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Há quase 10 anos no mercado, o Estúdio OBÁ EDITORIAL (ATÉ outubro de 2013 conhecido como carochinha editorial) Presta serviços de edição, produção de conteúdo e criação de projetos editoriais para diversas empresas no Brasil E no exterior. O oBÁ editorial executa e coordena todas as etapas do processo editorial, entre elas:

criação de conteúdo

redação e ghost-writing

tradução

edição e preparação de texto

projeto gráfico de miolo e capa

diagramação

pesquisa iconográfica e ilustração

revisão de provas

gerenciamento de prazos e colaboradores

produção editorial completa conheça nas próximas páginas alguns destaques da nossa produção.


principais serviços prestados

*

edição e coordenação editorial

*

projeto editorial e conteúdo

*

projeto gráfico e diagramação

pacote completo de produção editorial, da tradução (ou da edição do original em português) ao fechamento de arquivos, passando por preparação de texto, diagramação e revisão de provas

desenvolvimento de projeto editorial e redação de texto – este serviço pode ser associado à coordenação editorial para a prestação de serviço da produção completa

desenvolvimento de projeto gráfico de capa e miolo, diagramação, ilustrações, fechamento de arquivos


GUINNESS WORLD RECORDS Ediouro/Nova Fronteira

*

O estúdio Obá Editorial cuida da edição do Guinness World Records no Brasil para o Grupo Ediouro desde 2004, da tradução à conferência dos arquivos na gráfica. O trabalho envolve contato com a editora original e a gráfica no exterior, criação da introdução brasileira e atualização de recordes até o fechamento.

Nos primeiros anos, o trabalho foi realizado em parceria com o Estúdio Sabiá, de Fernando Nuno e Silvana Salerno.


Ensino Fundamental II Moderna

expedições geográficas

Depois da versão inicial de mercado, a obra foi adaptada para o governo e aprovada no PNLD 2011.

*

Participação na elaboração do projeto editorial, edição de texto e criação de seções, atividades lúdicas e infográficos, com o intuito de renovar um material já consagrado.


Geografia, Ensino Fundamental II Moderna

projeto ARARIBÁ

*

Participação na equipe de redação do projeto, de autoria coletiva. Elaboração de seções interdisciplinares, com textos instigantes de gêneros diversos.

Obra aprovada no PNLD 2011. É uma das obras de maior sucesso da Moderna no PNLD.


britannica escola online

Encyclopaedia Britannica | Governo Federal

*

Tradução e produção de conteúdo para a enciclopédia virtual Britannica Escola Online, desenvolvida para atender a estudantes do Ensino Fundamental da rede pública federal. Trabalho realizado em parceria com o Estúdio Sabiá.


Habilidades de raciocínio Associar e conectar multiplicações relacionadas

Material necessário Papel pontilhado

Atividade opcional

Atividade opcional

Peça aos alunos que pratiquem demonstrando o seguinte: (1) Um número fixo de 4 (4 pontos) multiplicado por 2 (somado repetidamente) 4 + 4 = 2 quatros = 2 × 4 = 8 (2) Um número fixo de 4 (4 pontos) que seja multiplicado por 5 (somado repetidamente) 4 + 4 + 4 + 4 + 4 = 5 quatros = 5 × 4 = 20 ... e assim por diante

Organize os alunos em duplas. Um aluno deve escrever sentenças de multiplicação como: 4 × ____ = 16 ____ × 4 = 24 O colega terá de completar de memória ou usando o método de “contar de 4 em 4”.

Orientação didática

Orientação didática

2

• Peça aos alunos que formem 9 grupos de 4 e escreva as sentenças na lousa. Usando a adição repetida ou recitando a tabuada do 4, eles devem chegar a 9 × 4 = 36. • Encoraje‑os a trabalhar no problema com a ajuda do papel pontilhado e a relacioná ‑lo com a sentença de multiplicação.

2 b

Cuco tem 9 fotos. Ele grudou fita adesiva nos 4 cantos de todas as fotos. Quantos pedaços de fita adesiva Cuco usou ao todo?

4

9 × 4 = 36

• Peça aos alunos que resolvam as sentenças de multiplicação com a ajuda do papel pontilhado.

3

N

Agora resolva. Use o papel pontilhado para ajudá-lo a multiplicar. 1 2 3 4

1 2 3

a 4 × 4 = c

16

7 × 4 = 28

Os alunos deverão ser capazes de: • representar números com centenas, dezenas e unidades B em uma tabela de ordens decimais Complete cada sentença de multiplicação. • mostrar representações Depois, ajude Sofia a encontrar as respostas para cada letra concretas de centenas, na roleta. dezenas e unidades para números até mil B 6 × 4 = 24 D 5 × 4 = 20 • ler e escrever números a N 3 × 4 = 12 M 8 × 4 = 32 partir de um conjunto de A 9 × 4 = 36 R 10 × 4 = 40 representações concretas e vic7e ‑versa, com ou sem I 4 × 4 = 16 E 1 × 4 = 4 tabela de ordens decimais I

b 6 × 4 = d 8 × 4 =

2 × 4 =

8

• Comparar • Classificar

O professor pode dar dicas para que os alunos adivinhem um número. Por ex.: o valor do algarismo 8 em um número é de 8 centenas. O algarismo ao lado do que está na ordem das unidades é 5. O algarismo na ordem das unidades é o maior de todos. Peça aos alunos que adivinhem o número. A seguir, organize ‑os em duplas. Um deles deve dar dicas para o colega adivinhar os números.

• Material dourado • Tabelas de ordens decimais

U 7 × 4 = 28

Orientação didática

• Explique o conceito de ordem 8 36 32 36 12 20 28 36 24 36 12 20 4 16 40 36

186 •

decimal relacionando ‑o com um número, os algarismos desse número e os valores posicionais de cada algarismo. Para ilustrar, escreva um número (como 258) em uma tabela de ordens decimais para mostrar os algarismos do número e os valores posicionais de cada algarismo em centenas, dezenas e unidades, e as representações concretas de valores de cada algarismo. Explique os dois jeitos diferentes de mostrar os valores posicionais dos algarismos do número 258: 2 significa 200 ou 2 centenas; 5 significa 50 ou 5 dezenas e 8 significa 8 ou 8 unidades. Ajude os alunos a ler o número 258 como “2 centenas, 5 dezenas e 8 unidades”. A ordem em que cada algarismo se situa também deve ser mostrada aos alunos. Por exemplo, o algarismo 2 está na ordem das centenas.

2

2

Vamos aprender!

• Avalie os alunos informalmente quanto ao conceito de ordem decimal para determinado conjunto de representações concretas. • Os alunos devem saber indicar: (a) o valor posicional de cada algarismo; (b) a ordem em que está situado. • Ensine os alunos a escrever frases envolvendo a soma de centenas, dezenas e unidades.

111

Ordens decimais 1

existem abaixo?

Quantos

187

Centenas

Centenas

Dezenas

Unidades

2

5

8

equivale a 2 centenas ou 200

equivale a 5 dezenas ou 50

equivale a 8 unidades ou 8

0

equivale a

centenas

ou 700

258 = 2 centenas, 5 dezenas e 8 unidades

706 =

7

0

Unidades 6

equivale a

dezenas

ou

centenas, 0 dezenas e

0

6 ou

6

unidades 6

unidades

706 = 700 +

258 = 200 + 50 + 8

Em 706, Em 258,

Dezenas

7

equivale a 7

o algarismo 8 está na ordem das unidades, o algarismo 5 está na ordem das dezenas e o algarismo 2 está na ordem das centenas.

10

0

6

+

o algarismo

6

está na ordem das unidades,

o algarismo

0

está na ordem das dezenas e

o algarismo

7

está na ordem das centenas. 11

10

Ensino Fundamental I (1o e 2o anos) Marshall Cavendish Education (Cingapura)

Atividade opcional

• Material dourado • Tabelas de ordens decimais

Material necessário

T A M A N 1 D U A‘ – B A N D E I R A

110

PENSAR SEM LIMITES: MATEMÁTICA MÉTODO CINGAPURA

Material necessário

Descubra o nome de um animal brasileiro ameaçado de extinção. Orientação didática Para isso, associe as letras da roleta às respostas das sentenças.

24 32

T

Habilidades de raciocínio

posicional.

D

U

Exemplo

T

× 4

Cuco usou 36 pedaços de fita adesiva ao todo.

3 × 4 = 12

E

R

M

• Encoraje os alunos a usar um dos seguintes métodos para encontrar os produtos de cada múltiplo de 4: (1) contar de 4 em 4 com os dedos (2) papel pontilhado (3) lembrar de memória • Os alunos devem completar a Objetivos: Conceito‑chave Cada algarismo em um número Ordens decimaisatividade para obter a resposta: “TAMANDUÁ ‑BANDEIRA”. tem seu próprio valor: é o valor

Sofia encontrou uma roleta mágica.

1 2 3 4 1 2 3 4 5 6 7 8 9

3

4

Faça esta atividade.

Roleta mágica

11

Vamos aprender! Maneiras de subtrair Subtrair reagrupando em dezenas e unidades 1

Plínio tinha 17 carrinhos. Ele deu 3 carrinhos a um amigo.

Passo 1

Passo 2 Subtraia 3 de 7. 7 – 3 = 4

Passo 3 10 + 4 = 14

Então,

17 10

– 3

Reagrupe 17 em 10 e em 7 unidades. 17 = 10 + 7

7 Subtraia as unidades.

17 – 3 = 14 .

Plínio ainda tem 14 carrinhos. 102 LA 1A.indd 102

*

09/11/11 21:26:38

Coordenação, produção editorial, tradução e adaptação de conteúdo dos livros do professor, do aluno e de atividades da coleção didática, em um total de 12 volumes.


2 Reagrupe os números em dezenas e unidades. Depois subtraia.

a

17 – 5 =

b

18 – 3 =

3 Qual é o lugar do Brasil em que mora o pássaro chamado tuiuiú? Subtraia para descobrir. 12 –

2 =

N

16 –

4 =

SL

13 –

0 =

A

17 –

7 =

N

14 –

3 =

P

18 –

5 =

A

15 –

2 =

A

19 –

3 =

T

11

13

10

16

13

13

10

12

O estúdio foi escolhido para realizar este trabalho a partir de um processo de seleção promovido pelo IE Singapore (escritório de negócios de Cingapura em São Paulo).

103 LA 1A.indd 103

Capítulo um

Habilidades de raciocínio

Números até 1000 Objetivos: Contando Os alunos deverão ser capazes de: • reconhecer representações concretas de números (100 a 1000), lê ‑los e escrevê ‑los com algarismos e por extenso • reconhecer, ler e escrever os números (100 a 1000) e suas formas por extenso (cem a mil)

• contar até 1000 formando primeiro centenas e dezenas • usar as estratégias de contar de 1 em 1, de 10 em 10 e de 100 em 100 para contar até 1000 • reconhecer e interpretar sentenças associadas a dezenas e unidades

• Comparar • Classificar • Identificar relações • Fazer sequências

Conceitos‑chave • Usar representações concretas para contar números até 1000. • Estratégias de contar de 1 em 1, de 10 em 10 e de 100 em 100.

Material necessário

Observação

Material dourado ou similar, com cubos de milhar e unidades, barras de dezenas e placas de centenas

Os alunos devem perceber o seguinte: • 1 cubo representa 1 unidade • 10 unidades formam 1 dezena • 10 dezenas formam 1 centena • 10 centenas formam 1 milhar

Orientação didática 1 • Recorde com os alunos como uma representação concreta de 10 cubos forma 1 dezena. • Conte de 10 a 100 usando as representações concretas de dezenas. A seguir, faça uma representação concreta de 1 centena usando 10 barras de 1 dezena. • Escreva o número “100” e a forma por extenso “cem” e substitua as 10 dezenas por uma placa de 100. • Explique e mostre aos alunos como contar até 108. Use o seguinte método de contar a partir de 100 de 1 em 1: 100, 101, 102, 103,..., 108. Aponte para a representação concreta à medida que você conta.

Orientação didática

1

3

Quantos

existem abaixo?

Números até 1000 Vamos aprender!

seiscentos e setenta e quatro

Contando 1

Cuco juntou 10

para formar

Depois ele juntou 10

674

. .

10 dezenas = 100 unidades

4

Quantos

existem abaixo?

10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100. Cem!

cento e oito

505

108

Os alunos deverão ser capazes de: • representar números com centenas, dezenas e unidades em uma tabela de ordens decimais hundred and • mostrar representações concretas de centenas, dezenas e unidades para números até mil • ler e escrever números a partir de um conjunto de representações concretas e vic7e ‑versa, com ou sem tabela de ordens decimais

5 2

Orientação Que número vemdidática depois do 999?

1

352 trezentos e cinquenta e dois 6

6

Objetivos: Ordens decimais

quinhentos e cinco

100

2

• Explique e mostre aos alunos como contar até 352. • Use o seguinte método de contar por centenas, dezenas e unidades: 100, 200, 300, 310, 320,..., 350, 351, 352. Mostre a representação concreta à medida que você conta.

09/11/11 21:26:38

• Explique o conceito de ordem decimal relacionando ‑o com um número, os algarismos desse número e os valores posicionais de cada algarismo. • Para ilustrar, escreva um número (como 258) em uma tabela de ordens decimais para mostrar os algarismos do número e os valores posicionais de cada algarismo em centenas, dezenas e unidades, e as representações concretas de valores de cada algarismo. • Explique os dois jeitos diferentes de mostrar os valores posicionais dos algarismos do número 258: 2 significa 200 ou 2 centenas; 5 significa 50 ou 5 dezenas e 8 significa 8 ou 8 unidades. • Ajude os alunos a ler o número 258 como “2 centenas, 5 dezenas e 8 unidades”. • A ordem em que cada algarismo se situa também deve ser mostrada aos alunos. Por exemplo, o algarismo 2 está na ordem das centenas.

1000. Mil!

Vamos aprender!

Habilidades de raciocínio • Comparar • Classificar

Material necessário

Atividade opcional

• Material dourado • Tabelas de ordens decimais

O professor pode dar dicas para que os alunos adivinhem um número. Por ex.: o valor do algarismo 8 em um número é de 8 centenas. O algarismo ao lado do que está na ordem das unidades é 5. O algarismo na ordem das unidades é o maior de todos. Peça aos alunos que adivinhem o número. A seguir, organize ‑os em duplas. Um deles deve dar dicas para o colega adivinhar os números.

Orientação didática 2

2

• Avalie os alunos informalmente quanto ao conceito de ordem decimal para determinado conjunto de representações concretas. • Os alunos devem saber indicar: (a) o valor posicional de cada algarismo; (b) a ordem em que está situado. • Ensine os alunos a escrever frases envolvendo a soma de centenas, dezenas e unidades.

Ordens decimais 1

7 existem abaixo?

Quantos

7 Centenas

Centenas

Dezenas

Unidades

2

5

8

equivale a 2 centenas ou 200

equivale a 5 dezenas ou 50

equivale a 8 unidades ou 8

0

equivale a

7

258 = 2 centenas, 5 dezenas e 8 unidades

706 =

7

centenas

0

6

ou

0

equivale a 6 ou

6

unidades 6

unidades

706 = 700 +

258 = 200 + 50 + 8

o algarismo 8 está na ordem das unidades, o algarismo 5 está na ordem das dezenas e o algarismo 2 está na ordem das centenas.

Unidades

dezenas

centenas, 0 dezenas e

Em 706, Em 258,

Dezenas

7

equivale a

ou 700

10

10

3 e 4 • Avalie os alunos informalmente e verifique se sabem contar de 100 em 100, de 10 em 10 e de 1 em 1 a partir de um conjunto de representações concretas. • Você pode pedir a alguns Conceito ‑chave alunos que façam esta Cada algarismo em um número atividade na frente da classe. tem seu próprio valor: é o valor 5 posicional. • Ajude os alunos a contar até 1000 usando placas de Material necessário centena. Conte de 100 em 100 assim: 100, 200, 300,..., 900, • Material dourado 1000. Empilhe as placas de • Tabelas de ordens decimais centena ao contá ‑las. • Peça aos alunos que repitam a contagem. • Apresente o número “1000” e a forma por extenso “mil”. • Enfatize que 10 placas de centena formam um cubo de milhar, que representa 1000. (O professor deve mostrar dez placas de centena e um cubo de milhar.)

0

6

+

o algarismo

6

está na ordem das unidades,

o algarismo

0

está na ordem das dezenas e

o algarismo

7

está na ordem das centenas. 11

11


uno – planos de aulas Ensino Médio UNO Internacional

*

Adapta��ão de projeto gráfico para 4 cores e edição, diagramação e revisão de conteúdo novo (orientações para uso de multimídias) das apostilas para o professor.

Plano de Aulas

Plano de Aulas

Biologia

Química

Módulo 2 A biosfera e seus ecossistemas

Módulo 17 Equilíbrios químicos heterogêneos

Conteúdo analítico

Conteúdo analítico

2

Plano de Aulas

Objetivos do módulo e de seus capítulos

2

Plano de Aulas

2

Objetivos do módulo e de seus capítulos

Conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais

3

Conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais

3

Estratégias para a ação docente

4

Estratégias para a ação docente

4

Abertura

4 4 5 6 8

Física

Capítulo 1 — Fluxo de energia e de matéria na natureza Capítulo 2 — Ciclos biogeoquímicos

Capítulo 3 — Grandes biomas e ecossistemas aquáticos Capítulo 4 — Poluição ambiental

Orientações para uso das multimídias Avaliação do aprendizado Enriqueça sua aula Resolução dos exercícios propostos Gabarito

Abertura Capítulo 1 — Hidrólise salina

13 Conteúdo analítico 18 Objetivos do módulo e de seus capítulos

Capítulo 3 — Solubilidade e curva de solubilidade Capítulo 4 — Produto de solubilidade

Avaliação do aprendizado Enriqueça sua aula

2 2

Conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais

3

Estratégias para a ação docente

4

Capítulo 4 — Transformações de energia mecânica

4 4 5 6 7

Orientações para uso da multimídia

8

Avaliação do aprendizado

9

Enriqueça sua aula

9

Resolução dos exercícios propostos

11

Capítulo 2 — Trabalho e energia cinética Capítulo 3 — Energia potencial

Gabarito

6 7 8

Módulo 5 9 Função exponencial 10 logarítmica 12

e função Resolução dos exercícios propostos

Abertura Capítulo 1 — Trabalho e potência

4

Capítulo 2 — Equilíbrios heterogêneos: análise matemática

9 Módulo 7 10 Trabalho1 1 e energia mecânica

3

Matemática 5

22

Gabarito

Conteúdo analítico

18

Objetivos do módulo e de seus capítulos

2 2

Conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais

3

Estratégias para a ação docente

4

Abertura

4 5 5 6 6

Capítulo 1 — Função exponencial Capítulo 2 — Equações e inequações exponenciais Capítulo 3 — Logaritmos Capítulo 4 — A função logarítmica

Avaliação do aprendizado Enriqueça sua aula Resolução dos exercícios propostos Gabarito

7 7 8 24

Plano de Aulas Gramática Módulo 15 Introdução ao estudo da sintaxe Conteúdo analítico

2

Objetivos do módulo e de seus capítulos

2

Conteúdos conceituais e procedimentais

2

Estratégias para a ação docente Capítulo 1 — Estruturas, relações e funções

3 3 4

Abertura

Capítulo 2 — Da sintaxe ao texto: coesão e coerência

6

Avaliação do aprendizado

7

Enriqueça sua aula

7

O trabalho envolveu todas as disciplinas do Ensino Médio (Geografia, História, Literatura, Gramática, Produção de Texto, Filosofia, Sociologia, Matemática, Biologia, Química, Física, Inglês e Espanhol). Foi feita ainda a edição de texto de parte do conteúdo original dos Planos de Aulas. O material é usado em plataforma digital pelos professores.


CARLOS RUGGI/NExTFOTO ANDRé PORTO/FOLHA IMAGEM

5

4

Figura 1 • Rua comercial de Currais Novos, Rio Grande do Norte (2007). Figura 2 • Fábrica da Renault, em São José dos Pinhais, Paraná (2000).

LUIZ CLáUDIO MARIGO/OPçãO BRASIL

Figura 4 • Acampamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra em terreno próximo da rodovia Raposo Tavares (2004). Figura 5 • Usina de açúcar em São Simão, São Paulo (2002).

3 GEO 7-2-UND3.indd 3

9/6/08 11:33:00 AM

O trabalho do historiador

O que são fontes históricas Imagine que daqui a cem anos um historiador encontre este caderno em que você está estudando. Com ele em mãos, o historiador poderá fazer várias perguntas: quem o fez?; quem o usava?; como era ensinada a História nas escolas do século XXI? O material didático tornou-se, portanto, uma fonte histórica. Fonte histórica é todo vestígio produzido pelas pessoas: escritos oficiais e particulares, construções, cartas, fotografias, pinturas etc. (figuras 1, 2 e 3). Os vestígios se tornam documentos a partir do momento em que são utilizados, por exemplo, pelo historiador. Por meio desses documentos, o historiador estuda sobre o passado e produz conhecimento histórico sobre o passado que ele investigou. 1

Glossário Vestígio. Sinal, resto. Professor: As acepções dos termos do Glossário foram pesquisadas no Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa.

BIBLIOTECA NACIONAL, RIO DE JANEIRO

Na foto, você vê uma brincadeira que junta dois documentos separados por milênios. Apesar disso, tanto a arte rupestre quanto a URL, a forma padronizada de representação de endereços da internet, são facilmente identificáveis, a despeito do enorme espaço de tempo entre elas. Mesmo o pesquisador estando no presente, é possível alcançar tempos passados ao estudar os documentos históricos. É isso que vamos apresentar a você agora.

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

CREASOuRCE/LATINSTOCK STOCK

61

3

2

2

Figura 1 • Fotografia de menina não identificada. Recife, 1904. Figura 2 • Trecho de carta escrita pela senhora Eponine ao imperador D. Pedro II, do século XIX. Figura 3 • Pintura em vaso grego do século V a.C. representando aulas na academia de Atenas.

ACERVO DO STATLICHE MuSEuM, BERLIM/HERITAGE – OTHER IMAGES

1 As origens do ser humano UNIDADE 2 O povoamento da América UNIDADE

1

CAPÍTULO

E. MONNIER

Introdução aos estudos históricos

9/6/08 11:32:54 AM

caderno

PRÉ-HISTÓRIA

já sabe

Figura 3 • Pequena propriedade de cultivo de hortifrutigranjeiro.

GEO 7-2-UND3.indd 1

HISTÓRIA

ALíPIO DA SILVA/KINO

O uso de tecnologias modernas cresce no campo e contribui para diminuir as diferenças entre a vida rural e a vida urbana. Porém, heranças do período colonial persistem — uma delas é a concentração de terras nas mãos de poucos proprietários. Na região Norte, o extrativismo é visto como uma alternativa de desenvolvimento econômico sustentável.

Professor: As páginas de abertura de unidade têm por objetivo promover a verificação e a exploração dos conhecimentos prévios dos alunos. São um convite à leitura de imagens, com questões que dão ao professor a oportunidade de avaliar o grau de conhecimento da classe e orientar melhor a condução dos assuntos que serão tratados.

Leia as imagens.

1

TADEU BIANCONI/OPçãO BRASIL

4 Região Norte

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

UNIDADE

3 Brasil: campo e cidade

O que você

caderno

3 Brasil: campo e cidade

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

UNIDADE

UNIDADE

FáBIO COLOMBINI

Ensino Fundamental II UNO Internacional

UNO modular

72

GEoGRAFIA

3

5 Hist6-1.indd 5

LÍNgUA POrtUgUESA grAMÁtICA

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

CuSTÓDIo CoImbRA/Ag. o gLobo

*

2 Variedades linguísticas

61

1 Língua, linguagem e comunicação UNIDADE 2 Variedades linguísticas e registro UNIDADE 3 Estrutura das palavras UNIDADE 4 Processos de formação de palavras UNIDADE

Coordenação de revisão de provas e leitura técnica de todas as disciplinas (Geografia, História, Língua Portuguesa, Matemática, Ciências e Inglês), com adaptação ortográfica segundo o novo acordo.

9/6/08 4:19:57 PM

UNIDADE

e registro

A mitologia do preconceito linguístico Diante de uma tabuleta escrita COLÉGIO é provável que um pernambucano, lendo-a em voz alta, diga còlégio, que um carioca diga culégio, que um paulistano diga côlégio. E agora? Quem está certo? Ora, todos estão igualmente certos. O que acontece é que em toda língua do mundo existe um fenômeno chamado variação, isto é, nenhuma língua é falada do mesmo jeito em todos os lugares, assim como nem todas as pessoas falam a própria língua de modo idêntico. (...) É claro que é preciso ensinar a escrever de acordo com a ortografia oficial, mas não se pode fazer isso tentando criar uma língua falada “artificial” e reprovando como erradas as pronúncias que são resultado natural das forças internas que governam o idioma. Seria justo e democrático dizer ao aluno que ele pode dizer BUNITO ou BONITO, mas que só pode escrever BONITO, porque é necessária uma ortografia única para toda a língua, para que todos possam ler e compreender o que está escrito, mas é preciso lembrar que ela funciona como a partitura de uma música: cada instrumentista vai interpretá-la de um modo todo seu, particular! (...)

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

9/6/08 4:19:51 PM

caderno

Hist6-1.indd 1

Todos nós comunicamos ideias e sentimentos de diversas maneiras: pela expressão facial, por meio de gestos, por sons e palavras que falamos ou escrevemos. Esse é o assunto destas quatro unidades: a comunicação humana. Na foto que você vê, jovens pintam o rosto e saem às ruas, em 1992, para pedir a cassação do mandato (ou impeachment) do então presidente da República, Fernando Collor de Mello.

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2006. (Mito no 6) Professor: O livro de Marcos Bagno apresenta oito mitos sobre o português falado. Entre eles, “Português é muito difícil”; “As pessoas sem instrução falam tudo errado”; “Brasileiro não sabe português/Só em Portugal se fala bem português”. Veja mais informações no Manual do Professor.

O que você poderá

aprender

Reúna-se com alguns colegas e respondam às questões no caderno.

1 O que você entende por variedade padrão? 2 O que seriam variedades regionais?

3 Na sua opinião, o que aconteceria se não houvesse uma variedade padrão?

Professor: Estes exercícios visam a levantar os conhecimentos prévios dos alunos. Deixe que respondam livremente.

4 Você saberia dizer o que são variedades estilísticas?

47 Port6-Gra-B1 03.indd 47

06/09/08 11:23:30

5 O que é linguagem formal? E linguagem informal?

Port6-Gra-B1 03.indd 61

61 06/09/08 11:23:47


Atividades

Habilidade: ler e interpretar mapas.

Para entender um mapa

Organizar 1 Observe a figura e complete o quadro com o nome dos órgãos.

O mapa traz diversas informações sobre o lugar que ele representa. Alguns componentes do mapa auxiliam a leitura das informações nele contidas. Entre esses componentes estão o título, a legenda, a escala, a fonte e a orientação do mapa.

Comentar com os alunos que nem todos os mapas apresentam legenda.

Função

Título: traz informações que identificam o mapa.

Observe esses componentes no mapa.

Brasil: população urbana por estado (2000)

AMAPÁ

PARÁ

MARANHÃO

PARAÍBA

PIAUÍ

PERNAMBUCO

ACRE

ALAGOAS RONDÔNIA

Legenda: indica o significado dos símbolos e cores utilizados no mapa. Neste mapa, cada uma das cores indica a porcentagem da população urbana dos estados brasileiros. OCEANO Assim, noPACÍFICO estado do Pará, por exemplo, de cada 100 habitantes, 65 a 69 moram em áreas urbanas. O DE CA TRÓPIC

RIO GRANDE DO NORTE

CEARÁ

PRICÓRN

TOCANTINS

SERGIPE

BAHIA

MATO GROSSO DISTRITO FEDERAL

GOIÁS MINAS GERAIS

MATO GROSSO DO SUL

IO

População urbana na população total (%) 59 a 64

SÃO PAULO

ESPÍRITO SANTO

RIO GRANDE DO SUL

Liberam o óvulo

Ovários

Liga o útero ao exterior do corpo

Vagina

OCEANO ATLÂNTICO

Ovários

Útero

Vagina

Aplicar 2 Marque com X a opção correta. A menstruação indica que o óvulo foi fecundado pelo espermatozoide. A menstruação dura aproximadamente 28 dias. X

Uma mulher que não menstrua há 2 meses pode estar grávida.

3 Desenhe o esquema da fecundação e identifique os elementos envolvidos nesse processo.

Orientação: indica a direção do mapa. Em geral, indica o norte.

RIO DE JANEIRO

PARANÁ SANTA CATARINA

Útero

Os alunos deverão desenhar um esquema similar ao da página 292.

N O

65 a 69

L S

70 a 84

350 km

50°

Fonte: IBGE. Atlas geográfico escolar. Rio de Janeiro: IBGE, 2002.

ADE C ID

TURAL UL

R PLU AL

0

85 a 96

4 Encontre no quadro as palavras que preenchem as lacunas.

Brincadeiras indígenas

• É o período em que o bebê permanece dentro do útero da mãe.

Escala: indica quantas vezes o espaço real foi reduzido para ser representado no mapa.

Fonte: fornece a origem das informações apresentadas no mapa.

Brincadeira de criança existe em todos os lugares

• O que o mapa acima mostra? Como você sabe?

Espera-se que os alunos percebam que o título traz informações que identificam o mapa.

274 4_4-Geografia.indd 274

Toda criança tem o direito de brincar. Essa declaração está na Convenção Internacional dos Direitos da Criança, um tratado assinado pela Assembleia Geral das Nações Unidas (a principal organização de países do mundo) 22/02/11 16:28:22 5-Cie ncias(169-192).indd em 1989.

ocorre no interior das tubas uterinas.

juntamente com sangue pela vagina da mulher. 13/04/11 21:42:12

totalmente formado.

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Seus pais, irmãos e avós os ensinam a caçar, pescar e fazer pinturas no corpo, entre outras atividades. Para aprender, as crianças observam os adultos em seus afazeres, ajudam em certas tarefas Você sabia que a peteca domésticas e brincam muito.

é um brinquedo popular tanto entre os povos indígenas como entre os não índios?

Qual sua brincadeira favorita? Para aprender mais sobre as brincadeiras indígenas, você pode acessar o site http://pibmirim.socioambiental. org/pt-br. Nele, há jogos e textos sobre os costumes das diferentes tribos indígenas.

Ensino Fundamental I UNO Internacional

Parto.

• Célula reprodutora masculina.

Espermatozoide.

• Célula reprodutora feminina.

Óvulo.

• Órgão que liga o bebê ao útero.

F Ç E E O O K L G E S T A Ç Ã O O T O

A L N S S N Q O E S Z S N E S F L M D

S N I P L D O M N E A B V W T O O M S

D M E E M O J Q C N A C B T I G R Y Ã

O C O R N P C Ã I C Q A Ã O S M T N O

C J M M O J N O M U U Z F F A D I Y D

M N N A J Y I P L A C E N T A T E S I

R N V T Z Ç U H J Ã O O F N I Ã C T Ç

C S Ã O I Ã E A U P N P N J G O Ó I F

J D P Z F O R M W Ó S I B E N S C S S

S E R O P N P Q Ã C A U V R I C R N A

U F E I K C A U Q A I Q I Ã O I Ã I D

Placenta.

Ç N M D C O Ã L Q D N Y Q Q Z M O B S

O V F E C U N D A Ç Ã O W Z Z E F H A

A M B S M Ã I V D N A T E N R N E E M

I P D E D M O R U L G L O L Ã S U T S

Ã Ç K R S T E E Ó M C F V O U T M S D

O Ã L E J E P S D Q A A C T R R D U I

C O Z D I N A E I J O P Z I E U E M E

C F Ó A N T R P V X S S Ã O C A L M Q

I A Z L V O T B N N Ó A N Ó O Ç E O Y

T E X H Ó P O O D B V S O L M Ã R D F

L M Ã F C L D I P O U P N E M O O I A

M C E J A D N U L I L L M T Y T S G S

S W J E O F C O E B O T Ã O N V Ã N P

295

237

UNO Público trimestral

Menstruação.

• Acontece ao final da gravidez, quando o bebê já está 294

As crianças indígenas aprendem a cultura de seu povo por meio de jogos e brincadeiras. Elas constroem seus próprios brinquedos – e, com isso, aprendem também a fabricar arcos e flechas, potes, cestos etc.

22/02/11 10:33:49

*

Fecundação.

• Quando não ocorre a fecundação, o óvulo é eliminado 294

Você sabia que aprendemos muitas coisas enquanto brincamos?

3-Histo ria.indd 237

Gestação.

• É a união do óvulo com o espermatozoide e geralmente

Crianças de todos os lugares sempre encontram um jeitinho para brincar. Principalmente quando a brincadeira é entre amigos!

O que você aprende enquanto brinca?

CIÊNCIAS

AMAZONAS

EQUADOR

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RORAIMA

Órgão

Abriga e protege o óvulo fecundado

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Saber fazer

5-Cie ncias(169-192).indd 295

Adaptação de material já existente de bimestral para trimestral, com coordenação de criação de conteúdo novo e atividades lúdicas.

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revisão total Ensino Médio UNO Internacional

*

Coordenação editorial (edição, revisão, pauta iconográfica, gerenciamento de colaboradores) de material com questões de vestibular e revisão de assuntos de todas as disciplinas. Diagramação da seção de Matemática.

MATEMÁTICA

Trigonometria no triângulo retângulo

Aproximando-se mais 10 m, observou o mesmo ponto FIG.030-MAT-TOP-6 segundo um ângulo de 45°, conforme a figura abaixo.

FIG.033-MAT-TOP-6 Se o quadrado EFGH tem lado medindo 6√2, assinale a área do quadrado ABCD.

Do enunciado, temos a figura abaixo: N

dois triângulos equiláteros BEF e AGH, sendo que todos os três polígonos têm lados de medida 1 cm. Sabendo-se que os pontosFIG.028-MAT-TOP-6 H, A, B e E são colineares e que o segmento, que liga os pontos G e E, intercepta o quadrado nos pontos M e N, qual é o valor da área do quadrilátero ABMN, em cm2? Como f(3) = 4, temos h(3) = 0. De forma geral, h(x) =

45°

45°

45°

2

3

–2 –3 –4 –5 –6

O número de soluções da equação f (f (x)) = 6 é a) 2

d) 6

b) 4

e) 7

4

Então o valor de a) 1 3

b) 1 2

c) 0

R seja uma função ímpar (isto é, f (−x) = f (x)) e periódica, com período 10 (isto é, f (x) = f (x + 10)). O gráfico da função no intervalo [0, 5] é apresentado a seguir.

b) 5

x

y

c) tg(C) = 13 5 1 x

0

y

d) 7

e) 8

0 gráfico Vθ

0

1

θ –1

θ gráfico V

0

θ

–1

0

b) −2 < c < 2 e c ≠ 0

MateMática • Funções: conceitos básicos

1

d) −3 < c < 0 –1 C e) −2 < c < 2

D

x

x

x

a) tg α = α

x

b) tg α = 2α

H

c) tg α = 4α

d) tg 2α = α e) tg α = α 2

13 (FGV-SP) Sejam a, b e c retas paralelas e distintas, com b G E entre a e c, tais que a distância entre a e b seja 5, e a dis2 entre b e c seja 7. A área de um quadrado ABCD R − 2 tância , 5 5 em que A ∈a, B ∈b e C ∈c é igual a: com R denotando o conjunto dos números reais, dada a) 35 b) 42 c) 50 d) 74 e) 144

8 (Ufal) Considere a função f : R − A θ

0

A

Uma condição necessária e suficiente para que as duas áreas sombreadas na figura sejam iguais é

ABCD e EFGH, inscritos em triângulos retângulos isósceles e congruentes. a) −1 < c < 4 e c ≠ 0

y

θ 0

x

c) 0 < c < 2

gráfico V podia aproximar-se, um ambientalista colocou, a certa y distância dessa árvore, um cavalete de 1 m de altura e observou seu ponto mais alto, segundo um ângulo de 30°.

θ

1

x

9 (UFRN) Para 0medirθa altura dexuma árvore, da qual não

b) Dadas as funções g(y) = y2 − 4y e h(x) = g(f(x)), calcule h(3) e determine a expressão de h(x) para 2,5 ≤ x ≤ 5.

3m

x

y

–1 0

d) cos(C) = 5 12

B

11 (UFPE) Nas ilustrações abaixo temos dois quadrados, –1 x2 – 4y = –1

θ –1

1

–1

θ

c) 6

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gráfico IV

B

y

a) tg(C) = 5 12 –1 b) cos(C) = 5 13

d) 1–5

. 5portanto, (sen x + cos x) E, é igual a: f(99) = −2.

a) 4

gráfico III

gráfico V A

sen x − cos x é: sen x + cos x

5 (UERGS-RS) Se 0 < x < 90º e sen x = 35 , então o valor de

554

c) 5

4 (Unicamp-SP) Suponha que f : R

e) 16 degraus.5

0 tangente –5 5 vale 10 45 x(UFV-MG) Seja x um–10ângulo agudo cuja 2.

B

por: f(x) = 2x − 3 . 5x − 2

{ }

{ }

F

555

Sobre f é incorreto afirmar que: a) f é uma função bijetora. b) Existe x real tal que f(x) = x.

Como f(2,5) = 5 e f(5) = 0, temos f(x) = 10 − 2x no intervalo [2,5; 5]. Assim, f(3) = 4 e g(f(3)) = g(4) = 4² −

(I) e (II) representam funções pares e (IV) e (V) repre-

– 4 ⋅ 4 = 0. Nesse intervalo, a composição das funções

sentam funções ímpares.

c) f(f(x)) = x para todo x real. d) a inversa de f é a própria f. e) Os valores de x para os quais f(x) < 0 satisfazem 2 <x< 3 . 5 2

fornece h(x) = (10 − 2x)² − 4(10 − 2x) = 4x² − 32x + 60.

538

539

FÍSICA

HISTÓRIA

Calor e temperatura

GRAMÁTICA

de mercados produtores de matérias primas (inclusive fontes de energia); disputa entre as grandes potências, que buscaram nos novos domínios coloniais garantir o

400

ja n fe mv ar ab mr ai ju n ju ag l o se out no t dev z

GEOGrafia • Climas do Brasil

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3

4 (Unifesp) Em uma experiência de laboratório, um alutermotransferência e a da direita, fatos do cotidiano reno mede a temperatura de uma pequena quantidade lacionados a esses processos. Numere a coluna da direide água contida em um tubo de ensaio (a água e o tubo ta de acordo com a da esquerda. foram previamente aquecidos e estão em equilíbrio térmico).Atuam Para isso, imerge nessa água um termômetro (UFPel-RS) Apesar de ser reconhecido como um país 4 (Ufac, adaptado) no território brasileiro cinco Fig053_Geo_Top05 em vidro que, antes daletras imersão, tropical, o 1Brasil apresenta variedade climática massas dede ar,mercúrio que estão representadas pelas A, B,marcava a – Condução ( )uma O movimento do ar no interior das ambiente: 20 ºC. Assim que todo o bulbo do que comporta outros tipos. Observe C, D e E notemperatura mapa a seguir: geladeiras.os climogramas 2 – Convecção termômetro é imerso na água, a coluna de mercúrio sobe seguintes. ( ) O cozinheiro queimou-se com a 3 – radiação durante alguns segundos até atingir 60 ºC e logo começa colher aquecida. Atuação geral das massas ar anotemperatura Brasil a baixar. Pode-se afirmarde que da água no GOIÂNIA BELO ) Energia queHORIZONTE recebemos do30 Sol. 400 30 ( 400 Atuaçãoinstante geral das de ar no Brasil emmassas que o termômetro foi imerso nela era ( ) Ar condicionado deve ser instalado a) de 60 ºC, pois o termômetro nuncaDinterfere na medi350 350 próximo ao teto. da da temperatura e o calor perdido para o ambiente, 25 300 25 300 nesse caso, é desprezível. Assinale a sequência correta. b) de 60 ºC porque, nesse caso, embora possa haver 250 250 a) 2, 1, 3, 1 d) 1, 3, 2, 2 Eperda de calor para o termômetro e para o ambiente, essas perdas não se manifestam, pois a medida da b) 1, 2, 3, 3 e) 2, 1, 3, 220 20 200 200 temperatura é instantânea. c) 3, 1, 1, 2 150 150 c) maior do que 60 ºC; a indicação é menor exclusivamente por causa da perda de calor para o ambiente, 15 100 100 2 (Unir-RO) Uma15professora de Física explica para seus pois o termômetro não pode interferir na medida da alunos a diferença entre uma queimadura de pele temperatura. 50 50 com óleo quente e outra com água quente: “Uma d) maior do que 60 ºC e a indicação é menor principalqueimadura com óleo quente é mais grave, consi10 10 0 0 mente por causa da perda de calor para o termômetro. derando quantidades iguais das duas substâncias”. e) menorB do que 60 ºC porque, nesse caso, a água abAssinale a razão dada pela professora que justifica C sorve calor do ambiente e do termômetro. JOÃO MANAUS suaPESSOA afirmativa. ja n fe mv ar ab mr ai ju n ju ag l o se out no t dev z

1 (UFMT) A coluna da esquerda apresenta processos de

30

400

30

a) O óleo tem maior ponto de vaporização e atinge 350 5 (Mackenzie-SP) Um turista, maior temperatura. A ao descer no aeroporto de londres, observa que o valor da temperatura indicada b) O ponto de fusão do óleo é maior, portanto guarda 25 300 25 0 600 km um termômetro graduado na escala Fahrenheit supor maior calor interno. pera em 40 o valor da indicação de outro termômetro 250óleo estão termicamente mais agic) As moléculas do graduado na escala Celsius. A temperatura em londres tadas, mesmo quando óleo e água estão na mesma era de 20 200 20 temperatura. Com base na leitura do mapa podemos verificar: a) 10 ºC d) 24 ºC d) O óleo tem maior calor específico, guardando maior a) A massa de ar correspondente à letra B representa a 150 ºC b) 14 ºC continental que influencia e) o28territóquantidade de calor. massa equatorial

350 300 250 200 150

aumento de seus lucros e encontrar uma saída segura

c) 20 ºC 15 denso 15 para es- rio brasileiro, 100 deslocando calor e umidade. e) O óleo é mais por isso demora mais correr da pele. b) As massas de ar, representadas pelas letras A, B, C e D, 50 são6originárias da Planície do as quais contri- a água (Uncisal/Ecmal-AL) AsChaco, caldeiras que aquecem buem para manifestação períodos quentes e secos. localizaficam na casa dasdemáquinas, compartimento à piscina. A água c) A massadodepróximo ar indicada pela letra E, nocircula mapa, éentre origi-a piscina e interior uma parede dupla de vidro espelhada, havencaldeiras porAtlântico. tubulações adequadas. São nária doasSul do Oceano É quente e úmida e feitas as do entre elaso vácuo. Pode-se afirmar que a alternativa afirmações: Temperatura ( C) Precipitação (mm) forma os ventos alísios de sudeste. correta é: I. a aletra águaA aquecida deveà ser lançada o interior da d) No mapa, corresponde massa polarpara atlâna) O vácuo entre as paredes evita perdas de energia por piscina pelos pontos em mais próximos à superfície; tica, que exerce forte influência todas as regiões Sobre os tiposradiação. climáticos brasileiros, é correto afirmar que brasileiras. responsável pela queda de étemperaII. Ela no éinterior das caldeiras, a água aquecida por irraa) Belo Horizonte é um exemplo de clima tropical atlânb) As paredes são espelhadas para evitar perdas de tura na região Norte e Planície do Pantanal, fenômediação; tico, que vai do Riopor Grande do Norte até o Paraná. As energia condução. no conhecido como “friagem”. chuvas, nesse clima, variam de acordo com a latitude III. no interior da piscina, a transferência de calor se dá c) As paredes são espelhadas para evitar e) A massa tropical continental corresponde à letra D, da localidade, sendo mais comuns as chuvas no in-perdas de por convecção. energia por radiação. no mapa, a qualoatua nasafirma áreasapenas do interior verno nordestino. É correto que se em das reAs paredes são espelhadas para evitar Sul e Centro Oeste. b) Curitibad)possui clima tropical de altitude, das áreasperdas de giões Sudeste, a) I d) I e II por convecção. com mais energia de 800 metros de altitude, que se manifesb) II e) II e III e) O vácuo entre as paredeseacelera o processo ta em verões quentes e chuvosos invernos frios e de con5 (Uespi) Oc)Brasil, III em face de sua enorme dimensão e vecção. secos. da influência de outros fatores estáticos e dinâmicos, c) Goiânia apresenta clima tropical, com estações baspossui uma grande variedade de tipos climáticos. tante destacadas pela diferença de pluviosidade, veAssinale o tipo climático que domina na Região Sul rão chuvoso e inverno seco. do país. d) o clima em João Pessoa é do tipo semiárido, que se a) Frio oceânico caracteriza pela pouca variação de chuva durante o b) Tropical de altitude ano e um frio mais intenso no inverno.

100

50

ja n fe mv ar ab mr ai ju n ju ag l o se out no t dev z

10 10 0 3 (UPF-RS) Muitas garrafas térmicas possuem em seu

ja n fe mv ar ab mr ai ju n ju ag l o se out no t dev z

0

e) Manaus exemplifica o clima equatorial, que possui amplitude térmica acentuada e um regime de chuvas regular durante todo o ano.

b) as afirmações II e III também estão corretas, e ambas têm por consequência o contido na afirmação V. c) a afirmação III também está correta, mas esta não tem por consequência o contido na afirmação V. d) a afirmação IV também está correta e tem por consequência o contido na afirmação V. e) as afirmações II, III e IV estão corretas, e têm por consequência o contido na afirmação V. f) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.

13 (UFPE) O corpo humano possui cerca de 5 a 6 litros de

sangue, que é essencial para a sobrevivência e o funcionamento de células, tecidos e órgãos. Considerando o conhecimento sobre o tecido sanguíneo, analise as proposições abaixo.

14

24.06.10 10:38:31

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE elementos relacionados a esse sistema. a) linfócitos e hemácias b) plaquetas e leucócitos

d) macrófagos História 2.indd 415

24.06.10 16:34:41

Tubo B

O caos e a violência no Zimbábue podem ser exa-

minados como uma metáfora dosseflagelos Tendo em vista a ilustração, responda ao que pede: que fazem da África o continente com a maior concentração de a) Em qual das figuras ocorreu o processo de centrifupaíses miseráveis. gação? Justifique sua resposta. Veja, 2 jul. 2008. p. 97.

No tubo B. O resultado do processo de centrifugação

Podemos que o na neocolonialismo é a separação do considerar sangue humano parte líquida, do século XIX sujeitou os países da África a essa miséria, justificaque é o do plasma, e em células no princípio do(da)ou pedaços de células a) darwinismo social,figurados, que foi utilizado para fortalecer as conhecidas como elementos mostrando a ideias do imperialismo, do racismo, do nacionalismo heterogeneidade de constituintes do sangue. e do militarismo.

III – Os linfócitos T são produzidos no timo, sofrendo processo de diferenciação na medula óssea.

415

a) I e III estão corretas.

d) I está correta.

b) II e III estão corretas.

e) III está correta.

24.06.10 11:33:13

Biologia 2.indd 75

8 (Unifesp, adaptado) É por causa do meu engraxate que ando agora em plena desolação. Meu engraxate me deixou. Passei duas

vezes pela porta onde ele trabalhava e nada. Então me d) No trecho: “Analisando o início da formação de alinquietei, não sei que doenças mortíferas, que mudança guns autores na leitura, entendi que o que lhes foi pra outras portas se passaram em mim, resolvi pergunapresentado quando crianças definiu os escritorestar ao menino que trabalhava na outra cadeira. O meleitores que seriam”, a forma verbal destacada indinino é um retalho de hungarês, cara de infeliz, não dá ca que a ação de “analisar” foi posterior à outra de simpatia alguma. E tímido, torna instintivamente e) ( V ) Graças“entender”. à sua versatilidade como escritor, Mário Considerando o texto e as figuras I eoII,que que ilustram a gente muito com oeuniverso no propóside Andrade constrói uma obra eminentemente inobras, respectivamente, decombinado Almeida Junior Tarsila do e) No trecho: “E não me refiro àqueles que escrevem imato os de itens desgraçar esses(certo desgraçados de nascença. “Está terdisciplinar, que se revela pela presença do folclore, Amaral, julgue a seguir ou errado). ginando que seus livros serão adaptados ao cinema”, a vendendo bilhete de loteria”, respondeu antipático, das artes plásticas e da música. a) ( E ) Depreende-se do texto que Tarsila, após sua viagem forma verbal destacada indica que a ação de “imagime deixando numa perplexidade penosíssima: pronto! a Minas em 1924, foi ensinada a usar, em seus quadros, nar” é concomitante à de “escrever”. Estava sem engraxate! Os olhos do menino chispeavam (UnB-DF, adaptado) cores tradicionais, mas, posteriormente, rompeu com os ávidos, porque sou um dos que ficam fregueses e dão cânones e passou a utilizar cores ditas “caipiras”. gorjeta. Levei seguramente um minuto pra definir que b) ( C ) Na realidade brasileira, a denominação 7 (UEL-PR, adaptado) tinha de literária continuar engraxando sapatos toda a vida miModernismo tantoum o período que seensinando, nhadesigna e ali estava meninoliterário que, a gente um conjunto Muito barulho por quase nada. Essa é uma boa inicia em 1922 podiaquanto ficar engraxate bom. de experiências descrição da nova reforma ortográfica (...). Sob a estéticas, estilísticas e expressivas apresentadas na justificativa de unificar a grafia de todos os paí- Semana de Arte Moderna.ANDRADE, Mário de. Os filhos da Candinha. ses lusófonos, foi celebrado, em 1990, o Acordo c) ( E ) Os primeiros da nova mentalidade que, Assinale asintomas alternativa correta. Ortográfico da Língua Portuguesa. Na prática, o no centenário da independência política brasileira, se a) Respeitando-se os sentidos do texto, a primeira frase que o tratado faz é eliminar um pequeno número transformará na própria expressão artística nacional ser parafraseada por: Embora meu engraxate tede consoantes mudas ainda escritas em Portugal começarampode a ser detectados durante os eventos reanha me deixado, ando agora em plena desolação. (“óptimo”, “adopção”), sepultar o trema e promo- lizados na Semana de Arte Moderna. ver algumas poucas mudanças nas regras de acenb) Em – Os olhos do menino chispeavam ávidos (...) – a d) ( E ) Entre os modernistas que participaram da Semana tuação e do uso de hífen. forma verbal significa observavam placidamente. de 22, despontam, ao lado de Mário de Andrade e Parece pouco. E, em termos qualitativos, de fato o Oswald de c) Andrade, Na norma padrão,Ramos a frasee Jorge – MeuAmado. engraxate me deiGraciliano Júnior, Almeida. Violeiro, 1899. Óleo sobre 141 x 172 cm.será precié. Só que, para proceder às tela, modificações, xou – também pode assumir a forma: Me deixou meu so empenhar uma energia desproporcional. Entre engraxate. 11 as (Uerj) providências necessárias destacam-se a atualização d) A frase – “Está vendendo bilhete de loteria”, respondeu de todos os professores e alfabetizadores do país e O dia abriu antipático (...) –, bordado em discurso indireto, assume a forseu para-sol a revisão de todo o material didático, para ficar nos antipático que estaria vendendo bilhete o dia abriuma: seuRespondeu para-sol bordado itens mais custosos. Tal esforço parece bem maior loteria. De nuvensde e de verde ramaria. do que os ganhos potenciais do acordo. Nunca foi frase – (...)que ali estava E estavae)atéA um fumo, subia, um menino que, a gente ensio “p” de “óptimo” nem as demais minudências da nando, podia ficar engraxate bom – na norma padrão, mi-nu-ci-o-sa-men-te desenhado. reforma que dificultaram a intercomunicação enna primeira pessoa do plural, assume a seguinte fortre leitores e escritores dos dois lados do Atlântico. Depois surgiu, no céu azul arqueado, ma: (...) ali estava um menino que, se nós ensinássemos, Se há barreiras linguísticas, dizem respeito à esco- A lua – a lua! – em pleno meio-dia. poderia tornar-se bom engraxate. lha das palavras e a expressões idiomáticas, fatores na rua, um menininho que seguia culturais que estão ao abrigo das iniciativas dos re- Parou, ficou a olhá-la admirado... 9 (UFSC, adaptado) formadores. (...) Antes de embrenhar-se na terceira reforma ortográfica em menos de um século (já Pus meus sapatos na janela alta, Há maisCéu de meio (...) Eu era moleque, e eles Sobre o rebordo... é queséculo lhes falta houve outras em 1943 e 1971), é preciso ao menos uns curumins que já carregavam tudo, iam dos barter certeza de que Portugal irá segui-la, ou o ganho Pra suportarem a existência rude! cos para o alto da praça, o dia todo assim. Eu vendia potencial, que já é pequeno, praticamente desapaE eles sonham, imóveis, deslumbrados, tudo, de porta em porta. Entrei em centenas de casas recerá. Que são dois velhos barcos, encalhados de Manaus, e quando não vendia nada, me ofereciam de um açude... com café. Em vinguaraná,tranquila banana frita, tapioquinha Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/ Sobre a margem fz2708200702.htm>. (Adaptado.) te e poucos, por aí, conheci o Prosa restaurante QUinTAnA, mário. e verso. do Galib e Acesso em: 31 out. 2007. vi a Zana (...) Depois, a Alegre: morte Globo, do Galib, Porto 1978.o nascimento dos gêmeos (...) AmArAl, Tarsila do. Estrada de Ferro Central do Brasil. Óleo Analise o período: “Antes de embrenhar-se na terceira sobre tela, 142 x 127 cm. O autor utilizou nesse poema recursos formais da poereforma ortográfica em menos de um século (já houHATOUM, Milton. Dois irmãos. São Paulo: sia tradicional e a eles incorporou traços característicos Companhia das Letras, 2000. p. 133. Tarsila,vecomo modernistas e perto outrasoutros em 1943 e 1971), é –preciso ao menos ter da linguagem modernista. Considerando a estrutura dela oswald de Andrade –, foi movida por Blaise certeza de que Portugal irá segui-la (...).” Assinale a do poema, Considerando identifique doisoaspectos formaisa(s) da poesia texto, assinale proposição(ões) Cendrars,alternativa na direçãoque da substitui descoberta de arquétipos corretamente a forma verbal tradicional correta(s). e aponte uma característica da linguagem culturais destacada. e artísticos do país. Em depoimento de modernista(01) e seuEm respectivo exemplo. “Eu era moleque, e eles uns curumins que já fins dos anos 1930, ela refere-se à viagemd)que fez a) Existiu. Haveriam. carregavam tudo” houve, na segunda oração, elipa várias cidades mineiras na semana de 1924, ao Aspectos da poesia tradicional: emprego da rima, do so-é possível a b) Houveram. e) Existiria. se de um verbo, cuja compreensão lado de Cendrars, oswald e mário de Andrade. Existiram. da leitura da oração anterior. “Encontreic)em minas as cores que adorava em crianneto e de versos partir metrificados. ça. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Características modernistas: uso da linguagem coloquial Segui o ramerrão do gosto apurado... mas depois vinguei-me da opressão, passando-as para minhas (para-sol, fumo, pra) e uso da linguagem oral na escrita telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo,

315

Com base nas afirmativas acima, podemos dizer que, apenas,

c) I e II estão corretas.

verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo sem medo de cânones convencionais.”

(Mi-nu-ci-o-sa-men-te).

gramatica 2.indd 315

24.06.10 10:49:13

ZAninE, Walter. História geral da arte no Brasil, p. 557.

75

195

Geografia 1 .indd 195

e linfócitos

e) macrófagos e hemácias

e) Subequatorial

12 (UFPE) Tubo A

Fonte: LOPES, Sônia. Bio, vol. 3.1. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 90.

10

b) Conferência Internacional de Berlim que mantinha a a) ( V ) As hemácias são células anucleadas, de origem meescravidão e o comércio de escravos na África. sodérmica, sem mitocôndrias e ricas em hemoglobina; c) marxismo, que determinava os arranjos sociais e são produzidas com o estímulo da eritropoetina. políticos da sociedade em geral e as perspectivas b) ( F ) Processos hemorrágicos intensos produzem o intelectuais. choque hipovolêmico, o que pode levar à morte, em d) internacionalismo, defendia o rompimento de b) No sistema ABO, a presença deque proteínas no sangue razão da perda de plaquetas e dos fatores de coaguas fronteiras nacionais. possibilita atodas ocorrência de reações específicas. Quais lação sanguínea. e) dessas anarquismo, quee defendia liberdade nas relações os nomes proteínas quais são asuas respecti(Vunesp) c) ( F 11 ) Células T citotóxicas são linfócitos que amadurehumanas. vas localizações no sangue humano? cem no Timo; são especializadas na produção de anO mundo está quase todo as parcelado e o que dele tígenos e células de memória durante infecções. resta está sendo dividido, conquistado, colonizado. Aglutinogênio, presentes nas hemácias e aglutininas, d) ( V ) Neutrófilos e macrófagos são fagócitos origináPense nas estrelas que vemos à noite, esses mundos 13 (Unemat-MT) Entre 1884 e 1885, na Alemanha, as porios da medula óssea vermelha, sendo que os primeino plasma sanguíneo. que jamais poderemos atingir. Eu anexaria os plane- presentes tências europeias reuniram-se para oficializar a partilha ros possuem núcleo trilobado, e os segundos, um tas, se pudesse (...) Sustento que somos a primeira do continente africano. Sobre este tema, assinale a altergrande núcleo na região central da célula. raça do mundo e quanto mais do mundo habitarmos, nativa correta. e) ( V ) Eosinófilos são células infecções tanto melhor será que paracombatem a raça humana (...) Se houver a) O reconhecimento da posse 16 (Furg-RS) Analise as afirmativasinternacional abaixo quanto às se-dos territóparasíticas, os basófilos aumenumenquanto Deus, creio que Ele produzem gostaria que eu pintasse o africanos foi feito por meio da ocupação efetiva guintes célulasrios animais: to da permeabilidade vascular através secreção de mapa da África com as coresda britânicas. por parte das nações colonizadoras. histamina. I – Os eritrócitos são importantes no transporte sanAlemanha foi o país que mais se beneficiou com a RHODES, Cecil (1853-1902). O último desejo e guíneob)deACO 2 e O2 dos animais. testamento de Cecil Rhodes. apud HUBERMAN, Leo. partilha da África, anexando cerca de 50% das terras História da riqueza do homem.II – Os eusinófilos são leucócitos granulosos que atuam, (PUC-RJ) A reação do corpo humano a doenças infectodaquele continente. principalmente, em alergias e parasitoses. contagiosas é influenciada pelo sistema imunológico.

c) plaquetas e hemácias

c) Subtropical

d) Temperado continental

c) No trecho: “Marco Lucchesi disse o seguinte sobre certa tortura que tinha ao ler quando pequeno”, as formas verbais expressam o mesmo aspecto do passado: ação acabada.

a) partilha do continente africano deliberada em 1885, na Conferência de Berlim, que teve por objetivo maior promover a riqueza dos países pobres por Fig064_Bio_Top15 meio dos investimentos europeus.

b) expansão europeia, realizada segundo os preceitos mercantis, que visava ao acúmulo de metais preciosos abundantes e pouco valorizados pelos habitantes colocação de população excedente; obtenção de bases nativos do continente africano. III. O oxigênio, ligado à hemoglobina, fica indisponí15 (UEG-GO) Amostras de sangue humano estão represenc) procura de novos mercados para a produção indusvel para as células evisando desse modo o sangue estratégicas à segurança domaterno comércio nacional; tadas nas figuras a seguir. trial e os capitais bancários europeus, prejudicados chega à placenta com taxas reduzidas de oxigênio. pela instabilidade política da América Latina, que a ideia de que as nações colonizadoras eram portadoras IV. A constrição dos vasos sanguíneos maternos dimiimpedia o crescimento das trocas. nui o aporte sangue à placenta,humanitária, e desse modo de umade “missão civilizadora, filantrópica e d) expansão imperialista na África, liderada pela reduz-se a quantidade de oxigênio e nutrientes que Inglaterra e França no século XIX, ligada ao capitaliscultural”, chegam ao feto.capaz de “levar a civilização” às áreas consideramo industrial, evidenciando Plasmaa ideia de superioridade V. Com menos oxigênioesta e menos nutrientes, o desendas bárbaras; “missão civilizadora” era considerada e de preconceito contra os colonizados. volvimento do feto é mais lento, e a criança chegará e) fragmentação do continente africano desde meados “fardo do homem branco”; influência do darwinismo ao finalo da gestação com peso abaixo do normal. do século XIX para garantir a ajuda aos nativos que, Sabendo-sesocial. que a afirmação I está correta, então podeincapazes de explorar suas próprias riquezas, necesElementos mos afirmar que figurados sitavam de capitais europeus. a) a afirmação II também está correta, mas esta não tem por consequência o contido na afirmação III.

117

Física 1.indd 117 uma

O texto refere-se à

para seus excedentes de produção; busca de áreas para

24.06.10 14:15:45

Gramática • Verbo: estrutura e flexão

1 –1

literatura • Modernismo no Brasil (1a fase)

–1

© PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO

–2

© TARSILA DO AMARAL EDUCAÇÃO

–3

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

–4

d) 54 degraus.

c) 14 degraus.

1 –5

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

b) 28 degraus.

2

–6

M

30°

Física • calor e temperatura

a) 10 degraus.

3

–7

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

3

G

E I

C

F 4x² − 32x + 60, no intervalo [2,5; 5]. =

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

2

C

b) Dê dois exemplos de funções, y = f(x) e y = g(x) e sen- A x y P F Q B do uma par45°e outra ímpar, e exiba os seus gráficos. Onde: 10 m PF = x; N 2 (UFTM-MG) Uma árvore gigante tem 110 m de altura. R definida por f(x) = cos (x) é par f:R FIG.026-MAT-TOP-6 QF = y; Para que uma pessoa possa vê-la totalmente é necessáAB = BC = CD = AD = l. R definida por g(x) = sen (x) é ímpar g:R rio afastar-se dela e olhá-la sob um M FIG.003-MAT-TOP-1 f(x)ângulo de 60º, conCom esse procedimento, o ambientalista obteve como (ITA-SP) Sejam f, g : R R tais que f é par e g é ímpar. 5 (Unifesp) Uma função f : R R diz-se par quando forme mostra a figura. resultado que a altura da árvore era de: Das seguintes afirmações: No triângulo EPF: f(−x) = f(x), para todo x ∈R, e ímpar quando f(−x) = −f(x), a) 5√3 + 15 c) 5√3 + 6 I. f . g é ímpar, x para todo x ∈R. √2 x cos 45° = ⇒ = ∴ x = 6 uc H A B E uma+função tal que f(x, y) = x se x ≥ y e EF 2 6√2 b) 5√36+ 5(ESPM-SP) Seja d)f 5√3 16 II. f ο g é par, a) Quais, dentre os gráficos exibidos, melhor represen5 2√3 3√3 f(x, y) = y se x < y, onde x e y são reais. Seja g uma função tam funções pares ou funções ímpares? Justifique a) d) III. g ο f é ímpar, No triângulo FGQ: FIG.031-MAT-TOP-6 10 2 dada por g(x) = f(x + 1,2 − x). O valor mínimo que g pode sua resposta. 110 m FIG.003-MAT-TOP-1 10 (UFPel-RS)assumir As figuras mostram um reservatório cilíndri√2 6√2 3√3 4√3 FH é (são) verdadeira(s) gráfico II é igual a: gráfico I sen 45° = ⇒ = ∴ y = 12 uc e) b) co com área lateral externa igual a 9,3 unidades de área 10 2 y y 2 y y3 FIG.003-MAT-TOP-1 e diâmetroa)igual a 2 unidades de comprimento. a) apenas I. d) apenas I. d) – A3esca–10 –5 5 10 0 Logo, os catetos do triângulo AMN medem 18 uc. 2 4 xc) √3 60° da está apoiada no reservatório, formando um ângulo 10 b) apenas II. e) todas. Como os triângulos AMN e BMC são semelhantes (caso A P de 60° comb)o 5solo. AA), temos: e) – 1 c) apenas III. 2 2 7 (Fuvest-SP) O ângulo θ formado por dois planos α e β é Desprezando-se a altura da pessoa, a distância PA entre l 18 − l = ⇒ l = 9 uc FIG.003-MAT-TOP-1 a pessoa e a árvore, em metros, é, aproximadamente, √5 1 –5 A 0 –1 2 3 –1 1 18 18 x x c)0 gráfico tal que tg θ = . O ponto P pertence a α e a distância (Mackenzie-SP) Considere a função f tal que para todo II gráfico I 5 2 Dado: √3 = 1,73 1 x Logo, a área do quadrado ABCD é: x real tem-se f (x + 2) = 3 f (x) + 2 . Se f (−3) = e f (−1) = a, y y de P a β vale 1. Então, a distância de P à reta intersecção 4 a)b)Complete gráfico, mostrando ae)função no intervalo gráfico II a) 75 70 FIG.027-MAT-TOP-06 c)o 67 d) 64 58 FIG.001-MAT-TOP-01 gráfico I então o valor de a2 é de α e β é igual a 2 2 7 gráfico (Ufal) Para quais valores da constante real c, temos queS [−10, 10], e calcule o valor de f(99). y y IV ABCD = l ⇒ SABCD = 9 ∴ SABCD = 81 ua gráfico III FIG.003-MAT-TOP-1 a reta e a parábola, com equações respectivas e cy − x = 0 a) √3 d) √7 y y 3 (Udesc) Sobre Oumgráfico plano mostra inclinado deverá ser a função no construída intervalo [–10, 10]. a) 25 d) 16 e x2 + 4y = −1, se interceptam em dois pontos distintos? b) √5 e) √8 36 81 uma escadaria. 1 FIG.004-MAT-TOP-1 Abaixo temos partes dos gráficos das retas para c = 1 e Como a função tem período 10, temos f (99) = f (9).c) √6 0 –1 2 3 –1 1 x x gráfico II c = 30 da parábola. gráfico I b) 36 e) 49 12 (UFSCar-SP) Na figura indicada, 0 < α < π , C é o centro 49 64 FIG.034-MAT-TOP-6 3 ⎯ Além disso, como f (7,5) = –5 e f (10) = 0, e a fun- –1 y2 y B 0 –1 3 1 0 x x do círculo, AB tangencia o círculo no ponto A, os pontos 8 (Unama-PA) Um topógrafo marcou os pontos A, B e C num y–x=0 c) 64 B, C e D estão alinhados, assim como os pontos A, C e E. ção é linear no intervalo [7, 5, 10], temos tam-terreno plano, uniu esses pontos e verificou que se –1 0 –1 1 0 1 trax x 100 gráfico IV gráfico II gráfico III gráfico I E y triângulo retângulo em A e que sen(B) = 5 y, y y bém f (9) – f (7,5) = f (10) – f (7,5) . Logo, f (9) = –5 +tava de umFIG.029-MAT-TOP-6 13 IV gráfico gráfico III 10 – 7,5 9 – 7,5 (FGV-SP) A figura indica o gráfico da função f, de domí20 cm 1 conforme figura 30° 3y – x = 0 y abaixo. Nestas condições, podemos y Dados sen–160º . 1,5 –1 = 0,8, cos 0 nio [−7, 5], no plano cartesiano ortogonal. –1 1 0 60º = 0,5 e tg 60º = 21,7 e consi- 3 x x afirmar que: + [0 – (–5)] 280 3 cm= –5 + 3 = –2. derando π = 3,1, é correto afirmar que o comprimento D 1 2,5 gráfico V FIG.002A-MAT-TOP-1 C AB da escada, em unidades de comprimento, é de aproy C o gráfico, Sabendo que Completando cada degrau da escadatemos: deverá ter uma y 6 ximadamente: α 0 –1 2 3 –1 1 0 x x 0 –1 0 –1 altura de 20 cm e que a base do plano inclinado mede gráfico1 IV x gráfico1 III x a) 9 b) 5,6 c) 2,8 d) 6,5 e) 7,5 5 280√3 cm, conforme mostra a figura, então a escada dey y 0 –1 1 0 –1 1 x x f(x) FIG.032-MAT-TOP-6 4 verá ter: 1 D

G

FIG.002-MAT-TOP-01

1

H I

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Funções: conceitos básicos

D

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

e) 0

√2 c) 4

História • O imperialismo no mundo

b) 2

2

biologia • Nutrição, circulação sanguínea e sistema imunitário

√2 + 1

d)

MateMática • trigonometria no triângulo retângulo

cos 60º

a) √2 + 1

R

6 (UFMS) A figura, a seguir, mostra um quadrado ABCD e

1 (PUC-RJ) O valor de cos 45º + sen 30º é:

505

literatura 2.indd 505

24.06.10 10:54:21


PLANETA Leon Hendrix

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JIMI HENDRIX

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Leon Hendrix

com Adam Mitchell

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Projeto gráfico de miolo e capa e produção editorial.

Mais de quarenta anos depois de sua morte, Jimi Hendrix – eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela revista Rolling Stones – continua a inspirar os fãs. Muitos já escreveram sobre sua vida e obra, mas Meu irmão Jimi Hendrix lança um olhar revelador e sem precedentes sobre esse ícone visionário: uma biografia íntima escrita por Leon Hendrix, o irmão mais novo de Jimi. Leon nos conduz ao período que antecede a incrível ascensão de Jimi à fama, começando pela infância difícil, em Seattle, quando o fascínio dos dois por ficção científica e óvnis os ajudou a escapar de uma vida familiar turbulenta. Naquela época, Jimi fazia questão de ser chamado de “Buster” pela família, em homenagem a seu ídolo, o ator Buster Crabbe, que interpretava Flash Gordon. O despertar do interesse de Jimi para a música é contado em detalhes, do ponto de vista de quem acompanhou esse processo de perto. Em suas experiências, o jovem Buster amarrava fios às pernas da cama e os tocava, percebendo que o som mudava conforme o comprimento do fio. Leon relata a vez em que o irmão ficou em apuros ao desmontar o rádio da família (na tentativa de “procurar a música” dentro do rádio), assim como a compra do primeiro violão e da primeira guitarra. Também estão presentes o período inicial da carreira de Jimi, no Chitlin’ Circuit, circuito de bares dos Estados Unidos, logo depois de sua passagem pelo exército, e as vezes em que ele ligou para Leon para

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UMA NOITE EM 67 PLANETA

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Projeto gráfico e diagramação. Capa: Sergio Liuzzi


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Muito retratada em filmes e romances, a visão francesa do amor encanta apaixonados pelo mundo inteiro. Envolto em desejo, refinamento e sedução, o amor à la française não se restringe às convenções sociais ou às limitações de tempo e espaço: ele sobrevive multifacetado por séculos em inúmeras manifestações culturais francesas. Em Como os franceses inventaram o amor, a acadêmica Marilyn Yalom desnuda com maestria a atmosfera e as particularidades que fundamentam o amor francês. Por meio de um extenso panorama histórico e literário, ela nos fornece as ferramentas necessárias para entendermos a fundo um sentimento que em nenhum outro país é tão aclamado, apreciado e explorado quanto na França. Com leveza, perspicácia e um profundo conhecimento de causa, a autora nos presenteia com um livro que transcende o lugar-comum e vai transformar definitivamente nossa percepção sobre o amor.

ISBN 978-85-7927-253-0

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Como os franceses inventaram o amor

pesquiuto Claye Gênero, anford, e ês. Autore a muo Brasil, sposa do D. Yalom.

PRUMO

Marilyn Yalom

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COMO OS FRANCESES INVENTARAM O AMOR

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Como os franceses inventaram o amor Nove séculos de romance e paixão

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Educação Infantil Oxford University Press

Coordenação de tradução, produção editorial e diagramação da quarta edição dos livros do professor de material didático de Inglês.

let’s go – 4th edition

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cookie & friends Educação Infantil Oxford University Press

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Coordenação editorial, tradução, produção e diagramação dos livros do professor de material didático de Inglês, produzido para uso digital.


COLEÇÃO guia politicamente incorreto Leya Brasil

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Produção editorial dos volumes da coleção Guia Politicamente Incorreto, incluindo duas caixas comemorativas e um baralho com as personagens dos livros.

Para conceber o briefing das capas, o estúdio buscou inspiração no disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles.

Layout de capa: candombá editorial  | Ilustrações de capa: Gilmar Fraga


MENSALÃO Leya Brasil Marco Antonio Villa

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Um tribunal, 11 ministros,

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50 mil páginas, 235 volumes, 600 testemunhas,

5 anos de investigações. Tudo transmitido pela

televisão. Como em uma novela, teve torcida pela

punição dos vilões, núcleos de

Capa: Gilmar Fraga

participantes bem diversos, mas inter-relacionados, risos e choros. E um final com condenações, para

O JULGAMENTO DO MAIOR CASO DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA POLÍTICA BRASILEIRA

alegria geral (ou quase…). Os ministros do Supremo Tribunal Federal viraram figuras conhecidas do grande público. Seus

votos foram comentados nas ruas.

Receberam elogios e críticas. O STF – sempre tão

vida dos brasileiros, o que é muito bom. A Ação Penal 470 – designação oficial

inacessível – passou a fazer parte da

do processo do Mensalão – levou ao julgamento

O JULGAMENTO DO MAIOR CASO DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA POLÍTICA BRASILEIRA

mais importante da história do STF. Pressão, ameaças e bate-bocas acabaram fazendo parte de todo o processo. Afinal, estava sendo julgada uma tentativa de tomar o aparelho de Estado por meio de uma “sofisticada organização criminosa”, nas palavras do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tendo como líder o ex-ministro José Dirceu, considerado pela acusação

Marco Antonio Villa

como o

“chefe da quadrilha”.

Os principais acusados exerceram funções políticas importantes no primeiro governo Lula e no Partido dos Trabalhadores. Outros, como

publicitários, políticos e banqueiros, ficaram conhecidos pela participação no esquema criminoso.

história da literatura brasileira da carta de caminha aos contemporâneos Leya Brasil

*

Coordenação da revisão de provas, contato com o autor e fechamento de arquivos. Trata-se de uma reedição revista e ampliada, com 1.104 páginas.


O LIVRO DOS ESPORTES Nova Fronteira

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Produção editorial completa (exceto tradução). Com 447 páginas e mais de 1,5 milhão de caracteres em volume de texto, é provavelmente o livro de referência sobre esportes mais completo publicado em português.

O acabamento da capa imita grama.

O ATLAS MUNDIAL DA CERVEJA Nova Fronteira

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Produção editorial completa.


whole lotta led zeppelin Nova Fronteira

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RECEITAS DE BISTRÔ

OS SEGREDOS DO MAIS FAMOSO BISTRÔ DE PARIS Nova Fronteira 1_FrenchBistrot_Jaquette_BRA.qxd_Mise en page 1 24/05/13 14:46 Page 1

Bertrand Auboyneau François Simon

Os autores

Com as melhores receitas de Bertrand Auboyneau, proprietário do célebre Bistrot Paul Bert, este livro é uma homenagem aos bistrôs parisienses. Além das receitas, o renomado crítico de gastronomia François Simon, do jornal Le Figaro, explica as dez regras de ouro dos bistrôs. Isso tudo acompanhado de um passeio pelos melhores bistrôs da capital francesa.

Receitas de bistrô

Bertrand Auboyneau Proprietário do festejado Paul Bert, em Paris. Discípulo de Michel Picquart, fundador do movimento da chamada “bistronomia” moderna, transformou seu bistrô em uma verdadeira referência da categoria.

François Simon Crítico gastronômico do jornal Le Figaro e autor de diversos livros sobre gastronomia, Simon dá entrevistas com frequência na televisão francesa e tem seu próprio programa de análise de restaurantes — mas, a fim de preservar seu anonimato, nunca revela o rosto.

O fotógrafo Christian Sarramon

*

Produção editorial completa.

Os segredos do mais famoso bistrô de Paris Bertrand Auboyneau . François Simon

Inclui fotos e textos sobre o Bistrot Paul Bert e outros bistrôs parisienses essenciais: L’Écailler du Bistrot L’Abordage L’Ami Jean The Baratin Le Comptoir The Gorgeon Le Grand Pan The Marsangy Philou The Quedubon The Repaire de Cartouche Le Verre Volé

11-X P

Especializado em fotografias artísticas do cotidiano e da chamada art de vivre, Sarramon teve seu trabalho publicado em diversos livros, entre eles Paris Gourmand, Paris Gourmet, Délices e L’art de vivre en Normandie.

Receitas de bistrô

Le Villaret


ripley’s

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Tradução e produção editorial completa do livro Ripley’s: Abra se tiver coragem! e dos 3 volumes da série Ripley’s Twists, que incluem pôsteres e cards.


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Maquiagem é tudo de bom, mas saber se maquiar é melhor ainda! Neste guia, você vai descobrir os segredos dessa arte, com dicas práticas sobre como escolher os melhores produtos para o seu tipo de pele e o make mais adequado a cada ocasião – do look básico até aquele visual arrasa-quarteirão que todo mundo quer aprender a fazer.

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e visuais s, -la a nhas em e melhor:

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Além disso, você vai aprender as principais técnicas de costura para consertos e reformas. Com linguagem simples e repleto de ilustrações, este livro é ideal para quem está começando a se aventurar pelo mundo das linhas e agulhas – ou já começou, mas quer saber mais.

Pronto-socorro da

costura

Pequenos ajustes de emergência: elásticos, zíperes e botões

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dia a dia

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unhas criativas

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Apliques: miçangas, vieses e tiras bordadas

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chique e elegante

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balada e brilho

Barras de calça e outros arremates

o famoso nude look fatal

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MAQUIAGEM PASSO A PASSO

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Editora Melhoramentos Ltda. Impresso no Brasil

passo a passo

ISBN: 978-85-06-00086-1 Lote n.o MELAI2 1.a edição, 9.a impressão Contém 1 livro

Guia pratico mamae e bebe Monday, February 14, 2011 11:02:15 AM

Capas: Erika Kamogawa

Capas: Fernando Mello

série 52 MANEIRAS Melhoramentos/Avon

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Projeto editorial, redação e edição.

Capas: Lais DIas


COLEÇÃO SEUS DIREITOS Melhoramentos/Avon

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direitos_trabalhadores_ok Wednesday, October 13, 2010 5:17:14 PM

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Projeto editorial, redação e edição. Capas: Fernando Mello


COLEÇÃO SABER JÁ Melhoramentos/Avon

Se você acha que o mundo está mudando muito depressa e tudo o que acontece hoje não é mais novidade amanhã, está na hora de saber já!

Se você acha que o mundo está mudando muito depressa e tudo o que acontece hoje não é mais novidade amanhã, está na hora de saber já!

Com temas variados, como tecnologia, cultura, política, economia e meio ambiente, a série reúne informações sobre diversos assuntos, de forma clara e concisa, para quem tem muito a saber e pouco tempo a perder.

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Tudo de um jeito fácil e rápido, para você entender

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o mundo

quem tem muito a saber e pouco tempo a perder.

em poucas palavras.

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Neste volume:

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política e economia

um pouco de história

Compreenda os principais conceitos políticos e econômicos

Fique por dentro dos principais fatos da história do mundo

e a influência que eles exercem no cotidiano. Com temáticas

e do Brasil. Com linguagem simples e sintética, os assuntos

atuais, como sustentabilidade, previdência social, preservação

são apresentados em tópicos e de forma cronológica. Ao longo

do planeta e sistema tributário, o livro oferece um panorama do

do texto, quadros adicionais oferecem informações curiosas sobre

cenário político e econômico no Brasil e no mundo.

personalidades, monumentos, lendas, mitos e grandes invenções.

empoucaspalavras política e economia

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pronto-socorro do lar

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empoucaspalavras um pouco de história 63384

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tecnologia Smartphones, netbooks, gadgets, YouTube, Orkut, Skype, hardware, software... Você já deve ter ouvido falar nesses termos, mas será

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que sabe o que cada um deles significa, e que papel podem ter na sua vida? Neste volume, você vai encontrar tudo o que precisa saber sobre tecnologia e meios eletrônicos, desde os conceitos básicos

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até os produtos mais recentes do mercado.

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Com temas variados, como tecnologia, cultura, política, economia e meio ambiente, a série reúne informações sobre diversos assuntos, de forma clara e concisa, para quem tem muito a saber e pouco tempo a perder.

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Capas: Ana Carolina Mesquita


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Nascido no Rio de Janeiro, Alfredo d'Escragnolle Taunay, o Visconde de Taunay (1843-1899), lutou na Guerra do Paraguai, de 1864 a 1870, como engenheiro militar. Embora fosse descendente da aristocracia francesa, Taunay foi um crítico da influência francesa na .iteratura e procurou promover a arte brasileira. Autor prolífico, tem no romance Inocência, publicado em 1872, sua obra mais conhecida.

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inocência

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VISCONDE DE TAUNAY

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COLEÇÃO CLÁSSICOS

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VISCONDE DE TAUNAY

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MEMÓRIAS

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til JOSÉ DE ALENCAR

póstumas de Brás Cubas

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Nascido no Rio de Janeiro, Machado de Assis (1839-1908) cursou apenas a escola primária, pois, desde muito cedo, foi obrigado a trabalhar para ajudar a família. Como funcionário público, alcançou grande prestígio social. Tipógrafo, revisor e redator, começou a escrever na década de 1860 e, embora tenha se dedicado aos mais diversos gêneros literários, destacou-se como contista e romancista – tendo sido talvez o mais cruel e irônico escritor na análise da alma humana.

til

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MACHADO DE ASSIS

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Projeto editorial e gráfico, edição, diagramação, redação de apêndice e coordenação editorial.

JOSÉ DE ALENCAR

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inocÊNCIA

Meados do província d Imagine um cara de Rom No papel d tal Cirino, m caráter que médico nos sertão. Com a bela e sim Acrescente um fazende autoritário Tempere tu naturalista especializa Prepare-se uma típica romantism brasileiro, q ficção, retr e o compor sertanejo – muita emo uma pitada

Fazenda das Palmas, interior de São Paulo, meados do século XIX. É nesse cenário bucólico que se desenrola uma trama cheia de encontros e desencontros. Prepare-se para conhecer a história de quatro jovens: Berta, Linda, Miguel e Afonso. O clima de romance é o ponto de partida, mas, quando antigos segredos vêm à tona, a roda do destino muda o jogo da vida, levando a um desfecho dramático e surpreendente.

MACHADO DE ASSIS

memórias

póstumas de Brás Cubas

Imagine se, você pudess vida. O que seriam os pe história? Qu revelaria ? T o que pensa envergonha Prepare-se p Cubas, um d -autor dispo memórias se língua, com ironia, uma sarcasmo e ao mesmo t humorado e tudo para v os mistério


Amor de perdição.pdf

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Nascido em Lisboa em 1825, Camilo Castelo Branco tenta cursar medicina nos anos 1840, mas desiste e publica sua primeira obra em 1843. Doze anos depois, se apaixona por Ana Plácido, uma mulher casada. Após um processo judicial por adultério e algum tempo de prisão, os dois passam a viver juntos e diversos elementos desse amor proibido começam a figurar nos romances de Camilo. Aos 65 anos ele se suicida, depois de um longo tratamento contra a cegueira que o acometia.

Amor de PERDIÇÃO

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CAMILO CASTELO BRANCO

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MACHADO DE ASSIS CONTOS

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MACHADO

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Prepare-se para viver uma aventura pelos mistérios da alma humana. No comando dessa viagem, ninguém menos que o “bruxo do Cosme Velho” – Machado de Assis. Nesta seleção, você vai conhecer alguns de seus mais consagrados contos, como “O espelho”, “Missa do galo” e “A cartomante”. Perspicaz e ferino, o autor constrói personagens tão intrigantes e contraditórios que qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Preste atenção às entrelinhas – pois, como já dizia Machado, “Eu gosto de catar o mínimo e o escondido. Onde ninguém mete o nariz, aí entra o meu, com a curiosidade estreita e aguda que descobre o encoberto”.

CAMILO CASTELO BRANCO

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PERDIÇÃO

O impulsivo Simão Botelho deixa de lado sua vida desregrada assim que se apaixona por Teresa de Albuquerque, filha do arqui-inimigo de seu pai. Para que o romance dos dois não se concretize, o pai de Teresa arranja um casamento com o primo dela, Baltasar Coutinho, no entanto, a moça prefere ser enclausurada em um convento. Simão Botelho, então, resolve acertar as contas com Baltasar de forma violenta. Nesse romance com fortes notas autobiográficas, Camilo Castelo Branco ilustra como a força de um amor pode vencer qualquer obstáculo, distância ou resistência.


COLEÇÃO CLÁSSICOS Melhoramentos

LUCÍOLA

de flashes e cortes de cena.

LUCÍOLA CAPA O NAVIO NEGREIRO.pdf

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Os onze contos presentes nesta obra são um riquíssimo retrato da vida urbana e operária da cidade de São Paulo nos anos 1910 e 1920. As rápidas narrativas retratam o cotidiano, a cultura e o linguajar das famílias de imigrantes italianos que viviam nos bairros que dão nome à obra. De leitura rápida e fácil, Brás, Bexiga e Barra Funda encanta, diverte e emociona seus leitores, que rapidamente se identificam com os carismáticos e alegres personagens retratados por Alcântara Machado.

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Conhecido como o “poeta dos escravos”, Castro Alves (1847-1871) foi o maior expoente da poesia condoreira no Brasil. Defensor das ideias republicanas e abolicionistas de sua época, teve vida curta, porém extremamente produtiva, deixando uma vasta obra poética não só de caráter lírico-amoroso – na qual celebrou o amor, a mulher e a vida –, mas principalmente de caráter épico-social e libertário.

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LUÍS DE CAMÕES

OS LUSÍADAS

De um lado, os homens; de outro, os deuses do Olimpo. Prepare-se para viver uma turbulenta e surpreendente aventura em alto-mar, a bordo da armada de Vasco da Gama rumo às Índias. Esta edição apresenta na íntegra os dez cantos de Os lusíadas – epopeia que transformou Luís de Camões no poeta máximo da língua portuguesa, admirado há séculos por leitores de todas as idades.

o navio negreiro e outros poemas

OS LUSÍADAS M

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14/02/13

BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA

CASTRO ALVES

LUÍS DE CAMÕES C

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ANTÓNIO DE ALCÂNTARA MACHADO

BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA

Rio de Janeiro, meados do século XIX. A elite carioca não perde uma peça no Teatro Lírico e se diverte em festas glamurosas. É nesse cenário que Paulo desembarca na capital do império, pronto para se aventurar nas noitadas da Corte. Mas ele não imagina que irá conhecer a estonteante Lúcia. À primeira vista, a linda mulher não passa de uma cortesã de luxo, mas, sob plumas e joias, um passado devassador a consome. Ingênuo e apaixonado, Paulo é o único que poderá desvendá-lo.

ANTÓNIO DE ALCÂNTARA MACHADO

JOSÉ DE ALENCAR

Nascido em São Paulo, Antônio Castilho de Alcântara Machado D’Oliveira (1901-1935) seguiu a tradição familiar e se formou em Direito. No entanto, resolveu se dedicar ao jornalismo, chegando a ser editor-chefe do Jornal do de Commercio , onde se iniciou na literatura como crítico teatral. Apesar de ter vaiado os participantes da Semana de Arte Moderna de 1922, posteriormente participou da publicação de algumas revistas modernistas. Com linguagem concisa e objetiva, suas narrativas são conduzidas por um estilo telegráfico e JOSÉ DE ALENCAR cinematográfico, repleto

CASTRO ALVES

O Navio negreiro

e outros poemas

Como principal representante da poesia condoreira no Brasil, Castro Alves se utiliza de uma linguagem eloquente e grandiosa para denunciar os horrores da escravidão e lutar pela liberdade dos escravos. Nesta coletânea, destaca-se “O navio negreiro”, poema épico-dramático que narra o tráfico de negros trazidos da África para trabalhar como escravos no país. As atrocidades do sistema escravista ganham vida nestes poemas e transmitem toda a sensação de dor e privação das vítimas desse sistema.


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Já foram produzidos mais de 25 volumes até agora, tanto de clássicos em língua portuguesa quanto de clássicos traduzidos (a produção de novos títulos está em andamento).

TOM Sawyer

o cortiço

Rio de Janeiro, século XIX. Se esse cenário lhe traz à mente reis, princesas e bondes, prepare-se para mergulhar em um retrato diferente da sociedade brasileira naquela época, composto de inúmeros personagens que, juntos, representam não apenas as mazelas sociais, mas mostram até onde a vileza humana é capaz de chegar.

ALUÍSIO AZEVEDO

MARK TWAIN

TOM Sawyer

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A METAMORFOSE

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O escocês Robert Louis Stevenson (1850-1894) formou-se em Engenharia, mas, desde muito jovem, já mostrava interesse pela literatura. Mesmo contra a vontade do pai, acabou se dedicando à carreira artística. Viveu em Londres no momento em que a cidade passava por um período de intensa ebulição cultural e de aumento significativo da criminalidade. Tudo isso ajudou Stevenson a criar suas obras literárias.

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FRANZ KAFKA

a metamorfose

Em A Metamorfose, um dos maiores clássicos do século XX, Kafka conta a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante frustrado com seu trabalho e que carrega o fardo de sustentar a família. Certa manhã, Gregor de repente se vê transformado em um inseto monstruoso. Esse acontecimento fantástico desencadeia uma série de ações que mostram a impotência do homem diante do pragmatismo da sociedade.

O MÉDICO E O MONSTRO

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Na efervescente Lond do século XIX, qual se a relação secreta entr Dr. Henry Jekyll, um médico bem-sucedido generoso, elegante e educado, com Mr. Hyd um homem repugnan e assustador? É isso que o advogado Mr. Utterson vai tent descobrir nesta histó repleta de mistério e terror, um dos maiore clássicos da literatura universal.

ROBERT LOUIS STEVENSON

FRANZ KAFKA C

Esperto é pouco p Tom Sawyer, um g inventa mil e uma para se divertir. M astúcia é com freq posta à prova nas mais assustadoras sempre ao lado de bem, isso sem fala inimigos! E no am desconcertante e Venha viajar com pelas margens do Mississippi e viven histórias incríveis clássico, consider inaugural da litera Estados Unidos.

MARK TWAIN

ALUÍSIO AZEVEDO

Nascido no Missouri, nos Estados Unidos, Samuel Langhorne Clemens (1835-1910) trabalhou como piloto de navio no rio Mississippi (o apelido Mark Twain vem dessa época) e como minerador antes de se tornar jornalista e escritor. É um dos maiores autores norte-americanos, graças aos romances que escreveu sobre as aventuras dos garotos Tom Sawyer e Huckleberry Finn.

ROBERT LOUIS STEVENSON

o médico e o monstro


GALINHA pintadinha

MEU primeiro livro de fotografias Melhoramentos

* Meu primeiro livro de fotografias

Meu p ri m e ir o li v ro d e s fo to g ra fi a

Natal em famllia! Meu primeiro Natal! Foi em ....................., na casa de ............................................... Eu tinha .................... meses. Ganhei vários presentes, entre eles ................................ ..................................................... ..................................................... .........................................

Redação e produção editorial. Capa: Olé Estúdio


GALINHA pintadinha ATIVIDADES EDUCATIVAS Melhoramentos

Criação de atividades, diagramação e produção editorial.

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Livro de atividades + Jogo educativo © 2013 Bromelia Produções

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e todas as letras do alfabeto? ertir com a turma da Galinha

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Você sabe contar até 10? E até 20? Venha se divertir com a turma da Galinha Pintadinha e descubra o mundo mágico da matemática.

Obra conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa © 2013 Bromelia Produções Ltda. Todos os direitos reservados. Produção editorial: Carochinha Direitos de publicação: © 2013 Editora Melhoramentos Ltda. A ficha catalográfica encontra-se disponível na Editora Melhoramentos ISBN 978-85-06-07088-8 Atendimento ao consumidor: Caixa Postal 11541 – CEP 05049-970 São Paulo – SP – Brasil Tel.: (11) 3874-0880 www.editoramelhoramentos.com.br sac@melhoramentos.com.br Impresso no Brasil

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Vermelho ou amarelo? Quadrado ou círculo? Quente ou frio? Venha descobrir cores, formas e conceitos com a turma da Galinha Pintadinha!

Obra conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa © 2013 Bromelia Produções Ltda. Todos os direitos reservados. Produção editorial: Carochinha Direitos de publicação: © 2013 Editora Melhoramentos Ltda. A ficha catalográfica encontra-se disponível na Editora Melhoramentos ISBN 978-85-06-07087-1 Atendimento ao consumidor: Caixa Postal 11541 – CEP 05049-970 São Paulo – SP – Brasil

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Venha se divertir com a turma da Galinha Pintadinha escrevendo de A a Z!

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