-de-Direito e este necessita de cidadãos/ãs conscientes do papel da Justiça e do Direito; • O nível de literacia e confiança da população portuguesa no Direito e na Justiça, enquanto ferramenta de cidadania do Estado democrático, é baixo; • Esta relação frágil “cidadã(o)/sistema de justiça” contribui também para o mau funcionamento da justiça (quer por excesso, quer por defeito de acesso ao sistema); • O panorama só se alterará através de um esforço persistente de formação das novas gerações para o papel da Justiça e dos Direitos Humanos nas sociedades modernas; • No processo educativo, não se proporciona aos jovens espaço de educação cívica para a Justiça e o Direito; • A compreensão do sistema judicial é frágil e a relação direitos/deveres incoerente; • A Justiça e o Direito surgem frequentemente como realidade distante, ameaça ou inimigo e raramente como proteção e promoção da cidadania. Objetivos • Promover valores democráticos por reforço da compreensão do funcionamento do Estado-de-Direito. • Reforçar o valor da participação cívica ativa, informada e responsável. • Criar canais eficientes de aproximação que proporcionem uma comunicação saudável entre jovens cidadãs(os) e o sistema judicial. • Despertar a consciência para a importância de analisar e compreender vários pontos de vista e promover soluções comprometidas com os Direitos Humanos.

• Permitir, através de uma fórmula alternativa, introduzir no portfolio de aprendizagens básicas, a educação para a Justiça e os Direitos Humanos. • Ajudar a perceber como a lei pode promover a coesão social e provocar mudança social. Competências a adquirir pelos jovens • Apurar o sentido da Justiça; • Valorizar a Lei e dos Direitos Humanos e o seu papel nas sociedades democráticas • Compreender do processo legislativo e do papel dos tribunais como órgãos de soberania; • Compreender dos dilemas da justiça, do risco de erro e da procura da verdade • Desenvolver a capacidade de comunicar as suas ideias, convicções e opiniões sobre a Lei e os Direitos Humanos; • Desenvolver a capacidade de entendimento quando e como a lei se aplica a factos específicos; • Desenvolver capacidade de análise de um problema, argumentação e defesa de um ponto de vista; • Construir consenso sobre deliberação, negociação, compromisso e resolução de conflitos; •Promover o espírito de participação; • Criar canais de comunicação entre agentes da justiça e jovens. Este projeto foi realizado e executado no dia 28 de abril com a simulação de julgamento no tribunal de Oleiros, onde estes 20 jovens tiveram a oportunidade de vivenciar e representar em tribunal o papel de Advogados, Juízes, Delegados do Ministério Público, Procurador do Ministério Público, GNR, testemunhas de defesa e acusação, entre outras. Abordaram dois casos que os alunos da turma escolhe-

ram e trabalharam, nomeadamente um caso de homicídio com dois arguidos e um caso de violência no namoro, que a turma foi desenvolvendo e trabalhando ao longo do período, com o Diretor de Turma. Esta atividade contou com a preciosa colaboração da GNR na pessoa do 2º Sargento, Comandante Ivo Sitima e Cabo José Antão; Tribunal Judicial da Comarca de Oleiros na pessoa da Meritíssima Juíza Rita Martins, Dr.ª Inês Torgal Digna Procuradora do ministério Público e restantes elementos; Advogados, Drº Miguel Marques e Drº Bruno Bráz, que, de uma forma voluntária, colaboraram para o sucesso do projeto nas suas diversas vertentes. O Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade, nas pessoas do seu Diretor e Diretor de Turma do Percurso vocacional, João Paulo Natário, de forma reconhecida, agradecem publicamente toda a colaboração e auxílio prestados. Só com o enorme empenho e contributo dado por todos foi possível tornar esta atividade uma realidade. Certo da importância da Justiça e dos Valores nela defendidos, estamos convictos que este tipo de cooperação entre escolas e entidades judiciais são fundamentais para que os nossos alunos se tornem no futuro cidadãos mais conscientes dos seus direitos e deveres e consequentemente melhores cidadãos. O nosso Muito Bem-Haja, O Diretor de Turma João Paulo Natário O Diretor António Cavaco


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11.º C do Curso Prof. de Recursos Florestais e Ambientais

Curso Profissional no terreno com a Proteção Civil de Oleiros No dia 2 de maio, os alunos do 11.º C do Curso Profissional de Recurssos Florestais e Ambientais voltaram a atuar no terreno, desta vez no Orvalho, no âmbito de uma formação de controlo de plantas invasoras lenhosas, em especial a Acácia. No início da manhã, os alunos seguiram para a junta de Freguesia do Orvalho, onde foi realizada uma palestra para informar melhor os alunos e alguns funcionários da Câmara e da APFAM sobre as espécies invasoras e quais as formas mais adequadas para que estas sejam controladas ou eliminadas. A formação foi ministrada pelas engenheiras Hélia e Elisabete, da Universidade de Coimbra e da Escola Superior Agrária de Coimbra. Durante a tarde, os alunos colocaram em prática aquilo que lhes foi apresentado durante a manhã, controlando uma das espécies conhecidas devido à sua propagação e

infestação, nomeadamente as Acácias, mais conhecidas por Mimosas. Nesta atividade os alunos colocaram em prática o descasque, uma das técnicas mais usuais para controlar esta espécie, que consiste em secar a Ácacia e evitar que esta se propague. Uma das grandes vantagens deste método é o facto de ser amigo do ambiente, uma vez que

não utiliza nenhum produto Fitofármaco. Durante esta formação, os alunos foram acompanhados pelo professor Abílio Fidalgo, por alguns membros da Câmara Municipal de Oleiros e também por alguns membros da Proteção Civil. Susana Henriques, 11.º C

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BREVES Alunos do Curso Profissional

Realizam trabalho de campo com GPS No dia 31 de março, a turma do 11.º C, do Curso Profissional de Recursos Florestais e Ambientais, realizou uma atividade com GPS ao longo do percurso da ribeira do concelho. Durante o percurso, os alunos marcaram pontos referenciais no GPS, no qual também preencheram uma base de dados para que, ao clicar no ponto, se soubesse qual o tipo de meio de transporte mais indicado a usar e se esse ponto era de fácil ou difícil acesso. Estes pontos referenciais serão colocados em placas com diversos números distintos para, em casos

de emergência ou desorientação das pessoas, estas não só referirem GR38, mas também o número da placa e poderem ser localizadas mais facilmente pelos bombeiros. Esta atividade realizou-se para que os alunos adquirissem mais conhecimentos e conseguissem efetuar trabalhos de campo com o GPS. Durante esta operação, os alunos foram acompanhados pela professora Laurinda Cabeças, pelo engenheiro Luís Mendes e por Luís Antunes, da Proteção Civil, que explicaram e orientaram os alunos no trabalho com o GPS.

Eco-Notícias

Global Action Day Os Global Action Days ou Community Action Days visam dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelas Eco-Escolas em todo o mundo, motivando para que durante as semanas de 5 a 15 de novembro e 20 a 30 de abril, comuniquem e divulguem algumas das muitas ações que realizam em prol do ambiente. A divulgação das ações realizadas ou a realizar nesta semana serão divulgadas na página internacional dos Global Action Days. No início do 3.º período, como forma de comemorar também o Dia da Terra (22 de abril), o programa Eco-Escolas e o Gabinete de Am-

biente da Câmara Municipal de Oleiros realizaram um Global Action Day que consistiu em diversas palestras, englobando três dos temas que foram trabalhados este ano letivo: resíduos, água e energia. Estas palestras, também abertas à comunidade, pois decorreram na Casa da Cultura, visaram sensibilizar os alunos e estimulá-los para melhorarem o seu desempenho ambiental e provocar alterações de comportamentos. O cartaz da atividade pode ser consultado em: https://globalactiondays.abae.pt/project/19-deabril-global-action-days Anabela Dias

Alunos do Curso Profissional

Demonstram capacidades na limpeza dos pontos de água No dia 29 de março, os alunos do 11.º C, do Curso Profissional de Recursos Florestais e Ambientais, realizaram de operação limpeza dos pontos de água situados no Roqueiro e junto à Zona Industrial do Açúde Pinto. Nesta operação, os alunos tiveram a oportunidade de demonstrar

as suas capacidades e de aplicar os seus conhecimentos de maneira autónoma com motosserras e motorroçadoras. Foram acompanhados por alguns membros da Proteção Civil que permaneceram no local e ajudaram sempre que possível. As normas de segurança foram sempre lembradas

e os devidos EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para cada tipo de atividade. No final, ainda tiveram a oportunidade de realizar uma caminhada desde a Praia Fluvial até ao Hotel “Santa Margarida” ao longo da ribeira, com o intuito de proceder à limpeza do percurso pedestre.

concurso nacional

Construção do Eco-Código O Concurso Nacional Eco-Código, que se realiza todos os anos, pretende estimular a participação e a criatividade dos jovens envolvidos no Programa Eco-Escolas através da produção de um trabalho de comunicação: o poster. O Eco-Código deverá expressar uma declaração de objetivos, traduzidos por ações concretas, que todos

os membros da comunidade deverão seguir, constituindo assim o código de conduta ambiental da escola. Todas as escolas candidatas à Bandeira Verde devem ter o seu Eco-Código e a nossa escola realizou, pela primeira vez, o seu Eco-Código que será posteriormente colocado no site do Agrupamento. Clube Eco-Escolas

Junta de Freguesia de Isna

Venha conhecer a nossa Freguesia


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BREVES

Concurso Artistas Digitais

pré-escolar

“Se acontecer, saberei o que fazer…”

Visita à casa “Refúgios do Pinhal”

Registo de visita de estudo à casa de turismo rural “Refúgios do Pinhal” Vimos o moinho de água a funcionar.

O Centro de Competência “Entre Mar e Serra” promove, desde o ano letivo 2000/2001, a iniciativa “Artistas Digitais”, para alunos desde a Educação Pré-escolar até ao 2.º Ciclo do Ensino Básico, promovendo o uso criativo da tecnologia como pretexto para abordar a temática dos Valores em contexto escolar. O Município de Oleiros, em parceria com o Centro de Competência “Entre Mar e Serra” (CCEMS), promoveu o Concurso “Artistas Digitais” que pretendeu incentivar a criatividade das crianças a frequentar esses níveis de ensino. Pretendia-se que as crianças realizassem trabalhos de desenho e de texto com recurso à utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação, a partir da temática “Riscos e Proteção Civil - Se acontecer, saberei o que fazer”. As crianças refletiram sobre os comportamentos de segurança e de prevenção e sobre o que fazer em situações de risco. O Município de Oleiros atribuiu prémios aos três trabalhos com maior classificação e um prémio à Escola do aluno vencedor. Em 1.º lugar ficou Pedro Alexandre Raimundo Espi-

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nho da turma do 4.º ano da EB1 de Oleiros que recebeu um Tablet e a sua escola, a sala do 4.º ano da EB1 de Oleiros ganhou um computador portátil. O 2.º lugar foi entregue a Guilherme Lages Milheiro, também do 4.º ano, que ganhou um Tablet. Em 3.º lugar tivemos a Ana Rita Mendes Alves do Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Oleiros que recebeu como prémio uma Mesa Digitalizadora. Este concurso inseriu-se nas Comemorações do Mês da Proteção Civil a nível concelhio, sendo que os trabalhos dos alunos oleirenses ficarão ainda habilitados aos prémios do Concurso promovido pelo CCEMS a nível nacional.

oleiros

AEPAA nas Marchas Populares As ovelhas a pastar

E os lindos espaços envolventes

pré-escolar

Atividades com as crianças do 1º ano do 1º Ciclo

Eles vieram à nossa escola

A Professora leu-nos uma história

E nós lemos outra, a história de Carocinha de Luísa Ducla Soares, que decoramos com muito trabalho e empenho.

No dia 24 de junho, pelas 21h30, realizou-se mais uma edição das Marchas Populares junto à Câmara Municipal de Oleiros, com a participação de 6 grupos de marchas. O Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade participou mais uma vez nas Marchas Populares de Oleiros, apresentando uma marcha com um tema pouco habitual… Comemoram-se 20 anos dos livros de Harry Potter no dia 26 de junho e o agrupamento não quis deixar de assinalar a data. A marcha intitulava-se Marcha do Harry Potter e foi interpretada pela Rita Lourenço. Os arcos e adereços foram aproveitados da decoração da Noite dos Livros do Harry Potter que se realizou no dia 2 de fevereiro em todo o mundo e em que o Agrupamento obteve o 1.º prémio em relação à decoração do espaço a nível nacional. O tema musical foi o já bem conhecido “Cheira bem, cheira a Lisboa” com letra da professora Emília Lages e dos alunos do Clube de Marchas Populares. Com um total de 40 participantes de vários

níveis de ensino, desde o 4.º ano até ao 11.º ano, tornou-se um pouco difícil juntar todos os elementos para ensaiar a coreografia também da responsabilidade da professora Emília Lages. Muitos contribuíram para a concretização desta atividade, começando pelos próprios alunos e alguns professores, nomeadamente prof.ª Ana Margarida Pires, prof. Alexandre Milheiro, prof.ª Anabela Dias, prof.ª Virgínia Pires e prof.ª Nelma. Todos participaram de forma animada e foram muito aplaudidos pelo público que considerou a marcha do AEPAA original. A responsável pelo Clube de Marchas Emília Lages


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8 e 11 de maio

11.ª Edição da Semana da Leitura e Feira do Livro 2017 A 11.ª edição da Semana da Leitura, cujo tema estava relacionado com o prazer de ler, realizou-se entre os dias 8 e 11 de maio. Entre as várias atividades, destaca-se a Feira do Livro do AEPAA que teve, mais uma vez, a colaboração da Câmara Municipal de Oleiros e que este ano se realizou na sala de alunos da escola sede do agrupamento. Com uma variedade de livros mais direcionada para os mais novos (1.º e 2.º ciclos), o espaço da Feira incluiu atividades da Semana da leitura como a Hora do Conto (“A menina que detestava livros”), documentários sobre a importância da leitura e o visionamento de filmes de animação como “Os fantásticos livros voadores do sr. Lessmore”. A Semana da Leitura incluiu ainda a Flash Mob “Ler a dançar”, uma feira de troca de livros usados e uma caça aos livros na BE para as turmas do 2.º ciclo. Para espanto de muitos, os alunos do Jardim de Infância de Oleiros brindaram os alunos mais velhos presentes no espaço da Feira do Livro com a leitura conjunta de um conto. Foi muito interessante! A atividade terminou com o já habitual Sarau Cultural, no dia 11, pelas 20h30, em que participaram os vários níveis de ensino com leitura de poemas, apresentações dos alunos de música, teatro, dança e canções. A prof.ª bibliotecária Emília Lages

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BREVES

fábrica de ciência viva e lancha “praia da costa nova”

Visita de estudo a Aveiro No dia 31 de março, realizou-se a visita de estudo dos alunos do 2.º ciclo à Fábrica Centro da Ciência Viva de Aveiro, situada junto à Universidade desta cidade. Foram acompanhados pelos docentes Alexandre Milheiro, Anabela Dias, Isabel Gonçalves e Ana Fernandes. Quanto às atividades realizadas neste espaço, destacamos a oficina dos robôs com a construção, programação e montagem de robôs em lego, e o laboratório da fábrica onde fomos convidados a extrair o ADN do tomate e do Kiwi. De seguida, almoçámos na lancha “Praia da Costa Nova” que nos levou durante 2 horas a passear pelos canais da ria de Aveiro. A lamentar

o facto do Navio Museu St.º André se encontrar em manutenção, não podendo ser visitado. No entanto, tivemos oportunidade de o ver a ser rebocado pelas lanchas dos pilotos da barra e reposicionado. Os alunos puderam ainda realizar escalada com os militares e observar os cães que os acompanhavam, apesar de não estar previsto, já que se comemorava o Dia da Unidade de Infantaria 10 de São Jacinto. Em termos gerais, foi uma atividade positiva e inesquecível sendo para alguns um batismo de navegação. Os alunos do 6.ºA

visita de estudo

A ida ao jardim zoológico Na sexta-feira, dia 26 de maio, fizemos uma visita de estudo ao Jardim Zooloógico de Lisboa. Nós tivemos que acordar muito cedo para chegarmos a tempo. Mas, os autocarros atrasaram-se e perdemos a visita guiada. A viagem correu bem, mas com muito barulho. No Zoo vimos muitos animais e o espetáculo do Bosque Encantado e o dos golfinhos e leões marinhos. Havia macacos, girafas, zebras, elefefantes, rinocerontes, camelos, ur-

sos, leões e muitos outros. Também vimos papagaios, araras, corujas, mochos e uma avestruz. No reptilário havia cobras, jibóias, piranhas, iguanas, tartarugas e lagartos. O que mais gostámos de ver foi o espetáculo dos golfinhos e leões marinhos. A viagem foi interessante e divertida porque vimos animais que nunca tínhamos visto e brincámos muito. Texto coletivo 2.º ano

Turma B do 11.ºAno

Visita à cidade do Porto Nos passados dias 4 e 5 de maio, os alunos do 11.º ano da turma de ciências socioeconómicas acompanhados pelo professor Anselmo Gonçalves, da disciplina de Geografia, e pela professora Paula Tavares, da disciplina de inglês, realizaram uma visita de estudo à cidade do Porto. Depois de uma saída por volta das 7h da manhã, os alunos chegaram a Gaia por volta das 10h onde começaram por visitar as caves da Graham’s, uma das marcas mais conceituadas de vinho do Porto. Nestas caves, puderam conhecer um pouco mais da família Syminghton, atual proprietária e principal responsável pelo sucesso da marca, e ainda ver o processo de envelhecimento de alguns vinhos, assim como a sua história. Depois da visita às caves, o almoço realizouse perto do Castelo em Queijo, em Matosinhos, onde os alunos puderam desfrutar do almoço com vista para o mar e com um estado do tempo muito agradável. A última visita do dia estava guardada para a fábrica de conservas Ramirez, a empresa de conservas mais antiga do Mundo, com cerca de 164 anos, situada agora em Matosinhos. Depois

de um breve vídeo onde puderam conhecer as inovações da fábrica tanto a nível do processo produtivo como a nível de infraestruturas, os alunos deslocaram-se pra uma zona onde presenciaram a produção de todas as conservas. Por volta das 17h, o grupo de alunos chegou à pousada da juventude do Porto, conheceram o espaço e instalaram-se. Pelas 18h30, os alunos dirigiram-se para o Norte Shopping, através da rede de autocarros implementada na cidade, onde iria decorrer o jantar. Foi uma viagem tranquila e confortável. Depois de uma bela francesinha, os alunos voltaram para a pousada para o merecido descanso! No último dia da viagem, os alunos tomaram o pequeno-almoço na pousada e visitaram o aeroporto Francisco Sá Carneiro, onde entraram por volta das 10h. Aqui, conseguiram ter uma perceção do dia-a-dia do aeroporto, desde o check-in, do arrumo das bagagens e até mesmo das partidas e das chegadas. Depois do aeroporto, e com a visita terminada, o almoço realizou-se durante a viagem de regresso, com uma paragem no Fórum Coimbra. Os alunos do 11.º B


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EB1 de Oleiros

Escola assinala

Dia Internacional do livro infantil No dia 2 de abril, comemorou-se o Dia Internacional do Livro Infantil e este ano cumprem-se 50 anos da celebração do Dia Internacional do Livro Infantil, uma iniciativa do Conselho Internacional sobre Literatura para os Jovens para a promoção do livro e da leitura, que coincide com o dia de aniversário do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. A Biblioteca Escolar convidou alguns dos alunos mais novos do agrupamento para o comemorar o dia. Os alunos do Jardim de Infância de Oleiros ouviram a história “A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas”, cantaram a canção sobre a história e jogaram jogos on line sobre a mesma. Nos dias seguintes, realizaram alguns trabalhos sobre a histó-

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ria que foram expostos na escola sede. Também os alunos do 4.º ano estiveram presentes para ouvir o conto “Os Sapatinhos Vermelhos” de Hans Christian Andersen e participar numa sessão de kahoot sobre o conto. Mais uma vez, a atividade esteve ligada via Skype para França. Todos os anos há uma mensagem associada a este dia, assinada por escritores diferentes e a deste ano é do russo Sergey Makhotin sobre a importância de crescer com a leitura e com o objeto livro. “A leitura não serve apenas para desenvolver sentimentos e personalidades, ela é, acima de tudo, um prazer”, afirma o escritor russo. A prof.ª bibliotecária Emília Lages

Ser criança, segundo os alunos do 4º ano - Uma alegria inesquecível. (Afonso Alves) - É brincar e ao mesmo tempo aprender. (Guilherme Batista) - É a melhor coisa que há no mundo. (Rodrigo Francisco) - É ver o perigo como uma fantasia. (Júlia Martins) - É divertirmo-nos até não podermos mais. (Eva Ventura) - É viver com muita amizade e carinho. (Afonso Pedroso) - É ter amigos para brincar. (Guilherme Milheiro) - É ser feliz, ter paz e muito amor. (Leonor Lourenço)

- É tudo o que se possa imaginar. (João Pedro Dias) - É divertirmo-nos com muita alegria. (Leandro Mateus) - É sorrir para a vida. (André Fernandes) - É ter esperança no amanhã. (Pedro Espinho) - É simplesmente ser feliz. (Duarte Almeida) - É receber carinho e dar alegria. (Mariana Matias) - É crescer feliz e poder brincar muito. (Margarida Farinha) - É receber e dar amor. (Beatriz Pinto) Texto coletivo – EB1 de Oleiros – Turma 4º ano

Mês da cereja pelos mais novos O Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade promoveu a atividade Maio – Mês das cerejas, a qual resultou num conjunto de textos produzidos pelos alunos. Aqui fica um bom exemplo.

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