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204 Jan/Fev/Mar 2010

revipack notícias

revista técnica de embalagem 6.57 €

Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010

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índice notícias

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feiras

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bag-in-box

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engarrafamento

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tampas e cápsulas

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etiquetas

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rótulos

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codificação e etiquetagem

24

embalagem farmacêutica

28

embalagem metálica

30

embalagem alimentar

33

fins-de-linha

36

software

38

máquinas

39

mercado

43

revipack revista técnica de embalagem Direcção e Edição: Carlos da Silva Campos. Publicidade: Ilda Ribeiro, Cristina Devesa, Luisa Santos. Propriedade: ODITÉCNICA-Centro de Promoção e Divulgação Técnico-Industrial Lda.. Endereço Postal: APARTADO 30 2676-901 ODIVELAS PORTUGAL. Redacção: R. de Entrecampos, 48, R/C Esq. 1700-159 LISBOA. Impressão: Peres-SocTip, SA. Registo de Imprensa: 107 267. Depósito Legal: 13 783/88. ISSN 0870-7553. Publicação Trimestral. Preço de Capa: 6.57 €. Assinatura (6 edições): Edição impressa - 28.65 €; Edição electrónica - 17.35 € © Oditécnica Todos os direitos reservados. Telefone: 217 921 110. Fax: 217 921 113 E-mail: revipack@revipack.com

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notícias

Verallia - nova identidade no Sem álcool, sector do vidro de embalagem com sabores O grupo Saint-Gobain reuniu todas as actividades relacionadas com o vidro de embalagem sob uma nova identidade: VERALLIA. O objectivo é reforçar a visibilidade e a proximidade da rede industrial nos mercados da embalagem, ao mesmo tempo que o grupo Saint-Gobain concentra a sua comunicação e estratégia nas actividades relacionadas com o habitat. A marca e identidade VERALLIA substitui a denominação Saint-Gobain que precedia a denominação das empresas Vicasa, Mondego, Vetri, Oberland, Rayén Curá, Envases, Zorya, KMS, KMZ, Vidros, Containers e Emballage. O grupo tem uma empresa produtora de embalagens de vidro em Portugal, situada na Fontela, Figueira da Foz.

A marca VERALLIA “Pretendemos transmitir através desta marca, os nossos conhecimentos e experiência, a nossa capacidade de inovação e a nossa ambição... A ambição de ser um

parceiro sensível às necessidades dos seus clientes, que compreende os mercados regionais e que zela pelo desenvolvimento sustentável do ambiente económico e social” - referem Jérôme Fessard e Michel Toussaint, presidente e director-geral para Espanha e Portugal, respectivamente. “Acreditamos firmemente que o vidro é o material de embalagem que mais apoia o desenvolvimento sustentável. Concebemos e fabricamos embalagens de vidro, cada vez mais amigas do ambiente, infinitamente recicláveis, que dão valor ao conteúdo e preservam a qualidade dos alimentos e bem-estar do consumidor. Estamos constantemente a inovar para melhor servir os nossos clientes. Nós somos VERALLIA”.

Lavazza BLUE em cápsulas expresso A NewCoffee lançou a marca Lavazza BLUE em cápsulas para máquinas de café expresso. O lançamento tem como alvo o sector profissional (bares, cafés e restaurantes), do segmento médio/alto e com consumo moderado, onde o sistema de cápsula tem aceitação crescente. A cápsula preserva melhor as características do café, comparativamente ao sistema tradicional do café moído. Existe

também a opção pela cápsula dupla, que permite tirar dois cafés em simultâneo. Para além das quatro variedades do Lavazza BLUE (Dolce 100% Arabica, Intenso, Ricco e Descafeinado), a NewCoffee disponibiliza máquinas profissionais. A empresa detem as marcas Bogani, Cafeeira, Sanzala, Caffècel e Lavazza, está presente em cerca de 8 mil pontos de venda e reivindica o 4º lugar no ranking nacional do café, com uma quota de 6,4%, vendas de 2 mil toneladas e 21 milhões de euros.

Gateway Portugal completou 10 anos

Palletways em Alverca

A Gateway, fornecedora de soluções de segurança electrónica para o retalho, celebrou 10 anos de experiência no mercado português. O aniversário ficou assinalado com um evento que incluiu a apresentação das soluções da Gateway e de empresas parceiras (InVue, MW, 49x40 e PremiValor) e contou com a presença dos principais clientes do sector da distribuição. 4

A Unicer alargou a declinação da marca Super Bock com o lançamento da cerveja sem álcool com sabor a maçã. Os consumidores de cerveja sem álcool podem agora escolher entre este novo sabor e as variantes Pilsener, Preta e Limão, previamente lançados. As cervejas Super Bock 0,0% com sabores são vendidas em packs de 6 garrafas de vidro. A Super Bock Sem Álcool foi lançada em 2007 e baseia-se num proces-so de produção original desenvolvido com o Dep. de Engenharia Química da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Unicer na China A Unicer prevê atingir 300 mil litros de vendas de cerveja no mercado chinês, até ao final de 2010. A exportação das cervejas portuguesas começou em 2009 no canal horeca chinês e conta com o impulso do Pavilhão Português na Expo Xangai 2010, onde se esperam três milhões de visitantes, e com a campanha publicitária em transportes públicos que servem uma região com 46 milhões de habitantes. Para além das cervejas da marca Super Bock, o pavilhão português apresenta também as Águas das Pedras e Vitalis. A marca Super Bock é comercializada em cerca de 50 países. A exportação desta marca contribui para 30% da facturação da empresa. O maior país importador de cerveja Super Bock é Angola.

A transportadora Santos e Vale inaugurou um novo armazém em Alverca do Ribatejo, com uma área coberta de 9 000 m2 e 30 cais de carga/descarga. Parceira da Palletways Iberia, a Santos e Vale aumenta assim a sua capacidade de cross-docking em 60%. A Palletways é uma rede europeia de distribuição de mercadoria paletizada. Actua em toda a Europa, tem 270 membros, 9 centros de operações e movimenta mais de 100 mil paletes por semana.

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notícias

Como poupam 9 Empresas Portuguesas os europeus no SALON de l’ EMBALLAGE Os consumidores europeus reagem de modo diferente à situação económica. Na Alemanha, Reino Unido, França e Áustria, os consumidores afirmam estar a reduzir as suas despesas. Os espanhóis e os polacos estão menos preocupados: um em cada três afirma não fazer qualquer redução nas despesas. A análise consta de uma sondagem efectuada pela GfK, em que são identificadas as “preferências” de poupança (European Consumer Study, ed. Inverno de 2009). A principal tendência é para economizar na compra de alimentos e bebidas, adiar despesas maiores (automóvel, electrodomésticos) e reduzir a frequência de bares/cafés/restaurantes/cine-

Nove empresas portuguesas estão inscritas como expositores no SALON DE L’EMBALLAGE que terá lugar em Paris, nos dias 22 a 25 de Novembro: Casfil (filmes para embalagem e embalagens flexíveis), Gepack (embalagens em PET) , Grandupla (embalagens em PET, PEAD e PP), Litel (sacos e embalagens de papel e cartão), Mani (embalagens termoformadas de APET e PP), Monteiro Ribas (embalagens flexíveis), Neorelva Packaging (embalagens metálicas e de plástico), Tecnogravura (cilindros para

rotogravura) e Verticalbag (bag-in-box). A feira EMBALLAGE, que se realiza de dois em dois anos, já ultrapassou um milhar de expositores inscritos e a organização prevê chegar aos 1250, dos quais cerca de 40% de fora de França. Considerada como feira “generalista” para o sector da embalagem, a EMBALLAGE abrange vários segmentos de mercado (alimentação e bebidas, saúde e beleza, etc.). A organização prevê a afluência de cerca de 85 mil visitantes profissionais.

mas. O estudo não incluiu consumidores portugueses.

Canelado desceu 5%

Campofrio lidera carne Com 9 mil trabalhadores e um negócio de 1 846 milhões de euros (2009), o Campofrio Food Group ocupa o primeiro lugar na indústria europeia da carne. É formado por 8 empresas independentes, das quais 4 detêm a maior quota de mercado nos respectivos países: Campofrio (Espanha), Nobre (Portugal), Aoste (França) e Stegeman (Holanda). As empresas Imperial (Bélgica) e Aoste (Itália) ocupam o 2º lugar nos

respectivos países. A CFG tem uma quota significativa no mercado alemão. A 8ª empresa do grupo (Campofrio Romania) está sediada na Roménia e formou recentemente uma joint venture com o grupo Caroli, a qual lidera o mercado da carne processada na Roménia e exporta para os países vizinhos (Moldávia, Bulgária, Sérvia, Ucrânia e Turquia).

As vendas de cartão canelado na Europa diminuiram 5% em 2009, indica o mais recente boletim estatístico da FEFCO, a federação europeia do sector. As vendas de cartão canelado apuradas pela FEFCO chegaram aos 38,8 milhões de metros quadrados, a que correspondem 20,6 mil toneladas. O número de fabricantes de cartão canelado diminuiu de 426 empresas para 416. O boletim estatístico da FEFCO não inclui dados sobre Portugal. [Para aceder a este boletim, visite a página www.revipack.com].

BARBOCOL

Adesivos de marca com serviço técnico e logística Criada em 1991, a Barbocol afirmou-se no mercado industrial como distribuidor de colas e outros produtos químicos. A partir da sua sede e armazém, situados em Nogueira da Maia, a empresa fornece clientes em todo o país, bem como na região da Galiza.

adesivos do grupo alemão. Henkel, National, Industrias OGI, Lord, Loctite, Nordson, Akzo Nobel, estão entre as mais de 30 marcas comercializadas pela Barbocol, o que lhe permite servir diversos sectores de actividade industrial e profissional.

Com a integração da National Starch no grupo Henkel, a Barbocol assumiu também a responsabilidade de distribuir em Portugal os

A gama de produtos distribuída pela Barbocol abrange os vários segmentos da “área da embalagem”, desde o fabrico de embalagens até à rotulagem, passando pelas colas termofusíveis (hot melts), pelos adesivos para laminagens e contra-colagens, e pelas colas para fabrico de auto-adesivos. É precisamente nesta área que a investigação tem dado novos passos no sentido de corresponder à regulamentação e às exigências de protecção dos consumidores. Assim, por exemplo, as embalagens para uso em micro-ondas devem ser fabricadas com adesivos compatíveis, que não originem fumos nem aromas

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Na área das embalagens flexíveis, também se colocam exigências especiais quanto à emissão de compostos aromáticos. Por outro lado, estão também na ordem do dia as exigências técnico-ambientais. Como exemplo de resposta a estas preocupações, está o desenvolvimento de colas para rotulagem que são mais fáceis de remover nas operações de lavagem, facilitando a reutilização e a reciclagem das embalagens. A adequação da cola à aplicação e a conformidade com as exigências regulamentares faz com que o serviço de aconselhamento técnico tenha um papel primordial na actividade de distribuição de colas. O conhecimento técnico e a informação técnica prestada aos clientes é uma das vantagens da Barbocol, em paralelo com a sua capacidade logística (stock e transporte). 5


notícias

Cartão sob pressão A indústria europeia das embalagens de cartão continua sob pressão. Depois dos sinais de recuperação do segundo semestre de 2009, o clima de optimismo foi temperado pela evolução do mercado das matérias-primas e pela regulamentação em matéria de segurança alimentar. A análise foi feita pela ECMA, a Associação Europeia dos Fabricantes de Cartão. Os preços da pasta de papel aumentaram mais de 50% nos últimos 12 meses e os preços dos papéis velhos aumentaram 10 a 15 vezes, comparativamente ao primeiro trimestre de 2009. Num mercado com as conhecidas dificuldades, os fabricantes de embalagens de cartão não conseguiram repercutir estes aumentos. A ECMA queixa-se ainda do impacte económico da regulamentação de segurança alimentar, que obriga à utilização de tintas de baixa migração, mais caras. A ECMA tem cerca de 500 empresas associadas que representam cerca de 70% das embalagens de cartão produzidas na Europa, com um total de cerca de 50 000 empregados.

Filmes BOPP O mercado mundial de filmes biorientados de polipropileno (BOPP) estima-se em 5,4 milhões de toneladas. No ano de 2009, retomou o crescimento de 6% e recuperou da travagem registada em 2008. Segundo o mais recente estudo da AMI Consulting, o crescimento médio anual deverá manter-se nos 6 ou 7% nos próximos três ou quatro anos, devido, sobretudo ao mercado asiático. Na Europa Ocidental, o crescimento será menor e as margens mais apertadas. A indústria produtora de filmes de BOPP conta com uma base de clientes fragmentada, mas o mercado é cada vez mais permeável aos filmes importados. A AMI refere o sobre-investimento e a consequente erosão das margens. A China é o maior produtor e consumidor de filmes de BOPP. Por enquanto, a indústria chinesa ocupa-se praticamente do mercado local mas poderá continuar a aumentar as capacidades e dotar-se de organização comercial para exportar para a Europa. O mesmo poderá suceder com produtores da Índia e do Médio Oriente.

Alumínio recupera Em 2009, a produção europeia de folha de alumínio foi de 768,6 mil toneladas e baixou 5% comparativamente ao ano anterior. No último trimestre de 2009, registou-se a 6

recuperação, com uma subida de 11,3% comparativamente ao período homólogo de 2008. As estatísticas elaboradas pela EAFA, a associação europeia do sector, dão conta de que o segmento das folhas mais finas desceu 16,6% em todo o ano, mas subiu 4% no último trimestre.

Aerossóis: o reequilíbrio mundial A procura mundial de aerossóis de alumínio baixou 4,4% em 2009, situando-se ao nível dos 5, 45 mil milhões de embalagens - refere a associação AEROBAL. A descida foi maior (-6%) na Europa, onde o consumo per capita é mais elevado (11 embalagens/ano). Mercados como a China e o Brasil, com consumos per capita de 1 e 2 emb/ano, respectivamente, registaram crescimentos de dois dígitos. Até mesmo o Japão registou uma subida de 10%, depois de vários anos de estagnação.

Klöckner reestrutura capacidade O grupo Klöckner Pentaplast vai investir 40 milhões de euros em equipamentos para produzir rótulos retrácteis, folhas para embalagens termoformadas, fitas adesivas e folhas decorativas. As fábricas de Kempten e Graben-Neudorf (Alemanha) não serão encerradas enquanto os novos equipamentos não estiverem operacionais e os filmes aprovados pelos clientes. Entretanto, a fábrica de Muri (Suiça) poderá fechar. Actualmente, o grupo tem 19 fábricas em 11 países, incluindo Portugal. Emprega mais de 3200 pessoas e factura 1,6 mil milhões de euros.

Flint reforça tintas O Flint Group completou a aquisição da Torda, produtor de tintas para impressão de embalagens com um valor de negócios de 23 milhões de euros em 2009, maioritariamente realizado no norte da Europa, nos Balcãs e no Médio Oriente. Com sede no Luxemburgo, o Flint Group tem presença global no mercado das tintas de impressão. Facturou 2,1 mil milhões de euros em 2009 e emprega 7300 pessoas.

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Preços da pasta de papel afectam etiquetas O aumento dos preços da pasta de papel e do papel está a dificultar a recuperação da indústria europeia das etiquetas auto-adesivas - reporta a FINAT, a associação do sector. Depois de uma queda a dois dígitos registada no primeiro semestre de 2009, esta indústria iniciou um ciclo de recuperação. No segundo semestre do ano passado, a descida foi de 5,3% e no primeiro trimestre de 2010, a procura de auto-adesivos aumentou 12,5% comprativamente ao período homólogo do ano anterior. Entretanto, os preços da pasta de papel registaram aumentos, derivados do reajuste de capacidades da indústria papeleira e, sobretudo, da redução da oferta de pasta de papel em consequência dos sismos no Chile e das greves na Finlândia e na Suécia. Os preços da pasta aumentaram 40% comparativamente a 2009 e atingiram o nível recorde de 1995. Em consequência, os preços do papel aumentaram 8 a 10%. Também os filmes plásticos para produção de rótulo aumentaram 5 a 10 %. Os preços dos transportes e da energia estão também sob pressão. Como dado positivo, a FINAT refere que as vendas de etiquetas auto-adesivas estão em recuperação. No entanto, o aumento dos custos e a pressão sobre as margens mantêm esta indústria numa situação frágil.

Tubos flexíveis A indústria europeia produziu 9,65 mil milhões de tubos flexíveis em 2009, menos 5,3% que em 2008, o maior ano de sempre, segundo as estatísticas da ETMA, a associação europeia do sector. O segmento da cosmética, que pesa cerca de 40% na produção de tubos flexíveis, sofreu uma queda de 8,5%, enquanto os segmento dos produtos industriais e domésticos desceu 7,4% e o segmento farmacêutico desceu 6,2%. O segmento dos dentífricos manteve-se estável e o segmento dos produtos alimentares cresceu 0,5%. Em termos de materiais, registaram-se diminuições nos tubos de alumínio (-4,8%) e de plástico (-11,8%) e subida nos tubos laminados (1%).

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feiras Início 07-Jul-10 14-Jul-10 14-Jul-10 17-Jul-10 20-Jul-10 04-Ago-10 04-Ago-10 10-Ago-10 12-Ago-10 23-Ago-10 25-Ago-10 26-Ago-10 07-Set-10 08-Set-10 12-Set-10 12-Set-10

Fim 09-Jul-10 16-Jul-10 16-Jul-10 20-Jul-10 23-Jul-10 07-Ago-10 06-Ago-10 13-Ago-10 16-Ago-10 26-Ago-10 27-Ago-10 28-Ago-10 10-Set-10 12-Set-10 15-Set-10 15-Set-10

12-Set-10 12-Set-10 12-Set-10

15-Set-10 15-Set-10 15-Set-10

13-Set-10 13-Set-10 14-Set-10 14-Set-10 14-Set-10 15-Set-10 16-Set-10 18-Set-10 21-Set-10

16-Set-10 16-Set-10 16-Set-10 16-Set-10 16-Set-10 16-Set-10 19-Set-10 20-Set-10 29-Set-10

21-Set-10 21-Set-10 22-Set-10 22-Set-10 22-Set-10 23-Set-10 23-Set-10 26-Set-10 28-Set-10 28-Set-10 28-Set-10 29-Set-10 30-Set-10 30-Set-10 03-Out-10 04-Out-10 05-Out-10 05-Out-10 06-Out-10 06-Out-10 07-Out-10 07-Out-10 12-Out-10

24-Set-10 24-Set-10 25-Set-10 24-Set-10 23-Set-10 26-Set-10 26-Set-10 28-Set-10 30-Set-10 30-Set-10 01-Out-10 30-Set-10 03-Out-10 03-Out-10 06-Out-10 07-Out-10 08-Out-10 08-Out-10 08-Out-10 08-Out-10 10-Out-10 08-Out-10 14-Out-10

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15-Out-10 16-Out-10 14-Out-10 19-Out-10 21-Out-10 21-Out-10 21-Out-10 22-Out-10 22-Out-10 22-Out-10 21-Out-10

Feira Tema Local País EXPOLOGISTICA Logistica e transporte México México CHINA BEVTEK Proc. e engarrafamento Shangai China PROPAK CHINA Embalagem Shangai China IFT FOOD EXPO Alimentação Chicago E.U.A. FIPAN Alimentação São Paulo Brasil FEIPACK Embalagem Rio de Janeiro Brasil ICE SOUTH AMERICA Papel São Paulo Brasil EXPO SCAN-TECH Transportes/armazens Buenos Aires Argentina FOOD EXPO HONG KONG Alimentação Hong Kong Hong Kong EMBALA NORDESTE Embalagem Pernambuco Brasil SIAL MERCOSUR Alimentação Buenos Aires Argentina FESPA MEXICO Serigrafia e imp. digital México México CHINA BREW & BEVERAGE Bebidas Pequim China F.INT. DO VINHO Vinho Budapeste Hungria CREATIVE Cosmética Paris França HOGATEC Equip. para hotelaria, catering e restauração Dusseldorf Alemanha INTERMOPRO Lacticínios Dusseldorf Alemanha INTERMEAT Carnes Dusseldorf Alemanha INTERCOOL Tecnologia de gelados e congelados Dusseldorf Alemanha FINE FOOD AUSTRALIA Alimentação Melbourne Austrália TAROPAK Embalagem Poznan Polónia TECNO BEBIDAS Bebidas São Paulo Brasil SHOP DESIGN & RETAILTEC Retalho Moscovo Rússia LABELEXPO AMERICAS Etiquetagem Chicago E. U. A. LOGISTIK SCHWEIZ Logistica Berna Suiça ISTAMBUL PACKAGING FAIR Embalagem Istambul Turquia PAPER MIDDLE EAST Papel Cairo Egipto PACTEC / FOODTEC / GRAFTEC Embalagem / tecnologia alimentar / impressão Helsínquia Finlândia TECNOFIDTA Tecnologia alimentar Buenos Aires Argentina INNOTRANS Transportes Berlim Alemanha FEITINTAS Tintas e vernizes São Paulo Brasil INTERBEV Bebidas Las Vegas E.U.A. EMPACK Embalagem S. Petersburgo Rússia IPACK Embalagem Istambul Turquia GIDA Industria alimentar Istambul Turquia PAPER ARABIA Papel Dubai E. A. U. FACHPACK Embalagem Nuremberga Alemanha THE GREEN EXPO Ambiente México México GLASSTEC Produção de vidro Dusseldorf Alemanha FOOD TECHNOLOGIES Alimentação Bruxelas Bélgica FOODTEC INDIA Alimentação Mumbai Índia INDIAPACK Embalagem Mumbai Índia GRAPH EXPO Gráfica Chicago E.U.A. SAUDI FOOD Alimentação e bebidas Riyadh Arábia Saudita TOKYO PACK Embalagem Tóquio Japão MACROPAK Embalagem Utrech Holanda TARE AND PACKAGING Embalagem Odessa Ucrânia FOODTECH ODESSA Alimentação Odessa Ucrânia EXPOPHARM Farmacêutica Munique Alemanha PACKAGING INNOVATIONS Embalagem Londres Reino Unido FOODTECH - PACKTECH Alimentação e embalagem Auckland Nova Zelândia MIAC Ind. do papel Soebano del Giudice Itália EXPO PRINT & IMAGING Impressão Sófia Bulgária MIDPACK Embalagem Minneapolis E.U.A. SUDBACK Alimentação Stuttgart Alemanha IN - FOOD Alimentação Paris França SIAL Alimentação Paris França IPA Equip. para a ind. alimentar Paris França ETIKETAKA/LABELSHOW Etiquetagem Moscovo Russia FFATIA Alimentação Goiânia Brasil PACK & PRINT Embalagem e impressão Joinville Brasil FOODTEC CHINA Tec. alim. e embalagem Xangai China

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Web www.expologistica.com www.chinabevtek.com www.propakchina.com www.am-fe.ift.org/cms www.fipan.com.br www.feipackrio.com.br www.ice-south-america.com www.expotrade.ar/scantech www.hkfoodexpo.hktdc.com www.greenfield-brm.com www.sialmercosur.com.ar www.fespamexico.com www.expopromoter.com www.aborfesztival.hu www.beyondbeautyparis.com www.hogatec.de www.intermopro.com www.intermeat-tradefair.com www.intercool-tradefair.com www.foodaustralia.com.au www.taropak.pl/en www.tecnobebida.com.br www.shopdesignrussia.com www.label-news.com www.easyfairs.com www.packagingfair.com www.papermideast.com www.pactec.fi www.technofidta.com www.messe-berlin.de www.feitintas.com.br www.interbev.com www.easyfairs.com www.ipack2010.eventbrite.com www.itf-gida.com www.paperarabia.com www.fachpack.de www.thegreenexpo.com.mx www.glasstec-online.com www.easyfairs.com www.koelnmesse.com www.indiapack.in www.graphexpo.com www.recexpo.com www.tokyo-pack.jp/en www.marcopak.nl www.expohome.com.ua www.expohome.com.ua www.expopharm.de www.easyfairs.com www.foodtechpacktech.co.nz www.miac.info www.bulgarreklama.com www.devicelink.com www.messe-stuttgart.de www.promosalons.fr www.sial.fr www.ipa-web.com www.labelshow.ru www.ffatia.com.br www.eurofeiras.com.br www.koelmesse.com Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010


feiras

EMBALLAGE 2010: inovação e sustentabilidade O Salão Internacional da Embalagem - EMBALLAGE 2010 - terá lugar em Paris nos dias 22 a 25 de Novembro. Os organizadores escolheram o tema “embalagem inteligente” para sintetizar os vectores da inovação e do desenvolvimento sustentável. Para a indústria em geral, a EMBALLAGE será mais uma oportunidade e teste ao dinamismo das empresas do sector. Véronique Sestrières, directora do Salão, indica que “a EMBALLAGE 2010 terá uma nova edição à altura dos desafios económicos e ambientais”. A tendência do desenvolvimento sustentável traduz-se em inovações orientadas para a eco-concepção, novos materiais, reciclagem, etc.. Nenhum destes temas está fora de moda. A moda do “ecomarketing” pode ter passado, mas esses vectores de inovação continuam na ordem do dia e no topo das prioridades das indústrias da embalagem. A cidade de Paris tem as suas vantagens neste tipo de salões. Está no centro de um mercado comum com 450 milhões de consumidores e a cidade é inevitavelmente conotada com os sectores da moda, da cosmética, perfumaria e outros segmentos de

mercado fortemente dependentes da embalagem. A EMBALLAGE é também uma das feiras sectoriais com mais tradição. Em 2010 a feira realiza-se pela 39ª vez. No conjunto dos sectores agro-alimentar, líquidos e bebidas, saúde, beleza, luxo, produtos industriais, a EMBALLAGE 2008 reuniu 1500 expositores (44% de fora de França), 101 mil visitantes (36% de fora de França) e ainda 400 jornalistas (50% de fora de França). A EMBALLAGE 2010 deverá ultrapassar estes indicadores.

Áreas temáticas Dando continuidade a iniciativas bem acolhidas pelos visitantes nas últimas edições, a EMBALLAGE 2010 incluirá “espaços” dedicados a temas específicos. No espaço “Pack Innovation” os visitantes encontrarão novos materiais que serão utilizados nas embalagens do futuro e também novas soluções em matéria de facilidade de uso das embalagens, redução de custos, originalidade e segurança. Os grandes temas ambientais são objecto de conferências e debates programados para 4 dias, com a participação de diversas personalidades das várias fileiras industriais. O espaço “Pack Designers” servirá para o encontro dos profissionais do packaging design. Segundo os resultados apurados pelo Observatório da Embalagem em 2009, 38% dos compradores de embalagens e 47% dos fabricantes consideram que packaging design é um dos principais eixos

de desenvolvimento. No pavilhão 6, os visitantes encontrarão um “espaço convivial” onde, para além da exposição de criações e exemplos de tendência, é possível estabelecer contacto com agências e designers. Sob o tema “Pack Vision”, a EMBALLAGE proporciona um programa de conferências sobre novas tecnologias, sobre os desafios do desenvolvimento sustentável e sobre as regulamentações que influem na actividade.

A feira Como é normal nas feiras de embalagem, as máquinas preenchem uma área maioritária. No entanto, a EMBALLAGE é também uma das feiras mais versáteis em materiais de embalagem (todos eles) e embalagens propriamente ditas. Para os que pensam que “está tudo inventado”, a deslocação a Paris poderá trazer algumas surpresas, quer ao nível da composição das embalagens, quer ao nível da sua decoração. A EMBALLAGE terá a variedade e a sofisticação que pode fazer a diferença. Milhares de visitantes irão a Paris à procura da embalagem que vende mais.

SIAL 2010: as Tendências DTI no Sector Alimentar e PackTech Nos próximos dias 17 a 21 de Outubro, serão expositoras no SIAL 2010: CONFEIrealiza-se em Paris o SIAL 2010 – Mercado TARIA CARLOS GONÇALVES, DAN CAKE, expor na Índia Global de Produtos Alimentares. DIATOSTA, FRULACT, GELPEIXE, GL, A feira DTi - Drink Technology India tem lugar em Mumbai, nos dia 18 a 20 de Novembro de 2010. É uma pequena feira, com 80 expositores de 12 países, que aproveitam a realização de um congresso sobre tecnologias de produção e engarrafamento (mais informação em www.drinktechnology-india.com). No entanto, realiza-se no mesmo local e nas mesmas datas que a PacTech India, uma feira de embalagem organizada pela Messe Dusseldorf (mais informação em www.packtech-india.de). Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010

O “equilíbrio alimentar” é um dos temas centrais do sector, considerando um mercado global com 950 milhões de pessoas em penúria alimentar e 1,3 mil milhões com obesidade. A indústria alimentar pode e deve contribuir para solucionar estes problemas, com medidas práticas tais como a alteração das receitas e composições, a racionalização das porções e a melhoria da etiquetagem. Para além da ANCIPA (Associação Nacional de Comerciantes e Industriais de Produtos Alimentares), várias empresas portuguesas

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ICM-INDUSTRIAS DE CARNES DO MINHO, IFQ, MAROVINA, MMCWORLD, NOBRE, PATO REAL, PRIMOR, QUINTA DE SÃO VICENTE, SUMOL+COMPAL, UNIDISTRIBUIÇÃO e VIEIRA DE CASTRO.

Para além da dinâmica típica das feiras industriais de grande dimensão e representatividade, o SIAL 2010 tem um programa muito diversificado de conferências, debates e visitas guiadas que habilitam os profissionais a actualizar conhecimentos e experiências. 9


bag-in-box ENOAPOIO

Especializada em bag-in-box A experiência de duas décadas na comercialização de produtos enológicos deu à Enoapoio o conhecimento e proximidade com o sector dos vinhos. Atenta à evolução do mercado, a empresa criada por António Carlos Ferreira, António Malheiro e Rui Correia Luis, decidiu especializar-se no fornecimento de soluções de embalagem bag-in-box. Com a representação da Smurfit Kappa, a Enoapoio pode oferecer a solução total. "Temos uma gama completa de bolsas, com capacidades de 2 a 30 litros, que podem ser fornecidas separadas ou em banda com microperfuração, para serem utilizadas em sistemas de enchimento em contínuo" - disse à REVIPACK António Carlos Ferreira, sócio-gerente da Enoapoio - "A maior parte das bolsas é fabricada em Espanha pela Plasticos Vicent, que faz parte do grupo Smurfit Kappa. Estas bolsas têm tampas Vitop, as mais avançadas e seguras para este tipo de embalagem". As caixas de cartão fornecidas pela Enoapoio são também originárias da Smurfit Kappa, que tem várias fábricas especializadas neste tipo de embalagem. "A caixa de cartão para bag-in-box tem várias exigências específicas: a superfície interior tem que ser completamente lisa e isenta de irregularidades que possam ferir a bolsa e o cartão deve ter a resistência mecânica necessária para o transporte e armazenagem. O lado exterior requer uma impressão cuidada, porque esta embalagem vai estar à vista dos consumidores finais. É natural, por isso, que os clientes necessitem de caixas de cartão plastificado". A Enoapoio lançou a embalagem bag-in-box em 2002, tornando-se fornecedor de empresas produtoras e engarrafadoras de vinhos em todo o país. "O nosso trabalho não se limita ao fornecimento das embalagens. Envolve uma componente de serviço e de aconselhamento técnico. É um tipo de enchimento completamente diferente, que coloca exigências técnicas, procedimentos e boas práticas destinadas a tirar todo o partido das vantagens da embalagem. Por exemplo, é necessário controlar o nível do oxigénio dissolvido no vinho para que ele tenha um tempo de vida útil mais longo". O "Guia de Boas Práticas" elaborado pela 10

O vinho é mantido sem contacto com o ar até ao esvaziamento completo da bolsa. Bolsas em banda para enchimento em contínuo

Válvula VITOP

associação internacional Performance BIB é um dos documentos técnicos que a Enoapoio tem divulgado junto dos clientes. "A embalagem bag-in-box, como toda e qualquer embalagem, tem aspectos técnicos essenciais que devem ser observados, desde a preparação dos vinhos até ao manuseamento dos materiais. Se esses aspectos forem tidos em conta, a embalagem revela-se altamente vantajosa". Para completar as soluções de embalagem, a Enoapoio também fornece máquinas de enchimento. Estabelecemos uma parceria com uma empresa portuguesa de construção de máquinas (Guedes & Russo), que nos

permite disponibilizar uma gama que vai desde as enchedoras semi-automáticas até às máquinas totalmente automáticas para enchimento em contínuo. A Enoapoio prevê a continuação do crescimento do mercado do bag-in-box no sector dos vinhos. "Os engarrafadores e os consumidores começaram a afastar a ideia falsa que associava este tipo de embalagem a vinhos de menor qualidade. A verdade é que esta embalagem sem ar preserva o vinho durante mais tempo, mesmo depois de a embalagem ter sido aberta. Além disso, é uma embalagem muito mais económica do ponto de vista logístico".

Guedes & Russo

Máquinas de enchimento de embalagens bag-in-box Com 18 anos de experiência na construção de máquinas e assistência técnica ao sector do engarrafamento de vinhos, a Guedes & Russo viu na embalagem bag-in-box uma oportunidade. Nos primeiros anos, projectou e construiu enchedoras semi-automáticas (bolsa-a-bolsa). À medida que foram surgindo no mercado empresas com quantidades mais significativas, a Guedes & Russo alargou a gama e começou a fabricar máquinas totalmente automáticas, para

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enchimento em contínuo. A máquina GR 740 é fruto dessa evolução. As bolsas são alimentadas em banda com "picotado" que é movimentada num tapete de rolos com velocidade variável. O bocal é alinhado na estação de enchimento e fecho. A bolsa cheia, fechada e separada é então encaminhada por gravidade para o interior da caixa de cartão canelado. A máquina GR 740 permite operar a cadências que podem ir até às 900 bolsas/hora (com bolsas de 3 m) ou 300 bolsas/hora (20 litros). Para a mudança de formato, basta seleccionar o programa específico no painel táctil da máquina, já que os ajustes mecânicos foram reduzidos ao mínimo. Construída em aço inox, a máquina está equipada com accionamentos de velocidade variável, caudalímetros electroNº 204 Jan/Fev/Mar 2010


bag-in-box SIVAC

Vinhos de marca em bag-in-box A SIVAC, S.A., em Aveiras de Cima, é um dos exemplos mais significativos de aposta na embalagem bag-in-box. Constituída em 1973, a SIVAC detem as marcas "Condestável", "Curriola", "Capataz", "Sousete" e "Brejeiro", suportadas por investimento em tecnologias de vinificação e engarrafamento. As actuais instalações incluem caves com zona de estágio em barricas, adega de vinificação, laboratório de enologia, recepção de clientes com zona de prova de vinhos, secção de embalagem, escritórios e armazém com capacidade para 10 milhões de litros. Para além do mercado nacional, a empresa exporta parte significativa da sua produção para destinos diversificados na Europa, América do Norte e África. A embalagem bag-in-box tem grandes vantagens logísticas comparativamente à garrafa, porque permite colocar em cada camião mais produto e menos material de embalagem. Além disso, é um tipo de embalagem com grande aceitação e mesmo "tradição" em alguns dos mercados para onde a SIVAC exporta. No mercado interno, a embalagem bag-in-box teve uma introdução difícil e lenta. A conotação como "substituto do garrafão" prejudicou o novo tipo de embalagem, associando-a a vinhos de menor qualidade.

A SIVAC contrariou essa imagem e apostou na embalagem bag-in-box para colocar no mercado vinhos de qualidade a preço mais acessível. Para além da vantagem económica, os retalhistas e consumidores têm vindo a constatar as vantagens desta embalagem que protege o vinho da oxidação até que a embalagem esteja completamente vazia. A SIVAC dispõe de várias linhas de enchimento em bag-in-box, duas delas totalmente automáticas, incluindo a formação das caixas de cartão, o enchimento e fecho das bolsas e o fecho das caixas. São linhas flexíveis, já que a SIVAC comercializa formatos de 3 a 20 litros em bag-in-box. As enchedoras são máquinas de última geração, que operam com bolsas em contínuo a alta cadência. Uma delas é de origem alemã, a outra, fabricada em Portugal pela Guedes & Russo (ver notícia , em baixo). Quanto às máquinas de formação e fecho de caixas, a SIVAC está equipada também com marcas de referência, tais como COMARME e CARTOBOL. No final da linha, as embalagens são paletizadas, protegidas por envolvimento com filme estirável e transferidas para o armazém, onde aguardam a expedição para o seu destino.

Linha Bag-in-Box As caixas de cartão, espalmadas, são colocadas na máquina formadora. As caixas entram na enchedora e aguardam pelas bolsas cheias.

As bolsas entram na máquina em banda e são posicionadas na estação de enchimento e fecho.

Depois de cheias, fechadas e separadas, as bolsas são guiadas para dentro das caixas. Já com as bolsas, as caixas (invertidas) são transferidas para a máquina de fechar. A bag-in-box está pronta para paletização.

magnéticos, células para detecção de falta de caixas ou bolsas e ainda todos os sistemas de segurança em conformidade com a Directiva Máquinas. Inclui também o transportador de ligação à máquina formadora de caixas (a montante) e à máquina de fecho de caixas (a jusante). A capacidade da empresa abrange o projecto e engenharia, a construção mecânica, o quadro eléctrico e a automação. As máquinas GR têm vindo a ser seleccionaNº 204 Jan/Fev/Mar 2010

das por diversos engarrafadores em Portugal e Espanha. No sector dos vinhos, a Guedes & Russo tem uma parceria técnico-comercial com a Enoapoio. Tudo indica que o mercado do bag-in-box continuará a crescer também pelo lado das máquinas, quer no sector dos vinhos, quer noutros sectores.

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Protegidas com filme estirável, as paletes seguem para o armazém.

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bag-in-box

Água de emergência Como assegurar o abastecimento de água potável em situações de emergência? Como garantir que a água chega a cada residência com garantia de pureza? As bolsas flexíveis de alta resistência e com válvula, tipicamente usadas no conceito bag-in-box são uma das respostas possíveis. Se os serviços de protecção civil dispuserem de um stock de emergência de bolsas flexíveis, podem enchê-las e distribui-las em situações de emergência. Foi o que sucedeu em vários concelhos na Irlanda no início

deste ano, quando, o mau tempo afectou a rede de abastecimento de água durante duas semanas. Os serviços de protecção civil adquiriram bolsas de 1000 e 15 l no The Packaging Centre de Dublin, distribuidor local da Rapak, e encheram as bolsas com água potável fresca, que foi distribuída às populações. As bolsas estanques evitam o contacto com o ar e esvaziam à medida que o conteúdo é consumido. Para utilização com água, a Rapak utiliza filmes plásticos com menor geração de aromas.

CVR do Dão aprovou BIB O Conselho geral da Comissão Vitivinícola Regional do Dão aprovou a utilização da embalagem “bag-in-box” para os vinhos DOP Dão com a designação “colheita”. A decisão, formalizada no passado dia 12 de Abril refere-se a embalagens de 2 a 5 litros. A CVR do Dão é a entidade certificadora dos vinhos do Dão e de Lafões.

Bag-in-box com aplicações novas Com o objectivo de alargar o mercado da embalagem bag-in-box, a Rapak apresentou na Drinktec dois novos conceitos: máquinas de água fresca para escritórios e bag-in-box para cerveja. A embalagem bag-in-box tem mais de duas décadas (foi referenciada nas primeiras edições da REVIPACK, ainda nos anos 80 do século passado), mas tem alargado o seu mercado graças ao desenvolvimento de novos filmes e complexos barreira e também aos sistemas de enchimento que satisfazem condições de higiene, assepsia e prolongamento do tempo de vida útil do produto. Depois dos vinhos, refrigerantes concentrados, sumos, esta embalagem conquistou outros segmentos e nichos de mercado, com formatos desde os 0,75 até aos 1400 litros. Da embalagem industrial às vending machines foi um salto lógico. Um dos “casos de estudo” foi protagonizado no Brasil pela Embaquim: a venda de iogurte líquido através de máquinas refrigeradas e com doseador adaptado a embalagens bag-in-box. Entretanto, a embalagem bag-in-box está a afirmar-se como alternativa para o segmento dos “water coolers” domésticos e de escritório, desafiando um mercado até agora dominado pelos garrafões de plástico. Os refrigeradores de água 12

“Aqueduct” da Rapak são um bom exemplo dessa tendência. A Rapak defende esta ideia com a maior facilidade de transporte e armazenamento das embalagens, a par com a melhor preservação do produto.

BIB para Cerveja Outra inovação recente da Rapak é a embalagem bag-in-box para cerveja, no segmento do pequeno barril. O sistema é apresentado como adequado para todos os tipos de cerveja e oferece vantagens para mercados de exportação. Um dos primeiros utilizadores do bag-in-box para cerveja é uma empresa de cruzeiros marítimos que decidiu usar o sistema para servir cerveja a copo nos seus barcos.

Para embalar a cerveja em bag-in-box, foi necessária tecnologia especial: primeiro, para retirar o CO2 à cerveja logo após a produção. No dispensador de cerveja, o CO2 volta ser adicionado por uma “Carbonator Box” entre a embalagem bag-in-box e a torneira. Para o mercado dos sumos, os sistemas de enchimento higiénico da Rapak garantem tempos de vida útil entre 6 e 12 semanas após a abertura.

Nova válvula para big-bags A Rapak desenvolveu uma nova válvula integral para a sua gama de IBCs (Intermediate Bulk Containers) de 200 a 1100 litros. A válvula DN50 é adequada para um vasto leque de produtos alimentares e não alimentares, incluindo ovos líquidos, leite creme, assim como detergentes e produtos químicos. A nova válvula foi desenvolvida para facilitar as operações de enchimento e dispensa. O número de componentes da válvula foi redu-zido, mantendo-se, todavia, o dispositivo de segurança para evitar a abertura acidental durante o transporte. O design redondo permite a utilização em qualquer orientação, agilizando o processo de enchimento, abertura e fecho. A válvula pode ainda incluir um clip C para posicionamento

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da válvula em caixas. Os materiais usados têm aprovação CE e FDA para contacto alimentar e suportam irradiação até 25 KGy. Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010


bag-in-box VerticalBag

Bolsas de 2 a 20 l Pioneira no fabrico de bolsas bag-in-box em Portugal, a VerticalBag assumiu a promoção deste tipo de embalagem no sector dos vinhos e também noutros segmentos de mercado. Fabrica bolsas nas capacidades de 2 a 20 l, com várias composições, consoante as características do produto e as propriedades barreira necessárias. A produção já atingiu o limiar das 400 mil bolsas/mês. Para a empresa, é apenas a primeira etapa. Menos Custos de Transporte "O sector dos vinhos foi (litros transportados por camião) naturalmente assumido como Garrafa BIB BIB prioritário, mas está longe de 0,75 l 3l 5l ser o único" - disse à REVIPACK 16 paletes 6.480 l 12.480 l 17.600 l 24 paletes 9.720 l 18.720 l 26.400 l Fernanda Teixeira, sócia-gerente da VerticalBag - "Desenvolvemos também bolsas para outros produtos líquidos e pastosos alimentares. A embalagem bag-in-box tem um potencial muito elevado para todo um leque de produtos. Se considerarmos as vantaOs filmes multi-camadas gens económicas desta embalagem, necessários para a produção podemos prever um crescimento futuro das bolsas são fabricados em muito significativo". Portugal pela Vizelpas. As duas empresas têm sócios Segundo a VerticalBag, o custo do vinho comuns e estão ambas sediadas no parque embalado em bag-in-box é cerca de 64% do industrial de Mide (Lordelo). "Havendo custo do mesmo vinho em garrafa de vidro. produção local de filmes técnicos multiNo transporte, a redução de custos é ainda -camada, justificava-se a aposta no maior. Um camião carregado com o mesmo fabrico de bolsas. É uma actividade número de paletes transporta quase o triplo muito específica, pelo que decidimos do vinho. investir numa empresa autónoma e

Fabricar em Portugal

Vizelpas

filmes multi-camada e embalagens flexíveis Instalada numa moderna nave industrial em Vilarinho, a Vizelpas desenvolve e fabrica filmes multi-camada para embalagens flexíveis. "Temos mantido taxas de crescimento anual de dois dígitos e isso deve-se à qualidade dos nossos produtos e à procura de soluções inovadoras, quer em termos de combinações e propriedades barreira, quer em termos de aplicações" - disse à REVIPACK Modesto Araújo "A embalagem flexível é adequada para contacto alimentar e comporta todas as vantagens do ponto de vista ambiental,

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na medida em que permite embalar mais com menos material. Além disso, os materiais são recicláveis". Para o segmento de mercado das bolsas bag-in-box, a Vizelpas produz filmes multi-camada com diversas estruturas: PELBD/ EVOH/PELBD (polietileno linear de baixa densidade e camada barreira de álcool etileno-vinílico) ou PEBD/PET metalizado/ PELBD. "A escolha da estrutura, da camada barreira, e das espessuras depende do produto que se vai embalar e do tempo de vida útil exigido". A Vizelpas investiu recentemente em novas instalações e na aquisição de uma laminadora e de uma máquina de impressão flexográfica para impressão até 8 cores. "Reforçámos a capacidade de desenvolvimento de novos filmes e de produção de embalagens personalizadas".

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especializada neste tipo de produção" disse à REVIPACK Modesto Araújo, sócio-gerente da VerticalBag. Para além dos filmes da Vizelpas, o fabrico de bolsas inclui a aplicação das torneiras próprias deste tipo de embalagem. As torneiras são, aliás, a única peça importada. "São acessórios muito técnicos, com escasso número de fabricantes mundiais, pelo que preferimos estabelecer acordos de distribuição em vez de produzir" - explicou Modesto Araújo - "Mas à excepção das torneiras, as bolsas são totalmente nacionais. São fabricadas com filmes multi-camada desenvolvidos e fabricados em Portugal pela Vizelpas. Os próprios equipamentos com que a VerticalBag fabrica as bolsas são também eles de origem nacional. As nossas bolsas são competitivas quer em qualidade quer em preço".

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engarrafamento Mecmesin / EGITRON

Testes reduzem custos A utilização de “cestos” de cartão é uma das formas de promover a venda de vinhos, convidando o consumidor a levar um conjunto de garrafas. Estes “cestos” requerem não só boa resistência, mas também um bom desempenho na máquina embaladora. Os cestos são fornecidos espalmados e é necessário que a sua abertura (“armação”) decorra sem problemas tais como encravamentos na máquina, que são a principal razão das reclamações dos engarrafadores. A Mecmesin desenvolveu uma aplicação usando a coluna de ensaios MultiTest-x, permitindo verificar e optimizar a aplicação de cola e o comportamento dos cartões nos equipamentos automáticos. O método de ensaio foi concretizado para cadências de 500 mm/minuto e cargas até 11 N. A Graphic Packaging International foi o primeiro utilizador deste novo sistema e conseguiu reduzir 40% dos custos com reclamações.

rosca ou tampa mesmo tampa twist-off. Também serve para medir a força rotacional necessária para romper indicadores de ruptura ou “selos de inviolabilidade”. Para os produtos que tenham exigência regulamentar de cápsulas à prova de crianças, os testadores são igualmente úteis. De resto, e com os acessórios certos, estes equipamentos podem ter utilidade em aplicações industriais muito diferentes em que esteja em causa medir força rotacional (por exemplo, para medir a força necessária para girar uma maçaneta ou manivela...). Como alternativa aos testadores manuais, a Mecmesin apresenta os testadores motorizados Vortex. A embalagem e a cápsula são fixadas e o ciclo de ensaio inicia-se com a rotação da embalagem, podendo ser medidos os valores de força rotacional máximo, mínimo, médio, etc.. A opção por testadores motorizados proporciona um maior rigor já que se elimina a interferência das variações da intervenção manual.

Testes para bag-in-box A Mecmesin tem igualmente soluções para testar funcionalidades da embalagem bag-in-box, especialmente das tampas doseadoras. Um dos ensaios relevantes é a força necessária para activar o doseador. Neste caso, o equipamento de teste interessa sobretudo ao fabricante/fornecedor das tampas doseadoras. Outro ensaio ainda mais relevante é o que verifica a força de adesão/ selagem entre a tampa doseadora e a película/complexo da bolsa. Ainda que por amostragem, o controlo deste parâmetro permite ao fabricante/fornecedor das bolsas detectar falhas no processo de termoselagem e reclamações devidas a perdas de produto. A Mecmesin está sediada no Reino Unido e os seus equipamentos de ensaio são comercializados em todo o mundo. Em Portugal, os sistemas de ensaio Mecmesin são comercializados pela EGITRON (www.egitron.pt), empresa especialista em soluções para controlo de qualidade e controlo estatístico do processo.

Ensaio de tampas de rosca M.E.P. / EGITRON A opção pelas cápsulas de rosca (screw caps) obriga a garantir que a garrafa é fechada hermeticamente, de forma e evitar perdas e oxidação. Por outro lado, o excesso de força de aperto (torque), pode danificar as cápsulas e transformar a abertura da garrafa numa experiência desagradável para o consumidor. Estes problemas exigem a correcta afinação da capsuladora. A Mecmesin disponibiliza equipamentos de ensaio de força de aperto, com a opção entre sistemas manuais - Orbis e Tornado - e sistemas motorizados - Vortex-d e Vortex-i. Estes equipamentos fazem normalmente parte do acervo de equipamentos de laboratório das empresas engarrafadoras que usam screw caps. O ensaio regular com estes equipamentos permite manter a força de aperto ajustada, evitando problemas e reclamações. Com um sistema manual, basta fixar a garrafa e abrir a cápsula. O Orbis mede a força rotacional (torque) necessária para abrir ou fechar. O mesmo sistema pode ser utilizado para toda e qualquer embalagem (garrafas e frascos de vidro ou plástico) com cápsula de 14

Engarrafamento a baixo custo A EGITRON (www.egitron.pt) representa em Portugal a M.E.P. - Macchine Enoagricole Perugini, empresa italiana especializada na construção de máquinas para engarrafamento de vinhos tranquilos, gaseificados e azeites. A gama de equipamentos semi-automáticos enchedoras, rolhadoras, rotuladoras e ainda monoblocos automáticos que combinam as várias etapas do engarrafamento. Focada no mercado das pequenas séries, séries especiais e baixas cadências, a M.E.P. vende máquinas em várias partes do mundo, especialmente no sector dos vinhos. A simplicidade, fiabilidade e o preço competitivo dos equipamentos construídos pela M.E.P. são os principais atractivos destas máquinas. No programa de fabrico da M.E.P. predominam as máquinas semi-automáticas, mas a empresa italiana também fabrica monoblocos automáticos para pequenas cadências. É o

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caso do monobloco MBL 100, que inclui enchedora e rolhadora, em sistema rotativo, para cadência até 850 garrafas por hora (bordalesas, 75 cl). O monobloco inclui o transportador e o alimentador de rolhas. Trabalha com rolhas de cortiça de 22 a 26 mm de diâmetro e comprimento até 50 mm (diâmetro de 28 mm com mudança de alguns componentes). Construída em inox, a máquina ocupa espaço reduzido (1440 x 1450 x 2360 mm) e pode ser facilmente deslocada. Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010


engarrafamento APE

Despaletizadora fácil Quanto custa a despaletização manual de garrafas de vidro? A despaletizadora é a primeira das máquinas numa linha de engarrafamento, mas, se o que está em causa é uma pequena ou média produção, é das últimas máquinas a adquirir. Não é estritamente indispensável (como a enchedora). Todavia, o custo da despaletização manual é maior do que se supõe: mais do que o custo da mão-de-obra, há que contar com o custo do esforço físico, do desconforto e dos problemas de saúde. A APE, construtor de máquinas e linhas de embalagem de Zevio (Itália), apresentou no SIMEI uma despaletizadora que, a um custo mais acessível, facilita a operação de despaletização. As operações de manipulação das garrafas (pick-up camada-a-camada da palete para a linha de transporte) são comandadas por um simpes joystick. Uma só

Em cima: os segmentosinsufláveis seguram as garrrafas durante o pick-up. Em baixo: rágua de ajuste rápido da distância entre os segmentos.

pessoa pode comandar as operações, sem necessidade de desenvolver esforços. Na realidade, o trabalho do operador reduz-se ao comando da máquina e a retirar os separadores de camadas. Com esta máquina, é possível despaletizar até 6000 garrafas/hora. A preensão das garrafas é assegurada por segmentos de borracha insufláveis. Este dispositivo elimina os problemas do ajuste

garrafa-a-garrafa. Por outro lado, a mudança de formatos é simples e rápida: basta reajustar a distância entre os segmentos insufláveis, operação que é auxiliada por uma régua para cada formato! A regulação para mudança de formato é totalmente automática noutras despaletizadoras da APE. A despaletizadora BABYDEPAL pode também trabalhar com diferentes dimensões de palete.

Monobloco para formar, encher e fechar caixas Com o monobloco TRIO, a APE concentra na mesma máquina as operações de formação da caixa de cartão, inserção das garrafas (pick-up do transportador para a caixa) e fecho da caixa com fita adesiva (em cima e em baixo). A calha de alimentação de caixas admite até 75 caixas de cartão espalmadas (com ou sem separadores internos). Toda a operação é automática e a cadência pode ir até às 3000 garrafas/hora, com diferentes combinações: 250 caixas de

12 garrafas por hora ou 500 caixas de 6 garrafas por hora. A opção monobloco permite concentrar as três operações num espaço muito reduzido, com a vantagem de a mesma máquina poder ser ajustada para formatos diversos.

Rotuladora versátil

Analisador de O2 residual

O sistema Roll-Adhesleeve, apresentado na DRINKTEC (Munique), e referenciado na REVIPACK 202 (página 40) voltou a estar em foco no stand da PE Labellers no SIMEI. Em Milão, o construtor italiano apresentou outra novidade: um sistema de módulos interpermutáveis que permite operar a mesma rotuladora com cola a frio ou com auto-adesivos. A rotação das placas de suporte das garrafas é accionada por servo-motores.

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A APE constrói todos os equipamentos necessários para linhas de engarrafamento, com excepção das enchedoras, capsuladoras e rotuladoras. O programa de fabrico

A Mocon (Minneapolis, EUA) lançou o novo analisador de oxigénio OpTech - O 2® Platinum, especialmente indicado para análise não destrutiva da permeabilidade ao oxigénio. Baseado no princípio da detecção óptica, este novo instrumento pode ser utilizado com embalagens rígidas ou flexíveis, servindo para medir oxigénio residual no interior da embalagem, para detectar fugas ou ainda para determinar a estabilidade do oxigénio ao longo da cadeia de distribuição.

inclui linhas para cadências desde as 3000 gar-rafas/hora até às 12 mil garrafas/hora. A APE é representada em Portugal pela ACAL (Vilar do Paraíso), especialista em equipamentos para acondicionamento de bebidas.

GC monitoriza as impurezas e vestígios de COVs no CO2. É especialmente útil para medir a presença de cloreto de vinilo, aceltaldeído, metanol, benzeno e enxofre.

A gama de instrumentos de medida da Mocon inclui muitos outros instrumentos, entre os quais o PERMATRAN-C® Model 10, que determina o tempo de vida útil de refrigerantes com gás em garrafas de plástico através da análise da permeação de CO2. O teste não destrutivo requer apenas cerca de três horas. O cromatógrafo BevAlert® Model 8900

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engarrafamento Trativi

Tecnologia de filtração tangencial e serviços técnicos para o sector dos vinhos Sediada na zona industrial de Canelas (Vila Nova de Gaia), a Trativi é um nome incontornável na área da preparação dos vinhos para enchimento, e especialmente na área dos sistemas de filtração tangencial. A empresa é reconhecida no sector dos vinhos como especialista nesta área, pelo seu know how e pela capacidade de fornecer equipamentos, serviços técnicos e consumíveis para os sistemas de filtração. Os equipamentos de filtração tangencial fabricados pela Trativi estão instalados em vários países do mundo. Curiosamente - ou talvez não, dada a desconfiança que os portugueses têm de si próprios - os equipamentos fabricados em Portugal exigem mais demonstração da sua qualidade. Em Portugal, os sistemas de filtração tangencial para vinhos são comercializados com a marca Trativi. Noutros países, estes sistemas são comercializados pela Koch Membrane Systems, parceiro tecnológico e comercial da Trativi. "Construímos equipamentos para a Koch e dominamos a tecnologia da filtração tangencial" - disse à REVIPACK o Eng. Francisco Oliveira, sócio-gerente da Trativi - "a garantia que damos pelos equipamentos é a mesma que a Koch dá aos seus clientes". Na área da filtração, a Trativi é mais do que um simples fornecedor de sistemas: é uma empresa de serviço completo que assegura o fornecimento de consumíveis como os cartuchos de pré-filtração, comercializados com a marca Tratipor®. Para muitas empresas do sector dos vinhos, a Trativi é um consultor que resolve problemas.

"As máquinas, grupos e linhas de enchimento, capsulagem e rotulagem surgem como um complemento da nossa actividade principal, para dar resposta às solicitações dos clientes. Sobretudo os que conhecem o nosso know how e serviço técnico pedem-nos também alternativas para o enchimento. Por isso, temos parcerias com construtores de máquinas como a MBF (enchedoras) e a ENOS (capsuladoras e rotuladoras)".

Sistema de Filtração Tangencial Trativi

Grupo de enchimento (MBF)

A MBF é uma empresa italiana fundada pela família Bertolaso, especializada na construção de enchedoras até 6000 garrafas/hora e de grupos que podem incluir enxaguadoras, rolhadoras e capsuladoras. A Trativi assegura a instalação e assistência técnica destas máquinas, bem como a sua combinação/ sincronização com os sistemas de filtração e com as saturadoras automáticas. A ENOS é especialista em máquinas capsuladoras (aplicadoras de cápsulas em garrafas de vinhos) e rotuladoras, com cadências até 3000 garrafas/hora.

"Irracionalmente baratos"

Do tratamento para o enchimento "Estamos na área do engarrafamento, mas a nossa especialidade está no tratamento do produto antes de entrar na enchedora. Sem um pré-tratamento adequado, não há enchimento eficaz nem vinhos de qualidade constante" referiu o Eng. Francisco Oliveira. Completando a fabricação própria, a Trativi tem parcerias com várias representadas, das quais resulta a possibilidade de fornecer soluções técnicas para várias etapas do processo. Para além da filtração, a Trativi fornece sistemas de refrigeração e controlo de fermentação, bem como sistemas de estabilização tartárica. Os sistemas de análise de vinhos WineTest permitem determinar se é ou não necessária a estabilização tartárica. 16

Capsuladora e Rotuladora (ENOS)

Grupo de enchimento e fecho (MBF)

Rolhadora (MBF)

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Conhecedor da realidade do sector dos vinhos, o Eng. Francisco Oliveira é de opinião que "em geral, os nosso vinhos estão a ser colocados no mercado a preços irracionalmente baratos. Estamos a vender os nossos vinhos como quem vende gasosa! O mesmo se passa em Espanha. E isto acontece quer no mercado interno, quer na exportação. Esta situação está a comprometer a capacidade de modernizar o sector da produção e do engarrafamento e está também a afectar a imagem dos vinhos portugueses. Não se constrói uma reputação de qualidade com a massificação dos vinhos a preços que estão longe de compensar todo o trabalho do viticultor, do enólogo e do engarrafador". Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010


tampas e cápsulas

Abertura fácil Super Bock fez 1 ano A Unicer lançou uma campanha publicitária para comemorar o 1º aniversário do lançamento da cerveja Super Bock com abertura fácil. Foi a primeira marca a apostar num tipo de cápsula que embora se assemelhe à clássica “carica” (cápsula coroa), pode ser retirada sem qualquer ferramenta, bastando puxar um anel. A cápsula de abertura fácil está disponível na variante Super Bock Mini, cujas vendas ultrapassaram 20 milhões de litros no primeiro ano.

Plasti-Twist A Silgan White Cap alargou a gama de tampas Plasti-Twist com o lançamento da nova tampa 38CVT, destinada ao enchimento a frio e asséptico de sumos, chás, leite e lacticínios. A tampa é de uma só peça (linerless) e adequada para garrafas de PET, PP e PEAD. Três áreas de contacto (topo, interior e exterior) asseguram uma vedação hermética. O lançamento foi precedido de testes de estanquecidade e desempenho. A tampa suporta pressão até 2,08 bar. Por outro lado, os defeitos de aplicação são bem visíveis, o que contribui para a eficiência no enchimento. A superfície tem acabamento mate, deixando espaço para a impressão de marcas ou logótipos.

A gama de tampas para o sector alimentar passou a incluir dois novos modelos com diâmetro de 63 mm para boiões de boca larga: a tampa 63VHJ, totalmente plástica, e a tampa 63BTO, com aro plástico e disco flutuante em metal. São ambos fabricados nos EUA e indicados para boiões de vidro e plástico para molhos, picles, sumos, amendoins e outros produtos alimentares. A aplicação pode ser feita com as mesmas máquinas das tampas metálicas twist. Para além da banda indicadora de ruptura, a tampa BTO pode incluir o chamado “botão de vácuo” que emite o som “pop” audível na primeira abertura.

Notas à margem

Estarão os vinhos a passar por uma “fase hippie”? Mal refeito de um SIMEI cheio de “rolhas sintéticas” e “bag-in-box”, eis que me chegam outras ideias. Algumas marcas de vinhos espumosos estão a largar as rolhas de cortiça e a usar cápsulas coroa e outras alternativas. Rocio Osborne mostrou no seu blog três exemplos. Num deles, o vinho espumoso é apresentado com cápsula coroa.

Noutro, a cápsula plástica inclui uma espécie de alavanca, para tornar a abertura fácil, e com a particularidade de emitir um “pop” para imitar o som da rolha de cortiça. O conceito foi inventado pela Alcan Packaging Capsules, e baptizado com o nome de “Maestro”. Para levar o consumidor a esquecer o cogumelo de cortiça, imita-se o “pop” da cortiça. Singularidades do marketing da Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010

marca Duval-Leroy. Acrobacias conceptuais deste tipo são recorrentes no mundo da embalagem: inova-se por inovar mas de preferência sem perder a tradição (não vá o consumidor pensar que o Champagne também foi “inovado”). Singular é também o “argumento” usado pelos comerciais da Alcan: é bom haver alternativas porque a cortiça pode acabar. Uma catástrofe ecológica pode deixar os engarrafadores sem rolhas... Ora, como se sabe, este “argumento” inverte a realidade causa-efeito. Catástrofe ambiental seria deixar de haver pessoas a plantar sobreiros por não haver quem compre rolhas. O terceiro exemplo apresentado pelo blogger Osborne é a cápsula “Zork”, uma combinação de um disco metálico, e duas peças plásticas. A ideia apareceu na Austrália e também faz “pop”. No meio dos meus papéis está também outra “alternativa”: vinho em saco flexível, com uma pega e uma torneira! A revelação foi feita pela nossa colega Gill Loubser, da África do Sul. É talvez uma das primeira tentativas de

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vender vinho tinto num stand up pouch (saqueta sempre em pé) e foi concretizada pela Saflite Packaging com um filme muito fino de 3 camadas (12 µm de PET + 112 µm de PET metalizado + 150 µm de PELBD) fornecido pela Astrapak Cape Weappers. A Saflite destaca a redução drástica dos resíduos e das emissões pelo facto de se substituir a garrafa por este saco. Outro aspecto a considerar é a longa duração: como o saco permanece hermético até á última gota, o vinho dura 9 meses. São ideias interessantes, que alimentam a necessidade compulsiva de inovar. Inove-se, então e faça-se destes exemplos casos de estudo. Se me lembrar, vou procurar saber o que foi (será) feito destas ideias daqui a uns anos. Talvez eu esteja demasiado velho para ver tal afronta à garrafa e à cortiça. Ou talvez, o vinho ensacado e o “pop” sintético seja apenas uma “fase hippie” do marketing de vinhos. C.S.C.

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tampas e cápsulas Robino & Galandrino

Tradição, Evolução e Revolução na técnica de capsulagem Até praticamente ao início dos anos 90, as cabeças de capsulagem cumpriam o seu papel sem problemas de maior. O aparecimento de novos materiais, designadamente laminados de vários materiais, criou a necessidade de novos sistemas. Em 1994, a italiana Robino & Galandrino (Canelli, Itália) lançou no mercado novas cabeças de capsulagem com uma construção inovadora, em que a força centrífuga dos roletes é ajustada por molas, permitindo assim a aplicação adequada das cápsulas de materiais mais difíceis. Em Janeiro de 2009, a Robino & Galandrino apresentou novas cabeças pneumáticas com um princípio totalmente diferente em que a pressão dos roletes é gerada por roletes que "incham" apenas durante a fase de elevação

da garrafa. Quando esta desce, o ar é libertado e os eixos que suportam os roletes deixam de estar em contacto com a garrafa. A peça que pressiona o topo da cápsula evita a rotação e protege a cápsula. A pressão pode ser regulada centralmente, de forma fácil, garantindo uniformidade na aplicação das cápsulas. Outro aspecto essencial é a motorização dos roletes, em que a velocidade de rotação é automaticamente ajustada pelo inversor em função da velocidade da máquina, de forma que, independentemente desta, o ciclo de capsulagem tem sempre o mesmo número de rotações. As novas cabeças pneumáticas proporcionam várias vantagens. Desde logo, como a acção dos roletes sobre a cápsula só ocorre na fase da subida da garrafa, há menos atrito

WeLoc com dobradiça

Drop-Top

Tampa dispensadora Inventada por Aron Clarkson, StarOne Group a tampa Drop-Top é um dispositivo que mantém uma parte do produto alojada no interior da tampa até ao momento do consumo do produto. Ao rodar a tampa, a substância é libertada para o interior da embalagem. O potencial de utilização é vasto, desde a simples mistura de aromas até aos produtos farmacêuticos sensíveis que só podem ser misturados na altura de serem ministrados. Pós grãos, tabletes efervescentes, gases ou mesmo líquidos podem ser utilizados com a tampa Drop-Top. Mais, cada tampa pode ter uma, duas ou mesmo três compartimentos. A tampa é formada por duas peças injectadas. Uma delas destina-se a alojar o produto ou ingrediente a misturar e é

Os “clips” WeLoc PA 220 e PA 320 passaram a ser fabricados com uma dobradiça. Esta alteração de design aumenta o tempo de vida útil dos “clips” e melhora a higiene e limpeza, sobretudo em utilizações repetidas. selada. A tampa pode ter diâmetro entre 30 e 150 mm. Recentemente, o conceito Drop-Top foi adaptado para ser utilizado em latas de bebidas, onde poderá ter interesse, por exemplo, para o segmento das bebidas com suplementos nutritivos. O StarOne Group está a procura de empresas que queiram explorar este conceito e capitalizar as vantagens da ideia. Mais informação pode ser obtida no endereço www.theDropTop.com (usando a password: TDT 56789).

Tampas em PE verde A partir de 2011, as embalagens de cartão da Tetra Pak poderão ter tampas fabricadas com “polietileno verde” produzido pela Braskem (Brasil). A nova matéria-prima é tecnicamente PEAD (polietileno de alta densidade), mas é produzida, 18

e menos risco de se perder o brilho da cápsula. Por outro lado, a pressão pode ser regulada centralmente durante a produção e as novas cabeças implicam menos manutenção. A Robino & Galandrino é um dos principais especialistas europeus em máquinas automáticas para aplicação de cápsulas em garrafas de vinhos e outras bebidas. A representação em Portugal é assegurada pela Patrick Thompson.

não a partir do petróleo, mas da cana-de-açúcar (cana - etanol - etileno - polietileno). A Braskem iniciou a produção à escala comercial já em 2010, na fábrica de Triunfo (Rio Grande do Sul). O contrato assinado com a Tetra Pak prevê o fornecimento de 5 mil toneladas/ano, a partir de 2011. Esta quantidade representa cerca de 5% das compras de PEAD da Tetra Pak e cerca de 1% das suas compras totais de matérias-primas plásticas.

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Chá seguro Para garantir a autenticidade dos seus chás, a Royal for Herbs (Egipto) passou a utilizar uma fita de abertura e segurança fornecida pela Payne (Reino Unido). A fita tem impressão visível que indica a marca e autenticidade do produto, mas é difícil de replicar devido a efeitos de segurança não visíveis.

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etiquetas

Krones nas mangas elásticas A Krones (Neutrabling, Alemanha) está a desenvolver uma nova máquina para aplicação de mangas elásticas segundo a tecnologia “Triple S”, da CCL Industries (Canadá). A nova máquina deverá ser apresentada ainda em 2010. As mangas “Triple S” são fabricadas em PEBD (polietileno de baixa densidade), têm elasticidade até 30%, superior às mangas retrácteis, e são especialmente vantajosas para decoração de embalagens mais curvilíneas de vidro ou de plástico. São compatíveis com processos de enchimento a quente e podem ser impressas até 10 cores, com várias opções (impressão reversa, propriedades anti-risco, alto brilho, metalizado, UV, etc.). A CCL Industries, com 59 fábricas e 5700 trabalhadores é um dos maiores produtores mundiais de etiquetas auto-adesivas e mangas elásticas e retrácteis. A Krones é um dos principais construtores de linhas de engarrafamento e embalagem.

Marcas combatem contrafacção O SECUPRODUCT da 3S Simons Security Systems é mais uma solução para combater a contrafacção de produtos. Consiste numa marcação microscópica de um código de cores (SECUTAG) que permite distinguir os produtos genuinos dos produtos contrafeitos. Pode ser aplicado em produtos e materiais tão diferentes como calçado, peças metálicas, vidros, plásticos, etc.. Os códigos podem ser aplicados manualmente (em pequenas séries) ou com aplicadores automáticos integrados nas linhas de produção. Os micro-códigos SECUTAG são conhecidos e usados desde há 15 anos. A cada empresa utilizadora corresponde um código de cores individual.

Impressora laser com módulo RFID A impressora laser Lexmark T654 (monocromática) pode ser equipada com um módulo opcional RFID UHF para gravação de etiquetas RFID. A impressora laser pode trabalhar com formatos de 5 cm x 7 cm até 21,59 cm x 35,56 cm e as “tags” RFID podem ser colocadas no sentido longitudinal ou transversal.

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etiquetas Eikon

Mais eficiência na produção de etiquetas auto-adesivas Especializada na produção de rótulos e etiquetas auto-adesivas desde a constituição (1996), a Eikon - Centro Gráfico, SA. tem mantido um crescimento contínuo, com uma carteira de clientes diversificada que inclui os sectores da alimentação, a cosmética, os vinhos, etc.. A actividade produtiva reparte-se por duas fábricas, ambas em Terrugem, onde dispõe de capacidade de impressão até 7 cores, combinando a tipografia rotativa, a flexografia, a impressão digital, a estampagem a quente e a frio, o verniz UV. Na passagem do século, foi pioneira no investimento na impressão digital. Actualmente, dispõe de duas máquinas HP Indigo, que permitem impressões variáveis e personalizadas. As etiquetas podem ser fornecidas ao cliente em bobina, folha-a-folha ou em "banda de arrasto". A diversidade e possibilidade de combinar várias tecnologias de impressão e acabamento é uma das vantagens com que a Eikon se tem afirmado no mercado. Ao longo dos anos, a empresa recebeu numerosos prémios e menções honrosas pela qualidade de impressão de rótulos e etiquetas.

Mercado exige Qualidade

"O mercado da etiqueta auto-adesiva é um mercado de proximidade" - disse à REVIPACK António Ramalho, Administrador da Eikon - "Estar próximo do cliente não é apenas estar mais perto - é ter capacidade de resposta rápida e isso exige uma grande flexibilidade nas capacidades de produção e um planeamento adequado".

Em 2002, a Eikon decidiu informatizar o controlo de produção e recorreu à Sistrade, software house portuguesa especializada em soluções ERP para a indústria gráfica. "Precisávamos de uma aplicação que nos permitisse gerir de forma mais eficiente o nosso parque de máquinas e encurtar os prazos de execução. Optámos pela Sistrade não só pela solução que ofereceu, mas também pelo potencial de desenvolvimento. Fomos o primeiro utilizador na área do "narrow web" e contribuímos para o desenvolvimento do Sistrade©PRINT nesta área. Desde então, temos instalado as várias actualizações e continuamos a contar com o suporte da Sistrade" - referiu António Ramalho.

O factor proximidade não impede a empresa de exportar. "Cerca de 30% da nossa produção é exportada indirectamente, com os produtos dos nossos clientes. A exportação directa é, em regra, pouco significativa. 2009 foi excepção já que a exportação atingiu cerca de 15% da facturação. A prioridade da equipa comercial da Eikon continua a ser o mercado interno".

Num mercado caracterizado pela intensidade da concorrência, os clientes "são, felizmente, cada vez mais exigentes e selectivos. As empresas que planeiam as suas produções e que têm prazos a cumprir não podem estar dependentes de etiquetas de qualidade duvidosa e que não chegam na data prevista. Mais tarde ou mais cedo, os clientes acabam por seleccionar o fornecedor que garante qualidade e prazo". Com a escolha criteriosa dos papéis auto-adesivos, a capacidade de impressão e os sistemas de controlo de qualidade e inspecção em linha, a Eikon posiciona-se na "linha da frente" do mercado da etiqueta auto-adesiva.

Gestão eficiente da produção com Sistrade® Print

O ERP Sistrade© Print é uma solução completa para empresas de impressão e fabrico de embalagens. Reune um conjunto de funcionalidades, tais como: orçamentação e cálculo detalhado dos custos de um orçamento, comparativos de cenários de custos, simulação de quantidades a mais, gestão de cortantes e gravuras de qualquer tipo de trabalho, workflow para aprovação de orçamentos, aplicação de margens e análise económica/financeira do orçamento, gestão electrónica de documentos, envio electrónico do orçamento, resumos exaustivos dos custos etc.. A estrutura modular do ERP Sistrade© Print proporciona ao utilizador a escolha da configuração mais adequada ao seu caso. Tal como a Eikon, que foi pioneira no seu sector, numerosas empresas nacionais e estrangeiras do sector estão a utilizar o ERP Sistrade© Print para aumentar a eficiência na gestão da produção. 20

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etiquetas

Etiquetas que resistem a 400 °C As etiquetas GRAPHIPLAST® 7948 resistem a temperaturas até 400 °C, pelo que dão às indústrias metalúrgicas uma alternativa viável para a identificação de produtos. Podem ser usadas impressoras térmicas standard, o que significa que é possível usar os códigos de barras, bem como códigos alfanuméricos e mesmo grafismos/logotipos, e interligar as impressoras com o sistema informático (ERP) da empresa. As etiquetas auto-adesivas são fabricas pela S+P Samson (Kissing, Alemanha). Siderurgias como a ArcelorMittal, Gerdau e ThyssenKrupp utilizam este material.

Da customização ao braille com jacto de tinta A PackageLine é uma solução de personalização em aplicações de impressão comercial, embalagem e etiquetagem. Baseia-se na tecnologia de impressão por jacto de tinta gota-a-gota da Atlantic Zeizer e permite adicionar dados variáveis às embalagens ou etiquetas, de forma completamente automática. A linha inclui os transportadores e sistemas de alimentação, módulos de impressão por jacto de tinta de alta resolução (OMEGA) e lâmpada UV. A cadência pode ir até aos 120 m/minuto, assegurando a resolução de 720 dpi. Consoante as necessidades, a PackageLine

pode ser equipada com diferentes módulos de impressão, incluindo o módulo GAMMA 70 para impressão por jacto de tinta a cores. Neste caso, a resolução é de 360 dpi e a velocidade 24 m/minuto, com largura de impressão até 70,5 mm. Para impressões a uma só cor mas com graus de cinzento, a Atlantic Zeizer propõe o módulo DELTA 105 UV, que porporciona 600 dpi, largura máxima de 105 mm e velocidade até 120 m/ minuto. A PackageLine também pode executar escrita braille, com o módulo BRAILLEJET e o sistema de inspecção BRAILLEVISION.

1,5 mil milhões 4 etiquetas por palete impressora-aplicadora ZPA 2313 da Zetes pode aplicar até 4 de etiquetas EP Aetiquetas por palete. É um dos desenvolvimentos recentes da marca MD, do grupo Zetes. Fabricada em Espanha, a ZPA 2313 adapta-se a qualquer fim-de-linha com paletes e assegura a impressão e aplicação de etiquetas conformes com a norma GS1128 (ex-EAN128). O software de gestão de etiquetas incluído no sistema permite controlar em tempo real a situação do ciclo de etiquetagem, assim como partilhar dados com o sistema de gestão (ERP, WMS, ...) da empresa.

A Checkpoint Systems vendeu mais de 1,5 mil milhões de etiquetas EP (Enhanced Performance, desempenho acrescido), utilizadas no comércio retalhista para segurança electrónica contra furto em cosméticos e vestuário. A alegação de “desempenho acrescido” advém da maior capacidade de detecção e da possibilidade de aumentar a distância entre antenas à saída das lojas. Estas etiquetas são também mais pequenas, e não reactivam após a saída da loja. Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010

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rótulos Gráfica Calipolense

Prestígio na produção de rótulos Como se explica que uma pequena gráfica local, localizada fora dos grandes centros urbanos, atinja uma posição de destaque no mercado dos rótulos de papel? A Gráfica Calipolense, de Vila Viçosa, transformou a localização periférica numa vantagem. É praticamente impossível que algum consumidor português não tenha visto e tocado rótulos produzidos por esta empresa. A Gráfica Calipolense é um dos principais fornecedores das indústrias engarrafadoras de vinhos, águas, cervejas e refrigerantes. Quando se faz a retrospectiva da indústria gráfica em Portugal, sobressaem as estratégias de especialização como ponto comum a todas as empresas que tiveram êxito. José Carrasco é conhecido no sector como um dos empresários gráficos pioneiros nessa estratégia. Quando José Carrasco assumiu a continuidade da pequena gráfica familiar, fez a aposta decisiva na tecnologia offset e na produção de rótulos de papel. "A impressão de rótulos tem exigências muito especiais, quer em termos de produto, quer em termos de quantidades" - disse à REVIPACK o Sr. José Carrasco, administrador da Gráfica Calipolense - "Nos primeiros anos, constatámos que as indústrias engarrafadoras tinham necessidade de um fornecedor que fosse capaz de assegurar quer as grandes tiragens, quer tiragens mais pequenas. A aposta tinha que ser feita não só em capacidade de impressão e acabamento, mas sobretudo em organização e em capacidade de resposta. Os rótulos têm que ser entregues aos clientes nos prazos certos e cada vez mais curtos. As rotuladoras não podem parar".

Tecnologia de última geração Para consolidar a posição líder no mercado dos rótulos de papel, a Gráfica Calipolense evoluiu na tecnologia offset e investiu em equipamentos de última geração. A sala de impressão é exemplar, com várias máquinas Heidelberg Speedmaster CD, caracterizadas pela alta cadência e pelos tempos curtos de preparação e mudança de trabalho. A empresa completou recentemente mais um ciclo de investimentos, que incluiu mais uma destas modernas máquinas de impressão offset. "Para se estar no mercado dos rótulos como fornecedor de referência, não há outro modo: ou se tem equipamento fiável, rápido e flexível, ou não vale a pena. O nível dos clientes vai aumentar. A capacidade de resposta tem que estar à altura" - disse José Carrasco.

Organização A norma NP ISO 9001:2000 foi adoptada na empresa em 2001 e o sistema de gestão da qualidade foi certificado em 2001. Em 2003, a empresa obteve a certificação do sistema de

gestão da segurança e saúde no trabalho segundo a norma OSHAS 18001:1999. O controlo da qualidade, a produção limpa e a aparente simplicidade com que se executam processos e fluxos complexos são bem visíveis a qualquer visitante da Gráfica Calipolense. A sala de impressão é, aliás, visível a partir dos escritórios... Mais do que as máquinas, José Carrasco enaltece as 60 pessoas que trabalham na empresa. "Temos uma equipa jovem, cuja dedicação e competência reverte a favor dos clientes e do prestígio da empresa. Eles têm sabido adaptar-se à evolução tecnológica, às exigências de qualidade e à necessidade de cumprir os prazos de entrega". A organização reflecte a combinação da estrutura familiar com a profissionalização. A 4ª geração está totalmente envolvida na empresa. Antonieta Carrasco, economista, é responsável pelo Departamento Financeiro, Elisabete Carrasco, formada em gestão de empresas, é responsável pelo Departamento de Produção. Gonçalo Galrito, designer gráfico, é responsável pelo Departamento de Pré-Impressão. Rui Coelho, formado em engenharia alimentar e enologia, é responsável pelo Departamento de Qualidade Gráfica.

Empresa completa A Gráfica Calipolense é autónoma em todas as etapas do processo de produção de rótulos. A produção é servida pelo armazém devidamente preparado para papéis de rotulagem.A sala de pré-impressão está equipada com hardware e software de design e conversão gráfica e com a mais recente tecnologia de produção de chapas offset directamente a partir de ficheiros de computador (CtP, computer to plate). O último ciclo de investimento traduziu-se na instalação de uma Heidelberg CtP Suprasetter 105 MCL com tecnologia de laser térmico e capacidade para produção até 40 chapas/hora. 22

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rótulos

Na sala de acabamento, destacam-se as três linhas de corte automáticas e ergonómicas e os sistemas automáticos de grupagem e embalagem. "A etapa do acabamento é tão importante quanto a impressão" disse José Carrasco - "Desde logo, é necessária uma alta precisão de corte, para garantir a rotulagem automática sem problemas. Em segundo lugar, é necessário acondicionar correctamente os rótulos para que cheguem ao destino intactos. Em terceiro lugar, os rótulos são preparados e acondicionados de modo a tornar fácil a sua colocação nos alimentadores das rotuladoras automáticas". A secção de corte inclui ainda máquinas específicas para corte e acondicionamento de rótulos com geometrias especiais, gargantilhas, etc..

Exportação Dispondo de um parque de máquinas de alta cadência e flexibilidade, a Gráfica Calipolense

Calipolense Calipolense é a designação atribuída a todo o natural de Vila Viçosa. A origem do nome gentílico vem do grego kalós (bela) pólis (cidade) e é natural que os romanos tenham chamado Cali Polis (cidade bela) a Vila Viçosa. André de Resende escreveu em latim e referiu-se a Vila Viçosa como "Callipole". O mundo está cheio de "cidades belas", como Callipolis na Calábria (Itália), a Gallipoli turca, banhada pelo mar Egeu, ou até Callisburg no Texas! Platão, em "A República" referiu-se a Kallipolis como cidade ideal, utopia.

tem vindo não só a consolidar a sua posição no mercado nacional, mas também a conquistar mercados de exportação. Tem clientes em vários países europeus, com destaque para a Espanha. "Temos sido visitados por empresas que procuram alternativas com garantia de qualidade e prazo de entrega. A imagem da empresa viaja com os rótulos dos nossos clientes".

Na busca da origem etimológica, também se encontra "cale", palavra celta para designar porto ou enseada. O nome de Portugal baseia-se numa redundância - Portus Calem - dividida pelo Douro entre Porto (Portus) e Gaia (Cale). Salústio (sec. I a.C.) referiu uma "Cales Civitas" na foz do Douro. A "Cale" celta e romana está, portanto, relacionada com cidades ribeirinhas. Um navio de "grande calado" exige um porto de águas profundas. Santiago de Cáli, na Colômbia, fica junto ao rio Cauca, mas a origem do nome deve estar relacionada com Calima (divindade ameríndia, referenciada no filme O Planeta dos Macacos). O cinema (Indiana Jones e o Templo da Perdição) também nos mostrou o ritual Thughee dedicado a Kali-ma (divindade hindu). Vila Viçosa está longe da costa e nenhuma relação tem com tais divindades ou rituais. A origem do seu nome gentílico só pode estar mesmo relacionada com a beleza que impressionou celtiberos, romanos, árabes, visigodos,... e todos quantos a visitam. A Gráfica Calipolense é, por conseguinte, a Gráfica da Cidade Bela.

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codificação e etiquetagem MGS

Impressão até 200 mm de altura nos dois lados da caixa ou em duas linhas independentes Os novos sistemas MultiLine MX da Weber Marking Systems respondem à necessidade de simplificar e automatizar a impressão/codificação de produtos e caixas de cartão. O sistema MultiLine MX destaca-se pela sua versatilidade. Permite alturas de impressão de 50 mm, 100 mm ou mesmo 200 mm, com uma ou duas cabeças de impressão interligadas. Pode ser instalado para a impressão de dois lados do produto ou caixa, até uma altura de 100 mm de cada lado. Um só sistema com duas cabeças de impressão também pode ser instalado para codificar produtos ou caixas em duas linhas independentes, com produtos e impressões diferentes e também com velocidades diferentes. Apesar de controladas pelo mesmo sistema, cada

Impressão com 200 mm de altura, com duas cabeças no mesmo lado da caixa Impressão dos dois lados da caixa

uma das cabeças opera de modo completamente independente e ajusta-se automaticamente às variações de velocidade do transportador. O sistema pode trabalhar em qualquer direcção e é compatível com linhas de alta velocidade (até 200 m/minuto). Podem ser programadas impressões com comprimento até 1000 mm. Entre as aplicações típicas para os sistemas MultiLine MX está a impressão de caixas de cartão canelado ou resmas de papel. As capacidades de impressão incluem texto, datas, horas, códigos alfanuméricos, informação variável, logotipos e códigos de barras, com uma resolução vertical de 192

dpi e resolução horizontal de 100 a 300 dpi. A distância entre o controlador e as cabeças de impressão pode ir até aos 25 m, o que confere uma maior liberdade na instalação. As cabeças de impressão podem ser fixadas ao respectivo suporte pelo fundo ou pelo lado direito. Para definir os layouts de impressão, o sistema MultiLine MX é fornecido com o software iDesign. Os sistemas de jacto de tinta Weber/Geset/ Mark-O-Print têm comercialização e suporte técnico assegurados em Portugal por MGS - Sistemas de Etiquetagem.

Impressora-Aplicadora para alturas variáveis A impressora-aplicadora de etiquetas Legi-Air 5300 LSA foi especialmente desenvolvida para linhas de produção ou centros logísticos em que é necessário etiquetar caixas com alturas variáveis, com transportadores a alta velocidade. Graças ao novo accionamento eléctrico linear (LSA significa Linear Servo-Electric Applicator), é possível duplicar ou triplicar a velocidade, comparativamente aos sistemas com accionamento pneumático: a nova máquina é capaz de imprimir e aplicar até 60 etiquetas por minuto, mesmo que as caixas que se apresentam na estação de etiquetagem tenham variações de altura até 500 mm! A altura da caixa é detectada por um sensor que transmite a informação ao aplicador de etiquetas para que este actue em função da altura e coloque a etiqueta com a precisão requerida. Para obter o elevado dinamismo, 24

as peças móveis da máquina são fabricadas em materiais mais leves. O accionamento servo-eléctrico tem também menor consumo de energia comparativamente aos dispositivos servo-pneumáticos. A impressora-aplicadora Legi-Air 5300 tem construção modular e pode ser configurada consoante as necessidades de cada aplicação. Para além das várias opções de dispositivos de aplicação de etiquetas, pode incluir módulo de verificação de códigos de barras. O écran com idioma configurável permite uma visualização local, mas a impressora também pode ser operada remotamente. Por outro lado, o alimentador de etiquetas tem dimensões maiores, para reduzir ao mínimo as pausas para reposição/mudança de rolos.

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codificação e etiquetagem Identipor

Ink Jet subiu 44% A Identipor registou em 2009 um aumento de 44% das vendas de sistemas de codificação por jacto de tinta da marca EBS. Segundo Francisco Vasconcelos, este aumento “é o resultado de uma forte aposta neste sector, em que contamos com a qualidade e fiabilidade dos equipamentos da nossa representada EBS Ink-Jet Systeme GmbH. Por outro lado, a confiança dos clientes reflecte a qualidade do serviço prestado pela Identipor”. As novas impressoras EBS 6200 e EBS 6200P contribuiram fortemente para o aumento das vendas da Identipor, assim como a impressora portátil EBS 250, um exclusivo desta marca.

EBS 6200 As impressoras EBS 6200 baseiam-se na tecnologia de jacto de tinta em contínuo (CIJ, continuous ink jet) e são indicadas para codificar embalagens em movimento nas linhas de embalagem, sem contacto (distância até 30 mm entre a cabeça de impressão e a embalagem). Usam tintas não pigmentadas e diferenciam-se das impressoras de outras marcas pelo facto de não necessitarem de ar comprimido. Basta a alimentação eléctrica e a programação. Permitem marcar grande variedade de materiais, incluindo superfícies macias ou porosas e formatos não planos como cabos, tubos, etc.. A projecção das gotículas de tinta é determinada por foto-célula. Nos casos em que o transportador se desloca a velocidade variável, pode ser instalado um sensor opcional para ajustar a projecção de tinta

à velocidade. A altura máxima de impressão pode ser de 16, 25 ou 32 dots, podendo imprimir-se até 4 linhas numa só passagem. Para além dos caracteres, numerações várias, as impressoras EBS 6200 são ainda capazes de executar códigos de barras (positivos ou negativos) e gráficos (graças a um conversor integrado no software). O sistema de controlo é compatível com PC e o software EdGraf corre em Windows. Para além da transferência de dados para PC e da interligação com balanças automáticas, as impressoras EBS 6200 também podem ser ligadas com quaisquer outras impressoras EBS numa rede controlada centralmente com o software InkNet.

EBS 7100 As novas impressoras EBS 7100 são compatíveis com todos os tipos de suportes, incluindo os que exigem tintas pigmentadas. Incluem limpeza automática da cabeça de

ARCA e SATO combinação de resistência Uma única máquina de impressão SATO combinada com uma aplicadora automática ARCA atingiram um valor de referência de 100 milhões de etiquetas, num total de 2700 km de impressão. Este nível de fiabilidade e resistência vem ao encontro das necessidades das aplicações industriais em que é necessário assegurar a impressão e aplicação de etiquetas durante longos períodos, sem falhas mecânicas. Nos sistemas de impressão e aplicação (print and apply) em tempo real, cada etiqueta é impressa imediatamente antes de ser aplicada, podendo incluir dados variáveis e específicos. Estes sistemas permitem trabalhar em linhas de produção com mudanças frequentes de produtos, alterar rapidamente o conteúdo das etiquetas, e utilizar informação variável como: data/hora, prazos de validades, nº de lote, contadores, etc.. A impressão em tempo real exige sistemas robustos e rápidos. Por seu turno, a aplicação das etiquetas pode ser executada com vários tipos de aplicadores: faces superior e 26

laterais de caixas planas, para faces frontal ou posterior, em L, ou em U, aplicação de duas etiquetas por embalagem, ou ainda para etiquetagem de paletes. Os equipamentos ARCA e SATO são distribuídos em Portugal pela Identipor (Porto), que assegura a venda, o suporte técnico e o fornecimento de consumíveis. A Identipor fornece soluções configuradas de acordo com as necessidades, incluindo

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sistemas de aplicação automática de etiquetas com impressão em tempo real, sistemas de aplicação automática de etiquetas pré-impressas e sistemas de impressão de etiquetas (impressoras de mesa, para operação off line).

Serviço assegurado

As soluções de etiquetagem baseadas em impressoras Sato e aplicadoras Arca tem a vantagem do serviço assegurado. Com experiência e capacidade de integração em múltiplas aplicações, a Identipor está preparada para proporcionar aos seus clientes soluções adequadas para os sistemas de etiquetagem e para os registos de rastreabilidade. Dispõe de uma gama completa de conectividades, soluções de mobilidade e variedade de modelos compactos ou industriais de alta cadência. O fornecimento é completado com a garantia de prazos de entrega de consumíveis e com os serviços de manutenção on site. Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010


codificação e etiquetagem impressão e têm baixo consumo de solvente (3.12 cm³/h a 20°), o mais baixo da sua categoria. São especialmente indicadas para linhas de alta velocidade, mas estão disponíveis a preço competitivo. Vários aspectos técnicos foram introduzidos para facilitar a utilização: um só comando para as operações de arranque, limpeza e paragem; pré-aquecimento e estabilização térmica da tinta; válvula de paragem automática; cabeça de impressão resistente ao choque e com um LED estroboscópico para ajuste preciso da gota; controlo automático da viscosidade da tinta e ajuste automático ao “tempo de vôo” da tinta; sistema hidráulico integrado em mono-bloco com os três filtros principais directamente acessíveis para uma manutenção mais simples; etc.. Podem efectuar marcações com matriz de 5 a 32 pontos, caracteres de 1,5 a 12 mm de altura e 1 a 2 linhas (3 e 4 como opção). De referir também a biblioteca de mensagens com elevada capacidade, as

Dispensadores de etiquetas

funções integradas de contador, calendário, criação de logótipos, orientação da impressão, gestão de altura e largura de caractere - disponíveis num controlador com écran táctil de 6 polegadas com visualização WYSIWYG. No que respeita à conectividade, as impressoras EBS 7200 estão equipadas com ligações USB, Ethernet, RS-232C e RS-485 como opção.

A Identipor tem uma gama completa de dispensadores de etiquetas auto-adesivas. Trabalham com rolos de etiquetas pré-impressas e destinam-se a todas as situações em que as etiquetas são aplicadas manualmente, designadamente no processamento de encomendas, comércio retalhista, etc. A gama da Identipor inclui dispensadores manuais portáteis e de mesa, eléctricos de mesa, eléctricos de bateria e ainda dispensadores de bateria com impressora. Os vários modelos permitem trabalhar com as larguras de 30, 70, 110, 150 e 250 mm. Adaptam-se automaticamente ao comprimento da etiqueta e também podem funcionar com etiquetas transparentes.

Grande caractere

Na área da codificação com grande caractere, há a destacar as novas impressoras EBS 2500, para marcação de caixas, e as impressoras portáteis EBS 250. As impressoras EBS 2500 imprimem a alta resolução sobre caixas de cartão, incluindo textos, logotipos e códigos de barras. São equipamentos robustos e fiáveis para instalação em linha.

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As “pistolas” de jacto de tinta EBS 250 são um exclusivo desta marca. Com total autonomia (sem fios), permitem codificar todo o tipo de superfícies, com grande grau de liberdade, como se pode ver no filme de demonstração disponível em www.revipack.com (escrever “jacto de tinta portátil” no campo de procura).

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embalagem farmacêutica Markem-Imaje

Codificação Laser multi-linha e multi-idioma com gestão centralizada A solução de codificação instalada na Schering Plough Farma (Cacém, Portugal) é um exemplo do potencial da tecnologia laser e do sistema Control Center na Markem-Imaje. Com uma produção anual na ordem dos 13 milhões de unidades, a Schering Plough Farma exporta cerca de 70% da sua produção para 27 países diferentes, o que implica a necessidade de codificar em múltiplos idiomas. Até 2008, as sete linhas de embalagem da empresa estavam equipadas com três tecnologias de impressão: gravação em relevo para os tubos de alumínio e para as caixas de cartão, marcação a quente para as etiquetas e jacto de tinta para os frascos. A conformidade com a norma 21 CFR Part II (rastreabilidade) e a necessidade de adoptar o código Datamatrix levaram a empresa a procurar outra solução, aproveitando a oportunidade para reduzir a diversidade de tecnologias, mas, ao mesmo tempo, aumentar a flexibilidade. A opção acabou por recair

sobre a tecnologia laser da Markem-Imaje. Foram instalados 5 codificadores laser 7031 com possibilidade de serem utilizados nas 7 linhas da Schering Plough. Nas imagens podem ver-se os tubos de alumínio e as caixas de cartolina com três linhas de texto e os códigos Datamatrix marcados a laser. A introdução das mensagens e códigos a marcar em cada um dos cinco codificadores laser é feita num posto de trabalho central - o Control Center, equipado com a solução Pharma Center, plenamente conforme com a

norma 21 CFR Parte II, para garantir o controlo de acesso, a rastreabilidade, o registo de todos os eventos e a assinatura electrónica. Para além da instalação do equipamento e do respectivo software, a Markem-Imaje assegurou à Schering Plough o apoio técnico em todas as etapas de qualificação/validação do equipamento.

Romaco

Máquinas para o sector farmacêutico Na feira Pharmaintech 2010 (Bolonha, 11 a 14 de Maio), o grupo Romaco (Itália e Alemanha) apresentou duas novas encartonadoras, uma enchedora de tubos e uma enchedora asséptica para líquidos. As duas encartonadoras têm construção ergonómica (facilidade de acesso dos operadores) e baixo ruído, graças ao revestimento plástico dos componentes de accionamento e à utilização de venturi, em vez de bombas de vácuo. A encartonadora PC 4000, de operação contínua, atinge cadências até 420 caixas por minuto.

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A encartonadora Promatic P 91S, de operação intermitente, chega às 140 caixas por minuto. A Unipac U 2060 é uma enchedora de tubos (plástico ou alumínio, de 60 a 270 mm) com cadência até 70 unidades/min.(em função da densidade e viscosidade). Com uma área de apenas 1,2 m2, a máquina tem oito estações de enchimento.

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A enchedora Macofar VF 24 garante assepsia no enchimento de pequenos frascos, em conformidade com as GMP para enchimento em sala limpa Classe A. Indicada para produtos biofarmacêuticos, a máquina assegura cadências até 24 mil frascos/hora.

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embalagem farmacêutica MGS

Pharmacube TT: rastreabilidade com tecnologia HP

Codificação DataMatrix, Verificador, Rejeição Automática e registo em base de dados - todas as funções integradas num só equipamento.

Na indústria farmacêutica, não basta dispor de sistemas capazes de aplicar códigos Data Matrix - é também necessário verificar e validar os códigos e registar a informação em base de dados. Numa abordagem convencional, estas três tarefas são asseguradas por equipamentos distintos. O Pharmacube TT (em que o TT representa "track & trace") é um sistema integrado para codificação e rastreabilidade de embalagens de produtos farmacêuticos que combina, num só equipamento, as funções de codificação dos produtos com o código ECC Data Matrix, o verificador de códigos, um dispositivo de rejeição de embalagens com código não conforme e o sistema de captação de informação para base de dados. O coração do sistema é o codificador ink jet Compactline Cube da Mark-O-Print (empresa do grupo Bluhm/Weber). O sistema imprime os códigos no topo ou no lado da embalagem, garantindo conformidade com a norma GS1. O sistema de jacto de tinta baseia-se na tecnologia HP, o que significa

Controlo total nas linhas de toalhetes A Optima (Schwaebisch Hall, Alemanha) apresentou uma solução avançada para garantia de higiene na embalagem de toalhetes (tecidos não tecidos). O conceito TQCC (Total Quality Coding & Control Centre) combina as funções de verificação do número de toalhetes por embalagem (por controlo de peso), detecção de partículas metálicas (ferrosas e não ferrosas), codificação, rejeição de produtos com defeito e processamento estatístico. O TQCC é operado a partir do écran de controlo da linha.

que toda a operação e a reposição de tinteiros é rápida, fácil e limpa. Logo após a codificação, o código é inspeccionado e lido por uma câmara. Só as embalagens com códigos conformes passam às etapas subsequentes. Para além da informação impressa nas embalagens, o Phamacube TT regista a informação relevante numa base de dados, de modo a permitir a rastreabilidade dos produtos. O Pharmacube é um sistema de jacto de tinta térmico com prestações indicadas para a indústria farmacêutica. O sistema inclui funções de gestão de "contas de utilizadores", bem como de controlo do sistema de validação dos códigos. Com o Pharmacube TT, a indústria farmacêutica pode assegurar a codificação e rastreabilidade dos seus produtos em conformidade com as GAMP (Good Automated Manufacturing Pratices). A comercialização e suporte técnico dos sistemas Pharmacube são assegurados em Portugal pela MGS - Sistemas de Etiquetagem, Lda..

Teste de luvas As luvas usadas em sistemas “isolator” e RABS (Restricted Access Barrier System) requerem testes de integridade/estanquecidade e respectiva validação. A solução tradicional consiste em testar as luvas já na área estéril. A Bosch procurou uma alternativa, apostando no teste e validação offline e fora da área estéril. Deste modo aumenta a disponibilidade das linhas já que só entram na área estéril as luvas previamente testadas e nenhum outro ensaio é necessário nessa área. O equipamento KHD 1000 inclui o processo de teste GloveFIT, que começa por uma estabilização destinada a assegurar que todas as luvas vão ser testadas na mesma condição, independentemente da sua

“história”. Depois são submetidas a pressurizações sequenciais. Orifícios a partir de 100 micrometros são detectados por pressão diferencial.

Filmes para blister farmacêutico Os filmes de poliéster Pentapharm® kpVantage™ são a mais recente evolução da gama de filmes da Klöckner Pentaplast para embalagem blister de uso farmacêutico. Podem ser utilizados em monofilme ou combinados com outros filmes, consoante as exigências do produto em matéria de propriedades barreira. Não requerem alterações nas máquinas de blister. Podem ser moldados (termoformagem) a temperatura mais baixa, com economia de energia.

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embalagem metálica LUSOFORMA

qualidade, serviço e inovação Com o aumento da capacidade produtiva, a reestruturação fabril e logística, a Lusoforma consolidou a posição de líder no mercado da embalagem de folha de alumíno. Está presente nos principais segmentos de mercado deste tipo de embalagem, cresceu e ganhou escala ibérica. Bernardo, Marcos e Gonçalo Teotónio Pereira explicaram à REVIPACK como é que a empresa encara o futuro. Os últimos anos foram de mudança. A transformação em SA e aquisição da Trainalda foram “sinais exteriores” da estratégia de crescimento e de competitividade. “A embalagem de alumínio teve que enfrentar grandes dificuldades devido à má informação sobre o uso em microondas. A pouco e pouco, os consumidores começaram a comprovar que essa informação era incorrecta” - disse à REVIPACK Bernardo Teotónio Pereira, administrador da Lusoforma - “Depois, à medida que o mercado se abriu para a embalagem de alumínio, surgiram novas dificuldades. Portugal começou a ser assediado por fabricantes estrangeiros como mercado para escoamento de excedentes de produção, o que contribuiu para a degradação dos preços. Face a isso, a Lusoforma seguiu duas linhas estratégicas: primeiro, apostar nas embalagens de qualidade e valor acrescentado; segundo, adaptar a capacidade produtiva e comercial para ganhar posição também nos segmentos mais competitivos e com preços mais degradados”. Para concretizar esta estratégia, a Lusoforma aumentou a capacidade fabril e investiu em equipamentos de produção a alta cadência, que permitem à empresa ter prazos de execução de encomendas cada vez mais curtos.

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Tecnologia e serviço O domínio total da tecnologia de transformação da folha de alumínio é uma das características que distingue a Lusoforma. A maior parte das máquinas que moldam as embalagens de alumínio - desde as formas mais pequenas até aos tabuleiros rectangulares são de concepção própria e com elevado grau de automação.”Temos uma fábrica flexível e não estamos dependentes de tecnologia externa. Sabemos o que podemos fazer com o nosso parque de máquinas e temos a possibilidade de concretizar rapidamente um novo formato. Temos uma gama muito diversificada de produtos e a capacidade para alargar essa gama com novos formatos”. As várias células de produção de embalagens de alumínio incluem a recuperação automática das aparas de folha de alumínio destinadas a reciclagem. A produção obedece aos procedimentos de um sistema de gestão da qualidade certificado ao abrigo das normas ISO 9001. A variedade do programa de fabrico inclui os segmentos da padaria e confeitaria, a indústria alimentar, a embalagem de serviço para churrasqueiras e estabelecimentos que fornecem “refeições para fora”. “A Lusoforma fornece as embalagens devidamente agrupadas, embaladas em filme e devidamente etiquetadas, facili-

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tando a distribuição e garantindo a protecção contra contaminações ao longo do circuito de distribuição. Só assim podemos corresponder às necessidades dos utilizadores finais e dos grossistas e estabelecimentos cash & carry que distribuem estas embalagens” - referiu Gonçalo Teotónio Pereira - “A embalagem adequada e higiénica faz parte do padrão de serviço Lusoforma a que o mercado se habituou e que faz a diferença”.

Exportação A estratégia de crescimento incluiu também a conquista do mercado espanhol. “Foi uma entrada natural, e ainda estamos numa primeira etapa” - referiu Bernardo Teotónio Pereira - “As nossas embalagens já começaram a chegar ao mercado da embalagem de serviço e do catering através de uma das principais redes de lojas grossistas. Sabemos que o mercado espanhol é competitivo, mas temos condições para expandir as vendas também nesse mercado”. O mercado africano é outro dos desafios encarados pela Lusoforma. Nos últimos anos, recebeu vários convites para investir em África. “O eventual investimento numa unidade de produção em Angola continua em estudo” - disse à REVIPACK

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embalagem metálica

Marcos Teotónio Pereira - “Mas há que analisar todas as vertentes de um investimento industrial, quer no que diz respeito à dimensão do mercado, quer no que toca às características da economia”.

Solução para os fornos de pastelaria Especializada na transformação de folha de alumínio, a Lusoforma fabrica também as tampas de cartão, de complexo cartãoalumínio e as tampas de plástico termoformadas . “Continuaremos especializados na transformação de folha de alumínio, mas isso não significa que continuemos a ser uma empresa mono-produto e mono-tecnologia”- disse Marcos Teotónio Pereira - “Temos em curso vários projectos de investigação e desenvolvi-

mento dos quais esperamos inovações importantes para os nossos clientes e para a nossa gama de soluções”. Um desses projectos é o desenvolvimento de embalagens de cartão compatíveis com os fornos de pastelaria. Escusando-se a revelar mais pormenores, a Lusoforma tem vindo a testar diversos tipos de cartão e vários processos de moldação. Os resultados poderão chegar em breve ao mercado.

Investigando novas tecnologias Não é de esperar que uma empresa que opera num mercado altamente competitivo e de margens reduzidas invista em investigação e desenvolvimento. A Lusoforma é uma das honrosas excepções, com o seu projecto de investigação que envolve a aplicação da tecnologia de deformação metálica por campo electromagnético à folha de alumínio. Para este projecto de I&D, a Lusoforma estabeleceu um protocolo com o ISEL, montou um laboratório de testes e investiu em equipamentos para ensaiar uma técnica alternativa para corte e deformação de folha de alumínio. Os ensaios realizados com o equipamento protótipo construído pela Lusoforma evidenciam pelo menos dois resultados. Por um lado, esta tecnologia permite obter um corte preciso e “limpo” da folha de alumínio. Por outro lado, a energia aplicada sobre o material provoca uma deformação metálica permanente (sem memória), diversa da deformação mecânica. Os dois aspectos, que a REVIPACK testemunhou no laboratório de Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010

I&D da Lusoforma, têm óbvio interesse para a produção de embalagens. “A Lusoforma desenvolve um dos poucos projectos de investigação desta tecnologia para a área específica da folha de alumínio. A deformação metálica por campos electromagnéticos está a ser investigada para outras aplicações” - disse à REVIPACK Marcos Teotónio Pereira - “Por enquanto, é investigação pura, sem

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qualquer negócio imediato assegurado, mas a inovação começa assim. Se esta tecnologia vier a desenvolver-se para a produção de embalagens, a Lusoforma estará na linha da frente, manterá a sua autonomia tecnológica e poderá oferecer ao mercado embalagens inovadoras. A Lusoforma quer continuar a crescer e a antecipar o futuro”. 31


embalagem metálica Quality Forma

Embalagens de alumínio para take away, catering e indústria A Quality Forma fabrica embalagens em folha de alumínio, servindo os sectores take away, catering, pastelaria e também a indústria alimentar. Constituída em 2005, a empresa baseou-se na experiência de actividade produtiva desde 1997 e mantem desde então a estrutura de PME. Na base do crescimento das vendas está a preocupação de dispor de um sortido muito alargado e a capacidade de desenvolver e fabricar novos modelos. " Os clientes procuram modelos diferenciados para distinguir os seus produtos. Por isso a nossa gama não pode estagnar. O investimento na inovação é uma constante da nossa actividade"disse à REVIPACK o Sr. Gil Sanches Vaz. "Os modelos mais importantes da gama, isto é, os que têm maior procura, são fabricados pela Quality Forma. Só recorremos à importação de modelos cujas quantidades não justificam a produção própria, como é o caso de algumas embalagens de grande formato".

Qualidade nacional Segundo Gil Vaz, o fabrico nacional justificase pela necessidade de assegurar um serviço mais próximo do cliente, quer em termos geográficos, quer em termos de prazos de entrega. "Os fabricantes nacionais, como

Cafeína A DIS lançou a “Planet Energy Coffee”, bebida energética com cafeína, na Holanda e no Brasil. As latas de alumínio com formato “slim”, de 150 e 250 ml, são fabricadas pela Ball Europe. Com esta bebida, a DIS pretende atingir o grupo alvo entre os 35 e os 45 anos, que não é consumidor típico de refrigerantes.

Easylift™ em 4 diâmetros As tampas de abertura fácil Easylift™ da Crown Food Europe, estão disponíveis em 4 diâmetros: 65mm, 73mm, 83mm e 99mm. A particularidade especial das tampas Easylift™ é a distância entre o anel e a superfície da tampa, que torna mais fácil a abertura. As tampas são destinadas a embalagens de conservas alimentares, produtos lácteos e alimentos para animais. 32

é o caso da Quality Forma, já deram provas da sua capacidade e da sua precupação com a qualidade. Temos que ter capacidade de planeamento para responder às necessidades dos clientes nos prazos adequados. No nosso caso, não temos praticamente momentos de paragem e planeamos quer a produção

WD-40 lança Blue Works Pela primeira vez, a WD-40 Company arrisca declinar a marca com o lançamento de uma gama de produtos. Apresentados em aerossóis, os oito novos produtos para o mercado profissional têm a marca Blue Works, com características e cores diferenciadoras, A empresa optou pela impressão directa, para garantir a permanência da informação necessária ao consumidor durante todo o ciclo de informação. As embalagens são impressas e fabricadas pela Crown Aerosol Packaging North America.

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quer os stocks em função do conhecimento que temos do mercado e dos clientes dos vários segmentos". A Quality Forma vende os seus produtos em todo o País. "Embora a proximidade tenha importância em alguns segmentos de mercado, temos clientes espalhados pelo país e também alguma experiência de exportação, com tendência para crescer. Os nossos modelos podem competir em qualidade com fabricantes estrangeiros". A embalagem de alumínio tem um mercado aberto e concorrencial, com muitas alternativas. A Quality Forma não critica a concorrência, mas é também defensora do fabrico nacional. "Consideramos que a concorrência pode ser benéfica para os clientes, quer em termos de preço, quer em termos de inovação. Em todo o caso, quer os clientes finais, quer os distribuidores devem olhar mais para os fabricantes nacionais. A importação cria sempre um círculo vicioso: importa-se o que não se fabrica e não se fabrica porque se importa. Se apostarmos mais no fabrico nacional, ganharemos a escala para produzir mais, para inovar e para ter condições mais interessantes para todos. Isso passa-se com as embalagens de alumínio e com muitos outros produtos. Portugal é um mercado relativamente pequeno, o que significa que quem trabalha com embalagens importadas será sempre tratado como um cliente pouco importante. Mas para um fabricante nacional, cada cliente é sempre especial". Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010


embalagem alimentar

WEILBABY No rescaldo do alarme a propósito do bisfenol-A (BPA), dos ftalatos e da actividade estrogénica, surgiu nos E.U.A. uma alternativa para os biberões de plástico. O Dr. Andrew Weil, inspirador do “movimento vida saudável” e da “medicina integrada” emprestou o seu nome a um novo biberão, lançado com a marca Weil Baby™. O material de base já não é o policarbonato, mas o copoliéster Tritan™, da Eastman. É um material transparente e brilhante, inquebrável e resistente a lavagens sucessivas e a temperaturas elevadas. “Estou convencido de que criámos o biberão com a máxima qualidade de sempre” - afirma

Steve Schmidt, CEO da Key Baby, a empresa que, desde Agosto de 2009, produz a “WeilBaby bottle” e uma série de acessórios e utilidades para crianças, tais como bocais, taças e chupetas (que os americanos designam “pacifiers”...). É curiosa a apresentação que a Key Baby faz dos seus produtos. A Weil Baby está disponível em vidro e em plástico mas, neste último caso, a empresa prefere falar do Tritan™, “um material não tóxico transparente similar ao plástico”...

Garrafas leves para enchimento a quente Na origem do design das garrafas Skyward™ e Curvy™ não está apenas a estética e o estilo. As duas garrafas PET de 0,5 l são também recordistas de redução de peso: apenas 18,9 g. A Sidel, a quem pertence a tecnologia de produção destas garrafas, estabeleceu novos limites para as garrafas PET heat set, isto é, para enchimento a quente. O gargalo em PET amorfo (não cristalizado) ficou mais leve e suporta as tampas standard para refrigerantes. A base foi reduzida é mais resistente. O corpo das garrafas tem uma estrututura geométrica que compensa as deformações

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por vácuo devido às variações de temperatura. A garrafa Skyward™ tem uma secção quadrada sobre uma secção cilíndrica, uma cintura anti-ovalização e uma área rígida para etiquetagem na base. Na garrafa Curvy™, a rigidez é dada pela cintura anti-ovalização no terço superior, pela geometria torcida e pela série de curvas que absorvem o vácuo (e que também tornam mais fácil agarrar a garrafa). Equipadas com moldes de alumínio, as máquinas de extrusão-sopro que produzem estas garrafas podem ter cadências até às 1800 garrafas/hora.

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Detalhe relevante nestes biberões é a ventilação Breakthrough AirWave™, de uma só peça, que evita a formação de bolhas de ar e as consequentes cólicas e desconforto do bébé. O ar pode entrar mas o leite permanece no interior do biberão.

PE/EVOH/PP As embalagens termoformadas fabricadas a partir de folha coextrudida PE/EVOH/PP são a alternativa lançada pela RPC Cobelplast (Reino Unido) aos tradicionais boiões de vidro. Para além das propriedades barreira, permitem moldação e enchimento asséptico, podem ser usadas em fornos micro-ondas e garantem tempos de vida útil até aos 12 meses. Podem ser transparentes ou coloridas e também podem ter tampas re-fecháveis.

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embalagem alimentar

Queijo Suiço em bolsas Cryovac Jumbo A Von Mühlenen, líder mundial na produção de queijo suíço, usa as bolsas Cryovac® Jumbo da Sealed Air para embalar os queijos de 100 kg exportados para destinos como os EUA ou as Canárias. As bolsas Cryovac são usadas pela empresa desde há 25 anos. As bolsas Cryovac® Jumbo adaptam-se a todos os tamanhos e dão uma protecção eficaz.

DuPont premeia Cryovac A bolsa Cryovac Grip & Tear®, o sistema de Cryovac Mirabella®, e o tabuleiro de EPE (polietileno expandido) Ethafoam® HRC foram premiados pelo júri da 22ª edição do concurso de inovações em embalagem organizado pela DuPont. A bolsa Cryovac Grip & Tear® é uma embalagem de filme retráctil com vácuo, alta barreira ao oxigénio e abertura fácil, proporcionando aos consumidores um uso mais prático e limpo. Estão disponíveis bolsas para pós-pasteurização, bolsas sem barreira para carne de frango e carnes congeladas, bolsas para cozedura, bolsas barreira e ainda a opção Portion-Pull™ que permite tirar o produto por tiras, mantendo as remanescentes frescas durante mais tempo. O Cryovac Mirabella® é um sistema patentado para termoselagem de bandejas para carne fresca. O produto pode alcançar o nível do

bordo da bandeja, o que traz várias vantagens. Desde logo, a altura do tabuleiro pode ser diminuída, o que significa que se economiza material e se podem colocar mais embalagens nas embalagens de transporte e no ponto de venda. Em segundo lugar, o volume de ar dentro da embalagem é menor, o que facilita o processo de criação da atmosfera modificada. A terceira inovação premiada pela DuPont é o tabuleiro Ethafoam® HRC (High Recycled Content) uma embalagem de transporte que incorpora pelo menos 65% de material reciclado e que, sendo mais leve, economiza custos de transporte.

Esterilização por micro-ondas O processo de esterilização por micro-ondas, desenvolvido ao longo de 13 anos por investigadores da Washington State University deverá chegar à sua “fase comercial” dentro de dois anos. O processo, desenvolvido por uma equipa chefiada pelo Prof. Juming Tang, contou com investigadores da indústria e das forças armadas norte-americanas, e já obteve a aprovação da FDA para pasta de batata (está em curso a autorização para outros produtos). O processo consiste na imersão dos produtos pré-embalados em água quente pressurizada e submetida a micro-ondas à frequência de 915 MHz (frequência que ocasiona uma penetração mais profunda que os 2450 MHz dos fornos micro-ondas). 5 a 8 minutos são suficientes para eliminar micro-organismos patogéneos, preservando os nutrientes. O processo não só permite um maior tempo de vida útil dos produtos (2 a 3 anos) como permite uma apresentação bem mais atraente que as conservas tradicionais. Empresas produtoras como Kraft Foods, Masterfoods, Hormel e Ocean Beauty 34

KORTEC

Efeitos de côr A tecnologia de co-injecção multi-camadas da Kortec permite não só elevar as propriedades barreira, mas também obter efeitos coloridos nas embalagens de PET. Apresentada sob a sigla MCGT (Multilayer Color Gradation Technology). As garrafas podem ter ou não camada barreira. A camada colorida pode ser ajustada em função das preferências promocionais do engarrafador. A tecnologia Kortec refere-se ao processo de injecção das pré-formas e pode ser aplicada com PET ou OPP, e diversos materiais com barreira acrescida ou mesmo propriedades de absorção de oxigénio. Actualmente, cerca de 20% das garrafas PET multi-camadas a nível mundial são produzidas com tecnologia Kortec.

Tampas barreira A tecnologia de co-injecção também pode ser aplicada na produção de tampas (cápsulas) para garrafas de sumos, refrigerantes, leite, iogurte líquido, etc.. Em vez das cápsulas de duas peças, o processo permite produzir cápsulas de uma só peça, mas com duas camadas, combinando o material principal com material barreira.

Seafoods e fabricantes de embalagens como Rexam e Graphic Packaging, contribuiram financeiramente para o desenvolvimento deste processo. Nos próximos dois anos, os investigadores vão optimizar o processo, alargando-o a vários produtos e embalagens e tentando criar equipamentos capazes de cadências na ordem dos 50 tabuleiros ou saquetas por minuto.

Software auxilia utilização de absorvedores A Multisorb Technologies (Buffalo, Nova Iorque, EUA) disponibiliza módulos de software para modelação e simulação de utilizações de absorvedores. A gama de produtos da empresa inclui absorvedores de humidade, oxigénio, odores e líquidos. O software permite antecipar as condições de embalagem do produto e seleccionar o absorvedor adequado. Para além dos produtos e do software, a Multisorb também comercializa equipamentos dispensadores.

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embalagem alimentar

Descontaminação por luz pulsada A tecnologia de descontaminação por luz pulsada (ver REVIPACK nº 195, pag 30) pode ser aplicada na descontaminação de tampas, embalagens de iogurtes e pré-formas PET, bem como para a "pasteurização a frio" de xaropes. O novo sistema tem particular interesse para a indústrias de refrigerantes e permite elimiar esporos resistentes aos tratamentos térmicos convencionais (Alicyclobacillus acidoterrestris). A tecnologia de luz pulsada da Claranor tem sido adoptada para a descontaminação de embalagens de iogurtes, com alternativa à irradiação gamma e aos tratamentos químicos. Os sistemas de luz pulsada não geram efluentes e amortizam em menos de 12 meses.

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A descontaminação de cápsulas por luz pulsada substitui a descontaminação húmida com produtos químicos. É adequada para linhas de engarrafamento de águas e proporciona uma taxa de descontaminação de de 3 a 4 log (Aspergillus niger).

Igual eficiência de descontaminação pode obter-se com os equipamentos de luz pulsada para pré-formas PET.

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Um flash de luz, com pico térmico de 160 °C durante 0,3 milissegundos substitui os processos químicos (peróxido de hidrogénio, ácido peracético) e a irradiação (beta, gamma). O processo já foi testado e validado pelo Instituto Fraunhofer (Alemanha) e está disponível para numerosas aplicações em linhas de embalagem, desde o enchimento de líquidos até à desinfecção de tampas (até 70 mil/h). Mais informação em www.revipack.com

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fins-de-linha Indofil

Novo filme stretch hood fabricado em Portugal A Indofil (grupo Plasteuropa) lançou no mercado um novo filme para encapuçamento automático de paletes. Desenvolvido ao longo de dois anos, o novo filme “stretch hood” garante a estabilização e protecção eficaz das cargas paletizadas, com uma das espessuras mais baixas do mercado. Anunciada na REVIPACK, a introdução das máquinas encapuçadoras OMS e LACHENMEIER trouxe ao mercado português um método alternativo aos processos tradicionais de envolvimento estirável e retráctil. Basicamente, o método stretch hood consiste nas seguintes etapas: formar uma bolsa invertida (capuz) a partir de manga de filme, esticá-la e fazê-la descer sobre a carga paletizada e finalmente soltá-la. Não é necessário rodar a palete nem fazer girar o rolo de filme em torno da palete (como sucede no envolvimento com banda de filme estirável). Também não é necessária a operação suplementar de colocação de uma folha plástica no topo da palete para a proteger da chuva e poeira. A adesão do filme à carga paletizada não se obtém por termo-retracção do filme, mas pela memória elástica do filme. No mundo da embalagem, ficou a designação “stretch hood”. Entre nós, ainda se hesita na designação: “encapuçamento estirável”, “manga elástica”, etc.. As mangas de filme estirável necessárias para estas máquinas tinham que ser importadas. Em 2008, a Indofil investiu numa nova linha de extrusão para produzir este tipo de filme. “A dificuldade estava em reduzir a espessura ao mínimo possível e, ao mesmo tempo garantir o bom desempe-

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nho do filme quer nas máquinas automáticas, quer na utilização final. A redução da espessura é essencial quer por razões ambientais (menos material, menos recursos e menos resíduos), quer por razões económicas: para termos sucesso, precisávamos de desenvolver um filme competitivo. Por isso investimos não só em equipamento, mas em desenvolvimento”- disse à REVIPACK o Eng. Saldanha Peres, Administrador do grupo Plasteuropa. Na altura, predominavam no mercado europeu filmes stretch hood com espessuras de 100 a 120 µm. A Indofil definiu como objectivo entrar para o grupo muito limitado de fabricantes capazes de produzir filme stretch hood de 80 µm. Para lá chegar, experimentou e testou várias formulações e relações dimensionais. “Começámos naturalmente com as formulações típicas, baseadas no PE e nos copolímeros EVA” - disse à REVIPLAST a Engª Ermelinda Cunha, responsável pela área de qualidade e desenvolvimento - “mas com a mente aberta para tentar e experimentar formulações totalmente novas. Foi assim que chegámos ao EBA”. EBA é a sigla do etileno-butilo-acrilato, um copolímero produzido em Sines pela Repsol.

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A Repsol teve neste projecto um duplo papel: por uma lado, como fornecedor de matéria-prima, em segundo lugar como “cliente de teste”, na medida em que se prontificou para ensaiar o desempenho do filme nas suas instalações. “Foi uma colaboração exemplar. Graças a ela, a Indofil desenvolveu um filme novo e a Repsol obteve mais uma aplicação para um dos produtos de Sines.”

Abaixo dos 80 µm

“O desempenho dos filmes stretch hood depende de múltiplos parâmetros. As diversas máquinas disponíveis no mercado também colocam desafios aos filmes” - disse à REVIPLAST a Engª Ermelinda Cunha - “Para obter o resultado pretendido, lidámos não só com a formulação, mas também com a relação entre a espessura e a largura da manga. De facto, o filme só é eficaz na protecção da palete se tiver a elasticidade necessária. Se reduzimos a espessura, temos que reduzir a largura para que o

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fins-de-linha filme tenha a mesma capacidade para estabilizar a palete. Numa primeira etapa, reduzimos a espessura a 90 µm. Depois, chegámos aos 80 µm, reduzindo a largura. O filme foi testado e homologado. Também produzimos com 60 µm, continuando a reduzir a largura.Ou seja, nesta linha de desenvolvimento, o objectivo é proporcionar ao cliente a melhor protecção da palete com a menor quantidade de material”.

Aplicações potenciais

O método stretch hood tem vantagens importantes: é quase indiferente à forma da carga, não requer energia para retractilizar o filme e permite impermeabilizar a carga. “É uma excelente solução para a paletização de todo o tipo de produtos ensacados, tais como adubos, rações, produtos químicos, cimentos, bem como para as indústrias de bebidas e, em geral, todas as indústrias que necessitem de ter as suas paletes bem protegidas” disse à REVIPLAST o Sr. Jaime Diaz, Administrador da Plasteuropa - “Graças à colaboração de vários clientes, a começar pela Repsol, ganhámos conhecimento das exigências colocadas pelos

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diversos tipos de máquinas. Estamos convencidos que o conceito do stretch

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hood vai ser adoptado em muitas mais empresas”.

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software Alidata

Software para controlo e gestão da produção de embalagens A indústria de embalagem tem na inovação e no desenvolvimento de novas soluções uma das suas principais características. Isto acontece porque existe uma grande competição entre os materiais utilizados, os processos de produção, os equipamentos e o design que estas embalagens apresentam. Estas indústrias estão sempre em busca de inovações que possam tornar as suas embalagens mais eficientes, funcionais e atraentes, pois isto leva à conquista maior participação no mercado e obriga a concorrência a movimentar-se. Esta dinâmica tem feito da indústria de embalagem um sector de tecnologia e inovação por excelência, onde os lançamentos de novas soluções não param de acontecer. A embalagem tem vindo a acumular funções e a ganhar importância pela sua grande contribuição para o desenvolvimento da sociedade. Na vida das empresas ela passou a ter um crescente protagonismo até se tornar no que ela é hoje: um factor decisivo no novo cenário competitivo dos produtos de consumo. A embalagem tem impacto no negócio, posiciona o produto e é extremamente relevante no processo de escolha realizado pelo consumidor no ponto de venda. Ora, se é um sector onde o resultado final tem esta importância para o negócio, também é natural que os próprios processos produtivos sejam controlados de forma detalhada, mas ao mesmo tempo automatizada. Neste sentido, é imperativo que se utilize um sistema de informação amplo e ao mesmo tempo especializado, que agregue valor a todas as fases do processo produtivo. A estrutura do Software Alidata permite adequar-se a qualquer exigência do cliente. Através de uma interface única, o utilizador controla todas as actividades da fábrica visualizando o estado das áreas operativas e intervindo na configuração de diversos parâmetros. O software Alidata® Gestão de Produção é um conjunto de aplicações que permite controlar todos os processos produtivos, fornecendo informação completa e em tempo real de todos os movimentos efectuados no decurso da produção, permitindo assim o cálculo exacto do preço de cada artigo/componente em função do custo real de fabrico. Esta análise de custos é feita por centro máquina/homem/operação (centro de custo); matérias-primas e desperdícios (refugo ou reaproveitáveis); matérias subsidiárias e por uma tabela de custos indirectos (gerais e fabris). Todas as operações efectuadas nos artigos, bem como as matérias consumidas são guardadas em histórico de forma a viabilizar 38

o rastreio produtivo. •O software Alidata® permite que as empresas possuam uma maior sinergia entre os processos de negócios, pois quanto mais preciso e ágil é o fluxo das informações, maior é a velocidade com que esta informação será processada, o que é essencial para atender a velocidade do mercado globalizado. É uma ferramenta estratégica que auxilia as empresas a terem uma tomada de decisão com mais segurança, pois o software Alidata® é concebido para permitir uma gestão integrada, que facilita a comunicação trazendo ganhos operacionais e estratégicos, deixando mais tempo para o que realmente importa. O software Alidata® utiliza tecnologia de vanguarda para a recolha, transmissão e elaboração das informações relativas à planificação e ao controlo das operações. Ao implementar o ERP Alidata® são agregados aos negócios do cliente conceitos de gestão, integração da empresa, velocidade e flexibilidade na análise de informações, visões rápidas da empresa através de indicadores de performance, consultas, relatórios e gráficos que podem ser rapidamente criados e, se necessário, modificados para representar de forma muito clara a realidade de cada empresa. As análises são muito mais rápidas e confiáveis, o que permite o planeamento e a simulação de novos cenários de forma instantânea, aumentando a produtividade das máquinas e equipamentos, bem como dos recursos humanos. A interface única e a facilidade de parametrização do software Alidata® permitem uma navegação fácil entre todos os módulos, reduzindo o tempo de aprendizagem e o custo de implementação. Permite responder facilmente e à distância de

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um clique quanto custam os artigos produzidos, quais os tempos de produção, os custos de mão-de-obra, a rentabilidade dos equipamentos, entre muitas outras informações absolutamente determinantes para o sucesso do negócio. O software Alidata® viabiliza toda a automatização e consonância entre as áreas de produção e comercial, desde a encomenda até à carga e factura da mercadoria, passando por todo o processo de produção/ transformação dos artigos. Permite controlar a produção a partir do escritório com pontos de informação e recolha distribuídos estrategicamente na fábrica. Está dividido em vários módulos que estão incorporados em duas áreas distintas: uma para ser utilizada no departamento da produção pelos responsáveis e a segunda para utilização na fábrica. Na primeira estão incluídos todos os módulos de gestão e configuração do processo produtivo, definição de artigos, operações, equipamentos, planificação, controlo de custos, históricos, etc. Na segunda, na fábrica, são utilizados os módulos que têm a ver com a visualização e introdução da informação por parte dos operários: dos artigos a produzir, do estado de disponibilidade em que se encontram os artigos e da recolha de dados de produção. O programa pressupõe a existência de uma “ficha técnica” do artigo a produzir e de pontos de controlo. Na recolha da informação de produção, o interface entre o software e o utilizador (na fábrica) é feito através de “quiosques”, com ecrã táctil e um leitor de cartões magnéticos (que identifica a máquina sobre a qual o operador está a inserir dados) ou com ligação directa às máquinas.

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máquinas FROMM

Nova geração de máquinas de cintar A FROMM está a lançar no mercado as novas máquinas de cintar P318, P326, P327 e P330, equipadas com motor de 18 Volts (P318, P326 e P327) e 28 Volts (P330) e bateria de Lithium-Ion. Projectadas para utilização industrial, estas máquinas combinam fiabilidade, facilidade de manuseamento e segurança. Cumprem as normas europeias de segurança EN 415-8 e permitem a utilização das cintas de PET (poliéster) ou PP (polipropileno), com largura de cinta entre os 8 mm e os 16 mm. O novo e reforçado motor de 18 Volts assegura uma força de tensão máxima e uma selagem perfeita e fiável. A bateria de Lithium-Ion proporciona uma autonomia até 600 cintagens (dependendo da qualidade da cinta). O carregamento é rápido e o estado da carga pode ser verificado em qualquer altura. A protecção em borracha e o espaço existente entre a base da máquina e o lado inferior da bateria ajudam a prevenir eventuais danos causados por choque ou impactos na bateria. Os valores de tensão da cinta bem como o tempo de selagem são configuráveis e mantidos, sem risco de alteração provocada por manipulação errada ou involuntária.

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Cintas de poliéster STARstrap™ Estabilidade, absorção de impactos e uma elevada eficiência da selagem são essenciais para o transporte seguro de produtos cintados. As cintas Poliéster STARstrap™-, STARstrap™-plus e STARstrap™ULTRA são recomendadas e fornecidas pela Fromm, devido às suas características, estabelecidas à medida das máquinas de cintar que a empresa fornece aos seus clientes. As cintas de PET oferecem especiais benefícios aos utilizadores. São mais económicas que a cinta de aço e proporcionam uma cintagem mais segura, por vários motivos: ausência de corrosão, elevada absorção ao choque em caso de impactos durante o transporte, manutenção da tensão mesmo quando ocorre diminuição do volume do material cintado, menor risco de acidente de trabalho, etc.. A FROMM - Sistemas de Embalagem oferece aos seus clientes um serviço completo que inclui máquinas de cintar e cintas, de acordo com as necessidades de cada aplicação.

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máquinas Conversor PoE

Infaimon Câmaras uEye de 10 megapixéis A IDS, representada em Portugal por INFAIMON, lançou uma nova câmara da série uEye com um sensor CMOS de 10.6 megapixéis. Este novo sensor de alta sensibilidade proporciona até 4 vezes mais resolução que o standard HDTV. Entre os novos modelos que incorporam este sensor estão as câmaras UI-1490SE e UI-1490ME. A UI-1490 SE é uma câmara compacta a cor com uma resolução de 3840 x 2760 pixéis e saída USB 2.0 enquanto a UI-1490 ME apresenta as mesmas características com a adição de um revestimento industrial de metal com sensor a 90 ° e conectores com fixações concebidos especialmente para ambientes industriais.

Com a câmara é fornecido o software uEye Camera Manager e ainda kit de desenvolvimento de software (SDK) que possibilita a integração com outros programas.

Visão 3D com tecnologia de "Tempo de Vôo " A INFAIMON está a lançar no mercado português a nova câmara 3D SR4000 da MESA Imaging, baseada na tecnologia de "tempo de vôo (TOF-Time of Flight). Esta tecnologia permite obter uma imagem 3D a partir do processo de envio e recepção de luz infravermelha pulsada, determinando o tempo percorrido entre ambos os eventos, e calculando a distância entre a câmara e os objectos visualizados.

A MESA projectou e construiu um sensor de alta resolução do mercado para abranger a maior quantidade possível de aplicações. Entre as inúmeras aplicações que já utilizam esta tecnologia salientam-se: processos de paletização e despaletização, medição de volume, orientação de robôs móveis, seguimento de objectos, aplicações de logística em armazéns automáticos etc.. Nº 204 Jan/Fev/Mar 2010

Visão de interiores A OPTO ENGINEERING desenvolveu uma nova série de ópticas para a inspecção interior de objectos ocos, tais como tubos, condutas, garrafas, peças roscadas, etc.. Com amplo ângulo de visão (>82 °) e design inovador, estas ópticas são compatíveis com uma grande variedade de diâmetros e grossuras.

LED de alta intensidade A CCS aperfeiçoou a série de iluminação LED HLND com novos modelos de alta intensidade luminosa. Os LEDS HLND-SW2 fazem parte da família "chip on board" baseados na tecnologia SMD e apresentam mais do dobro da intensidade dos modelos actuais. A tecnologia SMD permite automatizar a construção dos sistemas de iluminação e baixar os custos da produção em série. Os novos LEDs incluem também um sistema de refrigeração que dissipa o calor.

Novas câmaras Genie GigE Vision A DALSA anunciou o lançamento de dois novos modelos da família de câmaras Genie. As Genie C1280 e Genie M1280 são câmaras de grande qualidade, com resolução de 1.2 megapixéis e baixo custo. São fáceis de utilizar e substituem com grande êxito as câmaras digitais nas aplicações industriais como a inspecção de semicondutores, robótica e controlo de tráfico. A Genie 1280 incorpora um sensor SONY CCD 1/3” e está disponível em modelos monocromático e a cores. Esta série aproveita todas as vantagens da tecnologia Gigabit Ethernet, transmitindo dados através dos cabos standard CAT-5e e CAT6 a distâncias superiores a 100 metros. Tal como o resto das câmaras da série Genie, a M1280 está baseada no standard GigE Vision da AIA para conexão directa da câmara ao PC. As novas câmaras incluem também as bibliotecas de software Sapera LT e também conectores RJ45, ideais para aplicações de robótica.

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O BIT MAXX Gigabit PoE + Splitter, desenvolvido pela CEI e comercializado pela Infaimon, é um dispositivo que converte uma câmara convencional numa câmara PoE (Power-Over-Ethernet). O dispositivo é colocado junto à câmara e estabelece a ligação ao PC (dados e alimentação eléctrica por um só cabo). A utilização do BIT MAXX elimina a necessidade de alimentadores para câmaras além de proporcionar terminais auxiliares. Tudo isso combinado numa estrutura compacta ideal para ambientes industriais.

BOA Visão a cores A Infaimon está a comercializar a versão a cores do sistema inteligente de visão BOA, fabricado pela DALSA. O sistema de visão BOA a cores oferece uma solução efectiva e de baixo custo, sendo útil nas mais variadas aplicações como a identificação de peças em montagens, classificação, contagem e verificação de matrizes de cores. As ferramentas de cor podem ser facilmente adicionadas às funções standard de medição ou identificação do sistema de inspecção. Além disso, foi incorporado o software iNspect Express que permite aos usuários realizar rapidamente testes e está disponível com um emulador completo para desenvolvimento de aplicações offline. O sistema BOA possui um tamanho ultra-compacto de 44mm na forma cúbica e um revestimento resistente IP-67 para a sua instalação nos ambientes industriais mais inóspitos e com limitações de espaço.

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MOVITOOLS® MotionStudio com interface TCI A SEW-EURODRIVE expandiu a suite de Engenharia MOVITOOLS® MotionStudio para incluir a Interface TCI (Tool Calling Interface). Esta interface standard melhora a comunicação entre equipamentos de fabricantes diferentes, nomeadamente controladores e dispositivos de campo, utilizando barramento de comunicação comum (Profibus/Profinet IO). O MOVITOOLS® MotionStudio da SEW-EURODRIVE abrange toda a gama electrónica: conversores de frequência, variadores tecnológicos, tecnologia de accionamentos descentralizados, moto-redutores com conversor incorporado, distribuidores e gateways de bus de campo. É um só pacote de software para todo o processo de engenharia – desde o comissionamento, parametrização e programação até ao contrato, visualização, diagnóstico e comunicação. O MOVITOOLS® MotionStudio, (versão 5.60 ou superior) pode ser utilizado via TCI. A directoria do projecto e o armazenamento de ficheiros do MOVITOOLS® MotionStudio permanecem inalterados e a forma de operação muda ligeiramente. É um pré-requisito que os

dispositivos comuniquem via Profibus DP-V1 ou Profinet IO. Por exemplo, o MotionStudio pode ser chamado directamente a partir do software de configuração da rede Profibus/Profinet. O MOVITOOLS® MotionStudio, é então aberto e a rede pesquisada. Finalmente, todos os equipamentos SEW disponíveis são apresentados na vista de rede. A utilização da interface TCI, permite que diferentes ferramentas de engenharia de diferentes fabricantes sejam executadas usando o mesmo método. Os parâmetros de comunicação definidos na configuração são transferidos para a ferramenta que é executada pelo que, não é necessário repetir qualquer configuração até que o software seja encerrado.

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