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Maceió, sábado, 8 de outubro de 2011 |

www.ojornalweb.com.br | e-mail do editor: igor93279039@hotmail.com

Elétrico da Chevrolet desfila pelo Brasil

Páginas 6 e 7

Foto: Igor Pereira

Chevrolet

Cruze

Design inconfundível é um dos pontos altos do sedã

Páginas 2 e 3

Novo Fiesta hatch chega

com eletrônica embarcada, linhas modernas e disposição para a briga Páginas 4 e 5


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Chevrolet

Cruze

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chega ao Brasil

Versão LT automática terá o preço de R$ 69.900, versão LTZ, R$ 78.900 (também automática) e a versão LT manual, por R$ 67.900 Foto: Igor Pereira

O Chevrolet Cruze nasceu para ser um carro global. Desde o início de seu projeto, os centros de desenvolvimento em todo o mundo, analisaram minuciosamente a necessidade de cada mercado e as apontaram para que o Cruze pudesse satisfazer aos anseios de consumidores da Europa, China, Estados Unidos, Brasil e de mais de 70 países onde ele é comercializado. "Desde o início de seu desenvolvimento, a Chevrolet projetou um

carro que fosse único e que criasse um novo patamar mundial de refinamento, segurança e conforto", afirma Grace Lieblein, presidente da General Motors do Brasil. Pertencente ao segmento de sedãs médios, o Chevrolet Cruze estabelece novos parâmetros nesta categoria em vertentes diversas como o design - mantendo a linguagem de design global da marca - a qualidade e refinamento da construção e o comportamento dinâmico. Uma nova linha

de motores e a ótima classificação nos testes de segurança EuroNCAP constituem outros argumentos de peso do novo Chevrolet. Para o mercado brasileiro, o Cruze será vendido em duas versões, a LT e a LTZ, ambas equipadas com o novíssimo motor Ecotec6 e transmissões de 6 marchas, tanto na versão manual, como na automática. Em qualquer uma delas, o nível de equipamento e tecnologia transcende o que é oferecido hoje no segmento.

"Com as novidades em termo de equipamentos e powertrain, o Cruze chega para brigar em um segmento onde a Chevrolet tem muita tradição. E certamente vai continuar a história que começou a ser escrita com o Opala, o Monza e o Vectra. É a capacidade da Chevrolet de criar o novo, de novo", afirma Marcos Munhoz, vice-presidente de Relações Públicas e Governamentais da General Motors do Brasil.


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Linhas que atraem no primeiro olhar É impossível tirar os olhos do Cruze depois de conhecê-lo. Seu visual marcante e esportivo é fruto de um trabalho global, já que o time de designers, baseado na Coréia, recebeu inputs de outros centros de design da GM no mundo, sediados na Alemanha, Estados Unidos, Austrália e Brasil. Tais sugestões tinham como objetivo ajudar no desenho de um novo sedã, capaz de contribuir para o sucesso do Chevrolet em qualquer mercado que ele fosse comercializado. "O nosso objetivo foi de sermos revolucionários, não evolutivos", adianta o VicePresidente do Centro de Design da General Motors, Taewan Kim. Tanto para o exterior como para o interior, o Cruze apresenta uma nova linguagem de design, introduzindo elementos visuais modernos e explorando o potencial ligado a uma nova forma de expressão das linhas de design tradicionais da marca. O elemento de maior destaque no design do Cruze é a linha do teto arqueada, que se estende desde o inclinado pára-brisa até os pilares traseiros. Juntamente com a traseira relativamente curta, esta linha se traduz em muita esportividade. Para o forte impacto visual provocado pelo Cruze contribui também a simplicidade do design exterior, livre de artifícios. A grade bipartida ostenta o logotipo da Chevrolet, sendo ladeada pelos grupos óticos sofisticados, que terminam em cunha nos paralamas dianteiros. A traseira inclui as lanternas niveladas com a superfície da carroceria e com duas formas circulares, encontradas em outros modelos consagrados da Chevrolet. Tanto na versão LT quanto na LTZ, o Chevrolet Cruze é equipado com rodas de liga leve, aro 17, com pneus 225/50 R17. Cada um dos modelos rodas fixadas por cinco parafusos com desenho exclusivo. Outro ponto que vai surpreender os consumidores é a qualidade de construção do Cruze, marcada por detalhes que se encontram em automóveis de segmentos superiores. O elevado nível de acabamento e o refino visível na união dos painéis da carroceria contribuem para a percepção de qualidade do Cruze.

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Um ano depois do lançamento do sedã, o Fiesta hatch

chega ao Brasil

A Ford não tem pressa. Nos últimos anos, cada passo da montadora tem sido bem pensado e pesado. Foi esta postura cautelosa, exatamente, que permitiu que passasse pela crise financeira de 2008 sem sequelas - era a única entre as americanas com dinheiro em caixa. E esse lógica é também aplicada ao mercado brasileiro. Como na decisão de só passar a trazer o novo Fiesta hatch do México

neste último trimestre de 2011 mais de um ano depois do lançamento da versão sedã. Para que a chegada do carro tivesse maior impacto, a Ford esperou até que o carro recebesse os "incrementos" do modelo 2012 que também valem para o sedã. E essas mudanças foram muito mais voltadas ao conteúdo tecnológico que à estética. Visualmente, além da alterações inerentes à configuração

de carroceria, a diferença entre hatch e sedã se restringe à grade frontal. Na nova versão, ela tem a moldura bem grossa e vem na cor da carroceria, enquanto no sedã tem três filetes e é cromada. Outros dois detalhes modificados valem também para o sedã, na versão top: um revestimento cromado com uma linha de leds nas reentrâncias laterais do parachoque e retrovisores externos maiores, com

repetidores. Já na parte traseira, a opção da Ford foi por ampliar o aspecto esportivo do hatch. Sobre o pequeno vidro traseiro há um spoiler e a tampa tem desenho bem truncado. O para-choque alto dá um ar robusto ao carro e as lanternas são altas e grandes. O conjunto valoriza bem a linha de cintura em cunha acentuada e as linhas seguem o mais puro estilo Kinetic.


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As melhores novidades do novo Fiesta são tecnológicas. Nada que diga respeito ao motor. Ele é o mesmo o trem de força do sedã - motor Sigma de 110/115 cv com gasolina/etanol e câmbio mecânico de 5 marchas produzidos em Taubaté e enviados para o México. Mas muitos recursos que o novo Fiesta traz até agora só eram oferecidos em carros do segmento superiores. Caso do sistema Sync - em português brasileiro -, que a Ford desenvolveu com a Microsoft. Ele aceita ordem vocais e oferece conectividade via USB e Bluetooth para celulares. Muitos recursos são relacionadas à segurança - afinal, porque este mesmo modelo é vendido nos Estados Unidos, que tem uma legislação bem severa nesse sentido. Caso do sistema ABS com controle eletrônico de estabilidade e assistência de partida em rampa, que segura o carro por 3 segundos quando se libera o freio em um aclive com a marcha engatada. Tem ainda espelhos externos em duas peças - para eliminar pontos cegos - e com aquecimento. A Ford não tem pressa. Nos últimos anos, cada passo da montadora tem sido bem pensado e pesado. Foi esta postura cautelosa, exatamente, que permitiu que passasse pela crise financeira de 2008 sem sequelas - era a única entre as americanas com dinheiro em caixa. E esse lógica é também aplicada ao mercado brasileiro. Como na decisão de só passar a trazer o novo Fiesta hatch do México neste último trimestre de 2011 - mais de um ano depois do lançamento da versão sedã. Para que a chegada do carro tivesse maior impacto, a Ford esperou até que o carro recebesse os "incrementos" do modelo 2012 - que também valem para o sedã. E essas mudanças foram muito mais voltadas ao conteúdo tecnológico que à estética. As melhores novidades do novo Fiesta são tecnológicas. Nada que diga respeito ao motor. Ele é o mesmo o trem de força do sedã - motor Sigma de 110/115 cv com gasolina/etanol e câmbio mecânico de 5 marchas produzidos em Taubaté e enviados para o México. Mas

muitos recursos que o novo Fiesta traz até agora só eram oferecidos em carros do segmento superiores. Caso do sistema Sync - em português brasileiro -, que a Ford desenvolveu com a Microsoft. Ele aceita ordem vocais e oferece conectividade via USB e Bluetooth para celulares. Muitos recursos são relacionadas à segurança - afinal, porque este mesmo modelo é vendido nos Estados Unidos, que tem uma legislação bem severa nesse sentido. Caso do sistema ABS com controle eletrônico de estabilidade e assistência de partida em rampa, que segura o carro por 3 segundos quando se libera o freio em um aclive com a marcha engatada. Tem ainda espelhos externos em duas peças - para eliminar pontos cegos - e com aquecimento. Todos os Fiesta que vêm para o Brasil são da versão SE. O que muda é o conteúdo. São três "pacotes" de equipamentos e boa parte desses recursos já estão disponíveis na configuração intermediária, que custa R$ 51.950. A mais cara, de R$ 54.950, recebe a mais airbags laterais, de cortina e de joelho, bancos em couro, descansa-braço central, rodas aro 16, espelhos retrovisor aquecido e com repetidores e luzes de led no para-choque. Seguindo a lógica do que acontece com o sedã, o Fiesta mais completo deve responder por 50% das vendas enquanto o intermediário ficaria com 40%. A versão mais barata, que sai a R$ 48.950, no entanto, já teria condições de enfrentar os dois rivais que a Ford vislumbra para seu modelo, Fiat Punto e Volkswagen Polo. Ele vem com trio e direção elétrica, ar-condicionado, CD player, computador de bordo e alarme. Conteúdo bem parecido com o dos concorrentes com preço semelhante. Talvez venha daí o otimismo da Ford, que acha que o hatch pode vender por volta de 2.500 unidades mensais - menos que o Punto e bem mais que o Polo. De uma forma ou de outro, o novo Fiesta chega para dar uma boa sacudida no segmento de compactos hatch premium.

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Sinal verde O primeiro carro elétrico da Chevrolet para reforçar o marketing ecológico da marca

Os carros elétricos estão longe de ser realidade no Brasil. Governo, fabricantes de veículos e empresas do setor elétrico ainda não parecem dispostos a investir na grande infraestutura que esse meio de transporte precisa. Mas isso não impede que algumas marcas explorem seus produtos elétricos como forma de marketing. Como fez recentemente a Nissan, que trouxe o Leaf para uma série de "test drives" em 30 cidades do país, junto com a pré-apresentação do compacto mexicano March. E também a Chevrolet, que divulga seu Volt no Brasil através da VoltXpedition, uma expedição que percorre cinco estados brasileiros. O evento faz parte da celebração do centenário da General Motors, a ser come-

morado no dia 3 de novembro. E pretende reunir membros de comunidades acadêmicas e a imprensa especializada nacional para conhecer e discutir as tecnologias alternativas que a empresa desenvolve em todo o mundo. A VoltXpedition começou no dia 8 de agosto em São Paulo, seguiu para Porto Alegre e passou pelo Rio de Janeiro nos dias 28 e 29 de setembro. Até dezembro, Minas Gerais e Pernambuco também servirão de passarela para o Volt. Com fabricação e comercialização dedicada aos Estados Unidos e futuramente à Europa - onde é denominado Opel Ampera -, o carro não chegará ao Brasil, segundo a própria General Motors. Mas cumpre sua função "marketeira" de ser vitrine móvel das tecnologias ecológicas da empre-

sa. Com aspecto esportivo, emociona um consumidor ainda carente de opções ecologicamente mais corretas e se diferencia do visual "fofinho" do concorrente Leaf. No preço, leva alguma desvantagem. Nos Estados Unidos, o Volt custa U$ 39.995, cerca de R$ 72 mil, enquanto o Leaf sai por U$ 35.200, o equivalente a R$ 63,5 mil. O preço dos dois modelos pode receber ainda abatimentos de até U$ 7.500, cerca de R$ 13.500, concedidos pelo governo norteamericano. Quanto ao desempenho, o modelo oferece uma autonomia estendida de até 600 km, isso com a bateria de 16 kw totalmente carregada e tanque cheio. O seu funcionamento se resume em utilizar a carga armazenada na bateria para alimentar o pro-

pulsor elétrico de 150 cv, responsável em impulsionar as rodas traseiras. O motor a combustão 1.4 que gera 84 cv só entra em cena quando solicitado e não move o carro - apenas gera carga para o motor elétrico. Ou seja, no momento em que o nível da carga está baixo, o motor a gasolina entra em funcionamento para fornecer energia elétrica e realimentar as baterias - por isso, o Volt é considerado um carro elétrico com autonomia estendida. Com todo o aparato, o Volt atinge a velocidade máxima de 160 km/h - controlados eletronicamente e faz de zero a 100 km/h em 9 segundos, segundo a GM. Nos Estados Unidos, o custo de abastecimento do Volt é cerca de 75% menor do que o de um carro a gasolina do mesmo porte.


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Ficha técnica

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Chevrolet Volt Sistema de propulsão: Elétrica com motor de tração de 151 cv (111 kW)

de potência e 37,5 kgfm de torque. Transmissão por eixo para as rodas dianteiras com controle de tração. Bateria: recarregável de íon-lítio em formato T em carcaça de alumínio. Controle térmico por líquido e 288 células prismáticas com capacidade para até 16 kWh de fluxo de energia. Tempo de recarga plug-in em 120 V entre 10 e 12 horas. Tempo de recarga em 240 V por volta de 4 horas. Alimentada por um gerador elétrico de 74 cv (55 kW) de potência. Motor auxiliar: A gasolina, dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, com bloco em ferro fundido e cabeçote em alumínio com 1.398 cc, 16 válvulas e duplo comando no cabeçote com válvulas de admissão e de escape continuamente variáveis. Injeção eletrônico multiponto e acelerador eletrônico. Transmissão: Câmbio continuamente variável com controle eletrônico. Potência máxima: 85,7 cv a 4.800 rpm. Diâmetro e curso: 73,4 mm x 82,6 mm. Taxa de compressão: 10,5:1 Suspensão: Dianteira independente tipo McPherson com amortecedores e molas helicoidais, barra estabilizados tubular e batentes hidráulicos. Traseira semi-independente por barra de torção em "U", com amortecedores e molas helicoidais e batentes hidráulicos. Oferece controle eletrônico de estabilidade. Freios: Discos ventilados na frente e atrás com ABS e acionamento eletro-hidráulico. Sistema de recuperação de energia nas freadas e distribuidor eletrônico de frenagem. Pneus: 215/55 P R17. Carroceria: Sedã em monobloco, com quatro portas e quatro lugares. Com 4,50 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,43 m de altura e 2,69 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais dianteiros e traseiros e do tipo cortina. Peso: 1.715 kg com 364 kg de carga útil.


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Das areias do deserto A Troller aproveitou a apresentação da sua linha 2012 para lançar uma versão especial do T4. Batizada de Desert Storm, a série tem produção limitada a apenas 45 unidades. As diferenças em relação ao T4 comum são primariamente estéticas. Oferecido apenas na cor bege, o modelo tem para-choques exclusivos, capa do estepe em grafismo novo e interior com bancos com capa de neoprene. Para encarar as trilhas, o T4 Desert Storm também é equipado com "peito de aço", protetor de lanternas, snorkel e guincho com capacidade para puxar 4,6 toneladas. A mecânica é a mesma do T4 tradicional. O 3.0 turbodiesel de 163 cv de potência a 3.800 giros e torque de 38,7 kgfm entre 1.600 e 2.200 rotações. O preço sugerido para o T4 Desert Storm é de R$ 96,9 mil.

Tudo ao mesmo tempo Simultaneamente ao lançamento do hatch compacto March, a Nissan confirmou que chega ao Brasil em novembro o sedã Versa, produto global da fabricante. A estratégia de marketing para o mercado brasileiro será praticamente a mesma do March. Ou seja, mostrar ao consumidor nacional que agora é possível ter um sedã japonês. A tática se explica. O Versa chega com preço inicial abaixo dos R$ 36 mil e não será afetado com o aumento do IPI - é produzido no México. De série, o carro deve vir equipado ar-condicionado, airbag duplo, direção hidráulica, trio elétrico e ABS. O motor será o mesmo 1.6 16V de 111 cv mexicano que estará nas versões mais caras do March.

Fisker tira onda A fabricante californiana Fisker já definiu o rumo de seu segundo modelo de produção, batizado de Surf. A marca, que já produz o híbrido Karma, produzirá 3.500 unidades anuais do novo carro a partir de 2013, em sua fábrica na Finlândia. Mostrado para o público no recente Salão de Frankfurt, o modelo é praticamente uma versão shooting brake do sedã Karma. Por isso, a mecânica é a mesma. Está lá o conjunto híbrido formado pelo motor 2.0 Ecotec da Opel que desenvolve 260 cv e dois propulsores elétricos que elevam a potência para 403 cv. O desempenho anunciado é de zero a 100 km/h em 6 segundos e velocidade máxima de 201 km/h. Quando chegar ao mercado, em dois anos, o modelo vai ficar na casa dos US$ 110 mil, algo em torno de R$ 203 mil. O lançamento do Surf coincide com o início das entregas do Karma para os 100 primeiros clientes. Vale lembrar que a Fisker fechou recentemente um contrato com a BMW para o fornecimento de motores a combustão para os futuros modelos da marca norte-americana.


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Abeiva

não concorda com as declarações de Mantega

"O Brasil está aberto para que qualquer empresa de qualquer parte do mundo, faça investimento, crie emprego no Brasil, desenvolvimento tecnológico no Brasil. Agora não podemos deixar que nosso mercado de automóveis seja abocanhado por aventureiros que vem de fora", declarou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista ao repórter Luís Fernando Silva Pinto, veiculado no Bom Dia Brasil, de hoje. O presidente da Abeiva, José Luiz Gandini, ponderou que, no mínimo, foi uma indelicadeza de

uma autoridade federal. "Nosso segmento é constituído hoje por mais de 800 concessionárias, a caminho de se completar mais de 1.000 revendas até o final do ano. São, portanto, mais de 1.000 empresários brasileiros, que empregam cerca de 40 mil trabalhadores brasileiros. As 27 marcas importadoras e suas respectivas redes autorizadas recolhem neste ano, em torno de R$ 6 bilhões aos cofres públicos em impostos, além dos valores já recolhidos nos 20 anos transcorridos desde a abertura das impor-

tações do setor automotivo. Isso não é aventura", afirmou Gandini. O presidente da entidade ressaltou ainda que toda a Imprensa e os consumidores brasileiros já manifestaram suas posições contrárias ao Decreto 7.567, que discrimina e majora os preços finais dos veículos importdos entre 25% e 28%. "É incompreensível que somente o Governo não tenha percebido isso, em favor da indústria local, mais uma vez beneficiada por medidas protecionistas e nocivas ao País", concluiu Gandini.

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Audi mantém preços sem aumento

de IPI para todos modelos da linha 2011 Com o objetivo de atenuar o impacto da nova alíquota de imposto nos preços finais dos veículos da marca, além de não corrigir a tabela da linha 2011, os modelos 2012 - que estão sendo lançados no mercado nesta semana, não terão de imediato o aumento proporcional a totalidade do novo imposto (30%). A decisão da Audi, e de sua rede de concessionários é de repassar o aumento de forma gradativa aos consumidores. Inicialmente o reajuste será de apenas 10% em relação aos preços da linha 2011 e será válido até o próximo dia 31 de outubro. Com essa medida, a Audi espera beneficiar seus clientes em reconhecimento ao prestígio que vem recebendo no país, o que faz do Brasil o mercado onde a marca alemã mais cresce percentualmente no mundo. Mantendo a mesma política dos últimos anos, a Audi reforça que continuará oferecendo modelos premium (completos), equipados com as mais avançadas tecnologias automotivas, não havendo qualquer alteração no conteúdo de seus produtos. A Audi informa ainda que seu já anunciado plano de investimentos no Brasil permanece inalterado, confirmando o lançamento de 16 novos modelos até o final de 2012.


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“FORDPARATODOS” COMEMORA

2º ANIVERSÁRIO Lançado em setembro de 2009, o Portal "fordparatodos", primeiro site monomarca da indústria automobilística nacional, completa dois anos de vida neste mês, produzindo e distribuindo noticiário jornalístico independente e exclusivo sobre a Ford no Brasil e no mundo. Atualmente, o site registra uma média mensal de mais de 24 mil visitas e cerca de 90 mil navegações de jornalistas e internautas interessados em assuntos da Ford, sendo que no último mês de agosto, o Portal alcançou 27.474 visitas, recorde dos 24 meses em que esta na internet... Nesses dois anos, de forma independente da montadora, foram produzidas mais de 250 matérias, o equivalente a 10 por mês. Dessa forma, o desafio de registrar os assuntos da Ford se tornou um diferencial e um "case" na imprensa automotiva brasileira pela credibilidade na fonte e no profissionalismo como o fordparatodos é conduzido pelo jornalista Raul Machado Carvalho, editor do portal. O diferencial criado pelo "fordparatodos" vai muito além do conteúdo atualizado diariamente. Ele não exige nenhum tipo de cadastramento ou senha para acesso e tudo o que é publicado também é distribuído, via news letters aos formadores de opinião, em âmbito nacional, cerca de 700 jornalistas. Na Galeria de fotos do Portal, por exemplo, estão disponíveis mais de mil fotografias de produtos, eventos e assuntos da Ford.

DIVULGADA A LISTA DE CANDIDATOS A CARRO DO ANO 2012 NA EUROPA Os organizadores do prêmio Carro do Ano da Europa acabam de divulgar os 35 automóveis selecionados para concorrer à eleição, que não mais será no mês de novembro, como sempre aconteceu, mas no dia 5 de março de 2012, data prevista para a abertura do Salão de Genebra. O Carro do Ano da Europa, edição 2012, conhecido como o "Oscar" do automóvel, e que conta com um júri formado por 59 jornalistas de 23 publicações do velho continente, divulgará os veículos finalistas no dia 9 de janeiro próximo. O grupo de carros selecionados é bastante heterogêneo. Os destaques são o Ford Focus III, a Range Rover Evoque, os modelos elétricos da Renault e os híbridos da GM. O vencedor da edição de 2011 foi o Nissan Leaf, modelo que se move somente com energia elétrica oriunda de baterias de íons de lítio e pode alcançar até 160 km de autonomia.

Candidatos a Carro do Ano 2012 na Europa AUDI A6 **

FORD FOCUS III *

AUDI Q3 *

HONDA CIVIC

BMW SERIE 1

HYUNDAI I40

BMW SERIE 6

HYUNDAI VELOSTER

CHEVROLET AVEO

KIA PICANTO *

CHEVROLET ORLANDO

FIAT PANDA

RENAULT KANGOO Z.E.

MERCEDES-BENZ CLASE M

SSANGYONG KORANDO

MERCEDES-BENZ SLK **

TOYOTA YARIS

OPEL ZAFIRA TOURER

TOYOTA VERSO

OPEL AMPERA/CHEVROLET VOLT

S/SUBARU TREZIA

PEUGEOT 3008 HYBRID4 *

VOLKSWAGEN BEETLE *

PEUGEOT 508 *

VOLKSWAGEN JETTA/VENTO **

KIA RIO *

LANCIA YPSILON

CITROËN DS4 *

CITROËN DS5 *

MERCEDES-BENZ CLASE B *

LEXUS GS

MAZDA CX-5

PORSCHE 911 * RANGE ROVER EVOQUE *

RENAULT FLUENCE Z.E.

VOLKSWAGEN UP! *


AUTOJORNAL 08/10/2011