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NUNO GONร‡ALVES _ Nยบ 11093204 _ 3ยบA


TEMA 1 _TAPUME


MEMóRIA DESCRITIVA Na estrutura de Campo de Ourique existem dois elementos marcantes na vivência daquele bairro, o primeiro o Jardim da Parada e o segundo a Rua Ferreira Borges. Estes possuem um elemento em comum que os constituem e destinguem-nos da envolvente a posse do elemento natural árvore que manipula a percepção daqueles espaços em questão. A ideia a partir desse elemento árvore parte da sua estrutura fractal, numa transposição para a estrutura de andaime que constitui o tapume. A árvore constituída pelo seu tronco elemento de suporte e estabilizador do seu corpo fractal dos ramos que caracteriza este elemento natural. Deste modo a ideia de tronco como pilar que sustem o tapume onde os ramos numa transposição para plataformas ramificam-se dando corpo fractal ao tapume. Esta ideia é construída em duas layers numa destinada ao trabalho e outra aos acessos de trabalhadores e materiais. A pele é a membrana elástica que dá expressão corporal a estrutura do andaime que constituem assim o tapume. É o elemento que se esgota no seu próprio acto existêncial, sofrendo constantes alterações no seu aspecto. Este material, o látex, pelas suas capacidades mecânicas adaptasse-a aos constantes movimentos e necessidades implícitas ao trabalho de obras.


PERSPECTIVAS EXTERIORES


PERSPECTIVAS EXTERIORES


TEMA 2 _ PARQUE URBANO _ LOJA AUTOMテ天EL


MEMóRIA DESCRITIVA A ideia do projecto consiste num parque urbano que se constrói como um negativo da estrutura do quarteirão em C.O. Assim o parque urbano funciona como um negativo do jardim da parada em C.O, Este é o elemento distribuidor, um núcleo que transporta as pessoas para os diversos elementos programáticos. É um organismo que é tanto privado como publico num interagir sem preconceitos. O elemento automóvel ganha protagonismo na estrutura do projecto pois tanto o parque automóvel como a loja automóvel são os dois edifícios que balizam o parque e evidenciam-se criando um caracter diferente ao parque. Estes dois edifícios resolvem as frentes de rua, no caso do parque automóvel a ideia consiste num habitat automóvel que se cria num edifício que se ancora na rua de Campo de Ourique, a loja automóvel situa-se num ponto estratégico onde ganha alguma individualidade a estrutura do projecto, é um elemento que é continuo ao parque urbano e funciona com um percurso que ao logo deste as pessoas observam os automóveis onde a sua independência não é comprometida, como se a loja fosse um percurso que não é interrompido onde privado e publico se cruzam.

O Núcleo

As habitações são módulos de 9 por 4 que se distribuem suspensos sobre o parque urbano manipulando a percepção daquele espaço e que se prolongam pela encosta como lombrigas que contém um percurso distribuidor as habitações e aos acessos urbanos. As habitações são elementos temporários que funcionam conforme as necessidades do ocupante, este pode transformar a habitação segundo a sua vontade, são elementos que na sua estrutura podem servir o ocupante temporário. O acesso do parque as habitações são feitos por túneis como um escape de um automóvel que faz a distribuição dos acessos as residências. O Negativo


PERSPECTIVAS


TEMA 3 _ UNIDADE HABITACIONAL


MEMóRIA DESCRITIVA Neste exercício é nos pedido para resolver duas tipologias que consistiam em T0 e T1. Deste modo essas tipologias foram ancoradas na estratégia urbana, onde foram posicionadas na encosta do terreno. Estas três filas de habitações são constituídas por estas tipologias. Constituindo assim nesta zona um universo habitacional, uma comunidade. O acesso a estes módulos é feito através de túneis que provem do parque urbano. Os módulos posicionados na encosta estão comprimidos por duas presenças muito fortes a vista sobre Monsanto e a encosta que possui uma marca importante pela sua materialidade e escala. Assim os módulos são confrontados com o gesto forte da encosta e necessitava de criar um gesto que permiti-se resolver esse problema. A solução recaiu para a estratégia de resolver independentemente cada elemento que compõe a unidade habitacional em que o elemento que os une é um fole que permite a flexibilidade de agarrar estes módulos e permitir a continuidade da encosta. O T0 é constituído por um modulo de entrada, pátio, quarto/sala, cozinha e casa de banho. Já o T1 é constituído com os mesmos módulos mas substituindo o quarto/sala por um modulo quarto e um modulo sala. Esta estrutura independente permite que as tipologias possam ser aumentadas adicionando módulos se assim o desejassem. Cada modulo possui características especificas em que as aberturas e os equipamentos são pensados na vivência daquele objecto.


PERSPECTIVA EXTERIOR T0


PERSPECTIVA INTERIORES T0


PERSPECTIVA EXTERIOR T1


PERSPECTIVAS INTERIORES T1


TEMA 4 _ LOFT PARA DITA VON TEESE


MEMÓRIA DESCRITIVA

- Conceito, Cliente, Programa Neste exercício é nos pedido um Loft para um cliente real, a Sr.a Dita Von Teese. Embora esta seja uma situação nova, é o caso mais concreto na vida de um arquitecto, pois praticamente tudo o que produz é para alguém especifico. É importante entender a personagem os seus gostos e o seu modo de vida, pois a base do meu projecto recaiu sobre a identidade, ou melhor a dupla identidade da cliente. Assim ao entender esse problema tento transferir esse universo para o projecto de arquitectura, onde o lado burlesque, artístico, pin-up da cliente entra em duelo com o lado mais misterioso, fetiche, sadomasoquista. Deste modo pretendo que o projecto contenha essa dualidade, esse opostos que convivem juntos numa realidade construída. É nos pedido para o Loft um espaço oculto e uma piscina, no qual eu reflecti como esses dois elementos distintos se podiam entregar na mesma estrutura e ao mesmo tempo que se colidem, permanecem juntos. Assim pensei na estrutura da ampulheta como um sistema que une dois universos distintos que filtram os seus elementos um para o outro.


ESTRATÉGIA

O Loft destinado a Dita von Teese encontra-se suspenso sobre o parque urbano, o mais próximo do estacionamento automóvel e o mais protegido a nível visual por entre as copas de arvore que se encontram no parque. O acesso a habitação é feito por um percurso privado que une o estacionamento a habitação e é paralelo ao acesso publico. O Loft funciona como uma ponte um elemento de travessia um corredor no qual se desenvolve a habitação. Assim como já referi anteriormente peguei no conceito e na estrutura da ampulheta e transferi para o objecto, assim a habitação desenvolve-se em dois momentos um o lado mais publico onde a piscina se encontra suspensa sobre este espaço e funciona como dialogo a esse momento. Por outro lado o outro momento refere-se ao lado intimo onde o espaço oculto encontra-se suspenso sobre este num dialogo constante. Assim a minha estrutura esta repartida em dois momentos que se encaixam numa única estrutura. Na parte publica encontramos a piscina sobre um espaço de estar, da sala e da cozinha que marcam diferentes momentos. No que toca ao mobiliário pedido encontramos o sofá Marshmallow a revestir o pavimento da sala de estar que se encontra mesmo de baixo da piscina, a mesa tulip e as cadeiras Eames na sala.


ESTRATÉGIA

No espaço privado encontramos a câmara oculta suspensa sobre o quarto da Dita Von Teese, ao quarto persegue a casa de banho privada e uma saída também privada da casa. No mobiliário temos as duas cadeiras Egg no espaço oculto e a fotografia Epiphany no vestiário oculto que se segue ao espaço oculto. A piscina funciona coberta ou aberta, onde quando esta se encontra aberta é possível percorrer toda a sua dimensão, mas quando esta se encontra fechada apenas se poderá percorrer parte dela. O espaço oculto aquando inutilizável encontra-se totalmente encerrado e suspenso, mas quando se quiser aceder a este a plataforma final rebate e serve de rampa ao espaço. As aberturas do objecto são desenhadas pelos contornos destes elementos.


PERSPECTIVAS EXTERIORES


PERSPECTIVAS INTERIORES



3ºano