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Virar de Página

Ria Formosa, A mal estimada!

Valorizar Conceição/Estoi

PAULO NEVES NÓS GOSTAMOS DE FARO. Abril ����. Jornal de campanha #��

“Pois o que me proponho é apresentar soluções. Está na altura de VIRAR de PÁGINA! Por cada ideia que apresentar, comprometo-me ao mesmo tempo com a sua viabilidade, como fazer sem recursos e o porquê de priorizar cada uma dessas iniciativas.”

NÓSGOSTAMOSDEFARO.EU

Carta aos Farenses


EDITORIAL Caras e Caros Amigos, A confiança dos cidadãos na representação política é hoje um dos mais exigentes desafios com que a nossa democracia se confronta, por isso, no momento em que o Partido Socialista apresenta, Paulo Neves, como seu candidato à Câmara Municipal de Faro, quero reafirmar consigo um compromisso solene: - A nossa candidatura, a candidatura do PS e de Paulo Neves, assume a defesa intransigente dos valores da Cidadania, da Solidariedade e da Tolerância, marcas da nossa identidade Farense. É necessário um novo compromisso com as escolas e toda a comunidade escolar, respeitando a sua autonomia, mas apoiando e incentivando o sucesso e a excelência. É fundamental um novo pacto com as instituições de solidariedade social, associações culturais e clubes desportivos. É imperioso um novo olhar de conjunto para o Concelho que valorize o potencial universitário, o património histórico e cultural e a enorme riqueza ambiental de Faro.

Faro tem que voltar a apostar no melhor que tem: os farenses. Sabemos que é necessário rigor na gestão financeira mas temos consciência que é necessário apoiar a dinamização económica do Concelho, que a baixa e o comércio tradicional precisam de um estimulo que inverta o atual abandono, que o desemprego não pode continuar a crescer à mesma velocidade com que a Câmara Municipal diminui os apoios sociais às famílias mais desprotegidas. É pois tempo de substituir o autoritarismo pela Cidadania, mediante a realização de um contrato eleitoral e orçamento participado, apostar num modelo de desenvolvimento inclusivo e sustentável que faça da Solidariedade um pilar fundamental da sua ação, um Executivo camarário que ponha termo à cultura do medo, substituindo-o por uma administração municipal tolerante que busca o compromisso e o consenso e respeita todas as pessoas de igual forma. Construir um Concelho é uma tarefa coletiva, por isso contamos consigo, com todos quantos sentem e vivem Faro, para em conjunto construir e dar consistência a um novo horizonte de esperança para a Capital do Algarve e para os Farenses que concilie uma visão de desenvolvimento económico com um projecto de solidariedade social. Vamos juntos semear o futuro!

Luis Graça

Presidente do PS Faro

FAZER BEM COM POUCO Sim, decidi aceitar o convite para me candidatar à liderança do município de Faro, capital da região do Algarve. Não o faço de ânimo leve.

Muito para além da contabilidade fácil dos apoios recebidos (e também das críticas e desconfianças), tenho pensado essencialmente naquilo em que a minha contribuição possa ser útil num momento de sabida crise social e em que a autarquia se encontra mergulhada numa situação de total apatia, sem se conseguir assumir como agente de desenvolvimento local e enquanto facilitadora da manutenção da qualidade de vida das pessoas, assumindo-se às vezes, isso sim, como causadora de ainda maiores constrangimentos.

Conheço a falta de liquidez e o endividamento municipal crónico, já ninguém espera nada da Câmara Municipal de Faro… Pois o que me proponho é apresentar soluções. Está na altura de VIRAR de PÁGINA! Por cada ideia que apresentar, comprometome ao mesmo tempo com a sua viabilidade, como fazer sem recursos e o porquê de priorizar cada uma dessas iniciativas face a outras considerando o momento que vivemos.


pauloneves@nosgostamosdefaro.eu ��

A SITUAÇÃO SOCIAL É DE CRISE PROFUNDA, É MOMENTO DE VIRAR DE PÁGINA. Eis ao que me proponho com os Farenses e para o Algarve: Faro está transformada numa capital triste e sem motivação. Se durante o dia a baixa da cidade parece já sem movimento, então, a partir das 5 da tarde fica sem procura alguma.

O DESEMPREGO O desemprego na atividade comercial, restauração e alojamento atinge quase 40% do total. O que será destas pessoas sem emprego e o que seria de Faro sem comércio e serviços? Temos que fazer algo e temos que fazer algo já. Não se vislumbra que a procura anime. Não havendo recursos, não se vislumbra que a baixa renasça sem animação. O obstáculo é a falta de pessoas, portanto o definhamento progredirá.

A BAIXA Não basta repetir frases feitas e promessas de boas in-

tenções! Há que agir já! Por isso anuncio que, merecendo a confiança dos farenses, a primeira medida será tudo fazer para transferir parte dos serviços da Câmara Municipal para a Rua de Sto António, levando o públicoutente a visitar a baixa, resolvendo ali também os seus problemas com a autarquia, mas vendo as lojas, aproveitando o espaço, gozando a cidade, voltando à rotina de fazer compras na baixa e local de passeio, deixando os rendimentos em Faro.

HOTELARIA Mas isto não basta! A mesma solução servirá, em articulação também com o alojamento hoteleiro para organizar o Centro de Reuniões e Congressos de Sto António, atraindo turismo de negócios, com estadas mais longas e maior despesa per capita. Precisamos de animação e é meu compromisso, conhecendo as dificuldades do tecido associativo local, autên-

tica fábrica criativa da cidade, com a juventude universitária e farense, no mesmo espaço permitir a organização das suas sedes e áreas de ensaio em permuta de apresentação de eventos de rua.

ESTACIONAMENTO Sem uma contribuição para melhorar o estacionamento, tudo fraquejará. Não podemos prometer estacionamento gratuito incondicional. Mas a solução integrada passa por conjugar o desconto de compras e pernoitas com estes custos e os da utilização da A�� atraindo espanhóis e mercado nacional a Faro. O comércio local tem que estar comprometido contribuindo nestas soluções e promovendo o território.

IKEA Isto antes que o advento pernicioso do IKEA, agora facilitado com a contribuição da CMF face às negociações dos novos limites concelhios, faça drenar para o concelho

vizinho os rendimentos dos consumidores de Faro, sendo que serão exclusivamente desse município as taxas, derrama e comparticipação no IRC que tal mega-empreendimento vai produzir, repito, com a nossa contribuição. Estranho aliás a falta de discussão deste tema entre nós e em particular na Assembleia Municipal de Faro onde o PDM, a ser alterado, deveria ser autorizado.

A SITUAÇÃO SOCIAL A situação social é de crise profunda, é momento de VIRAR de PÁGINA. Numa década triplicou o número de desempregados inscritos no CE de Faro, período em que o Distrito de Faro desceu � pontos percentuais na contribuição regional para o PIB nacional agora com uma taxa negativa de -�,�%. Nestes três últimos anos acrescentaram-se mais mil desempregados só em Faro


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(para 4350), desses, mais de um terço estão desempregados há mais de um ano sendo que quase metade do total têm formação média ou superior. Aliás 20% dos desempregados farenses tinham antes emprego altamente qualificado.

A autarquia não tem como apoiar diretamente tanta gente mas, por força do quadro comunitário ���������, determinaremos duas áreas de intervenção económica e social prioritária – a regeneração e reabilitação urbana e o apoio, em parceria com a Universidade, às atividades criativas, de inovação e desenvolvimento tecnológico. Formas de utilizar e rendibilizar os nossos recursos humanos e patrimoniais, apoiar os fornecedores locais e assim a criação de emprego. Apresentaremos uma ferramenta facilitadora de valorização, promoção e de captação de oportunidades para estes nossos recursos na economia aberta em que estamos inseridos. Voltaremos a ter brio e maior qualidade no tecido urbano com impacto na vida das pessoas que, fruindo o espaço, darão ao mesmo tempo nova vida às nossas artérias de circulação viária e bairros habitacionais.

PROBREZA EXTREMA Como resultado, em Faro mais que triplicaram as medidas de apoio ocupacional ou o Rendimento Social de Inserção para evitar a pobreza extrema nestes três anos. Ainda mais de um quinto do total dos desempregados têm origem nas atividades da Construção Civil.

Com a Universidade, apoiando-a, em parceria para novas oportunidades tecnológicas em que Faro será o palco de experimentação, recebendo apoios até ��% das iniciativas comunitárias.

Faro e a Universidade do Algarve estão casadas, temos que conviver mais em harmonia e benefício comum em prol da comunidade do conhecimento e do desenvolvimento local.

Outra vez, é à Universidade que pediremos a implementação e acompanhamento do projeto de qualidade dos serviços através do modelo em vigor, por exemplo, em WACO (EUA) designado SIX SIGMA,para os poderes locais.

Números

Será também neste âmbito que a procura de investidores internacionais, a promoção e marketing de oportunidades no nosso território terá lugar para viabilizar projetos de há muito almejados pelo Algarve. Não será a CMF a garantilos ou sustentá-los mas seremos nós os dinamizadores para trazer quem já fez com grande sucesso o que nós precisamos num momento de crise, aproveitando os nossos recursos. Dando lugar a quem sabe. Nós temos que usar as competências legais, licenciando o que for de autorizar em tempo útil.

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FARO TEM ALMA Faro tem Alma, os farenses são arrojados e voluntariosos, vejam-se os exemplos de perseverança e dedicação do Motoclube de Faro, dos South Side Boys, do Sporting Clube Farense, das coletividades de apoio social no município. Nós colocaremos todo o esforço para juntos encontrarmos as soluções para se concluir afinal o que é a obra social dos mandatos do PS! Seria anormal deixar a meio investimentos já feitos e contratos de cofinanciamento garantidos, que afinal serviriam os mais necessitados. Não pode continuar a ser assim. Seremos parte da solução de corpo inteiro.

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Descida percentual na contribuição regional para o PIB nacional agora com uma taxa negativa de -�,�%.

Nos últimos anos acrescentaram-se mais de mil desempregados só em Faro.

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Total de desempregados inscritos no CE de Faro.

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Mais de 40% do total dos desempregados têm origem nas atividades do comércio, alojamento e restauração.


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Há muito por fazer, mesmo com pouco dinheiro!

O SETOR EMPRESARIAL Não toleraremos os sobrecustos que recentemente se pretendem fazer aplicar aos que têm maiores dificuldades em manter o abastecimento de água nos seus domicílios, para além dos juros de mora que já se aplicam e das taxas de religação. Só não paga a água quem não tem mais recursos para o prover, pelo que chega de insensibilidade para com os munícipes apenas para remunerar os capitais das empresas do setor.

FAGAR A FAGAR, se nada fizermos, implodirá logo de seguida às eleições com custos em litígios que hipotecarão o futuro do município. Vamos fazer o que tem de ser feito conforme à lei e ao equilíbrio do interesse das partes considerando o serviço pú-

blico essencial que se presta. Não basta ao atual executivo prosseguir, fazendo suas, as obras de ligação do saneamento nas freguesias rurais, tem que cuidar da exploração legal e financeira da empresa a quem concessionou esse serviço de abastecimento deste bem essencial.

TURISMO Numa região completamente dependente da procura externa afigura-se ainda mais preocupante os momentos difíceis quer em Portugal, quer na Europa, responsáveis pela emissão da procura turística a toda a nossa região. Dificilmente conseguiremos ver solução que não seja na base da igualdade e respeito entre povos e Estadosnação, também atendendo à co-responsabilização nas políticas comuns. Mas a Deusa Europa deve estar in-

sane quando olhamos para as obrigações que os nossos líderes impõem agora aos nossos concidadãos no Chipre. Não deveria ser possível pensar que isto fosse real no Século XXI, na Velha Europa da Cultura, da Solidariedade, da Civilização Cristã… Faro e o Algarve, abertos ao mundo, com os seus mais de 5 milhões de visitantes, vizinhos de tantas regiões que se nos ligam pelo nosso aeroporto, poderão ser um novo Farol a Sul, do ambiente, da inovação, da captação das comunidades do norte da Europa e fazer daqui a Florida da Europa com a Ria Formosa a seus pés.

IDENTIDADE Precisamos Virar de Página, mas há uma em que, determinantemente, retrocedo já, fazendo reviver a identidade que foi sempre nossa, dos

farenses, reassumindo a cegonha como símbolo na minha campanha por Faro. Isso não custa dinheiro, que se justifique quem gastou tanto para se travestir numa mudança falhada, como frustrante foram as expetativas criadas nestes anos. Porque há muito por fazer, mesmo com pouco dinheiro! Com vontade, adesão. Acreditando. Se as pessoas não acreditarem nos políticos, afinal cidadãos seus semelhantes, o que será da nossa comunidade? Da democracia? Do país? Da velha Europa? NÓS GOSTAMOS DE FARO.


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RIA FORMOSA, A MAL ESTIMADA! A Ria Formosa constitui um sistema lagunar sensível e de valor ecológico incalculável pelas suas comunidades de cavalos-marinhos, aves, bivalves, peixes etc. Para além do valor ecológico há a considerar a importância que representa como garante da subsistência de mais de 10.000 pessoas que dependem profissionalmente da exploração destes recursos naturais, mais especificamente da recolha e produção de moluscos bivalves (amêijoa, berbigão, ostra e mexilhão). Acautelar a qualidade da água, assegurando o bom estado ecológico assim como o desenvolvimento sustentável de todo o sistema Ria Formosa, parece-nos de primordial interesse. No entanto, os factos revelam-nos uma realidade diferente. Sempre que a temperatura ambiente sobe, o que ocorre durante a Primavera e Verão, as zonas circundantes à Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) Faro-Nascente revelam um aumento dos níveis de mortandade de peixes, aves e bivalves como consequência do incremento de matéria em decomposição originária do deficiente trata-

mento das águas residuais. Tal situação é por demais conhecida tendo sido objeto de aviso por parte da Comissão Europeia que, em 21 de Junho de 2012, alertou para o facto de “Os níveis específicos de poluição da água, que a Diretiva Águas Conquícolas (onde se encontram os moluscos bivalves) estipula, foram excedidos”. No seguimento deste aviso, foi dado ao Estado Português um prazo de 2 meses para corrigir e começar a cumprir a Diretiva Europeia acima referida. Esta é uma obrigação das Águas do Algarve. O que foi feito até ao momento?

“ESTAMOS PERANTE UM CASO �...� QUE TAMBÉM ENVOLVE A PERDA DA ATIVIDADE ECONÓMICA DE FAMÍLIAS INTEIRAS, LEVANDO�AS À POBREZA.”

Passaram-se 10 meses e não se conhecem medidas/obras de melhoramento que visem o tratamento adequado das águas residuais que estão continuadamente a ser lançadas à Ria pela ETAR Faro-Nascente. Estamos perante um caso que não é somente de Saúde Pública que, por si só, já é muito preocupante mas que também envolve a perda da atividade económica de famílias inteiras, levando-as à pobreza o que implica a perda de património ambiental e de mais-valias turística do concelho. Esta situação urge ser resolvida e apuradas responsabilidades e a CMF, enquanto acionista da Águas do Algarve, terá de tomar as iniciativas politicas, em conjunto com o Governo para: a)realizar as obras de beneficiação urgentes na atual ETAR para mitigar o problema; b)priorizar a afetação de verbas próprias e de fundos comunitários para a sua substituição por equipamento de

nova geração que cumpra os requisitos comunitários de qualidade de descarga. Depois de tantos estudos, e ainda de mais estudos realizados localmente pela sociedade Polis, de haver dotação comunitária para avançar para as ações de desassoreamento, também na Ria Formosa, não descansaremos enquanto as mesmas não tiverem lugar e em particular, estaremos muito atentos quanto às áreas a beneficiar pois que nem os mariscadores/viveiristas e menos ainda os pescadores da nossa ria compreendem bem onde, quando e em que períodos terão lugar sendo, ao contrário, evidente a deficiente renovação de águas que não permitem a renovação das espécies e ainda mais a alteração das correntes em sentido anormal ao curso óbvio das águas para o oceano e a estagnação de áreas cada vez mais extensas com impatos quase irreversíveis na biodiversidade e qualidade de vida das populações. Moradores – vincamos o nosso compromisso já assumido perante as associações representativas que o PS na autarquia, sobre este tema, não se colocará numa posição de expetativa nem «lavare-


pauloneves@nosgostamosdefaro.eu ��

��.��� PESSOAS DEPENDEM DA RIA.

mos as mãos como Pilatos», o ordenamento e disciplina do território de Faro é competência da Câmara Municipal e como tal, não havendo «farenses de primeira e farenses de segunda», assumiremos a responsabilidade de requerer a concessão do domínio público marítimo das áreas ocupadas das ilhas-barreira, tal e qual, a parte já concessionada no núcleo central da praia de Faro, para, com respeito pelo ambiente, pelas pessoas, planear, regular e disciplinar o que se impõe de acordo com os interesses envolvidos e o direito na base da dignidade e defesa do nosso futuro comum. Qualidade e desenvolvimento – A certificação dos produtos da Ria Formosa de forma à sua diferenciação no mercado, sustentando e valorizando as espécies com impato na vida das famílias que dela dependem mas também da imagem e promoção do nosso património paisagístico-ambiental com aproveitamento turístico superior será uma das nossas prioridades sendo que para o efeito haverá infraestruturas mínimas de apoio à comercialização e qualidade em que deveremos ser autónomos como por exemplo a existência de depuradoras e organização do circuito de mercado.

VALORIZAR OS PRODUTOS LOCAIS CONCEIÇÃO/ESTÓI Faro tem algo que a distingue dos demais concelhos, as terras férteis que do labor de quem a trata de Sol a Sol fazem nascer frutos que constituem sustento de tantas famílias e prazer para muitos mais consumidores. A complementaridade rural/urbana acrescenta oportunidades que beneficiam a sustentabilidade de ambos na diversidade de costumes, ezconomia local e podem acrescentar valor aos produtos que soubermos aproveitar, promovendo, a qualidade que os distingue. Nesse sentido, estamos seguros que a autarquia pode apoiar muito mais, se refletir o aproveitamento de uma marca da campina verde de Faro em favor dos que dela dependem e afinal melhorando o preço na comercialização lançando mão a meios para potenciar a atenção do mercado por via da certificação de origem através da organização da fileira do produto com base na vontade dos trabalhadores, empresários

agrícolas e artesãos, assim como o turismo local. Pensamos que da operacionalização dos fundos e estratégia 2014-2020, a produção local tem de ser a prioridade, ainda mais quando a podemos incrementar pelo reconhecimento da qualidade, sustentando em preço e portanto melhorando a qualidade de vida das populações e rendimento disponível. Desde o mandato de José Apolinário à frente do município e graças à sua articulação com as autoridades comunitárias através do Governo de então, que as populações já beneficiam agora, embora tardiamente, de acesso ao abastecimento de água, bem essencial para a dignidade e qualidade de vida, outra vez, no entanto, é preciso apoiar a melhoria de rendimentos garantindo assim futuro para as pessoas e riqueza para a oferta do município produzindo bens que o valorizam.

PAULO NEVES �� ANOS DE VIDA PÚBLICA Conheça o candidato:

www.pauloneves.pt pauloneves@nosgostamosdefaro.eu


AMOR, DESDE A JUVENTUDE

“Procuro-a sempre, tanto, desejo-a e no entanto confronto-me com ela. Uma exigência de quem quer mais que encontrar a beleza mas desfrutar da sua natureza intrínseca. Não é minha mas quero-a como se fosse e entrego-me a cada uma das formas que encarna na superioridade de quem, mesquinhamente, a desvaloriza. Passado e presente comuns mas tão violentamente revisitados por interesses que do mesmo passo lhe acrescentam personalidade, aquele mesmo que nos forma nas suas ruas e bairros, nos seus monumentos e paisagens, são glórias que delas não fazemos as fraquezas que somos. Com a luz única, do seu calor, que nos aquece o ânimo e a vontade afinal. A culpa não é dela, é nossa, se com menos força a encaramos para logo de seguida sentirmos a nostalgia da sua falta e a necessidade do reencontro de todos quantos de nós assuma essa paixão que, como Alfonso X, dando a sua filha em casamento a Afonso III, que a tomou de mouros para cristãos e hoje aberta ao mundo, evitando a guerra pelo Reino dos Algarves. Faro é amor que nunca deixarei. Não é amor secreto, não, é assumido em contributos feitos que melhoram a vida de tantos outros que nela convivem. Faro deixou que a usássemos e usámos para prazer de nós próprios, em quem orgulhosamente deixou marcas felizes e que nos perseguem na vida como que a tentar acrescentar outras. Sempre tentando merecer as suas atenções, que não a devoção que essa nunca dá, desejando mais, que superem essas.” (ler mais em www.nosgostamosdefaro.eu) � «Nunca um amante, por eloquente que seja, crê ter dito o bastante no interesse do seu amor». Plutarco

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PS Faro - Jornal de Campanha #1  

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