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O Distrito

Somos Nós Isaura Morais

Candidata à Comissão Politica Distrital PSD Santarém

Programa Eleitoral O DISTRITO SOMOS NÓS... AS PESSOAS A conjuntura nacional atual, em que vivemos o pior momento do regime democrático, obriga-nos a uma intervenção política mais eficiente, respeitando e apoiando o nosso partido no Governo, mas, sobretudo, defendendo o nosso distrito com todas as forças. Vimos a política distrital como uma tarefa de auscultação das concelhias e dos seus autarcas, levando as suas reivindicações para o partido e poder central. As vivências diárias são apreendidas nas freguesias, nos concelhos e a razão da existência de um Comissão Política Distrital é, precisamente, a da existência de uma estrutura representativa dos nossos 21 concelhos, uma estrutura que saiba ouvir, que saiba pensar o distrito e possa levar os seus problemas, com voz firme e plenamente comprometida com os desígnios distritais, aos centros de decisão. A crise instalada marca cada cidadão com os pesados sacrifícios que todos somos chamados a fazer. Novos desafios se colocam à competitividade regional, ao Estado Social, à sustentabilidade ambiental, ao melhor aproveitamento do novo quadro comunitário que agora se inicia. O PSD tem de saber ouvir cada um dos concelhos, cada um dos parceiros estratégicos, as empresas, os politécnicos, as associações sindicais, os organismos desconcentrados do estado, as IPSS’s, as ordens profissionais e todos os demais agentes associativos, para a concretização duma estratégia global, que sirva, igualmente, para a construção de um programa eleitoral distrital para as próximas eleições legislativas. O nosso distrito tem uma identidade própria, feita de muitas diferenças entre municípios de baixa densidade e outros mais urbanos e populosos, de concelhos com as economias assentes no sector primário, outros mais industrializados, em que os focos mais problemáticos vão desde o emprego, à saúde, à falta de capacidade produtiva e de desenvolvimento económico, entre outros. Há que continuar a dar voz ao distrito. O PSD terá essa missão.

“Porque a política para nós nada significa se não representar a melhoria das condições de vida concretas do povo português.” Francisco Sá Carneiro


OS DESAFIOS ELEITORAIS O próximo mandato da Distrital comportará diversos atos eleitorais, que requerem uma grande mobilização da nossa parte.

AS EUROPEIAS Começamos com as europeias em que temos a tarefa de começar a trabalhar já no próximo dia 23 de Março, dia seguinte ao ato eleitoral, promovendo o debate sobre a importância da Europa, nomeadamente junto dos jovens, fomentando uma boa participação na votação, numa missão de valorizarmos o papel da Europa no nosso quotidiano e no futuro sustentável de Portugal.

AS LEGISLATIVAS Seguem-se as eleições legislativas, em que o nosso objetivo passará pela manutenção do número de deputados eleitos pelo nosso distrito. Queremos entregar ao PSD Nacional um programa para o distrito, abarcando todas as áreas que constituem os nossos desafios e oportunidades. Esse trabalho tem de começar já, com a nomeação de um grupo de pessoas, militantes e não militantes, que possam, com trabalho de auscultação e debate construir um programa forte e que vá ao encontro dos anseios distritais. Não nos cabe a nós, neste momento, definir tal programa ou eixos, porque o PSD tem de se abrir à sociedade, gerar discussão e debate, atrair as pessoas para o seu seio e pensamento. Queremos ser contribuintes líquidos para a vitória do PSD nas eleições legislativas de 2015.

AS PRESIDENCIAIS As eleições presidenciais são também essenciais para o nosso Partido. É muito importante que cada concelho e distrito possam contribuir para a eleição de um nosso militante para este alto cargo, permitindo uma estabilidade governativa, para que Portugal possa sair da situação em que se encontra, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos.

AS AUTÁRQUICAS As eleições autárquicas têm de ser o foco principal da nossa ação. As eleições de 2017 têm de começar a ser preparadas hoje. O poder de um Distrito passa essencialmente pelos seus autarcas, das Assembleias de Freguesia, das Juntas de Freguesia, das Assembleias Municipais, das Câmaras Municipais. São os autarcas os rostos visíveis do PSD, os primeiros embates de todos os problemas. São eles a experiência e o saber-fazer. E a Distrital do PSD tem de fazer um trabalho intenso de formação, de preparação dos nossos companheiros para o ato eleitoral de 2017.

OS EIXOS DO MANDATO 1. AUTARQUIAS /SANTARÉM 2017 O PSD tem uma matriz autárquica muito forte. São centenas os autarcas no nossos distrito. Impõese um acompanhamento próximo da ação de cada um deles, com a disponibilização de informação,


com formação nas áreas principais de atuação autárquica, com a realização de debates e trocas de experiência. Com o envolvimento atempado de muitos cidadãos, com a construção de conselhos locais de opinião, concelhios, como forma de colaboração na governação nos concelhos onde somos poder e realização de oposição informada e construtiva onde somos oposição.

2. COMPETITIVIDADE / PORTUGAL 2020 Os 4 eixos temáticos da programação do quadro comunitário 2014-2020 (competitividade e internacionalização, capital humano, inclusão social e emprego e sustentabilidade e eficiência no uso dos recursos) vão priorizar a internacionalização das empresas e a aposta no desenvolvimento social e humano. Impõe-se que o PSD distrital possa colaborar ativamente nas estratégias – Planos Integrados – das duas comunidades intermunicipais, tentando unir estas duas NUTII, que fazem parte de duas NUTIII diferentes, promovendo uma estratégia concertada, invertendo a tendência divisionista dos últimos anos. O distrito tem sinergias e identidades únicas e muito próprias, que devem ser potenciadas em conjunto. Queremos fazer sessões de trabalho conjuntas, com responsáveis pelas CCDR do Centro e do Alentejo, para apresentarmos candidaturas de projetos distritais, levando a que os nossos municípios possam ser mais competitivos e a nossa região, como um todo, na comparação com outras regiões vizinhas.

“O nosso PSD e o nosso Distrito não precisam de aventureirismos. Precisam de experiência, de saber fazer, de gente que sente cada lugar, cada freguesia, cada concelho num só distrito e diz presente em cada momento.” Isaura Morais 3. DEBATE / A ABERTURA DO PARTIDO À SOCIEDADE O PSD deve ter a capacidade de se abrir á sociedade, recolhendo os melhores contributos. Temos, antes de mais, de fomentar a militância daqueles que já estão inscritos. Temos muitos militantes que constituem referências locais, regionais e nacionais, importando que o Partido possa ser apelativo para todos. E o apelo tem de ser o debate, a troca de ideias e experiências. Vamos colocar o Gabinete de Estudos no centro da atuação política da Distrital. A compor com militantes e cidadãos independentes, o PSD vai ter a capacidade de construir programas sectoriais, de acompanhar a atividade das comunidades intermunicipais, de ter um papel interventivo nas questões políticas centrais da vida do Distrito.

“Nos últimos dois anos andámos na rua, ouvimos os mais necessitados, estivemos ao lado dos empresários e das empresas, dos agentes mais dinâmicos e interventivos, dos autarcas e dos cidadãos.” Isaura Morais 4. INFORMAÇÃO / COMUNICAÇÃO No mandato que agora termina, fomentámos a troca de informação, aproveitando toda a informação a que temos acesso, de âmbito nacional e regional. Os projetos de lei, as medidas governativas e outras informações principais devem ser partilhadas pelos agentes políticos do PSD no Distrito. A base de dados de legislação que implementámos para as eleições autárquicas deve ser reforçada e continuar ativa para melhorar a atividade política dos nossos eleitos. Uma melhor comunicação, com aproveitamento das tecnologias de informação, deve constituir um desígnio para um partido melhor preparado e a falar a uma só voz.


5. FORMAÇÃO O capital humano é a essência e o melhor que o PSD tem. Como partido humanista que somos, a nossa ação deve centrar-se nas pessoas, na sua valorização. Queremos continuar a trazer ao nosso distrito especialistas das mais diversas áreas, governantes e outros técnicos que possam melhorar o nosso conhecimento e gerar opinião. A intervenção política é tanto melhor quanto melhor seja a formação dos nossos quadros.

“A pessoa é a medida e o fim de toda a actividade humana. E a política tem de estar ao serviço da sua inteira realização.” Francisco Sá Carneiro

6. A AFIRMAÇÃO DO PSD DISTRITAL NO CONTEXTO REGIONAL E NACIONAL Tal como tem acontecido até aqui, o PSD de Santarém tem uma missão de ser uma voz liderante, e se necessário incómoda, para a afirmação do nosso partido e da nossa região. O PSD é um partido democrático e essa democracia tem de ser exercida, em primeira mão, internamente. Não queremos ser os porta-vozes do Governo no Distrito como ação principal. Temos de ser, em primeiro lugar, a voz dos lugares, das freguesias e dos concelhos junto do PSD Nacional e do Governo. As medidas do governo têm de ter a participação dos militantes e estes não podem ser chamados a dar a sua opinião apenas no boletim de voto. Queremos ser a ponte, mas com espírito crítico, descomprometido e inovador.

“Quero lutar por uma presença mais visível do distrito nos órgãos políticos nacionais. As estruturas partidárias não podem ser escutadas apenas nos momentos em que é necessário mobilizar os militantes para campanhas eleitorais.” Isaura Morais 7. O FOCO: A JUVENTUDE A Juventude Social Democrata Regional constitui o nosso principal parceiro na atuação política. A qualidade dos seus quadros leva a que em muitos, senão em todos, os sectores da nossa atuação, a JSD tenha de estar ao nosso lado, não para apoiar, mas sim para intervir, para dar ideias, para trazer a juventude às nossas causas. Vamos apoiar as atividades da JSD Regional, e em conjunto com esta estrutura, vamos potenciar a participação dos jovens, quebrar as suas reservas para com a política e os políticos. Estamos preocupados com o desemprego jovem, com o ensino superior no distrito, com a falta de oportunidades com que a juventude se depara. A JSD tem a competência e a qualidade para promover o debate e realizar a intervenção política, de forma autónoma e sem seguidismos, mas com a nossa total disponibilidade e valorização.

8. OS TRABALHADORES Os trabalhadores têm sido os mais fustigados pelas medidas de austeridade. Queremos, em conjunto com os TSD, promover debates com as estruturas representativas dos trabalhadores, com a NERSANT, e com todos aqueles que queiram participar, ouvindo os problemas na primeira pessoa, aproximando os interesses das empresas dos interesses dos trabalhadores, trazendo uma


voz de esperança e informação sobre toda as medidas que se preveem implementar, recolhendo os contributos prévios para que o nosso Governo possa ser assertivo e eficaz na sua ação.

QUEREMOS CRIAR   Fórum Autárquicas 2017 – Grupo de trabalho com exclusiva missão de acompanhar a atividade autárquica e intermunicipal, aconselhar jurídica e politicamente os eleitos e preparar as eleições de 2017;   Grupo de Estudos Europeus – Criar a produção de informação relevante sobre a atividade europeia, acompanhar a implementação do QREN 2014-2020 e difundir informação relevante nestes domínios;   Projeto SANTARÉM 2015 – Criar um gabinete com militantes e cidadãos

independentes para promoção de debates sectoriais no distrito e elaboração do programa eleitoral do distrito para as eleições legislativas.

  Gabinete de Estudos Distrital – Dinamizar este gabinete com a inclusão de militantes

e cidadãos, para debater como temas principais: “Os territórios de baixa densidade” e “A retoma do distrito de santarém e de Portugal no período pós-troika”, entre outros assuntos de relevância distrital.


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