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Um misto de sonho e realidade, Ferrari 458 Italia Págs. 6 e 7

Prisma retoca a maquiagem para continuar agradando

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ER-6N 2011 Uma 650 cc com muito fôlego

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Parceria exclusiva entre MINI e Groupon movimenta as redes sociais

Tapa bem dado

Esta semana, a rede social Facebook foi cenário de uma grande ação entre o MINI e o site de compras coletivas, Groupon. A ação exclusiva de venda do lançamento MINI One com 50% de desconto, gerou um buzz nas páginas das marcas. Em um dia, a marca MINI teve um aumento de mais de 1.300 fãs, gerando um fluxo de comentários de acima da média. E segundo a Groupon, o número de acessos ao site de compras aumentou cerca de 50%. A oferta anunciada na segunda-feira (25/7) foi ao ar ontem, (26/7) às 17h08, no site do Groupon e foi adquirido em segundos. A marca MINI convidou a todos para um chá, remetendo ao costume inglês do chá das cinco. Essa foi a dica que mais de130 mil pessoas es-

Chevrolet Prisma, de cara nova, se consolida

como quarto sedã compacto do mercado

POR MARCELO COSENTINO AUTO PRESS

Nenhuma montadora aposta tanto em sedãs no mercado nacional como a Chevrolet. Em quase todos os nichos há uma opção da marca: Classic, Prisma, Corsa sedã, Astra sedã, Vectra, Malibu e Omega. E, em breve, desembarcam por aqui novidades como o Cobalt - para substituir de uma só vez Corsa e Astra - e o Cruze sedã para o lugar do Vectra, enquanto espera-se que o Prisma se torne um substituto natural do Classic. Evidentemente, os modelos mais caros têm vendas menos expressivas, mas cumprem a função de associar à marca uma imagem de luxo. Já os mais baratos apresentam números mais robustos. É o caso do Chevrolet Prisma. Renovado em fevereiro, o modelo se consolidou como o quarto sedã compacto do mercado, com uma média de 4.370 unidades/mês no primeiro semestre. No topo dos mais vendidos está um "fogo amigo". Trata-se do Chevrolet Corsa sedã/Classic, com 10.335 carros/mês no mesmo período. Na sequência estão Fiat Siena (8.366 unidades/mês) e Volkswagen Voyage (6.697 unidades/mês).

tavam esperando para ter seu primeiro MINI. "O sucesso dessa ação única é uma prova que o MINI conquistou seu espaço no coração dos brasileiros. Esperamos continuar proporcionando experiências únicas para os nossos fãs e irreverentes, como o MINI", diz Martin Fritsches, diretor MINI Brasil. "Essa ação foi um marco para o Groupon. Alcançamos nosso objetivo que é oferecer ao cliente ofertas inovadoras e proporcionar experiências inusitadas por meio dos sites de compras coletivas", afirma Florian Otto, CEO do Groupon Brasil. O comprador, Roberto Ogo, receberá seu MINI One hoje na concessionária Caltabiano MINI de São Paulo.

CEROL, PERIGO TAMBÉM PARA O AUTOMÓVEL Técnico Nakata alerta para os cuidados com as juntas homocinéticas na temporada das pipas Fim de férias escolares e, mesmo assim, molecada toda na rua empinando pipa. A prática é uma das mais populares do país e encanta meninos e meninas há séculos. Todos os anos, nos meses de julho e agosto, as pipas ganham destaque. Mas a brincadeira pode acabar mal quando se faz uso do cerol. Infelizmente, é comum ouvir relatos de motociclistas que tiveram pescoços cortados ao passar por aquela linha cortante. O que nem todo mundo sabe é que os automóveis também correm riscos. Ao passar sobre a linha de pipa com vidro moído, com o movimento de rotação dos eixos do automóvel, pode acontecer do fio atingir as coifas de borracha das juntas homocinéticas e cortá-las. As juntas homocinéticas são responsáveis por transmitir a força do motor para as rodas, de forma constante, sem variações, em qualquer situação. Se algum material cortante passar pelo semieixo em rotação, é possível cortar a coifa. Por isso, é sempre bom estar atento a qualquer sinal de linha enrolada nos eixos. Além disso, há outros indícios de problemas nas coifas de borracha das juntas homocinéticas como pontos de graxa na garagem, excesso de graxa em pontos da suspensão ou no para-lama. Caso haja sinais como esses, o proprietário do veículo deve procurar imediatamente um mecânico de confiança para fazer a avaliação da peça. "A substituição preventiva da coifa evita a necessidade de troca de todo o conjunto", diz Jair Silva, supervisor de assistência técnica e serviços da Nakata.

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ER-6N 2011: SINÔNIMO DE

PERFORMANCE E PRATICIDADE

Modelo ganha novas cores e adesivo alusivo ao motor de 650 cc A Kawasaki ER-6N agrada por sua fácil condução, ergonomia e confiabilidade do conjunto. Na cidade, além do seu desempenho, o visual é sempre muito elogiado. Já na estrada, o condutor sente todo o poderio do torque (6,7 kgfm a 7.000 rpm) desta naked, o que facilita sua arrancada e as retomadas de velocidade. Para 2011, a motocicleta estará disponível com um adesivo para enfatizar a motorização de 649 cc, estampado na parte traseira do modelo Além disso, a versão da ER-6n traz como destaque novas cores: Pearl Stardust White (branca), Ebony (preta), ou Pearl Blazing Orange (laranja). A nova Kawasaki ER-6n já está disponível nas principais concessionárias autorizadas Kawasaki, com preço público sugerido de R$ 26.660,00 e, equipada com o sistema de freios ABS, por R$ 28.880,00.

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Para engordar as vendas, o Chevrolet Prisma mira no bolso do consumidor. A versão superior, a LT - com motor 1.4 litro -, representa basicamente 99% das vendas do modelo e parte de interessantes R$ 32.439. O 1% restante fica a cargo da versão LS, com motor 1.0 litro. É claro que, para chegar a este preço, o sedã não oferece grande luxo ou vasta oferta de equipamentos. Ou seja, nesta versão de entrada não há ar-condicionado - com ele o preço sobe para R$ 35.050 -, direção hidráulica - vai para R$ 36.094 - e vidro elétrico nas portas dianteiras - atinge R$ 36.958. Não existem sequer itens de segurança como freios com ABS ou airbags. Na verdade eles não constam nem na lista de opcionais. Além do preço, outro atrativo do Prisma é o visual contemporâneo. Por ter um design relativamente recente em relação aos seus concorrentes - foi lança-

Motor e performance O motor de dois cilindros paralelos de 649 cc, refrigerado a água, DOHC, com 8 válvulas e injeção eletrônica, oferece resposta rápida e macia, especialmente em baixas e médias rotações, isso viabiliza uma condução mais confortável, principalmente quando se está guiando em perímetros urbanos.

É verdade que as mudanças visuais do Chevrolet Prisma não chegam a emocionar. Mas é inegável que fizeram bem ao modelo. O sedã está mais simpático com a grade baseada no novo padrão visual da marca, parachoques remodelados e outras mudanças. Mas, é claro, que as

essencial para o seu bem-estar Limpeza interna do veículo pode atenuar problemas derivados do clima seco, que agrava problemas respiratórios Para Ariangelo Fonseca, franqueador da Station Car, que realiza serviços voltados à conservação e estética automotiva, "muitas pessoas só optam por fazer uma higienização em seus veículos após constatar que o banco está sujo ou algumas peças internas estão ficando amareladas. Isso, além de desvalorizar o automóvel ou dificultar a venda, pois o mesmo perderá valor de mercado, pode prejudicar sua saúde e a dos passageiros que você transporta, quase sempre a sua própria família". A higienização ajuda a combater problemas com ácaros, fungos, bactérias, cheiros de cigarro, possíveis man-

chas e outros problemas, como odores derivados de algum líquido (refrigerante, cerveja, suco) que, por ventura, tenham sido derramados no estofamento. Com o 'clima seco', devido à falta de chuvas e poluição, não realizar uma limpeza adequada pode agravar ainda mais alguns problemas respiratórios, como rinite alérgica, asma, alergia dos olhos e tosses. Fonseca explica que "lembrar desse importante item apenas em últimos casos, como na hora da revenda ou, então, caso tenha problemas com enchentes, irá fazer o consumidor gastar mais e esperar mais tempo para ter seu automóvel de volta, já que a de-

manda aumenta - muito - nessa época". A limpeza também varia de carro para carro, já que em alguns modelos é necessário retirar algumas peças para fazer o serviço completo. Mas, de modo geral, esse serviço pode demorar de um a dois dias para ser concluído. "O procedimento de higienização interna consiste na lavagem de carpetes, forros do teto e das portas, bancos e outras peças. Tudo isso, sempre supervisionado por um profissional que na hora da montagem irá colocar as peças corretamente em seus devidos lugares, evitando, assim, ruídos desagradáveis causados por peças mal fixadas", conclui Fonseca.

fisticado. Nada que transforme o carro em um modelo luxuoso, mas que pelo menos ajuda a melhorar a imagem do Prisma. Lá estão quadro de instrumentos com novos grafismos e iluminação na cor Ice Blue - assim como no Agile -, novo volante com a gravata dourada maior, botões do sistema de ventilação remodelados, bancos com nova padronagem de tecido, entre outros detalhes pequenos. Sob o capô não há qualquer novidade. Ou seja, o Chevrolet Prisma LT segue equipado com o motor 1.4 Econoflex de 95 cv de potência com gasolina e 97 cv com etanol e torque máximo de 13,2/13,7 kgfm disponível aos 2.800 giros. Este motor possui coletor de admissão em material plástico, que propicia uma redução de 35% no peso da peça em relação ao similar em alumínio. E contribui para o peso total do modelo somar meros 921 kg. O câmbio, por sua vez, é sempre manual de cinco velocidades. Este conjunto mecânico leva o três volumes compacto de zero a 100 km/h em 11,5 segundos. Se o desempenho chama positivamente a atenção, o consumo tem o destaque oposto não passou de 7 km/l com etanol em um trajeto 1/3 em estrada e 2/3 urbano.

No meio do caminho

Higienização interna do automóvel: Manter um automóvel limpo e cheiroso o tempo todo não é uma tarefa das mais fáceis, entretanto, os riscos que a falta de manutenção do sistema de ar condicionado e o acúmulo de sujeira interna podem trazer para o carro e, principalmente, para a saúde do condutor e dos passageiros pode fazer os proprietários de automóveis reverem alguns conceitos sobre a limpeza interna de seus veículos. Lembrar desse item apenas quando enfrentar uma enchente ou limpar apenas quando for vender o carro pode, além de custar caro - pois muitas oficinas aumentam os preços nessas ocasiões - acarretar problemas maiores à sua saúde.

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do em 2006 -, o modelo ainda tem linhas moderninhas. Certamente esta boa impressão é facilitada pela leve reestilização que o modelo ganhou no começo do ano. Na dianteira, o Prisma agora segue o padrão mundial da GM com a grade repartida por um filete na cor da carroceria, que ostenta a gravata dourada da Chevrolet. O para-choque também foi remodelado e os faróis, apesar de ainda terem o mesmo formato, agora trazem lentes escurecidas. Já na traseira, o sedã passa a exibir um friso cromado na tampa do porta-malas que acompanha a seção mais clara das lanternas. No interior, sempre muito criticado pela simplicidade, a GM do Brasil resolveu emprestar um aspecto mais so-

linhas do modelo não são seu maior apelo de vendas. A versão testada - e praticamente a única vendida - LT 1.4 parte de atraentes R$ 32.439. Completo, o carro chega a R$ 36.958. Por esse preço, evidentemente não se pode esperar grande luxo ou sofisticação. No revigorado interior, a palavra de ordem ainda é simplicidade. É evidente que o novo painel, volante e botões das saídas de ar emprestaram algum requinte. Mas persistem os plásticos duros, os encaixes nem tão precisos e algumas rebarbas aparentes para lembrar aos passageiros que se trata de um popular. Outro ponto negativo é o rádio da Chevrolet. Como os botões são pequenos e o carro não dispõe de controles no volante, o motorista sofre para apertar as teclas certas. Pelo menos no habitáculo do três volumes compacto todos os outros botões são intuitivos e estão ao alcance dos ocupantes. A oferta de espaço no Prisma é naturalmente limitada, já que o sedã é baseado no Celta, com quem comparti-

lha a plataforma. Mesmo assim, os passageiros dos bancos dianteiros contam com uma boa oferta de espaço. Já quem viaja no banco traseiro vai sempre apertado. Outro ponto que realmente incomoda é a ausência de ajustes de altura e profundidade do volante e de altura do banco do motorista. Pessoas acima de 1,75 metro dificilmente acham uma posição agradável para dirigir. O motor 1.4 Econoflex é o grande destaque do modelo. O propulsor aspirado de 97 cv com etanol move com facilidade os 921 kg do modelo. O torque máximo de 13,7 kgfm, também com etanol, está disponível em sua totalidade já às 2.800 rpm. Isso garante arrancadas vigorosas e bom desempenho. Em conjunto com o câmbio manual de cinco velocidades, o três volumes atingiu a máxima de 160 km/h e realizou o zero a 100 km/h em até bons 11,5 segundos. Já na hora de encarar curvas mais agressivamente, o motorista deve ficar atento. É que o modelo torce bastante a carroceria. Ou seja, é melhor andar na linha.

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BRASIL RECEBE PRIMEIRA FÁBRICA AUTOMOTIVA CHINESA

INSTALADA FORA

DA CHINA A primeira fábrica de automóveis de uma montadora chinesa instalada fora da China será no Brasil, mais precisamente em Jacareí, no Vale Paraibano, região do interior de São Paulo. A Chery Automobile, maior montadora independente da China, escolheu a cidade - e o nosso país para receber um aporte da ordem de U$ 400 milhões visando a construção dessa unidade industrial pioneira. As obras, que têm início agora em 2011, devem ser concluídas em meados de 2013.

"A marca possui 12 fábricas fora da China, mas todas se atêm a executar montagem de peças - são as chamadas CKDs (Complete Knock-Down). A unidade brasileira será a primeira a produzir, de fato e em larga escala, os veículos", conta Luis Curi, CEO da Chery do Brasil. A razão dessa decisão inédita está no nosso mercado. Com o consumo de automóveis ultrapassando a casa dos três milhões ao ano, o Brasil apresenta um grande potencial de crescimento para o setor automotivo. Além

disso, o mercado nacional é compatível com o chinês, já que ambos buscam veículos de alta-qualidade, porém com preços competitivos. "Depois que iniciamos a comercialização de nossos produtos no país, tivemos uma grande aceitação de mercado, o que aumentou consideravelmente as vendas. Registramos crescimento de mais de 1300% nas negociações, e a instalação de uma fábrica suprirá essa demanda, que segue em constante ascensão", conta o Curi. As estimativas da Chery são de

que sejam produzidas na fábrica 150 mil unidades anualmente, dez vezes mais do que o fabricado pelas outras bases da empresa no globo. JACAREÍ E CHERY: UMA PARCERIA DE LONGO PRAZO A chegada da marca deve revolucionar a região de Jacareí, já que serão gerados aproximadamente 1200 novos empregos diretos já no início das produções, expandindo para 4000 empregos quando alcançada a capacidade máxima produtiva. "Escolhemos Jacareí por ser uma cidade muito bem localizada, no centro do Sudeste, que é o maior consumidor automotivo do país. Além da conveniência logística, a área oferece uma completa cadeia de abastecimento para a indústria automobilística e a municipalidade garantiu incentivos atraentes. É uma parceria de longo prazo, que certamente renderá bons frutos", afirma Curi. A área escolhida para a implantação da fábrica é de um milhão de metros quadrados, sendo que 400 mil serão utilizados nessa primeira etapa de construção - o que já garante o alcance da capacidade produtiva esperada. A produção vai abastecer o mercado interno e também toda a América Latina.

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Lenda atualizada

por Augusto Paladino

O preço da

novidade

A nova geração do roadster Mercedes-Benz SLK já tem data para desembarcar no Brasil. O modelo que ganhou a Europa em janeiro deste ano chega às concessionárias brasileiras a partir de agosto. São duas versões: a primeira, equipada com motor 1.8 litro turbo, de 204 cv de potência e preço a partir de R$ 202.900, e outra movida por um propulsor V6 de 306 cv, com preços que partem de R$ 252.900. A troca de gerações diminuiu o valor cobrado pelo modelo que sai de linha, agora encontrado nas concessionárias com descontos de até R$ 38.900.

Antes do adeus A Peugeot resolveu dar um último gás para o quase aposentado 307 - que será substituído pelo 308 no próximo ano. As concessionárias da Peugeot já comercializam a linha 2012 do modelo com novas opções de equipamentos e preços revisados. O hatch médio agora é vendido em três versões - a antiga topo de linha, Feline, foi extinta. O modelo parte de R$ 53.490 na configuração Presence 1.6, vai para R$ 57.930 na intermediária Presence Pack 1.6 e atinge R$ 64.890 na Premium 2.0 litros - o valor é R$ 3.500 menor que o pedido na versão antecessora.

Bólido de mordaça Nem sempre uma Ferrari preparada para competição pode utilizar toda a força de seu motor. É o caso da 458 Italia Grand Am, que ganhou restrições para competir nas corridas da Grand AM Road Racing, que organiza Daytonas e outras. Sob o capô do bólido italiano está o motor 4.5 V8 com um limitador de velocidade para gerar "apenas" 500 cv em vez dos 570 cv da versão GT3. A Ferrari preparada também dispensou freios ABS e controle de tração para se adaptar às provas norte-americanas.

A alemã Porsche vai fazer uma homenagem ao mítico 550 Spyder. O esportivo apresentado no Salão de Paris de 1953 se tornou famoso por ser o modelo que o ator James Dean dirigia quando sofreu um acidente fatal em 1955, nos Estados Unidos. Um novo roadster de dois lugares inspirado no modelo deve ser lançado em 2014 para ser o novo modelo de entrada da marca, abaixo do Boxster e com preço de 39 mil euros - cerca de R$ 87 mil.

Utilitário sem teto O Range Rover Evoque, menor SUV da Land Rover, deve ganhar uma versão conversível em 2013, com base no modelo de três portas. O projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento. Com o Evoque Cabriolet, a Land Rover vai competir com o Nissan Murano CrossCabriolet. Outro modelo que também deve ganhar uma versão sem capota é o Audi Q5.

Patrulha pontual Os carros da britânica Lotus se uniram ao exército italiano. A marca fez uma parceria com os Carabinieri, divisão do exército italiano que atua no patrulhamento urbano e rodoviário. Com isso, duas unidades do modelo Evora S serão utilizadas na patrulha das cidades de Roma e Milão. Os automóveis são equipados com propulsor V6 3.5 litros, de 350 cv de potência, e atingem a velocidade máxima de 277 km/h. O Evora S será utilizado para dar apoio ao resgate de feridos em acidentes. O modelo policial possui compartimento refrigerado atrás dos bancos dianteiros, para transporte de órgãos ou sangue em caso de emergências médicas.

F1 de rua A equipe Red Bull Racing- RBR - da Fórmula 1 irá trabalhar em conjunto com a Infiniti para criar novos modelos esportivos para a divisão de luxo da Nissan. A inédita parceria fará com que a tecnologia desenvolvida pela RBR - que utiliza na F1 motores Renault, controladora da Nissan - chegue às ruas através dos futuros carros da marca. Até mesmo um potente hatch pequeno está nos planos da marca. De acordo com a escuderia, o passo em direção às ruas é uma "evolução natural" para a engenharia da equipe de corrida.

Quem diria Conhecidos pela preferência por motores grandes e poderosos, os norte-americanos estão mesmo aderindo ao "downsizing". Uma recente pesquisa mostrou que, lentamente, os motores de quatro cilindros vêm ganhando a preferência, no lugar dos propulsores de seis cilindros. Com a disparada dos preços dos combustíveis, os V8 cedem espaço aos motores econômicos e mais modernos.

Escorpião na América O Abarth 500 finalmente vai aterrisar em solo norte-americano. A aguardada estreia do "fun car" nervosinho acontecerá em novembro, no Salão do Automovel de Los Angeles. No mercado americano o 500 "bombado" vai encarar o Mini Cooper S, um dos campeões de venda na catogoria. O motor do modelo destinado aos Estados Unidos terá um turbo maior que o atual usado na Europa, mas continuará sendo equipado com a mesma versão 1.4 litro de quatro cilindros.

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FROTA CIRCULANTE DE MOTOCICLETAS EM PERNAMBUCO CRESCE 343% EM 10 ANOS Nordeste teve crescimento de 486%, se tornando uma das principais regiões de venda no mercado interno, podendo ultrapassar muito em breve a região Sudeste Dados divulgados pela Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares - apontam que a frota circulante de motocicletas da região Nordeste cresceu 486% de 2001 a julho de 2011. No mesmo período, Pernambuco apresentou um avanço de 343% e Recife uma alta de 253%. "A mudança do cenário do ambiente rural, com a substituição dos tradicionais animais de transporte por modernas motocicletas, a precariedade de algumas estradas da região, além do significati-

vo crescimento do poder de compra dos habitantes da região, permitiram que esse mercado se fortalecesse. Diante deste panorama, podemos afirmar que a região Nordeste pode ultrapassar em breve a Sudeste em termos de vendas", afirma Roberto Akiyama, presidente da Abraciclo. Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), as motocicletas emplacadas em Pernambuco somaram 51.507 unidades até junho. Já em Recife, nos primeiros seis meses de 2011, 8.490 motocicletas foram emplacadas, o que significa que a cidade representa 16,5 % das vendas do estado. HABILITADOS X FROTA De acordo com os dados do

Denatran e IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), até abril de 2011, 3.178.667 pessoas possuíam habilitação na categoria A no Nordeste, sendo que a frota duas rodas na região é de 4.151.487 motocicletas. "Os números não mentem. Quase um milhão de pessoas conduzem o veículo de duas rodas sem carteira de habilitação. O problema da segurança no trânsito, seja na região Nordeste ou em qualquer outra do país, se resume em duas palavras: fiscalização e educação. Sem o conhecimento das regras de trânsito e cumprimento das mesmas, não é possível ter-se uma coexistência pacífica entre todos os atores sociais nas ruas", conclui Moacyr Paes, diretor da entidade.

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Obra-prima sobre rodas A superesportiva Ferrari 458 Italia se mantém no campo dos sonhos Carros fascinantes são atemporais. Em 2009, a Ferrari apresentou a 458 Italia no Salão de Frankfurt em um evento com a presença do heptacampeão mundial de Fórmula 1, Michael Schumacher. Na ocasião, o mais novo modelo da marca fez sucesso imediato com o público e crítica. Pouco menos de dois anos depois, ainda é notável como o esportivo italiano povoa o imaginário coletivo como uma máquina dos sonhos. No entanto, como todo sonho distante, poucos tiveram a oportunidade de pilotar esta máquina. Só para se ter uma ideia de sua exclusividade, a Ferrari 458 Italia é vendida no Brasil por estratosféricos R$ 1,5 milhão. O preço é realmente "salgado", mas a 458 Italia é dotada de um impressionante arsenal tecnológico. O responsável por tirar o superesportivo da inércia é um novo motor central-traseiro V8 - uma tradição dentro da marca. Com 4.5 litros e injeção direta de combustível, o propulsor entrega nada menos que 570 cv de potência a 9 mil rpm e 55 kgfm de torque a 6 mil rpm. A potência específica, cv por litro, é de 127 cv/l, uma boa marca para um motor aspirado, sem turbo ou compressor volumétrico. Acoplado ao V8 está um câmbio sequencial de dupla embreagem, com sete marchas. Esta transmissão permite que as trocas de marchas sejam feitas em ínfimos 0,06 segundos. A 458 Italia foi desenvolvida por uma equipe liderada pelo engenheiro Salvatore Ancoretti, vindo diretamente da escuderia de Fórmula 1 da Ferrari. Por isso mesmo, fica até difícil não esperar uma performance ex-

traordinária. Com apenas 1.380 kg e relação peso/potência de apenas 2,42 kg/cv - com 58% deste total sobre o eixo traseiro -, esta Ferrari vai da inércia aos 100 km/h em 3,4 segundos. A velocidade máxima de 325 km/h, segundo dados oficiais, e digna dos carros da F1. Para frear a 100 km/h é preciso 32,5 metros até o carro parar completamente. Aobra-prima da Ferrari ainda conta com outras soluções importadas da F1. É o caso do habitáculo, que foi criado com o intuito de facilitar a tarefa do motorista, com todos os comandos e mostradores ao alcance dos olhos e mãos. Tudo para que o condutor possa estreitar ao máximo a sua relação com a máquina. O volante com diversos botões também não nega a inspiração na F1. Aplataforma é feita em alumínio e a suspensão por duplos braços triangulares na dianteira e braços múltiplos na traseira faz jus à definição da Ferrari para a 458 Italia: "Nascida para os circuitos, construídas para a estrada". O desenho futurista do superesportivo saiu das pranchetas do renomado estúdio Pininfarina, tradicional parceiro da marca. Tudo para se diferenciar de uma concorrência também feroz e milionária. Na mira do modelo estão nada menos que o Aventador LP 700/4 V12 de 700 cv e o Porsche 911 Turbo V6 3.8 de 500 cv. Coincidência ou não, os três bólidos cumprem o zero a 100 km/h nos mesmos 3,4 segundos. Fora isso, a 458 Italia ainda enfrenta uma disputa caseira com a Ferrari California, um conversível também equipado com o "motorzão" V8, porém com uma pegada menos esportiva. É uma escolha dos deuses.

Primeiras impressões

Prazer efervescente POR LUÍS GUILHERME DO AUTOMOTOR/PORTUGAL

Saran/França - O test drive realizado na região de Champagne, na França, revelou algo antes inimaginável: como perder o entusiasmo ao volante de uma Ferrari California. Para isso, basta dirigir o semteto italiano depois de acelerar uma Ferrari 458 Italia. Pode parecer uma afirmação um pouco arrogante, mas é exatamente isso que acontece. Só o prazer que se tem ao ouvir o ronco do motor da 458 Italia rende horas de descrições. O V8 atmosférico está sempre no ângulo de visão do retrovisor. E mesmo quando a intenção é só consultar o espelho por segurança, fica difícil não prestar a atenção nesta obra de arte. A potência específica é de 127 cv/l, o que torna o 458 Italia um dos esportivos mais emocionantes e fascinantes em produção. São 570 cv disponíveis às 9 mil rpm para 1.380 kg de peso, distribuídos em uma porcentagem de 42/58. O baixo peso se deve, entre outras razões, ao chassi construído completamente em alumínio. O desempenho é de tirar a respiração: menos de 3,4 segundos no zero a 100 km/h e mais de 325 km/h de velocidade máxima. Além disso, o superesportivo tem 1,21 metro de

altura e 1,93 m de largura, e o design fala por si só sendo mais fascinante ao vivo que em qualquer fotografia. Vale lembrar que não compensa tentar explorar a dinâmica - excelente, diga-se de passagem - do Italia enquanto os pneus não atingirem a temperatura ideal. Felizmente existe uma indicação no computador de bordo que acende uma luz verde com a inscrição "GO", para dizer que as borrachas já estão no ponto. Depois, é só se preparar para emoções fortes ao volante.

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Obra-prima sobre rodas A superesportiva Ferrari 458 Italia se mantém no campo dos sonhos Carros fascinantes são atemporais. Em 2009, a Ferrari apresentou a 458 Italia no Salão de Frankfurt em um evento com a presença do heptacampeão mundial de Fórmula 1, Michael Schumacher. Na ocasião, o mais novo modelo da marca fez sucesso imediato com o público e crítica. Pouco menos de dois anos depois, ainda é notável como o esportivo italiano povoa o imaginário coletivo como uma máquina dos sonhos. No entanto, como todo sonho distante, poucos tiveram a oportunidade de pilotar esta máquina. Só para se ter uma ideia de sua exclusividade, a Ferrari 458 Italia é vendida no Brasil por estratosféricos R$ 1,5 milhão. O preço é realmente "salgado", mas a 458 Italia é dotada de um impressionante arsenal tecnológico. O responsável por tirar o superesportivo da inércia é um novo motor central-traseiro V8 - uma tradição dentro da marca. Com 4.5 litros e injeção direta de combustível, o propulsor entrega nada menos que 570 cv de potência a 9 mil rpm e 55 kgfm de torque a 6 mil rpm. A potência específica, cv por litro, é de 127 cv/l, uma boa marca para um motor aspirado, sem turbo ou compressor volumétrico. Acoplado ao V8 está um câmbio sequencial de dupla embreagem, com sete marchas. Esta transmissão permite que as trocas de marchas sejam feitas em ínfimos 0,06 segundos. A 458 Italia foi desenvolvida por uma equipe liderada pelo engenheiro Salvatore Ancoretti, vindo diretamente da escuderia de Fórmula 1 da Ferrari. Por isso mesmo, fica até difícil não esperar uma performance ex-

traordinária. Com apenas 1.380 kg e relação peso/potência de apenas 2,42 kg/cv - com 58% deste total sobre o eixo traseiro -, esta Ferrari vai da inércia aos 100 km/h em 3,4 segundos. A velocidade máxima de 325 km/h, segundo dados oficiais, e digna dos carros da F1. Para frear a 100 km/h é preciso 32,5 metros até o carro parar completamente. Aobra-prima da Ferrari ainda conta com outras soluções importadas da F1. É o caso do habitáculo, que foi criado com o intuito de facilitar a tarefa do motorista, com todos os comandos e mostradores ao alcance dos olhos e mãos. Tudo para que o condutor possa estreitar ao máximo a sua relação com a máquina. O volante com diversos botões também não nega a inspiração na F1. Aplataforma é feita em alumínio e a suspensão por duplos braços triangulares na dianteira e braços múltiplos na traseira faz jus à definição da Ferrari para a 458 Italia: "Nascida para os circuitos, construídas para a estrada". O desenho futurista do superesportivo saiu das pranchetas do renomado estúdio Pininfarina, tradicional parceiro da marca. Tudo para se diferenciar de uma concorrência também feroz e milionária. Na mira do modelo estão nada menos que o Aventador LP 700/4 V12 de 700 cv e o Porsche 911 Turbo V6 3.8 de 500 cv. Coincidência ou não, os três bólidos cumprem o zero a 100 km/h nos mesmos 3,4 segundos. Fora isso, a 458 Italia ainda enfrenta uma disputa caseira com a Ferrari California, um conversível também equipado com o "motorzão" V8, porém com uma pegada menos esportiva. É uma escolha dos deuses.

Primeiras impressões

Prazer efervescente POR LUÍS GUILHERME DO AUTOMOTOR/PORTUGAL

Saran/França - O test drive realizado na região de Champagne, na França, revelou algo antes inimaginável: como perder o entusiasmo ao volante de uma Ferrari California. Para isso, basta dirigir o semteto italiano depois de acelerar uma Ferrari 458 Italia. Pode parecer uma afirmação um pouco arrogante, mas é exatamente isso que acontece. Só o prazer que se tem ao ouvir o ronco do motor da 458 Italia rende horas de descrições. O V8 atmosférico está sempre no ângulo de visão do retrovisor. E mesmo quando a intenção é só consultar o espelho por segurança, fica difícil não prestar a atenção nesta obra de arte. A potência específica é de 127 cv/l, o que torna o 458 Italia um dos esportivos mais emocionantes e fascinantes em produção. São 570 cv disponíveis às 9 mil rpm para 1.380 kg de peso, distribuídos em uma porcentagem de 42/58. O baixo peso se deve, entre outras razões, ao chassi construído completamente em alumínio. O desempenho é de tirar a respiração: menos de 3,4 segundos no zero a 100 km/h e mais de 325 km/h de velocidade máxima. Além disso, o superesportivo tem 1,21 metro de

altura e 1,93 m de largura, e o design fala por si só sendo mais fascinante ao vivo que em qualquer fotografia. Vale lembrar que não compensa tentar explorar a dinâmica - excelente, diga-se de passagem - do Italia enquanto os pneus não atingirem a temperatura ideal. Felizmente existe uma indicação no computador de bordo que acende uma luz verde com a inscrição "GO", para dizer que as borrachas já estão no ponto. Depois, é só se preparar para emoções fortes ao volante.

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Lenda atualizada

por Augusto Paladino

O preço da

novidade

A nova geração do roadster Mercedes-Benz SLK já tem data para desembarcar no Brasil. O modelo que ganhou a Europa em janeiro deste ano chega às concessionárias brasileiras a partir de agosto. São duas versões: a primeira, equipada com motor 1.8 litro turbo, de 204 cv de potência e preço a partir de R$ 202.900, e outra movida por um propulsor V6 de 306 cv, com preços que partem de R$ 252.900. A troca de gerações diminuiu o valor cobrado pelo modelo que sai de linha, agora encontrado nas concessionárias com descontos de até R$ 38.900.

Antes do adeus A Peugeot resolveu dar um último gás para o quase aposentado 307 - que será substituído pelo 308 no próximo ano. As concessionárias da Peugeot já comercializam a linha 2012 do modelo com novas opções de equipamentos e preços revisados. O hatch médio agora é vendido em três versões - a antiga topo de linha, Feline, foi extinta. O modelo parte de R$ 53.490 na configuração Presence 1.6, vai para R$ 57.930 na intermediária Presence Pack 1.6 e atinge R$ 64.890 na Premium 2.0 litros - o valor é R$ 3.500 menor que o pedido na versão antecessora.

Bólido de mordaça Nem sempre uma Ferrari preparada para competição pode utilizar toda a força de seu motor. É o caso da 458 Italia Grand Am, que ganhou restrições para competir nas corridas da Grand AM Road Racing, que organiza Daytonas e outras. Sob o capô do bólido italiano está o motor 4.5 V8 com um limitador de velocidade para gerar "apenas" 500 cv em vez dos 570 cv da versão GT3. A Ferrari preparada também dispensou freios ABS e controle de tração para se adaptar às provas norte-americanas.

A alemã Porsche vai fazer uma homenagem ao mítico 550 Spyder. O esportivo apresentado no Salão de Paris de 1953 se tornou famoso por ser o modelo que o ator James Dean dirigia quando sofreu um acidente fatal em 1955, nos Estados Unidos. Um novo roadster de dois lugares inspirado no modelo deve ser lançado em 2014 para ser o novo modelo de entrada da marca, abaixo do Boxster e com preço de 39 mil euros - cerca de R$ 87 mil.

Utilitário sem teto O Range Rover Evoque, menor SUV da Land Rover, deve ganhar uma versão conversível em 2013, com base no modelo de três portas. O projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento. Com o Evoque Cabriolet, a Land Rover vai competir com o Nissan Murano CrossCabriolet. Outro modelo que também deve ganhar uma versão sem capota é o Audi Q5.

Patrulha pontual Os carros da britânica Lotus se uniram ao exército italiano. A marca fez uma parceria com os Carabinieri, divisão do exército italiano que atua no patrulhamento urbano e rodoviário. Com isso, duas unidades do modelo Evora S serão utilizadas na patrulha das cidades de Roma e Milão. Os automóveis são equipados com propulsor V6 3.5 litros, de 350 cv de potência, e atingem a velocidade máxima de 277 km/h. O Evora S será utilizado para dar apoio ao resgate de feridos em acidentes. O modelo policial possui compartimento refrigerado atrás dos bancos dianteiros, para transporte de órgãos ou sangue em caso de emergências médicas.

F1 de rua A equipe Red Bull Racing- RBR - da Fórmula 1 irá trabalhar em conjunto com a Infiniti para criar novos modelos esportivos para a divisão de luxo da Nissan. A inédita parceria fará com que a tecnologia desenvolvida pela RBR - que utiliza na F1 motores Renault, controladora da Nissan - chegue às ruas através dos futuros carros da marca. Até mesmo um potente hatch pequeno está nos planos da marca. De acordo com a escuderia, o passo em direção às ruas é uma "evolução natural" para a engenharia da equipe de corrida.

Quem diria Conhecidos pela preferência por motores grandes e poderosos, os norte-americanos estão mesmo aderindo ao "downsizing". Uma recente pesquisa mostrou que, lentamente, os motores de quatro cilindros vêm ganhando a preferência, no lugar dos propulsores de seis cilindros. Com a disparada dos preços dos combustíveis, os V8 cedem espaço aos motores econômicos e mais modernos.

Escorpião na América O Abarth 500 finalmente vai aterrisar em solo norte-americano. A aguardada estreia do "fun car" nervosinho acontecerá em novembro, no Salão do Automovel de Los Angeles. No mercado americano o 500 "bombado" vai encarar o Mini Cooper S, um dos campeões de venda na catogoria. O motor do modelo destinado aos Estados Unidos terá um turbo maior que o atual usado na Europa, mas continuará sendo equipado com a mesma versão 1.4 litro de quatro cilindros.

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FROTA CIRCULANTE DE MOTOCICLETAS EM PERNAMBUCO CRESCE 343% EM 10 ANOS Nordeste teve crescimento de 486%, se tornando uma das principais regiões de venda no mercado interno, podendo ultrapassar muito em breve a região Sudeste Dados divulgados pela Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares - apontam que a frota circulante de motocicletas da região Nordeste cresceu 486% de 2001 a julho de 2011. No mesmo período, Pernambuco apresentou um avanço de 343% e Recife uma alta de 253%. "A mudança do cenário do ambiente rural, com a substituição dos tradicionais animais de transporte por modernas motocicletas, a precariedade de algumas estradas da região, além do significati-

vo crescimento do poder de compra dos habitantes da região, permitiram que esse mercado se fortalecesse. Diante deste panorama, podemos afirmar que a região Nordeste pode ultrapassar em breve a Sudeste em termos de vendas", afirma Roberto Akiyama, presidente da Abraciclo. Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), as motocicletas emplacadas em Pernambuco somaram 51.507 unidades até junho. Já em Recife, nos primeiros seis meses de 2011, 8.490 motocicletas foram emplacadas, o que significa que a cidade representa 16,5 % das vendas do estado. HABILITADOS X FROTA De acordo com os dados do

Denatran e IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), até abril de 2011, 3.178.667 pessoas possuíam habilitação na categoria A no Nordeste, sendo que a frota duas rodas na região é de 4.151.487 motocicletas. "Os números não mentem. Quase um milhão de pessoas conduzem o veículo de duas rodas sem carteira de habilitação. O problema da segurança no trânsito, seja na região Nordeste ou em qualquer outra do país, se resume em duas palavras: fiscalização e educação. Sem o conhecimento das regras de trânsito e cumprimento das mesmas, não é possível ter-se uma coexistência pacífica entre todos os atores sociais nas ruas", conclui Moacyr Paes, diretor da entidade.

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BRASIL RECEBE PRIMEIRA FÁBRICA AUTOMOTIVA CHINESA

INSTALADA FORA

DA CHINA A primeira fábrica de automóveis de uma montadora chinesa instalada fora da China será no Brasil, mais precisamente em Jacareí, no Vale Paraibano, região do interior de São Paulo. A Chery Automobile, maior montadora independente da China, escolheu a cidade - e o nosso país para receber um aporte da ordem de U$ 400 milhões visando a construção dessa unidade industrial pioneira. As obras, que têm início agora em 2011, devem ser concluídas em meados de 2013.

"A marca possui 12 fábricas fora da China, mas todas se atêm a executar montagem de peças - são as chamadas CKDs (Complete Knock-Down). A unidade brasileira será a primeira a produzir, de fato e em larga escala, os veículos", conta Luis Curi, CEO da Chery do Brasil. A razão dessa decisão inédita está no nosso mercado. Com o consumo de automóveis ultrapassando a casa dos três milhões ao ano, o Brasil apresenta um grande potencial de crescimento para o setor automotivo. Além

disso, o mercado nacional é compatível com o chinês, já que ambos buscam veículos de alta-qualidade, porém com preços competitivos. "Depois que iniciamos a comercialização de nossos produtos no país, tivemos uma grande aceitação de mercado, o que aumentou consideravelmente as vendas. Registramos crescimento de mais de 1300% nas negociações, e a instalação de uma fábrica suprirá essa demanda, que segue em constante ascensão", conta o Curi. As estimativas da Chery são de

que sejam produzidas na fábrica 150 mil unidades anualmente, dez vezes mais do que o fabricado pelas outras bases da empresa no globo. JACAREÍ E CHERY: UMA PARCERIA DE LONGO PRAZO A chegada da marca deve revolucionar a região de Jacareí, já que serão gerados aproximadamente 1200 novos empregos diretos já no início das produções, expandindo para 4000 empregos quando alcançada a capacidade máxima produtiva. "Escolhemos Jacareí por ser uma cidade muito bem localizada, no centro do Sudeste, que é o maior consumidor automotivo do país. Além da conveniência logística, a área oferece uma completa cadeia de abastecimento para a indústria automobilística e a municipalidade garantiu incentivos atraentes. É uma parceria de longo prazo, que certamente renderá bons frutos", afirma Curi. A área escolhida para a implantação da fábrica é de um milhão de metros quadrados, sendo que 400 mil serão utilizados nessa primeira etapa de construção - o que já garante o alcance da capacidade produtiva esperada. A produção vai abastecer o mercado interno e também toda a América Latina.

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ER-6N 2011: SINÔNIMO DE

PERFORMANCE E PRATICIDADE

Modelo ganha novas cores e adesivo alusivo ao motor de 650 cc A Kawasaki ER-6N agrada por sua fácil condução, ergonomia e confiabilidade do conjunto. Na cidade, além do seu desempenho, o visual é sempre muito elogiado. Já na estrada, o condutor sente todo o poderio do torque (6,7 kgfm a 7.000 rpm) desta naked, o que facilita sua arrancada e as retomadas de velocidade. Para 2011, a motocicleta estará disponível com um adesivo para enfatizar a motorização de 649 cc, estampado na parte traseira do modelo Além disso, a versão da ER-6n traz como destaque novas cores: Pearl Stardust White (branca), Ebony (preta), ou Pearl Blazing Orange (laranja). A nova Kawasaki ER-6n já está disponível nas principais concessionárias autorizadas Kawasaki, com preço público sugerido de R$ 26.660,00 e, equipada com o sistema de freios ABS, por R$ 28.880,00.

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Para engordar as vendas, o Chevrolet Prisma mira no bolso do consumidor. A versão superior, a LT - com motor 1.4 litro -, representa basicamente 99% das vendas do modelo e parte de interessantes R$ 32.439. O 1% restante fica a cargo da versão LS, com motor 1.0 litro. É claro que, para chegar a este preço, o sedã não oferece grande luxo ou vasta oferta de equipamentos. Ou seja, nesta versão de entrada não há ar-condicionado - com ele o preço sobe para R$ 35.050 -, direção hidráulica - vai para R$ 36.094 - e vidro elétrico nas portas dianteiras - atinge R$ 36.958. Não existem sequer itens de segurança como freios com ABS ou airbags. Na verdade eles não constam nem na lista de opcionais. Além do preço, outro atrativo do Prisma é o visual contemporâneo. Por ter um design relativamente recente em relação aos seus concorrentes - foi lança-

Motor e performance O motor de dois cilindros paralelos de 649 cc, refrigerado a água, DOHC, com 8 válvulas e injeção eletrônica, oferece resposta rápida e macia, especialmente em baixas e médias rotações, isso viabiliza uma condução mais confortável, principalmente quando se está guiando em perímetros urbanos.

É verdade que as mudanças visuais do Chevrolet Prisma não chegam a emocionar. Mas é inegável que fizeram bem ao modelo. O sedã está mais simpático com a grade baseada no novo padrão visual da marca, parachoques remodelados e outras mudanças. Mas, é claro, que as

essencial para o seu bem-estar Limpeza interna do veículo pode atenuar problemas derivados do clima seco, que agrava problemas respiratórios Para Ariangelo Fonseca, franqueador da Station Car, que realiza serviços voltados à conservação e estética automotiva, "muitas pessoas só optam por fazer uma higienização em seus veículos após constatar que o banco está sujo ou algumas peças internas estão ficando amareladas. Isso, além de desvalorizar o automóvel ou dificultar a venda, pois o mesmo perderá valor de mercado, pode prejudicar sua saúde e a dos passageiros que você transporta, quase sempre a sua própria família". A higienização ajuda a combater problemas com ácaros, fungos, bactérias, cheiros de cigarro, possíveis man-

chas e outros problemas, como odores derivados de algum líquido (refrigerante, cerveja, suco) que, por ventura, tenham sido derramados no estofamento. Com o 'clima seco', devido à falta de chuvas e poluição, não realizar uma limpeza adequada pode agravar ainda mais alguns problemas respiratórios, como rinite alérgica, asma, alergia dos olhos e tosses. Fonseca explica que "lembrar desse importante item apenas em últimos casos, como na hora da revenda ou, então, caso tenha problemas com enchentes, irá fazer o consumidor gastar mais e esperar mais tempo para ter seu automóvel de volta, já que a de-

manda aumenta - muito - nessa época". A limpeza também varia de carro para carro, já que em alguns modelos é necessário retirar algumas peças para fazer o serviço completo. Mas, de modo geral, esse serviço pode demorar de um a dois dias para ser concluído. "O procedimento de higienização interna consiste na lavagem de carpetes, forros do teto e das portas, bancos e outras peças. Tudo isso, sempre supervisionado por um profissional que na hora da montagem irá colocar as peças corretamente em seus devidos lugares, evitando, assim, ruídos desagradáveis causados por peças mal fixadas", conclui Fonseca.

fisticado. Nada que transforme o carro em um modelo luxuoso, mas que pelo menos ajuda a melhorar a imagem do Prisma. Lá estão quadro de instrumentos com novos grafismos e iluminação na cor Ice Blue - assim como no Agile -, novo volante com a gravata dourada maior, botões do sistema de ventilação remodelados, bancos com nova padronagem de tecido, entre outros detalhes pequenos. Sob o capô não há qualquer novidade. Ou seja, o Chevrolet Prisma LT segue equipado com o motor 1.4 Econoflex de 95 cv de potência com gasolina e 97 cv com etanol e torque máximo de 13,2/13,7 kgfm disponível aos 2.800 giros. Este motor possui coletor de admissão em material plástico, que propicia uma redução de 35% no peso da peça em relação ao similar em alumínio. E contribui para o peso total do modelo somar meros 921 kg. O câmbio, por sua vez, é sempre manual de cinco velocidades. Este conjunto mecânico leva o três volumes compacto de zero a 100 km/h em 11,5 segundos. Se o desempenho chama positivamente a atenção, o consumo tem o destaque oposto não passou de 7 km/l com etanol em um trajeto 1/3 em estrada e 2/3 urbano.

No meio do caminho

Higienização interna do automóvel: Manter um automóvel limpo e cheiroso o tempo todo não é uma tarefa das mais fáceis, entretanto, os riscos que a falta de manutenção do sistema de ar condicionado e o acúmulo de sujeira interna podem trazer para o carro e, principalmente, para a saúde do condutor e dos passageiros pode fazer os proprietários de automóveis reverem alguns conceitos sobre a limpeza interna de seus veículos. Lembrar desse item apenas quando enfrentar uma enchente ou limpar apenas quando for vender o carro pode, além de custar caro - pois muitas oficinas aumentam os preços nessas ocasiões - acarretar problemas maiores à sua saúde.

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do em 2006 -, o modelo ainda tem linhas moderninhas. Certamente esta boa impressão é facilitada pela leve reestilização que o modelo ganhou no começo do ano. Na dianteira, o Prisma agora segue o padrão mundial da GM com a grade repartida por um filete na cor da carroceria, que ostenta a gravata dourada da Chevrolet. O para-choque também foi remodelado e os faróis, apesar de ainda terem o mesmo formato, agora trazem lentes escurecidas. Já na traseira, o sedã passa a exibir um friso cromado na tampa do porta-malas que acompanha a seção mais clara das lanternas. No interior, sempre muito criticado pela simplicidade, a GM do Brasil resolveu emprestar um aspecto mais so-

linhas do modelo não são seu maior apelo de vendas. A versão testada - e praticamente a única vendida - LT 1.4 parte de atraentes R$ 32.439. Completo, o carro chega a R$ 36.958. Por esse preço, evidentemente não se pode esperar grande luxo ou sofisticação. No revigorado interior, a palavra de ordem ainda é simplicidade. É evidente que o novo painel, volante e botões das saídas de ar emprestaram algum requinte. Mas persistem os plásticos duros, os encaixes nem tão precisos e algumas rebarbas aparentes para lembrar aos passageiros que se trata de um popular. Outro ponto negativo é o rádio da Chevrolet. Como os botões são pequenos e o carro não dispõe de controles no volante, o motorista sofre para apertar as teclas certas. Pelo menos no habitáculo do três volumes compacto todos os outros botões são intuitivos e estão ao alcance dos ocupantes. A oferta de espaço no Prisma é naturalmente limitada, já que o sedã é baseado no Celta, com quem comparti-

lha a plataforma. Mesmo assim, os passageiros dos bancos dianteiros contam com uma boa oferta de espaço. Já quem viaja no banco traseiro vai sempre apertado. Outro ponto que realmente incomoda é a ausência de ajustes de altura e profundidade do volante e de altura do banco do motorista. Pessoas acima de 1,75 metro dificilmente acham uma posição agradável para dirigir. O motor 1.4 Econoflex é o grande destaque do modelo. O propulsor aspirado de 97 cv com etanol move com facilidade os 921 kg do modelo. O torque máximo de 13,7 kgfm, também com etanol, está disponível em sua totalidade já às 2.800 rpm. Isso garante arrancadas vigorosas e bom desempenho. Em conjunto com o câmbio manual de cinco velocidades, o três volumes atingiu a máxima de 160 km/h e realizou o zero a 100 km/h em até bons 11,5 segundos. Já na hora de encarar curvas mais agressivamente, o motorista deve ficar atento. É que o modelo torce bastante a carroceria. Ou seja, é melhor andar na linha.

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Parceria exclusiva entre MINI e Groupon movimenta as redes sociais

Tapa bem dado

Esta semana, a rede social Facebook foi cenário de uma grande ação entre o MINI e o site de compras coletivas, Groupon. A ação exclusiva de venda do lançamento MINI One com 50% de desconto, gerou um buzz nas páginas das marcas. Em um dia, a marca MINI teve um aumento de mais de 1.300 fãs, gerando um fluxo de comentários de acima da média. E segundo a Groupon, o número de acessos ao site de compras aumentou cerca de 50%. A oferta anunciada na segunda-feira (25/7) foi ao ar ontem, (26/7) às 17h08, no site do Groupon e foi adquirido em segundos. A marca MINI convidou a todos para um chá, remetendo ao costume inglês do chá das cinco. Essa foi a dica que mais de130 mil pessoas es-

Chevrolet Prisma, de cara nova, se consolida

como quarto sedã compacto do mercado

POR MARCELO COSENTINO AUTO PRESS

Nenhuma montadora aposta tanto em sedãs no mercado nacional como a Chevrolet. Em quase todos os nichos há uma opção da marca: Classic, Prisma, Corsa sedã, Astra sedã, Vectra, Malibu e Omega. E, em breve, desembarcam por aqui novidades como o Cobalt - para substituir de uma só vez Corsa e Astra - e o Cruze sedã para o lugar do Vectra, enquanto espera-se que o Prisma se torne um substituto natural do Classic. Evidentemente, os modelos mais caros têm vendas menos expressivas, mas cumprem a função de associar à marca uma imagem de luxo. Já os mais baratos apresentam números mais robustos. É o caso do Chevrolet Prisma. Renovado em fevereiro, o modelo se consolidou como o quarto sedã compacto do mercado, com uma média de 4.370 unidades/mês no primeiro semestre. No topo dos mais vendidos está um "fogo amigo". Trata-se do Chevrolet Corsa sedã/Classic, com 10.335 carros/mês no mesmo período. Na sequência estão Fiat Siena (8.366 unidades/mês) e Volkswagen Voyage (6.697 unidades/mês).

tavam esperando para ter seu primeiro MINI. "O sucesso dessa ação única é uma prova que o MINI conquistou seu espaço no coração dos brasileiros. Esperamos continuar proporcionando experiências únicas para os nossos fãs e irreverentes, como o MINI", diz Martin Fritsches, diretor MINI Brasil. "Essa ação foi um marco para o Groupon. Alcançamos nosso objetivo que é oferecer ao cliente ofertas inovadoras e proporcionar experiências inusitadas por meio dos sites de compras coletivas", afirma Florian Otto, CEO do Groupon Brasil. O comprador, Roberto Ogo, receberá seu MINI One hoje na concessionária Caltabiano MINI de São Paulo.

CEROL, PERIGO TAMBÉM PARA O AUTOMÓVEL Técnico Nakata alerta para os cuidados com as juntas homocinéticas na temporada das pipas Fim de férias escolares e, mesmo assim, molecada toda na rua empinando pipa. A prática é uma das mais populares do país e encanta meninos e meninas há séculos. Todos os anos, nos meses de julho e agosto, as pipas ganham destaque. Mas a brincadeira pode acabar mal quando se faz uso do cerol. Infelizmente, é comum ouvir relatos de motociclistas que tiveram pescoços cortados ao passar por aquela linha cortante. O que nem todo mundo sabe é que os automóveis também correm riscos. Ao passar sobre a linha de pipa com vidro moído, com o movimento de rotação dos eixos do automóvel, pode acontecer do fio atingir as coifas de borracha das juntas homocinéticas e cortá-las. As juntas homocinéticas são responsáveis por transmitir a força do motor para as rodas, de forma constante, sem variações, em qualquer situação. Se algum material cortante passar pelo semieixo em rotação, é possível cortar a coifa. Por isso, é sempre bom estar atento a qualquer sinal de linha enrolada nos eixos. Além disso, há outros indícios de problemas nas coifas de borracha das juntas homocinéticas como pontos de graxa na garagem, excesso de graxa em pontos da suspensão ou no para-lama. Caso haja sinais como esses, o proprietário do veículo deve procurar imediatamente um mecânico de confiança para fazer a avaliação da peça. "A substituição preventiva da coifa evita a necessidade de troca de todo o conjunto", diz Jair Silva, supervisor de assistência técnica e serviços da Nakata.

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Um misto de sonho e realidade, Ferrari 458 Italia Págs. 6 e 7

Prisma retoca a maquiagem para continuar agradando

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ER-6N 2011 Uma 650 cc com muito fôlego

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AUTOJORNAL 30/07/2011  

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