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TodoDia

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O novo pronto-socorro

Rio sujo com os dias contados

Previsão do tempo

Walter Vasconcellos, do Instituto Pinho Bravo, organizou a homenagem aos que sempre lutaram pela despoluição do Rio Capivari. Na foto ele orienta o Governador e o Secretário de Turismo no “batismo” do rio com água pura .

Jordanenses não tem noção dos benefícios que poderiam ter, se tivessem credibilidade junto aos poderosos que frequentam a estância.

Quem manda no Brasil tem casa aqui Dando continuidade à série de reportagens rmostrando a importância dos turistas que tem casa aqui o Jornal TodoDia mostra como esse potencial é mal aproveitado. Nesta primeira entrevista o presidente da AME Campos, Mário Fleck, fala um pouco dessa ONG. Na realidade, o que atrapalha a aproximação com essa gente poderosa é a falta conhecimento da população em geral e a mediocridade dos nossos dirigentes, que só pensam em retorno próprio.

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Umas coisas são legais... A intenção era colocar esse termômetro nas praças ou Portal da cidade, mas a Prefeitura declinou deste presente. Explicando: a fabricante de termômetros Incoterm fornece gratuitamente termômetros similares a esse para a Prefeitura de Gramado e queria fazer o mesmo aqui em Campos. Mas depois de muita insistência junto á Prefeitura e com todas as tentativas infrutíferas o representante da empresa na cidade (Ricardo Castelfranchi) preferiu entrar em contato com Lélio Gomes que prontamente concordou com sua instalação no Boulevard Geneve. A boa notícia é que Campos não perdeu. O termômetro é fotografado por turístas a cada minuto.

Germano, o presidente da Incoterm veio pessoalmente orientar a instalação do termômetro

...outras nem tanto O arquiteto Tadeu Sales Enviou a foto ao lado para mostrar sua tristeza e indignação quanto à cor escolhida para a pintura da Igreja Nossa Senhora da Saúde em Jaguaribe. De fato uma corzinha nada a ver. Quem será que escolheu essa cor? 8 GUIA CASTELFRANCHI

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Novo pronto-socorro agrada

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om direito a descerramento de placa, a prefeita Ana Cristina inaugurou a nova sede do Pronto Socorro. O prédio teve que receber reforço porque a empreiteira que realizou a obra em 2008, não respeitou alinhamentos de algumas paredes com os alicerces. Os próprios engenheiros da Prefeitura fizeram a correção. O resultado foi um prédio com feições arejadas e aparência de minihospital. “O prédio tinha falhas muito parecidas com as verificadas na escola Anísio Teixeira”, disse a prefeita Ana Cristina durante a inauguração. No início de 2010, rachaduras nas paredes levaram à interdição tanto da escola quanto do PS, que possuem paredes de placas de cimento pré-moldadas. Internamente o novo PS se distingue pelas feições modernas. A recepção conta com balcão de mármore, cadeiras estofadas, amplo lavabo e monitor com imagens de câmeras que mostram o vaivém no prédio, e até tv de LCD para distrair os usuários. Por um corredor de 20 campos do jordão 13


metros, distribuem-se duas dezenas de salas: consultórios de especialidades diferentes, consultório infantil, salas de emergência (inclusive pediátrica), ortopedia, gesso, Raios-X, inalação, eletro???, curativos e suturas, repouso para os médicos, farmácia e ainda três salas de observação. No meio do corredor, há um balcão que lembra uma secretaria???. Bem ao lado desse balcão fica a porta de emergência, por onde entram as vítimas trazidas pelos bombeiros, PM e ambulâncias. Em meio a móveis e equipamentos novos, algo que também chama a atenção são as camas. Reclináveis, são dotadas de rodas que agilizam o deslocamento entre as salas. Elas foram doadas pelo hospital Albert Einstein, 15 no total. Conforme a direção do PS, nas próximas semanas chegará o gerador de energia elétrica, para não comprometer atendimentos de emergência. Em seu discurso, a prefeita Ana Cristina foi incisiva ao criticar os erros cometidos na execução do prédio. Disse inclusive que seriam tomadas providências em relação à empreiteira que realizou as obras. Em seguida, a prefeita fez uma reverência ao ex-secretário estadual da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, falecido em julho de 2010. Após ter visitado a cidade em 2009, Barradas liberou os recursos que culminaram no reforço da estrutura e na readequação do edifício. “Isso estava abandonado e o ex-secretário compreendeu que era possível uma revitalização, que resultasse num Pronto Socorro totalmente remodelado”, disse. O novo PS já entrou em operação. O prédio antigo, por sua vez, será convertido numa extensão do Centro de Saúde. A administração do PS continuará a cargo de uma empresa privada que recebe cerca de R$ 1,8 milhão ao mês para gerir o PS.

E, na opinião da população...

E

m sua primeira semana, o novo PS causou boa impressão e fez alguns usuários revelarem que se sentiam pouco seguros quando precisavam recorrer às instalações antigas – a estrutura física e os recursos não convenciam. O próprio coordenador do PS, o médico Dário Pinheiro Pedroso, diz que as instalações desrespeitavam normas da Vigilância Sanitária. “O PS funcionava, mas de forma irregular”, observou. Para saber se as pessoas estavam realmente aprovando o novo PS, a reportagem acompanhou por uma hora e meia o entra e sai na unidade. A maioria se mostrou satisfeita. A oficial de lavanderia, Maria Célia Toledo, gostou. “A aparência está muito melhor e atenderam rápido”, observou. Ainda segundo Célia, o PS antigo “não tinha muito conteúdo e deixava a gente com o pé atrás”.

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Cenas da inau


uguração

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O pedreiro João Fortunato tinha acabado de tomar uma injeção, por conta do olho de peixe na mão direita. Mostrando a receita que lhe fora prescrita, afirmou que PS melhorou cem por cento”. Opinião parecida manifestou o porteiro Franklin Evaristo, que levara o filho para ser examinado. “Atenderam rápido. Achei ótimo”, afirmou. Com a filha de dois anos sofrendo com uma infecção urinária, a dona de casa Sônia Lourenço passou pela pediatria e viu outros setores do PS. “É bem diferente, melhorou muito. Antes dava um certo receio de buscar o Pronto Socorro”, assinalou. Sônia diz que só reprovou a sujeira do banheiro onde a filha deveria coletar urina. “Reclamamos e a enfermeira logo nos arrumou outro mais adequado”, disse. Por sua vez, uma das enfermeiras elogiou a criação de áreas exclusivas, para o atendimento das crianças. Ela também exaltou a amplitude das salas. “No setor de Raio X, por exemplo, virar o paciente com politraumatismo era uma dificuldade. Agora tem o triplo de espaço”, assinalou. Moradora de Taubaté, comparou: “Tem gente que reclama quando demora 15 minutos para ser atendido. Em Taubaté demora três horas”, disse. Já a média de 20 engessamentos por dia, embasou a criação de uma sala para esse procedimento.“Faltava privacidade. Agora, é só fechar a porta”, destacou o funcionário. O coordenador do PS, Dário Pedroso, classifica de “água e vinho” as velhas e novas instalações. Não obstante ao melhor aparelhamento, ele diz que o mais importante foi cumprir as exigências da Vigilância Sanitária. Entre outras coisas, no prédio antigo havia muita madeira na parte interna. Por ferir normas, o PS não tinha alvará de funcionamento. “Agora é diferente. Temos o melhor PS da região”, afirmou. Quanto à distribuição de medicamentos, ele diz que as pessoas confundem as situações. “Aqui não é Centro de Saúde, com balcão para se retirar comprimidos”, ponderou. Embora a oferta de camas na sala de soro, diante da procura, ainda seja limitada, o coordenador assinalou que o PS atende 500 pessoas por dia e que o conforto e a estrutura são melhores que nas cidades vizinhas. “Vá à vila Industrial – São José dos Campos – para você ver como é lá”, disse. O médico também afirmou que as duas ambulâncias estão condizentes com as necessidades do PS. “Pelo que sei nunca quebraram numa remoção”, afirmou. Ele admitiu, no entanto, que a eficiência aumentaria se fossem usadas apenas para buscar a vítima, sem ter que levá-la para casa. “Em várias cidades uma van leva os pacientes a cada duas horas”, mencionou, para completar em seguida: “Mas a decisão sobre isso cabe ao poder público”. 16 GUIA CASTELFRANCHI

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Um novo atendime


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Sabe, conhece, gosta e vive cercado de quem ama e pode ajudar Campos

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ampos do Jordão possui cerca de sete mil casas de veraneio, grande parte com arquitetura de ponta, ricamente decoradas e cercada um paisagismo de sonhos. Os donos desses imóveis geram arrecadação, empregam caseiros, jardineiros, movimentam restaurantes e lojas e também fomentam o setor de serviços e são os maiores formadores de opinião do Brasil. Quem se importa com eles? Ninguém! Não há uma entidade oficial que represente os anseios desses “jordanenses de fim de semana”. A AMECampos, uma ONG criada em 1997, além de defender os interesses dos proprietários das tão sonhadas “casas na montanha” , também luta por alguns causas da estância e é a iniciativa que mais se aproxima do ideal. Recentemente, quando a entidade condenou eventuais aberturas de brechas na Lei Cidade Limpa (despoluição visual) a AME demonstrou clareza e campos do jordão 21


contundência em seus pontos de vista. Noutro episódio ela apoiou o início imediato das obras da Estação de Tratamento de Esgoto, na área próxima ao Horto Florestal. A credibilidade dessa ONG, contudo, advém, de suas ações concretas. Na lista se destacam os patrocínios ao Plano Diretor, projetos de paisagismo, manutenção de programas culturais e uma atuação audaciosa no colégio TCC. Só que conforme o vice-presidente da AME, Mário Fleck, a entidade poderia fazer muito mais se houvesse interesse e credibilidade do poder público em requisitar a colaboração dessas pessoas que tem um elo afetivo com a cidade. “Existe uma força do mais alto gabarito que fica esperando para ser acionada e que poderia dar uma participação extraordinária”, diz Mário Fleck.

Manter uma casa aqui é caro – precisa de muito amor e persistência

Conforme Fleck, a AME atua como uma ponte entre São Paulo e Campos do Jordão. Ou seja, mesmo morando na capital, os freqüentadores da estância encontram na entidade um canal para mantê-las conectada à estância, de modo a ser uma célula atuante na vida da cidade. Exemplo dessa atuação foi o patrocínio – obtido em 2000 – para que os estudos do Plano Diretor fossem conduzidos por Jorge Wilheim, urbanista respeitado nacionalmente. Na mesma época a entidade conseguiu atrair um banco para financiar incrementos paisagísticos junto à ferrovia. Atualmente a AME atua e colabora com o TCC. O prédio foi pintado, laboratórios e quadra de esportes receberam reformas, montou-se uma sala de informática e os estudantes redescobriram a biblioteca. Mensalmente o próprio Mário Fleck e seus colegas da AME, Paulo Bilyk e Leonel Zaclis tornam22 GUIA CASTELFRANCHI

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se professores por um dia. “Nosso objetivo é elevar o nível educacional, motivando alunos e professores, de modo a melhorar as perspectivas de empregabilidade dos estudantes”, diz Fleck. Além disso, a cada 30 dias, a AME traz para Campos jovens talentos da música erudita que realizam concertos gratuitos na sede da entidade e em alguns hotéis e pousadas.

O Poder público desperdiça esse potencial

Mesmo com esse histórico, Mário Fleck não esconde um sentimento de frustração: “Em Campos estão os melhores advogados, grandes executivos e empreendedores de sucesso. É uma imensa força colaborativa que está aí reprimida”, observa. E acrescenta: “Não são só os melhores profissionais estão aqui, mas também pessoas influentes, que conhecem os caminhos para as coisas acontecerem”. Fleck diz que ao longo de 10 anos tentou sem sucesso sensibilizar as autoridades locais para a importância de se recrutar esses talentos. O poder público, assinala, tem desperdiçado uma massa preciosa de colaboradores com potencial de transformar a cidade. “É atribuição do poder público observar essa competência à disposição da cidade”, disse. Fleck também destacou que se estivesse do outro lado da mesa, colocaria isso como sua mais alta prioridade. “Ganhariam muito o poder público e quem tem casa aqui”, frisou, num desabafo endereçado ao Executivo e também à Câmara. Fleck disse ainda que “esse tipo de “miopia” exige uma motivação dobrada de quem se dedica a fazer algo de bom para Campos”. Chega a ser frustrante sairmos de uma cidade na qual estamos enfiados em problemas, dificuldades, desafios e quando chegamos para uma colaboração, não encontramos contrapartida”, afirmou. Por fim Fleck afirmou mais uma vez

que a cidade daria um salto se todo o potencial à disposição dela fosse corretamente usado. Ex-presidente da Accenture no Brasil, Fleck hoje preside a Rio Bravo Investimentos.

Guia Castelfranchi é o parceiro ideal

Mário Fleck disse ainda que o Guia Castelfranchi tem qualidade e conteúdo e elogia as ações que essa publicação promove há anos como: manter o limitador de altura que protege o portal, as campanhas em defesa dos rios, de respeito às faixas de pedestre, a conquista da ciclovia – isso sem falar na defesa fervorosa da Lei Cidade Limpa e a organização dos pontos de taxis. Fora o incentivo ao turismo com a divulgação dos principais pontos turísticos e a organização da Semana do Recepcionista que já está em sua 11º ano. Fleck salientou que esse voluntarismo deixa a AME e o Guia numa mesma sintonia, pelo fato de ambas as entidades estarem sempre buscando algo de bom para a cidade.


Há anos Mario Fleck frequenta se interessa e se envolve com os problemas e interesses de Campos do Jordão campos do jordão 23


Guia: o para-choques d Toda semana é a mesma rotina. Camioneiros desatentos não percebem a sinalização que alerta sobre a altura máxima permitida e acabam colidindo com o limitador, que o Guia criou e mantém há 6 anos para protejer o Portal. Não fosse isso o Portal teria de passar por constantes reformas. E esse é o espírito que norteia o Guia: buscar soluções que ajudem Campos do Jordão, ora fazendo campanhas de despoluição dos rios ora divulgando o turismo.

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de Campos do Jord達o

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Orgulho da Victorinox, loja conceito de Campos do Jordão teve projeto elaborado na Suíça

O diretor da Victorinox Brasil Karl Kieliger e o gerente de projetos especiais Shigê acompanharam toda a implantação da loja. 26 GUIA CASTELFRANCHI

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Rio sujo com os dias contados

ONG Instituto Pinho Bravo consegue trazer governador para homenagem aos defensores do Rio Capivari 30 GUIA CASTELFRANCHI

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Num gesto que simbolizou o retorno da vida ao Rio Capivari, o governador Geraldo Alckmin uniu-se a um grupo de jordanenses que no dia 17, despejou água limpa no ribeirão. Alckmin ainda repetiu a atitude de um grupo de crianças que soltou folhas de árvores no rio, simbolizando os peixes que poderiam habitá-lo. O ato se deu na Praça do Pinho Bravo e também abriu espaço a uma homenagem que o Instituto Pinho Bravo fez às pessoas que nos últimos 30 anos lutaram pela despoluição do rio. Numa outra cerimônia – ocorrida minutos depois –, Alckmin foi à

Praça do Capivari e anunciou o início das obras da Estação de Tratamento de Esgoto. A presidente da Sabesp, Dilma Pena e o secretário de Saneamento e Recursos Hídricos, Edson Giriboni, chegaram à Praça do Pinho Bravo um pouco antes

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das 11h. Ambos puderam acompanhar a entrega do troféu Capivara, aos defensores do rio. Foram agraciados o editor do Guia, Ricardo Castelfranchi, a decoradora e ambientalista Malú Donato, o físico Jarmuth Andrade (representado pelo agrônomo Alexandre Gonçalves), Jerônimo Carlotti (ex-presidente do Instituto Pinho Bravo), Maria Antonia Civita, o promotor Jamil Simon e ainda Dilma Pena e a prefeita Ana Cristina. O troféu será entregue anualmente, aos que continuarem se engajando pela preservação do rio, Quando o Governador chegou, os escoteiros se preparavam para soltar as folhas no rio. Alckmin juntou-se a eles, fez o juramento do escotismo e ainda ganhou um lenço de escoteiro. Então, foi para a ponte e ficou lado a lado com a prefeita e os homenageados. Ao som do hino de Campos – entoado

pela banda marcial Bamflima –, todos esvaziaram suas jarras de água no rio. Na sequência, o mesmo grupo seguiu para a concha acústica na Praça do Capivari. Primeiro a discursar, o secretário de Saneamento e Recursos Hídricos, Edson Giriboni, ressaltou o final feliz do embate entre Ministério Público e Sabesp. “Quero cumprimentar a Dilma Pena e o MP por terem desatado o nó que havia em Campos do Jordão”. A frase era uma referência à ação movida contra a Sabesp, pelo fato da companhia lançar o esgoto in natura no Rio Capivari. O valor da ação é 32 GUIA CASTELFRANCHI

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estimado em R$ 50 milhões. Já a prefeita Ana Cristina destacou que o início das obras fechava um ciclo complexo, pontuado por desafios que foram sendo vencidos ao longo dos anos. Depois de uma explanação de Walter Vasconcellos e Ricardo Castelfranchi o governador, em seu discurso, se mostrou surpreso ao saber que nosso Rio é o inicio da Bacia do Prata, no Uruguai. Alckmin ainda citou algumas pessoas que tinham se engajado na despoluição do rio e exaltou de forma especial a atuação do promotor Jamil

Simon. “Lembro aqui, o trabalho do promotor Jamil, grande parceiro e defensor do meio ambiente”. O governador também reconheceu o empenho de algumas ONGs. “Espero que elas continuem a agir em prol da ETE. Agora vem a parte mais difícil e quero vê-las fiscalizando a obra”, afirmou. Alckmin ainda liberou R$ 3 milhões para a Prefeitura comprar tratores e fazer obras de asfalto. Também anunciou a reforma da Praça do Capivari e a recuperação e modernização da SP-123.

Orçada em R$ 112 milhões, a ETE terá que entrar em operação até dezembro de 2013. Uma ponte já está sendo erguida na área que sediará a estação, perto do horto. O gerente da Sabesp, Fábio Okamoto afirmou que “agora a obra não para mais”. Já o secretário de Obras, Luiz Augusto Caldeira, antecipou que os trabalhos para a instalação do tronco coletor serão retomados em agosto.“Em alguns pontos o asfalto será quebrado, mas depois faremos o recapeamento total das avenidas”, explicou. campos do jordão 33


Jornal Todo Dia 027