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Módulo III

Conceitos de utilização e sensibilização

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Combate em Incêndios - eLearning

Mód. III: Conceitos de Utilização e Sensibilização

Índice

Módulo III – Conceitos de Utilização e Sensibilização

3

Objetivos Pedagógicos

3

Conteúdos Programáticos

3

1. Combate a incêndios com extintores

4

2. Combate a incêndios com mangueiras

11

3. Prevenção de incêndios

15

V. SÍNTESE CONCLUSIVA

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VI. BIBLIOGRAFIA

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Módulo III – Comportamento do Incêndio OBJETIVOS PEDAGÓGICOS No final deste módulo deverá ser capaz de: Conhecer as condições de acomodação e sinalética dos extintores e das mangueiras (agulhetas), bem como o seu modo de funcionamento; Atuar com o extintor tendo em conta a interpretação da legenda; Aplicar corretamente o processo de extinção, tendo em conta o enquadramento (classes de fogos); Atuar em locais fechados e ao ar livre; Valorizar aspetos relacionados coma segurança do utilizador.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Combate a incêndios com extintores; Combate a incêndios com mangueiras; Prevenção de incêndios.

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1. COMBATE A INCÊNDIOS COM EXTINTORES Um extintor é um recipiente onde é armazenado um agente extintor. Os extintores são meios de atuação primários, vocacionados para atuar nos primeiros instantes do incêndio, dependendo o seu sucesso de vários fatores como a escolha correta do agente extintor, o correto manuseamento do equipamento,

as

corretas

condições

de

acomodação

e

também

de

manutenção. Os extintores podem ser classificados quanto ao tipo de agente extintor (associado ás classes de fogos), o modo de funcionamento contemplando pressão permanente ou de colocação em pressão no momento da utilização, e a eficácia de extinção que é diretamente relacionada com a eficácia que o agente extintor demonstrou perante incêndios das respetivas classes de fogos em ambiente de testes. Finalmente podem ser classificados também quanto à sua mobilidade, podendo encontrar-se em sistemas fixos, móveis e portáteis. Os fixos e móveis e dependendo da sua dimensão podem ir até a várias centenas de quilos de peso, podendo ser transportados nas mão, ás costas (extintor dorsal), empurrados sobre rodas, rebocados por veículos e até veículos próprios especificamente com o tipo de agente extintor em questão armazenado no seu interior.

Sistemas fixos de extinção

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Extintor portátil

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Extintor transportável sobre rodas

Extintor rebocável

Veículos específicos de intervenção ampliadas

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O manuseamento do extintor A conceção do extintor foi idealizada no sentido do mesmo poder ser utilizado em primeira instancia quando detetado um incêndio. Na maioria das vezes um incêndio quando é detetado e

não

é

combatido

imediato,

existe

de uma

probabilidade muito elevada que esse incêndio se torne num grande incêndio por vezes descontrolado. A ideia da distribuição de extintores por diversos locais (conforme

legislação

em

vigor), prende-se com o facto de qualquer cidadão com os conhecimentos

mínimos

sobre o comportamento do fogo possa atuar no caso destes imprevistos, no entanto é aconselhado a quem manuseia ou poderá ter que manusear este tipo de equipamentos, que procure informação e se prepare com o mínimo de conhecimentos suficientes para ultrapassar este objetivo da melhor forma.

No entanto torna-se indispensável que se tenha um conhecimento mínimo sobre a localização e forma de atuação com o extintor. A localização prende-se com factos de ser em casa ou no local de trabalho, é usual encontrarem-se junto às zonas de acessos, para que as pessoas ao passarem irem criando uma referência mental da sua localização para facilitar a sua procura em caso de emergência. No caso de ser e casa, normalmente junto à cozinha é o mais usual. Nunca devemos esquecer de contactar ajuda profissional mesmo na eventualidade de conseguirmos colmatar a emergência.

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Existem algumas regras que têm de ser necessariamente cumpridas para um bom resultado neste tipo de operações, nomeadamente: A aproximação às chamas deve ser progressiva; No caso de ser ao ar livre, ter em consideração o vento. Este deve soprar sempre pelas costas do operador, garantindo o mínimo de exposição ao calor, gases e fumos libertados pela combustão;

Colocação em funcionamento A colocação em funcionamento está idealizada se forma simples e fácil permitindo ao utilizador, mesmo que pela primeira vez, obtenha um desempenho aceitável e que permita a extinção do incêndio. O primeiro passo é observar a legenda do extintor e certificamo-nos de que é adequado à necessidade de intervenção. Depois retirar a cavilha de segurança. Esta cavilha está protegida por um selo inviolável, que nos indica que o extintor ainda não foi utilizado após a última revisão. Se o extintor for de pressão permanente basta premir a pistola difusora e o agente extintor sai imediatamente para o exterior. Se o extintor for de colocação em pressão antes da utilização, é necessário acionar o dispositivo de pressurização primeiro, só depois retirar a cavilha de segurança e o extintor fica pronto a ser utilizado. Os extintores de colocação em pressão antes da utilização podem apresentar vários aspetos, nomeadamente a localização da garrafa com o gás (azoto) que pressuriza o extintor. Podemos encontrar com garrafa interior, que por intermédio de uma pancada no topo, percutimos o disco e o gás mistura-se com o agente extintor. No caso de ser garrafa exterior, normalmente o dispositivo é de válvula de abertura e basta para isso rodar (abrir).

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Legenda de um extintor de pó químico seco, ABC.

Considerando que temos o nosso extintor pressurizado (seja de garrafa interior ou exterior) e retirámos a cavilha. Nesta fase se premir o manípulo (com a cavilha retirada) o agente extintor sai para o exterior. Também nesta fase podemos encontrar duas opções, o manípulo de acionamento fixo no topo do extintor ou na pistola difusora. O efeito provocado é idêntico nas duas características.

Modo de atuação com o extintor O utilizador do extintor deve ter em atenção alguns procedimentos aquando da utilização do mesmo. Torna-se então fundamental a avaliação do rumo do vento. É essencial colocarmo-nos com o vento pelas costas (a favor do vento), com o objetivo de nos salvaguardarmos em relação a possíveis lesões e queimaduras causadas por gases e fumos com elevadas quantidades de carga térmica libertadas pela combustão. Se por algum motivo a circunstância exigir o não cumprimento desta regra, o utilizador deve proteger-se com equipamento de proteção individual adequado para este efeito. Consideramos equipamento de proteção individual adequado capacete, óculos de proteção, luvas, casaco de proteção, calças e calçado adequado. 8 www.novaetapa.pt


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Após avaliadas estas condições o utilizador efetua um primeiro disparo curto, para se certificar de que o extintor está em perfeitas condições de utilização. Após este pequeno ensaio o utilizador avança para o incêndio a uma distância aproximada entre três e cinco metros (dependendo do tipo de extintor). O jato deve ser dirigido para a base das chamas e há medida em que o extintor vai perdendo força o utilizador vai-se aproximando, se possível de uma forma organizada, iniciando numa ponta e percorrendo até à outra. De salientar que nas atuações com CO2 a projeção do agente extintor é reduzida (pouco alcance), logo vai obrigar a que a aproximação ao incêndio seja mais acentuada. Durante o procedimento de extinção, pretende-se que o jato seja gerido na horizontal associado a movimentos laterais (varrimento).

No caso do incêndio se desenvolver na vertical, o correto método a aplicar é iniciar a operação pela base e ir subindo controladamente. Nas situações de fogos da classe C (gás), o procedimento de atuação deve ser o seguinte, o jato de extinção deve ser dirigido a um ângulo entre 45º e 90º (evitar projetar contra a saída do gás).

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Devemos ter em atenção que os incêndios desta origem (C), devem ser combatidos quando tivermos a certeza de que após a sua extinção existem condições necessárias para o corte do fornecimento do gás, evitando assim a sua expulsão para o exterior de forma descontrolada, contribuindo assim para uma fuga de gás que se traduz também nos seus perigos quando descontrolada. O gás a arder controladamente invalida a sua dispersão pelo ambiente e elimina possíveis perigos que possam surgir com a sua acumulação (perigo de explosão).

Nota importante: Em incêndios da classe B, sólidos liquidificáveis e líquidos, na atuação perante estes tipos de combustíveis, e no caso de estes líquidos estarem contidos em recipientes, é extremamente importante que o jato não seja aplicado na vertical ou demasiadamente perto, pois a pressão de saída do agente extintor pode provocar o alastramento do combustível para fora da zona de controlo do operador, bem como danificar outros equipamentos adjacentes. No caso de operarmos com um extintor de água e espuma, é pretendido que o contudo do extintor seja direcionado para a superfície da área a arder, no caso de ser um combustível liquido o objetivo passa por criar uma camada de espuma que interrompa a ligação com o comburente. No caso de ser um extintor apenas de água pulverizada, o mesmo deve ser aplicado por cima em movimentos circulares. Nota:

Normalmente

na

legenda

do

extintor,

vem

mencionado

uma

especificação técnica sobre a aplicação do mesmo em incêndios envolvendo corrente elétrica.

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2. COMBATE A INCÊNDIOS COM MANGUEIRAS Normalmente e tendo em conta a atuação com linhas de água (mangueiras), por utilizadores ocasionais os procedimentos se segurança são identidos aos dos extintores. Por norma os sistemas fixos de extinção com magueiras para utilização, vulgarmente chamados carreteis de mangueiras, encontram-se em locais previamente definidos dento dos edificios, devidamente sinalizados, e contando com um correto e operacional estado de utilização a sua utilização é simples de executar. Deverá existir acesso a uma chave que irá abrir a caixa onde está a mangueira. Após a abertura da caixa procede-se ao desenrolamento da mangueira até ao local do incêndio. Após percorrida esta etapa e após abrir a água na torneira que se encontra dentro da caixa, deve-se abrir a agulheta por forma a deixar sair o ar existente nas tubagens e avançase para o incendio com mangueira em carga (fechada). Nota: não devemos abrir a mangueira antes do local do incêndio, sob pena de provocarmos estragos desnecessários por ação da água. O manobramento da agulheta (ponta da mangueira) pode ser ajustado proporcionando ao utilizador algumas opções aquando na operação. Existem basicamente três hipoteses que podemos encontrar em alguns destes equipamentos, nomeadamente aplicação em jato, que nos vai permitir alcançar o obstáculo mais ao longe e oferecer maior capacidade de penetração. Na posição oposta que gera água pulverizada, que nos aferece mais proteção e arrefecimento associado a um elevado poder de extinção, e uma poisção intermédia, a de cone de ataque que nos vai proporcionar um trabalho intermedio das outras duas. Torna-se fundamental valorizar sempre equipamento de proteção individual e rumo do vento quando ao ar livre. Antes da aproximação ao incêndio devemos abrir a mangueira com o objetivo de fazer-mos sair o ar das tubagens, assim que a agua chegar à ponta da mangueira (agulheta*) fechamos de imediato e iniciamos a aproximação. No caso de existir demasiada pressão no sistema podemos aplicar o nosso corpo sobre a mangueira por forma a controlar-mos a força por ela exercida. 11 www.novaetapa.pt


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Em compartimentos fechados as recomendações são um pouco mais complexas mas fáceis de interiorizar. Na fase de aproximação e pelos locais onde formos passando devemos observar bem procurando possiveis vítimas, caminhos de fuga e possiveis focos secundários (outras zonas isoladas provocadas pelo incêndio).

Aborgagem a um local fechado com um incêndio no seu interior

Na eventualidade de ser necessário abrir uma porta para aceder ao incêndio devemos proceder com muita precaução. Antes de mais não nos devemos colocar em frente da mesma mas sim protegidos pela parede (ombreira da porta). A sua abertura deve ser feita de forma lenta e controlada para evitar fenomenos de alimentação e renovação brusca de comburente. 12 www.novaetapa.pt


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Não nos devemos esquecer que perante um cenário de um incêndio num espaço fechado, e contando que o mesmo vai ser combatido nos seus primeiros minutos da sua existencia, os fumos, gases e temperatura vão alojarse nos espaços mais elevados (por serem mais leves que o ar ambiente), facilitando significativamente assim a aproximação do utilizador (quando este utiliza os espaços mais abaixo, ou seja abaixado). Existem no entanto alguns procedimentos semelhantes aos procedimentos com extintores, nomeadamente na forma como aplicamos o jato de água sobre as superficies de incêndio. Se aplicarmos um jato de água sobre um depósito com combustível corremos o risco de derramar combustível a arder, provocando o descontrole acentuado da nossa missão. No caso do incendio se desenvolver na vertical, o procedimento correto é iniciar a sua extinção pela base e depois ir subindo até ao topo. No que respeita ao fumo não é aconselhavel aplicar água, pois corremos o serio risco de o dispersar afetando a visibilidade.

Aproximação ao incêndio com manobras de mangueiras

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Não devemos esquecer que perante uma situação de incêndio mesmo que controlado devemos sempre solicitar ajuda profissional. O ideial será mesmo antes de iniciar-mo os procedimentos de extinção. Podemos solicitar a alguem que emita o alerta para os serviços de emergência enquanto iniciamos os procedimentos.

No caso de iniciarmos o combate a um incêndio e por algum

motivo constatarmos que a nossa ação não é eficaz ou suficiente, no caso de estarmos num espaço fechado devemos fechar a porta (impossibilitar a renovação do comburente) e abandonar o local, e aguardar ajuda profissional. No caso de ser num espaço ao ar livre, devemos certificar-nos da nossa segurança.

*Agulheta - é o nome atribuído ao objeto colocado na ponta da mangueira, que serve para dosear e dirigir o jato.

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3. PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS A seleção do tipo e quantidade de extintores está associada diretamente com o risco a proteger, os níveis de perigosidade, o número de ocupantes e outros conforme legislação em vigor. Um dos aspetos importantes quanto à sua implementação é o seu manípulo ter que estar a 1.20 metros do chão, suspenso por um suporte ou dentro de uma caixa própria, devidamente sinalizado. A localização dos extintores deve ser preferencialmente em locais de passagem para fácil memorização. Quanto aos sinais os mesmos têm que estar aplicados e devem existir também outros, que conduzam ao respetivo extintor (setas). No que compreende a procedimentos de inspeção e manutenção dos extintores, devem estar de acordo a norma NP4413, onde explica que a inspeção pode ser feita por qualquer elemento (sem formação específica), designado pelo detentor do extintor. A manutenção e recarga terão de ser feitas por uma entidade credenciada para o efeito. A inspeção consiste numa verificação visual, onde observamos as etiquetas e o selo da cavilha do aparelho, que é o mínimo garantido que o extintor está em boas condições de utilização. Salvo observação de outro condicionante, o extintor terá de estar dentro da validade da revisão e o selo de proteção inviolado, garantindo assim o sucesso da operação. Não devemos esquecer que sempre que procedermos a manutenção destes equipamentos, outros devem ser colocados em sua substituição durante o período de manutenção. Em espaços pequenos que exijam apenas um extintor, é aconselhado ter um segundo de reserva, para o caso do primeiro por algum motivo não funcionar. Não nos devemos esquecer que a organização de um determinado local poderá ser determinante na ocasião de um incêndio. A prevenção ocupa um lugar fundamental. No fundo são um conjunto de medidas que visão melhorar procedimentos em caso de emergência.

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Algumas medidas podem ser adotadas como a desobstrução de saídas de emergência, garantir o correto funcionamento dos meios de extinção ao dispor bem como a sua manutenção, sempre que possível treinar e respeitar os planos de emergência do local de trabalho ou onde habitamos. É importante respeitarmos os locais onde podemos fumar, pois é onde existem cinzeiros, não acumular grandes quantidades de lixo (elevada carga de combustível). Em caso de emergência seguir criteriosamente os planos estabelecidos.

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V. SÍNTESE CONCLUSIVA Consideramos de extrema importância as matérias abordadas nesta formação de combate a incêndios, incidindo nelas a base para a compreensão dos incêndios em geral. De registar como referência que ao invalidarmos um dos lados do triângulo do fogo conseguimos debelar o incêndio. Na perspetiva da previsão e compreensão da propagação torna-se fundamental entender quais as formas possíveis de propagação dos incêndios, radiação, convecção, condução e deslocamento de materiais inflamados, sempre com o objetivo de as contrariar assumindo como base as formas de extinção dos incêndios, arrefecimento, carência, abafamento e rutura da reação em cadeia, independentemente dos pontos ou limites de inflamabilidade. Para um combate eficaz tendo em conta a segurança do utilizador em primeiro lugar associado a um mínimo número de estragos possível a provocar surge a correta escolha do agente

extintor

a

aplicar.

A

interpretação

da

legenda

do

extintor

comparativamente com o que temos a arder é fundamental. Em casos reais o tempo reação do utilizador é muito rápido devido à adrenalina que as situações o exigem e algumas vezes somos conhecedores dos protocolos e acabamos por não os conseguir colocar em prática na perfeição, mas a diferença no êxito está na calma e sangue frio que poderemos ou não conseguir encontrar nestas situações, e que nos vão permitir raciocinar e aplicar os conhecimentos adquiridos. Sem duvida alguma que a prevenção surge em primeiro lugar no que respeita a qualquer tipo de acidente ou incêndio, neste caso os incêndios estruturais. A organização interior e exterior dos espaços traduz em larga percentagem o êxito a obter em situações de emergência, bem como a correta associação dos extintores tendo em conta o seu conteúdo e os bens a proteger, em locais próprios e quantidades suficientes, e nunca devemos esquecer que mesmo alcançando o êxito devemos solicitar ajuda profissional no que respeita a qualquer área de socorro ou emergência.

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Todos os agentes de proteção civil ligados à área do combate a incêndios tiveram como base das suas formações os conceitos que acabamos de aprender, podendo depois os mesmos serem mais aprofundados ou não consoante

o

nível

de

atuação.

Consideramos

que

devemos

ser

protetores de todos nós e considerando os conhecimentos adquiridos com esta formação, associado ao sentido de transmissão de informação na altura da solicitação dos pedidos de ajuda profissional dos pontos mais importantes da formação cívica em matéria de proteção e socorro.

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VI. BIBLIOGRAFIA

Manual de Combate a Incêndios – Escola Nacional de Bombeiros.

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