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Diretor Técnico Mauro Sérgio Fernandes da Silva CRM 8789 - Pediatra RQE 4329

A saúde de sua criança merece a atenção de um especialista 

Dr. Mauro Sérgio Fernandes da Silva CRM 8789 - Pediatra

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O Senhor é meu pastor, nada me faltará

LAGUNA/SC - ANO XXIV - EDIÇÃO 1478 - LAGUNA/SC 12/09/2018 - R$ 3,00 - JORNAL BISSEMANAL

Aniversário do Sesc terá programação especial nesta quinta-feira (13) em Laguna Neste dia 13 de setembro o Sesc comemora 72 anos de história. Em Laguna as atividades serão realizadas na própria sede, localizada na Rua Tenente Bessa, no centro histórico. Confira a programação em Laguna. Horário: 8h às 20h 09h Oficina de Fotografia com Projeto Idoso Empreendedor 09h às 17h Musculação/TMF aberta ao público 10h Projeto Paisagem Cultural - visita guiada aos Pontos Turísticos do Centro Histórico de Laguna 11h30 EDUCAÇÃO EM SAÚDE - Degustação de suco funcional e seus benefícios; - Semente de abóbora temperada e crocante e seus benefícios; - Aferição de pressão; - Orientações sobre Doenças Crônicas não transmissíveis. 11h30 Jogos desafio em Frente ao Restaurante e Oficinas de Brinquedos 11h30 Ação da Biblioteca no Restaurante - Cordel – literatura na corda com poesias e textos sobre novos ciclos e textos alusivos ao aniversário.

12:00 HORAS

- Mesa de Livros do Sesc – e um caderno para a comunidade e visitantes deixarem recados - Pocket Show Acústico com Instrutor de Música - Aramado com exposição das aulas de Artes Visuais Na biblioteca: - Cordel – literatura na corda com poesias e textos sobre novos ciclos - Mesa de Livros do Sesc – e um caderno para a comunidade e visitantes deixarem recados 20h Rede Sesc de Teatros - Show "Trombone de Frutas” – Cine Teatro Mussi


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Atanazio Lameira

lameira00@hotmail.com

LAGUNA/SC 12/09/2018

Mello Jr.

artigo

Reinventando o Profissional

Lidar com as ameaças

Falando a verdade Frases ao pé do ouvido

√ Hoje chorei – não queira saber a razão. Queria que soubesse apenas. √ Tudo que fiz – às vezes – não diz nada. Pode ser – exagero – força de expressão. Não há outra maneira – precisamos continuar – martelar todos os dias. Só assim nos sentimos vivos. √ Acho que tudo conspira. Talvez nada conspire. Ou quem sabe a conspiração não existe. √ Minha vida assim – abertamente o que sou. Sem barreiras. Tetos. Céu azul. Apenas um telhado para a proteção da chuva e do calor. √ Covarde fui e serei. Todas às vezes que me inspirei. √ Toda mulher vale a pena. Não apenas o amor e suas maneiras. √ Queremos liberdade total – mas não suportamos quando isto acontece com os outros, sobretudo como se trata da mulher amada.

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Quando um candidato a empresário me procura para obter informações sobre o negócio que pretende abrir, normalmente, faço perguntas que o fazem pensar, pois este é o grande segredo para quem deseja alçar vôos no mercado altamente competitivo de hoje. Um exemplo disso aconteceu com um senhor que queria montar uma loja de artigos para surf. Perguntei-lhe o por quê e ele me respondeu que na sua cidade não havia nenhuma loja que atendesse este tipo de consumidor. Voltei a questioná-lo sobre o motivo que não havia, seria ele tão esperto que foi o único a perceber este nicho de mercado em sua cidade/região? Baseado nisso, este senhor realizou uma pesquisa detalhada de mercado e descobriu algumas coisas interessantes: 1.Sua cidade não está no litoral - embora exista uma praia famosa a cerca de sessenta quilômetros de distância; 2.Nesta praia já existem lojas que vendem marcas famosas de surf e os amantes destes esportes por questão de vaidade compram num lugar famoso ou pelo ao menos conhecido da galera; 3.Os fornecedores não se interessam em abrir mercado em cidades que não têm um perfil mínimo desejado; 4.O surf não era praticado pelos jovens de sua cidade, seu público alvo inicial e supostos CLIENTES, mas sim gostavam de outros esportes e o mais radical deles era o Skate. O mercado se faz através de um tripé: consumidor,

posto de saúde. De acordo com a terapeuta Dra Daniele Silveira, ainda tem cinco vagas disponíveis para quem estiver iniciando o tratamento ou queira conhecer a terapia.

Hora do cafezinho Paulo Sérgio Silva O Município de Pescaria Brava, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, através do coordenador do psicólogo coordenador da Campanha Setembro Amarelo, João Pedro Bernardo Borges, preparou diversas abordagens sobre o assunto durante todo este mês. A divulgação será realizada assim que todo o cronograma seja finalizado. O ciclo de atividades envolverá palestras nas comunidades e nas escolas do Município. Fique atento às divulgações! Os usuários da unidade de saúde do bairro Esperança poderão receber aplicação de Reiki, técnica de relaxamento, gratuitamente neste sábado (15), das 8h às 11h30/ das 13h às 17h, durante o evento Reiki com Café, organizado pela equipe do ESF. Agora as vagas são pré agendadas no próprio

EXPEDIENTE

Fundado em 29.07.1995 Direção Geral: PAULO SÉRGIO SILVA JORNAL O CORREIO. LTDA. ME. C.G.C. 03.002.178/0001-60 Insc. Mun. 54.0375 Redação e Administração: Rua Voluntário Fermiano, 52 - Centro Fone: (48) 99153-3959 - Laguna/SC Número Avulso: R$ 3,00 Tiragem: 1.000 exemplares Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores. Circulação aos sábados as quartas-feiras: Laguna, Pescaria Brava, Garopaba, Imbituba, Paulo Lopes e Imaruí. E-mail: ocorreiolaguna@gmail.com hp:http://www.ocorreio.net

concorrente e fornecedor. No caso citado é claro que o nosso empreendedor teria sérias dificuldades de ter sucesso no segmento escolhido inicialmente. Casos como este são comuns em nosso país, já que a maioria de nossos candidatos a empreendedores não gosta de pensar, pesquisar e ter paciência. Primeiro procuram acontecer para depois planejarem. Para que seu sonho de montar um negócio não se torne em pesadelo responda uma pergunta que considero fundamental para análise e decisão: quais são as ameaças para o meu negócio? Pois todo negócio tem riscos, tem pontos fracos, tem ameaças e não adianta ser bom em produção, estar motivado e não conhecer gestão, vendas, compras... Costumo dizer que no papel você pode quebrar, na vida real... dói muito, principalmente para quem tem recursos limitados. Para finalizar, o nosso amigo resolveu dar um tempo, está fazendo um bom plano de negócios, um planejamento estratégico e alguns cursos de capacitação. Mudou o foco e deverá abrir um restaurante, ainda não sabe para que público, mas está aguardando a pesquisa para definir. Está pensando. Pensem nisso você também!!!

APROVADO POR UNANIMIDADE na última sessão da Câmara Municipal Projeto de Lei que “proíbe a utilização de canudos de plástico, exceto os biodegradáveis, em restaurantes, bares, quiosques, ambulantes, hotéis e similares no âmbito do Município de Laguna. A matéria é de autoria dos vereadores Kleber Roberto Lopes Rosa e Rhoomening Souza Rodrigues. Até o próximo dia 24, estão abertas as inscrições para a quarta edição do Programa de Embaixadores da Brazil Conference at Harvard & MIT, que levará dez universitários brasileiros para acompanhar os debates da conferência em Boston, nos Estados Unidos, em abril de 2019. Qualquer pessoa com mais de 18 anos completos até 28 de fevereiro de 2019, brasileiro e estudante de graduação, devidamente matriculado em uma universidade no Brasil, pode se inscrever. Serão selecionados dois acadêmicos de cada região do País e os custos da viagem serão cobertos pela organização do evento.

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O CORREIO 03

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ESCREVER E LER POESIA Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br

Dia desses vi entrevista com uma poetisa, que comentava sobre o fato de a poesia vender pouco, de não ser publicada pelos editores das grandes editoras e que, apesar disso, é um dos gêneros mais praticados. Escreve-se muita poesia. E dizia ela que se a imensa quantidade de poetas desse imenso Brasil lessem poesia, além de escrevê-la, se comprassem livros de poesia, edições inteiras de livros desse gênero seriam esgotadas em pouquíssimo tempo. E a poesia não teria, como tem, esse estigma de maldição. Pois eu dizia, na minha crônica, que os escritores daqui da terrinha não leem os seus pares, não vão a lançamentos de livros de seus pares, não compram os livros de seus pares. Apenas alguns fazem isso. Por isso me identifiquei tanto com a poetisa que teve a coragem de dizer, em rede nacional, que os poetas deveriam ler mais poesia, que poetas deveriam ser mais poetas. Poesia é o gênero literário mais praticado e não é de hoje. Com o advento da internet, com a democracia que ela representa como espaço para divulgação, passou-se a escrever ainda mais. É evidente que nem tudo tem qualidade, mas essa é outra história. O fato é que existe uma quantidade muito grande de poetas, em todo lugar há poetas, quase todo mundo escreve “poemas”. Mas nem todos leem poesia. Até por isso, talvez, a pouca qualidade de boa parte do que se produz. Se prestigiássemos uns aos outros, indo a lançamentos, comprando livros, as publicações de poesia realmente venderiam muito mais. Mas não é só pelo fato de vender mais livros, pura e simplesmente, se bem que isso já conferiria mais respeito ao gênero. A verdade é que precisamos ler mais, ler muito. Se somos poetas, se gostamos de poesia a ponto de produzi-la, então temos que ler muita poesia.

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Show musical "Trombone de Frutas" circula na Rede Sesc de Teatros 13/09, 20h, no Cine Teatro Mussi Laguna – Rua Eng. Colombo Machado Salles, s/n – Centro

– Telefone: (48) 3644.0152. Ingressos gratuitos distribuídos uma hora antes de cada apresentação.

Está chegando a hora de mais uma edição da já tradicional macarronada do Cuica!

Será servido macarrão tipo fetuttini caseiro em duas versões: A Rede Sesc de Teatros traz para normal e aromatizado com 3 diferentes tipos de molho, além Santa Catarina, o show musical do tradicional molho de galinha ensopada. “Trombone de Frutas”. Se o nome do Garanta seu ingresso grupo já desperta interesse, o som da banda não deixa por menos. A mistura de referências e estilos, a quebra de ritmos e atuação apaixonada de seus integrantes está presente nos dois discos lançados até então; Chanti, Charango? (2014), o qual conquistou alcance nacional, e Chanti Alpïsti (2016) que consolidou a banda como destaque da música brasileira.


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Merisio quer aumen e ampliar tecnologia

SÉRIE ENTREVISTAS

GELSON MERISIO - Candidato ao governo do Estado

Candidato do PSD é administrador e ex-presidente da Assembleia Legislativa, foi o deputado mais votado da história de Santa Catarina. Gelson Merisio é o segundo candidato ao governo do Estado na série de entrevistas da Cobertura Eleições 2018 - Jornais Impressos e Digitais Jornais ADI/Adjori - O senhor diz que deseja um Estado seguro. Ambientalmente, juridicamente e também do ponto de vista de ataque ao crime organizado. Que Santa Catarina você quer construir sob estes aspectos? Gelson Merisio - O Estado tem problemas na Saúde, tem demanda na Educação, agora tem uma decisão para tomar. Ou nós enfrentamos como uma decisão de sociedade as facções, o crime organizado agora, ou perderemos o controle, como já perdeu o Rio de Janeiro, e o Rio Grande do Sul está na iminência de perder. Porto Alegre tem mais homicídios, proporcionalmente, do que o Rio de Janeiro. Nós temos que ter primeiro aumento do efetivo. Vamos reconvocar e trazer policiais da reserva. Trazer tecnologia, e nisso nós vamos in-

vestir R$ 2 bilhões. Monitoramento, inteligência, e também priorizarmos todo o excesso de arrecadação para a Segurança Pública. No caso dos presídios, o controle do fluxo de informações, que é um passo muito mais avançado do que os bloqueadores de celular, que funcionavam quando os telefones eram analógicos, mas não funcionam com os digitais. ADI/Adjori - E quanto à segurança jurídica? Merisio - Segurança jurídica é respeitar contratos. Não fazer nenhuma medida intempestiva como foi feita recentemente, a Medida Provisória 220, que altera contratos em vigor, e portanto, quebra a relação de confiança do investidor com o Estado. ADI/Adjori - Outro aumento de efetivo é proposto para a área ambiental do Estado. Também para garantir a segurança jurídica?

Merisio - Na área ambiental são duas questões relevantes. Primeiro, ela tem que ser muito criteriosa na concessão de licenças. Nós vamos aumentar drasticamente o número de técnicos, de especialistas. Temos hoje R$ 70 bilhões de investimentos em projetos parados aguardando licenciamento ambiental. Isso não quer dizer que os R$ 70 bilhões precisam ou devam ser autorizados. Eles precisam ser negados ou autorizados. O que não pode é ficarem por anos aguardando uma posição. É preciso que se tenha uma legislação que permita ao Instituto do Meio Ambiente (IMA) rapidez, qualificação técnica, com profissionais efetivos e em número suficientes para analisar com prazo definidos todos os processos de licenciamento. ADI/Adjori - Enquanto deputado, o senhor interferiu como pôde na questão da Saúde. Qual é a prioridade e como atingir o patamar mínimo destinado para a pasta, considerando as finanças do Estado? Merisio - Primeiro, a situação financeira do Estado é muito melhor do que a atual gestão está apregoando. O que nós temos é pouca geração de caixa para investimentos. Nós precisamos ter projetos estruturados com sustentabilidade econômica que permitam pagamento no longo prazo. Quer dizer o que? Bons projetos que melhorem a infraestrutura, que melhorem a competitividade e, por consequência, melhoram a arrecadação do Estado. Este aumento de receita paga o financiamento. ADI/Adjori - Inclusive com renúncia fiscal? Merisio - Renúncia fiscal é uma ferramenta que o Estado tem para ser competitivo frente a outras regiões. O que pode e deve se discutir é como ela fica mais transparente, como ela é avaliada e o período para cada setor e cada segmento. Agora, diminuir a desoneração fiscal é aumentar a carga tributária e isso nós somos radicalmente contra. Nós vamos continuar fazendo com muita agressividade no que diz respeito à atração de investimentos e geração de oportunidades e empregos em Santa Catarina. ADI/Adjori - Isso passa pela revisão do que já existe? Merisio - Nós precisamos criar ferramentas de avaliação constante. Vou dar um exemplo: lá na região Sul tem um processo de depressão econômica desproporcional com o restante do estado. A gente precisa, portanto, uma política de desoneração temporária que incentive a indústria a se instalar na região. Ao deslocamento da desoneração eu

sou favorável. À redução dela eu sou contra. ADI/Adjori - E sobre a transparência? Merisio - Na transparência é necessário que se construam processos que meçam se a renúncia dada pelo Estado se transforma em emprego e impostos. Ela tem que ser proporcional à importância que é avaliada na hora da concessão do benefício. Isso é transparência. Primeiro: clareza e critério. Segundo: mecanismos de aferição de controle. Terceiro: exigir das empresas que são beneficiadas uma relação de transparência, de demonstração daquilo que foi dito quando da solicitação do benefício. ADI/Adjori - Rever esses contratos ou essas renúncias não pode levar o Estado a romper com o que se comprometeu e aí levar insegurança jurídica como não se pretende? Merisio - Mas é evidente que não se pode mexer em contratos assinados. Agora, todos os protocolos têm um tempo de duração. Então, se aguarda a conclusão dos contratos assinados. Na renovação, se atribuem os critérios novos de avaliação e resultados - se devem ser mantidos, se devem ser ampliados, se devem ser reduzidos, ou extintos -, mas respeitando os contratos firmados. ADI/Adjori - O senhor falou que não existe corpo saudável com dedo doente. Se referindo a quatro regiões... Merisio - Extremo-Sul, Extremo-Oeste, Planalto Serrano e Planalto Norte. Nessas quatro regiões estão as pessoas pobres. A miséria extrema está pulverizada em todas as cidades de Santa Catarina e de forma invisível. Não existe uma região, um bairro uma localidade em que você possa localizá-los. É uma família em cada canto da cidade. Com relação à pobreza e os indicadores abaixo da média, caso das quatro regiões que eu citei, nós temos que criar cinturões de desoneração fiscal por um prazo de dez anos para as empresas ou as indústrias que forem se instalar lá. Depois de construída uma nova matriz industrial e econômica, você pode retirar o benefício que ela já tem vida própria. E se estabiliza um processo de competitividade e oportunidade. ADI/Adjori - Uma das críticas é que quando acaba o tempo de vantagem a empresa vai embora. Merisio - Mas essa é uma leitura equivocada, porque a conta que tem que se fazer é a seguinte: se não tivesse tido o benefício, essa empresa estaria aqui antes? Se não estaria, se deu

"Critério nas obras que serão financiadas fundamental" Foto: Murici Balbinot

benefício para algo que não existia. É melhor ficar com 20%, 30% de algo que vai existir, do que ficar com 100% de algo que não existe. O caso da BMW, por exemplo. A BMW teve um grande incentivo fiscal para sua implantação e praticamente deu um resultado tributário próximo de zero nos primeiros anos. Agora, ela gerou emprego, ela gerou tecnologia nova para o Estado, e com o tempo já está crescendo sua participação na receita.

Rodovias e Ensino Médio ADI/Adjori - O Estado tem dificuldade para investir em rodovias. Nesse sentido, como retomar o ciclo? Merisio - Nós vamos fazer um processo de capitalização com o BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, que reúne Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul). Nós vamos colocar R$ 1 bilhão no BRDE. Com isso, vamos alavancar R$ 11 bilhões para investimento. E vai ser dividido entre o setor privado e o setor público. No setor público, um mix entre Estado e prefeituras para, em conjunto, fazermos um investimento de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões em infraestrutura rodoviária. Nós temos capacidade de financiamento a longo prazo. Nós temos, hoje, mais de 50% do patrimônio líquido em endividamento, enquanto o Banco Central permite até 200%. Critério nas obras que serão financiadas, nas quais serão feitos investimentos, é fundamental. Elas têm que ter um retorno econômico seguro. Um exemplo: o triângulo Itajaí-Blumenau-Brusque. Está completamente paralisado. Uma demanda brutal por infraestrutura que gera um crescimento econômico imediatamente. Essa é uma priorida


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ntar efetivo da PM a na gestão pública

s, nas quais serão feitos investimentos, é

de do investimento. O volume de tráfego, o volume de competição que promove, são desproporcionais com uma obra que também pode ser justa para outra região e tem um efeito simbólico, institucional, mas não tem resultado econômico. Nós temos que ter projetos escolhidos com critério para sustentar o financiamento feito. ADI/Adjori - Projetos essencialmente rodoviários? Merisio - Infraestrutura rodoviária. Ferrovia é uma utopia. Com todo respeito, falar em ferrovia sem conseguir duplicar a BR-282 e a BR-470 é brincar com a população. Primeiro, vamos falar em duplicar a 282 e a 470. Depois que nós tivermos o projeto pronto, e a execução pronta, aí podemos falar em ferrovia. Porque é uma excrescência falar em uma ferrovia que custa sete vezes do que uma rodovia que nós não conseguimos duplicar, e uma artéria do desenvolvimento de Santa Catarina! A BR-470 é uma artéria entupida, que impede a integração e o crescimento do Oeste, sob risco de colapso. Essa é a prioridade para os próximos quatro anos, não é ferrovia. ADI/Adjori - Sobre o Ensino Médio profissionalizante. Como o senhor pretende lidar com uma questão de evasão que preocupa bastante?

Merisio - Preocupa porque nós temos as mesmas práticas de ensino de 100 anos atrás. Isso não atrai mais o jovem para dentro da sala de aula, não mantém o seu interesse por mais de 40 minutos. Imaginar turno estendido, tempo integral, sem um aprofundamento na ferramenta de ensino envolvendo as tecnologias nos processos é uma causa sem ganho. Nós temos que fazer três coisas na Educação. Primeiro, pagar melhor os professores. Isso é fundamental. Segundo, com professores bem remunerados, aprofundarmos a discussão sobre o modelo de ensino para 10 anos, e não para o próximo ano. E, no curto prazo, aprimorarmos o acesso ao Ensino Médio. No mundo inteiro o Ensino Médio é destinado para preparar mão de obra para o mercado de trabalho. No Brasil se construiu uma estratégia de que deve ser uma ponte para a universidade. Precisamos continuar com a ponte universitária, mas também preparar para o mercado, com escolas técnicas apropriadas. Celesc, Casan, Turismo e ADRs ADI/Adjori - Nós temos algumas empresas importantes e que são de capital público, como Celesc e Casan. Como o senhor deve tratar essas duas empresas? Merisio - Colocando uma gestão absolutamente técnica e não cogitando privatização no período. Eu entendo que não seja o momento para fazer isso. Talvez no futuro, um próximo governo entenda que seja oportuna outra forma de gestão. Nestes próximos quatro anos nós temos prioridades que não passam pela privatização, nem da Celesc, nem da Casan. Para se ter um bom resultado, e com uma gestão técnica e qualificada, apolítica, vamos melhorar ainda mais os resultados. Portanto, não há emergência nem urgência para se tratar nos próximos quatro anos de privatização. ADI/Adjori - Que papel essas

O CORREIO P. 05 empresas devem desempenhar? Merisio - Elas têm que cumprir uma função social. Em paralelo com a atividade econômica. No caso da Celesc, nós vamos estabelecer metas para que o resultado da empresa se transforme em energia trifásica nas propriedades do interior. Essa vai ser a missão da Celesc nos próximos quatro anos na questão social. Missão econômica é gerar lucro, porque ela tem 80% de capital privado. Agora, somos detentores do controle da empresa, então também tem que ser função social. A função social é gerar condições econômicas para promover os próximos quatro anos o pleno acesso à energia trifásica no interior do estado. ADI/Adjori - E a Casan? Merisio - No caso da Casan, ampliar a sua participação no tratamento de esgoto com parcerias, com buscas de sócios estratégicos que permitam que nós, verticalmente, aumentemos a nossa resposta no esgoto tratado. Essa é uma grande mácula que nós temos em Santa Catarina. Só a Casan não resolve. Só um governo não resolve. Deve ter uma política nacional. Agora, a Casan pode fazer melhor, mais do que está fazendo hoje. Passando por um processo de nomeação de diretores especializados na gestão. Nós temos ainda uma ingerência política grande na Casan, basta ver os diretores nomeados, não importa de que partido seja e quem indicou, mas há uma tradição de fazer um processo mais político do que técnico. Isso vai acabar; nós vamos fazer uma gestão absolutamente técnica, de resultado econômico na Casan e resultado social. São as duas coisas que nós vamos exigir. ADI/Adjori - No debate da Fiesc o senhor falou também sobre nova economia, especialmente de Turismo. Quais os planos? Merisio - Para o Turismo, a grande novidade que nós vamos ter é promover o retorno da Segurança Pública para o Estado aos indicadores que tínhamos há 20 anos. Muito se fala em infraestrutura para o Turismo, só que não se compara com outros destinos do mundo que têm um terço da nossa infraestrutura e cinco vezes mais turistas que nós. O que difere? Beleza natural? Não

é, nós temos de sobra. O que é? Segurança Pública. Segurança Pública é a matriz do Turismo. Mobilidade vem junto, mas não é o primordial. ADI/Adjori - Qual vai ser o tratamento com as ADRs? Merisio - Elas vão ser extintas na sua plenitude. Mas não por rancor, ao contrário. Por uma visão que eu tenho que elas representam um Estado ultrapassado. Onde a tecnologia não é aplicada e onde se gasta muito nos processos administrativos intermediários e sobra pouco para o serviço. Essa avaliação do índice de folha eu não tenho preocupação, porque o Estado é um prestador de serviços. E prestador de serviços tem que ter folha elevada. Agora, o perfil da folha importa. Eu quero contratar mais 5 mil policiais. Isso impacta na folha de pagamento. A folha subir para pagar policial é uma boa despesa. As regionais têm R$ 400 milhões de despesa todos os anos e não prestam nenhum serviço efetivo e ficam atrapalhando nas questões tecnológicas. Nós temos que tirar os processos intermediários e permitir que os processos ocorram de forma digital e instantânea e que se permita a folha de pagamento crescer com serviço. Nós temos uma indústria 4.0 e um governo 1.0, em todos os serviços. Não é só Santa Catarina, é no setor público. Esqueletos, Pesquisas e Previdência ADI/Adjori - O senhor fala bastante nos "esqueletos" do Estado? Merisio - Os esqueletos vêm do governo do Paulo Afonso: 1995, 1996, 1998? Letras, Invesc, 401 e a maioria dos precatórios que está por pagar e devem somar R$ 1,5 bilhão. Esses quatro monstrinhos representam R$ 12 bilhões. Nós temos que tratar com transparência do tema. Buscar a redução máxima dos valores e, a partir daí, estabelecer um fluxo de pagamento alongando essa dívida para poder ser quitada. Porque ela vai ter que ser paga. Está na fase final de judicialização. A próxima etapa é precatória. Tomara que vá a 2020, 2021. Mas eu imagino que 2019 seja o gargalo.

Isso associado ao ano de 1998, com quatro folhas de pagamento atrasadas que a equipe econômica que hoje está no governo deixou. Essas contas precisam ser lembradas, senão parece que somos todos iguais. Não somos. Tanto é que, agora, a mesma equipe econômica já apresentou seu cartão de visitas: atrasou a parcela do 13º. Mesmo assim, assinou R$ 200 milhões a fundo perdido com municípios dois meses antes. Esses critérios que fazem a fotografia do MDB. Nós temos que deixar claro que é isso que nos diferencia. Fato é, que (em 1998) criaram R$ 12 bilhões de rombo, atrasaram quatro meses da folha, e agora em sete meses, mesmo com a receita crescendo 8%, já atrasaram a folha de novo. ADI/Adjori - Índices na pesquisa preocupam? Merisio - A última que eu recebi, interna, nossa, mostra que 72% dos catarinenses não conhecem os candidatos. Portanto, é uma fotografia do passado. Nós temos uma troca geracional em curso. Só podemos avaliar as candidaturas com 15, 20 dias de propaganda de televisão, onde o eleitor conhece os candidatos e quem está com quem. Não se escolhe uma pessoa para o governo, se escolhe um grupo. É desta análise que se tem as convicções extraídas, que nessa avaliação, com certeza, nós vamos ter uma condição extremamente competitiva para podermos administrar o Estado. ADI/Adjori - E a Previdência? Merisio - A Previdência tem que ser tratada em Santa Catarina de duas formas. Eu era presidente da Assembleia quando aprovamos a reforma em 2015. O servidor que entrar agora no Estado terá um regime altamente sustentável. Agora, nós temos um hiato entre 2015 e 2030, uma curva crescente de despesa. Nessa curva não tem milagre. Quando você tem um fluxo de caixa, você adquire patrimônio, mas, nestes quinze anos, o Estado vai ter que se desfazer de patrimônio de ativos que não são fundamentais para sua atividade. Leiam-se todos os imóveis que não estão sendo utilizados. São mais de R$ 300 milhões. Talvez chegue a R$ 500 milhões.


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Parabéns

Aos aniversariantes da semana os nossos votos de muitas felicidades!

Reflexões Maria Izabel Siqueira

Adversidade Uma filha se queixou ao seu pai que sua vida e as coisas estavam muito difíceis. Ela já não sabia mais o que fazer. Estava cansada de lutar. Parecia que, assim que um problema estava resolvido, outro surgia. Seu pai a levou até a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em outra tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou também em uma tigela. Virando-se para a filha, perguntou: __ Querida, o que você está vendo? __ Cenouras, ovos e café. O pai a trouxe para mais perto e pediu a ela que experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que estavam macias. Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, depois de tirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole de café. Ela sorriu ao sentir aquele aroma delicioso. Perguntou, então, humildemente. __O que isto significa pai? Ele explicou que cada um daqueles produtos havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente. __Qual deles é você? Você é uma cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade murcha, se torna frágil e perde a força? Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável, mas depois de uma morte, doença... se torna mais difícil e duro? Ou será que você é como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores? Valorize a vida, mesmo nas adversidades. Uma ótima semana: Izabel

Viviany Fernandes

E-mail: jornalocorreio@gmail.com

Jogos Escolares começam nesta quarta-feira com disputa no caiaque e atletismo Os estudantes das escolas municipais, estaduais e particulares estarão envolvidos nos jogos escolares a partir desta quarta-feira, dia 12. Os alunos entre 10 e 15 anos irão competir nas modalidades atletismo, caiaque, handebol, futsal, voleibol, streetballl, tênis de mesa e xadrez nos naipes masculino e feminino. Aproximadamente 300 estudantes. As competições começam às 9h e seguem até 16h. Almoço, lanche e transporte serão disponibilizados aos alunos. Os jogos são uma iniciativa da Secretaria de Educação e Esportes de Laguna, através do Departamento Municipal de Esportes. Programação: Quarta-feira, dia 12/9 Caiaque - Cais das Docas/ Centro Histórico - 9hAtletismo - E.E.M Almirante Lamego - 13h30min Quinta-feira, 13/09Xadrez e tênis de mesa - Escola de Educação Básica Elizabeth Ulysseá - a partir das 9h Sexta-feira, 14/09 Abertura oficial - Ginásio Colégio Stella Maris - 14h Segunda e terça-feira, 17 e 18/09 Futsal - Ginásio Colégio Stella Maris Terça-feira matutinoStreetball - Colégio Stella Maris Quarta e Quinta-feira, 19 e 20/09Voleibal - Ginásio Colégio Stella Maris Sexta-feira, 21/09Handebol - Ginásio Colégio Stella Maris Sábado, 22/09Finais das modalidades coletivas

SETEMBRO • 12 - Risomilda Silva de Sousa • 12 - Daniela Rosa • 12 - Evandro Bittencourt de Oliveira • 12 - Teresa Soares da Silva • 12 - Lory Fernandes • 13 - Magno Antônio Pacheco • 13 - Keli Bernardo • 13 -Marcio Alexandre • 13 -Daniela Berti • 13 –Antônio Luis de Jesus • 14 -Ruti Novais • 14 -Mariana Avelar • 14 -Adriangela Alves • 14 -Luciano Santos • 14 -Gabriel Junior • 14- Ingrid Silva • 14 -Amenar Oliveira ESTADO DE SANTA CATARINA / PODER JUDICIÁRIO Comarca - Laguna / 2ª Vara Cível Rua Arcângelo Bianchini, 69, ., Centro - CEP 88790-000, Fone: (48) 3644-8332, Laguna-SC - E-mail: laguna.civel2@tjsc.jus.br Juiz de Direito: Paulo da Silva Filho Chefe de Cartório: Gizele de Souza Molon Medeiros EDITAL DE CITAÇÃO - USUCAPIÃO - RÉUS INSCRITOS E EVENTUAIS - COM PRAZO DE 30 DIAS Usucapião n. 0301438-97.2015.8.24.0040 Requerente: Ana Aparecida Candido / Citando(a)(s): Interessados incertos, ausentes e desconhecidos Descrição do(s) Bem(ns): Um terreno localizado na rua Comandante Moreira, sem número, bairro progresso, neste município e comarca de Laguna, com 107,75m2 de área total contendo uma residência de alvenaria com 34,36m2. O referido possui as seguintes metragens e confrontações: FRENTE com 4,30 metros, extremando com a rua Comandante Moreira; FUNDOS com 5,46 metros, extremando com Iotalia Florentino de Andrade; LATERAL ESQUERDA com 22,53 metros, extremando com Arquimedes de Souza; LATERAL DIREITA com 21,88 metros, extremando com Maria Aparecida Cândido de Souza. Prazo Fixado para a Resposta: 15 dias. Pelo presente, a(s) pessoa(s) acima identificada(s), atualmente em local incerto ou não sabido, bem como seu(s) cônjuge(s), se casada(o) (s) for(em), confrontante(s) e aos eventuais interessados, FICA(M) CIENTE(S) de que neste Juízo de Direito tramitam os autos do processo epigrafado e CITADA(S) para responder à ação, querendo, no lapso de tempo supramencionado, contado do primeiro dia útil seguinte ao transcurso do prazo deste edital. ADVERTÊNCIA: Se o réu não contestar a ação, será considerado revel e presumir-se-ão verdadeiras as alegações formuladas pelo autor (art. 344 do CPC). Será nomeado curador especial no caso de revelia (art. 257, IV do CPC). E para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, foi expedido o presente edital, o qual será afixado no local de costume e publicado 1 vez(es), com intervalo de 0 dias, na forma da lei. Laguna (SC), 11 de outubro de 2017.

Temos sala de vacina Dr. Mauro Sérgio Fernandes da Silva Pediatra Diretor Técnico Dr. Mauro Sérgio Fernandes da Silva CRM 8789 - Pediatra RQE 4329

Fone 3646-2488 Rua Voluntário Fermiano 60 - Centro - Laguna / SC


O CORREIO P. 07

LAGUNA/SC 12/09/2018

Câmara de Vereadores de Laguna RESUMO DA 36ª SESSÃO ORDINÁRIA DIA 10/09/2018 GRANDE EXPEDIENTE USARAM DA PALAVRA OS SEGUINTES VEREADORES: - PETERSONSON CRIPPA - PRETO CRIPA - PP - CLEBER ROBERTO LOPES ROSA - PP - OSMAR VIEIRA - PSDB NA PAUTA ORGANIZADA DE ACORDO COM O ART. 148 DO REGIMENTO DAQUELE PODER, FORAM APRECIADAS AS SEGUINTES MATÉRIAS: PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 035/18 (1ª VOTAÇÃO) APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Institui o Programa de Recuperação de Créditos Fiscais – REFIS, no Município de Laguna. AUTOR: Poder Executivo. PROJETO DE LEI Nº 058/18 (1ª VOTAÇÃO) - APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Dispõe sobre a definição de maus-tratos contra animais no Município de Laguna e dá outras providências. AUTOR: Nádia Tasso Lima. PROJETO DE LEI Nº 067/18 (1ª VOTAÇÃO) - APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Institui em âmbito Municipal o Programa Saúde na Escola e dá outras providências. AUTOR: Kleber Roberto Lopes Rosa. PROJETO DE LEI Nº 068/18 (1ª VOTAÇÃO)APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Dispõe sobre a criação do Programa “Banheiro Legal” que versa sobre a construção e/ou disponibilização de banheiros de uso público em praças onde sejam praticadas modalidades esportivas ou que sejam consideradas pontos turísticos do Município de Laguna. AUTOR: Osmar Vieira. PROJETO DE LEI Nº 069/18 (1ª VOTAÇÃO)APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Institui o Fundo Municipal de Segurança Pública. AUTOR: Cleosmar Fernandes e Rodrigo Luz de Moraes. PROJETO DE LEI Nº 070/18 (1ª

VOTAÇÃO)APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Altera a Lei nº 1.624/2003 e dá outras providências. AUTOR: Poder Executivo. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 034/18 (2ª VOTAÇÃO) - ROGERIO PEDIU VISTAS REJEITADO - APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Altera dispositivos da Lei Complementar nº 268, de 11 de dezembro de 2013. AUTOR: Roberto Carlos Alves. PROJETO DE LEI Nº 061/18 (2ª VOTAÇÃO) EMENTA: Altera o art. 2º da Lei nº 1.121, de 30 de novembro de 2005. AUTOR: Roberto Carlos Alves. APROVADO POR UNANIMIDADE PROJETO DE LEI Nº 063/18 (2ª VOTAÇÃO) - APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Proíbe a utilização de canudos de plástico, exceto os biodegradáveis, em restaurantes, bares, quiosques, ambulantes, hotéis e similares no âmbito do Município de Laguna. AUTOR: Kleber Roberto Lopes Rosa e Rhoomening Souza Rodrigues. PROJETO DE LEI Nº 064/18 (2ª VOTAÇÃO) - APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Dá denominação à via pública.Servidão Quintino Alves, no Bairro Caputera, a Rua Projetada, onde tem seu inicio na Rua Fernando Antônio dos Santos, que confronta com Ademir Benito Marcílio e seu término com terras de Everaldo da Rosa, tendo aproximadamente 125 metros, neste Município. AUTOR: Rogério Medeiros. PROJETO DE LEI Nº 065/18 (2ª VOTAÇÃO)APROVADO POR UNANIMIDADE EMENTA: Dá denominação à via pública.Servidão Eulina Leandro dos Santos, no Bairro Caputera, a Rua Projetada, onde tem seu inicio na Rua Fernando Antônio dos Santos, que confronta com Ademir José Ferreira e seu término com terras de João Felisberto, tendo aproximadamente 126 metros, neste Município. AUTOR: Thiago Alcides Duarte.

A Profecia é a História na Voz de Deus Paiva Netto Minhas Amigas e meus Irmãos, minhas Irmãs e meus Amigos, gostaria de compartilhar com todos vocês, notadamente nesta época de graves conflagrações no mundo, página de minha obra Somos todos Profetas (1991), constante da série “O Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração”, em que escrevo:

da Terra se lamentarão sobre Ele. Sim! Certamente. Amém!

Muita gente, pelos séculos, tentou ridicularizar a Bíblia Sagrada e deu-se mal. Isso porque ela traz em si mesma uma substância que a imortaliza: o Espírito Divino, singularizado na sua parte profética. O Apocalipse, que é de Jesus, é o coroamento da Bíblia Sagrada. Em razão de sua importância, muitos tentaram mantê-lo afastado das massas, uma vez que um povo espiritualmente ignorante mais facilmente pode ser dominado. O Apocalipse desvenda segredos extraordinários, encobertos por um notável e desafiante simbolismo. Colocará diante de nós o conhecimento de todas as coisas ocultas, se devidamente analisado pelo prisma do Amor Fraterno, jamais do ódio. “Deus é Amor”, aprendemos nós com João Evangelista em sua Primeira Epístola, 4:8 e 16. Trata-se de um livro cuja mensagem é, portanto, a do Amor e da Justiça Divinos, pois anuncia A Volta Gloriosa do Cristo, como se lê no versículo 7 do capítulo primeiro:

— Revelação de Jesus, o Cristo, que Deus Lhe deu para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que Ele, enviando-as por intermédio do Seu Anjo, notificou ao Seu servo João, o qual atestou a Palavra de Deus e o Testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu. (Apocalipse, 1:1 e 2)

— Eis que Jesus vem sobre as nuvens, e todos os olhos O contemplarão, até mesmo aqueles que O traspassaram. E todas as nações

Muitos ainda pensam que o Apocalipse é mistério indecifrável quando ele, que em grego significa Revelação, tem início justamente explicando a que veio, pois diz logo de entrada:

Posto — repetimos — que Apocalipse em grego significa Revelação, onde, pois, o mistério? Por que o medo? Pelo contrário: por ser uma Revelação de Deus para nós, é Luz! Isto sim: para nos livrar da escuridão, das trevas, de todos os temores. Não foi sem motivo que Jesus, o seu Coautor, afirmou: — Eu sou a Luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá o luzeiro da Vida Eterna (Evangelho, segundo João, 8:12). Sim! Ele é a Luz que não cria sombras. Albert Einstein (18791955), por sua vez, definiu: — Os domínios do mistério prometem as mais belas experiências.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

JORNAL LITORAL MEIO DIA

De segunda a sexta-feira

Apresentação: PAULO SÉRGIO SILVA

1320 AM


LAGUNA/SC 12/09/2018

O CORREIO P. 08

Obra de pavimentação do Bananal é vistoriada O prefeito de Laguna Mauro Candemil esteve nesta segunda-feira (10) vistoriando a obra de pavimentação do Bananal. A empresa responsável pela pavimentação Confer e a Casan também estiveram no local definindo as próximas ações. Nesta quarta-feira (12), a Casan retomará os serviços de tubulação e na sequência a Confer continuará com a pavimentação asfáltica pronto, entregue pela parte estrutural. Amurel. Os moradores devem ficar A nova estrutura da estrada atentos, pois o trânsito que liga o Bananal à s e r á p a r a l i s a d o e m Ponta Daniel, contempla determinados trechos. Num total de 4,8 quilômetros de extensão, a nova estrada irá beneficiar mais de 500 famílias das quatro localidades, além das outras três que ficam no distrito, Parobé, Ribeirão Pequeno e Ribeirão Grande. O segundo trecho de 3,2 quilômetros, da Ponta Daniel ao Parobé, já está com o projeto de

drenagem pluvial (para escoamento da água da chuva), pavimentação asfáltica, passeio público (calçadas) e sinalização turística.

Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias terá ações voluntárias

A Secretaria de Pesca e Agricultura, Sepagri, juntamente com a Fundação Lagunense de Meio Ambiente, Flama, se únem com as associações de surfe do município e o Instituto Boto Flipper, para o Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias (DMLRP), que acontecerá no dia 15 de setembro, a partir das 9h. Em Laguna, as ações irão acontecer no Mar Grosso, região do Centro Histórico, na Prainha da Ponta da Barra, Gravatá, Praia da Galheta e no Cardoso. Voluntários irão recolher o lixo e promover educação ambiental. O “International Coastal Day” é uma ação global promovida desde 1986 pela ONG norteamericana “The Ocean Conservancy” para mobilização de voluntários em várias partes do mundo para despoluir ambientes costeiros, coletar e registrar o lixo que é deixado nestes locais. Todos os dados levantados são utilizados para subsidiar politicas públicas nacionais e internacionais, e servem de estudos para núcleos educacionais e pesquisas acadêmicas. O movimento internacional que promove a campanha de limpeza intitulada “Dia Mundial da Limpeza” é realizado em todos os ambientes naturais do planeta e também é promovido por diversas instituições que atuam na área de políticas públicas, conservação e educação ambiental. Esse ano o objetivo da campanha é mobilizar 5% da população mundial para limpar o meio ambiente, e a ação já está confirmada para acontecer em 150 países, e em mais de 200 cidades brasileiras, incluindo Imbituba, Garopaba, Laguna e Palhoça.

O CORREIO - ED 1478  

Um jornal de verdade

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