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DO O abstra : TO DO V i l é m F l u s s e r

pensador da abstração no cenário do concreto

concre S ã o TO

e

Paulo


Síntese

da proposta curatorial

A proposta da montagem brasileira da exposição é apresentar a originalidade das reflexões de Vilém

São Paulo se erguendo nos anos quarenta, cinquenta e sessenta do século XX, devorando seu passado de

Flusser a partir de 6 ambientes ceno-expositivos,

aldeia para se tornar megalópole, ofereceu ao imigrante judeu Flusser não o chão que havia perdido

cada qual aludindo a uma dimensão criativa de

com a morte dos pais e irmã em Auschwitz, mas o concreto que se ergue no ar, criando cenários

sua biografia e obra, tendo São Paulo como

titânicos. Em muitos sentidos o concreto pesa sobre seu pensamento que encontra na abstração o seu

cenário e diálogo destes acontecimentos.

refúgio. As artes, a literatura, a poesia, as artes plásticas, participam de suas construções cenográficas tanto quanto a fotografia, o futebol, as favelas, os ídolos, as máscaras, a mídia e a filosofia paulistana. Não se trata de ficção, como muitos afirmam, trata-se de criação de cenários abstratos a partir do

Além dos ambientes, outra proposta no projeto desta

massacrante concreto do real. Sua escalada da abstração desenha com otimismo cenários de crescente

montagem é criar entre cada ambiente, uma passagem

perda da materialidade, nas artes, nas ciências, na comunicação. Ao mesmo tempo, sua obra paulistana

que funcione como sugestão da sala seguinte.

fala da fome, da gula, do consumo devorador, da mulher e demonstra que as ciências arqueológicas

Essas passagens, geralmente na forma de instalações

(psicanálise, ecologia, história) são o antídoto para a fúria da abstração.

artísticas, devem funcionar como instigadora de curiosidades, provocações e/ou enigmas, signos esses caros e presentes na obra do autor.


Prop o st a d e segmen t o s (o u s ubdi vis õ e s ) da ex po s içã o: Passagem

início

Ambiente

inicial:

São Paulo

vista de cima: devora-me ou te decifro

Passagem 1

Ambiente 1: As

As

redes dos artistas entre o concreto e o abstrato

Ambiente 2:

Passagem 2

redes dos pensadores

do abstrato ao concreto

A m b i e n t e 3: A

escrita febril e o pensar com a linha

Passagem 4

A m b i e n t e 4: A magicização

Passagem 3

e a

desmagicização do mundo

Passagem 5 A m b i e n t e 5: O

concreto e a areia

Passagem 6 Novo

início?


P a ss ag e m

início

S inopse A ideia dessa passagem é funcionar como uma abertura do ambiente inicial. Nossa sugestão é criar uma passagem onde vozes e imagens ”anunciem” o pensamento de Flusser. Metáforas e Temas da obra do autor tais como o deserto, a catástrofe, a fabricação, os fatalismos, a criatividade, a máquina, a cidade, o jogo, a comunicação, a história, a tecnologia, a escalada de abstração das representações humanas na cultura devem ser apresentados de forma que os visitantes possam “ouvir” e “imaginar” o que está por vir.

R eferencial A figura e ação das Moiras presente na mitologia grega é uma clara referência dessa passagem. A ideia é associar ao gesto do fabricar, tecer e cortar dessas personagens à capacidade inventiva, profusa e não convencional da forma, da expressividade e dos temas da obra de Vilém Flusser.

Os

elemento s ceno - expog r á f i c o s

Três vozes distintas leriam passagens da obra do autor enquanto imagens e palavras seriam projetados numa superfície circular. Signos como tear, a linha e o cortar poderão servir como sugestão das ações e dos materiais cenográficos.


Ambiente

i n í c io :

S ão P aulo

vi sta de c i m a : d e vor a - m e ou t e d e c i f r o

S inopse O ambiente de excessos da cidade (geográfico, econômico, demográfico, habitacional, trafegos, fluxos etc...) e tudo que tal condição reverbera (falta de planejamento, descarte, automóveis, engenharias, vias, lixo, dinheiro, suicídio, reuniões, etc...) ganha na obra do autor, um sentido oswaldiano de “gula” antropofágica que consome tanto a cidade como o filósofo Flusser. Neste sentido, aos olhos deste recém imigrado, “devorar” e “ser devorado” parece ser a sina de sua vivência nesta cidade, que nada lembra a “aparente eternidade das cidades tradicionais das cidades medievais européias”, ou a “intemporalidade das cidades planejadas retangularmente (castra romanas) ou circulamente (como Paris ou Viena)”. A partir de textos como “O que significa ser burguês em São Paulo no fim do século 20” e “São Paulo vista de cima” esse ambiente tem como proposta dimensionar a cidade como cenário e personagem no trabalho de Vilém Flusser, procurando enredar as afetividades, as vivências e o ambiente intelectual da São Paulo dos anos 40, 50 e 60 no desenvolvimento de sua obra.

Os

e l e m e n t o s c e n o - e xpog r á f i c o s

Elementos biográficos como retratos; imagens e registros de diversos endereços de Vilém Flusser em São Paulo (e no mundo); filmes como São Paulo S/A de Luiz

Referencial Nossos referenciais para a cenografia são a plasticidade e o conceito de “Merz” que percorre a obra da artista alemão Kurt Schwitters. A obra de ocupação espacial em processo como “Merzbau” (1923) por exemplo é uma referência que pode ser trabalhada como possibilidade de criar um espaço de ambiência onde elementos biográficos, materiais e intelectuais de Vilém Flusser fossem apresentados e aos visitantes da exposição. Recursos plásticos e técnicos da colagem, bricolagem, fragmentação, assemblagem, apropriação, reciclagem, descarte, aglomeração serviriam como elementos estéticos para criar essa impressão de cidade bruta e vertiginosa que aparece como imagem em vários de seus textos e colunas sobre a cidade.

Carlos Person e Sinfonia de uma metrópole de Rodolfo Lustig e Adalberto Kemeny; objetos pessoais, vestígios, registros e objetos de anônimos, cultos, urbanização, animais, arquiteturas; textos datilografados; objetos e materiais variados como livros, malas, caixas, peças de jogo de xadrez, passagens de textos, disquetes, passaportes,


CHECKLIST

referência

M áquina de escrever de V ilém F lu sser M etal 30 x 31 x 8 cm (A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo / CISC)

Kurt Schwitters Merzbau Obra de ocupação espacial Materiais e técnicas diversas 1923

P assaporte

de

V ilém F lu sser

12 m a i o d e 1937 D o c u m en t o e m p a p e l F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

emitido em

(A cervo A rqu i v o

T hi l o M e c ha u R e t r at o d e F l u sse r V ilém F lusser I nstituto

de

dur a nte um a palestra no

2º S impósio “E difício I nteligente ”,

P rojetos I ndustri a is U niversid ade

1991 3 F o t o g ra f ia s PB, 70 x 80 (A c er v o d e a r t i s t a )

cm

de

K arlsruhe


O

que s ignifica s er burguê s em

S ão P aulo

(A cervo A rquivo

no fim

V ilém F lusser do século 20

T exto datilogr af ado F lusser S ão P aulo / CISC)

V i l ém F l u s s e r S ão P a u lo v ista d e c i m a T e x t o da t i l o g r a fa d o (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)


P a ss ag e m 1 S inopse (indefinido)

R eferencial (indefinido)

Os

elemento s ceno - expogrรกfico s

(indefinido)

CHECKLIST (indefinido)


A mbiente 1: A s

rede s do s a r t is tas e n t r e o c on c r e t o e o a bs t r at o

S i n o ps e O pensamento e a obra de Vilém Flusser na relação com artistas e suas obras, mostrando a dimensão da arte como emuladora de sua produção: artes plásticas, poesia, literatura, filosofia e comunicação. Essa seção mostrará tanto seu diálogo em vida com artistas como também artistas que dialogam com sua obra nos dias atuais.

Referencial (indefinido)

Os

e l e m e n t o s c e n o - e xpog r á fico s

(indefinido)


CHECKLIST O bra s

a r t íst i c a s

Mira Schendel O b r as a se r e m e s c o l hi da s / A cervos instituições B rasileir as (M u s e u d e A r t e M o d e r na d e S ão P aulo / P in acoteca do E st ado F am í l ia B u e n o - A c er v o p r i v ado - C ortesi a da famíli a )

de

S ão P aulo - A poio C ultur al )

Samson Flexor Parto 1969 Ó l e o s / t el a , 189 x 189 c m (M u s e u d e A r t e M o d e r na d e S ã o P a u l o - A p o i o C u l t u r a l )


N iob e X an d ó B lac k P ow e r I 1970 S eri g raf i a s / p a p e l , 70 x 100 cm (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo / CISC)

N iobe X an d ó A máquin a 1970 S erigr afia s / p a p e l , 70 x 100 c m (P inacote ca d o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o C u l t u r a l )

N iobe X andó L etri smo - A mazona s 1977 C aneta hidrográfic a s / p apel , 12,5 x 34,5 c m (P inacoteca do E stado de S ão P aulo - A poio C u l t u r a l )

N iobe X andó L etri smo - N ome P róprio 1970 L ápis de cor e caneta hidrográfic a s / p apel , 14,2 x 28,2 (P inacoteca do E stado de S ão P aulo - A poio C u l t u r a l )

cm


O tavio D onasci V ideo C riatura s 1980 / 2010 V deo , C or , som , 12:35 (A cervo do artist a )

A n t ô n i o H e n r i q u e A ma r a l C a m pos d e bata l ha 25 1974 Ó l e o s / t el a , 152 x 152 c m (A c er v o P i n a c o t e ca d o E s tado

T ap e t e

s o b r e p l a ca de

de

S ão P aulo - A poio

cultur al )

A lex F lemming T apete voador 2005 alumínio , 84 cm x 288 cm x 2 cm (A cervo do artist a )

min


(A c er v o

G a b r i e l B o r ba d e c a r v a va l II 1972 D e s e n ho s / p a p e l , 28 x 30 c m A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

(A c er v o

G a b r i e l B o r ba M á s ca r a d e c a r v a va l III 1972 D e s e n ho s / p a p e l , 28 x 30 c m A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

M á s ca r a

A nd r eas M ü l l e r -P o hl e T r a ns f or m a ç ão 3062 1980 PB - F o t o g ra f i a , 30 x 40 (A c er v o d o a r t i s t a )

cm

A ndre as M üller -P ohle T ran s formação 4902 1981 PB - F otogr afia , 30 x 40 (A cervo do artist a )

cm

A ndre as M üller -P ohl e T ran sformação 5548 ( foto ao 1981 PB - F otografi a , 30 x 40 c m (A cervo do artist a )

lado )

Edmar de Almeida Construção n. 12 2015 Tapeçaria com fio de cobre, 120 x 70 x 0,5 cm (Acervo Arquivo Flusser São Paulo / CISC)

Nanquim e (P i na c o t e ca

Ely Bueno S e m t í t u l o ( da s é r i e G ra f i s m o ) 1965 b i c o - d e - p e na s o b r e p a p el , 91,8 X 61,8 c m do Estado de São Paulo - Apoio Cultural)

Ely Bueno G ra f i s m o ), 1965 N a n q u i m e b i c o - d e - p e na s o b r e p a p el , 81,6 X 58,4 c m (P i na c o t e ca d o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o C u l t u r a l ) Sem

B er n d W i n g e r t & L i v r o e l e t rônico P r ot ót i po H i pe r t e xt o F l u ss er 2 ( f ot o a c i m a ) 1992 S o f t war e (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r U n iversität der K unste B erlim )

t í t u l o ( da s é r i e

Bernd Wingert & Livro eletrônico P r ot ót i po H i pe r t e xt o F l u sse r 1 ( foto ao lado e squerdo ) 1990 P o s t e r i m p r e s s o , 92 x 122 c m (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r U n i v e r s i t ä t d e r K u n s t e B e r l i m )


M arcel l o M e r ca d o V ilém F l u sse r u n d M a rsh a l l M c L uh a n V e r são 01/02/03 - A l fa b e t o d e vô o , V erme c om po stag e m e R e t r at o d e V i l é m F l u sse r e M a rsh a l l M c L uh a n 2015 I nst ala ç ã o /2QR/L i v r o - e n i g ma , á u d i o , 6 p a c o t e s d e c o m p o s ta g e m , 320 x 70 c m (A cerv o d o a r t i s t a )

A chi m M o hn e , U t a K o p p P or qu e d u v i d o ? T re c ho s d e V i l ém F l u s s e r s e lecionados por M ário R amiro ECA-USP, SP/BR 2009 2 C - I m p r es s ã o e m a l u c o b o n d 120 x 80 cm e V ideo , cor , sem som , 5:45 min

M atthi as M üller F éria s 1998 16 mm tr ansferido p ara 14:30 min (A cervo do artist a )

vídeo

HD, C or ,

som ,

M a r c el l o M e r ca d o O c a pi ta l P a r t e 1 1999 - 2009 V í d e o , PB e C o r , s o m , 15:58 m i n (A c er v o d o a r t i s t a )


L ou i s B e c I n s t i t u t o d e pe s qu i s a P a r a naturali sta : E pi s temologia /

etologia

F lu sseriana 1972 / 2015 I nst alação com vídeo e 4 caix as de l u z (50 x 70 cm cada ) (A cervo do artis t a )

Grande

pl a n o d e

Couro

C yriak H arris C h impanzénologia 2014 V ideo , cor , som , 2:44 min (A cervo do artist a ) Q uay B rothers L eos J anace k : lntimate E xcur sion s 1983 35 mm , cor , som , convertido p ara digit al 14:14 min (A cervo K oninck studios , K eith G riffiths & T he Q uay B rother s )

Louis Bec 1 e no. 3 1976-1977 p i n t u r a , 180 x 150 c m (A c er v o d o a r t i s t a )

S u l fa n og r a d e V a r e n n a O ke i n i e

no.


Fred Forest G e s t o s c o m u ma c o n t r i b u i ç ã o 1973-1976 F o t o g raf i a PB, 42 x 33 c m (A c er v o d o a r t i s t a ) Fred Forest O s g es t o s d o pr of e ss or 1973 V i d e o , p b , s e m s o m , 17:00 (A c er v o d o a r t i s t a )

teori a de

V ilém F lusser

m in

Fred Forest D oc u m e n ta ç ão d e P e r f or m ance na XII B ienal 1973 F o t o g raf i a PB, 21 x 29,7 c m cad a (A c er v o d o a r t i s t a )

de

S ão P aulo


F red F orest D ocumentação de P erformance na XII B ienal 1973 F otogr afi a PB, 21 x 29,7 cm cada (A cervo do artist a )

de

S ão P aulo


Diário D i á r io

de

T exto s n º 4,

M ônica B arth V ilém F lu sser 1999 Ó leo s / tel a , 97 x 191 cm U niversität der K unste B erlim )

a partir de fragmentos textuai s de

(A cervo A rquivo F lusser M o n i ca B a r t h T e xt o s d e pe r c u r s o - a pa rtir de F ragmento s de texto s 1998 F o t o g raf i a , 90 x 130 c m (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r U niversität der K unste B erlim )

de

F lu sser

de

T e xt o s

M ô n i ca B a r t h n º 15, a pa r t i r d e f r ag m e n t os t e xt u a i s d e V i l é m F l u sse r 1998 Ó l e o s / t el a , 97 x 191 c m (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r U n i v e r s i t ä t d e r K u n s t e B e r l i m )

M ônica B arth D iário de T exto s n º06, a pa r t i r d e f r ag m e n t os t e xt u a i s 1999 óleo s / tel a , 97 x 191 c m (A cervo A rquivo F lusse r U n i v e r s i t ä t d e r K u n s t e B e r l i m )

de

V i l é m F l u sse r


T e xt o s

N i ob e

D i á log o

e c a r ta s dat i log r a fa das

Cartas-diálogos com /sobre artistas : M i r a S c he n d e l / S a ms on F l e xor / L ou i s B e c / X a n d ó /A n t ôn i o H e n r i qu e A m a r a l / G a b r i e l B or ba T e x t o s da t i l o g r a fa d o s (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

c om a ob r a d e

E ly B u e n o - O s

V i l ém F l u s s e r E ly B u e n o

ob je t o s d e

T e x t o da t i l o g r a fa d o (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

C a m pos

D iálogo

com

V i l ém F l u s s e r d e bata l h a , sob r e a s pi n t u r a s d e A n t ôn i o H e n r i qu e A m a r a l E s c r i t o e m 1974, p u b l i c a d o e m 1975 A r t e s , n 43, p á g s 7-9 T e x t o da t i l o g r a fa d o (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

F r e d F or e st - O

pr oj e t o d e

F r e d F or e st

na

(A c er v o A r q u i v o

V i l ém F l u s s e r d e S ão P a u lo

XII B i e n a l T e x t o da t i l o g r a fa d o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)


C oluna s

d e j or n a l c om ilu stração de arti sta s

V ilém F l u s s e r C ult u r a s m or ta s C olu n a d e j o r na l - OESP, S u p lemento C ultur al , 28/08/1977 I lust r aç ã o e c i ta ç ã o d a o b r a d e E ly B ueno F acsí m i l e (A cer v o E s ta d o d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l ) V ilém F l u s s e r I ndag a ç ões s ob r e a or i g e m da língua C olu n a d e j o r na l - OESP, C a derno S uplemento I lust r aç ã o M i r a S c hen d e l F acsí m i l e V ilém F l u s s e r D iac r on i a e D i a fa n e i da d e I C olu n a d e j o r na l - OESP, C a derno S uplemento I lust r aç ã o M i r a S c hen d e l F acsí m i l e (A cer v o E s ta d o d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l )

literário ,

29/04/1967

literário ,

26/04/1969

V ilém F l u s s e r D iac r on i a e D i a fa n e i da d e II C olu n a d e j o r na l - OESP, C a d erno S uplemento literário , 03/05/1969 I lust r aç ã o M i r a S c hen d e l F acsí m i l e (A cer v o E s ta d o d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l ) V ilém F l u s s e r S ínte s e C olu n a P o s t o Z e r o - F o l ha d e S ão P aulo , I lustr ada , 12/02/1972 I lust r aç ã o G a b r i e l B o r b a F acsí m i l e (A cer v o F o l ha d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l )


V ilém F l u s s e r M ás car as C olu na P o s t o Z e r o - F o l ha d e S ão P aulo , I lustr ada , 14/02/1972 F acs í m i l e (A cer v o F o l ha d e S ã o P a u l o - A poio cultur al ) V ilém F l u s s e r F esta C olu na P o s t o Z e r o - F o l ha d e S ão P aulo , I lustr ada , 15/02/1972 F acs i m i l e (A cer v o F o l ha d e S ã o P a u l o - A poio cultur al ) V ilém F l u s s e r N a c r i sta d o d i l e m a C olu na d e j or n a l - OESP, C a derno S uplemento I lus t r aç ã o d e S a m s o n F l e x o r F acs í m i l e (A cer v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l )

literário ,

06/07/1968

V ilém F l u s s e r F lexor e o n o vo h om e m C olu na d e j or n a l - OESP, G e ral , 06/12/1969 I lus t r aç ã o d e S a m s o n F l e x o r F acs í m i l e (A cer v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l ) V ilém F l u s s e r F lexor , o m od e lo C olu na d e j or n a l - OESP, G e ral , 08/08/1971 F acs í m i l e (A cer v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l ) V ilém F l u s s e r O pr e t o é b e lo C olu na d e j or n a l - OESP, S u plemento literário , 18/04/1971 I lus t r aç ã o e c i t a ç ã o d a o b r a d e N iobe X andó F acs í m i l e (A cer v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l ) V ilém F l u s s e r O d e c l í n i o e o oc a s o d o a l fabeto C olu na d e j or n a l , - OESP, S u plemento cultur al , 22/01/1978 ilus t r aç ã o d e N i o b e X a n d ó , F acs í m i l e (A cer v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A poio cultur a l )


P a ss ag e m 2 S inopse (indefinido)

R eferencial (indefinido)

Os

elemento s ceno - expogrรกfico s

(indefinido)

CHECKLIST (indefinido)


A mbien t e 2: A s

r e d es d os pe n s a d or e s d o a bs t r at o ao c on c r e t o

S i n o ps e Interlocutores cultivados, amplificados, magoados e/ou silenciados. Documentação da rede de relações intelectuais de Vilém Flusser. A ideia neste ambiente é apresentar suas ideias na perspectiva dos diálogos, polêmicas, projetos etc... com vários personagens com quem manteve contato durante sua vida.

R e f e r e n cial (indefinido)

Os

e l e m ento s ceno - expográfico s

(indefinido)


INS T I

rw TOB i

RAS I LEI ROD

GA, RUA BARAO OE ITAPETININ

SAO

C orre spon d ê n c i a s e troca s de reflexõe s , - diálogo s , i d e i a s e n tre V ilém F lu ss er e :

..

.VILEM

FLUSSER

r. Salvador Mendonga, ?6, säo Pau10.

ca r tas

S. Pau10, 20 de se'l;embrode 1964.

Ao

pro:l. ~tLgue1Reale,

säo Paulo •.

Prezado professor. II\Glilbros do 1.

Abraham Moles 1970-1991 Alex Bloch 1951, 1973-1986 Celso Lafer 1963-1975 Dora Ferreira da Silva 1972-1990 Gabriel Borba 1972-1987 José Bueno 1971-1990 Maria Lilia Leão 1982-1991 Miguel Reale 1967-1991 Milton Vargas 1966-1991 Sérgio Paulo Rouanet 1980-1990 Vicente Ferreira da Silva 1964-1967 Instituto Brasileiro de Filosofia e Projeto Casa da Cor Oswald de Andrade - Campinas-Preservação-Usp*

E FI LOS 0 FI A

Sola 412 255 . 4.0 Andar -

PAUlO

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SOC9~O d8 Alex~ndr2

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VILEM

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Prof.. MiliüEtiRea1e,

r0pQ,

PAULO

o Joäo d~ Scntimburß

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Com r;ratidäo defi~i ~nriAS de

~ert0 n~1.tur8l ~nntirl1i o" ,a esorevo sob S.P. _r1~co:; !"lOS "':~8-" ind1gno artigo no "Eetad t8d08 Unid0ß de 1errj"0 Arn~ric 00q. anäliea, a näo sar Caro professor, acabo A-10. Näo mereca II Ae;u"rdo C0111'msi.erJp o 000 explioa 0 futuro, o. Mae näo para comant o impact . er;'J::;,r8 00sti t'ürJ" fe~ . ura1istal 0 paesaddc, ' ~~ tese q\1.nl":~aetrut espero e l.l'3r -rrc0~np8.r;gO outro, II mo ilustraQao da ito on t frl.C'.r f}U~1nt o ; fidelir180e passado.J 0 mau prop6s oe int8rrr(: pe a 0 l-ta~30 o cxplic atanQä uma oque () r-lhe r::ue ofUtur dedica ~R("'r,?V ~l1 R1\lyr~ ') meq euficientav. para temponre10 'J-. ~ rens!::, menta 0 para ter€l. ado ~8a que oonvid . .raaJ.m ,vorosamente . t ante t1'01 1.nJerp '0 sr.eXlstlT saD0se~ re .Agon cem rnr qua estel E cento . (Sei trada. coicid8n te ntos. com n 10 menos concen tes argume e nisse oe sagu1n rsside decidir, texte, R ferQR IIuma are. ~tesdn da eto interT'~~tRtivo vernar~ oons1dcriadora Governar, (kyborna1n). . as au. mas considere),. , ja. qua viea manter 0 navio do os conh,eoe melhor qua , J.B.F. icial. 80 temos 3 n'lvidRd euperf nte No . e tas, da nova radame , (influSf.;Ienoi~ atividade de11be marxia os de, a 11118. B8r~0 oe'Näo, 0m cre100 ItapE'tin )')9. AA ingR das ondas. - 72 and3r, 0 onfl,e estado 6 1cie diarör v"moa tado na superf tridimeneional). que de cC'l)11()didao",sme.is 0.0 CJue R8 llsllfruiC J.mente pe10 seu modGlo r10,e, oonträ palo las do que ,sou parcia n8 8Y1tpr:i.0r. a. Creio. estrutura da cultu~ do estado em si nacessäriame~te Ei. infraIIa infra-estrutura e. cultur -nos a Utn~ T'81p.~80 n,ga, que~l'pnde que sau, lle €I nela rnnis ura,COPlI'lß agoaa mais quEinu ts (Je e~ tirJRdcs eetä na CIJ.lt 0 seu Rs lugar, e norte-8111eri.c("nR''', a nossa.e1]rrir"i a empobre9a Nao",nvi.8rm vo. d" tuaQöes lilomo uar dec1siafi.)11 contin Y'0vi~t8~ ~ vo os poderä e r1eTY'~~i.r: rl).1)li. II, 0P,~~~s. . is como Frederico .gir jä tam eido decisi foe-re fi16so ere Cons1d para cima. Nao d1ga que depoie •.. por ummargulho p~a a humanidade. ou I.en1n: sao perdas vendavaiedas dos a ou Mas~k, cavern da er,a.~o1ta.r II Sll (4anos,?)'pod sr. 0 1Qdo, Agora . . ~toper de r ofusoa eophia da sabedor1a •..J)oxa de ideias .rque• 'opin1,oespara a. luz eu), porque 6 autor e para muitoe como s. Nao a toridade, (para mim qual carecemos , autore dade em situaQao na admit1mos. E (j autor1 , ," pale executivo. eetas linhas 000 pois, troqua , Aceite ~ hos. . preo1sa da meus consel pr60cupade. de Sai,qua nao expressao de emoQao . inente, senao oomo no astado bra ~ oomo cqnselho impert astä engajado, näo e amigo, e de quem na hora na qual de quem ~ seu disc1pulo eira. ~ E ace1te ainda, brasil a cultur na na nuoR, a sasileiro. sanao chamado "h1at6r1a" dragao e daquel a (ou ve sentir 0 bafo quenta Que a Transoend~nc1a, . eo dos mau~ maioresl que rnantenha a guinte b~nQao da trad1q a e lhe conserve. Abrahaa), lhe protej leve. .~'. Sincron1a. ou Deus Seu rosto. e lhe. saja lhe i:aqaresplandesoer ~a mao sobre si e Humildamente

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os seus arr:umentos na ~ltime. quinta feire conti_ nuam a revolver_se nn minha mente. Comuma precisä.o de cirurgiiio atig r;em'0 ponta crucinl dos y>roblemasque meinquietarn.' Eseesproblemas tem um denominador COIDum: superagäo da d.i.v:isao nefasta entre os I'.spectos fortnais d.:quilo 1ue chmnamosde "realida.de". Essa divi D~~IGUELe' existenciais REALE CA;;t'~R'Ä ~ICO säo tem uma i~finidade defacet~St e na convers8qäo filos~fica atual :1t:,' no fundo. um problema assume a forma "lor;icismo existenci.alismo". est;tieo. oome 0 preva a dicotorrJ.'1 "moJ.'j)he ~ h;y~e". 0 sr. afirmou a impossi bilidade da tareie.. Estabel"ceu um obsimo d.esesperado entre 0 formalismo, (personificado em SUD. case. pelo.prof. He~enberß~, e o.exi~ tencia.li~'mo, (personificado em sua oasa pelo esp.!rito' ,quase palpavelmeg !'j:,8 0 proprio Vicente näo te prezente do Vicente Ferl'eiI'a daSilvaY. IVi~\J C":8:r'O FIusser part1u da 15e;:i.caformal, embore.tivesse partido para 0 desespero? Permite,. prezado professor, que e.ceite 0 desaf.!o !ntimo e profunde qua me'langon, e qua 0 aceite da ~ic9 maneira que c2 "ETIl T'"i.mei r0 l11CRr, Clesejo p''r-lh" (}ue nf\S88, nhagol conversando.; ,Estou perfeitameilte consd.cnte I'''rti.ci.: da diferenga de nIvel vi3e:em t:ren~(':0rreu r-0nf0rm~ 0F) rlenos lt ~pt?.h~lecidn8 pre - a mlnha , 0 po<;o_lhe do näo tom"r que existe entrees r;ossa.S "linguae;ens , r:'ra emrrecarffinA ::I SUr'r808 10e:ia ('0murd.C8.00G atttude corno0.08 soberba. ~. pelo contr~ri6. a tentative term:i.n0 da aproveitar a 0ficl.9,iR, gl.'8rdando 2ino.8. B lerrlOrpY (1')um qU'? lG8 existencia 0.0 esptrito' corno oe 0 seul aum tempo e,mto e penetrante. '.ri.nns n~. ~Y'~ri8 ? !lf' 1tRJt8 l\~prt0ionAl~ ~r:.~r:'!8P: da S':\b:rt? imprS-~8 Mas ume.tentative. aproveitamento humilda.' Pego portanto que permita ';)~G, ~0rr"'rers~~rp.T l'!0~ClU'lno.C' rl~ :-:11fl 'IT01tfl .00 ,csta estiver pronta. que lhe apreaente respos,tn quando Bresil,a minh!;1. ~ue P8p~r8 8~r8r

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FILOSOFIA

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BRASIL

säo Paul0, 21 de d.zeabro d. 1964.

Prezado Companhe1ro:

A pr6x1DlarSl1n1io dos membro. titulares do , .'i . I:5ll'f100u conv(,')cada para o,d1a28;p.:t., &821 horas, emainha r.s1dlnc1a. Na'oportun1dad, serio objetos d. con&1dera9ö •• os ••gu1nt.& 1tens: i

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~1.10äoda

Dir.toria para

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bi6n10 1965-1966;

II _ debate. elllt8rno~de a,1nha oon:ter3ncia .Ibre 0 , *hu"9iaao de Gal11eu Ga111.1"~ proqunc1ada no C1roelo Ital1ano dia 10 p.p. Aguardando Bua honrosa pr ••en<}••, .ub.cre-

'~vo-.e,

Gordia1.ente

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(Aven1d ••9

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GuEL:EALE de

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Ju1ho, 3871)

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V il ém F lu ss er P r o b le m a s so b r e o c o n c ei to d e li b er T ex to d at il o dade g r af ad o (A ce r vo A r q u iv o F lu ss er S ão P au lo / CISC ) •

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hfreedom". concept of ".) th Moles' rebamMoles Problems wi Ab a rts fe owing hypo Melenges of 1t toe fo1l bm su (For: "Les to is commiter s ap hi isp th on e of rests The purpos oles' werk es' arguifice of M hee. in lilol complex ed "freedom" t Thus ep . nc thesist t~e re co he the ~ not ed edom, but oles' which 1 de ment to fre t again1lJtM meaning to en c m ifi gu ec ar sp ry ok tend. an ment, a ve rs of a bo a large ex ito to ed , e be tb to will nonetheless thie paper pleaeure. it m it hi bm ve su gi 1 n. anCIt.hus to argumentatio end of this to Moleet rent at the "offered" beoome appa meant to be ll stowed on wi be so be nor to why I do my grel3ter ho a The reasone of yelse' s •• od ow eb kn on so'!! d 1 e,o not cballenge e papt"r'. An DS en tak then tc./ be a thinkE'r so.om". caretoward "'l'.'i demands a submitted ngs for it thesis here iti po wr hy ' e es tn ol M of No doubtr not of all), this paper, impoeed on of most, (if ne ful enelysip fto a single the limitatio elf n ys ve m Gi ict incing. st 1e I ehall restr t: to be conv ls ou ue y ot wa lle des In'te en an easy 1euT "l,e Ghetto et 1 have chos to ely els m Intellectu :psrer's. Na s sur les ndenses öf Moles I r Moles oo e". (12 idee pe ism pa en nt um oe situthis re Mythe de l'R tial i8 this: In the existen Myezcuse doubt sition end r~l!!). there ~s no e sooia1 po d th en t t ou ab e uels" 1e his t'lought s intel1eot lf end pecp "le es m !li lls ca ~B Thathe at tem It shows, a.tion of 't" . meens by th sm e oi h i; iti ha cr '"T lfthat what fact, a se in my !!lind r ,.rritings, is thus, in of his othe The papsr than most. J:ike him. tly ici pl d ore ex .'1m ,'hieh olearer B. i l ém]Jclrp u ..r s sso e roip.1 s~Btem ~~ mmitte~o. e "oonteIi1 liets of th nl Moles is co co AS t se ! es ,": "TF'lol utatirorsob 'l'his is hO u sse r e es"; n at(b ol) t~e logic!'..1l m i ts 'technv istered on completed the "edm1r of the cf ), ha$1ot yet y tto cit he (a) the et1 x t':.e o cit day, t i l o(g g r a fa d or by arn-"r p)1d (c) ; he three "cities ot rs" to each "ad!!'ir:istrato re connectl'd ew soeial e11:y of the e ci ties fO Yt the "n 2s" • Thos e1r total1t ]a th toe ctl in 3e e2 nt ~, '!. by ,.rhicb ti~~t ns ale co de ' ich 1:>3 ke wh r.:ethe:r q ues i v".o lIt u s sdo e ree no ã ot a u l o bigll0ue lin 1s helC1t.o c er v o "vrelu ety c1 so Thus r O],t of The e.dmin . eont.racts". :e" t each othe alt es "v ch to t different es try Il1JrS1l1'lSA e efficienCY three eit:l. su y '.r cit pl h rs e,e to .:!.etra to becauEl~ the l?dmir. vi ty seems :fall apart, .e ppiIJ.esf" he (Thi s creeti es :pu:r~n7 e'Verything ea t:t v:lt~-. er of e e iet.ered on st1 am ur eil y, s in th t tell eott:,al 1.l1gthat ie tertho1..tgh end the in 01' tlever~rth cnriou.e af questioning ck to this ba e 1'\ C0 imply the shal1 be", but I paper). use each that coultd l~ter in ~e eJ:\T bece reasoning arart ,precis ll fa in Moles t es no do ety oi No'Weo

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V F F T 1973 (A A

V ilém F luss er S ilva H ome nag em a V icen te F err eira vda T exto dati logr afad o / CISC ) (A cerv o A rqu ivo F luss er S ão P aulo

A

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/ CISC)


M ateriai s

d e v í d e o de um d ocumen tá r i o n ão a cabado

A lan V i c t o r M e y er filo s o f ia s o b r e a m o r t e e a t err a

1999 V íde o ,

cor, som,

4:57

min

D or a F e r r e i r a da S i lva R et r at o d e u m a m i g o 1999 V íde o , c o r , s o m , 1:51 m i n E dit h F l u sse r F lu sse r e m P r ag a 1997 V ide o , F ar b e , T o n , 4:09 E dit h F l u s s er : T ra d u ç ã o 1996 V íde o , c o r , s o m , 2:49

S i st e m a

animal

P a r a n at u r a l

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Para

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F red F or e s t O s g es t o s d o pr of e ss or 1996 V íde o , C o r , s o m , 5: 25 m i n J osé B u e n o F lu sse r c om o v i nho 1999 V ide o , c o r , c o m , 3:47

s ob r e V i l é m F l u sse r d i r i g i d os por K l a u s S a n d e r - 10 d e poi m e n t o s

min

L ou i s B e c V a m py r ot h e u t i s I n f e r n a l i s 1996 V i d e o , c o r , s o m , 7:22 m i n M a r i a L i l i a L e ão C a i xa - pr e ta 1999 V í d e o , c o r , s o m , 5:35 m i n

u m a f i losof i a d e

M a r t i n P aw l e y T r ê s v e z es F l u sse r 1999 V í d e o , C o r , s o m , 4:12 M i lt on V a r g as F l u sse r n o B r as i l 1999 V i d e o , c o r , s o m , 7:03 m i n Peter Naumann e n t r e I d i om a s 1999 V í d e o , c o r , s o m , 7:44 m i n


LIVROS V ilém F lusser e L ouis B ec V ampyrot h eut his

infernali s

(A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo

L ivro 1987 / CISC)

VÍDEOS Anônimo D av i d F l u sse r sob r e se u pr i m o V i l é m F l u sse r 1990 V í d e o , c o r , s o m , 22:00 m i n (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

V ilém F lusser D iálogo com L oui s B ec - O s sulfanograd o s T exto datilogr af ado (A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo / CISC)

de

L ou i s B e c


V ampyrot h e u t h is

L o u i s B e c 15 fa c s í m i l e s d e p a p e l - c a r t ã o 43 c m x 33 c m 1986 (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r U n i v e r s i t ä t

infernalis

der

Kunste Berlim)


Lívio Xavier R e se nh a sob r e a r t i g o d e F l u sse r E ns a i o pa r a u m e st u d o d o si g n i f i c a d o on t ológ i c o da l í n g u a n a R e v i s ta B r as i l e i r a d e F i los of i a C o l u na R e v i s t a da s R e v i s t a s - OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 28/07/1962 Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l ) V ilém F lusser E n saio para um es tudo do significado ontológico R evist a B rasileir a de F ilosofia J aneiro a março 1962 C ópi a xerocada (A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo / CISC)

V ilém F l u s s e r L ingu a e r e a l i da d e L ivro d at i l o g r a f a d o 01/01/1963 (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ão P au l o / CISC)

C olun a

de

da língua

P ol ê m i c a s

e m a r t i g o s e c ol u n a s d e j or n a i s

O s wal d i n o R i b e i r o M a r q u e s I n t r od u ç ão à se m â n t i c a d e A da m S c ha f f (A i n da S o b r e L í n g u a e r ea l i da d e ) C o l u na d e j o r na l - OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 23/11/1968 Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )

A natol R osenfeld R es en h a do L ivro L íngua e R ealidade jorn al - OESP, S uplemento literário , 6/6/1964 F acsímile (A cervo E st ado de S ão P aulo - A poio cultur al ) V ilém F lusser R ealidade - R éplica a crítica de A natol C oluna de jornal -OESP, S uplemento literário , 27/06/1964 F acsímile (A cervo E st ado de S ão P aulo - A poio cultur al )

L íngua

e

P aulo R on ai L íngua e R ealidade C olun a de jorn al - OESP, S uplemento literário , 13/04/1965 F acsímile (A cervo E st ado de S ã o P aulo - A poio cultur al )

L eônidas H e g e n b e r g A propó si t o d e L í n g u a e R e a l i da d e C oluna d e j o r na l -OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 12/06/1965 F acsímile (A cervo E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )

V i l ém F l u s s e r A da m S c ha f f c om o pr e t e xt o C o l u na d e j o r na l , OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 7/12/1968 Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o Apoio cultural)


V i l ém F l u s s e r W i t t g e n s t e i n T r a d u z i d o - P ol ê m i c a c om G i a n n ot t i C o l u na d e j o r na l , OESP,S u p l em en t o l i t e r á r i o , 22/03/1969 Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )

C apa s ob r e IX B i e n a l OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 23/09/1967 F acsím i l e (A cer v o E s t ad o d e S ã o P a u l o - A poio cultur al )

C oluna

Lupe Cotrim Garaude A m u n da n i da d e da B i e n al - R éplica ao artigo de F lu ss er “B ienal C o l u na d e j o r na l - OESP, S uplemento literário , 23/12/1967 F ac s í m i l e (A c er v o E s t a d o d e S ã o P aulo - A poio cultur a l )

V ilém F lu s s e r F enomenolog i a jornal - OESP, S uplemento literário , 02/12/67 F acs í m i l e (A cervo E stado de S ão P aulo - A poio cultu r a l ) B ienal

de

e a

J os é A rt ur G ia nn ot ti W it tg en st ei n tr ad uz id o - R ép li ca de C ol un a de jo G ia nn ot ti ao rn al - OE ar ti go de S P, S up le m en F lu ss er W it tg F ac sí m il e to li te rá en st ei n T ri o ,1 2 /0 ra du zi do 4 /1 9 6 9 (A ce rv o E st ad o de S ão P au lo - A po io cu lt ur al ) e a

F enomenologia ”


P ass ag e m 3 S i n o ps e Instalação com a biblioteca de viagem de Flusser

Referencial (indefinido)

Os

e l e m e n t o s c e no - expográfico s

(indefinido)

CHECKLIST L ivro s

da

B iblioteca

de viagen s de

V ilém F lusser V ilém F lu sser 1878-2004 livros

(A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo / CISC )


A mbiente 3: A

e s c r i ta f e b r i l e o pe n s a r c om a l i n h a

S i n o ps e Tudo é escrita: cursos, livros, palestras, aulas, traduções, entrevistas, artigos de jornais, revistas, os ensaios profusos e as traduções de si e dos outros; tudo é registro linear que se preserva para a história e se conserva em arquivo: as mais de 35 mil páginas datilografadas do Arquivo Vilém Flusser São Paulo. Neste ambiente, a impressionante produção material escrita de Flusser será colocado em evidência bem como suas reflexões sobre a ontologia da escrita no âmbito de sua teoria da mídia.

Referencial A ideia de arquivo e escrita permeará as referências cenográficas deste ambiente. A primeira representada pela presença diversificada de movelaria modular, a segunda pela presença plástica/gráfica e conceitual da linha.

Os

e l e m e n t o s ceno - expográfico s

(indefinido)


O bra s

artí stica s

CHECKLIST

M a n u sc r i t o s ,

E d S ommer T rê s R etrato s V ilém F lu sser 1988/89 S/W - F otogr afie , 30 cm x 30 cm cada (A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo / CISC)

d oc u m e n t o s , l i v r o s e t e xt o s dat i log r a fa d os

V i l ém F l u s s e r L i v r os c om d e d i c at ór i a s a a m i g os e c ol e g a s

Livros (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

V i l ém F l u s s e r P or

uma

F i los of i a

da f ot og r a f i a : l i v r os e su as vá r i as t r a d u ç õe s f e i ta s pe lop r ópr i o

(A c er v o A r q u i v o F l u s s e r

V i l ém F l u s s e r e A n atol R osefeld T raduç ão d e G a l á xi a d e H a r ol do de C ampo s 1983 L ivros (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo / CISC)

V i l é m F l u sse r 1983 Livros S ã o P a u l o / CISC)

V i l ém F l u s s e r C om e n tá r i o s sob r e a t r a d u ç ão d e H a r ol d o T e x t o da t i l o g r a fa d o (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

de

C a m pos


V ilém F l u s s e r P r i m e i r os

m a n u s crito s

T extos

datilogr afados

(A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo / CISC)

V ilém F lusser A utomaç ão d o pon t o d e v ista hu m a n o - t e xt o pa r a T exto datilogr af ado (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o - CISC) V ilém F lusser A utor

e

A u t or i da d e 1984 T e x t o

da t i l o g r a fa d o

V ilém F lusser C enário pa r a r e es c r e v e r a hi st ór i a T e x t o (A cervo A rquivo F lusse r S ã o P a u l o - CISC)

o

S i m pó s i o I n t e r fa c e 1990

(A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o - CISC)

da t i l o g r a fa d o

V ilém F lusser D a F icç ão D i á r i o d e R i b e i r ã o P r e t o , 26/08/1966 T e x t o (A cervo A rquivo F lusse r S ã o P a u l o - CISC)

da t i l o g r a fa d o


V ilém F lusser O

mito em

V ilém F lusser D iálogos

G u i m a r ã e s R os a T e x t o com

da t i l o g r a fa d o

G u i m a r ã e s R o sa T e x t o

V ilém F lusser G uim arães R o s a

i m or ta l

V ilém F lusser G uim arães R o sa

e a

Texto

da t i l o g r a fa d o

da t i l o g r a fa d o

G e og r a f i a T e x t o

(A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC) (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

(A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)

da t i l o g r a fa d o

(A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)


V i l ém F l u s s e r E sc r e v e r e m u n i v e r s o d e i m ag e ns (S i m pó s i o C u lt u r a 1985 T e x t o da t i l o g r a fa d o (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o - CISC)

A

(A c er v o A r q u i v o

at u a l ,

Hamburgo)

V i l ém F l u s s e r I 1989-90

v er d a d e d o s m o d e l o s

T e x t o da t i l o g r a fa d o F l u s s e r S ã o P a u l o - CISC)

V i l ém F l u s s e r O g e st o d o e sc r e v e r T e x t o da t i l o g r a fa d o (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o - CISC)

A

(A c er v o A r q u i v o

V i l ém F l u s s e r II 1989-90

v er d a d e d o s m o d e l o s

T e x t o da t i l o g r a fa d o F l u s s e r S ã o P a u l o - CISC)

V i l ém F l u s s e r S c r i b e r e n e c e sse e st v i v e r e n o n e st SD T e x t o da t i l o g r a fa d o (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o - CISC)

C ó l e ra

em

L o n d r i na , M e n i n g i t e

(A c er v o A r q u i v o

V i l ém F l u s s e r em São Paulo SD

T e x t o da t i l o g r a fa d o F l u s s e r S ã o P a u l o - CISC)


Artigos

V ilém F lusser V ilém F lu sser na impren sa : es crito s sobre flosofia , arte , ciência , comunicação , tecnologia : A r t f o r u m (N ova Y or k ), K un s tforun I nternacional (C olônia ), E uropean P hotograp hy (G ottingen ), O G lobo , E s ta d o d e S ão P a u lo , F ol ha de S ão P aulo , L eonardo (B erk eley ), D esign R eport (F ran k furt ), M erkur (M unique ), S pu r e n (H a m b u r g o ) K us nt & T h erapie (C olônia ), K ultur R evolution (B oc hum ), S terz (G raz ), F alter (V iena ), Z eitmit schrift (D u sseldorf ), P rostor (P raga ), S tudio (I srael ) J ornais e R evist as 1960-1991 (A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo - CISC)

e c ol u n a s e m j or n a l e i m pr e n sa e m g e r a l

V ilém F l u s s e r O i a pa d e G u i m a r ã e s R o sa C olu na d e j o r na l , OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 14/12/1963 F acs í m i l e (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l ) V ilém F l u s s e r A s b i e n a i s d e S ão P a u lo e a v i da c on t e m p l at i va C olu na d e j o r na l , OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 31/03/1962 F acsí m i l e (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l ) V ilém F l u s s e r T r a d u ç õe s são po ssí v e i s ? C olu na d e j o r na l , OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 23/09/1967 F acsí m i l e (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l ) V ilém F l u s s e r J og o s C o l u na d e j o r na l , OESP, S u p l em en t o F acs í m i l e (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )

literário,

09/12/1967


V i l ém F l u s s e r D a B i e n a l C o l u na d e j o r na l - OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 04/09/1965 Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l ) V i l ém F l u s s e r D o t e m p o e qu a n d o a c a ba r á C o l u na d e j o r na l - OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 31/03/1962 Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l ) V i l ém F l u s s e r “?” (I n t e r r og a ç ão ) C o l u na d e j o r na l - OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 22/10/1966 Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l ) V i l ém F l u s s e r P e l e olog i a C o l u na d e j o r na l - OESP, S u p l em en t o l i t e r á r i o , 04/07/1964 Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )

Á udio s V ilém F lusser A ula s : C rítica C ultural I, II, III 1991 12-15 horas no tot al - edição de materi al 30 min (A cervo A rquivo F lusser S ão P aulo / CISC)

P ale s tra s Aúdio,

s o m , c er ca d e

C o l u na P o s t o Z e r o

V i l ém F l u s s e r C a c o s d e ga r r a fa I - F o l ha d e S ã o P a u l o , I l u s t r a da , 28/01/1972 Facsímile (A c er v o F o l ha d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )

C o l u na P o s t o Z e r o

V i l ém F l u s s e r C a c o s d e ga r r a fa II - F o l ha d e S ã o P a u l o , I l u s t r a da , 29/01/1972 Facsímile (A c er v o F o l ha d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )

C o l u na P o s t o Z e r o

V i l ém F l u s s e r C a c o s d e ga r r a fa III - F o l ha d e S ã o P a u l o , I l u s t r a da , 01/02/1972 Facsímile (A c er v o F o l ha d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )

e

V i l ém F l u s s e r O v al o r d o d i s c u r s o : L i v r e de cas a : o homem no universo das imagens técnic as S e m i n á r i o d o c el ei r o : A b r i g a do e desprotegido ? O rg aniz ação H a rry P ross 1985 Á u d i o d e pa l e s t ra , l e g e n da d o , edição sobre 44 min (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo - CISC)

E n t r ev i s t a

a

V i l ém F l u s s e r P i n t a r a M o na L i sa , ho j e , s e r ia fa z e r l i x o J a c o b K l i n t ow i t z , J o r na l da T a r d e , 23/09/1986. Facsímile (A c er v o E s t a d o d e S ã o P a u l o - A p o i o c u l t u r a l )


M ik l o s P e t e rn á k S obr e r e l i g i ão , m e m ór i a e i magem s intética : P ale s t r a d e F l u ss e r e m B u dape s te 7 de ab r i l d e 1990 V ídeo , c o r , s o m , 13:37 m i n E ntr ev i s t a a L a s l o B ek e e M ik l ós P eterná k (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo / CISC)

temo s que s obrev iver na memória dos outro s

M ik l ó s P e t e rn á k I mag e m da t e l e v i s ão e e s pa ç o político à luz da 1990 V ídeo - P al e s t r a d e F l u s s e r e m B ud apeste - 07 de (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo / CISC)

revolução romena abril ,

M ik l ó s P e t e rn á k S obr e i m ag e n s t é c n i c a s , po ss ibilidade , a con s ciência 1991 V ídeo , c o r , s o m , 38:16 m i (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo / CISC)

24:30

e o indivíduo

M ik l o s P e t e rn á k N a es c r i ta , a c om pl e xi da d e e a revolução técnica 1988 V ídeo , c o r , s o m , 10:30 m i n (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo / CISC)

V í d e os

V ilém F l u s s e r D ial e t o e m at u r i da d e (S e m i n ário do celeiro ) 1985 V ídeo , c o r , 19:55 m i n (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo / CISC) H aro u n F ar oc k i I mag e ns e f r as e s - u m a c on v er sa com V ilém F lu ss er 1986 16 m i l í m et r o s , c o r , 12: 30 m i n (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo / CISC) M ichae l B i e l i ck y R io F l u s s e r / E d i ç ã o d e f a l a s de F lusser 1991 - 1994 V ídeo , c o r , 14: 55 m i n P alav r a s - c ha v e : R e v o l u ç õ e s t ecnológic as , socie dad e , c i n e ma e f o t o g r a f ia

escrit a , telemátic a

V ilém F l u s s e r E ntr ev i s t a a W i l hel m M u n d t : E ng aj amento e visão : uma pal e s t ra e e n t r e v i s t a d e F lusser em que E dith está V ídeo , c o r , 18 m i n (A cer v o A r q u i v o F l u s s e r S ã o P aulo - CISC)

min

presente


N ot í c i a s

do

(A c er v o

V i l ém F l u s s e r C a r ta a P h i l i p pe H e n ry C on v e rsa s i n i c i a i s s ob r e a criação do P rojeto C a sa 22 d e j u l ho d e 1987 C ar t a d at i l o g r a f a da (A c er v o A r q u i v o F l u s s e r S ão P aulo / CISC)

da

C or

P r oj e t os

D o s siê de R eflexões J os é M iguel W is ni k C a s a da C or , 1988 C ópi a X erocad a F l u s s e r S ã o P aulo / CISC)

Q u e st i on a m e n t o

(A c er v o A r q u i v o

e s pe c i a i s :

de

(A cervo

C a s a C or

V il ém F l u s s e r C iclo de debate s C a sa da c or 1988 V ideo , cor , so m , 120 m i n A rquivo F lusser S ão P au l o / CISC)

V i l ém F l u s s e r L a n ç a m e n t o P r oje t o C a sa da C or 1988-1989 C ó p ia x e r o ca da A r q u i v o F l u s s e r S ã o P a u l o / CISC)


P r oj e t os

es peciai s :

B ienal S ão P a u lo

V i l ém F l u s s e r S ão P a u lo B i e nal : C arta s , D ocumentação 1987-1990 (A c er v o A r q u i v o F lusser S ão P aulo - CISC)

de projetos e reportagen s em revistas e j ornai s


P ass ag e m 4 S i n o ps e (indefinido)

Referencial (indefinido)

Os

e l e m e n t o s c e n o - e xpog r á f i c o s

(indefinido)

CHECKLIST

L ivro

V ilém F lu sser 1804 L ivro S ão P aulo - CISC)

de oraçõe s em hebraico pertencente a

(A cervo A rquivo F lusser


A m b i e n te 4: A

magicização e a d es m ag i c i z a ç ão d o m u n d o

Referencial

S i n o ps e A alegoria da caixa-preta empregada por Flusser num dos seus trabalhos O mundo mágico da imagem, da imagem convencional e das imagens dos

mais conhecidos “A filosofia da caixa-preta” servirá como referência

aparelhos. A magia da ausência que gera uma presença. As dores do espaço.

cenográfica para apresentar e encenar o conceito de magicização e

O não-mais-livro [Nichtmehrbuch] sobre a escrita.

desmagicização teorizadas pelo filósofo em sua obra. A proposta é sensibilizar o visitante para a ancestral presença da imagem

Neste ambiente, a curadoria privilegiará os modos de ser da imagem na

na vida de coletivos humanos.

teoria da comunicação de Flusser. Imagem mágica, imagem tradicional, imagem técnica, imagem sintética, são termos pelos quais Flusser reflete sobre a ontologia da imagem e sua manifestação material na cultura.

Nossa proposta é criar uma ambientação cenográfica que tenha como mote uma ideia abstrata de máquina-imagem: da magia circulante da imagem mágica, da imagem tradicional à condição proliferante da imagem técnica. Imagens relacionadas a temas como pintura rupestre, arte antiga, pintura corporal, tatuagem, budismo, meditação, misticismo, alquimia, imagem impressa, fotográfica, cinema, videográfica, algorítimica computacional, etc...

Os

e l e m e n t o s c e n o - e xpográfico s

Caixa Preta – dispositivos mecânicos e eletrônicos que trabalhem com a projeção de luz e imagens

O “Dark room” do museu dos sonhos de Freud em São Petersburgo é uma clara referência para este cenário.


Dark room Museu dos Sonhos de Freud São Petersburgo

referência

CHECKLIST (Indefinido)


P a ss ag e m 5 S inopse Essa passagem levará o visitante para o universo da reflexão de Flusser sobre “a nulodimensionalidade” da cultura dos pixels, dos bits do mundo digital. Nesta passagem a proposta é criar uma instalação a partir de uma “célebre polêmica” entre entre Flusser e Vicente Romano ocorrida num dos Seminários Internacionais do Celeiro e narrados por Harry Pross num de seus livros. Na instalação uma maça e seu holograma serão dispostas de forma a criar uma atmosfera de dúvida sobre qual seriam suas ”reais” diferenças.

R eferencial (indefinido)

Os

elemento s ceno - expográfico s

Uma maça e seu holograma

CHECKLIST (indefinido)


A mbiente 5: A s

rede s d os pe n s a d or e s d o a bs t r at o ao c on c r e t o

S i n o ps e Os grãos e os pixels: viver entre o deserto das cidades e o deserto do virtual. O pensador encantado da telemática e a utopia de um novo real. Fim da história, fim da cidade. Este ambiente tratará do universo virtual da cultura digital, da “nulodimensão” do pixel, do bit, da proliferação das telas e superfícies imagéticas e computacionais.

Referencial Nosso referencial para este ambiente são algumas alegorias e metáforas presentes na obra de Vilém Flusser. Exemplo: a catástrofe como alegoria da perda de dimensão do espaço, o deserto como “lugar dos grãos” real / virtual ou a devoração como “gula”, “excesso”, o incontrolável da proliferação do digital, “devorando” espaços e dimensões. Se no primeiro ambiente São Paulo é uma personagem física de nossa cenografia, neste ambiente, ela será uma metáfora deste deserto, desta catástrofe”, dessa “gula”

Os

e l e m e n t o s c e n o - e xpog r á fico s

e desse excesso que nos fala Flusser sobre o virtual.

Dispositivos mecânicos e eletrônicos que trabalhem com excesso de luz. Também sugerimos trabalhar com desenho de som como meio de se imaginar o “fluxo cinético do deserto do virtual”

CHECKLIST (indefinido)


P ass ag e m 7

N ovo

início?

S inopse Nessa última passagem nossa proposta é criar uma instalação sobre as “Reflexões Nômades” de Vilém Flusser e sua alegoria das “três catástrofes humanas”, proferidas numas das conferências do filósofo nos Seminários Internacionais do Celeiro. Ao lado segue uma descrição da “alegoria das catástrofes” de Flusser feita pelo curador Norval Baitello Jr.:

“O homem vivenciou três grandes catástrofes ao longo de sua história: a hominização, trazida pelo uso das ferramentas de pedra; a civilização, criada pela vida em aldeias, com sua conseqüente sedentarização; e a terceira catástrofe, em curso e ainda sem nome, é marcada pela volta ao nomadismo, pois as casas se tornaram inabitáveis.

Referencial

Na primeira, o homem desenvolve ferramentas e persegue sua caça, é nômade como a caça e como o vento; ao andar (como o vento), toca e apreende o mundo.

(indefinido) Na segunda, constrói casas, domestica e cria sua caça; começa a possuir coisas e, como possui, torna-se fixo na

Os

e l e m e n t o s c e n o - e xpog r áfico s

(indefinido)

terra, não mais pode andar para apreender o mundo; cria as imagens tradicionais e a escrita que substituem o mundo e os seus percursos (e somente apreende o mundo com sua mediação). Na terceira, sua casa fica inabitável, porque por todos os seus buracos entra o vento da informação (com suas imagens técnicas, transmitidas pelas tomadas de eletricidade). Este o conduz a um nomadismo de novo tipo, no qual

CHECKLIST (indefinido)

não é mais o corpo que viaja, navega ou caminha, mas o seu espírito (em latim “spiritus”, em grego “pneuma”, em hebraico “ruach”), seu vento nômade”.

(V ilém F lusser

e a

T erceira C atás t r of e

do

H o m em

o u as

D or es

do

E s paço , a F ot o g r af i a

e o

V e nt o , N o r va l B a itel lo J r , 2005)


R e a l i z aç ão :

SESC S ão P a ulo

Curadoria:

N orv a l B a itello J r . C a mil a G a rci a

P r o d u ç ão :

R u a 34

A po i o :

A ka demie der K unste - B erli m A rquivo V ilém F lusser S ão P a u l o C a sa da s R osa s C entro I nterdisciplin a r S em i ó t i ca d a C u l t u r a E sta do de S ão P a ulo F olha de S ão P a ulo I nstituto G oethe S ão P a ulo KZM K a rlsruhe M useu de A rte M odern a de S ã o P a u l o - SP P in a coteca do E sta do de S ão P a u l o PUC S ão P a ulo

P r o d u ç ão

e x e c ut iva :

L eo R e a L é

e da

M í d ia


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Do abstrato do concreto