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Paróquia Nossa

Senhora Aparecida Jardim São Paulo

Ano VI - Edição nº 61 - Julho de 2013 - Distribuição Gratuita - Mensal

Semana Missionária Arquidiocese de São Paulo PROGRAMAÇÃO REGIÃO SANTANA Celebração Eucarística, tendas e apresentações musicais e artísticas Quando Sexta-feira, 19 de julho 14h00 – Acolhida Banda da PJ 15h00 – Abertura Oficial 15h15 – Banda Dom 16h00 – Apresentação de dança 16h15 – Banda Anjos da Vida

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17h00 - Apresentação de dança 17h15 – Equipe de Animação 17h30 – Momento de Espiritualidade 18h00 – Celebração Eucarística Onde Parque da Juventude

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Portão 1 - Avenida Zaki Narchi, 1309 Portão 2 – Avenida Cruzeiro do Sul, 2500

Papa Francisco

De 23 a 28 de julho

2 Editorial 3 Palavra do Bispo 4 Cidadania e Igreja 4 Moral - Regras e Normas do Comportamento Humano 6 Aconteceu 8 Missas 8 Atividades 8 Aniversariantes


Editorial Padre Toninho Pároco

Jovens, a vida na fé é um grande tesouro Caros irmãos, a paz de Deus habite em vossos corações! Chegamos ao mês das férias e, neste ano, elas têm um sentido e um ingrediente especial, porque acontecerá, a partir da segunda quinzena, a jornada mundial da juventude, precedida pela semana missionária. A juventude, esperança do país, precisa calçar as sandálias da fé, para conquistar aquilo que almeja e se aproximar mais de Deus, que tem uma grande missão para ela. Fazer uma profunda experiência com Jesus Cristo deve ser um desejo de todo jovem.

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A Igreja está preocupada com o rumo que nossos jovens estão tomando. Enquanto praças, ruas, baladas ficam lotadas de jovens, nossas paróquias e encontros são representados por uma minoria. Dessa minoria muitos são empurrados pelos pais, que por sua vez, também em grande parte, não assumem sua fé. Este encontro do Papa com esses jovens é, na verdade, um grande despertar para que entendam que a vida na fé é um grande tesouro e deve ser alimentada pela Eucaristia e a comunhão com os irmãos na comunidade. Queremos ver os jovens assumindo sua fé, sem medo e

sem vergonha de dizer que são católicos. Queremos motivá-los a assumir compromisso, sem preguiça e sem as tradicionais desculpas que não têm tempo, que precisam descansar nos fins de semana, porque tiveram uma semana cheia.

pelo pão que se perde, mas sim pelo Pão que dura para sempre.

Não devemos trocar a fé por nada, pois seremos justificados por ela. Além do mais, não adianta viver falando que tem fé, se nunca tem atitudes condizentes com Na verdade, quando faze- ela. A fé pressupõe compromos muitas coisas na sema- misso. na, mas não fazemos nada pela fé, ela se torna vazia de Meus caros paroquianos, Deus, pois é Ele que conduz antes de falar que temos fé, cuidemos para ver se não nosso dia a dia. estamos trocando as missas Escuta-se de muitos pais este pela praia do final de semamesmo discurso. Parece que na, pelas viagens ou chácaas coisas materiais são mais ras. Não devemos deixar de importantes do que as espi- lado o nosso lazer, mas ta o rituais. E para se eximirem de que o nosso descanso, aliás, qualquer culpa, querem que é Nele que descansamos, a Igreja se organize para fa- porque é Ele nossa força e cilitar as coisas no sentido de proteção. não exigir nada deles. Boas férias! Ao que parece, a base fa- Padre Toninho - pároco miliar tem orientado de forma equivocada. O discurso deve ser feito no sentido de conscientizar os filhos a trabalharem pela fé. Afinal, como diz o Evangelho, não devemos trabalhar somente

Expediente Diretor espiritual: Pe. Toninho / Secretaria: Cleonice Pastoral da Comunicação: Andrezza Tronco, Daniel de Paiva Cazzoli, Márcia Chequer Greppi Pellegrini, Luiz Carlos Spera, Valquíria Beltramini, Francisco Santos, Carlos Perpétuo Firmino Projeto Gráfico: Valquíria Beltramini Contribuição: Carlos Perpétuo Firmino, Márcia Chequer Greppi Pellegrini, Andrezza Tronco, Carlos Petrachini, Luiz Garcia, Victor Antonio Isaac Tronco Revisão das matérias: Daniel de Paiva Cazzoli Rua Parque Domingos Luiz, 273 Jd. São Paulo - tel. 2979-9270 www.nsaparecidajsp.com.br / informativonsaparecida@yahoo.com.br / Twitter: @nsaparecidajsp facebook.com/nsaparecidajsp


Palavra do Bispo Dom Sergio de Deus Borges Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Região Santana

Uma Jornada contínua! Há mais de um ano, nossas comunidades se preparam para o grande evento eclesial com o Papa, no Brasil: a Jornada Mundial da Juventude. Estamos no mês da Jornada; alguns representantes das comunidades irão ao Rio de Janeiro e partilharão a fé com o Papa Francisco. É um orgulho e uma grande alegria que jovens das comunidades possam encontrar-se com o Santo Padre, principalmente porque as comunidades se empenharam e muito trabalharam para possibilitar este encontro. Os atos preparativos da Jornada, principalmente a preparação da semana missionária, fizeram com que as forças vivas das comunidades se voltassem para os jovens. Esse espaço que foi dado a eles, nas comunidades, não pode desaparecer, como se agora – com a celebração da semana missionária e da jornada – a comunidade pudesse voltar ao seu jeito normal de ser com os jovens. Com certeza, esse modo de pensar e agir não pode ser aceito em nenhuma comunidade, pastoral ou associação em comunhão com a Igreja Católica em São Paulo. O jeito normal de ser de uma comunidade, de uma paróquia é caminhando e apoiando os jovens, uma vez que se trata de uma opção da Igreja no Brasil e da Arquidiocese, como determina o 11º Plano de Ação Pastoral na 6ª urgência, com estas palavras: A Arquidiocese quer renovar a opção afetiva e efetiva de toda a Igreja pela juventude. Para que tal urgência se realize nas comunidades e aconteça uma opção afetiva e efetiva pelos jovens será necessário, em primeiro lugar, acreditar na sua fé: os integrantes da geração internet não parecem dispostos a abandonar a fé; eles acreditam

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em Deus e buscam o sagrado. Gostam das atividades religiosas que valorizam o simbólico e o afetivo, que levam à experiência de vida, ao senso de aventura, de originalidade, de experiência com o mistério (CF 2013, 55). Em segundo lugar devemos acreditar e investir nas potencialidades dos jovens, porque eles querem participar das atividades da Igreja, por isso nós devemos proporcionar essa participação, seja na liturgia, na catequese, em conselhos, nas pastorais e outras atividades. Eles se envolvem como missionários quando são chamados e veem a autenticidade e comprometimento de todos. Os jovens demonstram amar Jesus Cristo, não temendo o sacrifício nem a entrega da própria vida (CF 2013, 56). Nessa renovada compreensão da missão de toda a Igreja, a semana missionária e a Jornada não são o fim de uma caminhada ou de um projeto específico com a juventude, mas são grandes celebrações de uma Igreja inteiramente comprometida com o presente e o futuro da fé das novas gerações, de uma Igreja decididamente missionária, que testemunha o amor de Jesus a cada jovem e coloca toda a sua estrutura à disposição dos jovens para que possam enamorar-se de Jesus e corresponder ao Seu Amor.

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Cidadania e Igreja - VII

Victor Antonio Isaac Tronco

Luiz Garcia luizgcgarcia@bol.com.br

Começo este sétimo artigo citando o Concílio Vaticano II: “Não se salva contudo, embora incorporado à Igreja, aquele que, não perseverando na caridade, permanece no seio da Igreja ‘com o corpo’, mas não ‘com o coração’”. Acrescento, em seguida, trecho referido no artigo anterior, isto é, política e a Igreja, embora independentes e autônomas, estão a serviço da vocação pessoal e social dos homens. Tudo isto, dito a título de introdução e sob um olhar reflexivo a respeito dos problemas do mundo contemporâneo, leva-nos à exigência de promover mudanças.

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Sem medo de errar é correto e, portanto, exigido afirmar que o termo mudança, no sentido aqui empregado, pode ser substituído por evangelização. Essa evangelização precisa ser proclamada, antes de tudo, pelo testemunho. O cristão deve demonstrar a sua fé e sua esperança em valores que estão para além dos valores correntes; deve manifestar capacidade de compreensão e de acolhimento a tudo aquilo que é nobre e bom, a sua comunhão de vida e de destino com os demais, de modo simples e espontâneo. Afirmações ou opiniões suas suscitarão perguntas do tipo: por que é que eles são assim? Por que é que eles vivem daquela maneira? O que é, ou quem é que os inspira? Por que é que eles estão conosco? Isto deve nos impelir a injetar o Evangelho como força de transformação do mundo. Segundo avalio, o leigo é fundamental neste tipo de caminhada da Igreja. Explico-me: enfrentamos

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MORAL

situações como a propagação do consumo e, não raro, até de tráfico de drogas dentro de nossas próprias famílias! Questões relacionadas a preferências sexuais espúrias, à corrupção, à violência, ao aviltamento do valor da pessoa, à aparente dicotomia entre valores religiosos e científicos, além de outros, são noticiadas diuturnamente. Os caminhos prioritários da Igreja propostos pelo Concílio não são os de simplesmente julgar, mas salvar. O campo próprio da atividade evangelizadora leiga é o meio em que estamos inseridos: o mundo vasto e complicado da política, da realidade social e da economia, da cultura, das ciências e das artes, da vida internacional, dos "mass media", da família, da educação das crianças e dos adolescentes, do trabalho profissional e do sofrimento. Não poderíamos avançar neste caminho sem contar com nossos pastores, preparados para oferecer e analisar propostas e implementar correções à luz do Magistério, sob a ação discreta do Espírito Santo. Juntos e revalorizados, certamente encontraremos meios para que o Reino seja anunciado e a Igreja implantada no meio do mundo. Const.Dogmática Lumen Gentium, Cap.II: O Povo de Deus, nº 39. Exortação Apostólica Evangelli Nuntiandi

Para falar de Regras e Normas do Comportamento Humano, entramos em um vasto campo do saber, que engloba diversas ciências do conhecimento humano, advindo seus ramos do Direito, da Religiosidade e da Moral. Etimologicamente a palavra moral tem origem no latim "moralis", que significa "costume" ou "hábito". Alguns dicionários definem Moral como conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, outros, como éticas de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar; quer para grupos ou pessoa determinada. Melhor entendido, são as regras estabelecidas por um povo e aceitas pelos povos durante determinados períodos de tempo de seu convívio. No campo do Direito e Moral podemos dizer que em nosso dia a dia “nem todas as regras Morais são regras Jurídicas”. Uma possível semelhança entre Direito e Moral são formas de controle social. A vida social só é possível uma vez presentes regras determinadas para o procedimento dos homens. Essas regras, de cunho ético, emanam da Moral e do Direito, que procuram ditar como deve ser o comportamento de cada um. Sendo ambos – Moral e Direito – repositórios de normas de conduta, evidentemente apresentam um campo em comum. Assim sendo, definiríamos o Direito e a Moral por um único círculo, já que é comum o campo de ação de ambos. Mas todas as normas jurídicas estão contidas no Plano Moral? Não. Ações existem, de fato, que interes-


Regras e Normas do Comportamento Humano

sam apenas ao Direito, como ocorre, por exemplo, com as formalidades de um titulo de crédito. Finalmente, outras existem que ao Direito são indiferentes, mas que a Moral procura disciplinar. É o que acontece com a divulgação descontrolada pela internet de informações de cunho pessoal de terceiros. A pessoa que mercadeja pela internet informações pessoais de terceiros, não sofre hoje sanção legal, porém, por um motivo de ordem ética fica marginalizada e sujeita à repulsa dos homens.

regras sociais, quando professamos religiosidade diferente à que pregamos, chegamos então ao oposto da Moral, ou melhor, à Imoralidade. O desconhecimento das normas de conduta ou falta de senso definimos como Amoral. É o caso dos índios no tempo do descobrimento ou de uma sociedade, como a chinesa, que não vê o fato de matar meninas, a fim de controlar a natalidade, como algo mórbido, triste ou que venha contra as normas do Direito e da Religiosidade.

No campo da Religiosidade e Moral, os homens, nos primórdios, começaram a analisar os fenômenos naturais, como raios, trovões, tempestades, maremotos, entre outros, e no temor que as pessoas tinham desses acontecimentos e para utilizá-los a seu favor, substituíam a força bruta como fundamento de validade para as suas regras de comportamento. Essas forças e fenômenos naturais, até então desconhecidos pelo homem primitivo, foram atribuídos a divindades e o poder do governante passou a ser baseado no sobrenatural que, mais tarde, forneceu elementos preciosos para o nascimento das religiões. Nasce a religião e o conjunto de regras de comportamento religioso, como os Dez Mandamentos.

Até agora, defini três conjuntos de regras de comportamento humano: o Jurídico, o Religioso e o Moral. A estes podemos juntar a Ética. Em filosofia, a ética é a ramificação que se preocupa com as regras de comportamento humano. No tempo da Grécia Antiga (séc. 4º A.C.) a filosofia de Sócrates, Platão e depois Aristóteles era dividida em três partes; a Ética, que se preocupava com o comportamento humano; a Metafísica, que se preocupava com a causa das coisas; e a Epistemologia, que se preocupava com o valor das coisas.

A moralidade nas comunidades religiosas indica que seus membros possuem em comum uma mesma conduta e que procuram evitar a prática de tudo aquilo que é condenado pela religião que professam. Sendo o Cristianismo a principal vertente religiosa do mundo, a moral cristã está centrada na pessoa de Cristo e seus ensinamentos contidos nos evangelhos. Quando há falta de pudor, quando algo induz ao pecado, quando contrapomos as normas e

Para muitos estudiosos, as palavras Ética e Moral são sinônimas, porque a palavra “ética” vem do grego “ethos” que quer dizer “costume” e em latim a palavra MORAL - “moralis” - tem o mesmo significado: costume. Muito embora ambas as palavras tenham o mesmo significado, em essência, existem diferenças substanciais entre esses dois vocábulos. Ética é um conjunto de conhecimentos extraídos da investigação do comportamento humano ao tentar explicar as regras morais de forma racional. Em um sentido menos filosófico e mais prático, podemos compreender um pouco melhor esse

conceito examinando certas condutas do nosso dia a dia, quando nos referimos, por exemplo, ao comportamento de alguns profissionais, tais como: médico, jornalista, advogado e até mesmo um professor. Para estes casos, é bastante comum ouvir expressões como: ética médica, ética jornalística etc. A ética pode ser confundida com lei, embora, com certa frequência, a lei tenha como base princípios éticos. Diferente da lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas. Finalmente, identificamos quatro conjuntos de regras e normas de comportamento humano, distintos entre si, quer no seu nascimento, como na sua aplicação e na sua finalidade: o DIREITO, a RELIGIÃO, a ÉTICA e a MORAL. A Moral vivida em comunidade depende do empenho de cada membro ali presente, para produzir resultados benéficos a si próprio e aos irmãos. O ressentimento, o ciúme e o ódio, são como areia movediça que sugam a espiritualidade ao seu redor, transformando-nos em sarcásticos homens involuídos e sem esperança. Precisamos trabalhar de modo a alcançar a beleza e a elegância do edifício que queremos construir, conservando os sentidos desobstruídos, respeitando a humanidade e usando os ensinamentos de Cristo como objetivo de uma única ideia em uma única visão espiritual. Por fim, a Moral vivida em comunidade não é a mesma Moral que defini; moral para os viventes de comunidade não traduz o comportamento comum, mas uma atitude espiritualizada, que cultiva a fraternidade, o amor, a tolerância, o mútuo respeito e o crer nos ensinamentos do Cristo.

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Aconteceu 01/06 - Projeto Alecrim Dourado - 2.a Edição Curso para "Mini Chefs" Ministrado por Rachel Ferraz

13/06 - Missa de Santo Antonio - Benção e Distribuição dos Pães

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Festa Junina


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Batizados Junho de 2013

Arthur Alves Souza Bruno Zeppelini Schoppan Guilherme Crescimani Meneghello Gustavo Miranda Gouveia Gomes Leonardo Gigek Gomes Gasparetto Vicente Ruiz Paschoal


Missas Segunda-Feira - 15h (com novena pelas almas) Terça-Feira - 20h Quinta-Feira - 20h Sexta-Feira - 8h Sábado - 17h Domingo - 8h/10h/19h

Confissões

Atividades da comunidade Dia

Atividade

Hor.

Local

02

ter

Entrega das cestas Centro Comunitário

14h

Sede

05

sex

Hora santa e Missa

15h

Paróquia

Missa Apostolado da Oração

8h

Paróquia

07 dom

Terça e sexta-feira, das 10h às 11h30. Caso haja necessidade de outro horário, agendar na secretaria.

12

sex

Missa em ação de graças à N. S. Aparecida

20h

Paróquia

Atividades regulares da paróquia

20

sáb

Partilha do Dízimo

Missa

Paróquia

20

sáb

Barzinho de Jesus

a definir

Salão

21 dom

Partilha do Dízimo

Missa

Paróquia

Catequese

2ª feira

5ª feira sábado

9h às 10h30 14h30 às 16h 9h às 10h30 14h30 às 16h 9h às 10h30 10h30 às 12h 20h 14h30

Crisma

domingo 5ª feira

8h 19h

Pequeninos do Senhor

domingo

10h

Perseverança (crianças que já tenham feito a 1ª eucaristia)

domingos

9h às 10h

Reunião da Idade de Ouro

5ª feira

14h às 17h

Inscrição para o Batismo

5ª feira

14h30 às 16h30

Reunião da legião de Maria

5ª feira

15h às 16h30

Recitação de mil ave-marias

18/07

8h

Grupo de oração

3ª feira

20h às 22h

Intercessão

4ª feira

20h

Missa do Sagrado Coração de Jesus e adoração

primeira 6ª feira do mês

8h-Paróquia 15h-Paróquia Santana

Adoração Eucarística com novena do Santíssimo

5ª feira

18h45-20h

Missa em louvor à N. Sra. Aparecida

dia 12 de cada mês

20h

3ª feira sábado

Adultos

Atendimento social da paróquia - Centro Comunitário Bazar permanente

5ª feira

9h às 11h e 14h às 17h

Clube das mães

3ª feira

13h30 às 16h30

Plantão social

5ª feira

9h às 11h e 14h às 17h

29

seg

Comemoração do dia do Padre

9h

A definir

31

qua

Reunião - Apostolado da Oração - setor Santana

15h

P. Santana

Aniversariantes do mês

(As atividades em vermelho estão suspensas neste mês de férias)

01 Santina do Nascimento Vikacinskas 02 Itamar Baviera 02 Marilene Forti Miguel Jorge 02 Izadete Ferreira da Silva 02 Arlindo Baptista dos Santos 03 Luis Gustavo Moraes 03 Raquel Loureto 04 Maria Ondina Vieira da Silva 05 Hugo de Carvalho Fiori 06 Arlete Sponton Lima 07 José Luiz Trinconi 09 Thaís Forghieri 09 Fortunata dos Santos da Silva 09 Maria Apparecida Barbosa Garcia 09 Maria Jackeline Alves Lopes 10 Sandra Yara Frateschi F. Silva 11 Sandra Regina dos Santos Lima 12 Cleonice Augusta Baviera 14 Floriza Silva de Almeida 14 Yolanda M. Lomghitano 15 Katia Regina de Souza 17 Elaine Mendes 17 Valdir Zuccheratto 18 Eunice de Souza Nunes 19 Ana Maria Salaro Stecca 20 Sonia Regina Damico 20 João Alberto do Nascimento Junior 20 Maria do Carno Ligero 21 Odamir Lúcio Bellameo 21 Samantha Ligero Miranda Pereira 22 Maria Aldenora de Souza 22 Sidney Godoi 23 Cleusa Vavassouri Rota 26 Erminda Joaquina Conceição 26 Walderez Ferraresi Marcondes Rocha 26 Vera Aparecida Ribeiro 26 Ana Maria Aloise Kachavertanian 27 Jovelina R. Oliveira 28 Divina Marcia Ferreira da Costa Caixeta 28 Antonio Mozzer Lopes 28 Genival Torres de Souza 29 Wilda Bruna Bances Cordeiro 30 Tamires Cristina Barbosa Silveira 30 Sergio Mancini


Jornal - julho 2013