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TodoDia

015 Natal dos Sonhos da Fundação encanta jordanenses e turistas

Meu encontro com Disney Vereadores devem aprovar Lei que proíbe uso de sacolinhas plásticas Siga-nos em http://twitter.com/castelfranchi campos do jordão 1


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Expediente Editor e Diretor Luís Ricardo Castelfranchi Diretora Maria Heloisa N. Castelfranchi Jornalista Roberto Carlos Bretanha Fotografia Luís Ricardo Castelfranchi, Comunicação Rose Castelfranchi Editoração e Arte Luiz Garves Informática Felipe Gotze Comercial Valquiria Oliveira O Nosso Guia Turistico de Campos do Jordão Editora Ltda Av. Macedo Soares 261 Capivari % 12 3662 5000 3663 3311 CGC 45.381.381/0001-34 Inscr. Est. 246.105.010.117 Inscr. Munic. 9164 Inscrição no Cartório de Registro No. 16 nossoguia@camposdojordao.com Proibida a reprodução de qualquer parte desta publicação sem autorização expressa do Editor

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Opinião do Leitor

Faixa de Pedestre

Comentários

É importante a pintura das faixas de pedestres. Entretanto, é notoria a má distribuição das faixas. Ex. em frente a Pernambucana o pedestre atravessa e fica preso na ilha, já que não há continuidade de faixa para o outro lado. Por várias vezes assisti a quase um atropelamento no local. Outro ponto negro é enfrente ao mercado, início da Av. Ademar de Barros. A faixa está muito próxima da esquina prejudicando tanto os motoristas que fazem a conversão, como os pedestres. E já que falamos de transito, o posicionamento dos marronzinhos é totalmente fora de propósito. Quando estão em serviço, o que é raro, estão sempre posicionado longe das faixas e geralmente batendo papo sem atentarem para o que está ocorrendo. Na rotatória do mercado, então ficam na guarita sem dar a minima atenção ao tumulto que ocorre constantemente no local. Já era hora de se instalar um semaforo no local. Oswaldo Bifulco <obmoraes@uol.com.br>

Caro Ricardo. Hoje pela manhã (quarta feira), fui de bicicleta até o horto florestal, o asfalto está um tapete e a empresa que fez o serviço está fazendo conservas de talude e drenos junto aos barrancos, coisa profissional mesmo. Porém ao chegar na portaria do horto fui informado que não poderia adentrar ao Parque em virtude de que na quarta-feira o Parque é fechado para conservação. Em seguida formou-se uma fila de carros de turistas, que também receberam a informação e tiveram de retornar. Imagino que isso deva acontecer durante todas as quartas-feiras. Os turistas vão até o horto florestal e voltam decepcionadíssimos. Fica aqui uma sugestão: porque o Parque Estadual, não coloca painéis informativos a partir do descida do Jardim Embaixador informando os dias que o parque esta aberto evitando o deslocamento de mais de 14 km do turista? Existe apenas uma faixa na altura de Descansópolis e mesmo assim bem discreta. Isso no mínimo é uma falta de respeito com o nosso público que paga para entrar no parque, inclusive o estacionamento do veiculo. Atenciosamente. Paulo Cesar da Costa - Restaurante La Gália.

Eleição Associação Comercial Ricardinho : Voces vao tomar o maior pau do mundo hoje !!!!! torço por voces ,mas acho que vao perder de lavada , ... Um grande abraço BJ - Pousada Alto da Boa Vista Aos amigos da CHAPA UNIDOS POR CAMPOS. PARABÉNS A TODOS! Uma vitoria de Campos do Jordão. Tenho a absoluta certeza que todos os membros desta chapa ora ELEITA fará pela nossa Campos do Jordão, tudo que for possivel e impossível, para o nosso engrandecimento no turismo e outros assuntos que a Associação possa ter participação. Parabéns, vamos a cada dia tentar resolver os nossos problemas. Caro Sr. Presidente, Wagner, Parabéns! Marcelo Lauria - Escritório União

Envie sua opinião para: jornaltododia@camposdojordao.com http://davinci-imoveis.com.br

athel@hotmail.com

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Ricardo, parabéns!!! Cada dia melhor e mais informativo!! Leio todas as edições. Fausto de Moura Magalhães Restaurante Ludwig

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Meu encontro c

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com Disney

Fotos e texto Ricardo Castelfranchi

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E

mbora Campos do Jordão possua características voltadas à natureza e contemplação, seria útil à estância mirar-se nos parques da Disney. No mínimo isso permitiria absorver ensinamentos de como tocar as pessoas na forma de receber, a buscar a perfeição dos cenários, investir forte na criatividade, valorizar figurinos – incluí-se aí o uniforme dos funcionários, sejam eles da área de entretenimento ou de serviços – e apostar em artifícios como aromas despejados nos ambientes, fazer a música tocar por pontos estratégicos e sempre oferecer algum tipo de espetáculo. Nos 15 dias que passei em Orlando, em janeiro de 2010, fiz questão de documentar os detalhes sobre os quais se assenta o sucesso de um complexo que atrai e encanta pessoas do mundo todo há décadas. Graças ao capricho das formas e à imponência da construção, o castelo da Cinderela, por exemplo, instiga o imaginário dos adultos e crianças. O ápice é ver a própria Cinderela apresentar-se em frente ao seu palácio. O aspecto de princesa se afirma na maquiagem, nas roupas, no cabelo e – acredite – até no movimento facial (repare nas covinhas). Essa mesma impressão se reproduz no príncipe que a acompanha e em todos os outros personagens. Perto dali, o Capitão Gancho dá início a uma de suas histórias de malvadezas. É vigiado por Peter Pan. Todos os personagens, alguns de aparência mitológica, exibem um perfil primoroso. O áudio é igualmente perfeito. Pequenos shows como esse acontecem em várias partes do parque. Há ainda o ritual a que todo turista faz 10 GUIA CASTELFRANCHI

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Detalhes do castelo, visto ao vivo ou em filmes por milhĂľes de pessoas de todas as partes do mundo, talvez passem despercebidos pela maioria das pessoas, mas tem uma influĂŞncia vital no conjunto. campos do jordĂŁo 13


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Esses atores saem de suas casas todos os dias para encantar os visitantes. São pessoas como nós que acordam, cuidam da casa e dos filhos. Mas são profissonais com a rotina de se vestir, maquiar e encenar. Sempre buscando a perfeição. campos do jordão 15


questão de ver: o show pirotécnico sobre o Castelo da Cinderela e a parada com Mickey, Donald, Pateta e companhia. Por si só, o cenário com montanhas russas e outros brinquedos induziriam ao espírito de descontração. Ainda assim, por todos os lados captase uma flagrância que amplia o sentimento de bem estar. Também a música, onipresente, dá um incremento ao entusiasmo. A natureza descarrega sua energia em flores multicoloridas – milhares delas. Nada mais falso. O solo é tão ruim que as plantas são encaixadas nos canteiros, num trabalho feito na madrugada. Da mesma forma, a maior parte das fragrâncias são injetadas em frente às lojas para estimular a sensação de prazer. Vale lembrar que a Cinderela e seus companheiros repetem aquele teatro numa rotina diária, 365 dias por ano. São operários na arte de representar. Ao que parece jamais se entediam. Nota-se isso na paixão com que fazem as encenações. Conclusão: Ao contrário de Campos do Jordão, ninguém dava um centavo pelo terreno pantanoso da Flórida, antes de Disney comprá-lo. Em meio a uma trajetória de falências e altos e baixos, ele pagou para ver, insistiu e deu no que deu. Não acho que devemos nos tornar uma Disney onde tudo é falso, mas não custa aprender algumas lições. 16 GUIA CASTELFRANCHI

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Vereadores devem aprovar Lei que proíbe uso de sacolinhas plásticas

Sacolinha s com os dia s contados

A

s sacolinha sd a um passo e plástico – vilãs do m eio ambien de serem b te – estão anidas d O proje anos ao inv aprovada n to de lei que proibin o comércio jordanen és d a Câmara M se. do o uso d q ue existem e cinquenta. “Fazemo unicipal. A elas deverá a norma se b s a nossa p m ser rá ult a assessora oas alternativas que a Jundiaí, ond de R$ 500,00. Disposi a para quem descum substituem rte ao mostrar de imprensa prir tivo semelh e o plástico a sacolin d o P ão de Açúc an de produzidas O Mercadin ar, Caroline ha”, diz pela Basf. Já u lugar às sacolas de te vigora em h o p P a ra ir a Co d ti e n am sestimular sacolinhas p S o uso das sa inga também faz um lunna. or um que se orocaba trocou o plást ido de milho v e n d id c trabalho a o ic degradável. a R$ 3,98. A li degrada em o comum d s caixas de nhas. Lá a sacola reto Em as 1 ao caixa. S rn p pelos superm Campos do Jordão, 8 meses – material oxib a ável p egu elã a in ioe de sacolinh ndo o gerente José R o também ficam próxim é centavos p rcados. A despesa dele iciativa foi comemora a a s imundo Ro as or u s com as saco da ch ecológica d vem caindo. Em parte para os con nidade. Alguns já vin li os consumid ele credita is a, o consumo ham oferece nhas é de três sumidores so à consciê o las por mê tr s aos clien res. O Piratininga entr nci Embora pre azerem as sacolas reto ndo incentivos te e s, g a a 300 mil sa a o o e q st u c a rn e is b áveis. elecimento pontos de co e ser regu g e ra cou m a de . Lá o consu lamentada, m em 400 mil mo de saco spesa de R$ 9 mil a lei obrig cionar as m ércio (supermercado a o m ê s. Para a os linhas cheg s, lo erc mesma pro ou a b Logo que a adorias em recipiente jas e padarias) a acon porção em ele, o consumo de sa s renováve d prefeita An icolinhas su ater q u co e rr a iqueira. Ele p is ou reciclá o ss a Cristina sa terá seis m biu na e d e um autom lembra que veis. eses para e ncionar a le cerca de 45 óvel se torn por volta do xtinguir de i, o 0 o co c omércio O P vez seguiam em mpras por mês na ca ano 2000, eram entreg u chegam co ão de Açúcar oferec o uso das sacolinhas. sa u ca es d ix o otes. Hoje m e e 200. “Com a entrega d s clientes. Os produto ao invés d sacolas duráveis ou bônus aos clientes q o h s o o m je ic praticamen as ue pedem caix próprio carr te todo mu iliar oscila entre 150 a de pape compras. A sacolinhas. Os bônu o , o n co d o nsum lão, s viram cré lém disso, o lev dito su a um preço Dos três gra o de sacolinha contin a as compras no atraente: R permercado oferece sa para novas ua alto”, n d d e s o s su é permercad o menos e $ estampas b colas de pa os da cidad relata. mpenhado em escolhid 2,99 – elas ficam exp no c o n e, o P su e m o m st as. As caixa idor a não ao alcance s de papelã as e possuem usar as sac adotar ações que inst aratodos cliente D a n ie l o s. o iguem o S li acondicion também fic ilva ressalta Além de te nhas. Mesm ru ar am o assim, o que os fun tar os clien c gerente io símbolo da os produtos, a sacolin ma capacidade maior ná tes, para qu h reciclagem d e dêem pre rios são instruídos a depositada e possui a v a do Pão de Açúcar tr e orien fe s rê n az o antagem de Daniel, o c uma sala no corredor ncia às caixas de pap se degrada elão o d n e entrada. r dez A o outro. “H sumo de sacolinhas v ouve uma em caindo inda segundo redução ba stante consi de um ano para derável”, a firmou. 18 GUIA CASTELFRANCHI

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a Maria Aguiar encanta nos dias 27, 28, 29 e 30

o e inclus達o social

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A

trama de Charles Dickens, opondo os sentimentos singelos do Natal e a ganância de um milionário avarento, levou cerca de 1600 pessoas ao auditório Cláudio Santoro, nos dias 23 e 26 de dezembro. Em suas duas primeiras exibições “Um conto de Natal” arrancou elogios de quem estava na platéia. Até o dia 30 haverá mais quatro apresentações da produção elaborada pela Fundação Lia Maria Aguiar. A versão para a peça escrita em 1843 teve os ingredientes de um grande espetáculo: figurinos esmerados, cenários bem construídos, a cancha dos atores profissionais e a participação precisa e envolvente de uma orquestra e de um coral. Quando deixava o auditório, o público foi surpreendido com uma segunda atração: a intensa chuva de fogos que iluminou as árvores e esculturas do Museu Felícia Leirner. Antes mesmo de alcançar a bilheteria, o público era incitado a se envolver com a atmosfera natalina. Dezenas de enfeites, todos iluminados, foram colocados nos degraus e no terreno ao entorno. Completando a ambientação, havia os soldadinhos de chumbo, com 1,80 de altura, e fragmentos de uma vila européia, elegantemente retratada pelas fachadas das casas estendidas num percurso de 50 metros. Minutos antes das portas se fecharem, a Bamflima (Banda da Fundação Lia Maria Aguiar) fazia as honras entoando belas canções natalinas. Já em cena, o ator Diogo Cábuli despeja talento ao encarnar a figura do solitário e avarento Ebenezer Scrooge. A forte atuação de Cábuli se completa na de outros atores profissionais, o que facilita o desempenho das crianças da Fundação. A história se desenrola em 1843. Na noite de Natal, o velho Ebenezer recebe uma visita do além. Seu antigo sócio entra no palco ao som das campos do jordão 23


almas que choram no purgatório. É um momento marcado pela sintonia entre as vozes do coral e o diálogo acalorado dos personagens. A partir daí, Ebenezer recebe outras visitas aterrorizantes que o levam de volta ao passado em que ele vê a si próprio ingressando numa trajetória de erros: renúncias em favor do dinheiro, frieza e desprezo por sentimentos como solidariedade, amizade, afeto, compaixão. O trabalho dos iluminadores tem um papel preponderante. Com o auxílio do gelo seco, por várias vezes, surge um ambiente sinistro – como era o mundo do velho Ebenezer. A peça exige fôlego. Dura duas horas. Em meio a um ato e outro, o cenário é trocado diversas vezes, com agilidade e eficiência. Os jovens bailarinos – quase 200 – entram no palco em várias ocasiões, em intervenções que casam sutilmente com o enredo. A participação da orquestra e do coral agrega brilho extra ao que se passa no palco. Algo que chama a atenção é a qualidade do vestuário. Como nas grandes produções, a perfeição das roupas reforça a credibilidade dos personagens e bailarinos. Fim de peça. Na área externa do prédio, o público é brindado com um show de cores que explodem no céu, despejando estrelas, pontos brilhantes e formas abstratas. São 10 minutos de um colorido que espalha claridade sobre a paisagem pacata em pairam sobre as esculturas de Felícia Leirner. O fogos são lançados a 50 metros do corredor por onde passa o público, rumo ao estacionamento. Quem quiser ver de perto a bela produção preparada pela Fundação Lia Maria Aguiar tem quatro opções ao longo dessa semana: dias 27,28,29 e 30. A peça começa às 20h. O ingresso é solidário: um panetone ou R$ 13,00. Informações: 3663-3311

STELFRANCHI 24 GUIA CASTELFRANCHI

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N

a foto maior,, cenário reproduzindo as ruas de Londres, numa cópia fiel de como era o centro do império inglês em 1840. Ao lado, o inescrupuloso Ebenezer Scrooge. Movido pelo lucro e desfraldado de conceitos morais, o sovina Scrooge, recebe conselhos do além e acaba abrindo o coração para a magia natalina. No espetáculo, efeitos especiais farão Scrooge voar sobre Londres. Grandiosa, a montagem reúne orquestra, coral e cerca de 200 jovens da Fundação que contracenam com atores profissionais. CAMPOS DO JORDÃO campos 5 do jordão 25


Breve: Novela da Zona Azul perto do fim

vagas para estacionar

O

vácuo deixado pela desativação da Zona Azul, completou seis meses em dezembro. Contudo, a Prefeitura finalmente anunciou que até a próxima sexta, 24, será publicado no Diário Oficial o nome da empresa que irá gerenciar o estacionamento rotativo pelos próximos cinco anos. Conforme o titular da Sidec, Ademir Antonio dos Santos, na Abernéssia e no Jaguaribe, as vagas regulamentadas serão ativadas até o fim de dezembro. O controle de tempo será feito com o uso de cartelas, tal como ocorreu até junho desse ano. Quem possui os impressos poderá aproveitá-los. Só na Abernéssia estão demarcadas cerca de 500 vagas, distribuídas entre as avenidas Frei Orestes, Januário Miráglia, Brigadeiro Jordão e rua Raphael Vidas (atrás do Mercado). No centro da cidade, a vigência da Zona Azul se estenderá de segunda à sexta, das 9h às 18h. Aos sábados o rotativo valerá até às 13h. O custo da hora parada continuará em R$ 1,20. Deficientes físicos e maiores de 60 anos ficarão isentos de pagar, desde que preencham um cadastro no DSV. Para eles foram reservadas 2% e 5% das vagas, respectivamente. Ainda quanto às cartelas, elas poderão ser compradas em mais de 40 estabelecimentos, entre lojas, bares, farmácias e bancas de jornal. Os estabelecimentos serão identificados por um banner na porta. A fiscalização do sistema estará a cargo de 12 fiscais que, além do crachá, poderão ser identificados pela calça preta e camisa pólo branca. Conforme preconiza a legislação, haverá uma tolerância de 15 minutos para quem não colocar a cartela no parabrisa do carro. Depois disso, um agente do DSV será acionado por rádio, o que pode gerar uma multa de R$ 53,00. No Capivari, serão demarcadas 1.300 vagas. Como o bairro ainda não dispõe das placas alertando para a existência de Zona Azul, a implantação do rotativo acontecerá entre a metade de fevereiro e o Carnaval. No centro turístico, a regulamentação valerá para os fins de semana, feriados e alta temporada. Não haverá restrição para que os guardadores de carro comercializem as cartelas. Em parte, o atraso na reimplantação da Zona Azul, 26 GUIA CASTELFRANCHI

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devese à burocracia que flutua sobre o poder público. Em abril, a Prefeitura iniciou uma experiência de 90 dias para testar a eficácia das cartelas. Houve boa receptividade ao sistema. Porém, o rotativo precisou ser desativado para abertura de uma nova concorrência – que deveria durar outros 90 dias – para se definir quem cuidaria do rotativo pelos próximos cinco anos. Aconteceu, ainda, atraso, porque alguns participantes questionaram determinados pontos do edital. Um dos perdedores também contestou o resultado, alongando um pouco mais o processo. “Agora vai assumir uma empresa que opera em várias outras cidades e tem know how de sobra para esse trabalho”, tranquilizou o Secretário Ademir.


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Apesar de obras de recuperações asfáltica em 5 estrad

Obras coincide H

á vários meses circula entre os jordanenses, em especial, os motoristas de vans, dos ônibus intermunicipais e até entre os caminhoneiros a informação de que o viaduto Gavião Gonzaga e o trecho inicial da SP-123 serão interditados para manutenção. Para alimentar essa hipótese ajudou a coincidência da estrada Paulo Lenz César (estrada velha do Toriba) receber uma ampla reforma. No entanto, as duas coisas não guardam qualquer relação entre si. A reforma do viaduto ou manutenção da SP-123 é mesmo puro boato, conforme o Todo Dia já havia adiantado em sua edição de número 001. Mas diante da insistência no boato, a reportagem entrou em contato novamente com vários setores do DER, a quem compete zelar pelas condições das estradas estaduais. Os engenheiros voltaram a negar que o viaduto vá passar por algum tipo de reforma. Antes, o secretário de Obras, Adoniro Faria Sales, também havia interpelado o órgão quanto a essa mesma questão. “Eles me garantiram que não vai ser preciso mexer em nada”, disse o secretário. Mesmo que o viaduto precisasse de alguma manutenção, disse Sales, bastaria proceder ao bloqueio por um período determinado, liberando-se o tráfego a cada 30 minutos, por exemplo. “Como já aconteceu em outras ocasiões, era só abrir e fechar conforme o fluxo de carros”, assinalou. A boa notícia é que o DER está fazendo uma reforma completa na estrada velha do Toriba. Cerca de 300 metros após o Hotel Moinho, na Abernéssia, já é possível ver o asfalto novo. A recuperação se estenderá por 10 kms, até encontrar com a 28 GUIA CASTELFRANCHI

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SP-123 logo depois do Belvedere. Depois que se passa o Toriba, a estradinha foi alargada em vários pontos. Muros de contenção também foram erguidos em vários trechos (a Prefeitura realizou o maior deles) e vários níveis de gabião para segurar o barranco que deslizou em 2009. Por causa disso, a ferrovia ficou interditada por vários meses. A estrada recuperada é convite aberto a uma das regiões que se descortina um dos visuais mais bonitos da estância, onde estão o Sítio Lenz com o mirante sobre o Lageado, o Pesqueiro Truta Azul e o Amantikir. O DER também investiu na recuperação de outras duas estradas. A primeira é a do Horto Florestal, via que carrega um histórico de sofrer a pressão dos caminhões carregados com madeira que deixam o Parque Estadual. O recapeamento dessa avenida está praticamente concluído. A segunda é a estrada da Campista. O asfaltamento começou junto à ponte em frente à igreja Universal em Jaguaribe e seguirá rumo pela Gruta dos Crioulos, por exatos 12 kms. O crédito pela recuperação das três estradas pertence ao engenheiro Eed Jaoude, ex-secretário de Obras que se desligou da Prefeitura ainda em 2009, por achar o serviço público excessivamente moroso. O próprio Adoniro, hoje no lugar de Eed, afirma que foi o seu antecessor quem convenceu o DER que as reformas eram imprescindíveis. Não podemos esquecer que além dessas obras, no ano passado Campos do Jordão foi contemplada com outras duas recuperações: a da estrada dos Mellos e a do Pico do Itapeva.


das, boatos sobre fechamento da SP 123 continuam

em com boatos

O viaduto Gavião Gonzaga em perfeitas condições e o asfalto novo até o Pico do Itapeva e Estrada dos Mellos

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Antiga reivindicação do Guia Castelfranchi, a Faixa de P

Até parece primeir

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Pedestre é uma realidade

ro mundo

Não fosse a manutenção periódica, as faixas de pedestres não seriam tão respeitadas. São necessários 140 latões de tinta especial a cada seis meses. Na foto os agentes do DSV Ricardo Ambrósio Leitão no centro, Cláudio Marcelo e Carlos Faustino que se incumbem pessoalmente da pintura.

Q

uem já não ouviu a história de um amigo que, em viajem a cidades européias, demonstrou-se surpreendido com o comportamento dos motoristas que, diante da faixa de pedestres, mesmo nas maiores cidades, os condutores param seus veículos diante de qualquer pessoa que tenha se posicionado para atravessar a rua na faixa. Embora os artigos 70 e 71 do Código Nacional de Trânsito estabeleçam a obrigação dos condutores em parar na faixa, são poucas as cidades brasileiras em que este comportamento foi assimilado pela população. Nesse quesito Campos do Jordão faz jus mais uma vez ao codinome “Suíça Brasileira”: a maioria esmagadora dos motoristas jordanenses age exemplarmente ao parar diante da faixa. A reportagem acompanhou por 40 minutos o comportamento dos motoristas no centro da Abernéssia, e constatou uma realidade bastante positiva. Em frente à Nossa Caixa (13h30), foi verificado que 80% dos motoristas dão preferência às pessoas que se posicionam para atravessar as avenidas Januário Miráglia e Frei Orestes. Ao longo de 15 minutos houve 24 movimentos de pessoas querendo cruzar as duas vias. Apenas seis condutores ignoraram as pessoas que aguardavam para fazer a travessia. Próximo ao Banco Itaú ocorreu um cenário semelhante. No intervalo de 11 minutos, ocorreram 18 iniciativas de pessoas que queriam atravessar alguma das avenidas. 14 carros pararam de forma imediata. Na faixa em frente ao gazebo não foi muito diferente. A observação no local durou sete minutos. Nesse período nove pessoas se posicionaram ao lado da faixa e apenas dois motoristas se furtaram a ceder passagem imediata aos pedestres. “Me sinto orgulhosa com a forma como os motoristas de Campos respeitam as pessoas, quando elas estão prestes a atravessar. É uma maneira de demonstrar respeito pelo outro”, diz a estudante Karina Santos, 17. O aposentado José Damião, 62, diz que de um modo geral atravessa o centro da Abenéssia sem dificuldade. A exceção, diz, são os dias dos feriados prolongados. “Aumenta muito o número de carros de turistas e nem sempre tem a reação dos motoristas daqui”, afirma. Três vezes por semana a auxiliar de consultório dentário, Sueli Costa, 24, deixa o carro atrás do mercado municipal e percorre os bancos. “Afora um ou outro apressadinho, a maioria dos motoristas respeita a gente”, assinala. O problema, destaca, são as motos. “”Muitas vezes eu fico em dúvida sem o motoqueiro vai ou não parar”, frisa. A predisposição do motorista jordanense de parar em frente à faixa também chama a atenção dos turistas. Segundo o taxista José Júlio (Ponto Capivari), é comum os passageiros mencionarem a ausência de semáforo na cidade e o modo automático como o condutores com a placa de Campos, param diante da faixa. “Esse comportamento cria uma impressão muito boa”, diz o taxista. Vale lembrar que o responsável por essa realidade é o Guia Castelfranchi, que por muitos anos, insistiu junto a vários prefeitos para que as faixas de pedestres fossem periodicamente pintadas. Além disso, investiu em campanhas educativas junto às escolas. “Além das campanhas, em diversas ocasiões, eu ficava andando de carro na avenida da Abernéssia e parando nas faixas, para demonstrar aos pedestres e motoristas o funcionamento do sistema.” completa Ricardo Castelfranchi, orgulhoso do resultado. campos do jordão 33


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Veja aqui as funções que vão melhorar sua vida 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11.

Lâmina grande Lâmina pequena Saca – rolhas Abre – latas com: – chave de fendas peq. Tira cáps. de garrafas com: – Chave de fendas – Desc. fio elétrico Punção, escareador Argola Pinça

GUIACASTELFRANCHI CASTELFRANCHI 34 GUIA 108

12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22.

Palito Tesoura Gancho multifunções Serra de madeira Escamador de peixe com: – Saca-anzóis – régua (cm + pol) Lima de unhas com: – lima de metal – limpa-unhas – serra de metal

EDITORIAL PASSEIOS

13 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33.

Chave de fendas fina Formão Alicate com: – Corta-arames – Cravador de terminais Chave Philips Lupa Esferográfica pressurizada Alfinete (Inóx) Mini-chave de fendas Orifício para costura

ref. 0.7100.T

R$

120,00

99,00


m preços = SP ref.6.8520.17

R$

190,00

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CASTELFRANCHI

Cutelaria Fina

17,00

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 3663 2778 Av. Januário Miráglia, 2328 Jaguaribe victorinox@camposdojordao.com campos CAMPOSdo DOjordão JORDÃO 35 109


36 GUIA CASTELFRANCHI

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Jornal Todo Dia 015