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ÍNDICE

03 PALAVRA DO PRESIDENTE

12 MERCADO

04 SERVIÇOS

14 NOVOS ASSOCIADOS

06 IMPOSTOS

15 JURÍDICO

08 EMPREENDEDORISMO

16 COLUNISTAS

10 CAPA

18 PALAVRA DA FCDL-RJ

Diretoria administrativa para o triênio 2014/2016 Presidente: Ricardo Rocha dos Santos Vice-presidente: Jannerson Franklin 1º tesoureiro: Mario Luiz Mello Correia 2º tesoureiro: Vera Lucia do Espírito Santo Massi 1º secretário: João Baptista de Rezende 2º secretário: Leonardo Oliveira Coelho Dir. de patrimônio: Dejalma Zanon Moreira Dir. produtos e serviços: Roselito Ventura Moraes Dir. propaganda e promoções: Flávio Gameleira Júnior Dir. informática: Márcio Simões de Assis Dir. protocolo: Fabrício Salustiano da Silva Salgado Dir. de aperfeiçoamento profissional: Rui Quintanilha Barbosa

Conselho Fiscal Efetivo Roberto Carlos Barbosa Carvalho Diomar Leite Correa Paulo Roberto Kapler Vaz Suplente Jose Arri Gonçalves Duarte Leonardo Miguel de Rezende Rafael Machado de Souza Diretoria CDL Jovem Três Rios Presidente: Arthur Teixeira de Souza João Luiz Moraes Massi Lucas Magrani Ivan Carneiro Arnaldo Marcelo Loureiro Rafael Aleixo Fabiano Martins

Câmara de Dirigentes Lojistas de Três Rios Rua Pref. Joaquim José Ferreira, 14. Cobertura 2 - Centro - Três Rios/RJ Tel.: (24) 2251-9600 E-mail: cdltresrios@cdltresrios.com.br www.cdltresrios.com.br

Agência CMI (24) 2255-4030 www.agenciacmi.com.br EXPEDIENTE Revista O Lojista – Julho 2016 Tiragem: 600 exemplares Coordenação: Mateus Sacramento Editor: João Miguel (MTB 0012426/MG) Redação: Frederico Nogueira Fotos: Agência CMI/Divulgação


PALAVRA DO PRESIDENTE RICARDO ROCHA Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Três Rios e 1º Vice-Presidente da FCDL/RJ

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credito que já estamos começando a sair do fundo do poço com relação à economia. Já vemos sinais de melhora, mesmo que lentamente. Passamos a fase dos cortes de despesas, redução dos desperdícios, renegociações de aluguéis e ajustes dos contratos com os bancos. Enfim, por tudo aquilo que devemos fazer constantemente, mas só nos lembramos nos momentos de aperto financeiro. Bem verdade que o Governo do Estado enfrenta uma das piores crises já vividas e não consegue honrar com os pagamentos dos servidores e aposentados em dia. Sem falar nos investimentos pelo interior que foram cancelados. Tudo isso faz com que o dinheiro deixe de circular, prolongando a recessão. Apesar disso, sentimos uma confiança maior nos empresários. Já começam a acreditar e ter ciência que o pior já passou. O lado negativo dessa situação é que, por algumas vezes, o Governo Estadual tentou criar impostos novos ou aumentar alíquotas para cobrir seus rombos. Nas vezes

que isso foi tentado, conseguimos, com mobilização na Alerj, anular tais decretos. A Federação das CDL’s tem se mobilizado junto às entidades do interior, barrando essas tentativas. Em época de eleição, qual deputado vai querer votar contra entidades mobilizadas? O mais recente exemplo de vitória em grupo foi a revogação da Taxa Única Tributária, que acaba de ser sancionada pelo governador em exercício. Nós, da CDL Três Rios, participamos de diversas reuniões e audiências para mostrar o quanto uma lei anterior seria prejudicial aos negócios, aos empresários, aos consumidores e, por consequência, ao próprio Estado do Rio de Janeiro. Principalmente em um momento de recessão, a proposta inicial agravaria o cenário. Começamos a sair do fundo poço. Saímos mais fortes! Toda crise nos provoca mudanças e precisamos sempre mudar para melhor. Neste caso não seria diferente e, pelo que observo, nossos lojistas estão ainda mais fortes. Só não podemos nos acomodar, afinal, já precisamos estar prontos para as lutas seguintes. ANO XI | Nº 126 | JULHO | 2016 | www.cdltresrios.com.br |

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CDL DÁ INÍCIO À CAMPANHA

NATAL EM CLIMA DE FESTA

POR Frederico Nogueira

SERVIÇOS

Lojistas já podem aderir à maior campanha de prêmios da região que movimenta o comércio local no último trimestre do ano

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Dia das Mães já passou. O Dia dos Namorados acabou de passar. Entrando no segundo semestre do ano, chega o momento de começar a pensar, desenvolver e organizar ações e campanhas para o Natal, data de maior movimento para o comércio varejista. A CDL Três Rios já deu o pontapé inicial na campanha Natal em Clima de Festa 2016, que contribui com o aquecimento das vendas no final do ano. Assim como nas últimas edições, a campanha também terá duração de três meses e mais de um sorteio. O encerramento será com grande festa no campo do Entrerriense FC, com o sorteio que já entrou para o calendário de acontecimentos da cidade, no dia 26 de dezembro. 4

A CDL já confirmou um carro 0 Km como prêmio principal do sorteio final. “É um prêmio muito esperado pelos participantes e algo que mobiliza todo o comércio. Acreditamos muito na força da campanha e os números das edições anteriores comprovam que os resultados são positivos para os lojistas. A cada ano o campo do Entrerriense fica menor, com a participação em peso da população. No último ano foram 5.000 pessoas. Queremos superar o sucesso das edições passadas”, diz o presidente da CDL Três Rios, Ricardo Rocha. Os lojistas associados à CDL Três Rios já podem aderir à campanha, que funcionará com cupons disponíveis nas lojas participantes a serem depositados nas urnas. O associado que confirmar

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a participação na campanha até o mês de julho pode pagar a taxa de adesão em até cinco vezes sem acréscimos e as parcelas são acrescidas nas faturas mensais da CDL. Ao aderir, o lojista associa sua empresa à maior campanha de prêmios do Sul Fluminense. “A loja aumenta o número de vendas, os vendedores ficam motivados

A campanha já é considerada a maior do Sul Fluminense e aguardada por toda a população

por também terem a chance de ganharem prêmios e os clientes ganham mais uma vantagem ao comprarem na loja. Além disso, ainda há uma grande divulgação da campanha em toda a

região. Ou seja, são fatos como esses que transformaram a campanha Natal em Clima de Festa no sucesso que vemos hoje”, acredita o presidente da entidade. Como Três Rios é polo comercial da região, a campanha atinge consumidores de diversos municípios, como Paraíba do Sul, Levy Gasparian, Areal, Santana do Deserto, Chiador, Sapucaia, entre outros. Com um funcionamento simples, a campanha promete bons resultados mais uma vez. Lojista, entre em contato com a CDL Três Rios e tenha mais informações sobre a participação. “Estamos em um momento econômico em que a participação em campanhas como essa podem fazer a diferença para fechar as contas sem preocupação no final do ano”, finaliza Ricardo Rocha. 0


CDL PRESENTEIA ASSOCIADOS

COM CRIAÇÃO DE SITES

POR Frederico Nogueira

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campanha Natal em Clima de Festa tem uma novidade para os lojistas. Ao aderir à campanha de 2016, o associado recebe, imediatamente, um presente muito especial da CDL Três Rios: a construção de um site. “Hoje em dia, quem não está online não é visto nem encontrado. Em um momento econômico cheio de desafios, isso pode fazer a diferença na hora de conquistar e fidelizar um cliente”, aponta Leonardo Coelho, diretor da CDL Três Rios.

Os consumidores estão online e as empresas também precisam estar. Ser encontrado na internet é um diferencial para conquistar e fidelizar novos clientes. Em média, um site de qualidade requer investimento de R$ 2.000 que, com o presente, torna-se gratuito para o associado participante. A construção do site personalizado é feita em parceria com a agência CMI, responsável pela comunicação e pelo marketing da CDL Três Rios. Além disso, o associado ainda tem a vantagem de um desconto especial no valor da hospedagem. A internet tem um papel fundamental na tomada de decisão do consumidor. Por isso, estar online tornou-se obrigação de quem quer

crescer. “Antes bastava ter o número do telefone naquela tradicional lista amarela. Hoje o consumidor busca na internet. Queremos que os associados fortaleçam a presença de seus negócios no ambiente online. Ampliar o alcance significa ampliar as chances de alcançar novos clientes”, ressalta Leonardo Coelho. No site é possível acrescentar informações como apresentação da empresa, campanhas, promoções, produtos e contatos. Uma dica para o associado: faça uma pesquisa pelo nome da sua

empresa no Google e descubra se ela já é facilmente localizada. Aparece à frente dos seus concorrentes diretos? Há muitas informações disponíveis? A empresa é bem apresentada? O que encontrou te satisfaz? Se alguma resposta foi “não”, o presente chegou na hora certa! Para iniciar o desenvolvimento do site, o lojista associado e participante da campanha Natal em Clima de Festa deve entrar em contato com a CDL Três Rios (2251-9600) ou com a CMI Sites (2255-4030). 0


IMPOSTOS

TAXA ÚNICA

TRIBUTÁRIA É REVOGADA POR Frederico Nogueira

Projeto de lei complementar foi sancionado pelo governador em exercício, Francisco Dornelles, e derrubou lei sancionada no final de 2015

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a sessão do dia 31 de maio, a Alerj revogou a lei 7.176/15, que criou a Taxa Única de Serviços Tributários da Receita Estadual, por meio do projeto de lei complementar 21/16. O texto do projeto foi assinado por 31 deputados. O projeto aprovado foi transformado na Lei Complementar 171/16, sancionada pelo governador em exercício, Francisco Dornelles, e publicada no Diário Oficial do dia 23 de junho. A lei produz efeitos retroativos a 28 de março. O pacote tributário serviria para arrecadar impostos para desenvolver projetos de

intenções sociais e também econômicos, no entanto, o comércio de bens e serviços arcaria com as consequências negativas do novo imposto, como foi esclarecido por representantes da FCDL, CDL’S e outras entidades produtivas do Estado. Para o presidente da CDL Três Rios, Ricardo Rocha, a vitória foi importante para os lojistas de todo o estado, assim como para outros setores. “Na primeira discussão, que também aconteceu em maio, os deputados já sinalizavam que revogariam a lei e foi o que aconteceu. A participação das CDL’s e da

FCDL foi fundamental para que os deputados vissem o erro da lei, que prejudicaria muito o comércio e as indústrias”, disse. Os autores justificaram que a lei era inconstitucional por ferir o artigo 79 do Código Tributário Nacional. “Em vez de pagarem pelo serviço sempre que o demandarem do ente público, os contribuintes terão que desembolsar a cada três meses um valor fixado na tabela progressiva, ainda que não haja solicitação de qualquer prestação de serviço”, cita o texto apresentado na proposta aprovada.

“Estamos corrigindo um equívoco. A Casa tem a obrigação moral de revogar, independentemente do posicionamento da Secretaria de Fazenda”, disse o deputado Edson Albertassi (PMDB). O presidente da Federação, Marcelo Mérida, também comemorou a aprovação do PLC. “Essa foi mais uma conquista do movimento lojista e é muito importante ver a união da nossa classe que ,com certeza, fez toda diferença no processo. Seria impraticável aceitar esse pacote tributário que prejudicaria diretamente o comércio”, finaliza. 0


AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTE

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

POR Frederico Nogueira

A

s alterações no regime de substituição tributária do ICMS entraram em vigor, afetando diretamente as microempresas optantes pelo Simples Nacional e, também as de grande porte. Com isso, aconteceu, no dia 16 de junho, a audiência pública “Controle da arrecadação estadual e de fiscalização dos tributos estaduais” no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O presidente da CDL Três Rios, Ricardo Rocha, participou da audiência acompanhado pelo diretor Leonardo Coelho e por representantes de CDL’s de todo o estado do Rio, e da FCDL-RJ. “As micro e pequenas empresas, facilmente encontradas no setor de comércio, tiveram muitas conquistas tributárias nos últimos anos. O regime de substituição tributária é uma perda para cada uma delas, um retrocesso, já

que o cálculo do valor a ser pago pela empresa torna o valor cobrado pelo fisco injusto. Participamos da audiência porque não podemos aceitar e permitir o aumento em alíquota, participamos para reivindicar os direitos”, comenta Ricardo Rocha, que também é vice-presidente da FCDL-RJ. A substituição tributária de ICMS é o pagamento antecipado do imposto, antes mesmo que as empresas vendam o produto. Com isso, o estado consegue maior previsibilidade de arrecadação. O Governo Federal é responsável por determinar em quais produtos podem ser aplicada a substituição tributária. Presidente da Comissão de Tributação da Alerj, o deputado Luiz Paulo (PSDB) defendeu que a legislação da substituição tributária seja mais clara e eficiente. “Apesar de ser regulamen-

ARQUIVO PESSOAL

CDL Três Rios participou da reunião na Alerj que debateu os impactos do regime no comércio e no consumidor

DIRETORIA PRESENTE

O presidente Ricardo Rocha e o diretor Leonardo Coelho representaram a entidade na audiência tado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária, os estados têm liberdade para escolher, dentre a lista de produtos feita pelo Governo Federal, quais que serão taxados com o artifício. O problema é que, às vezes, não fica claro para os empresários que tipo de produto está na substituição tributária, já que as leis são muito complexas”, disse o deputado. Luiz Paulo ainda pediu que os comerciantes e empresários enviassem pro-

postas concretas de melhorias nas normas tributárias para serem encaminhadas à Secretaria de Estado da Fazenda. “Logo após a audiência já começamos a conversar sobre as propostas. A união das CDL’s de todo o estado será fundamental para alcançarmos mais uma conquista importante para os lojistas. Precisamos melhorar as normas tributárias para que os cálculos sejam feitos de forma justa, sem prejudicar nenhuma parte”, finalizou Ricardo Rocha. 0

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A CRIATIVIDADE

PEDE ESPAÇO

EMPREENDEDORISMO

POR Frederico Nogueira

Novos serviços e produtos ou novas formas para apresentar aqueles já existentes podem ser o que falta para inovar no mercado e melhorar as vendas.

J

á parou para observar tudo o que pode tornar um comércio mais atraente ao cliente? Se ainda não fez a experiência, faça. Ouça os colaboradores, ouça clientes antigos, use e abuse das ideias. Podem ser muitas, das mais impossíveis às mais possíveis. Reúna o resultado e discuta sobre o que pode ser aproveitado. Nada? Então comece de novo e busque outras referências. Criatividade e inovação são duas palavras que entraram de vez na lista das características fundamentais para o sucesso de um negócio. Mas como a criatividade pode ser colocada em prática? É possível incentivá-la? E desenvolvê-la? Fazer sozinho ou em equipe? Ainda tem aquela pergunta inevitável em um momento de crise: há riscos? De acordo com Fábio Zugman, especialista em criatividade empresarial e autor de 8

livros como “Criatividade sem segredos”, o empresário precisa assumir riscos, estar disposto a aceitar que nem tudo dará certo e tomar cuidado para não cortar as ideias dos outros quando ainda se está em processo de criação. “Isso vai de encontro à visão tradicional de gestão em que deve-se controlar tudo ao máximo possível e agir para minimizar os erros. Ainda mais em épocas de crise, quando o dinheiro é curto e todo mundo fica com mais medo de errar. É comum vermos as pessoas falarem que precisam de mais inovação mas com medo de investir o necessário ou até realizar coisas novas com medo do tiro sair pela culatra. Então é preciso ter recursos como dinheiro e tempo, apoio e disposição para dar tempo a uma ideia para ela provar seu valor ou não. Falando parece fácil, mas não é”. Dificilmente uma ideia vai

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alcançar 100% do resultado esperado e, por isso, saiba que antes do acerto podem acontecer alguns erros, é algo natural. “O que eu sugiro é que faça-se as coisas de modo gradual. Por exemplo, ao invés de uma grande mudança, comece a mudar processos, produtos e serviços mais simples. Uma mudança aqui, outra ali, coisas menores que não dependem

Pode-se muito bem utilizar a criatividade para mirar essas questões que surgem na dificuldade Fábio Zugman

” de muito custo e esforço. A partir do momento que as pessoas veem que o processo criativo vale a pena, é mais fácil conseguir comprometimento para mudanças maiores e mais profundas”, destaca Fábio Zugman. Qual é a maior necessida-

de do seu negócio hoje em dia? Buscar soluções “fora da caixa” pode ser bom! Para se destacar, atinja o cliente de forma inesquecível, seja com uma surpresa positiva e inesperada ou com inovações em serviços tradicionais. Quem disse que seu cliente quer sempre a mesma coisa? Talvez seja a hora de mudar a forma como os produtos são entregues; talvez seja o momento de investir em nova vitrine; talvez seu cliente queira mais atenção no pós-venda... Assim como dificilmente ideias vão dar o resultado esperado na primeira tentativa, entenda que nem sempre as melhores vão sair sempre da mesma cabeça. O band-aid, produto de sucesso da Johnson & Johnson, foi criado em 1920 por um funcionário! O norte-americano Earle Dickson elaborou o protótipo pensando na esposa, que poderia colocar


curativos sozinha nos machucados. Eis o resultado: Earle Dickson foi promovido. Zugman explica que, em geral, grupos pequenos com pessoas de experiências e áreas diferentes podem conseguir melhores resultados na hora de buscar soluções criativas e inovações. “Você quer que cada pessoa traga uma perspectiva para a discussão, por isso é legal, ao invés de ficar colocando sempre as mesmas pessoas para pensar, tentar fazer grupos variados. É melhor separar um grupo grande em grupos menores senão as ideias não fluem direito. Também é preciso tomar cuidado com hierarquias e pessoas dominantes. Há casos que é melhor as pessoas trabalharem sozinhas, de forma anônima, assim não corre o risco de fazerem aquilo que o chefe espera”, explica. Se a crise econômica é o atual problema a ser superado, uma boa notícia: muitas

das melhores ideias aparecem por restrições que precisam ser contornadas. Como oferecer um serviço melhor gastando menos? Como diminuir o tempo de entrega? Como fazer o estoque girar mais rápido? Como diminuir as reclamações e problemas com clientes? “Todas essas questões caem muito bem em uma crise. A própria criação de novas soluções e produtos: Você pode reclamar que seus clientes estão sem dinheiro, mas tentar oferecer algo novo que torne seu produto acessível em tempos de crise também é uma boa ideia de iniciativa criativa. Pode-se muito bem utilizar a criatividade para mirar essas questões que surgem na dificuldade”, diz. Quer saber o que vai dar certo no seu negócio? Péssima notícia: essa informação não existe. Cada negócio é diferente do outro, com uma série de variáveis a serem

levadas em conta. No entanto, ninguém melhor que você, sua equipe e até mesmo seus clientes para mostrarem onde inovar. Aceitar que é possível mudar para melhor é o primeiro passo. Dar liberdade aos processos criativos vem logo depois. “Isso é algo que frustra muita gente, mas você pode fazer todas as pesquisas do mundo e não vai ter certeza

se uma iniciativa dará certo até colocá-la para ser testada no mundo real. É sempre melhor optar por mudanças incrementais: ir realizando as mudanças aos poucos, sentindo os resultados, corrigindo os erros e até aceitando novas ideias que podem surgir pelo caminho”, aconselha Zugman. Mudanças aqui, experiências ali e logo os resultados chegam!

Estimule a criatividade! Faça perguntas

Para ter respostas, faça perguntas. Questionar sobre produtos e processos proporciona respostas inéditas. Liberdade à criação

A equipe precisa saber que está livre para sugerir ideias. Dê liberdade para isso e espere por pontos de vista inovadores. Simplicidade

Não espere ter grandes ideias para chegar ao resultado que deseja. Acredite naquelas mais simples e com menos riscos. 0


CAPA

POR Frederico Nogueira

O frio chegou antes mesmo da estação e, com ele, a busca por produtos típicos de inverno aumentou no comércio de Três Rios. Enquanto as temperaturas caem, o comércio aquece as vendas para iniciar o segundo semestre do ano com bons resultados.

O

inverno chegou, oficialmente, às 19h34 do dia 20 de junho ao Brasil. Porém, o frio chegou pra a população algumas semanas antes da data. Dias escuros, manhãs cheias de neblina e, ao olhar em volta, pessoas cobertas praticamente da cabeça aos pés. Diferentemente dos últimos anos, o inverno de 2016 chegou com a promessa de baixas temperaturas, principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Os

especialistas anunciaram que há possibilidade de novas ondas de frio intenso durante toda a estação e que o fenômeno La Niña pode culminar com temperaturas baixas até o início da primavera. Com o frio anunciado, o comércio logo se preparou para atender as necessidades específicas dos consumidores. Roupas, sapatos, comidas mais quentes, coleções de acessórios e até mesmo promoções especiais! Tudo para entrar no clima da esta-

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ção. “Este ano vivemos uma experiência mais atípica. Os comerciantes acabaram surpreendidos pela chegada precoce das temperaturas mais baixas e imediatamente começaram a buscar produtos para atender a demanda que surgiu. Acredito que seja um bom momento para explorar campanhas relacionadas à estação e surpreender o consumidor com seus produtos. É necessário estar um passo à frente dos anseios, mostrar o que é tendência. Isso pode

parecer restrito ao comércio de roupas, mas não é. Há diversas áreas do comércio que podem aproveitar o inverno para aquecer as vendas, desde vestuário até como lojas que vendem alimentos ou produtos como aquecedores e chuveiros elétricos”, destaca Ricardo Rocha, presidente da CDL Três Rios. Leonardo Rezende, do Grupo Rezende (Lumman Calçados e Biba), garante que o inverno afeta o comércio positivamente todos os anos.


CMI

NO CLIMA

As peças da estação já invadiram as vitrines do comércio de Três Rios “É um período menor para vender os produtos, mas são itens de valor mais alto e a equipe fica empenhada porque as comissões são maiores, então há uma expectativa grande na estação”, aponta. Com as coleções de inverno nas prateleiras desde abril, ele também caracteriza

O fluxo de vendas aumentou bastante, a procura cresceu Cláudia Belo

as lojas com o clima da estação, já que mudam cores e texturas, e está otimista com as vendas no segundo semestre do ano. “O comércio vem experimentando quedas consecutivas. Mas temos um

fato político que pode contribuir com dias melhores, já há expectativa de melhora e, muitas vezes, essa expectativa é suficiente para começar a melhorar. Tivemos um mês de maio difícil, mas um junho bem melhor. Para os segundo semestre, começando com as vendas de inverno, as expectativas de vendas são maiores”. E o frio antecipado pegou Cláudia Belo, gerente da M1 Mabis, de surpresa. “O fluxo aumentou bastante, a procura cresceu. A mudança de temperatura melhorou as vendas. Quando o inverno começou realmente, já tínhamos vendido muitos casacos de couro, jaquetas, coletes, cardigans, entre outras peças”, revela. Segundo Cláudia, até

mesmo os fornecedores não estavam preparados para a antecipação da demanda e os pedidos estão levando um tempo maior para chegarem às lojas. No entanto, a loja colocou uma ação em prática para atrair mais clientes no período. “Um diferencial é que, com esse demanda, passamos a vender os casacos de couro em até 10 vezes, que é um número de parcelas que não trabalhamos no dia a dia”, diz a gerente. Rafael Machado, da Rede Mirella Calçados, também diz que as mercadorias da estação têm maior valor agregado. “Nós procuramos focar nossas promoções nestes produtos, muitas vezes atraindo o consumidor com descontos justamente para

incentivar a troca do que ele comprou nas estações passadas por produtos novos. As exposições e feiras que acontecem no período alavancam, principalmente, a venda de botas femininas”, diz. O empresário também aposta no aumento das vendas durante os próximos meses, já que observou crescimento no início do inverno. “Nós saímos de um trimestre morno e já percebemos esse aquecimento nas vendas pelas baixas temperaturas e chegada da nova coleção. Isso já tem ajudado a atingir maiores patamares de vendas”, analisa. Quem também quer aumentar as vendas com a estação é Vera Lúcia do Espírito Santo Massi, da Modas Sofi’s. “Com a insegurança na economia do país nós precisamos ir com calma, mas já vemos a população com expectativa de melhoras. Com o início do inverno já houve aumento nas vendas e esperamos que esse momento de crise passe, esse crescimento na procura por peças de inverno já indica que estamos passando por ela e vencendo. O frio chegou e foi um motivador das vendas, então vamos buscando inovações para oferecer aos clientes”, finaliza. 0

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POR DENTRO

DAS OLIMPÍADAS

POR Frederico Nogueira

MERCADO

O ano de 2016 oferece uma oportunidade inédita ao comércio local: apostar em ações relacionadas aos Jogos Olímpicos que acontecem praticamente no “quintal de casa”.

O

s Jogos Olímpicos Rio 2016 devem ser responsáveis por trazerem ao Brasil entre 300 mil e 500 mil pessoas de fora do país. Um levantamento recente apontou que o evento deve movimentar US$ 1,05 bilhão apenas com os visitantes. Os números são grandes e, como Três Rios é uma cidade muito próxima àquela que será o centro das atenções do mundo a partir do dia 4 de agosto, é a oportunidade de fazer parte do grande movimento e não deixar o comércio local fora do clima olímpico. Nem todos os turistas ficarão todos os dias no Rio de Janeiro; nem todos se hospedarão na capital; muitos estarão dispostos a viajar para cidades próximas enquanto estiverem no Brasil; comitês de alguns países fica-

rão hospedados perto de Três Rios. Além disso, ainda há os brasileiros que tomarão conta do Rio no período. Logo, há ou não motivos de sobra para acreditar que o comércio local pode, sim, ser beneficiado com os Jogos?! Jaques Grinberg, especialista em coaching de vendas, acredita que toda oportunidade de potencializar as venda deve ser aproveitada. “O evento traz momentos alegres. Quando os consumidores estão com pensamentos positivos, a tendência é aumentar o consumo por impulso. São tantas vantagens que é preciso estar preparado para atender e vender mais. Independentemente do que você vende, as oportunidades existem para todos os setores e segmentos”, afirma o autor do livro “84 Perguntas que Vendem”. O especialista destaca que Três Rios tem a oferecer algo que os turistas estran-

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geiros admiram e gostam: o ecoturismo. “O turismo movimenta cidade e aproveitar este momento e suas oportunidades é encontrar a ‘mina de ouro’ cheia de ouro. Mas só encontra quem procura e, nos dias de hoje, com inovação e criatividade. Artesanato local, mata nativa, rafting... É para aproveitar ou arrepender-se depois de não ter tentando?”, questiona e orienta Jaques Grinberg. No entanto, é necessário tomar cuidado com as regras de utilização das marcas, palavras e símbolos relacionadas aos Jogos Rio 2016. Por exemplo, é proibido usar comercialmente, sem autorização do Comitê Olímpico Internacional, expressões como “Jogos Olímpicos” e “Rio 2016”, entre diversos outros textos e imagens. “O uso indevido é como usar a marca de uma em-

presa famosa para valorizar um determinado comércio ou empresa em um bairro de qualquer cidade. São cuidados importantes que precisam de atenção, lembrando que, além de proibido, não é ético e pode prejudicar a marca ao invés de valorizar”, informa o especialista. Porém, Jaques Grinberg acredita que, mesmo com todas as regras impostas para utilização da marca, a criatividade precisa falar mais alto no desenvolvimento de ações. “Os brasileiros são criativos e podemos, sim, aproveitar o momento para maximizar os resultados e divulgar os nossos produtos e serviços. Uma dica é, de alguma forma, vincular a publicidade ao momento sem citar nomes, símbolos ou marcas, apresentando soluções e necessidades que os consumidores querem e precisam”, finaliza. 0


Não considerados programas políticos, flash, religiosos e eventos esportivos. Alcance (Rch%). Audiência (Rat%). TT Indivíduos

Fonte: Kantar Ibope Media – Volta Redonda, 06 a 12 de maio de 2016 - Universo Base Atlas de Cobertura Globo Fev’16. Critério ranking.

Isso é mais que liderança, é programação com qualidade, que conquista a preferência do telespectador e gera os melhores resultados. Grandes empresários da região utilizam da Alta Audiência, do Alcance da TV Rio Sul e da

força dessa Afiliada Rede Globo, para ampliar a participação da marca e/ou do produto no mercado e ter mais visibilidade. Isso é ser 100% eficiente!


NOVOS ASSOCIADOS NOVOS ASSOCIADOS

MISTER OBRA O amigo da sua obra, uma loja completa em materiais de construção. Na Mister Obra você encontra equipamentos de hidráulica, tintas, acabamentos, alvenaria, esquadrias, elétrica, portas, janelas e muito mais! Do alicerce ao acabamento, a Mister Obra também entrega direto na sua obra. Av. Zoelo Sola, 417 Ponte das Garças (24) 2255-3131 www.misterobra.com.br

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ATENÇÃO AO

BANCO DE HORAS

POR Frederico Nogueira

B

anco de horas ou pagamento de horas extras? Se a segunda opção foi a mais conhecida durante muito tempo, a primeira caiu no gosto de empregadores e empregados desde que foi autorizada, em 1998. Muitas vezes o horário de trabalho precisa ser estendido e, como a carga horária diária máxima prevista em lei é de oito horas, todo o período excedido precisa, de alguma forma, ser pago ao empregado. No banco de horas, estes períodos são somados e, em determinado momento, convertidos em folgas ou mesmo redução da jornada de trabalho. “A legislação permite que a empresa, por meio do sindicato da categoria, estabeleça, em acordo ou convenção coletiva de trabalho, a instituição do banco de

horas”, explica Dr. Antônio Sérgio Soares, advogado. Ele esclarece que o banco de horas pode ser aplicado em qualquer segmento empresarial. “Para o comércio, de uma maneira em geral, é bastante positivo. Em alguns períodos do ano há um acentuado crescimento

Com o banco de horas, o empregador tem mão de obra quando necessário e pode dar folgas quando a demanda diminui

nas vendas (Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, etc.), quando a presença do empregado é importante além do horário. Por conta da variação econômica e de mercado, o banco de horas é útil a fim de não onerar a folha de pagamento e tampouco comprometer o

emprego dos colaboradores. Por outro lado, nos períodos em que as vendas são reduzidas, as folgas podem ser concedidas sem afetar o desempenho da empresa”. A principal vantagem para a empresa que opta pelo banco de horas é justamente ter mão de obra quando necessário e dar folgas quando a demanda diminui. Já para o empregado, a principal vantagem é a possibilidade de ter folgas além daquelas autorizadas em lei. Importante ressaltar que o excesso, entretanto, deve ser compensado pela diminuição em outros dias de trabalho, de tal forma que as horas acumuladas não poderão exceder ao período máximo de 12 meses. O desafio para o empregador é bem controlar e gerir o banco de horas. “O sistema interno deve ser muito apu-

rado para controlar as horas excedentes e compensar de forma correta cada empregado. Deve ser um controle paralelo ao controle de frequência, que é uma obrigação legal para empresas com mais de 10 funcionários. No entanto, indicamos que todas as empresas tenham um controle de frequência, independentemente do número de empregados que possua, para evitar possíveis questionamentos judiciais”, explica o advogado. Para ter um controle correto, é necessário que os horários de chegada e saída sejam lançados com horas e minutos reais, evitando-se, assim, os chamados “controles britânicos”. Desta forma, o empregador estará protegido e o empregado terá direito à compensação justa das horas trabalhadas além da carga legal. 0

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JURÍDICO

O sistema proporciona benefícios para empregador e empregado, mas é fundamental ter atenção para evitar dores de cabeça.


MARKETING & COMUNICAÇÃO

MATEUS SACRAMENTO

COLUNISTAS

EMPRESÁRIO, DIRETOR DA AGÊNCIA CMI E FORMAÇÃO ACADÊMICA EM NOVAS MÍDIAS.

E SE O FACEBOOK ACABAR HOJE?

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alma, o amigo Mark Zuckerberg não anunciou o fim da rede social. Acredito que ele nem pense nisso no momento. Afinal, o jovem CEO alcançou o posto de sexto mais rico do mundo no início do ano, com uma fortuna de US$ 47,5 bilhões. Ou seja, aparentemente não há motivos para que o Facebook encerre as atividades. No entanto é sempre bom lembrar que o Orkut deixou de existir quando ninguém imaginava que isso poderia acontecer e, agora, seu criador lançou uma nova rede... A pergunta é: sua empresa continuaria online sem o Facebook ou você só contribuiu com o aumento da fortuna do Mark sem pensar no futuro da sua? É muito importante usar o Facebook para desenvolver ações, manter contato com consumidores, anunciar novidades e muito mais. Estar nele com um bom planejamento é, inclusive, o que pode ajudar no fortalecimento da sua marca. A rede social é a mais usada nos últimos anos e merece atenção especial. Porém, é fundamental ter em mente que o Facebook não é seu! E você esbraveja: “ué, mas eu tenho uma fan page por lá!”. Lamento dizer, mas não é bem assim. Você utiliza um espaço na rede que o Mark criou, que o Mark desenvolveu e que o Mark hospeda. Se sua empresa só está online porque o Mark teve uma iniciativa que deu certo, já passou da hora de encontrar sua liberdade! A liberdade tem um nome: site! Sua empresa tem um site? Se tem, ele é completo? Quando alguém 16 | www.cdltresrios.com.br | 2016 | JULHO | Nº 126 | ANO XI

pesquisa sobre a empresa no Google tem acesso a resultados realmente úteis? E a aparência? Há informações de contato? O conteúdo ajuda a atrair e conquistar clientes? Ufa, quantas perguntas! Mas suas respostas são importantes para que você descubra se está fazendo o dever de casa. Hoje em dia ter um site não é luxo, é uma necessidade para empresas de todos os tamanhos que buscam o crescimento. Mas tenha calma. Não faça um site por fazer. Assim como é necessário planejar ações no Facebook, também é importante que sua presença online seja pensada, bem desenvolvida e executada. Seu site deve fazer parte do pensamento sobre investimentos online. Veja se os sites dos seus concorrentes aparecem antes do seu, caso já tenha um, nas buscas. Se isso acontecer, ligue imediatamente o sinal de alerta e comece a trabalhar. Um site, entre outros benefícios, aumente a credibilidade da sua marca e amplia os limites geográficos para atendimento e divulgação. O Mark pode ser muito importante para você, mas tenha conteúdo no seu site e use as redes sociais para geração de tráfego. Não abandone o Facebook, mas tenha um site! O investimento no Facebook é de grande importância para o marketing digital. Na CMI, por exemplo, desenvolvemos planos e campanhas de empresas com foco na rede social e os objetivos são alcançados. Ficar fora da maior rede social é um erro, assim como deixar de ter um site próprio. Por isso, a dica é: desenvolva sua marca nos dois ambientes. E, se o Facebook acabar, você vai sobreviver!


EMPREENDEDORISMO & LIDERANÇA

JOSÉ CARLOS COELHO CONSULTOR DE EMPRESAS, COACH E DIRETOR DA PRO-GENTH TALENTOS HUMANOS

POR QUE PREPARAR OS LÍDERES NAS EMPRESAS?

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om a turbulência atual nos cenários político e econômico nacionais, as empresas de todo país vivem dias de instabilidade e incertezas quanto ao futuro e definição de estratégias para ações de sobrevivência. Nesse momento, considerando os fatores críticos de sucesso nas organizações, destacam-se alguns elementos fundamentais à alavancagem de ideias, motivação das equipes e superação das dificuldades com foco na solução de problemas: as lideranças. Portanto é importante que cada líder pergunte a si mesmo: que líder sou eu? Assim, surge a necessidade de uma avaliação de competências para que esses profissionais tenham um autoconhecimento e cumpram melhor o papel gerador de resultados por meio de pessoas. Identificar os pontos fortes e os que precisam ser desenvolvidos torna qualquer indivíduo melhor. Profissionalmente, quando à frente de uma gestão por competência e bem preparado, isso fará grande diferença.

Somente líderes treinados, capacitados e desenvolvidos podem criar, apontar caminhos e modificar resultados. Para tal, não há como postergar mais os planos de melhorias que envolvem as estratégias e pessoas nas empresas já que os riscos de fracasso são iminentes. As experiências em treinamentos e formação de líderes demonstram que o aprendizado oferece rápido retorno aos investidores com uma nova postura e mudança de comportamento favoráveis ao engajamento das equipes. Como consequência temos o impacto positivo na produtividade e na lucratividade das empresas. Os novos cenários exigem líderes cada vez mais equilibrados e modificados em seu modo de pensar e agir. Não há alternativas. A solução é a preparação dos melhores para que estes multipliquem conhecimentos e influenciem a execução das estratégias que garantirão a competitividade no médio e longo prazos.

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PALAVRA DA FCDL-RJ

VITÓRIA PARA O MOVIMENTO LOJISTA A união dos empresários foi responsável pelo surgimento e aprovação da Lei Complementar nº 21/2016

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MARCELO MÉRIDA Presidente da Federação das CDLs do Estado do Rio de Janeiro e diretor da Confederação Nacional dos Lojistas.

pós realizarmos audiências públicas, debates empresariais e fóruns, conseguimos derrubar a alteração da Lei Estadual 7.176/15 que impunha a Taxa Única de Serviços Tributários da Receita Estadual. O objetivo do Estado era arrecadar impostos para desenvolver projetos de intenções sociais e também econômicos, afetando então diretamente o microempresário que pagaria uma taxa completamente fora de sua realidade orçamentária. Junto aos representantes das CDL’s de todo o estado apresentamos aos parlamentares e representantes da Secretaria Estadual

FCDL Rio de Janeiro 18 | www.cdltresrios.com.br | 2016 | JULHO | Nº 126 | ANO XI

de Fazenda as consequências negativas que o novo imposto traria para o comércio de bens e serviços. Com isso, após um grande movimento onde reunimos centenas de empresários, conseguimos a aprovação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) do Projeto de Lei Complementar n° 21/2016 que anulou a taxa, restaurando assim a tabela com a mesma redação do antigo decreto de 1975. Essa foi mais uma conquista do movimento lojista! É muito importante ver a união da nossa classe que com certeza fez toda diferença no processo, visando que o novo imposto sancionado inconcebivelmente no final de 2015, provocaria o alto desemprego e inadimplência no estado. Continuaremos nesta luta, reivindicando os nosso direitos e melhorias para o nosso setor!


Não considerados programas políticos, flash, religiosos e eventos esportivos. Alcance (Rch%). Audiência (Rat%). TT Indivíduos

Fonte: Kantar Ibope Media – Volta Redonda, 06 a 12 de maio de 2016 - Universo Base Atlas de Cobertura Globo Fev’16. Critério ranking.

Ser líder de Audiência aumenta as oportunidades de Visibilidade, de Construção de Marcas Fortes, de Negócios. A TV Rio Sul fala todos os dias com mais de 1 milhão e quatrocentos mil telespectadores, em 24 cidades do sul do Estado. Grandes empresários da região aproveitam desse Alcance e da força

dessa Afiliada Rede Globo, para falar diretamente com o público alvo. A nossa programação é ampla e agrada a todos os perfis de telespectadores, seja através dos intervalos comerciais, dos programas locais e dos eventos.

Revista O lojista Julho 2016  
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