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Nº 2

Abril de 2008

Edição bimensal

Conhece esta campanha pela Educação Global pg.5

Conheces os serviços e colaboradores da ESE? Vamos conhecê-los.

Encontro de ESE’s. Sabe mais.

Frente a Frente: Sónia Barbosa Vs Rui Pinto Encontro a dois...

pgs. 6 e 7

pgs. 4 e 10

pgs. 8 e 9


EDITORIAL

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A publicação Note-se é uma iniciativa do Centro de Recursos em Conhecimento da Escola Superior de Educação do Porto e do Gabinete de Educação para o Desenvolvimento e Cooperação, e conta com o apoio do Conselho Directivo da ESE/PP.

Co... Note-se Ninguém me pediu que escrevesse sobre o título desta publicação que, de dois em dois meses, reúne à mesa da leitura os comensais da ESE. Mas também ninguém me disse que não poderia fazê-lo. Por isso, proponho um exercício linguístico, (não) sujeito a avaliação e/ou classificação, sobre o nosso Note-se. “Note-se” é forma do verbo notar-se e encontra-se no Presente do Conjuntivo. É, portanto, uma daquelas situações em que o Conjuntivo suprime as lacunas formais do Imperativo, com a grande vantagem de ser uma designação mais agradável. Sim, porque é bem melhor (con)juntar do que imperar! Ou seja, o Note-se apela a que os eseístas (amálgama de eseenses – não conhecem?! – com ensaístas) se juntem e comentem o que os leva a compartilhar o mesmo espaço ou, então, o resultado dessa partilha. O Note-se é, felizmente, uma publicação plural. Assim, outro nome não poderia ter que não fosse um daqueles verbos cuja prole é orgulhosamente (digo eu, que nunca questionei o verbo sobre tal…) vasta e significativa. De “note-se” a “anote-se” vai um pequeno passo, ou um pequeno prefixo (“ad”), que significava em latim “dirigir-se para” ou “junto de”. Assim, é legítimo considerar que o Note-se também apela a que os seus fazedores e os seus leitores encontrem um caminho e se juntem na procura, através da leitura e/ou da escrita, de um mundo mais plural. E, por falar em mundos (os melhores e os outros, que também existem), chego ao segundo e talvez mais produtivo alargamento do Note-se – CONOTE-SE, isto é, associe sentidos, sentimentos, sensações, sensaborias, sensualidades, sentenças. Crie ou reinvente mundos, marque a sua presença, de forma serena ou eléctrica, convergente ou incómoda; enfim, empenhe-se em, através desta publicação, dar cores e sons a cada canto da ESE. A conotação leva-nos a associarmos ideias, a associarmo-nos a ideias e também a levarmos outros nessa associação. São associações mais ou menos previsíveis (quanto menos, melhor!) que, como retrata Gianni Rodari na sua Gramática da Fantasia, têm o efeito semelhante ao de uma pedra mergulhada num charco. Por isso, pelo Note-se, pode chafurdar no meio daquilo que não está bem, a ver se melhora, ou, simplesmente, dar conta aos outros do que sente e do que sabe sobre a vida desta Escola. Acima de tudo, faça-se (co)notar ! por José António Costa

O conteúdo de cada artigo é da responsabilidade dos seus signatários ou responsáveis pelos órgãos.


NOTÍCIAS

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EFORET - e avaliação de supervisores e tutores O projecto EFORET (Evaluation de la FORmation d’ Enseignants et Tuteurs) teve como principal objectivo o estabelecimento de um quadro europeu de referência para a formação e avaliação de formadores, através de um processo de reflexão sobre diferentes contextos e práticas de supervisão, em diferentes níveis de ensino. Nos dias 6 e 7 de Março teve lugar na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto a última reunião dos participantes neste projecto desenvolvido em duas línguas (Inglês e Francês), estando presentes especialistas de seis países (Portugal, Bélgica, Dinamarca, Polónia, Bulgária e Eslovénia) e um avaliador externo da Comissão Europeia. Durante estes dias foram apresentadas as conclusões deste projecto internacional, tendo sido igualmente divulgada a proposta de um curso europeu de supervisão (Comenius 2.2) a decorrer na Polónia, em Outubro do presente ano, sendo esta oferta formativa um dos produtos finais deste projecto de investigação-acção.

Tr a b a l h o d e s e n v o l v i d o durante 3 anos por equipa multidisciplinar de formadores/ supervisores

Do trabalho conjunto desenvolvido ao longo de três anos (2005/2008), destacam-se as seguintes tarefas levadas a cabo por esta equipa multinacional de formadores/supervisores, afectos a diferentes especialidades e níveis de ensino: > Análise comparativa de contextos e sistemas de formação em seis países europeus; > Construção de um perfil europeu do supervisor/tutor, no campo da formação inicial e contínua de professores do Ensino Básico e Secundário; > Elaboração de um referencial europeu de competências a serem desenvolvidas pelo supervisor do professor em formação inicial ou

em início de carreira; > Partilha de saberes e experiências sobre estratégias e instrumentos de formação; > Produção de materiais para serem utilizados em acções de formação de formadores; > Concepção do portefólio europeu do supervisor/tutor, encarado como instrumento de formação, avaliação e validação de competências; > Organização de uma conferência em Bruxelas para divulgação dos resultados e produtos finais do projecto; > Concepção de um curso europeu no âmbito da supervisão, destinado a professores cooperantes, a funcionar numa das instituições parceiras (Polónia) e proposta desta oferta formativa à Comissão Europeia, sob a forma de acção de formação contínua Comenius 2.2. O projecto EFORET terminará em Setembro do presente ano, continuando, porém, alguns formadores a trabalhar em rede, através de outros formatos e modalidades de cooperação internacional. Assim se vai construindo o espaço europeu da Educação e da Cultura, com iniciativas no âmbito da investigação e inovação, projectadas num terreno de entendimento comum onde se preserva e alimenta a diversidade e especificidade dos contextos. por Edite Or ange

Para servir melhor

De acordo com o programa a desenvolver pelas disciplinas de Programação e Produção Cultural II e Políticas Culturais, os alunos do 3º e 4º ano do curso de Gestão do Património apresentam as II Jornadas Património ARTErial, desenvolvidas em 6 sessões a realizar no segundo semestre. Deste modo, o curso de Gestão do Património convida todos os alunos e docentes da ESE a participar nas II Jornadas Património Arterial, cujo objectivo é sensibilizar e despertar o interesse dos participantes para a preservação e conservação dos diferentes tipos de Património. As sessões a apresentar nestas Jornadas

realizam-se no Auditório da ESE, nas seguintes datas: > 19 de Março: Produção Cultural > 16 de Abril: Património Arqueológico > 23 de Abril: Património e Necessidades Edu -cativas Especiais > 14 de Maio: Património Natural/ Património Marítimo > 28 de Maio: Património Cinematográfico/ Património Fotográfico/ Património Musical > 11 de Junho: Património Arquitectónico/ Património Industrial Vem participar neste Evento e partilha connosco nesta iniciativa! por Alunos do 3º e 4º ano de Gestão do Património

O GEDC reuniu finalmente condições para optimizar o atendimento presencial aos alunos. Assim, convidamos todos os alunos, bem como os restantes elementos da comunidade académica a conhecer o espaço do GEDC (junto à sala 7, na ala Norte do Edifício Central da ESE), de Segunda a Quinta, das 10h às 12:30h e 14h às 17:30h, e à Sexta das 10h às 13h. Podem também contactar-nos através do e-mail gedc@ese.ipp.pt. O GEDC tem reunido informações relativas a instituições e projectos que possam interessar aos alunos. Estas informações estão disponíveis para consulta no Gabinete. Pretendemos criar brevemente uma Newsletter, pelo que pedimos a todos os interessados em recebê-la que nos enviem o vosso e-mail para o endereço acima indicado. Neste ambito informamos ainda que vai começar a 19 de Maio de 2008 a 2ª edição do curso “Aprender com a diversidade – Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não-Formal”, resultante da parceria GEDC/ Inducar. Para além disto decorrerão ainda em Maio Workshops de Expressão Artística para os alunos de Educação Social e Educação de Infância, e de Educação para o Desenvolvimento para os alunos do curso de Professores do Ensino Básico. por GEDC


NOTÍCIAS

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CIDInE - Centro de Investigação, Difusão e Intervenção Educacional O CIDInE (Centro de Investigação, Difusão e Intervenção Educacional), criado em 1991, é uma associação de investigadores, da qual faço parte como membro. A investigação e intervenção que são realizadas incidem particularmente nos domínios da educação e da formação. Muitos dos seus membros são ex-mestrandos e doutorandos dos Professores Isabel Alarcão e José Tavares, docentes da Universidade de Aveiro. A dinâmica que o CIDInE adquiriu ao longo dos anos, tornou-o conhecido em outros países, e a partir de 2004 dá-se um grande impulso com a criação da secção brasileira, integrando mais de duas dezenas de novos associados. Neste momento são mais de meia centena de membros, portugueses e brasileiros, sendo a maioria doutorados e profissionalmente ligados a instituições de formação públicas e privadas, do ensino superior politécnico e universitário. Os investigadores do CIDInE integram-se em diferentes linhas de investigação que se articulam entre si, a saber: > Contextos e dimensões do desenvolvimento humano; > Aprendizagem e construção do conhecimento; > Desenvolvimento curricular e projecto de formação; > Supervisão e desenvolvimento profissional; > Docência e inovação no ensino superior.

As actividades de difusão das investigações e de intervenção educativa e formativa centram-se, essencialmente, na realização de congressos, colóquios, seminários e experiências de formação e produção de materiais didácticos elaborados pelos associados, que têm vindo a ser publicados na Colecção CIDInE e Nova CIDInE, editados pela Porto Editora. São já vários os livros publicados, encontrando-se alguns em preparação.

Colóquio CIDInE na ESE subordinado ao t e m a : O Processo de

Bolonha: Desafios para a Supervisão

É no domínio destas actividades que se inscreveu o Colóquio CIDInE, realizado na ESE do Porto a 14 e 15 de Março de 2008 e subordinado ao tema: O Processo de Bolonha: Desafios para a Supervisão. Este Colóquio pretendeu constituirse como um espaço de partilha de projectos e experiências, bem como promover a reflexão sobre as implicações, actuais e futuras do Processo de Bolonha na Supervisão dos processos de formação de professores e outros profissionais. Dirigiu-se a uma audiência alargada de professores, investigadores, supervisores, estudantes, responsáveis por projectos e programas

de formação, gestores pedagógicos e outros interessados nas questões da supervisão da formação. A realização do Colóquio decorreu da necessidade sentida, da parte das instituições do ensino superior, e também de instituições de outros níveis de ensino, de reflectir sobre as questões, tensões e desafios que se colocam à formação dos estudantes, incluindo a formação de professores, em resultado do Processo de Bolonha. Importou reflectir o seu impacto nos discursos produzidos e práticas desenvolvidas sobre os processos de supervisão, em contextos de formação inicial, especializada e ao longo da vida. Os desafios para a Supervisão foram abordados em torno de três temáticas principais, desenvolvidas sob a forma de conferências e painéis: a) Discursos, orientações e práticas nacionais e europeias de formação de professores; b) Metodologias de ensino, aprendizagem e formação que conferem centralidade ao aluno/ formando; c) Práticas de formação de professores, supervisores e outros formadores. Dentro desta dinâmica que caracteriza o Centro de Investigação, Difusão e Intervenção Educacional, aproveito esta oportunidade para divulgar o II Congresso Internacional do CIDInE subordinado ao tema: Novos Contextos de Formação, Pesquisa e Mediação, a realizar entre 29-31 de Janeiro de 2009, em Vila Nova de Gaia, do qual se dará informação mais completa, logo que esteja disponível. por Deolinda Ribeiro

Encontro Nacional de Escolas Superiores de Educação De 14 a 16 de Abril de 2008, decorreu a VII edição de um evento único a nível nacional, o ENESE’s, promovido pela Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação do Porto. Este ano, a escolha do local recaiu na cidade de Fátima devido às suas excepcionais condições geográficas, sociais, económicas, culturais e de lazer, essenciais para o sucesso de um evento desta dimensão. Durante 3 dias, Fátima foi, mais uma vez, o “centro de Portugal”, para todos os participantes deste evento, sendo invadida pelo dinamismo e pela boa disposição de mais de 100 alunos de várias Escolas Superiores de Educação do país. Na génese das várias edições do ENESE’s encontrase uma busca incessante pela melhoria da qualidade do ensino no nosso país abrindo a escola e os seus autores e actores ao meio envolvente, do qual estes são parte integrante, mostrando ao mesmo tempo que as instituições de ensino são muito mais do que apenas os edifícios que as compõem. Tendo por base a realização de actividades recreativas, culturais e desportivas e como objectivos primordiais o estreitar de relações entre alunos, Escolas e Associações de Estudantes de todo o país, o criar de laços de amizade entre todos os elementos que compõem a comunidade escolar, o favorecer do “esbatimento de rivalidades” entre estes elementos e o proporcionar de um ambiente de convívio, lazer e confraternização. É nossa intenção, enquanto pioneiros organizadores de uma actividade desta envergadura, que a mesma tenha continuidade por muitos mais anos, por todas as razões que anteriormente referimos. por AEESEP


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(do Lat. agora < Gr. agorá, praça pública)

LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA [FORMAÇÃO ARTÍSTICA]

A experiência de (quase) um ano de funcionamento do Curso de Educação Visual e Tecnológica confirmou as expectativas que a Área de Artes & Ofícios da Escola Superior de Educação do IPPorto alimentou quanto à necessidade urgente de criar uma nova licenciatura na sua Área, permitindo antever o futuro deste curso com optimismo e reforçando a vontade de continuar a investir no seu desenvolvimento quer a

nível tecnológico, quer a nível científico. O novo Curso de Educação Visual e Tecnológica propõe e organiza espaços de experimentação e de produção artísticas, geradores de novas atitudes face à Arte e face ao Design, promovendo a investigação e a actualização de conhecimentos tecnológicos, científicos e artísticos. Este curso propõe uma formação artística bastante lata e abrangente assegurando áreas, como a pintura, a escultura, o desenho, a cerâmica, a produção do papel, a ilustração, a gravura, o design gráfico, entre outros. Pretende-se, através deste ecletismo curricular, formar pessoas com um perfil profissional que lhes permita uma inserção na vida activa desempenhando a função de animadores competentes e capazes de orientar, bem como

de dinamizar, de forma justificada e fundamentada, oficinas, ateliers, workshops e projectos multidisciplinares. Estes poderão ser de iniciativa pessoal ou desenvolver-se em diversas instituições, como Museus, Fundações, Jardins de Infância, Escolas, Centros de Organização de Tempos Livres, Centros de Animação Cultural, Serviços Educativos de Organismos Culturais, Associações Culturais, Bibliotecas Escolares e Públicas, Centros de Dia, Instituições de Solidariedade Social, Unidades Integradas de Saúde e Empresas. A Área de Artes & Ofícios tem vindo a empreender diversos contactos institucionais, para a divulgação da NOVA Licenciatura em Educação Visual e Tecnológica, enquanto opção válida para os jovens que desejam vir a desenvolver a sua carreira profissional na área da animação artística. O curso de EVT procura, no seu currículo, promover a investigação e a experimentação no âmbito do ensino das artes, assim como a actualização de conhecimentos tecnológicos, científicos e artísticos. Tal facto, justifica a possibilidade, do prosseguimento de estudos no Mestrado para Professores de Educação Visual e Tecnológica do Ensino Básico ou noutros Mestrados ligados a áreas artísticas. por Prudência Coimbra

Campanha Global pela Educação 2008 Semana de Acção Global – 21 a 27 de Abril de 2008 A Semana de Acção Global pela Educação (SAGE) decorre em todo o mundo de 21 a 27 de Abril sob o lema “Mais Educação, Menos Exclusão! – Educação de qualidade para acabar com a Exclusão”. A SAGE é promovida pela Campanha Global pela Educação (CGE), que é uma coligação internacional de organizações da sociedade civil. Exige dos governos que garantam o direito à educação para todos, em particular cumprindo a promessa de atingir o ensino primário gratuito, de qualidade e universal até 2015. A Semana da Acção Global pela Educação (SAGE) quer potenciar nos alunos o compromisso activo e o sentido de responsabilidade perante situações injustas. O objectivo final é que compreendam que todos podemos fazer algo – e que temos uma responsabilidade na transformação desta realidade. Pretende-se envolver nesta Campanha o maior número possível de escolas e outras instituições educativas. Neste âmbito são propostas várias actividades escolares e ainda A Maior Aula do Mundo, com a participação de políticos e responsáveis pela educação. Todas as escolas e outras instituições educativas são convidadas a dar voz a esta causa! Para participar na Campanha devem aceder ao site: www.educacaoparatodos.org, registarse no local próprio para esse efeito e fazer o download dos materiais que se encontram disponíveis. O Gabinete de Educação para o Desenvolvimento e Cooperação (GEDC) da Escola Superior de Educação do IP Porto é uma das entidades promotoras da Campanha em Portugal. Por conseguinte, vimos por este meio lançar o desafio de participarem nesta iniciativa, uma vez que se pretende que esta actividade tenha um impacto significativo a nível nacional. Porque acreditamos que “Mais educação” pode, de facto, contribuir para “Menos exclusão”! por Teresa Martins


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ÁGORA

B.I.: Serviços e Colaboradores da ESE Designação: Gabinete de Comunicação e Relações Públicas Funcionária do serviço: Dra. Irene Esteves Peres Funções do serviço: > Promover a comunicação a nível externo e interno; > Gerir as relações com os públicos da escola e com a comunidade; > Divulgar as diferentes actividades que acontecem na escola; > Cuidar da imagem institucional; > Colaborar na organização de seminários, conferências, congressos e eventos anuais. Comentário pessoal:

Enquanto responsável por este gabinete desde Setembro de 2000, tenho desempenhado tarefas bastante diversificadas, como por exemplo a avaliação dos cursos leccionados na ESE, a realização de guias de cursos, apoio aos órgãos da escola, colaboração e organização de congressos nacionais e internacionais. Designação: Secção de Pessoal e Recursos Humanos Funcionária do serviço: Carla Isabel Alves Bastos Meireles Funções do serviço: > Organização e gestão dos processos de recrutamento; > Inscrição do pessoal nos serviços de segurança e protecção social; > Organização e gestão dos processos de férias, faltas, licenças e horas extraordinárias; > Registo das despesas de ADSE dos funcionários da ESE e processamento dos RO (Receita Orçamental); > Preparação e envio da informação necessária para o processamento dos vencimentos pelos serviços centrais do IPP; > Elaboração e controlo dos contratos de prestação de serviços; > Controlo da assiduidade do pessoal docente e não docente. Comentário pessoal:

Tenho que manter os processos de todo o pessoal docente e não docente actualizado para poder responder a diversas solicitações. Este ano comecei a recepcionar também as candidaturas aos diversos concursos abertos. Gosto muito do que faço, apesar de por vezes ser muito cansativo. Gosto muito da ESE e sinto-me bem aqui.

Designação: CIESE – Centro de Informática da ESE Quem compõe o serviço: > Dr. Fernando Calheiros - coordenador > José Freitas - Técnico de Informática > Nuno Alves - Prestador de Serviço > Filipe Lopes - Técnico-Profissional de 2ª Classe Funções do serviço: O CIESE foi criado em 2002 com a missão de informatizar todos os Serviços da ESE. A sua responsabilidade incide sobre: > Gestão do parque informático da ESE; > Gestão das estruturas físicas de comunicação (voz e dados); > Produção de software de apoio aos Serviços; > Produção de conteúdos multimédia (CD-Rom's, sítios de Internet, etc.); > Apoio logístico através do NAM (Núcleo de Apoio Multimeios) à comunidade escolar; > Serviço de acessoria informática aos órgãos de gestão.


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Designação: Núcleo de Apoio Multimeios (NAM) Funcionários do serviço: Filipe Lopes (a tempo inteiro), José Silva e Miguel Soares (asseguram o núcleo das 8h as 9h e após 17h30) Funções do serviço: O Nùcleo de Apoio Multimeios (NAM) é uma unidade funcional da Escola Superior de Educação do Porto dedicada ao apoio do ensino e prestação de serviços na área do Audiovisual. É um espaço de aprendizagem, de consulta, de intercâmbio e de experimentação ao serviço do desenvolvimento de competências individuais e/ou colectivas. O NAM colabora em actividades de apoio ao ensino e à investigação que requerem meios audiovisuais: > produzindo material áudio, visual e audiovisual; > disponibilizando o seu espaço e recursos tecnológicos para satisfazer as necessidades da Escola e dos Cursos ministrados; > apoiando as iniciativas da E.S.E., nomeadamente nas áreas científica, técnica e cultural; > prestando serviços técnicos no domínio do áudio, do visual e do audiovisual. As instalações do Núcleo de Apoio Multimeios são constituídas por um sala equipada com aparelhos de edição de documentos áudio, visuais e audiovisuais. Horário de funcionamento De segunda-feira a sábado, subdivide-se em dois períodos, manhã e tarde, com o seguinte horário: Manhã – das 8h00 às 12h30; Tarde – das 14h00 às 20h. Funções desempenhadas: Filipe Lopes: manutenção de equipamento das salas de aula; apoio às áreas e cursos ministrados; requisição de material; edição Vídeo e Áudio; transcrições (VHS,DVD e outros suportes). José Silva e Miguel Soares, apoiam o NAM nas entregas e recepção do material no horário das 8h00 as 9h00 e após 17h30. Comentário pessoal:

Sou Funcionário desta instituição desde Outubro de 2000, praticamente há 8 anos. Desempenho funções ligadas ao audiovisual (Fotografia e Vídeo) é uma área que me seduz, não só pela parte criativa no contexto audiovisual, mas também pela parte social humana, no contacto directo com os discentes e docentes da instituição. Na Sociedade de informação em que vivemos o audiovisual e o multimédia são ferramentas imprescindíveis contribuindo de forma eficaz para a promoção, divulgação e valorização de bens e serviços, nas mais diversas áreas.

Designação: Arquivo Geral Funcionário do serviço: José Valdemar Aires Rodrigues Funções do serviço: Gestão integrada da documentação produzida na instituição. Esta gestão assenta, sobretudo, na organização, sistematização e normalização de processos documentais, de forma a criar um sistema integrado de arquivo na instituição. Este sistema será capaz de acompanhar o documento durante todo o seu ciclo de vida, reduzindo ao máximo o risco de extravio de documentos. Esta actividade engloba também, a continuação do trabalho de arranjo da documentação acumulada existente no arquivo geral e o conjunto de procedimentos inerentes ao funcionamento do serviço de arquivo e preconizados no Manual de Arquivo, entre os quais: > Receber e proceder à instalação dos documentos tendo como premissas a preservação destes e a sua rápida localização; > Actualizar os instrumentos de acesso à informação; > Recuperar e monitorizar a documentação requerida pelos órgãos de gestão, serviços e docentes da E.S.E.; > Apoiar os serviços na organização a priori dos seus documentos tendo como base a proposta de Portaria e Regulamento Arquivístico do I.P.P.

por Teresa Martins


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DUAS DE LETRA

Encontro a dois Frente a Frente: Sónia Barbosa Vs Rui Pinto

Actriz versus Sociólogo foi a opção Duas de Letra feita para esta edição. Numa tarde quente de Abril, Sónia Barbosa e Rui Pedro Pinto, que em comum têm o facto de serem docentes na ESE, prender am-se numa conver sa animada e envolvente, discutindo sobre arte, educação, escolhas pessoais e muitos outros temas. Conheça mais lendo a entrevista do Note-se. Rui Pinto: Há correntes da Sociologia que estabelecem uma comparação entre a vida social e a dramaturgia: veiculam a ideia de que todos nós somos actores que representamos papéis quotidianamente. Quais as diferenças e sobretudo as semelhanças entre estas duas formas de representar? Sónia Barbosa: Têm muitos pontos em comum, julgo eu, por todos as leituras e análises de autores que fui fazendo. Existem de facto vários pontos em comum, daí julgue que a disciplina de Expressão Dramática tem uma designação um pouco pobre para aquilo que pode ser a disciplina em si, e a sua ligação com a Sociologia, nomeadamente para o curso de Educação Social. R.P.: Estava a pensar não tanto na relação entre a Sociologia e o Teatro, mas sim na que existe entre nós, actores sociais, e os “actoresactores”… S.B.: É sempre uma representação daquilo que se vive na realidade. Quando os actores assumem uma personagem, se calhar com os benefícios de ser uma personagem, permite um estudo muito maior, perceberes as raízes, de onde é que ela vem, porque implica estudar uma personagem enquanto actor, e que a conheças profundamente, que não tenhas uma aproxi-

mação mediana quanto à personagem, que não a julgues à partida. Se vais fazer o papel de um assassino, de um homossexual, qualquer que seja o papel que essa personagem tem na sociedade, que seja um papel mais marginalizado, não podes julgá-lo com os teus valores, tens que ver a personagem, criar um percurso para ela, pois não queres tornar a personagem numa personagem boa mas sim torná-la credível, torná-la humana, e eu acho que isso tem tudo a ver com a sociologia, como as pessoas se relacionam entre elas, como as sociedades avançam.

Acho que nos conhecemos melhor a nós próprios quando temos a oportunidade de fazer de conta que somos outros... (R.P)

R.P.: Acho que nos conhecemos melhor a nós próprios quando temos oportunidade de fazer de conta que somos outros... S.B.: Sim, para o bem e para o mal. A mim, particularmente, ajudou-me também a superar uma timidez que tinha quando era mais nova, ajudou-me nesse percurso, a olhar para as coisas de uma forma mais aberta, sem as julgar à partida. Mas isso todos podemos adquirir, não é só no teatro. Para os alunos é muito importante esse contacto, era bom que eles pudessem ter uma formação extra-académica teatral, era capaz de ser muito proveitoso para eles, para a vida profissional, e não só. Já tiveste alguma experiência teatral? Tens alguma curiosidade? R.P.: Nunca, só de ver. Já fiz um estudo sobre práticas culturais, mas centrado em hábitos de leitura. S.B.: Mas julgo que um sociólogo, na sua formação, adquire muitas formas de observar a sociedade, de ter estas leituras que o actor tem no seu processo de trabalho quando desenvolve uma personagem, quando tem que encaixar um texto num ambiente, numa relação, assim, de outra maneira, vai também adquirindo essas ferramentas, ou outras, que lhe permite ter uma visão aprofundada sobre o porquê das relações humanas.

R.P.: A perspectiva sociológica permite converter, como se diz na disciplina, problemas sociais em problemas sociológicos, que são coisas completamente diferentes, merecendo essa diferença em si mesma uma atenção especial da Sociologia. Os problemas sociológicos resultam de um olhar teoricamente enformado, juntando os pontos de vista dos vários indivíduos envolvidos numa dada situação. Isto parece-me muito importante, pois dá-se sem julgamentos, como referiste anteriormente. Por outro lado, julgo também que a perspectiva sociológica nos ajuda a ter uma visão relacional da realidade social, ou seja, a perspectivar os fenómenos sociais como realidades compostas por muitas dimensões que interagem entre si, e a relacioná-los sempre com outros fenómenos sociais. S.B.: Qual é a relação dos alunos com a Sociologia aqui na Escola? Eles percebem essa dimensão? R.P.: Sinto que não é fácil. Não é fácil contrariar algo como as ideias feitas acerca da realidade social, desde logo porque todos nós estamos permanentemente expostos a elas nas várias esferas sociais. Por conseguinte, aquilo que é trabalhado na sala de aula é rapidamente ameaçado por uma série de preconceitos constantemente alimentados através da comunicação social, da relação quotidiana entre as pessoas, e, nessa medida, não é um trabalho fácil. Outro aspecto que também me preocupa é o facto de poder haver uma distorção do que é trabalhado na sala de aula, simplificando-se, e estereotipando-se a outro nível, os argumentos expostos. E como é que tu, vindo do Teatro, te aproximas das Ciências da Educação?

O Teatro não é estanque, pode-se ligar a inúmeras coisas, e as Ciências da Educação é uma delas (S.B.)

S.B.: Durante um tempo trabalhei como actriz e também dava aulas, que é uma coisa que me dá muito prazer. Tenho aprendido imenso com estes anos de experiência. Inevitavelmente, eu venho de um curso que é puramente artístico, embora no último ano da Licenciatura tenha tido algumas cadeiras relacionadas com a Pedagogia, mas coisas muito ténues. Portanto toda experiência que agora tenho de relacionamento


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DUAS DE LETRA

com os alunos e trabalho nas escolas é muito de crescimento no terreno. De repente começo a sentir uma necessidade de compreender de onde venho, porquê, e de me implicar mais nas coisas, querer levar a prática um pouco mais longe, mais consequente, e o gosto por abarcar projectos mais ligados às escolas. E o teatro não é estanque, pode-se ligar a inúmeras coisas, e as Ciências da Educação é uma delas. R.P.: Quais são as tuas referências, preferências culturais, na música, na literatura…?

O mundo dos adultos é muito complicado portanto quero fazer uma pausa (S.B.) S.B.: Eu gosto de coisas difíceis, que não se percebam à partida. Não tenho nomes para dar, ando sempre à procura de coisas novas. Embora já tenha vivenciado alguns estilos ou formas de estar diferentes, neste momento, confesso, que uma das áreas que mais me interessa tem a ver com o universo infantil, ando à procura do teatro para bebés, quero perceber como se faz. Já vi algumas coisas mas muito poucas, e sendo o universo que mais me interessa no momento, é aquele que quero explorar mais. O mundo dos adultos é muito complicado portanto quero fazer uma pausa. Nomeadamente os nossos alunos, cá na ESE, chegam já muito adultos, acham que já sabem tudo, e tenho uma necessidade de os fazer recuar, no sentido de terem prazer de criar, de serem espontâneos. Acho que isso é essencial, e não o podem perder também para poderem crescer enquanto pessoas, enquanto adultos que olham à volta de uma forma aberta, mas

penso que a maioria já perdeu e não tem consciência da importância de a recuperar. Ainda mais quando os nossos alunos vão trabalhar directamente com alunos também, ou pessoas diversificadas, é importante que cada um se saiba desconstruir um bocadinho para saber enfrentar novos desafios. E tu? Porquê a Sociologia? R.P.: Eu sempre senti uma afinidade, uma curiosidade pelas Ciências Sociais e optei por Sociologia como poderia ter optado por História (que continua a ser uma área que me interessa bastante), por Antropologia, ou até mesmo por Filosofia. Encarei sempre a licenciatura como um ponto de partida, não tanto como uma etapa de chegada. Mais tarde, fiz o mestrado procurando desenvolver uma abordagem sócio-histórica da relação entre o campo do poder e o campo cultural. Agora estou a realizar o doutoramento também em Sociologia, mas numa área diferente. Procuro estudar, também numa abordagem sóciohistórica, a evolução da percepção e acção perante a pobreza por parte do Estado e de instituições. Como é que a pobreza é vista e tratada pelo Estado e instituições ao longo do tempo em Portugal? Tenho a ideia de que há importantes linhas de continuidade vincadas a partir do Estado Novo. S.B.: De que forma é que a Sociologia te ajuda na relação com os alunos?

A Sociologia é útil para se desconstruir uma certa «pose», deles, alunos, e nossa, docentes (R.P.) R.P.: Eu olho para as aulas como uma situação social, encarando as perguntas e opiniões como uma reacção a um determinado estímulo. Os alunos são portadores de determinadas representações, têm certas condições objectivas de existência que fazem com que percepcionem e se comportem de determinada forma. Para além disso, também acho que a Sociologia é útil para se desconstruir uma certa “pose”, deles, dos alunos, e nossa, dos docentes. S.B.: Estavas a dizer-me há pouco que nunca tiveste nenhuma relação com o teatro mas e com a cultura em geral? R.P.: Estive numa Escola de Música e toquei durante cerca de 6, 7 anos violino. A minha relação com a música é diária, preciso muito

de ouvir música, contudo hoje apenas como receptor. S.B.: Olhando a sociedade que nos rodeia, és capaz de dizer para onde é que nós vamos? Consegues fazer essa avaliação? [Achei sempre que os sociólogos são muito esclarecidos! Olham à volta e conseguem desfazer aqueles nós que existem, que aos nossos olhos parecem muito complicados.] R.P.: Por acaso até penso que os sociólogos, nomeadamente no espaço mediático, não cumprem tanto essa função. Há mesmo muitas vezes um discurso simplista, repetitivo e pouco preparado de alguns sociólogos.

S.B.: A minha pergunta vem na sequência deste fenómeno agora tão falado da violência em contexto escolar. Aos teus olhos, o que é tudo isto? R.P.: Eu acho que a Sociologia deve encarar o fenómeno da violência em contexto escolar como um problema sociológico. Há pouco eu dizia que é útil fazer a tal conversão de um problema social num problema sociológico. Por conseguinte, percebe-se desde logo que é um fenómeno complexo que não pode ser analisado de uma forma simplista, imediata. Há que relacionar todas as dimensões do fenómeno entre si e relacioná-lo com outros fenómenos, problematizar o que é violência e o facto de haver uma multiplicidade de tipos de violência, identificar os seus diferentes protagonistas (alunos, professores, funcionários, pais), os vários contextos em que ela ocorre (na sala da aula e fora dela). Importa desde logo mostrar que a visibilidade social de um fenómeno é bem diferente dos seus efectivos contornos e da sua real dimensão. Não será um fenómeno novo, mas em transformação.

por Ana Fernandes e Liliana Lopes


VOX POPULI

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Pontos de Vista ENESE’s

Porque as imagens valem mais que mil palavras, as alunas do 2º ano de Educação Social deixam aqui um breve comentário à passagem pelo ENESE’s. Foi um fim-de-semana muito agradável. Primeiramente pela oportunidade de fazermos diversas actividades, mas principalmente pelo convívio, visto termos oportunidade de estar com pessoas com quem nos cruzamos diariamente mas que, devido à falta de tempo, dificilmente aprofundamos as relações. Apesar de considerarmos que houve uma certa falha de organização, divertimo-nos bastante e pudemos fazer actividades que aqui não poderíamos fazer. por alunas do 2º ano de Educação Social: Cláudia Barbosa, Filipa Santos e Patrícia Ferreira

Educação de alunos com deficiência mental No passado dia 28 de Fevereiro assisti a uma palestra intitulada “Educação de alunos com deficiência mental” orientada pelo professor Jorge Coelho, que teve lugar na Escola EB 2/3 Gomes Teixeira. Para quem não sabe, o professor Jorge Coelho é um dos professores da área de necessidades educativas especiais da Escola Superior de Educação do Porto. A sessão foi apresentada em suporte digital, mas o público, constituído na sua maioria por pais e professores do ensino básico, dirigiu a apresentação para uma discussão premente sobre a qualificação dos profissionais nos contextos e sobre a importância atribuída, pelas autoridades competentes, à integração da componente das necessidades educativas especiais na estrutura dos cursos do ensino superior. Por um lado, os pais e professores consideravam que a preparação dos profissionais nesta área era diminuta, por outro lado, os orientadores da palestra frisavam os avanços já conquistados e falavam em formações recentemente propostas pelo Ministério da Educação a profissionais que já se encontram no activo. Na categoria de aluna do 4º ano do curso de Educação de Infância, na Escola Superior de Educação do Porto do Instituto Politécnico do Porto, a minha opinião vai ao encontro das preocupações de pais e professores presentes nesta sessão. Considero que a disciplina de dificuldades de aprendizagem e de ensinagem de carácter opcional e semestral integrada nos dois últimos anos deste curso não é suficiente para as necessidades de formação que préprofissionais e profissionais sentem. A sociedade contemporânea é tão plural que nos obriga a conhecer tudo e todos para podermos reagir de forma positiva ao imprevisto e à novidade. Hoje em dia e cada vez mais, a formação deve ser variada e apostar na constante actualização de discursos e práticas. Agradeço a quem ler este comentário e deseje corroborar ou refutar a opinião relatada que escreva para este jornal, pois considero que não existem verdades absolutas e que todos possuímos apreciações diferentes, consequência das experiências pessoais. por Marta Santos


VOX POPULI

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Katharina Hiebl, uma austríaca na ESE O Note-se voltou a convidar os alunos de Erasmus a participar activamente em mais uma edição. Desta feita, num exercício de introspecção, alguns Erasmus foram «convocados» a expressar os seus sentires, escolhas e formas de estar naquela que é uma escola e uma cidade nova. Dos 13 alunos em Erasmus, que se encontram neste 2º semestre na ESE – 3 italianos, 3 espanhóis, 4 austríacas, 1 grega, 1 belga e 1 eslovena – uma aceitou o desafio. Assim, Katharina Hiebl, austríaca, desenvolveu um texto para o nosso Vox Populli, visando partilhar com todos aquilo que lhe vai na alma…

Although I`m only at ESE since a few weeks, I`m enthusiastic about it. I like the way it is orgnaized and especially I like its services like the cafeteria, the canteen (food and drinks are much more expensive in my home institute), the cashpoint, the libaries and many more. Besides I think the proffessores, secretaries and employees are very friendly and always offer their help to us. But I don`t really know many proffessors, so I can`t generalize this. Up to now I have a passion for ESE. I can`t answer the question why I have chosen Porto for my studies abroud. It was a spontaneous decission of my friend and mine. I always wanted to visit Portugal, but a travel is something different than spending one semester there. In the last years I have visited some European countries and I`m of the opinion that every country has its own attraction, but the only country I could imagine to stay for a longer time (excepting my home country) was Spain. I thought there are some similarities between Spain and Portugal and I wanted to see another country, one that I don`t know yet. I have chosen Portugal because it is a small country (like my home country) with history. After my studies abroad were fixed at my home institute, I read some books about Portugal and thought I have chosen a great destination. Now I`m sure Porto was a good choice. Portugal is different to Spain, but definitely not worse. I like the Portugues people, their lifestyle and the city Porto itself. I hope my impression will last and I`m looking forward to the next 3 months in Porto. por Katharina (22), student of special education at the pedagogic institute in Linz, Austira

por Ana Fernandes e Rui Reisinho Convite aos leitores: Este espaço é vosso! Enviem os vossos textos para o endereço de e-mail note_se@ese.ipp.pt


NOTE-SE QUE...

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Conheces a ESE?

SUGESTÕES > Adriana Calcanhoto

- 29 e 30 de Maio – Coliseu do Porto; > Rock in Rio – 30 e 31 de Maio / 1, 5 e 6 de Junho de 2008 Lisboa; > Filme U23D – em todo o país; > Queima do Porto – junto ao Parque da Cidade – 4 a 10 de

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Maio.

Agenda da ESE GEDC em parceria com MUSE: >

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Workshop de Expressão

Plástica Monstros – 6 de Maio na ESE; >

Workshop Voz e Flauta – 8

de Maio na ESE; > Workshop Dança Africana – 8

de Maio na ESE; >

Wo r k s h o p E x p r e s s ã o

Dramática e Intervenção Social – 8 de Maio na ESE; 5

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Colaboração GEDC e Inducar: >

2ª edição do curso Aprender

com a Diversidade – Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não- Formal – 19 de Maio a 16 de Junho na 7 O Note-se lança o desafio. As 8 fotos acima apresentadas são de objectos que se encontram no espaço do edifício central da ESE. Tenta descobrir onde estão e envia-nos a tua resposta para o mail do Note-se. Quão bem conheces a tua Escola??? Ficha Técnica Redactoras: Ana Fernandes, Liliana Lopes, Teresa Martins, Teresa Pereira Designer gráfico: Rui Reisinho Editores: Todos

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ESE.

Esperamos pelos contributos para o próximo número através do e-mail:

Nº 2 - Abril de 2008  

Campanha Global pela Educação Conheces os Serviços e Colaboradores da ESE? Vamos conhecê-los. Encontro de ESE’s. Frente a Frente: Sónia B...

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