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Lançamentos • Resenhas • Shows • Matérias • Entrevistas e Muito Mais.

Edição numero 35, de 18 de Agosto de 2015 Produzido e Distribuído por October Doom Entertainment

Agenda:

The Winter Night, em SP e Novonada, no RJ são atrações da semana

Funeral Wedding:

Resenha do álbum “Is it a Game?”, dos Russos do

Adfail

Entrevista da semana: Francisco Gusso fala sobre a

vida do/no

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Garanta seu Ingresso antecipado AQUI! 2 | October Doom Magazine


SUMARIO:

Capa: Entrevista da Semana:

Francisco Gusso,

Baixista e Vocalista do Pantanum, em um bate papo sobre a Cena Stoner Doom no Brasil e sobre a Vida no Pantanum.

Foto por Ligia Teixeira Pág. 4 à 6

Crossoverand General Metal IX Evento em Setembro reúne bandas Black Metal em Minas Pág. 6

Funeral Wedding:

Resenha do álbum “Is it a Game?”, do Adfail Pág. 7

Agenda da Semana:

The Winter Night, em SP e Nadanovo, no Rio de Janeiro, movimentam o fim de semana. Pág. 8

Mande sua Sugestão, Critica e Elogio. No October Doom Magazine, você tem vez e voz. Você também pode enviar seu material. Contate-nos. octoberdoom@bol.com.br

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ENTREVISTA:

Por Morgan Gonçalves

Recente na cena Stoner Doom Brasileira, o Pantanum é um trio formado pelos Curitibanos Alexandre Stresser (guitarra), Francisco Gusso (baixo e voz) e Bruno Silvério (bateria) que se reuniu em 2014 com a intensão de tocar música pesada e psicodélicas entre os amigos. Tem como referência bandas mais que tradicionais do Doom Metal como Sleep, Electric Wizard, Pentagram, e claro, o Black Sabbath. Além do “Vol. 1”, lançado em 17 de julho na forma de álbum de longa duração, Pantanum tem registrados um bootleg ao vivo, “Live at 92º”, gravado no bar 92 Graus e um Ep “33 Sessions”, lançado no formato de fita cassete em junho de 2015. Mesmo com relativo pouco tempo de estrada, a banda vem ganhando espaço e admiradores no Brasil o no exterior. Em reconhecimento a esse trabalho, convidamos o vocalista e baixista Francisco Gusso para uma troca de ideias sobre a vida do/no Pantanum. Morgan Gonçalves: Seja bem-vindo, meu caro Francisco. É muito bom ter aqui conosco mais uma banda que vem mudando a cara do Stoner Doom BR. Vamos começar pelo trio. De onde vocês se conhecem e o como é o relacionamento dentro e fora da banda? Francisco Gusso: Primeiramente gostaria de agradecer pelo convite para participar desta edição da revista, ficamos todos muito contentes e animados com a oportunidade. Nós três já somos amigos há bastante tempo. Eu e o Bruno nos conhecemos aos 15 anos na extinta Casa da Ponte que era um tipo de “ocupação” ponto de encontro da juventude punk de Curitiba, lá por 2002... O Alexandre eu conheci mais tarde em 2006, nós dois estudamos na mesma sala na faculdade. Logo a gente começou a colar junto nos roles com os amigos e todos acabaram se conhecendo. Hoje em dia eu e o Bruno trabalhamos como tatuadores no mesmo estúdio, o Caravela Tattoo e o Ale está sempre presente. Nós fazemos bastante coisas juntos mesmo fora do esquema ensaio/show. A ideia de montar uma banda foi mais um motivo para gente se encontrar uma vez por semana para tirar uma pira juntos, se encontrar, beber e tocar.

Foto por Ligia Teixeira

M.G: O sul do país vem se tornando um importante reduto de novas bandas Sludge e Stoner Doom, como

Cassandra, Space Guerrilha e Cattarse, entre outras. Para você, o que mais colabora para o surgimento de bandas do gênero na região e no Brasil? Francisco Gusso: Eu não conhecia praticamente nada dessa cena stoner/doom brasileira antes de começar a tocar com o Pantanum. Eu já curtia o Black Sabbath, Pentagram e Sleep desde adolescente, mas nem imaginava que aqui no Brasil tinha coisa parecida. Para mim o que estava rolando no mundo era só o Graveyard, o Kadavar, essas bandas mais populares da cena stoner internacional. Quando a gente começou a ensaiar e a fazer shows é que eu comecei a conhecer outras bandas nacionais. Eu nem imaginava que existiam bandas como o Saturndust ou o Witching Altar aqui no Brasil, foi uma surpresa muito grande. Aqui em Curitiba então nem se fala. Curitiba nunca foi muito famosa pela sua cena metal. Aqui o que pega na cena autoral underground é som mod, hardcore, folk ou samba. Mas no meu ponto de vista aqui o metal nunca foi muito popular, muito menos stoner ou doom. 4 | October Doom Magazine


Eu não posso falar dos outros estados, mas aqui em Curitiba eu acredito que um dos principais responsáveis pelo fortalecimento dessa nova cena foi a Cassandra. Eles trouxeram um novo conceito para cena na cidade. O Daniel Silveira tem um bar chamado DamaDame, aonde ele organizou e disponibilizou o espaço para muitas bandas que não tinham aonde tocar. Aí a galera se juntou, criaram altos eventos, enfim fizeram a coisa acontecer. Agora a cena esta criando forma, sempre aparece uma banda nova e outros bares estão abrindo as portas para esse tipo de público. Aqui no Paraná você já consegue encontrar várias bandas de altíssima qualidade como a RedMess de Londrina, a DisasterBoots de Guarapuava ou a Marte e a Cassandra aqui de Curitiba, isso falando apenas de stoner, porque se for entrar em outros estilos tem muitas outras coisas rolando, como o ThirdEar que em dois anos de banda já abriu para o Meshugga e estão se preparando para ir tocar pela segunda vez na Euroblast. Eu acho que o que mais colaborou para o crescimento da cena foi o sentimento de companheirismo entre as bandas. Como a cena ainda é muito pequena todo mundo meio que se conhece e se curte. Não tem aquela coisa de competitividade. Todo mundo curte o som uns dos outros, marcam shows juntos, divulgam e não é por “pagação de pau” não, e sim porque as bandas são boas mesmo! Posso te falar que hoje em dia, 50% do som que eu ando escutando é nacional, de bandas atuais e que não perdem em nada para as bandas gringas que a gente estava acostumado a ouvir.

M.G: Até julho, a banda já havia divulgado alguns registros artesanais e participava de shows pela região, mas me parece que depois do debut, houve um “Bum” de exposição da banda. Como vocês tem recebido essa repercussão do álbum Vol. 1? Francisco Gusso: Cara, é muito louco isso porque como eu disse antes, sempre fomos muito desapegados com relação a quem iria ouvir o nosso disco. A intenção nunca foi ser uma banda conhecida. A gente se juntou para tocar e se divertir, mais por esporte do que por qualquer outro motivo. Acho que essa despretensão toda foi importante para gente fazer o som mais verdadeiro possível. Foi uma surpresa a forma como o Volume1 foi recebido pela galera. Muita gente compartilhou o álbum, vendemos alguns discos no bandcamp. Saíram algumas ótimas resenhas falando sobre o álbum em blogs especializado nesse estilo de musica, algumas entrevistas, convites de alguns selos e gravadoras querendo nos lançar.... É interessante que a repercussão fora do Brasil foi muito maior do que aqui dentro. Talvez seja pelo fato do nosso estilo de música ainda não ser muito popular por aqui, mas foi louco o público de fora descobrir o nosso som e curtir. Algumas pessoas gostaram muito mesmo do disco, outras nem tanto. Fato é que nós simplesmente fazemos o som que somos afim de tocar e as pessoas que ouvem tem o direito de falar bem ou mau. Se você bota seu disco no mundo é para ele ser ouvido. Eu fico feliz demais que as pessoas estejam escutando o volume 1. Não interessa se elas compram, baixam na internet, ouvem no rádio, se ela ama ou odeia, o mais importante é que as pessoas escutem porque gravar um disco e guardar ele na gaveta é muito triste. M.G: A sonoridade da banda traz facilmente à memória, bandas como Sleep e Electric Wizard, mas não deixa de apresentar originalidade nas letras e riffs. Como a banda faz essa relação entre passado e a criação de coisas novas? Francisco Gusso: Se você assistir algum dos nossos ensaios um dia vai perceber que a maior parte do tempo a gente fica tocando jams infinitas, totalmente improvisadas e psicodélicas. No meio da loucura toda sempre acaba vindo à tona aquilo que a gente esta mais acostumado a ouvir que são essas bandas que você citou. Geralmente nós gravamos os ensaios escutamos em casa, depois acabamos adicionando um riff ou outro a mais para complementar. A música que eu considero mais quadrada é a Pedrada. Essa eu fiz o riff principal no baixo em casa, depois adicionamos um riff para o refrão no ensaio, um solo no meio e pronto. As outras músicas, como a Electric High, podem ate ter um riff principal, mas a gente não se aguenta e logo mete uma October Doom Magazine | 5


psicodelia no meio. O estado de espírito se altera durante os ensaios e fica difícil manter a sobriedade de tocar músicas muito quadradas e fechadas. A gente gosta mesmo é de viajar no som, improvisar e fazer jams superpesadas para bater a cabeça com vontade! Acho que o segredo esta na espontaneidade de como as musicas surgem. A musica Pantanum por exemplo, muita gente acha estranho o fato dela ser muito parecida com a Snowblind do Sabbath. Ela surgiu de uma jam. Estávamos tocando e viajando no som, de repente a música migrou para um lado aonde ela praticamente exigiu que a gente mandasse um snowblind naquele momento, e se a música pediu não dá para negar. E ficou bom! Era assim que tinha que ser, foi uma coisa meio incontrolável. Até tentamos mudar, mas não tinha como ficar melhor, tinha que ser assim. Quando uma música esta feita, esta feita! As letras são feitas mais para florear os instrumentos. Elas falam sobre temas obscuros, sobre morte e desilusões, mas é por uma opção absolutamente estética. É uma coisa meio Augusto dos Anjos que escrevia umas poesias super grotescas, mas bonitas ao mesmo tempo. Não que sejamos pessoas negativas, que curte o mau, satanismo e o escambau. É uma coisa simplesmente estética, é Doom, é isso que a gente toca. Não tem como tocar Doom e falar sobre por do sol, praia, amor e coração. Não tem nada a ver, não combina.

M.G: Em algumas músicas do Vol. 1, podemos ouvir o que parece ser áudio de um filme de terror. De onde

saiu aquela voz e por que ela? Francisco Gusso: Essas vozes são trechos de filmes do Zé do Caixão. A gente queria passar um climão de terror e obscuridade no disco, tipo o Dopethrone do Electric Wizard que é um disco clássico do stoner/doom. Dai veio a ideia de colocar o Zé do Caixão, ninguém melhor do que ele porque é bizarro, é underground e é brasileiro! Pensamos que seria muito louco um gringo ouvindo uma voz bizarra e sinistra em português sem entender nada. Ao mesmo tempo, é da hora para o público daqui que esta ouvindo a música em inglês e de repente entra aquela voz tétrica em português que traz uma estranheza boa, possibilita uma identificação maior com a música. M.G: Sonar é uma música que se diferencia das demais do álbum Vol. 1. As distorções soam mais longas e o baixo passa uma atmosfera mais densa e melancólica, e com o tempo, vão acelerando e ganhando peso. Por que colocar uma música diferente de todas, e melhor ainda, instrumental, no meio do álbum? Francisco Gusso: A Sonar é uma jam. Ela não é totalmente instrumental, tem uma partezinha vocal que é muito importante para construção dela, mas como ela surgiu de uma jam fica difícil encaixar vocal no resto. No começo o Pantanum era uma banda instrumental. O vocal é algo novo para nós. Eu mesmo nunca tinha cantado antes na vida, comecei por necessidade, porque algumas músicas que a gente curtia tocar pediam partes vocais e não tinha ninguém que fizesse, então eu assumi a posição. Sonar é uma música difícil de tocar ao vivo. Nunca coseguimos executar ela 100% igual ao disco. Depende muito do humor de cada um no dia. A gente quis fazer algo meio Pink Floyd no começo, com uma parte bem lenta e gradativamente ir aumentando a tensão até virar uma piração Earthless com a guitarra moendo no final. É uma música boa, ao vivo o público viaja, mas é difícil tocar porque ela é diferente das outras, não possui uma construção regular. Para mim, a Sonar é a música que mais tem a cara do Pantanum porque se trata simplesmente de uma jam pesada e psicodélica até o talo, que é o que a gente mais gosta de fazer. Mas acho que o Alexandre e o Bruno devem ter uma opinião diferente sobre isso.

M.G: Além de Pantanum, outra banda Curitibana de Stoner/Sludge tem chamado a atenção para o Paraná, se apresentando dentro e fora do estado e ganhando espaço na Cena BR, quando se trata de novas Pantanum Cassandra experiências. Como é a relação entre o Pantanum e Cassandra? Francisco Gusso:

O Cassandra é tipo nossa banda irmã! Eles começaram no mesmo ano que a gente, lançaram o Foto por Ligia Teixeira Foto por Papoula Aniello primeiro disco uma semana depois do nosso. Estamos na mesma sintonia no mesmo tempo. De todos os shows que rolaram do Pantanum até hoje, acho que só o primeiro não tinha eles junto. Se não fosse eles a gente estaria muito mais atrasados. Eu curto muito o som do Cassandra, ver eles ao vivo é uma experiência transcendental. Além disso o Daniel e a Karina são pessoas que realmente se importam com o underground e fazem a cena acontecer. Não é à toa que a banda não para de crescer. 6 | October Doom Magazine


M.G: Quem acompanha a página da banda já sabe que a agenda está movimentada, mas agora, depois do

lançamento de Vol. 1, quais os planos do Pantanum para os próximos meses? Francisco Gusso: Ensaiar mais, compor músicas novas, lançar um video ou um novo Ep, vamos ver... Vai depende das oportunidades que surgirem. Ainda não temos contrato fechado com nenhum selo ou gravadora. Queremos viajar e tocar em outras cidades, em festivais, vai depender das propostas que recebermos no futuro. Enquanto isso, vamos continuar tocando e compondo e a pensar no próximo álbum. Fiquem ligados lá na nossa página no facebook que sempre que houver uma novidade, postaremos por lá. M.G: Este espaço é do Pantanum, para cobrar dividas, mandar abraços, agradecer aos parceiros e convidar o público a se afogar no Pantanum. Fiquem à vontade: Pantanum: A gente queria agradecer as pessoas que comparecem aos nossos shows, ouvem as músicas e viajam no nosso som. Cada dia mais a galera que curte doom/sludge/stoner tem se encontrado e garimpado novas bandas, que levam a outras e por aí vai. Cada vez mais o pessoal esta curtindo as músicas feitas por aqui. Nós, como sempre apreciamos um som autoral, ficamos felizes que a galera esteja apreciando nosso trabalho. M.G: A gente está terminando esse bate papo, Francisco, mas antes de irmos, quero te agradecer por essa oportunidade e parabenizar a banda pelo álbum e pela qualidade do trabalho produzido até aqui. Aos fãs que quiserem saber masi sobre mais essa banda que representa a nova cara do Stober Doom Br, sigam o Pantanum nas redes sociais e no Bandcamp

/www.facebook.com/pantanvm /pantanum.bandcamp.com

Crossoverand General Metal IX Por Morgan Austere

Crossover and General Metal IX está na sua nona edição, evento e realizado na cidade Uberlândia inicialmente tocavam-se bandas de Trash e Death metal. No dia 12 de setembro de 2015 acontecerá a primeira edição do Crossover And General Metal IX Black metal. As atrações do evento são: Agnata Fides banda de Ambient Black Metal, formada em abril de 2014, na cidade mineira de Patos de Minas. Agnata Fides tem um propósito Anticristão e se dissocia de qualquer tipo de vínculo político. A segunda atração é a banda de Black Metal Arelok, de Uberlândia, que começou suas atividades em meados de 2011, com o intuito de fazer um som voltado à temas obscuros e infames... A horda vem ao longo desses anos, construindo hinos aterrorizantes com um toque épico e brutal. A terceira banda a se apresentar é a horda Arbach, foi fundada em 2004, na cidade de Anápolis, foi influenciada por hordas europeias, principalmente da região escandinava, pregando o ódio e a guerra contra o cristianismo e demais religiões, a alienação da igreja e de seus seguidores, erguendo a bandeira do metal negro. E o quarto elemento do evento e a banda Nox Spiritus, formada em meados de 2009, embasada no metal extremo, com letras entoadas em português, que adotam através da magia épica do metal extremo, a possibilidade de demonstração astral da plena energia igualitária entre a razão, Liberdade e a Fantasia. Trilham os princípios trágicos da libertação do maniqueísmo sonoro, oferecendo humildemente Cânticos Sorumbáticos ao lado mais amargo e poético do ser único. Nox Spiritus Facebook.com/nox.spiritus.true Arelok: Facebook.com/Arelok.black.metal Arbach: Facebook.com/arbachhorde Agnata Fides: Facebook.com/AgnataFidesOficial Link do evento: Facebook.com/events/1154934411202625/ October Doom Magazine | 7


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Resenha Por Leonardo Reis

Lajes, SC. Brasil Colaborador do site Funeral Wedding

Adfail – Is It A Game?

Lançamento: Outubro/2014

Selo: BadMoodMan/Solitude-Prod Mother Russia mostrando mais uma vez seu poder de fogo com outro grupo de boa qualidade. Adfail lançou seu segundo trabalho, Is it A Game? Trazendo 12 músicas, um número um pouco acima da média quando se trata de Doom Metal, mas que o grupo soube trabalhar bem não deixando o cd cansativo de se ouvir justamente por saber intercalar bem entre o Death Doom e Gothic Doom. Um dos primeiros pontos positivos do grupo já é posto em evidencia na primeira faixa que é uma intro, “Skies Within”, onde Yury Khlopotov (bateria) mostra um belo trabalho de pedais duplos e essa qualidade é demonstrada pelo álbum todo, sendo uma marca registrada da banda e conseqüentemente do próprio músico. A faixa, “Another Moon” sugere uma leve influencia de My Dying Bride (fase A Map of All failures), no fraseado de guitarra que segue logo após a primeira frase do refrão e não é muito difícil de identificar em outros pontos da música também a mesma influencia. Do meio pra frente do cd a nuance gótica do grupo

fica mais forte e, mas não deixando de lado o Death como deixam claro na faixa, “Dream Of The Astronaut”, uma das melhores e mais poderosa faixa do grupo neste álbum. Como não poderia deixar de ser, vou novamente exaltar a cena Russia/Ucrânia que vem se mostrando um antro incrível para proliferação do Doom Metal e suas variadas vertentes, revelando sempre bandas com excelente qualidade como é Adfail e tantas outras que por aqui já resenhei. Álbum e grupo que vale a pena escutar principalmente pelo belo trabalho do baterista Yuri Khlopotov.

Tracklist: 1. Skies Within 2. Is It A Game 3. Another Moon 4. Shade 5. In The Hands Of Death 6. When Light Turns Black

7. Falling 8. Rain 9. Dream Of The Astronaut 10. Tear For My Little Cloud 11. Me And My Computer Heart 12. The End Of Life

Facebook.com.ADFAIL AdFailBand.bandcamp.com

8 | October Doom Magazine

Foto: metal-archives.com


AGENDA:

Trio Ítalo-brasileiro e mais duas bandas agitando a noite Carioca

Na quinta, 20, no Rio de Janeiro, o Saloon 79 recebe mais uma produção dos caras da Abraxas. Desta vez, o Trio Ítalo-brasileiro Novonada, que se apresenta no Brasil pela segunda vez. Além deles, Psilocibina faz parte do elenco da noite, todos recebidos pelos locais do Electric Goat Combo, que apresenta uma mescla de post/stoner/rock/doom/jazz. Os ingressos para a noite custam R$20 até 21 horas e R$25 depois. A casa abre às 20 horas e fica localizada na rua Pinheiro Guimarães. 79, em Botafogo, Rio de Janeiro. Mais informações, na página do facebook do evento: Facebook.com/ events/112166255798077/

Stoned to Death. A Harmonia entre Stoned Rock e Death Metal Próxima sexta (21/8) tem stoner rock das galáxias em Porto Alegre, na noite Stoned To Death, com as bandas Bloody Violence, Wolftrucker e Space Guerrilla. A ideia é promover a união de estilos entre o stoner rock e o death metal, duas cenas de destaque no underground gaúcho. Onde: Eclipse Bar (Rua José do Patrocínio, 1240 - Cidade Baixa - Porto Alegre) Quando? 21/08/2015 (sexta), a partir das 23h Quanto: Até a meia-noite: R$ 10,00 e Após a meia-noite: R$ 15,00 Apoio: Estúdio Hurricane e O Colecionador Arte: Angelo Boose Produção: Plasmatic Records & Stereo Produtora Haverá banquinha com produtos das bandas e apoiadores, pôsteres, etc. Evento: Facebook.com/events/1512982142327026/

Eclipse Doom Festival: The Winter Night. Edição São Paulo.

Está semana, São Paulo vai parar, com a segunda parte da Tour The Winter Nights, que reunirá três das bandas mais respeitadas da cena Doom Brasileira. No próximo sábado, dia 22, HellLight, Eternal Sorrow e Bullet Course se apresentam no Espaço Som. É um momento especial para as bandas, que estão em processo de lançamento de seus respectivos trabalhos, sendo eles: Journey Through Endless Storm, do HellLight She’s Looking for Flowers Under City Light, do Bullet Course e The House, dos veteranos do Eternal Sorrow. O primeiro evento da turnê aconteceu no início de Agosto, em Curitiba, e agora, se reúnem novamente para o segundo ato, que será na capital paulista Os ingressos custam R$30,00 e podem ser adquiridos na Rua Teodoro Sampaio, 888 (Luthieria), Pinheiros/SP ou com o perfil da produtora Last Time Produções, mas é melhor correr, são somente 100 unidades. O Espaço Som fica na Rua Teodoro Sampaio, 888, Pinheiros/SP há 600m do metrô clinicas e a abertura será casa será às 19:00 horas. Mais informações na página do Facebook do evento: Facebook.com/events/981689881883351/ October Doom Magazine | 9


EXPEDIENTE: O October Doom Magazine é feito de Amizade, Cooperativismo, Força de Vontade e Amor pelo Doom, Sludge, Stoner e Gêneros afins. Aqui, algumas das pessoas e iniciativas que tornam o ODZ possível:

Editor Chefe: Morgan Gonçalves Edição: Morgan Austere Revisão: Solymar Noronha

Rodrigo Bueno Luan Monteiro Leonardo Reis Guilherme Rocha.

Fábio Mazzeu • Luiz Z Ramos • Luiz Bueno

• Thiago Rocha • Vitor Verô • Rodrigo Nueva • Vinicius Fiumari • Edgard Guedes • Bruno Gerasso • Rodrigo Reinke • Henrique Parizzi • Merlin Oliveira •

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E muitas outras pessoas que apoiam essa iniciativa direta e indiretamente. Obrigado à todos. October Doom Magazine. #FeelTheDoom


OCTOBER DOOM SOUND’S 2015 UMA PRÉVIA DO OCTOBER DOOM FESTIVAL

IN ABSENTHIA • LES MÉMOIRES FALL • PRAGA • INTO SPECTRUM • AS DRAMATIC HOMAGE • DOWNLOAD GRÁTIS • 28/JUL/2015

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October Doom Magazine Edição #35 18 08 2015  

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