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Tabatinga, 23 de novembro de 2012

02 - "O JORNAL" - www.ojornalnet.com.br

A r tig o tigo

C roniqueta

A r tig o tigo

A política do etanol “Coloca etanol, o combustível completão”. A mensagem, emitida por artistas globais, está presente na mídia paulista e em ações de marketing realizadas diretamente nos postos de abastecimento. Com ela, os produtores pretendem chamar a atenção dos proprietários de veículos “flex” para a vantagem de preço do álcool em relação à gasolina e sobre aos ganhos ambientais proporcionados pelo combustível derivado da cana. Lembra que quando custa até 70% do preço da gasolina, o etanol (ou álcool) é economicamente mais vantajoso. Há décadas o nosso país tem no álcool um substituto forte para a gasolina. As primeiras experiências datam dos anos 20 e 30 do século passado. No decorrer da 2ª Guerra Mundial, o governo adquiria o aguardente produzido pelos engenhos e o transformava em álcool para adicionar à gasolina importada e escassa. No vácuo do grande choque do petróleo, ocorrido em 1973, o governo brasileiro lançou o Proálcool, incentivando a instalação de destilarias e criando incentivos para a indústria automobilística adaptar a produção dos seus veículos ao combustível nacional. Veículos que já rodavam a gasolina foram convertidos e, depois de alguns anos, a quase totalidade da frota nova era movida a álcool. No final dos anos 80, depois de períodos de escassez e desabastecimento, o álcool foi abandonado, voltando a gasolina. Mas voltou a ter mercado em 2003, com o surgimento do carro bicombustível. Com a tecnologia ajustada, o carro brasileiro hoje funciona tanto com álcool quanto com gasolina. Ficou, no entanto, como inconveniente, a falta de uma política que garanta a manutenção do preço do álcool ao máximo de 70% do praticado na gasolina, para ser competitivo. As oscilações de mercado do produto e a sua diferença entre uma praça e outra, têm afugentado o consumidor que, na dúvida, opta pela gasolina. Isso leva os produtores a deflagrar a campanha publicitária para atrair o consumidor. As políticas de “desregulamentação” desenvolvidas nas últimas décadas para os diferentes setores da economia são citadas como fator de combate à inflação. Mas em se tratando de combustíveis, geram dificuldade, pois o álcool é vendido no livre mercado e a gasolina, sua concorrente, tem preço político. O governo precisa, com toda urgência, eliminar a turbulência do setor, alinhando o preço dos dois insumos automotivos e mantendo o diferencial. A mesma política que se pratica para a gasolina tem de ser aplicada ao álcool pois, sem isso, jamais se alcançará o equilíbrio. É preciso criar estoques reguladores de álcool controlados pelo governo – não pelos produtores – que dêem garantia do abastecimento à frota sem as pressões de preço da entressafra. Tanto quanto a gasolina e o óleo diesel, o álcool automotivo deve ser encarado como produto estratégico. Sua estabilidade de preço e garantia de fornecimento contínuo e regular são indispensáveis...

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves – dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) aspomilpm@terra.com.br

TODOS OS ACONTECIMENTOS NOS ENSINAM ALGO. Os acontecimentos fenomênicos são “mestres que nos proporcionam aprimoramento espiritual”. Isto é, os fatos que estão ocorrendo agora — quaisquer que sejam — infalivelmente nos ensinam algo. Eles constituem uma oportunidade para passarmos a viver uma vida maravilhosa, alcançando maior grau de despertar espiritual e manifestando mais nitidamente a nossa Imagem Verdadeira.

Associação Tabatinga Travesa Santa Maria, 445 - Vila Rossini Reuniões 3º feiras às 20:00h www.sni.org.br Programa Seicho-No-Ie no Ar! Rádio Centenário - FM 104,9 Todos os Sábados às 11:30h

Avanço do dinheir o vir tual dinheiro virtual Operadoras de celular e bancos serão os protagonistas de mais um avanço da moeda eletrônica. Em um futuro breve, o consumidor poderá liquidar suas operações comerciais utilizando seu aparelho de telefonia móvel. O mobile payment será um importante passo para a evolução dos meios de pagamentos. A tecnologia está revolucionando os meios de pagamento ao redor do mundo. Aos poucos, a moeda eletrônica substitui a moeda manual e o Brasil é destaque nesse processo. A proporção do papel moeda na economia brasileira em relação ao PIB, cerca de 3%, é uma das mais baixas do mundo. Está no mesmo patamar de países como França, Alemanha e Holanda. As economias estão migrando dos meios de pagamentos realizados com papel moeda, e até mesmo com cheques, para formas eletrônicas de liquidação de operações. Isso se deve ao custo das transações. Utilizar meio eletrônico custa o equivalente a um terço de uma operação utilizando papel. Dados do Banco Central do Brasil dão uma ideia da utilização crescente da moeda eletrônica nas economias. No relatório Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil – Adendo 2010, consta que entre 2005 e 2009 países como Bélgica, Alemanha, Espanha e Estados Unidos reduziram, em média, em mais de 50% a participação dos cheques nas transações sem uso de dinheiro manual. Na Suécia a redução foi de 100% e no Brasil de 49%. As formas de pagamento no varejo que mais cresceram foram os cartões de débito e de crédito. Os destaques desse aumento no período analisado foram: Brasil (37%), Suécia (88%), Estados Unidos (59%) e Itália (46%). A necessidade de reduzir custos de transação para os agentes produtivos e minimizar os riscos dos sistemas de pagamentos colocaram o Brasil na vanguarda do processo de adoção do dinheiro virtual. Isso ocorreu em função dos vultosos investimentos que modernizaram sua estrutura bancária. O advento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) em 2002 fez o País contar com uma das estruturas de transferências de crédito mais eficientes do mundo através da utilização das TEDs (Transferências Eletrônicas Disponíveis) e DOCs (Documentos de Créditos). O dinheiro eletrônico implica em custos menores das transações e isso, em última análise, determina grande parte da estrutura de uma economia. Quanto mais os custos forem reduzidos pelas novas formas de dinheiro as trocas serão dramaticamente atomizadas. Vale dizer que a economia brasileira conta com uma base crescente de instrumentos de pagamento eletrônico através de cartões de plástico. No final de 2010 o País registrava mais de 226 milhões de cartões de débito (crescimento de 80% em sete anos) e mais de 175 milhões de cartões de crédito (aumento de 298% em sete anos). Toda essa estrutura de pagamento via cartão de plástico foi viabilizada com a expansão dos terminais eletrônicos no comércio e da rede bancária. Tudo isso difunde a moeda eletrônica, que agora está prestes a dar um novo salto por conta da popularização da telefonia celular. Esse avanço do dinheiro virtual trará maior eficiência para o sistema de pagamentos e terá impacto profundo na atividade produtiva. ______________________________________________________________________ Marcos Cintra é doutor em Economia pela Universidade Harvard (EUA), professor titular e vice-presidente da Fundação Getulio Vargas. E-mail: mcintra@marcoscintra.org

Utilidade Pública Horário de Onibus partindo de Tabatinga ARARAQUARA - 05:25/10:30/16:30/19:00 07:00(Seg) 13:30 (Dom/Seg/Sexta) CAMPINAS - 10:30 CURUPÁ - 11:25/17:45 (Seg. à Sexta) IBITINGA - 08:10/14:00/17:10/21:40/00:10 11:55 (Seg./Sexta) 19:40 (Sexta) ITÁPOLIS - 06:25/13:35 (Seg. à Sexta) NOVA EUROPA - 05:25/07:0010:30/16:30/19:00 SÃO CARLOS - 05:25/10:30/16:30 13:30 (Dom/Seg/Sexta) SÃO PAULO - 05:25/10:30/16:30 13:30 (Dom/Seg/Sexta) OSASCO - 10:30 De CURUPÁ para TABATINGA - 06:30/13:00 (Seg. à Sexta) TELEFONES DE EMERGÊNCIA AGUA E ESGOTO..............................................3385-1134 POLICIA MILITAR...................................190 ou 3385-1688 PRONTO SOCORRO...............................192 ou 3385-1904 SANTA CASA....................................................3385-1911 TELEFONES ÚTEIS

Propagandas: ”O Jornal” e Agências Diagramação: Marco Antonio Stucchi

Carlos Gama

A r tig o tigo O momento presente Viver o momento presente, Independe do que aconteceu no passado. Tampouco do que possa acontecer no amanhã. O momento presente é onde você está - Sempre. Perder a vida pensando no passado, Significa perder o presente, Que o momento presente pode dar. Sem ao menos perceber. Viver a cada dia, Acumulando presentes, Presentes que são imperceptíveis, Aos olhos daqueles que não vêem. Não é possível adiar, pois, A satisfação conquistada no presente, È uma prioridade estabelecida, Em forma de felicidade. Nada pode convencer-me de que “algum dia”, Será melhor do que o meu real “hoje”. Infelizmente na dinâmica do futuro, Não existe uma garantia de que este tal “algum dia” acontecerá. Enquanto se fazem planos, Crianças crescem, as pessoas que amamos envelhecem, E até mesmo nossos sonhos se esvanecem, Infalivelmente nas areias do tempo. John Lennon certa vez disse: “A vida é algo que acontece enquanto estamos ocupados, Fazendo outros planos.” Portanto o tempo presente é uma dádiva, Viverei ao máximo!

C har ge harg

ADRIANO MOTORES ....................... 9713-2120/8184-1022 CHAVEIRO DITO (Urgência) .............................9718-1692 ELETRECISTA BARTOLA .................................3385-2740 PASTELARIA e Doceria Essência do Sabor ........9153-9324 S.R.L. Salgados ...............................................3385-2474 ELO´FORTE Seg. Ele. e Inst. Eletrica..................8143-7584

Rua Episcopal, 1.140 - Centro - Tabatinga/SP

Jornalista Responsável: Luiz Henrique de Andrade M.T.B. 55.978

Num raro momento em que a justiça alcança bandidos de paletó e gravata, o ex-Deputado, ex-presidente de partido político, ex-assessor do Ministério da Defesa e ex-guerrilheiro, diz que "o Supremo criminalizou a política". Com esta afirmação e com os complementos que se seguiram - tentando o indefensável - ele nos faz ver que os políticos brasileiros acham que tudo é factível, que tudo é permitido em nome dessa "doutrina" porca. É esta visão e esse comportamento sem ética que dão à atividade política o inequívoco aspecto de um único urinol, em casa de família numerosa, depois de uma feijoada. Aí, não se levando em conta esta triste realidade, ficava sem resposta o questionamento feito em outro texto, que abordava o caráter de pessoas humildes que encontram na rua valores que ajudariam imensamente a própria sobrevivência, mas optaram por devolver os bens a seus legítimos donos. Naquelas linhas, eu perguntava se o país não seria diferente, se apenas esses pudessem escolher os seus governantes. Mas era uma questão sem resposta. Hoje, eu tenho a convicção de que o voto não tem valor; não consegue mudar o quadro, não importando quem seja o eleito, porque a estrutura é podre, carcomida e viciada. Vou me lembrando dos senhores que se adonam dos partidos políticos ou daqueles que constroem os seus próprios feudos inexpugnáveis, ditam regras e deles determinam os destinos da nação, sempre de acordo com seus interesses pessoais ou dos grupos agregados; constato que qualquer esperança de mudanças é uma ilusão sem limites. Continuo, de forma aparentemente crua, para concluir que, por mais limpo que seja um candidato, ao ingressar nesse recipiente de uso específico, infelizmente ele vai sempre sair emporcalhado.

Maximiliano de Souza (Mestre de Kung Fu)

APAE...............................................................3385-2152 ASSOCIAÇÃO COMERCIAL...............................3385-1490 ASILO..............................................................3385-0544 CÂMARA MUNICIPAL........................................3385-1255 CENTRO DE SAÚDE..........................................3385-1145 CONSELHO TUTELAR.......................................3321-9507 LVTCC.............................................................3385-3169 PREFEITURA....................................................3321-9500 RODOVIARIA....................................................3385-1122 PSF - CURUPÁ..................................................3385-6156 PSF - JD. UNIÃO................................................3385-3155 PSF - V. SANTA CRUZ........................................3385-1872

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