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Ano VI - Edição nº 59 - Maio de 2013 - Distribuição Gratuita - Mensal

Paróquia Nossa

Senhora Aparecida Jardim São Paulo

“E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.” (Lucas 1, 42) 2 Editorial 3 Palavra do Bispo 4 Cidadania e Igreja

5 @Pontifex_pt / Aniversariantes 6 Aconteceu / Batizados 8 Missas e atividades da comunidade


Editorial “Tudo que Deus fez, viu que era bom!” Dia desses fui interrogado por alguém que não pertence a minha comunidade, que me fez uma pergunta um tanto quanto curiosa. Foi preciso rezar bastante para tentar responder e fazer com que ela vivesse melhor a sua fé.

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A pessoa me contou de sua vida, suas cruzes, inclusive seus “espinhos na carne”, como diz o Apóstolo Paulo. Estava meio decepcionada com tudo, inclusive com Deus, porque, chorando, chegou a dizer que Ele tinha errado ao colocá-la no mundo.

Disse-me que já esteve nos Estados Unidos para tentar uma cirurgia de mudança de sexo, mas veio à tona a questão da fé. E foi daí que surgiu a dúvida se Deus a perdoaria por mudar o que Ele tinha feito, ou se ela estaria aprimorando a obra Dele.

A partir daí se desenvolveu toda nossa conversa, aliás, foi quase uma discussão, saudável, é claro. Tive que me aprofundar na Palavra para explicar mas, mesmo assim, acho que não a convenci, embora, segundo ela, tenha saído mais “leve”.

Bem, comecei mostrando a Palavra e dizendo que Deus não erra. Nosso Deus é perfeito (Cf. Mt 5,48). Impossível Deus cometer erro, pois Sua Sabedoria é invencível.

Ela disse que não estava feliz com sua estrutura física, não gostava do que era. Não sei se me fiz entender, por isso repito com outras palavras. A pessoa não estava contente com a sua sexualidade, nasceu com um sexo, mas gostaria de ter outro e insistia em dizer que Deus, ao criá-la, errou porque ela não se sentia feliz com o corpo que tinha e sofria muito por causa disso. Além do preconceito da sociedade, ela não conseguia organizar sua vida, porque internamente se sentia outra pessoa (conflito interno).

Falei também que situações como essa podem acontecer, a partir de um histórico de vida e fatos que, na infância, contribuíram para que algo assim se desenvolvesse. Deus não é culpado pelos nossos desencontros, são percalços da própria missão. Tudo que Deus fez, viu que era muito bom (Gn 1,32) e, assim, não faria alguém para se sentir inteiramente insatisfeito, infeliz com sua estrutura. Na verdade, uma grande missão foi dada a ela. E, portanto, era preciso tirar forças da Palavra para superar qualquer fraqueza e buscar a felicidade com tudo que ela era.

O aprimoramento da obra salvífica de Deus não acontece quando queremos solucionar apenas nossos próprios problemas, mas quando trabalhamos em prol do Reino, como um todo, inclusive sofrendo algum tipo de martírio e aceitando o que somos e o que temos. Por fim, orientei-a a buscar e consultar um profissional da área, já que sua estima estava destruída. Não é possível amar a Deus sem amar o próximo e, para amar o outro, é necessário amar a si mesmo, antes de tudo. Só assim se sentiria amada e importante para Deus. Queridos, Deus tem algo para nós e não pode ser nada ruim. Porque Ele é bom. Talvez a vida que vivemos não seja a que gostaríamos de ter, mas é preciso enfrentá-la com fé e coragem. MINHA BÊNÇÃO PARA TODOS. Padre Toninho – Pároco

"...nasceu com um sexo, mas gostaria de ter outro..."

Expediente Diretor espiritual: Pe. Toninho / Secretaria: Cleonice Pastoral da Comunicação: Andrezza Tronco, Daniel de Paiva Cazzoli, Márcia Chequer Greppi Pellegrini, Luiz Carlos Spera, Valquíria Beltramini, Francisco Santos, Carlos Perpétuo Firmino Projeto Gráfico: Valquíria Beltramini Contribuição: Clemente Raphael Mahl, Luiz Garcia, Carlos Perpétuo Firmino, Márcia Chequer Greppi Pellegrini, Carlos Petrachini. Revisão das matérias: Daniel de Paiva Cazzoli Rua Parque Domingos Luiz, 273 Jd. São Paulo - tel. 2979-9270 www.nsaparecidajsp.com.br / informativonsaparecida@yahoo.com.br / Twitter: @nsaparecidajsp facebook.com/nsaparecidajsp


Palavra do Bispo Dom Sergio de Deus Borges Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Região Santana

À Mãe de Deus, «nossa mãe na fé» (cf. Lc 1,45) No mês de abril, tive a graça de permanecer dez dias na cidade de Aparecida e concelebrar, todos os dias, a Santa Missa na casa da Mãe Aparecida; também no final da tarde, após as reuniões da Assembleia dos Bispos, fazia a visita individual para rezar junto à imagem de Nossa Senhora Aparecida. O amor e devoção à Virgem Maria adquiri quando ainda era criança, junto à minha família, porque via meu pai, minha mãe e meus irmãos rezando e, em alguns dias da semana, rezávamos juntos o terço. Meus pais realizaram com muito carinho e responsabilidade a missão própria dos pais em uma família católica: ensinar e viver a fé católica. Foi, portanto, na família que aprendi, junto com meus irmãos, a honrar a Virgem Maria, mulher de fé, temente a Deus, ouvinte da Palavra, Mãe do Senhor Jesus e intercessora de todos nós. Nos dias que passei em Aparecida, aproveitei - também - para refletir, a partir da Palavra de Deus, sobre a fé que sustentou a missão de Nossa Senhora como esposa e mãe. O caminho de fé da Santíssima Virgem compreendeu muitos momentos de alegria: “Pela fé, Maria acolheu a palavra do Anjo e acreditou no anúncio de que seria Mãe de Deus na obediência da sua dedicação (cf. Lc 1,38). Ao visitar Isabel, elevou o seu cântico de louvor ao Altíssimo pelas maravilhas que realizava em quantos a Ele se confiavam (cf. Lc1,46-55). Com alegria e trepidação, deu à luz o seu Filho Unigênito, mantendo intacta a sua virgindade (cf. Lc 2,6-7)” (Porta Fidei, 13). Mas o caminho de fé de Nossa Senhora não foi marcado somente pela alegria, uma

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vez que, seus momentos difíceis foram muitos: “Confiando em José, seu Esposo, levou Jesus para o Egito a fim de O salvar da perseguição de Herodes (cf. Mt 2, 13-15). Com a mesma fé, seguiu o Senhor na sua pregação, permanecendo a seu lado mesmo no Calvário. Com fé, Maria saboreou os frutos da Ressurreição de Jesus e, conservando no coração a memória de tudo (cf. Lc 2, 19.51), transmitiu-a aos Doze reunidos com Ela no Cenáculo para receberem o Espírito Santo (cf. At 1,14; 2,1-4) (Cf. Porta Fidei, 13). Nesses momentos difíceis e, às vezes, obscuros Nossa Senhora não desfaleceu, como se Deus não estivesse mais ao seu lado e não ouvisse suas preces; ela, nos momentos de escuridão, a partir da Palavra de Deus que lhe fora anunciada, aprendeu a não viver na superficialidade, mas compreendeu, pela FÉ, como Deus estava sempre a seu lado, amparando aqueles que Nele confiam. Nosso caminho de fé não é muito diferente: temos momentos de grande alegria e entusiasmo, onde sentimos uma presença confortante de Deus; mas, infelizmente, temos momentos difíceis quando parece que perdemos o chão, que somos tomados por grande escuridão e que, por isso, não há futuro. Nessas horas, devemos olhar para a fé da Virgem Maria e professar, novamente, nossa fé na presença segura do Senhor Jesus ao nosso lado. Olhei para a Virgem Maria, rezei a seus pés à luz da Palavra de Deus e fui fortalecido em minha fé católica. Neste mês de maio, dedicado à Virgem Mãe, vamos olhar para a boa Mãe, através da Palavra de Deus ou da imagem em Aparecida ou na Paróquia, no quarto de nossa casa ou na pequena imagem ou medalha que carregamos conosco, para que, revigorados na fé, testemunhemos o quanto Deus nos ama em seu Filho amado: Voltemos para Ele o nosso coração e sejamos agradecidos por nos ter dado tão boa mãe.

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Cidadania e Igreja - VI Luiz Garcia luizgcgarcia@bol.com.br

Nos artigos precedentes, ficou dito que o conceito de nação está assentado na convicção que têm os cidadãos de um território em que se estabeleceram, de um querer viver coletivo, além de outras afinidades como tradição, língua, costumes etc. É tendo a consciência de sua nacionalidade que a coletividade se firma como um organismo ou agrupamento.

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Referimo-nos em seguida ao Reino de Deus, afirmando que ele é uma dádiva divina e já irrompeu em meio ao tempo presente, conforme afirma o evangelista¹, e não algo futuro, irrealizável no mundo atual.

cidadãos e as realizam em nome da Igreja, juntamente com os pastores”.

Observem que meu intuito é demonstrar que há uma afinidade entre os conceitos de nação e Igreja. Vejamos: todo reino é constituído de uma nação politicamente organizada, através de seus membros. No caso do Reino de Deus, também há uma organização: Deus é o Senhor e seus fiéis seguidores, o Povo de Deus. Fiéis seguidores são, por

Prosseguindo, a Gaudium et Spes especifica: “Cada uma em seu próprio

Como se pode inferir, o título desta sequência de artigos, Cidadania e Igreja, faz sentido.

campo, a comunidade política e a Igreja, são independentes e autônomas uma da outra. Ambas, porém, embora por título diferente, estão a serviço da vocação pessoal e social dos mesmos homens. Tanto mais eficazmente execu-

extensão, cidadãos do Reino de tarão para o bem de todos este serviço, quanto melhor cultivarem entre si a sã Deus.

O Concílio Vaticano II afirma²: “Principalmente onde vigora a sociedade pluralística, é de grande importância que se tenha a conveniente consideração da relação entre a comunidade política e a Igreja: claramente se distinga entre as atividades que os fiéis, isoladamente ou em grupos, guiados pela consciência cristã, executam em seu nome como

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cooperação...”.

No próximo artigo continuarei abordando a responsabilidade que nos cabe como cidadãos e membros da Igreja. 1 Lc 17,20 ss 2 Const.”Gaudium et Spes, nº 458, Ed.Vozes, 26ª edição.


@Pontifex_pt Você sabia que o Papa Francisco vem utilizando com frequência o Twitter? Veja, a seguir, algumas das mensagens que o Santo Padre postou nestes quase dois meses à frente de nossa Igreja: É importante, neste período de crise, que cada um não se feche em si mesmo, mas se abra com solicitude ao outro. Cada um de nós cultiva no coração o desejo do amor, da verdade, da vida… e Jesus é tudo isto em plenitude! A entrada na glória de Deus exige a fidelidade quotidiana à sua vontade, mesmo quando requer sacrifícios. A Ascensão de Jesus aos céus indica, não a sua ausência, mas que Ele vive no nosso meio de um modo novo, junto de cada um de nós. Deus nos ama. Não devemos ter medo de amá-lo. A fé se professa com a boca e com o coração, com a palavra e com o amor.

Aniversariantes 03 Maria Angelica Amorim 03 Shigueko O. Nakano 05 Carlos Tavares Coutinho 05 Creusa Soares Barbosa 05 Maria da Conceição Silva 05 Nelson de Oliveira Júlio 06 Margarida Migliari Dutra 06 Raimunda Duarte Dias 07 Francesco Sciacovelli 07 Irma Dimbeiro 11 Daniel de Paiva Cazzoli 11 Vivia Dias Teixeira 12 Jaucilene Maria Alves 16 Enza Paola Vatiero 16 Levi Alves Carvalho Filho 17 Ernesto Pascual Quispe Mamani 17 Maria Paione Bernardo 17 Mônica Adriana N. Lavorini 19 Aisha Alves Ferreira 19 Marcia Marcelina de Carvalho 20 Celia Regina Seabra da Costa 21 Ana Silvia A. Nascimento Martins 21 Ubaldo Antônio de Abreu 22 Conceição Aparecida Dias 22 Ester Rodrigues 23 Eliane Palhares Sergio 24 Aurora da Conceição Jacob 25 Albina Ferreira Dell’Abbadia 26 Elza Ferreira Antão Bodenmuller 27 Lucélia Berthier Gomes 28 Rita Maria de Melo Trinconi 29 Marcia Chequer Greppi 29 Maria Ignes P. Silveira Pi etscher 30 Eleni da Silva Teixeira 30 Maria Aparecida C. Marques 31 Tullia Giuliana Maria Tabazin

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Aconteceu Projeto Alecrim Dourado - 20/04/2013

Domingo Jovem - 21/04/2013

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Batizados Abril de 2013

Guilherme Abranches Benini Joaquim Francisco Hilario Alvarenga LetĂ­cia Miranda Gouveia Luiza Takaki Gomes Manuela Corigliano Rios


Chance, possibilidade, probabilidade

Leia com atenção estas manchetes: “É iminente a chance de guerra entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos ”. Meu comentário: que bom! Faz tempo que os Estados Unidos não entram numa guerra pra valer! “São Paulo tem chance de temporais ainda nesta semana”. Meu comentário: Ora. Que caiam logo todos os temporais que têm que cair e que depois tenhamos tempo bom por longo período. “O menino que engoliu veneno para matar ratos, tem grande chance de morrer”. Meu comentário: É! É melhor ele morrer mesmo. Ninguém gosta dele. Ele é terrível! Que me sejam perdoados os sarcasmos, pois, ninguém em sã consciência, desejoso de paz, quer a guerra no extremo oriente. Nenhum paulistano quer que mais temporais desabem sobre a nossa megalópole. Que me sinta livre desse horroroso pecado de desejar a morte do menino, por mais desordeiro que ele seja. Sou da paz! Sou inteiramente a favor da vida, embora, na verdade, as manchetes sugiram que hão de sobrevir desgraças (sinais de morte). Sabe por quê? Por uma questão de gramática e de lógica da língua portuguesa. (Acredite! A língua, em sua estrutu-

Possibilidade

ra, também tem uma lógica). Porque, a bem da verdade, ao se usar o termo chance, segundo a lógica da nossa língua, espera-se sempre algo positivo como consequência. (Infelizmente, repórteres e jornalistas, nem sempre estão atentos a essa questão). Efeito positivo é o que sugere o termo chance. E guerra, tempestades, morte, evidentemente, não são realidades positivas. Mas agora veja o lado positivo: “O motociclista se feriu gravemente no acidente, mas tem grande chance de recuperação”. “São Paulo tem chance de melhorar seu transporte público”. No terceiro exemplo acima “O menino que engoliu veneno para matar ratos, tem grande chance de morrer”, como que digo então? “O menino que engoliu o veneno para matar ratos, corre grande perigo de morrer” ou “tem pouca probabilidade de sobreviver”.

Podem ocorrer casos duvidosos, isto é, casos que dependem do desejo de quem fala. Exemplos: “Hoje há grande chance de chover”, isto é, você está esperando e torcendo que chova (o aspecto positivo). A estiagem já foi longa demais. Ou então, você não quer que chova. Chover mais, seria algo negativo no seu modo de ver. Nesse caso, diga: “Hoje há a possibilidade de chover de novo”. Ou ainda: o tempo está muito ameaçador, carrancudo. Então, diga: “Hoje há grande probabilidade de chover”. Isto mesmo: chance = espera-se um resultado positivo, desejado (sempre). Possibilidade = fica-se indiferente diante da consequência negativa ou positiva. Espera-se, simplesmente, aquilo que pode ou não acontecer. Probabilidade = Algo mais do que possível. Algo bem provável de

Probabilidade

Clemente Raphael Mahl rafaeli@uol.com.br

acontecer. O que se tem como quase certo que aconteça. Algo bem próximo de acontecer. Em nenhuma chave bíblica encontrei qualquer um dos três substantivos: chance, possibilidade, probabilidade. Já o adjetivo possível marca presença por diversas vezes. Cito três passagens: Pai, se possível, afasta de mim este cálice (Mt 26,39). Para Deus tudo é possível (Mc 10,27). Se possível, no que depender de vocês, alimentem a paz para com todos (Rm 12,18).

Chance

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Missas Segunda-Feira - 15h (com novena pelas almas) Terça-Feira - 20h Quinta-Feira - 20h Sexta-Feira - 8h Sábado - 17h Domingo - 8h/10h/19h

Confissões

Atividades da comunidade Dia

sáb

dom

7

ter

5ª feira sábado

9h às 10h30 14h30 às 16h 9h às 10h30 14h30 às 16h 9h às 10h30 10h30 às 12h 20h 14h30

Crisma

domingo 5ª feira

8h 19h

Pequeninos do Senhor

domingo

10h

12 dom

Perseverança (crianças que já tenham feito a 1ª eucaristia)

domingos

9h às 10h

13

Reunião da Idade de Ouro

5ª feira

14h às 17h

Inscrição para o Batismo

5ª feira

14h30 às 16h30

Reunião da legião de Maria

5ª feira

15h às 16h30

Recitação de mil ave-marias

segunda 5ª feira do mês

8h

Grupo de oração

3ª feira

20h às 22h

Intercessão

4ª feira

20h

Missa do Sagrado Coração de Jesus e adoração

primeira 6ª feira do mês

15h

Adoração Eucarística com novena do Santíssimo

5ª feira

18h45-20h

Missa em louvor à N. Sra. Aparecida

dia 12 de cada mês

20h

28

Terço

4ª feira

15h

Adultos

8

11

qua

sáb

3ª e 5ª feira

9h às11h

Clube das mães

3ª feira

13h30 às 16h30

Plantão social

3ª feira

9h30 às 16h30

Hora Santa e Missa Apostolado da Oração

15h

Paróquia

Reunião - Coroinhas

10h30

Sala de Catequese

Formação sobre o Ano da Fé

14h-16h

Salão Paroquial

Missa - Apostolado da Oração

8h

Paróquia

112a Romaria da Arquidiocese à Aparecida

9h

Aparecida

Entrega das cestas - "Dia das Mães"

14h

Centro Comunitário

Reunião mensal Apostolado da Oração

15h

Salão

Bingo - ECC

14h

Salão

Reunião - Ministros

10h

Salão

Reunião - Liturgia

15h

Salão

CRP

9h

Centro Pastoral

Ascensão do Senhor, Solenidade / Dia das Mães

18

seg

sáb

19 dom

Semana de oração pela unidade dos Cristãos (até 19/05) Reunião - Batismo

20h30

Salão

Reunião - Coroinhas

10h30

Sala de Catequese

Visita à Fazenda da Esperança - Jovens

Dia todo

Partilha do Dízimo

Missa

Paróquia

Partilha do Dízimo

Missa

Paróquia

Almoço Árabe

12h30

Salão

Pentecostes, Solenidade

20

seg

C.P.S.

20h

Salão

22

qua

Pós-Encontro de Casais

20h30

Salão

Preparação de Pais e Padrinhos

13h-17h

Salão

25

sáb

26 dom

Reunião com pais e 10h30 crianças da catequese 2013

Salão

Cerimônia do Batismo

11h30

Paróquia

ter

Reunião mensal - Saúde

15h

Salão

29

qua

Reunião - Apostolado da Oração - Setor Santana

15h

Paróquia Santana

30

qui

Procissão Arquidiocesana

9h

Catedral da Sé

Corpus Christi

18h

Paróquia

31

sex

Visitação de Nossa Senhora - Encerramento do mês Mariano

20h

Paróquia

Atendimento social da paróquia - Centro Comunitário Bazar permanente

Catedral da Sé

sex

Atividades regulares da paróquia

sábado

9h

3

5

3ª feira

Local

qua Dia do trabalhador - Missa

4

2ª feira

Hor.

1

Terça e sexta-feira, das 10h às 11h30. Caso haja necessidade de outro horário, agendar na secretaria.

Catequese

Atividade

Jornal - Maio 2013  

Informativo da Paróquia Nossa Senhora Aparecida do jardim São Paulo. #NSAparecidaJSP