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A MOBILIDADE DE ALUNOS NO DEMUA A. Gil Andrade-Campos Coordenador Departamental Erasmus DEMUA


Introdução Mobilidade? Erasmus+? Erasmus Mundus? Outros programas de mobilidades?


Introdução: Erasmus http://ec.europa.eu/education/lifelong-learning-programme/doc80_en.htm O Programa Erasmus é um subprograma do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida (PALV) e diz respeito ao Ensino Superior, bem como a educação e formação profissionais de nível superior, independentemente da duração do curso ou da qualificação, incluindo os estudos de doutoramento. Ao contrário dos programas precedentes, o programa Erasmus inclui agora a formação profissional de nível superior, tendo esta deixado de ser abrangida pelo programa Leonardo da Vinci. Pretende-se apoiar a criação de um Espaço Europeu do Ensino Superior e reforçar o contributo do Ensino Superior e do Ensino Profissional avançado para o processo de inovação. O Programa ERASMUS tem objectivos operacionais cuja prioridade é melhorar, reforçar e desenvolver: A mobilidade (incluindo a respectiva qualidade), que deverá atingir três milhões de pessoas até 2012; As acções de cooperação entre estabelecimentos de ensino superior e entre estes e as empresas em termos quantitativos (incluindo a respectiva qualidade); A transparência e a compatibilidade entre as qualificações obtidas; As práticas inovadoras e sua transferência entre países; O desenvolvimento de conteúdos, serviços, pedagogias e práticas inovadores, baseados nas TIC. Apoia as seguintes acções: A mobilidade de estudantes (estudos, formações ou estágios), do pessoal docente e de outro pessoal em estabelecimentos de ensino superior e de pessoal das empresas, para efeitos de ensino ou formação, os programas intensivos Erasmus organizados a nível multilateral, bem como a ajuda a estabelecimentos de origem e de acolhimento, tendo em vista garantir a qualidade da mobilidade. As acções de mobilidade representam, pelo menos, 80% do montante atribuído a este programa; Os projectos multilaterais centrados na inovação, na experimentação e no intercâmbio de boas práticas; As redes multilaterais, como as «redes temáticas Erasmus», geridas por consórcios de estabelecimentos de ensino superior e que representem uma disciplina ou um domínio interdisciplinar; As medidas de acompanhamento.


O que é fazer Erasmus? “Abrir os olhos!”


O que é fazer Erasmus? “Abrir os olhos!”


O que é fazer Erasmus? “Abrir os olhos!” “Ganhar cultura!” “Experiência de vida!” “Visitar outros lugares e pessoas!”


Parte I: Um pouco de hist贸ria


Quando se iniciou a mobilidade discente no DEMUA e qual a sua import창ncia?


Alunos do DEMUA em mobilidade Erasmus 1999/2000: 5 alunos  2000/2001: 6 alunos  2001/2002: 3 alunos  2002/2003: 8 alunos  2003/2004: 2 alunos  2004/2005: 2 alunos  2005/2006: 8 alunos  2006/2007: 7 alunos  2007/2008: 6 alunos  2008/2009: 12 alunos  2009/2010: 6 alunos  2010/2011: 9 alunos TOTAL: 74 alunos 


Quais os destinos ERASMUS favoritos?


Alunos do DEMUA em mobilidade Erasmus 

Itália: Pádua: 6 alunos  Génova: 5 alunos  Udine: 4 alunos  Bolonha: 4 alunos 

República Checa: 

Universidade Técnica de Ostrava: 16 alunos

Espanha: Universidade Politécnica da Catalunha: 4 alunos  Zamora/Salamanca: 2 alunos  Cartagena: 1 aluno 


Alunos do DEMUA em mobilidade Erasmus 

Polónia:  Wroclaw:

3 alunos  Krakow: 2 alunos 

Brasil, Universidade Federal de Stª Catarina (Eramus Mundus): 4 alunos Áustria:  Universidade

Técnica de Viena: 3 alunos  Universidade Técnica de Graz: 1 aluno


Alunos do DEMUA em mobilidade Erasmus     

 

Holanda, Delft: 3 alunos Finlândia, Tampere: 2 alunos Roménia, Iasi: 2 alunos Suécia, Estocolmo: 1 aluno Alemanha, Dortmund: 1 aluno França, Compiegne: 1 aluno Suíça, Zurique: 1 aluno


NĂşmero de vagas?


NĂşmero de vagas? Depende de ano para ano! Geralmente, para o MIEM,

+ou- 12 vagas


Parte II: Critérios de selecção de alunos Erasmus no DEMUA


Critérios de selecção 

Critérios mínimos de admissão (ver regulamento):  Estar

formalmente inscrito na Universidade de Aveiro enquanto perdurar a situação de mobilidade;  Nunca ter beneficiado de uma bolsa de mobilidade pela UA (…pode haver excepções no tipo de bolsas);  Ter sido pré-seleccionado pelo respectivo coordenador departamental de mobilidade  Satisfazer todos os requisitos específicos estabelecidos pela instituição de destino e pelas organizações promotoras das bolsas de mobilidade.


Critérios de selecção 

Critérios de admissão:  

 

Ter o 1º ano completo na data de candidatura Ter o 2º ano (quase) completo à data da partida para a universidade de destino Não ter desistido de algum programa de mobilidade no DEM

Critérios de seriação: 

    

Critério: ano de estudos em que o candidato se encontra inscrito (A) Critério: média obtida até à altura (M) Critério: número de ECTS obtidos até à data de candidatura (N) Critério: número de Ucs em atraso (Uatraso) Critério: número de matrículas (Nmat) Critério: Candidaturas efectuadas sem sucesso (C)


CritÊrios de selecção 

CritÊrios de seriação:    

 



CritĂŠrio: ano de estudos em que o candidato se encontra inscrito (A) CritĂŠrio: mĂŠdia obtida atĂŠ Ă altura (M) CritĂŠrio: nĂşmero de ECTS obtidos atĂŠ Ă  data de candidatura (E) CritĂŠrio: nĂşmero de Ucs em atraso (Uatraso) CritĂŠrio: nĂşmero de matrĂ­culas (Nmat) CritĂŠrio: Candidaturas efectuadas sem sucesso (C)

CĂĄlculo do critĂŠrio final (CF): đ??´âˆ’3 đ?‘€ đ?‘ˆatraso đ??¸ CF = 1 − + + 1− + 3 3 36 300 đ??ś 1 + 1 − đ??´ − đ?‘ mat + Ă— 2 6.5


Parte III: Practicalidades‌


Quais as vantagens de ir em Erasmus?


Quais as vantagens de ir em Erasmus? "Erasmus fez-me ver o que antes não conseguia, foram os melhores 4 meses da minha vida e felizmente ainda não acabaram! Festas, praias, calor...Vai e aproveita" - Diogo Lourenço – Patras - Grécia http://longedeaveiro. blogspot.com/

"A minha experiência Erasmus ainda está a meio mas estou desejoso de que a minha passagem por cá não acabe tão cedo. Acho que é uma oportunidade que nos é dada e que devemos todos aproveitá-la e tirar o maior proveito dela." - Daniel Lopes – Politecnico de Catalunha Espanha

"Uma oportunidade única que te marcará para toda a tua vida. É incrível como se conhece uma quantidade tão grande de culturas diferentes num curto espaço de tempo!" "Aproveita, vai e descobre, mas cuidado, porque depois vai ser difícil voltar!" - André Maia e Nuno Homem – Barcelona – Espanha


Quando devo ir em Erasmus?


Para onde devo ir em Erasmus?

http://www.ua.pt/gri/PageImage.aspx?id=9160


Para onde devo ir em Erasmus?


Por quanto tempo devo ir em Erasmus?


Quem quer ir?


Parte III: Processo e prĂŠ-candidatura


Overall picture?


Parte III: PrĂŠ-Candidatura


Como faço a minha pré-candidatura? 

A pré-candidatura permite ao aluno ser seleccionado para obter uma bolsa/contrato Erasmus; Como fazer uma pré-candidatura:  pré-candidatura

online no site do GRI (25 Fev.->13 Mar)

Nota: se o aluno for aceite, terá de fazer uma declaração de aceitação do resultado, de que aceita ir e que se desistir responsabiliza-se por todos os danos e custos financeiros e processuais.


Parte IV: Documentos (muito) relevantes


O que s茫o o Learning Agreement e o Contrato Pedag贸gico?


O que 茅 o Contrato Pedag贸gico?


O que é o Contrato Pedagógico?

O aluno tem a obrigação de preencher o contrato pedagógico preliminar.


O que é o Contrato Pedagógico?

 Disciplinas que iriam fazer na Universidade de Aveiro (UA) caso não fossem para Eramus  Obedece às mesmas regras da UA (nº de ECTS máximo, etc.)  Necessário estar inscrito na UA nestas disciplinas

 Códigos de cada disciplina (ver no PACO ou no plano curricular, http://www.mec.ua.pt/PageCourse.aspx?id=30&b=1&p=4)


O que é o Contrato Pedagógico?  Disciplinas que vão fazer na Universidade estrangeira para obter equivalência às da UA;  A listagem das disciplinas está na página online da Universidade estrangeira;  Número mínimo de ECTSs é de 24.;  É necessário coerência nesta escolha;  Colocar também o semestre de cada disciplina.

 Códigos de cada da Universidade estrangeira


O que é o Contrato Pedagógico? A escolha da disciplina correspondente na Universidade estrangeira deve respeitar os seguintes critérios: • Conteúdos similares; • Número de créditos semelhantes; Pode ser necessário obter aprovação de duas disciplinas para obter equivalência de uma só (ou o contrário).

A soma do número de ECTSs nas duas Universidades deve ser semelhante


O que é o Contrato Pedagógico?

O coordenador Erasmus irá verificar as opções dos alunos e dará (ou não) o seu aval. Também estará disponível para ajudar o aluno.

Quer o aluno quer o coordenador Erasmus departamental terão de assinar o documento


O que ĂŠ o Learning Agreement?


O que é o Learning Agreement? Este acordo contém as disciplinas que o aluno pretende fazer na Instituição estrangeira (IE) Este documento é assinado por: -Coord. Erasmus (UA) -Coord. GRI da UA -Coord. Eramus (IE) -Coord. GRI (IE)


O que é o Learning Agreement? Os alunos devem obter um número de 60 créditos ECTS por um período de um ano (ou 30 por semestre) O valor mínimo de créditos ECTS é de 24 por semestre A inscrição na disciplina de língua estrangeira (foreign language) é aconselhada!


É possível alterar o Learning Agreement/Contrato Pedagógico?


É possível alterar o Learning Agreement/Contrato Pedagógico?

Sim! Está prevista a possibilidade do estudante alterar o seu acordo de aprendizagem ECTS (LA) original, ou assim que chegue à instituição de acolhimento, por foças de circunstâncias não previstas, tais como: • Sobreposição de horários • Inexequibilidade das disciplinas escolhidas; • Alteração do plano curricular; • Etc.


É possível alterar o Learning Agreement/Contrato Pedagógico? Para alterar o LA, o estudantes deve usar o documento Changes to the Original Learning Agreement (página 2), dispondo de 30 dias a contar com a data de chegada à instituição de acolhimento para o envio do documento à UA. Este documento (adenda ao LA) deve constar apenas as unid. Cuuriculares que serão alteradas (eliminadas e adicionadas). O coordenador da mobilidade departamental tem de estar de acordo com esta alteração! O contrato pedagógico também deve ser alterado e enviado ao coordenador.


Como sĂŁo dadas as equivalĂŞncias?


Como são dadas as equivalências? 

A UA compromete-se a garantir o pleno reconhecimento académico aos créditos obtidos no estrangeiro. No entanto, o contrato de estudos (“ECTS Learning Agreement”) não define as equivalências que serão concedidas ao estudante no fim da mobilidade. Então como é que são estabelecidas as equivalências para as quais o estudante tem direito? A UA adoptou um instrumento interno de planeamento de equivalências para os programas de mobilidade como ERASMUS. Este instrumento chama-se o “Contrato Pedagógico”, no qual, antes do início do período de estudos, o estudante e o coordenador departamental ERASMUS acordam um plano de equivalências. O número global de créditos ECTS obtidos na instituição de acolhimento deve ser obrigatoriamente igual ao número de créditos ECTS concedidos no plano de estudos do estudante na UA.


Como são dadas as equivalências? 

As classificações obtidas também obtêm equivalências; No entanto, devido à alteração de escala de classificações e aspectos relacionados com a exigência é utilizada a Tabela de Conversão de Notas de acordo com o Sistema Europeu de Transferência de Créditos (ECTS)


Como são dadas as equivalências? Tabela de Conversão de Notas de acordo com o ECTS ECTS P D B DK FIN GR BG I IRL NL N A S CH E CZ PO

Fail 0-9 5 0-9 0-5 7-9 1-4 fail 0-17 fail 1-5 4.01-6 5 underkant 40-4.9 0-49 0-2.75

sufficient 10-11 4 10 6 10 5 third pass 18-24 pass 6 3.26-5 4 godkant 4 5-5.5 50-63 3-3.25

satisfactory 12-14 3 11-13 7 12 6 lower 2nd 25-26 3rd 6.5-7 2.51-3.25 4 godkant 4.5 6-7 64-79 3.5-5

Good 15-16 2 14-16 8-9 14 7 upper 2nd 27-29 2nd/II 7.5-8 1.51-2.5 3 val godkant 5 7.5-8 80-89 4.25-4.5

Very Good 17 1 17-18 10-11 16 8-9 1 30 2nd/I 8.5 1-1.5 2 velgodkant 5.5 8.5 90-93 4.75

Excellent 18-20 1 19-20 12-13 16 10 1 30 lode I 9-10 1.5 1 velgodkant 6 9-10 94-100 5-5.5


Como são dadas as equivalências? Tabela de Conversão de Notas de acordo com o ECTS

ECTS P D B DK FIN GR BG I IRL NL N A S CH E CZ PO

Fail 0-9 5 0-9 0-5 7-9 1-4 fail 0-17 fail 1-5 4.01-6 5 underkant 40-4.9 0-49 0-2.75

sufficient satisfactory Good Very Good Excellent 10-11 12-14 15-16 17 18-20 4 3 2 1 1 10 11-13 14-16 17-18 19-20 6 7 8-9 10-11 12-13 10 12 14 16 16 5 6 7 8-9 10 third pass lower 2nd upper 2nd 1 1 18-24 25-26 27-29 30 30 lode pass 3rd 2nd/II 2nd/I I 6 6.5-7 7.5-8 8.5 9-10 3.26-5 2.51-3.25 1.51-2.5 1-1.5 1.5 4 4 3 2 1 godkant godkant val godkant velgodkant velgodkant 4 4.5 5 5.5 6 5-5.5 6-7 7.5-8 8.5 9-10 50-63 64-79 80-89 90-93 94-100 3-3.25 3.5-5 4.25-4.5 4.75 5-5.5


Parte V: Procedimentos e datas


Procedimentos e datas [Dez-Fev]

Período de Pré-candidatura no DEM e no GRI

[Mar-Abril]

Divulgação da lista dos alunos seleccionados

[Abril-Jun]

Recepção de e-mail pelo GRI para (i) candidatura à Instituição estrangeira; (ii) entrega de documentos (LA, Contrato Pedagógico, BI, Assistência na saúde, etc.). Após recepção de email, tem-se geralmente 3-5 dias úteis para a entrega e assinatura. (iii) Candidatura à bolsa de mobilidade.

[Jul]

Divulgação dos resultados à bolsa de mobilidade.


Procedimentos e datas [Ago-Set]

Partida para instituição estrangeira (EI). Logo que cheguem, é obrigatório ir ao GRI da IE (entrega das declarações de presença).

[Set-Jun]

Estadia e (muito) estudo na IE. Envio do Changes to the LA & Contrato pedagógico actualizado ao Coordenador.

[Jun-Jul-Ago] Chegada à UA. Logo que cheguem devem ir ao GRI (entregar documentos como, por exemplo, o Transcript of Records). [Jul-Set]

O coordenador Erasmus do Departamento envia as equivalências para os serviços Académicos.


O e-mail a receber pelo GRI toma a seguinte forma:

Procedimentos


O e-mail a receber pelo GRI toma a seguinte forma:

Procedimentos


Procedimentos Muitas vezes as instituições estrangeiras mandam informações úteis:


Parte VI: Documentos Actuais


Parte VI: Documentos Actuais Os documentos mais importantes encontram-se na pรกgina do GRI: http://www.ua.pt/gri/


Parte VII: Preparação Linguística Todos os estudantes têm pelo menos uma de entre três formas de acesso ao apoio linguístico: 1. ERASMUS Intensive Language Courses (EILC) 2. Preparação Linguística na Instituição de Acolhimento 3. Cursos intensivos de preparação linguística em Aveiro


Parte VIII: Alunos de Ph.D. Aplica-se o mesmo procedimento dos alunos de Licenciatura e Mestrado. No entanto, muitas vezes estes alunos nĂŁo necessitam de financiamento (e poderĂŁo ser supra-numerĂĄrios).


A MOBILIDADE DE DOCENTES NO DEMUA A. Gil Andrade-Campos Coordenador Departamental Erasmus DEMUA


Parte I: Mobilidade de docentes para miss천es de ensino


Parte I: Mobilidade de docentes para missões de ensino A mobilidade de docentes entre instituições de ensino superior europeias é incentivada através da concessão de apoio financeiro comunitário para a realização de missões de ensino no âmbito do programa ERASMUS. As missões têm normalmente a duração de uma semana (ou um mínimo de 5 horas de aulas ).


Quem pode participar? 

São elegíveis para as missões de curta duração Erasmus professores que participem num programa de mobilidade de docentes aprovado ao abrigo de um acordo bilateral Erasmus previamente assinado pela Universidade de Aveiro (UA) e por um estabelecimento parceiro estrangeiro. Os professores têm de ser funcionários da UA.

O estatuto de docente Erasmus é exclusivamente reservado às seguintes pessoas:  Nacionais de um Estado-Membro da União Europeia ou de outro país participante no programa ERASMUS  Indivíduos oficialmente reconhecidos por Portugal como refugiados, apátridas ou residentes permanentes.


Candidaturas Enviar ao Gabinete de Relações Internacionais (ou ao coordenador departamental), pelo menos um mês antes da viagem, os seguintes documentos: 

Formulário de candidatura

O "programa de ensino"

Cópia do BI


Formulรกrio de candidatura


Programa de ensino


Valores de bolsa (e.g. 2011) As bolsas ERASMUS destinam-se a cobrir os custos adicionais da mobilidade, isto ĂŠ, as despesas resultantes de um Ă­ndice de custo de vida mais elevado no paĂ­s de acolhimento. As bolsas de mobilidade nĂŁo se destinam a cobrir integralmente despesas referentes ao ensino no estrangeiro.


Critérios de selecção 

Na selecção dos docentes, a UA considera como prioritárias as actividades de mobilidade que contribuam para a consolidação e desenvolvimento das ligações entre departamentos e faculdades e para a preparação de futuros projectos de cooperação entre as universidades parceiras e que sejam objecto de acordo prévio entre a UA e o estabelecimento parceiro. Para assegurar a participação de um maior número de docentes e de pessoal, será dada prioridade a docentes e a pessoal que acedam à mobilidade pela primeira vez.


DĂšVIDAS (FAQS) A. Gil Andrade-Campos Coordenador Departamental Erasmus DEMUA


Tenho que pagar propinas na UA e na Universidade de acolhimento? R: O aluno apenas tem de pagar propinas na UA dentro dos prazos estipulados pelos serviços acadÊmicos. Se estiver no estrangeiro, outra pessoa pode dirigir-se à UA e pagar as propinas por si (ou pagå-las por multibanco).


Devo matricular-me na UA mesmo indo para o estrangeiro? R: Sim. Deve-se inscrever normalmente nos serviços académicos (através do Paco, nos prazos estabelecidos). As disciplinas em que se inscreve devem incluir as disciplinas que constam no seu contrato pedagógico (ou seja, as disciplinas que iria frequentar se ficasse na UA). Se não se inscreve nestas disciplinas não será possível lançar as notas (equivalências) no final do seu intercâmbio. Quando chegar à instituição de acolhimento tem de se inscrever nas disciplinas constantes do seu ECTS Learning Agreement. Compete aos serviços de apoio ao aluno internacional da universidade de acolhimento informá-lo sobre como proceder à inscrição.


Um aluno que participe no programa Erasmus recebe sempre bolsa? R: Não. A UA recebe a quantia a atribuir aos alunos Erasmus da Agência Nacional Sócrates e Leonardo da Vinci. A UA distribui a quantia pelos alunos mas alguns podem não receber bolsa.


A bolsa é mensal? R: Não. A bolsa é paga de uma só vez (depósito em conta bancária).


Como vou encontrar alojamento no país de acolhimento? R: Cabe ao aluno procurar informações na página internet da universidade de acolhimento sobre o alojamento. Muitas universidades dispõem de residências para estudantes, mas não garantem que haja lugar para todos os alunos Erasmus. Assim, o aluno deve procurar no site da universidade em causa se existe algum formulário específico de candidatura a alojamento e entregá-lo no GRI antes do final do prazo indicado no mesmo site. Em muitas universidades existe também um aluno local que ajuda o aluno internacional a encontrar alojamento.


O que é o ECTS? R: O ECTS (European Credit Transfer System) ou Sistema Europeu de Transferência de Créditos, consiste na possibilidade de os estudos efectuados no estrangeiro serem reconhecidos na universidade de origem. A cada disciplina corresponde um número de créditos específico. Se o aluno fizer intercâmbio apenas no 1º semestre, deve obter no mínimo 30 créditos. Se fizer intercâmbio o ano inteiro, deve obter no mínimo 60 créditos. O aluno não tem de fazer o mesmo número de disciplinas que faria na UA, deve, sim, de obter sensivelmente 30 ou 60 créditos.


Como devo escolher as disciplinas a frequentar no estrangeiro? R: O aluno deve escolher as disciplinas em conjunto com o coordenador Erasmus do seu departamento. O aluno pode sugerir ao coordenador as disciplinas a frequentar, mas terå de ter sempre a aceitação do coordenador.


Como preparo a minha viagem? R: Cabe ao aluno organizar a sua viagem, marcandoa com antecedência de acordo com as datas que a universidade de acolhimento marca para a recepção aos alunos Erasmus. O GRI não é responsável pela marcação das viagens dos alunos.


Não tenho conhecimentos da língua do país de acolhimento. O que fazer? R: Todos os estudantes têm pelo menos uma entre 3 formas de acesso ao apoio linguístico: 1. ERASMUS Intensive Language Courses (EILC) Estes cursos, que duram no mínimo 4 semanas, têm lugar no país de acolhimento (nem sempre na universidade de acolhimento) antes do início do período de estudos. Os EILC são organizados apenas em países onde a língua em causa é uma das menos utilizadas ou ensinadas na União Europeia. Não haverá lugar a pagamento de taxas de inscrição ou de frequência. 2. Preparação Linguística na Instituição de Acolhimento Existem instituições de acolhimento que implementam uma política de apoio linguístico gratuito a estudantes estrangeiros. A duração e datas destes cursos são divulgadas pelas instituições. Os cursos podem ter lugar antes do início do período lectivo normal (pelo que o estudante terá que se deslocar ao estrangeiro com a devida antecedência para poder frequentar os cursos) ou durante o semestre lectivo. 3. Cursos intensivos de preparação linguística em Aveiro Os estudantes que comprovem que não são abrangidos pelas duas situações acima referidas, e apenas estes, poderão eventualmente ter acesso a um curso intensivo de preparação linguística numa instituição de ensino de línguas em Aveiro. Os cursos não implicam custos de inscrição ou frequência ao estudante e caberá ao GRI comunicar os detalhes da organização destes cursos, aos estudantes seleccionados. Os cursos decorrerão nos meses de Julho e Agosto de 2008(previsão). As línguas ministradas são apenas o inglês, francês, alemão e espanhol. Os alunos que queiram frequentar cursos de línguas que não as acima referidas, têm de optar por uma das opções anteriores (1 e 2).


E se depois da minha chegada à universidade de acolhimento decidir alterar o meu plano de estudos? Posso fazê-lo? Como? R: Sim, pode. O procedimento para alterar o plano de estudos inscrito no ECTS Learning Agreement é o seguinte: a) contactar o coordenador departamental da instituição de acolhimento para ver se a proposta de alteração é viável; b) b) contactar o coordenador departamental da UA para verificar se a proposta de alteração é viável; c) preencher as alterações na página do ECTS Learning Agreement com o título: “Changes to the original proposed learning agreement”; d) deve indicar apenas as disciplinas que vão sair do ECTS original (seguido por uma cruz na caixa “deleted courses”), inscrever as disciplinas novas que escolheu (seguido por uma cruz na caixa “added courses”); e) preencher um novo contrato pedagógico de acordo com as alterações efectuadas ao Learning Agreement (imprimir o contrato pedagógico do site do GRI www.ua.pt/gri ); f) assinar os dois documentos e enviá-los por correio normal para o GRI (morada). A alteração ao Learning Agreement original deve ser feita até 15 dias após o início das aulas na instituição de acolhimento.


Fui seleccionado para frequentar o 1º semestre no estrangeiro. E se quiser prolongar a minha estadia por mais um semestre? R: O período de estudos/estágio ERASMUS poderá ser prolongado, desde que previamente acordado entre a UA e a instituição de Acolhimento. Nestes casos os seguintes princípios devem ser respeitados:  o contrato de estudos deve ser modificado antes do final do período de estudos em curso;  o período de prolongamento deve seguir imediatamente, e sem qualquer interrupção, ao período de estudos em curso (ou seja, se o estudante efectuar intercâmbio no 2º semestre não pode pedir prolongamento);  não são permitidos períodos de estudo/estágio ERASMUS, com ou sem prolongamento, com uma duração superior a um ano académico e/ou que ultrapassem o período de elegibilidade contratual fixado a 30 de Setembro do ano em causa;  se for o caso, a Universidade de Aveiro poderá eventualmente atribuir uma bolsa suplementar, que pode ou não corresponder ao número de meses de prolongamento, e emitir o respectivo recibo.

Mobilidades Erasmus DEM-UA 2015  
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