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Diretor: André Nagib Moussa (Mtb 34286) - Santa Rosa de Viterbo, 13/08/2016 - Ano 22 - N.º 1.060 - Semanal - Fone/Fax 3954 3289

R$ 3,00

STF: Só vereadores podem tornar prefeito inelegível por contas

Nando e Chiaperini “livres para voar” Ópera leva mais de 300 ao “Espaço Mogiana”

O Jonalzão e a Diretoria Municipal de Educação proporcionaram momentos únicos, com a passagem da tocha olímpica por Santa Rosa, na última segunda feira. O condutor oficial Luciano Semeão fez a alegria da criançada, como se vê em Gustavo Brocchi da Silva, aluno da escola municipal Professor Maurílio de Oliveira

O JORNALZÃO PERGUNTA

Saúde é o que interessa...

Jovens encenarão o 'Auto da Padroeira' na Praça Matriz Cleyton Luan

Fernando Engenheiro

Chiaperini

Professora Estela

Tadeu Cicolani

Nando

Candidatos falam sobre a Saúde local Santa Rosa irá participar de caminhada para ajudar Hospital do Câncer de Barretos Trevo pronto e ‘Joaquina’ finalizada: Sonho de 33 anos realizado

PERFIL

Doutor Geraldo diz que já consultou mais de 350 mil crianças

Chineses vendem pastéis, mas comem o que plantam em terreno miúdo

Veganismo: Bem estar e vida saudável


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EDITORIAL

VERSO E PROSA

COLUNA ROTÁRIA

O STF prestou um grande desserviço à população brasileira, “desqualificando” os Tribunais de Contas, quando passa para a Câmara o julgamento final das contas de uma administração. O lado técnico de nada vale, mas sim o político, atestaram os Ministros do STF. Mais um gol da Alemanha.

por Evandro Junior

Henrique Gil

Pergunte a eles - O assunto é tão grave que o leitor pode tirar a prova aqui, em nossa cidade, onde alguns ex-prefeitoS tiveram contas rejeitadas. Pergunte a um vereador, que aprovou uma dessas contas se ele sabe o que votou. Se ele sabe quais as irregualridades apontadas pelo Tribunal e em quais artigos da Lei ela foi enquadrada. Mas nunca que sabe. O vereador daqui não sabe nem falar “jazigo”, quanto mais discutir, interpretar e votar leis tão complexas quanto as de cumprimento fiscal. Coisas boas - Duas coisas boas deixadas pelos nossos políticos são as Leis de Responsabilidade Fiscal e da Ficha Limpa. O STF colocou na UTI as duas, na noite de quarta feira. Não é só a política que deve ser passada a limpa. Tem coisa muito mais podre por aí. Saúde é o que interessa - Os candidatos respondem hoje sobre Saúde. Vale a pena ler todas as respostas. Trevão - Muito bonito o trevão encurta das distâncias entre vários bairros da cidade. Um sonho de 33 anos realizado agora. Parabéns ao prefeito Cassinho, que fez o que os últimos cinco prefeito não conseguiram. Tocha Olímpica - A alegria do garoto Gustavo, mostrada na capa desta edição, já valeu a vinda da tocha olímpica na cidade. O Jornalzão agradece ao condutor Luciano Semeão pela vinda, a Diretoria Municipal de Educação que aceitou de pronto a nossa oferta e ao Supermercado Solar pela acolhida no almoço. O sorriso do Gustavo é o nosso sorriso.

EXPEDIENTE O JORNALZÃO é uma publicação da editora André Nagib Moussa ME - Redação:rua José Garcia Duarte, 182 - Centro - Santa Rosa de Viterbo-SP - CEP 14.270-000 Fone/fax: (16) 3954 3289 Usuário Papel Imune: UP-08109/014 - Diretor de Redação: André Moussa Free lancer - Gabriel Caldas e Romeu Antunes Contato Comercial: Daniel Pereira Tiragem: 2.500 exemplares - Circulação: Santa Rosa de Viterbo e São Simão Periodicidade: Semanal - R$ 3,00 por exemplar - E-mail:ojornalzao@ojornalzao.com Impressão: Grafisc, São Carlos. “Artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não representando necessariamente a opinião do jornal.” O Jornalzão se reserva o direito de resumir cartas que considerar inadequadas ao espaço disponível. O JORNALZÃO É AFILIADO À ABRARJ

Sobre contas rejeitadas o STF chega e define A decisão beneficiou os Candidatos Nando e Chiaperine

Rotary Club realiza parceria com ETEC

Falando em Candidatos Nessa semana eles chegam junto E será sobre saúde que vai rolar o assunto Terão saúde pra enfrentar a Empreitada? Em Santa Rosa não é brincadeira Nossa cidade está na Maca deitada Dr Geraldo meu médico de infância Diz que até hoje já consultou 350 mil crianças E olha que eu acredito Fui paciente desse grande Doutor Batia o olho e já sabia o que me causava dor Veganismo é a sensação Saúde e bem estar O organismo agradece à quem bem dele cuidar Tocha Olímpica visitou a Cidade E encantou nossas Crianças E ascendeu ainda mais a chama da Esperança Cidade tem Caminhada do Câncer e Encenação do Auto da Padroeira A luta e a Fé vão subindo a ladeira Uns tem ele presente Outros no coração Uns são do mesmo sangue Outros de criação Uns estão no Corpo da mãe Do vovô ou da vovó Mas essa figura importante Nunca nos deixa só Em qualquer lugar que esteja Aqui na Terra ou no céu Pra esse ser tão querido eu tiro o meu chapéu Domingo dê um abraço nele Não deixe esse momento pra trás Bom fim de Semana E feliz dia dos Pais!

O Rotary Club de Tambaú realizou no dia 02 de Julho de 2016 a campanha da Hepatite Zero, em parceria com a ABPH (Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite), alunos do curso de Enfermagem da ETEC Manoel dos Reis Araújo, Departamento de Saúde Municipal de Tambaú, Casa da Amizade e Interact Club. Além dos testes de Hepatite, foram realizadas aferições de pressão arterial, atividades recreativas e distribuição de pipocas e algodão doce. O Asilo Lar São Vicente teve 100% de adesão ao evento, com funcionários e internos presentes. Além disso, vários populares estiveram presentes, contribuindo para a divulgação positiva da imagem pública do clube. Fonte: carta mensal nº1/2016. O Rotary International é uma ONG que reúne líderes com o objetivo de discutir ideias e colocá-las em prática. As ações, tanto regionais, quanto internacionais, estão voltadas para algumas áreas de enfoque específicas. A campanha da Hepatite Zero entra no enfoque de Prevenção e Tratamento de Doenças, a qual pode receber doações pela Fundação Rotária. Os interessados em realizar parcerias e/ou doações devem entrar em contato conosco através dos nossos sócios ou pelos endereços abaixo. Saiba mais: Página do Rotary Club de Santa Rosa de Viterbo: http://facebook.com/rotarysrv Rotary Club de Santa Rosa de Viterbo: Av. Henrique Alonso Martins, 275


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Só vereadores podem tornar prefeito inelegível por contas, decide STF Com decisão, não bastará a desaprovação das contas pelos tribunais. Para STF, papel de tribunais de contas é auxiliar o Legislativo O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (10) que só uma câmara de vereadores pode t ornar inele gíve l um prefeito que teve suas contas rejeitadas por um tribunal de contas. Assim, para ficar impedido de disput ar um outro cargo eletivo, não bastará a desaprovação pelos tribunais, que auxiliam o Legislativo na análise dos gastos. Em 2010, a Lei da Ficha Limpa determinou que ficariam inelegíveis candidatos que tiveram contas rejeitadas "pelo órgão competente". A dúvida se dava em relação a qual órgão caberia tal decisão: se somente a câmara municipal ou também um tribunal de contas. Desde então, o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) separa as contas em dois tipos: as contas de governo (com números globais de

receitas e despesas) e as contas de gestão (mais detalhadas, em que o prefeito também ordena gastos específicos, por exemplo). Assim, a Ju stiça Eleitoral considerava que a desaprovação de contas de gestão (mais detalhada) por um tribunal de contas bastava para declarar a inegibilidade, mesmo com aprovação posterior pela câmara dos vereadores. A exigência de desapr ov ação p ela câmara para tornar alguém inele-

gível só valia para casos em que estivesse sob análise as contas de governo (mais gerais). Na sessão d esta quarta, os ministros do STF analisaram ações de candidatos que ficaram fora de uma disputa por terem contas rejeitadas somente por tribunais de contas e que queriam se habilitar para as eleições, alegando a necessidade de decisão pela câmara dos vereadores. Por maioria, os mi-

nistros decidiram que, independentemente de se tr atar em d e co ntas d e gestão ou de governo, é necessário sempre a desapr ovação das co ntas pelas câmaras de vereadores para tornar alguém inelegível. A ap ro vação das contas pelas câmaras, no entanto, não deverá inviabilizar eventuais ações de improbidade administrativa contra o prefeito na Justiça comum, caso haja irregularidades. (G1)

EDITAL DE PROCLAMAS PARA CASAMENTO EDITAL DE PROCLAMAS nº. 2242 Faço saber que pretendem se casar e apresentam os documentos exigidos pelo artigo 1.525, nº. I III e IV do Código Civil, os pretendentes: // DOUG LAS S UNGAW ARA DA SILVA e PAT RIC IA C AL URA YAMASITA //. Ele, natural de Guaratinguetá, Estado de São Paulo, nascido aos vinte e oito (28) de novembro de um mil novecentos e oitenta e quatro (1984), profissão empresário, estado civil solteiro, domiciliado e residente à Rua Piauí, 647, Jardim Gurilândia, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filho de COSME DAMIÃO DA SILVA e de do na KATIA SUNGAWARA DA SILVA. Ela, natural de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, nascida aos quatorze (14) de outubro de um mil novecentos e oitenta (1980), profissão empresária,, estado civil so lteira, domiciliada e residente à Rua Piauí, 647, Jardim Gurilândia, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filha de HÉLIO YAMASITA e de do na TARC ISA C ALURA YAMASITA. (Conversão de União Estável) Se alguém souber de algum impedimento ao casamento de algum dos contraentes acima, oponha-o na forma da lei. Eu, Gisele Calderari Cossi - Oficial.

Dois beneficiados Dois candidatos a prefeito de Santa Rosa festejam a medida do STF. N ando e Tadeu Chiaperini estavam com problemas no Tribunal de Contas. A situação de Nando era a mais difícil dos dois, pois quando foi prefeito teve cinco contas rejeitadas pelo TC e ainda quatro processos apartados por contratos irregulares que lhe gerou multas de 7 mil reais. Estes apontamentos poderiam gerar uma ação de impugnação do registro de sua candidatura, mesmo a Câmara tendo votado contra os cinco pareceres do Tribunal de Contas. A situação de Chiaperini era mais amena, mas também poderia gerar uma ação de impugnação de seu registro de candidatura. Chiaperini teve to-

das as suas contas aprovadas, mas em um processo apartado, o Tribunal de Contas julgou irregular um convênio firmado pela administração do ex-prefeito. Com a decisão desta semana do STF, os dois passaram a dormir mais tranquilos com risco zero de impugnação. Pareceres jurídicos e impugnação - Os bastidores da política local estavam agitados com indícios de que Nando e Chiaperini poderiam ter seus registros cassados. Um parecer do departamento jurídico da Câmara circulava dentro dos partidos, mas era inconclusivo. Com a decisão do STF os partidos deverão é correr atrás de votos, pois ao que parece, na justiça, nada conseguirão.


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CRÔNICA DA SEMANA

COLUNA GOSPEL

CHICO XAVIER

Daniel Almada

por Rogério Moscardini

Grupo Espírita “Bezerra de Menezes”

Quando eu era menino

Quem é surdo?

A língua

Quando eu era menino - assim quase moço, promessa de aventureiro vitorioso - tinha duas singelas vontades na vida. Mesmo avesso ao universo das religiões em geral, pensava em ser uma espécie de Deus ateu e, se não desse (nem tudo é possível nessa vida), aceitava, de bom grado ser alquimista, porém daqueles que transformam ouro em vida. Mas aí veio um desmanchador de sonhos, parece que sempre existe um em cada esquina, e afirmou, de juízo limpo, que tanto Deus quanto os alquimistas haviam morrido; eles tinham desaparecido da história dos homens: um como pássaro de todas as cores e cantos, outros como pedras brancas à beira de rios secos, que renasciam em fúria com o choro de índios sem nome. Então mudei de vontades; agora queria ser astrônomo ou surfista, e se outra vez não virasse, já tinha um caminho guardado em desespero: seria criador de sonhos, e os revelaria em cada esquina, independente das estações do ano.

Um homem contou ao seu médico que achava que a sua esposa estava ficando surda. O médico pediu-lhe que fizesse um teste simples. Quando o homem chegou à porta de sua casa, gritou: "Querida, o jantar está pronto"? Sem ouvir a resposta, entrou e repetiu a pergunta. Continuou sem resposta. Na terceira tentativa, quando estava bem atrás dela, finalmente ele a ouviu dizer: "Pela terceira vez, sim"! De maneira semelhante, os israelitas achavam que Deus era surdo, quando na verdade o problema era com eles. Isaías foi um profeta enviado para advertir o povo de Deus sobre o julgamento iminente, mas a sua mensagem caiu em ouvidos surdos. Em vez de ser o povo da aliança de Deus, que deveria trazer luz aos que estavam nas trevas, e libertá-los da prisão do pecado (Isaías 42:7), eles se recusaram a ouvir o Senhor: "nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à sua lei" (v.24). O profeta explicou porque as orações deles pareciam cair em ouvidos surdos. "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus" (Isaías 59:1-2). O pecado pode estar bloqueando nossa audição e impedindo-nos de ouvir as respostas de Deus. Examinemo-nos com cuidado. Nosso Deus não é surdo. Deus fala através da Sua Palavra para aqueles que o ouvem com o coração.

Não obstante pequena e leve, a língua é, indubitavelmente, um dos fatores determinantes no destino das criaturas. Alegre - espalha otimismo. Triste - semeia desânimo. Generosa - abre caminho à elevação. Maledicente - cava despenhadeiros. Gentil - provoca o reconhecimento. Atrevida - atrai o ressentimento. Serena - produz calma. Fervorosa - impõe confiança. Descrente - invoca a frieza. Bondosa - auxilia sempre. Descaridosa - fere sem perceber. Sábia ensina. Ignorante - complica. Nobre - cria o respeito. Sarcástica - improvisa o despreza. Educada auxilia a todos. Inconsciente - gera desequilíbrio. Por isso mesmo, exortava Jesus: - "Não procures o argueiro nos olhos de teu irmão, quando trazes uma trave nos teus." A língua é a bússola de nossa alma, enquanto nos demoramos na Terra. Conduzamo-la, na romagem do mundo, para a orientação do Senhor, porque, em verdade, ela é a força que abre as portas do nosso coração às fontes da vida ou às correntes da perturbação e da morte. André Luiz Página extraída do livro "Apostilas da Vida" - Psicografia de Chico Xavier.

CONVITE PALESTRA Convidamos a todos os confrades, simpatizantes e demais interessados para assistirem à palestra que será proferida nesta segunda-feira, 15/08/2016, às 20h00, na sede do Grupo Espírita "Bezerra de Menezes", situada à Rua Eugênio Melloni, 195 - Jardim Planalto,desta cidade, quando será abordado o tema "Reflexões sobre a Vida", pelo palestrante Adilson Santos Araújo, da USE de Ribeirão Preto. Desde já, a diretoria agradece a presença de todos.


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PERFIL

MEMÓRIA

Presidente da primeira Câmara era farmacêutico e maçom O primeiro presidente da Câmara local, Manoel José da Silveira, era sergipano e tinha farmácia em Santa Rosa no final do século XIX, no tempo em que o município ainda se encontrava dentro do território de São Simão e a cidade era apenas uma vila ao redor da igreja (hoje matriz da Paróquia Santa Rosa de Viterbo). Formou casal com Ana Antônia Marques, e aqui tiveram Noemy, psicóloga de renome nacional, e Itacy, que escreveu um livro infantil denominado 'Na Vila de Santa Rosa'. - Possivelmente ele é um dos fundadores da maçonaria de Santa Rosa, junto de Manoel Fonseca. Eles se reuniam em uma casa na praça da matriz - diz um membro da maçonaria local. A farmácia do Maneco - como era conhecido na cidade - ficava na mesma praça. Olhando a foto do antigo farmacêutico, a mesma testemunha descreve que ele está paramentado como maçom e posou em ambiente adequado à confraria. - Ele veste uma alfaia com águia bicéfala, representando grau 33 (máximo) da ordem maçônica do rito Escócia. Além disso, uma caveira, símbolo maçom, aparece no fundo da foto. A presença da maçonaria em Santa Rosa, da qual Maneco foi precursor, se mantém viva com as lojas Yara do Rio Pardo e Aurora Santa-rosense.

Doutor Geraldo diz que já consultou mais de 350 mil crianças Pelas suas contas, o médico Antônio Geraldo Balbão Filho já realizou bem mais que 350 mil consultas em Santa Rosa, onde nasceu e trabalha há quase 42 anos. Formado em Botucatu, em 1974, especializado em pediatria, vez ou outra ele encontra pessoas que o reconhecem. - Às vezes sou cumprimentado na rua por pessoas que não reconheço, mas que atendi quando eram crianças. Isso é muito prazeroso. Desde o começo da carreira atuou no hospital local, a cujo berçário passou a emprestar o nome este ano. E opina. - O hospital melhorou, de uns 5 anos pra cá. No momento atende

Médico, de 68 anos, é formado em Botucatu exclusivamente em seu consultório particular.

- Estou com alguns problemas de saúde que me

impedem de desenvolver a profissão plenamente.

Ex-vereador, ele não espera muito das eleições de outubro Vereador por um mandato (1993-96), o médico, de 68 anos, considera fracas as atuações dos atuais legislativo e executivo, e antecipa. - Não vejo melhora possível com as candidaturas que estão colocadas. O padrão parece ser o mesmo. O povo ainda não aprendeu a votar. Nas campanhas que fiz, eu já alertava: voto não tem preço, tem consequências. Enquanto vereador, "Doutor Geraldo" - como é mais conhecido - votou pela rejeição das contas de Decão, que tornaria o ex-prefeito inelegível (o que não ocorreu na prática, pois Decão voltou a se eleger para o mandato seguinte). Foi uma sessão tumultuada, com grande presença de público, na qual o vereador fez um dos discursos mais contundentes. Hoje ele afirma se orgulhar da postura. - Nem por isso eu e Decão ficamos inimigos. Foi um gesto puramente político. Leitor voraz, casado com a professora Selma Penazzo, duas filhas e duas netas, o pediatra é um dos fundadores da Susa.

Manoel da Silveira era pai da psicóloga Noemy


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Chineses vendem pastéis, mas comem o que plantam em terreno miúdo Aparecida da Penha emprestou para Yuting o terreno minúsculo que tem ao lado de casa, e os sogros da chinesa formaram uma horta. As verduras podem parecer estranhas aos que passam pela Avenida Henrique Alonso, mas são base da nutrição diária dos chineses que montaram pastelaria em Santa Rosa. Com utensílio de plástico e faca na mão, o chinês caminha alguns passos de sua casa à horta que cultiva com o auxílio da esposa no quintal da vizinha - na av. Henrique Alonso Martins. Depois de lamentar o pisoteio de algum desavisado sobre um canteiro que fica na calçada, começa a colher o que a família iria almoçar naquele dia da semana passada. Ele não fala nada em português. Sua nora - Yuting - é a única que se arrasta a língua de Camões na casa em que moram. A esposa viajou pra

China, e lá vai ficar por um ano, a passeio. - È um grupo grande que mora nessa casa. São muito boas pessoas. A Tina me pediu o terreno pra fazer a horta. Pra mim foi bom porque, além de não usar, eu ainda tinha que capinar - destaca Aparecida da Penha Araújo, a vizinha. Tina - como é conhecida Yuting - dirige a pastelaria 'Pequim' que funciona na Av. Presidente Vargas. Ela não consegue dizer, de modo inteligível, o nome do sogro, nem escrever. Seus quatro filhos pequenos nasceram no Brasil. Ela veio, há 8 anos, de Cantão, já casada com Mer. Chegaram primeiro a Mococa. Em Santa Rosa, a família está há um ano e seis meses. - Na China só podia ter um filho. O Brasil é bom porque pode ter mais. Conhecemos Santa Rosa por causa de uma família amiga que trabalha em Tambaú.

Modelo de fertilização faz vizinha recusar verduras Com Felipe - o mais novo - no colo, Yuting revela que os outros filhos já frequentam uma escola particular da cidade. Aparecida - cajuruense, separada, mãe de um casal, residente em Santa Rosa há três décadas - acha que os vizinhos usam sementes chinesas por causa dos caracteres que viu nos saquinhos. A verdura vigorosa, bem cuidada, daquele terreno miúdo, cerca de 02m x 10m, é, de fato, diferente. Toda a produção é consumida pelos moradores da casa. Mas a dona do terreno não se arrisca a comer. Ela sentiu cheiro de urina no líquido que o casal, às vezes, coloca nos canteiros. Os restos vegetais que outro vizinho produz ao lado, picotados pela máquina da prefeitura, completam a fertilização. Tina não quis posar para as fotos. Passou o caçula para o colo do avô e sugeriu que sua pastelaria fosse mencionada na reportagem. Reclama de furtos de verduras na horta do sogro e brinca para arrematar. - Muita gente morando na mesma casa é bom pra dividir o aluguel.

Felipe, no colo do avô, é o único que ainda não vai à escola


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CANDIDATO RESPONDE

Chiaperini O candidato Chiaperini está com sua mãe hospitalizada e não pôde responder esta semana. Conforme combinado, o espaço fica em branco.

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Professora Estelinha A Saúde do município vai mal 1- Como o senhor (a) analisa a SAÚDE de Santa Rosa de Viterbo? O modelo é o ideal? Os alto s investimentos financeiros estão dando resultados? Qual nota o senhor atribui ao serviço de saúde local? Os indicadores não são bons. A saúde do município vai mal e três dos pré-candidatos atuais são responsáveis por esta situação desagradável. Estamos tão mal que ficamos atrás dos municípios vizinhos também neste quesito, como vem noticiando este periódico, em suas manchetes, há décadas. O modelo atual deixa a desejar. A lei exige que se aplique em saúde 15% e, hoje, segundo o Planejamento e Finanças da prefeitura, ela investe 28% de sua receita e não apresenta resultado satisfatório, portanto a nota seria abaixo da média, pois o modelo de gerenciamento não tem atingido os objetivos pretendidos. O município está doente e o cidadão santa-rosense, para tirar um simples raio X, tem que se dirigir aos municípios vizinhos. Temos experiência em planejar e somos dois para buscar, em nome do povo, os recursos necessários para melhorar.

por favor, explique.

Sem dúvida, a comunidade e governo são responsáveis por gerir a educação preventiva, que é a chave para uma boa saúde e qualidade de vida. É nosso dever ensinar aos nossos filhos que o único valor que define uma pessoa é o caráter. A escola é este transformador social. Caso eleita este assunto será visto com muita atenção, como o caso da Dengue e outras doenças que acontecem devido à falta de orientação e parceria entre a saúde e educação. Sou educadora efetiva do Estado de SP e Prefeitura. Tenho formação Acadêmica em Supervisão e Administração Escolar e Pós pela USP. O Edmar também tem f ormação acadêmica e várias especializações na área de extensão rural educativa. Entendemos que as ações públicas devem estar em todos os setores e atender 2 - D iz o dita do : aos interesses populares e "Prevenir é melhor que não a vontade individual do remediar". O senhor (a) representante eleito. tem alguma política de prevençã o às doenças 3- A Santa Casa que possa implantar se mantém parceria com o for eleito? Caso tenha, município para a admi-

nistração do Pronto Socorro. Como o senhor (a) vê isso? Será mantido? Ampliado? A p ar cer ia en tr e Prefeitura, Pronto Socorro e Santa Casa, deve ser vista co m bon s olh os. Acredito em equipe, comunidade e perseverança, para provermos soluções necessárias para um assunto de tamanha grandeza, que é a saúde de um povo. O nosso compromisso social vai além de vaidades pessoais, por isso sempre coloco a participação efetiva da comunidade na busca de soluções. Nos últimos anos vejo uma comunidade mais participativa e consciente de suas responsabilidades. Diferente de outros tempos quando as ações vinham de cima para baixo e ficavam pelo caminho. Com o amadurecimento da participação da comunidade e parceria nas ações, os resultados acontecerão e o objetivo de atender a saúde do cidadão será atingido. O que precisamos é melhorar e até ampliar esta parceria, buscando exemplos de sucesso e adaptálos à nossa realidade.


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Tadeu Cicolani A Saúde é direito de todos e dever do Estado 1- Como o senhor (a) analisa a SAÚDE de Santa Rosa de Viterbo? O modelo é o ideal? Os alto s investimentos financeiros estão dando resultados? Qual nota o senhor atribui ao serviço de saúde local?

município fazer mágica com os minguados repasses do SUS. Não dá para ficar enxugando gelo o tempo todo. Esse jornal, ao afirmar que a situação da Saúde é precária no Brasil e em Santa Rosa, expressa a cabal constatação de que o recolhimento dos O ar tigo 196 d a impostos que o cidadão Constituição Federal bra- paga, não retorna em seu sileira, em seu "caput" en- benefício, especialmente sina: "A saúde é direito de dos mais pobres. Como se todos e dever do Estado, vê, o buraco é mais em garantido mediante políti- cima - lá em Brasília - onde cas sociais e econômi- nossos deputados e senacas...". Vejam que nossa dores deveriam alterar a lei Carta Magna determina o para que o dinheiro chedireito de todos, mas não gasse aqui sem desvios obriga a divisão dos impos- nem corrupção. tos da União e do Estado para que os municípios 2 - D iz o dita do : atendam corretamente a "Prevenir é melhor que esse direito. Sem recursos remediar". O senhor (a) suficientes, não há como o tem alguma política de

prevençã o às doenças que possa implantar se for eleito? Caso tenha, por favor, explique. É claro que a medicina preventiva deve ser feita nas Unidades Básicas de Saúde, com médicos especialistas realmente comprometidos com a saúde das pessoas, acompanhando regularmente os pacientes. Nas últimas gestões essa realidade mudou para pior. O agendamento de consultas com médicos especialistas é uma calamidade, não por parte dos funcionários, mas dos gestores que fogem da responsabilidade. Sabe-se que esses médicos contratados pela Prefeitura nem sempre atendem na data agendada, ou simplesmen-

te não aparecem na UBS. Para os casos de doenças vetoriais, especialmente dengue, zika, gripe e assemelhadas, basta seguir as metodologias indicadas pelo Ministério da Saúde e o assunto se resolve. O que não pode é ocorrer epidemias previsíveis, cujas sazonalidades são bastante conhecidas, mas que não são atacadas com vigor, em suas prevenções. Falta de vontade? 3- A Santa Casa mantém parceria com o município para a administração do Pronto Socorro. Como o senhor (a) vê isso? Será mantido? Ampliado? O Pronto Socorro é da prefeitura que fez par-

ceria com a Santa Casa, ficando esta responsável pelo seu funcionamento. Mas o que se vê é um co n tra ssen so monumental. O Pronto Socorro deveria somente atender casos de urgências. Quando fui presidente da Santa Casa, havia um corpo clínico que fazia cirurgias de pequena e média complexidade e grande parte dos partos do município. Há dez anos, o teto repassado pelo SUS ao hospital era de R$ 50 mil por mês. Hoje esse teto é cerca de R$ 23 mil. Mas o que se vê, então? O Pronto Socorro atendendo inclusive consultas normais que deveriam ser r ealizadas nas

UBS's. Isso é trágico! E a Santa Casa, com baixo número de procedimentos, fica sujeita às vontades do prefeito e do chefe de saúde, causando esse caos e a dificuldade para montar um corpo clínico adequado para que ela fique autossustentável. Por isso eu afirmo:- quem já fez, pode voltar a fazer de novo. E viva Santa Rosa! Tadeu Cicolani - candidato a prefeito pelo Partido Verde - PV. Fabinho da Auto-escola - vice.


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Fernando Engenheiro

Nando Gasperini

Saúde da Família é a estratégia definida para oferecer uma atenção básica mais resolutiva e humanizada

Nossa administração cuidou bem das pessoas 1- Como o senhor (a) analisa a SAÚDE de Santa Rosa de Viterbo? O modelo é o ideal? Os altos investimentos financeiros estão dando resultados? Qual nota o senhor atribui ao serviço de saúde local?

1- Como o senhor (a ) analisa a SAÚ DE de Santa Rosa de Viterbo? O modelo é o idea l? O s a lto s investimentos financeiros estão dando resultados? Qual nota o senhor atribui ao serviço de saúde local? Não tenho como julgar os serviços que estão sendo desenvolvidos atualmente, pois acredito que qualquer gestor que estivesse no poder hoje estaria tentando fazer o melhor. Bons investimentos são as melhores formas de atacar as dificuldades em saúde pública. Um dos principais problemas da saúde brasileira é a indefinição das regras que regulam seus serviços. A frouxidão das normas em relação a contratos, pagamentos ou responsabilidades pelos serviços de saúde colabo ra p ara a má gestão dos recursos, que se perdem em programas e projetos. Pouco integr ada, a rede é feita de iniciativas que morrem à míngua, com contratos malfeitos, pou-

co fiscalizados, e composta de equipes que se modificam de quatro em quatro anos. Para combater essas dificuldades, temos que ter boas iniciativas e ideias que garantam à administração adequação do dinheiro dedicado aos programas de saúde. 2 - D iz o d itad o : "Prevenir é melhor que re med i a r". O senhor(a) tem alguma po lítica de p revenção às doenças que po ssa implantar se for eleito? Caso tenha, por favor, ex plique. Médico da Família ou medicina familiar. O Programa de Saúde da Família é a estr atégia def inid a para o ferecer uma atenção básica mais resolutiva e humanizada no município. A Atenção básica é um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde. É a

porta de entrada do sistema de saúde e se articula com os outros níveis de atenção. Sei que parte desse programa já está em andamento e pretendo ampliá-lo. 3 - A Santa Casa mantém parceria com o município para a administração do Pronto So c o rro . Co m o o senhor(a) vê isso? Será mantido? Ampliado ou paralisa do? O senhor pode garantir que até o final de sua administração, se eleito, o hospital atenderá com pequenas cirurgias? É sonho de qu alquer gestor público que todos os setores da admin istração v á bem, e principalmente a saúde, pois é um dos meus desejos: que o mais rápido possível possamos não só fazer pequenas cirurgias, mas também termos condições para efetivar os nascimentos de sa n t a- r o s en ses , p o is hoje a maioria está nascendo em Cajuru ou Ribeirão Preto.

favor, explique. A prevenção é o melhor investimento que um governo pode propor à Saúde. Isso não é apenas dito popular. Penso que a administração precisa criar meios de envolver instituições particulares (escolas, empresas, comércio), e aproximar os programas de prevenção dos cidadãos de uma forma eficaz. Muitas pessoas esperam algum sintoma ou a própria doença aparecer para buscar ajuda, simplesmente por não terem o hábito de irem ao médico. Caberá ao nosso governo propor campanhas e chegar mais próximo do cidadão, seja para prevenir doenças crônicas como o diabetes, a hipertensão, como para prevenir os vários tipos de câncer. A dengue e as demais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti foram combatidas, com maior eficiência, nas pequenas cidades de nossa região, onde a mensagem e as pessoas do governo vivem mais próximas do cidadão comum. Em alusão à famosa música, o governo também tem de ir onde o povo está!

Os serviços de Saúde Pública que vêm sendo prestados aos santa-rosenses, nos últimos oito anos é, segundo o que os próprios cidadãos relatam, o maior problema de Santa Rosa, seguido do desemprego e da limpeza da cidade. A meu ver, este modelo está longe de ser o ideal e os investimentos que foram e estão sendo aplicados - não atenderam e nem atendem a expectativa dos usuários do SUS, nem muito menos supre a necessidade dos santarosenses. Quanto à atribuir nota para a saúde da gestão Chiaperini-Cassinho, creio que seria deselegante de minha parte qualquer pretensão nesse sentido. Imagino que a melhor e mais verdadeira NOTA para a SAÚDE de SANTA ROSA este jornal poderia obter saindo às ruas ou ouvindo as pessoas que são atendidas nas saídas das unidades de saúde. Sei que não existe milagre para 3- A Santa Ca sa a saúde do país, mas é pos- mantém parceria com o sível melhorarmos, sim, o município para a admiatual modelo. nistração do Pronto Socorro. Como o senhor(a) 2- Diz o ditad o: vê isso? Será mantido? "Prevenir é melhor que Ampliado ou paralisado? remediar". O senhor(a) O senhor pode garantir tem alguma política de que ate o final de sua adprevençã o às doenças ministração, se eleito, o que possa implantar se hospital atenderá com for eleito? Caso tenha, por pequenas cirurgias?

A parceria entre o município e o nosso hospital é importante para a manutenção desta entidade, que como todas as Santas Casas vive situação de dificuldade financeira. Havendo estrutura e condições para a prestação dos Serviços de Emergência e do Pronto Socorro, de forma satisfatória, não existem motivos para que este serviço seja retirado do local. Nosso objetivo é ampliar e melhorar os serviços prestados na saúde. Quanto a garantir se o hospital atenderá pequenas cirurgias, prefiro a prudência: não sabemos como o atual prefeito deixará as contas da prefeitura e nem como estará a situação do país em 2017. Para isso é preciso dinheiro. No governo passado, conseguimos viabilizar as pequenas cirurgias no hospital. Tudo o que for para facilitar a vida das pessoas e melhorar a saúde, tenha certeza que iremos fazer. Afinal, nossa administração não ficou marcada por obras gigantescas, mas por cuidar bem das pessoas. E é isso que ouço que a população espera do futuro prefeito.


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Omar Nagib do vôlei - Pelas Olimpíadas, o voleibol do Egito bateu o de Cuba por 3x0. Mas a nossa surpresa foi quando o jogador 14 entrou em quadra pelo Egito: Omar Nagib, homônimo do ex-prefeito de Santa Rosa. Pelas redes sociais, um amigo de Omar, o são-paulino Edson Silvério, comentou: “Esse do vôlei é igual ao nosso Omar no futebol: Lento, reclamão e não acerta uma”. Omar Nagib rebateu: “Uai, então sou o Lugano”. Edson não comentou mais.

Tamanho de poste - Uma das três mudas de mogno que o pedreiro José Salvador Verucci, 65 anos (foto, com as mãos na árvore), plantou em Nhumirim, há três anos, já alcança altura de poste de energia - 7 metros. As outras duas também se desenvolvem bem na área de cerca de 2 mil metros quadrados que virou bosque - ao lado da estação do antigo ramal de Cajuru, da ferrovia Mogiana - graças à iniciativa de alguns moradores do bairro. - Deu o que fazer pra gente rasgar o pedregulho na cavadeira, pra fazer a cova. Mas essa muda cresceu bem mais que as outras - admira-se Zezé, hoje aposentado. Ele semeou 25 sementes da espécie, trazidas do Pará, e apenas 5 germinaram. As três mudas foram plantadas no dia 25 de janeiro de 2013. O mogno mais desenvolvido tinha, em março de 2014, cerca de 4 metros de altura. Seu tronco foi agredido por algum objeto cortante e ficou sem a casca. Testemunhas dizem que foi ação de uma máquina da prefeitura que fazia limpeza no local. Zezé Verucci lamenta o ocorrido, mas acha que a árvore vai se recompor.

FUNDO DO BAÚ

Esse time do Santa Rosa FC foi campeão amador regional de 1970. A foto foi feita no estádio da Av. Rio Branco que, nos anos 90 do século passado, passou a ter o nome de seu técnico Rubens Bellizzi, o primeiro em pé à esquerda. Em seguida estão Mimi, Jadier, Neca, Nenê Carioca, Wagner, Pedrinho, Dedê, Fernando, Xaxá (massagista) e Buca. Agachados: RomeuTerra, Valtinho, Tiãozinho, Bom Bril, Meme, Pedro e Álvaro (o garoto é Zetão).


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TIRAS POLICIAIS

Casa é furtada no Jardim Primavera Uma casa foi furtada no jardim Primavera, sextafeira (8), por volta das 13h. A vítima declarou no Boletim de Ocorrência que estava em seu trabalho e ao retornar a sua casa para almoçar encontrou os vidros da porta da copa, janela do corredor e do escritório quebrados e percebeu que seu notebook havia sumido. Ainda afirmou que iria fazer um levantamento dos demais objetos para saber se mais alguma coisa tinha sido levado. A PM foi acionada e fez patrulhamento pelo local, mas não encontrou nenhum suspeito.

Homem é preso com 13 pedras de crack Um homem foi preso no Jardim das Flores com 13 pedras de crack, quarta-feira (10), por volta das 20h. Segundo o Boletim de Ocorrência, a polícia recebeu uma denúncia anônima que um indivíduo estava traficando crack pelo bairro citado. Chegando ao local, a PM encontrou o suspeito tentando desfazer das drogas jogando ao chão e pisando em cima. Ao ser abordado, confessou que vendia cada unidade por R$5. Ele foi levado para o Pronto Socorro para fazer exame de corpo de delito e na sequência para a delegacia, onde foi preso. Além da droga, foi aprendido um celular e cerca de R$50.

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Santa Rosa irá participar de caminhada para ajudar Hospital do Câncer de Barretos A equipe do Hospital do Câncer de Barretos se reuniu com autoridades e a população em geral para conversar sobre o projeto "Caminhos que Salvam", na última quarta feira (10), às 19h, no Centro Cultural. O projeto tem como objetivo sensibilizar e despertar a atenção da sociedade para o diagnóstico precoce e a prevenção do câncer em crianças e jovens, e prevê uma caminhada no dia 27 de novembro, um domingo, com saída programada às 7h30 da Praça "Zuleika de Melo Moura Balbão" (Praça do bairro Nosso Teto) em direção à Praça André Passoni (Praça da Cohab 3). Para participar, o interessado precisa com-

prar o "Kit Caminhada", no valor de R$30,00, contendo um boné, uma camiseta e uma garrafinha de água, todas com o logo da campanha. A quantia arrecadada será revertida totalmente para o Hos-

pital do Câncer de Barretos. Os kits estão sendo vendidos no Fundo Social de Solidariedade, no Centro Cultural e na Clínica 4 Patas. A cidade começará disponibilizando inicialmente entre 500

a 600 kits. A ação será simultânea com dezenas de cidades de todo o país. No ano passado, participaram cerca de 370 cidades. Durante o evento, serão distribuídos panfletos informativos.

Carro é furtado no Jardim Planalto Um carro foi furtado no Jardim Planalto, sextafeira (8), por volta das 22h30. No B.O, a vítima alegou que havia deixado o veículo estacionado próximo a um bar para conversar com alguns amigos. Cerca de 20 minutos depois, voltou ao local e não encontrou mais seu carro, ele também disse que não recordava se tinha trancado as portas antes de sair. Ele acionou a polícia, e até o momento ninguém foi preso.

Audiência Pública sobre segurança Acontecerá a 2 ª Audiência Pública para revelar números sobre a Segurança de Santa Rosa nesta segunda-feira (15), às 19h, no Centro Cultural. A 1ª foi em maio, e divulgou números compreendidos entre janeiro a abril de 2015 e estes mesmos meses de 2016, agora serão passados comparativos de maio a julho de ambos os anos.

Eita inverno esquisito Terça feira, 09/08, 15h00, o termômetro do “Estrela Azul” marcava 30 graus num calor de rachar em pleno inverno de Santa Rosa. No mesmo horário, mas no dia seguinte, a chuvinha fina e o friozinho de 15 graus davam um ar verdadeiro de inverno na cidade.


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FESTA DE SANTA ROSA DE VITERBO 2016

Jovens encenarão o 'Auto da Padroeira' na Praça Matriz A 'Festa da Padroeira' deste ano conta com uma série de celebrações diversificadas em relação às anteriores. O diferencial são as festividades, que já se iniciaram, e ocorrem até o dia da padroeira (4 de setembro), que também é aniversário da cidade. Um dos grandes destaques será a 'Encenação Auto da Padroeira', uma peça de teatro sobre a vida de Santa Rosa, no dia 27 de agosto, às 21h, em frente à Praça Matriz. O enredo trará fatos históricos da vida de Rosa em Viterbo, desde a sua infância à vo-

cação de Clarissa, serão narrados seus milagres, dificuldades que enfrentou para ajudar os pobres, sempre levando Cristo, um pouco sobre como a santa italiana se tornou a padroeira do município, dando origem do nome da cidade. Também serão interpretadas grandes personalidades santa-rosenses como a 'Sá Chica', 'Fabiana Honorato' e o Velho conhecido 'Mascate'. A iluminação será um show a parte, a igreja irá mudando de cor conforme a apresentação, terá um canhão de luz para desta-

car os atores, chuva de prata e fogos para encerrar a peça, que terá aproximadamente 1h30 de duração. Participarão cerca de 100 atores. Quem quiser participar, ainda dá tempo, o interessado deve ir ao salão capela neste domingo às 14h30, que será o penúltimo ensaio. Imagem Peregrina e Quermesse - Aos domingos, a Imagem Peregrina de Santa Rosa está visitando alguns bairros, às 9h. A santa sai da Praça Matriz e segue em carreata até o local escolhido. No últi-

mo domingo, foi o Bosque de setembro, haverá uma Municipal, amanhã será o quermesse no Salão CapeJardim do Sol. Entre 2 e 4 la. Para mais informações,

entre e curta a página no facebook: Festa de Santa Rosa de Viterbo 2016.

Ópera leva mais de 300 ao Espaço Mogiana A Cia Minaz de Ópera, de Ribeirão Preto, trouxe o grupo "Os Tenores" para se apresentar no último sábado (6), às 20h, no Espaço Cultural Mogiana

Os Tenores intercalaram clássicos da música erudita

Os três cantor es, Ozório Christovam, Rafael Stein e Sasha Ganade, contagiaram o bom público de quase 300 pessoas, com belas vozes, carisma e a forma bem humorada, com algumas caretas e dancinhas. Os Tenores intercalaram clássicos da música erudita, como 'O Sole Mio', de Ed uar do d i Capu a, 'Nessun Dorma', da ópera Turandot de Puccini, 'New York, New York', de John Kander e Fred Ebb, 'Love me Tender', de Elvis Presley e até Roberto e Erasmo Carlos, com 'Amante à Moda Antiga'. Cada uma das músicas era cantada por um dos artistas, mas às

vezes se uniam em um coral e misturavam as vozes. Ao final da apresentação a plateia pediu bis. O grupo ainda é formado por Lucas de Paula no piano, Vinicius Porfírio Ferreira no contrabaixo, Thiago Carbonari na bateria, Manga Moraes no trompete e Mauro Zacharias no trombone, que faz parte de um projeto que percorre o interior paulista mostrando a música lírica para um público que não está acostumado com esta arte. Domingo tem circo no Centro Cultural O Circuito Cultural Paulista traz amanhã, às 17h, no Centro Cultural, o 'Circo

Jazz', que se inspira nos espetáculos de variedades da década de 1930, e apresenta o melhor das trupes "Cabaré de 3 Vinténs" e "Trupe Baião de 2", com trilha sonora ao vivo e números de acrobacia, percha-lira, malabares e perna de pau. Feira de artesanato noturna - A Fundação Cultural convida todos os interessados a comparecerem no Centro Cultural na terça-feira (16), às 19h, para uma reunião com artesãos da cidade para que seja definida a data de início da feira de artesanato, que passará a ser mensal e noturna.


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Veganismo: Bem estar e vida saudável Gabriel Carmello Caldas

"Devo ter nascido vegana. Quando pequena não via muita relação entre animais e alimentação. Como seria possível e ainda necessário pagarmos pela morte deles para obter proteína e crescer forte?", conta a polivalente, Atlas Voltan, 24, estudante de Publicidade e Propaganda, designer, fotógrafa e ainda trabalha com audiovisual. A jovem conta que cresceu com um grande envolvimento com o movimento punk, de onde recebeu influências de escritores e filósofos vegetarianos, um círculo onde ela viu as escolhas de consumo ligadas diretamente a posições sociais, políticas, o que foi lhe guiando pra conhecer a si mesma e o planeta no qual sonhava viver. Mas apenas com o advento da internet, e muito choro com vídeos de abatedouros, Atlas se tornou vegetariana, isso aos treze anos. "O amadurecimento dentro dos meus próprios motivos me fez chegar ao veganismo, pois para além e antes da carne chegar ao prato, há degradações e explorações nos mais diversos âmbitos." Porém nessa caminhada de se tornar vegana, fraquejou três vezes comendo queijo, e em 2013 finalmente conseguiu. A autônoma, Francine Massaro, 22, descobriu a respeito do veganismo em 2012. Na época, só consumia refeição se houvesse carne, e ainda zoava vegetarianos, achando que essa opção era completamente desnecessária.

Uma dessas brincadeiras ofendeu uma amiga vegetariana. Por causa disso, decidiu pesquisar sobre o assunto. Na época ela fazia parte de uma ONG animais de Ribeirão Preto (Focinhos SA) e começou a enxergar certa incoerência em amar uns e comer outros. Após muita pesquisa e conversa com amigos, se tornou vegetariana. O veganismo veio três meses depois. "Depois que você vê a realidade, continua a pesquisar sobre, e cria empatia, dificilmente as pessoas voltam atrás. Entendo que pra alguns a mudança é mais difícil do que pra outros, mas o que basta é começar", explica Francine. O que é veganismo? - Segundo Atlas, o termo vegano foi criado na década de 40 para definir o movimento de pessoas contra qualquer tipo de exploração ambiental. "Em teoria, o vegano não consome nada de origem animal, o que em uma sociedade que usa e abusa do sofrimento dos animais é um desafio", diz, "É surpreendente quando tu começa a ler as embalagens n os sup er mercad os, a quantidade de produtos que contêm algum elemento de origem animal ou são testados neles", completa. Para Francine, o veganismo não é só uma posição alimentar, mas também filosófica. "Você não é vegano, se não for vegetariano estrito". Segundo ela, o veganista não usa nada de origem animal, não vai a rodeios, não frequenta zoológicos, se preocupa e se comove com

causas sociais, não consome, por exemplo, marcas que sabemos que provem de trabalho escravo. "A questão é que muita gente acha que veganismo é só a respeito de bicho, mas na realidade é um todo. Igualitarismo." O começo e a saúde - Francine revela que não foi fácil começar, primeiro porque amava carne e detestava qualquer tipo de vegetal. Segundo, que as pessoas viraram 'nutricionistas' e lhe diziam que precisava comer carne, se não iria passar mal, tanto que na primeira semana teve alguns problemas de saúde, que mais tarde descobriu que foram psicológicos, de tanto lhe disserem que aconteceria algo de ruim. Uma das dificuldades relatadas por ela é a falta de alimentos veganos em muitos locais, inclusive Santa Rosa, pois alguns estabelecimentos até desligaram o telefone na cara dela quando questionava sobre os ingredientes. Em contrapartida, sua saúde está excelente. "Antes eu

Atlas recebeu influências de escritores e filósofos vegetarianos tinha muita queda de pressão, tremedeira, chegava a quase desmaiar, e meus exames de sangue sempre voltavam faltando algo. Conforme foi passando o tempo, todo esse mal-estar diminuiu. Hoje é praticamente nulo. Meus exames nunca mais voltaram faltando nutriente." Para Atlas, mudar hábitos, no geral, é uma dificuldade de todos, tanto

física, quanto psicológico, os primeiros passos são dificultosos. "Você não sabe ao certo o que comer, ou como se portar em jantares, mas tu vai ficando experiente, com um pouquinho de pesquisas e conversas com veganos e cria suas estratégias e as dificuldades vão findando". A alimentação dela é colorida, mas nunca nega uma batata frita, hambúrguer, pizza, chocolate, pois

existem opções de pratos livres de animais. Altas co memo r a sua saúde, "Não me recordo a última vez que adoeci, nasci com anemia, mas sempre cuidei com alimentação, tenho exames periódicos e estão sempre perfeitos", ela ainda é praticante de meditação, e a expansão da sua mente f oi inerente com a ausência dos componentes da carne.


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SAUDADE DA FAZENDA AMÁLIA

Ela ocupava área de 3 mil alqueires do município que engatinhava A Enciclopédia dos Municípios Paulistas, publicada em 1913, registrou o que era a Fazenda Amália naquele tempo em que o município apenas engatinhava. Na abertura do relato, uma palavra sobre o dono da propriedade: "É uma propriedade agrícola das mais importantes e bem organizadas do Estado de São Paulo, de propriedade do Sr. Dr. Hen-

rique Santos Dumont cujo nome está intimamente ligado ao progresso econômico de São Paulo, e cujo gênio empreendedor é altamente apreciado aqui e fora, em todos os países da Europa". Tal lembrete procura remeter, certamente, ao ir mão mais novo do empresário, Alberto, que em 1906 realizou o célebre voo com o aeroplano 14 Bis em Pa-

ris. A Enciclopédia destaca a figura do empresário - filho de Henrique Dumont, um dos reis do café de Ribeirão Preto - como "um dos primeiros a empreender com coragem e tenacidade a organização das colossais plantações caf eeir as, co mo f o i a grande Fazenda Dumont, vendida pelo fabuloso preço de um milhão esterlino a uma companhia inglesa".

Italianos eram maioria nas 420 famílias O marido de Amália Ferreira - que emprestou o nome à propriedade comprava terras desde o século anterior para agregar a ela, abonado pela herança do seu pai falecido em 1892. "A fazenda Amália, situada no município de Santa Rosa, ocupa uma área de 3.000 alqueires de terra ubérrima onde se produz café, cana e ce-

reais em abundância, com excelentes pastos para criação". Na época a maioria do povo residia na zona rural. No caso da Amália, em 20 colônias que somavam 580 residências, "higiênicas, sólidas e construídas de tijolos", segundo a Enciclopédia, onde viviam "420 famílias de colonos e empregados, quase todos italianos, com uma eterna

primavera na alma, devido ao ótimo tratamento e ao bem estar que a eles se vem dispensando". A fazenda, parecida com uma cidade, já era atravessada por 30 Km de linha férrea para uso particular - sobre a qual rodavam 100 vagões 4 locomotivas -, conectada ao ramal Santos Dumont da Mogyana. "Em redor da estação Amália vê-se uma inteira cidade, onde, entre os vastos armazéns de depósitos e fornecimentos de todos os gêneros domésticos e agrícolas, a moradia do proprietário e do administrador, os estabelecimentos industriais, surge a bela igreja de N. S. da Glória erguendo ao céu a sua cruz, símbolo de paz e de amo r. A Fazen da Amália conta 800.000 pés de café, com uma produção média anual de 50.000 arrobas. Produz, além disso, cereais e madeira para consumo local".

A usina Amália em 1913, com a capela N. S. da Glória atrás

1.500 animais pastando Além das 400 vacas caracu, havia na Amália 1.110 cabeças de cavalos e burros. O engenho de açúcar e álcool "dispõe de ricos e dos mais aperfeiçoados maquinismos movidos ora a vapor, mas em breve, a eletricidade". E o relatório continua:"O Rio Pardo banha por mais de 20 Km a fazenda, e no lugar denominado Itaipava, aproveitando-se de uma corredeira, acha-se em fim de construção uma importante instalação hidráulica Máquinas para benefício de café e arroz, serrarias, carpintarias e oficinas mecânicas eram "admiráveis". E a educação é subministrada em duas escolas estaduais e uma mantida pela fazenda com uma população de cerca de 200 crianças".


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FALA NOSSO TETO

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Rotatória da "Joaquina" está pronta A construção da rotatória na avenida Joaquina Custódia Ribeiro, finalmente foi concluída esta semana com o asfaltamento realizado. Dois postes de cimento que não haviam sido retirados do meio da rua quando o asfaltamento começou, gerou comentários e piadas nas redes sociais. Iniciada há pelo menos dois anos, a obra foi interrompida duas vezes, causando transtornos à população. A primeira por conta

de uma árvore centenária. Um pé de óleo de Copaíba, cujas raízes estavam fincadas dentro do empreen dimento imo biliár io Nova Canaã- por onde a ampliação da avenida haveria de passar- e precisou ser cortada. O fato gerou polêmica e protesto dos cidadãos e a obra empacou. A outra interrupção aconteceu por um vacilo da administração, que só descobriu que a rotatória ocuparia espaço de um terreno particular, com a obra

Alunos da "Wolmar" homenageiam os pais

Na noite da última quinta feira (11), crianças da 1ª à 5ª série da E.M.E.I Wolmar Ribeiro Balbão fizeram uma apresentação em homenagem ao Dia dos Pais que será comemorado amanhã, domingo (14). Os pais compareceram em massa e se emocionaram com seus pupilos.

já em andamento. Solucionado os problemas, a Yamaschita Empreendimentos Imobiliários, empreendedora do loteamento Nova Canaã, bancou a rotatória. Antes da duplicação e asfaltamento a "Joaquina" era lixão a céu aberto, escura, com muita erosão, poeira e mato. Motoristas

tinham que ziguezaguear entre valetas para atravessarem a rua. Por cau sa desses pr oblemas, morador es como Tati Gu ar n ier y abandonaram o bairro:Não aguentei esperar que resolvessem os problemas, disse ela. For am mais de trinta anos esperando a solução.

GRAMÁTICA NA MEDIDA Hoje a dica é sobre os "porquês" da vida... Usa-se "por que" (separado e sem acento) em perguntas: "Por que você não veio?" ou "ela não disse por que veio". Ele também pode substituir as expressões "pelo(s) qual(is) ou "pela(s) qual(is)": "os caminhos por que passei são árduos". Para perguntas no final de frases, usamos o "por quê" (separado e com acento): "ela não foi por quê?". Usamos "porque" (junto e sem acento) para exprimir causa ou explicação: "ela não veio porque não quis". Podemos substitui-lo por "pois", por exemplo, caso haja dúvida (no caso de explicações). Por fim, escrevemos "porquê" (junto e com acento) quando ele for um substantivo. Como assim? É fácil: ele sempre vem precedido de "um(ns)" , "o(s)" ou alguma palavra que o defina: "não sei o porquê disso" ou "dê-me um porquê para isso". Fique de olho! E feliz páscoa para todos! Aline Vilela é professora de português na rede privada de ensino e corretora de vestibulares. #gramáticanamedida

Na altura do Montorão o tráfego continua fechado na mão de direção qu e f lui no sentido bairro-centro. Por causa disso, motoristas se habituaram a trafegarem nas duas mãos de direção, em ambos os sentidos. Com a rotatória pron-

ta, o tráfego de veículos pelo local deve aumentar, a prefeitura precisa agir rápido no problema para evitar graves acidentes.


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JORNALZÃO ALZ ÃO- E DClélia OOJORN . 1.060 Zanardo - 13/08/2016 E D IÇ ÃO 1.060 13/08/2016

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O Jornalzão, edição 1060  
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Jornal semanal de Santa Rosa de Viterbo

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