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DESEJO EM REALIDADE É A IDEIA DA RENAULT COM O

DEZIR

Montana 2011 é lançada

oficialmente pela Chevrolet Página 2

Lamborghini inova

com touro de 570cv


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Novidade

Nova Montana, design

surpreendente em duas versĂľes


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Novidade Já está nas revendas a nova Montana da Chevrolet. Considerada a maior picape do segmento, com 758 quilos de capacidade de carga, o lançamento tem posição de dirigir mais elevada, design atraente e frente mais alta que dão uma percepção de se tratar de um modelo entre uma picape compacta e uma média. Equipada com eficiente motor Econo.Flex, o 1.4 aspirado mais potente do mercado brasileiro,tem um novo e moderno sistema de gerenciamento. Os planos da montadora seguem a todo vapor na renovação de sua linha de veículos no Brasil, e, entre as novidades está a Nova Montana. Um veículo totalmente novo, sendo o segundo modelo da Família Viva - que inclui o Chevrolet Agile, o novo referencial no segmento dos hatchs compactos. A Nova Montana chega repleta de novidades: design diferenciado, que mescla linhas belas e robustas – que passam a sensação da picape ser maior

que todas as suas concorrentes, ficando entre uma picape pequena e uma média – até a maior capacidade de carga da categoria: 758 quilos. ANova Montana será comercializada em duas versões, a LS e a Sport, cada uma delas voltada para um tipo de utilização; trabalho e lazer. Seu design transmite ainda mais robustez e força, graças às suas linhas mais dinâmicas e fluídas. A frente segue o padrão global da Chevrolet, com a grade do radiador secionada e faróis com um estilo único. Asuperfície lateral desprendese, mais larga do parachoque dianteiro, envolvendo o side step (degrau lateral) – lembrando as picapes Heavy Duty americanas - até chegar às lanternas, enquanto a tampa traseira tem um pequeno desnível na parte superior, projetado para melhorar a visibilidade. Segundo Denise Johnson, presidente da General Motors do Brasil, a nova Chevrolet Montana é um veículo para consumidores que buscam design diferenciado e capaz de combinar simultaneamente robustez e conforto. “Além disso, a Nova Montana herdou do Agile características únicas, como a ótima

posição de dirigir e diversos recursos de série”, salienta. Ela destaca ainda o grande espaço interno da cabine, inclusive para a bagagem atrás dos bancos e ainda a caçamba, com a maior capacidade de carga do segmento. Mas, além do visual diferenciado e das qualidades mecânicas, a picape inova mais uma vez no segmento. Depois de ter sido pioneira na introdução do side step – degrau que facilita o acesso a caçamba, a Nova Montana chega com um pacote de tecnologias exclusivas para o segmento, como piloto automático, computador de bordo, ar-condicionado com display digital e sensor crepuscular, elevando a oferta de equipamentos a um nível nunca antes atingido por nenhuma de suas concorrentes. AMontana LS é a versão voltada para o trabalho e para o transporte de cargas. Robusta, ela tem uma nova suspensão traseira, com um projeto totalmente novo. Com molas e amorte-

cedores especialmente desenvolvidos, a LS oferece a maior capacidade de carga do segmento, 758 quilos, a serem distribuídos em uma caçamba de 1.100 litros (1.180 sem o protetor de caçamba). Já a versão Sport, pelas suas características, é mais esportiva e voltada para o lazer. Ou seja, tem o conforto necessário para o dia a dia, encara até uma aventura urbana e tem a competência para os finais de semana no campo ou na praia, carregada ou não. Ambas as versões são equipadas com o eficiente motor 1.4 Econo.Flex, que possui um novo sistema de gerenciamento eletrônico totalmente desenvolvido pela General Motors no Brasil. Este motor gera 102 cv a 6.000 rpm e 13,5 kgf.m a 3.200 rpm quando abastecido com etanol 97 cv e 13,2 kgf.m a 3.200 rpm, com gasolina. É o motor 1.4 aspirado mais potente do mercado brasileiro.

SEGUNDO DENISE JOHNSON, PRESIDENTE DA GENERAL MOTORS DO BRASIL, A NOVA CHEVROLET MONTANA É UM VEÍCULO PARA CONSUMIDORES QUE BUSCAM DESIGN DIFERENCIADO E CAPAZ DE COMBINAR SIMULTANEAMENTE ROBUSTEZ E CONFORTO.

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Novidade

Design De acordo com o diretor de Design da General Motors para a América do Sul, Carlos Barba, o desenvolvimento do Agile e da Nova Montana foi feito conjuntamente, para que ambos os veículos tivessem características semelhantes, porém cada um deles com uma identidade própria. “Mais um projeto da Família Viva, a Montana possui um design que transmite ainda mais robustez e força, graças às linhas dinâmicas e fluídas”, acrescenta o executivo. A nova picape da Chevrolet não é imponente apenas pelo visual robusto. Ela é a maior picape da categoria, com 4,51 metros de comprimento, 1,70 metro de largura e 1,58 metro de altura. Sua frente segue o mesmo padrão global da Chevrolet, com a grade do radiador como um elemento trapezoidal secionada por uma barra, onde é aplicada a gravata dourada, símbolo da marca. A superfície lateral se desprende mais larga do parachoque dianteiro, envolvendo o side step (de-

grau lateral) até chegar às lanternas. Estas, por sinal, são verticais e possuem um desenho diferenciado, que dão percepção de que a picape cresceu na parte traseira. Como os faróis, as lanternas tiveram um tratamento especial denominado "Efeito Jóia", ou seja, as peças são mais brilhantes e oferecem uma iluminação mais eficiente. O teto da Nova Montana tem um detalhe de design bastante interessante e que complementa o visual da cabine. Trata-se de uma elevação, que começa alguns centímetros após a junção do teto com o parabrisa e vai até a parte traseira da cabine encontrando-se com o brake-light(terceira luz de freio). Outro detalhe é o rack de teto, item de série para a versão Sport. A caçamba - uma das maiores da categoria, com 1.100 litros de capacidade (1.180 sem o protetor de caçamba) - possui uma iluminação direcional, graças ao brake-light, fixada

na parte superior da cabine. Já a tampa traseira da Nova Montana tem um pequeno desnível na parte superior, projetado para melhorar a visibilidade traseira. Segundo Carlos Barba, esse sistema ainda melhora as operações de carga/descarga quando a caçamba está fechada. O parachoque traseiro do modelo é feito em chapa de aço – a Nova Montana é a única picape de sua categoria que utiliza este material -, tornando-se mais resistente quando alguma pessoa precisa pisar neste compartimento para subir na caçamba e colocar ou retirar alguma carga. E para ajudar, ainda há um degrau traseiro que, além de compor o design,

tem uma função muito importante também para facilitar o acesso à caçamba. Internamente, a Nova Montana tem um diferencial importante em relação às demais picapes do segmento: posição elevada de dirigir, graças ao ponto “H” mais alto. “Para uma picape isso é fundamental, uma vez que aumenta a visibilidade dianteira e traseira”, ressalta Carlos Barba. Esta posição de dirigir e a frente mais alta dão uma percepção de se trata de um modelo posicionado entre uma picape compacta e uma média.


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Novidade Outro diferencial é a nova tecnologia “embossed” dos bancos da cabine. Trata-se de uma gravação em baixo relevo para os tecidos, dando um aspecto mais aconchegante ao habitáculo. Essa tecnologia de confecção dos assentos traz mais "conforto visual", requinte no acabamento e sofisticação, uma vez que dá uma visão tridimensional aos bancos. Na categoria das picapes compactas, nenhum outro veículo possui esse recurso de design de interiores. Os grafismos do tecido dos bancos da Nova Montana são diferenciados nas duas versões. Mas as cores do painel e das portas são as mesmas para as duas versões. O "Efeito Jóia" também pode ser visto em alguns detalhes do interior da Nova Montana, como os cromados que dão contorno aos botões de controle do ar-condicionado ou nos puxadores das portas. O interior da picape da Chevrolet também se baseia no conceito do "dual cockpit" (dupla cabine, em português). É como se fossem dois ambientes num mesmo interior: o lado do motorista, mais técnico, focado na visibilidade e com os instrumentos a mão; e o lado do passageiro, onde se destaca o aspecto do lazer, com espaço maior para as pernas, e com os porta-objetos e recursos de entretenimento mais próximos. Apesar de serem dois ambientes, eles estão conectados pelo desenho do painel superior.

Diferenciais comuns para as duas versões Embora as versões LS e Sport tenham suas particularidades e equipamentos distintos, ambas têm alguns componentes comuns e diferenciados em relação aos concorrentes. No que se refere ao conforto e flexibilidade, a Nova Montana destaca-se pelo assento do motorista com regulagem de altura, posição de dirigir mais elevada, 25 porta-objetos na cabine – incluindo um abaixo do banco do motorista - e banco dianteiro do passageiro com encosto rebatível - e volante com regulagem de altura. A nova picape da Chevrolet possui muitos recursos que normalmente são encontrados apenas em veículos de categorias superiores, tais como controle de velocidade de cruzeiro (mais conhecido como "piloto automático”) para a versão Sport, computador de bordo com seis funções, ABS para os freios e duplo airbag. Outros itens mais avançados no que se refere à tecnologia também são de série na Nova Montana. O painel mistura partes digitais com analógicas, ambas com iluminação “Ice Blue”, a mesma encontrada nos Chevrolet Malibu e Camaro, e display digital do ar-condicionado. ANova Montana possui ainda sistema de acendimento automático de farol (ou sensor crepuscular), ou seja, as luzes se acendem automaticamente assim que o ambiente se escurece e se apagam quando a luminosidade está maior (na versão Sport). Outro recurso presente no novo modelo é o “Siga-Me”, que também facilita a vida em locais escuros. Neste caso, os faróis continuam acesos, por alguns segundos, mesmo depois que o motorista trava as portas. É o tempo suficiente para que a pessoa chegue até um local mais claro. Este recurso é de série na versão Sport e em algumas configurações da LS. Também são de série na Nova Montana os faróis com acendimento automático, acendimento automático das luzes externas, quando as portas são destravadas pelo controle remoto, abertura automática dos vidros das portas com acionamento por controle remoto e seta de indicação de mudança de faixa temporizada. Neste caso, basta ao motorista dar um leve toque na alavanca e a seta pisca três vezes, para indicar ao carro atrás a intenção do motorista. O modelo da Chevrolet dispõe também de rádio AM/FM CD/MP3 com Bluetooth®, entrada USB a conectividade com Ipod®, além dos espelhos e vidros (este com aliviador de pressão) elétricos e fechamento automático das portas ao atingir os 15 km/h.

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Mais uma A Opel continua a sua rotina de enxugar as operações na Europa. O braço europeu da General Motors confirmou que vai cerrar as portas da fábrica de Antuérpia, na Bélgica. Em anúncio oficial, a Opel disse que não encontrou um investidor com plano financeiro viável para o salvamento da unidade. Em contrapartida, a General Motors anunciou a intenção de investir 11 bilhões de euros na sua subsidiária.

por Augusto Paladino

Depois

"Down" no "High Society"

do Salão A Peugeot vai exibir o 408 no Salão de São Paulo, que começa dia 27 de outubro, o três volumes médio que substitui o 307 sedã. Logo depois, em novembro, o carro será lançado oficialmente com os mesmos motores flex do sedã atual: 1.6 16V de 110/113 cv e 2.0 16V de 143/151 cv. O modelo será fabricado em El Palomar, na Grande Buenos Aires, e usa o mesmo visual dianteiro do 308 hatch, com faróis angulosos e pontiagudos e capô abaulado. Na traseira, tampa do porta-malas bojuda e lanternas horizontalizadas. Já o 308 hatch vai demorar um pouco mais e deve dar as caras no Mercosul só no último trimestre do ano que vem.

Coração novo

Na hora de anabolizar um Dodge Challenger para competições de arrancada, a Mopar preparadora americana especializada em veículos da Chrysler foi buscar força em um clássico aposentado. É que o muscle car recebeu o motor V10 8.4 de 608 cv do Viper, que saiu de linha no primeiro semestre deste ano. O foco é nas drag races e, por isso, o Mopar V10 Challenger é equipado com uma transmissão de apenas duas marchas. O modelo será vendido nos Estados Unidos por cerca de US$ 85 mil, equivalente a R$ 144 mil.

A BMW e a sua subsidiária de alto luxo, a Rolls Royce, anunciaram um recall de cerca de 350 mil unidades. O problema é com o fluido de freio, que pode vazar para a parte hidráulica e impedir o acúmulo de pressão necessário às frenagens. Os modelos Séries 5, 6 e 7 feitos a partir de 2002 foram englobados na chamada. A Rolls Royce, por sua vez, entrará em contato com 5.800 proprietários apenas para uma inspeção nos veículos. A Hyundai também fez um recall. O modelo envolvido é o sedã Sonata - que virá para o Brasil em 2011. O motivo foi uma possível falha na ligação entre o volante e o eixo, podendo causar a diminuição do controle do carro.

Trabalhos iniciados A Kawasaki começa a promover a sua primeira campanha publicitária no Brasil desde que retomou as operações no país, em outubro de 2008. Por enquanto, a marca lança um concurso cultural que premia o primeiro colocado com uma Ninja 250R. Os interessados devem entrar no site www.kawasakibrasil.com.br e responder a pergunta "O que você faria com uma Ninja 250R se você tivesse o poder de controlar o tempo?". A promoção vai até dezembro.

Especial para duas rodas A Bosch vai mostrar no Congresso da SAE Brasil Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade - a nona geração do seu freio ABS destinado para motocicletas. A novidade fica por conta do peso do equipamento, 60% menor do que o da primeira geração, original da década de 90. O ABS já é comum em carros, mas entre as motos a aplicação ainda é pequena. Em todo o mundo apenas 1% das novas motos fabricadas contam com o sistema.

Novos motores

"Macchina" A revista inglesa "Auto Express" elegeu a Ferrari 458 Italia como o carro esportivo do ano. O modelo da marca italiana foi comparado com 19 outros esportivos e foi a vencedora na premiação que levou em conta aspectos como desempenho, dirigibilidade e habitabilidade. A Ferrari 458 Italia conta um motor V8 4.5 de 570 cv de potência capaz de levar o esportivo a 100 km/h em apenas 3,4 segundos e a uma velocidade máxima de 325 km/h.

O novo Mini Cooper 2011 chega à Europa com pequenas mudanças estéticas, mas com uma boa novidade sob o capô. É o motor a diesel 2.0 feito pela BMW - controladora da Mini - e usado no Série 1 e na X1. Até então, a Mini não recebia motores diretamente da BMW, apenas o propulsores provenientes da parceria da marca alemã com a PSA Peugeot Citroën.

De olho crescido A General Motors pretende voltar ao mercado de ações de Wall Street em novembro. Com isso, o governo norteamericano poderá vender os 61% de participação da marca que adquiriu durante a crise mundial, no final de 2008. Quem se interessou por estes papéis foi a SAIC Motors. Maior fabricante chinesa de automóveis que, desde a década de 90, faz carros da GM por lá, a SAIC já avisou que quer adquirir as ações da gigante ianque.


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CARRO-CONCEITO DEZIR É A VISÃO D PARA TRANSFORMAR DESEJO EM REAL Primeiro projeto dirigido por Laurens van den Acker, o DeZir, que marca presença no estande da Renault no Salão do Automóvel de Paris 2010, representa o pontapé inicial de uma série de carros-conceito que traduzirão a nova visão do Design da Renault. Ele também apresenta os conceitos do design dos futuros veículos da marca. O carro-conceito Renault DeZir reafirma o compromisso da marca com o desenvolvimento de modelos cujo desenho externo e interno sejam inspirados em três palavras-chave: "simples", "sensual", "caloroso". Com linhas sensuais e sua cor vermelho vivo, o DeZir traduz a paixão pelo automóvel. Equipado com um motor elétrico, este cupê esportivo combina respeito ao meio ambiente com elegância automobilística. Com a orientação de Laurens van den Acker e guiada pela nova assinatura da Marca - "Mude a Direção" -, a equipe de Design se inspirou nos conceitos da identidade da marca Renault (Próxima, Confiável e Calorosa) para criar um design mais emocional.

Atrás do "objeto de desejo", um carro elétrico Enquanto o Z de seu nome é uma referência direta à assinatura Z.E. (Zero Emission), elementos de estilo conferem a ele tecnicidade e leveza, atributos naturais do automóvel elétrico. Para dar ritmo ao conjunto, sua superfície fluida e lisa contrasta com detalhes confeccionados em material áspero, como os painéis laterais em alumínio, a parte superior do teto e as "pálpebras" dos faróis dianteiros. A frente do Renault DeZir é atravessada por uma entrada de ar desenhada ao redor de um losango ampliado e verticalizado, para indicar com orgulho o seu DNA Renault. O tratamento escuro da grade da entrada de ar destaca o losango através de um contraste, conferindo a ele ainda mais visibilidade. Os faróis são concebidos sob a forma de prismas retroiluminados, proporcionando um visual bastante gráfico. O desenho dessa frente nos dá pistas sobre a nova identidade dos futuros carros da Renault. As lanternas traseiras tomam a forma de uma faixa luminosa suspen-

sa sobre toda a largura do carro. Realçado pela retroiluminação da grade traseira, o logo da Renault parece flutuar no meio dessa superfície. O design interno tem um ar de leveza. Suas formas são suaves e leves. A cor dominante é o branco, pontuada do mesmo vermelho paixão encontrado do lado de fora. Os materiais são preciosos, como os sentimentos que o inspiram: couro branco para os bancos, o painel e o piso, laca vermelha para o console e os acessórios. Os assentos formam um verdadeiro casulo. O banco é montado a partir de uma superposição de elementos em couro branco, em capitonê do lado do passageiro e liso do lado do motorista, como se quisesse traduzir o movimento de atração de um pelo outro. Inspirado na ideia do encontro amoroso, o design interno brinca com a associação de "oposições": O posto de condução do tipo cockpit contrasta com a leveza do painel e com o espírito de "sala íntima" do banco, em couro branco. O banco branco é suspenso sobre um fundo luminoso avermelhado, que simboliza a paixão. Essa iluminação é ritmada por pulsações regulares, que

remetem aos batimentos do coração. O painel de instrumentos destaca visualmente as sensações de pilotagem, através da visualização gráfica das informações colhidas através do acelerômetro e dos sensores de velocidade. A tela central é tátil e integra uma navegação inteligente, que sincroniza os dados do trajeto com a agenda do motorista, para sugerir uma otimização dos compromissos com os percursos. Um software integrado no painel de instrumentos informa o motorista sobre suas performances dinâmicas de gestão da energia, através de uma interface lúdica e uma visualização gráfica semelhante aos de videogames. Uma "beldade" elétrica O Renault DeZir é motivo por um motor elétrico localizado em posição central traseira, conferindo um equilíbrio ideal às massas. Com uma capacidade de 24 kWh, a bateria de íon lítio fica localizada em posição vertical, atrás do banco. Ela permite uma autonomia de 160 km. Ainda que a base do motor seja a mesma dos veículos elétricos produzidos em série, uma evolução permite atingir uma potência de 110 kW (150 cv) e um torque de 226 Nm. Com o objetivo de melhorar a au-


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A RENAULT LIDADE tonomia e as performances dinâmicas, as equipes técnicas do Design da Renault trabalharam na redução do peso do veículo. Assim, a estrutura da carroceria do DeZir é feita de Kevlar® e o chassi tubular em aço é do mesmo tipo que o do Mégane Trophy. O Renault DeZir dispõe igualmente de elementos de suspensão do Mégane Trophy - com triângulos duplos - proporcionando alto nível de precisão na condução. A aerodinâmica também recebeu cuidados, com uma estrutura inferior da carroceria carenada e a adoção de um difusor na traseira. Desse modo, o coeficiente de resistência aerodinâmica (Cx) obtido é de 0,25. Isso permite apresentar performances bastante interessantes, como acelerar de 0 a 50 km/h em apenas 2 segundos. O reaproveitamento da energia da frenagem também faz parte do carroconceito DeZir, com um dispositivo baseado no funcionamento do KERS (Sistema de Regeneração da Energia Cinética), utilizado na Fórmula 1. Durante a desaceleração, a energia cinética é retida e armazenada na bateria. Através de um comando no volante do Renault DeZir, o motorista pode proporcionar um complemento pontual de potência, da mesma forma que um KERS utilizado na Fórmula 1.

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Volvo Cars planeja dobrar as vendas no

Brasil em 2011

A Volvo Cars Brasil espera atingir em 2011 um desempenho superior ao obtido no ano passado, quando registrou o expressivo crescimento de 96% e praticamente dobrou as vendas na comparação com 2008. Apoiada na combinação entre o lançamento de novos produtos - como o Novo S60, V60 e a linha RDesign para os modelos C30 e XC60 - e a ampliação da rede de distribuidores, a meta da empresa sueca é atingir a marca de 5 mil unidades vendidas no mercado brasileiro no próximo ano. "Nosso plano de crescer em 2011 em proporção semelhante ao resultado atingido no ano passado é bastante ousado. Além de termos duplicado as vendas e alcançado o recorde histórico no País, ganhamos ao final de 2009 um protagonismo maior na operação mundial da Volvo Cars", explica Anders Norinder, Presidente da Volvo Cars América Latina e Caribe. De fato, ao passar de 1.098 unidades em 2008 para 2.150 unidades em 2009, o Brasil ficou na primeira colocação do ranking dos mercados em que a marca apresentou maior evolução, seguido pela China (77,3%), Taiwan (23%) e Polônia (16,7%). No levantamento do crescimento por volume, o Brasil, com 1.042 unidades a mais em relação a 2008, ficou atrás apenas da China (9.765), mas à frente do Reino Unido (1.030). O principal responsável pelo recorde absoluto da marca no Brasil no ano passado foi o crossover XC60, que liderou as vendas do segmento com 1.498 unidades vendidas, o que correponde a cerca de 80% do volume total da marca. A partir de outubro deste ano, o XC60 chega ao Brasil com um motor ainda mais potente. O propulsor de 285 cv ganha em potência e passa a oferecer 304 cv nas três versões disponíveis no País - Comfort, Dynamic e Top -, todas equipadas com tração integral e com o City Safety, dispositivo que aciona automaticamente os freios na iminência de colisão até 35 kmh. Outra novidade é que o XC60 passará a vir em 2011 também na versão esportiva R-Design, assim como o hatchback C30. A principal aposta da Volvo Cars no Brasil para o próximo ano, porém, fica por conta do Novo S60. Equipado com o mesmo motor T6 3.0 turbo de 304 cv do XC60, o novo sedã de luxo será a principal atração da Volvo Cars no Salão do Automóvel, que acontece entre os dias 27 de outubro e 7 de novembro, em São Paulo. Apontado como "o carro mais dinâmico já produzido até hoje pela Volvo", o Novo S60, ainda sem preço definido para o mercado brasileiro, alia os três valores que contribuiram ao longo dos anos para consolidar mundialmente a marca Volvo: design escandinavo inovador, tecnologia e segurança. No segundo semestre de 2011, chega ao Brasil o V60, apresentado oficialmente no Salão de Paris. Ambos contam com um dispositivo de segurança inédito na indústria automobilística: o "Pedestrian Detection", que identifica por meio de radar a presença de pessoas no raio de ação do veículo e emite alerta sonoro e visual. Caso não haja reação do motorista, o freio é automaticamente acionado para evitar ou atenuar consideravelmente o impacto e, assim, proteger a vida dos pedestres. A chegada dos dois novos modelos ao mercado brasileiro impulsionou a Volvo Cars Brasil a ampliar sua rede de concessionárias no território nacional. O próximo alvo da empresa é o estado de Santa Catarina, com a abertura de uma nova revenda em Florianópolis ainda neste ano.


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Fórmula Truck: Equilíbrio tende a continuar na pista do Velopark Com curvas fechadas e traçado curto, circuito gaúcho recebe a 8ª etapa do campeonato e equipe Ford Racing Trucks visualiza bom desempenho no Sul Depois da prova disputada em terras argentinas, a Fórmula Truck volta ao Brasil para dar continuidade à temporada 2010 dos Campeonatos Brasileiro e Sul-americano da categoria. Já chegando à sua reta final, os "gigantões" vão disputar a oitava etapa do calendário nesse domingo (10/10), pela primeira vez no autódromo Velopark, no Rio Grande do Sul. E a equipe Ford Racing Trucks (Ford/ Consórcio Case/ Automotiva Usiminas/ Cummins/ Eaton/ FrasLe/ BorgWarner/ Mahle/ Ferramentas Beta/ Molas Feeder/ Digipulse/ Tecnodiesel/ Stock AIG/ S.Y.L.) aposta no circuito gaúcho para tentar um pódio e subir na classificação dos torneios. "Nosso Ford Cargo está muito bom de estabilidade e descobrimos alguma coisa a mais de eletrônica que deve melhorar o motor. Com dois pi-

lotos experientes, como o Danilo Dirani e o Bruno Junqueira, e a prata da casa, que é o gaúcho Andersom Toso, confio em um bom desempenho e em outro pódio", acredita o chefe de equipe Djalma Fogaça. O traçado de Velopark está localizado em Nova Santa Rita - a 27 km de Porto Alegre - e é o maior parque automobilístico da América do Sul. Porém, o circuito que vai sediar a Fórmula Truck é pequeno e apertado - com 2.278 metros de extensão - aumentando o risco nas ultrapassagens. Inaugurado no início deste ano, a pista é novidade para todos os pilotos e equipes, e quem conseguir se adaptar mais rapidamente já dá um importante passo para a vitória. "Não temos noção nenhuma da pista, só entrando nela para ver qual é o melhor difer-

encial e a melhor relação de marchas para aproveitar as retas longas e as curvas fechadas. Os caminhões leves não levam vantagem em nenhuma pista do calendário, no máximo é igual aos grandes, mas demos uma melhorada na eletrônica e re-

solvemos algumas coisas que devem aprimorar o motor. O caminhão está muito bom 'de chão' desde o início da temporada, por isso acredito que dá para brigar por uma pole-position", analisou o sorocabano Djalma Fogaça. Danilo Dirani, piloto paulista da equipe Ford Racing Trucks que cravou as duas poles da equipe até aqui, acredita em mais um primeiro lugar no grid de largada para a prova gaúcha. "Pelo que vimos pela televisão e soubemos por quem já correu lá, o traçado é bem curto e apertado, sem pontos de ultrapassagem, e isso teoricamente favorece os caminhões leves, como os nossos Ford Cargo. A cada prova conseguimos evoluir mais um pouco e vamos com certeza brigar por mais uma pole-position. Claro, temos de colocar o caminhão na pista para ver como ele vai reagir, mas o importante é fazer uma boa classificação. Para os caminhões, praticamente não existem pontos de ultrapassagem em pista nenhuma pelo tamanho deles,

então largar na frente é essencial. Estamos tranquilos e confiantes em mais um excelente resultado", declarou Dirani. Para o mineiro Bruno Junqueira, que atualmente reside nos Estados Unidos e vem ao Brasil apenas para correr, o fato de ninguém conhecer a pista pode ser uma vantagem para pilotos com um pouco mais de experiência. "Todos estão no mesmo barco. Ninguém sabe como o caminhão se comporta lá, como é a melhor tocada, se o conjunto mecânico vai apresentar algum problema. Quem tem mais experiência para sentir a reação do caminhão pode levar vantagem. Além das curvas fechadas do traçado facilitarem nosso estilo de pilotagem, como em Londrina e Rio de Janeiro, onde andamos muito bem, nosso equipamento está bom. Estou sempre andando entre os oito primeiros e num traçado onde você precisa criar pontos de ultrapassagem, isso pode nos favorecer a alcançar mais um resultado positivo", ponderou Junqueira.


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Touro high tech Lamborghini lança conceito com motor de 570 cv e 999 kg POR RODRIGO MACHADO AUTO PRESS

A Lamborghini ultrapassou os limites. Mesmo com a grande difusão do uso de materiais leves em superesportivos nos últimos anos, a marca italiana surpreendeu o mundo automotivo ao mostrar o seu novo carro conceito. O Sesto Elemento faz uso maciço da fibra de carbono em toda a sua carroceria e chassi. O resultado dessa dieta é um peso total de apenas 999 kg, já contando com o motor V10 e o sistema de tração integral - um peso semelhante ao de um Fiat Uno 1.0, por exemplo. O modelo ainda é protótipo, mas é esperado que algumas das soluções apresentadas nele cheguem as ruas no próximo supercarro da Lamborghini. A apresentação do Sesto Elemento foi cercada de muito mistério pela marca do touro. Foram seis "teasers" - fotos com pedaços do carro - divulgadas na internet antes do lançamento oficial para o público e a imprensa no Salão de Paris. O nome do conceito foi inspirado diretamente na posição da tabela periódica que o carbono ocupa. A importância que a marca dá ao não-metal se explica na tecnologia. De acordo com a própria Lamborghini, ela é a única marca do mundo a dominar completamente o processo de design, produção e teste de um composto de fibra de carbono reforçado por plástico, presente em grande parte no carro.


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Além dos ínfimos 999 kg de peso - que transformam o modelo no mais leve já feito pela marca de Sant'Agata Bolognese -, o Sesto Elemento não seria um Lamborghini legítimo sem um grande motor sob o capô. Por isso, a marca foi buscar o V10 5.2 de alta rotação que equipa o Gallardo LP 570/4 Superleggera. São 570 cv de potência. No modelo de série, esse propulsor leva o esportivo de 1.340 kg de zero a 100 km/h em ótimos 3,4 segundos. Mas o Sesto Elemento faz o Gallardo comer poeira. Segundo a Lamborghini, o zero a 100 km/h é feito em inacreditáveis 2,5 segundos - marca igual a conseguida pelo Bugatti Veyron, que conta com um motor de 1.001 cv. Ainda de acordo com a marca, a velocidade máxima do protótipo ultrapassa os 300 km/h com facilidade. Tanta agilidade é explicada pela relação peso/potência. Cada cavalo de potência é responsável por mover apenas 1,75 kg. No Gallardo, por exemplo, a relação é de 2,35 kg/cv, enquanto que no Veyron, é de 1,94 kg/cv. O desenho do Sesto Elemento também não deixa a desejar. Com formas "desconstruídas" e uma carroceria que lembra a fuselagem dos bombardeios "stealth" como o F117. Ou, mais simplesmente, o Reventon, modelo apresentado em 2008 pela Lamborghini. A frente do Sesto Elemento conta com faróis de led em formato de losango e vincos fortes marcando o capô. Duas entradas de ar dentro do "bocão" sobre o para-choque direcionam o vento para resfriar o radiador e os freios dianteiros. A saída de ar fica em dois triângulos vermelhos na base do para-brisa. Na lateral, os vincos são o destaque. Um deles parte da caixa de roda dianteira e corta toda a extensão do veículo terminando com uma suave curva já na traseira. O belo retrovisor instalado na porta chama a atenção. As rodas de cinco raios também são feitas em fibra de carbono. Na traseira um grande aerofólio ajuda a manter o Sesto Elemento no chão. As duas saídas de escapamento ficam próximas ao suporte do aerofólio. Dois defletores de ar fazem as vezes de para-choque traseiro e também aumentam a estabilidade do modelo. A tampa do motor, localizada atrás da cabine, é inusitada. Dez pequenos buracos sobre cada cilindro e mais dois à frente ajudam a esfriar o V10. O interior do conceito parece saído de um "game" ou de um filme de ficção científica. Os bancos são feitos de um material que, de um lado, serve como armação e, do outro, é o próprio tecido do assento. A posição do volantes e dos pedais se adapta ao motorista. O painel também é todo inspirado na fibra de carbono e abriga apenas três botões: um para ligar o motor, outro para engatar a ré e um terceiro para acender as luzes. Como no mundo dos carros conceitos nunca se sabe o que realmente vai chegar às ruas. Fica a expectativa sobre quais inovações do Sesto Elemento a Lamborghini vai usar em seus carros de série. Espera-se que todas.

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Concurso Goodyear de Fotografia: Sérgio Sanderson e Valter Patrial são os vencedores da oitava seletiva da Stock Car

Pela segunda vez na temporada o fotógrafo paranaense Sérgio Sanderson vence uma seletiva do Concurso Goodyear de Fotografia, na categoria profissional. Ele inscreveu foto tirada durante a oitava etapa da Copa Caixa Stock Car, realizada em Campo Grande (MS). Entre os amadores, o vencedor foi o sulmatogrossense Valter Patrial. O cascavalense Sérgio Sanderson, um dos mais renomados fotógrafos do automobilismo nacional, já havia vencido a primeira seletiva, em Interlagos (SP). "Estou muito feliz de vencer novamente, entre tantas feras da fotografia que eu respeito muito", festejou. Sérgio revela o segredo que usou para alcançar outra vitória. "Existe uma grande diferença entre fotografar e desenhar uma foto. Como tive tempo em Campo Grande, usei a

minha máquina como quadro e meu dedo como pincel. Por isso consegui fotos muito boas", conclui Sanderson, animado por ter vencido novamente. Já o professor de física do ensino médio Valter Patrial tem a fotografia como hobby. O campo-grandense comprou sua primeira máquina esse ano, e já pensa em se dedicar com mais seriedade. "Que maravilha, que bom, nem acredito que ganhei", surpreendeu-se com a notícia. "Fiquei feliz em ter ganhado o concurso. Adoro fotografar, já tenho um grande acervo de imagens e até penso no futuro levar o negócio mais a sério", avisa Patrial. Agora Valter Patrial se junta ao gaúcho Gabriel Amaral, aos paulistas Felipe Vieira, William Zacariotto e Rafael Curcio, ao catarinense Rivo Biehl, ao carioca Gilson Lino e ao baiano Joarlen Vitória, todos vencedores

na categoria Amador, e aos paulistas Fernanda Freixosa e Luca Bassani, os paranaenses Sérgio Sanderson e José Mário Dias, ao gaúcho Duda Bairros e ao santista Fábio Oliveira, todos profissionais, para a grande final, que reunirá as fotos vencedoras das 12 etapas no final do ano, quando o júri escolherá a melhor imagem da categoria Profissional e a melhor da categoria Amadora. Com o objetivo de incentivar e valorizar os fotógrafos profissionais que trabalham nas provas e contemplar os fãs que acompanham as corridas de Stock Car, a Goodyear está patrocinando o 5º Concurso Goodyear de Fotografia. Cada uma das etapas da Copa Caixa Stock Car é uma seletiva da promoção cultural, em que os fotógrafos profissionais podem inscrever no máximo três fotos, enquanto os amadores poderão participar com

uma foto tirada durante o evento. Após votação por júri técnico, é apontado um vencedor em cada categoria. Todas as fotos inscritas e as vencedoras podem ser visualizadas no website www.concursogydefotografia.com.br ou através de www.goodyear.com.br . O regulamento e todos os detalhes para a inscrição nas próximas etapas estão disponíveis no mesmo endereço. O Concurso Goodyear de Fotografia - Stock Car 2010 terá continuidade com a sétima etapa da Copa Caixa Stock Car, em Interlagos (SP), neste final de semana, com as atividades tendo início já nesta sexta-feira (03/9) com os treinos livres. O 5º Concurso Goodyear de Fotografia é promovido e organizado pela MasterMidia Marketing Ltda, com o patrocínio de Goodyear e apoio de Samsung.


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Vendas do Uno e da Strada impulsionam desempenho da Fiat Com um total de 548.040 automóveis e veículos comerciais leves emplacados, a Fiat Automóveis mantém a liderança do mercado brasileiro com 23,1% de participação, de acordo com os dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), divulgados hoje pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Em setembro, o volume de vendas da marca foi de 66.809 unidades, também com a liderança do ranking no período, com 22,9% do total de emplacamentos. Os bons resultados da Fiat no mercado continuam impulsionados pelas vendas do Fiat Uno, que teve 23.838 emplacamentos em setembro, totalizando 153.589 unidades de janeiro a setembro. Entre os comerciais leves, a picape Fiat Strada continua imbatível na liderança, com 10.661 unidades emplacas no mês e 83.461 no acumulado do ano.


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Lamborghini inova com touro de 570cv DESEJO EM REALIDADE É A IDEIA DA RENAULT COM O DEZIR Página 2 Maceió, sábado, 9 de outubro de 2010 || w...

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