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Paróquia Nossa Ano VI - Edição nº 57 - Março de 2013

Senhora Aparecida Distribuição Gratuita - Mensal

Jardim São Paulo

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3 JMJ - É agora! A Juventude Quer Viver

4 Cidadania e Igreja - V Carta do Papa Bento XVI

5 A Criação Revisitada na Liturgia do Sábado Santo

6 Aconteceu

7 Batizados Aniversariantes


Despachante JARDIM SÃO PAULO *Assessoria de Despachos *Licenciamento *Renovação de C.N.H. (11) 2971-0550 (11) 2283-4694 *Serviços Junto ao Detran

Editorial

Paulo - Gisele

Uma Igreja Fundada na Palavra

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Caros paroquianos e amigos, paz e bem a todos!

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Estamos vivendo o tempo quaresmal, tão propício às reflexões da caminhada cristã, dentro e fora da Igreja. Igreja fundada na Palavra de Deus, edificada na fé dos apóstolos, legítimos sucessores de Pedro. Desde o dia 11 de fevereiro, quando o Santo Padre anunciou sua renúncia para o fim do mesmo mês, uma série de questionamentos foram feitos à Igreja, bem como centenas de declarações sem fundamentos tomaram conta do mundo, especialmente o virtual. Pessoas que jamais tinham se preocupado com a história e o andamento da Igreja, muitas que até se dizem católicas, mas nunca assumiram nada, nem sequer a presença na missa dominical, agora se aproveitam dessa realidade para falar às apalpadelas. O Papa, com a humildade digna de um grande apóstolo de Jesus Cristo, entendeu que era o momento de entregar a Barca de Pedro para que outro a conduzisse.

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Vontade de continuar com seu testemunho, certamente, nunca lhe faltou, porém, nem sempre a vontade é o bastante. É preciso unir a isso bom vigor físico e mental, o que já não eram características de sua pessoa, como bem explicou. Para os fiéis é sempre uma expectativa acompanhada de uma ansiedade para saber quem será o

próximo e se haverá mudanças, afinal, alguns sempre ficarão insatisfeitos com qualquer tipo de governo. Mas isso não é tão espantoso assim, visto que a humanidade sempre fará questionamentos a respeito das mais diversas situações e, em se falando de religião, mais ainda. E até entendo, embora não concorde com tudo, mas o que não aceito é que queiram que o chefe maior da Igreja Católica tome atitudes e decisões que vão de encontro com o Evangelho. Este não há como mudar. Tem que ser aquilo e pronto! A igreja deu, dá e sempre dará continuidade à ação evangelizadora de Jesus, que sempre colocou no centro de sua catequese a vida de cada pessoa e, principalmente, uma vida incapaz de se defender das mazelas do próprio homem. Portanto, gente, não devemos imaginar e achar que a Igreja vai fazer casamento entre pessoas do mesmo sexo, ou vai concordar com aborto (mesmo em caso de estupro) porque isso é contra o Evangelho. Não tem como mudar! É preciso entender. Caros amigos, como irmãos da mesma fé e sem tantos questionamentos, principalmente quando estes não nos fazem crescer e tão pouco a Igreja, deixo aqui meus votos de uma boa caminhada neste ano da fé, em comunhão com a juventude, no sentido de cada vez mais mostrarmos a força como comunidade reunida em Jesus Cristo e na comunhão com o Espírito Santo. Padre Toninho - pároco

Expediente Diretor espiritual: Pe. Toninho|Secretaria: Cleonice|Pastoral da Comunicação: Andrezza Tronco, Daniel de Paiva Cazzoli, Márcia Chequer Greppi Pellegrini, Luiz Carlos Spera, Valquíria Beltramini, Francisco Santos, Carlos Perpétuo Firmino|Projeto Gráfico: Valquíria Beltramini|Contribuição: Carlos Perpétuo Firmino, Márcia Chequer Greppi Pellegrini, Clemente Raphael Mahl, Andrezza Tronco, Luiz Garcia, Túlio Tito Pellegrini, Osvaldo F. de Benedictis. Revisão das matérias: Daniel de Paiva Cazzoli|Rua Parque Domingos Luiz, 273 - Jd. São Paulo - tel: 2979-9270 |Site: www.nsaparecidajsp. com.br| E-mail: informativonsaparecida@yahoo.com.br|Twitter: @nsaparecidajsp


JMJ-É agora!

A Juventude Quer Viver

Senhor, Do alto do Corcovado, abençoai os jovens reunidos nesta Baía da Guanabara, por Vossa Graça transformada agora em espaço celestial.

Texto para Campanha da Fraternidade 2013

É a Jornada Mundial da Juventude, um grande movimento imaterial mas de ardente amor a Deus. As novas gerações prometem a partir desta missão, superar a fé de seus antepassados e, por isso, num alegre festival clamam em coro: “Jesus, eu estou aqui!” De volta a seus lares poderão, sem dúvida, confirmar esta peregrinação levando, com as bênçãos de Bento XVI, a luz dos evangelhos entre familiares, amigos e a todos que anseiam por palavras de salvação. Com Vossos braços abertos, acolhei-os ó Mestre enquanto, lá do alto dos céus, a Estrela de Nazaré promete: “Fazei tudo o que Ele vos disser” e eu estarei sempre convosco. Osvaldo F. de Benedictis

Com surgimento durante o Concílio Vaticano II, a campanha da fraternidade é anual e tem início na Quaresma, manifesta-se através da evangelização libertadora, clama a renovar a vida da Igreja, a transformar a sociedade e cuida de temas específicos tratados à luz dos ensinamentos bíblicos. O tema juventude já foi foco da campanha da fraternidade em 1992 e hoje volta a ser tema em um momento em que a juventude brasileira passa por diversos atentados contra sua dignidade, sendo o ataque mais gritante contra a vida. As estatísticas¹ mostram que a violência se transformou em uma das principais causas de morte de jovens. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, 16 crianças e adolescentes brasileiros morrem em média por dia, vítimas de homicídios. Jovens com idades entre 15 e 18 anos representam 86,35% dessas vítimas. Enquanto a taxa de mortalidade por homicídios de adolescentes está em torno de 35 por 100 mil habitantes, a da população em geral encontra-se em 27 por 100 mil, segundo dados do Datasus. Por outro lado, de acordo com o Ilanud (Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente), o percentual de jovens com idade inferior a 18 anos que comete atos infracionais é de menos de 1% da população total nessa faixa etária. No universo de crimes praticados no Brasil, os delitos cometidos por adolescentes não chegam a 10%. (¹ Site do Ministério Público do Paraná). “O jovem não pode ser suspeito pelo fato de ser negro. Isso é um absurdo e nós sabemos que acontece com muita frequência” - Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Em 2010, 26,4 mil jovens morreram por causa da violência. Destes, 19,8 mil são negros. Já é  notório que boa parte dessa violência contra a juventude é resultado da ação policial, e o alvo principal desses atentados contra a vida da juventude brasileira é, sobretudo, do sexo masculino, pelo preconceito aplicado aos pobres e pelo racismo contra os negros. Sabemos que

não é essa a função policial, e também temos pleno entendimento de que basta mobilização e vontade política para o enfrentamento ao triste papel que os órgãos de segurança pública vêm cumprindo. Da observação dos dados estatísticos, pode-se tirar a conclusão de que, mesmo não existindo a pena de morte no Brasil, os órgãos de segurança pública se tornam algozes dos jovens, sobretudo de negros e pobres, transformando o poder de coerção do estado em mero servo das elites e protetores das camadas médias, construindo muros em torno das classes entendidas como perigosas. As polícias podem ser órgãos democráticos, que defendem direitos e liberdades, reparando e prevenindo injustiças e violações, em benefício dos direitos do cidadão e da disseminação dos princípios de igualdade. Torna-se dever da Igreja Católica olhar pelos jovens e pressionar as esferas de governo responsáveis pela polícia a darem um basta definitivo neste genocídio. Conforme dita o catecismo da Igreja Católica, "a vida humana é sagrada porque desde sua origem ela encerra a ação criadora de Deus e permanece para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim. Só Deus é o dono da vida, do começo ao fim; ninguém, em nenhuma circunstância, pode reivindicar para si o direito de destruir um ser humano.”. Segundo o Mapa da Violência 2011, o número de homicídios contra jovens brancos caiu 30% nos últimos anos, enquanto cresceu 13% o percentual de jovens negros assassinados. A participação policial² no número de mortes vem crescendo – no primeiro trimestre de 2012 a polícia do Estado de São Paulo foi responsável por nada menos do que 20% dos homicídios da capital.(² http://www.gtjuventudenossasp.wordpress.com) Essa campanha da fraternidade deverá agir sobretudo no sentido de buscar a paz, pois o respeito e o desenvolvimento da vida humana exigem isso, e para tanto é necessário o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos, além da prática assídua da fraternidade. Que a ação católica pela juventude nessa campanha consiga dar um basta a esse genocídio! Túlio Tito Pellegrini


Cidadania e Igreja - V A proclamação da proximidade do Reino de Deus, feita por Jesus, como, por exemplo, em Mc 1,15, vinha acompanhada de uma recomendação: arrependei-vos! Essa afirmação contrastava com as esperanças que certas lideranças judaicas tinham a respeito do Messias: segundo eles o Reino de Deus se contrapõe ao domínio estrangeiro em Israel. É importante frisar que os judeus estavam sob o poder romano, assim como, em séculos precedentes, tinham sido subjugados por outras nações. Para as lideranças religiosas, a expectativa residia em que, devido à infidelidade de Israel, o Reino de Deus visível se afastara, ficara oculto. A condição fundamental para o restabelecimento do Reino consistia no retorno da obediência à Lei mosaica.

tiva: a chamada esperança apocalíptica, segundo a qual o tempo presente é irremediavelmente mau e, portanto, a salvação se encontra fora dele; o tempo presente tem que passar a fim de que aconteça o Reino de Deus. O Reino de Deus pregado por Jesus não coincide com nenhuma dessas três correntes. Não está centrado exclusivamente no comportamento das pessoas, nem apresenta um Jesus político, libertador do povo de Israel; tampouco está submetido totalmente à Lei, como o apóstolo Paulo afirma: “Agora, porém, independentemente da Lei, se manifestou a justiça de Deus, testemunhada pela Lei e pelos Profetas, justiça de Deus que opera pela fé em Jesus Cristo, em favor de todos os que creem...” (Rm 3, 21-22a). O Reino

pregado por Jesus não exige que acabe o tempo presente Havia, ainda, uma outra expecta- para que ele seja estabele-

Caríssimos Irmãos,

convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste acto, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice. Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus. Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013. Papa Bento XVI

cido. O Reino de Deus é uma dádiva divina e já irrompeu em meio ao tempo presente. “O Reino de Deus já está no meio de vós” (Lc 17,20s).

Portanto, o novo tempo não vem somente depois do fim do velho; pelo contrário, ele já começou, enquanto o velho continua existindo. Assim, o comportamento adequado agora não é esperar pelo Reino de Deus, mas apropriar-se dele e deixar-se envolver por ele. Esta visão do Reino se configura na chamada “boa nova”, cuja compreensão julgo essencial para dar continuidade ao tema central que me propus a apresentar neste sequência de artigos. Continuaremos no próximo número. Luiz Garcia luizgcgarcia@bol.com.br


A Criação Revisitada na Liturgia do Sábado Santo “No princípio, Deus criou o céu e a terra. A terra estava deserta e vazia” (Gn 1,1). A terra, uma vez criada, mas deserta e vazia com que se parecia? Com um grande útero a ser fecundado. E ao ser fecundado, deu-se à luz a luz; porém, sem que se exterminasse a escuridão, o seu inverso. A luz ora espargia sua claridade, ora a ocultava como se preciso fosse dar-lhe uma pausa, um descanso. O grande útero-terra também acolheu as águas. Águas suspensas nas nuvens e as águas correntes dos rios e das inumeráveis cascatas se abrindo quais véus translúcidos em alturas variadas até se derramarem nos vales à sua espera, ao som de um estrondo peculiar e continuado a fazer eco manso nos ouvidos atentos da natureza. O útero da mãe-terra também acolheu ordenadamente o chão seco, bem como as águas denominadas “mar” (v.10). E o útero-terra, sempre receptivo, ainda ficou muito mais bonito com relva abundante e árvores de muitas espécies, grande número delas frutíferas para satisfação do paladar humano e de animais. A luz “começou a existir” (v.3) já anteriormente e agora se tornou ainda mais intensa com as estrelas, o sol e a lua, enfim, astros e planetas. “Deus fez os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para regular o dia, o luzeiro menor para regular a noite” (Gn 1,16). Outro movimento de pulcritude ímpar dessa gestação da terra foi quando os pássaros tomaram conta do firmamento e os peixes deram início ao viver garbosamente em seu próprio habitat fazendo parte do conteúdo das águas. A terra, mãe fértil e amorosa, também gestou animais domésticos e selvagens. A terra fê-la fecundada o Criador. Os seres todos que nela se abrigam evoluem, mas no comando de tudo, o que possibilita a evolução, está Alguém inteligente ao extremo, que extravasa seu amor para que todos os outros seres participem desse amor-criador de Deus, alguns pelo seu simples existir, outros pelo seu querer, pelo

seu crer, pelo seu esperar e pelo seu bem-querer. O crer e o esperar dão um sabor imenso ao existir humano, mas terão “vida” enquanto tiver vida o ser humano. Depois cessarão e darão lugar só ao bem-querer. O bem-querer por parte do humano se derramará por inteiro no bem-querer da infinitude e da totalidade de Deus (Cf. 1Cor 13). Será “um incessante mergulhar na vastidão do ser, ao mesmo tempo que ficamos simplesmente inundados de alegria. Assim o exprime Jesus, no Evangelho de João: “Eu hei de vê-los de novo; e o coração de vocês se alegrará e ninguém lhes poderá tirar a alegria” (16,22). Devemos olhar neste sentido, se quisermos entender o que visa a esperança cristã, o que esperamos da fé, do nosso estar em Cristo” (Bento XVI, Spe salvi, Paulinas, 2007, n.12). Deus, pois, criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança, isto é, segundo o modelo que era ele mesmo: inteligente, dotado de vontade, de liberdade e de amor sem limite. Deus, sem dúvida, inspirou o seu discípulo João, que tão bem captou quem era Ele, Deus, e que o definiu assim: “Deus é amor”; externando o raciocínio de modo mais completo disse: “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (1Jo 4,8). Ser semelhante a Deus quer dizer que a semelhança não é simples concretização a partir de um molde e pronto; mas quer dizer que a semelhança é algo que tem de ser uma

conquista, uma criação também e se é criação virá igualmente, um “sétimo dia”. Será, então, semelhança trabalhada e aperfeiçoada a vida inteira (se a imagem assim o quiser). Ah, feliz o ser humano que tiver determinação na fé e no amor para se aproximar cada vez mais de Deus. Mais próximo é: mais nitidez de imagem, mais semelhança. Deus ficou feliz com a sua criação. Sempre ele viu que tudo o que havia feito era bom e quando fez o ser humano “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo era muito bom” (Gn 1,31). O texto bíblico, aqui, acrescenta o advérbio de intensidade “muito” que infla determinantemente o adjetivo “bom”. Agora vem o desfecho bíblico que nos interessa. Já é o capítulo 2 do Gênesis: “No sétimo dia, Deus terminou todo o trabalho que havia feito; e no sétimo dia ele descansou de todo seu trabalho. Deus então abençoou o sétimo dia, e o declarou santo, pois foi nesse dia que Deus cessou todo o seu trabalho como criador”. O livro do Gênesis, inspirado por Deus e elaborado pelos sacerdotes durante o exílio na Babilônia entre 586 e 538 a.C. nos transmite alguns pontos essenciais: que Deus é único e que é Criador; que o ser humano é ser de destaque entre todos os seres criados; que a vida se divide entre trabalho e descanso. “No sétimo dia Deus descansou de todo seu trabalho” – diz o texto. Curioso: a inspiração do próprio Deus faz o escritor sagrado (o hagiógrafo) dizer o que convém ao próprio ser humano, isto é, que trabalhe por seis dias e que no sétimo dia descanse. Isso porque, em verdade, Deus não precisa do trabalho nem desse descanso e sim o ser humano. Clemente Raphael Mahl


Aconteceu Quarta-feira de Cinzas

Missa comemorativa do 7o. ano de sacerd贸cio do Padre Toninho

Festa comemorativa do 7o. ano de sacerd贸cio do Padre Toninho


Segundo Dia de Formação Carta Pastoral de Dom Odilo

Primeiro Dia de Formação Carta Pastoral de Dom Odilo

Batizados

Fevereiro de 2013 Ana Monteiro Vicari Fabia Moana Metne Elias Flavia Alina Metne Elias Lorena Alves Lopes Matheus Dengucho Ferreira Gomes Murilo Alves Lopes

Aniversariantes 03 Sueli Benito Martins 03 Ricky Jonathan Leite Izidro 04 Manuel de Oliveira Correia 05 Zenaide Dos Santos S. Tokubo 06 Ana Fabiana Almeida cabral 06 Audemir Sampaio 07 Maria Vitoria Molento Pontes 10 Celeste Conceição P. Tecedor 10 Carlos Alberto Lopes 12 Mercia D.B.Cantazaro 12 Elaine Cristina de Freitas 13 Debora Regina Dutra 13 Rosangela Aparecida G. Batista 14 Elvira da Cruz Pinto Bertolo 14 Thierry Alves Ferreira 15 Rosilda Leite Alves Izidro 16 Angelita G. do Nascimento 16 Monica Lopes 17 Maria Aparecida G. Sani 17 Nancy Rosa Lima Borges 18 Abel Joaquim Fernandes 18 Nilza Pereira Louro Ferreira 18 Henrique Spatuzzi 20 Clayton Luciano Romano 20 Irene Lazzarini Coelho 20 Patricia R. de Campos 21 Lucila Aparecida Coelho Papa 25 Cynthia Rinaldi Bardella 25 Maria Aparecida M.F. Gondo 27 Alberto Borges 28 André Kimura Firmino 29 Aldo Borelli 30 Maria Aparecida de M. Porfírio


Missas

Atividades da comunidade

Segunda-Feira - 15h (com novena pelas almas) Terça-Feira - 20h Quinta-Feira - 20h Sexta-Feira - 8h Sábado - 17h Domingo - 8h/10h/19h

Confissões

Terça e sexta-feira, das 10h às 11h30. Caso haja necessidade de outro horário, agendar na secretaria.

Confissões Comunitárias para a Páscoa às 20h 18/03 - Paróquia Santa Luzia 19/03 - Paróquia Santa Teresinha 20/03 - Paróquia N. Sra. da Salette 21/03 - Paróquia N. Sra. Aparecida 22/03 - Paróquia Santana

Dia

3ª feira sábado

Adultos Crisma Pequeninos do Senhor Perseverança (crianças que já tenham feito a 1ª eucaristia) Reunião da Idade de Ouro Inscrição para o Batismo Reunião da legião de Maria Recitação de mil ave-marias

5ª feira sábado sábado 5ª feira domingo domingos

Retiro das Pastorais

08h às 18h

Acad. da Policia

3

dom

Missa Apostolado da Oração

08h

Paróquia

4

seg

Reunião - Batismo

20h30

Salão

Reunião Geral do Clero

09h

Cúria

5

ter

Entrega das Cestas - "Dia das mulheres"

14h00

Sede

6

qua

Reunião mensal – Apostolado da Oração

15h

Salão

Reunião da Comissão de Presbíteros

09h

Cúria

sex

sáb

10 dom 11 12

seg ter

sáb

14h às 17h 14h30 às 16h30

5ª feira 15h às 16h30 segunda 5ª 8h feira do mês

Grupo de oração

3ª feira

20h às 22h

Intercessão

4ª feira

20h

Missa do Sagrado Coração de Jesus e adoração Adoração Eucarística com novena do Santíssimo

primeira 6ª 15h feira do mês 5ª feira 18h45-20h

Missa em louvor à N. Sra. Aparecida

dia 12 de cada mês

20h

Terço

4ª feira

15h

17 dom

19 23

Atendimento social da paróquia - Centro Comunitário

Paróquia

sáb

16 5ª feira 5ª feira

15h

2

8

9h às 10h30 14h30 às 16h 9h às 10h30 14h30 às 16h 9h às 10h30 10h30 às 12h 20h 14h30 14h30 19h 10h 9h às 10h

Local

sex

Atividades regulares da paróquia 2ª feira

Hor.

1

9

Catequese

Atividade Hora Santa e Missa dos Enfermos

ter

Missa de abert. das aulas A definir da Esc. de Evangel. C.R.P. - RESA

09h às 11h

C.F. Frei Galvão

Reunião – Liturgia

10h

Salão

Formação sobre o Ano da Fé

14h às 16h

Salão

Almoço - Ministros

12h

Salão

Início das aulas na Escola de Evangelização

-

C.F. Frei Galvão

C.P.S.

20h

Salão

Missa em ação de graças à N. S. Aparecida

20h

Paróquia

Encontro Arquidiocesano de coordenações

08h30

A definir

Reunião com os pais das crianças da catequese

10h

Salão

Reunião – Ministros

10h

Salão

Reunião – Coroinhas

10h30

Sal. de Cateq.

Preparação de Pais e Padrinhos

13h às 17h

Salão

Acolhida dos pais e crianças da nova turma da catequese

17h

Sal. de Cateq.

Partilha do Dízimo

Missa

Paróquia

Partilha do Dízimo

Missa

Paróquia

Cerimônia do Batismo

11h30

Paróquia

Porco no rolete

12h30

Salão

Eleição de nova diretoria – C. Comunitário

15h

C. Comunit.

São José, Missa

20h

Paróquia

sáb Atividade Externa - Crisma a definir

24 dom

Dia Mundial da Juventude Coleta da Campanha da Fraternidade

Bazar permanente

3ª e 5ª feira

9h às11h

25

seg

Anunciação do Senhor 

Clube das mães

3ª feira

13h30 às 16h30

26

ter

Reunião mensal - Saúde

15h

Salão

Plantão social

3ª feira

9h30 às 16h30

27

qua

Reunião – Apostolado da Oração - Setor Santana

15h

Paróq. Santana


Jornal - Março 2013