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Mensário da Junta de Freguesia ABRIL#2011 Ano VII Edição N.º 76 Director José Carlos Gomes Editor Ângela Duarte Distribuição gratuita noticiasdafreguesia.blogspot.com

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Luís Manuel

Direitos Reservados

Caso raro no concelho

Capela dos Conqueiros ganha “nova” cor após obras de restauro

Últ.

Agora é que são elas NF

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Rancho do Souto da Carpalhosa comemora 36 anos P3 Judocas no Souto P3 Paintball na Chã da Laranjeira P5 Rally paper em São Miguel Últ. Portugal e o FMI P4


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opinião, social

Miúdos & Graúdos

Provérbios Por MilsorrisJs!

Pelo seu significado tradicional, os provérbios memorizam-se facilmente, são usados por todas as classes sociais. Usam-se no nosso dia-a-dia, em diálogo familiar, entre amigos e até mesmo em discursos, (falados ou escritos) no sentido de, como diz o povo, “puxarem a brasa à sua sardinha”. Os provérbios são transmitidos de geração em geração, são ditos para justificar acções ou fundamentar comportamentos, tais como, Solidariedade, Desespero, Causa, Tempo, Pessimismo, Prudência … etc. Muitos deles são repletos de sabedoria popular que os podemos levar à letra, outros talvez nem tanto. Deixamos-lhe com alguns… Solidariedade: Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti. Desespero: Uma desgraça nunca vem só. Causa: Quem não tem cão caça com um gato. Tempo: Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso. Pessimismo: Quando o mal é de morte, o remédio é morrer. Prudência: As paredes têm ouvidos. “Não diga tudo quanto sabe, não faça tudo quanto pode, não creia em tudo quanto ouve, não gaste tudo quanto tem, Porque quem diz tudo quanto sabe, quem faz tudo quanto pode, quem crê em tudo quanto ouve, muitas vezes diz o que não convém, faz o que não deve, julga o que não vê, gasta o que não pode.” Não seria mau de todo dar alguma atenção a este tipo de sabedoria popular, não só porque aprendemos algo, assim como faz parte da nossa cultura.

ABR 2011

As palavras do senhor prior Padre José Baptista

Gestos que ferem ou curam Pelas sete da manhã já se ouvia o batucar do testo na panela. Era à lareira, em panela de ferro aquecida pela controlada chama de madeira que ardia imparável, que se misturavam ingredientes possíveis de uma refeição que os filhos levavam, pela manhã, quando, mais ou menos ensonados e quase sempre sem vontade, saiam de casa para mais uma jornada de trabalhos. E começaram a sair ainda bem tenros nos anos. Quando passava perto do quarto e os filhos já estavam acordados, podia ouvir-se o bichanar de palavras quase surdas, imperceptíveis a ouvidos que quisessem entendêlas. Todos sabiam que eram orações que saiam de seus lábios, numa toada de palavras repetidas em cada dia. Percebia-se, pelo seu modo de agir e de falar, que eram, apesar de repetidas, palavras cheias de fé num agradecimento e súplica ao Deus que lhe reinava no coração. Tornou-se insistente a

voz que, ao longo de muitos anos, se ouvia até que finalmente os filhos, e não eram poucos, resolvessem sair da cama para começar mais um dia de labuta. Entre bateres de testo, nomes de filhos e orações balbuciadas, ouvia-se, de quando em quando, uma tosse persistente e uns “ai Jesus” que cortavam mais e batiam mais fundo que o quase silêncio matutino. Ponte intermédia para amainar tempestades familiares e defender alguma fragilidade que se mostrasse mas vulnerável, a justiça e a verdade sempre foram apanágio seu. Compreenda-se que algumas mentiras, chamemoslhe ocultação de verdade, aconteciam também, mas com uma certeza, era sempre para proteger os mais pequenos de situações menos agradáveis. Lágrimas… tantas lágrimas lhe saíram de dentro! Aquelas que eram visíveis tornaram-se incontáveis, e as razões era geralmente, ocultas. Lágrimas! Quantas lágrimas saíram em segredo, sem que alguém tivesse tido ocasião de as ver ou pressentir?! Quantas delas engolidas simplesmente porque a sua família não “tinha” que sofrer!? E alegrias? Quantas, se puderam ver manifestadas em risos, sorrisos ou palavras, por cada progresso de um filho, por cada passo dado em frente na independência daqueles que,

em alegrias nas manhãs dolorosas de parto, deu à luz do dia?! Brotam as flores, renascem vigorosas as plantas porque a Primavera voltou a fazer parte de nossas vidas! Flores cortadas, pétalas esmagadas, porque o domingo, o primeiro do mês de Maio, continua a ser apelidado de “Dia da Mãe” e é preciso, torna-se premente, que neste dia haja um gesto simpático para com esse ser inigualável que, boa ou má que seja, é, será sempre, a nossa mãe. Rosas, e outras flores que tais, brilhantes de cores vivas e passageiro vigor, mantidos por produtos químicos ou naturais, podem bem ser imagem de aparências de gestos belos e sorrisos sem miolo com que numa sociedade esboroada tratamos as nossas relações humanas. Não são “flor que se cheire” porque o odor lhes falta completamente, e é o odor que perfuma e torna mais bonita a rosa, ainda que murcha possa estar. Apelidado de pessimista no trato do que escrevo, creio poder dizer que pugno mais pela diferença e é por isso que não sou adepto de dias “disto e daquilo”, embora reconheça que são precisos para que, no esquecimento dos valores a que nos votámos, haja alguma coisa que nos abane a memória e nos faça perceber que muita coisa mais há no mundo, além

de nós. Flores pequeninas, selvagens, nascidas no esquecimento de um pinhal qualquer ou na beira de um caminho onde todos passam sem tempo para ver, oferecidas num dia sem sentido especial, tornam mais puro e belo o gesto de quem oferece e aquecem o coração e o sorriso de quem as recebe. Ficou gravado e bem guardado o sorriso acompanhante do gesto da Mariana quando, num dia vulgar, sem uma razão especial, além da que ela mesma sentia, porque essa sim é fenomenal, me entregou uma pequenina folha de papel na qual, por seu punho, gravou alguns desenhos e fixou uma quase minúscula florinha amarela. Apanhada, com toda a certeza do mundo, com uma única intenção: oferecer a uma pessoa em concreto, dá-lhe um encanto muito além daquele que a beleza material lhe pudesse conceder. Gestos, assim simples, marcam a presença, o carinho e o amor com que nos presenteamos uns aos outros, mais ainda quando eles se direccionam para a nossa mãe. Gestos e palavras que ferem ou curam de modo único porque mãe há só uma, porque mãe é única e insubstituível. Obrigado a todas elas, a uma em particular, simplesmente porque são mães.

Praia do Pedrógão volta a hastear Bandeira Azul A Praia do Pedrógão, no concelho de Leiria, foi uma das praias distinguidas com a Bandeira Azul, durante a cerimónia de Comemoração dos 25 anos do Programa Bandeira Azul, que decorreu no Oceanário de Lisboa. No total, foram galardoadas 271 praias e 14 marinas. “A aprovação da candidatura da Bandeira Azul da única praia do concelho é, para nós, um motivo de orgulho, já que é um reconhecimento pelo trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na constante melhoria das condições

ambientais e de qualidade da praia, nas várias vertentes que se relacionam com o desenvolvimento sustentável. Designadamente, nas componentes ambiental, social e económica”, afirmou Isabel Gonçalves, vereadora do Ambiente da Câmara Municipal de Leiria. A autarca explica que, sete anos depois, a Câmara Municipal de Leiria voltou a apresentar uma candidatura à Associação Bandeira Azul da Europa, pela mais-valia que representa em termos turísticos. “Considerámos que a

praia do Pedrógão é detentora das condições essenciais para a obtenção do galardão, o que foi reconhecido pelo júri.” Além da qualidade da água, a atribuição da Bandeira Azul prende-se com a avaliação favorável da gestão ambiental e dos equipamentos, bem como de segurança e serviços. Para a dinamização das acções de educação e sensibilização ambiental, o Pedrógão dispõe do Centro Azul, que funciona como um espaço lúdico e pedagógico, de apoio aos visitantes da praia, onde são promovidas

acções de cariz ambiental, envolvendo essencialmente crianças e jovens. No distrito de Leiria foram aprovadas ainda as candidaturas das praias de Paredes de Vitória e S. Martinho do Porto (Alcobaça), Praia do Mar (Caldas da Rainha), Baleal Norte, Baleal Sul, Cova da Alfarroba, Gamboa, Medão – Supertubos, Consolação (Peniche) e Osso da Baleia (Pombal). Este ano foram atribuídas, pela primeira vez, mais de 250 Bandeiras Azuis.


necrologia, social, desporto

Olívia Batista, de 91 anos, faleceu dia 6 de Abril. Era solteira. Residia em Várzeas e foi a sepultar no cemitério de Várzeas.

Maria de Jesus, de 86 anos, faleceu dia 8 de Abril. Residia em Arroteia e era viúva de José dos Reis. Foi a sepultar no cemitério de Souto da Carpalhosa.

Raul da Silva Santos, de 65 anos, faleceu dia 16 de Abril. Residia em Várzeas e era viúvo de Maria Celeste Ferreira João. Foi a sepultar no cemitério de Souto da Carpalhosa.

José Gaspar, de 86 anos, faleceu dia 27 de Abril. Residia em Carpalhosa e era casado com Maria Emília. Foi a sepultar no cemitério de Vale da Pedra. Joaquim Lourenço dos Santos, de 86 anos, faleceu no dia 28 de Abril. Residia em Maceira, era natural do Picoto e era viúvo de Maria Júlia Fernandes. Foi a sepultar no cemitério do Souto da Carpalhosa.

Legislativas’11 Voto antecipado Informa-se que certos cidadãos que estejam impedidos de se deslocar à assembleia de voto no dia das eleições podem votar antecipadamente. Os cidadãos que, por motivos profissionais, não possam deslocar-se à sua assembleia de voto, no dia das eleições, podem votar antecipadamente entre os dias 16 e 31 de Maio. Estão também abrangidos pelo direito de voto antecipado: Estudantes – se é estudante de uma instituição de ensino e está inscrito em estabelecimento situado em distrito ou região autónoma diferente daquele por onde se encontra inscrito no recenseamento eleitoral e, por esse motivo, está impedido de se deslocar à assembleia de voto no dia das eleições. Eleitores deslocados no estrangeiro – Se está inscrito no recenseamento eleitoral português e se encontra deslocado

no estrangeiro, entre 24 de Maio e 5 de Junho e, por imperativo decorrente das suas funções profissionais, está impedido de se deslocar à assembleia de voto no dia das eleições. Eleitores doentes internados – se está doente ou internado num estabelecimento hospitalar e, por esse motivo, … Eleitores presos e não privados de direitos políticos - se está preso e não privado de direitos políticos e, por esse Para mais informações, consulte o Portal do Eleitor (www.portaldoeleitor.pt). Posso votar pela Internet? O Sistema de Informação e Gestão do Recenseamento Eleitoral é um passo indispensável que pode permitir, no futuro, o voto em mobilidade. Actualmente, não é possível votar pela Internet, por falta de habilitação legal.

29 de Maio (Domingo) 09h00 Realização de um PeddyPaper nos trilhos da zona 16h00 Matiné dançante com o acordeonista Virgílio Pereira

Posso mudar de mesa/assembleia de voto? Têm sido várias as pessoas que se manifestam interessadas em mudar de local/mesa de voto, muitas vezes, mais perto da mesa de residência. Contudo, não se pode fazer quaisquer alterações de local de voto até 60 dias antes do acto eleitoral. Assim, os eleitores que queiram alterar o seu local de voto poderão fazê-lo agora somente após o próximo acto eleitoral.

Souto da Carpalhosa 1.ª Concentração de Judocas 2011

36.º Aniversário do Rancho de Souto da Carpalhosa 28 de Maio (Sábado) Noite de Folclore Festival de Folclore com início previsto às 21h00 com as seguintes participações: Alta Estremadura - Rancho Folclórico e Etnográfico de Souto da Carpalhosa - Rancho Folclórico da Costa – Maceira – Leiria Beira-Alta - Rancho da Associação Cultural da Freguesia de Seixo da Beira Ribatejo - Rancho Folclórico da Golegã

Estou recenseado? Se é português e reside em território nacional, está automaticamente inscrito no Recenseamento Eleitoral. Se é um cidadão estrangeiro ou reside no estrangeiro, a inscrição é voluntária.

Diretos Reservados

Necrologia

No dia 26 de Março 2011, nos Milagres, desenrolou-se a 1.ª Concentração de Judocas 2011. Este evento contou com a presença de mais de três dezenas de judocas, vindos de diversos pontos do distrito, tornando este primeiro evento num grande sucesso. O encontro consistiu num treino de conjunto orientado pelo professor Eric Domingues – 3.º

Dan, e numa competição onde os atletas do Souto da Carpalhosa estiveram em evidência pela sua qualidade e empenho, amealhando excelentes vitórias. No final, realizou-se um convívio entre judocas, desenrolando-se este num clima saudável de partilha entre pais, professores e atletas. Eric Domingues

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Trabalhos da Junta

Como de hábito, deixamos-lhe a indicação dos trabalhos realizados durante o mês de Abril. - Transporte de barracas do Souto para Leiria; - Execução de vários trabalhos na escola do Souto; - Execução de caminho no lugar de Conqueiros; - Arrancar de oliveira no lugar de Conqueiros; - Retirar de barreiras da Rua do Rancho, no lugar do Souto; - Limpeza de fontes no lugar de Chã da Laranjeira; - Limpeza e espalhamento de entulho de caminho no lugar do Chã da Laranjeira; - Tapamento de buracos com massa asfáltica em Chã da Laranjeira e São Miguel; - Trabalhos de limpeza, colocação de tubo e arranjo de serventia no lugar de São Miguel; - Limpeza de fontes em São Miguel e no Souto de cima; - Limpeza de aqueduto no lugar do Souto; - Espalhamento de química no lugar do Souto, Arroteia, ligação do Souto aos Conqueiros e ligação à Charneca do Nicho, Várzeas e Picoto.

ABR 2011


social

Medidas do FMI em Portugal Termos como FMI, ‘troika’, austeridade… podiam ser palavras que apenas faziam parte do léxico dos mais “entendidos”. Agora, são comuns até em conversa de café. O assunto não é novidade para ninguém e toca a todos. Se ainda não sabe por onde vai actuar o Fundo Monetário Internacional (FMI), conheça aqui as principais medidas do FMI impostas ao Governo português, após o pedido de resgate financeiro à Comissão Europeia, efectuado a 6 de Abril, e que visam a redução do défice para 5,9% em 2011, 4,5% para 2012 e 3% para 2013. O programa de assistência financeira da União Europeia e do FMI a Portugal ronda os 78 mil milhões de euros e será aplicado durante três anos. A ajuda será concedida através da entrega periódica de dinheiro ao país, na sequência de verificações regulares por parte da Comissão Europeia quanto ao cumprimento do programa de reformas acordado. As medidas a implementar são semelhantes às aplicadas na Grécia e na Irlanda, países que também recorreram ao fundo de resgate. Impostos - Agravamento do IRS para a classe média; - Diminuição das deduções relativas a despesas com compra de casa, com saúde e com educação; - Aumento do IMI; - Descida do IMT; - Aumento das taxas moderadoras na saúde; - Aumento do IVA na factura da electricidade; - Revisão dos produtos com taxa reduzida de IVA; Salários - Aumento das pensões mínimas; - Corte nas pensões acima de 1.500 euros mensais; - Não haverá cortes nos salários da função pública ou no 13.º e 14.º meses; Função Pública - Redução em 15% dos cargos dirigentes da administração central e de organismos públicos; - Redução do número de municípios e juntas de freguesia; - Militares proibidos de gerar mais despesa; Subsídio de Desemprego - Duração do subsídio de desemprego reduzida para 18 meses; - Corte progressivo do subsídio de desemprego a partir do 6.º mês; - Valor máximo de 1.048 euros; Empresas - Redução da taxa social única; - Venda do BPN sem preço mínimo; - Privatização da REN, TAP e EDP; - Suspensão novas parcerias público privadas. In www.online24.pt

ABR 2011

BA5 Monte Real Este ano... também elas foram “à tropa”

Fotos: NF

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Pelo segundo ano consecutivo, a Base Aérea n.º 5 – Monte Real, foi um dos centros para apresentação do Dia da Defesa Nacional (DDN) e no dia 4 de Maio, o NOTÍCIAS DA FREGUESIA foi acompanhar mais de uma centena de jovens na sua apresentação, a maioria dos quais, da freguesia do Souto da Carpalhosa. Este ano o DDN contou com uma nova particularidade: a apresentação é igualmente obrigatória para ambos os sexos. Se até aqui só os rapazes é que se apresentavam no dia em que, provavelmente, terão maior contacto com as forças armadas, agora também as raparigas estão no mesmo patamar, algo que até então, era facultativo para elas. Recepção feita logo pela manhã, pequeno-almoço reforçado, e bandeira hasteada ao som do hino nacional. Depois, e sempre acompanhados por oficiais das três forças armadas – Marinha, Exército e Força Aérea - os participantes tiveram oportunidade de assistir a palestras acerca da Defesa Nacional e o ser cidadão. Colocar

os jovens em contacto com a realidade militar, é um dos objectivos, mas, acima de tudo, chamar cada um à realidade do ser cidadão. Que importância para o DDN – que surge em um dia que surge em substituição à “tropa” -, para que servem as Forças Armadas, a importância do serviço militar, e o que é serse cidadão português e o dever de cidadania, foram os pontos centrais. Por estarem num centro da Força Aérea, também neste dia os jovens tiveram oportunidade de conhecer, ao pormenor, um F-16 e conhecer um pouco da realidade de quem pilota aquelas “máquinas.” De entre muitas visitas, explicações e partilhas, este foi um dia diferente em que jovens de 18 e 19 anos, rapazes e raparigas, puderam ter contacto com uma realidade diferente da sua habitual. Uns mais motivados, outros nem tanto, mas um dia que fica na memória de todos. Reacções de quem por lá passou… Ana Ramos, Casal Telheiro “A apresentação no DDN não devia de ser obrigatória. É certo

que estamos perante o direito da igualdade, mas não me parece bem ser obrigatório. Há muita coisa que vai contra os meus princípios, e portanto, não viria. Acho que estamos perante uma visão muito bélica e de agressividade muito elevada.” Juliana Pedrosa, Casal Telheiro “Ainda é bom ser obrigatório para todos virem. Se assim não fosse, ninguém vinha. Prosseguir pela vida militar, já pensei nisso, e acho bonito… mas…” Sofia Viva, Vale da Pedra “Encarar a vida militar foi algo que já me passou pela cabeça”. Catarina Oliveira, Carpalhosa “Estou a gostar bastante e não me parece mal que seja obrigatório também para as raparigas”. Marina Reis, Picoto “Sinceramente, estou a gostar e já tinha alguma curiosidade”. Mário Santos, Conqueiros “Parece-me um dia muito interessante. Ainda mais, a oportunidade de conhecer a BA5 e de poder constatar que tem muito mais meios do que eu imaginava. É bom que o DDN seja obrigatório, senão ninguém vinha. E isto não é como na inspecção, é um dia!”. André Carreira, Conqueiros “Prosseguir pela vida militar, nem pensar. Não estou a gostar muito da visita… é bom… mas… não sei sequer se o que fazem vale a pena”. Ângela Duarte


social

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Centro Social representa freguesia na Feira de Maio

O Centro Social e Cultural da Paróquia de Souto da Carpalhosa esteve presente na Feira de Maio, a feira anual de Leiria, com serviço de gastronomia, representando, durante uma semana, toda a freguesia de Souto da Carpalhosa. Esta foi a primeira vez que houve uma representação do género a nível de freguesias na Feira de Maio.

Árvore de Páscoa na Junta de Freguesia

Autoria: Meninos das CAF’s do Souto da Carpalhosa, Vale da Pedra e Moita da Roda

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Conqueiros Projecto de turismo de habitação rural único em Leiria

Conqueiros vai passar a ser local de destaque no roteiro turístico e cultural da região centro. Quinta Alves de Matos é o nome de um projecto de turismo de habitação rural único no concelho e promete dar que falar. O nome Alves de Matos não é desconhecido da freguesia, principalmente, dos habitantes dos Conqueiros. Falar da família Alves de Matos é falar de uma família nobre e muita abastada na época, século XIX, que muito ajudou a população local. O nascer desta quinta, herança que a família deixou ao caseiro, Luís Domingues, dos Conqueiros, vem perpetuar o nome de uma família que já se encontra na história. Para além da vertente turístico-cultural, estamos perante um projecto que irá, certamente, permitir o desenvolver socioeconómico da região, principalmente pela geração de postos de trabalho, directos e indirectos, aqui associados. Numa fase posterior, está também considerada a criação de um museu que pretende reunir todo o espólio agrícola e literário da família

Alves de Matos. Turismo de habitação, piscina, SPA… são algumas das valências da Quinta Alves de Matos, o projecto de alojamento que está cada vez mais próximo da realidade. No que concerne a alojamentos, aponta-se a capacidade, no limite máximo, de 15 alojamentos, caracterizados por quartos duplos. Quinta Alves de Matos é um nome que vai passar a constar do vocabulário da região. E certamente do país. Esteja atento. O passado da futura Quinta Alves de Matos “Quando, no dia 26 de Abril de 1994, faleceu o Sr. Luís José Alves de Matos, com o consequente desaparecimento de todos os descendentes desta ilustre família, ficou devoluto todo o património da Quinta Alves de Matos deixado em testamento ao pai da empreendedora, Maria da Conceição Francisco. O herdeiro, o Sr. Luís Domingues, era afilhado e foi dedicado caseiro durante quase meio século. Recuperar esta quinta dos Conqueiros, de modo a torná-la um pólo de turismo e lazer, nasceu de uma ideia que tem vindo a ganhar mais

consistência depois de reconhecido o seu mérito pelo herdeiro, pelo actual proprietário, familiares, Câmara Municipal de Leiria, Junta de Freguesia de Souto da Carpalhosa, habitantes dos Conqueiros e dos lugares limítrofes. Com este projecto, pretende-se criar as condições necessárias à preservação deste legado e transmitir às gerações vindouras o que a Quinta Alves de Matos e os seus habitantes representaram durante séculos para os Conqueiros em particular, o Souto da Carpalhosa e a comunidade em geral: - Pela doação da capela/igreja dos Conqueiros ao povo deste lugar, reconstruída em 1797, bem como o adro em frente da mesma, onde repousam os restos mortais de alguns dos membros da família; - Pela doação da quinta do Colégio da Cruz da Areia em Leiria, feita por D. José Alves de Matos, arcebispo de Mityllene e sua irmã, aqui sepultados no adro da capela dos Conqueiros; - Pela doação do terreno para a Escola Primária no lugar de Moita da Roda; - Pelo reconhe-

cimento para o Concelho de Leiria, do valor histórico da primeira edição, em 1868, do livro “O Couseiro ou memórias do bispado de Leiria”, na pessoa do seu redactor Pe. Inácio José de Matos, também ele aqui sepultado; - Pelo contributo desta quinta para o Agro-museu Municipal da Ortigosa, dado que aqui residiu a sua génese; - (…) entre outros contributos. Numa primeira fase, pretende-se recuperar a casa da família, ampliada no século XIX (1882), mas com o seu rés-do-chão construído previsivelmente antes do século XV que, segundo alguns especialistas, será de origem árabe ou mourisca. Apesar de se tratar de uma casa tipicamente rural, sem azulejos, pinturas interiores ou outros elementos ricos, nem espólio relevante, é um bem patrimonial único na freguesia.”

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opinião Opinião Gastão Crespo c/ Simão João (ilustração)

O Velho, o Rapaz e o Burro Inicio este artigo lembrando uma história há muito contada e muito actual nos dias de hoje: “Seguiam os três em fila indiana. Ao passarem por uma velha, esta comentou: “O burro vai leve e sem se cansar”. E ria sem parar. O velho então para não se rirem mais deles, resolveu subir para o burro e ir montado nele. Chegou uma jovem e também comentou: “Ai que coisa feia! Que triste que é ver o velho no burro, enquanto o rapaz, pequeno e cansado, vai a pé!” E ria sem parar. O velho desceu e o filho montou o burro. Logo em seguida alguém gritou: “Bem se vê que o mundo está transtornado, o pai vai a pé e o filho montado no burro! O velho parou, pensou e depois montaram os dois em cima do

Opinião

Albino de Jesus Silva

Abarroadas surpresas… não conhecem crise! Desta forma, pretendemos no Souto da Carpalhosa obter algo que nos esclareça sobre o que está a acontecer! - Fiquei aturdido, sem fôlego, ao descobrir semelhante acaso. Perguntei à primeira pessoa que encontrei do

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burro.” Assim pela estrada seguiram os três. Contudo, logo se ouviu ralhar pela quarta vez: “Um rapaz já grande e um velho, é carga a mais no lombo do burro!” Então o velho olhou para o filho e disse: “Aprende, rapaz, a não te importar, se a boca do mundo de ti murmurar.” O mundo de hoje também é assim, por muito que queiramos progredir, ter sucesso, encontrar novos caminhos, há sempre alguém ou, notícias ou políticos ou sistema financeiro, que nos impedem o caminho e nos apelam para desistir. Por isso, lanço o desafio: deixem de ver notícias, fechem os ouvidos a críti-

lugar se sabia disto. Não me soube responder. À segunda… também não. À terceira… disse-me: “Ouvi dizer que tinha caído, por causa das obras, mais não sei. Ainda não tive tempo de passar para ver”. Eu, fui ver! - Despertou-me a presença duma grua da construção civil hasteada neste local. Por curiosidade, desloquei-me até lá e assim discernir visualmente as ocorrências, certificando-me do que menos esperava! O descalabro, o cinismo praticado, a falta de respeito, a deslealdade, a pequenez de quem cometeu ou concordasse com ignaro acto, sem primeiro consultar, sem informar a população, já moralmente dizimada por motivos a este parecido. Sem conhecimento público, e antes que alguém se opusesse e surgissem complicações aos interessados, despejaram e destruíram a emblemática “Capelinha

cas destrutivas dos outros e desviem-se da lamúria dos desistentes. Realmente se não for construtivo, o que vale o que os outros falam? O futuro é daqueles que definem objectivos, traçam metas e avaliam os resultados com regularidade. Para tal, é necessário colocar toda a energia no que estamos a empreender, considerar os problemas como verdadeiros desafios e cortar a meta do sucesso. Bem-haja a todos aqueles que querem “construir pontes e túneis”. Seja feliz, faça alguém feliz e, já agora, trace o seu próprio caminho.

Uma crónica de vez em quando... Orlando Cardoso

A desilusão Os tempos que correm são difíceis e amargos. E se é verdade haver sempre uma luz ao fundo do túnel, aquele que percorremos deve ser muito longo que nem uma humilde lamparina encontramos que nos possa alumiar. São dias tristes e de desesperança aqueles que vivemos, tentando resistir ao que pouco a pouco se avizinha, inevitável, miserável e vergonhoso. Na nossa aldeia, no tempo em que havia bois de trabalho, dizia-se que estes se chamavam pelos nomes. Quero com isto dizer que há responsáveis pelo desastre económico e financeiro em que nos afundámos. Gostam muitos de dizer que a culpa é de todos, como se não houvesse alguns mais responsáveis que outros, como se pudesse ser comparável a responsabilidade de quem nos governa e governou, com a do cidadão anónimo, fiel pagador dos impostos que lhe exigem.

A grande culpa de que se pode acusar este cidadão é ter, no momento da escolha, eleito aqueles que nos governam desde há décadas. Aí reside grande parte da nossa culpa colectiva. Mas nem só de meias aldrabices vivem as explicações dadas para justificar a bancarrota. Há mesmo quem tenha o desplante de dizer que “vivíamos acima das nossas possibilidades”, amalgamando no mesmo rol de culpados da crise a maioria da população que vive honestamente do seu trabalho, respeitando o velho princípio de que não se pode gastar mais do que se ganha. Assim como não há almoços grátis, não há dinheiro barato. Ele pagase com língua de palmo. As comemorações do 25 de Abril ocorrem quando a crise alastrou a toda a sociedade portuguesa. A culpa não é da “data inicial e pura”, de que falava a poetisa Sophia de Mello Breyner, como querem os saudosistas do Estado Novo. A governação é como a navegação no alto mar. Depende do piloto e nós temos a infelicidade de ser conduzidos por marinheiros de pacotilha e água doce. orlandocardososter @gmail.com

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de Nossa Senhora da Boa Morte”. … A memória sagrada de um povo que em grande parte recorda evoca e ensina sobre o saudoso Pe. Jacinto António Lopes. Obra-prima de um sacerdote, que no seu sofrimento fora exemplar, sabia exercer a sua vocação e cuidar do seu rebanho, e por ele mandada construir. Talvez alguns, necessitados de reflexão, deveriam consultar sobre o seu integérrimo pas-

sado, e seguir os exemplos daquele que foi um Padre exímio. “Os hábitos maus, as más rotinas, é que nós devemos temer e evitar. Os hábitos bons, as boas rotinas, não só a não devemos temer nem evitar, mas devemos esforçar-nos por as adquirir e conservar!”. Pe. Jacinto. Fica por aqui a minha observação, desabalado por descobrir inconcebível e vergonhoso acto.

Esperamos, contudo, uma rápida explicação aos paroquianos, à freguesia, a todos, presentes e ausentes que não têm conhecimento, por parte de alguém que assuma responsabilidades, e, com a viva esperança de nos restabelecerem a respectiva capelinha, com os valores da sua história e do seu recheio. Prometo não ficar por aqui!


opinião DaTerra

Carlos Duarte

Eleições Estamos sob intervenção externa. Se fosse no tempo do Santo Condestável, diria que estávamos em guerra contra o reino de Castela com batalhas dos Atoleiros, em Aljubarrota, Valverde, e um pouco por todo o reino. Não é o caso. Pedimos ajuda e três entidades vieram ajudar, que são: o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia, e o Fundo Monetário Internacional. Mas pedimos ajuda para quê? Tentarei explicar. Desde a adesão à CEE, cada português gasta o que ainda não ganhou. Como os fundos comunitários deixaram de entrar, Portugal tem pedido mil milhões de euros por mês, uma média de cem euros por cada português. Agora, os credores habituais deixaram de emprestar. E tivemos de pedir ajuda porque não havia dinheiro

Espaço sáude Dr. Gustavo Desouzart*

O AVC Como muitas pessoas sabem, prevenir é o melhor remédio. A prevenção é um dos conceitos mais importantes da Medicina Tradicional Chinesa (MTC). De acordo com o Taoismo, devemos viver harmonicamente com a Natureza e, adaptar o nosso corpo e os nossos hábitos às estações do ano. Neste sentido, devemos proteger e equilibrar os órgãos e vísceras mais “vulneráveis” de cada época. Tal como Inverno é YIN, a Primavera é a subida do YANG, o renascimento e a criação. De acordo com a MTC, o órgão mais afectado na Primavera é o fígado, as energias do elemento Madeira (um dos cinco elementos da cosmologia Taoista) e do Vento também são afectadas. As patologias mais típicas da

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para cumprir as obrigações do Estado. Como primeira preocupação, os governantes tentam pagar os empréstimos pedidos, por exemplo um empréstimo a cinco anos pedido em 2006 e cujo prazo termina agora (renovar os empréstimos). Depois é necessário dinheiro para todas as outras despesas, como a saúde ou os salários dos funcionários públicos, mas neste ano os maiores impostos chegarão para estas despesas. Fica também a faltar dinheiro para pagar aos outros países todos os produtos que compramos e não produzimos em Portugal: alguns alimentos (como, por exemplo, o trigo, que compramos mais barato do que conseguiríamos produzir em Portugal, ou o ananás que não cresce em Portugal), vulgares equipamentos (como telemóveis de última geração) viaturas novas ou usadas, motores industriais, máquinas para oficinas ou centros de saúde. Como? Então quem compra não paga? Muitas vezes, não! Os comerciantes, que os vendem em Portugal, recorrem aos bancos para financiar essas compras,

e os bancos deixaram de conseguir responder – ninguém lhes quer emprestar. Mas que ajuda vem trazer esta trindade? Notícias provisórias falam de um novo empréstimo de 80 mil milhões de euros, cerca de 8 mil euros por cada português. Mas esta ajuda virá com alterações obrigatórias ao nosso modo de vida, para que, após alguns anos, consigamos pagar a quem agora emprestar. Como referi na última crónica, em 2009 as eleições decorreram sem que os portugueses soubessem a verdade da situação do país. Esta intervenção externa servirá também para nos conhecermos melhor e percebermos como chegamos a esta situação. Temos vivido acima das possibilidades, alguns sim (os que compram o que não precisam), outros não (porque não têm sequer dinheiro para comida e medicamentos). Temos de repartir os sacrifícios: ir buscar dinheiro onde exista, trabalhar melhor, produzindo mais e com menos desperdícios e obrigar a trabalhar quem pode mas não quer: existe muito chão para florestar,

muitos incêndios e acidentes para evitar, muito idoso para ajudar. Por outro lado, a diminuição da qualidade nos serviços de saúde e a previsível diminuição dos salários e pensões, se abrangerem quem tem poucos rendimentos, irá criar um ambiente em que maiores conflitos sociais se irão misturar com os tristes conflitos entre adeptos de clubes desportivos e com a criminalidade geral, o que se complicará se as polícias não tiverem os meios para manter a ordem. Então?! Todos os candidatos a ditadores sabem o que fazer para implantar uma ditadura: deixar crescer a criminalidade para que o povo considere razoável a diminuição das liberdades, e apoie a alteração do regime. Na minha opinião, não há crise no regime político, nem nas instituições. O que temos tido são dirigentes sem qualidade, mas não podemos desistir da democracia e voltar a cair numa ditadura. Temos de abandonar os culpados e nas próximas eleições ir votar e dar força aos menos maus.

Não estamos isolados, nos outros países estão a ocorrer situações semelhantes, e as causas podem ser apresentadas do seguinte modo, no século passado, a Europa tinha três correntes de opinião: - Democratas-cristãos que, com a crise de fé perderam a doutrina social da Igreja, e tornaram-se Liberais. - Social-democratas ou Trabalhistas ou Socialistas que, com a diversificação das fontes do poder transformaram-se em negocistas e apenas fazem os negócios necessários para se manterem no poder. Comunistas e Nacionalistas que terminaram em ditaduras e revoluções. Neste período de maiores dificuldades temos de ter um Governo credível em quem a Europa confie e que não tenha demasiada contestação interna às medidas necessárias para o crescimento do emprego e ao crescimento económico. Pela minha parte, apelo-lhe para que seja um político e convença o seu amigo a votar.

Primavera são: rinites alérgicas, hipertensão arterial, AVC’s e doenças respiratórias. Hoje iremos falar sobre um problema que, nos países desenvolvidos, é a terceira causa de morte e a causa mais importante de incapacidade crónica, o acidente vascular cerebral (AVC). Por sua vez em Portugal, o AVC é a primeira causa de morte e uma causa importante de internamento hospitalar. E na ausência de morte pode originar sequelas a vários níveis como das funções neuromusculares, motoras, sensoriais, perceptivas e cognitiva/ comportamentais. Segundo Pereira et ali. (2004), um terço dos doentes que sobrevivem a um AVC agudo fica com uma considerável incapacidade e 10% ficam incapacitados de viver em sociedade, necessitando de cuidados de terceiros. Segundo a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC, 2010), em Portugal, a taxa de mortalidade é de cerca de 200 por cada cem

mil habitantes, o que corresponde a dois portugueses morrerem a cada hora e que 50% dos doentes que sobrevivem a um AVC, ficam com limitações nas actividades da vida diária, como por exemplo, comer, vestir, caminhar sozinho, entre outros, ficando com uma incapacidade funcional. O AVC é um quadro neurológico agudo, de origem vascular, com rápido desenvolvimento de sinais clínicos devido a distúrbios locais ou globais da função cerebral com duração maior que 24 horas. Para a Medicina Chinesa, a Primavera é uma época comum para os AVC’s, devido a uma subida do YANG até a cabeça, devido muitas vezes a estados emocionais de irritabilidade. Em termos de prevenção, os factores de risco são bem conhecidos: excesso de peso, tabagismo, stress, má dieta e sobretudo hipertensão arterial, entre outros. Todas estas condicionantes são tratadas pela Acupunctura, em particular o stress, que permite relaxar e tonificar

o sistema energético do paciente. A importância da reabilitação após o AVC tem sido enfatizada em vários estudos, assim como também se tem observado que os cuidados gerais e a reabilitação na fase aguda. A Acupunctura reabilita em duas vertentes: pontos que tratam a causa do AVC (em termos de MTC) e, pontos que tratam os problemas locais (musculares, fala, etc.) É importante saber reconhecer um AVC. Vários estudos indicam que se uma pessoa for socorrida dentro das primeiras 3 horas, os efeitos de um AVC podem ser revertidos totalmente. Estes estudos afirmam que é crucial diagnosticá-lo e prestar assistência ao paciente nas três horas subsequentes. Actualmente, os médicos estabeleceram uma regra para reconhecê-lo mediante três simples perguntas: 1. Peça que a pessoa SORRIA. 2. Peça que a pessoa LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.

3. Peça que a pessoa PRONUNCIE UMA FRASE SIMPLES (coerente). Por exemplo: “Hoje está um dia ensolarado”. Depois de descobrir que um grupo de voluntários que não são médicos pode identificar a debilidade facial, a debilidade motora dos braços e a debilidade na fala, os investigadores apelam ao público em geral para que aprenda estas três perguntas. Uma maior divulgação deste teste pode facilitar um rápido diagnóstico e tratamento do AVC e evitar danos cerebrais. “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” Charles Chaplin Saúde e Paz para Todos! * Acupunctura Tradicional Chinesa

ABR 2011


Agrupamento de Escolas rainha Santa Isabel

Matrículas 2011/12

Direitos Reservados

Decorre, até ao dia 15 de Junho, o período para os pedidos de matrícula com vista à frequência do Ensino Básico no ano lectivo de 2011/2012, conforme Despacho nº 6258/2011 de 11/04. Este ano, pela primeira vez, vai estar disponível no Portal das Escolas o serviço de Matrícula Electrónica, que permitirá aos encarregados de educação efectuarem o pedido de matrícula dos alunos no 1º ano do 1º ciclo do Ensino Básico em estabelecimentos públicos de ensino, com recurso à autenticação através do Cartão de Cidadão. No entanto, não utilizando a via electrónica, pode efectuar a matrícula do seu educando presencialmente, em suporte de papel, entregando todos os documentos a seguir indicados: . Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão do aluno . Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão do Pai, Mãe e Encarregado de Educação . Cartão de vacinas actualizado . Fotocópia do cartão de assistência médica do aluno . Número de Identificação de Segurança Social do aluno (NISS) . Número de Identificação Fiscal (NIF) . 2 Fotos . Comprovativo de residência (factura de água/ electricidade/telefone/outro) . No boletim de matrícula é obrigatório indicar cinco escolas de opção Boletim de Candidatura e Declaração da Segurança Social - Os encarregados de educação devem fazer prova do seu posicionamento nos escalões de atribuição de abono de família, junto do Agrupamento, mediante entrega de documento emitido pelo serviço competente da Segurança Social ou, quando se trate de trabalhador da Administração Pública, pelo serviço processador, datado no ano de 2011. Durante o mesmo período – de 15 de Abril até 15 de Junho – decorrem as matrículas/inscrições para o Pré-Escolar, na secretaria do Agrupamento. As inscrições são para todas as crianças que completem três, quatro e cinco anos até 31 de Dezembro de 2011. No caso das crianças que já frequentam o Jardim de Infância, a renovação da matrícula é realizada junto da Educadora, no período de 13 a 17 de Junho.

“Rabi de Slonim”, textos judaicos.

Conqueiros Concluídas as obras de restauro da capela

Fotos: Luís Manuel

ABR’11

Uma profunda meditação vale mais do que mil palavras.

Foi no Domingo de Ramos, 17 de Abril, que apresentada à comunidade a “nova” capela dos Conqueiros, que se encontrava em obras de restauro desde Outubro passado. Recuperação das cores e chão originais, foi algum do resultado conseguido depois de largos meses de trabalho em que tudo foi totalmente decapado. Tal trabalho levou a cabo a descoberta de pormenores, nomeadamente na cor, que não se imaginavam. Mais do que quaisquer descrições, o melhor mesmo é passar nos Conqueiros, visitar a capela e, claro está, comprovar o belo trabalho de restauro ali feito.

S. Miguel Aulas de Dança A Escola de Dança Alma Latina encontra-se a dar aulas de dança no salão da capela de São Miguel e nas seguintes modalidades: Merengue Cha-cha-cha Salsa Kuduro Bachata Kizomba Hip-hop Dança do Ventre Contemporânea Sevilhanas Ballet Inscreva-se já! Contactos escolaalmalatina@hotmail.com, telemóvel 914 206 806 ou em www.almalatina.pt

FICHA TÉCNICA | Notícias da Freguesia de Souto da Carpalhosa | Título anotado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) | Depósito Legal 282840/08 | Director José Carlos Gomes Editor Ângela Duarte Colaboradores Albino de Jesus Silva, André Reis Duarte, Carlos Duarte, Cidalina Reis, Eulália Crespo, Elisa Duarte, Gastão Crespo, Guilherme Domingues, Gustavo Desouzarte, Hugo Duarte, José Baptista (Pe.), Luís Manuel, Luisa Duarte, Márcio Santos, Mário Duarte, Orlando Cardoso, Simão João, Associações e Escolas da Freguesia Propriedade Junta de Freguesia, Largo Santíssimo Salvador, nº 448, 2425-522 Souto da Carpalhosa Telefone 244 613 198 Fax 244 613 751 E-mail noticiasdafreguesia@gmail.com Website noticiasdafreguesia.blogspot.com Tiragem 1000 exemplares Periodicidade Mensal Distribuição Gratuita Projecto gráfico 3do3.blogspot.com Impressão OFFSETLIS, Marrazes, Leiria (244 859 900, www.offsetlis.pt)

Edição de Abril de 2011  

Edição de Abril de 2011 do jornal NOTÍCIAS DA FREGUESIA - SOUTO DA CARPALHOSA.