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Escola Salesiana São José ‐ CPDB 

MANUAL DE MANUTENÇÃO/MONTAGEM DO  COMPUTADOR E INSTALAÇÃO DO SO ANTIX 13.1  (Trabalho Final I)  Turma de TI  1ºA – Manhã  Matéria de Arquitetura de Computadores do professor João  Nelson    Manual feito pelo grupo GigaFour:   Gustavo Gonçalves Santos nº: 11              João Pedro Porto nº: 18  Kamila Rodrigues Guedes nº: 20  Ulisses Willian Pereira Maia nº: 37    Grupo agregado para a comunicação dos computadores: BGRL  Com os integrantes: Bruna Pratavieira Feher nº: 06  Gustavo Luiz Miguel da Silva nº: 12  Luiz Augusto de Freitas Duarte nº: 25  Renan Henrique dos Santos Faustino nº: 31    Portanto este manual também pertence ao grupo BGRL pela  participação conjunta de ambos os grupos nas atividades  exercidas.      Campinas, 12 de novembro de 2013 


COMO RECONHECER PARTES DE UM COMPUTADOR

Gabinete Esse componente é essencial para comportar os demais itens. Além de armazenar as placas, discos e demais peças, o gabinete possibilita a organização dos cabos e serve como um local para resfriamento do hardware.

Placa-mãe A placa-mãe só não é o principal componente do computador porque não é ela quem executa os programas. Todavia ela é a peça que une todos os demais itens de hardware, o que a torna essencial para o funcionamento da máquina.

A placa-mãe possui espaços próprios para encaixar o processador, os módulos de memória, placas extras e diversos cabos. Além disso, ela conta com furos próprios para que, com o uso de parafusos, seja possível fixá-la ao gabinete.


Por ocupar grande espaço, fica quase impossível não notar que seu PC possui uma placa-mãe. Ela possui alguns componentes que chamam a atenção, como é o caso do chipset (um item metálico com formato quadrado que fica próximo dos locais para encaixe de placas extras) e dos conectores que ficam visíveis na parte traseira do gabinete.

Processador O processador é o item mais importante da máquina. A maioria dos computadores nem sequer liga sem a presença de uma Unidade Central de Processamento (Central Process Unit ou CPU). Uma CPU possui formato retangular e possui milhões de pequenas peças minúsculas. Ele fica embaixo do dissipador e do cooler. O dissipador é um componente metálico de tamanho avantajado que, como o próprio nome diz, serve para dissipar o calor. Já o cooler é a ventoinha que fica em cima do dissipador e que tem como função retirar o ar quente da CPU.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Mike Babcock) A CPU se comunica com os demais componentes de hardware através das ligações na placa-mãe. Para poder executar os programas e jogos, o processador deve receber dados da memória RAM, trocar informações com o chipset e enviar ordens para outros componentes. Embaixo do processador há diversos pinos metálicos, os quais fazem a ligação com a placa-mãe. A quantidade de pinos varia conforme o modelo da CPU. Cada fabricante opta por um padrão diferente, até porque a arquitetura interna dos processadores exige mudanças na parte externa.


(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Mike Babcock)

Memória RAM A memória RAM não é, necessariamente, apenas um item. Em muitos computadores ela pode ser composta por dois, três ou mais módulos. Muitas pessoas têm o costume de usar a palavra “pente” para se referir ao módulo, isso ocorre porque, de certa forma, o formato lembra um pouco.

As memórias RAM são retangulares e têm a largura bem maior do que a altura. Elas são instaladas na placa-mãe e ficam próximas do processador. Os dados que ficam armazenados nela são temporários e essenciais para que a CPU acesse os processos em execução com alta velocidade.

HD HD é a abreviatura para Hard Disk. Essa palavra significa disco rígido, nome comumente utilizado para fazer referência ao componente que armazena as pastas e arquivos. É no HD que fica instalado o sistema operacional, os programas e os jogos. Além disso, o disco rígido guarda os vídeos, as músicas e as imagens do usuário. Diferente da memória RAM, o disco rígido não armazena os dados


temporariamente. Todas as informações presentes no HD ficam nele até que o usuário dê uma ordem para exclui-las.

Fisicamente falando, o HD é um componente de formato retangular. Ele é pesado e possui em seu interior discos de metal, os quais mantêm os dados gravados. O HD é um dos poucos componentes mecânicos do computador, o que limita sua vida útil e faz com que ele consuma mais energia.

Slots PCI Como citado anteriormente, as placas-mãe possuem espaços para a instalação de placas complementares. Tais espaços são conhecidos como slots. Atualmente existem dois padrões de slots: o PCI e o PCI-Express. O padrão PCI é o mais antigo e possibilita que o usuário instale placas de rede, de som, de modem, de captura e muitas outras.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons- Autor: Smial) O slot PCI é mais lento que o PCI-Express, entretanto, a velocidade de transmissão de dados e de operação nesse slot é suficiente para quase todas as placas suportadas. Apesar disso, o abandono desse padrão será inevitável, pois o PCI-Express suporta os mesmos tipos de placa e oferece alta velocidade.

Slots PCI-Express O PCI-Express é um tipo de slot mais recente, que vem para substituir o PCI. Ele possui muitas diferenças nos contatos metálicos, fato notável logo pelo tipo de encaixe. Ele até parece o slot PCI invertido com alguns contatos a mais.


(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons- Autor: Smial) Como mencionado anteriormente, o slot PCI-Express é o que há de mais atual para a utilização de placas complementares. As placas mais comuns para o padrão PCIExpress são as placas de vídeo. Elas conseguem trabalhar em alta velocidade graças ao modo de funcionamento do PCI-Express. Outro detalhe que diferencia o padrão PCI-Express é a trava de segurança. Tal detalhe é fundamental para que as placas de vídeo sejam devidamente fixadas. Fisicamente, os slots PCI-Express são idênticos, todavia existem diferentes modelos, os quais podem ser identificados nos manuais das placas-mãe.

Fonte Se o seu computador não é muito recente, é provável que a fonte de alimentação dele esteja instalada na parte superior. A fonte é uma caixa metálica, a qual fica conectada a uma tomada (por meio de um cabo ligado na parte de fora do gabinete) e interligada com os demais dispositivos de hardware.

A função da fonte de alimentação é receber a energia elétrica da tomada e transformála para que os componentes de hardware possam funcionar de maneira apropriada. Para tanto, ela conta com diversos transformadores e componentes elétricos, que terão como principal tarefa a redução dos 110 V (volts) da tomada para valores compatíveis (5 V e 12 V) com os itens de hardware.

Drive ótico O último item de hardware é o drive ótico. Esse componente normalmente fica no topo do gabinete e sua função é ler discos de filmes, jogos, músicas, programas e dados em geral. Existem diversos tipos de drives óticos, mas no geral os modelos são divididos em três classes: drives de CD, drives de DVD e drives de Blu-ray.


(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Qurren) Os drives que leem CDs não são capazes de reproduzirem outros tipos de mídia. Já os modelos que suportam DVD são compatíveis com CDs, todavia não podem trabalhar com Blu-rays. E os drives de Blu-ray são os mais avançados, capazes de executarem CDs, DVDs e Blu-rays. Há ainda dispositivos para gravação de mídias, os quais são classificados de forma idêntica.

Equipamentos plugados na placa-mãe.


MANEIRAS DE MEDIR RESISTENCIA, CONTINUIDADE E TENSAO Um multímetro digital oferece a facilidade de mostrar diretamente em seu visor, que cha mamos de display de cristal líquido, ou simplesmente display, o valor numérico da grandeza medida, sem termos que ficarmos fazendo multiplicações (como ocorre com multímetros analógicos). Um multímetro digital pode ser utilizado para diversos tipos de medidas, agora iremos citar as três mais comuns: -

tensão elétrica (medida em volts – V).

A).

corrente elétrica (medida em amperes –

-

resistência elétrica (medida em Ohms – - letra ômega).

Além destas ele pode ter escalas para outras medidas específicas como: temperatura, frequência, semicondutores (escala indicada pelo símbolo de um diodo), capacitância, ganho de transistores, continuidade (através de um apito), etc. Em multímetros digitais o valor da escala já indica o máximo valor a ser medido por ela, independente da grandeza. Temos abaixo uma indicação de valores encontrados na prática para estas escalas: Escalas de tensão contínua: 200mV, 2V, 20V, 1000V ou 200m, 2, 20, 1000. Escalas de tensão alternada: 200V, 750V ou 200, 750. Escalas de resistência: 200, 2000, 20K, 200K, 2M ou 200, 2K, 20K, 200K, 20000K. Escalas de corrente contínua: 200u, 2000u, 20m, 200m, 2A, 20A ou 200u, 2m, 20m, 200m, 2, 10. Escalas de corrente alternada: 2A, 10A ou 2, 10. A seleção entre as escalas pode ser feita através de uma chave rotativa, chaves de pressão, chaves tipo H-H ou o multímetro pode mesmo não ter chave alguma, neste caso falamos que o multímetro digital é um equipamento de auto-range, ou seja, ele seleciona a grandeza e a


escala que esta sendo medida automaticamente. Em alguns casos podemos encontrar multímetros que tem apenas uma escala para tensão, uma para corrente e uma para resistência, este tipo de multímetro também é auto-range, nele não é preciso se procurar uma escala específica para se medir um determinado valor de tensão. Uma coisa muito importante ao se usar um multímetro digital é saber selecionar a escala correta para a medição a ser feita. Sendo assim podemos exemplificar algumas grandezas com seus respectivos nomes nas escalas: Tensão contínua = VCC, DCV, VDC (ou um V com duas linhas sobre ele, uma tracejada e a outra continua ). Tensão alternada = VCA, ACV, VAC (ou um V com um ~ sobre ele). Corrente contínua = DCA, ADC (ou um A com duas linhas sobre ele, uma tracejada e uma continua). Corrente alternada = ACA (ou um A com um ~ sobre ele).

Resistência = Ohms, Para medirmos uma tensão é necessário que conectemos as pontas de prova em paralelo com o ponto a ser medido. Se quisermos medir a tensão aplicada sobre uma lâmpada devemos colocar uma ponta de prova de cada lado da lâmpada, isto é uma ligação em paralelo. Para medirmos corrente com um multímetro digital, devemos colocar ele em série com o ponto a ser medido. Se quisermos medir a corrente que circula por uma lâmpada devemos desligar um lado da lâmpada, encostar neste ponto uma ponta de prova e a outro ponta deve ser encostado no fio que soltamos da lâmpada. Isto é uma ligação em série (é importante frisar que a maioria do multímetros digitais só medem corrente contínua, portanto não devem ser usados para se medir a corrente alternada fornecida pela rede elétrica. Encontramos corrente contínua em pilhas. Dínamos e fontes de alimentação, que são conversores de tensão e corrente alternada em tensão e corrente continua). Para medirmos resistência devemos desligar todos os pontos da peça a ser medida (uma lâmpada incandescente, por exemplo, deve estar fora do seu soquete) e encostarmos uma ponta de prova em cada lado da peça. No caso de uma lâmpada incandescente encostamos uma ponta de prova na rosca e outra na parte inferior e metálica do conector da lâmpada. Todas estas medidas devem ser feitas com critério e nunca devemos encostar as mãos em nenhuma ponta de prova durante uma medida, caso isto aconteça corremos o risco de levarmos um choque elétrico e/ou termos uma leitura errada. Treine bastante como manipular as pontas antes de começar a medir tudo por aí.


VERIFICANDO SE A FONTE ESTA QUEIMADA Todo computador está sujeito a problemas. Quando você menos espera, alguma coisa pode dar errado e nem sempre é possível contar com um técnico por perto ou mesmo com alguém da família que possa descobrir na hora o que está acontecendo, não é mesmo? Nessas horas, a melhor coisa é ter acesso a um guia rápido que vai ajudar você a descobrir se a sua fonte está queimada ou não. Você vai poder utilizá-lo quando, ao pressionar o botão de força para ligar o computador, nada acontecer. Antes de abrir o computador Você tentou ligar o computador e nada. Calma, não se desespere. A primeira coisa a se fazer é verificar os cabos de força que são ligados ao computador. Eles estão encaixados de maneira firme nas tomadas? Por via das dúvidas, retire-os e coloque-os novamente e tente ligar o computador outra vez. Nada aconteceu? Vá para a parte de trás do computador. Alguns modelos possuem uma espécie de chave de liga/desliga na parte traseira. Tente ligar o PC com a chave nas duas posições. Se a sua máquina não der nenhum sinal de vida após esses testes, aí sim é que vamos pensar em abri-la. Abrindo o PC Vale lembrar que, se o seu computador ainda estiver no período de garantia, remover o lacre e tentar você mesmo resolver o problema pode implicar a perda das garantias legais. Por isso, só siga adiante se você estiver seguro o suficiente para remover peças do PC e colocá-las novamente no lugar.

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo) Primeiramente, desconecte o computador da energia elétrica. Em seguida, com uma chave de fenda adequada, abra a tampa lateral do computador. Para isso, solte os três parafusos que ficam na parte de trás do gabinete. Na sequência, remova os cabos de alimentação que estão ligados aos componentes do computador, como discos rígidos e drives de DVD e Blu-ray. Depois disso, remova por completo a fonte, soltando os seus parafusos, para evitar que algum cabo entre em contato com componentes internos. Testando a fonte Com a fonte livre, desconectada da tomada e de todas as partes do computador, localize o cabo de alimentação da placa-mãe. Ele é o maior de todos e pode ter 20 ou 24 pinos.


(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo) Pegue um clipe de papel e dobre-o de forma que as duas pontas fiquem paralelas para baixo. Com a ponta do cabo em mãos, localize o fio verde e insira uma das pontas no conector. Ao lado dele haverá um fio preto, e é nele que você deve inserir a outra ponta do clipe de papel. Se você fez tudo certo até aqui, chegou a hora do teste. Ligue o cabo de alimentação na tomada e depois na fonte. Se as ventoinhas começarem a girar, é sinal de que a sua fonte está funcionando normalmente e a razão de o computador não estar ligando é outra. Caso não funcione, você acabou de descobrir o provável problema.

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

E como resolver? Várias podem ser as razões do não funcionamento de uma fonte. Desde um fusível queimado, que custa apenas alguns centavos, até problemas mais sérios como fios quebrados ou queimados. Nesse caso, depois de descobrir o problema, o ideal é levar a fonte para um técnico ou adquirir uma nova. Ao comprar um novo produto, fique atento à marca, às qualidades e às capacidades de sua fonte, uma vez que, se o produto estiver abaixo das especificações que você necessita certamente alguma coisa não vai funcionar direito. Na dúvida, leve a sua fonte antiga, juntamente com as configurações do seu PC, até a uma loja especializada.

 


COMO MARCAR/IDENTIFICAR FIAÇOES Para facilitar sua identificação reserve etiquetas e classifique os cabos com nomes diferente ou números. Cada conjunto também é recomendado classificar. Como há cores iguais para cabos diferentes coloque nomes em cada um. Por exemplo: Conj. 1 Cabo 1. Cabo1

Conjunto 2

Conjunto1

Cabo 1

      RETIRADA, POSICIONAMENTO E LIMPEZA DOS COMPONENTES

Passo 1 - Abrir o computador  

Desconecte todos os cabos do computador (mouse, teclado, monitor, energia, rede,  telefone, impressora, etc).  Abra o gabinete do computador (erroneamente chamado de CPU por alguns),  retirando os parafusos traseiros (alguns tem apenas presilhas) e subtraindo a tampa  metálica. 


Guarde os parafusos ou presilhas juntamente com a tampa metálica em um local que  não atrapalhe o serviço. 

  Passo 2 - Retirar os componentes do computador  

 

Posicione o gabinete de maneira que você tenha acesso fácil ao seu interior. Se  necessário, incline‐o.  Desconecte todos os cabos que prendem os componentes à placa‐mãe, tais como  HD, disquete, CD/DVD; e os que ligam a fonte de alimentação (caixa grande de metal  presa ao gabinete, na parte traseira) aos componentes. Se precisar, identifique cada  cabo através de etiquetas ou desenhe um "mapa" para saber onde cada cabo estava  conectado.  Comece retirando os componentes de acesso mais fácil, lembrando de guardar os  parafusos que os prendem, tendo cuidado para não derrubar nenhum deles ou  danificá‐los com a chave de fenda ou Phillips. Também procure não tocar nos  circuitos, procurando manuseá‐los pelas bordas.  Tenha um cuidado especial com o HD (disco rígido) e com os pentes de memória. O  HD não deve sofrer impacto e os pentes de memória devem ser acondicionados em  suas embalagens próprias ou em folhas de papel.  Não é necessário retirar a placa‐mãe, pois esta pode receber manutenção  diretamente no gabinete, além de ser um componente de difícil retirada.  Retire a fonte de alimentação. 

  Passo 3 - Retirando e limpando o processador 

         

Desprenda o cooler (dissipador, ventilador ou ventoinha) do processador (cada  modelo tem um tipo específico de acoplamento, porém, geralmente é feito através  de presilhas).  Retire o processador (geralmente levantando uma alavanca de plástico ao lado do  processador, sacando‐o do slot, em seguida).  Limpe com o pano de limpeza ou toalhas de papel a pasta branca que existe no  processador e no dissipador de calor (a parte metálica que saiu junto com o cooler).  Limpe o processador, o dissipador de calor e o cooler, com o pincel (cuidado para  não entortar os pinos do processador).  Lubrifique o cooler com o pó de grafite ou óleo, porém não exagere na quantidade  (não pode escorrer).  Insira o processador no seu slot sem utilizar força (o processador encaixa‐se sem a  necessidade de pressão). Observe que existe somente uma posição para encaixe.  Coloque a alavanca que prende o processador na posição normal.  Coloque um pouco de pasta térmica em cima do processador a fim de substituir a  que você retirou (não exagere).  Monte sobre o processador o conjunto dissipador de calor e cooler. 


Passo 4 - Limpando os componentes 

Comece retirando o pó do gabinete e da placa‐mãe com o pincel e com o ventilador.  O ventilador serve para auxiliar a retirada do pó de dentro (pode ser utilizado em  conjunto com o pincel, ou primeiro um, depois o outro).  Limpe cada componente apenas com o pincel, para retirar o pó. Para aqueles que  possuem circuitos de conexão com os slots do computador (slots são os encaixes  onde se conectam as placas e as memórias), limpe os contatos das placas e da  memória (a parte onde se encaixa com o slot) com a borracha branca, de forma  suave e depois retire os resíduos com o pincel. Se tiver o spray limpa‐contato, use‐o  nesta parte.  Caso consiga abrir facilmente a fonte de alimentação, desparafusando a sua tampa,  retire o pó do seu interior com o pincel e o ventilador, inclusive do cooler (o  ventilador da fonte). Caso possua o pó de grafite ou o óleo de máquina de costura,  use‐o para lubrificar o cooler (utilize pouco e com cuidado). 

  Passo 5 - Finalizando a manutenção   

Após limpar cada um dos componentes, reinstale‐os no computador e feche o  gabinete.  Reconecte os cabos do monitor, impressora, mouse, teclado, etc.  Ligue o computador e verifique se tudo está funcionando corretamente. 

   

KIT DE INSTALAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL  Caso você não tenha o CD de instalação do seu Sistema Operacional Linux siga os seguintes  passos, onde você irá aprender a fazer um BOOT com o seu próprio pendrive.   

 

Obtenha a distribuição Linux desejado. Faça o download de sua imagem (arquivo .iso) ;  Utilize um programa para “transformar” o seu pendrive em um pendrive de boot;  (aqui utilizaremos o ‘Universal USB Installer ‘, caso já tenho conhecimento de outro  software utilize o de sua preferência);  Baixe o programa, este não é necessário fazer instalação;  Step 1  Espaço para escolher a versão do seu sistema operacional;  Step 2  Selecione a .iso;  Step 3  Escolha o pendrive que vai ser “tranformado” em boot; 


Create  

  

  Aceite Sim; 

        Tela de carregamento; 

 

   


Quando o botão ‘close’ estiver habilitado a “transformação” estará pronta; 

    

Pronto! Agora é só acessar sua BIOS e instalar seu novo sistema operacional Linux!   

 

COMO ACESSAR A BIOS E FAZER O BOOT EM SUA MÁQUINA    Tendo um pendrive de boot em suas mãos vamos te ensinar a fazê‐lo:  OBS.: Cada computador, dependendo da sua placa‐mãe, tem um layout de BIOS diferente,  porém as configurações são as mesmas.    

Plugue o seu pendrive com o PC desligado e em seguida ligue‐o;  Quando aparecer a tela com o logo do fabricante aperte continuadamente as teclas  “DEL” ou “F2” para ter o acesso da BIOS (menu da placa‐mãe);  Ao aparecer esta tela, utilize as setas do teclado para ser movimentar.   Vá na aba BOOT e selecione o destacado abaixo: 

   


Deixe a sua unidade do pendrive como primeira: 

    Aperte “F10” e em seguida dê Enter e então está pronto, seu computador começará a  instalar o sistema operacional. 

     

PASSO A PASSO DA INSTALAÇAO DO SEU COMPUTADOR  Após concluído todos os procedimentos anteriores e feito a verificação do funcionamento,  vamos agora instalar o nosso sistema operacional para que enfim, possamos mexer em nossa  máquina.  Requisitos:    

128MB de RAM  128 MB de memória de swap  2.2GB de espaço em disco 

  Instalando AntiX 13.1

 


Escolha o HD onde será instalado, podendo ser sda ou hda. Se você quiser pode usar o  Gparted para redimensionar sua partição, fica a gosto do usuário. Selecione o tipo de  instalação. 

 

Nessa parte o instalador pergunta se quer formatar o disco inteiro para sda ou hda  conforme seu HD, aperte sim e veja a instalação em progresso.

 

      

Nessa parte você vai selecionar onde quer instalar o GRUB. Deixe em MBR e aperte  next. 


  Habilitar os serviços de rede (networking) e impressora (cupsys).

 

  Nessa parte vamos colocar o nome do computador e o domínio, se a máquina tiver, se  não, deixe como está e vamos para mais um next. 

 


Vamos definir o nome do usuário e senha e abaixo a senha de root.    

  Após isso, sua instalação está finalizada! 

  Configurando a rede ethernet no AntiX

Entre como administrador e vá para o ‘Terminal’;

Insira o comando ‘ifconfig eth0’ para verificar se sua placa de rede está funcionando;

Deixe sua máquina com IP fixo com o comando: ‘ip addr add 192.168.0.1 dev eth0’;


OBS.: ‘eth0’ é o “nome” da sua placa de rede, portanto, o ‘0’ no final pode sofrer alteração.

  Interligando seu computador a outro pela rede Certifique-se de que tenha acesso a internet e que seus cabos de rede estejam conectados em ambos os computadores que vai estabelecer a comunicação. Os dois PCs tem de estar com um IP fixo, porém diferentes para não ocorrer conflito na rede.  

Demonstrando seu computador em comunicação com outro

No terminal utilize o comando ‘ping <IP da outra máquina>’ e se estiver fazendo a conexão aparecerá uma tela como abaixo:

Também pode ser usado o IP 127.0.0.1 para testar a conexão em sua própria máquina.

     


BIBLIOGRAFIA 

http://www.tecmundo.com.br/infografico/9709-o-que-tem-dentro-do-seucomputador-infografico-.htm#ixzz2kRFtv2oA

 

http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAzeMAH/multimetro http://www.tecmundo.com.br/conectores/2591-manutencao-de-pcs-comotestar-se-uma-fonte-esta-queimada-video-.htm http://pt.wikibooks.org/wiki/Como_fazer_manuten%C3%A7%C3%A3o_no_com putador_sem_pagar_nada/Manuten%C3%A7%C3%A3o_preventiva/Hardware/I BM-PC_e_compat%C3%ADveis http://linuxnanet.com/2012/08/criando-um-pendrive-de-boot-com-o-universalusb-installer-windows.html http://www.vivaolinux.com.br/artigo/antiX-uma-distro-versatil http://www.tecmint.com/ip-command-examples/ http://tuxederivados.blogspot.com.br/2013/06/instalar-antix-131-distribuicaolinux.html

   


Manual de Instalação  

Trabalho de Arquitetura de Computadores, um manual de instalação do SO Antix e de identificações de partes do computador, feito em 2013.

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