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Edição numero 42, de 06 de Outubro de 2015 Produzido e Distribuído por October Doom Entertainment

#MURRO Conheça mais sobre o som do Muñoz Duo

Entrevista da Semana: Entre Riffs e Guerras Estelares, Braves Face the Devil

#Funeral Wedding

October Doom Festival e outros eventos movimentam a agenda esta semana

Eternal Sleepwalker, do Heavydeath é o álbum resenhado esta semana

#Experimente O Funeral Doom Argentino do Funeris e a October Doom Magazine |1 estreia do Sueco Soijl


Garanta seu Ingresso antecipado AQUI!

2 | October Doom Magazine


SUMARIO:

08

CAPA: #MURRO: O trabalho do Muñoz Duo, que vem com força, densidade e peso, fazendo shows e conquistando fãs pelo Brasil

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Entrevista da Semana: Entre Stoner e Guerras Intergalácticas, conheça o Braves Face the Devil

06 Funeral Wedding:

Resenha do álbum Eternal Sleepwalker, do Heavydeath

10 EXPERIMENTE!

11

O Funeral Doom do Funeris, da Argentina e o Doom Death debutante do Soijl, da Suécia.

Agenda da Semana:

October Doom Festival e mais dois eventos da Abraxas movimentam a cena do Rio de Janeiro Acompanhe as páginas do October Doom.

Facebook.com/OctoberDoomEntertainment OctoberDoom.bandcamp.com Issuu.com/octoberdoomzine octoberdoom@bol.com.br October Doom Magazine | 3


ENTREVISTA: Natural de Fortaleza, Ceará, a banda de Stoner Metal, formada em 2015. é relativamente nova, mas não a subestime, a temática da banda e inovadora no estilo, usando a temática sci-fi, as letras são conceituais e providas de guerras intergalácticas entre civilizações. O instrumental da banda e bem característico lembrando as bandas Mastodon e Baroness e promovendo um stoner de peso. Então, pra vocês, direto do espaço para a October Doom Magazine, Braves Face The Devil

(Adriano Alves. Guitarrista do Braves face the Devil)

Morgan Austere: Antes de começar esta entrevista agradecemos pela oportunidade gostaria de saber quais são as principais influências do Braves Face The Devil?

Adriano Alves: Agradecemos pela oportunidade de mostrar o nosso trabalho. A BFTD tem várias influências e as que mais pesam em nosso som é Mastodon, The Sword, High on Fire e Monster Coyote. M.A: Quais as origens da banda? E sobre a escolha do nome da banda como foi essa escolha? E o que as letras da banda refletem? E quais são os principais problemas que a banda encontra ou encontrou? Adriano Alves: A banda nasceu de fato no começo do ano onde o baixista Hewerson Freitas gostou de algumas músicas que eu tinha feito a Born To Fight e I’m The Executioner onde de começo eu tinha apenas a intenção de compartilhar essas faixas sem a intenção de uma banda, mas ele me 4 | October Doom Magazine

convenceu a fazer uma e que poderia dar muito certo e começamos a produzir as outras duas músicas a Black Wolf e Dead Planet em nosso Home Estúdio. Logo depois em uma conversa com um dos mais conhecidos bateras da cena local Bosco Lacerda ele decidiu fechar o time. O nome da banda Braves Face The Devil (Corajosos Enfrentam O Diabo) já era um nome que estávamos em mente algum tempo onde significa que temos que ter coragem de enfrentar as dificuldades que teremos antes de alcançar nosso objetivo que é viver de música. Bom, a música Born To Fight fala do nascimento de um Deus conquistador na terra, a I’m The Executioner é uma canção sobre uma entidade vingadora, a música tema Black Wolf é uma lenda de uma civilização conquistadora de mundos e a Dead Planet é como se fosse um soldado contando como seu planeta foi destruído pelo Black Wolf. O nosso problema hoje é o tempo de se dividir entre trabalho, família, banda e dessa forma andarmos da forma que gostaríamos. M.A: Braves Face The Devil nasceu na cidade de Fortaleza no Ceará. Qual sua opinião sobre a cena de Stoner no Nordeste e no Brasil? Adriano Alves: Em Fortaleza não há cena de Stoner há uma galera e amigos que curtem e uma meia dúzia de bandas tentando um lugar ao Sol como nossos parceiros do Cocaine Cobras pois o estilo aqui é pouco conhecido, mas Pernambuco e Bahia por exemplo há uma cena crescente e Rio Grande Do Norte é uma referência para nós onde pra gente é uma das maiores cenas do estilo no Brasil, bandas como Monster Coyote que é uma de nossas influências, Son Of A Witch, Red Boots fazem parte de nossa playlist do dia-a-dia. No Brasil vemos que cada vez mais pessoas se interessam em conhecer o Stoner e suas variantes e a cena cresce rapidamente nos dando mais ânimo de descer a lenhada em nosso trabalho.


(Braves Face the Devil. Black Wolf - 2015)

Heavy Metal, Stoner e afins, mas também aqueles que gostam da cultura Nerd e Geek. Esse trabalho continuará a temática Sci Fi, onde estamos desenvolvendo uma história que será contada em um livro que estou escrevendo e as músicas serão baseadas nesse livro e a intenção é que a M.A: Em 2015 a banda lançou Black Wolf e cada álbum lance um livro continuando essa “série analisando um pouco a capa, lembra-me um pouco cantada”. E o que podemos adiantar sobre as músicas o jogo de RPG Starcraft, como foi à escolha da arte é que a sonoridade terá mais influências progressivas do EP? e o álbum queremos deixá-lo mais audível que o Black Wolf e com o peso tão igual quanto. M.A: Novamente agradeço a participação da banda em nossa Zine e gostaria de deixar algum recado para os fãs da banda? Adriano Alves: Recomendo escutar bem alto e de acompanhamento várias loiras geladas. Acesse as páginas do Braves Face the Devil nas redes sociais e acompanhem as batalhas da banda pelo Espaço e pelo Stoner, e boa viagem. @bravesfaceband Facebook.com/bravesfacethedevil Bravesfacethedevil.bandcamp.com

Adriano Alves: Nós queríamos que a capa refletisse no geral essa temática Sci Fi tendo em especial nas músicas Black Wolf e Dead Planet então pedimos a um amigo nosso que desenha muito bem para desenvolver essa arte. (Gleison Santos você é o cara, muito obrigado!!) M.A: A banda toma como principal elemento de composição, temas de ficção como Guerras Intergalácticas. De onde vem esse interesse no assunto, e como vocês inserem isso nas músicas? Adriano Alves: O interesse nesse assunto é por que somos fãs de Sci-Fi, adoramos filmes, jogos e todo tipo de entretenimento de ficção. Inserimos essa temática nesse primeiro trabalho de uma forma que chamasse a atenção de quem é fã dessa temática assim como nós somos e estamos trabalhando em algo grandioso. M.A: Sobre o futuro da banda já existe a possibilidade de um álbum novo? Ou esse processo pode demorar um pouco? Adriano Alves: Já estamos trabalhando no primeiro álbum da BFTD e pode ser que demore um pouco pra sair pois temos a preferência de não lançar de forma independente, pois esse primeiro trabalho não será apenas um entretenimento para amantes do

Braves Face the Devil é: Adriano Alves (Guitarra e Voz), Hewerson Freitas (Baixo) e Bosco Lacerda (Bateria).

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Heavydeath – Eternal Sleepwalker Lançamento: 2015

Selo: Svart Records

Resenha Por Leonardo Reis Lajes, SC. Brasil Colaborador do site Funeral Wedding

O gênero é Doom Death Metal, mas a pegada num Sludge Metal é enormemente perceptível. Assim, logo, a banda sueca Heavydeath apresenta seu primeiro Full-Lenght lançado neste ano de 2015. Depois de tanto trabalho, o resultado foi muito significativo para os membros da banda. O grupo formado por Daniel Moilanen na bateria (Katatonia (live member), Dracena, Lord Belial, entre outras boas bandas), Johan Bäckman no contrabaixo e Nicklas Rudolfsson que comanda o vocal e a guitarra, vem da cidade de Ljungskile, localizado na província de Bohusbanan, próximo à Estocolmo. Partem deste país diversos grupos muito bons, que são internacionalmente reconhecidos, logo, valorizados dentro da cena. Formado no ano de 2013, o trio vem trabalhando duro, com bastante Demo do ano de 2014 e um EP mais uma compilação no mesmo ano, mas enfim, vamos ao que interessa. “Eternal Sleepwalker” é um trabalho interessante, pois sai um pouco do que chamamos de Doom/ Death! As guitarras soam além do que o gênero pode nos suprir. Um som muito arrastado do começo ao fim, dando oportunidade à relevância da importância do contrabaixo, que em certos momentos, tem uma presença legal dentro das faixas. O trabalho conta com sete músicas autorais, sem nenhum cover e muito menos bonus track. As três primeiras canções: “Ascending”, “Road to the Fire” e “Bow Down”, deixam evidente o que citei anteriormente, Sludge Metal miscigenado com Death/Doom Metal. Guitarras com uma mixagem pouco trabalhada, obviamente para dar o som desejado, justamente dentro do Sludge Metal. A partir desse momento, na quarta faixa, “Eat the Sun”, a porrada começa a comer solta! O Doom/Death Metal aparece com potência assustadora. E também salienta-se a participação do contrabaixo, com riffs relevantes, fazendo a faixa soar mais técnica do que as anteriores. A velocidade duplica, deixando de ser um som um tanto estagnado, muito mais objetivo. Ao mesmo tempo que pode-se fazer uma analogia à Black Sabbath, isso por que em certos momentos, os riffs das guitarras soam muito Heavy Metal, aquele executado pelos britânicos. Mas não deixe-se enganar, apenas os riffs dão essa percepção! A melancolia é ainda mais amarga do que se espera. “Eternal Sleepwalker” é uma canção interessante. Misturando vários elementos do Metal (Sludge Metal, Doom/Death Metal, Heavy Metal e um pouco de Hard Rock/Punk). Sendo a quinta canção do álbum e com a importância de carregar o título do trabalho, deve-se prestar muita atenção nesta faixa! Digo isso por que em algumas passagens da canção, dá para sentir de leve o som distorcido do contrabaixo, causando uma leve euforia, até o momento em que o ritmo da música muda levemente também. “Heavy as Death” e “Beyond the Riphean Mountains” fecham com muita grandeza este belo trabalho! O som decai mais ainda em questão de mixagem totalmente suja. Horrorizando mais ainda no bom sentido o trabalho. Vários elementos foram colocados em campo para a produção deste impecável trabalho, que com certeza merece o devido reconhecimento. Bandas vindouras da região sueca dificilmente são de decepcionar, e Heavydeath está nesta relação de bandas que firmarão com êxito o Metal! Tracklist: 1. Ascending 2. Road to the Fire 3. Bow Down 6 | October Doom Magazine

4. Eat the Sun 5. Eternal Sleepwalker 6. Heavy as Death 7. Beyond the Riphean Mountains

Facebook.com/heavydeathofficial Heavydeath.bandcamp.com/


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Vamos esclarecer algumas coisas antes: hoje não tem #MURRO por aqui. Bem, não diretamente hehe Optei por falar de uma das bandas de fora do movimento, mas que nem por isso deixa de ter ligação com a gente. O Muñoz foi a última banda a se apresentar no festival ‘Rock do Deserto’, que integra a agenda do MURRO, em abril desse ano. Apesar dessa edição não ter propagado a ideia de um headliner, após a apresentação dos mineiros de Uberlândia, deixei a casa “A Autêntica” certo de que mereciam a patente para tal posto. Trazendo a conversa um pouco pra dentro do movi, todas as outras bandas daquela noite, integrantes do MURRO, fizeram grandes apresentações. Memoráveis, dentro do contexto da cidade. Um festival que, definitivamente, já entrou pro calendário do som pesado de BH. Veja as fotos e vídeos desse rolé na página oficial do festival, Facebook.com/rockdodeserto Voltando a conversa, o Muñoz é uma dessas bandas da qual me arrependo imensamente por não ter tido a oportunidade de conhecer antes. Ao ver/ouvi-los pela primeira vez no ‘Rock do Deserto’, o resultado pósshow foram 2 semanas ininterruptas escutando esses caras. Show intenso, presença de palco muito forte do baterista, se alinhando aos riffs que não cessam e a ambiência absurda para 2 pessoas -apenas- no palco. SIM, MEUS CAROS! Estamos falando de um duo, esse formato que anda tão em alta no mundo da música. ‘Uma porra de uma dupla tirando um puta dum som’, resumem os comentários sobre a banda após o festival, e com certeza a melhor definição encontrada por esse que vós escreve. Formada pelos irmãos Mauro (guitarra/vocal) e Samuel Fontoura (bateria), a banda/dupla/duo lançou em Outubro de 2014 seu primeiro disco de estúdio, intitulado Nebula. Produzido por Rafael Vaz e gravado no Caverna Estúdio. Para comemorar o aniversário de lançamento do álbum, vamos deixar registrado aqui nosso tardio review. Mas, se isso é a porra de um review sobre o álbum, por que diabos estarei eu gastando seu tempo e paciência de leitura para falar sobre o show? Por que nesse mundo do independente a gente se decepciona muito ao ver um show incrível e, ao chegar em casa, brochar totalmente escutando/vendo o material que a banda disponibiliza. Mas não foi o caso, dessa vez. Amém? Amém. “Nebula” possui 9 faixas, dividas em 44 minutos. Um disco direto na medida certa, com timbres, mixagem e masterização que se encaixam perfeitamente dentro do seu blues/rock/stoner. Fuzz, muito fuzz, uma bateria alá Bonham (atenção pra música Avoid) e um vocal em meio a reverbs muito bem colocados, oscilando entre sons como Black Sabbath dos 70´s, KADAVAR e Soundgarden, Mauro se destaca em suas performances. O disco soa solto, como se gravado ao vivo em simples 12 canais (e como foi? Não sei). Longe das famosas ‘compressões Loudness war’ e fórmulas prontas da música moderna, há algo de visceral, um espírito de garagem nesse primeiro disco do Muñoz, fazendo jus


(Muñoz é Mauro Fontoura e Samuel Fontoura)

(Álbum Nebula. 2014. Muñoz Duo)

a proposta estética e musical que a banda vem traçando desde seu primeiro EP, autointitulado, lançado em 2013. “Nebula”, merecidamente, figurou em muitas listas de ‘Melhores discos de 2014’. O que, obviamente, acarretou em uma turnê intensa para a banda em 2015, circulando em diversas cidades e importantes festivais do país. A banda/dupla/duo mostra que entende e conhece o som que faz, a dose certa e para que tipo de público estão tocando. Pesca-se diversas influências ao longo do disco, mas nem por isso se perdem em farofadas e viagens fora de contexto. Guitarra e bateria vão da psicodelia a porrada forte, e em momento nenhum ‘Nebula’ se deixa cair em monotonia ou clichés. Confesso que tenho certo receio da mesmice quando se trata de uma dupla no comando. Pensamento estúpido! Menos é mais. Sempre. De White Stripes a mais nova banda que adentra o mainstream atual, os ingleses do Royal Blood. ‘Nebula’ é motivo para se bangear, colar na grande do show, tomar uma cerva gelada com os amigos, ou para simplesmente sentar a bunda em frente ao pc e escrever merda em qualquer rede social. FAIXA A FAIXA A rápida ‘Run’ abre o disco, com riffs e vocal que me remeteram muito a Radio Moscow (na verdade, ao longo de todo o disco) no ótimo ‘Brain Cycles’ e Soundgarden do ‘Superunknown’ de 94. Ótima escolha pra abrir os trabalhos. Seguindo com ‘Insect Buzz’, diminuindo a velocidade e aumentando o peso em um quase breakdown, o que mais me chamou atenção nessa música foi certamente a letra, “Endless suffering /Flying up my nose/Rising up alone/ Killing all my illusion/ My faith was so long” . Pesadíssimo, meus amigos! Terceira faixa, ‘Snowball’, música incrível! Bateria

esparradíssima, pratos, muitos pratos. Os papeis parecem se inverter e a guitarra seguir a onda puxada pelos tambores. Quarta faixa, ‘Change My Ways’, quase dá pra dançar e bater cabeça ao mesmo tempo. Poucos dominam o slide, Mauro é um deles. A mixagem poderia ter valorizado um pouco mais os vocais aqui, que se perdem um pouco em meio aos reverbs, e não ganham o devido destaque. Melodia foda! Música que já entrara no primeiro EP da banda, de 2013. Relançada no Nebula. Quinta música, o single, dona de um clipe legal pra caramba, e de uma guitarra que não vai desgrudar de você tão cedo. Aqui sim, aqui os vocais estão aonde deveriam estar. Sexta música, ‘Avoid’, o que eu posso dizer dessa música senão da bateria? Isso aqui é Bonham puro, meus amigos. Vocais, mais uma vez, me lembrando muito o Soundgarden, mas ainda assim, essa música me remeteu muito ao Led. Uma versão 2015 tupiniquim, quem sabe? ‘Fall’, música curta e grossa. Sem papo. Música que menos curti do álbum. ‘Stoned’, variações mil, riffs, muitos deles! Um clima meio soturno, silêncios e ambiências estranhas, tortas. Queria ter tido o prazer de escutar essa música antes de assistir ao show. Isso aqui ao vivo deve ser um absurdo só! Fechando o álbum, ‘One Way Or Another’, uma releitura da música que dá nome ao disco lançado em 71 pela banda norte-americana de hard rock Cactus. Acabaram os adjetivos. Foda! Só isso mesmo.

Facebook.com/duomunoz Soundcloud.com/mu-oz-duo

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#EXPERIMENTE: Funeris

Da cidade de Lima, em Buenos Aires, na Argentina, o projeto One Man Band de Funeral Doom Metal de Alejandro Sabransky (foto à esquerda) tem peso e profundidade assustadora. Funeris, que já tem três discos lançados, é um trabalho maravilhoso de arranjos sinfônicos e soturnos, associado ao vocal gutural de Alejandro. O último álbum, Act III: Bitterness, (foto à direita) lançado em agosto de 2015, já está disponível para compra através da página da banda no facebook, mas mesmo tendo lançado material recentemente, Alejandro já prepara o quarto álbum, que deve ficar pronto no início de 2016. Confira mais do trabalho do Funeris através da página do músico em: funerisband

Facebook.com/

Soijl.

Criado por Mattias Svensson e Henrik Kindvall, Soijl é um projeto novo, formado em 2014, que traz as influências de grandes bandas do cenário Doom Internacional, bem como Saturnus e Nidrike, onde os músicos já tocaram. Na formação de Soijl, Henrik é quem cria as letras e faz os vocais, enquanto Mattias executa maravilhosamente, todos os instrumentos.

O resultado desse trabalho surgiu em setembro deste ano, quando Endless Elysian Fields (foto ao lado) foi lançado através do selo Solitude Productions. O álbum explora muito bem as diversas possibilidades do encontre entre Doom, Death e, em alguns momentos, Black Metal, criando uma atmosfera agressiva e ao mesmo tempo, melancólica, sem ser repetitiva ou extenuante. Nenhuma das músicas do álbum possui menos de sete minutos, mas provavelmente isso não vai importar, pois Endless Elysian Fields é agradável aos ouvidos do início ao fim. Facebook.com/soijl 10 | October Doom Magazine


AGENDA:

Rio de Janeiro. 09/10

Primeiro, no dia 09, sexta-feira, Odradek, I Am The Sun e Letters From se apresentam em mais uma Evil Nights, realizada pela Abraxas. A oitava edição do evento acontece no Saloon 79, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Os ingressos saem por R$20,00 e a casa abre as portas para o público a partir das 20:00 Mais informações em Facebook.com/events/1685055891724016/

Petrópolis. 10/10

Já no sábado, dia 10, a Abraxas realiza em Petrópolis, no Bar Gypsy, mais uma noite daquelas, ainda com I Am the Sun, Letters From, Odradek, e agora, integrando o time, The Mountain Season. A abertura da casa acontece às 19:00 e as entradas saem por R$20,00 Mais informações Facebook.com/events/876438065742727/ October Doom Magazine | 11


10/10 Rio de Janeiro

October Doom Festival Mas pra gente, o final de semana se torna inesquecível com o nosso esperado October Doom Festival. Serão cinco bandas transitando entre Doom, Death, Black e Avantgarde Metal. A noite acontecerá no sábado, 10/10, na Planet Músic, em Cascadura, onde se apresentarão as bandas: As Dramatic Homage, que está com formação nova e se preparando para lançar seu novo álbum Enlighten. Into Spectrum, que finaliza em poucas semanas, seu primeiro full, The Last Rain, que já despertou interesse do público dentro e fora do Brasil. Praga, que está produzindo seu EP e representa o Black Metal nessa noite incrível. Les Mémoires Fall, que aporta pela primeira vez no Rio de Janeiro e está finalizando seu segundo álbum. HellLight, que volta ao Rio de Janeiro pouco depois de um ano desde sua última passagem. A banda trará músicas dos primeiros álbuns, que consagraram a banda e claro, as maravilhas do disco Journey Through Endless Storms, lançado há pouquíssimo tempo. A Planet Music fica na Av. Ernane Cardoso, 66, em Cascadura, RJ. Os ingressos estão disponíveis para compra antecipada à R$25,00 no site da Sympla e no dia do evento a entrada custará R$30. Será uma noite incrível, com venda de material das bandas, camisetas do evento e venda e sorteio de CD’s e camisetas de bandas parceiras. Página Oficial: https://www.facebook.com/OctoberDoomFestival Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/121359651532227/ Ingressos Antecipados: https://www.sympla.com.br/october-doom-festivalmmxv__31708 Compareça e fortaleça a Cena Doom Metal!!

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Expediente: O October Doom Magazine é feito de Amizade, Cooperativismo, Força de Vontade e Amor pelo Doom, Sludge, Stoner e Gêneros afins. Aqui, algumas das pessoas e iniciativas que tornam o ODZ possível:

Editor Chefe: Morgan Gonçalves Edição: Morgan Austere Revisão: Solymar Noronha

Rodrigo Bueno Leonardo Reis Guilherme Rocha.

Fábio Mazzeu • Luiz Z Ramos • Luiz Bueno

• Thiago Rocha • Vitor Verô • Rodrigo Nueva • Vinicius Fiumari • Edgard Guedes • Bruno Gerasso • Rodrigo Reinke • Henrique Parizzi • Merlin Oliveira •

E muitas outras pessoas que apoiam essa iniciativa direta e indiretamente. Obrigado à todos. October Doom Magazine. #FeelTheDoom

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October Doom Magazine. Edição #42 06 10 2015  

Publicação Semanal com Entrevistas, Resenhas, Shows e Lançamentos sobre tudo oque acontece no Cenário Underground no Brasil e o mundo! Downl...