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CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

(Aprovado em Conselho Pedagógico de 12.Outubro.2009)


Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola

Escola Secundária Gonçalo Anes Bandarra

Critérios Gerais de Avaliação 1 ENQUADRAMENTO LEGAL Princípios da avaliação das aprendizagens: • A avaliação formativa deve ser privilegiada como valorização dos processos de auto – avaliação, articulando-se com esta os momentos de avaliação sumativa. • A avaliação valoriza a evolução do aluno porque se perspectiva como um processo cumulativo de competências. • A avaliação é transparente nos seus processos pelo que os critérios adoptados têm de ser claros e explicitados. • A avaliação é participada pela diversificação dos intervenientes no processo de avaliação: professores/formadores, alunos, encarregados de educação e técnicos especializados de apoio educativo. Competências dos órgãos: • Compete ao Conselho Pedagógico a definição de critérios gerais de avaliação. • Compete aos Departamentos Curriculares e seus Coordenadores validar as propostas de avaliação das competências específicas para cada ciclo ou ano de escolaridade, sob proposta dos delegados de grupo. • Os critérios de avaliação constituem referenciais comuns na Escola, sendo operacionalizados pelo Conselho de Turma. Compete ao Conselho de Turma, a ratificação das propostas de avaliação. • No Ensino Básico, a decisão de progressão ou retenção é uma decisão pedagógica, tomada pelo do Conselho de Turma, atendendo ao processo de avaliação globalmente considerado.

RECOMENDAÇÕES • Cada Departamento Curricular deverá, atendendo à especificidade das disciplinas que o integram, definir critérios específicos, de acordo com os critérios gerais atrás referidos. • Os critérios de avaliação devem ser divulgados aos encarregados de educação e aos alunos em linguagem adequada ao seu nível etário. • Sempre que um membro do Conselho de Turma proponha um tipo particular de resolução ou decisão sobre a avaliação de determinado aluno, deverá fundamentá-la, pormenorizadamente, na acta da reunião. • Compete ao Director de Turma coordenar o processo de tomada de decisões relativas à avaliação sumativa e garantir tanto a sua natureza globalizante, como o respeito pelos critérios de avaliação. • Cada professor deve, conjuntamente com a classificação ou nível atribuído, construir instrumentos informativos dos resultados obtidos pelo aluno para todos os objectos avaliados. • No âmbito do Departamento Curricular, os professores que leccionam a mesma disciplina e/ou ano de escolaridade devem debater frequentemente o processo de avaliação dos alunos desse ano em termos de recolha de elementos de avaliação, aplicação de critérios e instrumentos de avaliação, no sentido de possibilitar um processo de avaliação que se revele o mais possível consensual, coerente e gerador de igualdade de oportunidades. • Em casos de mudança de professor por força de substituição temporária, a avaliação deve ser ponderada pelos professores substitutos e titular através dos elementos disponibilizados por ambos, de acordo com a situação em causa.

Versão definitiva

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Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola

I ENSINO BÁSICO 3º CICLO CRITÉRIOS GERAIS No Ensino Básico a avaliação incide sobre as Competências e Aprendizagens, Participação e Domínio da Língua Portuguesa, Metodologia, Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação, Valores e Atitudes de acordo com o seguinte quadro: Quadro 1: Critérios gerais de avaliação do 3.º Ciclo, domínios, percentagens e critérios Percentagens Domínios Competências e Aprendizagens

Itens de Avaliação min.

máx.

60%

70%

10 %

20 %

10 %

15 %

Participação e Domínio da Língua Portuguesa

Metodologia, Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação

Valores e Atitudes

5%

10 %

As aprendizagens serão avaliadas por critérios específicos definidos pelo Departamento Curricular Avaliação segundo os itens e critérios: • Frequência de intervenção; • Pertinência de dúvidas e opiniões; • Capacidade de expressão oral e de expressão escrita. Avaliação segundo os itens e critérios: • Regularidade na realização dos trabalhos de casa; • Organização do material e recursos; A utilização das TIC será avaliada atendendo a: • O aluno elabora e organiza textos, elabora tabelas e gráficos e pesquisa e organiza informação. Avaliação segundo os itens e critérios: • Respeito por colegas e professores; • Respeito pelas instalações • Respeito pelo bom ambiente de realização (não interrompe as aulas a despropósito, não tem faltas disciplinares) • Assiduidade e pontualidade. Nota: Os critérios a utilizar na avaliação das áreas curriculares não disciplinares serão definidos pelo Conselho de Turma, atendendo às características da turma e das actividades a desenvolver.

CLASSIFICAÇÃO DE FINAL DE PERÍODO Na definição da Classificação final de cada período entram todos os domínios anteriormente definidos e avaliadas de acordo com as percentagens definidas por referência às características e necessidades de cada turma com as seguintes ponderações finais:

Versão definitiva

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Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola Quadro 2: Ponderações finais de período

1º Período

CF1 = Competências e Aprendizagens + Participação e Domínio da Língua Portuguesa / Língua Estrangeira + Metodologia, Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação + Valores e Atitudes (nos pesos que vierem a ser definidos).

2º Período

Apurada a classificação final do 2.º período, a avaliação final terá em consideração: • 40% da classificação1 do 1º período + 60% da avaliação obtida através dos instrumentos do 2º período . CF2 = CF1x 40 + C2 x 60 100 Apurada a classificação final do 3.º período, a avaliação final de ano terá em consideração: •

3º Período

50% da classificação obtida no 2º período + 50% da avaliação obtida através dos instrumentos do 3º período. CF3 = CF2 x 50 + C3 x 50 100

Sempre que a avaliação nos parâmetros – Participação e Domínio da Língua Portuguesa / Língua Estrangeira + Metodologia, Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação + Valores e Atitudes – venha a determinar uma classificação inferior à obtida nas Competências e Aprendizagens, deve esta situação ser salvaguardada por justificação na acta da reunião.

As NOTAÇÕES A UTILIZAR nos testes, nos trabalhos e na avaliação das competências transversais são as seguintes: • • • • •

Muito Insuficiente – 0 a 19 % Insuficiente – 20 a 49 % Suficiente – 50 a 69 % Bom – 70 a 89 % Muito Bom – 90 a 100 %

Para além desta notação é obrigatória a colocação da percentagem obtida no teste.

3.º Ciclo: Casos Especiais Educação Física – Atendendo à especificidade da disciplina de Educação Física, ter-se-á em conta que a classificação final atribuída no culminar das Unidades Temáticas, engloba três domínios:   

domínio do SABER FAZER; domínio do SABER ESTAR; domínio do SABER.

1

As classificações apuradas para o cálculo da fórmula final são expressas em percentagem e não pelo nível atribuído.

Versão definitiva

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Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola Quadro 3: Cada um destes domínios contribui para a classificação com as seguintes percentagens: DOMÍNIOS

Percenta gens

Áreas de desempenho

SABER FAZER

Avaliação contínua das destrezas. 60% Avaliação prática das competências motoras.

SABER ESTAR

Comportamento. Empenhamento. 25%

Assiduidade/Pon tualidade. Hábitos de higiene.

SABER

Aplicação prática dos conhecimentos teóricos. 15%

Testes teóricos/Trabalh os. Relatórios.

Níveis NÍVEL 1 – O aluno não executa os gestos técnicos fundamentais das modalidades desportivas, isoladamente ou em situações de jogo. NÍVEL 2 – O aluno executa de forma rudimentar alguns gestos técnicos e ou tácticos das diferentes modalidades desportivas, quer isoladamente, quer em situações de jogo. NÍVEL 3 – O aluno executa com o mínimo de correcção as acções técnicas e ou tácticas das diferentes modalidades abordadas, quer isoladamente, quer em situações de jogo. NÍVEL 4 – O aluno executa com correcção as acções técnicas e ou tácticas das diferentes modalidades abordadas, quer isoladamente, quer com alguma oportunidade em situação de jogo. NÍVEL 5 – O aluno executa com correcção as acções técnicas e ou tácticas das diferentes modalidades abordadas, quer isoladamente, quer com bastante oportunidade em situação de jogo. NÍVEL 1 – É muito pouco assíduo e pontual. Participa pouco nas aulas. Revela total desinteresse pelas aulas. Não cumpre as regras de balneário. Não revela espírito de equipa e de grupo. NÍVEL 2 - É pouco assíduo e pontual. Participa pouco nas aulas. Revela pouco interesse. Raramente cumpre as regras de balneário. Revela pouco espírito de equipa e desportivo. NÍVEL 3 – É normalmente assíduo e pontual. Participa e colabora nas aulas. Interessa-se minimamente pelas aulas. Cumpre habitualmente as regras de balneário. Revela espírito de equipa e desportivo. NÍVEL 4 – É assíduo e pontual. Participa e colabora nas aulas. Interessa-se pelas aulas. Cumpre as regras de balneário. Revela bom espírito de equipa e desportivo. NÍVEL 5 – É assíduo e pontual. Participa, colabora e partilha com interesse e entusiasmo, actividades das aulas. Cumpre as regras de balneário. Revela excelente espírito de equipa e desportivo. NÍVEL 1 – Não conhece, nem aplica as regras básicas das modalidades desportivas. Não conhece nenhum gesto técnico das modalidades desportivas. NÍVEL 2 – Conhece e aplica muito pouco regras básicas das diferentes modalidades desportivas. Conhece e descreve poucos gestos técnicos das modalidades abordadas. NÍVEL 3 - Conhece e aplica a maior parte das regras básicas das diferentes modalidades desportivas. Conhece e descreve a maioria dos gestos técnicos fundamentais de cada modalidade desportiva. NÍVEL 4 – Conhece e aplica as regras básicas de cada modalidade desportiva. Conhece e descreve os gestos técnicos fundamentais de cada modalidade desportiva. NÍVEL 5 – Conhece e aplica as regras básicas das diferentes modalidades desportivas, enquanto praticante e árbitro. Conhece e descreve perfeitamente os gestos técnicos de cada modalidade desportiva.

Os alunos com impossibilidade de avaliação no domínio do saber fazer serão avaliados com 75% no saber e 25% para o saber estar.

Versão definitiva

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Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola

Áreas curriculares não disciplinares – Os critérios a utilizar na avaliação das áreas curriculares não disciplinares serão definidos pelo Conselho de Turma, atendendo às características da turma e das actividades a desenvolver.

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO – ESTUDO ACOMPANHADO A informação resultante da avaliação sumativa interna expressa-se numa menção qualitativa de Não satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem, a qual pode ser acompanhada, sempre que se considere relevante, de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. A estes critérios acrescentam-se os parâmetros dos valores e atitudes que constam dos Critérios Gerais de Avaliação da Escola: respeita colegas e professores; não interrompe as aulas a despropósito; não tem faltas disciplinares; respeita as instalações e o ambiente; é pontual; é assíduo.

Quadro 4: Competências e menção a atribuir. MENÇÃO

Não satisfaz

Satisfaz

Satisfaz bem

COMPETÊNCIAS • • •

O aluno raramente participa nas actividades propostas; Não demonstra espírito cooperativo; Não adquire métodos de trabalho e/ou hábitos de estudo.

• • • • • • • •

O aluno participa nas actividades; Demonstra espírito cooperativo; Revela alguma autonomia; Revela alguns métodos de estudo e de trabalho. O aluno participa activamente nas actividades; Demonstra espírito cooperativo; É autónomo; Evidencia conhecimento de técnicas de trabalho e/ou de métodos de estudo.

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO – ÁREA DE PROJECTO A informação resultante da avaliação sumativa interna expressa-se numa menção qualitativa de Não satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem, a qual pode ser acompanhada, sempre que se considere relevante, de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. A estes critérios acrescentam-se os parâmetros dos valores e atitudes que constam dos Critérios Gerais de Avaliação da Escola: respeita colegas e professores; não interrompe as aulas a despropósito; não tem faltas disciplinares; respeita as instalações e o ambiente; é pontual; é assíduo.

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Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola Quadro 5: Competências e menção a atribuir. MENÇÃO

COMPETÊNCIAS • •

Não satisfaz

• • • •

Satisfaz

• • • •

Satisfaz Bem •

O aluno não revela interesse na concepção, realização e avaliação dos projectos; Não resolve os problemas que lhe são apresentados e raramente participa nas actividades de grupo; Não desenvolve técnicas de pesquisa e de intervenção em torno dos problemas apresentados; Não utiliza, em situações reais, os conhecimentos adquiridos nas diversas áreas curriculares. O aluno revela interesse na concepção, realização e avaliação dos projectos; Resolve os problemas que lhe são apresentados e participa nas actividades de grupo; Utiliza os recursos disponíveis e recorre a técnicas de pesquisa; Utiliza, em situações reais, os conhecimentos adquiridos nas diversas áreas do saber. O aluno revela interesse na concepção, apresentando sugestões de realização e avaliação dos projectos; Resolve com facilidade os problemas que lhe são apresentados, revelando autonomia e criatividade e participando activamente nas actividades de grupo. Utiliza com facilidade os recursos disponíveis e recorre a técnicas de pesquisa diversificadas; Utiliza, em situações reais, os conhecimentos adquiridos nas diferentes áreas do saber, defendendo e argumentando os seus pontos de vista.

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO - FORMAÇÃO CÍVICA A informação resultante da avaliação sumativa interna expressa-se numa menção qualitativa de Não satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem, a qual pode ser acompanhada, sempre que se considere relevante, de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. A estes critérios acrescentam-se os parâmetros dos valores e atitudes que constam dos Critérios Gerais de Avaliação da Escola: respeita colegas e professores; não interrompe as aulas a despropósito; não tem faltas disciplinares; respeita as instalações e o ambiente; é pontual; é assíduo. Quadro 6: Competências e menção a atribuir. MENÇÃO

COMPETÊNCIAS •

Não satisfaz

Satisfaz

Versão definitiva

• • • • • • • •

O aluno não revela interesse nas actividades / debates / projectos propostos; Não participa nas actividades / debates /projectos propostos; Não revela autonomia; Não demonstra espírito cívico, nem de cooperação. O aluno revela interesse nas actividades / debates / projectos propostos; Participa nas actividades / debates / projectos propostos; Revela autonomia; Utiliza, em situações reais, os conhecimentos adquiridos; Demonstra espírito cívico e de cooperação.

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Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola • Satisfaz Bem

• • • •

O aluno revela muito interesse sugerindo actividades / debates / e projectos; Participa com empenho nas actividades / debates / projectos propostos; Revela autonomia; Aplica os conhecimentos adquiridos a situações reais; Demonstra espírito cívico e de cooperação.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO BÁSICO – 3.ºCICLO SITUAÇÕES DE RETENÇÃO / NÃO APROVAÇÃO (após os Exames Nacionais) ANOS NÃO TERMINAIS DE CICLO 7.º E 8.º ANOS

ANO TERMINAL DE CICLO 9.º ANO

(Despacho Normativo n.º1/2005, de 5 de Janeiro conjugado com Critério Específico de Escola)

(Despacho Normativo n.º1/2005, de 5 de Janeiro)

Sem prejuízo do estabelecido no D. N. n.º 1/2005, de 5 de Janeiro, definem-se para a escola os seguintes critérios de transição:

• Nível inferior a 3 (três) nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática

RETENÇÃO: 7.º ANO

OU - Com nível inferior a 3 em mais de três disciplinas; - Com nível 1 a Português e • Nível inferior a 3 (três) em D + D + D (1) Matemática e nível inferior a 3 noutra disciplina. OU RETENÇÃO:

8.º ANO

- Com nível inferior a 3 em mais de três disciplinas ou em duas e menção qualitativa de Não Satisfaz em Área de Projecto, - Com nível 1 a Português e Matemática. - Com nível 2 Português e Matemática e nível inferior a 3 numa das disciplinas do 7.ºAno em que não progrediu.

• Nível inferior a 3 (três) em D + D (1)

D = Disciplina (1) não podem ser cumulativamente Língua Portuguesa e Matemática.

O Conselho de Turma deverá ponderar a situação do aluno e a possibilidade de progressão tendo em conta a avaliação global do seu desempenho nos seguintes aspectos: - Domínio da Língua Portuguesa (expressão e compreensão oral e escrita nas várias áreas curriculares e não disciplinares); - Sentido de progressão da aprendizagem; - Cumprimento de normas e regras estabelecidas no Regulamento Interno, assiduidade, atitudes e comportamentos; - Retenções anteriores / idade; - Outros constantes Projecto Curricular Turma; - Situações pontuais devidamente fundamentadas.

Versão definitiva

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Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola

ANOS NÃO TERMINAIS DE CICLO 7.º E 8.º ANOS

ANO TERMINAL DE CICLO 9.º ANO

► “A decisão de progressão do aluno ao ano de escolaridade seguinte é uma decisão pedagógica e deverá ser tomada sempre que (…) o Conselho de Turma (…) considere (…) nos anos não terminais de ciclo, que as competências demonstradas pelo aluno permitem o desenvolvimento das competências essenciais definidas para o final do respectivo ciclo.” (n.º 54, alínea b) do Despacho Normativo supra citado);

► “A decisão de progressão do aluno ao ano de escolaridade seguinte é uma decisão pedagógica e deverá ser tomada sempre que (…) o Conselho de Turma (…) considere (…) nos anos terminais de ciclo, que o aluno desenvolveu as competências necessárias para prosseguir com sucesso os seus estudos no ciclo ou nível de escolaridade subsequente (…).” n.º 54, alínea a) do despacho Normativo n.º 1/2005, de 5 de Janeiro).

► “Na tomada de decisão acerca de uma segunda retenção no mesmo ciclo, à excepção do 9.º Ano de escolaridade, deve ser envolvido o competente conselho de docentes ou o Conselho Pedagógico e ouvido o encarregado de educação do aluno, em termos a definir no Regulamento Interno (n.º 65 do Despacho Normativo anteriormente referido).

II ENSINO SECUNDÁRIO Nas disciplinas da FORMAÇÃO GERAL E ESPECÍFICA a avaliação incide sobre as Aprendizagens e Competências, Participação, Metodologia de trabalho e Domínio da Língua Portuguesa, e Valores e Atitudes de acordo com o seguinte quadro: Quadro 7: Critérios gerais de avaliação percentagens e critérios (geral e específica)

do

ensino

secundário,

domínios,

Percentagens Domínios

Itens de Avaliação min.

máx.

Competências e Aprendizagens

65%

90%

Participação, Metodologia de trabalho e Domínio da Língua Portuguesa,

5%

30 %

Valores e Atitudes

5%

10 %

Versão definitiva

As aprendizagens serão avaliadas por critérios específicos definidos pelo Departamento Curricular Avaliação segundo os itens e critérios: • Frequência de intervenção; • Pertinência de dúvidas e opiniões; • Capacidade de expressão oral e de expressão escrita; • Organização do material e recursos; Avaliação segundo os itens e critérios: • Interesse e empenho nas actividades propostas; • Responsabilidade no cumprimento das tarefas; • Espírito de cooperação e inter-ajuda; • Respeito pelas normas de funcionamento das aulas; • Assiduidade e pontualidade; • Respeito por colegas e professores.

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Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra Critérios Gerais de Avaliação de Escola

No caso das disciplinas da FORMAÇÃO TÉCNICA a avaliação incide sobre as Aprendizagens e Competências (peso 50 % a 85 %), Participação, domínio da Língua Portuguesa e metodologia de trabalho (peso 10 % a 40 %), e Valores e atitudes (peso de 5 % a 10 %).

Quadro 8: Critérios gerais de percentagens e critérios (técnica)

avaliação

do

ensino

secundário, domínios,

Percentagens Domínios

Itens de Avaliação min.

máx.

Competências e Aprendizagens

50%

85%

Participação, Metodologia de trabalho e Domínio da Língua Portuguesa

10%

40 %

Valores e Atitudes

5%

10 %

As aprendizagens serão avaliadas por critérios específicos definidos pelo Departamento Curricular Avaliação segundo os itens e critérios: • Apresentação de relatórios sobre as actividades desenvolvidas; • Utilização e domínio dos métodos e das técnicas • Frequência e pertinência das intervenções; • Facilidade de expressão oral; • Realização dos trabalhos de casa e outros propostos; • Apresentação do material necessário • Ao desenvolvimento da aula. Avaliação segundo os itens e critérios: • Interesse e empenho nas actividades propostas; • Responsabilidade no cumprimento das tarefas; • Espírito de cooperação e inter-ajuda; • Respeito pelas normas de funcionamento das aulas; • Assiduidade e pontualidade; • Respeito por colegas e professores.

Na avaliação dos trabalhos de grupo estão, obrigatoriamente, incluídos a observação realizada pelo professor, no decurso das actividades na sala de aula, o trabalho escrito, a auto-avaliação, a heteroavaliação, os trabalhos desenvolvidos em grupo restrito ou alargado e a apresentação global do trabalho.

As NOTAÇÕES A UTILIZAR nos testes, nos trabalhos e na avaliação das competências a entregar no final do período ao Director de Turma, deve obedecer às seguintes menções em pontos: • • • • •

Muito Insuficiente (0 a 49); Insuficiente (50 a 99); Suficiente (100 a 139); Bom (140 a 179); Muito Bom (180 a 200).

A classificação a utilizar nos testes, trabalhos individuais e de grupo, incluídos nas Competências e Aprendizagens, obriga, para além desta notação, à colocação dos pontos obtidos.

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CLASSIFICAÇÃO DE FINAL DE PERÍODO NO ENSINO SECUNDÁRIO Na definição da Classificação final de cada período entram todas as valências anteriormente definidas e avaliadas da seguinte forma:

Quadro 9: Apuramento das classificações finais de período (avaliação contínua) do ensino secundário.

1º Período

CF1 = Competências e Aprendizagens + Participação, Metodologia de trabalho e Domínio da Língua Portuguesa + Valores e Atitudes (nos pesos que vierem a ser definidos).

Apurada a classificação final do 2.º período, a avaliação final terá em consideração: •

2º Período

40% da classificação2 no 1º período + 60% da avaliação obtida através dos instrumentos do 2º período . CF2 = CF1x 40 + C2 x 60 100

Apurada a classificação final do 3.º período, a avaliação final de ano terá em consideração: •

50% da classificação obtida no 2º período + 50% da avaliação obtida através dos instrumentos do 3º período. CF3 = CF2 x 50 + C3 x 50 100

3º Período

No caso da componente técnica (a decidir em sede de departamento), poderá ser aplicado o seguinte cálculo, caso os projectos o exijam: •

50% da classificação no 2º período + 50% da avaliação obtida através dos instrumentos do 3º período. CF3 = CF2 x 50 + C3 x 50 100

2

As classificações apuradas para o cálculo da fórmula final são expressas em pontos (0-200) e não em valores. Os arredondamentos à unidade serão efectuados no final e expressos em valores.

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Ensino Secundário: Casos Especiais Educação Física – Atendendo à especificidade da disciplina de Educação Física, ter-se-á em conta que a classificação final atribuída no culminar das Unidades Temáticas, engloba três domínios:   

domínio do SABER FAZER; domínio do SABER ESTAR; domínio do SABER.

Cada um destes domínios contribui para a classificação com as seguintes percentagens: Quadro 10: Domínios e percentagens por área de desempenho. DOMÍNIOS SABER FAZER

Percenta gens

Áreas de desempenho

Avaliação contínua das destrezas. 60% Avaliação prática das competências motoras. Comportamento. Empenhamento.

SABER ESTAR

Cooperação com os colegas. 25%

Espírito desportivo. Assiduidade/Pontualidade. Hábitos de higiene. Avaliação contínua dos conhecimentos.

SABER 15%

Testes teóricos/Trabalhos. Relatórios.

Os alunos com impossibilidade de avaliação no domínio do saber fazer serão avaliados com 75% no saber e 25% para o saber estar.

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CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO – ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES

Quadro 11: Quadro sinóptico da avaliação geral de Área de Projecto

OBJECTIVOS E DIMENSÕES DA AVALIAÇÃO CAPACIDADES E ATITUDES ASSOCIADAS A:

ITENS DE AVALIAÇÃO

INSTRUMENTOS

Conceber Projectos

Concretiza uma intenção Define objectivos Prevê os instrumentos e

Grelhas de registo sistemático de observação Trabalhos escritos: Individuais Grupo

20% (4 valores)

Trabalhos escritos:

40 % (8 valores)

processos necessários Define tarefas e os papéis dos elementos do grupo Calendariza as fases do trabalho

Recolha, análise e utilização da informação Manipulação e comunicação da informação oral e escrita Trabalho em equipa: • Organizaçã oe responsabil ização individual • Sentido e participaçã o cívica

CAPACIDADE DE REFLEXÃO CRITICA FACE ÀS SITUAÇÕES CONCRETAS E PROJECTADAS Sentido estratégico; Poder de planeamento; Poder de avaliação.

CLASSIFI CAÇÃO

COMPETÊNCIAS

Realizar Projectos

Define critérios de pesquisa de informação Selecciona informação adequada Realiza tratamento de informação Completa as tarefas definidas Tenta ser criativo e original

Individuais Grupo

Trabalhar em equipa

Mostra sentido da responsabilidade Toma a iniciativa Colabora com o grupo Trabalha para um fim comum

Grelhas de registo sistemático de observação

10 % (2 valores)

Avaliar projectos

Avalia regularmente o

Grelhas de observação Relatórios escritos Portfólio Outros alternativos

30 % (6 valores)

Versão definitiva

desenvolvimento do projecto Avalia as formas de trabalho adoptadas Avalia a participação individual e dos elementos do grupo Avalia o produto final do projecto

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CURSOS PROFISSIONAIS Quadro 12: Quadro sinóptico da avaliação geral dos cursos profissionais

COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS

COMPETÊNCIAS E APRENDIZAGENS

OBJECTO DA AVALIAÇÃO

ITENS/PARÂMETROS

INSTRUMENTOS

PESOS

Testes escritos

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS

Conteúdos programáticos da disciplina.

Trabalhos de grupo

50% a 60%

Trabalhos individuais

PARTICIPAÇÃO, DOMÍNIO DA LÍNGUA PORTUGUESA E METODOLOGIA DE TRABALHO

VALORES / ATITUDES

- Utiliza e domina métodos e técnicas. -Realiza as tarefas propostas. -Intervém com frequência e pertinência e a propósito nas aulas. -Levanta dúvidas e dá opiniões. -Tem facilidade de expressão oral. -Tem capacidade de expressão escrita. -Apresenta o material necessário para a aula.

Fichas de trabalho; Utilização das TIC; Grelhas de registo de observações; Portfólios; Questionários orais/escritos

-Respeita colegas e professores. -Revela interesse e empenho nas actividades propostas. -É responsável no cumprimento das tarefas. -Respeita as normas de funcionamento da aula. -Respeita as instalações e o meio ambiente. -É regularmente pontual. -É assíduo.

Grelhas de registo de observações

40% a 50%

Nota: De acordo com o artigo 10.º da Portaria n.º 550-C/2004 de 21 de Maio. “ A avaliação incide: a) Sobre as aprendizagens previstas no programa das disciplinas de todas as componentes de formação e no plano da FCT (Formação em Contesto de Trabalho); b) Sobre as competências identificadas no perfil de desempenho à saída do curso”

Versão definitiva

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Critérios de Avaliação de Escola