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Audiência Pública não aceita projeto da Prefeitura Clube Abernéssia na mira de Rubens Bazan

O ímpeto empreendedor de Rubinho Bazan não tem limites. Sua tática em adquirir imóveis desvalorizados e transformá-los em empreendimentos lucrativos, agora atinge um patrimônio de Campos do Jordão: o Clube Abernéssia. A disputa está aberta. Alguém mais se interessa?

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Salário dos Vereadores

Tanto bafafá para nada. Era só mais um ato de demagogia

A

expectativa de que a Câmara pudesse dar exemplo enxugando despesas com salários, assessores e ajuda de custo durou pouco. Nas sessões dos dias 10 e 24 as pessoas que estavam acompanhando as votações, ficaram aguardando o projeto que prometia reduzir os vencimentos dos parlamentares para um salário mínimo, R$ 540,00. Só que o projeto não entrou em pauta e nenhum dos vereadores tocou no assunto. Há cerca de um mês Ricardo Malaquias foi à tribuna defender o fim dos assessores parlamentares. Cada vereador tem direito a dois funcionários que ganham em torno de R$ 3 mil cada. O vereador Sebastião César se opôs à ideia, mas sugeriu abolir os salários de todos os vereadores. Já o presidente da Casa, Ivo Strass, garantiu que na sessão seguinte entraria com um projeto de lei para reduzir os vencimentos dos vereadores para um salário mínimo. Porém, até agora nada mais foi falado sobre isso. Segundo o assessor jurídico da Câmara, José Carlos Freire, Ivo teria conseguido arrebanhar o apoio de apenas três vereadores. Porém a própria área jurídica da Casa havia anunciado que o projeto estava passando pelas comissões internas e caminhava para ser aprovado, de forma a ser um exemplo para o resto do País. Oficialmente, o projeto está em banho-maria. Se a proposta de diminuição de salário não se consumou, o projeto para aumentar o número de vereadores esse sim chegou. Serão 13 parlamentares a partir do próximo mandato. Apenas o vereador Paulo da Sobriedade votou contra. Ao contrário de outros projetos – muitas vezes pouco significantes –, a iniciativa de se aumentar o número de vereadores não encontrou qualquer objeção. O projeto foi aprovado em dois minutos. 2 GUIA CASTELFRANCHI

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Expediente Editor e Diretor Luís Ricardo Castelfranchi Diretora Maria Heloisa N. Castelfranchi Jornalista Roberto Carlos Bretanha Fotografia Luís Ricardo Castelfranchi, Comunicação Rose Castelfranchi Editoração e Arte Luiz Garves Informática Felipe Gotze Comercial Valquiria Oliveira O Nosso Guia Turistico de Campos do Jordão Editora Ltda Av. Macedo Soares 261 Capivari % 12 3662 5000 3663 3311 CNPJ 45.381.381/0001-34 Inscr. Est. 246.105.010.117 Inscr. Munic. 9164 Inscrição no Cartório de Registro No. 16 nossoguia@camposdojordao.com Proibida a reprodução de qualquer parte desta publicação sem autorização expressa do Editor

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Rubinho Bazan de o

Patrimônio da cidade, o Clube Abernéssia é alvo de uma disputa entre os interesses de seu presidente José Vicente Vassimon e a Prefeitura.

P

alco de bailes grandiosos, carnavais inesquecíveis e de recepções e formaturas históricas o Clube Abernéssia é antes de tudo um imóvel valioso – ainda que seu estado atual possa sugerir o contrário. São 930 m² de área útil, situada num ponto estratégico. A depender da vontade do atual presidente, José Vicente Vassimon, esse prédio está prestes a ceder espaço a um conjunto de lojas. O salão de bailes continuaria a existir, mas no andar superior. É o que consta do projeto elaborado por ele. Para concretizar esse projeto Vassimom teve a idéia de apresentá-lo ao seu cliente Rubens 10 GUIA CASTELFRANCHI

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Bazan, conhecido investidor, que em contrapartida ao capital empatado ficaria com o aluguel das lojas (exceto de duas). O projeto imediatamente despertou o interesse de Bazan, dono de dezenas de imóveis e de alguns centros comerciais de Campos do Jordão. Segundo Vassimon, ele já se dispôs a financiar a obra. Porém, o alto valor do imóvel despertou o interesse da Prefeitura, que também quer o clube para si. Há 20 dias foi baixado um decreto determinando a desapropriação do prédio, situado junto à Fonte da Amizade e do seu clube de campo na subida do Palácio,

sob a alegação que o local, insalubre e degradado, virou refúgio para usuários de droga e delinqüentes. A prefeita Ana Cristina assinou em 6 de outubro último, decreto desapropriando o clube. Conforme o documento, o prédio é ideal para abrigar secretarias e repartições públicas. O texto só não menciona o que seria feito na sede campestre, cuja área vizinha ao Hotel Satélite, alcança 6,5 mil m². Ocorre que, além da reprovação popular, outro dado levantado pelos advogados da Prefeitura pode ajudar a implodir os planos de Vassimon e de Rubinho em criar lojas no Clube Abernéssia. Eles descobriram que a diretoria não foi formalmente


olho no Abernéssia Apesar de possuir mais de uma centena de imóveis, o investidor quer mais: ele quer o prédio do Clube Abernéssia, por causa de “laços sentimentais”.

Dono de mais de uma centena de imóveis, Rubens Bazan, o Rubinho, sabe esperar um imóvel desvalorizar para adquiri-lo e converte-lo em estabelecimento lucrativo.

constituída. Ou seja: ao contrário do que alega Vassimom, legalmente não existe um presidente que possa tomar decisões em nome do clube. O projeto de conjugar lojas e salão de bailes foi concebido há vários meses. Vassimon diz que primeiro apresentou a proposta a empresários de São Paulo. Eles até teriam se empolgado, mas acabaram desistindo. “Levei a idéia, então, ao Rubinho, que gostou”, diz. De acordo com Vassimon a adesão do empresário foi comunicada à diretoria do clube, a qual teria endossado os planos dele. Perguntado se não era conveniente informar isso aos sócios, ele disse que não era neces-

sário. Em seguida, disse que faria a publicação do edital convocatório, para expor o projeto. De acordo com o projeto, para chegar ao salão de baile a pessoa teria que subir uma rampa. O térreo, por sua vez, abrigaria a sala da diretoria, salão de jogos e as lojas, cujo número ainda é uma incógnita. Quem as alugasse teria a opção de escolher o tamanho. De qualquer modo, Vassimon afirma que o aluguel de duas ficariam para o clube. Vassimon afirmou, também, que pretende iniciar as obras em novembro desse ano. O empresário Rubens Bazan confirmou a intenção de investir na

reforma do Clube Abernéssia alegando que tem laços sentimentais com o clube. Para verificar a profundidade desses laços, a reportagem perguntou se não era o caso dele doar a reforma ou parte dela ao clube. O empresário disse que não daria porque custaria muito caro. E mais: disse que no caso da obra acontecer, ele não ficaria apenas com os aluguéis, mas sim com o prédio todo para ele, ao contrário do que informou Vassimon. Mui sentimental. Antes de seguir com os planos de construir um novo Clube Abernéssia, Vassimon e Rubinho terão que eliminar um concorrente: a Prefeitura. campos do jordão 11


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O Clube Abernéssia merece esse fim?

Em troca da reforma, o prédio:

Quem se habilita? A

idéia de se reformular o Abernéssia, dando a ele a faceta de um centro comercial, suscita dúvidas e expõe pontos sensíveis. Primeiro: falta um clube à cidade para a realização de bailes, formaturas, concursos, brincadeiras de Carnaval e até de reuniões. Isso fortalece laços de convívio e multiplica as relações pessoais. No caso dos jovens, o simples fato de estarem com os amigos num local relativamente seguro, ouvindo música e dançando, responde aos anseios deles de se divertirem nos finais de semana. Sem opções os jovens se desapegam da cidade e vão para as cidades vizinhas. Segundo: se uma pessoa aceita a presidência de uma entidade em decadência, ela tem o dever de agir para tirá-lo do buraco. Seja realizando bazares, bingos, seja passando livro de ouro ou pedindo doações. É o que vem fazendo o Grupo de Escoteiros para erguer a sede, e que também já fez a ACE, em menor escala. É uma forma de envolver a sociedade, fazê-la sentir-se responsável. Mas se passaram cinco anos e não se tem notícia de que a atual presidência do Abernéssia tenha feito algo semelhante. Conforme o atual presidente, José Vicente Vassimon, o comando do clube deverá

ser entregue a outra pessoa dentro de alguns meses (espera-se que pelo menos a situação em cartório seja regularizada). Agora vem à tona o projeto de deixar o Abernéssia com a feição meio clube, meio centro comercial. O investidor que topou ser parceiro do Abernéssia, Rubens Bazan*, sabe como ninguém esperar um imóvel chegar ao seu limite de desvalorização para adquiri-los e converte-los em estabelecimentos lucrativos. Exemplo disso são os prédios do Bradesco, do HSBC, uma galeria de lojas próximo ao teleférico, as Lojas Americanas e a Galeria Prudência e dezenas de pontos comerciais espalhados pela cidade. Detalhe: Bazan, é cliente do presidente do Clube Abernéssia, engenheiro José Vicente Vassimon. Terceiro: mesmo se considerando que a parceria com a iniciativa privada é um caminho válido, não seria razoável divulgar fartamente isso para a sociedade jordanense? Agindo assim, certamente se chegaria à melhor proposta e ao melhor projeto. Quarto: com um legado de 60 anos, o clube tem qualificações de patrimônio histórico e cultural. O prédio não deveria ser preservado em suas feições originais ? O advogado e historiador Pedro Paulo Filho

pergunta:“Por que o salão não fica embaixo e as lojas em cima”? Pedro Paulo vê o Clube Abernéssia no mesmo rumo da antiga sede da Prefeitura (demolida em 1998), da casa do escritor Monteiro Lobato (demolida em 1989), da biblioteca infantil (demolida em 2010) e – mais recentemente – da igreja de São Benedito, cercada por lojinhas que ameaçam descaracterizá-la. Sócio remido do Abernéssia, Pedro Paulo observa que para uma reformulaçãoa esse nível é aconselhável que haja a manifestação prévia dos sócios. “É melhor, até para dar transparência”, disse. Por sua vez, o presidente da Associação Comercial, Wagner Cardoso, se posicionou contra o projeto de Vassimon e Bazan. Ele destacou que a sociedade se ressente de não haver um clube como era o Abernéssia. Em função disso, Wagner disse que iniciará um debate com os empresários objetivando a reativação do clube. “Levantando patrocínios, captando doações, vamos ver. Só sei que ter o Abernéssia funcionando novamente seria maravilhoso”, afirmou. * A saga do dono de mecânica que virou barão do ramo imobiliário, Rubinho Bazan será tema de uma futura reportagem do Todo Dia. campos do jordão 13


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Solução para as casas em áreas de risco

Audiência Pública não ace

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olpeadas pela insurgência de engenheiros e arquitetos e enfrentando vícios de prazo, de nada adiantou a série de três audiências públicas convocadas para discutir alterações na Lei de Zoneamento, visando a construção de blocos de habitação popular nos bairros operários. No último dia de consultas (quinta, 20), o presidente da Câmara, Ivo Strass, abriu os trabalhos e em menos de um minuto os encerrou. O ato tornou nulas as duas audiências anteriores. Na raiz do cancelamento estavam mudanças no Zoneamento que foram anexadas à consulta e que nada tinham a ver com habitações populares. Inicialmente a pauta trazia dois tópicos: a proibição total a novos edifícios (flats e prédios de apartamento) e a permissão para que bairros populares (classificados como Zona de Interesse Social) pudessem abrigar prédios de quatro andares, com 16 apartamentos cada. Não foi o que aconteceu. Entre cerca de 20 engenheiros e arquitetos presentes no salão da Câmara subitamente surgiu um burburinho entre eles. Haviam descoberto um documento 16 GUIA CASTELFRANCHI

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chamado de tabela 6 que sutilmente fora infiltrado pelos técnicos da Prefeitura para fazer parte da consulta popular, sem que ninguém fosse avisado disso. Se nenhuma pessoa se manifestasse sobre essa tabela, ficaria subentendido que as alterações sugeridas nelas tinham sido acatadas. Entre as mudanças pretendidas havia uma que afrouxava as regras para a construção de pousadas. Encaminhada pelo gabinete da prefeita Ana Cristina, a tabela passara pela análise dos vereadores Paulo Francisco dos Santos, Ricardo Malaquias e Sebastião Bonifácio. A proposta de se mudar a tabela 6 já havia sido rejeitada pelo Conselho do Plano Diretor. O arquiteto José Roberto Damas Cintra tomou a palavra em nome dos colegas. Ressaltou que se o CPD reprovara aquelas mudanças, essa posição deveria ser acatada pela administração municipal. Por sua vez, o advogado da Prefeitura destacou que a competência do CPD era de opinar e o Executivo poderia acatar ou não as sugestões. O posicionamento irritou ainda mais os engenheiros e outros presentes. Depois de severas críticas a essa posição do


eita projeto da Prefeitura advogado da Prefeitura os debates continuaram focando a viabilidade dos conjuntos de habitação popular. Técnicos da Prefeitura falaram da necessidade de remover 1.200 famílias das áreas de risco. Argumentando que esse número era superestimado, o arquiteto Marcos Abitante lembrou que essa meta exigiria 100 prédios e que a cidade não dispõe de área para isso. Ele destacou que o sucesso na remoção das famílias precisava levar em conta um trabalho de conscientização. Ricardo Castelfranchi (ACE e Nosso Guia) também também constatou que esse número apresentado pela prefeitura muito elevado e apontou a necessidade de se pôr em prática o Plano Diretor. “É um caminho obrigatório para dotar a cidade da infraestrtura que os dias de hoje exigem”. Ele também destacou a importância de se conter o inchaço populacional e comparou Campos a uma represa prestes a se romper. “Vaza aqui, vem algum plano emergencial e veda, vaza ali vai outro plano e remenda, mas uma hora dessas a represa estoura”, disse. O engenheiro Idélcio Furtado emplacou discurso

parecido. Para ele, esse número é alto pois grande parte das casas em risco nescessitam apenas de obras de contenção não sendo necessária sua remoção. A solução para diminuir os prédios é a realização de melhorias onde essas pessoas vivem como contenção de encostas, drenagem e asfalto. Também foi lembrado que dentro dos bairros populares quase não existem áreas capazes de abrigar blocos de apartamento. Prova disso é que a Prefeitura tem um plano de erguer 96 apartamentos e até agora só encontrou uma faixa sem restrições ambientais. A partir desses argumentos ganhou força a proposta de só tirar das áreas invadidas, as famílias cujas casas estejam sob perigo iminente. Pensava-se que a audiência da quinta seria dominada por essa discussão. Sequer a consulta aconteceu. Por fim, devido às questões apresentadas e às irregularidades do projeto da Prefeitura voltou tudo à estaca zero. Ivo Strass prometeu convocar novas audiências a partir do dia 31 de outubro. campos do jordão 17


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utro dia, recebi um telefonema e, me sentindo um fotógrafo da National Geographics fui conferir. Pedalando por trilhas nas redondezas da Lagoinha, o Paulo do La Gália encontrou pegadas que, segundo o veterinário Dr. Francisco Rodrigues, podem ser de um grande felino. As possibilidades, de acordo com nossa região, ficam entre uma jaguatirica ou uma onça parda, como aquela que foi flagrada passeando pelo centrinho de Capivari.

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ense no seguinte cenário: a carga tóxica espalhada ao lado do caminhão tombado, o lixo hospitalar caído nas calçadas ao lado da viatura que se chocou com a árvore e o cheiro de gás fortíssimo em volta da caminhonete que transporta esse produto. Emergências como essas exigem ações rápidas. E justamente para que os agentes municipais estejam habilitados a realizar uma fiscalização preventiva e saibam como enfrentar situações desse tipo, as equipes do DSV, Guarda Municipal e Defesa Civil receberam – ao longo de três dias – orientações referentes ao transporte de produtos perigosos. Num exemplo simples de cargas que podem representar um risco para quem trafega pela cidade, incluem-se os veículos que levam tambores de água, armazenados sem o rigor necessário. “Se não estiver bem acomodado e corretamente amarrado, tem-se aí o risco potencial para um acidente”, diz o instrutor Alceu Martinho. Em alguns casos, diz, os danos não decorrem de um acidente propriamente dito, mas da incompatibilidade das cargas, gás junto com água para consumo humano, por exemplo. Embora tenha abrangido um grande número de cargas perigosas – inclusive explosivos destinados a atividade mineradora –, o curso enfatizou principalmente os veículos que transportam combustível e gás, tanto os envasados em botijões quanto os acondicionados em tanques. “Isolar a área e afastar os transeuntes da área crítica é a primeira providência, mas o agente tem que saber quem contatar e ter atitudes muito rápidas para que os riscos à saúde e à segurança das pessoas seja reduzido ao máximo”, afirma Martinho. O treinamento não só ampliou a visão dos agentes acerca do que é uma carga perigosa, como abordou a legislação que trata do assunto. O instrutor adiantou, por exemplo, que a entrega domiciliar de gás por meio de motocicletas está com os dias contados. “O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) já tem pronto um dispositivo, proibindo as motos de transportar gás”. Mais do que isso: as motocicletas empregadas nessa atividade tem que ter placa vermelha e possuir registro específico junto ao Ciretran. Várias das ações descritas no curso também acabam se integrando ao procedimento dos bombeiros. Aos agentes de trânsito competem tomar as medidas corretas enquanto os bombeiros não chegam. A iniciativa de trazer para Campos um curso dedicado a cargas perigosas partiu do titular da Sidec, Antonio Marcos de Jesus. “Campos tem que estar preparada para contingências dessa natureza”, afirmou. O secretário Toninho do Pico acompanha treinamento dos ag

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para cargas perigosas

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2011

Exposição e mercado de peças antigas. Centrinho de Capivari

12, 13, 14 e 15 de novembro 28 GUIA CASTELFRANCHI

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OUTUBRO: Mês dos Veículos Antigos

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charme dos carros que nos anos 40, 50 e 60 ajudaram a levar glamour para as telas de cinema, poderá ser sentido no centrinho do Capivari entre os dias 4 e 6 de novembro. É a exposição organizada pelo Chevrolet Clube do Brasil de Carros Antigos que será realizada pela quarta vez consecutiva em Campos do Jordão. Os organizadores prevêem trazer entre 60 e 70 automóveis. Alguns retratam com tal força um determinado período – caso de um furgão – que até hoje eles são vistos em cartazes, embalagens e ilustrações criados para caracterizar uma época. Além dos antigos, a exposição deverá contar com alguns veículos modernos – as surpresas do evento. Há a expectativa que a GM possa ceder o elétrico Volt. Os organizadores também estão trabalhando para trazer um ônibus especial, este na linha dos antigos. A maior parte dos carros ficará estacionada na Macedo Soares e nas ruas próximas como a Djalma Forjaz. A exposição ocorrerá entre as 8h e as 23h. Assim como em 2010 haverá um baile no Tênis Clube para os participantes. O encontro também tem um QG: o restaurante Nevada, cuja proprietária, Sônia Gonçalves, auxilia na organização. Segundo os diretores do Chevrolet Clube do Brasil, o objetivo é fazer esse encontro todos os anos, sempre nas épocas fora de temporada. “A intenção é incentivar o turismo na época de baixo movimento”, disse o diretor de eventos e promoções do Chebrolet Clube, Leonardo Peixoto.

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