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Autorretrato Olá, chamo-me Nuno Lopes, os mais próximos chamam-me Bean e tenho 15 anos. Sou de estatura média, esguio, de olhos azuis e cabelo castanho. Sou uma pessoa bem-disposta e levo tudo na desportiva, gosto de me dar com toda gente e adoro estar com os meus amigos. Uma das minhas virtudes é estar sempre descontraído e levar tudo a brincar, mas só o faço com os meus colegas e familiares. Os que não me conhecem e me veem pela primeira vez pensão que eu sou daqueles que não parte um prato, mas depois de me conhecerem pensam totalmente o contrário. Também tenho o lado mais sério, esse mais reservado para os assuntos mais delicados ou para as aulas. Sou uma pessoa que não gosta de mostrar muitos os sentimentos mas é nas pequenas coisas que mostro quão importante o significado das pessoas para mim. Talvez use isso como forma de “filtrar” as amizades e escolher bem realmente que eu acho que não me vá ajudar. O desporto também é uma das coisas que me deixa feliz. Ate aos meus 13 anos praticaram futebol, numa equipa não muito conhecida, o que só podia significar derrota apos derrota. Depois a escola falou mais alto e tive que largar. Adoro futebol, sou um benfiquista ferranho e tento ver sempre todos os jogos. Gosto também imenso de ciclismo e de outros desportos que envolvam muita dedicação e trabalho. Nos meus tempos livros, sou um apaixonado pelos videojogos. Adoro, como é óbvio, tudo o que envolva futebol, mas também n dispenso um bom jogo de corridas ou mesmo de ciclismo. O que me dá mais prazer é ganhar aos meus amigos. Digamos que ver a cara deles a perder é uma coisa imperdível. Não sou uma pessoa muito dada a facebook´s e twiter´s, acho que são uma enorme perda de tempo onde partilhamos as nossas vidas com pessoas que nem o nosso nome sabe pronunciar. No final de contas, acho que me posso qualificar como sendo uma pessoa honesta e simpática.


Pesquisa

Mia Couto 1

Mia Couto é um dos grandes escritores lusófonos. No seu percurso ate ao topo da literatura começou por iniciar-se no curso de medicina, acabando por desistir no terceiro ano, tornando-se jornalista. Ainda hoje escreve crónicas para um jornal local. •

Obra: na sua obra constam vários géneros literários desde poesia até crónicas, passando por romances e contos. Aqui ficam alguns dos mais importantes:

Poesia: A Raiz de Orvalho (1983) Crónica: Cronicando (1986) Contos: Vozes Anoitecidas (1986) Cada Homem É Uma Raça (1990) Estórias Abensonhadas (1994) Contos do Nascer da Terra (1997) Romance: Terra Sonâmbula (1992) A Varanda de Frangipani (1996)


Cronicando

Raiz de orvalho

Prémios: durante a sua carreira, Mia couto vai continuando a ganhar distinções ao longo dos ano

1995 - Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos 1999 - Prémio Vergílio Ferreira, pelo conjunto da sua obra 2001 - Prémio Mário António, pelo livro “O último voo do flamingo” 2007 - Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007 - Prêmio Passo Fundo Zaffari e Bourbon de Literatura, na Jornada Nacional de Literatura 2012 - Prémio Eduardo Lourenço 2011


Rubens Figueiredo 1

Rubens Figeuiredo é um romancista e tradutor brasileiro. Nasceu a 9 de fevereiro de 1956 no Rio de Janeiro, tendo apenas sete livros da sua autoria, além das mais de quarenta traduções que já publicou de russo para português.

Obra: • O mistério da samambaia bailarina, 1986 • Essa maldita farinha, 1987 • A festa do milênio, 1990 • O livro dos lobos, 1994 • As palavras secretas, 1998 (Prêmios Jabuti e Arthur Azevedo) • Barco a seco, 2002 (Prêmio Jabuti) • Contos de Pedro, 2006 • Passageiro do fim do dia, 2010


Passageiro do fim do dia 1

Prémios:

• 2 prémios Jabuti da literatura, com os livros “O mistério da samambaia bailarina” e “Barco a seco” • Prémio Artur Azevedo, com o livro “O mistério da samambaia bailarina” • Prémio Portugal telecom de literatura 2011, com o livro “Passageiro do fim do dia”


Ricardo Araújo Pereira 1

Ricardo Araújo Pereira nasceu em Lisboa, em 1974. Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, começou a sua carreira como jornalista no Jornal de Letras. É guionista desde 1998. É autor, com Miguel Góis, Zé Diogo Quintela e Tiago Dores, do Gato Fedorento. Escreve semanalmente na revista Visão e no jornal A Bola. Os seus textos, a criação de personagens e a interpretação humorística elevaram-no ao estatuto de principal referência da nova geração do humor em Portugal.

Obra:


• Boca do inferno • Novas crónicas da boca do inferno • Mixórdia de temáticas

Mixórdia de temáticas 1

Boca do inferno

Ficha de leitura ESCOLA SECUNDÁRIA BRAAMCAMP FREIRE Língua Portuguesa 10º2 FICHA DE LEITURA ASPETOS GERAIS Titulo do livro : Cronicando – 8.ª Edição Nome do autor : Mia Couto Editora: Editorial Caminho

Local: Lisboa

Data: Junho de 2006

PERSONAGENS Quais são Como é uma crónica, nenhuma personagem se repete. Papel que desempenham na narrativa Descrição da personagem principal Descrição de uma outra personagem LOCAL Onde se passa a história : Estas cronicas são contadas como se fossem passadas em Moçambique, terra do escritor, devido ás expressões que usa para descrever uma situação e devido a umas pequenas passagens que usa, como “Mandaram vir para Maputo…” ou “Levaram-me para Niassa…”, Descrição desse __________________________________________________________________

local

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TEMPO Quando se passa a história Estas crónicas desenrolam-se durante a guerra civil moçambicana, num período de guerra. Expressões que o comprovem Por exemplo, na cronica “O dia em que fuzilaram o guarda-redes da minha equipa”, mostra que existiam militares naquela zona, e também porque este livro foi escrito durante a guerra civil moçambicana. ENREDO Ideia principal da narrativa Este livro contem várias cronicas, mas nenhuma delas relacionada com outra. Pequeno resumo da história Parte preferida e justificação As partes de que eu gostei mais foram duas. Primeiro foi a cronica “no zoo ilógico”, pois nessa cronica é usada muita metáfora, o que torna o texto muito mais interessante e divertido. Também gostei do jogo de palavras que o autor usou, especialmente nos títulos, porque são títulos que nos fazem querer ler para perceber, como por exemplo “O cabrito que venceu o Boing”. Parte menos apreciada e justificação Não gostei tanto, de um modo geral, de algumas palavras que estão em moçambicano, pois para muitas delas não tem uma tradução no livro, o que torna certos excertos um bocado de difícil compreensão. COMENTÁRIOS Achaste o título adequado? Porquê? Acho que sim, pois no fundo é um livro de cronicas, e como é um autor que joga muito com as palavras, acho que foi uma boa escolha. Inventa outro título Cronicas ANÁLISE DO PROCESSO DE ESCRITA Escolhe cinco palavras cujo significado desconheces e procura no dicionário: 1. Babalaze: ressaca após embriagues 2. Milando: confusão 3. Mamparra: de baixa categoria social 4. Mezungos: Brancos 5. Chuinga: pastilha elástica Procura, transcreve os seguintes recursos estilísticos e explica a sua expressividade: 1.

Comparação “A velha dobrou as pernas como se dobrasse os séculos.” , quer dizer que demora muito tempo a dobrar as pernas. 2. Metáfora “A cidade e o zoo-ilógico: qual deles aprisiona o outro?” aqui é utilizada a palavra “aprisiona” para dar uma ideia mais vincada. 3. Metonímia ou Sinédoque “…auscultava o ventre dos sacos.” Significa que este vê todos os cantinhos do saco. 4. Personificação / Prosopopeia “…parecia o nariz lhe tinha caído em tropical depressão.” Significa que a pessoa esta engripada, ou com alguma doença que implique o nariz. 5.

Hipérbole “…dobrado em mil sujidades.” Significa que o papel estava sujo e amarrotado.

6. Adjetivação expressiva “…encheram os bares com suas grandes pernas cruzadas. Mesmos em nosso sonhos aquelas pernas se descruzavam sob lençóis que transpiravam. 7.

Sensação visual “O ecrã se estilhaçou, os vidros tintilaram na alcatifa. Os bandos se desligaram, ficou fumo rectangular.” 8. Sensação auditiva “O tiro soou e o pequeno boneco esvoou…”


Nome: Nuno Lopes Nº18 10º2

ESCOLA SECUNDÁRIA BRAAMCAMP FREIRE Língua Portuguesa 10º2 FICHA DE LEITURA ASPETOS GERAIS Titulo do livro : Passageiro do fim do dia Nome do autor : Rubens Figueiredo Editora: Clube do Autor, S.A.

Local: Lisboa

Data: 2010

PERSONAGENS Quais são : Pedro e Rosane Papel que desempenham na narrativa – Pedro é a personagem principal, Rosane a personagem secundária. Descrição da personagem principal – Pedro é um homem que, depois de um dia de traalho, apanha o autocarro para ir ter com a namorada Rosane. Durante esse caminho, Pedro conta várias peripécias e descreve momentos e ações decorridas no passado, com o momento em que se conheceram, o que se vai passando em seu redor,etc.. Descrição de uma outra personagem – Rosane era a namorada de Pedro e ao longo do texto, o mesmo vai recordando-se de alguns momentos relacionados com ela, como as coisas que se iam passando em Tirol(local de residencia de Rosane). LOCAL Onde se passa a história : Esta história passa-se num autocarro que tem como destino Tirol.

Descrição desse local: Durante o livro, o autor n faz muitas referencias ao interior do autocarro, dando apenas a ideia que as janelas poderiam ser abertas: “…Pedro voltou o rosto para a janela aberta ao seu lado.”

TEMPO


Quando se passa a história Esta história passa-se no fim de uma tarde, depois de Pedro ter saído do trabalho: “É o fim de uma sexta-feira, Pedro vai passar o fim de semana com a namorada.”. Expressões que o comprovem “É o fim de uma sexta-feira, Pedro vai passar o fim de semana com a namorada.”.

ENREDO Ideia principal da narrativa Neste texto, o foco principal é o relato de uma tarde passada num autocarro, ou seja, como uma espécie de diário.

Pequeno resumo da história – Nesta história, a personagem principal é Pedro, um rapaz que aproveita uma tarde para ir ter com a namorada Rosane a Tirol. Quando Pedro entra no autocarro, começa a reflectir, lembrando-se de várias histórias, como por exemplo historias que a namorada lhe contara, lembranças de um acidente e os estudos universitários inacabados. Enquanto isso, vai folheando um livro de Charles Darwin, que descrevia uma altura em que ele tinha passado por aquele sitio, Tirol.

Parte preferida e justificação A minha parte favorita é a maneira como ele acaba o livro, deixando no ar um possivel final, ou seja, é uma narrativa aberta, o que a torna de uma certa maneira uma história enigmatica, pois não sabemos qual o seu desfecho.

Parte menos apreciada e justificação Não gostei, apesar de compreender, o modo como ele narra a história, pois ele vai contado vários episódios fora do contexte onde se encontra, o que torna a sua compreensão um bocado difícil.

COMENTÁRIOS Achaste o título adequado? Porquê? Acho que sim, pois a história passa-se de facto no fim do dia, numa tarde, e a parte do passageiro tambem fica bem, pois ele é um passageiro de um autocarro.

Inventa outro título Autocarro de memórias

ANÁLISE DO PROCESSO DE ESCRITA Escolhe cinco palavras cujo significado desconheces e procura no dicionário: 6. 7. 8. 9. 10.

Tranco: solavanco Banco de carona: lugar do passageiro Bico: trabalho De quebra: por acréscimo Camelô: vendedor ambulante

Procura, transcreve os seguintes recursos estilísticos e explica a sua expressividade: 9. Comparação “…tão forte quanto os chiados”, compara a música que sai pelos auscultadores com chiados, 10. Metáfora “…mais alta que os barulos da rua.” , usa os barulhos da rua como uma forma de dizer que o som da musica é extremamente alto. 11. Metonímia ou Sinédoque –Não presente no livro. 12. Personificação / Prosopopeia “…o motor lançou um ronco cada vez mais agudo e mais forte,…”, pois o motor em si n “ronca” como um humano 13. Hipérbole “Num jato, caquinhos de vidro derramaram sobre as suas costas”, pois os estilhaços de um vidro nunca chegariam á elocidade de um jato. 14. Adjetivação expressiva “ A simples demora do autocarro, mais longa do que a demora de sempre…”


15. Sensação visual “De repente, Pedro viu a mulher que trazia a Bíblia…” 16. Sensação auditiva “Alguém cantava no rádio, e com força, dentro do seu ouvido”

Nome: Nuno Lopes Nº18 10º2

ESCOLA SECUNDÁRIA BRAAMCAMP FREIRE Língua Portuguesa 10º2 FICHA DE LEITURA ASPETOS GERAIS Titulo do livro: Boca do inferno Nome do autor: Ricardo Araújo Pereira Editora: Tinta da china

Data: Novembro de 2007

PERSONAGENS Quais são: Como é um conjunto de crónicas não existem personagens a assinalar. TEMPO Quando se passa a história: a maior parte funcionam com sátiras politicas á altura. Expressões que o comprovem: ”Na noite eleitoral, as primeiras imagens de Cavaco Silva …” ENREDO Ideia principal da narrativa: fazer-nos reflectir sobre alguns assuntos do quotidiano Pequeno resumo da história: as crónicas giram em torno de uma ideia principal: a politica, sendo que existem algumas crónicas que fogem um pouco a isso. Parte preferida e justificação: A minha parte preferida deste livro foi a crónica sobre o Benfica, pelas razões óbvias. Parte menos apreciada e justificação: Não destaco nenhuma em particular. COMENTÁRIOS Achaste o título adequado? Porquê?: Sim, pois o facto de se usar o título “Boca do inferno” demonstra uma certa sátira que se vai encontrar ao longo do livro, principalmente derivados da politica. Inventa outro título: De volta aos tempos de Salazar ANÁLISE DO PROCESSO DE ESCRITA Escolhe cinco palavras cujo significado desconheces e procura no dicionário: Não precisei de usar o dicionário, pois o livro está escrito de uma forma simples mas ao mesmo tempo cuidada.


Procura, transcreve os seguintes recursos estilísticos e explica a sua expressividade: 1. Metáfora “…Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos.” 2. Comparação “…É uma espécie de Lego para adultos…” 3. Metonímia ou Sinédoque 4. Personificação / Prosopopeia Hipérbole “…Eu alombei com a meia tonelada…” 5. Adjetivação expressiva Sensação visual “… até que encontrei um simbolo…” 6. Sensação auditiva “Ouviram-se barulhos esquesitos…

Nome: Nuno Lopes

Nº 18 10º2

Confronto de duas obras Comparação entre as obras: Carta do Achamento do Brasil , por Pêro Vaz de Caminha e O discurso do chefe Seattle , proferido pelo mesmo

Num pequeno texto tentarei abordar as semelhanças e as diferenças entra estas duas obras grandes obras do passado, que embora tenham datas diferentes, ambas apresentam a forma como, quer o colonizado quer o que coloniza, retrata esse momento. Na Carta do Achamento do Brasil, Pêro Vaz de Caminha apresenta a sua visão em relação á terra de Vera Cruz, bem como ao seu povo. Durante o texto são descritas várias situações, durante a viagem, desde a “vista das ilhas de Cabo Verde, ou melhor, da ilha de S. Nicolau” até ao desaparecimento de uma nau: “Na noite seguinte, segunda-feira, ao amanhecer, se perdeu da frota Vasco de Ataíde com sua nau”. Logo quando chegaram a terra e tentaram comunicar com os nativos, depararam-se com o problema na linguagem, pois segundo Caminha “Ali por então não houve mais fala nem entendimento com eles, por a berberia deles ser tamanha que se não entendia nem ouvia ninguém.”. Com o passar do tempo, os indígenas foram-se habituando á presença dos portugueses, mesmo que alguns fossem tornados escravos de alguns marinheiros. Mas continuava a existir um aspeto que causa alguma estranheza, que era o facto de os indígenas terem as suas “vergonhas” descobertas: “Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas.”.


Já no discurso do chefe Seattle, este apresenta o ponto de vista contrario ao da primeira obra, ou seja, a visão de quem é surpreendido por estranhos nas suas próprias terras. Neste caso foi o “filho do chefe-Branco” que chegou á sua terra com uma proposta para os americanos para se apoderarem daqueles terrenos em troca de dinheiro em segurança. No seu discurso, o chefe apresenta várias desilusões, entre elas o facto de outrora terem sido muitos mais (“Mas esse tempo aconteceu há muito, tendo levado consigo a grandeza das tribos que agora estão quase esquecidas”) e por Deus parecer “estar a ser parcial. Ele apoia apenas os seus filhos de cara pálida.”. A partir destes elementos, conseguimos perceber que existem várias diferenças entre estas duas obras, embora haja também algumas semelhanças. Talvez a mais evidente seja o facto de ambos retratarem o início da colonização de uma determinada região do globo.

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Texto expositivo argumentativo A vaidade nos Homens é ilimitada Nestes tempos, em que a crise limita imensa coisa na vida das pessoas, essencialmente no que envolve gasto de dinheiro, contínua a haver áreas onde essa máxima não se aplica, pelo menos em algumas partes da sociedade, como as classes e famílias mais abastadas em que as pessoas ainda não prescindiram delas, entre as quais a parte da estética, acabando muitas dessas pessoas por se tornarem demasiadamente vaidosas quando apenas “cultivam” a sua vaidade preocupando-se com o exterior, e não com a vaidade interior. Falando apenas na vaidade exterior existem, em geral, desde pessoas que apenas se preocupam com a sua aparência e o seu aspeto de uma forma simples, sem se debruçarem muito sobre o seu look, até pessoas cuja sede de beleza é tão grande que acabam por se tornar autênticas “aberrações”. É aí que entra o verdadeiro sentido da palavra vaidade, que é quando uma pessoa dá um valor excessivo à sua


própria aparência, tornando-a falsa, tornando-se num alvo mais fácil de criticar, devido à sua aparência, embora alguma vaidade não faça mal a ninguém. Por exemplo, quando uma pessoa vai a uma entrevista de emprego, tem, que se arranjar. Neste caso, a vaidade da pessoa não é exagerado, é o necessário para a ocasião. Porém, se para a mesma situação existir outra pessoa e esta se arranjar demasiado, com, por exemplo, uma mão cheia de colares e anéis, já se torna Mas este não é um significado que seja interpretado da mesma maneira por todas as pessoas, pois há quem acredite que nenhum tipo de vaidade seja aceitável. Devido a todas estas situações e condições, torna-se evidente que cada um escolhe ser como quiser, mas poderá receber um feedback um bocado diferente do normal se escolher a via da ostentação e da vaidade, sendo que as pessoas, universalmente, são mais recatadas e não tão exuberantes, excetuando alguns casos.

Memórias Num dia de Sol, muito bonito, fui até Cascais passear, depois de almoçar numa tasquinha típica. Ainda era novo, entre os 5 e os 6 anos, e não estava habituado a grandes multidões. Durante uma regata de barcos e devido á minha tenra idade e ingenuidade, aproximei-me do parapeito, para conseguir ver melhor, sempre supervisionado pelos meus pais. Numa certa altura, cansei-me e quis voltar para a beiro dos meus pais, e foi então que se deu uma peripécia que nunca mais me esqueci. Ou seja, fui ter com uma pessoa que estava vestida de uma forma parecida com a do meu pai, mas que não o era. Quando cheguei próximo dele chameio e quando dei pelo erro, fiquei extremamente envergonhado e cheio de medo


daquela pessoa, querendo sair o mais depressa dali. Foi então que o meu pai viu-me aflito e foi-me buscar, com um sorriso na cara, o que me fez acalmar.

Crítica Titulo: 007 Skyfall Realizador: Sam Mendes Género: Ação Personagem principal: Daniel Craig no papel de James Bond Produtoras: EON Productions, Dan jag LLC, Metro-Goldwin-Mayer Distribuidora: Colombia Pictures Data de lançamento: 26 de Outubro de 2012 007 Skyfall foi mais uma grande produção do cinema, dando continuidade á saga que já leva 50 anos de pura ação e adrenalina mas ao mesmo tempo com muita classe. Mas se á coisa que nunca muda, é a forma irrepreensível em que se apresenta o mais famoso dos agentes dos serviços secretos britânicos. Depois de Quantum of Solace, Daniel Craig volta a ser o agente preterido de M para mais uma missão sem precedentes. Mas desta vez, logo no seu início, o agente parece ter um revés na sua vida, tendo sido alvejado durante uma luta. Mas, como é óbvio, James Bond não chegou a morrer e voltou ao ativo. Desta vez atras de um vilão que já tinha sido o favorito da coordenadora do MI6. No que diz respeito ao vilão, desta vez tem raízes portuguesas. Raoul Silva, interpretado por Javier Bardem, tem a árdua missão de fugir de Bond. Como não poderia faltar, neste filme existe também espaço para a tao famosa expressão usada pelo agente. Num casino, em Shanghai, Bond aproxima-se de uma mulher, exclamado: “my name is Bond, James Bond”. Uma cena que de


certeza irá quebrar o gelo no meio da plateia. Já no título vem uma expressão desconhecida dos restantes filmes. Skyfall foi onde cresceu Bond e onde os seus pais foram mortos. É também nesse sítio que se passará a ultima cena realmente importante do filme. No que toca mais especificamente ao filme e aos aspetos coreográficos, acho que esta foi mais uma produção muito bem conseguida, desta vez por parte de Sam Mendes. O realizador, como era esperado, trouxe algum do enredo do filme anterior. Também seguindo os pergaminhos da saga, neste filme não faltam as cenas cheias de ação, extremamente bem conseguidas e que nos colam á tela. Na parte dos efeitos especiais também fizeram uma escolha acertada, assim como na música. Mas não é só de elogios que este filme é feito. Para quem vê o filme pela primeira, não sabendo o que se passou nos filmes anteriores, pode não ficar a perceber bem o enredo, pelo que antes de o irem ver, tentem conhecer mais um pouco da historia. Mas, em soma, acho que foi uma produção bem conseguida, dando assim o mote para as comemorações dos cinquenta anos que esta saga. É caso para dizer, que venham mais cinquenta.

Descrição Nesta imagem pode-se observar um misto de felicidade e pobreza, o que mostra que uma coisa não invalida a outra, ou seja, não é preciso ser-se possuidor de grandes fortunas para se ser feliz e se divertir e é isso que está estampado nesta imagem. Pode-se observar várias pessoas, de etnia africana a jogar com uma bola de futebol. Essas pessoas estão vestida de uma maneira muito simples. O rapaz mostrado em primeiro plano, tambem por ser o mais alto, está com uma camisola curta já manchada da terra levantada pelos pés dos “futebolistas”, tal como os seus calções também já a pedirem uma limpeza. O resto dos rapazes usa também uma camisola de manga curta com uns calções, que é uma vestimenta tipica das zonas mais pobres. Nota-se no centro da imagem uma mulher de saia comprida, tal como a mulher mais á direita, a rematar a bola, talvez contra uma das crianças ou simplesmente a demonstrar os seus dotes de jogadora. Com esta agitação toda, é o chão, neste caso a terra, que sofre mais, podendo-se inclusive ver a poeira levantada pelo mar de pés que correm e levantam parte da terra, assemelhando-se a um carro de todo o terreno a passar por terra solta. Mais la no fundo, pode-se observar umas casas já um pouco destruidas, algumas já sem telhados e rodeadas por um vasto aglomerado de árvores e arbustos, talvez


pertencentes a uma floresta ou entao umas simples plantações que servem para a subsistencia da comunidade em redor.

Diário Domingo, 27 de Janeiro de 2013

Hoje foi um dia um tanto ou quanto igual ao anterior, ou seja, o dia começou, claro está, com matemática. Mas não durou muito tempo, pois 40 minutos depois de ter começado, já estava cansado e foi então que comecei a jogar, antes de ir almoçar. Depois, á tarde, e como já estava cansado de estar em casa, fui dar uma volta com o meu pai, ao Centro Comercial Colombo, o que á partida não tem nada de extraordinário, mas na verdade, e como eu não costumo dar ponto sem nó, fui também á procura de um jogo, o Football Manager 2013, que, para quem não conhece, é o Call of Duty da simulação futebolística. Infelizmente, e depois de procurar em 3 lojas diferentes, todas me deram a mesma justificação: “Desculpe, mas de momento o jogo encontra-se esgotado, mas vá passando por aqui de vez em quando, pode ser que ele venha entretanto…”. Mas porque raio é que não dizem logo que não sabem quando é que vem????? Assim poupavam-me tempo e paciência. Infelizmente o problema não se resume apenas a meia dúzia de pessoas, mas á grande maioria, ou seja, muitas pessoas não gostam de admitir os seus erros ou a sua falta de conhecimento em relação uma certa realidade,


quer seja a data de distribuição de um simples jogo ou uma outra situação mais séria, como o futuro do país, por exemplo. Posto isto e como o fim do dia foi igual a todos ou outros domingos (cheguei a casa, jantei, vi um programa de desportivo, adormeci). Até outro dia.

Dia 27 de abril de 2013, eu e os meus colegas de viagem chegamos ao país dos deuses: Grécia, mais propriamente a Atenas. Um país que, pelo que se dizia, era apenas praias e a acrópole, mas pela manhã descobrimos que não era só isso. Também tem outros monumentos, não tão conhecidos como o anterior, mas de grande relevância nacional, como a Assembleia e o Museu Nacional (se bem que o museu não era nada de especial, pelo menos com o mesmo interesse que têm os portugueses). Depois de almoço, já os relógios batiam as 15 horas, decidimos apanhar um autocarro em direção á praia, para conhecer as tais famosíssimas praias de areia branca. Quando lá chegamos, andavam por uns transeuntes a passear, enquanto outros apanhavam uns banhos de sol (e de vento, pois havia tanto que chegava a levantar areia). Eram, no geral, pálidos, mais pálidos que nós, quase da cor de cal. Algumas tinham sardas nas costas, outras na cara ou até no peito. E embora que as raparigas tivessem babadas com os “deuses gregos” (pelo menos não paravam de olhar para os que estavam a correr), os rapazes não tiveram tanta sorte (convenhamos, Portugal tem mulheres belíssimas e é difícil encontrar melhores), pois as raparigas de lá não se destacavam. Quando poisamos retirámos as camisolas, e nesse preciso momento, fomos alvo de um “ataque” de olhares, não pela nossa compleição física mas sim pela pelo


tom de pele. Embora o Verão já estivesse distante e o nosso bronze já tivesse passado, mesmo assim conseguíamos ter praticamente o dobro deles, o que originava uma certa estranheza por parte dos presentes. Tanto que chegavam a olhar-nos de cima a baixo e a comentar ao ouvido com outras pessoas (não fossemos nós perceber grego). A seguir de nos irmos molhar e no sacamo-nos, lá voltamos para o hotel, tendo como destino final a cama, pois foi um dia em cheio e muito cansativo.

Crítica Titulo: Come, dorme, morre Argumento: Gabriela Pichler Montagem: Gabriela Pichler, Johan Lundborg Personagem principal: Jonathan Lampinen como Rasa Produtor: China Åhlander Produção: Anagram Produktion AB A longa-metragem “Come, dorme, morre” retrata a vida quotidiana de uma família sueca, de poucas posses, onde em cada dia se luta pela sobrevivência. Rasa, uma jovem de 20 anos interpretada por Jonathan Lampinen, vive no sul da Suécia com o seu pai e trabalha numa fábrica de produtos agrícolas, até ao momento em que, devido à crise económica, a fábrica deixou de ter possibilidades de pagar os salários e começou a despedir; devido a isso e como era uma das mais novas, Rasa foi despedida. É a partir desse momento que a história se desenrola duma maneira mais interessante, pois Rasa vai começar à procura de emprego para se sustentar a si e ao sei pai e posteriormente vai trabalhar para fora da cidade.


No que toca aos aspetos por detrás das camaras, a história está bem articulada, com um início que dá o mote para o desenrolar do filme, ou seja, conseguimos distinguir o início da fase fundamental, mas no que toca à fotografia deixa muito a desejar, pois havia mais movimento na camara. O atores desempenharam também um papel importante na representação, pois são como que um mediador entre o produtor e o espectadores, e desempenharam um bom trabalho, estavam seguros dos seus papeis. Quanto a efeitos especiais, são nulos. Podemos concluir que o filme, no seu global, é bom, mas com algumas lacunas graves, como o facto de a camara estar em constante movimento e de que a história se tornar um pouco repetitiva.

Noticia Nova terra descoberta pela frota de Pedro Álvares Cabral Grandes árvores e terra plana caracterizam esta nova colónia portuguesa, denominada de “Terra de Vera Cruz”

No dia 22 de abril de 1500, quarenta e dois dias depois da partida da frota de Belém, a frota liderada por Pedro Álvares Cabral chega ao destino inicialmente definido, no outro lado do Oceano Atlântico: a Terra de Vera Cruz. Quando a viram pela primeira vez, ainda a algumas milhas de distância, avistaram um grande monte, a que chamaram Monte Pascoal. Viram também que era uma região plana, sem muitas elevações, juntamente com uma grande região de grandes arvoredos. No primeiro momento em que se conseguiram aproximar mais da costa, a cerca de uma légua da praia, avistaram alguns homens, todos com as suas vergonhas á mostra. Quando lá chegaram, alguns desses homens acudiram os nossos capitães e navegadores, enquanto os restantes estavam de arcos e setas na mão contra as naus, como que a defender a sua terra.


Quando tentaram comunicar com eles, não conseguiram, pois era impossível com as ondas a rebentarem na costa. Antes de voltarem às naus, conseguiram apenas recolher alguns objetos oferecidos pelos próprios, como por exemplo, um sombrero preto ou uma carapuça de linha.

Resumo O diário gráfico, tal como os restantes, necessita de uma intervenção regular. Nunca devemos também arrancar nenhuma folha, mesmo que estas não nos agradem, pois representam as adversidades encontradas ao longo do caminho e também pelo facto de que, ao retirarmos alguns registos, estamos a adulterar o trabalho, ou seja, o diário. Mesmo aquelas folhas que deixamos em branco também significam alguma coisa, pelo que nem essas devemos arrancar. Existem várias formas de registo de diários, mas as mais tradicionais e as mais usadas são as formas por desenho ou por escrito, sendo a primeira forma a mais usada. Também não uma forma específica de preencher um diário, sendo que estas formas podem variar entre bilhetes de museus, de comboio ou mesmo cartazes. Sendo assim, pudemos concluir que o diário é um lugar privado de quem o detém, onde a qualidade dos registos não importa.


Síntese Neste pequeno sketch dos Gato Fedorento, não só dá para perceber a grande qualidade humorística dos quatro atores como também se pode “rever” a matéria para o próximo teste de português. Nesta pequena apresentação, Ricardo A. Pereira interpreta o papel de cristo, de uma forma um bocado caricaturada, onde, de uma forma descontraída, o humorista faz como que uma pequena revisão dos recursos estilísticos, onde utilizou a hipérbole, a metáfora, a analepse, a metonímia, a anáfora, a onomatopeia, a aliteração, a inversão e a ironia dando exemplos dos mesmos. Concluindo, é uma peça que devia ser vista pelos alunos com mais dificuldades na disciplina!

Continuação de narrativa Dir-lhe-ei, “Eu sou o Joe e tu és o meu verdadeiro amor.” Hoje é dia de S.Valentim. É hoje que finalmente vou conhecer a minha cara metade, já a imagino a entrar pela porta, com os seus cabelos longos e soltos a esvoaçarem no ar, com o seu batom vermelho nos lábios carnudos.Tenho vindo a sonhar com este momento já à bastante tempo. Finalmente, e mesmo a horas, ouvi a campainha soar. Perguntei que era e, pelas colunas, ouvi uma voz doce dizer:”É a Charity, a nova empregada do laboratório.”. Nesse preciso momento sinti uma enorme emoção, pois finalmente iria conhecer a mulher dos meus sonhos, mas ao mesmo tempo estava nervoso, pois não sabia como é que ela iria reagir ao facto de eu ser apenas um programa para computador. Abrilhe a porta e vi que estava acompanhada; infelizmente, a cara era-me familiar, era o Milton!


Durante uns meros microssegundos fiquei totalmente destroçado, como se me tivesses destruido. Milton entrou, sempre de braço dado com a sua nova namorada e foi até mim, tropeçando pelo meis nuns cabos do computador central. Quando se chegou a mim disse: -Desculpa não te ter avisado antes mas queria surpreender-te. E como podes verolhando para Charity- o teu trabalho foi muito importante. -Então mas…tu não estavas preso? -Estava, mas o juiz decidiu reduzir-me a pena por bom comportamento, se bem que uns trocos a mais na sua conta bancária o tenham ajudado. -Mas como raio conheces-te a Charity?-perguntei eu, já um pouco transtornado com toda esta situação. -Nem vais acreditar, foi um verdadeiro “amor á primeira vista”. Ontem á tarde, quando sai da prisão, fui a um café junto a esta. Encontrei a Charity sozinha numa mesa para dois e decidi meter conversa e acabamos por conversar até ás tantas. -Mas como é que a conquistas-te? -Começamos a falar, até que no final da mesma ganhei coragem e disse: “Eu sou o Milton e tu és o meu verdadeiro amor.”

Micro-história

Sonhou a noite inteira com aquele momento embaraçoso, mas parecia vezes pior. Em vez de ter tido 8 no teste, teve 4; em vez de ter perdido o autocarro uma vez, foi atropelado duas; em vez de ter beijado a mulher da sua vida, beijou três vezes um camafeu

Poema


Está a choviscar Mas não tanto que se possa Chamar a isto mesmo chuva E fomos ficando molhados lentamente Mas não tanto que possamos Apanhar uma gripe E um bocadinho apaixinados Mas não tanto que o possamos chamar O verdadeiro amor.

Nuno Lopes, nº18, 11º2

Eportefolio  

Little piecies of me

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