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LITURGIA

é trazido para o presente, dentro de

Cristo nos é comunicado em alimen-

toda a criação, que vem de um Deus-

Nós nos tornamos participantes

é comunicado o penhor da futura

da vida e a busca da convivência

nossa atualidade, no aqui e agora. deste acontecimento importante,

graças à ação ritual, simbólica, que

to, o espírito é repleto de graça e nos glória” (SC, n. 47).

-comunhão, que deseja a promoção

pacífica entre todos (cf. DGAE 15-17).

evoca esse fato. Na missa, fazemos

O sentido de comunhão é estar em

“Tomai e comei, tomai e bebei”

de sua morte e ressurreição à qual

da da vida pessoal, de fé, perceber

É um convite universal à participa-

profunda comunhão com a comuni-

nas à assembleia presente. “Felizes

memória da última ceia de Jesus e essa ceia se refere. O que Jesus fez

na última ceia, Ele o faz de novo com o seu povo reunido: toma o pão e o vinho, dá graças...

O sentido do banquete ou ceia fraterna

“A Eucaristia é o memorial de sua

morte e ressurreição, sacramento de

piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que

comunhão com a Igreja, na caminhaque sua ação evangelizadora exige

dade eclesial. O testemunho de cada pessoa é essencialmente comunitário. O próprio Jesus enviou seus discípulos “dois a dois” (Lc 10,1).

A comunhão fraterna é o ideal da comunidade cristã, que deseja ser ‘um só coração e uma só alma’ (At 4,32).

Viver a comunhão, numa comunida-

de, é também sentir-se solidário com

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REVISTA PANORAMA

ção na Ceia do Senhor e não apeos convidados para as bodas do

cordeiro” (Ap 19, 9): proclama que

a comunidade participa da Ceia do Céu e que a comunhão no Corpo

e Sangue de Cristo une as pessoas a toda a Igreja de todos os lugares e de todos os tempos, realiza a “Comunhão dos Santos”.

Revista Panorama - Maio 2018  
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