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Volume 1, Edição 1 Data do boletim informativo


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Boas Práticas

Direção-geral Liane de Oliveira Bayer Supervisão Lilian Pino Arroyo do Valle DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO D E DI AD E M A

Rua Cristovão Jaques, 113 - Vila Nogueira Diadema - SP - CEP 09942-190 Tel.: 4053-3839

Quer publicar alguma ação da sua escola aqui? Entre em contato conosco! Tel.: 4053-3839 Email: npediadema@gmail.com

Direção Eva Gonçalves Ramos (Diretor I – NPE) Fred da Silva Costa (Tecnologia Educacional) Editor de Arte e Diagramação Adriana Santana (Arte) Marcelo Ferreira Jacote (LEM) Revisão Gramatical Débora Silva (Língua Portuguesa) Marcelo Ferreira Jacote (LEM) Maria Janayne Barbosa da Cruz (Língua Portuguesa) Reportagem

Essa publicação é mais uma ação do Núcleo Pedagógico—DE Diadema © 2015 Diretoria de Ensino da Região de Diadema Todos os Direitos Reservados.

Imagem da capa Google Images

Aline Forti Mangile, Ana Paula Moraes, Ângela Correa Alexande, Carlos Alberto de Oliveira Ferreira, Cláudia Regassi, Débora C. Silva, Elba Vianna Modesto, Fred Silva, Janilson Lacerda Teixeira, Kelly Córdoba, Marcelo Hilario Rodrigues, Marcelo Jacote, Miriam Generosa, Patrícia Rocha, Raquel Ponchio, Renilton Marques, Telma Soares

Colaboradores - PCNPs Aline Forti Mangile (Educação Especial), Ana Lígia Guimarães (Anos Iniciais), Ana Paula Teixeira Santos (Analista Sócio Cultural), Carlos Alberto Ferreira (Educação Física), Débora Canhedo Duran (Matemática), Elba Vianna Modesto (Programa Escola da Família), Eliane Líbia (Biologia), Fernanda Pavani Siolla Lopes (Matemática), Kelly Córdoba (Geografia), Miriam Generosa (Anos Iniciais), Rosi Marina Candido (Anos Iniciais), Sumara Evangelista (Ciências), Valéria Acosta Guardiola (Física). Agradecimentos Ao Núcleo Pedagógico por ter abraçado a ideia e entrega agora, uma justa homenagem a todos os profissionais da educação da Rede Pública Estadual de Diadema. Ao Supervisor Gerson pelo equipamento.

Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre. Paulo Freire


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Palavra da Dirigente Com o lançamento deste primeiro número da Revista Digital “Boas Práticas”, pelo Núcleo Pedagógico – DE, inaugura-se um novo espaço para divulgação de práticas exitosas de professores, gestores escolares e equipes da Diretoria de Ensino. É um momento resultante de um grande esforço do Núcleo Pedagógico que se dedicou a esta proposta com muito empenho e, principalmente, respeito ao trabalho de todos os profissionais da educação de Diadema. A revista nasceu do firme propósito de valorização do trabalho desenvolvido nas UEs e na DE. O destaque é a qualidade das ações desenvolvidas por professores e alunos. Portanto, este importante espaço pertence a toda rede de escolas estaduais de Diadema, as quais poderão compartilhar suas experiências para a melhoria da qualidade de aprendizagem de nossos alunos. Agradeço ao Núcleo Pedagógico pelo zelo com que abraçou esta iniciativa, aos diretores de escola que participam desta primeira edição com depoimentos ou representados pelos trabalhos desenvolvidos nas UEs e, especialmente, a professores e alunos que generosamente compartilharam suas experiências. Convido a todos a prestigiarem a revista, divulgando-a para a comunidade escolar e, principalmente, a participação nas próximas edições, que serão bimestrais. Um forte abraço a todos. Liane de Oliveira Bayer


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Boas Práticas

Boas práticas mudam hábitos

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a Escola Estadual José Piaulino, ler é, antes de tudo, uma necessidade: assim como lavar as mãos antes das refeições, estudar para as avaliações de aprendizagem. Ler tornou-se um momento no qual todos, desde funcionários a alunos, “param” para ler diversos tipos de textos. A ideia surgiu em uma das “Aulas de Trabalho Pedagógico Coletivo” (ATPC) em 2014. Toda semana, em dias e horários de aulas alternadas, a escola destina um momento para que todos leiam: ninguém pode continuar a fazer o que está fazendo. Assim, vassouras, panelas, gizes e lápis são ferramentas que ficam de lado para que autores como Monteiro Lobato, Ana Maria Machado, Ligia Bojunga entrem em cena. “Com os planos semanais, pudemos perceber a necessidade de que leitura fosse uma prática sistematizada não só em Língua Portuguesa, mas que estivesse na rotina das outras disciplinas e também da escola. Propusemos fazer uma experiência em que garantíssemos que todos, não só alunos, lessem, não apenas para serem avaliados, mas também uma leitura com diversos objetivos: por prazer, para informação. Desta forma, não só os educandos, mas todos da escola teriam acesso à leitura e seus benefícios” explica Elaine Gobetti, Coordenadora Pedagógica da escola. Nos momentos em que ocorre a ação, o silêncio é entrecortado pelo canto de pássaros, testemunhas desse momento mágico, no qual já teve docente que achou que não havia alunos

na escola enquanto a leitura acontecia.“O momento da leitura é prazeroso, pelo fato de que todos param para ler. A escola fica silenciosa, calma, propícia para i s s o . A s “Revistas Recreio” agora estão sendo mais utilizadas, por se tratar de uma revista com muitas informações, curiosidades, piadas. Às vezes está aquele silêncio e de repente, alguém começa a dar risada” afirma Santiago Alves Oliveira, 14 anos, aluno do 9º Ano A. Devido ao sucesso, a prática tornou-se um projeto permanente. Por não ter sala de leitura na U.E., há uma itinerância dos livros entre as salas e funcionários. “Muitos alunos vêm procurar-me para levar livros emprestados. Houve um aumento significativo da leitura em nossa escola. Além disso, estamos recebendo muitas doações de livros pelos discentes. Eles dedicam os livros doados, o que torna o gesto não só solidário, mas também carinhoso, importante” explica a Coordenadora.

Ana Paula Moraes e Cláudia Regassi,


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Homero Silva conectado com o Reino Unido

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esde 2010, quando fez os primeiros contatos com o programa Connecting Classrooms do Conselho Britânico, a escola Homero Silva vem se utilizando desse programa para desenvolver atividades voltadas a temas como cidadania global, sentimento de pertencimento local e global, sustentabilidade, intercâmbio cultural e parceria com a consequente aprendizagem da Língua Inglesa uma vez que as atividades são compartilhadas nessa língua. De 2010 à 2012 a escola estabeleceu uma parceria financiada pelo Conselho Britânico com uma escola na cidade de Brighton na Inglaterra. Os alunos trocaram cartas, fizeram uso dos recursos tecnológicos para compartilhar culturas e conhecimentos sobre os dois países além de visitas, in loco, de professores, diretores e alunos. A Aluna Rafaela do 1° D, disse que gostou muito do projeto, pois teve oportunidade de conversar com pessoas de outro país e língua. “Conheci seus costumes e cultura, comidas, entre outros. Pude falar de nossa cultura, nossa culinária e costumes. Gostaria de fazer novamente esse projeto”. Em 2012, paralelamente a parceria, a escola também participou dos projetos disponibilizados na plataforma do Conselho Britânico, a saber: My daily blog, Endangered Species: conhecer para preservar e Great Personalities. Esses projetos foram compartilhados com escolas de vários países. A parceria iniciada em 2010 foi finalizada com a visita da diretora Suselaine Del Rio e do professor Zico Souza à escola em Brighton em novembro de 2012. O projeto foi tão bem aceito na comunidade escolar que os alunos insistiram na sua continuidade. Assim, em 2013, o Homero se inscreveu novamente para outra parceria financiada e foi contemplado, dessa vez, com uma escola em Mold, Flintshire no País de Gales. Segundo a aluna Gisele de Souza, 2° C, “Foi uma ótima oportunidade de poder, de certa forma, conhecer um lugar diferente, conhecer sobre pessoas de lá, o que elas gostam, seu modo de vida etc. Adorei participar e quero participar outras vezes”.Já a aluna Raquel de Souza, 9° ano A disse que achou o projeto muito legal e interessante “porque assim nós podemos aprender mais a língua estrangeira, que é bom para nós. E também porque nós vimos como são os costumes de lá, que são diferentes do nosso aqui. Então é bem interessante mesmo. Esse projeto podia ter em todas as escolas, assim as pessoas saberiam mais da língua inglesa”. Até o momento foram realizadas atividades apresentando as cidades que sediaram a Copa do Mundo da FIFA no Brasil, os alunos do Homero escreveram e receberam cartas de alunos galeses, desenvolveram apresentações em Power Point com informações sobre nosso país e nossa cultura e enviaram aos alunos da escola parceira e aprenderam sobre o País de Gales, por meio das pesquisas e apresentações recebidas dos alunos galeses. Ainda como parte das atividades prevista na parceira financiada está programada a visita da Diretora Suselaine e do professor Zico para Abril de 2015 à escola no País de Gales e, também, nesse semestre, a escola Homero Silva espera receber a visita de um professor da escola Britânica. Zico Souza


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Boas Práticas

Supervisão de Ensino e o Grupo de Estudos

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equipe de Supervisão de Ensino retoma o Grupo de Estudos como uma das ações elencadas no Plano da Diretoria de Ensino. As reuniões acontecem às quintas feiras e têm como objetivo propiciar a formação continuada dos membros da equipe de Supervisão de Ensino, possibilitar a atualização sobre os documentos legais e subsidiar a ação supervisora. Sob a coordenação da supervisora Maria Lucia Franco Florentino, no mês de março, os temas-Plano Quadrienal, Proposta Pedagógica e Autoavaliação Institucional, foram objeto de estudo. Tais temas serão abordados em Reunião de Polo com os gestores escolares no próximo mês.

Da esquerda pra direita: Lilian Pino Arroyo do Valle, Neyliane Rocha da Silva de Souza, Niltamara do Prado Silva, Chênia Viviani Rissatto Dias, Elizete Aparecida Gomes Scordamaglia, Mércia Aparecida da Silva Ferreira, Gerson Gomes Cruz, Roseli Moura da Silva, Márcia de Castro, Cibele Cristini Dejol, Maria Lucia Franco Florentino, Elisa Sonoe de Avila Ono, Conceição Aparecida Garcia Brunelli.

Dia 23 de abril é comemorado o dia Nacional da Educação de Surdos. A data foi criada para lembrar as lutas e conquistas a respeito da escolarização de estudantes surdos e integração no ensino regular. No Brasil, o Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES – tornou-se referência nacional na área da surdez. Além de formular políticas públicas, fornece a completa escolarização de surdos no país e a qualificação de profissionais da área. Inserir o aluno com deficiência auditiva no ensino regular é valorizar a diversidade humana e gerar uma vida comunitária. Para a criança, surda ou não, o desenvolvimento das suas capacidades linguísticas, emocionais e sociais é uma condição importante para o crescimento dela como ser humano. A linguagem é essencial para a vida em sociedade e é através dela que partilhamos nossas emoções, ideias e experiências. Aline Forti Mangile


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Capoeira na escola pública: o currículo a serviço da construção de identidade

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s aulas de Educação Física dos 9ºs anos na Escola José Piaulino, não se restringem apenas a bola e quadra. Lutas, como a capoeira, têm um trabalho pautado em uma sequência didática que resulta em apresentação, conhecimento: o entendimento de diferentes realidades, culturas e a quebra de preconceitos. “A capoeira faz parte de uma manifestação afrobrasileira desenvolvida pelos escravos como forma de resistir a seus donos, sendo elemento não só da história de nosso país, mas também do reconhecimento dos diversos povos africanos que fizeram parte da formação do povo brasileiro”, explica a professora de Educação Física, Cláudia Regassi. O trabalho pedagógico com a capoeira salienta a professora, em relação ao currículo oficial estadual, está pautado no conceito “Se-Movimentar”, no qual o aluno estabelece novas significações e ressignificações das experiências já vividas, dando novas possibilidades de movimentos. A situação de aprendizagem é feita por diversas etapas: num primeiro momento a educadora realizou um levantamento dos conhecimentos prévios dos educandos sobre a capoeira, onde in-

capoeira é feita e movimentos básicos dos golpes são realizados como ginga, ataques e defesas. Além disso, os alunos entoam canções que marcam o ritmo da luta. Os alunos vão, na prática, incorporando a capoeira, vivenciando- a aos olhos e ao corpo. “As aulas também recebem outras linguagens, como a audiovisual: os alunos assistem a vídeos contendo históricos e explicações sobre os movimentos da luta, repertoriando-os”, afirma Cláudia. Ao ser questionada sobre a prática que clusive, há alunos que praticam ou já pratica- possui da capoeira a educadora esclarece: “Tive formação da luta na faculdade, mas ram a luta, o que torna a construção da aula não é porque nunca pratiquei que não devo mais fácil e envolvente. Depois, a roda de propiciar ao meu aluno acesso a este conhecimento, eu aprendo com as aulas que planejo e também com meus educandos. Além disso, a capoeira faz parte da realidade de nossa sociedade e estudá-la na escola coloca-a no patamar que merece, não menos nem mais que outras modalidades”. A educadora explica que o estudo da luta traz para o aluno respeito com a modalidade, bem como as características e ao universo dessa, reessignificando a luta que está inserida no cotidiano dos alunos. Ana Paula Moraes e Cláudia Regassi


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Boas Práticas

A tecnologia em Benefício da Aprendizagem na

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EE Orígenes Lessa

uso da tecnologia na prática escolar tornou-se uma ferramenta fundamental e interativa nas atividades pedagógicas de nossa escola. Nossos alunos, como a maioria das crianças e jovens atualmente, vivem em um mundo onde a maior atração é a busca rápida de informações, imagens, vídeos e novi-

dades. Essa facilidade acrescentada pela Plataforma do Currículo+ veio de encontro aos anseios dos professores, que após a participação do curso oferecido pela SEE, encontraram neste recurso novas possibilidades de ensino, fortalecendo e aprimorando a aprendizagem dos alunos de forma construtiva e integrada. Foram inúmeros os projetos desenvolvidos com êxito pelos nossos professores e alunos, graças a Plataforma do Currículo+, que é um excelente mecanismo de apoio à aprendizagem de conteúdos, apresentados sempre com clareza e de fácil entendimento. Destacamos as visitas dos responsáveis do Programa Currículo+, o senhor Olavo Nogueira Filho e Caio Dibi, que muito nos auxiliaram, tirando dúvidas, apoiando e registrando opiniões para melhorias dos

conteúdos, elogios e críticas, que visam avanços cada vez maiores, sendo que esse processo ainda continua em desenvolvimento em nossa escola por nossos professores, visando um ensino de qualidade e proporcionando a inclusão digital na aprendizagem. Nós da Escola Estadual Orígenes Lessa, temos muito orgulho de fazer parte deste projeto tecnológico, e de termos destaque como a escola que mais acessou a Plataforma Digital, o que resultou em boas práticas de formação e de conhecimento de nossos alunos. Uma parceria em que todos ganham. Assistam os vídeos nas plataformas e vejam nossa participação: http://curriculomais.educacao.sp.gov.br/ https://www.youtube.com/watch? v=TceN2hIar3E https:// www.youtube.com/watch?v=MY8GY3rZSts https://www.youtube.com/watch?v=FJpCdbvJrs&t=54 Renilton Marques


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Pais e alunos são recebidos na escola com uma bela apresentação

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a primeira reunião de pais e alunos do ano, o Coral da Escola Estadual Soldado José Iamamoto, fez uma apresentação surpresa para iniciar o ano letivo. A apresentação ocorreu na primeira sexta-feira de fevereiro (06) com o objetivo de fazer algo diferente para descontrair e fazer com que a comunidade sinta -se mais acolhida pela escola. Os pais e alunos ficaram maravilhados com a apresentação, como diz a dona Edna da Silva, mãe de um aluno: “Na apresentação uma das alunas tocou violino, que foi lindo de se ver e todos estavam muito bem afinados e organizados”. As músicas foram escolhidas para passar uma mensagem positiva para os alunos , registra-se aqui um trecho de uma das músicas: “Eu vou tentar, sempre, e acreditar que sou capaz, de levantar uma vez mais, eu vou seguir sempre, saber que ao menos eu tentei, e vou tentar mais uma vez...”O coral já apresentou-se em outras escolas públicas e bem como em particulares, no teatro Claro Nunes e Diretoria de Ensino, evidenciando o protagonismo juvenil. Os interessados em participar podem procurar o professor Leandro Sá, coordenador das oficinas de dança, teatro, percussão e coral. As oficinas são abertas à comunidade, sempre aos sábados, das 8h30 ao 12h30, inscrevam-se.

Filomena Frozzi


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Boas Práticas

" Quero ser água." Quero ser água, que de gota em gota, enche o copo e que a sede sacia, que de gota em gota, se torna rio, de gota em gota, forma um mar. Quero ser água, nos olhos da chegada de um amigo ser água, ao ter que me despedir também. Quero ter o sabor da água, que no meio de um dia exageradamente quente, ao me ingerirem exclamam... Que delicia! Quero ser água da chuva, que quando cai nas copas das arvores " estas " festejam de alegria. Ser água que lava a terra, que a semente brota, que o fruto nasce, e que na mesa do homem mata a fome. Quero ser água, água que sacia, que acolhe água que se despede. Água que se faz pequena, se torna gigante, levando consigo tudo... tudo que puder arrastar Quero ser água nos olhos da mãe, onde no coração, filho faz morada, abre feridas, e ela incansavelmente Não deixa de amar. ( Telma Soares )


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COM BOAS PRÁTICAS ALUNOS APRENDEM MAIS CONHECENDO A HISTÓRIA DO CARNAVAL

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história do carnaval tem suas origens na antiguidade, sendo uma festa tradicional e popular que chegou ao Brasil durante a colonização. Para desenvolver o trabalho sobre o tema, utilizou-se a Sala do Acessa, onde foram realizadas pesquisas sobre costumes e interpretações de músicas carnavalescas, confecções de máscaras e murais, resultando em um lindo baile carnavalesco. No mês de fevereiro aconteceu o desfecho da atividade, que contou com a participação dos alunos do Ensino Fundamental Ciclo I, seus respectivos professores, diretores, coordenadores e professor mediador. A prática desenvolvida na E.E. Profº Antônio Branco Rodrigues Júnior, onde foi possível promoveu à comunidade escolar, condições de conhecer a história do carnaval, despertando assim o gosto e o hábito pela leitura. Isaura Larisa da Silva

Visita da Dirigente à EE Pedro Madoglio

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m visita à EE Pedro Madoglio, a Dirigente Regional de Ensino teve oportunidade de conversar com professores e alunos , parabenizando o trabalho de toda a equipe escolar.

Cristina Martins de Souza - RH, Adriana Costa - Professora Sala de Leitura, Fátima Aparecida Barbosa - Professora de Artes, Liane de Oliveira Bayer - Dirigente, Leila Pinheiro Zadra - Vice Diretora


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Boas Práticas

Hábito saudável

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arte marcial traz ao seu praticante equilíbrio de corpo e mente, o praticante se torna mais focado e determinado a superar todos os obstáculos que surgem em sua caminhada. Um exemplo é o analista de suporte Marcelo Hilario, da nossa Diretoria, que era uma pessoa sedentária e, através do jiu jitsu, mudou seus hábitos e rotina. Professor Pedro Dias : O aluno Marcelo pratica o jiu jitsu há alguns meses e já é visível algumas mudanças em relação ao convívio dentro e fora do tatame! A rotina de treino que o aluno Marcelo segue é de 3 a 4 vezes por semana. Com essa pratica o aluno teve grandes avanços, principalmente motor, melhorando suas habilidades, o seu condicionamento, assim, sua saúde, o desempenho nos treinos e sua vida cotidiana. Um aluno muito dedicado e tem um amor pela arte marcial que poucos têm, e esse é um dos princípios para se tornar um grande praticante da modalidade! Marcelo : O jiu jitsu é como um jogo de xadrez onde eu jogo conforme as jogadas do oponente, visando parte lógica e raciocínio rápido, pois em um vacilo qualquer um pode dar o checkmat. A minha rotina de treino é exatamente para que eu possa vir melhorar cada vez mais, como na nossa equipe é dito, se melhorarmos 1%, eu estou 1% melhor que o meu oponente e isso já me garante um bom resultado. O amor a esse esporte sempre foi muito grande. Porém agora ele deixou de ser apenas um sentimento para se tornar um estilo de vida, onde consigo ser melhor pra mim e para os outros que me cercam. Sim, o esporte fez essa mudança em mim!

Marcelo Hilario Rodrigues


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Dia Internacional da Mulher

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o Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia extinguir, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história. A E.E. Evandro Caiafa Esquível, realizou um circuito de palestras para reflexão desta data, considerando todo o histórico de superação que a unidade escolar vem atravessando. Equipe Gestora EE Evandro Caiafa Esquível

Mais Educação agita o Homero

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om o objetivo de deixar o aluno mais tempo na escola, o programa Mais Educação tem movimentado as manhãs e tardes da E.E. Homero Silva. Os alunos participam de oficinas voltadas ao esporte, lazer e cultura.

Enquanto aprendem, desenvolvem o protagonismo juvenil. Os “Pequeninos do Homero” já conquistaram oito troféus em campeonatos de futsal e o Taekwon do é o curso mais procurado pelos adolescentes. Este artigo pode conter de 75 a 125 palavras. A escolha de imagens ou elementos gráficos é uma etapa importante na elaboração do boletim informativo. Pense no artigo e verifique se a imagem escolhida irá retratar ou aperfeiçoar a mensagem que está tentando transmitir. Evite escolher imagens fora do contexto. O Microsoft Publisher possui milhares

Suselaine de Medeiros A. Delrio


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Inglês nos Anos Iniciais

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Projeto Early Bird – Inglês para crianças dos anos iniciais, tem como objetivo propiciar aos alunos da Rede Estadual, a aprendizagem da Língua Inglesa pelo desenvolvimento da habilidade de escutar, compreender e falar. Esse projeto propõe a utilização da metodologia na qual o professor, por meio de atividades diferenciadas, desenvolve o tema selecionado, possibilitando ao aluno, avançar a aprendizagem da Língua Inglesa, adquirindo condições para continuar nos anos finais. Na Escola Estadual José Piaulino , o projeto é desenvolvido pela professora Ângela Correa Alexandre desde novembro de 2013 e é um sucesso. As crianças gostam muito de participar das aulas e aprendem o inglês de forma muito lúdica, com jogos, músicas, figuras, movimentos e danças. Elas se divertem aprendendo e adquirindo conhecimento. Trabalhando com a oralidade, a criança aprende a ouvir e prestar atenção, colaborando na comunicação. Desde que iniciamos o projeto, o retorno da aprendizagem tem sido imenso, pois como todos sabemos as crianças aprendem a segunda língua com muito mais facilidade do que os adultos . Temos crianças que dizem que vão para a casa após a aula e comentam com os pais sobre o que aprenderam e os ensinam! “Para mim, está sendo muito gratificante participar deste projeto, ajudando as crianças adquirirem a segunda língua, que será um diferencial muito grande para eles na vida adulta.” Relata a professora sobre sua experiência. Ângela Correa Alexande e Marcelo Jacote

África Álém da Mídia

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projeto surge a partir das recorrentes falas de meninos e meninas em tratar continente Africano como sendo um país. Associando a África a um território único, repleta de conceitos deturpados pelos veículos midiáticos de que nesta região só há pobreza, miséria, doença e remetendo a história deste

um passado de grandes civilizações, reinos e diversidade cultural. O nosso propósito foi reconstruir este olhar a partir do segmento geográfico e artístico, e que existem muitas Áfricas dentro deste enorme continente que é repleto de riqueza étnica e cultural de civilizações antigas que nos oportuniz ar am no tá ve is co ntr ibui ções para a formação do povo


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brasileiro.

Os objetivos do projeto surgem com a necessidade de aprofundar os saberes geográficos e ampliar as relações entre a sociedade e a sua diversidade étnica, cultural e política, reconhecendo a África como um continente milenar, sua diversidade geofísica e cultural conhecer e analisar as influências e similaridades africanas nas cidades de São Paulo e Diadema e assim como a diversidade de grupos étnicos africanos trazidos para o Brasil - apresentando as contribuições tecnológicas trazidas por africanos para o nosso país que se revelam na sua arquitetura, na engenharia, nas atividades comerciais entre outras modalidades de trabalho e nas características culturais, reafirmar a presença e a contribuição intelectual e habilidades dos povos indígenas, brancos e negros na formação do país. As pesquisas revelaram elementos artísticos descobertos pelos alunos como: a civilização N’’debele da África

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do Sul que nos deu o tom para as pinturas e os Bogolans do Mali os desenhos para produção de tecidos e as máscaras da Costa do Marfim, Gabão, Benin. Os escudos dos povos Zulus, o pôr do sol mais bonito do mundo localizado no Quênia retratado em tela e tantos outros materiais produzidos que foram motivos de duas exposições. O projeto não se encerra aqui. Acredi-

tamos que foi apenas uma introdução da possibilidade de uma educação promotora de igualdade racial. O que esperamos com esse trabalho é que os alunos possam vivenciar no futuro uma educação igualitária sedimentada nos valores de respeito sem discriminação, preconceito ou racismo. Nossa perspectiva na construção de todo esse percurso foi, de fato, ter contribuído nesses primeiros anos educacionais desses jovens, para que eles se observem a todo instante e trabalhar de uma maneira ou outra, a auto-rejeição e a intolerância sobre a sua ancestralidade que parece não existir entre eles, mas é presente e precisa, a todo o momentoser revisitada para garantir a valorização da diversidade étnico-racial. Patrícia Rocha


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Boas Práticas

Escola da Família

Leitura Colaborativa

Formação Competência Leitora

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A

presentando o fortalecimento e o estreitamento entre o PEF e o Núcleo Pedagógico

desta Diretoria de Ensino onde constituiu

parceria com a PCNP da Escola

da Família e PCNPs dos Anos Iniciais e Intermédiario em colaboração no desenvolvimento de açoes na competência Leitora

em

formação voltada

aos Vice-diretores do Programa.

professor João Maria Ferreira do Nascimento da EE Lívio Marcos Guércia desenvolve práticas de leitura colaborativa com a turma do 2º ano A. O objetivo consiste em mobilizar os educandos para habilidades necessárias na construção da proficiência leitora. Por meio de estratégias que privilegiam a leitura, o professor busca aprimorar os procedimentos utilizados pelos alunos para conferir significados ainda não adquiridos na leitura que realizam. Para o desenvolvimento da prática são utilizados Textos do Aluno do Programa Ler e Escrever, como por exemplo, o estudo do conto As Roupas Novas do Imperador, de Hans Christian Andersen.Desta forma, o professor João possibilita impacto significativo na aprendizagem dos seus alunos.

Elba Vianna Modesto e Miriam Generosa

Miriam Generosa


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Alunos fazem refrigerantes completamente saudáveis

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o dia vinte e sete de fevereiro de 2015 na escola Iamamoto houve uma atividade proposta pelo professor, para os alunos fazerem refrigerante natural. Foi realizada uma avaliação diagnostica de língua portuguesa e nela havia uma receita de refrigerante caseiro, o professor Leandro chegou com a proposta de deixar a atividade mais divertida com todos os alunos do 9° ano. Esse refrigerante natural além de não ter conservantes, como o industrializado, faz bem para a saúde, pois, nele há ingredientes variados e bem exóticos como cenoura, frutas vermelhas, entre outros. A atividade mostrava os males que o refrigerante industrializado pode causar como diabetes do tipo 1 e 2, colesterol alto, entre outros. Uma latinha de 360 ml contém aproximadamente 20 colheres de açúcar, que pode aumentar o risco de doenças no sangue. Através dessas condições resolvemos preparar refrigerante caseiro. Perguntamos a uma das alunas que participou, o que ela achou do projeto e ela comentou: ‘’foi ótimo, sei que com esse refrigerante teremos menos casos de diabetes’’.

Filomena Frozzi


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Boas Práticas

Organizações Funcionais do Cérebro

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Orientação Técnica realizada no dia 23/03/2015 com os Professores de Educação Física dos Anos de Alfabetização e Intermediário (1º ao 5º ano) foi realizada com intuito de subsidiar a pratica docente através dos documentos que envolvem a disciplina. Este encontro propiciou a troca de experiências dos participantes. Os professores foram divididos em grupos para a construção das aulas, com atenção especial também para a adaptação curricular em atendimento aos alunos com deficiência da unidade escolar. As aulas foram aplicadas com os alunos da EE Jornalista Rodrigo Soares Júnior. Temas proposto para cada grupo: 1º ano – Dança atividade rítmica Objetivo: Trabalhar as habilidades motoras básicas através das atividades rítmicas; 2º ano – Brincadeiras Populares Objetivo: Locomover – se no espaço aprimorando as habilidades de andar e correr; 3º ano – Ginástica – Habilidades motoras básicas – locomoção Objetivo: Propiciar as diferentes formas de movimento de locomoção sem e com materiais; 4º ano – Jogos cooperativos Objetivo: Trabalhar o motor visando habilidade de manipulação, locomoção e percepção visual; 5º ano – Jogo pré-desportivo – handebol. Compreender a dinâmica do jogo de handebol através de exercícios com bola; Educação Física é a área do conhecimento que introduz e integra os alunos na cultura corporal do movimento, com finalidades de lazer, de expressão de sentimentos, afetos e emoções, de manutenção e melhoria da saúde. Desta forma, a Educação Física prevê a formação de base indispensável no desenvolvimento motor, afetivo e cognitivo, oportunizando por meio de jogos e atividades lúdicas a conscientização do corpo. Os processos mentais humanos não estão localizados em áreas restritas do cérebro, mas em agrupamentos de estruturas cerebrais operando em conjunto. Há bases sólidas para se distinguir três unidades funcionais básicas cuja participação se torna necessária para qualquer tipo de atividade mental. Uma unidade para regular o tono e a vigília, uma unidade para obter, pro-cessar e armazenar as informações que chegam do mundo exterior, e uma unidade para programar, regular e verificar a atividade mental. Luria demonstrou que as funções superiores organizam-se em sistemas funcionais complexos, ou seja, não há participação de apenas uma área específica do cérebro, mas sim da ação de várias áreas, ele, preconizou que o cérebro está organizado em três unidades funcionais principais, cuja atuação "em concerto" possibilita qualquer tipo de atividade mental. O desenvolvimento motor do aluno com deficiência intelectual obedece a mesma sequência evolutiva das


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Escola da Família Formação Currículo +

T

endo em vista

o fortalecimenfases de desenvolvimento da criança dita normal, porém de formais mais lenta. As crianças com Deficiência Intelectual de uma forma geral, têm menos oportunidades de vivenciar experiências. Portanto será importante proporcionar atividades que lhes permitam estar e manter contato com várias situações. A EF deve propiciar o desenvolvimento global dos alunos, ajudar para que os mesmos consigam atingir a adaptação e o equilíbrio que requer suas limitações e/ou deficiência; identificar as necessidades e capacidades de cada aluno quanto às suas possibilidades de ação e adaptações para o movimento; facilitar sua independência e autonomia. A orientação técnica é uma etapa do trabalho das disciplinas. Os próximos passos serão a construção de um grupo de estudo em um site de relacionamento para a troca de experiências entre os profissionais envolvidos visando propiciar a construção da identidade infantil, a partir da apropriação das manifestações culturais.

to e o estreitamento entre o PEF e o Núcleo Pedagógico desta Diretoria de Ensino e diante da possibilidade de ampliação do uso das TDICs por meio das salas do Programa Acessa Escola, estabelecese

uma parceria entre o PCNP de

Tecnologia e a PCNP da Escola da Família na elaboração e aplicação de uma

formação

voltada

aos

Vice-

diretores do Programa, os quais serão disseminadores desta boa prática.

Elba Vianna Modesto e Fred Silva

Aline Forti Mangile e Carlos Alberto de Oliveira Ferreira


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Título do boletim informativo

Dia 02 de Abril - O Dia Mundial da Conscientização do Autismo

A

data serve para ajudar a conscientizar a população mundial sobre o Autismo, um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo. O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de Dezembro de 2007, com o intuito de alertar as sociedades e governantes sobre esta doença, ajudando a derrubar preconceitos e esclarecer a todos. O objetivo é ajudar a conscientizar e informar as pessoas sobre o que é o Autismo e como lidar com a doença. O Autismo pertence a um grupo de doenças do desenvolvimento cerebral, conhecido por "Transtornos de Espectro Autista" - TEA. Os sintomas do autismo são: fobias, agressividade, dificuldades de aprendizagem, dificuldades de relacionamento, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que o autismo é único para cada pessoa. Existem vários níveis diferentes de autismo, até mesmo pessoas que apresentam o transtorno, mas sem nenhum tipo de atraso intelectual.

Praticando Conceitos Geográficos

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maquete surgiu da necessidade de tornar concreto os conceitos estudados ao longo dos dois anos anteriores. A Geografia é uma ciência que não pode ficar na imaginação, ela se dá no real, transcende aos muros da escola, é a ciência que descreve o espaço natural habitado sendo palco das relações humanas com a natureza e o espaço geográfico. Nesse viés, propusemos a construção de uma representação que atendesse um pouco desse complexo sistema e o trabalho foi sendo apropriado pelos alunos. Desenvolvemos técnicas, aprimoramos outras, fizemos e refizemos. Por fim, a maquete fechou-se em: A construção do Espaço geográfico. A Transição do natural ao antrópico. E como essa interação com o espaço natural e construído é infinita, não temos prazo para terminar e seguimos em obras...

Aline Forti Mangile

Janilson Lacerda Teixeira


Volume 1, Edição 1

Página 21

Professor inova em sala de aula e ganha destaque em comunidade escolar

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liar o conhecimento de uma disciplina à funcionalidade da tecnologia é a proposta do professor Ariston Augusto dos Santos Júnior, da EE Miguel Reale. Em uma plataforma Moodle, alimentada com exercícios relacionados à disciplina de Matemática do Currículo Oficial do Estado de São Paulo, o professor propõe o ensino do conteúdo trabalhado em sala de aula, atrelando a prática ao uso da tecnologia. A ideia da utilização da plataforma Moodle adveio de estudos realizados pelo professor em virtude de seu aperfeiçoamento em pós-graduação nas áreas de ensino a distância (Planejamento, implementação e gestão de educação a distância) e educação inclusiva (Deficiência Física – Redefor). O público alvo são alunos da 6ª série/7º ano, que vivenciam situações de aprendizagem do caderno do aluno, privilegiando as competências leitora e escritora através dos recursos explorados na plataforma, como por exemplo: games, palavras cruzadas, questões dissertativas. A transposição de conteúdo é realizada de acordo com a sequência didática adequada para a turma. Políticas inclusivas também ganham destaque nas aulas. Em atendimento a uma aluna com paralisia cerebral, o professor Ariston realiza a adapta-

ção curricular dos conteúdos também na plataforma. Os resultados são surpreendentes: a aluna acompanha, realiza as atividades e interage de forma altamente produtiva com os professores e com os demais colegas. Desta forma, Ariston Augusto dos Santos Júnior faz a diferença ao impactar a aprendizagem dos seus alunos e colaborar para a formação intelectual, moral e profissional do cidadão de bem.

Débora C. Silva


Comissões para Melhoria da Escola

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ós da “EE Ana Maria Poppovic”, após um olhar cuidadoso sobre as dificuldades enfrentadas por esta comunidade escolar, observadas no cotidiano e ao longo do processo pedagógico vigente. Movidos pela nossa preocupação e pelo desejo de mudanças, nos unimos na busca de alternativas de melhorias, que entendam as necessidades fundamentais dessa comunidade. Iniciamos um processo reflexivo e contagiante sobre nossa prática pedagógica. Intentamos novos rumos no processo do ensino aprendizagem, a melhoria do desempenho da escola por meio da participação efetiva de todos os envolvidos no processo educacional. Sendo que o comprometimento, a seriedade e o trabalho cooperativo da equipe, possa fazer a diferença na vida pessoal e profissional dos alunos e professores. Para a operacionalização a partir da proposta da análise ambiental (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) no Planejamento Anual-2015 foram criadas as COMISSÕES ESCOLARES abrangendo as dimensões: pedagógica, administrativa, democrática, humanas, ambiental e resultados educacionais. Todos os profissionais da escola tiveram a oportunidade de escolher a Comissão que tivesse mais afinidades com as suas idealizações. Comissão Conselho Pedagógico -

comissão conselheira dos aspectos pedagógicos e acadêmicos da escola, Comissão Festas - responsável pe-

los assuntos que envolvem todas as festas escolares; Comissão Empresa/Escola; Responsável por pesquisar as possíveis parceiras Empresa-Escola. Comissão Protagonismo Jovem formada por alunos e mediada por professores para promover o Protagonismo Jovem; Comissão Visitas Educativas - articula as demandas pedagógicas por meio de atividades didáticas culturais fora e dentro do espaço escolar; Comissão Meio Ambiente e Embelezamento da Escola - responsável pelo zelo do patrimônio escolar, ex-

pandindo este conceito para o compromisso com o meio ambiente. A equipe gestora estabeleceu um sistema de acompanhamento das ações. E está determinada a intermediar, subsidiando as ações, além de sugerir e traçar novos caminhos. Intervindo em caso de dificuldades. Com o objetivo de representar o grupo e auxiliar nas possíveis tomadas de decisões, cada comissão elegeu um líder, responsável pela comunicação entre as comissões e a gestão escolar. Raquel Pnchio


Diretores em Ação As professoras Luciane Camargo Mendes e Silvia Fernanda Guedes, diretoras das EE José Piaulino e EE Diadema, respectivamente, participaram de um bate-papo sobre Gestão de Escola, na terça-feira, dia 24/03/2015, na Diretoria de Ensino. Na ocasião, as diretoras explicaram que o olhar atento e individualizado ao professor é fundamental para o sucesso de suas ações: - Não tem uma fórmula mágica, a gestão modelo ... tudo depende muito da realidade da escola, da comunidade, dos professores que ali estão, vai do gestor olhar para cada professor e investir no que ele tem de melhor... explicou a professora Silvia. No Piaulino é a formação em ATPC, o acompanhamento em sala de aula e acreditar no professor... As diretoras explicaram a importância da parceria com a comunidade para o sucesso da escola. Questionadas sobre sua atuação diante da comunidade, explicaram: - A relação se deu por tratá-los muito de perto[...](o trato com as informações), muito honesto, preciso que vocês ajudem, ter transparência e respeito, manter a porta sempre aberta. - É necessário trazer a comunidade para dentro da escola, na semana passada fizemos reunião de sala por sala, coloquei todo o calendário previsto, precisamos ter uma comunicação aberta, franca e chamar os pais para a responsabilidade que cabe a ele. As diretoras ainda comentaram que a valorização do professor é fundamental para o sucesso da

aprendizagem dos alunos. Consideraram ainda: A formação continuada é fundamental- comentou a professora Luciane. O compromisso dos professores no desenvolvimento das práticas pedagógicas... complementou a professora Silvia. O PCNP - Marcelo Jacote também explicou como a gestão atuou no desenvolvimento da sua carreira: No momento em que cheguei na escola perguntei se poderia ter a terça-feira livre e a diretora perguntou ‘Para quê’? Respondi que era para fazer um curso de pós-graduação . Prontamente me respondeu ‘Claro que sim!’, fiquei surpreso com sua maneira de enxergar a importância disso para minha prática pedagógica. Já passei por várias escolas nas quais os gestores não encaravam desta forma. O bate- papo foi um momento de grande aprendizagem para todos nós.

Kelly Córdoba

Boas Práticas 1  
Boas Práticas 1  

Revista Digital do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino de Diadema.

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