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ANO XXXIV - DEZEMBRO 2019 - PREÇO € 3,40 - Nº 399 ISSN: 0873-206X

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Dezembro 2019


3 PONTO DE PARTIDA

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

4 ERA UMA VEZ... Lar, Doce Lar!

7 EXPRESSÕES COM HISTÓRIA “... de Meia Tigela”

8 QUERES SABER? PERGUNTA! 10 HISTÓRIAS DA BÍBLIA Moisés (Parte III)

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BRINCA E APRENDE FAZ COM A LUÍSA

Revista Mensal – dezembro 2019 – Nº 399 Diretora: Raquel Martins Cordeiro Colaboradores de Redação: Célia de Abreu Eunice Calado Jorge Branquinho Paulo Sérgio Macedo Rui Martins Samuel Rodrigues Capa: Marta Pereira Ilustração e Diagramação: Marta Pereira, Sara Sayal, Joana Areosa e Juarez Carvalho Proprietária e Editora: Publicadora SerVir, S.A.

Bolachas de Natal

Direção Geral: Artur Guimarães

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Direção de Redação: Lara Figueiredo

NA AULA ACONTECE

Os Estados da Água

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CANTINHO DA EUROPA

Bulgária e Roménia

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PASSATEMPOS EXPLORA COM O GRUPO

Faz o Bem, no Natal!

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OS TRUQUES DO QUICO

Encher Balões sem Soprar?!

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PASSATEMPO O MUNDO EM REVISTA MUNDO NATURAL

A Raposa-Vermelha

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PASSATEMPOS CÉLEBRE... PORQUÊ?

Georg Friedrich Handel ..

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CAIXA DE CORREIO SOLUÇÕES

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Sede e Administração: Rua da Serra, nº 1 – Sabugo 2715-398 Almargem do Bispo – Portugal Tel.: 21 962 62 00 No caso de qualquer anomalia na receção da Revista, contactar o Controlo de Assinantes: Tel.: 21 962 62 19 assinaturas@pservir.pt Banco de Imagens: Adobestock.com Tiragem: 20 000 exem­pla­res Preço Avulso: € 3,40 Assinatura Anual: € 34,00 (IVA e portes incluí­dos) Impressão e Acabamento: Relgráfica – Artes Gráficas, Lda. Tel.: 26 292 97 63 – Benedita Isento de Inscrição no E.R.C. DR 8/99 artigo 12º – nº 1a Depósito Legal: 1834/83 ISSN: 0873-206X nosso.amiguinho@pservir.pt www.nossoamiguinho.pt Não é per­mi­ti­da a repro­du­ção total ou par­cial do con­teú­do desta revis­ta, ou a sua cópia trans­mi­ti­da, trans­cri­ta, arma­ze­na­da num sis­te­ma de recu­pe­ra­ ção, ou tra­du­zi­da para qual­quer lin­gua­gem huma­ na ou de com­pu­ta­dor, sob qual­quer forma ou por qual­quer meio, ele­tró­ni­co, ­manual, foto­có­pia ou outro, ou divul­ga­do a ter­cei­ros, sem auto­ri­za­ção pré­via por escri­to dos edi­to­res.


PONTO DE PARTIDA

Desejamos uma sociedade cada vez mais SOLIDÁRIA e mais JUSTA. Para isso, tu tens de fazer a diferença.

O Dia Internacional da Pessoa com Deficiência foi criado pelas Nações Unidas para que todos compreendam melhor os assuntos relacionados com a deficiência e para melhor se defender a dignidade e os direitos de TODOS. 3

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UMA ERA ... VEZ

Lar, Doce O

Hugo e a Rita estavam de férias de Natal. A neve começou a cair no primeiro dia e parecia não parar mais. Ora, numa das vezes em que puseram o nariz fora da porta, as crianças descobriram que havia um gato branco e preto que espreitava do monte de lenha. Depois, ao fim do dia, perceberam que ele se tinha chegado para mais perto. A mãe também o viu à noite, enrolado sobre si próprio, num degrau da escada. No dia seguinte, quando a Rita foi ao alpendre, o gato estava a miar debaixo de um arbusto. − Mamã, podemos metê-lo cá dentro? Por favor, mamã, ele tem fome e frio − suplicou o Hugo. − Não convém − respondeu o pai − porque assim ele nunca mais se orienta a voltar para casa. Ele está perdido! − E alguém deve estar a sentir a falta deste lindo animal − acrescentou a mãe. − Além disso, temos dois coelhos e eles iriam brigar. Mas a neve continuou a cair e o gato miava continuamente, como que a pedir socorro. A Rita abriu a porta e o gato saltou-lhe para o colo. − Ai, mamã, ele está gelado e cheio de fome. − Coitado! − disse a mãe. A porta fechou-se, e o gato ficou do lado de dentro. Ninguém teve coragem de o pôr de novo lá fora. A mãe abriu-

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Lar! -lhe uma lata de atum, o Hugo pôs-lhe uma taça com água e a Rita foi buscar uma manta quentinha. Depois de comer, o gato explorou a casa toda. Escolheu uma cadeira cómoda e chamou-lhe sua. O pai olhou para os olhos verdes do gato e exclamou: − Tenho a certeza de que não queres comer coelhinhos peludos. Afinal, és um gigante ao pé deles. − Vamos chamar-lhe Golias − sugeriu a Rita, lembrando-se do famoso gigante. O Golias saboreou o bacalhau na Noite de Natal e encostou a cabeça à dos coelhos, pois, nesse dia de festa, as crianças deixaram os coelhos sair da gaiola. Deu marradinhas à Rita e roçou o pelo pelas pernas do Hugo. Enrolou-se no fio dourado da árvore de Natal e adormeceu no colo do pai, depois do almoço. Tornara-se parte da família. As férias acabaram e as crianças voltaram à escola. No dia seguinte, a mãe deu-lhes uma triste notícia: − Olhem o papel que me deram na mercearia! Havia um número de telefone. Na foto, viam-se os olhos verdes, o pelo malhado e muito grande. Parecia mesmo o Golias. − Fofo! − chamou a Rita. Mas o gato não reagiu. − Vês, mamã, ele não é o Fofo. É o Golias. − Não, filha. Ele esqueceu o nome; agora está habituado a ser Golias. Mas ele é de alguém, temos que o entregar. Apesar da tristeza das crianças, a mãe ligou para o número que vinha no panfleto e combinou receber a dona do gato às 7:00h da tarde.

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O pai tirou muitas fotografias ao gato, para recordação, e os meninos aproveitaram os últimos momentos para brincarem com ele. À hora combinada, a senhora tocou à campainha. O gato estava enroscado na sua cadeira. − Fofo! − chamou a senhora. O gato não reagiu e a família explicou que lhe chamavam Golias. Quando a dona o chamou por esse nome, ele foi ter com ela e mostrou-se muito meigo. Ela pegou-lhe, embrulhou-o numa mantinha que levava e agradeceu por terem cuidado dele. A Rita foi para o seu quarto com as lágrimas a saltarem-lhe dos olhos. O Hugo deixou cair a cabeça na mesa da cozinha. O pai e a mãe abraçaram-se para se consolarem e até os coelhitos se agitaram na gaiola. O mês de janeiro foi mais frio e sombrio do que habitualmente. Em fevereiro, a Rita atendeu o telefone e disse aos pais, por entre segredos e sorrisos, que iam ter umas visitas especiais. Pouco depois, a campainha tocou. A dona do Golias entrou no hall com um cesto na mão. Olhou para as crianças e falou-lhes com voz comovida: − A minha empresa transferiu-me para o estrangeiro. Vou mudar para a semana e não posso levar o meu gato. Querem ficar com ele? A Rita saltou e o Hugo bateu palmas. A senhora levantou a mantinha e o Golias saltou do cesto. Roçou-se nas pernas do Hugo, deu marradinhas à Rita, saltou para os braços do pai e miou de tal maneira que parecia estar a dizer: − Lar, doce lar!

FIM

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COM HIS TÓRI

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a, ou alguma cois , ém u lg a e u q eé uando se diz tá-se a dizer qu es , ” a el g ti a ei é “de m lor. ou de pouco va te n a rt o p im co pou

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mplo, Por exe e tor d um can ela meia tig rá ta não can em, muito b o om assim c sel os um carr tigela de meia uito ám não ser o. divertid

dos reis meçado no tempo co r te ce re pa do mero de Tu , havia um grande nú ra tu al a ss Ne s. se portugue quais prestavam e outros servos, os ns je pa s, ro ei ar m as suas ca dos eles tomavam To . al re o ci lá pa no serviços e, havia um trabalho. Na verdad refeições no local de que variavam ia em quantidades rv se os e qu rio ná ância do funcio upavam e a import oc e qu os st po os consoante antes recebiam am: os mais import av ut ec ex e qu o lh funções traba e desempenhavam qu s, tro ou a; ei ch a eia uma tigel , recebiam apenas m io tíg es pr or en m consideradas de ados... de meia tigela. Eram empreg tigela! endo tantas coisas, Acredita que, aprend o de meia tigela! nunca serás um alun

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ER? QUERES SAB TA! PERGUN

Porque é que o mar é salgado? Luísa, 7 anos

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ertamente já te aconteceu, ou a alguém que conheces, mergulhar no mar e engolir uns “pirolitos”. Que sabor tem a água? Salgado!

Mas, porquê? A água do mar é salgada porque possui uma imensa quantidade de cloreto de sódio, popularmente conhecido por sal de cozinha. Além deste, no mar também existem cloreto de magnésio, bicarbonato de cálcio, sulfato de magnésio, sulfato de cálcio, cloreto de potássio, entre outros compostos químicos.

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O movimento da água do mar desgasta as rochas, e estas começam a dividir-se em pequenas partículas, incluindo sais minerais, que fazem parte da sua composição.

E sabias que os rios também contribuem para a salinidade da água do mar? A água dos rios é a que mais desgasta as rochas, retirando delas os seus minerais e depositando-os nos Oceanos. Com o tempo, devido ao calor do Sol, a água do mar vai-se evaporando, mas o sal permanece.

Sabias que a água do Mar Morto é a água mais salgada que existe no mundo? É tão salgada que apenas um tipo de bactéria consegue viver lá. Uma vez que o sal faz com que a água fique bastante densa, é mais fácil boiar no Mar Morto do que em qualquer outro Mar ou Oceano.

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HISTÓRIAS DA BÍBLIA

MOISÉS (PARTE III)

Moisés e Arão vão à presença do Faraó do Egito. O Senhor Deus de Israel diz: Deixa o meu povo ir para que celebre, em minha honra, uma festa no deserto.

A partir de hoje, os Israelitas terão de apanhar a palha para fazer os tijolos. E têm de produzir a mesma quantidade. Devem andar muito descansados para quererem ir adorar o Deus deles no deserto…

Quem é o Senhor? Não o conheço. Nem deixarei sair os Israelitas.

Moisés e Arão voltam à presença do Faraó para lhe pedir que liberte o povo de Israel. Se vocês foram enviados por Deus para levar o povo… façam um milagre.

Lança a tua vara ao chão.

Tragam os nossos sábios… os feiticeiros do Egito. A vara de Arão engoliu todas as varas dos feiticeiros. Porém, o coração do Faraó endureceu-se e ele não deixou o povo sair do Egito.

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No dia seguinte...

O Deus de Israel disse-te para deixares sair o seu povo, mas tu não o ouviste. Agora saberás quem é o Senhor.

O Faraó manteve-se irredutível e o seu reino foi invadido por outras pragas.

No próximo número do NA poderás ler o resto da história de Moisés.

Lê esta história em êxodo 4 a 10. 11

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BRINCA NDE E APRE

É uma das pedras mais valiosas: a) Mármore b) Esmeralda c) Xisto

Marca suíça de relógios: a) Swatch b) Casio c) Timberland Este sinal significa que: a)

Soluções na pág. 39

Os pneus do carro devem ser trocados. É obrigatório usar correntes b) de neve nos pneus. É necessário encher os pneus. c)

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Foi um dos presentes dos Reis Magos: a)

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Salva b) Prata c) Mirra


O livro “Livres e Iguais: Os Direitos Humanos na Escola” é da autoria de: a)

Ana Pessoa e Joana Estrela b) Maria Francisca Macedo c) Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Pode visitar-se no National Mall, em Washington D.C.: a) Museu Nacional de História Natural b) Museu Nacional de Arte Antiga c) Museu Palácio Floriano Peixoto

Como se chamam os naturais das Caraíbas? a)

Caribense b) Caraíbense c) Caribenho

Completa o provérbio popular: “Sol de inverno, tarde sai e... a)

… não volta.” b) … cedo vai.” c) … logo cai.”

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FAZ COM A LUÍSA

a Luísa deixa-te Natal está a chegar e ha. Experimenta uma ideia bem docin deliciosas, que fazer estas bolachas erecê-las, ro sucesso. Podes of vão ser um verdadei as num re de Natal ou servi-l pendurá-las na árvo ável, da quentinha, e saud bi be a um m co he nc la adulto. claro! *Pede ajuda a um

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ávenas 6 chávenas (chá) 3 ch frutose de ) (chá de farinha

es colher 2 colher 1 colher 6 ovos 1 ) de (chá) de (chá (chá) de o de at tr fermento ex sal a em pó baunilh

dientes 1 – Coloca todos os ingre até numa taça e mistura-os, génea. obteres uma massa homo 2 – Estende-a com o rolo. 14

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3 – Corta a massa usando moldes com diferentes formatos (pinheiros, estrelas, corações, sinos, etc.). 4 – Dispõe as bolachas num tabuleiro forrado com papel vegetal e leva-as a assar, em forno preaquecido a 180ºC, durante 12 minutos, ou até estarem douradas. 5 – Retira as tuas bolachinhas do forno, deixa-as arrefecer e guarda-as em caixas herméticas.

Sugestão: Decora as tuas bolachas com glacé, pepitas de chocolate, pepitas coloridas, etc..

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Luísa chegou um pouco atrapalhada à escola, porque tinha tido um contratempo. Com o arrefecimento noturno, habitual nesta época do ano, as gotas de orvalho que se formaram no para-brisas do carro da mãe tinham congelado.

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Durante a noite, formou-se uma camada de gelo a que chamamos GEADA.

1 Não se via nada, Professora! A minha mãe teve de colocar água para que o gelo se derretesse.

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4 Exatamente! E, quando essa camada de gelo derreteu, deu-se a FUSÃO, que se deveu ao aumento da temperatura. Vamos observar!

Deu-se a SOLIDIFICAÇÃO das gotas de orvalho, devido ao forte arrefecimento.

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EVAPORAÇÃO – Passagem da água do estado líquido ao gasoso, devido ao aquecimento. CONDENSAÇÃO – A água passa do estado gasoso ao líquido, devido ao arrefecimento. Pode formar nuvens, nevoeiro ou orvalho. SOLIDIFICAÇÃO – Passagem da água do estado líquido ao sólido, devido ao arrefecimento. Encontramos a água em forma de gelo, neve, granizo ou geada. FUSÃO – A água passa do estado sólido ao líquido, devido ao aumento da temperatura.

LÍQUIDO – Chuva, água dos mares, rios e lagos. SÓLIDO – Neve, gelo, granizo ou geada.

Na Natureza, podemos encontrar a água nos três estados.

GASOSO – Vapor de água. Neste estado, a água é invisível.

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Capital: Sófia Língua oficial: Búlgaro Adesão à União Europeia: 1 de janeiro de 2007 Moeda: Lév Búlgaro Superfície: 110,3 mil km2 População: 7 000 039 Hino oficial: Мила Родино (Mila Rodino) (“Minha Pátria”) A Bulgária é um dos poucos países do mundo onde os sinais para “sim” e “não” com a cabeça são ao contrário do que estamos habituados. O que, para nós, seria um enérgico “não” para um Búlgaro pode ser um simpático “sim”. As línguas escritas dos países eslavos utilizam o alfabeto Cirílico e não o Latino, como o nosso. Cirilo, o inventor deste alfabeto, Presença na UE: foi um monge 3 17 Deputados no Parlamento búlgaro do Europeu. século X d.C.. 3 Presidências búlgaras: 2018.

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Capital: Bucareste Língua oficial: Romeno Adesão à União Europeia: 1 de janeiro de 2007 Moeda: Leu Romeno Superfície: 238,3 mil km2 População: 19 401 658 Hino oficial: Deșteaptă-te, române! (“Desperta, Romeno!”) Bucareste é uma capital cujos edifícios têm uma dimensão impressionante. O Palácio do Parlamento é o segundo maior edifício do mundo, só atrás do Pentágono, nos EUA. Todo construído em pedra, é, contudo, o mais pesado. A Roménia é conhecida pelos esforços de preservar as suas espécies animais mais emblemáticas. Tem a maior concentração de Ursos-Castanhos da Europa, um programa de proteção da Camurça e reintroduziu o enorme Bisonte-Europeu nos seus prados.

Presença na UE: 3 32 Deputados no Parlamento Europeu. 3 Presidências romenas: 2019. 19

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POS Olha com atenção para o conjunto de presentes em baixo. Apenas duas caixas são exatamente iguais. Descobre-as e assinala-as.

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M PASSATE

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a) Entre as onze sombras somente uma corresponde precisamente à imagem da árvore de Natal. Qual é?

b) Sabes qual é o resultado de ? Coloca as letras das sombras da árvore de Natal por ordem e escreve-as nos espaços em branco.

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A EXPLOR COM O GRUPO

Faz o Bem, no Natal!

O

Grupo reunira-se no Clube para selecionar histórias de Natal, pois, na escola, iriam fazer uma compilação com a turma. Enquanto procuravam em revistas, livros e na internet, o Nuno gritou, entusiasmado: Vejam esta história que encontrei! Este livro, “Histórias do Nosso Amiguinho”, tem uma história muito bonita que nos ensina que, se queremos passar um Natal alegre e feliz, devemos fazer bem a alguém. Fala de pessoas que se sentiram muito felizes porque ajudaram os outros.

Essa história tem de fazer parte da nossa seleção, sem dúvida. Mas, o que acham de a colocarmos em prática e ajudarmos alguém este Natal?

Todos acharam que era uma excelente ideia e começaram logo a pensar no que poderiam fazer para auxiliar quem estivesse em necessidade.

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Eu já sei o que vou fazer! Luísa, podes dar-me aquela tua receita de Bolachas de Natal? Vou fazer algumas e levar a um casal de idosos que vive na minha rua. Eles passam muito tempo sozinhos, e são tão simpáticos! E têm sempre histórias interessantes para partilhar com quem reserva algum tempo para os ouvir.

Eu também já pensei numa das minhas boas ações de Natal! Vou fazer uns postais, com desenhos e pinturas, e vou colocar um na caixa de correio de cada uma das pessoas que vivem no meu prédio. Acho que as vou surpreender e deixar felizes!

Carlitos, o que achas de vires comigo à casa daqueles dois irmãos que se mudaram para a nossa escola na semana passada? Ainda não devem ter muitos amigos por aqui. Acho que iam gostar de uma visita e de uma tarde de muitas brincadeiras.

Boa ideia, Amigo! Se quiseres, preparamos as bolachas juntos, e, depois, fazemos umas caixinhas para as guardar. Escrevemos dedicatórias e vamos entregar no fim das aulas.

Que ótima sugestão! Vou pedir à minha mãe para fazer aquele bolo de cenoura com cobertura de chocolate e uns muffins de frutos secos, e levamos para o lanche.

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Entretanto, os Amiguinhos terminaram de fazer a seleção de contos de Natal, mas já não paravam de pensar em todas as pessoas que iriam surpreender. Passados alguns dias, quando voltaram a encontrar-se no Clube, todos estavam cheios de novidades, pois tinham colocado as suas ideias em prática.

A Luísa e o Nuno contaram ao Grupo que descobriram que o Sr. Amílcar e a Dona Maria são um casal muito divertido. Passaram a tarde toda a ouvir as histórias engraçadas da Dona Maria e a cantar com o Sr. Amílcar, que é um excelente pianista. Já o Quico iniciou uma onda de amizade no seu prédio! Os vizinhos gostaram tanto de receber os postais que decidiram retribuir aquele gesto simpático. Cada família preparou algo especial para os vizinhos, e passaram uma semana a tocar às campainhas e a retribuir os gestos de carinho com pequenas lembranças.

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O Sabidinho e o Carlitos também estavam muito felizes com o que tinham feito. Ficaram a conhecer melhor a história daqueles dois irmãos, passaram uma tarde muito animada entre jogos, brincadeiras, muitas risadas e bolinhos saudáveis. Agora, são muito amigos; os irmãos já se sentem integrados na escola e combinaram encontrar-se mais vezes.

O Grupo percebeu que as suas atitudes tinham feito alguém feliz e isso deixava-os com um sorriso de orelha a orelha. Perceberam que, quando pensamos nos outros, quando fazemos alguma coisa pelos outros, ficamos muito mais felizes e satisfeitos. O B R A! MÃOS À do exemplo o s e ir u g e se e achas d E tu, o qu tal? ste Na r; Grupo ne ssas visita o p e u q para alguém ; alguém r a d ju Pensa em a s ma sa nça ou co e uem pos q ra a b m m é le u a alg um bem deres com te sentirás muito e surpreen u q te! . Vais ver or diferen b a s m tua visita u Natal terá Natal que o teu assar um p s re e u -te: “Se q ém!” E lembra em a algu b z fa , z li tal! e Feliz Na alegre e fe to n a S m u deseja-te O Grupo FIM

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QUES U R T S O ICO U Q O D

N

ão acreditas que é possível? Então, vem daí com o Quico, e deixa-te surpreender!

3 2 colheres (chá)

de fermento biológico 3 1 garrafa 3 3 colheres (chá) de açúcar 3 1 copo de água morna 3 1 balão

1 – Coloca o fermento biológico na garrafa. 2 – Acrescenta o açúcar e o copo cheio de água morna. 3 – Agita a mistura, com cuidado. 4 – Prende o balão no gargalo da garrafa. 5 – Aguarda duas horas.

O fermento biológico é composto por fungos que gostam de ambientes quentes e que se alimentam de açúcares. Ao digerirem o açúcar, estes fungos produzem etanol e dióxido de carbono. O gás flutua e enche o balão. A este processo chama-se fermentação. 26

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PO

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Nas férias de Natal, o Nuno escreveu uma carta aos Amiguinhos. Descobre o seu conteúdo, decifrando as palavras enigmáticas.

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https://life.dn.pt/laboratorio-civico-santiagoquando-a-comunidade-se-une-para-melhorar-obairro/?_ga=2.232873950.1931435847.1559978959681015171.1508527006

urgiu em Aveiro, no bairro de Santiago, o primeiro Laboratório Cívico em Portugal, que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas. A Rita Pereira, de apenas 20 anos, cresceu no bairro de Santiago, o maior bairro social da cidade de Aveiro, e sente que quem lá vive é olhado de lado, por causa de “acontecimentos passados de violência e delinquência”. Mas ela acredita que os moradores deste bairro é que têm que fazer a diferença e mostrar que esta imagem pode ser mudada. Desafiada por um professor – e dos dez projetos a implementar – a Rita escolheu um a que chamou “A horta da vizinha é melhor do que a minha”. Quem lhe lançou este desafio foi o urbanista e investigador da Universidade de Aveiro José Carlos Mota, um dos responsáveis pelo Laboratório Cívico de Santiago, que vive do trabalho voluntário e das parcerias com empresas da região que ajudam com o dinheiro necessário. O objetivo é envolver a comunidade no desenvolvimento de soluções que melhorem a vida das pessoas, através da partilha de ideias, de saberes e de vontades. Inicialmente, a Rita pensou em criar uma horta comunitária, mas, por questões relacionadas com o licenciamento, propôs que se

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distribuíssem vasos de ervas aromáticas e de bagas. Foram preparados vasos para oferecer a cerca de 25 famílias. Como uma das premissas é reutilizar e não produzir lixo, o grupo da Rita utilizou rolhas de cortiça recolhidas nos restaurantes da cidade para fazer os vasos e esferovite das caixas de peixe do mercado para as bases. Entretanto, têm sido realizadas outras iniciativas para melhorar a vida dos habitantes do bairro de Santiago: almoços partilhados, com alimentos oferecidos; recolha de lixo das ruas, por parte das crianças; divulgação de saberes e sabores; uma oficina de Tecnologia; uma festa de futebol; uma atividade de fotojornalismo; entre outras.


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uito se tem dito sobre o impacto negativo que a utilização excessiva e o abandono do plástico têm tido na Natureza. Recentemente, investigadores do National Agricultural Technology Institute da Argentina observaram o primeiro caso, conhecido, de abelhas que utilizam plástico para construir as suas colmeias. O fenómeno mostra que há uma tentativa de adaptação dos insetos às mudanças que têm vindo a acontecer. Os insetos, normalmente, colocam nas cavidades das colmeias materiais como lama, galhos, pedras e resina. Os cientistas colocaram 63 “armadilhas”, recorrendo a tubos similares às estruturas que as abelhas utilizam para construir as suas colmeias e que encontram na Natureza. Durante 2017

N

a Universidade de S. Paulo, no Brasil, foi realizado um estudo que confirmou que a falta de higiene oral aumenta a probabilidade de se desenvolver doenças como o cancro da boca, do pescoço e da cabeça. Como sabes, a higiene oral é a prática de manter a boca limpa, livre de bactérias, escovando regularmente os dentes e limpando bem entre os mesmos. Se cuidares bem da tua boca e dos teus dentes, não só prevenirás o aparecimento de doenças graves, como

e 2018, as “armadilhas” foram analisadas mensalmente. O que verificaram foi que algumas dessas colmeias foram construídas com recurso a plástico e que num dos compartimentos havia até um pedacinho de um saco de compras do supermercado. Já se tem vindo a verificar que os pássaros, junto das cidades, muitas vezes, utilizam plástico para construir os seus ninhos. A descoberta da utilização por parte das abelhas, insetos tão pequenos que vivem exclusivamente em ambiente natural, mostra que o plástico está espalhado por todo o lado e não apenas onde vivem as pessoas.

terás um hálito fresco e um sorriso ainda mais bonito. E quanto mais cedo adquirires este hábito saudável, melhor!

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MUNDO L NATURA Por toda a Europa... simA raposa-vermelha (ou, dos maplesmente, raposa) é um os da míferos mais emblemátic te em sen pre nossa fauna e está r do pa a toda a Europa. É, aliás, a um , lobo-ibérico (Canis lupos) de das duas únicas espécies istem 1 ex e qu res est canídeos silv no nosso território. e orelhas sua pelagem castanhaDe focinho pontiagudo onhecida também pela rec te en ilm fac é a os inho e nas extremiproeminentes, a rap da cauda, e negra no foc nta po na e e ntr ve no -avermelhada, branca te a noite dades das patas. e ar Vida duran mamífero d e st e , a rm o Por n oturnos, m hábitos n simpático te rca de 10 ercorrer ce p o d n e d o p com o s por noite, o tr e m ó il u u de q alimentar o se e d o v ti je ob o. seu territóri , as defender o n ta , no en to Escolhendo como locais restas osas matas e flo viver, as rap ra a p s to e predil abrigacas para se escavam to redadores derem de p rem, escon tes. s seus filho rência, e criarem o p e -se, d refe Alimentam e roedores, s também d a m s, re b le animais se carcaças de mo coelho o té c a s, e s ro a e g íf a m os ma tos, frutos, b de pequen s, ovos, inse io b fí n a , is s, répte aves, peixe mortos.

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1 Conjunto de espécies do qual fazem parte os cães.


Macho versus fêmea Apesar de as diferenç as entre macho e fêmea não serem muito evidentes, os macho s atingem maior peso e tamanho do que as fêmeas, podendo ultrapassar os oito quilos e os 135cm (da cabe ça à cauda). Em liberdade, uma ra posa pode chegar aos 13 anos, o que raramente acontece devido às causas de morte não naturais co m as quais se deparam atualmente , não ultrapassando, por isso, em m édia, os nove anos. Vida familiar É a partir desta altur a do ano (entre deze mbro e fevereiro) qu as raposas, normalm e ente, acasalam, nasc en do , cerca de 50 dias mais tarde (entre mar ço e maio), as suas cri as, que compõem ninhadas de três a se is raposinhas. Estas irã o depender de ambo os progenitores para s a sua sobrevivência, tornando-se apenas independentes quan do completam um an o. Não está em risco, m as… Uma vez que é o carn ívoro com maior distr ibuição a nível mundial, não está, at ualmente, em risco. Co ntudo, várias são as causas da sua morte . Como causas natura is, podem apontar-s e doenças, como a ra canídeos em geral), iva (que afeta os ou a perseguição po r carnívoros de maio lince, uma vez que am r po rte, como o lobo ou bos procuram as mes o mas presas. Já no qu morte relacionadas e se refere a causas de com a mão do Homem , o atropelamento, a dim silvestres (que, muita inuição dos espaços s vezes, acabam por ser divididos pela co envenenamento ou nstrução de estrada ainda a caça ilegal. Es s), o ta última ocorre um do, e tem, normalmen pouco por todo o m te, o objetivo de utiliz unar o seu pelo para ve por esse motivo que, stuário. É igualmente juntamente com o vis ão-americano (Mustel espécies mais criadas a vison), é uma das em cativeiro em todo o mundo.

Sabias que…

… apesar de ser um anim al noturno, a bem no escu raposa não v ro? É graças ê muito ao olfato e à consegue ca audição tão çar, sendo ca a p u paz de deteta rados que de 200 metr r um rato a u os. ma distância ... na Roménia e na Bulgária no Cantinho , os países qu da Europa de e te damos a ste mês, a ra conhecer fauna que até posa está tão teve direito a presente na ser estampa sua da em selos?

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MPOS PASSATE

Sabias que os esquilos gostam muito de comer bolotas? EntĂŁo, ajuda este pequeno mamĂ­fero roedor a chegar Ă s bolotas, percorrendo o caminho do labirinto.

Nesta imagem, observas a mesma mochila, com tamanhos diferentes. Ordena-os, da mochila mais pequena para a maior.

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Sabes em que ano “nasceu” a revista Nosso Amiguinho? Descobre, circulando todos os números ímpares e somando-os.

A cada número na tabela corresponde uma sílaba. Faz as somas e ficarás a conhecer alguns dos teus direitos e deveres.

Soluções na pág. 39

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CÉLEBRE... PORQUÊ?

Georg Friedrich (1685-1759) Händel 34

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–N

enhum dos meus filhos vai ser médico como eu! – declarou o Dr. Händel. – Tu serás advogado! O Georg concordou, mas, no íntimo, ele só queria era tocar órgão. Quando tinha oito anos, o pai levou-o à corte do Duque de Weissenfels. Enquanto o pai tratava os doentes deste palácio, perto de Halle, o Georg escapou-se até à capela. “Olhem quem está aqui!”, sorriu o organista ao ver a cara séria e a atenção com que o menino acompanhava cada um dos seus gestos. – Chamo-me Georg Händel. Espero não incomodar. Um dia, eu também hei de tocar órgão... – Queres experimentar agora? – perguntou o velhinho simpático. Meio sentado, meio em pé, o rapazinho de oito anos reproduziu a música que tinha ouvido na igreja que ficava por detrás da sua casa. – Mas tu és sensacional... Quando o Duque ouviu o menino, ficou tão impressionado que mandou imediatamente chamar o pai. – Com quem é que o seu filho aprendeu música? – Com ninguém, senhor!

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– Extraordinário! Prometa-me que o vai pôr no melhor professor que encontrar... O Dr. Händel não teve coragem para contrariar o Duque. Assim, o Georg começou os seus estudos com Zachow e, aos 17 anos, já era um grande organista e compositor. – Esta introdução está ótima, Carlitos! – elogiou a Luísa. – Dá-nos bem a ideia de que Händel foi um artista espetacular – acrescentou o Quico. – Viram como ele não negligenciou o seu dom, como lutou pelo seu ideal? – chamou a atenção o Nuno. – Foi por isso que conseguiu produzir aquela música tão sublime chamada “O Messias” – disse o Sabidinho. E o Carlitos continuou a sua apresentação: “Händel frequentava a corte inglesa, onde era muito admirado. A rainha Ana até lhe concedeu, em 1715, uma pensão em dinheiro, quando ele apresentou o seu “Te Deum”, para comemorar a paz de Utreque. Depois, em 1719, fundou a Royal Academy of Music. Em 1737, foi vítima de uma apoplexia, que conseguiu curar. Trabalhou depois tão incansavelmente que, em três meses, conseguiu concluir a oratória “O Messias”, estreada em Dublin. Também são suas as músicas “Israel no Egito” e “Judas Macabeu”, onde predominam coros num estilo nobre e grandioso. Embora tivesse nascido na Alemanha, no ano de 1685, a Grã-Bretanha considera-o o seu músico nacional, porque foi neste país que ele fez uma grande parte da sua carreira. Morreu aos 74 anos, uma semana depois da última apresentação de “O Messias”, sob a sua direção. É verdade, ele está sepultado, como herói nacional, na Abadia de Westminster, em Londres.” E foi assim que o Carlitos concluiu mais uma biografia, a de um grande artista e amigo.

FIM

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CAIXA DE CORREIO

1. Gado miúdo, terra mimosa; onde pousa, deixa uma rosa. O que é? 2. Tenho dez amigos certos com quem muito bem me dou; eles vêm procurar-me, eu procurá-los não vou. Quem somos? 3. O que é, o que é, que gira o tempo todo e nunca fica tonto? 4. Já que tens entendimento e és amigo de saber, uma pedra em cima da água diz lá o que pode ser. 5. Anda sempre no táxi, vai sempre no lixo e toma xarope como nós. O que é? Soluções na pág. 39

Não há nada como o Nosso Amiguinho E o Grupo dá-nos todo o seu carinho. São simpáticos e divertidos, Bons professores e grandes Amigos! Sofia

No comboio: Revisor: – Este bilhete é para Sintra, minha senhora... E o comboio vai para o Porto! Passageira: – A sério? Então e o maquinista ainda não percebeu que vai enganado?! Duas amigas estão sentadas numa esplanada, a conversar. – Senhor empregado, o meu copo está vazio. Traga-me outro, por favor. A amiga admira-se com o pedido e pergunta: – Para que é que tu queres outro copo vazio?! Numa aula de Biologia, a professora pergunta: – Samuel, diz-me, quantos reinos há na Natureza? – Três. O reino animal, o reino vegetal e o reino mineral. – Muito bem! Então, e a que reino pertences tu? – Ao reino vegetal. O apelido da minha família é Carvalho! Entre amigos: – Carlos, sabes onde está situada a Terra? – Sei... no manicómio! – No manicómio? Quem te disse uma coisa dessas? – A minha mãe. Ela, às vezes, diz que a Terra anda maluca! – Ó Lourenço, que espécies de eclipses conheces? – Do Sol, da Lua e dos ladrões. – Dos ladrões?! – Sim, ontem nas notícias ouvi que houve um assalto, mas que, quando a Polícia chegou, já os ladrões se tinham eclipsado…

Envia-nos também os teus textos, para os partilharmos com todos!

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Brinca e Aprende 1. b); 2. a); 3. b); 4. c); 5. c); 6. a); 7. c); 8. b). Págs. 20 e 21 1.

2. a)

Págs. 32 e 33 1.

2.

3. 1986 b)

4.

Pág. 27 Amigos do Grupo, Chegaram as férias de Natal! Este ano vim visitar os meus avós à Beira Alta. Um destes dias vamos subir à Serra da Estrela. Espero que haja neve! Estou ansioso por andar de tobogan. Boas férias para todos! Nuno 1. Pulga; 2. Dedos; 3. Ponteiros do relógio; 4. Pedra de gelo; 5. Letra “x”. Adivinhas:

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Código para julho: na070

Do que estás à espera? Vem já brincar connosco!

Já estamos à tua espera, no sítio do costume! O teu código é o na129.

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Na Dezembro 2019  

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