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Num olhar através do silício – o que se vê. Se ao menos a noite me desse Um quieto momento para pensar Um segundo para uma prece Algo a me prender neste lugar Más ela é fria, impiedosa Impetuosa em seu império Expulsando-me toda rigorosa Imantada em cristal gélido Em projeteis que ela me lança Expelindo-os em espaço aéreo Me cansa E me alcança para o longe, e balança Nas alças todas do meu mistério Num pensamento difundido, más etéreo

Armando Salioni 14/03/2010 Somente quando nada mais pode dar errado, temos a dádiva de ver o mundo pelos olhos de quem amamos.

Num olhar através do silício - o que se vê  

Poesia por Armando Salioni

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