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“VOCÊ JAMAIS SERÁ LIVRE SEM UMA IMPRENSA LIVRE.” — VENELOUIS XAVIER PEREIRA

82 ANOS

Fortaleza, Ceará, Quarta-feira, 17 de abril de 2019  Edição No 23.516  Fundado em 24 de setembro de 1936  82 Anos

CEARÁ18

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ECONOMIA15

ESPORTES19

REFORMA MELHORARÁ ESCOLA EM CRATO

MINISTRO BLOQUEIA PERFIS DE SUSPEITOS

RORAIMA REGISTRA RECORDE DE INCÊNDIO

JUAZEIRO: CRESCE FLUXO NO AEROPORTO

“MODESTO”AJAX ELIMINA JUVENTUS

ECONOMIA FOTO LUCAS MOURA

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Camilo anuncia R$ 150 mi para estradas do CE Segundo o Governador, as obras contemplarão 1.754 km de rodovias, com início das intervenções previsto para depois do fim do período chuvoso

GRANDE PORTE FOTO BETH DREHER

Ricardo Cavalcante

POSSE NA FIEC

SUCESSOR DE BETO STUDART DESTACA PAPEL DA FEDERAÇÃO 14

Vozão confiante em reversão; Rogério Ceni segue em alta no Leão

ESPORTES19

Volume de casos pela população é de 154,5 registros por 100 mil habitantes, e preocupa autoridades

As informações foram divulgadas durante coletiva de imprensa pelos representantes

Operação do MP desarticula esquema de sonegação no CE O Ministério Público do Ceará (MPCE) deflagrou, ontem (16), a Operação Aluminum, que investiga um grande esquema de sonegação fiscal no Ceará e em mais dois estados. Segundo o MP, as empresas investigadas chegaram a movimentar R$ 5,5 bilhões nos últimos quatro anos, sendo essa possivelmente a maior operação contra sonegação fiscal já ocorrida no Estado. GERAL16

NESTA EDIÇÃO

20 páginas

Articulação defende Frente Parlamentar Norte/Nordeste a favor das regiões

ISSN1809-3043

97 71809

304002

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Executivo afirmou que o planejamento foi feito junto ao Departamento Estadual de Rodovias (DER) para avaliar as condições atuais das estradas que sofreram com as fortes chuvas em território cearense, como também a melhor forma de realização dos reparos necessários para cada uma das vias. O governador informou que as intervenções terão início após o período de chuvas. Dentro do cronograma de estradas a serem recuperadas estão trechos como os da CE-040 e CE-453. POLÍTICA3

BRASIL JÁ REGISTRA 320 MIL CASOS DE DENGUE ESTE ANO

Dia Mundial da Hemofilia: avanços e desafios no combate à doença A hemofilia é uma doença genética e hereditária que impede a coagulação do sangue. Para informar sobre diagnóstico, avanços e desafios do tratamento da doença, o Hemoce, da rede pública do Governo do Ceará, realizará uma programação especial hoje, Dia Mundial da Hemofilia. As atividades educativas e culturais serão abertas ao público, no Hemoce e nos hemocentros regionais, das 9 às 11 horas. GERAL17

O governador do Ceará, Camilo Santana, anunciou, ontem, que o Governo do Estado destinará R$ 150 milhões para recuperar as rodovias estaduais danificadas durante o período chuvoso de 2019. O Programa Emergencial de Recuperação executará obras em 64 trechos de estrada, que correspondem a 1.754 quilômetros de extensão. A informação foi divulgada, ontem (16), durante bate-papo com a população pelos seus perfis nas redes sociais (Facebook e Instagram). O chefe do

POLÍTICA5

Raquel Dodge enfrenta Supremo Tribunal Federal e arquiva inquérito

POLÍTICA5

Alta tecnologia: Angola Cables integra Fortaleza com o mundo

ECONOMIA13

Os dados, que contabilizam atendimentos até 30 de março, representam um aumento de 40% no total de registros em duas semanas. A maior taxa é registrada no Sudeste, seguido pela região Centro-Oeste. NACIONAL6

ARTE+AGENDA

CLARISSA MARINHO ESTREARÁ NA RECORD Atriz cearense vai participar da novela “Topissíma”. Ela dará vida a dedicada enfermeira Caetana. Trama, que promete emocionar expectadores, começa no próximo dia 21 de maio. 20 FOTO CAIO SCOT


às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o Manual de Controle Relatório da Administração Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de Santa Angélica Energias Renováveis S.A. Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios Balanço patrimonial Demonstração do resultado Exercícios eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas financeiras: (Valores expressos em reais) (Valores expressos em reais) (Valores expressos em reais) Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo Notas 2018 2017 Notas 2018 2017 2018 2017 amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa Ativo Fluxos de caixa das atividades Despesas operacionais financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, Circulante operacionais Despesas gerais e que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos Caixa e equiv. de caixa 4 977 240 administrativas (168.405) (51.134) 9 (167.513) (48.385) Prejuízo do exercício futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do Tributos a recuperar 42 36 Prejuízo antes do resulAjustes para conciliar o resultado instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, Adiantamentos diversos 5 4.206 as disponibilidades geradas pelas tado financeiro (167.513) (48.385) quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo 5.225 276 atividades operacionais Resultado financeiro financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita Não circulante Depreciação 13.821 financeira, na demonstração do resultado. As despesas 10 (892) (2.749) Imobilizado 6 3.184.933 2.253.064 líquido (154.584) (51.134) financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, (168.405) (51.134) Intangível 12.250 - Prejuízo do exercício (Acréscimo) decréscimo ajustes de desconto a valor presente das provisões e, 3.197.183 de ativos e passivos Demonstração do resultado abrangente variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo Total do ativo 3.202.408 2.253.340 Tributos a recuperar (6) 222 valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que Exercícios findos em Passivo Fornecedores (112.934) 128.481 não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou 31 de dezembro de 2018 e 2017 Circulante Adiantamento diversos (4.206) - produção de um ativo qualificável são mensurados no (Valores expressos em reais) Fornecedores 15.547 128.481 Partes relacionadas 117 66 resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 Imposto de renda Partes relacionadas 11 1.789 1.672 (8.210) 8.431 e contribuição social: Ativos e passivos tributários correntes do 2018 2017 Obrigações fiscais Obrigações fiscais 221 8.431 último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor (168.405) (51.134) Caixa líquido nas atividades 17.557 138.584 Prejuízo do exercício operacionais (279.823) 86.066 recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. Patrimônio líquido As alíquotas de imposto e as leis tributárias usadas para Fluxo de caixa das atividades Capital social 7 3.532.500 2.294.000 Outros resultados calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou - de investimento Prejuízos acumulados (347.649) (179.244) abrangentes Aquisição de imobilizado (945.690) (293.050) substancialmente em vigor na data do balanço nos países em 3.184.851 2.114.756 Aquisição de intangível (12.250) - que o Grupo opera e gera receita tributável. Imposto de renda Resultado abrangente Total do passivo e e contribuição social correntes relativos a itens reconhecidos (168.405) (51.134) Caixa líquido nas atividades patrimônio líquido 3.202.408 2.253.340 do exercício de investimento (957.940) (293.050) diretamente no patrimônio líquido são reconhecidos no Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo patrimônio líquido. A administração periodicamente avalia a Fluxo de caixa das atividades posição fiscal das situações nas quais a regulamentação fiscal em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) de financiamento requer interpretação e estabelece provisões quando Integralização de capital 1.238.500 206.500 Capital social Capital a Prejuízos apropriado. A Administração avalia, periodicamente, as Caixa líquido nas atividades subscrito integralizar acumulados Total posições assumidas pela Companhia nas apurações de 1.238.500 206.500 impostos sobre a renda com relação às situações em que a Saldos em 31 de dezembro de 2016 3.000.000 (912.500) (128.110) 1.959.390 de financiamento Capital integralizado 206.500 206.500 Acréscimo (decréscimo) no regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações; e caixa e equivalentes de caixa 737 (484) Prejuízo do exercício (51.134) (51.134) estabelece provisões, quando apropriado, com base nos Saldos em 31 de dezembro de 2017 3.000.000 (706.000) (179.244) 2.114.756 Demonstração valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. 2.10 240 724 Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor Capital subscrito 1.000.000 (1.000.000) - No início do exercício No fim do exercício 977 240 Capital integralizado 1.238.500 1.238.500 em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - Receitas de Contratos Prejuízo do exercício (168.405) (168.405) Variação no caixa e com Clientes: Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 737 (484) / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. Saldos em 31 de dezembro de 2018 4.000.000 (467.500) (347.649) 3.184.851 equivalentes de caixa A Companhia adotou o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem (Valores expressos em reais) expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma 1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, situada na Rod. Doutor Mendel Steinbruch, S/N , Km 08, sala 61 - Distr. Industrial, Estado do Ceará, foi constituída em 27 reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de Outubro de 2011 e até a presente data não entrou em fase operacional. Para entrar em fase operacional a Companhia depende de reunir todos os pré-requisitos para participação de Leilão de 2018). A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e se sagrar vencedora para que possa obter autorização para estabelecer-se como produtor independente de energia elétrica. significativo nas políticas contábeis da Companhia relacionadas A Companhia tem por objeto social a geração, como produtor independente, de energia elétrica, a partir de fontes alternativas, predominantemente a eólica, destinada à comercialização na a ativos e passivos financeiros, visto que a Companhia modalidade de produção independente de energia; e para consecução do objeto social, a implantação, administração e operação de centrais geradoras, bem como o desenvolvimento de encontra-se em fase pré-operacional. Adoção CPC 48 / IFRS projetos, a prestação de serviços de consultoria. Nesta fase pré-operacional, os acionistas têm coberto necessidades de caixa da Companhia na forma de aportes de capital ou adiantamentos, 9 - Instrumentos Financeiros: A Companhia adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos financeiros, a partir de 1º de conforme necessário para permitir a liquidação de obrigações futuras. Adicionalmente, os acionistas da Companhia garantem, se necessário, o suporte financeiro, pelos próximos 360 dias. janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS 9 estabelece requerimentos 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC financeiros e alguns contratos de compra ou venda de itens 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo não financeiros. Esta norma substitui o CPC 38 / IAS 39 evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 28 de fevereiro de 2019. 2.2 Moeda Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os requerimentos milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, existentes no CPC 38 / IAS 39 para a classificação e estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 para ativos críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. financeiros: mantidos até o vencimento, empréstimos e 2.4 Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as recebíveis e disponíveis para venda. A adoção do CPC 48 / seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A IFRS 9 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía da Companhia. A Companhia não possui instrumentos ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus financeiros derivativos. Adicionalmente, não se espera que as passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos seguintes novas normas ou modificações possam ter um inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do impacto significativo nas demonstrações contábeis da método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar Companhia: • IFRS 16 Operações de arrendamento mercantil; os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela • IFRS 17 Contratos de seguro; • Interpretação IFRIC 22 Companhia são: caixa e equivalentes de caixa e adiantamento diversos. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: fornecedores e partes relacionadas. 2.6 Transações em moeda estrangeira e adiantamento de Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 Incerteza sobre o econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. divulgam as suas Demonstrações contábeis de acordo com as 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, práticas contábeis adotadas no Brasil. quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para analisar e definir limites e controles apropriados, e para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional:

VENTOS DE SANTA ANGÉLICA ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 14.562.933/0001-87

O risco operacional está relacionado com a paralisação de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos com bancos e instituições financeiras é administrado pela tesouraria da Companhia de acordo com a política por este estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado,

tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. 4. Caixas e equivalentes de caixa 2018 2017 Bancos conta movimento 1 102 Aplicações financeiras 976 138 Total 977 240 Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas junto às instituições financeiras que operam no mercado financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são remuneradas pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas operações da Companhia, ou seja, são ativos financeiros com liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores a 3 meses da data de contratação e com compromisso de recompra pelo emissor. 5. Adiantamento diversos 2018 2017 Adiantamento de viagem 4.206 Total 4.206 -

6. Imobilizado: Composição do imobilizado 2018 1.960.014 511.850 699.276 13.793 3.184.933

Terreno Imobilizado em andamento Torres anenométricas Torres solarimétrica Total Movimentação do imobilizado

2017 1.960.014 293.050 2.253.064

2017 Adições Depreciação 2018 1.960.014 1.960.014 293.050 218.800 511.850 713.052 (13.776) 699.276 13.838 (45) 13.793 2.253.064 945.690 (13.821) 3.184.933 (a) Compra de terreno para futura implantação do parque eólico. (b) Refere-se à prestação de serviço de consultoria para certificação da energia em função da fase pré-operacional da Companhia. (c) Referem-se à compra de torres anemométricas e solarimétricas para estudos e medições da energia eólica. Terreno (a) Imobilizado em andamento (b) Torres anenométricas (c) Torres solarimétrica (c)

7. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 4.000.000 (R$ 3.000.000 em 2017) e está representado por 4.000.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado é de R$ 3.532.500 (R$ 2.294.000 em 2017) e está representado por 3.532.500 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. a. Aumento de capital: De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 26 de outubro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 1.000.000 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 483.000 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. No exercício de 2018, foram realizadas integralizações de capital conforme boletins de integralizações no montante de R$ 755.500. 8. Prejuízos fiscais: Em 31 de dezembro de 2018 e 2017, a Companhia possuía saldos de prejuízos fiscais a compensar: 2018 2017 Prejuízos fiscais (168.405) (51.134) 9. Despesas gerais e administrativas 2018 2017 Taxas e emolumentos (25.491) (8.613) Serviços terceiros (20.276) (1.583) Viagens, diárias e ajuda de custo (5.594) (1.210) Tributos (4.125) (4.436) Depreciação (13.821) Despesas com cartório (9.842) (1.389) Despesa com publicidade (1.820) (500) Gastos diversos (325) (19) Despesa com combustível (1.094) (613) Despesas com licença ambiental (44.587) (3.350) Compartilhamento de despesa (17.038) (1.672) Legais, judiciais e publicações (23.500) (25.000) (167.513) (48.385) 10. Resultado financeiro 2018 2017 Receitas financeiras Rendimentos aplicações financeiras 16 28 Outras receitas 35 16 63 Despesas financeiras Juros pagos (4) (49) Tarifas bancárias (821) (669) Multas (81) (2.092) IOF (2) (2) (908) (2.812) Total (892) (2.749)

11. Transações partes relacionadas: Os principais saldos de ativos e passivos em 31 de dezembro de 2018 e 2017, bem como as transações que influenciaram os resultados dos exercícios, decorrem de transações da Companhia, as quais estão descritas abaixo: Em 31 de dezembro 2017 Passivo Fornecedores - Mútuo (a) 1.672 Resultado Compartilhamento de despesas (a) 1.672 Em 31 de dezembro 2018 Passivo Fornecedores 1.789 Resultado Compartilhamento de despesas (a) 17.038 (a) A Companhia possui operações com partes relacionadas decorrente do contrato de compartilhamento de despesas firmado com a Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. 12. Instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros contratados com terceiros discriminam-se como segue: a. Valor justo dos instrumentos financeiros não derivativos 2018 2017 Valor Valor de Valor Valor de contábil mercado contábil mercado Caixas e equivalentes de caixa 977 977 240 240 Fornecedor (15.547) (15.547) Partes relacionadas (1.789) (1.789) Total (16.359) (16.359) 240 240 13. Seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. A Diretoria. Contador responsável: Eugênio Pacelli Mendonça Dupin CRC- SP 201976/O-1 T-CE

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de Santa Angélica Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis da Ventos de Santa Angélica Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de Santa Angélica Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou

representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis intermediárias ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a companhia a não mais se manter em continuidade operacional. • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fortaleza, 28 de fevereiro de 2019 ERNST & YOUNG - Auditores Independentes S.S. - CRC-2SP015199/O-6 Ana Sampaio Forte Leal - CONTADORA CRC CE019456/O-7

VENTOS DE SANTA APARECIDA ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A.

receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas políticas são depreciados a partir da data em que estão disponíveis contábeis da Companhia. A Companhia não possui para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está espera que as seguintes novas normas ou modificações Relatório da Administração disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo possam ter um impacto significativo nas demonstrações Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de Santa Aparecida Energias Renováveis S.A. dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A contábeis da Companhia: • IFRS 16 Operações de relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019. depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • método linear com relação às vidas úteis estimadas já que Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios Balanço patrimonial Demonstração do resultado Exercícios esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O (Valores expressos em reais) (Valores expressos em reais) (Valores expressos em reais) não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos Notas 2018 2017 Notas 2018 2017 2018 2017 aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a Ativo Despesas operacionais Fluxos de caixa das atividades 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para Circulante Despesas gerais e operacionais úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento entidades que divulgam as suas Demonstrações contábeis de Caixa e equiv. de caixa 4 1.518 109.467 administrativas 10 (382.386) (256.753) Prejuízo do exercício (381.425) (259.188) de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Tributos a recuperar 585 7 Prejuízo antes do resulAjustes para conciliar o resultado mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável Adiant. a fornecedores 5 92.192 - tado financeiro (382.386) (256.753) as disponibilidades geradas pelas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de atividades operacionais Despesas antecipadas 1.204 - Resultado financeiro ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de 15.748 - classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, 95.499 109.474 líquido 11 961 (2.435) Depreciação (365.677) (259.188) Não circulante Prejuízo do exercício (381.425) (259.188) ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de analisar e definir limites e controles apropriados, e para (Acréscimo) decréscimo Imobilizado 6 978.969 173.090 juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: Demonstração do resultado abrangente de ativos e passivos Intangível 978.969 173.090 recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida O risco operacional está relacionado com a paralisação de Tributos a recuperar (578) Exercícios findos em Total do ativo 1.074.468 282.564 estimada do instrumento financeiro ou em um período de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao Despesas antecipadas (1.204) - tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos 31 de dezembro de 2018 e 2017 Adiantamento a fornecedores (92.192) - do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na com bancos e instituições financeiras é administrado pela (Valores expressos em reais) Passivo Partes relacionadas (9.803) rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As tesouraria da Companhia de acordo com a política por este Circulante 2018 2017 Obrigações fiscais 2.329 3.156 despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas Obrigações fiscais 7 6.838 4.509 Prejuízo do exercício (381.425) (259.188) Caixa líquido nas atividades empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela 6.838 4.509 operacionais (457.322) (265.835) provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando Patrimônio líquido mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de Capital social 8 2.206.000 1.035.000 Outros resultados empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo - Fluxos de caixa das atividades Prejuízos acumulados (1.138.370) (756.945) abrangentes de investimentos construção ou produção de um ativo qualificável são financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. 1.067.630 278.055 Aquis. de imobilizaado (821.627) (100.590) mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Resultado abrangente Total do passivo e Caixa líquido aplicado nas Imposto de renda e contribuição social: Ativos e passivos Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as (381.425) (259.188) atividades de investimentos patrimônio líquido 1.074.468 282.564 do exercício (821.627) (100.590) tributários correntes do último exercício e de anos anteriores obrigações associadas com seus passivos financeiros que Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo Fluxos de caixa das atividades para as autoridades fiscais. As alíquotas de imposto e as leis financeiro. A abordagem da Companhia na administração em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) de financiamento tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre Integralização de capital 1.171.000 474.500 estão em vigor ou substancialmente em vigor na data do tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações Capital social Capital a Prejuízos Caixa líquido originado nas subscrito integralizar acumulados Total balanço nos países em que o Grupo opera e gera receita ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem 1.171.000 474.500 tributável. Imposto de renda e contribuição social correntes causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar Saldos em 31 de dezembro de 2016 715.000 (154.500) (497.757) 62.743 atividades de financiamento Capital subscrito 1.220.000 (1.220.000) - Acréscimo(decréscimo)no relativos a itens reconhecidos diretamente no patrimônio a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos caixa e equivalentes de caixa (107.949) 108.075 Capital integralizado 474.500 474.500 líquido são reconhecidos no patrimônio líquido. A administração financeiros representados por caixa que resultam diretamente Prejuízo do exercício (259.188) (259.188) periodicamente avalia a posição fiscal das situações nas quais das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua Saldos em 31 de dezembro de 2017 1.935.000 (900.000) (756.945) 278.055 Demonstração a regulamentação fiscal requer interpretação e estabelece aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer No início do exercício 109.467 1.392 Capital subscrito 1.000.000 (1.000.000) provisões quando apropriado. A Administração avalia, outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de 1.518 109.467 periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à Capital integralizado 1.171.000 1.171.000 No fim do exercício Prejuízo do exercício (381.425) (381.425) Variação do caixa e apurações de impostos sobre a renda com relação às moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado (107.949) 108.075 situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as Saldos em 31 de dezembro de 2018 2.935.000 (729.000) (1.138.370) 1.067.630 equivalentes de caixa margem a interpretações; e estabelece provisões, quando taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 apropriado, com base nos valores estimados de pagamento ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em (Valores expressos em reais) às autoridades fiscais. 2.10 Normas, alterações e interpretações instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco 1. Contexto operacional: A Ventos de Santa Aparecida Energias Renováveis S.A. “Companhia”, situada Rod. Doutor Mendel Steinbruch, S/N , Km 08, sala 90 - Distr. Industrial, com sede que entraram em vigor em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos em Maracanaú, Estado do Ceará, foi constituída em 30 de Novembro de 2011 e até a presente data não entrou em fase operacional. Para entrar em fase operacional a Companhia depende Receitas de Contratos com Clientes: Substitui o CPC 30 / IAS de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo de reunir todos os pré-requisitos para participação de Leilão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e se sagrar vencedora para que possa obter autorização para 18 Receitas, o CPC 17 / IAS 11 Contratos de Construção e tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não estabelecer-se como produtor independente de energia elétrica. A Companhia tem por objeto social a geração, como produtor independente, de energia elétrica, a partir de fontes alternativas, interpretações relacionadas. A Companhia adotou o CPC 47 / efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar predominantemente a eólica, destinada à comercialização na modalidade de produção independente de energia; e para consecução do objeto social, a implantação, administração e operação IFRS 15 a partir de 1º de janeiro de 2018, usando o método de oscilações relevantes nos seus preços de mercado. de centrais geradoras, bem como o desenvolvimento de projetos, a prestação de serviços de consultoria de Projetos Eólicos. A Companhia encontra-se em fase pré-operacional e no decorrer efeito cumulativo (sem expedientes práticos), com efeito de 4. Caixas e equivalentes de caixa 2018 2017 desta fase, seus acionistas cobrem as suas necessidades de caixa na forma de capital ou adiantamentos para permitir a liquidação de obrigações futuras referentes a conclusão da fase de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de 2018). A adoção do CPC 47 / Bancos conta movimento 1.291 32.355 instalação até que a operação atinja seu equilíbrio. 227 77.112 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil IFRS 15 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis Aplicações financeiras 1.518 109.467 incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC da Companhia relacionadas a ativos e passivos financeiros, Total 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo visto que a Companhia encontra-se em fase pré-operacional. Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 28 de fevereiro de 2019. 2.2 Moeda Adoção CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: A junto às instituições financeiras que operam no mercado funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o Companhia adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS remuneradas pela variação do Certificado de Depósito estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de operações da Companhia, ou seja, são ativos financeiros com críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores 2.4 Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento a 3 meses da data de contratação e com compromisso de seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os recompra pelo emissor. classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a 5. Adiantamento a fornecedores 2018 2017 ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus classificação e mensuração de passivos financeiros. No passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 Casa dos ventos energia 92.192 inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, renováveis 92.192 método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção Total os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela 6. Imobilizado: Composição do imobilizado Companhia são: caixa e equivalentes de caixa e adiantamentos diversos. 2.6 Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos 2018 2017 com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais 173.090 173.090 evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor Imobilizado em andamento 805.879 recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, Torres Anenométricas 978.969 173.090 os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria Total em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, Movimentação do imobilizado: 2017 Adições Depreciação 2018 entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado 173.090 173.090 ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo Imobilizado em andamento (a) 821.627 (15.748) 805.879 de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição Torres Anenométricas (b) 173.090 821.627 (15.748) 978.969 necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do Total item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil (a) Refere-se à prestação de serviço de consultoria para certificação da energia em função da fase pré-operacional da do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na Companhia. alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras (b) Referem-se à compra de torres anemométricas para estudos e medições da energia eólica.

CNPJ: 15.241.339/0001-57

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Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de Santa Aparecida Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis da Ventos de Santa Aparecida Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de Santa Aparecida Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres

de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato

de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar m m m m m N m T m m m m m A m m m m m m m C m m m m

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VENTOS DE SÃO BENTO ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 14.675.949/0001-04 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de São Bento Energias Renováveis S.A. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019.

Balanço patrimonial Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Notas Ativo Circulante Caixa e equiv. de caixa Tributos a recuperar Despesas antecipadas Adiant. a fornecedor Partes relacionadas Não circulante Imobilizado Intangível

4 5 11 6

Total do ativo Passivo Circulante Fornecedores Partes relacionadas Obrigações fiscais Outras contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Prejuízos acumulados

11

7

Total do passivo e patrimônio líquido

2018 1.468.949 17 20.785 15.024.732 63.968 16.578.451 2.981.693 267.856 3.249.549 19.828.000 27.113 149.069 9.489 7.239 192.910

Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 2017

Notas

Despesas operacionais Despesas gerais e 1.678 administrativas 13 - Prejuízo antes do - resultado financeiro 1.691 Resultado financeiro Receitas financeiras 901.018 Despesas financeiras 901,018 Prejuízo do exercício 902.709 1.190 1.190

9

10 10

2018 (3.974.974)

2017 (41.614)

(3.974.974)

(41.614)

3.592 (2.872) 720 (3.974.254)

1 (2.463) (2.462) (44.076)

Demonstração do resultado abrangente Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Prejuízo do exercício 24.226.025 1.518.200 (4.590.935) (616.681) Outros resultados abrangentes 19.635.090 901.519 Resultado abrangente do 19.828.000 902.709 exercício

2018 (3.974.254)

2017 (44.076)

-

-

(3.974.254)

(44.076)

Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Saldos em 31 de dezembro de 2016 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2017 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2018

Capital social subscrito 1.497.500 52.000 1.549.500 44.484.303 46.033.803

Capital a integralizar (81.300) (52.000) 102.000 (31.300) (44.484.303) 22.707.825 (21.807.778)

Prejuízos acumulados (572.605) (44.076) (616.681) (3.974.254) (4.590.935)

Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo do exercício

2017

(3.974.254)

(44.076)

Depreciação (Acréscimo) decréscimo de ativos e passivos Tributos a recuperar Despesas antecipadas Adiantamento a fornecedor Partes relacionadas Fornecedores Obrigações fiscais Outras contas a pagar

60.148

6.039

(4) (20.785) (15.024.732) 85.101 27.113 8.299 7.239

1 (4.670) 1.190 -

Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais

(18.831.875)

(41.516)

Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisição de imobilizado Aquisição de intangível Caixa líquido originado nas atividades de investimento Fluxo de caixa das atividades de financiamento Integralização de capital

Total 843.595 102.000 (44.076) 901.519 22.707.825 (3.974.254) 19.635.090

2018

Caixa líquido originado nas atividades de financiamento (Redução) aumento do caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício (Redução) aumento do caixa e equivalentes de caixa

(2.140.823) (267.856)

(60.981) -

(2.408.679)

(60.981)

22.707.825

102.000

22.707.825

102.000

1.467,271 1.678 1.468.949

(497) 2.175 1.678

1.467.271

(497)

Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, situada na Rod. Doutor Mendel Steinbruch, S/N, Km 08, sala 79 - Distr. Industrial, Estado do Ceará, foi constituída em 10 de Novembro de 2011 e até a presente data não entrou em fase operacional. A Companhia comercializou parte da sua garantia física no leilão 003/2018 promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e entrará em fase operacional quando obtiver o despacho de operação comercial de seu parque eólico, estimado para Agosto de 2020. A Companhia tem por objeto social: (i) a exploração, em nome próprio ou através da participação em consórcios ou sociedades, de usina de geração de energia elétrica a partir da fonte eólica Ventos de Januário 20, na forma permitida em lei e mediante a obtenção das respectivas concessões e autorizações; (ii) a produção e comercialização de energia elétrica a partir de fonte eólica; e (iii) a aquisição, no mercado interno e externo, dos equipamentos, bens e serviços necessários para tal desiderato. O empreendimento EOL Ventos de São Januário 20 quando operacional terá capacidade instalada de 50,4 MW, e está localizado no município de Campo Formoso - BA. Nesta fase pré-operacional, os acionistas têm coberto necessidades de caixa da Companhia na forma de aportes de capital ou adiantamentos, conforme necessário para permitir a liquidação de obrigações futuras. Adicionalmente, em novembro de 2018 a Companhia contratou financiamento do Banco do Nordeste do Brasil S.A. - BNB. Vide Nota 14. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As Demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas Demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das Demonstrações contábeis estão sendo evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das Demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 18 de fevereiro de 2019. 2.2 Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas Demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das Demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas Demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. 2.4 Base de mensuração: As Demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa, adiantamento a fornecedor e partes relacionadas. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: fornecedores e partes relacionadas. 2.6 Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são

reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 Imposto de renda e contribuição social: Ativos e passivos tributários correntes do último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. As alíquotas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou substancialmente em vigor na data do balanço nos países em que o Grupo opera e gera receita tributável. Imposto de renda e contribuição social correntes relativos a itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido são reconhecidos no patrimônio líquido. A administração periodicamente avalia a posição fiscal das situações nas quais a regulamentação fiscal requer interpretação e estabelece provisões quando apropriado. A Administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas apurações de impostos sobre a renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações; e estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. 2.10 Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - Receitas de Contratos com Clientes: Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. A Companhia adotou o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de 2018). Consequentemente, a informação apresentada para 2017 não foi reapresentada e, desta forma, foi apresentada conforme reportado anteriormente de acordo com o CPC 30 / IAS 18 e interpretações relacionadas. A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia relacionadas a ativos e passivos financeiros, visto que a Companhia encontra-se em fase pré-operacional. Adoção CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: A Companhia adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a classificação e mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia. A Companhia não possui instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se espera que as seguintes novas normas ou modificações possam ter um impacto significativo nas demonstrações contábeis da Companhia: • IFRS 16 Operações de arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que divulgam as suas Demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado.

4. Caixa e equivalentes de caixa 2018 2017 Bancos 6.177 1.678 Aplicações financeiras 1.462.772 Total 1.468.949 1.678 Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas junto às instituições financeiras que operam no mercado financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são remuneradas pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas operações da Companhia, ou seja, são ativos financeiros com liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores a 3 meses da data de contratação e com compromisso de recompra pelo emissor. 5. Adiantamento a fornecedor 2018 2017 Vestas do Brasil Energia Eolica Ltda (a) 15.024.732 Total 15.024.732 (a) Em outubro de 2018, a Companhia efetuou adiantamento para Empresa especializada na construção de aerogeradores, onde os mesmos farão parte do parque eólico após término do período pré-operacional, conforme contrato firmado entre as partes.

6. Imobilizado: Composição do imobilizado Edificações, obras civis e benfeitorias Torres anemométricas Custos diretamente atribuíveis Imobilizado em andamento Total Movimentação do imobilizado

2018 859.612 959.111 500.000 662.970 2.981.693

2017 901.018 901.018

2017 Adições Transferências Depreciação 2018 Edificações, obras civis e benfeitorias 901.018 (41.406) 859.612 Torres anemométricas (a) - 977.853 (18.742) 959.111 Custo de empréstimo (b) - 500.000 500.000 Imobilizado em andamento (c) - 662.970 662.970 Total 901.018 2.140.823 (60.148) 2.981.693 (a) Referem-se à compra de torres anemométricas para estudos e medições da energia eólica. (b) Refere-se à tarifa de análise de viabilidade econômico-financeira paga pela Companhia para obtenção de empréstimo junto as instituições financeiras, com o intuito de obter recursos para a construção dos parques eólicos. (c) Refere-se à prestação de serviço de consultoria para certificação da energia em função da fase pré-operacional da Companhia.

7. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 46.033.803 (R$ 1.549.500 em 2017) e está representado por 46.033.803 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado é de R$ 24.226.025 (R$ 1.518.200 em 2017) e está representado por 24.226.025 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. Aumento de capital: De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 28 de março de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 4.526.000 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 452.600 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 13 de setembro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 10.000 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 785 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 26 de outubro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 39.948.303 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 15.398.525 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. No exercício de 2018, foram realizadas integralizações de capital conforme boletins de integralizações no montante de R$ 6.855.915 com entrada em caixa e equivalente de caixa. 8. Prejuízos fiscais: Em 31 de dezembro de 2018 e 2017, a companhia possuía saldos de prejuízos ficais a compensar: 2018 2017 Prejuízos fiscais (3.974.254) (44.076) 9. Despesas gerais e administrativas 2018 2017 Taxas e emolumentos (22.184) (2.142) Arrendamento mercantil (42.491) (6.430) Serviços terceiros (54.801) (2.613) Gastos diversos (2.180) (1) Despesas com seguros (932) Viagens, diárias e ajuda de custo (2.347) Despesas com tributos (12.155) (10) Despesas com cartório (12.848) (115) Compartilhamento de despesa (3.756.713) (22.293) Depreciação (60.148) (6.039) Auditoria (8.175) (1.971) 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável Total (3.974.974) (41.614) pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de 10. Resultado financeiro gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, 2018 2017 analisar e definir limites e controles apropriados, e para Receitas financeiras monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: Rendimentos aplicações financeiras 3.590 1 O risco operacional está relacionado com a paralisação de Outras receitas 2 parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao 3.592 1 parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos Despesas financeiras com bancos e instituições financeiras é administrado pela Juros pagos (197) (1) tesouraria da Companhia de acordo com a política por este Tarifas bancárias (2.240) (1.458) estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas Multas (435) (1.004) em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela (2.872) (2.463) controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando Total 720 (2.462) limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de 11. Partes relacionadas: Os principais saldos de ativos e minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo passivos em 31 de dezembro de 2018 e 2017, bem como as financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. transações que influenciaram os resultados dos exercícios, (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a decorrem de transações da Companhia, as quais estão Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as descritas abaixo:

Em 31 de dezembro 2017 Resultado Compartilhamento de despesas (a) 22.293 Em 31 de dezembro 2018 Ativo Outros créditos (b) 63.968 Passivo Fornecedores (a) 149.069 Resultado Compartilhamento de despesas (a) 3.756.713 (a) A Companhia possui operações com partes relacionadas decorrente do contrato de compartilhamento de despesas firmado com a Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. (b) A Companhia possui operações referente a despesas compartilhadas em condomínio com as SPEs Ventos de São Galvão Energias Renováveis S.A e Ventos de Santo Eloy Energias Renováveis S.A. 12. Instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros contratados com terceiros discriminam-se como segue: a. Valor justo dos instrumentos financeiros não derivativos 2018 2017 Valor Valor de Valor Valor de contábil mercado contábil mercado Caixas e equivalentes de caixa 1.468.949 1.468.949 1.678 1678 Partes relacionadas (ativo) 63.968 63.968 Adiantamento a a fornecedor 15.024.732 15.024.732 Partes relacionadas (passivo) (149.069) (149.069) Fornecedores (27.113) (27.113) Total 16.381.467 16.381.467 1.678 1.678 13. Seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das Demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 14. Eventos subsequentes: Em 30 de novembro de 2018, a Companhia formalizou contrato de financiamento celebrado com o Banco do Nordeste do Brasil S.A. no valor de R$ 184.135.210, a serem providos com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para aplicação na aquisição de bens e realização de serviços. Os encargos da operação correspondem a taxa de juros dos fundos constitucionais (TFC), apurada mensalmente. As liberações relativas ao contrato de financiamento só serão efetuadas a partir do exercício de 2019, sem apresentar maiores impactos ao exercício objeto dessas demonstrações contábeis. A Diretoria. Contador responsável: Eugênio Pacelli Mendonça Dupin CRC- SP 201976/O-1 T-CE

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de São Bento Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as Demonstrações contábeis da Ventos de São Bento Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as Demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de São Bento Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas Demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das Demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro. Na elaboração das Demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das Demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das Demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das Demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as Demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas Demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas Demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou

imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos Relatório da Administração qualificáveis e condição necessários para que esses sejam Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de São Cleófas Energias Renováveis S.A. relativos capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019. custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que Balanço patrimonial Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios Demonstração do resultado Exercícios os benefícios econômicos incorporados dentro do componente Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser (Valores expressos em reais) (Valores expressos em reais) (Valores expressos em reais) medido de forma confiável. O valor contábil do componente Notas 2018 2017 Notas 2018 2017 2018 2017 que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no Ativo Despesas operacionais Fluxos de caixa das atividades resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação Circulante Despesas gerais e operacionais Caixa e equiv. de caixa 4 2.994 1.435 administrativas (943.696) (375.212) de um item do imobilizado são apurados pela comparação 10 (938.752) (372.508) Prejuízo do exercício entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil Adiantamentos diversos 954 Prejuízo antes do resultado Ajustes para conciliar o resuldo imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras Tributos a recuperar 8 8 financeiro (938.752) (372.508) tado as disponibilidades gerareceitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado 3.002 2.397 das pelas ativ. operacionais Resultado financeiro líquido 11 (4.944) (2.704) Não circulante Depreciação 21.719 - são depreciados a partir da data em que estão disponíveis Imobilizado 5 1.111.432 (921.977) (375.212) para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a (943.696) (375.212) partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está 1.111.432 - Prejuízo do exercício (Acréscimo) decréscimo disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo Total do ativo 1.114.434 2.397 de ativos e passivos Demonstração do resultado abrangente Passivo Adiantamentos diversos 954 (954) dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A Exercícios findos em depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no Circulante Fornecedores 42.178 31 de dezembro de 2018 e 2017 Fornecedores 6 42.178 Partes relacionadas 6.814 (5.802) método linear com relação às vidas úteis estimadas já que (Valores expressos em reais) Partes relacionadas 12 6.814 Obrigações fiscais 28.741 (1.670) esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos Obrigações fiscais 30.589 1.848 2018 2017 Caixa líquido nas atividades 79.581 1.848 (843.290) (383.638) não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com Prejuízo do exercício (943.696) (375.212) operacionais o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), Patrimônio líquido Outros resultados aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e Capital social 7 2.928.000 950.000 - Fluxos de caixa das atividades 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas Prejuízos acumulados (1.893.147) (949.451) abrangentes de investimentos úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento 1.034.853 549 Aquisição de imobilizado (1.133.151) Resultado abrangente do de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como Total do passivo e Caixa líquido nas atividades (943.696) (375.212) mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas patrimônio líquido 1.114.434 2.397 exercício de investimento (1.133.151) financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, Fluxo de caixa das atividades em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita de financiamento ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de Capital social Capital a Prejuízos Integralização de capital 1.978.000 384.000 juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou subscrito integralizar acumulados Total Caixa líquido nas atividades recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida Saldos em 31 de dezembro de 2016 575.000 (9.000) (574.239) (8.239) de financiamento 1.978.000 384.000 estimada do instrumento financeiro ou em um período de Capital subscrito 420.000 (420.000) - Acréscimo no caixa e tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido Capital integralizado 384.000 384.000 equivalentes de caixa 1.559 362 do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na Prejuízo do exercício (375.212) (375.212) Demonstração do aumento do rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As Saldos em 31 de dezembro de 2017 995.000 (45.000) (949.451) 549 caixa e equivalentes de caixa despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre Capital subscrito 2.225.000 (2.225.000) - No início do exercício 1.435 1.073 empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das Capital integralizado 1.978.000 1.978.000 No fim do exercício 2.994 1.435 provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros Prejuízo do exercício (943.696) (943.696) Variação do caixa e equivalentes mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de Saldos em 31 de dezembro de 2018 3.220.000 (292,000) (1.893.147) 1.034.853 de caixa 1.559 362 empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 (Valores expressos em reais) Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor 1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, situado na Rod. CE 021, KM 08 - Sala 14 - Distr. Industrial, Estado do Ceará, foi constituída em 28 de Fevereiro de 2011 em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - Receitas de Contratos e até a presente data não entrou em fase operacional. Para entrar em fase operacional a Companhia depende de reunir todos os pré-requisitos para participação de Leilão promovido pela com Clientes - Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e se sagrar vencedora para que possa obter autorização para estabelecer-se como produtor independente de energia elétrica. A companhia / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. tem como objeto social a geração, como produtor independente, de energia elétrica, a partir de fontes alternativas, predominantemente a eólica, destinada à comercialização na modalidade A Companhia adotou o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de de produção independente de energia e, para consecução do objeto social, a implantação, administração e operação de centrais geradoras, bem como o desenvolvimento de projetos, a janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem prestação de serviços de consultoria. Nesta fase pré-operacional, os acionistas têm coberto necessidades de caixa da Companhia na forma de aportes de capital ou adiantamentos, conforme expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro necessário para permitir a liquidação de obrigações futuras. Adicionalmente, os acionistas da Companhia garantem, se necessário, o suporte financeiro, pelos próximos 360 dias. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil de 2018). A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC significativo nas políticas contábeis da Companhia visto que a 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo Companhia encontra-se em fase pré-operacional. Adoção evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 15 de março de 2019. 2.2 Moeda CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros - A Companhia funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui 2.4 Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus classificação e mensuração de passivos financeiros. No passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas Companhia são: caixa e equivalentes de caixa. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: partes relacionadas e fornecedores. 2.6 Redução ao valor recuperável políticas contábeis da Companhia. A Companhia não possui (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para espera que as seguintes novas normas ou modificações desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o possam ter um impacto significativo nas demonstrações valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto contábeis da Companhia: • IFRS 16 Operações de antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23

VENTOS DE SÃO CLEÓFAS ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 13.312.545/0001-85

representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fortaleza, 18 de fevereiro de 2019 ERNST & YOUNG - Auditores Independentes S.S. - CRC-2SP015199/O-6 Ana Sampaio Forte Leal - Contadora CRC CE 019456/O-7.

Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que divulgam as suas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, analisar e definir limites e controles apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: O risco operacional está relacionado com a paralisação de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos com bancos e instituições financeiras é administrado pela tesouraria da Companhia de acordo com a política por este estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. 4. Caixas e equivalentes de caixa 2018 2017 Bancos conta movimento 2.736 1.435 Aplicações financeiras 258 Total 2.994 1.435 5. Imobilizado: Movimentação do imobilizado Depre2017 Adições ciação 2018 Torres Anemométricas (a) - 1.133.151 (21.719) 1.111.432 Total - 1.133.151 (21.719) 1.111.432 (a) Refere-se à compra de torres anemométricas para estudos e medições da energia eólica. 6. Fornecedores 2018 2017 Serviços Aéreos Industriais Especializados Ltda 39.481 Outros fornecedores 2.697 Total 42.178 7. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 3.220.000 (R$ 995.000 em 2017) e está representado por 3.220.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado é de R$ 2.928.000 (R$ 950.000 em 2017) e está representado por 2.928.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. a) Aumento de capital: De acordo com Assembleia Geral Extraordinária AGE de 30 de janeiro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 80.000 em sua totalidade e integralizado capital no montante de R$ 8.000 com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 29 de março de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 85.000 em sua totalidade e integralizado capital no montante de R$ 8.500 com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 30 de maio de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 25.000 em sua totalidade e integralizado capital no montante

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Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de São Cleófas Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis da Ventos de São Cleófas Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de São Cleófas Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da m capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda m liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo A m de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações m contábeis. Como parte de uma auditoria re m m m m m m m A m m m m m m m m m m m m m O m m

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INFORME PUBLICITÁRIO

depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 Imposto de renda e contribuição social: Ativos e passivos tributários correntes do último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. As alíquotas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou substancialmente em vigor na data do balanço nos países em que o Grupo opera e gera receita tributável. Imposto de renda e contribuição social correntes relativos a itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido são reconhecidos no patrimônio líquido. A administração periodicamente avalia a posição fiscal das situações nas quais a regulamentação fiscal requer interpretação e estabelece provisões quando apropriado. A Administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas m m m m m m

VENTOS DE SANTO ELOY ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 13.346.056/0001-44 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de Santo Eloy Energias Renováveis S.A. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019.

Balanço patrimonial Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Notas Ativo Circulante Caixa e equiv. de caixa 4 Tributos a recuperar Despesas antecipadas Adiantamento a fornecedor 5 Não circulante Imobilizado Intangível

6

Total do ativo Passivo Circulante Fornecedores Partes relacionadas Obrigações fiscais Outras contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Prejuízos acumulados

7

Total do passivo e patrimônio líquido

2017

1.534.296 39 20.786 15.024.732 16.579.853

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1.185.666 312.075 1.497.741 18.077.594

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2.452 142.018 2.603 7.239 154.312

262 7 269

18.718.628 (795.346) 17.923.282

29.500 (26.268) 3.232

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Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

2018

Notas Despesas operacionais Despesas gerais e administrativas

2018

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Prejuízo antes do resultado financeiro Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras

(770.313)

(2.394)

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Prejuízo do exercício

8

2017

(3.215)

(769.078)

Demonstração do resultado abrangente Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 2018 (769.078) -

Prejuízo do exercício Outros resultados abrangentes Resultado abrangente do exercício

2017 (3.215) (3.215)

(769.078)

Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Capital social subscrito 30.000 30.000 45.828.910 45.858.910

Saldos em 31 de dezembro de 2016 Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2017 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2018

ESTADO

Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019  O

Capital a integralizar (4.000) 3.500 (500) (45.828.910) 18.689.128 (27.140.282)

Prejuízos acumulados (23.053) (3.215) (26.268) (769.078) (795.346)

Total 2.947 3.500 (3.215) 3.232 18.689.128 (769.078) 17.923.282

2018 Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo do exercício Depreciação (Acréscimo) decréscimo de ativos e passivos Tributos a recuperar Despesas antecipadas Adiantamento a fornecedor Fornecedores Partes relacionadas Obrigações fiscais Outras contas a pagar Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais

2017 (3.215) -

(769.078) 2.068

Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisição de imobilizado Aquisição de intangível Caixa líquido originado nas atividades de investimento

(14) (20.786) (15.024.732) 2.452 141.756 2.596 7.239

(1) (154) 1 -

(15.658.499)

(3.369)

(1.187.734) (312.075)

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Fluxo de caixa das atividades de financiamento Integralização de capital Caixa líquido originado nas atividades de financiamento Aumento do caixa e equivalentes de caixa Demonstração do aumento no caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício Variação no caixa e equivalentes de caixa

18.689.128 1.530.820

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3.476 1.534.296

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1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, situada na Rod. CE 021 - KM 08 - Sala 45 - Distrito Industrial, Estado do Ceará, foi constituída em 22 de Fevereiro de 2011 e até a presente data não entrou em fase operacional. A Companhia comercializou parte da sua garantia física no leilão 003/2018 promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e entrará em fase operacional quando obtiver o despacho de operação comercial de seu parque eólico, estimado para Agosto de 2020. A Companhia tem por objeto social: (i) a exploração, em nome próprio ou através da participação em consórcios ou sociedades, de usina de geração de energia elétrica a partir da fonte eólica Ventos de Januário 22, na forma permitida em lei e mediante a obtenção das respectivas concessões e autorizações; (ii) a produção e comercialização de energia elétrica a partir de fonte eólica; e (iii) a aquisição, no mercado interno e externo, dos equipamentos, bens e serviços necessários para tal desiderato. O empreendimento EOL Ventos de São Januário 22 quando operacional terá capacidade instalada de 50,4 MW, e está localizado no município de Campo Formoso - BA. Nesta fase pré-operacional, os acionistas têm coberto necessidades de caixa da Companhia na forma de aportes de capital ou adiantamentos, conforme necessário para permitir a liquidação de obrigações futuras. Adicionalmente, em novembro de 2018 a Companhia contratou financiamento do Banco do Nordeste do Brasil S.A. BNB. Vide Nota 14. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 18 de fevereiro de 2019. 2.2 Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. 2.4 Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa e adiantamento a fornecedor. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: partes relacionadas e fornecedores. 2.6 Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de

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CNPJ: 10.772.867/0001-19 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019.

Notas Ativo Caixa e equivalentes de caixa 3 Contas a receber 4 Impostos a recuperar Estoques Adiantamentos a fornecedores Outros créditos 5 Total ativo circulante Contas a receber 4 Depósitos judiciais Outros créditos 5 Parte relacionadas 14 Investimentos 6 Imobilizado 7 Intagível Total ativo não circulante Total do ativo Passivo Fornecedores Obrigações fiscais e tributárias Obrig. trabalhistas, previdenc. e sociais Outras obrigações 8 Total passivo circulante Outras obrigações 8 Total passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social 9 Prejuízo acumulados Total patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

2018

2017

15.051 13.159 21.006 3 395 559 176 98 3.906 1.714 15.611 28.147 56.145 43.680 5.166 4.854 1.099 962 50.401 67.659 26.916 29.232 3.765 3.958 34.592 63.532 2.964 3.495 124.903 173.692 181.048 217.372 1.769 1.899 2.564 2.254 8.486 6.796 6.796 191.535 (25.769) 165.766 181.048

Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em milhares de reais)

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em milhares de reais) Receita operacional líquida Custos operacionais Lucro bruto Despesas gerais e administrativas Outras receitas (despesas) operacionais liquidas Prejuízo antes do resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras Resultado financeiro Prejuízo do exercício

Notas

2018

2017

10

17.777 17.777

49.607 49.607

11

(53.840) (53.517)

12

18.327 (75.276)

13 13

(17.736) (79.186) 10.610 80.842 (4.704) (5.551) 5.906 75.291 (11.830)

(3.895)

Demonstração do resultado abrangente Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em milhares de reais)

2.783 487 1.891 15.663 20.824 13.802 Prejuízo do exercício 13.802 Outros resultados 196.685 abrangentes (13.939) 182.746 Resultado abrangente do 217.372 exercício

2018 (11.830)

2017 (3.895)

-

-

(11.830)

(3.895)

Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em milhares de reais) Capital social 159.536 37.149 196.685 24.850 (30.000) 191.535

Saldos em 31 de dezembro de 2016 Integralização de capital Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2017 Integralização de capital Redução de capital Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2018

Reserva de lucros -

Prejuízo acumulado (10.044) (3.895) (13.939) (11.830) (25.769)

Total 149.492 37.149 (3.895) 182.746 24.850 (30.000) (11.830) 165.766

Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo do exercício Depreciação e amortização Resultado de equiv. patrimonial Resultado na baixa de investimentos Valor residual na baixa de imobilizado e intangível Variações nos ativos e passivos Contas a receber Impostos a recuperar Estoques Adiant. a fornecedores Outros créditos Depósitos judiciais Fornecedores Obrigações tributárias Obrigações trabalhistas, previdenciárias e sociais Outras obrigações Caixa líquido nas ativ. operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisição de investimentos Aquisição de imobilizado Baixas de imobilizado Aquisição de intangível Caixa líquido nas ativ. de investimento Fluxo de caixa das atividades de financiamento Partes relacionadas Aumento de capital Redução de capital Caixa líquido nas ativ. de financiamento Aumento no caixa e equivalentes de caixa Demonstração do caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício Variação do caixa e equiv. de caixa

2018

2017

(11.830) 3.244 -

(3.895) 3.210 8

325

-

(10.190)

9.570

(21.315) 164 (78) (2.192) 29.794 (137) (1.014) 1.412

8.129 450 4.802 (340) (24.622) (860) 803 133

673 (20.415) (31.559)

235 (26.082) (28.459)

(132) (10.253) 46.670 36.285

(252) (14.546) 12.765 (330) (2.363)

2.316 24.850 (30.000) (2.834)

3.254 37.149 40.403

1.892

9.581

13.159 15.051 1.892

3.578 13.159 9.581

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em milhares de reais) 1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, na Rodovia Doutor Mendel Steinbruch, nº 10.800, Sala 237- Distrito Industrial, estado do Ceará, foi constituída em 13 de abril de 2009 constituída sob a forma de capital fechado, tendo por objeto social a comercialização de energia elétrica gerada no mercado de livre negociação, incluindo a compra e venda, a importação e a exportação de energia elétrica, bom como a intermediação em quaisquer destas operações, a implantação, administração e operação de centrais geradoras, o desenvolvimento de projetos, a prestação de serviços de consultoria e assessoria na negociação de projetos eólicos e outros serviços relacionados à geração de energias alternativas, obedecidas as normas legais e regulamentares aplicáveis a esse ramo de atividade; a participação, como sócia ou acionista do capital de outras sociedades ou empreendimentos, a fabricação de estruturas metálicas de medições eólicas destinadas a uso próprio e comercialização de terceiros; comercialização de produtos e equipamentos adquiridos de terceiros. 2. Base de preparação e principais políticas contábeis: 2.1. Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 15 de março de 2019. 2.2. Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3. Uso de estimativas e julgamentos: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos críticos e incertezas referentes às políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. 2.4. Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5. Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa, contas a receber, outros créditos, adiantamentos a fornecedores e partes relacionadas. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: fornecedores e outras obrigações. 2.6. Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que estão disponíveis

para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 2.7. Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.8. Receitas e despesas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9. Imposto de renda e contribuição social: Ativos e passivos tributários correntes do último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. As alíquotas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou substancialmente em vigor na data do balanço nos países em que o Grupo opera e gera receita tributável. Imposto de renda e contribuição social correntes relativos a itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido são reconhecidos no patrimônio líquido. A administração periodicamente avalia a posição fiscal das situações nas quais a regulamentação fiscal requer interpretação e estabelece provisões quando apropriado. Administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas apurações de impostos sobre a renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações; e estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. 2.10. Provisões: Geral: Provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) em consequência de um evento passado, é provável que benefícios econômicos sejam requeridos para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor da obrigação possa ser feita. Quando a Companhia espera que o valor de uma provisão seja reembolsado, no todo ou em parte. A despesa relativa a qualquer provisão é apresentada na demonstração do resultado, líquida de qualquer reembolso. Provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas: A Companhia é parte (polo passivo) de diversos processos judiciais e administrativos. Provisões são constituídas para todas as contingências referentes a processos judiciais para os quais é provável que uma saída de recursos seja feita para liquidar a contingência/ obrigação e uma estimativa razoável possa ser feita. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos

advogados externos. As provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. Em 31 de dezembro de 2018, com base na opinião dos assessores jurídicos da Companhia, não havia contingências cuja probabilidade de perda foi avaliada como provável. Assim, não há saldo contabilizado baseado nas práticas contábeis vigentes. A composição das contingências passivas envolvendo questões cíveis e trabalhistas avaliadas pelos assessores jurídicos como sendo de risco possível de perda para os quais nenhuma provisão foi constituída, baseado nas práticas contábeis vigentes é como segue: 31/12/2018 Natureza Cíveis 167 Trabalhista 2.822 Total 2.989 2.11. Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor em 2018: Adoção CPC 47 - Receitas de Contratos com Clientes - Substitui o CPC 30 - Receitas, o CPC 17 - Contratos de Construção e interpretações relacionadas. A Companhia adotou o CPC 47 a partir de 1º de janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de 2018). Consequentemente, a informação apresentada para 2017 não foi reapresentada e, desta forma, foi apresentada conforme reportado anteriormente de acordo com o CPC 30 / IAS 18 e interpretações relacionadas. A adoção do CPC 47 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia, principalmente, em decorrência de não haver a transferência do controle de seus bens arrendados para seus clientes nem obrigações de performance para reconhecimento das receitas, uma vez que eles ficam impedidos de realizar qualquer modificação no espaço, seguimento ou funcionamento sem a prévia autorização da locatária, ou seja, o controle dos ativos continua na Companhia. Adoção CPC 48 - Instrumentos Financeiros: A Companhia adotou inicialmente o CPC 48 - Instrumentos financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018 - O CPC 48 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui o CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O CPC 48 retém em grande parte os requerimentos existentes no CPC 38 para a classificação e mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção do CPC 48 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia. A Companhia não possui instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se espera que as seguintes novas normas ou modificações possam ter um impacto significativo nas demonstrações contábeis da Companhia: • IFRS 16 Operações de arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que divulgam as suas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 3. Caixas e equivalentes de caixa 2018 2017 Fundo fixo 271 275 Bancos 126 11.802 Aplicação financeira 14.654 1.082 Total 15.051 13.159 Referem-se a aplicações em Certificados de Depósitos Bancários, junto ao Banco ABC Brasil remunerados à 70% e 98,5% do CDI, com liquidez imediata e prontamente conversíveis em um montante de caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. 4. Contas a receber 2018 2017 Salus Fundo de Investimentos (a) 12.955 Ventos de Santa Angela Energias Renováveis (a) 8.028 Outras contas a receber clientes (a) 23 3 Complexo Eólico Itaguaçu da Bahia (b) 5.166 4.854 Total 26.172 4.857 Circulante 21.006 3 Não circulante 5.166 4.854 (a) A Companhia registrou no ativo circulante montante de R$ 21.006 (R$ 3 em 2017) decorrente da prestação de serviço ao Salus Fundo de Investimento no valor de R$ 12.955, venda

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CASA DOS VENTOS ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A.

Balanço patrimonial Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em milhares de reais)

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F ERNST & YOUNG A A S m F

de torre anemométrica no valor de R$ 8.028 à Ventos de Santa Angela Energias Renováveis S.A. e prestação de serviços diversos de R$ 23. (b) A Companhia registrou no ativo não circulante montante de R$ 5.166 (R$ 4.854 em 2017) do Complexo Eólico Itaguaçu da Bahia (Projeto Furnas). Trata-se de direito relativo ao projeto dos Parques conforme Termo de Compromisso assinado entre as partes. 5. Outros créditos 2018 2017 Direito creditório - Eletrobrás (a) 14.024 11.317 Cessão de direitos creditórios (b) 7.401 8.381 Valores a receber - Renova (c) 43.000 43.000 Direitos creditórios - Furnas 16.278 Outros creditos FIP 16.663 Crédito compartilhamento - Partes relacionadas 1.095 37 Outros 492 130 Total 66.012 95.806 Circulante 15.611 28.147 Não circulante 50.401 67.659 (a) A Companhia possui saldo a receber atualizado no valor de R$ 14.024 (R$ 11.317 em 2017) referente à cessão de direitos creditórios firmado com a Têxtil União, onde a mesma cede e transfere 80% (oitenta por cento) do seu crédito judicial, em que a Eletrobrás Centrais Elétricas Brasileiras S/A figura como ré. (b) Aquisição de direitos referentes a contratos de arrendamentos, os quais transferem fluxos de recebimentos à utilização da propriedade do vendedor para a Casa dos Ventos. (c) Em 30 de setembro de 2016, a Casa dos Ventos firmou contrato com a Renova sob o valor de R$ 43.000 referente a venda de projetos eólicos. 6. Investimentos: A Companhia mantém investimentos em projetos eólicos conforme abaixo: 2018 2017 Ventos de Bom Retiro Energias Renováveis S.A 85 Itaguaçu da Bahia Energias Renováveis S.A 3.765 3.633 Ventos de São Cirilo Energias Renováveis S.A 59 Ventos de São Bento Energias Renováveis 181 3.765 3.958 A movimentação dos investimentos da Companhia foi conforme segue: Aumento Investidas 2017 de capital Baixas 2018 Ventos de Bom Retiro Energias Renováveis S.A 85 (85) Itaguaçu da Bahia Energias Renováveis S.A 3.633 132 3.765 Ventos de São Cirilo Energias Renováveis S.A 59 (59) Ventos de São Bento Energias Renováveis S.A 181 (181) 3.958 132 (325) 3.765 7. Imobilizado: Movimentação do imobilizado 2017 Adições Baixas Transf. Depreciação 2018 Bens em operação Fazendas (a) 13.564 85 13.649 Equipamentos, máquinas e instalações 15.294 1.136 (5.838) (12.107) 2.684 1.169 Veículos 2.766 1.798 (1.524) (74) 2.966 Móveis e utensílios 832 43 (1) (152) 722 Equipam. de processamento de dados 1.145 266 (6) (382) 1.023 Instalações 245 18 (2) (63) 198 Comunicação e telefonia 57 57 Torres anemométricas (b) 22.282 4.068 (32.029) 12.093 1.099 7.513 Torres solarimétricas (5) 14 (1) 8 Ferramentas 176 19 (19) 176 Obras civis 391 1.915 (49) 2.257 Benfeitorias em bens de terceiros 821 (39) 782 Imobilizações em andamento 1.561 Torres anemométricas (b) 3.968 385 (2.792) 1.991 520 2.511 Projetos Total 63.532 10.253 (42.197) 3.004 34.592 2016 Adições Baixas Transfer. Depreciação 2017 Bens em operação Fazendas (a) 12.573 991 13.564 Equipamentos, máquinas e instalações 15.410 7.060 (5.922) (1.254) 15.294 Veículos 3.688 976 (1.363) (535) 2.766 Móveis e utensílios 940 94 (71) (131) 832 Equipam. de processamento de dados 1.178 249 (20) (262) 1.145 Instalações 302 9 (25) (41) 245 Comunicação e telefonia 65 (8) 57 Torres anemométricas (b) 33.815 2.635 (13.217) (951) 22.282 Ferramentas 352 19 (204) 9 176 Obras civis 80 317 (6) 391 Benfeitorias em bens de terceiros 860 (39) 821 Imobilizações em andamento Torres anemométricas (b) 3.292 2.181 (1.505) 3.968 Projetos 1.976 15 1.991 Total 74.531 14.546 (22.335) (3.210) 63.532 (a) Fazendas adquiridas para desenvolvimento futuro de novos projetos eólicos. (b) Instrumentos utilizados para a medição do potencial eólico das áreas pesquisadas pela Companhia. 8. Outras obrigações 2018 2017 Demais obrigações 185 220 Echoenergia Participações Ltda. 11.112 Renova 4.331 Adiantamentos de clientes 2.069 Outras (a) 6.796 13.802 Total 9.050 29.465 Circulante 2.254 15.663 Não circulante 6.796 13.802 (a) Em 31 de dezembro de 2018, refere-se, principalmente, às obrigações diversas de receita de cessão a apropriar. 9. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 191.535 (R$ 196.685 em 2017) e está representado por 191.535 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado em 2018 foi de R$ 24.850 (R$ 37.149 em 2017) e está representado por 24.850.000 (vinte e quatro milhões, oitocentos e cinquenta mil) ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. Em 22 de maio de 2018 foi aprovado, através de Assembleia Geral Extraordinária - AGE, aumento de capital social no montante de R$ 50.000, mediante emissão de 50.000 novas ações. Neste ato foi integralizado capital no montante de R$ 8.869 em sua totalidade com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. Em 28 de junho de 2018 foi aprovado, através de Assembleia Geral Extraordinária - AGE, redução de capital social no montante de R$ 30.000. No exercício de 2018, foram realizadas integralizações de capital conforme boletins de integralizações no montante de R$ 15.981 com entrada em caixa e equivalente de caixa. 10. Receita operacional líquida: As receitas operacionais da Companhia decorrem das seguintes fontes: (i) venda de energia elétrica adquirida de terceiros; (ii) arrendamento mercantil - aluguéis; (iii) prestação de serviço de consultoria para a venda de projetos relacionados à geração de energias alternativas; e (iv) venda de sucata que estão assim representadas nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017. 2018 2017 Receita de venda de energia elétrica adquirida de terceiro 1 48.036 Receita de arrendamento mercantil 6.883 6.099 Receita de consultoria empresarial - projetos eólicos 13.020 470 Receita de venda de sucata 7 102 (-) Impostos PIS (329) (904) COFINS (1.515) (4.162) ISS (260) (9) ICMS (4) (25) (-) Vendas canceladas (26) 17.777 49.607 2017 11. Despesas gerais e administrativas 2018 (19.420) (20.841) Consultoria Arrendamento (592) (192) Manutenção, conservação e limpeza (520) (1.431) Viagens e diárias (1.425) (1.877) Serviços prestados pessoa jurídica (5.763) (2.236) Taxas e emolumentos (11) (11) Salários (14.090) (12.912) Aluguel (1.876) (948) Serviços advocatícios (2.256) (2.836) Manutenção de veículos (1.873) (1.828) Locações de máquinas e equipamentos (300) (52) Licenças ambientais (23) (122) Legais, judiciais e publicações (407) (428) Aluguel de veículos (50) (78) Seguros (2) (7) Publicidade (15) (4) Telecomunicações (1.432) (1.041) Serviços de intermediação de negócios-PJ (1) (1) Ressarcimentos de compartilhamento de despesas 16.173 3.990 Despesas honorários - medições (CCBC) (57) Bonificações, donativos e contribuições (37) (149) Energia elétrica (142) (136) Fretes (119) (177) Impostos e taxas (37) (149) Reparo e manutenção de edifícios e jardins (408) (234) Contribuições para associações de classe (138) (100) Materiais de consumo (32) (103) Equipamentos e acessócios para torres (104) (668) Peças de reposição mecânica (4) (141) Serviços de mão-de-obra terceirizada - PF (517) (227) Depreciação e amortização (3.244) (3.210) Tributos e contribuições federais (8.634) (264) Tributos e contribuições estaduais (211) (177) Acordos judiciais (2.273) (182) Processos judiciais (655) Outros (4.057) (4.033) (53.840) (53.517)

m

m

m

C

S S CRC SP CRC CE O

O

12. Outras receitas (despesas) operacionais líquidas Resultado na venda de direitos - projetos Santa Angelina, Barbara, Fátima, Regina, Edwiges Albano, Adriano e Massaroca Energia comprada para revenda Ganho (perda) na alienação de imobilizado Outras receitas (despesas)

2018

2017

5.479 (4) 10.481 2.371 18.327

6.984 (72.804) (9.570) 114 (75.276)

2018

2017

117 19 36 1.726 8.712 10.610

283 1 19 27 3.315 77.197 80.842

(69) (1) (4.613) (21) (4.704) 5.906

(659) (4.859) (25) (8) (5.551) 75.291

13. Resultado financeiro Receitas financeiras Rendimento sobre aplicação Juros recebidos Descontos obtidos Atualização recebidas de clientes Juros sobre mútuos Outras receitas financeiras (a) Despesas financeiras Juros com operações financeiras Juros sobre operações com fornecedores Juros sobre impostos e contribuições Variação cambial Total

(a) Referem-se às receitas financeiras decorrentes das seguintes operações: (i) Receita decorrente de contrato de venda futura de energia, onde a Companhia reconheceu no resultado financeiro a diferença entre o valor contratado e o preço de fechamento nas operações de energia elétrica, valor de R$ 3.991, com incidência de PIS e COFINS nas seguintes alíquotas, respectivamente, 0,65% e 4%; (ii) Atualização de Direito Creditório referente ao projeto dos parques do complexo eólico Itaguaçu da Bahia (Projeto Furnas) no valor de R$ 312; (iii) Atualização do Direito Creditório Furnas junto ao Salus Fundo de Investimentos conforme Termo de Cessão no valor de R$ 1.637; (iv) Atualização de Direito Creditório junto a Têxtil União referente crédito judicial com a Eletrobrás no valor de R$ 2.708; (v) Receita de cessão no valor de R$ 64.

14. Partes relacionadas: Os principais saldos com partes relacionadas em 31 de dezembro de 2018 e 2017 estão demonstrados a seguir: Ativo não circulante Mútuo Cia Valença (a) Mútuo Têxtil União (b)

2018 1.132 25.784 26.916

2017 4.956 24.276 29.232

Outras operações com partes relacionadas Valores a receber Complexo Itaguaçu da Bahia (c) Investimentos em títulos patrimoniais (d) Crédito Eletrobrás (e) Direitos créditórios Furnas Itaguaçu da Bahia

5.166 4.854 3.958 14.024 11.317 16.278 19.190 36.407 (a) Valor a receber da Companhia Valença Industrial referente à operação de mútuo; (b) Valor a receber da Têxtil União S/A referente à operação de mútuo; (c) Saldo a receber pela transferência do direito de exploração referente ao leilão para comercialização de energia; (d) Em 31 de dezembro de 2017, refere-se a investimentos em Companhias de capital fechado, que possuem como acionistas e administradores pessoas ligadas; e (e) Saldo a receber referente à cessão de direitos creditórios firmado com a Têxtil União S.A. 15. Instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros contratados com terceiros discriminam-se como segue: a. Valor justo dos instrumentos financeiros não derivativos

Caixas e equivalentes de caixa Contas a receber Outros créditos Partes relacionadas Fornecedores Outras obrigações Total

Valor contábil

2018 Valor de mercado

Valor contábil

2017 Valor de mercado

15.051 26.172 66.012 26.916 (1.769) (9.050) 123.332

15.051 26.172 66.012 26.916 (1.769) (9.050) 123.332

13.159 4.857 95.806 29.232 (2.783) (29.465) 110.806

13.159 4.857 95.806 29.232 (2.783) (29.465) 110.806

b. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, analisar e definir limites e controles apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: O risco operacional está relacionado com a paralisação de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao parque eólico. A Administração da Companhia mantém contratos firmados com fornecedores relevantes no mercado a fim de mitigar possíveis riscos operacionais. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos com bancos e instituições financeiras é administrado pela tesouraria da Companhia de acordo com a política por este estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. Os contratos de construção firmados pela Companhia relacionados ao CAPEX (Capital expenditure) estão atrelados em moeda nacional e portanto, não há exposição de variação cambial nessas operações. 16. Seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. A Diretoria. Contador responsável: Eugênio Pacelli Mendonça Dupin CRC- SP 201976/O-1 T-CE

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. Examinamos as demonstrações contábeis da Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018 o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da

capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos

procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fortaleza, 15 de março de 2019 ERNST & YOUNG - Auditores Independentes S.S. - CRC-2SP015199/O-6 Ana Sampaio Forte Leal - Contadora CRC CE019456/O-7


NACIONAL

VENTOS DE SÃO GALVÃO ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 22.777.483/0001-78 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de São Galvão Energias Renováveis S.A. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019.

Balanço patrimonial Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Notas Ativo Circulante Caixa e equiv. de caixa Impostos a recuperar Despesas antecipadas Adiant. a fornecedor Não circulante Imobilizado Intangível

4 5 6

Total do ativo Passivo Circulante Fornecedores Partes relacionadas Obrigações fiscais Outras contas a pagar Total do passivo Patrimônio líquido Capital social Prejuízos acumulados

11

7

Total do passivo e patrimônio líquido

2018

2017

1.535.170 11 20.786 15.024.732 16.580.699

1.301 1.301

1.642.824 312.703 1.955.527 18.536.226

1.301

2.453 148.634 2.603 7.239 160.929 160.929

-

19.379.162 (1.003.865) 18.375.297

43.000 (41.699) 1.301

18.536.226

1.301

Notas

2018

2017

9

(964.435)

(15.331)

(964.435)

(15.331)

3.526 (1.257) 2.269 (962.166)

(1.202) (1.202) (16.533)

Despesas operacionais Despesas gerais e administrativas Prejuízo antes do resultado financeiro Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras Prejuízo do exercício

10 10

Demonstração do resultado abrangente Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Prejuízo do exercício Outros resultados abrangentes Resultado abrangente do exercício

2018 (962.166)

2017 (16.533)

-

-

(962.166)

(16.533)

Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Saldos em 31 de dezembro de 2016 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2017 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2018

Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Capital social subscrito 35.000 30.000 65.000 45.793.910 45.858.910

Capital a integralizar (10.410) (30.000) 18.410 (22.000) (45.793.910) 19.336.162 (26.479.748)

Prejuízos acumulados (25.166) (16.533) (41.699) (962.166) (1.003.865)

Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo do exercício Depreciação (Acréscimo) decréscimo de ativos e passivos Tributos a recuperar Adiantamento a fornecedor Despesas antecipadas Fornecedores Obrigações fiscais Partes relacionadas Outras contas a pagar Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisição de imobilizado Aquisição de intangível Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento

Fluxo de caixa das atividades de financiamento Integralização de capital Caixa líquido originado nas atividades de financiamento Total Aumento (redução) do caixa (576) e equivalentes de caixa 18.410 Demonstração do aumento (16.533) (redução) no caixa e equivalentes 1.301 de caixa - No início do exercício 19.336.162 No fim do exercício (962.166) Variação no caixa e 18.375.297 equivalentes de caixa

2018

2017

(962.166) 10.682

(16.533) -

(11) (15.024.732) (20.786) 2.453 2.603 148.634 7.239

(2.199) -

(15.836.084)

(18.732)

(1.653.506) (312.703)

-

(1.966.209)

-

19.336.162

18.410

19.336.162

18.410

1.533.869

(322)

1.301 1.535.170

1.623 1.301

1.533.869

(322)

Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, situado na Rod. Dr Mendel Steinbruch, S/N, KM 08 - Sala 215 - Distr. Industrial, Estado do Ceará, foi constituída em 03 de Julho de 2015 e até a presente data não entrou em fase operacional. A Companhia comercializou parte da sua garantia física no leilão 003/2018 promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e entrará em fase operacional quando obtiver o despacho de operação comercial de seu parque eólico, estimado para Agosto de 2020. A Companhia tem por objeto social: (i) a exploração, em nome próprio ou através da participação em consórcios ou sociedades, de usina de geração de energia elétrica a partir da fonte eólica Ventos de Januário 21, na forma permitida em lei e mediante a obtenção das respectivas concessões e autorizações; (ii) a produção e comercialização de energia elétrica a partir de fonte eólica; e (iii) a aquisição, no mercado interno e externo, dos equipamentos, bens e serviços necessários para tal desiderato. O empreendimento EOL Ventos de São Januário 21 quando operacional terá capacidade instalada de 50,4 MW, e está localizado no município de Campo Formoso - BA. Nesta fase pré-operacional, os acionistas têm coberto necessidades de caixa da Companhia na forma de aportes de capital ou adiantamentos, conforme necessário para permitir a liquidação de obrigações futuras. Adicionalmente, em novembro de 2018 a Companhia contratou financiamento do Banco do Nordeste do Brasil S.A. - BNB. Vide Nota 14. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 18 de fevereiro de 2019. 2.2 Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. 2.4 Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa e adiantamento a fornecedor. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: partes relacionadas e fornecedores. 2.6 Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação

às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 Imposto de renda e contribuição social: Ativos e passivos tributários correntes do último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. As alíquotas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou substancialmente em vigor na data do balanço nos países em que o Grupo opera e gera receita tributável. Imposto de renda e contribuição social correntes relativos a itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido são reconhecidos no patrimônio líquido. A administração periodicamente avalia a posição fiscal das situações nas quais a regulamentação fiscal requer interpretação e estabelece provisões quando apropriado. A Administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas apurações de impostos sobre a renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações; e estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. 2.10 Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - Receitas de Contratos com Clientes: Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. A Companhia adotou o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de 2018). Consequentemente, a informação apresentada para 2017 não foi reapresentada e, desta forma, foi apresentada conforme reportado anteriormente de acordo com o CPC 30 / IAS 18 e interpretações relacionadas. A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia relacionadas a ativos e passivos financeiros, visto que a Companhia encontra-se em fase pré-operacional. Adoção CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: A Companhia adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a classificação e mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia. A Companhia não possui instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se espera que as seguintes novas normas ou modificações possam ter um impacto significativo nas demonstrações contábeis da Companhia: • IFRS 16 Operações de arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que divulgam as suas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, analisar e definir limites e controles apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: O risco operacional está relacionado com a paralisação de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos

com bancos e instituições financeiras é administrado pela tesouraria da Companhia de acordo com a política por este estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de

mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. 4. Caixa e equivalentes de caixa 2018 2017 Bancos 9.000 1.301 Aplicações financeiras 1.526.170 Total 1.535.170 1.301 Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas junto às instituições financeiras que operam no mercado financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são remuneradas pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas operações da Companhia, ou seja, são ativos financeiros com liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores a 3 meses da data de contratação e com compromisso de recompra pelo emissor. 5. Adiantamento a fornecedor 2018 2017 Vestas do Brasil Energia Eolica Ltda (a) 15.024.732 Total 15.024.732 (a) Em outubro de 2018, a Companhia efetuou adiantamento para Empresa especializada na construção de aerogeradores, onde os mesmos farão parte do parque eólico após término do período pré-operacional, conforme contrato firmado entre as partes.

6. Imobilizado: Movimentação do imobilizado: 2017 Adições Depreciação 2018 Imobilizado em andamento (a) 596.187 596.187 Torres anemométricas (b) 557.319 (10.682) 546.637 Custos diretamente atribuíveis (c) 500.000 500.000 Total 1.653.506 (10.682) 1.642.824 (a) Refere-se à prestação de serviço de consultoria para certificação da energia em função da fase pré-operacional da Companhia. (b) Referem-se à compra de torres anemométricas para estudos e medições da energia eólica. (c) Refere-se à tarifa de análise de viabilidade econômico-financeira paga pela Companhia para obtenção de empréstimo junto as instituições financeiras, com o intuito de obter recursos para a construção dos parques eólicos. 7. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 45.858.910 (R$ 65.000 em 2017) e está representado por 45.858.910 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado é de R$ 19.379.162 (R$ 43.000 em 2017) e está representado por 19.379.162 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. a. Aumento de capital: De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 17 de abril de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 120.000 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 12.000 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 02 de maio de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 1.190.000 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 119.000 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 13 de setembro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 10.000 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 122 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 26 de outubro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 44.473.910 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 15.395.162 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. No exercício de 2018, foram realizadas integralizações de capital conforme boletins de integralizações no montante de R$ 3.809.878 com entrada em caixa e equivalente de caixa. 8. Prejuízos fiscais: Em 31 de dezembro de 2018 e 2017, a Companhia possuía saldos de prejuízos ficais a compensar: 2018 2017 Prejuízos fiscais (962.166) (16.533) 9. Despesas gerais e administrativas 2018 2017 Arrendamento mercantil (1.200) Indenizações (42.542) Serviços de terceiros (4.671) (1.388) Seguros (932) Depreciação (10.682) Taxas e emolumentos (36.189) (1.041) Despesas com cartório (1.329) (381) Compartilhamento de despesa (865.587) (12.521) Outras despesas operacionais (1.303) Total (964.435) (15.331) 10. Resultado financeiro 2018 2017 Receitas financeiras Rendimentos de aplicações financeiras 3.524 Outras receitas financeiras 2 3.526 Despesas financeiras Juros pagos (15) Tarifas bancárias (1.164) (585) Multas (93) (602) (1.257) (1.202) Total 2.269 (1.202) 11. Partes relacionadas: Os principais saldos de ativos e passivos em 31 de dezembro de 2018 e 2017, bem como as

transações que influenciaram os resultados dos exercícios, decorrem de transações da Companhia, as quais estão descritas abaixo: Em 31 de dezembro 2017 Resultado Compartilhamento de despesas (a) 12.521 Em 31 de dezembro 2018 Passivo Fornecedores (a) (b) 148.634 Resultado Compartilhamento de despesas (a) 865.587 (a) A Companhia possui operações com partes relacionadas decorrente do contrato de compartilhamento de despesas firmado com a Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. (b) A Companhia possui operações referente a despesas compartilhadas em condomínio com a Ventos de São Bento Energias Renováveis S.A. 12. Instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros contratados com terceiros discriminam-se como segue: a. Valor justo dos instrumentos financeiros não derivativos 2018 2017 Valor Valor de Valor Valor de contábil mercado contábil mercado Caixas e equivalentes de caixa 1.535.170 1.535.170 1.301 1.301 Adiantamento a fornecedor 15.024.732 15.024.732 Fornecedores (2.453) (2.453) Partes relacionadas (148.634) (148.634) Total 16.408.815 16.408.815 1.301 1.301 13. Seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 14. Eventos subsequentes: Em 30 de novembro de 2018, a Companhia formalizou contrato de financiamento celebrado com o Banco do Nordeste do Brasil S.A. no valor de R$ 183.435.636, a serem providos com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para aplicação na aquisição de bens e realização de serviços. Os encargos da operação correspondem a taxa de juros dos fundos constitucionais (TFC), apurada mensalmente. As liberações relativas ao contrato de financiamento só serão efetuadas a partir do exercício de 2019, sem apresentar maiores impactos ao exercício objeto dessas demonstrações contábeis. A Diretoria. Contador responsável: Eugênio Pacelli Mendonça Dupin CRC- SP 201976/O-1 T-CE

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de São Galvão Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis da Ventos de São Galvão Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de São Galvão Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou

do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e Relatório da Administração são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de Santa Léia Energias Renováveis S.A. relativos resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019. depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios Balanço patrimonial Demonstração do resultado Exercícios dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos (Valores expressos em reais) (Valores expressos em reais) (Valores expressos em reais) imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação Notas 2018 2017 Notas 2018 2017 2018 2017 é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas já que esse método é o Ativo Fluxos de caixa das atividades Despesas operacionais que mais reflete o padrão de consumo de benefícios Circulante operacionais Despesas gerais e Caixa e equivalentes (3.079.626) (532.734) econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são administrativas 10 (3.074.559) (530.053) Prejuízo do exercício depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o de caixa 4 2.581 101.660 Prejuízo antes do resulDepreciação 28.758 Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), Tributos a recuperar 671 18 tado financeiro (3.074.559) (530.053) aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e Despesas judiciais 5 445.985 (Acréscimo) decréscimo 11 (5.067) (2.681) 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas 449.237 101.678 Resultado financeiro de ativos e passivos úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento Não circulante (654) 618 de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como (3.079.626) (532.734) Tributos a recuperar Imobilizado 6 2.093.049 503.885 Prejuízo do exercício Depósitos judiciais (445.985) mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas 2.093.049 503.885 Fornecedores (6.333) 7.020 financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados Demonstração do resultado abrangente Total do ativo 2.542.286 605.563 Partes relacionadas 134.703 (4.769) ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, Exercícios findos em Passivo Obrigações fiscais (13.021) (4.468) classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita 31 de dezembro de 2018 e 2017 Circulante ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de Caixa líquido nas atividades Fornecedores 7 687 7.020 (Valores expressos em reais) operacionais (3.382.158) (534.333) juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou Partes relacionadas 11 134.703 2018 2017 recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida Obrigações fiscais 225 13.246 estimada do instrumento financeiro ou em um período de (3.079.626) (532.734) Fluxos de caixa das atividades 135.615 20.266 Prejuízo do exercício tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido Patrimônio líquido de investimento Capital social 9 7.477.000 2.576.000 Outros resultados Aquisição de imobilizado (1.617.922) (51.512) do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As - Caixa líquido nas atividades Prejuízos acumulados (5.070.329) (1.990.703) abrangentes despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre 2.406.671 585.297 de investimento (1.617.922) (51.512) empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das Total do passivo e Resultado abrangente do provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros patrimônio líquido 2.542.286 605.563 exercício (3.079.626) (532.734) Fluxo de caixa das atividades mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de de financiamento Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, Integralização de capital 4.901.000 686.500 em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) construção ou produção de um ativo qualificável são Caixa líquido nas atividades mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 Capital social Capital a Prejuízos de financiamento 4.901.000 686.500 Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor subscrito integralizar acumulados Total Acréscimo (decréscimo) do em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15: Receitas de Contratos Saldos em 31 de dezembro de 2016 2.350.000 (460.500) (1.457.969) 431.531 caixa e equiv. de caixa (99.080 100.655 com Clientes. Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 Capital subscrito 1.045.000 (1.045.000) / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. Capital integralizado 686.500 686.500 Demonstração do aum. (redução) A Companhia adotou o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de Prejuízo do exercício (532.734) (532.734) do caixa e equiv. de caixa janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem Saldos em 31 de dezembro de 2017 3.395.000 (819.000) (1.990.703) 585.297 No início do exercício 101.661 1.006 expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma Capital subscrito 4.735.000 (4.735.000) 2.581 101.661 reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro Capital integralizado 4.901.000 4.901.000 No fim do exercício de 2018). A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito Prejuízo do exercício (3.079.626) (3.079.626) Variação do caixa e equi(99.080) 100.655 significativo nas políticas contábeis da Companhia visto que a Saldos em 31 de dezembro de 2018 8.130.000 (653.000) (5.070.329) 2.406.671 valentes de caixa Companhia encontra-se em fase pré-operacional.Adoção CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: A Companhia Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos (Valores expressos em reais) financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS 1. Contexto operacional: A Ventos de Santa Léia Energias Renováveis S.A., “Companhia”, situado na Rod. Doutor Mendel Steinbruch, S/N , Km 08, sala 144 - Distr. Industrial, com sede 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar em Maracanaú, Estado do Ceará, foi constituída em 27 de dezembro de 2012 e até a presente data não entrou em fase operacional. Para entrar em fase operacional a Companhia depende ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de de reunir todos os pré-requisitos para participação de Leilão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica -ANEEL e se sagrar vencedora para que possa obter autorização para compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui estabelecer-se como produtor independente de energia elétrica. A Companhia tem por objeto social a geração, como produtor independente, de energia elétrica, a partir de fontes alternativas, o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento predominantemente a eólica, destinada à comercialização na modalidade de produção independente de energia; e para consecução do objeto social, a implantação, administração e operação e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os de centrais geradoras, bem como o desenvolvimento de projetos, a prestação de serviços de consultoria de Projetos Eólicos. A Companhia encontra-se em fase pré-operacional e no decorrer requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a desta fase, seus acionistas cobrem as suas necessidades de caixa na forma de capital ou adiantamentos para permitir a liquidação de obrigações futuras referentes a conclusão da fase de classificação e mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 instalação até que a operação atinja seu equilíbrio. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 15 de março de 2019. 2.2 Moeda políticas contábeis da Companhia. A Companhia não possui funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, espera que as seguintes novas normas ou modificações estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas possam ter um impacto significativo nas demonstrações estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos contábeis da Companhia: • IFRS 16 Operações de críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • 2.4 Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a método da taxa efetiva dos juros.Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Oprincipal ativo financeiro reconhecido pela Companhia entidades que divulgam as suas demonstrações contábeis de corresponde a caixa e equivalentes de caixa. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: fornecedores e partes relacionadas. 2.6 Redução ao valor recuperável acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, analisar e definir limites e controles apropriados, e para com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do O risco operacional está relacionado com a paralisação de imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar com bancos e instituições financeiras é administrado pela benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia tesouraria da Companhia de acordo com a política por este

VENTOS DE SANTA LÉIA ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 17.875.381/0001-55

representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fortaleza, 18 de fevereiro de 2019 ERNST & YOUNG - Auditores Independentes S.S. - CRC-2SP015199/O-6. Ana Sampaio Forte Leal - Contadora CRC CE019456/O-7

estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. 4. Caixas e equivalentes de caixa 2018 2017 Bancos 1.841 1.488 Aplicações financeiras 740 100.172 Total 2.581 101.660 Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas junto às instituições financeiras que operam no mercado financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são remuneradas pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas operações da Companhia, ou seja, são ativos financeiros com liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores a 3 meses da data de contratação e com compromisso de recompra pelo emissor. 5. Depósitos judiciais 2018 2017 Depósitos judiciais (a) 445.985 Total 445.985 (a) Refere-se aos valores depositados em juízo, os quais são atualizados monetariamente, e ainda não levantados pela Companhia ou pela parte contrária no processo judicial. 6. Imobilizado 2018 2017 Adiantamento compra terra 452.373 452.373 Obras em andamento 84.812 51.512 Torres Anemométricas 1.287.546 Edificações, obras civis e benfeitorias 263.028 Máquinas e equipamentos 5.290 Total 2.093.049 503.885 Movimentação do imobilizado Depre2017 Adições ciação 2018 Adiantamento compra terra 452.373 - 452.373 Obras em andamento (a) 51.512 33.300 84.812 Torres Anemométricas (b) - 1.312.706 (25.160) 1.287.546 Edificações, obras civis e benfeitorias 266.616 (3.588) 263.028 Máquinas e equipamentos 5.300 (10) 5.290 Total 503.885 1.617.922 (28.758) 2.093.049 (a) Refere-se à prestação de serviço de consultoria para certificação da energia em função da fase pré-operacional da Companhia. (b) Refere-se à compra de torres anemométricas e solarimétricas para estudos e medições da energia eólica. 7. Fornecedores 2018 2017 Cisa Trading Ltda. 7.020 Serviços Aereos Industriais Especializados Sai Ltda 687 Total 687 7.020 8. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 8.130.000 (R$ 3.395.000 em 2017) e está representado por 8.130.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado é de R$ 7.477.000 (R$ 2.576.000 em 2017) e está representado por

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Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de Santa Léia Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis da Ventos de Santa Léia Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de Santa Léia Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da m capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda m liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo A m de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasi m m A m m m m m m m m m m C m m m m m m m m m A m m m m m m m m m m m m m O m m

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VENTOS DE SANTA MARTINA ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. e Consolidado CNPJ: 17.875.073/0001-20 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de Santa Martina Energias Renováveis S.A. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019.

Balanço patrimonial Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Controladora 2018 2017

Demonstração do resultado abrangente Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Consolidado 2018 2017

Controladora Consolidado 2018 2017 2018 2017 Prejuízo do exercício (2.981.019) (796.951) (2.983.873) Outros result. abrangentes 1.760 1.616 10.977 - Resultado abrangente do 37 35 37 - exercício (2.981.019) (796.951) (2.983.873) 1.576 19.163 1.576 Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 817 27.277 4.190 20.814 39.867 - 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Não circulante Controladora Consolidado Despesas antecipadas 5 119.034 2018 2017 2018 2017 Investimentos 7 139.698 - Fluxos de caixa das atividades Imobilizado 6 1.628.903 220.560 1.688.711 - operacionais Intangível 66.387 78.587 - Prejuízo do exercício (2.981.019) (796.951) (2.983.873) 1.834.988 220.560 1.886.332 - Depreciação 23.881 64.392 Total do ativo 1.839.178 241.374 1.926.199 - Equivalência patrimonial 44.802 Passivo (Acréscimo) decréscimo de Circulante ativos e passivos Fornecedores 12.582 2.189 37.926 - Tributos a recuperar (2) (1) (2) Partes relacionadas 13 136.171 147.617 - Adiantamentos diversos 17.587 (19.163) 17.587 Tributos a pagar 6.649 26.890 9.060 - Despesas antecipadas (817) (146.311) Outras contas a pagar 8 50.673 - Fornecedores 10.393 2.189 35.737 155.402 29.079 245.276 - Partes relacionadas 136.171 147.617 Patrimônio líquido Tributos a pagar (20.241) 26.389 (17.830) Capital social 9 6.649.000 2.196.500 6.649.000 - Outras contas a pagar 50.674 Prejuízos acumulados (4.965.224) (1.984.205) (4.968.077) - Caixa líquido nas atividades 1.683.776 212.295 1.680.923 - operacionais (2.769.245) (793.224) (2.832.009) Total do passivo e Fluxos de caixa das atividades patrimônio líquido 1.839.178 241.374 1.926.199 - de investimento (184.500) Demonstração do resultado Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 Investimento Aquisição de imobilizado (1.432.224) (192.000) (1.532.543) (Valores expressos em reais) (66.387) (78.587) Controladora Consolidado Aquisição de intangível Notas 2018 2017 2018 2017 Caixa líquido nas atividades de investimento (1.683.111) (192.000) (1.611.130) Despesas operacionais Fluxo de caixa das atividades Despesas gerais e de financiamento administrativas 11 (2.927.575) (792.756) (2.972.393) Integralização de capital 4.452.500 984.500 4.452.500 Resultado de equiv. Caixa líquido nas atividades patrimonial 7 (44.802) de financiamento 4.452.500 984.500 4.452.500 Acréscimo (decréscimo) do caixa Prejuízo antes do e equivalentes de caixa 144 (724) 9.361 resultado financeiro (2.972.377) (792.756) (2.972.393) - Demonstração do acréscimo (decréscimo) Resultado financeiro do caixa e equivalentes de caixa Receitas financeiras 12 2.540 7 2.540 - No início do exercício 1.616 2.340 1.616 Despesas financeiras 12 (11.182) (4.202) (14.020) - No fim do exercício 1.760 1.616 10.977 (8.642) (4.195) (11.480) - Variação do caixa e Prejuízo do exercício (2.981.019) (796.951) (2.983.873) - equivalentes de caixa 144 (724) 9.361 Notas Ativo Circulante Caixa e equiv. de caixa 4 Tributos a recuperar Adiantamentos diversos Despesas antecipadas 5

Demonstração das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Saldos em 31 de dezembro de 2016 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2017 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2018

Capital social subscrito 1.240.000 1.595.000 2.835.000 3.990.000 6.825.000

Capital a integralizar (28.000) (1.595.000) 984.500 (638.500) (3.990.000) 4.452.500 (176.000)

Controladora e consolidado Prejuízos acumulados Total (1.187.254) 24.746 984.500 (796.951) (796.951) (1.984.205) 212.295 4.452.500 (2.981.019) (2.981.019) (4.965.224) 1.683.776

Notas explicativas às demonstrações contábeis individuais e consolidadas Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 1. Contexto operacional: A Ventos de Santa Martina Energias Renováveis S.A., “Companhia”, situado na Rod. Doutor Mendel Steinbruch, S/N , Km 08, sala 157 - Distr. Industrial, com sede em Maracanaú, Estado do Ceará, foi constituída em 27 de Dezembro de 2012 e até a presente data não entrou em fase operacional. Dessa forma, a continuidade operacional está condicionada ao fato de suas investidas (SPEs) virem a lograr êxito nos processos de obtenção dos despachos de operação junto à Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e outros órgãos competentes. A Companhia e suas controladas tem por objeto social: (i) A Sociedade tem por objeto específico a geração de energia elétrica, a partir de fonte eólica, destinada à comercialização na modalidade de produção independente de energia; e para consecução do objeto social, o desenvolvimento, a implantação, administração e operação dos parques eólicos denominados Ventos de Santa Martina 1, Ventos de Santa Martina 2, Ventos de Santa Martina 3, Ventos de Santa Martina 4, Ventos de Santa Martina 5, Ventos de Santa Martina 6, Ventos de Santa Martina 7, Ventos de Santa Martina 8, Ventos de Santa Martina 9, Ventos de Santa Martina 10, Ventos de Santa Martina 11, Ventos de Santa Martina 12, Ventos de Santa Martina 13 e Ventos de Santa Martina 14 (ii) a produção e comercialização de energia elétrica a partir de fonte eólica; e (iii) a aquisição, no mercado interno e externo, dos equipamentos, bens e serviços necessários para tal desiderato.” O Complexo Eólico Rio dos ventos II, detido pelas investidas acima listadas, quando operacional terá capacidade instalada de 58.8 MW, e está localizado no município de Bento Fernandes, Caiçara do Rio do Vento, Ruy Barbosa, Riachuelo, Ceará-Mirin, Santa Maria e Ielmo Marinho. A Companhia e suas controladas encontram-se em fase pré-operacional e no decorrer desta fase, seus acionistas cobrem as suas necessidades de caixa na forma de capital ou adiantamentos para permitir a liquidação de obrigações futuras referentes a conclusão da fase de instalação até que a operação atinja seu equilíbrio. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis individuais e consolidadas foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia e suas controladas consideraram as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis individuais

e consolidadas estão sendo evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis individuais e consolidadas foi autorizada pela Diretoria em 15 de março de 2019. 2.2 Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia e suas controladas. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas requer que a Administração faça julgamentos, estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas estão incluídas nas notas explicativas. 2.4 Base de consolidação: Em 31 de dezembro de 2018, as demonstrações contábeis consolidadas incluem as demonstrações contábeis da Companhia e suas controladas, listadas a seguir: Controladas % de participação Ventos de Santa Amélia Energias Renováveis S.A 100% Ventos de Santo Artur Energias Renováveis S.A 100% Ventos de Santa Alice Energias Renováveis S.A 100% Santos de São Felipe Energias Renováveis S.A 100% Santos de São Mizael Energias Renováveis S.A 100% Ventos de Santa Sara Energias Renováveis S.A 100% Ventos de Santa Sofia Energias Renováveis S.A 100% Controladas: Controladas são todas as entidades nas quais a Companhia detém o controle. A Companhia controla uma entidade quando está exposto ou tem direito a retorno variáveis decorrentes de seu envolvimento com a entidade e tem a capacidade de interferir nesses retornos devido ao poder que exerce sobre a entidade. As controladas são totalmente consolidadas a partir da data em que o controle é transferido para a Companhia. A consolidação é interrompida a partir da data em que a Companhia deixa de ter o controle. Transações entre entidades, saldos e ganhos não realizados em transações entre a Companhia e suas controladas são eliminados. Os lucros e prejuízos não realizados também são eliminados a menos que a operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo transferido.

As políticas contábeis das controladas são alteradas quando necessário para assegurar a consistência com as políticas adotadas pela Companhia. Nas demonstrações contábeis individuais da controladora as informações financeiras de controladas são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. 2.5 Base de mensuração: As demonstrações contábeis individuais e consolidadas foram preparadas com base no custo histórico. 2.6 Instrumentos financeiros: A Companhia e suas controladas classificam seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia e suas controladas não possuíam ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia e suas controladas classificam seus passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia e suas controladas são: caixa e equivalentes de caixa. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia e suas controladas são: fornecedores e partes relacionadas. 2.7 Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.8 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 2.9 Receitas e despesas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.10 Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - Receitas de Contratos com Clientes: Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. A Companhia e suas controladas adotaram o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de 2018). A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia e suas controladas visto que a Companhia e suas controladas encontram-se em fase pré-operacional. Adoção CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: A Companhia e suas controladas adotaram inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a classificação e mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia e suas controladas. A Companhia e suas controladas não possuem instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se espera que as seguintes novas normas ou modificações possam ter um impacto significativo nas demonstrações

contábeis individuais e consolidadas da Companhia e suas controladas: • IFRS 16 Operações de arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que divulgam as suas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia e suas controladas. As políticas de gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, analisar e definir limites e controles apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: O risco operacional está relacionado com a paralisação de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos com bancos e instituições financeiras é administrado pela tesouraria da Companhia de acordo com a política por este estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia e suas controladas irão encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia e suas controladas na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia e suas controladas. A Companhia e suas controladas possuem ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia e suas controladas

não efetuam aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia e suas controladas não possuem em 31 de dezembro de 2018 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia e suas controladas ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. 4. Caixas e equivalentes de caixa Controladora Consolidado 2018 2017 2018 Bancos 1.493 1.616 10.710 Aplicações financeiras 267 267 Total 1.760 1.616 10.977 Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas junto às instituições financeiras que operam no mercado financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são remuneradas pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas operações da Companhia e suas controladas, ou seja, são ativos financeiros com liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores a 3 meses da data de contratação e com compromisso de recompra pelo emissor. 5. Despesas antecipadas: Em 31 de dezembro de 2018, os saldos contabilizados referem-se a seguro com vencimento em 29/06/2024 conforme demonstrado abaixo: Controladora Consolidado 2018 2017 2018 Seguros 817 146.311 Total 817 146.311 Circulante 817 27.277 Não circulante 119.034

6. Imobilizado - Movimentação do imobilizado Controladora 2018 1.275.197 5.290 348.416 1.628.903 Consolidado 2017 Adições Transferências Baixa Depreciação 2018 Torres Anemométricas 1.299.069 (23.872) 1.275.197 Máquinas e equipamentos 5.299 (9) 5.290 Imobilizado em andamento (a) 220.560 228.175 (40.511) 408.224 Total 220.560 1.532.543 (64.392) 1.688.711 (a) Refere-se à prestação de serviço de consultoria para certificação da energia em função da fase pré-operacional da Companhia e suas controladas.

Torres Anemométricas Máquinas e equipamentos Imobilizado em andamento (a) Total

2017 220.560 220.560

Adições 1.299.069 5.299 127.856 1.432.224

7. Investimentos: Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia adquiriu investimentos em empresas eólicas realizados através de aportes de capital e atualizados pelo método de equivalência patrimonial. Abaixo estão relacionados os investimentos nas controladas: 2018 Ventos de Santa Amélia 13.581 Ventos de Santo Artur 60.607 Ventos de Santa Alice 12.844 Santos de São Felipe 13.155 Santos de São Mizael 13.155 Ventos de Santa Sara 13.155 Ventos de Santa Sofia 13.201 Total 139.698 Movimentação dos investimentos Aumento Equivalência 2017 de capital patrimonial 2018 Ventos de Santa Amélia 19.500 (5.919) 13.581 Ventos de Santo Artur 67.500 (6.893) 60.607 Ventos de Santa Alice 19.500 (6.656) 12.844 Santos de São Felipe 19.500 (6.345) 13.155 Santos de São Mizael 19.500 (6.345) 13.155 Ventos de Santa Sara 19.500 (6.345) 13.155 Ventos de Santa Sofia 19.500 (6.299) 13.201 Total 184.500 (44.802) 139.698 8. Outras contas a pagar (consolidado): A Rubrica “Outras contas a pagar”, registrada no valor de R$ 50.673 em 2018, refere-se ao seguro das investidas com vencimento em 11/01/2019. 9. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 6.825.000 (R$ 2.835.000 em 2017) e está representado por 6.825.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado é de R$ 6.649.000 (R$ 2.196.500 em 2017) e está representado por 6.649.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. a) Aumento de capital: De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 28 de março de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 1.990.000 em sua totalidade e integralizado capital no montante de R$ 199.000 com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 26 de outubro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 2.000.000 em sua totalidade e integralizado capital no montante de R$ 909.500 com entrada em caixa e equivalente de caixa. No exercício de 2018, foram realizadas integralizações de capital conforme boletins de integralizações no montante de R$ 3.344.000. 10. Prejuízos fiscais: Em 31 de dezembro de 2018 e 2017, a Companhia e suas controladas possuía saldos de prejuízos fiscais a compensar: Controladora Consolidado 2018 2017 2018 Prejuízos fiscais (2.981.019) (796.951) (2.983.873)

Transferências -

Baixa -

Depreciação (23.872) (9) (23.881)

11. Despesas gerais e administrativas Controladora Consolidado 2018 2017 2018 Serviços de terceiros (21.856) (115.884) (22.216) Arrendamento mercantil (438.573) (386.684) (438.573) Seguros (10.445) (16.970) Viagens, diárias e ajuda de custos (251) (768) (251) Tributos (183) (1.620) (183) Depreciação (23.881) (23.881) Taxas e emolumentos (43.148) (40.138) (50.280) Despesas com cartório (96.196) (73.739) (96.752) Publicidade (1.496) (1.752) Fretes (208) (208) Serviços de manutenção e atualização de informática (205) (205) Compartilhamento de despesas (2.017.221) (41.195) (2.043.222) Despesas com licença ambiental (273.302) (126.450) (277.290) Gastos Diversos (610) (6.278) (610) Total (2.927.575) (792.756) (2.972.393) 12. Resultado financeiro Controladora Consolidado 2018 2017 2018 Receitas financeiras Rendimentos de aplicações financeiras 7 Descontos obtidos 2.540 2.540 2.540 7 2.540 Despesas financeiras IOF (2.428) (2.428) Juros pagos (754) (366) (754) Multas (5.021) (1.674) (5.021) Tarifas bancárias (2.979) (2.162) (5.817) (11.182) (4.202) (14.020) Total (8.642) (4.195) (11.480) 13. Partes relacionadas: Os principais saldos em 31 de dezembro de 2018 e 2017, bem como as transações que influenciaram os resultados dos exercícios, decorrem de transações da Companhia e suas controladas, as quais estão descritas abaixo: Controladora Consolidado 2018 2017 2018 Contas a pagar (a) 136.171 147.617 Resultado Compartilhamento de despesa (a) 2.017.221 41.195 2.043.222 (a) A Companhia e suas controladas possuem operações com partes relacionadas decorrente do contrato de compartilhamento de despesas firmado com a Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A.

14. Instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros contratados com terceiros discriminam-se como segue: a. Valor justo dos instrumentos financeiros não derivativos Controladora Consolidado 2018 2017 2018 Valor Valor Valor Valor Valor Valor contábil de mercado de mercado contábil contábil de mercado Caixas e equivalentes de caixa 1.760 1.760 1.616 1.616 10.977 10.977 Partes relaciondas (136.171) (136.171) (147.617) (147.617) Fornecedores (12.582) (12.582) (2.189) (2.189) (37.926) (37.926) Total (146.993) (146.993) (573) (573) (174.566) (174.566) 15. Seguros: A Companhia e suas controladas adotam a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. A Diretoria. Contador responsável: Eugênio Pacelli Mendonça Dupin - CRC- SP 201976/O-1 T-CE

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas Aos Administradores e Acionistas da Ventos de Santa Martina Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Ventos de Santa Martina Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Ventos de Santa Martina Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadas: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a

Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia

e suas controladas. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional. • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. • Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamonos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fortaleza, 15 de março de 2019 ERNST & YOUNG - Auditores Independentes S.S. - CRC-2SP015199/O-6 Ana Sampaio Forte Leal - Contadora CRC CE019456/O-7.


O ESTADO  Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019

MUNDO

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Laranjas. A deputada federal Alê Silva (PSL-Minas Gerais) encaminhou ofício a autoridades portuguesas relatando a existência de esquema de candidaturas de laranjas na eleição de 2018 e dizendo que uma das denunciantes do caso corre risco de vida caso retorne ao Brasil.

Parisienses e turistas ainda em choque com incêndio Emoção coletiva se esparramava pelas margens do Sena, no perímetro em torno da catedral, onde as pessoas se aglomeraram para acompanhar fogo No dia seguinte ao incêndio que destruiu parte da Catedral de Notre-Dame, um dos cartões-postais de Paris e o monumento mais visitado da Europa, os professores aposentados Patrick e Chantal Binet, ambos de 68 anos, resolveram levar o trio de netos para ver o

prédio abatido pelas chamas. “É algo impensável. A igreja é uma referência histórica, está incrustada na paisagem”, dizia ela, antes de relacionar o passeio à transmissão de uma memória afetiva. “Viemos aqui para que as crianças [Paul, 9, Simon, 7, Juliette, 4] no futuro se

lembrem que estivemos juntos neste dia. Elas verão esta catedral reconstruída.” “Não dava para ficar, só vendo pela televisão. Estamos vivendo algo único, dramático. Queríamos nos integrar a essa emoção coletiva”, completava Patrick. A tal emoção coletiva

se esparramava pelas margens do Sena, no perímetro em torno da catedral, apinhando a beira-rio como se de um dia ensolarado de verão se tratasse -o sol nunca saiu. A multidão parecia dar de ombros ao bloqueio, pela polícia, das pontes que dão acesso à ilha onde fica o edifício e à confusão causada pelo engarrafamento de viaturas, carros de bombeiros e furgões de emissoras de TV na via que tangencia o Sena pela margem esquerda. Para além de celulares e câmeras apontados para a igreja, fosse em direção à fachada principal (a olho nu totalmente preservada), fosse para a lateral sul chamuscada (em cima da qual se viam andaimes retorcidos), o luto grupal repercutia no comércio da região, onde fica o distrito ultraturístico do Quartier Latin.

Ajuda humanitária chega ao povo da Venezuela Chegou à Venezuela nessa terça-feira (16) o primeiro carregamento de ajuda humanitária enviado pela Cruz Vermelha ao país. A ajuda chegou em um avião, que pousou no Aeroporto Internacional de Maiquetía, próximo a Caracas O carregamento inclui suprimentos médicos e medicamentos, que estão em falta no país - um dos resultados da crise econômica que a Venezuela enfrenta atualmente. Além destes, o avião, que veio do Panamá, também carregava 14 geradores de energia e 5 mil litros de água, segundo a agência de notícias Reuters. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, havia feito um acordo com o CICV (Comitê Internacional da Cruz Vermelha) no dia 10 de abril, no qual concordou com a entrada de ajuda

COMPANHIA DOCAS DO CEARÁ NIRE nº 23300003144

no país. Maduro, que nega a existência de uma crise humanitária no país e culpa a oposição e os norte-americanos pelos problemas enfrentados pela Venezuela, afirmou que a cooperação deve ser administrada “sem politicagem, sem politização fraudulenta e pelas formas de legalidade e respeito”. Segundo o congressista Miguel Pizarro em entrevista à Reuters, a não-interferência de Maduro à entrada da ajuda é um passo positivo e novos carregamentos devem chegar nos próximos dias.

Guaidó

Segundo a agência AFP, Juan Guaidó, líder da oposição e autodeclarado presidente da Venezuela, disse considerar uma conquista que Maduro concorde em deixar a ajuda humanitária entrar no país.

MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA E ORDINÁRIA Convocação Ficam os Senhores Acionistas da Companhia Docas do Ceará convidados a comparecerem à reunião da Assembleia Geral Extraordinária e Ordinária a ser realizada às 15 h do dia 25.04.2019, em sua sede social, na Praça Amigos da Marinha, s/nº, Mucuripe, em Fortaleza, Estado do Ceará, a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA: I- Fixação da Remuneração dos Administradores e dos membros do conselho fiscal e do comitê de auditoria; ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA: II- Exame e votação do Relatório de Administração e das Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício de 2018; III- Destinação do Resultado do Exercício de 2018; IV - Eleição de membros do Conselho Fiscal; V - Eleição de membros do Conselho de Administração. Fortaleza, 15 de março de 2019 Eduardo Rocha Praça Presidente do Conselho de Administração


ESTADO DO CEARÁ - CONSÓRCIO PÚBLICO DE SAÚDE DA IBIAPABA - AVISO DE LICITAÇÃO – PREGÃO PRESENCIAL Nº 01.007/2019 – SRP PP. O CONSÓRCIO PÚBLICO DE SAÚDE DA IBIAPABA, através de sua Comissão Especial de Licitação torna público que se encontra a disposição dos interessados o Edital na modalidade PREGÃO PRESENCIAL nº 01.007/2019– SRP PP, sessão pública marcada para o dia 30 de Abril 2019, às 09:00h, cujo Objeto: REGISTRO DE PREÇO PARA EVENTUAIS E FUTURAS CONTRATAÇÕES DE SERVIÇOS DE CONFECÇÃO DE APARELHOS ORTODÔNTICOS, CONFECÇÃO DE ESTRUTURAS METÁLICAS PARA PRÓTESE E ÓRTESE E CONFECÇÃO DE KITS ORTODÔNTICOS PARA ATENDER AS NECESSIDADES DO CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS DR. ANTENOR ISAIAS DE ANDRADE. O referido Edital poderá ser adquirido no Site www.tcm.ce.gov.br/licitacoes conforme IN- 01/2011 e no Consórcio Público de Saúde da Ibiapaba, localizado na Rua José Agapito Pereira, 233, Dep. Centro - Ubajara - CE, CEP.: 62.350-000 horário de 8:00 às 12:00h.Ubajara-CE16 de Abril 2019. Anna Eugênia Freire Lima – Pregoeira.

ESTADO DO CEARÁ – CONSÓRCIO PÚBLICO DE SAÚDE DA IBIAPABA - CPSI - AVISO DE LICITAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 01.008/2019 - SRP PE – A Pregoeira Oficial do CONSÓRCIO PÚBLICO DE SAÚDE DA IBIAPABA, localizado na Rua José Agapito Pereira, 233, Apto 103/104, Centro-Ubajara-CE, torna público o recebimento das propostas virtuais no endereço: www.bll.org.br, do dia 17 de Abril de 2019 ao dia 30 de Abril de 2019 às 13:45min (horário de Brasília/DF), cujo objeto é o REGISTRO DE PREÇOS PARA FUTURAS E EVENTUAIS AQUISIÇÕES DE MATERIAIS GRÁFICOS PARA ATENDER AS NECESSIDADES DAS UNIDADES DE RESPONSABILIDADE DO CONSÓRCIO PÚBLICO DE SÁUDE DA IBIAPABA- CPSI. O referido Edital poderá ser adquirido no endereço acima, a partir da data desta publicação, no horário de 08:00 às 12:00hs expediente ao público ou pelo portal do TCE-CE: http://www.tce.ce.gov.br/licitacoes, ou ainda através do site www.bll.org.br. Ubajara/CE, 16 de Abril de 2019. Anna Eugênia Freire Lima – Pregoeira.

ESTADO DO CEARÁ – CONSÓRCIO PÚBLICO DE SAÚDE DA IBIAPABA- CPSI – AVISO DE LICITAÇÃO – PREGÃO ELETRÔNICO Nº 01.009/2019 - PE – A Pregoeira Oficial do CONSÓRCIO PÚBLICO DE SAÚDE DA IBIAPABA, localizado na Rua José Agapito Pereira, 233, Apto 103/104, Centro-Ubajara-CE, torna público o recebimento das propostas virtuais no endereço: www.bll.org.br, até o dia 02 de Maio de 2019 às 08:45min (horário de Brasília/DF), cujo objeto é a CONTRATAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA ESPECIALIZADA NA ÁREA DE CONTROLE INTERNO JUNTO AO CONSÓRCIO PÚBLICO DE SAÚDE DA IBIAPABA - CPSI. O referido Edital poderá ser adquirido no endereço acima, a partir da data desta publicação, no horário de 08:00 às 12:00hs expediente ao público ou pelo portal do TCE-CE: http:// www.tce.ce.gov.br/licitacoes, ou ainda através do site www.bll.org.br. Ubajara/CE, 16 de Abril de 2019. Anna Eugênia Freire Lima – Pregoeira.

COOPERHO - EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

A COOPERHO - COOPERATIVA DE TRIAGEM E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE HORIZONTE LTDA, cumprindo deliberação do Conselho de Administração, por seu Diretor Presidente, na forma do Estatuto Social, CONVOCA os associados em pleno gozo de seus direitos sociais, que nesta data somam 23(vinte e três), para se reunirem em ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA a ser realizada no dia 29 DE ABRIL DE 2019, quinta-feira, na Av. Martins Clemente, s/n, BairroVertente, na cidade de Horizonte – CE, às 13 h em primeira convocação, com a presença de 2/3 (dois terços) dos associados em condições de votar, ou às 14 h em segunda convocação, com a presença de metade mais um dos associados em condições de votar, ou, ainda, às 15 h em terceira e última convocação, com a presença de, no mínimo, 10 (dez) associados em condições de votar, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA: 1. Prestação de contas dos órgãos de administração, que compreende: a) Relatório da Gestão 2017; b) Balanço Patrimonial do Exercício 2018; c) Demonstrativo das sobras ou perdas apuradas no exercício de 2018;2. Destinação das sobras líquidas apuradas ou rateio das perdas;3. Plano de atividades para o exercício 2019;4. Eleição dos membros do Conselho Fiscal para o exercício 2019; 5. Assuntos diversos de interesse social, sem caráter deliberativo. Horizonte- CE, 17 de Abril de 2019. PEDRO NASCIMENTO PRUDÊNCIO - PRESIDENTE

Sindicato das Secretárias e Secretários do Estado do Ceará - SINDSECE - Edital de Convocação Assembleia Geral Ordinária - AGO. A Diretoria so Sindicato das Secretárias e Secretários do Estado do Ceará - SINDESECE, legalmente representada por sua Presidente, Sra. Teresinha de Jesus Cordeiro Miranda, pelo presente Edital Convoca todos os trabalhadores que exercem a Profissão de Secretariado e as funções e/ou cargos de assistentes, assessores e auxiliares em empresas públicas e privadas, estabelecimentos de saúde, comércio, na indústria e em todos setores de economia de todo o Estado do Ceará para se fazerem presentes 04 de maio de 2019 na sede, à Rua Pereira Filgueiras, 2020 - Sala 508 - Aldeota, às 18:30h em primeira convocação e às 19:00h em Segunda convocação com quórum estabelecido no Art. 613, caput da CLT para discutirem e deliberarem sobre a seguinte Pauta: 1 Abertura Oficial da Campanha Salarial 2019/2020. 2 - Autorização para a Diretoria do SINDSECE estabelecer a Negociação Coletiva de Trabalho a partir do dia 1º de agosto de 2019 à 31 de julho de 2020 junto à FECOMÉRCIO - Federação do Comércio do Estado do Ceará e todos os seus Sindicatos e Empresas filiados; SINDESSEC - Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde do Estado do Ceará e todos os seus Sindicatos filiados; SINDHEF - Sindicato das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas do Estado do Ceará e todas as Empresas sindicalizadas ou não, UNIMED de Fortaleza Cooperativa de Trabalho Médico LTDA, que mantenham trabalhadores em seus estabelecimentos com vista à celebração da Convenção Coletiva de Trabalho perante o Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região em face das entidades representativas no item 2 desta Pauta. Fortaleza, 17 de abril de 2019. Teresinha de Jesus Cordeiro Miranda - Presidente - SE - 263-SRTE-CE.

Estado do Ceará - Prefeitura Municipal de Cariús – Comunicação de Resultado. A Prefeitura Municipal de Cariús torna público o resultado de Credenciamento e Habilitação de Proposta de Preços, referente ao Pregão Presencial N° 2019.03.28.01, para aquisição de gêneros alimentícios destinados à composição da merenda escolar, junto à Secretaria de Educação do Município de Cariús. A empresa YBP Comercial LTDA – ME, inscrita no CNPJ sob o nº 26.970.227/0001-53, está Credenciada e Habilitada para etapa de lances verbais no dia 22 de abril de 2019, às 08:30h, na sede da Prefeitura Municipal de Cariús, à Rua Raul Nogueira, s/n, Esplanada. Informações pelo fone (088) 3514-1219. Cariús-CE, 16 de abril de 2019. Reldembergue Possidônio de Lacerda – Pregoeiro Oficial.

Estado do Ceará - Prefeitura Municipal de Eusébio - Resultado de Julgamento Final Tomada de Preços N.º 2019.01.02.0001. A Prefeitura Municipal de Eusébio, por intermédio de sua Comissão de Licitação, designada por meio da Portaria N.º 1.359/2018, torna público o Resultado do Julgamento final da Tomada de Preço n.º 2019.01.02.0001, cujo objeto é a construção de distribuição primaria e postos de transformação para alimentar as instalações dos Polos Industriais do Jabuti e do Autódromo, no Município de Eusébio/CE, da Secretaria de Obras e Serviços Públicos, resolvendo declarar vencedora do certame a empresa Solensy Brasil Energia Ronováveis LTDA – CNPJ n.º 63.491.815/0001-30 no valor de: R$ 581.495,94 (Quinhentos e oitenta e um mil, quatrocentos e noventa e cinco reais e noventa e quatro centavos). O relatório da Comissão Julgadora encontra-se a disposição dos interessados na Sede da Comissão de Licitação. À Comissão.

LUIS CLAUDERBIO DE PAULA OLIVEIRA - ME

Torna público que requereu à Superintendência Estadual do Meio Ambiente - SEMACE a Renovação da Licença de Operação para transporte de produtos perigosos de gás liquefeito de petróleo - GLP, localizada no Município de São Luís do Curu, na Rua Luís Monteiro 01, Centro. Foi determinado o cumprimento das exigências contidas nas Normas e Instruções de Licenciamento da SEMACE.


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Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019  O

ECONOMIA RUBENS FROTA

ECONOMIA

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A Federação das Indústrias do Estado realizou ontem a eleição da nova diretoria plena, conselho fiscal e delegados representantes junto ao conselho da Confederação Nacional da Indústria. A chapa única “Fiec Unida”, liderada pelo atual diretor administrativo da instituição, Ricardo Cavalcante, foi eleita, por aclamação, pelos delegados representantes de 39 sindicatos filiados. O mandato é de cinco anos e terá início em 23 de setembro.

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A assembleia geral eleitoral ocorreu em auditório lotado de empresários e convidados. O presidente da Fiec, Beto Studart, abriu a reunião e, após a leitura do edital de convocação da eleição e dos nomes da chapa inscrita, os delegados dos sindicatos anunciaram seus votos, elegendo por unanimidade Ricardo Cavalcante e os outros membros da diretoria, num processo transparente e democrático.

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Depois da aclamação, o presidente eleito, Ricardo Cavalcante, fez um discurso exaltando a importância da data para ele, para a Federação e para todos os sindicatos. O presidente eleito destacou a força da união e da parceria com Beto Studart e se disse inspirado pelo exemplo de seu antecessor, prometendo trabalhar para manter a Fiec como uma referência nacional.

Reajuste

A Aneel autorizou um reajuste médio de 8,22% para as tarifas de energia da Enel Ceará. O reajuste pode ser aplicado a partir do dia 22 de abril. Para os consumidores industriais, atendidos em alta tensão, o reajuste médio será de 7,87%, já para os consumidores atendidos em baixa tensão – residenciais e comerciais – o reajuste médio será de 8,35%.

Semana Santa

Uma pesquisa apontou uma variação de preço de até 108,90% em produtos comuns para o consumo na Semana Santa. O pescado aparece como o produto que apresentou a maior variação de preços, com variação de 133,33% entre todos os estabelecimentos pesquisados pelo Procon Fortaleza. FOTO DIVULGAÇÃO

2018, o maior nível desde 2011, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria.

Reclamados

O Santander liderou o ranking de reclamações contra instituições financeiras no primeiro trimestre, segundo o Banco Central. Foram consideradas apenas as instituições com mais de quatro milhões de clientes. Em segundo lugar nas queixas, vem a Bradesco, com índice 23,35 e 2.239 reclamações. E, em terceiro, a Caixa Econômica Federal, com índice 23,25 e 2.121 reclamações. O Bradesco tem mais de 95,8 milhões de clientes e a Caixa Econômica, 91,2 milhões.

Funcionamento

No dia 19 de abril, lojas e quiosques fecham, as Lojas Americanas abre de 12 às 21 horas, e a praça de alimentação funciona de 11 às 22 horas. Às 19 horas acontece show do cantor Philipi Vieira, que apresenta clássicos do rock nacional e internacional a todos os clientes e visitantes. Os cinemas funcionam normalmente conforme programação.

Funcionamento II

Café

O Brasil é campeão mundial na produção e exportação de café. Por ano, as fazendas brasileiras geram receita de R$ 20 bilhões. A exportação chega a quase US$ 5 bilhões.

Gourmet

E a cada ano aumenta a nossa produção de cafés gourmets. No começo do dia ou depois das refeições, o café está sempre presente. Atualmente, a indústria de cosméticos começa a usar o óleo do grão verde em produtos para pele e cabelo.

Importados

A participação de produtos importados no consumo dos brasileiros aumentou 1,3 ponto percentual em relação a 2017 e alcançou 18,4% em

No dia 20 de abril, o Grand Shopping funciona normalmente, das 10 às 22 horas, e o público ainda poderá aproveitar a “Toca do Coelho”, um espaço que contempla tobogã com piscina de bolinhas, túnel de obstáculos, cama elástica, mesinha de pintura e casinha do coelho. A atração faz parte da programação especial de Páscoa. Podem participar crianças de 2 a 14 anos.

Funcionamento III

Dia 21 de abril, a partir das 17h30, um Coelhão Gigante e seus ajudantes estarão distribuindo mini ovos de Páscoa aos clientes que estiverem presentes à praça de alimentação. Lojas e quiosques abrem de 13 às 21 horas, a praça de alimentação e as atrações funcionam de 11 às 22 horas, as Lojas Americanas funionam de 12 às 21 horas e os cinemas operam normalmente de acordo com a programação.

Mais informações de Rubens Frota: e-mail: frotarubens@gmail.com

ESTADO

Indústria. O estudo Coeficientes de Abertura Comercial de 2018, da CNI, apontou que a participação dos importados no consumo brasileiro subiu 1,3% em relação a 2017, para 18,4% – a maior desde 2011. Foi o segundo ano consecutivo de alta na série a preços constantes.

Fiec confirma Cavalcante para suceder Beto Studart Eleição do novo comando da entidade, que contou com chapa única, teve unanimidade dos delegados dos sindicatos para nova diretoria A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) realizou, ontem, na Casa da Indústria, a eleição da nova diretoria plena, conselho fiscal e delegados representantes junto ao conselho da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A chapa única “Fiec Unida”, liderada pelo atual diretor administrativo da instituição Ricardo Cavalcante, foi eleita por aclamação pelos delegados representantes de 39 sindicatos filiados. O mandato é de cinco anos e terá início em 23 de setembro. A assembleia geral eleitoral ocorreu no auditório Waldyr Diogo lotado de empresários e convidados. O presidente da Fiec, Beto Studart, abriu a reunião e, após a leitura do edital de convocação da eleição e dos nomes da chapa inscrita, os delegados dos sindicatos anunciaram seus votos, elegendo por unanimidade Ricardo Cavalcante e os outros membros da diretoria, num processo transparente e democrático.

Trajetória

Depois da aclamação, o presidente eleito Ricardo Cavalcante fez um discurso exaltando a importância da data para ele, para a Federação e para todos os sindicatos. Ele iniciou falando de sua trajetória empresarial, que começou há cerca de 30 anos, e que

FOTO LUCAS MOURA

Presidente eleito destacou a força da união e da parceria apenas três anos depois, em 1992, ingressou na Fiec como associado do Sindicato das Indústrias de Extração e Beneficiamento de Rochas para Britagem no Estado do Ceará (Sindibrita). O sindicato nascia àquela época e o elegeu como primeiro presidente. Ricardo Cavalcante contribuiu, ainda, como diretor administrativo adjunto da Fiec, diretor administrativo (atual cargo) e presidente do Sindicato das Indústrias da Extração de Minerais não metálicos e de Diamantes e Pedras Preciosas, de Areias, Barreiras e Calcários no Estado do Ceará (Sindminerais). “Na Fiec eu aprendi a liderar e a ser liderado. A conviver com as diferenças e a trabalhar em harmonia. A respeitar os contrários e a defender minhas crenças. Nessa casa eu aprendi o valor do associati-

vismo empresarial. A colaboração da importância entre os iguais. O real significado da solidariedade empreendedora. Evoluí como industrial, como homem de negócios, mas fundamentalmente como cidadão comprometido com o desenvolvimento do meu Estado e hoje, após toda caminhada que fiz até aqui, ao receber a aclamação dessa assembleia geral, eu me sinto extremamente grato”, disse.

União e parceria

O presidente eleito destacou a força da união e da parceria com Beto Studart e se disse inspirado pelo exemplo de seu antecessor, prometendo trabalhar para manter a Fiec como uma referência nacional. “Beto redesenhou a estrutura física e organizacional do Sistema Fiec, deu mais agilidade, eficiência e eficácia,

preparando o caminho para o futuro”, pontuou. Ricardo Cavalcante ressaltou o compromisso com a causa maior de defesa e valorização da indústria cearense e afirmou que irá dignificar a confiança depositada nele nesta eleição desde o primeiro dia de seu mandato. Finalizando o discurso, o presidente eleito da Fiec conclamou todos os sindicatos a fazer uma Fiec melhor e mais forte, ajudando a construir um novo ciclo de crescimento para o Ceará e para o Brasil. O presidente Beto Studart fez, em seguida, um discurso de agradecimento anunciando que a partir de ontem, iniciou um período de transição na gestão da Fiec. Para ele, a eleição por aclamação representa uma inquestionável vitória e a concretização de uma afirmação feita há cinco anos, durante sua posse, que era ter uma Fiec unida. “Esta vitória foi possível porque tivemos uma gestão coesa e leal nas decisões”, justificou. Complementando, Beto Studart desejou sucesso ao seu sucessor e disse estar certo de que ele fará uma excelente gestão. “Digo agora, com a certeza da missão cumprida, alegre pelo resultado alcançado, que estou plenamente convicto de que você, Ricardo, e a sua equipe farão uma gestão melhor ainda porque a estrada está pavimentada”, salientou.

CARTÓRIO AGUIAR 8º OFÍCIO DE PROTESTO-DESEMBARGADOR MOREIRA 1000 A-34667777 - Atendimento: 8:00 as 17:00hs - Data: 16/04/2019 Hora: 14:20 Torno público que se encontram em meu cartório para protesto os seguintes títulos da data de 16/04/2019 até 16/04/2019 os quais poderão ser pagos até o dia: 22/04/2019.

05/04/2019 9643517 NÃO DIVERSOS 769,29 COELCE-CIA.ENERGETICA DO CEARA POR INDICACAO 6.959,60 BANCO SANTANDER BRASIL SA NOVA CONSTRUCOES E ANDERSON NUNESALVES CPF021.544.973-81 • 04/04/2019 54545 NÃO DUPLICATA DE SERVIÇOS LTDA CNPJ 01.615.842/0001-10 • 08/04/2019 4007B NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 915,00 BANCO BRADESCO S/A ASSEMBLEIA DE DEUS VENDA MERCANTIL PORINDICACAO 9.213,25 BANCO SANTANDER BRASIL SA NOVA QUERO VIVER CNPJ 27.611.686/0001-03 • 05/04/2019 42017203 NÃO DUPLICATA DE CONSTRUCOES E SERVIÇOS LTDA CNPJ 01.615.842/0001-10 • 08/04/2019 4011C NÃO VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 1.155,00 BANCO DO BRASIL S.A.AG.COMERCIAL DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 10.035,25 BANCO SANTANDER BRASIL CENTRO BRUNO CARVALHO PINHEIRO CNPJ 21.299.873/0001-17 • 05/04/2019 52 NÃO SA NOVA CONSTRUCOES E SERVIÇOS LTDA CNPJ 01.615.842/0001-10 • 08/04/2019 DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 12.500,00 BANCO DO BRASIL S.A.AG. 4020D NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL PORINDICACAO 9.672,20 BANCO COMERCIAL CENTRO DANIEL CAVALCANTE LINS CPF 665.676.023-68 • 08/04/2019 SANTANDER BRASIL SA NOVA CONSTRUCOES E SERVIÇOS LTDA CNPJ 01.615.842/000118838 1 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 1.391,51 BANCO 10 • 08/04/2019 0033890505 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO DO BRASIL S.A.AG.COMERCIAL CENTRO DVA DE ALMEIDA CNPJ 29.114.737/0001-17 • 1.100,32 BANCO DO BRASIL S.A.AG.COMERCIAL CENTRO OTICA INDEPENDENCE LTDA 08/04/2019 3645D NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 7.770,00 ME CNPJ 18.166.920/0001-40 • 08/04/2019 E576845/20 NÃO DUPLICATA DE VENDA BANCO SANTANDER BRASIL SA EXCLUSIVE COM E SERV ESPECIALIZADOS CNPJ MERCANTIL PORINDICACAO 1.275,77 BANCO SANTANDER BRASIL SA P CONSTRUCAO E 10.798.308/0001-88 • 05/04/2019 11588 A NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR PRESTACAO DE SERV EIRELI CNPJ 27.828.697/0001-40 • 03/04/2019 ND-012679 NÃO INDICACAO 11.050,00 BANCO BRADESCO S/A F ARAUJO COMERCIO DE ALIMENTOS EI RE Falta de Pagamento DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 103,00 LI EP CNPJ 24.229.503/0001-00 • 05/04/2019 8370425 NÃO DIVERSOS 737,16 COELCEMELOC LOCACAO DE EQUIPAMENTOS LTDA PRODUÇÃO ENGENHARIA E CONSTRUCAO CIA.ENERGETICA DO CEARA FABIOLA DE CASTRO CAVALCANTE CPF029.128.363-28 • LTDA EP CNPJ 23.957.515/0001-80 • 05/04/2019 NF38706-03 NÃO DUPLICATA DE 28/03/2019 000016 NÃO Falta de Paqamento CHEQUE 2.000,00 ROSA VANIA MARTINS VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 616,63 BANCO BRADESCO S/A R DEL RIO DE NESQUITA FERNANDO TAYLON TIMBO PINTO CPF 262.017.393-00 • 08/04/2019 39606A ALMEIDA ME CNPJ 06.104.006/0001-95 • 08/04/2019 7328 B NÃO DUPLICATA DE NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 424,00 BANCO SANTANDER VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 841,45 BANCO BRADESCO S/A RMZ COMERCIO BRASIL SA FORT MIX COMERCIAL E SERVIÇOS CNPJ 19.417.813/0001-00 • 01/04/2019 VAREJISTA DE PERFUMARIA LTD CNPJ 12.865.373/0001-04 • 08/04/2019 A001-0 NÃO 1148904 NÃO Falta de Pagamento DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO Falta de Paqamento NOTA PROMISSÓRIA 300,00 ANTONI EL CHAGAS MARTINS RODOLFO 1.758,52 PETISCO DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS EIRE LI FRANCISCO JUNIOR CESAR BEDAOUI CPF 169.726.068-37 • 08/04/2019 15000069 NÃO DUPLICATA DE GOMES DE SOUSA CNPJ 28.153.107/0001-99 • 05/04/2019 9645196 NÃO DIVERSOS PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 155,00 S C LIMA SERVIÇOS CONTÁBEIS 1.056,67 COELCE-CIA.ENERGETICA DO CEARA GLEIDSON CAVALCANTE NASCIMENTO RO NI SILVA BATISTA ROSA - ME CNPJ 20.621.287/0001-84 • 09/04/2019 3078/04 CPF050.850.133-44 • 03/04/2019 CASA 11 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 307,69 BANCO DO BRASIL INDICACAO 350,00 BANCO SANTANDER BRASIL SA HE LI O GOMES DE OLIVEIRA FILHO S.A.AG.COMERCIAL CENTRO ROSA ALVES FREIRE CPF 122.832.403-44 • 05/04/2019 CPF 433.692.603-44 • 27/02/2019 55231/1 NÃO Falta de Pagamento DUPLICATA DE 8713456 NÃO DIVERSOS 685,32 COELCE-CIA.ENERGETICA DO CEARA SANTO INÁCIO VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 2.155,98 SOBOMBAS COMERCIAL LTDA J DA CUNHA RIBEIRO SILVA CPF 033.678.473-21 • 08/04/2019 3558D NÃO DUPLICATA DE VENDA SANTOS ME CNPJ 26.614.617/0001-90 • 08/04/2019 0000604151 NÃO DUPLICATA DE MERCANTIL POR INDICACAO 6.941,40 BANCO SANTANDER BRASIL SA SOLPOSTO VENDA MERCANTIL PORINDICACAO 2.250,00 BANCO SANTANDER BRASIL SA JONAS CONSTRUTORA E SERVIÇOS CNPJ 03.240.054/0001-12 • 08/04/2019 3646D NÃO FROTA RODRIGUES ME CNPJ 27.468.882/0001-70 • 05/04/2019 11521 NÃO DUPLICATA DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 7.693,50 BANCO SANTANDER BRASIL DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 470,00 BANCO BRADESCO S/A JOSE SA SOLPOSTO CONSTRUTORA E SERVIÇOS CNPJ 03.240.054/0001-12 • 08/04/2019 RICARDO DE OLIVEIRA CNPJ 11.076.676/0001-85 • 05/04/2019 202889004 NÃO 3829D NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 11.385,00 BANCO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 343,39 ITAU UNI BANCO SA JOSE SANTANDER BRASIL SA SOLPOSTO CONSTRUTORA E SERVIÇOS CNPJ 03.240.054/0001ROBERTO DIAS ROCHA ME CNPJ 12.583.289/0001-06 • 05/04/2019 596724 NÃO Falta de 12 • 08/04/2019 4012D NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO Paqamento DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 240,00 OPTICA TUCSON 9.535,80 BANCO SANTANDER BRASIL SA SOLPOSTO CONSTRUTORA E SERVIÇOS CNPJ ME LTDA JUCIANE TORRES VERÍSSIMO CPF045.721.763-45 • 05/04/2019 5108797 03.240.054/0001-12 • 08/04/2019 3573D NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL NÃO DIVERSOS 597,09 COELCE-CIA.ENERGETICA DO CEARA KELIN DE SOUZA FELIX POR INDICACAO 7.383,00 BANCO SANTANDER BRASIL SA SOLPOSTO CONSTRUTORA CPF 604.008.663-74 • 05/04/2019 126044/3 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL E SERVIÇOS CNPJ 03.240.054/0001-12 • 05/04/2019 S/N NÃO Falta de Paqamento POR INDICACAO 607,29 BANCO DO BRASIL S.A.AG.COMERCIAL CENTRO M C SANTOS CONTRATO DE LOCACAO DE IMÓVEIS 1.590,00 R R LIMA IMOBILIÁRIA EIRELI SO RAYA REPRESENTAÇÕES - ME CNPJ 29.296.049/0001-15 • 08/04/2019 5.07.0002 NÃO Falta BEZERRA TEIXEIRA CPF 388.189.573-68 • 05/04/2019 579242 NÃO Falta de Paqamento de Pagamento SENTENÇA JUDICIAL 2.402,77 TRT DA 7-REGIAO/16-VARA DO TRABALHO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL PORINDICACAO 166,70 OPTICA CRISTA COM ART DE FORTAL M V EMPREENDIMENTOS E SERVIÇOS LTDA ME CNPJ 09.512.597/0001-28 • OPTICOS LTDA THYAGO DA SILVEIRA MOURA CPF 041.419.643-01 • 08/04/2019 08/04/2019 5.07.0002 NÃO Falta de Pagamento SENTENÇA JUDICIAL 2.402,77 TRT DA 185749-1 NÃO Falta de Paqamento DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 7-REGIAO/16-VARA DO TRABALHO DE FORTAL MARCELO LIMA LEITE CPF 619.615.8231.812,08 SV COMERCIO DE MATERIAL ELETRICO LTDA V P POMPEU DE OLIVEIRA CNPJ 68 • 05/04/2019 001 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 631,46 14.561.236/0001-01 • 08/04/2019 5.07.0002 NÃO Falta de Paqamento SENTENÇA CAIXA ECO NO MICA FEDERAL AG PCA.DO FERREI MARCOS ALBERTO FERNANDES CPF JUDICIAL 2.402,77 TRT DA 7-REGIAO/16-VARA DO TRABALHO DE FORTAL VANESSA 766.458.356-04 • 08/04/2019 0047370302 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL GIBIN JULIOLI CPF 011.156.013-69 • 05/04/2019 00008160700 NÃO DUPLICATA DE POR INDICACAO 950,00 ITAU UNI BANCO SA MUNDIAL IND COM MOV LTDA-EPP CNPJ VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 358,63 BANCO SANTANDER BRASIL SA WELKSON 07.796.191/0001-99 • 08/04/2019 3789C NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL DA SILVA SIMAO CNPJ 15.521.890/0001-54 E como não tendo sido encontrados os devedores nos endereços indicados, os intimo pelo presente, na forma da lei, e por falta de pagamento, a pagarem os títulos em apreço, ou apresentarem os motivos de suas recusas. Fortaleza, 16 de abril de 2019 - Antonio Cláudio Mota de Aguiar

Cartório Martins - Eng. Antônio Ferreira Antero 470 - 32735566 - Torno público que se encontram em meu cartório para protesto os seguintes títulos da data de 16/04/2019 até 16/04/2019 os quais poderão ser pagos até o dia: 22/04/2019. 03/04/2019 11240/001 NÃO Falta de Pagamento DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 6.092,00 REAL CARNES LTDA AAC INDUSTRIA E COMERCIO DE PROD ALIMENTÍCIOS CNPJ 26.884.326/0001-12 • 05/04/2019 4006960 NÃO DIVERSOS 768,00 COELCECIA.ENERGETICA DO CEARA ADRIANA MACHADO DE QUEIROZ CPF 619.690.523-68 • 04/04/2019 51450 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 915,00 BANCO BRADESCO S/A ANA PAULA FURTADO DE SOUSA CNPJ 23.716.167/0001-59 • 04/04/2019 00000027896 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 669,98 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARACAGECE CARLOS OLIVEIRA DE BRITO CPF 409.941.12300 • 04/04/2019 NFS U0002 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 3.326,00 BANCO VOTORANTIM SA CONSTRULIDERCONSTRUCOES LTDA CNPJ 05.932.117/0001-27 • 04/04/2019 00000470/2 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 1.900,00 ITAU UNI BANCO SA DATA CENTER CURSOS TÉCNICOS E CNPJ 19.309.891/0001-90 • 04/04/2019 00000027914 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 777,93 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARA-CAGECE E LI N EI DE MESQUITA MOTA CPF 859.951.423-72 • 04/04/2019 1860/416 NÃO Falta de Paqamento NOTA PROMISSÓRIA 17.971,27 GILMAR GUIMA RA ES LOIOLA ELIVALDO FURTADO DE MOURA CPF 690.871.724-00 • 04/04/2019 00000027830 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 557,00 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARA-CAGECE FRANCISCA LINHARES SCARCELA CPF 190.030.723-53 • 04/04/2019 2013124/P5 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 1.955,00 COLÉGIO C.W.D.MAXIMUS S.S.LTDA. FRANCISCO ALMIR SUCUPIRA LIMA CPF 450.288.348-49 • 04/04/2019 00000027850 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 880,59 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARACAGECE FRANCISCO VIEIRA GOMES CPF 144.241.93187 • 04/04/2019 00000027867 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 2.550,92 CIA. DE AGUA E ESGOTO DO CEARA-CAGECE JOAO BATISTA

DA COSTA GUEDES CPF 512.033.593-49 • 04/04/2019 00000027790 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 777,00 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARA-CAGECE JOAO FELIPE GOMES DE ALMEIDA CPF 645.625.573-20 • 04/04/2019 00000027817 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 501,07 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARACAGECE JOSE RUBENS NOBRE JUNIOR CPF 624.794.90300 • 04/04/2019 00000027824 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 565,73 CIA. DE AGUA E ESGOTO DO CEARA-CAGECE LUCIANA FELICIO LUZ CPF 664.295.443-20 • 04/04/2019 00000027903 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 8.721,15 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARACAGECE LUIS BRIGIDO DE OLIVEIRA CPF 016.053.48368 • 04/04/2019 33894/3 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 989,00 ITAU UNI BANCO SA M GIZELDA DE AGUIAR ALMEIDA CPF 293.311.533-68 • 04/04/2019 000717 NÃO Falta de Paqamento CHEQUE 2.000,00 MATHEUSPEREIRA MENDES MARCONI ALVES SIDRIAO DE ALENCAR CPF 070.302.823-53 • 04/04/2019 3978/2018 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 10.666,08 CENTRO PEDAGÓGICO RECANTO INFANTIL EIREL MARIA IRANEIDE PEREIRA DE ARAUJO CPF 772.290.533-15 • 05/04/2019 8004373 NÃO DIVERSOS 568,53 COELCE-CIA.ENERGETICA DO CEARA MARIA JANIELE SANTOS CARNEIRO CPF 040.843.523-22 • 04/04/2019 137278 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 162,29 LUSTRAR COM DE PROD DE LIMPEZA LTDA ME MARIA ROSEN EI DE MOTA SA CNPJ 41.465.113/0001-40 • 04/04/2019 4796203 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 4.512,20 ITAU UNI BANCO SA MARIANA DA SILVA LIMA ME CNPJ 19.017.168/0001-38 • 04/04/2019 00000027836 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 1.371,62 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARA-CAGECE MIGUEL MONTES VERA CPF 703.771.631-63 • 04/04/2019 3173A/2018 NÃO Falta de Pagamento DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 1.248,50 PROTEÇÃO COMERCIO E

ENGENHARIA LTDA ME P CONSTRUCAO E PRESTACAO DE SERV EIRELI CNPJ 27.828.697/0001-40 • 04/04/2019 3179B/2019 NÃO Falta de Pagamento DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 1.488,50 PROTEÇÃO COMERCIO E ENGENHARIA LTDA ME P CONSTRUCAO E PRESTACAO DE SERV EIRELI CNPJ 27.828.697/000140 • 04/04/2019 3184A/2018 NÃO Falta de Pagamento DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 1.180,00 PROTEÇÃO COMERCIO E ENGENHARIA LTDA ME P CONSTRUCAO E PRESTACAO DE SERV EIRELI CNPJ 27.828.697/0001-40 • 04/04/2019 850121 NÃO Falta de Pagamento CHEQUE 1.000,00 RAIMUNDO MENDONÇA FURTADO R M MONTEIRO CONSTRUCAO CNPJ 22.387.006/0001-04 • 04/04/2019 00000027889 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 680,18 CIA.DE AGUA E ESGOTO DO CEARA-CAGECE RAFAELA FERREIRA TEIXEIRA LIMA CPF 040.090.32375 • 04/04/2019 00000027856 NÃO DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 602,29 CIA. DE AGUA E ESGOTO DO CEARA-CAGECE REBECA DA SILVA CPF 042.076.993-50 • 04/04/2019 54151 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 900,00 BANCO BRADESCO S/A REINAN SILVA REIS CPF 043.304.37503 • 04/04/2019 52145 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 900,00 BANCO BRADESCO S/A REVERTON DE OLIVEIRA CARVALHO CPF 880.820.59320 • 04/04/2019 0122032 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 298,25 ITAU UNI BANCO SA RM SERV AUX DE TRANSPORTES CNPJ 06.990.661/000864 • 04/04/2019 030 NÃO DUPLICATA DE VENDA MERCANTIL POR INDICACAO 4.560,00 BANCO BRADESCO S/A SINOR ELETRICIDADE LTDA CNPJ 18.551.662/000115 • 03/04/2019 ND-010558 NÃO Falta de Pagamento DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 700,00 MELOC LOCACAO DE EQUIPAMENTOS LTDA VERSUS CONSTRUTORA LTDA ME CNPJ 23.367.529/0001-43 • 04/04/2019 17038 NÃO Falta de Pagamento DUPLICATA DE PRESTACAO DE SERVIÇOS POR INDICACAO 1.563,16 JM LOCACAO DE VEÍCULOS & SERVIÇOS LTDA WANDERSON GOMES OLIVEIRA DO O CPF 612.563.533-37

E como não tendo sido encontrados os devedores nos endereços indicados, os intimo pelo presente, na forma da lei, e por falta de pagamento, a pagarem os títulos em apreço, ou apresentarem os motivos de suas recusas. Fortaleza, 16 de ABRIL de 2019 - Bel. Claudio Martins (Tabelião)


O ESTADO  Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019

15

ECONOMIA

Aumento. As contas de energia no Ceará subirão a partir da próxima segunda-feira (22). A Aneel aprovou, ontem, a revisão tarifária da Enel Ceará, em média, de 8,2%. Os aumentos serão de 7,39% para residências; 7,87% para clientes de média e alta tensão; e 8,35% para baixa tensão.

Fluxo no aeroporto de Juazeiro cresce 5% Durante feriado de Páscoa, movimentação deve somar 6.230 passageiros, contra os 5.930 registrados em 2018 Durante o feriado de Páscoa, entre os dias 18 e 22 de abril, o Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte – distante 491 quilômetros de Fortaleza –, deve receber 6.230 passageiros. O número representa um aumento de 5% em relação ao fluxo de viajantes registrado no mesmo feriado do ano passado, quando passaram pelo terminal 5.930 passageiros, entre embarques e desembarques. No mesmo

período, são esperadas 90 operações de pousos e decolagens no terminal cearense. O levantamento leva em conta a oferta de assentos das empresas aéreas para o período. Para garantir a fluidez nas operações e no funcionamento da infraestrutura aeroportuária durante o feriadão, uma série de ações foram adotadas para atender ao aumento do fluxo de passageiros e manter o conforto e a segurança dos usuários. Equipes de seguran-

ça, operações e de manutenção foram reforçadas por meio de remanejamento das escalas de trabalho; os “amarelinhos”, funcionários de colete amarelo da Infraero com a frase “Posso Ajudar/May I Help You?” também estarão preparados para tirar dúvidas e orientar os viajantes. Localizado na Região Metropolitana do Cariri, Centro Sul do Ceará, o aeroporto de Juazeiro do Norte atende não somente aos municípios do

Cariri cearense, mas também a diversas cidades do Noroeste de Pernambuco, Alto Sertão da Paraíba e Sudoeste do Piauí. Com capacidade para atender a até 1,7 milhões passageiros por ano, o terminal vem apresentando um crescimento constante, sendo que em 2018 foi registrado recorde histórico na movimentação de viajantes. Foram 563.548 embarques e desembarques ante 542.280 no ano de 2017, representando alta de 3,92%.

VENTOS DE SÃO ROQUE ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 13.346.071/0001-92 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de São Roque Energias Renováveis S.A. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019.

Balanço patrimonial Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Notas

2018

Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 2017

Ativo Circulante Caixa e equiv. de caixa Tributos a recuperar Adiant. diversos

Notas

2018

2017

2018

Despesas operacionais Despesas gerais e administrativas Prejuízo antes do resultado financeiro Resultado financeiro

Fluxos de caixa das atividades operacionais 4 4.357 3.655 9 (1.533.276) (1.400.599) Prejuízo do exercício 394 20 Ajustes para conciliar o resultado 3 34.044 (1.533.276) (1.400.599) as disponibilidades geradas pelas 4.754 37.719 10 (8.529) (5.854) atividades operacionais Não circulante Depreciação Imobilizado 5 3.232.937 199.840 Prejuízo do exercício (1.541.805) (1.406.453) Intangível 6 30.162 (Acréscimo) decréscimo 3.263.099 199.840 Demonstração do resultado abrangente de ativos e passivos Total do ativo 3.267.853 237.559 Exercícios findos em Tributos a recuperar Passivo 31 de dezembro de 2018 e 2017 Adiantamentos diversos Circulante (Valores expressos em reais) Partes relacionadas Fornecedores 8.683 Partes relacionadas 11 11.410 2018 2017 Fornecedores Obrigações fiscais Obrigações fiscais 3.071 7.565 Prejuízo do exercício (1.541.805) (1.406.453) Caixa líquido nas atividades 23.164 7.565 operacionais Patrimônio líquido Outros resultados Fluxos de caixa das atividades Capital social 7 8.376.000 3.819.500 - de investimento Prejuízos acumulados (5.131.311) (3.589.506) abrangentes Aquisição de imobilizaado 3.244.689 229.994 Resultado abrangente do Aquisição de intangível Total do passivo e (1.541.805) (1.406.453) Caixa líquido originado nas patrimônio líquido 3.267.853 237.559 exercício atividades de investimento Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo Fluxo de caixa das atividades em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) de financiamento Integralização de capital Capital social Capital a Prejuízos subscrito integralizar acumulados Total Caixa líquido originado nas Saldos em 31 de dezembro de 2016 2.295.000 (144.000) (2.183.053) (32.053) atividades de financiamento Capital subscrito 1.630.000 (1.630.000) - Acréscimo no caixa e Capital integralizado 1.668.500 1.668.500 equivalentes de caixa Prejuízo do exercício (1.406.453) (1.406.453) Demonstração do aum. no Saldos em 31 de dezembro de 2017 3.925.000 (105.500) (3.589.506) 229.994 caixa e equivalentes de caixa Capital subscrito 5.630.000 (5.630.000) - No início do exercício Capital integralizado 4.556.500 4.556.500 No fim do exercício Prejuízo do exercício (1.541.805) (1.541.805) Aumento (redução) no caixa Saldos em 31 de dezembro de 2018 9.555.000 (1.179.000) (5.131.311) 3.244.689 e equivalentes de caixa

2017

(1.541.805) (1.406.453)

58.827 (1.482.978) (1.406.453) (374) 34.041 11.410 8.683 (4.494)

(32.896) (14.520) (12.384)

(1.433.712) (1.466.253) (3.091.924) (30.162)

(199.840) -

(3.122.086)

(199.840)

4.556.500

1.668.500

4.556.500

1.668.500

702

2.407

3.655 4.357

1.248 3.655

702

2.407

Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, situado na Rod. CE 021 - KM 08 - Sala 35 - Distr. Industrial, Estado do Ceará, foi constituída em 21 de Fevereiro de 2011 e até a presente data não entrou em fase operacional. A Companhia tem como objeto social a geração, como produtor independente, de energia elétrica, a partir de fontes alternativas, predominantemente a eólica, destinada à comercialização na modalidade de produção independente de energia e, para consecução do objeto social, a implantação, administração e operação de centrais geradoras, bem como o desenvolvimento de projetos, a prestação de serviços de consultoria. Nesta fase pré-operacional, os acionistas têm coberto necessidades de caixa da Companhia na forma de aportes de capital ou adiantamentos, conforme necessário para permitir a liquidação de obrigações futuras. Adicionalmente, os acionistas da Companhia garantem, se necessário, o suporte financeiro, pelos próximos 360 dias. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 28 de fevereiro de 2019. 2.2 Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. 2.4 Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia são: fornecedores e partes relacionadas. 2.6 Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia

do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - Receitas de Contratos com Clientes: Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. A Companhia adotou o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de 2018). A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia visto que a Companhia encontra-se em fase pré-operacional. Adoção CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: A Companhia adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a classificação e mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia. A Companhia não possui instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se espera que as seguintes novas normas ou modificações possam ter um impacto significativo nas demonstrações contábeis da Companhia: • IFRS 16 Operações de arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que divulgam as suas Demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, analisar e definir limites e controles apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: O risco operacional está relacionado com a paralisação de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos

nais da rede devem receber 1,05 milhão de passageiros. A alta registrada é 2% superior à movimentação registrada em 2018, quando 1,03 milhão de viajantes foram transportados no período de 29/3 a 2/4. Já o fluxo de aeronaves deve ser de aproximadamente 8,8 mil pousos e decolagens. Os dias de maior movimento serão amanhã, com 264.359 passageiros, e a segunda-feira (22), quando são esperados 240.298 viajantes.

Atualmente, o aeroporto conta com voos para Campinas, Guarulhos (SP), Fortaleza e Recife. Em média, são oito operações diárias, entre pousos e decolagens comerciais regulares, de três companhias aéreas (Gol, Avianca e Azul).

Rede Infraero

Nos demais aeroportos com voos comerciais regulares, a estimativa também é de crescimento neste feriado. Entre os dias 18 e 22, os 46 termicom bancos e instituições financeiras é administrado pela tesouraria da Companhia de acordo com a política por este estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. 4. Caixas e equivalentes de caixa 2018 2017 Fundo fixo 2.184 2.184 Bancos conta movimento 1.630 1.234 Aplicações financeiras 543 237 Total 4.357 3.655 Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas junto às instituições financeiras que operam no mercado financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são remuneradas pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas operações da Companhia, ou seja, são ativos financeiros com liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores a 3 meses da data de contratação e com compromisso de recompra pelo emissor. 5. Imobilizado: Composição do imobilizado 2018 2017 Imobilizado em andamento 222.540 199.840 Torres Anemométricas 3.010.397 Total 3.232.937 199.840 Movimentação do imobilizado Depre2017 Adições ciação 2018 Imobilizado em andamento (a) 199.840 22.700 222.540 Torres Anemométricas (b) - 3.069.224 (58.827) 3.010.397 Total 199.840 3.091.924 (58.827) 3.232.937 (a) Refere-se à prestação de serviço de consultoria para certificação da energia em função da fase pré-operacional da Companhia. (b) Referem-se à compra de torres anemométricas para estudos e medições da energia eólica. 6. Intangível 2018 2017 Licenciamento ambiental (a) 30.162 30.162 (a) Refere-se à elaboração de serviços em engenharia ambienta m m P môn o qu do Em m R R m m m m O R R m m m m A m D m A m G E AGE m R m R m m C m m m D mA m G E AGE m m R m R m m C m m m

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Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de São Roque Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis da Ventos de São Roque Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de São Roque Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou

VENTOS DE SÃO PAULO ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 14.559.774/0001-61 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de São Paulo Energias Renováveis S.A. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019.

Balanço patrimonial Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Notas Ativo Circulante Caixa e equiv. de caixa Tributos a recuperar Adiantamentos diversos

2018

Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 2017

Notas

2018

2017

Despesas operacionais Despesas gerais e administrativas Prejuízo antes do resultado financeiro Resultado financeiro líquido Prejuízo do exercício

Fluxos de caixa das atividades operacionais 4 1.245 928 8 (258.748) (180.888) Prejuízo do exercício 23 23 Ajustes para conciliar o resultado 167 (258.748) (180.888) as disponibilidades geradas pelas 1.268 1.118 atividade operacionais Não circulante 9 (2.171) (1.288) Depreciação Imobilizado 5 1.573.605 (260.919) (182.176) 1.573.605 (Acréscimo) descréscimo Total do ativo 1.574.873 1.118 de ativos e passivos Demonstração do resultado abrangente Passivo Tributos a recuperar Exercícios findos em Circulante Adiantamentos diversos 31 de dezembro de 2018 e 2017 Partes relacionadas 10 7.518 Partes relacionadas (Valores expressos em reais) Obrigações fiscais 424 768 Obrigações fiscais 7.942 768 2018 2017 Caixa líquido nas atividades Patrimônio líquido (260.919) (182.176) operacionais Capital social 6 2.383.000 555.500 Prejuízo do exercício Prejuízos acumulados (816.069) (555.150) Outros resultados abrangentes - Fluxos de caixa das atividades 1.566.931 350 de investimento Resultado abrangente do Total do passivo e (260.919) (182.176) Aquisição de imobilizado patrimônio líquido 1.574.873 1.118 exercício Caixa líquido originado nas atividades de investimento Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo

em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Saldos em 31 de dezembro de 2016 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2017 Capital subscrito Capital integralizado Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2018

Capital social subscrito 370.000 235.000 605.000 2.120.000 2.725.000

Capital a integralizar (235.000) 185.500 (49.500) (2.120.000) 1.827.000 (342.000)

Prejuízos acumulados (372.974) (182.176) (555.150) (260.919) (816.069)

Total (2.974) 185.500 (182.176) 350 1.827.500 (260.919) 1.566.931

Fluxo de caixa das atividades de financiamento Integralização de capital Caixa líquido originado nas atividades de financiamento Acréscimo (decréscimo) do caixa e equivalentes de caixa Demonstração No início do exercício No fim do exercício Variação do caixa e equivalentes de caixa

2018

2017

(260.919)

(182.176)

30.750 (230.169)

(182.176)

167 7.518 (344)

(1) (167) (3.873) 83

(222.828)

(186.134)

(1.604.355)

-

(1.604.355)

-

1.827.500

185.500

1.827.500

185.500

317

(634)

928 1.245

1.562 928

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Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, situado na Rod. Dr Mendel Steinbruch, S/N, KM 08 - Sala 64 - Distr. Industrial, Estado do Ceará, foi constituída em 01 de Novembro de 2011 e até a presente data não entrou em fase operacional. Para entrar em fase operacional a Companhia depende de reunir todos os pré-requisitos para participação de Leilão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e se sagrar vencedora para que possa obter autorização para estabelecer-se como produtor independente de energia elétrica. A companhia tem como objeto social a geração, como produtor independente, de energia elétrica, a partir de fontes alternativas, predominantemente a eólica, destinada à comercialização na modalidade de produção independente de energia e, para consecução do objeto social, a implantação, administração e operação de centrais geradoras, bem como o desenvolvimento de projetos, a prestação de serviços de consultoria. Nesta fase pré-operacional, os acionistas têm coberto necessidades de caixa da Companhia na forma de aportes de capital ou adiantamentos, conforme necessário para permitir a liquidação de obrigações futuras. Adicionalmente, os acionistas da Companhia garantem, se necessário, o suporte financeiro, pelos próximos 360 dias. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 28 de fevereiro de 2019. 2.2 Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. 2.4 Base de mensuração: As Demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia não possuía ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa e adiantamento diversos. O principal passivo financeiro reconhecido pela Companhia corresponde a partes relacionadas. 2.6 Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O

custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 Imposto de renda e contribuição social: Ativos e passivos tributários correntes do último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. As alíquotas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou substancialmente em vigor na data do balanço nos países em que o Grupo opera e gera receita tributável. Imposto de renda e contribuição social correntes relativos a itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido são reconhecidos no patrimônio líquido. A administração periodicamente avalia a posição fiscal das situações nas quais a regulamentação fiscal requer interpretação e estabelece provisões quando apropriado. A Administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas apurações de impostos sobre a renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações; e estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. 2.10 Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - Receitas de Contratos com Clientes: Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. A Companhia adotou o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de 2018). A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia relacionadas a ativos e passivos financeiros, visto que a Companhia encontra-se em fase pré-operacional. Adoção CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: A Companhia adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a classificação e mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 para ativos

representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fortaleza, 28 de fevereiro de 2019 ERNST & YOUNG - Auditores Independentes S.S. - CRC-2SP015199/O-6 Ana Sampaio Forte Leal - Contadora CRC CE019456/O-7

financeiros: mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia. A Companhia não possui instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se espera que as seguintes novas normas ou modificações possam ter um impacto significativo nas demonstrações contábeis da Companhia: • IFRS 16 Operações de arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que divulgam as suas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, analisar e definir limites e controles apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: O risco operacional está relacionado com a paralisação de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos com bancos e instituições financeiras é administrado pela tesouraria da Companhia de acordo com a política por este estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. 4. Caixas e equivalentes de caixa 2018 2017 Bancos conta movimento 1 1 Aplicações financeiras 1.244 927 Total 1.245 928 Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas junto às instituições financeiras que operam no mercado financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são remuneradas pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas operações da Companhia, ou seja, são ativos financeiros com liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores a 3 meses da data de contratação e com compromisso de recompra pelo emissor. 5. Imobilizado: Movimentação do imobilizado Depre2017 Adições ciação 2018 Torres Anemométricas (a) - 1.604.355 (30.750) 1.573.605 - 1.604.355 (30.750) 1.573.605 (a) Refere-se à compra de torres anemométricas para estudos e medições da energia eólica. 6. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 2.725.000 (R$ 605.000 em 2017) e está representado por 2.725.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado é de R$

2.383.000 (R$ 555.500 em 2017) e está representado por 2.383.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. a) Aumento de capital: De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 15 de março de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 120.000 em sua totalidade e integralizado capital no montante de R$ 12.000 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 26 de outubro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 2.000.000 em sua totalidade e integralizado capital no montante de R$ 1.622.000 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. No exercício de 2018, foram realizadas integralizações de capital conforme boletins de integralizações no montante de R$ 193.500. 7. Prejuízos fiscais: Em 31 de dezembro de 2018 e 2017, a Companhia possuía saldos de prejuízos fiscais a compensar: 2018 2017 Prejuízos fiscais (260.919) (182.176) 8. Despesas gerais e administrativas 2018 2017 Arrendamento mercantil (157.510) (149.757) Serviços de terceiros (2.265) (1.466) Taxas e emolumentos (1.705) (2.776) Depreciação (30.750) Despesas com cartório (2.784) (2.050) Compartilhamento de despesa (63.529) (24.588) Licenciamento ambiental (250) Despesas gerais (205) (1) Total (258.748) (180.888) 9. Resultado financeiro 2018 2017 Receitas financeiras Rendimentos aplicações financeiras 8 6 8 6 Despesas financeiras IOF (3) (2) Multas (757) Juros pagos (10) Tarifas bancárias (1.409) (1.292) (2.179) (1.294) Total (2.171) (1.288) 10. Transações partes relacionadas: Os principais saldos de ativos e passivos em 31 de dezembro de 2018 e 2017, bem como as transações que influenciaram os resultados dos exercícios, decorrem de transações da Companhia, as quais estão descritas abaixo: Em 31 de dezembro 2017 Passivo Fornecedores (a) Resultado Compartilhamento de despesas (a) 24.588 Em 31 de dezembro 2018 Passivo Fornecedores (a) 7.518 Resultado Compartilhamento de despesas (a) 63.529 (a) A Companhia possui operações com partes relacionadas decorrente do contrato de compartilhamento de despesas firmado com a Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. 11. Instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros contratados com terceiros discriminam-se como segue: a) Valor justo dos instrumentos financeiros não derivativos 2018 2017 Valor Valor de Valor Valor de contábil mercado contábil mercado Caixas e equivalentes de caixa 1.245 1.245 928 928 Adiantamentos diversos 167 167 Partes relacionadas (7.518) (7.518) Total (6.273) (6.273) 1.095 1.095 12. Seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. A Diretoria. Contador responsável: Eugênio Pacelli Mendonça Dupin CRC- SP 201976/O-1 T-CE

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de São Paulo Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis da Ventos de São Paulo Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de São Paulo Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas Demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou

representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a companhia a não mais se manter em continuidade operacional. • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fortaleza, 28 de fevereiro de 2019 ERNST & YOUNG - Auditores Independentes S.S. - CRC-2SP015199/O-6 Ana Sampaio Forte Leal - Contadora CRC CE019456/O-7.


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Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019  O

Reajuste. É sancionada hoje a lei que estabelece o novo piso salarial dos agentes comunitários de saúde do Estado. Ao todo, 6.893 profissionais terão o salário reajustado, representando um aumento de 23% no vencimento e estabelecendo valor de R$ 1.250,00 como o mínimo a ser pago. A sanção ocorre às 9 horas, no Palácio da Abolição, com participação do governador Camilo Santana.

ESTADO

Campanha. Foi lançada ontem a campanha “Não dê esmola. Lugar de criança e adolescente é na escola”, do poder público municipal, por meio da Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci). Cerca de 45 profissionais estão espalhados pela capital cearense para explicar à população por que a doação nas ruas piora a situação das crianças e as aproximam das drogas e da criminalidade.

GRANDE PORTE Operação desarticula esquema de sonegação Ministério Público acredita que essa seja a maior operação contra sonegação fiscal ocorrida no Estado O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) deflagrou, ontem (16), a Operação Aluminum, que investiga um grande esquema de sonegação fiscal no Ceará e em mais dois estados. Segundo o MP, as empresas investigadas chegaram a movimentar R$ 5,5 bilhões nos últimos quatro anos, sendo essa possivelmente a maior operação contra sonegação fiscal já ocorrida no Estado. As informações foram divulgadas no mesmo dia, em coletiva de imprensa, com representantes dos órgãos atuantes na operação. Foram expedidos 53 mandados judiciais, sendo 18 de prisão (temporária e preventiva) e 35 de busca e apreensão (documentos, celulares, computadores e veículos), nas cidades de Juazeiro do Norte, Jaguaribe, Eusébio e Fortaleza, além de municípios em São Paulo e Sergipe. Foram presas 12 pessoas, nove no Ceará e três em São Paulo. A investigação do MPCE,

coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), começou em 2018, após recebimento de informação fiscal oriunda da Secretaria da Fazenda (Sefaz), noticiando evidência de um esquema criminoso nas contas relativas a uma série de empresas. A principal beneficiária do esquema é a empresa Bandeira Indústria de Alumínio Ltda., sediada no município de Jaguaribe. A operação contou com a cooperação da Receita Federal, da Sefaz, da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e da Polícia Civil (PC). Segundo Paulo Sérgio Braga, secretário executivo da SSPDS, foram disponibilizados 120 profissionais de segurança para contribuir com o andamento da operação, entre policiais civis e militares. As informações levantadas pelo Ministério Público e pela

Atividade consistia na criação de empresas fictícias, constituídas por laranjas, e responsáveis pela emissão de notas fiscais fraudulentas no patamar dos milhões

Funcionamento

A atividade principal da organização criminosa, conforme a investigação, consistia na criação de empresas fictícias, constituídas por laranjas, e responsáveis pela emissão de notas fiscais fraudulentas no patamar dos milhões. Com isso, as principais empresas envolvidas no esquema eram beneficiadas mediante geração de créditos indevidos de Imposto sobre circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Há evidências, ainda, de lavagem de dinheiro e falsidade, entre outras violações. A Bandeira mantém relações comerciais com diversas empresas de fachada sediadas no Maranhão, Piauí, Sergipe, Bahia e São Paulo, além do próprio Ceará. Dos R$ 5,5 bilhões estimados que tenham sido movimentados desde 2014, cerca de R$ 220 milhões teriam sido sonegados apenas pela Bandeira. Há indícios da existência de pelo menos 24 empresas participantes, sendo 18 delas de fachada e outras quatro de capital fechado, criadas com o único propósito de alimentar o esquema da Bandeira.

VENTOS DE SÃO VITOR ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A. CNPJ: 15.675.003/0001-00 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Submetemos ao exame de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da empresa Ventos de São Vitor Energias Renováveis S.A. relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Maracanaú, 15 de março de 2019.

Balanço patrimonial Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Notas Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 Tributos a recuperar Adiantamento diversos 5

2018

Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais)

Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 2017

Notas

2018

FOTO BETH DREHER

Sefaz foram compartilhadas com a Receita Federal, porque há indícios de fraude, também, contra o PIS e o Cofins. Constam pedidos de ressarcimento por parte da Bandeira junto à Receita.

2017

Fluxos de caixa das atividades operacionais 1.077 55.263 Prejuízo do exercício 9 (120.593) (218.071) 25 9 Ajustes para conciliar o resultado 1.840.967 47 as disponibilidades geradas pelas (120.593) (218.071) 1.842.069 55.319 atividades operacionais Não circulante 10 (4.586) (2.932) Depreciação Imobilizado 6 1.542.602 388.999 (125.179) (221.003) Intangível 29.851 (Acréscimo) decréscimo Demonstração do resultado abrangente 1.572.453 388.999 de ativos e passivos Total do ativo 3.414.522 444.318 Exercícios findos em Tributos a recuperar Passivo 31 de dezembro de 2018 e 2017 Adiantamento diversos Circulante (Valores expressos em reais) Fornecedores Partes relacionadas 11 4.899 2018 2017 Partes relacionadas Obrigações fiscais 1.267 7.783 (125.179) (221.003) Obrigações fiscais 6.166 7.783 Prejuízo do exercício Caixa líquido nas atividades Patrimônio líquido operacionais Capital social 7 4.077.000 980.000 Outros resultados Prejuízos acumulados (668.644) (543.465) abrangentes - Fluxos de caixa das atividades de investimento 3.408.356 436.535 Aquisição de imobilizado Total do passivo e Resultado abrangente patrimônio líquido 3.414.522 444.318 do exercício (125.179) (221.003) Aquisição de intangível Caixa líquido originado nas Demonstração das mutações no patrimônio líquido Exercícios findo atividades de investimento em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Capital social Capital a Prejuízos subscrito integralizar acumulados Total Integralização de capital Saldos em 31 de dezembro de 2016 390.000 (27.000) (322.462) (40.538) Caixa líquido originado nas Capital subscrito 860.000 (860.000) - atividades de financiamento Integralização de capital 617.000 617.000 Acréscimo (decréscimo) no Prejuízo do exercício (221.003) (221.003) caixa e equivalentes de caixa Saldos em 31 de dezembro de 2017 1.250.000 (270.000) (543.465) 436.535 Demonstração Capital subscrito 4.000.000 (4.000.000) - No início do exercício Integralização de capital 3.097.000 3.097.000 No fim do exercício Prejuízo do exercício (125.179) (125.179) Variação do caixa e Saldos em 31 de dezembro de 2018 5.250.000 (1.173.000) (668.644) 3.408.356 equivalentes de caixa Despesas operacionais Despesas gerais e administrativas Prejuízo antes do resultado financeiro Resultado financeiros líquido Prejuízo do exercício

2018

2017

(125.179)

(221.003)

35.912 (89.267)

2.208 (218.795)

(16) (1.840.920) 4.899 (6.516)

72 272 (60) (5.858) 3.109

(1.931.820)

(221.260)

(1.189.515) (29.851)

(341.657) -

(1.219.366)

(341.657)

3.097.000

617.000

3.097.000

617.000

(54.186)

54.083

55.263 1.077

1.180 55.263

(54.186)

54.083

Notas explicativas às demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Valores expressos em reais) 1. Contexto operacional: A Companhia, com sede em Maracanaú, situado na Rod. Doutor Mendel Steinbruch, S/N - Km 08 - sala 134 - Distrito Industrial, Estado do Ceará, foi constituída em 19 de Abril de 2012 e até a presente data não entrou em fase operacional. A Companhia tem como objeto social a geração, como produtor independente, de energia elétrica, a partir de fontes alternativas, predominantemente, a eólica destinada à comercialização na modalidade de produção independente de energia e, para consecução do objeto social, a implantação, administração e operação de centrais geradoras, bem como o desenvolvimento de projetos, a prestação de serviços de consultoria. Nesta fase pré-operacional, os acionistas têm coberto necessidades de caixa da Companhia na forma de aportes de capital ou adiantamentos, conforme necessário para permitir a liquidação de obrigações futuras. Adicionalmente, os acionistas da Companhia garantem, se necessário, o suporte financeiro, pelos próximos 360 dias. 2. Base de preparação e principais práticas contábeis: 2.1 Declaração de conformidade: As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). Adicionalmente, a Companhia considerou as orientações emanadas da Orientação Técnica OCPC 07, emitida pelo CPC em novembro de 2014, na preparação das suas demonstrações contábeis. Desta forma, as informações relevantes próprias das demonstrações contábeis estão sendo evidenciadas, e correspondem às utilizadas pela Administração na sua gestão. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 28 de fevereiro de 2019. 2.2 Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todos os saldos foram arredondados para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamento: A preparação das demonstrações contábeis requer que a Administração faça julgamentos, estimativas e adote premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As estimativas e premissas são revisadas de forma contínua. As revisões das estimativas contábeis são reconhecidas prospectivamente. As informações sobre julgamentos críticos e incertezas referentes as políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis estão incluídas nas notas explicativas. 2.4 Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico. 2.5 Instrumentos financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao custo amortizado, mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A classificação de seus ativos financeiros é feita no reconhecimento inicial e de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos. Em 31 de maio de 2018, a Companhia não possuía ativos financeiros classificados nas categorias de valor justo por meio de outros resultados abrangentes e mensurados ao valor justo por meio do resultado. A Companhia classifica seus passivos financeiros mensurados ao custo amortizado. A classificação depende da finalidade para a qual os passivos financeiros foram assumidos. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método da taxa efetiva dos juros. Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa e adiantamentos diversos. O principal passivo financeiro reconhecido pela Companhia corresponde a partes relacionadas. 2.6 Redução ao valor recuperável (impairment): A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. 2.7 Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo de ativos construídos inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local, custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração. O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão gerar benefícios futuros e que o seu custo possa ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. Depreciações: Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que estão disponíveis para uso, ou no caso de ativos construídos internamente, a partir do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para uso. A depreciação é calculada sobre o custo dos ativos imobilizados ou outro valor substituto do custo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas já que esse método é o que mais reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As taxas utilizadas estão de acordo com o

Há indícios da existência de pelo menos 24 empresas participantes, sendo 18 delas de fachada Conforme Ricardo Rabelo, promotor de Justiça e coordenador do Gaesf, o núcleo operacional do esquema ficava em Juazeiro do Norte, por meio da empresa Unity, que prestava assessoria jurídica para todas as empresas em questão. As investigações apontaram, ainda, que o esquema como um todo era chefiado por Vitor Bandeira, no núcleo empresarial do grupo. Ele era assistido por Sérgio Bandeira e pelo pai, Márcio Bandeira. As relações comerciais vigiadas pelos órgãos, no entanto, chegam a sinalizar a cooperação de dezenas de outras pessoas, em graus menores de importância no Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrica (“MCPSE”), aprovado pelas Resoluções Normativas nº 367/2009 e 474/2012 pela ANEEL. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 2.8 Receitas e despesas financeiras: Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, classificados como ativos financeiros ao valor justo, a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável, ao valor contábil liquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do resultado. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, ajustes de desconto a valor presente das provisões e, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado pelo método de juros efetivos. 2.9 Imposto de renda e contribuição social: Ativos e passivos tributários correntes do último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. As alíquotas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou substancialmente em vigor na data do balanço nos países em que o Grupo opera e gera receita tributável. Imposto de renda e contribuição social correntes relativos a itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido são reconhecidos no patrimônio líquido. A administração periodicamente avalia a posição fiscal das situações nas quais a regulamentação fiscal requer interpretação e estabelece provisões quando apropriado. A Administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas apurações de impostos sobre a renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações; e estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. 2.10 Normas, alterações e interpretações que entraram em vigor em 2018: Adoção CPC 47 / IFRS 15 - Receitas de Contratos com Clientes: Substitui o CPC 30 / IAS 18 Receitas, o CPC 17 / IAS 11 Contratos de Construção e interpretações relacionadas. A Companhia adotou o CPC 47 / IFRS 15 a partir de 1º de janeiro de 2018, usando o método de efeito cumulativo (sem expedientes práticos), com efeito de adoção inicial da norma reconhecida na data da aplicação inicial (ou seja, 1º de janeiro de 2018). A adoção do CPC 47 / IFRS 15 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia relacionadas a ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos. Adoção CPC 48 / IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: A Companhia adotou inicialmente o CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos financeiros, a partir de 1º de janeiro de 2018. O CPC 48 / IFRS 9 estabelece requerimentos para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns contratos de compra ou venda de itens não financeiros. Esta norma substitui o CPC 38 / IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O CPC 48 / IFRS 9 retém em grande parte os requerimentos existentes no CPC 38 / IAS 39 para a classificação e mensuração de passivos financeiros. No entanto, ele elimina as antigas categorias do CPC 38 / IAS 39 para ativos financeiros: mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A adoção do CPC 48 / IFRS 9 não teve um efeito significativo nas políticas contábeis da Companhia. A Companhia não possui instrumentos financeiros derivativos. Adicionalmente, não se espera que as seguintes novas normas ou modificações possam ter um impacto significativo nas demonstrações contábeis intermediárias da Companhia: • IFRS 16 Operações de arrendamento mercantil; • IFRS 17 Contratos de seguro; • Interpretação IFRIC 22 Transações em moeda estrangeira e adiantamento de contraprestação; e • Interpretação IFRIC 23 Incerteza sobre o tratamento dos tributos sobre a renda. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes a todas as novas IFRS. Portanto, a adoção antecipada dessas IFRS não é permitida para entidades que divulgam as suas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 3. Gerenciamento de riscos: A Administração é responsável pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerenciamento de risco da Companhia. As políticas de gerenciamento de risco são estabelecidas para identificar, analisar e definir limites e controles apropriados, e para monitorar riscos e aderência aos limites. (i) Risco operacional: O risco operacional está relacionado com a paralisação de parte ou de todo o fornecimento esperado relacionado ao parque eólico. (ii) Risco de crédito: O risco de crédito de saldos com bancos e instituições financeiras é administrado pela tesouraria da Companhia de acordo com a política por este

andamento das operações.

Investigação

Foram identificados, em paralelo às movimentações financeiras e de notas fiscais, aquisições de bens de alto valor, incluindo imóveis e carros de luxo, por parte dos principais operadores da organização. Em escutas telefônicas acessadas pelo Gaesf, os suspeitos falavam abertamente sobre o esquema, sem tentar esconder ou disfarçar o modo como atuavam e quem era quem dentro da estrutura do grupo criminoso. No esquema, as empresas emitiam nota fiscal sinalizando transações milionárias e produção equivalente. Em estabelecida. Os recursos excedentes são investidos apenas em instituições financeiras autorizadas e aprovadas pela controladoria, avalizadas pela Diretoria Executiva, respeitando limites de crédito definidos, os quais são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e, assim, mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. (iii) Risco de liquidez: Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. A Companhia possui ativos financeiros representados por caixa que resultam diretamente das integralizações dos acionistas. A Companhia não efetua aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. A Companhia não possui em 31 de dezembro de 2018 e 2017 exposições financeiras atreladas à moeda estrangeira. (iv) Risco de mercado: Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio, taxas de juros e preços de ações, têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco

diversos endereços dessas companhias, a equipe de investigação encontrou depósitos abandonados ou galpões. Em algumas ocasiões, havia de fato alguma produção observada, mas longe do patamar registrado. Além disso, a maioria das empresas não contava sequer com funcionários registrados, enquanto outras listavam poucos. Segundo João Batista Barros, superintendente regional da Receita Federal da 3ª Região, a investigação, agora, vai se prontificar para averiguar a existência de outros grupos agindo com um modus operandi semelhante ao da organização chefiada pela família Bandeira. de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. A Administração da Companhia não efetua investimentos em ativos financeiros que possam gerar oscilações relevantes nos seus preços de mercado. 4. Caixas e equivalentes de caixa 2018 2017 1 1 1.076 55.262 1.077 55.263 Aplicações financeiras correspondem a operações realizadas junto às instituições financeiras que operam no mercado financeiro nacional e possuem baixo risco de crédito, são remuneradas pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e estão disponíveis para utilização nas operações da Companhia, ou seja, são ativos financeiros com liquidez imediata. Estas operações têm vencimentos inferiores a 3 meses da data de contratação e com compromisso de recompra pelo emissor. 5. Adiantamentos diversos 2018 2017 Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A (a) 1.840.967 Total 1.840.967 (a) Refere-se à prestação de serviços de consultoria. Bancos conta movimento Aplicação financeira

6. Imobilizado: Composição do imobilizado 2018 60.313 1.150.549 16.038 315.702 1.542.602

Imobilizado em andamento Torres Anenométricas Torres Solarimétricas Edificações, obras civis e benfeitorias Total Movimentação do imobilizado

2017 49.550 339.449 388.999

2017 Adições Transferência Depreciação 2018 49.550 263 10.500 60.313 1.173.152 (22.603) 1.150.549 16.100 (62) 16.038 339.449 (10.500) (13.247) 315.702 388.999 1.189.515 (35.912) 1.542.602 (a) Refere-se à prestação de serviço de consultoria para certificação da energia em função da fase pré-operacional da Companhia. (b) Refere-se à compra de torres anemométricas e solarimétricas para estudos e medições da energia eólica e solar. Imobilizado em andamento (a) Torres Anenométricas (b) Torres Solarimétricas (b) Edificações, obras civis e benfeitorias

7. Patrimônio líquido: Em 31 de dezembro de 2018, o capital social subscrito é de R$ 5.250.000 (R$ 1.250.000 em 2017) e está representado por 5.250.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. O capital social integralizado é de R$ 4.077.000 (R$ 980.000 em 2017) e está representado por 4.077.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. a) Aumento de capital: De acordo com Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 26 de dezembro de 2018, foi subscrito capital no montante de R$ 4.000.000 e integralizado capital nesta data no montante de R$ 2.341.000 com moeda funcional da Companhia com entrada em caixa e equivalente de caixa. No exercício de 2018, foram realizadas integralizações de capital conforme boletins de integralizações no montante de R$ 756.000. 8. Prejuízos fiscais: Em 31 de dezembro de 2018 e 2017, a Companhia possuía saldos de prejuízos fiscais a compensar: 2018 2017 Prejuízos fiscais (125.179) (221.003) 9. Despesas gerais e administrativas 2018 2017 Taxas e emolumentos (2.195) (3.273) Arrendamento e aluguéis (62.263) (110.147) Serviços de terceiros (2.265) (1.466) Serviços de manutenção e atualização de informática (205) Despesas com licenciamento ambiental (1.500) Depreciação (35.912) (2.208) Despesas com cartório (13.831) (5.394) Despesas gerais - (68.418) Compartilhamento de despesas - (25.557) Outras despesas (3.922) (108) (120.593) (218.071) 10. Resultado financeiro 2018 2017 Receitas financeiras Rendimentos de aplicações financeira 54 46 54 46 Despesas financeiras Tarifas bancárias (1.010) (1.557) Multas (2.333) (1.375) Juros pagos (1.294) (43) IOF (3) (3) (4.640) (2.978) (4.586) (2.932) 11. Transações partes relacionadas: Os principais saldos

de ativos e passivos em 31 de dezembro de 2018 e 2017, bem como as transações que influenciaram os resultados dos exercícios, decorrem de transações da Companhia, as quais estão descritas abaixo: Em 31 de dezembro 2017 Passivo Fornecedores (a) Resultado Compartilhamento de despesas (a) 25.557 Em 31 de dezembro 2018 Ativo Adiantamento diversos 1.840.967 Passivo Fornecedores (a) 4.899 Resultado Compartilhamento de despesas (a) (a) A Companhia possui operações com partes relacionadas decorrente do contrato de compartilhamento de despesas firmado com a Casa dos Ventos Energias Renováveis S.A. 12. Instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros contratados com terceiros discriminam-se como segue: Valor justo dos instrumentos financeiros não derivativos 2018 2017 Valor Valor de Valor Valor de contábil mercado contábil mercado Caixas e equiv. de caixa 1.077 1.077 55.263 55.263 Adiantamentos diversos 1.840.967 1.840.967 47 47 Partes relacionadas (4.899) (4.899) Total 1.837.145 1.837.145 55.310 55.310 13. Seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. A Diretoria. Contador responsável: Eugênio Pacelli Mendonça Dupin CRC- SP 201976/O-1 T-CE

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores e Acionistas da Ventos de São Vitor Energias Renováveis S.A. (Companhia em fase pré-operacional). Maracanaú - CE. Opinião: Examinamos as demonstrações contábeis da Ventos de São Vitor Energias Renováveis S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ventos de São Vitor Energias Renováveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Base para opinião: Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Responsabilidades da Administração e da governança pelas Demonstrações contábeis: A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis: Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas Demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: • Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas Demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou

representações falsas intencionais. • Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. • Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. • Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis intermediárias ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a companhia a não mais se manter em continuidade operacional. • Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fortaleza, 28 de fevereiro de 2019 ERNST & YOUNG - Auditores Independentes S.S. - CRC-2SP015199/O-6 Ana Sampaio Forte Leal - Contadora CRC CE019456/O-7


O ESTADO  Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019

GERAL

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AmbientaL. Fortaleza estará representada no XVI Fórum de Secretários de Meio Ambiente das Capitais Brasileiras - CB27, promovido pela Fundação Konrad Adenauer e o ICLEI América do Sul. A iniciativa, em Florianópolis, entre os dias 15 e 17 de abril, é um intercâmbio de experiências de desenvolvimento urbano e ambiental, visando à sustentabilidade e à preservação.

BASTIDORES CLÁUDIO HUMBERTO PODER, POLÍTICA& com ANDRÉ BRITO e TIAGO VASCONCELOS

Ideologia e esperteza forjaram anistias em triplo Indenizações bilionárias ilícitas foram concedidas Desembargador Fábio Prieto (TRF-2), sobre a indústria de indenizações a anistiados

F

alta de efeito vinculante da decisão do Supremo Tribunal Federal sobre anistia deu margem, no mercado milionário de indenizações a anistiados, à picaretagem que garantiu até três reparações à mesma pessoa. O desembargador Fábio Prieto, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) explica que a Constituição deixa claro, o STF também, que anistia compensa perdas relativas ao fim de relações de trabalho, mas os oportunistas usam alegações ideológicas para garantir a imprescritibilidade das ações e indenizações por outras razões.

Malandragem

Militantes oportunistas passaram a usar documentos da repressão, que antes diziam ser falsos, para conseguir indenizações por danos morais.

Farra é grande

Prieto explica que inventaram três indenizações pelo mesmo fato. “Uma por trabalho, uma por tortura e uma terceira por danos morais”, diz.

Dois pesos...

A Comissão de Anistia negou reparação à vítima, mas não ao terrorista da esquerda que fez explodir a bomba que lhe arrancou a perna.

...duas medidas

A vítima de bomba, que perdeu a perna, foi aposentado por invalidez, mas o autor do atentado foi premiado com R$ 400 mil e pensão vitalícia.

Enciumado com a iniciativa do governador Ibaneis Rocha (MDB), que objetiva retirar do abandono 33 municípios do entorno de Brasília, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), prega a revogação da medida provisória 862. O entorno está no limbo, entre DF, Goiás e Minas: abandonadas, as cidades não têm hospitais, escolas não têm professores, a segurança é uma piada e quase não há infraestrutura.

Gratidão mete medo

A suspeita de parlamentares é que Caiado teme os ganhos políticos de Ibaneis na região do entorno, onde só 15% dos eleitores votam no DF.

Sobrou para o DF

O interesse de Ibaneis de mudar a sorte do entorno é pragmática: o Distrito Federal banca os serviços que atendem a desassistida população da região.

‘Salvemos o entorno’

Na Câmara, onde esteve ontem (16) em defesa da MP 862, Ibaneis fez um apelo: “Salvemos o entorno e salvemos Brasília”.

Tudo como antes

Para deputado, feriadão de Semana Santa começou na terça. Já nesta quarta (17) a maioria veste bermudas e permanece na maciota até terça-feira da semana que vem, dia 23. Tudo regiamente remunerado.

Manda quem pode

O ministro Alexandre de Moraes (STF) mostrou quem manda: indeferiu na íntegra o que chamou de “pedido” de Raquel Dodge para arquivar o inquérito que investiga fake news e etc. Na verdade, a procuradora geral enviou a ele um ofício comunicando o arquivamento. Só que não.

Fritura em fogo alto

Diz que não fui

O perfil do ex-ministro Ricardo Vélez Rodriguez, no Linkedin, é dos mais atualizados, informando várias experiências profissionais. Mas, a mais relevante, de ministro da Educação, nem sequer está registrada.

Prioridades definidas

Começou com força, no Governo, a fritura dos ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Marcelo Álvaro Antônio (Turismo). Insatisfeitos e impacientes, próceres do PSL acenderam a primeira boca do fogão.

Cursos de Ciências Humanas perderam mais de mil vagas no Japão após a orientação do governo para focar áreas de “maior importância social”. Áreas como Engenharia e Tecnologia ganham um maior número de alunos.

Deixa estar

São uns artistas

O Rio não deveria reconstruir a escultura de Noel Rosa. Ficando como está, danificada, serviria para os brasileiros se envergonharem do que são capazes de fazer contra o patrimônio público e a nossa memória.

Decoro avariado

O senador Telmário Mota (Pros-RR) deveria ser chamado às falas no Conselho de Ética: visitou e fez mesuras ao tirano vagabundo Nicolás Maduro, que o Brasil e mais de 60 países consideram usurpador.

Metrô de Brasília ameaça greve dia 2, quinta-feira. Mas, a folga começa no feriado do dia primeiro. Como sexta-feira, é “imprensada” e depois tem sábado e domingo, a greve de 24 horas vai virar um esticadão de cinco dias.

Pensando bem...

...só quem acredita no coelhinho da Páscoa achou que a reforma da previdência seria votada na CCJ ontem, com os deputados loucos para antecipar o feriadão.

O PODER SEM PUDOR Me erre Depois de alguns dias sem aparecer, o piauiense Heráclito Fortes (PFL) foi saudado por sua desafeta preferencial, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC). “Ora, viva! Então o senhor reapareceu, bonito, cheio de amor para dar!” O senador olhou-a de cima para baixo e tripudiou, para gozo dos pefelistas: “Mas não para a senhora!...”

CUIDADO TOTAL Dia Mundial da Hemofilia: avanços e desafios no combate à doença As atividades educativas e culturais serão abertas ao público, no Hemoce e nos hemocentros regionais, das 9 às 11 horas, com ciclo de palestras sobre assuntos específicos A hemofilia é uma doença genética e hereditária que impede a coagulação do sangue. Para informar sobre diagnóstico, avanços e desafios do tratamento da doença, o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), da rede pública do Governo do Ceará, realizará uma programação especial hoje, Dia Mundial da Hemofilia. As atividades educativas e culturais serão abertas ao público, no Hemoce e nos hemocentros regionais, das 9 às 11 horas. No Hemoce Fortaleza, a programação contará com uma manhã educativa para pacientes e familiares das pessoas com hemofilia. Haverá um ciclo de palestras com assuntos voltados para o tema e a participação voluntária da banda Som de Cera. Nos hemocentros regionais de Quixadá, Crato e Sobral, as atividades educativas abordarão também os cuidados odontológicos na hemofilia. O Hemoce é o único centro de referência do Ceará para o atendimento das pessoas com hemofilia, em todas as faixas etárias. O hemocentro de Fortaleza coordena todo esse trabalho e também supervisiona o tratamento nas unidades regionais (Sobral, Crato, Iguatu e Quixadá). São cerca de 540 pacientes com hemofilia em todo o Estado.

Exemplo

Francisco Marcelino, 36, é um deles. Quem o vê pra-

FOTO BIGSTOCK

Hemofilia é um distúrbio hemorrágico grave na grande maioria dos casos, hereditária, no qual o sangue não coagula como deveria, resultando em sangramentos de difícil controle

ticando esportes, não sabe o quanto ele sofreu na infância por não poder realizar atividades comuns a toda criança. Marcelino foi diagnosticado com hemofilia tipo A grave (deficiência do fator VIII de coagulação do sangue) em 1982, aos seis meses de idade. Quando pequeno, não podia brincar de correr, andar de bicicleta e jogar futebol. Até mesmo ir ao colégio exigia inúmeros cuidados. “A hemofilia é uma doença que provoca sangramentos por mais tempo. De um simples corte pode acontecer uma hemorragia interna no portador de hemofilia e causar sérias complicações se não for tratada”, relata Marcelino.

Avanço

Na década de 80, o tratamento para as pessoas com hemofilia era feito através de transfusão de sangue. “Era necessário transfundir com

o crio precipitado (componente do sangue retirado do plasma). Era uma penitência, tinha que vir cinco dias seguidos para cessar o sangramento, só o usava por demanda, caso sentisse alguma coisa”, lembra Marcelino. Desde 2008, foi implantado em todo país pelo Ministério da Saúde um novo tratamento, a profilaxia. De acordo com Stella Maia, enfermeira do ambulatório de coagulopatias do Hemoce, a profilaxia é uma medida preventiva realizada para evitar casos de sangramentos. O paciente recebe a infusão do fator de coagulação deficiente de duas a três vezes por semana. “A autoinfusão pode ser realizada em casa e os pacientes não precisam se deslocar semanalmente para tomar em alguma unidade de saúde. Ele faz a solicitação da quantidade necessária para os 30 dias e retorna para a avaliação ape-

nas uma vez no mês”, explica a enfermeira. O avanço no tratamento facilitou a vida de Marcelino. “A chegada dos fatores de coagulação no Brasil, mudou a qualidade de vida dos pacientes. Agora, uma vez por mês, eu venho pegar o fator no Hemoce e eu mesmo aplico em casa, fazendo assim uma prevenção, e isso me permite levar uma vida mais tranquila”, afirma.

Conquistas

Hoje é formado em Humanidades pela Unilab, cursa Ciências Sociais na Universidade Federal do Ceará (UFC) e é presidente da Associação dos Hemofílicos do Estado do Ceará (Ahece). “Eu tenho essa vontade de ajudar outras pessoas, porque eu fui o primeiro da família com a doença e tive que enfrentar muitas dificuldades pelo desconhecimento”, declara.

Depois do diagnóstico de Marcelino, cinco primos e um sobrinho descobriram a doença. Uma das conquistas da Ahece, com o apoio do Hemoce, foi a pessoa com hemofilia ter o direito ao passe livre intermunicipal, já que alguns pacientes do Ceará realizam o tratamento fora de sua cidade. Desde o diagnóstico da doença até hoje, o tratamento de Marcelino é realizado no Hemoce. Já são 35 anos de uma história de companheirismo, amor e cuidado.

Atendimento

O Hemoce atende os portadores de hemofilia há 34 anos e a partir de 2008, em parceria com o Ministério da Saúde, o fator de coagulação para suprir a ausência dos fatores deficientes dos hemofílicos, passou a ser distribuído para os pacientes levarem para casa. Atualmente as consultas são feitas com hematologistas regularmente no Hemoce e os pacientes levam a medicação para fazer a autoinfusão em casa, de acordo com a recomendação médica. Em Fortaleza, o atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 7 às 18 horas. Já a farmácia, que oferece o fator de coagulação, fica aberta 24 horas. Nas unidades, os hemofílicos são assistidos por uma equipe multidisciplinar composta por médicos, farmacêuticos, bioquímicos, enfermeiros, fisioterapeutas, odontólogos, assistentes sociais e psicólogos.

Agefis realiza Operação Páscoa A Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) está realizando a Operação Páscoa, intensificando a fiscalização a peixarias, supermercados e lojas de shoppings. O objetivo é garantir a proteção ao direito do consumidor e verificar o bom estado de higiene e conservação dos pescados, pães, chocolates e outros produtos tradicionais deste período do ano, prevenindo risco à saúde da população. Além da qualidade dos produtos, são analisados os aspectos higiênico-sanitários de móveis, utensílios, equipamentos e instalações, dentro outros aspectos. Os fiscais de atividades urbanas e vigilância sanitária estão percorrendo toda a cidade para garantir que os estabelecimentos cumpram a legislação. De acordo com a Lei Federal nº 8.078/90, as multas contra as normas consumeristas podem variar de R$ 684 a R$ 10,2 milhões, tendo prazo de 10 dias para defesa. Já nas infrações contra as normas sanitárias, a multa pode variar de R$ 34,20 a R$ 17.102,00 com prazo de defesa de 15 dias. As irregularidades mais frequentes são a dificuldade de visualização do preço; o prazo de validade expirado; a propaganda enganosa; a ausência de código de defesa do consumidor no estabelecimento; a não conformidade no acondicionamento de pescados; a falta de higiene/conservação de equipamentos; e a ausência de licenças, laudos, registros ou procedimentos operacionais padronizados.


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Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019  O

CEARÁ

ESTADO

Iguatu. Após uma reunião com o superintendente do DAE, Sílvio Gentil, o prefeito de Iguatu, Ednaldo Lavor, anunciou a retomada das obras da praça Mais Infância, no distrito de Alencar e o início das obras de construção de duas salas de cinemas na sede urbana do município.

Reforma de escola beneficiará classe estudantil em Crato Títulos de propriedade entregues no Crato

O deputado Fernando Santana (PT), primeiro vice-presidente da Assembleia revelou que esteve no dia anterior ao lado do prefeito Zé Ailton Brasil, no Crato com autoridades do Governo do Estado e lideranças regionais para a entrega a cidade do Crato, onde ao lado do prefeito Ze Ailton Brasil fez a entrega de centenas de títulos de propriedade. Uma solenidade muito importante e ansiosamente aguardada pela população. Todos enalteceram bastante ao trabalho do prefeito e o apoio do Governo para que todos não sejam só o dono do imóvel, mas que tenham o papel oficial da propriedade em seu nome. O deputado Fernando Santana, que presidiu a sessão ordinária da Assembleia na sexta, 12, foi muito gentil ao lembrar o aniversário na data, dentre outros, do deputado Elmano Freitas e deste jornalista. Ainda naquele dia voltou ao Cariri, sua principal base eleitoral para compromissos políticos e de trabalho em favor da região.

Agendamento

No contato com nossa reportagem, o deputado Fernando Santana lembrou que o prefeito cearense está anunciando para a partir do dia 25 vindouro, o agendamento do Minha Casa Minha Vida São Bento I & II. Os interessados devem procurar a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento l Social do Crato, que fica na Avenida Perimetral Dom Francisco, S/N, no bairro São Miguel, das 8 às 12 horas e das 13 às 16h30min. Estamos atentos.

Campanha

A CNBB, Concelebração Nacional dos Bispos do Brasil, em Brasília, São Paulo e nos demais estados do País, através de suas dioceses está discutindo a Campanha da Fraternidade 2019. Este ano o tema é “Fraternidade e Políticas Públicas e o Lema: Serás Libertado pelo Direito e Pela Justiça”. Semana passada o repórter ouviu a pregação sobre o tema do arcebispo de Aparecida, dom Orlando Brandes, que ressaltou importantes aspectos da campanha, resumindo que o objetivo principal é a discussão com o povo sobre os seus direitos para exigir o cumprimento dos mesmos por parte das autoridades. É importante sim, que todos façam a sua parte.

Redução de crimes Notícia apresentada, semana passada, aos órgãos de comunicação pelo secretário André Costa, titular da SSPDS, dão conta de que o nosso Estado e capital Fortaleza apresentaram a maior redução em

crimes violentos letais e intencionais (CVLIs) em 10 anos. Revelou André Costa que tudo tem sido possível graças ao trabalho conjuntural das tropas e o comando firme do Governo Estadual.

Turismo

O deputado Sérgio Aguiar (PDT) está comemorando o crescimento do turismo de eventos em todo o Estado. Segundo o jovem parlamentar, muito ligado e querido pelo setor, “há cinco anos o turismo era responsável por 5% de toda a riqueza produzida no Ceará, agora há perspectiva de chegar a 25% daqui a 15 anos, conforme o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). Conforme revelou um dos Melhores de 2018 (segundo a PPE), em 2018, foi realizada pesquisa sobre o impacto do turismo de eventos na economia do Estado, pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio (Cetur), pela Universidade de Fortaleza (Unifor) e pelo Visite Ceará (Fortaleza Convention&Visitors Bureau).

Convencimento

Conforme Sérgio Aguiar “ a partir das estatísticas da pesquisa verifica-se que, atualmente, há em média uma injeção anual de recursos externos na economia cearense na ordem de R$ 549,6 milhões, relacionada à operacionalização. Esse valor representa o total de gastos realizados na economia cearense de turistas participantes dos eventos realizados em 2018”.

Escola de Ensino Infantil e Fundamental Gonzaga Mota está sendo aperfeiçoada para melhor atender alunos, professores e demais funcionários A Prefeitura Municipal do Crato, através da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), vem promovendo melhorias em relação as edificações na cidade. Mais uma escola municipal está sendo reformada. A escola de Ensino Infantil e Fundamental Gonzaga Mota, localizada no bairro Alto da Penha, está sendo aperfeiçoada para melhor atender seu alunado, bem como docentes, funcionários e comunidade. De acordo com o Gerente da Célula de Elaboração e Apoio a Projetos Estruturantes da Seinfra, Valdo Borges Filho, os serviços que estão sendo realizados irão beneficiar a comunidade daquele bairro como um todo. “A reforma foi iniciada em fevereiro desse ano e estamos executando serviços, como, retelhamento geral; revitalização da cozinha e banheiros; revisão das instalações elé-

tricas; recuperação do pátio e construção de banheiro PNE (Portadores de Necessidades Especiais)”, explica. O Governo do Crato entende a educação como importante política pública e o meio para o desenvolvimento de uma cidade, considerando fundamentais os investimentos que estão sendo realizados.

Dados

Em 2015, os alunos dos anos inicias da rede pública da cidade tiveram nota média de 5.1 no IDEB. Para os alunos dos anos finais, essa nota foi de 4.2. Na comparação com cidades do mesmo estado, a nota dos alunos dos anos iniciais colocava esta cidade na posição 153 de 184. Considerando a nota dos alunos dos anos finais, a posição passava a 139 de 184. A taxa de escolarização (para pessoas de 6 a 14 anos) foi de 97.8 em 2010.

Prefeitura Municipal de Cascavel - Aviso de Convocação do Segundo Colocado. Modalidade: Pregão Eletrônico nº 10.31.01/2018. Tipo: Menor Preço Total Por Item. Objeto: Aquisição de produtos alimentícios, para serem utilizados na merenda escolar, das escolas da Rede de Ensino da Prefeitura Municipal de Cascavel/ CE, através da Secretaria de Educação, Cultura, Desporto e Juventude. A Secretaria de Educação, Cultura, Desporto e Juventude do Município de Cascavel/CE, através da Comissão Permanente de Licitação, torna público que em face da rescisão ocorrida do contrato nº 20190053 e em conformidade com o artigo. 24, XI, da Lei 8.666/93, CONVOCA os licitantes remanescentes, na ordem de classificação: SOL NASCENTE COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA – ME inscrita no CNPJ sob o nº 15.839.938/0001-77 classificada em segundo lugar do Item 13 e a empresa OMEGA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS EIRELI – LTDA inscrita no CNPJ sob o nº 41.600.131/0001-97 classificada em segundo lugar do Item 19 do referido certame, para no prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis, a contar da publicação da presente convocação, para assinatura de contrato. A contratação se dará nas mesmas condições propostas pelo primeiro classificado, inclusive quanto aos preços de conformidade com o ato convocatório, conforme art. 64, § 2º, da Lei de Contratos e Licitações. Desde já, solicitamos a mesma documentação de habilitação constante no Edital do referido processo, bem como a proposta de preço. Caso não aceite, será convocado o terceiro classificado, até que seja efetivada a contratação, ou seja, decidida pela revogação da licitação. Cascavel – CE, 15 de abril de 2019. Josimar Gomes Sousa – Presidente da CPL.

CARTÓRIO V. MORAES REGISTRO CIVIL DA 3a ZONA - FORTALEZA - CEARÁ Rua Castro e Silva, 97-101 - Centro Fones: 3231-4170 / 3231-4198 EDITAL DE PROCLAMAS Faço saber que pretendem casar-se os contraentes: 15.517 - Luis Carlos Brito da Silva e Renata dos Santos Ramos. Se alguém souber de algum impedimento, acuse-o para os devidos fins. Lavrado para ser afixado em Cartório e publicado no Jornal O Estado. Fortaleza-CE, 16 de abril de 2019 Tayane Maria Agostinho da Silva Escrevente

A ASSOCIAÇÃO DOS CHEFES DE COZINHA DO CEARÁ – ACC/CE - EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA - AGO. O Presidente da ACC/CE Sr. Luciano Ferreira de Souza, com base no Estatuto Social, convoca todos os associados adimplentes, que deverão ser representados por seus titulares, ou por procuradores legalmente habilitados, para Assembleia Geral Ordinária que será realizada no dia 07/05/19, às 18h, com quórum de acordo com o Estatuto Social, na Rua Frei Mansueto  – sala 204 – Meireles - Fortaleza – Ceará, para deliberarem sobre as seguintes ORDENS DO DIA: a) Eleição dos Conselheiros para o triênio 2019/2022; b) Outros assuntos relativos a eleição. OBS: O registro de chapas será aceito até o dia 30/04/2019; A ausência de qualquer associado importará na concordância com as deliberações que vierem a ser tomadas pela AGO. Fortaleza, 18 de abril de 2019. LUCIANO FERREIRA DE SOUZA - Presidente da ACC/CE.

JAIME ARARIPE SERVIÇO REGISTRAL Av. Mister Hull, no 4965, Fone: 3235.3301 e-mail: jaimeararipe@gmail.com EDITAL DE CASAMENTOS Faço saber que pretendem casar-se neste Cartório os nubentes: Edital n° 69572 - EVERARDO MATIAS OLIVEIRA E LARISSA AUGUSTA BARBOSA; Edital n° 69573 - ALCEMI SOARES DE SOUZA SANTOS E TEREZINHA DE JESUS SOUSA; Edital n° 69574 - JOSÉ EUDSON SILVA CAVALCANTE E ISABEL CRISTINA COSTA DA SILVA. Se alguém souber de algum impedimento acuse-o para os devidos fins. Lavrado para ser afixado em Cartório e publicado no Jornal O Estado. Fortaleza-CE, 16 de abril de 2019 Bel. Jaime de Alencar Araripe Júnior Oficial Titular

SERVIÇO REGISTRAL DO DISTRITO MUCURIPE Av. Sen. Virgílio Távora, 318 - loja 01/02 - Esquina com Av. Antônio Justa - Meireles - Fortaleza - CE. Fone: (85) 3242.2232. Fax: (85) 3242.2235 - email: atendimento@cartoriomucuripe.com.br EDITAL DE PROCLAMAS FAÇO SABER a todos; que pretendem casar-se e apresentaram os documentos exigidos pelo Artigo 1.525, do Código Civil Brasileiro, os contraentes: 26877 - ELANO MENDONÇA DE CASTRO PONTE e ESTEFANY DANTAS SANTANA. 26878 - EDUARDO IURY MONTEIRO ESPANGA e MAYARA PASSOS DANTAS SENA. 26876 - ADRIANO ROMÃO ALVES e KILVIA KALINY BATISTA DA SILVA. 26858 - MARIO ALVES DE MORAES NETO e RAQUEL SOUSA DA ROCHA. Se alguém souber de algum impedimento que oponha-o na forma da lei. Fortaleza, 16 de abril de 2019 Maria Elenir Lima Sales Liberato Oficiala do Registro Civil Distrito Mucuripe

Isso posicionava o município na posição 64 de 184 dentre as cidades do estado e na posição 2411 de 5570 dentre as cidades do Brasil. A cidade conta com extensa rede educacional, tanto pública como privada, nos três níveis de ensino. Sua rede de ensino superior é formada pelas seguintes instituições: Universidade Regional do Cariri (Urca), Universidade Vale do Acaraú - Unidade Crato, Universidade Federal do Cariri com o Centro de Ciências Agrárias e da Biodiversidade da UFCA, Faculdade Católica do Cariri e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Campus Crato. Frequentam-se também as faculdades e universidades localizadas nas cidades vizinhas de Juazeiro do Norte e Barbalha, conur-

badas ao Crato. O Crato experimentou largo avanço educacional entre 1991 e 2010, subindo do IDHM-Educação de 0,267 para 0,673. Contribuíram para isso os fortes aumentos na escolarização média da população: hoje 56,82% dos cratenses de 18 anos ou mais têm o ensino fundamental completo (eram 29,27% em 1991), enquanto 48,25% dos jovens de 18 a 20 anos têm ensino médio completo (face a 11,40% em 1991). Dentre os adultos de 25 ou mais anos, 10,8% completaram o ensino superior, porém 19,3% ainda são analfabetos. Como um todo, os habitantes do Crato têm 10,47 anos esperados de estudo, acima da média cearense de 9,82 e uma marcante melhoria em relação aos 6,96 anos de estudo em 1991.

Prefeitura de Quixeramobim/CE – Aviso de Licitação – Pregão Eletrônico Nº 14.005/2019 - PERP. O Pregoeiro do Município torna público para conhecimento dos interessados que, no próximo dia 02/05/2019 às 09h (horário de Brasília), no endereço eletrônico www.bll.org.br –“Acesso Identificado no link – acesso público”, estará realizando licitação, Cujo objeto: registro de preço para futuras e eventuais prestações de serviços de manutenção e conservação de escolas, creches e demais prédios da secretaria de educação (manutenção predial), com o objetivo de prevenir desgastes, planejar a conservação e engajar a comunidade escolar na detecção de problemas e garantir uma boa gestão dos recursos físicos e materiais, de acordo com as tabelas unificadas da SEINFRA 24.1 – Tabela de planos de serviços e tabela de preço de insumos que se encontram disponíveis nos sites www.seinfra.ce.gov.br e www.der.ce.gov.br, de interesse da Secretaria de Educação do município, conforme especificação contida no anexo I deste edital, tudo conforme especificações contidas no Termo de Referência constante nos Anexos do Edital, o qual se encontra disponível no endereço eletrônico acima e no portal de licitações: www.tce.ce.gov.br. Max Ronny Pinheiro.

Prefeitura Municipal de Quixeramobim/CE. Extrato do Primeiro Termo Aditivo ao Contrato Pregão Presencial N° 05.001/2018-PP. Contratante: Administração e Finanças. Objeto: contratação de serviços de assessoria, acompanhamento, produção e formatação de avisos de editais de licitações dentre outros a serem publicados, nos jornais de grande circulação da capital e interior, Diário Oficial do Estado e Diário Oficial da União, para atender as necessidades do município. Contratado: Luana Arielia Ferreira. Este termo tem por objeto a prorrogação do contrato. O prazo contratual anteriormente pactuado será prorrogado pelo período referente a 12 (doze) meses, a partir de 11/03/2019 até 11/03/2020. Assinatura: 08/03/2019. Signatários: Francisco Edson Facó Bezerra - Secretário e Luana Arielia Ferreira - Contratada.

C A R T Ó R I O  B O T E L H O 5O OFÍCIO DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS COMARCA DE FORTALEZA - ESTADO DO CEARÁ AV. DESEMBARGADOR MOREIRA, 1000 B, BAIRRO ALDEOTA TELEFONES: 3264.1159 / 3224.5119 EDITAL DE CASAMENTOS Edital n° 24190 - Faço saber que pretendem casar-se os justificantes: JOÃO PAULO ANCHIETA REIS e MARIA DIANA ARAUJO DIAS BESSA; Edital n° 24191 - Faço saber que pretendem casar-se os justificantes: MARCELO GONÇALVES PINHEIRO e CARMEN SABRINA CAVALCANTI LUNA; Edital n° 24192 - Faço saber que pretendem casar-se os justificantes: JOAQUIM MESSIAS MATOS FILHO e CELISIA MARIA RAPOSO CASTELO BRANCO. Se alguém souber de algum impedimento, acuse-o para os devidos fins. Lavrado para ser afixado em Cartório e publicado no Jornal O Estado. Fortaleza-CE, 16 de abril de 2019 Clarice Helena Botelho Costa Silva

A EMPRESA LUIS RODOLFO MOREIRA COSTA, TORNA PÚBLICO QUE REQUEREU A SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E CONTROLE URBANO - SMU A REGULARIZAÇÃO DA LICENÇA ÚNICA PARA AS ATIVIDADES DE BAR, CAFÉ, LANCHERIA, LOCALIZADA NA PADRE JOSÉ HOLANDA DO VALE, No 1350, LOJA-A, CEP. 61.905-292-PIRATININGA-MARACANAÚ-CE. A PRESENTE PUBLICAÇÃO É PARTE INTEGRAL DO PROCEDIMENTO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL JUNTA Á SMU, E SEUS EFEITOS SÓ SERÃO VALIDADOS COM A DEVIDA EMISSÃO DA LICENÇA.

CORTEZ ENGENHARIA LTDA Torna público que recebeu da Superintendência Estadual do Meio Ambiente – SEMACE a Licença de Operação para Transporte de Produtos Perigosos a ser realizado dentro do Estado do Ceará, localizada no município de Fortaleza, na Rua José Vilar, no 2707, sala 101, Dionísio Torres, com validade de 3 anos. Foi determinado o cumprimento das exigências contidas nas Normas e Instruções de Licenciamento da SEMACE.

C A R T Ó R I O C A V A L C A N T I F I L H O Registro Civil das Pessoas Naturais COMARCA DE FORTALEZA - ESTADO DO CEARÁ Rua Sete de Setembro, 160 - Parangaba CEP: 60720-080 - Telefone: 85.3245-1908 EDITAL DE CASAMENTOS Faço saber que pretendem casar-se os contraentes: 38144 - Luis Wellington Oliveira de Souza e Francisca Elenilda de Freitas Martins 13/04/2019. 38145 - Raimundo Saulo Alexandre Rodrigues e Keyliane Ferreira Cruz 13/04/2019. 38146 - Lucas de Sousa Bastos e Raquel Martins de Oliveira 15/04/2019. 38147 - Hugo Klaus Almeida e Carolina Eugenia Cunha Bezerra e Silva 16/04/2019. 38148 - Airton Rodrigues Pais e Maria Janiele do Carmo Andrade 15/04/2019. 38149 - Francisco Fagner Cordeiro de Macedo e Cynthia Costa Matias 15/04/2019. 38150 - Bruno Gomes Gonçalves e Carolina Petala de Lima Paulino 15/04/2019. 38151 - Francisco Marcos de Sousa Freitas e Gleiciane Mendes da Silva 16/04/2019. 38152 Alesson Romário Ventura do Nascimento e Maria Benilda Alves Gomes 16/04/2019. 38153 - John Lennon Santos Araujo e Livia Vieira dos Santos 16/04/2019. 38154 - Rerison Douglas da Costa Silva e Thaylane Maria Rodrigues Gomes 16/04/2019. 38155 - Anderson Carneiro de Sousa Rolim e Naayara Silva Mourão 16/04/2019. 38156 - Antonio Elinardo dos Santos Oliveira e Leangela Queiroz Gonzaga 16/04/2019. Se alguém souber de algum impedimento, acuse-o para os devidos fins. Lavrado para ser afixado em Cartório e publicado no Jornal O Estado. Fortaleza-CE, 16 de abril de 2019 Jorge Ribeiro Cavalcanti Oficial Titular


O ESTADO  Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019

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Reforço. Recém-contratado, o lateraldireito Valclicio chegou no Atlético-CE, vindo do Barbalha, para a disputa da Série D do Brasileirão demonstrando confiança: “será muito importante para mim, estou chegando bem e muito agradecido pela oportunidade”.

Vozão confiante em reversão; Ceni assediado no Tricolor Em Porangabuçu, palavra de ordem é acreditar e clube trabalha mirando reverter desvantagem; interesse do Galo em técnico já é sabido Faltando poucos dias para o segundo jogo da final do Campeonato Cearense, o Ceará se reapresentou e voltou aos trabalhos na tarde de ontem, em Porangabuçu, onde deu reinício às atividades, focando no Clássico-Rei do próximo fim de semana. Os últimos 90 minutos da decisão acontecerão neste domingo, às 16 horas, na Arena Castelão. Até o dia do embate frente ao Fortaleza, o grupo terá cinco dias de preparação. Por conta do revés no primeiro confronto, o Vozão precisa vencer o rival com um placar com dois gols de diferença, se quiser ficar com o título estadual. Objetivo difícil, mas não impossível. Assim pensa o zagueiro Luiz Otávio, que aproveitou a coletiva de imprensa para convocar o torcedor para a partida de volta. “Não tem nada perdido. Quando temos uma torcida imensa nos apoiando no estádio, já começamos o jogo vencendo”, ponderou. Baseado nas estatísticas da partida, onde o Ceará teve maior controle de jogo e melhores finalizações, o defensor deixou claro sobre a possibilidade de descontar o placar no próximo domingo. “É uma final de dois tempos.

FOTO VANESSA SANTILLI

Internamente treinador garante estar feliz no Pici e não pensa em mudar de ares, mas Atlético-MG deve fazer oferta pós-decisão Perdemos o primeiro por 2 a 0, mas temos possibilidade de reagir. Temos totais chances de reverter no Castelão”, assegurou.

Lado de lá

Do lado oposto está o Fortaleza, que vive uma semana de expectativas. O clube pode voltar a conquistar o certame após dois anos e evi-

Com orçamento quatro vezes menor, Ajax elimina Juventus Quando o Ajax perdeu a final da Liga Europa de 2016/2017, o veredito parecia unânime: o time era muito jovem. Mas os meninos cresceram e, ontem, venceram a Juventus de Cristiano Ronaldo por 2 a 1, em Turim, garantindo um lugar na semifinal da Champions League. No jogo de ida, em Amsterdã, as equipes haviam empatado em 1 a 1. Jogadores do Ajax comemoram o segundo gol da equipe, que deu a vaga na semifinal da Champions. Oito atletas que estiveram na derrota para o United há dois anos estavam em campo nesta

terça, na Itália: Onana, Veltman, De Light, Schöne, Ziyech, Van de Beek, Frenkie De Jong e David Neres. E foi com atuação decisiva de dois deles que o Ajax conseguiu a classificação. Após Cristiano Ronaldo abrir o placar, De Beek e De Light viraram a partida para colocar os holandeses na próxima fase. Com um faturamento de 92 milhões de euros na última temporada (cerca de R$ 405 milhões), o Ajax não está nem entre os 30 clubes de maior arrecadação na Europa segundo o Football Money League, levantamento anual da Deloitte.

tar mais um tricampeonato rival. O Tricolor se prepara para o duelo de domingo, mas precisa conviver com uma polêmica surgida nos últimos dias: o interesse do Atlético-MG no técnico Rogério Ceni. A direção do Galo está atrás de um novo comandante desde a demissão de Levir Culpi, após a vexatória cam-

panha na Libertadores. Com isso, foi decretado pela direção mineira que o perfil do treinador precisa ser de um jovem, com novos métodos e antenado com o futuro. O interesse em Jorge Sampaoli, do Santos, foi logo frustrado. A bola da vez passou a ser Tiago Nunes, do Athletico-PR. Entretanto, a forte rejeição por parte do clube paranaense, inclusive com declarações forte de Mario Celso Petraglia, dirigente atleticano. O foco do clube mineiro agora é Ceni. O Atlético-MG ainda não fez um contato agressivo porque aguarda o segundo jogo da final do Campeonato Cearense. Essa, porém, não é a primeira vez que o clube mineiro tenta contratar Rogério Ceni. Depois do seu primeiro trabalho com o São Paulo, o treinador acertou com o Fortaleza e liderava a Série B do Campeonato Brasileiro com folga. O time de Belo Horizonte sondou a situação do treinador, que preferiu seguir no Fortaleza. Internamente, o treinador do Leão sempre garante estar feliz em Fortaleza e demonstra interesse em continuar no clube. Mesmo assim, após a decisão estadual, é provável que o Galo envie uma oferta a Rogério.

SERVIÇO REGISTRAL DA 4a ZONA - FORTALEZA-CE (CARTÓRIO NORÕES MILFONT) Rua Castro e Silva, no 38 - Centro Fone: 3226.4172 - Fax: 3253.2448 EDITAL DE PROCLAMAS Faço saber que pretendem casar-se neste Cartório os nubentes: 63705 - Francisco Geovani Gomes de Carvalho e Maria Manuela Pinto de Barros 63706 - Rineile Paiva Machado e Liliane Gualberto de Paiva 63707 - Felippe Emerson Germano Costa e Maria Natizia Nunes de Lima 63708 - Luiz Henrique da Costa Alves e Diana Paula Barbosa de Sousa 63709 - Francisco Marcelo Bezerra de Almeida e Francisca Erica de Menezes Farias 63710 - Afonso Almeida dos Santos Filho e Darlene Gomes de Lima 63711 - Rogerio Oliveira do Nascimento e Danielly Ribeiro Alencar 63712 - Antonio Roginaldo Viana da Silva e Maria Lucilene de Sousa 63713 - M Bagale Diallo e Iranir Andrade da Silva 63714 - Paulo Sergio Oliveira Santos e Paula Nayra Soares de Oliveira 63715 - Milson Benicio da Silva e Diana Machado Pereira 63716 - Antonio Ferreira Dutra e Renata Galdina de Sousa Dutra Fortaleza, 16 de abril de 2019 ANTÔNIO TOMÁS DE NORÕES MILFONT OFICIAL DO REGISTRO CIVIL

Chegando. O Ferroviário lançou um desafio ao seu torcedor, que consiste na adesão de pelo menos 240 novos sócios em 24 horas para que um velho conhecido possa voltar ao Elzir Cabral: o atacante Léo Jaime que, aos 33 anos, disputou o Gauchão pelo Caxias.

SÍLVIO CARLOS

ESPORTE AMADOR Rossana Brasil Um espetáculo o artigo que Rossana Brasil Kopf escreveu aqui em O Estado na edição de segunda-feira que passou. Ela começa assim: é difícil não ser escravo da comparação porque a sociedade em que vivemos a fomenta desde que nascemos até que partimos. Valeu.

UM ARTILHEIRO Sílvio, cite um grande artilheiro do nosso futebol de salão em todos os tempos. Pois não: Zé Ismar. Aqui ele está quando do lançamento do nosso livro no Country Club, por sinal ainda temos alguns exemplares.

Imortal

Bonita mensagem que a Filperama Filmes prestou ao Thales no dia dos imortais. O dia em que os imortais nascem.

Hap Vida

“Quem me disse não mente: está bonito o escudo do Hap Vida no uniforme do time de basqute cearense. Muito bonito por sinal.

UM TIMÃO O ano é 1963. O time é o Náutico e o esporte é o basquete. O dirigente ao lado dos craques foi o maior diretor de basquete que o Náutico já teve: Luís Coelho. Vamos ver se eu acerto com os nomes dos craques: de pé, da esquerda para a direita: Olavo, Ênio Tigre, Roberto Bastos, Aziz Jereissati e Curió. Agachados: Hercílio, Chico Barbosa, Edésio, Zé Flávio e Niltinho. Um timão.

DOIS NOMES DE BEM E com vocês dois nomes de bem da sociedade e do esporte do nosso Estado: Sacha Jucá e Evaldo Lima.

Publicado no Jornal O Estado em 16.04.2019 CARTÓRIO JOÃO DE DEUS RUA: Major Facundo, 705, Centro Fortaleza-CE - 3226-8330 / 3221-3838 EDITAL DE PROCLAMAS Faço saber que pretendem casar-se neste Cartório os nubentes: Nº 28704 Izaias de Lima e Francisca Rosângela Nascimento Facundo. Nº 28705 Wesly Ferreira Silva e Jucilene Azevedo de Mesquita. Nº 28706 Luiz Adônis Abreu de Souza e Josiane Uchôa Andrade. Nº 28707 Francisco Luciano Alves Martins e Andressa Faustino Lessa. Nº 28708 José Jonas Souza Mariano e Ana Taiane de Sousa Nobre. Nº 28709 Paulo Magno de Freitas e Débora Maria de Freitas. Nº 28710 Mauro Gesse dos Santos Oliveira e Tauvanir Carvalho Lopes. Nº 28711 Antonio Rogério Ribeiro da Silva e Maria Elizete Castelo do Nascimento. Nº 28712 Alexandre Pinto de Lima e Jessica Natasha Ivan Alleny. Fortaleza, 15 de abril de 2019 Maria Eliete Vidal Escrevente Autorizada

Unimed

Eu nada tenho contra a Unimed. Pelo contrário, tenho é contrato com esta grande instituição de saúde. Agora, apenas comentei que ela (bom-dia doutor Darival) se negou patrocinar dois troféus solicitados pelo presidente da FCFS.

CARTORIO: CARTORIO JOAO MACHADO FLORIANO PEIXOTO, 818 FONE: 32011104 FAX:32011113 Atendimento: 8:00 as 17:00 Hs. DATA: 16/04/2019. HORA: 04:06 TORNO PÚBLICO QUE SE ENCONTRAM NESTE CARTORIO PARA PROTESTO OS SEGUINTES TITULOS DATA DE 17/04/2019 ATE 17/04/2019 OS QUAIS PODERAO SER PAGOS ATE O DIA: 23/04/2019. DEVEDOR(SACADO) DOC.DEVEDOR

DEVEDOR(SACADO) DOC.DEVEDOR

ANA KARINE CORDEIRO DE OLIVEIRA. ANTENOR HOLANDA BARBOSA BERNARDO LIMA SOUZA JUNIOR BERNARDO LIMA SOUZA JUNIOR BERNARDO LIMA SOUZA JUNIOR BERNARDO LIMA SOUZA JUNIOR CESAR BASTOS MOTA COMERCIAL BR PISOS LTDA COMERCIAL BR PISOS LTDA DANIEL BRITO CABRAL DE ARAUJO DUPORTO CONSTRUTORA E SERVICOS ESPEC DUPORTO CONSTRUTORA E SERVICOS ESPEC FEDEX BRASIL LOGISTICA E TRANSPORTE LTDA HERBERT AUGUSTO DE ALBUQUERQUE ICF COM E SERVICOS OPTICOS EIRELI ME

ILDERLAN SILVA FIGUEIREDO JARLECYO MUNIZ DE AGUIAR JOAMERSON IRVIN GALINDO DE ARAUJO. JOAO EUDES ALEXANDRE DE SOUSA JUNIOR JOAO VIANEY COSTA MARCELLA SOUZA DE OLIVEIRA NORTFOOD DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS LTDA PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA LIMA. PEDRO WAGNER DAMASCENO E SILVA QUINTA DA VARJOTA BAR E RESTAURANTE LTDA RT DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS EIRELI TRANSLIMP COLETA E GERENC DE RESIDUOS LTDA ME TRANSLIMP COLETA E GERENC DE RESIDUOS LTDA ME WLADIMIR FERREIRA GOMES NETO

CPF 410.041.673-34 CPF 135.337.897-72 CNPJ 18.991.112/0001-17 CNPJ 18.991.112/0001-17 CNPJ 18.991.112/0001-17 CNPJ 18.991.112/0001-17 CPF 848.617.383-34 CNPJ 10.646.626/0001-23 CNPJ 10.646.626/0001-23 CNPJ 21.230.058/0001-00 CNPJ 20.534.722/0001-33 CNPJ 20.534.722/0001-33 CNPJ 10.970.887/0028-14 CPF 661.559.593-15 CNPJ 19.332.975/0002-26

CPF 010.847.323-60 CPF 642.584.163-04 CPF 063.301.305-66 CPF 011.733.183-05 CPF 213.040.843-53 CPF 879.111.403-91 CNPJ 06.134.102/0001-86 CPF 600.196.123-97 CPF 629.376.263-00 CNPJ 24.874.008/0001-45 CNPJ 10.459.026/0001-56 CNPJ 23.881.779/0001-05 CNPJ 23.881.779/0001-05 CPF 962.561.843-00

E COMO NÃO TENDO ENCONTRADO OS DEVEDORES NOS ENDEREÇOS INDICADOS, OS INTIMO PELO PRESENTE EDITAL, NA FORMA DA LEI, E POR FALTA DE PAGAMENTO, A PAGAREM OS TÍTULOS EM APREÇO OU APRESENTAREM OS MOTIVOS DE SUAS RECUSAS. FORTALEZA, 16 de abril de 2019. Dr CICERO MOZART MACHADO.

TRICOLORES Leonelsinho, Delfino Neto, Leonel (pai) e Fernando Moraes, um campeão de vendas. Mais informações de Silvio Carlos: e-mail: promoviltda@yahoo.com.br


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ARTE+AGENDA

Fortaleza, Ceará, Brasil  Quarta-feira, 17 de abril de 2019  O

O ator Sergio Marone estará nas telonas de todo Brasil, na semana santa, no longa “Jesus de Nazareth”, onde interpreta Pôncio Pilatos. O filme, que estreia no Brasil dia 18, foi rodado na Espanha com um elenco latino de peso. Essa é a primeira experiência do ator em uma produção internacional, atuando em língua estrangeira. De Beverly Hills Entertainment, a produção é de José Manuel Brandariz, dirigido por Rafa Lara. “Um privilégio contar uma das histórias mais conhecidas da humanidade, participar de uma super produção internacional, com atores latinos de diferentes nacionalidades, em língua estrangeira, personagem forte.. experiência unica!”, declara Marone.

kelton@oestadoce.com.br

CLARISSA MARINHO ESTREARÁ NA NOVA TRAMA DA RECORD

FOTO DANTAS JR. FOTOGRAFIA

Comediante Murilo Couto faz turnê com show “Gala Seca”

Com seu novo show de comédia, o paraense Murilo Couto apresenta “Gala Seca”, seu novo stand up, pelo Brasil. O comediante passará por Fortaleza, dia 24 de maio, no Teatro RioMar Fortaleza, administrado pela Opus Promoções. A gíria de Belém, que dá nome ao espetáculo, é usada para falar de pessoas com comportamento patético, idiota, ridículo. Contanto situações da sua própria vida, Murilo relata histórias da infância, adolescência e maioridade para mostrar porque a expressão “Gala Seca” o descreve tão bem. “Venha rir da desgraça alheia”, é o convite de Murilo faz ao público. Murilo Couto é integrante do programa The Noite com Danilo Gentili, do SBT. Seu canal no Youtube

Atriz cearense estreará na novela “Topíssima”. Ela dará vida a dedicada enfermeira Caetana. Trama começa dia 21 de maio

possui mais de um milhão de inscritos. Atualmente, o comediante viaja pelo Brasil apresentando seus espetáculos de stand up. Iniciou a carreira em 2004, em Belém, mas ficou conhecido em 2009 ao participar do elenco de Malhação, da Globo. Ao lado de Tatá Werneck e Maurício Meirelles, apresentou o programa “O Estranho Show de Renatinho”, em 2016, no Multishow. No mesmo ano, disputou as finais do prêmio “A Pessoa Mais Engraçada do Mundo”, promovido pelo clube de comédia americano Laugh Factory. Seu primeiro show solo, “Eu, Murilo” estreou na Netflix em 20017, onde também possui um filme com Danilo Gentili, Dani Calabresa e Léo Lins.

Senac abre turmas para o curso Cozinha Fitness em Fortaleza e Juazeiro do Norte Os brasileiros estão mais preocupados com o que colocam no prato. Refeições saudáveis estão ganhando, a cada dia, os hábitos da população. Foi o que apontou a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2017, do Ministério da Saúde. De acordo com o levantamento, o consumo regular de frutas e hortaliças cresceu 4,8%, de 2008 a 2017. Com os consumidores mais atentos com a saúde, reinventar-se na cozinha nunca foi tão necessário. Com foco na

alimentação saudável, o Senac Ceará oferta o curso Cozinha Fitness, que está com matrículas abertas. O curso, de 20 horas, ensina a preparar pratos fitness deliciosos, seguindo as normas de higiene e manipulação de alimentos, e não tem pré-requisito para cursá-lo. De acordo com Matheus Vieira, as 20 horas são divididas em 4 horas apenas para ensinar a manipulação dos alimentos de maneira segura, e as 16 horas restantes são dedicadas à prática. “No curso, os alunos colocam a mão na massa e desenvolvem as técnicas e habilidades de cozinha”, explica.

flavio.torres.545

C

larissa Marinho, 32 anos, natural de Fortaleza-CE. Graduada em Jornalismo, Pós-graduada em Assessoria de Comunicação. Começou a estudar teatro em Natal-RN, em 2008, quando estava se formando em Jornalismo. Estava empregada como apresentadora e repórter na TV Ponta Negra, filiada do SBT, quando decidiu largar tudo em 2011 e se mudar para o Rio de Janeiro para se profissionalizar como atriz. No Rio fez vários workshops e cursos de Interpretação pra TV e Cinema com vários diretores como Pedro Vasconcelos e Flávio Colatrello, assim também como cursos de teatro com Daniel Herz, na Casa de Cultura Laura Alvim; e cursos de teatro musical na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) e no CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical) com Reiner Tenente. Ainda no Rio ingressou na Escola de Atores Wolf Maya, onde deu continuidade aos seus estudos em São Paulo, quando se mudou para lá em 2016. Além disso, já em São Paulo, cursou teatro no Núcleo Experimental com Zé Henrique de Paula e Inês Aranha, e também fez workshop com Sérgio Penna. Clarissa atuou em vários musicais infantis, mas foi em 2017 que teve a sua primeira participação na TV na novela “As Aventuras de Polliana”, do SBT. Apesar de se dedicar 100% a sua carreira de atriz, Clarissa também faz alguns trabalhos como apresentadora. Hoje, está de volta ao Rio, com seu primeiro trabalho na TV, na novela “Topíssima”, com estreia dia 21 de maio.

mrtorres.oestado@gmail.com

No “nat” de Marcella Sales Braga vemos a família reunida na casa de Marco e Stela Frota Sales

FOTO CAIO SCOT

Caetana se dedica ao seu trabalho e não mede esforços para ajudar qualquer um que precise no hospital Clarissa viverá a Enfermeira Caetana, que trabalha no Hospital Universitário Alencar, ao lado da Dra. Vera, interpretada por Isabel Fillardis. Caetana se dedica integralmente ao seu

trabalho e não mede esforços para ajudar qualquer um que precise no hospital.

Fortaleza e Ceará em nova campanha da Ferrovia Eyewear Movida pela paixão nacional, que é o futebol, a Ferrovia Eyewear uniu os times Fortaleza e Ceará em sua nova campanha. A novidade será lançada oficialmente, na próxima segunda-feira, dia 22 de abril, durante coquetel, que também marcará a inauguração da nova loja da grife no shopping Iguatemi Fortaleza. O evento- exclusivo para convidados- contará com a presença dos jogadores. Essa é a primeira vez que os dois times de futebol cearense- ambos na Série A -estreiam com os jogadores juntos em uma campanha publicitária. Como garotos-propagandas, a campanha traz os jogadores: Marcelo Boeck (goleiro do Fortaleza) e Pedro Ken, o técnico Lisca, Richard (goleiro) e Thiago Alves, do Ceará; além das vovozetes e leoninas. São duas linhas de óculos exclusivas, licenciadas pelos times, com modelos sustentáveis da Linha da Terra. Além de óculos, a grife desenvolveu acessórios personalizados como: bolsas, necessaires e mochilas, incluindo o brasão dos times. “A ideia de trabalhar essas linhas exclusivas foi trazer a evidência da paixão pelo futebol que o brasileiro tem e, também, trabalhar na Ferrovia a volta de uma linha exclusiva de óculos. Além disso, quisemos unir as torcidas e incentivar a pacificação nos estádios e das torcidas’’, ressaltou Gê Vieira, gerente de marketing da marca. Os óculos estarão disponíveis em todas as lojas Ferrovia a partir do dia 23 de abril. Parte das vendas das peças será revertido como royalties para ajudar os dois times. Para os fãs dos times que quiserem ter a oportunidade de garantir seus óculos em primeira-mão e, ainda, poder participar do coquetel de lançamento da campanha, a Ferrovia Eyewear abrirá uma pré-venda online, a partir desta quarta-feira (17). Os 40 primeiros clientes que adquirirem seus óculos no site (https://www.oculosferrovia. com.br/) poderão participar do coquetel de lançamento e conhecer os jogadores de pertinho.

Páscoa Benfica Kids traz Super Herois e Oficinas Coloridas e Divertidas. A Páscoa vai ser mais divertida para a garotada, na programação do Benfica Kids, do Shopping Benfica, que preparou atividades especiais para este domingo (21). A diversão começa às 15h, com oficinas gratuitas de “Faça você mesmo”, no térreo. As meninas vão aprender a fazer lindas tiaras de coelhinhos e os meninos, ficarão lindos com chapéus do sr. Coelho, feitos por eles mesmo. Depois, é hora de participar da pintura facial, com desenhos de Páscoa e da escultura de balões. Para a tarde ficar completa de alegria, terá a invasão de Super Herois cover, às 17h30, na Praça de alimentação. Os valentes personagens enfrentarão uma grande aventura e juntos, irão mostrar o real sentido da Páscoa. Logo após o show, terá sessão de fotos gratuita com os guerreiros.

Um pouco de muita gente Foi bastante prestigiada a solenidade de posse de Thales Sá Cavalcante numa cadeira da Academia Cearense de Letras. A competente Regina Fiúza atuou como cerimonialista. José Augusto Bezerra proferiu discurso, parabenizando Thales. A presidente da casa, Ângela Gutierrez, fez brilhante discurso. Da família do homenageado, a esposa, Jaqueline Sá Cavalcante, Hilda e Prisco Bezerra, João Sá Cavalcante e Dayse Sá Cavalcante. Também de alto nível o discurso do homenageado Thales Sá Cavalcante, que agradou muito aos nobres convidados. No cenário, também, Juazer Leitão, João Soares e Iracema do Vale, Regine Limaverde, Ernando Uchôa, Ubiratan Aguiar, prefeito Roberto Cláudio, reitor Henry Campos, Hailkde Pinheiro, Edyr Rolim com o filho Clovis; Suzana Ribeiro, Silvinha Diogo, Neuzimar Gomes, Batista de Lima, Fernanda Quinderé e Siridião Montenegro, para somente citar. Parabéns, Thales Sá Cavalcante e diretoria da Academia Cearense de Letras, pela beleza da festa, que foi muito bem organizada. Na solenidade, Inácio Arruda representou o governador Camilo Santana.

ESTADO

Giacomo Brayner, grande coração generoso, sensível, inteligente, integro, criativo, sua presença alegra e faz bem. Brilhante profissional que integra o time vitorioso da agência publicitária Bando Propaganda. Dia de abraçar Giacomo. Parabéns!

A capital cearense ganha, a partir desta quarta- feira, 17 de abril, um novo conceito de pub. É o Brewstone, um pub artesanal, que traz uma fábrica de cerveja própria. Localizado na Rua Marvin, 1060, o novo espaço é o comandando pela cearense Carolina Alencar Veras e seu esposo, o escocês, Jeremy Starrett. Formados em Lyon, na França, mais precisamente no Institut Paul Bocuse, o casal traz para o Ceará toda a expertise e técnicas que aprenderam em solo francês, tanto na culinária, quanto na bebida

Rapidíssimas Selene Bezerra vai passar a Semana Santa em sua casa, na Praia das Fontes, com as filhas, Kátia Daniela e Raul Castelo Branco; Paula Isabela e Adriano Blum. Zélia Henriques retornou do Rio de Janeiro e, hoje, recebe, em seu apê, seu grupo de amigas para jogo. Falando em biriba, Rosalinda Duarte reuniu, em casa, Valéria Weyne e Haterás, Juracy Duarte, Selene Bezerra, Fernanda Aguiar, Aunésia Ayres de Moura, Liziex Chaves, Hermione Goes e Wanda Lima. Tim-tim, hoje, para Ediane Câmara, Iracema do Vale, Lizandro Fujita, Marta Belquior e Moacir

Albuquerque. Para temporada de férias na Coreia do Sul, seguiu a simpática Rute Araújo. Apenas com a lista afetiva, o executivo Thiago Braga festejou sua troca de idade. A Páscoa já chegou, com celebrações e momentos em família. Pensando nisso, o Bom Vizinho preparou uma programação especial para os clientes aprenderem deliciosas receitas típicas da Semana Santa, o Chef Show. Além disso, haverá um espaço incrível para a criançada aproveitar enquanto os papais fazem as compras.

Aliás, quando pensamos neste período do ano, a primeira delícia que nos vem a cabeça são os ovos de Páscoa e o famoso bacalhau. A Universidade Estadual do Ceará (Uece), mais uma vez, se destaca pelo seu pioneirismo. Desta vez, com a criação da disciplina inovação e empreendedorismo acadêmicos para os seus mais de 30 cursos stricto sensu (mestrado e doutorado). O evento de lançamento aconteceu com sucesso, no auditório do Centro De Estudos Sociais Aplicados, no Campus Itaperí, na última terça-feira. Baseada no best-seller homôni-

mo de Augusto Cury, “O Vendedor de Sonhos” ganha versão teatral, adaptada pelo próprio escritor, em parceria com Cristiano Natale e Erikah Barbin. Com os autores Mateus Carrieri, Luiz Amorim e grande elenco, o espetáculo acontece em única apresentação, no dia 26 de abril, às 21 horas, no Theatro Via Sul Fortaleza. Para Semana Santa, em Paracuru, Fanda Bastos leva a irmã Rejane, o marido Martiniano Dias e o irmão Pedro Bastos. Para o Beach Park, Clébia e José Cunha com os filhos, genros, nora e netos.

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17/04/2019 Edição 23515  

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